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G1 GLOBO (Tudo Diário)

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  1. Exclusivo: Estado é condenado a indenizar lutador que passou quase 6 anos preso A Justiça do Rio de Janeiro voltou atrás e reconheceu que o lutador Sílvio Pantera tem direito a receber indenização por ter passado quase 6 anos preso por um crime ele não cometeu. No último dia 3, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) negou o pedido de indenização por danos morais feito pelo lutador. Pantera chegou a ouvir do relator do caso, o desembargador Marco Antônio Ibrahim, que ele passou apenas por um "dissabor". Nesta quinta-feira (6), Ibrahim reconheceu que a decisão anterior tinha contradições e não estava de acordo com a Constituição, e por isso voltou atrás. Anteriormente, ele havia avaliado que o caso de Sílvio Pantera fazia parte de um "risco normal da atividade judiciária", e que qualquer pessoa estaria sujeita a algum tipo de "dissabor" ou "aborrecimento" com o desfecho de um processo. Com a reviravolta, o relator conclui que o Estado é responsável pelo erro que provocou a prisão e a posterior condenação de Sílvio Pantera pelo crime de tentativa de latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte, e por 3 votos a 0, a 7ª Câmara de Direito Público mudou o entendimento e reverteu a decisão anterior. "É de fundamental importância esclarecer que o ERRO JUDICIÁRIO não conta com conceituação ou definição precisa na jurisprudência e mesmo na doutrina e isto torna ainda mais difícil a fixação de indenização nestes casos que, em sua grande maioria, resta em uma zona fronteiriça entre um ato judiciário normal de absolvição e o erro judiciário aludido pela Constituição Federal". Ainda de acordo com a decisão do relator, "a quantia indenizatória guarda proporcionalidade e razoabilidade diante do dano. Além de tudo, Sílvio José ficou afastado de seu filhos e de sua mulher, sem emprego, em instalação insalubre, num "estado inconstitucional de coisas" por um longo período. E isso ainda mais justifica a vultuosa indenização". Justiça havia negado direito a indenização Justiça do RJ nega indenização a lutador que passou quase 6 anos preso injustamente O lutador Sílvio José da Silva, conhecido como Pantera, sofreu mais uma derrota na Justiça. Por 3 votos a 2, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) negou o pedido de indenização por danos morais feito pelo homem que ficou quase 6 anos preso injustamente por um crime que não cometeu. O caso é mais um capítulo da história de Pantera, que foi condenado e encarcerado por engano. Após conseguir provar a inocência e deixar a prisão, ele passou a buscar na Justiça uma reparação pelos danos causados durante o período em que permaneceu preso. Na decisão mais recente, a maioria dos desembargadores entendeu que não havia direito à indenização. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp A GloboNews teve acesso, com exclusividade, ao julgamento que decidiu que o estado não tem responsabilidade pelo erro. O desembargador relator do caso considerou a condenação do inocente como um "risco normal" da atividade judiciária, que, segundo ele, erra todo dia. Citou ainda que todo cidadão está sujeito a algum tipo de dissabor ou aborrecimento com o resultado de um processo. Assalto em Irajá Essa história começou há mais de 10 anos e ainda não tem fim. Em novembro de 2015, um assalto aconteceu em uma rua em Irajá, na Zona Norte do Rio. A vítima foi esfaqueada e o carro levado pelos criminosos. Testemunhas contaram à polícia que uma mulher e dois homens cometeram o crime. No momento do roubo, a 30 quilômetros dali, Sílvio chegava para mais um dia de treino. Nem o registro da catraca da academia foi suficiente para livrar o lutador da acusação. O nome de Sílvio José da Silva Marques entrou na investigação por um simples motivo: ele conhecia a mulher acusada pelo crime e no celular dela a polícia encontrou fotos do lutador. O nome de Sílvio José da Silva Marques entrou na investigação por um simples motivo: ele conhecia a mulher acusada. Reprodução / Globonews “Um mês depois do crime, quando a vítima tava acordando de um coma, a