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G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Trump manda europeus irem 'buscar seu próprio petróleo' em Ormuz; Irã diz que atacou base secreta dos EUA Guerra completou 1 mês no sábado (28). EUA seguem dando sinais contraditórios na guerra: ao mesmo tempo em que enviam mais tropas ao Oriente Médio, falam em negociar cessar-fogo. Trump avalia encerrar a guerra contra o Irã, mesmo com o Estreito de Ormuz fechado, segundo reportagem do jornal 'The Wall Street Journal'.. O presidente dos EUA segue dando sinais ambíguos sobre a guerra. Após falar em 'negociações sérias', Trump divulgou vídeo da explosão de um depósito de munições no Irã.. Os EUA seguem ampliando sua presença militar no Oriente Médio, ao mesmo tempo em que falam em abrir diálogo com o Irã; INFOGRÁFICO mostra aparato militar.. Já Benjamin Netanyahu disse que Israel alcançou 'mais da metade' dos objetivos militares na guerra contra o Irã e não deu um prazo para o fim do conflito.. O Irã afirmou que bombardeou duas instalações militares dos EUA no Oriente Médio com tropas dentro, incluindo uma base secreta nos Emirados Árabes Unidos.

  2. As Eleições de 2026 será a quinta disputa eleitoral realizada desde que a cláusula de barreira para partidos em vigor e deve afunilar ainda mais a representação partidária no país. 🔎 Também chamada de cláusula de desempenho, a regra estabelece que os partidos precisam atingir um percentual mínimo de votos válidos para a Câmara dos Deputados ou um número mínimo de deputados eleitos para ter acesso a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda na televisão e no rádio. Na prática, essa regra força os partidos a terem um desempenho nacional e não apenas regional. A primeira consequência da implementação da regra foi a redução do número de partidos com representação na Câmara. Na última eleição geral, em 2022, 15 partidos não atingiram a cláusula. Naquele ano, para superar a “barreira”, as agremiações precisavam: eleger ao menos 11 deputados federais distruídos em pelos menos um terço das unidades da federação, nove estados ou oito estados e no Distrito Federal; ou conseguir ao menos 2% dos votos válidos, com um mínimo de 1% em nove estados. Em 2026, as metas foram atualizadas para: eleger 13 deputados federais em pelos menos um terço das unidades da federação, nove estados ou oito estados e no Distrito Federal; ou obter pelo menos 2,5% dos votos válidos, com um mínimo de 1,5% em nove estados. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Para 2030, a claúsula de desempenho dos partidos será: eleger ao menos 151 deputados federais distruídos em pelos menos um terço das unidades da federação, nove estados ou oito estados e no Distrito Federal; ou conseguir ao menos 3% dos votos válidos, com um mínimo de 2% em nove estados. Em 2018, 30 legendas conseguiram eleger pelo menos um representante no parlamento. Em 2022, esse número caiu para 19 – contando-se as federações como uma única agremiação. Atualmente, são 17 siglas com representação na Câmara. O PTB e o Patriota, que não alcançaram a cláusula de barreira em 2022, se fundiram e deram origem ao Partido da Renovação Democrática (PRD). O Pros, que elegeu três deputados em 2022, foi incorporado pelo Solidariedade. Fragmentação partidária Com a redução do número de siglas e as estratégias das agremiações de se juntarem a outras para continuar recebendo recursos e sobreviver, outra consequência da cláusula foi a redução da fragmentação partidária. Além das fusões e incorporações, as federações partidárias também são uma ferramenta para manter o funcionamento das legendas. Atualmente, são as cinco as federações no Brasil: Cidadania - PSDB, PSOL - Rede, Brasil da Esperança: PT, PCdoB e PV Renovação Solidária: PRD e Solidariedade União Progressista: União Brasil e PP. União Brasil e PP não precisariam se unir para alcançar a cláusula, mas se juntaram para se tornar a maior força político-partidária do país. Juntos, os partidos têm a maior bancada da Câmara e mais de 1,3 mil prefeitos. Tempo de TV Um impacto direto na campanha deste ano é que, se confirmado o desenho atual dos postulantes à Presidência da República, apenas três candidatos terão direito a propaganda no rádio e na TV. Isso porque, dos partidos que já apresentaram pré-candidatos, apenas PT (Lula), PSD (Ronaldo Caiado) e PL (Flávio Bolsonaro) cumpriram a cláusula de barreira em 2022. Novo (Romeu Zema), Democracia Cristã (Aldo Rebelo) e Missão (Renan Santos) não terão direito a propaganda eleitoral. A busca por mais espaço na TV, inclusive, incentiva os partidos a buscarem apoio de outras siglas na disputa para presidência, principalmente do “Centrão”, já que o tempo de TV é calculado com base no números de deputados eleitos para a Câmara, o que ajuda a inflar o tempo. Discussão e votação de propostas legislativas. Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados Concentração de recursos Outro efeito da cláusula de barreira ao promover a “compactação” da representação partidária é concentrar os recursos eleitorais nas mãos dos grandes partidos. Dessa forma, os dirigentes partidários acabam aumentando seu poder de barganha com o controle de uma fatia maior dos recursos, o que pode ser uma barreira para a renovação de quadros, especialmente dentro do Congresso Nacional. A tendência é que o dinheiro seja direcionado para nomes que já ocupam mandatos, o que faz com que novos nomes encontrem mais dificuldade nessa conjuntura de maior concentração partidária. Comportamento do eleitor A cláusula de desempenho também pode influenciar o comportamento do eleitor ao evitar o voto em partidos pequenos, com poucas chances de alcançar a cláusula. Os eleitores passam a adotar um voto “estratégico”, evitando siglas menores e priorizando legendas com mais chance de alcançar a cláusula.

  3. Até o começo de abril, a renúncia de autoridades para concorrer a outros cargos nas eleições de outubro deve mudar o cenário político no comando de estados e municípios. Ministros, governadores e prefeitos que pretendem concorrer a cargos eletivos em outubro devem se afastar do cargo ou função que ocupam até o dia 4 de abril. Quem não deixar o cargo no prazo certo pode ser considerado inelegível. Eleições 2026: quais são os cargos em disputa O movimento está ligado a um mecanismo previsto na lei eleitoral, a chamada desincompatibilização. No caso das chefias do Poder Executivo — presidência da República, governos estaduais e municipais — quem ocupa o comando tem de deixar o posto até seis meses antes do pleito se quiser concorrer a outros mandatos. Novos nomes também vão alterar o perfil da Esplanada dos Ministérios, já que, no mesmo prazo, ministros que vão disputar mandatos eletivos também devem deixar as pastas do governo Lula. O movimento destes políticos segue as regras previstas na Constituição e nas leis eleitorais. Quem pretende concorrer à reeleição pode se manter no cargo. Como o primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro, estes políticos precisam se desincompatibilizar até o dia 4 de abril. 🔎 A Constituição e a lei eleitoral determinam a saída das autoridades dos cargos como uma forma de garantir o equilíbrio da disputa, para evitar que a força da máquina pública interfira na escolha do eleitor. Nesta terça-feira (31) o Palácio do Planalto divulgou uma lista com 14 trocas nos ministérios do governo Lula. Lula faz primeira reunião ministerial do ano e divulga trocas em 14 ministérios Algumas substituições ainda não foram anunciadas. É o caso do substituto do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), atualmente chefiado por Geraldo Alckmin. Nesta terça, Lula disse que o vice-presidente vai concorrer à reeleição na chapa encabeçada pelo petista. A troca na Secretaria de Relações Institucionais também não foi divulgada. A titular Gleisi Hoffmann (PT) já disse que deve concorrer ao Senado. O g1 faz a lista de quem já saiu e quem deve deixar o governo Lula. Devem concorrer a governos estaduais: ▶️Fernando Haddad (PT), da Fazenda: já saiu do cargo e deve disputar o governo de São Paulo. ▶️Renan Filho (MDB), dos Transportes deve disputar o governo de Alagoas. Devem concorrer ao Senado: ▶️Rui Costa (PT), da Casa Civil deve disputar o Senado pela Bahia. ▶️Gleisi Hoffmann (PT), da Secretaria de Relações Institucionais, deve disputar o Senado pelo Paraná. ▶️Simone Tebet (PSB), do Planejamento, deve disputar o Senado por São Paulo. ▶️Marina Silva (Rede), do Meio Ambiente, deve disputar o Senado por São Paulo. ▶️André Fufuca (PP), do Esporte, deve disputar o Senado pelo Maranhão. ▶️Carlos Fávaro (PSD), da Agricultura, deve disputar o Senado por Mato Grosso. ▶️Waldez Góes (PDT), da Integração Nacional, deve disputar o Senado por Amapá. Urna acervo Devem concorrer à Câmara dos Deputados: ▶️Silvio Costa Filho (Republicanos), de Portos e Aeroportos, deve disputar a Câmara dos Deputados por Pernambuco. ▶️Paulo Teixeira (PT), do Desenvolvimento Agrário, deve disputar a Câmara por São Paulo. ▶️Anielle Franco (PT), da Igualdade Racial, deve disputar a Câmara pelo Rio de Janeiro. ▶️Sônia Guajajara (PSOL), dos Povos Indígenas, deve disputar a Câmara por São Paulo. Outros cargos e postos: ▶️Macaé Evaristo (PT), dos Direitos Humanos, deve disputar a Câmara legislativa de Minas Gerais. ▶️Geraldo Alckmin (PSB), da Indústria e Comércio Exterior e vice- presidente, vai ser vice de Lula na busca pela reeleição. ▶️Camilo Santana (PT), da Educação: deve ajudar na campanha de 2026. ▶️Márcio França (PSB), do Empreendedorismo, deve sair do governo mas ainda está indefinido se ajudará na campanha eleitoral ou se disputa o Senado por São Paulo. ▶️Wolney Queiroz (PDT), da Previdência, também deve sair do governo, mas ainda está indefinido se ajudará na campanha eleitoral ou concorre à Câmara dos Deputados por Pernambuco. ▶️Alexandre Silveira (PSD), de Minas e Energia: ainda está indefinido se concorre ao Senado por Minas Gerais ou continua no governo para contornar a crise dos combustíveis. ▶️Luciana Santos (PCdoB), da Ciência e Tecnologia: ainda indefinido se deve sair do governo ou concorrer a algum cargo em Pernambuco. ▶️Sidônio Palmeira, da Comunicação Social, deve ser exonerado não agora, mas no meio do ano para ser o marqueteiro de Lula na campanha à reeleição. O que está em disputa 🗳️No dia 4 de outubro, os brasileiros irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Se houver segundo turno, ele será realizado em 25 de outubro. Além do presidente e do vice-presidente, serão eleitos 27 governadores e outros 27 vice-governadores, 513 deputados federais, 54 senadores (2/3 da composição do Senado), 1.035 deputados estaduais, 24 deputados distritais. Estarão em disputa os seguintes cargos: presidente e vice-presidente da República; governador e vice-governador de estado; senador; deputado federal; deputado estadual; deputado distrital.

  4. Beatriz Vitória da Silva, do quilombo do Brejo de Dentro, no sertão de Pernambuco, vence 'Prêmio LED Globo 2026' Daniela Toviansky/Divulgação Iniciativas inovadoras na educação. É assim que o Movimento LED Globo - Luz na Educação reconhece projetos que geram a diferença, como o da pernambucana Beatriz Vitória da Silva, de 18 anos, vencedora do desafio na categoria estudante do ensino médio. Ela foi a representante de uma ideia para o descarte da manipueira, resíduo altamente tóxico da mandioca gerado durante a produção da farinha. Beatriz e seu projeto poderão ser vistos nesta quarta-feira (1º), no "Especial LED Globo", logo após "BBB26", com apresentação de Eliana. Além de Beatriz, outras iniciativas inovadoras que geram impacto na educação também serão apresentadas. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE A jovem é filha de agricultores e do quilombo do Brejo de Dentro, na cidade de Carnaíba, no Sertão do estado. Ela desenvolveu o projeto FiltroPinha com outros três colegas da escola: Luana, Eduardo e Ângela. Dois professores, Gustavo e Carol, orientaram o trabalho na Escola Técnica Estadual (ETE) Professor Paulo Freire. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O projeto surgiu quando um professor desafiou os alunos a criar soluções para problemas locais. A partir daí, ela e seus colegas desenvolveram um filtro ecológico produzido com a casca da pinha, fruta comum na região, capaz de absorver a carga poluente da manipueira e permitir o reaproveitamento mais seguro da água no processo produtivo. "Quando eu cheguei no ensino médio, não tinha noção de como desenvolver projeto de pesquisa, mas fui aprendendo com os meus professores e, da mesma forma que os meus orientadores transformaram a minha vida, existem muitos outros professores que também podem estar mudando a realidade de seus alunos todos os dias. E, às vezes, tudo que um estudante precisa é de alguém que acredita nele. Meus orientadores foram exatamente isso", afirmou. No projeto FiltroPinha, os resíduos do filtro ainda podem ser reaproveitados como fertilizante de liberação lenta, fechando o ciclo de aproveitamento ambiental. O protótipo final, feito com farinha e carvão ativado das cascas, custa menos de R$ 5. "Isso tudo é a maior prova de que a educação ela realmente transforma as vidas. (...) Eu nunca imaginei que estaria vivendo tudo isso. Ainda mais recebendo um prêmio tão grande e aparecendo na televisão, que é uma coisa que a gente nunca imagina, principalmente quando a gente é do interior", disse. Beatriz Vitória da Silva, seus orientadores e uma das colegas do projeto FiltroPinha Reprodução/WhatsApp Desafio Beatriz conta que todo o processo, desde a inscrição, foi intenso e desafiador. Quando soube que o projeto tinha ficado entre os 80 finalistas, já considerou uma grande conquista. A partir daí, foi avançando até chegar entre os vencedores. Antes, precisou passar por uma banca avaliadora. "Foi um momento bem desafiador. Entre os avaliadores, inclusive, estava João Pedrosa, que é professor e participou do BBB, aí eu fiquei um pouco nervosa. Além dele, tinha profissionais da área de educação, jornalistas. Foi uma experiência muito marcante, porque a gente enfrenta muitas barreiras e inseguranças, mas, ao mesmo tempo, vai se superando a cada etapa, tanto para o meu crescimento pessoal como do projeto também", contou. Agora, prestes a começar a faculdade de Ciências Econômicas na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, Beatriz reforça a importância da trajetória construída até aqui. "Foi tudo construído com muito aprendizado, muita tentativa, erro e dedicação, e tudo que eu sou hoje eu devo muito aos meus orientadores. Não posso dizer que eu cheguei aqui sozinha porque eles enxergaram em mim um potencial que eu mesma não conseguia ver", contou. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

  5. O que se sabe sobre o caso da jovem encontrada morta em um congelador Manuela Vieira Matos Silva, de 23 anos, foi encontrada morta dentro do congelador de uma geladeira, na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, no último domingo (29). Ela estava desaparecida há quatro dias. O suspeito do crime foi identificado pela Polícia Civil (PC) como Lucas Santos Lima, que confessou o assassinato. Ele foi preso na segunda-feira (30), em Ilhéus, na região sul. O corpo da vítima passou por necropsia na terça-feira (31) para identificar detalhes como a data do óbito e a causa da morte, mas o resultado da análise ainda não foi divulgado. O caso é investigado pela delegacia da cidade. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Veja abaixo o que se sabe sobre o caso: Quem era a vítima? Como o corpo dela foi encontrado? Quem é o suspeito e o que ele disse sobre o crime? O que diz a família da vítima? O que falta esclarecer sobre o crime? 1. Quem era a vítima Corpo de vítima foi encontrado dentro de congelador em Vitória da Conquista Redes sociais Manuela Vieira era mãe de duas crianças, de 4 e 2 anos. A informação foi divulgada por uma tia da jovem, que morou com ela em Vitória da Conquista, e preferiu não se identificar. Em entrevista à TV Sudoeste, afiliada da TV Bahia na região, a mulher revelou que a sobrinha havia perdido a guarda das crianças, que estavam em uma casa de acolhimento, e estava triste por ficar longe delas. Quatro dias antes de ser encontrada morta, a jovem tinha sido dada como desaparecida pela família. A última vez que foi vista com vida na cidade foi na quarta-feira (25). 2. Como o corpo dela foi encontrado Homem é preso após matar jovem e esconder corpo no congelador O corpo da jovem foi encontrado depois que a companheira do suspeito acionou a polícia. A mulher alegou que iria se mudar para o imóvel onde estava a geladeira e foi ao local para procurar por Lucas, que estava há um dia sem dar notícias. Ao chegar no local, a Polícia Militar constatou o fato. A vítima foi colocada em posição fetal no congelador do eletrodoméstico. Após ser recolhido, o corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da cidade, onde foi realizada a necropsia. 3. Quem é o suspeito e o que ele disse sobre o crime Lucas Santos Lima, de 29 anos, foi preso suspeito de matar Manuela Vieira Matos Silva, de 23. Reprodução/Redes Sociais Lucas Santos Lima tem 29 anos e confessou para a polícia, em depoimento, que matou Manuela. Ele disse que cometeu o crime após uma discussão ocorrida enquanto os dois usavam drogas. O suspeito também relatou que teve uma breve relação com a jovem no passado, mas que já tinha sido encerrada. Para a polícia, o homem ainda ressaltou que cometeu o crime sozinho e que tentava fugir do estado. O g1 tenta contato com a defesa dele. Até a publicação desta reportagem, ele é considerado o único suspeito do crime. "A Polícia Civil atribui a autoria exclusivamente a ele, mas, obviamente, as investigações continuam e, se restarem evidências de participação de qualquer outra pessoa, ela será responsabilizada também", informou o delegado Roberto Júnior, titular da Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin) Sudoeste/Sul. 4. O que diz a família da vítima O relacionamento entre os dois foi confirmado pela tia da jovem, que classificou Lucas como um homem violento. "Ele nunca aceitou o término, então ficava rodeando Manu para que ela voltasse com ele. (...) Soube que ele era uma pessoa bem agressiva, que inclusive batia em pessoas em situação de rua", pontuou a mulher, que pediu para manter a identidade preservada. A mulher também levantou suspeitas da participação da companheira de Lucas no crime. "Uma coisa que me chamou atenção é que a namorada de Lucas encontrou o corpo de Manu. Depois, ele fugiu para Ilhéus, que é onde o avô dessa moça tem pousada. Estou achando tudo muito estranho", afirmou. "O que não entra na minha cabeça é que ele ficou sem dar notícia um dia e ela (namorada) foi na casa que nem estavam morando ainda, que nem tinha pertences dela, nem dele", completou a tia da vítima. No entanto, a companheira do suspeito não é tratada como suspeita de envolvimento no assassinato. 5. O que falta esclarecer A tia de Manuela contou que a jovem suspeitava estar grávida pela terceira vez. A confirmação ou não da gestação só será identificada na necropsia, que também deve apontar a causa da morte. O resultado sairá nos próximos dias. Outro ponto investigado que deve aparecer no laudo cadavérico é a data da morte da vítima. A polícia suspeita que o crime tenha acontecido no mesmo dia do desaparecimento. "A necropsia é muito bem feita e esclarece toda e qualquer lesão que o corpo da vítima tenha, como uma eventual gravidez. Então, é muito importante a questão do laudo, que certamente será compatível com a versão dada pelo autor", pontuou o delegado Roberto Júnior. Crime aconteceu na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia Arte g1 LEIA TAMBÉM: Homem suspeito de matar mulher com soco é preso na Bahia Influenciador digital com quase 40 mil seguidores é morto a tiros após sair de festa 'paredão' na Bahia Ataque a tiros em cavalgada mata duas pessoas e deixa outra ferida na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

  6. Primeira Igreja de Lúcifer do RS vai ser inaugurada em Porto Alegre. Mestre Lukas/Divulgação A primeira Igreja Luciferana do Rio Grande do Sul vai ser inaugurada na madrugada desta quinta-feira (2), em Porto Alegre. De acordo com o sacerdote Mestre Lukas de Bará da Rua, autor da iniciativa, a criação do espaço foi motivada pela demanda de praticantes na região. "Esse ano a gente resolveu dar sequência ao nosso trabalho, àquilo que nós cultuamos, que pra nós é sagrado. Já existem outras Igrejas de Lúcifer no Brasil, mas essa é a primeira do Rio Grande do Sul. Nossa intenção é mostrar a força de Lúcifer e desmistificar essa imagem que foi criada pelo Cristianismo”, explica. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Para algumas religiões, como o cristianismo, a figura é associada ao demônio. Por outro lado, para o Mestre Lukas, um dos representantes da Nova Ordem de Lúcifer na Terra (N.O.L.T), Lúcifer representa o portador da luz. A inauguração deve reunir convidados próximos e praticantes que acompanham o trabalho do líder espiritual. Depois de aberto, o templo vai estar aberto à visitação apenas de convidados indicados pelos praticantes. A arquitetura do local remete a uma capela, mas com proposta incomum no cenário brasileiro: decoração nas cores preto e vermelho, gárgulas e pentagramas. O sacerdote afirma que o espaço representa um marco da prática no Rio Grande do Sul. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo Mestre Lukas, o projeto responde à necessidade de dar mais fundamento, intensidade e propósito aos rituais. “O templo religioso está localizado na Região Metropolitana, mas por questões de segurança não divulgaremos o endereço”, completa. “Quando nós temos um espaço como esse, fortalece a nossa religião e fortalece, principalmente, aquele que são adoradores, admiradores e seguidores de Lúcifer, porque eles entendem que não estão sozinhos”, finaliza. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  7. Nesta terça-feira (31), o presidente Lula comandou a primeira reunião ministerial de 2026 e sinalizou o início extraoficial de sua candidatura à reeleição. No evento, ele anunciou que vai repetir nas urnas a dobradinha com Geraldo Alckmin (PSB), chapa que venceu a eleição de 2022. Lula também anunciou a troca no comando de 14 ministérios, entre eles alguns do primeiro escalão no Executivo – caso da Casa Civil (Rui Costa, PT), Educação (Camilo Santana, PT), Planejamento (Simone Tebet, PSB) e Meio Ambiente (Marina Silva, Rede). O presidente deu aos agora ex-ministros a missão de defender o governo em seus palanques regionais. No mesmo dia, o Palácio do Planalto confirmou que enviará ao Senado a indicação de Jorge Messias, atual advogado-geral da União, como novo ministro do Supremo Tribunal Federal. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília, para explicar as mensagens por trás de cada uma das movimentações do governo nesta terça-feira. Natuza e Balza também analisam o discurso de Lula e dos ministros governistas, que apontam a principal estratégia para a corrida eleitoral deste ano: comparar as realizações deste governo com o anterior, de Jair Bolsonaro. Convidado: Guilherme Balza, repórter de política da GloboNews em Brasília. O que você precisa saber: Lula confirma que Geraldo Alckmin será candidato a vice na chapa que disputará reeleição Governo divulga trocas em 14 ministérios; veja quem entra e quem sai Lula diz que 'política piorou muito', virou negócio e cargos têm 'preço alto' Rui Costa diz que endividamento da população preocupa Lula e que Caiado 'mexe pouco' no cenário Lula envia nesta terça ao Senado indicação de Messias como novo ministro do STF O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti e Stéphanie Nascimento. Colaborou neste episódio Nayara Felizardo. Apresentação: Natuza Nery. Lula coloca o figurino de candidato O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações. Lula durante reunião ministerial nesta terça-feira (31). Ricardo Stuckert/ Presidência da República

  8. Lula envia ao Senado indicação de Messias como novo ministro do STF O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou nesta terça-feira (31) a mensagem que comunica o Senado Federal da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Com a escolha de Messias para o cargo de ministro no STF, caberá agora ao Senado avaliar a indicação. Se aprovado pelo Poder Legislativo, o novo magistrado vai tomar posse na Corte, em data ainda a ser marcada. Uma das cadeiras de ministro do Supremo está vaga desde outubro do ano passado, quando o então ministro Luís Roberto Barroso anunciou a aposentadoria. Em novembro de 2025, o presidente Lula anunciou a escolha de Messias. No entanto, naquele momento, não enviou a mensagem com a indicação ao Congresso. Foram 130 dias entre a declaração do presidente e a formalização do pedido. Agora, o envio da indicação ao Senado permite o início do processo de votação da indicação na Casa Legislativa, que segue regras previstas na Constituição e no regimento do Senado. Veja como funciona a indicação e nomeação dos ministros do STF: O presidente da República envia uma mensagem ao presidente do Senado Federal com a indicação – o documento também é publicado no Diário Oficial da União. Uma vez recebido no Senado, o documento é encaminhado à comissão competente para analisar – no caso, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ); Na CCJ, o presidente da comissão indica um relator para cuidar do tema. O relator apresenta um relatório, a ser analisado pelos demais colegas do colegiado. Haverá uma sabatina na CCJ, na qual o indicado responde a perguntas dos parlamentares. O relatório é votado e, se aprovado, em votação secreta, torna-se o parecer da comissão. Aprovado o nome na CCJ, o parecer é enviado ao plenário do Senado. O Senado aprecia a indicação em votação secreta. Para ser aprovada, é necessário o aval da maioria absoluta dos parlamentares (41 votos "sim"). O presidente do Senado encaminha o resultado da deliberação ao presidente da República. O decreto do presidente da República é publicado no Diário Oficial da União, o que viabiliza a posse. O STF marca a posse, que é realizada em uma cerimônia no plenário da Corte. Jorge Messias e David Alcolumbre Wilton Junior/Estadão Conteúdo; Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo Saída de Barroso O novo ministro vai ocupar a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou a aposentadoria da Corte no começo de outubro, depois de mais de 12 anos de atividade no tribunal. Encerrada a aprovação no Senado, o novo ministro tomará posse no Supremo e vai assumir o acervo de processos do ministro Barroso. Além disso, terá assento na Segunda Turma do tribunal. Perfil de Jorge Messias Atual AGU, Jorge Rodrigo Araújo Messias tem 45 anos e é natural de Pernambuco. Está no governo desde o início da terceira gestão Lula, em 2023. Saiba os principais pontos da trajetória de Jorge Messias: Tomou posse na AGU em 2023, no início do governo Lula. Antes mesmo da nova gestão começar, já integrava a equipe de transição; Servidor público desde 2007, com atuação em diversos órgãos do Executivo, como o Banco Central e o BNDES; É considerado um nome de confiança de Lula, com apoio de ministros do PT e da ala palaciana; Mantém relação próxima e leal com o presidente, desde os tempos do governo Dilma Rousseff. Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE), é mestre pela Universidade de Brasília (UnB). Ingressou na Advocacia-Geral da União como procurador da Fazenda Nacional, função voltada à cobrança de dívidas fiscais de contribuintes inadimplentes com a União. Ao longo da carreira, ocupou diversos cargos estratégicos no Executivo: foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República, secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior no Ministério da Educação e consultor jurídico nos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação. Também atuou como procurador do Banco Central e do BNDES. Em 2022, integrou a equipe de transição do presidente eleito Lula. Foi anunciado para o comando da AGU em dezembro daquele ano e tomou posse em janeiro de 2023. A instituição tem papel central na assessoria jurídica da Presidência e na representação da União junto ao STF. Durante o governo Dilma Rousseff, Messias ocupou o cargo de subchefe para Assuntos Jurídicos (SAJ). Ficou conhecido nacionalmente após ter seu nome citado em uma conversa entre Dilma e Lula, interceptada pela Operação Lava Jato. Na gravação, seu nome foi ouvido como “Bessias”, por conta da qualidade do áudio.