polícia mostrou a foto do Sílvio pra vítima e informou à vítima falsamente que o Sílvio havia confessado o crime. E pediu pra vítima fazer um reconhecimento do Sílvio no hospital. Aí a vítima, induzida pelos policiais, reconheceu o Sílvio. Portanto foi aí que o Sílvio foi envolvido nessa história”, conta o advogado da família de Sílvio, Fábio Ozi. “A minha esposa veio falar comigo. A única coisa que me deu ânimo e força foi quando ela falou assim: ‘foi você?’ eu falei: ‘não fui eu’. Ela falou: ‘vou confiar em tu, não vou te abandonar, não vou te esquecer’”, lembra o lutador. Nenhuma testemunha apontou Sílvio Pantera como um dos assaltantes. Em 2017, a Justiça do Rio decretou a sentença: 16 anos de prisão. “A questão financeira foi muito complicada porque o Sílvio era o provedor da casa. Praticamente ele arcava com as contas da casa, a escola dos meninos”, lembra a esposa, Daniele Sousa Marques. O caso só teve reviravolta quando chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O habeas corpus foi apresentado por um projeto que tenta tirar da cadeia pessoas inocentes. O STJ concluiu que o reconhecimento fotográfico, a única prova do processo, foi viciado, ou seja, obtido de forma ilegal. E destacou que a vítima recebeu dos policiais a informação que Sílvio havia confessado o crime. Inocentado pelo STJ, o lutador ganhou a liberdade em 2021, depois de 2.174 dias na cadeia. Lutador ganhou a liberdade em 2021, depois de 2.174 dias na cadeia. Reprodução / Globonews “Ele perdeu a carreira, ele deixou de acompanhar a infância dos filhos. O estado tem a obrigação, a nosso ver, de tentar pelo menos compensar todo esse sofrimento e a dificuldade enorme que uma pessoa saída da prisão, de uma prisão injusta, tem para recomeçar a vida”, fala o advogado do projeto Innocente Brasil, Rafael Tucherman. Pedido de reparação A luta pela reparação começou em 2022. Sílvio pantera processou o estado do Rio pelo erro e cobrou indenização por danos morais. Ele perdeu na primeira instância, e o caso chegou ao Tribunal de Justiça. A GloboNews teve acesso com exclusividade às gravações do julgamento. A procuradora que defendeu o estado alegou que o processo que condenou o lutador seguiu dentro da lei. "Os elementos que tão postos para deliberação de vossas excelências são: um processo que foi tramitado de maneira absolutamente regular, com decisões fundamentas sob o crivo do contraditório, e que ao final redundaram numa condenação de mais de 16 anos", disse a procuradora do estado do RJ, Alice Voronoff. "Não se sabe se a prisão foi justa ou injusta, mas certamente ela não foi errada à luz da Constituição”, acrescentou. Dois desembargadores votaram pela condenação do estado. "O acusado nunca confessou ter praticado o crime. Então essa arbitrariedade é incontestável", disse o desembargador Fernando Cesar Ferreira Viana. "A culpa, a responsabilidade, é do Estado na pessoa dos seus agentes policiais, que forjaram o reconhecimento. O Estado deve sim responder objetivamente pelo dano causado ao acusado que teve a sua vida destruída após ficar 6 anos preso, não é?”, completou. O placar do julgamento chegou a ficar empatado: 2 a 2, e Sílvio Pantera perdeu mais uma vez. Por 3 votos a 2, a 7ª Câmara de Direito Público entendeu que o Estado não deve ser responsabilizado pelo erro. Ao analisar a prisão e a condenação de Sílvio Pantera, o relator, desembargador Marco Antônio Ibrahim, ressaltou que todos estão sujeitos a algum tipo de dissabor, de aborrecimento ou mesmo de desapontamento com o resultado de um processo. "A parte estará sempre sujeita a algum tipo de dissabor, de aborrecimento ou mesmo de desapontamento com a marcha processual ou com o resultado do processo, fruto da decisão proferida pelo magistrado." Ao negar o pedido indenização, o desembargador completou: “No meu ponto de vista, até agora, eu fiquei com a impressão de que houve... que essa questão ocorreu dentro do risco normal da atividade judiciária, que erra todo dia. Eu erro todo dia. Quando eu trabalho muito, eu erro muito. Quando eu trabalho pouco, eu erro pouco. E quando eu estou de férias, eu não erro.” Desembargador relator do caso de Pantera considerou a condenação do inocente como um "risco normal". Reprodução / Globonews Em 10 anos, muita coisa pode mudar. O delegado dessa história chegou ao cargo mais importante dentro da polícia: secretário de estado. A promotora virou procuradora do Ministério Público. O juiz da sentença agora é desembargador. O ex-lutador profissional trabalha atualmente como entregador por aplicativo e dá aula de boxe para crianças de comunidades da Zona Oeste. “Não é só o financeiro. Aquilo que o Sílvio falou do preconceito é complicado. As pessoas até hoje falam: ‘será que cometeu? será que foi absolvido mesmo?’ As pessoas não acreditam. E há um grande preconceito”, diz Daniele. “Dói, porque as pessoas que me conhecem, às vezes vão pesquisar sobre uma luta minha, vê lá que fui preso, eu fico até com vergonha. Eu paguei uma coisa que eu não fiz”, diz Pantera. Nota da Procuradoria-Geral do RJ "A Procuradoria-Geral do Estado do Rio de Janeiro esclarece que o processo criminal seguiu o seu curso regular, com decisões fundamentadas e tomadas após a análise das provas e o direito de defesa, resultando em uma condenação de mais de 16 anos. O fato de essa condenação ter sido anulada posteriormente não significa, por si só, que o Poder Judiciário tenha cometido um erro que gere direito a indenização. Para que haja indenização por força de atos jurisdicionais, é preciso que fique comprovada uma atuação do Poder Judiciário que justifique essa responsabilidade, sempre pautada em dolo ou fraude, o que não foi verificado na hipótese. Esse entendimento é amplamente reconhecido pelo Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro e foi reafirmado na hipótese." Nota do MPRJ "Por se tratar de caso concreto já apreciado pelo STJ, o MPRJ não fará comentários específicos sobre o julgamento. O MPRJ atualiza seus membros sobre as diretrizes do STJ e do STF, destacando que a matéria permanece em evolução." 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

  2. Moradores reclamam do valor nas contas de luz Consumidores de Passo Fundo, no Sul do Rio Grande do Sul, enfrentam longas filas na agência da RGE para contestar o aumento expressivo nas contas de luz. Diante do volume de reclamações sobre faturas que chegaram a triplicar de valor de um mês para o outro, o Procon já suspendeu pagamentos de pelo menos sete faturas e notificou a concessionária. O caso também será levado ao Ministério Público. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O empresário Willian Ruan Moraes relata que a fatura saltou de R$ 201 em junho, com consumo de 444 quilowatts-hora (kWh), para R$ 759 em julho. o consumo chegou a aumentar em 150 kWh, mas em proporção bem menor ao aumento da cobrança. "Nós tivemos um consumo de aumento de 25%, porém na fatura subiu quase 300%.Foi bem discrepante, vamos dizer assim, em relação ao valor do consumo e o valor do pagamento", afirma. Ele, que possui painéis fotovoltaicos instalados em casa, afirma ter encontrado inconsistências semelhantes nas contas de seis endereços da família. Ana Clara Andrade de Oliveira também foi surpreendida com a cobrança. A conta dela passou de R$ 751 no mês anterior para R$ 2.207. "Eu acho um absurdo, porque eu não gasto tudo isso, eu trabalho o dia inteiro, então eu acho um absurdo isso daqui", diz a comerciante, que afirma não ter condições de pagar o novo valor. Já a manicure Jenifer Bueno dos Santos, que costumava pagar no máximo R$ 420, recebeu uma fatura de R$ 954. Na agência, ela foi informada de que a empresa fará uma análise. "Eles me deram um papel com uma análise que até cinco dias eles têm para ir lá na minha casa, para ver se vão resolver ou não o problema, mas não me disseram se vão baixar o valor ou não vão, me disseram que eles podem fazer uma releitura", relata. O Grupo CPFL, controlador da RGE, justifica que o aumento nas faturas é motivado pelo reajuste tarifário anual autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e pelo maior consumo de energia no inverno. Desde 19 de junho, a energia elétrica ficou, em média, quase 15% mais cara para os consumidores atendidos pela concessionária. O Procon de Passo Fundo acompanha os casos. A coordenadora do Procon no município, Alana Schütz, destaca as falhas no serviço. "A