  9. Comunidades escolares poderão enviar sugestões, denúncias ou elogios online Secom A Prefeitura de Rio das Ostras dá mais um passo na inovação para o atendimento à população. As secretarias de Gestão Pública e de Educação, Esporte e Lazer lançaram a ouvidoria digital voltada à Rede de Ensino. As comunidades escolares poderão enviar sugestões, denúncias ou elogios online por meio do aplicativo Colab – a plataforma de serviços da Administração Municipal. O novo canal tem o objetivo de aprimorar a mediação das demandas da Rede Municipal de Ensino. A Ouvidoria da Educação atua no recebimento de denúncias, sugestões, reclamações, solicitações de informação e elogios, fortalecendo a comunicação entre a Administração Municipal e as comunidades escolares. “A Secretaria de Educação reforça o compromisso com a transparência. Nosso compromisso é garantir acesso e inovação, promovendo o diálogo construtivo entre servidores, alunos, responsáveis e demais agentes educacionais”, destacou a secretária de Educação, Esporte e Lazer, Marcele Raquel. Além do aplicativo Colab, a Ouvidoria da Educação disponibiliza, ainda, o e-mail ouvidoria@edu.pmro.rj.gov.br. Para atendimento presencial, os interessados devem comparecer à sede da Secretaria (Av. Guanabara, 3603 – Extensão do Bosque), de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. APLICATIVO – O uso do aplicativo é simples e intuitivo. Pelo aparelho celular, é só baixar a plataforma Colab pelo Google Play ou App Store e sinalizar a cidade de Rio das Ostras. Pelo computador, é só acessar https://riodasostras.colab.re/. No aplicativo, o usuário deve clicar em “serviços”, selecionar a opção “Educação” e, em seguida, sinalizar “Ouvidoria Setorial da Educação”. O Colab é uma plataforma multicanal de serviços digitais, que aproxima cidadãos e gestão pública, promovendo mais transparência, participação social e eficiência. A expectativa da Prefeitura é de que a ampliação do uso da ferramenta facilite a rotina dos moradores e fortaleça a relação colaborativa entre governo e sociedade.

  10. Imagem icônica "Nascer da Terra” mostra a Terra surgindo no horizonte além da superfície lunar, enquanto a primeira espaçonave tripulada contornava a Lua. Divulgação/Nasa Depois de sucessivos atrasos, está previsto para esta quarta-feira (1º de abril) o lançamento da Artemis II, a primeira missão tripulada rumo à órbita da Lua desde a famosa era Apollo. A decolagem está marcada, por enquanto, para às 19h30 (no horário de Brasília). Pelúcia viajará com astronautas para 'avisar' sobre gravidade zero em missão histórica à Lua; entenda NASA inicia contagem regressiva para primeiro voo tripulado à Lua em 53 anos Corrida entre União Soviética e EUA pelo primeiro pouso na Lua durou 15 anos; relembre Se tudo ocorrer como planejado pela Nasa, os quatro astronautas vão contornar o satélite natural ao longo de cerca de 10 dias. A agência espacial, no entanto, segue monitorando riscos como nuvens densas e ventos na região de lançamento, o que pode provocar um novo adiamento. Em 1969, astronautas da missão Apollo 11, deixaram pegadas na superfície da Lua — imagens que foram amplamente divulgadas e se tornaram um marco da história espacial (veja abaixo). Artemis II: a contagem regressiva para a próxima missão à Lua Apesar disso, teorias conspiratórias ainda circulam na internet e colocam em dúvida a chegada do homem ao satélite natural. Uma pesquisa do Datafolha revela, por exemplo, que 33% dos brasileiros afirmam ser falso que o ser humano já esteve na Lua. Para especialistas, essa descrença é alimentada pela baixa alfabetização científica e pela facilidade de disseminação de notícias falsas. Veja as fotos da chegada do homem à Lua: Astronauta Neil Armstrong na Lua Divulgação/Nasa Foto oficial da tripulação da Apollo 11, da direita para a esquerda: Neil A. Armstrong, Michael Collins e Edwin E. "Buzz" Aldrin Divulgação/Nasa O astronauta Buzz Aldrin caminha na superfície da Lua, próximo a uma das pernas do módulo lunar, durante a missão Apollo 11. Divulgação/Nasa Módulo Lunar Apollo, parte da nave usada no Projeto Apollo. Com seu formato de aranha, era usado para a descida no solo lunar Divulgação/Nasa São 382 quilos de rochas coletadas pelos astronautas em mais de uma missão estudadas até hoje pelos cientistas Divulgação/Nasa Edwin Aldrin retirando equipamentos do módulo Eagle, fotografado por Neil Armstrong Divulgação/Nasa Esta é uma reprodução do que os televisores transmitiram em 20 de julho de 1969, a imagem mostra Armstrong descendo da escada em direção à superfície lunar Divulgação/Nasa Pegada do primeiro homem a pisar na Lua Divulgação/Nasa

  11. Emprego, carteira de trabalho, Espírito Santo, vagas de trabalho Reprodução/ TV Gazeta Um novo mês começa e, como de costume, muitos trabalhadores já enxergam no horizonte o pagamento de seus salários. Muitas empresas mantêm o costume de fazer o depósito nos primeiros dias de cada mês — mas quando cai o quinto dia útil de abril neste ano? 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Neste mês, a data será no dia 7, terça-feira. Para o pagamento de salários, a contagem dos dias úteis inclui os sábados e desconsidera apenas domingos e feriados. A regra está prevista no artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, que determina que o empregador deve efetuar o pagamento até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado. Confira os primeiros dias úteis de abril: 1° dia útil: 1º de abril, quarta-feira; 2° dia útil: 2 de abril, quinta-feira; 3 de abril, sexta-feira — FERIADO; 3° dia útil: 4 de abril, sábado; 4° dia útil: 6 de abril, segunda-feira 5° dia útil: 7 de abril, terça-feira. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Quando caem os pagamentos de 2026? Neste ano, a maioria das datas de pagamento para trabalhadores com carteira assinada cai em dias úteis da semana. Veja abaixo: Abril: Terça-feira, dia 7 Maio: Quinta-feira, dia 7 Junho: Sexta-feira, dia 5 Julho: Segunda-feira, dia 6 Agosto: Quinta-feira, dia 6 Setembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado) Outubro: Terça-feira, dia 6 Novembro: Sexta-feira, dia 6 (5º dia útil no sábado) Dezembro: Sexta-feira, dia 4 (5º dia útil no sábado) O que fazer se o salário não cair até o quinto dia útil? De acordo com o artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho, o pagamento deve ser feito até o quinto dia útil do mês seguinte. Se a empresa não cumprir o prazo, o trabalhador pode cobrar judicialmente o valor devido, com correção monetária. O sindicato também pode entrar com ação contra o empregador. Em casos de atrasos recorrentes, a Justiça do Trabalho entende que há descumprimento do contrato, o que pode justificar a rescisão indireta — quando o funcionário deixa o emprego com direito às verbas de uma demissão sem justa causa. Além disso, a empresa pode ser autuada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com multa por trabalhador prejudicado, e ainda ser alvo de investigação pelo Ministério Público do Trabalho.

  12. Artemis II: a contagem regressiva para a próxima missão à Lua Depois de uma série de ajustes no cronograma , a Nasa se aproxima de um momento histórico nesta quarta-feira (1º de abril): o lançamento da Artemis II, a primeira missão tripulada rumo à Lua desde o fim do programa Apollo, em 1972. E desta vez, diferentemente da Artemis I, há astronautas a bordo. Quatro tripulantes vão viajar dentro da cápsula Orion, impulsionada pelo Space Launch System - SLS (em português, Sistema de Lançamento Espacial), o foguete mais poderoso já construído pela agência espacial americana. A previsão é que a decolagem aconteça às 19h24 (horário de Brasília), a partir da plataforma 39B do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A agência terá uma janela de cerca de duas horas para tentar o lançamento e, se for preciso, novas tentativas podem ocorrer nos dias seguintes (entenda mais abaixo). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A missão terá duração aproximada de dez dias e não prevê pouso na Lua. O plano é levar os astronautas a um sobrevoo pelo satélite natural, passando pelo seu lado oculto e retornando à Terra em uma trajetória de “retorno livre”, que aproveita a gravidade da Terra e da Lua para trazer a cápsula de volta sem necessidade de grandes manobras de propulsão. Durante o voo, a tripulação vai testar sistemas essenciais da Orion em um ambiente de espaço profundo (longe da influência da Terra), incluindo suporte de vida, comunicações, navegação e controle manual da cápsula — etapas consideradas fundamentais antes de uma tentativa de pouso lunar. A bordo estão Reid Wiseman, comandante da missão; Victor Glover, piloto; Christina Koch, especialista de missão; e o canadense Jeremy Hansen. Eles serão os primeiros humanos a se afastar tanto da Terra em mais de meio século, superando distâncias alcançadas desde as missões Apollo. Por isso, se bem-sucedida, a Artemis II abre caminho para a ainda mais aguardada Artemis III, missão que deve marcar o retorno de astronautas à superfície da Lua nos próximos anos, incluindo a primeira mulher e a primeira pessoa negra a pisar no satélite natural. Abaixo, você confere tudo sobre como será o voo da Artemis II e vai entender por que essa missão é considerada um dos passos mais importantes da nova era da exploração espacial. Fotógrafos posicionam câmeras para registrar o foguete Space Launch System (SLS) com a cápsula Orion na plataforma 39B, antes do lançamento da missão Artemis II, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA), em 31 de março de 2026. REUTERS/Brendan McDermid O que é o programa Artemis? É um programa de missões lunares liderado pela Nasa, a agência espacial norte-americana. Seu nome deriva da deusa grega Artemis, irmã gêmea do deus Apolo, que deu o nome às missões originais de pouso na Lua, nos anos 1960. O programa visa pousar “a primeira mulher e a primeira pessoa de cor na Lua" em meados desta década. Para chegar lá, a Nasa planejou uma série de missões progressivas ao redor e na superfície lunar. A primeira missão, a Artemis I, aconteceu em novembro de 2022 e não foi tripulada. Agora, quatro astronautas viajarão ao redor da Lua durante esses 10 dias, testando todos os sistemas da Orion com humanos a bordo. Eles não pousarão no satélite natural, mas chegarão a aproximadamente 7.500 km além do nosso satélite natural, mais longe do que qualquer ser humano já esteve da Terra. A terceira missão, a Artemis III, prevista para não antes de 2027 ou 2028, levará astronautas de volta à superfície lunar pela primeira vez desde a Apollo 17 em 1972. O pouso acontecerá no polo sul da Lua, uma região nunca antes explorada por humanos. No futuro mais distante, a Nasa planeja inclusive não apenas explorar a superfície da Lua, mas também estabelecer uma presença humana permanente em solo lunar e construir uma estação espacial chamada Gateway, que orbitará o satélite e servirá como base para missões de longa duração. O objetivo final é usar a Lua como "trampolim" para futuras missões tripuladas a Marte. A cápsula Orion passa por uma câmara de vácuo durante testes ambientais antes da missão Artemis II. NASA/GRC/Quentin Schwinn O que são o foguete SLS e a cápsula Orion? O SLS é um megafoguete que enviará ao espaço a cápsula Orion, veículo que serve de transporte para essa nova geração de astronautas em missões lunares. Com 98 metros, o SLS é mais alto que a Estátua da Liberdade e classificado pela Nasa como seu “mais poderoso foguete”. Embora um pouco menor que o Saturno V, que enviou os astronautas Buzz Aldrin e Neil Armstrong à Lua em 1969, o modelo produz 4 milhões de kg de empuxo, o equivalente a 14 aviões Boeing 747. O foguete tem dois propulsores de combustível sólido nas laterais e um estágio central equipado com quatro motores RS-25. Após consumir todo seu combustível durante a subida, o estágio central se separa e um estágio superior chamado ICPS (Estágio criogênico provisório de propulsão, em tradução livre) continua impulsionando a Orion para além da órbita terrestre. Já a cápsula Orion, acoplada no topo do SLS, foi projetada para suportar o ambiente hostil do espaço profundo. O módulo da tripulação, onde os astronautas viajam, tem capacidade para quatro pessoas e conta com sistemas de suporte de vida, painéis de controle avançados e janelas que permitirão vistas espetaculares da Terra e da Lua. Um componente crucial da Orion é o Módulo de Serviço Europeu (ESM), construído pela Agência Espacial Europeia e pela Airbus na Alemanha. Ele fornece propulsão, energia elétrica através de painéis solares, controle térmico, água e os gases respiráveis (oxigênio e nitrogênio) essenciais para manter a tripulação viva durante toda a missão. A Orion também possui um sistema de escape de lançamento no topo, que pode puxar rapidamente o módulo da tripulação para longe do foguete em caso de emergência durante o lançamento. “A Artemis II será um passo decisivo para a exploração espacial humana”, disse o administrador da NASA, Jared Isaacman. “A Artemis II representa um avanço rumo ao estabelecimento de uma presença lunar duradoura e ao envio de americanos a Marte. Não poderia estar mais impressionado com a equipe da NASA e com a tripulação da Artemis II, e desejo sucesso a todos. Avante, com ousadia.” Técnicos içam o estágio central do foguete SLS no Centro de Montagem Michoud, em Nova Orleans. A estrutura será usada no lançamento da Artemis II, primeira missão tripulada do novo programa lunar da NASA. NASA/Michael DeMocker Quem são os astronautas? São três homens e um mulher. Entre eles, um homem negro. A astronauta Christina Hammock Koch será a primeira mulher que irá para uma missão ao redor da Lua organizada pela Nasa. Já Victor Glover será o primeiro homem negro. Os escolhidos foram: Jeremy R. Hansen - função: especialista de missão; é um coronel da Força Aérea Real Canadense e o primeiro canadense escolhido para um voo para a Lua; Victor Glover - função: piloto; é um aviador da Marinha dos EUA e veterano de quatro caminhadas espaciais; Christina Hammock Koch - função: especialista de missão; ela é uma engenheira que já detém o recorde de voo espacial contínuo mais longo por uma mulher e fez parte das três primeiras caminhadas espaciais femininas da Nasa; Reid Wiseman - função: comandante, é ex-piloto de caça da Marinha dos EUA. Todos os três astronautas da Nasa escolhidos para a missão Artemis 2 são veteranos de expedições anteriores a bordo da Estação Espacial Internacional. O canadense Hansen é um novato em voos espaciais. Os quatro astronautas da Artemis II, missão que vai levar a tripulação em um voo de cerca de 10 dias ao redor da Lua. Nasa A Artemis II vai pousar na lua? Como vai ser essa missão? Novamente, não veremos um pouso lunar desta vez. Esta é uma missão de teste tripulada que preparará o terreno para o pouso lunar da Artemis III, previsto para acontecer alguns anos depois. Se tudo ocorrer como planejado, essa viagem ao redor da Lua levará cerca de 10 dias e será a primeira vez em mais de 50 anos que seres humanos viajarão para além da órbita terrestre. A missão começará com o lançamento do foguete SLS do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, em 1º de abril. Após a decolagem, a Orion e seu estágio superior entrarão em órbita ao redor da Terra, onde permanecerão por aproximadamente um dia completo, período em que os astronautas deve realizar checagens importantes dos sistemas da nave ainda relativamente perto do nosso planeta. Durante essa fase em órbita terrestre, a tripulação também assume o controle manual da Orion para um teste inédito: os astronautas vão pilotar a cápsula nas proximidades de uma parte do foguete já separada, simulando manobras que serão necessárias em missões futuras, como a aproximação de outras naves e estruturas no espaço, incluindo a estação lunar Gateway. Ao se aproximar da Lua, a Orion vai passar entre 6.400 e 9.600 quilômetros acima da superfície lunar, distância que deve variar conforme a data exata do lançamento. E mesmo sendo mais distante do que o sobrevoo feito pela Artemis I, a trajetória ainda levará os astronautas a dezenas de milhares de quilômetros mais perto da Lua do que qualquer ser humano esteve nos últimos 50 anos. Como será a trajetória da missão. Alberto Corrêa/Arte g1 O momento mais marcante da missão deve acontecer quando a cápsula voar atrás do lado oculto da Lua - o lado que não conseguimos avistar aqui da Terra. Durante essa passagem, a tripulação ficará sem comunicação com a Terra por 30 a 50 minutos, enquanto fotografa e filma a superfície lunar para observações científicas. Após contornar a Lua, a Orion viajará aproximadamente 7.500 km além do lado oculto, alcançando o ponto mais distante da Terra que humanos já atingiram - quebrando o recorde estabelecido pela Apollo 13 em 1970. E, diferentemente das missões Apollo, a Artemis II não depende de grandes queimas de motor para voltar. Depois de passar pela Lua, a Orion entra em uma trajetória de retorno livre, em que a gravidade conduz a espaçonave de volta à Terra, reduzindo a necessidade de combustível e aumentando a segurança da missão. No total, a Orion viajará mais de 2,2 milhões de quilômetros durante sua missão. Ao retornar, a espaçonave entrará na atmosfera terrestre a aproximadamente 40.000 km/h - uma das reentradas mais rápidas já realizadas por uma nave tripulada. O escudo térmico da Orion enfrentará temperaturas de cerca de 3.000 graus Celsius. Finalmente, após uma sequência de paraquedas - primeiro dois paraquedas estabilizadores, depois três paraquedas-piloto e finalmente três paraquedas principais de 35 metros de diâmetro - a cápsula amerissará (pousará) no Oceano Pacífico, onde será recuperada pela Nasa. LEIA TAMBÉM: Arte rupestre mais antiga do mundo é identificada na Indonésia; veja IMAGEM Astronauta da Nasa que ficou 'presa' no espaço se aposenta menos de um ano após retorno à Terra Como um brasileiro invadiu os sistemas da Nasa e foi reconhecido pela agência espacial dos EUA Por que a Nasa ainda não lançou o foguete? A Artemis II ainda não saiu do chão porque a Nasa decidiu avançar com cautela máxima antes de colocar astronautas novamente em uma missão lunar tão importante. Desde o voo de teste realizado em 2022, a agência vem revisando sistemas, ajustando procedimentos e aceitando atrasos como parte do processo para reduzir riscos. O principal ponto de atenção surgiu justamente após a missão Artemis I, quando análises revelaram danos inesperados no escudo térmico da cápsula Orion. Durante a reentrada na atmosfera terrestre, mais de 100 pontos de desgaste foram identificados: pedaços do material de proteção se desprenderam de forma irregular, um comportamento que poderia comprometer a segurança de uma missão tripulada. Fora isso, investigações descobriram que gases ficaram presos dentro do revestimento da cápsula durante a reentrada, o que provocou fissuras no material. A Nasa precisou realizar ao todo mais de 100 testes em diferentes centros para entender o problema e, por isso, decidiu alterar o perfil de reentrada da Artemis II para reduzir esse risco. Além do escudo térmico, os sistemas de suporte à vida — que fornecem ar respirável, água e controle de temperatura durante os 10 dias de viagem — também passaram por testes extras. E mesmo com as correções encaminhadas, a agência ainda precisa concluir o ensaio final com o foguete na plataforma. É o chamado Wet Dress Rehearsal (algo como ensaio geral "molhado"), que simula o abastecimento de combustível, a contagem regressiva completa e procedimentos de emergência. Aliado a isso, o clima também atrapalhou. Em janeiro, uma onda de frio intenso na Flórida inviabilizou os testes da agência — o ar ártico representa risco para os propulsores de combustível sólido, e a memória do desastre do Challenger, em 1986, causado por falha em condições de frio, ainda pesa nessas decisões. Depois disso, a agência também identificou um vazamento de hidrogênio líquido e de hélio durante testes técnicos realizados antes da decolagem prevista para fevereiro e março. Segundo a agência espacial, o vazamento de hidrogênio aconteceu em uma conexão do foguete responsável por levar o combustível até a parte central do veículo, durante um teste que simula todas as etapas do lançamento, incluindo o abastecimento. E o problema com hélio, causado por um selo defeituoso, levou ao retorno do foguete ao prédio de montagem para reparos, adiando o lançamento de março para abril. John Honeycutt, chefe da equipe de gestão da missão, resumiu a filosofia da Nasa: "Vamos voar quando estivermos prontos. A segurança da tripulação será nossa prioridade número um." Equipes da Nasa treinam procedimentos de resgate no mar durante simulação de emergência da missão Artemis II, na costa da Flórida. O exercício usou um modelo em tamanho real da cápsula Orion, em 12 de junho de 2025. NASA/Isaac Watson E caso haja qualquer outro problema? Caso surja qualquer problema — seja técnico ou relacionado ao clima — o lançamento não acontece. A NASA segue critérios rígidos de segurança e pode interromper a contagem regressiva até nos minutos finais, se algum parâmetro sair do padrão. No caso do tempo, fatores como ventos fortes, formação de nuvens ou risco de raios são suficientes para adiar a decolagem. Mesmo com previsão favorável, basta uma mudança repentina nas condições para que a missão seja suspensa temporariamente. Já do ponto de vista técnico, qualquer falha em sistemas do foguete, da cápsula Orion ou das comunicações também leva a um adiamento. Se isso acontecer novamente, a agência trabalha com janelas alternativas nos dias seguintes (veja ABAIXO). Janela para o lançamento do Artemis II Equipe G1 Há pressão política para lançar a Artemis II? Sim, mas não do tipo que força a Nasa a lançar a qualquer custo. A pressão existe e vem de várias frentes — do Congresso americano, de parceiros internacionais e da competição geopolítica com a China. Isso acontece porque a missão está no centro de uma nova corrida espacial. De um lado, os Estados Unidos lideram uma coalizão de países aliados. Do outro, China e Rússia promovem seu próprio projeto lunar, com planos ousados de pousos tripulados chineses até 2030. Por causa disso, políticos americanos até usaram expressões como "Lua vermelha" para descrever o risco de a China dominar a corrida caso os EUA atrasem demais. Fora isso, a missão carrega peso diplomático: A Artemis II inclui o astronauta canadense Jeremy Hansen como parte de um acordo pelo qual o Canadá fornece o braço robótico Canadarm3 para a futura estação lunar Gateway, em troca de vagas em missões do programa. A Europa participa com o Módulo de Serviço da cápsula Orion, já integrado à cápsula que voará na Artemis II, além de componentes de módulos habitacionais do Gateway. O Japão contribui com sistemas de suporte à vida e com o desenvolvimento de um rover pressurizado para missões futuras na superfície lunar. Já os Emirados Árabes Unidos ficaram responsáveis pela câmara de ar de tripulação do Gateway. Assim, para os parceiros internacionais, a Artemis II funciona como um teste de confiança no programa e um passo decisivo antes da montagem da estação lunar e das próximas missões tripuladas. Como é a estrutura do SLS Alberto Corrêa/Arte g1 E os outros lançamentos? Por ora, haverá pelo menos mais duas missões tripuladas no programa: a Artemis III e a Artemis IV, além de outras planejadas para estabelecer presença humana permanente na Lua. A Artemis III será a primeira missão tripulada da agência espacial americana que pousará na Lua desde 1972. Prevista para acontecer "não antes de 2027", segundo a Nasa, embora especialistas considerem 2028 um período mais realista, a missão fará história ao pousar a primeira mulher e a primeira pessoa negra na superfície lunar, especificamente na região do polo sul da Lua — uma área nunca antes explorada por humanos. Para a Artemis III, a Nasa ainda precisa escolher entre duas opções de módulo de pouso: o Starship da SpaceX ou uma nave desenvolvida pela Blue Origin, de Jeff Bezos. Novos trajes espaciais fabricados pela empresa Axiom também ainda estão em desenvolvimento. Depois dessa etapa, o programa Artemis entra em uma nova fase. As missões seguintes devem priorizar a presença direta na Lua, com estruturas voltadas a operações mais longas na superfície, deixando em segundo plano o plano original de uma estação orbital ao redor do satélite. A ideia é criar condições para estadias mais frequentes e prolongadas, com participação de diferentes países nas missões. No longo prazo, o objetivo é ambicioso: manter astronautas vivendo e trabalhando na Lua por mais tempo, com apoio de robôs na coleta de amostras e na realização de experimentos científicos. LEIA TAMBÉM: Matéria escura: Mapa revela 'esqueleto oculto' que mantém o cosmos unido Astrônomos encontram planeta semelhante à Terra com 50% de chance de ser habitável Protetor solar vendido em lojas de material de construção viraliza nas redes; entenda se há diferença X-59: avião supersônico da NASA terá testes contra barulho extremo

  13. O foguete da NASA, o Space Launch System (SLS), com a cápsula tripulada Orion, sai do prédio de montagem de veículos no Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, nos EUA. Joe Skipper/Reuters A Nasa, a agência espacial norte-americana, afirmou em uma coletiva de imprensa que não haverá espaço para brincadeiras no lançamento da Artemis II, marcado para este 1º de abril. Apesar da coincidência com a data conhecida por “pegadinhas”, a agência reforçou que o foco está totalmente na missão, que deve marcar o retorno de humanos ao entorno da Lua após mais de 50 anos. A declaração foi feita pelo diretor de testes da missão, Jeff Spaulding, que disse não ter conhecimento de qualquer tipo de brincadeira planejada para a equipe ou para os astronautas. Segundo ele, a expectativa é manter a concentração total durante todas as etapas da operação. “Não tenho conhecimento de nenhuma pegadinha ou de qualquer tentativa de fazer algo com a tripulação ou com a equipe de lançamento, então acho melhor deixar por isso mesmo”, disse Spaulding na última terça-feira (31). Pelúcia viajará com astronautas para 'avisar' sobre gravidade zero em missão histórica à Lua; entenda Coletiva de imprensa da Nasa da última terça-feira (31). Ao centro, Spaulding. NASA A Artemis II deve levar quatro astronautas — Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen — em uma viagem de cerca de 10 dias ao redor da Lua. Será o primeiro voo tripulado do foguete Space Launch System (SLS) e da cápsula Orion, que já foram testados sem tripulação em 2022. A contagem regressiva já está em andamento no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, e a agência trabalha com um cenário considerado favorável. LEIA TAMBÉM: Astronauta da Nasa flagra fenômeno luminoso raro durante tempestade vista do espaço; entenda Em fenômeno inédito, cientistas descobrem planeta que acelera sua própria destruição; entenda O teste de DNA em osso que pode reescrever a história do Egito antigo Veja os vídeos que estão em alta no g1 A previsão indica cerca de 80% de chance de boas condições no momento da decolagem, embora fatores como ventos e nuvens ainda estejam sendo monitorados. Se tudo ocorrer como previsto, a missão deve abrir caminho para as próximas etapas do programa Artemis, que incluem novas viagens tripuladas, futuras tentativas de pouso lunar e, no longo prazo, a construção de uma base permanente na Lua e missões rumo a Marte. Caso haja qualquer problema, novas janelas de lançamento já estão previstas nos dias seguintes (veja ABAIXO). Janela para o lançamento do Artemis II Arte g1 LEIA TAMBÉM: Como a inteligência artificial padroniza a forma como as pessoas se expressam e pensam O que acontece quando um clone é clonado repetidas vezes? Ciência finalmente tem a resposta Nasa gastará US$ 20 bilhões em base na Lua e cancela estação orbital lunar