fila tem demorado muito. Nós temos idosos, gestantes que estão demorando para receber o atendimento. E ainda que os canais eletrônicos também estão deficitários, o que faz com que as pessoas procurem a agência física", destaca. O Balcão do Consumidor da Universidade de Passo Fundo (UPF) também registrou crescimento na procura por orientações. Segundo o coordenador do serviço, Rogerio da Silva, apenas na terça-feira foram recebidos 17 consumidores presencialmente, além de dezenas de contatos telefônicos. "A gente sabe que houve um aumento de mais de 14%, mas assim mesmo são valores bastante expressivos que precisam ser explicados pela companhia", pontua Rogerio. Segundo ele, por se tratar de uma demanda coletiva, o órgão encaminhará a situação ao Ministério Público para avaliar a abertura de um inquérito. Consumidor recebeu conta de luz com valor acima de R$ 2,2 mil no RS Reprodução/RBS TV Nota da CPFL RGE "É comum que, em períodos de temperaturas extremas — tanto nos dias mais frios quanto nos mais quentes — o consumo médio de energia nas residências sofra alterações. Isso acontece, principalmente, pelo uso mais frequente de eletrodomésticos como aquecedores, chuveiros elétricos, ventiladores, ar-condicionado e até geladeiras, que precisam trabalhar mais para manter a temperatura ideal. A CPFL RGE esclarece que esse cenário pode ser resultado de uma combinação de fatores típicos da estação. Além do aumento natural no consumo, o reajuste anual, autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em junho, também impacta o valor da fatura. Em 19 de junho, entrou em vigor o reajuste tarifário da CPFL RGE, aprovado pela Aneel. O índice médio aplicado para consumidores residenciais foi de 14,98%. No cálculo das tarifas, a Aneel considera a previsão de custos com compra de energia (geração), sistema de transmissão e os encargos setoriais, de acordo com as regras estabelecidas para o setor. Para a distribuição da energia elétrica, única parte que a CPFL RGE gerencia, a ANEEL estabelece a receita eficiente para a empresa. Como entender sua fatura: A conta de luz traz o histórico de consumo dos últimos 12 meses, permitindo ao cliente comparar os períodos e verificar se houve aumento no uso de energia. Mudanças de hábito durante o inverno — como banhos mais longos e uso prolongado de aquecedores — podem gerar variações significativas no valor final. Confira o consumo dos principais equipamentos e sugestões de pequenos cuidados que você pode ter para economizar: O chuveiro elétrico é o aparelho que mais consome energia em uma residência. Ao utilizá-lo no modo "inverno", o acréscimo no consumo é de até 30% em relação ao modo "verão". O banho passa a ser responsável por 25% a 35% dos gastos na conta de luz nos dias mais gelados. Para economizar, reduza o tempo do banho." VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  3. Urna eletrônica, em imagem de arquivo Reprodução/TV Globo A disputa pelas duas vagas em aberto no Senado pelo Distrito Federal tem, até agora, oito nomes indicados pelos partidos. São eles, em ordem alfabética: Bia Kicis (PL) Cristian Viana (Podemos) Eduardo Zanata (PSTU) Erika Kokay (PT) Leila do Vôlei (PDT) Michelle Bolsonaro (PL) Sebastião Coelho (Novo) Tiago Tarsis (Agir) O prazo para as convenções partidárias – reuniões de filiados para escolher os candidatos de cada partido – terminou nesta quarta-feira (5). Agora, as siglas têm até o dia 15 de agosto para registrar os nomes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Duas vagas para o Senado: repetir o candidato anula o 2º voto; saiba como votar e evite erros Baixe o app do g1 para receber notícias da eleição O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e o segundo turno, para o dia 23 de outubro. Neste ano, os brasileiros vão votar para: presidente; governador; senador (são dois votos, que não podem ser no mesmo candidato); deputado federal; deputado distrital. g1 e GloboNews começam cobertura especial das eleições 2026 com entrevistas dos candidatos à Presidência Veja abaixo mais detalhes sobre os candidatos ao Senado pelo DF, em ordem alfabética. Bia Kicis (PL) Bia Kicis no plenário da Câmara dos Deputados, em imagem de