  14. Irã faz ataque com drone a petroleiro em Dubai Poucas horas após os primeiros mísseis americanos e israelenses atingirem Teerã, em 28 de fevereiro, a Guarda Revolucionária do Irã lançou suas primeiras baterias retaliatórias, empregando um dispositivo desenvolvido há anos pelo país e que, em poucos dias, conseguiu penetrar sistemas de defesa aérea de Israel e de estados do Golfo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Baratos e de fácil produção, os drones iranianos Shahed‑136 se consolidaram como um dos principais trunfos do país no conflito, atingindo rapidamente alvos como data centers, infraestrutura energética, aeroportos e até bases navais. Em duas semanas de trocas de ataques, mais de mil aeronaves desse tipo já haviam sido lançadas pelo Irã. A estratégia aposta no volume, não na precisão: grandes enxames são disparados simultaneamente para saturar as defesas aéreas. Com apenas 3,5 metros de comprimento, eles podem ser lançados a partir de estruturas simples, montadas em poucas horas. A estratégia é a mesma empregada pela Rússia em sua invasão à Ucrânia, que usa os mesmos drones Shahed-136 contra instalações civis do país vizinho. 👉 O preço justifica a quantidade: Um drone Shahed custa entre US$ 20 mil e US$ 50 mil (R$ 100 mil a R$ 261 mil), segundo o Centro para Estudos Internacionais Estratégicos. O disparo de um único míssil de defesa aérea usado pelos EUA e aliados para derrubar os drones pode custar entre US$ 1,3 milhão e US$ 4 milhões (R$ 6,7 milhões a R$ 20,9 milhões). Cálculos da agência Reuters mostram que o custo de apenas um míssil de defesa Patriot seria suficiente para financiar ao menos 115 drones de ataque iranianos. Além disso, diferentemente dos mísseis balísticos maiores, o Shahed‑136 voa lento e em trajetórias irregulares, sendo mais difícil de detectar. Cada interceptação costuma exigir dois ou três mísseis e, quando escapam, o impacto pode ser significativo. A carga explosiva e a simplicidade do sistema levaram veículos de imprensa internacional a descrevê‑lo como uma "AK‑47 dos céus", em referência ao fuzil soviético conhecido pelo alto poder de fogo comparado à baixa complexidade de produção. Especialistas estimam que isso faz com que os EUA gastem ao menos US$ 1 bilhão (R$ 5,3 bilhões) por dia para manter a guerra. Já Teerã, mesmo com sua liderança abalada e parte de sua estrutura militar destruída, tem conseguido sustentar sua posição no conflito. Conheça o drone Shahed-136, utilizado pelo Irã para atacar Israel. Arte/g1 Produção simples, alcance ampliado O uso dos drones também pressiona os países do Golfo. O Shahed tem alcance estimado de até dois mil quilômetros, diz o fabricante. Mas mesmo um limite real menor, de mil quilômetros, seria suficiente para atingir qualquer ponto da costa sul. Eles obrigam esses estados a recorrer a sistemas como NASAMS, Coyote e Avenger, cujos disparos únicos também custam centenas de milhares de dólares. O Shahed-136 é construído de forma bastante simples, com uso inclusive de peças produzidas por impressoras 3D. Muitos são fabricados em instalações de uso duplo, que podem ser rapidamente adaptadas para ampliar a capacidade industrial. Centros de análise estimam que Teerã mantém uma produção diária de até 400 unidades. Ao contrário dos drones kamikaze Switchblade de fabricação americana, um alvo deve ser inserido no Shahed-136 com antecedência. O drone voa em direção ao alvo por conta própria e ele não pode ser alterado retroativamente. A partir daí, opera de forma totalmente autônoma. A simplicidade do sistema também dificulta a interferência eletrônica, e as capacidades dos países da região para bloquear seus sinais ainda são consideradas baixas. LEIA TAMBÉM Estados Unidos sobrevoam Irã com bombardeiros nucleares pela 1ª vez desde o início da guerra Jornalista dos EUA é sequestrada no Iraque Ministro israelense usa broche de forca e estoura champanhe após aprovação de lei sobre pena de morte a palestinos Uso na Ucrânia redefine a guerra Drone Shahed-136, criado pelo Irã e aperfeiçoado pela Rússia, é exibido em frente à catedral de São Miguel em Kiev, na Ucrânia Valentyn Ogirenko/Reuters Se os drones não "vencem" a guerra para o Irã, eles vêm ganhando tempo para o regime dos aiatolás e redefinindo o conflito. Seu uso sustenta uma "guerra de atrito", apontam especialistas, voltada a esgotar os recursos do inimigo. Na prática, o Shahed contrariou a expectativa americana de acabar com o conflito de forma rápida, arrastou os países do Golfo para a disputa, e é usado inclusive como ameaça para manter bloqueado o Estreito de Ormuz. Esse desequilíbrio tornou‑se um problema estratégico: atacar ficou barato, enquanto defender tornou‑se extremamente caro. O modus operandi repete o observado na guerra da Ucrânia, onde a tecnologia alterou o destino do conflito. Os Shahed são amplamente usados por Moscou, aliada do Irã, sob o nome Geran‑2, para atingir áreas residenciais e infraestrutura civil. Mas superada em blindados e aeronaves convencionais, Kiev também recorreu a sistemas não tripulados baratos para reconhecimento e ataque. Estima‑se que drones respondam por cerca de 70% das baixas russas, permitindo ofensivas remotas e reduzindo o risco para pilotos e tripulações, aponta a Reuters. A demanda por tecnologia no front ainda levou a Ucrânia a trocar seus caros mísseis de defesa aérea por interceptadores mais baratos. Kiev afirma que seu sistema antidrone, que também inclui drones defensivos, permitiu alcançar uma taxa de interceptação superior a 80%. A experiência ucraniana levou a um acordo acelerado de defesa entre Kiev, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, firmado na semana passada. Os termos não foram divulgados, mas o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que incluem compartilhamento de informações para derrubar drones. Uma equipe foi enviada ao Golfo apenas com este objetivo. EUA passa a fabricar drones similares Drone de ataque Lucas, produzido pelo Exército dos Estados Unidos, que tem inspiração em modelo Shahed iraniano. Divulgação/Exército dos EUA No início do conflito europeu, o principal responsável pelo programa de armamentos do Pentágono, Bill LaPlante, alertou o subcomitê de apropriações do Senado que a guerra poderia se tornar insustentável se os EUA continuassem "derrubando um drone de US$ 50 mil com um míssil de US$ 3 milhões". Agora, os EUA buscam equiparar sua estratégia à iraniana. Um dos programas envolvidos é o Low‑cost Uncrewed Combat Attack System (Lucas), um drone de ataque unidirecional fabricado nos EUA e "modelado a partir dos Shahed iranianos", diz o Pentágono. O dispositivo, usado pela primeira vez no conflito iraniano, é também um drone de ataque barato, de longo alcance e visualmente muito semelhante ao Shahed‑136 que o inspirou. O comandante do Comando Central dos EUA (CENTCOM), almirante Brad Cooper, descreveu o sistema como "indispensável" no conflito com o Irã. "Capturamos o drone iraniano, desmontamos, enviamos para os EUA, colocamos um 'Made in America' e agora estamos atirando contra os iranianos", disse Cooper. VÍDEOS: mais assistidos do g1

  15. Steve Jobs ASSOCIATED PRESS A Apple comemora seu 50º aniversário em um momento em que a inteligência artificial (IA) desafia a empresa a mostrar que ainda é capaz de lançar uma inovação com potencial de provocar uma transformação cultural. Steve Jobs, um gênio do marketing, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, revolucionaram a forma como as pessoas utilizam a tecnologia na era da internet e construíram uma empresa que hoje vale mais de US$ 3,6 trilhões (aproximadamente R$ 18,8 trilhões). 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Os dois universitários mudaram a forma como as pessoas usam computadores, ouvem música e se comunicam, dando origem a estilos de vida que giram em torno de aplicativos de smartphones. Os principais produtos da Apple — o Mac, o iPhone, o Apple Watch e o iPad — mantêm uma base fiel de usuários, décadas após o início da empresa, em 1º de abril de 1976, na garagem de Jobs, em Cupertino, na Califórnia. Veja os vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Apple vendeu mais de 3,1 bilhões de iPhones desde o lançamento, em 2007, gerando uma receita de cerca de US$ 2,3 trilhões (aproximadamente R$ 12 trilhões), segundo dados da Counterpoint Research. Para o analista da Counterpoint Yang Wang, o iPhone é o produto eletrônico de consumo mais bem-sucedido da história: reformulou a comunicação humana e se tornou "um símbolo global de moda e status". Antes do iPhone, a Apple já havia abalado o setor da informática doméstica com o Macintosh de 1984, cuja interface baseada em ícones e o uso do mouse tornaram a computação mais acessível, além de impulsionar a rivalidade entre Jobs e Bill Gates, da Microsoft. "A Apple foi fundada sobre a ideia de que a tecnologia deveria ser pessoal, e essa crença — radical para a época — mudou tudo", afirmou o diretor-executivo da empresa, Tim Cook, em carta comemorativa publicada online. 'Culto à Apple' A Apple transformou o mercado musical com o iPod e o iTunes, tornou o smartphone um produto de consumo de massa com o iPhone e levou os tablets ao grande público com o iPad. O Apple Watch rapidamente assumiu a liderança do mercado de relógios inteligentes, apesar de ter sido lançado depois dos concorrentes. Embora não fosse engenheiro, Jobs — que morreu em 2011, aos 56 anos — ficou conhecido por sua determinação em unir tecnologia e design para criar produtos intuitivos e simples de usar. A Apple promoveu o Macintosh como o "computador para o resto de nós", mas foi o iPhone que realmente cumpriu essa promessa, destacou David Pogue, autor do livro "Apple: The First 50 Years". O domínio do iPhone transformou o modelo de negócios da Apple. Como o mercado de smartphones premium é considerado saturado, Cook passou a apostar cada vez mais na venda de serviços e conteúdo digital para a base de usuários da empresa. Um elemento central dessa estratégia é a App Store, que a Apple transformou na principal porta de entrada para softwares em seus dispositivos, cobrando comissão sobre transações, o que gerou acusações de abuso de posição dominante, investigações na Europa e decisões judiciais nos Estados Unidos para abrir a plataforma. O 'fator China' Nenhum país foi tão importante para a ascensão da Apple — nem tão desafiador para seu futuro — quanto a China, uma superpotência com a qual Cook estreitou laços por meio de visitas frequentes a lojas da Apple e compromissos oficiais. Cook liderou a estratégia que transformou a China na principal base de produção dos dispositivos da Apple, onde a grande maioria dos iPhones é montada pela Foxconn e por outros fornecedores em fábricas no país. O país também é um dos maiores mercados consumidores da Apple. No entanto, a empresa enfrenta pressão crescente nessas duas frentes: as tensões comerciais e as tarifas aceleraram a busca por diversificar a produção para países como Índia e Vietnã, enquanto a concorrência de rivais locais, como a Huawei, reduziu a fatia de mercado da Apple na China. O 'desafio da IA' Os investidores demonstram preocupação porque a Apple parece avançar com cautela excessiva na área de inteligência artificial generativa, enquanto concorrentes como Google, Microsoft e OpenAI avançam rapidamente. Uma atualização prometida para a assistente digital Siri sofreu atraso, algo incomum para a empresa. Além disso, em vez de apostar apenas em seus próprios engenheiros, a Apple recorreu ao Google para incorporar recursos de inteligência artificial. Ainda assim, o foco da Apple na privacidade do usuário, aliado ao seu hardware avançado, pode ajudar a popularizar a inteligência artificial personalizada e torná-la rentável — um objetivo que ainda parece distante para boa parte do setor. Os fones de ouvido AirPods já vêm sendo aprimorados com sensores e softwares mais inteligentes, e as lições dos óculos de realidade virtual Vision Pro podem ser aplicadas ao desenvolvimento de dispositivos com IA capazes de competir com os da Meta. Uma pessoa usa um telefone para fotografar iPhones em exposição durante o evento da Apple. Manuel Orbegozo/Arquivo/Reuters

  16. Decoração da Páscoa de 2025 em Campos do Jordão (SP). Divulgação/Parque Capivari O feriado de Páscoa deve ser marcado por pancadas de chuva em grande parte do Brasil, com destaque para o Norte e o Nordeste, onde os volumes podem ser mais elevados e frequentes. Já no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o padrão típico de calor e umidade segue predominando, com sol entre nuvens e pancadas mais isoladas ao longo dos dias 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Na Sexta-feira Santa (3), o tempo vai começar abafado em praticamente todo o país. No Sudeste, cidades como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG) devem ter sol aparecendo entre muitas nuvens e pancadas rápidas à tarde e à noite. As temperaturas vão seguir elevadas, com máximas entre 27°C e 32°C. No Sul, o sol ainda aparece com mais força, principalmente no Rio Grande do Sul, mas deve haver aumento de nuvens e chance de chuva isolada em áreas de Santa Catarina (SC) e do Paraná (PR). ☁️ Veja a previsão do tempo na sua cidade No Centro-Oeste, o dia vai ser quente, com temperaturas próximas dos 27°C a 32°C em cidades como Brasília (DF) e Campo Grande (MS). A chuva aparece de forma mais pontual, geralmente no fim do dia. No Nordeste, a combinação de calor e umidade mantém o tempo instável, com pancadas frequentes, principalmente no litoral e no norte da região. Já no Norte, a chuva será mais intensa e persistente, com risco de temporais em capitais como Belém (PA) e Manaus (AM). Veja os vídeos que estão em alta no g1 No sábado (4), o cenário muda pouco. O calor deve continuar predominando e as pancadas de chuva devem seguir acontecendo, principalmente à tarde. No Sudeste, a passagem de uma frente fria pelo litoral deve aumentar a nebulosidade e manter a chance de chuva, especialmente em áreas de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Minas Gerais (MG). Mesmo assim, o sol ainda deve aparecer em vários momentos do dia. No Sul, essa frente fria também deve provocar aumento de nuvens, principalmente nas áreas próximas ao litoral, mas não deve causar uma queda significativa de temperatura. As pancadas vão continuar isoladas e rápidas. No Centro-Oeste, o padrão de calor com chuva passageira deve se manter, com pancadas que podem vir com raios, mas sem longa duração No Nordeste, o sábado deve manter o alerta para chuva mais frequente, principalmente entre Maranhão (MA), Piauí (PI), Ceará (CE) e Rio Grande do Norte (RN), além de áreas da Bahia (BA). Em alguns momentos, a chuva pode ser forte. No Norte, o tempo deve seguir carregado, com muitas nuvens e pancadas intensas ao longo do dia. Previsão de chuva acumulada (30 de março a 6 de abril de 2026). Inmet/Reprodução No domingo de Páscoa (5), o tempo deve começar a dar uma leve trégua em parte do Sul e do Sudeste. As temperaturas vão ficar um pouco mais amenas em cidades como Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e São Paulo (SP), com mais nuvens e menor chance de chuva contínua, embora ainda possam ocorrer pancadas isoladas. Mesmo com essa leve mudança, o calor deve continuar predominando no restante do país. No Centro-Oeste, as máximas devem seguir elevadas e a chuva deve continuar pontual. No Nordeste e no Norte, o padrão deve se manter praticamente o mesmo: calor, muitas nuvens e pancadas frequentes, que em alguns momentos podem ser fortes e volumosas. LEIA TAMBÉM: Raro e espetacular: caverna no Brasil só recebe luz por 3 meses e vira cenário de outro planeta Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos 80% dos corais do planeta sofreram branqueamento moderado ou severo, mostra estudo inédito 🌧️ Como fica o tempo nesta quarta Nesta quarta-feira (1º de abril), o tempo amanhece instável em várias regiões do Brasil, com calor, muita umidade e condições para pancadas de chuva ao longo do dia. Em grande parte do país, a previsão é de sol aparecendo entre nuvens, mas com aumento das instabilidades principalmente a partir da tarde. No Sul, a chuva deve ganhar força em áreas do Paraná (PR) e de Santa Catarina (SC), com risco de temporais em alguns pontos. O dia começa com períodos de tempo mais firme em parte do Rio Grande do Sul (RS), mas as nuvens aumentam ao longo do dia. As temperaturas sobem, mas ficam mais amenas nas áreas com mais nebulosidade, especialmente no leste da região. No Sudeste, a quarta será marcada por pancadas mais frequentes e, em alguns momentos, mais intensas. Em São Paulo (SP), a chuva pode aparecer desde cedo e ganhar força ao longo do dia. No Rio de Janeiro (RJ), há sol entre nuvens pela manhã, mas as pancadas aumentam com o passar das horas. Em Belo Horizonte (MG), o dia começa mais aberto, mas a chuva volta à tarde. As máximas variam entre 26°C e 33°C, com sensação de abafamento. Mapa mostra previsão de temperatura máxima para esta quarta (1º). CPTEC/Inpe No Centro-Oeste, o calor predomina, mas a chuva também aparece. Em áreas de Mato Grosso (MT) e Goiás (GO), há risco de pancadas fortes e até temporais, principalmente no norte dos estados. Já em Mato Grosso do Sul (MS), o tempo fica mais firme em parte do dia, com chuva mais isolada. As temperaturas seguem altas, com máximas perto dos 32°C. No Nordeste, o tempo segue bastante instável. A combinação de calor e umidade mantém pancadas frequentes em vários estados, com risco de chuva forte em áreas do Maranhão (MA), Piauí (PI), Ceará (CE) e também no interior da Bahia (BA). A sensação ao longo do dia é de muito calor e abafamento. No Norte, a quarta-feira também é de muita chuva. Em estados como Amazonas (AM), Pará (PA) e Tocantins (TO), as pancadas podem ser fortes e acompanhadas de trovoadas. Em algumas áreas, há risco de temporais ao longo do dia. Mesmo com a chuva, as temperaturas continuam elevadas, com sensação de tempo pesado. Veja como ficam as temperaturas em TODAS as capitais brasileiras, segundo o Inmet: LEIA TAMBÉM: Cientistas descobrem formação geológica no Triângulo das Bermudas que pode explicar mistérios da região Japoneses processam governo por inação climática e pedem indenização É #FAKE que Amazônia não contribui para equilibrar clima do mundo

  17. Prédio que virou megarrampa de skate em Porto Alegre pode ganhar mais nove andares O governador Eduardo Leite (PSD) apresentou, nesta segunda-feira (30), o projeto de Parceria Público-Privada (PPP) para a remodelação do Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), em Porto Alegre. A proposta prevê um investimento de R$ 1,32 bilhão ao longo de 30 anos para reformar e modernizar o complexo, adicionando nove andares ao edifício principal. 🛹 Com 85 metros de altura e curvas que remetem a um drop de skate, o edifício se tornou um dos pontos mais icônicos da cidade. Inaugurado há quase quatro décadas, o local é lembrado, principalmente, por um apelido: “o prédio do skate”. Em setembro de 2025 o sonho se tornou realidade e o prédio virou uma "megarrampa" para uma manobra inédita do skatista Sandro Dias, o Mineirinho. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A iniciativa foi estruturada em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Estamos olhando para o futuro ao propor a requalificação de um dos principais complexos administrativos do Estado, com mais eficiência, organização e qualidade. É um investimento que preserva o patrimônio público, ao mesmo tempo em que incorpora inovação e sustentabilidade na gestão”, afirmou o governador. O projeto abrange obras de reforma, operação e manutenção de todo o complexo, que inclui o prédio principal do Caff, o anexo da Secretaria da Educação (Seduc) e edificações de órgãos como o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). A proposta prevê a substituição de estacionamentos por edifícios-garagem, liberando espaço para novas construções e para abrigar secretarias que hoje atuam em outros locais. Também está prevista a instalação de serviços e áreas comerciais nos pavimentos térreos. Um dos destaques é a adoção do conceito de "quarteirão aberto", sem muros ou grades, permitindo a circulação livre de pedestres e a integração direta com a orla do Guaíba e o Parque Marinha do Brasil. “Esse projeto representa a modernização de um dos principais complexos administrativos do Estado, transformando o Caff em um espaço mais integrado, eficiente e preparado para o futuro”, destacou o vice-governador Gabriel Souza. O prédio 🏢 Atualmente com 21 andares, o edifício é local de trabalho para 4 mil funcionários públicos e abriga 13 secretarias, além da Secretaria Estadual de Educação, que fica em um anexo. Também funciona no complexo a Casa da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), com uma sala de concertos com capacidade para 1,1 mil pessoas. De acordo com um dos quatro arquitetos responsáveis pelo projeto, Luiz Carlos Macchi, o prédio foi projetado em meio a uma ideia de aterrar parte do Guaíba nos anos 1970, o que gerou, entre outras obras, o Estádio Beira-Rio e o Parque Marinha do Brasil. Inspirado no modernismo que serviu de base para a construção da cidade de Brasília, o prédio tem duas alas (chamadas de Ala Norte e Ala Sul), o que dá a ele um formato de pirâmide. As formas curvas, principalmente na base, são a inspiração para a imaginação de skatistas amadores e profissionais do RS. Inaugurado em 10 de março de 1987, o complexo tinha como intenção reunir nesta extensão próxima do Guaíba os principais órgãos públicos, tanto da esfera municipal, quanto estadual e federal. A ideia, segundo o governo, era sediar órgãos da administração pública, com estruturas de uso comum, como auditórios, salas de reuniões, protocolo e estacionamento. Próximos passos A concessão administrativa terá prazo de 30 anos. Nesse modelo, o Estado fará o pagamento à empresa contratada, com uma contraprestação mensal máxima estimada em R$ 21,8 milhões. O valor será ajustado conforme indicadores de desempenho, como a qualidade da manutenção e a satisfação dos usuários. O projeto também prevê receitas acessórias com a exploração de estacionamentos e áreas comerciais. O projeto ficará em consulta pública durante todo o mês de abril para receber contribuições da sociedade. Uma audiência pública também será agendada. Após análise do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), a expectativa é que o edital seja publicado em julho e o leilão ocorra em outubro deste ano. A implantação das obras será dividida em três fases, ao longo de seis anos. Skatista Mineirinho bate recorde ao descer megarrampa de 65 metros em Porto Alegre Prédio que virou megarrampa de skate em Porto Alegre pode ganhar mais nove andares em reforma Jonathan Heckler/Agência RBS e Divulgação/Governo do RS VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  18. A Páscoa, celebrada no domingo, não altera a regra de descanso, mas condições diferentes podem ser previstas em acordo coletivo. TV TEM/Reprodução Abril mal começou, mas já é aguardado por muitos trabalhadores. O mês terá dois feriados nacionais e pode render folgas com chance de emenda. O período de pausa começa na sexta-feira, 3 de abril, com o feriado nacional da Paixão de Cristo (Sexta-feira Santa). Quem folga aos fins de semana poderá ter três dias seguidos de descanso — de sexta a domingo. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A Páscoa, celebrada no domingo (5), não garante folga extra por não ser feriado nacional, sendo considerada uma data comemorativa religiosa. No entanto, pode haver previsão diferente em acordo ou convenção coletiva. O outro feriado é o Dia de Tiradentes, em 21 de abril, que cai em uma terça-feira. Com isso, quem conseguir folga na segunda (20), considerada ponto facultativo para os servidores públicos federais, pode aproveitar um descanso prolongado — de sábado a terça. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja abaixo o calendário: 3 de abril (sexta-feira): Paixão de Cristo 5 de abril (domingo): Páscoa 20 de abril (segunda-feira): ponto facultativo (servidores públicos federais) 21 de abril (terça-feira): Tiradentes Apesar ser um feriado nacional, não é todo mundo que acaba sendo beneficiado. A legislação trabalhista autoriza o funcionamento das atividades em setores que são classificados como essenciais. (confira quais abaixo) ⚠️ Mas atenção: quem for escalado para trabalhar na data tem direitos assegurados, como a remuneração em dobro ou um dia de folga compensatória. O g1 conversou com advogados especialistas em direito trabalhista para te ajudar a entender mais sobre o assunto. Abaixo, você vai descobrir: 🤔 Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado? ⚖️ Quais são os meus direitos? 💰 Remuneração em dobro ou folga? Quem define? ❌ Faltei ao trabalho, apesar de ter sido escalado. Posso ser demitido por justa causa? ➡️ Quem pode emendar o feriado? ⚠️ As regras são diferentes para empregado fixo e temporário? ✍🏼 Como funciona no caso do trabalhador intermitente? 📆 Quais são os próximos feriados de 2026? 1. Meu chefe pode me obrigar a trabalhar durante o feriado? Sim. Apesar do artigo 70 da CLT proibir atividades profissionais durante feriados nacionais, a legislação abre exceções para serviços considerados essenciais, como setores de indústria, comércio, transportes, comunicações, serviços funerários, atividades ligadas à segurança, entre outros. Além disso, o empregador pode solicitar que o funcionário trabalhe durante o feriado quando houver uma Convenção Coletiva de Trabalho, que é um acordo antecipado feito entre empregadores e sindicatos. 2. Quais são os meus direitos? Para quem é obrigado a trabalhar no feriado, a legislação garante o pagamento da remuneração em dobro ou compensação com folga em outro dia. " Havendo banco de horas também poderão ser lançadas estas horas de trabalho, nos termos do acordo individual ou coletivo", explica Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista e sócia do A. C Burlamaqui Consultores. 3. Remuneração em dobro ou folga? Quem define? A definição do tipo de compensação (seja através do pagamento em dobro ou concessão de folga compensatória) geralmente é determinada durante o acordo que feito entre empregador e sindicato. Na ausência da Convenção Coletiva de Trabalho, a decisão pode ser negociada entre empregador e funcionário. No entanto, é importante que as duas partes estejam de acordo e que a compensação escolhida esteja em conformidade com a legislação. "O empregador não pode decidir de forma unilateral. Se houver um acordo ou convenção coletiva prevendo a compensação por folga, essa regra prevalece; caso não exista, o pagamento em dobro pelo trabalho no feriado é obrigatório", afirma Elisa Alonso, advogada trabalhista e sócia do RCA Advogados. 4. Faltei ao trabalho, apesar de ter sido escalado. Posso ser demitido por justa causa? Depende. A falta pode ser entendida como insubordinação, que é a desobediência a um superior. "Mas a dispensa por justa causa, em geral, não decorre de um fato isolado, mas de um comportamento faltoso de forma reiterada", afirma Ana Gabriela Burlamaqui, advogada trabalhista. Com isso, a demissão por justa causa geralmente segue um processo que deve incluir uma soma de advertências escritas e tentativas de correção de comportamento. Em caso de expediente normal, o empregado poderá sofrer outras penalidades administrativas como o desconto do dia não trabalhado, que será considerado falta injustificada. "A falta injustificada deve ser repreendida, no entanto, para fins de justa causa necessário que outros sejam analisados, como a recorrência da conduta, o impacto causado à empresa e a função desempenhada pelo empregado, por exemplo", completa a advogada trabalhista Elisa Alonso. 5. Quem pode emendar o feriado? Por cair em uma terça-feira (21), o Dia de Tiradentes vai permitir a possibilidade que muitos trabalhadores "emendem" o feriado com o fim de semana, tirando quatro dias seguidos de folga. Apesar disso, é importante destacar que a segunda-feira (20) não é feriado e, sim, um dia de trabalho regular. Assim, essa possibilidade de "emenda" não é uma realidade de todos os trabalhadores: depende das políticas de cada empresa, no caso de funcionários de instituições privadas, e de decisões dos governos municipais, estaduais ou federal, para os servidores públicos. Veja: 🏢 EMPRESAS PRIVADAS - "Não há, na legislação trabalhista vigente, obrigatoriedade do empregador em conceder a 'emenda de feriado' aos seus empregados", afirma a advogada trabalhista Vanessa Carvalho. "Entretanto, é possível e bastante comum que este tema seja objeto de negociação entre as partes, empregadores e empregados", continua a especialista, que é sócia do escritório Miguel Neto Advogados. Uma opção para o empregador é pedir uma compensação do dia da emenda em gestão de banco de horas, um sábado ou com até duas horas a mais nos dias de semana. Já algumas empresas concedem folga na emenda do feriado de forma espontânea. Nestes casos, não são permitidos descontos do dia não trabalhado, e nem exigir sua compensação. 🏛️ FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS - Para os servidores federais, a segunda-feira (20) será ponto facultativo, de acordo com o calendário divulgado pelo governo no fim do ano passado. Para funcionários municipais e estaduais, a adoção do feriado depende de decisão de cada governo local. Em São Paulo, por exemplo, a prefeitura determinou a suspensão do expediente dos servidores públicos, com compensação posterior das horas não trabalhadas. Nesses casos, servidores, estagiários e residentes deverão repor as horas entre janeiro e setembro de 2026. A administração municipal também pode instituir plantões, se necessário. ➡️ Vale lembrar que os serviços essenciais continuam funcionando normalmente, sem alteração na jornada de trabalho. 6. As regras são diferentes para empregado fixo e temporário? As regras básicas sobre trabalho em feriados aplicam-se tanto a empregados fixos quanto temporários, incluindo o direito ao pagamento em dobro ou folga compensatória. No entanto, contratados por meio de vínculo de trabalho temporário podem ter pré-condições específicas. 7. Como funciona no caso do trabalhador intermitente? Para o trabalhador que é contratado em regime de trabalho intermitente (previsão legal inserida na CLT pela Reforma Trabalhista de 2017), o pagamento em feriados deve ser acordado no momento da admissão. O contrato deve especificar o valor da hora de trabalho, que já deve considerar os adicionais devidos por trabalho em feriados ou horas extras. Dessa forma, o trabalhador intermitente receberá o valor que foi combinado para os dias trabalhados, incluindo feriados, aponta o advogado Luís Nicoli. 8. Quais são os próximos feriados de 2026? Depois de abril, o próximo feriado nacional será 1º de maio (Dia do Trabalhador), que cairá em uma sexta-feira e pode permitir emenda para quem folga aos fins de semana. Outra possibilidade de emenda é o Corpus Christi, em 4 de junho, que é considerado ponto facultativo nacional. Ou seja, cada estado ou município tem autonomia para decretar a data como feriado religioso, desde que haja regulamentação local. Nas cidades onde a data é considerada feriado, a regra é a dispensa do trabalhador. Caso seja necessário trabalhar, há direito ao pagamento em dobro ou a uma folga compensatória. O g1 preparou um calendário com todos os pontos facultativos e feriados nacionais de 2026. Confira: Calendário 2026 g1 LEIA TAMBÉM As melhores datas para tirar férias em 2026: veja como emendar feriados e ganhar até seis dias de descanso Feriados de 2026: quase todos caem em dias úteis e viram folga prolongada; veja como aproveitar Feriados de 2026: quase todos caem em dias úteis e viram folga prolongada

  19. Bolsa Família divulga calendário de pagamentos de janeiro de 2026 A Caixa Econômica Federal inicia os pagamentos de abril do Bolsa Família no dia 16. Os primeiros a receber serão os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) com final 1. (veja mais abaixo o calendário completo) 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O dinheiro será disponibilizado nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de forma escalonada. A exceção é o mês de dezembro, quando os pagamentos são antecipados. 🤔 Para saber a data correta de recebimento, a família deve verificar o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa. Assim, é possível consultar o dia correspondente no calendário oficial de pagamentos. Confira o calendário do Bolsa Família para abril de 2026: Final do NIS: 1 - pagamento em 16/4 Final do NIS: 2 - pagamento em 17/4 Final do NIS: 3 - pagamento em 20/4 Final do NIS: 4 - pagamento em 22/4 Final do NIS: 5 - pagamento em 23/4 Final do NIS: 6 - pagamento em 24/4 Final do NIS: 7 - pagamento em 27/4 Final do NIS: 8 - pagamento em 28/4 Final do NIS: 9 - pagamento em 29/4 Final do NIS: 0 - pagamento em 30/4 Ao longo do ano, a previsão de pagamentos é: Maio: de 18/5 a 29/5; Junho: de 17/6 a 30/6; Julho: de 20/7 a 31/7; Agosto: de 18/8 a 31/8; Setembro: de 17/9 a 30/9; Outubro: de 19/10 a 30/10; Novembro: de 16/11 a 30/11; Dezembro: de 10/12 a 23/12. Bolsa Família Luis Lima Jr/FotoArena/Estadão Conteúdo Veja abaixo perguntas e respostas sobre o Bolsa Família. Quem pode receber o Bolsa Família? A principal regra para receber o benefício é ter renda mensal familiar de até R$ 218 por pessoa. Para se enquadrar do programa, é preciso somar a renda total e dividir pelo número de pessoas. Caso o valor fique abaixo dos R$ 218, a família está elegível ao Bolsa Família. Os beneficiários também precisam arcar com contrapartidas, como: manter crianças e adolescentes na escola; fazer o acompanhamento pré-natal (no caso de gestantes); manter as carteiras de vacinação atualizadas. Quais são os valores do benefício? O Bolsa Família prevê o pagamento de, no mínimo, R$ 600 por família. Há também os adicionais de: R$ 150 por criança de até 6 anos; R$ 50 por gestantes e crianças e adolescentes de 7 a 17 anos; R$ 50 por bebê de até seis meses. Onde se cadastrar? Os beneficiários precisam se inscrever no Cadastro Único (CadÚnico) — principal instrumento do governo federal para a inclusão de famílias de baixa renda em programas sociais — e aguardar uma análise de enquadramento. Estar no Cadastro Único não significa a entrada automática nos programas sociais do governo, uma vez que cada um deles tem regras específicas. Mas o cadastro é pré-requisito para que a inscrição seja avaliada. VEJA COMO FAZER O CADASTRO ÚNICO DO GOVERNO FEDERAL Como sacar o Bolsa Família? Os beneficiários recebem e podem movimentar os valores pelo aplicativo Caixa TEM e internet banking. Assim, não é necessário ir até uma agência da Caixa Econômica Federal — que é responsável pelo pagamento do Bolsa Família — para realizar o saque. Segundo a Caixa, os beneficiários também podem utilizar o cartão do programa para realizar compras nos estabelecimentos comerciais, por meio da função de débito. Além disso, há a opção de realizar saques nos terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui, além das agências da Caixa.

  20. Abastecimento em posto de combustíveis Jornal Nacional/ Reprodução O preço do óleo diesel vendido nos postos no Distrito Federal subiu, em média, R$ 1,16 em um mês, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O valor médio praticado na capital passou de R$ 6,05, entre 22 e 28 de fevereiro, para R$ 7,21 no período de 22 a 28 de março — uma alta de 19,17%. ➡ O aumento ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, que acarretou uma severa alta dos preços do petróleo e já vinha pressionando os preços nas distribuidoras desde o fim de fevereiro. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp A variação entre os valores cobrados pelos diferentes postos do DF também cresceu. Em fevereiro, o litro do diesel era encontrado entre R$ 5,83 e R$ 6,45. Já em março, os preços passaram a variar de R$ 6,48 a R$ 7,87. Levantamento da ANP mostra que diesel acumula alta de 23% nos postos, em um mês de guerra no Oriente Médio Na prática, isso significa que o consumidor pode pagar até R$ 2,04 a mais por litro, dependendo do posto escolhido. No Distrito Federal, 21 postos serviram como base para a pequisa em fevereiro e 18 em março. A tendência é que esse valor ainda cresça no DF. Nesta terça-feira (31), o Sindicombustíveis informou que distribuidoras no DF eleveram os preços novamente, após "uma semana de trégua". LEIA TAMBÉM: DIESEL: 20 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços Alta do diesel desacelera, mas preço do sobe quase 24% desde o início da guerra, diz ANP Guerra no Oriente Médio A crise mundial paralisou o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz e interrompeu o fluxo de petróleo e gás do Oriente Médio. Segundo estimativas, passam pelo estreito 20% do petróleo comercializado em todo o mundo. A guerra começou quando EUA e Israel atacaram o Irã no sábado (28). Entre os mortos estão o aiatolá e líder supremo iraniano, Ali Khamenei, e diversas outras autoridades de alto escalão do governo iraniano. Por que o Estreito de Ormuz é tão importante? Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  21. Estados aceitam “abrir mão” do ICMS sobre diesel em meio à guerra no Irã O governo do Distrito Federal se recusou a aderir à proposta do governo federal para conter a alta nos preços do diesel no país (veja detalhes do acordo abaixo). O acordo foi anunciado nesta terça-feira (31) – mesmo dia em que, segundo representantes dos postos, as distribuidoras do DF voltaram a subir o preço de venda dos combustíveis: R$ 0,05 a mais no litro da gasolina e R$ 0,15 no diesel. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Ao g1, a Secretaria de Economia confirmou que o GDF não aderiu ao projeto, mas não detalhou sobre os motivos que levaram à decisão. O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do DF (Sindicombustíveis), Paulo Tavares, lamentou a decisão do governo e avaliou que a medida poderia trazer impactos positivos para a economia local. “Eu acho que o correto seria que todos os estados, todas as unidades federativas, tentassem contribuir neste momento com a sua parcela de contribuição junto ao governo federal. Isso ajudaria a diminuir a carga tributária, que hoje é um peso — estamos falando de quase 40% do preço do produto", disse. "O diesel é um dos produtos que mais sofre com essa carga, e eu acredito que o GDF também deveria ajudar nesse processo para reduzir o peso do produto importado. Estamos falando de cerca de 30% do consumo de diesel no Brasil", emendou. Abastecimento de tanque de caminhão Jornal Nacional/ Reprodução Crise orçamentária no DF Na nota enviada ao g1, o governo do DF não explicitou os motivos para ficar de fora do plano do governo federal, que recebeu o apoio de pelo menos 20 estados até a noite de terça. Há pelo menos dois fatores, no entanto, que podem ter complicado esse acordo: a diferença ideológica entre o governo Celina Leão (PP), de direita, e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); o fato de o governo do DF viver uma crise financeira – agravada desde a revelação do tombo bilionário do Banco de Brasília (BRB) nas negociações com o Banco Master. No início do ano, o governo do DF publicou um decreto criando um 'limite mensal' para gastos públicos. Pelo decreto, todas as despesas passaram a depender de autorização da Secretaria de Economia, mesmo aquelas já previstas no orçamento. O governo afirmou à época que o objetivo era manter o controle financeiro e evitar a interrupção de serviços essenciais. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Projeto do governo federal O governo federal pretende bancar um tipo de subsídio aos importadores de diesel. A ajuda financeira ao setor seria de R$ 1,20 por litro de diesel importado, até o fim de maio. De acordo com o novo ministro da Economia, Dario Durigan, R$ 0,60 será coberto pelos estados e R$ 0,60 pela União. A contrapartida estadual será proporcional ao volume de diesel importado consumido em cada unidade da federação. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  22. Escolas estaduais de SP enfrentam problemas estruturais; alunos têm aulas suspensas e rodízio por falta de salas Problemas estruturais em duas escolas estaduais de São Paulo têm prejudicado centenas de estudantes desde o início do ano letivo. Na Escola Estadual Orville Derby, na Vila Formosa, Zona Leste, mais de 900 alunos do ensino fundamental II e do ensino médio estão em esquema de rodízio semanal por falta de salas de aula. No Centro, a Etec Santa Ifigênia enfrenta infiltrações, rachaduras, salas interditadas e banheiros fechados, afetando cursos técnicos como gastronomia, panificação e confeitaria. Segundo pais e responsáveis, o prédio da E.E. Orville Derby teve parte do teto destelhado por uma forte chuva em dezembro. Mesmo com o período de férias, os reparos não foram concluídos. As salas do andar superior continuam fechadas por infiltrações e falta de condições de uso. Com menos espaços disponíveis, a direção adotou um sistema de revezamento: turmas do 8º e do 9º ano do fundamental e do 1º ao 3º do ensino médio frequentam a escola em semanas alternadas. Na Escola Estadual Orville Derby, na Vila Formosa, Zona Leste, mais de 900 alunos do ensino fundamental II e do ensino médio estão em esquema de rodízio semanal por falta de salas de aula. Reprodução/TV Globo Um comunicado divulgado no começo do ano informava que o rodízio valeria até 27 de março. Mas, sem obras concluídas, um novo aviso estendeu a medida até o fim de abril. Famílias relatam impacto direto na rotina. “O que afeta é esse revezamento. Tenho dois filhos; uma semana um vem, outra semana, não. Eu trabalho longe, preciso sair mais cedo pra buscar meu filho”, disse Thaís Gomes. A preocupação também é com a aprendizagem. “Como que eles vão aprender? E depois, como vão repor essas aulas?”, questionou Regiane de Castro, cuidadora. Mesmo quando ficam em casa, alunos dizem que não conseguem acompanhar as atividades online. Pais relatam que a plataforma do governo falha com frequência. Salas interditadas e cozinhas paradas A poucos metros da Estação da Luz, a Etec Santa Ifigênia também enfrenta problemas estruturais. Estudantes relataram à TV Globo infiltrações, rachaduras e água acumulada no teto do prédio, o que teria comprometido a fiação de parte das salas do 4º e do 5º andares. Cursos técnicos ligados a gastronomia e panificação estão especialmente afetados. Equipamentos foram cobertos com sacos plásticos para proteger da água que pinga do teto e cozinhas inteiras permanecem fechadas desde o início do ano — entre elas, a maior cozinha usada pelos estudantes de gastronomia e a chamada “cozinha teste”. À noite, parte do prédio fica às escuras devido à falta de energia. “Eu me sinto desvalorizada como aluna. A gente passa por muitas precarizações e parece que não olham para a gente”, afirmou Maria Laura Queiroz, estudante da unidade. “A gente já procura algo público porque não tem recurso. E ainda assim tem que se virar”, disse Naira Princiis, colega de curso. Não é a primeira vez que a Etec enfrenta problemas: em agosto do ano passado, a unidade ficou cerca de três meses sem energia por falhas internas. Etec Santa Ifigênia está há 84 dias sem luz Além das salas fechadas e da falta parcial de luz, estudantes relatam que vários banheiros estão trancados. Nos que ficam abertos, há cabines interditadas com vasos sanitários cobertos com sacos plásticos, sem condições de uso. “Eu já pensei até em trancar o curso. Sempre foi meu sonho estudar gastronomia, mas chegar aqui todo dia e ver esse descaso é revoltante”, disse Jonathan Fernandes, aluno da Etec. O que dizem as escolas Em nota, a Secretaria Estadual da Educação informou que vai concluir as obras na Escola Estadual Orville Derby em até 180 dias, mas não respondeu sobre as dificuldades de acesso à plataforma Sala do Futuro. Sobre os problemas na Etec Santa Ifigênia, o Centro Paula Souza afirmou que há energia em todos os andares e que a unidade possui dez banheiros e, quando alguns estão interditados, segundo o órgão, os alunos podem utilizar outros. Disse ainda que as obras na escola devem começar em abril, com prazo de conclusão de 150 dias.

  23. Bombardeiros B-52 americanos sobrevoam o Irã pela primeira vez Os Estados Unidos usaram bombardeiros B-52 para sobrevoar o espaço aéreo do Irã pela primeira vez desde o início da guerra. A informação foi confirmada pelo Departamento de Guerra nesta terça-feira (31). A aeronave é considerada uma das armas mais “mortais” das forças americanas. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ▶️ Contexto: Segundo o jornal The New York Times, o uso desse tipo de aeronave demonstra o enfraquecimento das defesas aéreas do Irã. Apesar da potência, o B-52 não é tão ágil quanto caças e fica mais vulnerável a sistemas antiaéreos. De acordo com o Pentágono, os bombardeiros serão usados para atacar cadeias de suprimentos que abastecem instalações de construção de mísseis, drones e navios do Irã. O objetivo dos EUA é impedir a reposição de munições usadas na guerra. Apesar da capacidade nuclear, não há confirmação de que forças americanas estejam transportando ogivas desse tipo nas operações contra o Irã. O B-52 é um modelo fabricado pela Boeing que transporta armas de alta precisão e pode voar por mais de 14 mil quilômetros sem reabastecer. A produção começou na década de 1950, e o bombardeiro segue como a “espinha dorsal” da Força Aérea americana. Ao menos 744 unidades foram produzidas, e a última foi entregue em outubro de 1962. O modelo foi projetado para transportar armamento nuclear e se tornou um ativo importante dos Estados Unidos durante a Guerra Fria. Quando surgiu, o B-52 era visto como o “bombardeiro do juízo final”, capaz de atingir a União Soviética com armas nucleares sem necessidade de reabastecimento. Ao longo de mais de 70 anos, aeronaves do tipo participaram de quase todas as principais operações conduzidas pelos EUA. Entre elas estão a Guerra do Vietnã, a resposta aos ataques de 11 de setembro de 2001 e missões contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria, em 2016. B-52 também foram enviados ao Caribe durante operação dos EUA contra o tráfico internacional de drogas, que resultou na captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro. Bombardeiro B-52 operando na década de 1960 Força Aérea dos EUA O modelo tem diferentes variantes. A versão “H”, por exemplo, pode carregar até 20 mísseis de cruzeiro. No geral, o B-52 pode transportar até 32 toneladas de armamento, entre bombas, minas e mísseis. O bombardeiro têm oito motores e podem voar a até 15 mil metros de altitude, o que coloca a aeronave acima da maior parte do campo de batalha. Essa capacidade, combinada com ataques de alta precisão, amplia o apoio aéreo em ofensivas. "Atualizado com tecnologia moderna, o B-52 é capaz de empregar toda a gama de armas desenvolvidas em conjunto e seguirá ao longo do século 21 como um elemento importante das defesas do país. A Força Aérea atualmente prevê operar os B-52 até 2050", dizem as Forças Armadas dos EUA. Veja ficha técnica do bombardeiro B-52 da Força Aérea dos Estados Unidos. Equipe de arte/g1 Ameaça do Irã O anúncio do uso de B-52 no Irã foi feito um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhar um vídeo que mostra uma grande explosão em Isfahan. O alvo seria um depósito de munições. Ainda não está claro se as aeronaves foram responsáveis pela operação divulgada por Trump. Até a última atualização desta reportagem, o Irã também não havia se pronunciado sobre o anúncio feito pelos Estados Unidos. Ainda na terça-feira, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que vai atacar empresas americanas no Oriente Médio em retaliação a bombardeios recentes que mataram cidadãos iranianos. Entre os alvos citados está a Boeing, fabricante do bombardeiro B-52. "As principais instituições envolvidas em operações terroristas serão alvos legítimos. Aconselhamos os funcionários a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para a própria segurança", afirmou a organização. "Moradores de áreas próximas a essas empresas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e buscar um local seguro." Além da Boeing, outras 17 empresas foram listadas, incluindo gigantes de tecnologia. Veja a seguir: Boeing G42 Spire Solution GE Tesla JP. Morgan Nvidia Palantir Dell IBM Meta Google Apple Microsoft Oracle Intel HP Cisco Avião bombardeiro B-52 da Força Aérea dos Estados Unidos. Divulgação/Boeing VÍDEOS: mais assistidos do g1

  24. Por alguns minutos, Douglas Ruas presidiu a Alerj; ele foi retirado do cargo horas depois por decisão da Justiça do RJ Thiago Lontra/Alerj A retotalização dos votos das eleições de 2022, realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), nesta terça-feira (31), manteve inalterada a composição da Assembleia Legislativa (Alerj) e não trouxe novos deputados para a Casa. Com isso, não se confirmou o cenário que embasou a decisão da Justiça para anular a eleição para a presidência da Assembleia, realizada na semana passada. Apesar disso, a decisão que anulou a eleição — que elegeu o deputado Douglas Ruas (PL) — continua válida. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça A suspensão do resultado foi determinada pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) com base no entendimento de que a votação só poderia ocorrer após a retotalização dos votos. Como na prática a nova contagem não alterou a composição da Alerj, todos os deputados que participaram da sessão continuam com mandato regular, mas o resultado da eleição interna segue sem efeito. Indefinição no STF mantém dúvida sobre eleição no RJ Liminar condicionou eleição à retotalização A desembargadora Suely Lopes Magalhães, presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), em sua decisão, entendeu que a eleição para presidente da Alerj só poderia ser realizada após a retotalização dos votos das eleições de 2022. Na avaliação da magistrada, a nova contagem poderia alterar a composição da Assembleia e, consequentemente, influenciar o resultado da disputa interna. Justiça anula eleição na Alerj, que tinha eleito Douglas Ruas como presidente Na decisão liminar, a desembargadora determinou a suspensão dos atos da sessão que elegeu o deputado Douglas Ruas (PL) e manteve o então presidente em exercício, Guilherme Delaroli (PL), no comando da Casa. O entendimento foi de que a realização da eleição sem o cumprimento integral da decisão da Justiça Eleitoral poderia comprometer não apenas a escolha da nova presidência, mas também a definição da linha sucessória do governo do estado. Com a conclusão da retotalização, o cenário considerado pela decisão judicial não se confirmou. A nova contagem dos votos não alterou a composição da Alerj nem a distribuição de cadeiras entre partidos e federações, mantendo os mesmos deputados que já exerciam mandato. Com a nova contagem, o deputado delegado Carlos Augusto (PL) assume uma vaga efetiva de deputado. Contudo, ele já ocupava uma cadeira na Alerj como suplente, na vaga do atual prefeito de Cabo Frio, Dr. Serginho (PL). Com a retotalização, Carlos Augusto vira deputado titular e o deputado Renan Jordy (PL) assume esta cadeira de suplente que já estava sendo usada na vacância de Dr. Seginho. Na prática, isso significa que não houve a entrada de um novo parlamentar que pudesse modificar o resultado da eleição interna da Casa. Apesar disso, a decisão que anulou a votação segue em vigor. Alerj aguarda o STF A partir da publicação do resultado da retotalização, os partidos terão prazo para apresentar recursos à Justiça Eleitoral. A expectativa é que o resultado seja homologado pelo TRE-RJ no dia 14 de abril. Só após essa etapa a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) poderá realizar uma nova eleição para a presidência da Casa. Plenário da Alerj Reprodução TV Globo No campo político, o PL apresentou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que, após a escolha do novo presidente da Alerj, o ocupante do cargo assuma como governador em exercício do estado, conforme a linha sucessória prevista na Constituição estadual. O pedido foi incluído na ação do PSD que discute as regras da eleição para o mandato-tampão no RJ, relatada pelo ministro Luiz Fux, que ainda não se manifestou sobre o tema. O STF deve analisar o caso em sessão marcada para o dia 8 de abril, quando os ministros vão decidir se a escolha do novo governador será feita por eleição indireta, com voto dos deputados estaduais, ou direta, com participação dos eleitores. Até que haja uma definição, o governo do estado segue sob comando do presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Ricardo Couto, que permanece como governador em exercício. Nesta terça-feira, em Brasília, Couto se reuniu com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, para tratar da situação institucional do estado e de temas como a distribuição de royalties do petróleo. Cenário político do RJ A retotalização dos votos de 2022 e a indefinição sobre a eleição na Alerj acontecem em meio a um cenário de instabilidade política no estado, após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro e a indefinição sobre o modelo de eleição que escolherá seu substituto. Octavio Guedes diz que Castro deu um 'golpe continuado' ao renunciar antes de ser cassado A presidência da Assembleia é estratégica porque integra a linha sucessória do governo estadual. Em determinadas condições, o presidente da Alerj pode assumir o comando do Executivo até a definição do novo governador. No julgamento marcado para o dia 8 de abril, quando o STF vai definir se a eleição para o mandato-tampão no RJ será direta ou indireta, os ministros também vão definir a data da eleição, caso ela seja direta. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) costuma prever, em calendário próprio, datas possíveis para eleições suplementares ao longo do ano. Entre as opções, o pleito poderia ocorrer em 17 de maio ou 21 de junho. O governador eleito para o chamado mandato-tampão ficará no cargo até o fim do ano. Independentemente desse desfecho, já está prevista uma eleição direta em outubro, quando os eleitores vão escolher o governador para um mandato completo a partir de 2027.

  25. Tim Cook na posse de Donald Trump, em janeiro de 2025 Getty Images via AFP O aniversário de 50 anos da Apple nesta quarta-feira (1º) é cercado pelos rumores de aposentadoria do executivo que está há mais tempo à frente da empresa. Tim Cook é CEO da Apple desde agosto de 2011 e já superou o fundador Steve Jobs, que comandou a empresa de 1997 a 2011 com algumas interrupções curtas por motivos médicos. Em entrevista divulgada há cerca de duas semanas, Cook negou ter dito que gostaria de se aposentar. "Não posso imaginar a vida sem a Apple", afirmou à rede de TV americana ABC. Mas, aos 65 anos, o executivo analisa sua futura sucessão. "Eu passo muito tempo pensando em quem estará na sala daqui a cinco anos, daqui a dez anos. Sou obcecado por isso", disse Cook a funcionários, segundo a Bloomberg. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A gigante da tecnologia elabora um plano de transição de seu comando ao menos desde 2024 e pode já ter um escolhido, ainda de acordo com a Bloomberg. O favorito para assumir o cargo é John Ternus, vice-presidente de engenharia de hardware que, desde o início do ano, atua mais próximo da equipe de design, segundo Gurman. A mudança é vista como a preparação para ele assumir um cargo ainda maior no futuro. Sob o comando de Tim Cook, a Apple desenvolveu melhorias em aparelhos consagrados, apostou em serviços por assinatura e, mais recentemente, fez uma aproximação estratégica com o governo de Donald Trump. Entenda o momento da empresa e as diferenças entre o executivo e Steve Jobs. A era Tim Cook Tim Cook está na Apple desde 1998, após gerenciar a distribuição de equipamentos nas fabricantes americanas IBM, durante 12 anos, e Compaq, por cerca de 1 ano. O executivo ingressou na Apple como vice-presidente de operações e, em 2005, se tornou diretor de operações, cargos de gestão de cadeia de suprimentos, vendas e serviços. Tim Cook, CEO da Apple, no evento do iPhone 17 nos EUA Manuel Orbegozo/Reuters Ele assumiu o cargo de CEO da Apple cerca de dois meses antes da morte de Steve Jobs. Hoje, Cook também ocupa uma cadeira no conselho diretor da companhia. Na liderança, Cook supervisionou a expansão da empresa para novos negócios, incluindo dispositivos vestíveis, como o relógio Apple Watch e os óculos Vision Pro, e serviços por assinatura, como Apple Music e Apple TV+. Foi com Tim Cook que o valor de mercado subiu de US$ 350 bilhões em 2011 para mais de US$ 3,6 trilhões em 2026. A companhia também ampliou o foco na cadeia de suprimentos global, enfatizou o retorno financeiro para acionistas e promoveu mais ações de sustentabilidade. E, no início de 2025, demonstrou uma proximidade maior com o governo Trump. Tim Cook esteve na cerimônia de posse junto com outros executivos de gigantes da tecnologia. Em agosto de 2025, a Apple anunciou na Casa Branca um investimento de US$ 100 bilhões para fabricar componentes do iPhone nos EUA. Cook ainda presenteou Trump com um troféu simbólico com a frase "Fabricado nos EUA, 2025". Donald Trump e Tim Cook Reuters/Jonathan Ernst Antes, em fevereiro de 2025, a Apple já tinha anunciado investimento de US$ 500 bilhões nos EUA em um prazo de quatro anos. Parte dos aportes será destinada à produção de chips em território americano. Trump já tinha exigido que a Apple transferisse para os EUA a fabricação do iPhone, hoje concentrada na China e na Índia. O presidente americano ameaçou impor uma tarifa de importação de 25% sobre produtos da Apple caso a empresa não tomasse essa decisão. Cook e Jobs Steve Jobs fundou a Apple em 1976 ao lado de Steve Wozniak, mas deixou a empresa em 1985 por conta de vendas abaixo do esperado do computador Macintosh e conflitos internos relacionados ao seu estilo de gestão. Ele era conhecido por seu temperamento explosivo e por sua imagem carismática, comparada à de um astro pop desde o início da carreira. E também chamava atenção por seu interesse em temas como espiritualidade e alimentação saudável, por exemplo. Tim Cook ao lado de Steve Jobs durante conferência sobre problemas no iPhone 4, em julho de 2010. Cook é o sucessor de Jobs na Apple Kimberly White/Reuters STEVE JOBS: por que o fundador da Apple era tão especial Tim Cook, por outro lado, é descrito como cordial e discreto. Com sua experiência de anos em cargos fora dos holofotes, ele também passou a ser considerado um mestre em questões operacionais. Segundo a Apple, Cook teve um papel fundamental na melhoria das relações com revendedores e fornecedores em seu período no departamento de operações. Jobs liderou algumas das principais revoluções da indústria de tecnologia. Primeiro nos anos 1970 com o computador pessoal Apple II. Depois na década de 1980 com o Macintosh, controlado por um mouse. Ele ainda liderou a criação do iPod (2001), do iPhone (2007) e do iPad (2010). Em meio à busca por um sucessor, Jobs recusou vários candidatos de forma brusca e chegou até mesmo a abandonar uma entrevista no meio, segundo uma reportagem publicada pelo Wall Street Journal em 2011. Mas, apesar dos estilos diferentes, ele simpatizou com Cook, que se tornou seu homem de confiança. "Trabalhar na Apple jamais constou dos planos que fiz para minha vida, mas sem dúvida alguma foi a melhor decisão que já tomei", disse Cook, em 2011.

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