arquivo Mário Agra/Câmara dos Deputados Nascida no Rio de Janeiro e graduada em Direito pela Universidade de Brasília, a advogada Bia Kicis foi subprocuradora-Geral do do DF, cargo em que se aposentou em 2016. Bia Kicis está em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados. Entre 2021 e 2022, foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o principal colegiado da Casa – por onde passam quase todos os projetos em tramitação. Bia é considerada um nome próximo da família do ex-presidente Jair Bolsonaro e, atualmente, é também presidente do PL no Distrito Federal. Cristian Viana (Podemos) Cristian Viana, em imagem de arquivo Renato Alves/Agência Brasília Cristian Viana é o presidente do diretório distrital do Podemos e o atual secretário do Entorno do DF. A pasta cuida das relações entre o DF e os municípios de Goiás que fazem divisa com a capital. Essa é a primeira candidatura de Cristian Viana ao Senado. Ao longo da carreira, Cristian Viana exerceu funções no Governo do Distrito Federal, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Segundo o partido, a atuação dele é voltada para a integração entre o DF e os municípios do Entorno, com foco em mobilidade, desenvolvimento regional e articulação institucional. Eduardo Zanata (PSTU) Eduardo Zanata (à direita) em evento de lançamento da candidatura ao Senado PSTU/Divulgação Eduardo Zanata é o nome escolhido pelo PSTU como candidato ao Senado. Professor de língua portuguesa na rede pública do DF, o candidato iniciou a carreira política no movimento estudantil. Durante a graduação, Zanata foi presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) de 2007 a 2008. Ele foi candidato a vice-governador pelo partido em 2018 e 2022. Erika Kokay (PT) Erika Kokay em imagem de arquivo na Câmara dos Deputados Reprodução Erika Kokay é natural de Fortaleza (CE), mas vive em Brasília desde 1975. A trajetória na política começou em 1976, no movimento estudantil da UnB, em um período de regime militar na instituição. Na época, ela chegou a ser expulsa após organizar uma greve na universidade. Erika conseguiu voltar e concluir o curso de Psicologia em 1988, após a anistia. Candidata ao Senado pela primeira vez, Erika Kokay foi eleita como deputada distrital em 2002. A representante do PT esteve no legislativo do DF até 2010, quando concorreu à Câmara dos Deputados. A parlamentar cumpre o quarto mandato como deputada federal. Leila do Vôlei (PDT) Senadora Leila do Vôlei em imagem de arquivo TV Globo/Reprodução Leila Barros é senadora pelo Distrito Federal desde 2019 e, agora, é candidata à reeleição. Em 2022, ela se candidatou ao governo do DF e recebeu 79.597 votos no primeiro turno (4,81%). Natural de Taguatinga, Leila ficou nacionalmente conhecida pela trajetória na Seleção Brasileira de Vôlei Feminino. A jogadora conquistou duas medalhas de bronze em olimpíadas, em Atlanta (1996) e Sydney (2000). No Senado, Leila é presidente da Comissão de Esporte. A parlamentar foi ainda autora da lei que tipifica o crime de perseguição, conhecido popularmente como "stalking". Michelle Bolsonaro (PL) Michelle Bolsonaro, em imagem de arquivo Eduardo F.S. Lima/Ato Press/Estadão Conteúdo Nascida em Ceilândia, Michelle Bolsonaro se tornou famosa na política brasileira como primeira-dama do ex-presidente Jair Bolsonaro, com quem se casou em 2007. A candidata é uma das apostas do PL para aproximar a sigla do público feminino e chegou a ser cogitada por aliados para uma candidatura presidencial. Michelle assumiu a presidência do PL Mulher em 2023 e comandou a ala feminina da sigla até junho deste ano, quando deixou o posto em meio a atritos com o enteado e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL). Os dois fizeram as pazes, semanas depois. Sebastião Coelho (Novo) Desembargador aposentado Sebastião Reis Coelho, em imagem de arquivo TV Justiça/Reprodução Natural de Santana de Ipanema (AL), o ex-desembargador Sebastião Coelho fez carreira no Tribunal de Justiça do DF, onde se aposentou em 2022. Em três décadas de magistratura, o candidato atuou também como juiz de direito e juiz eleitoral no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF). Sebastião foi eleito como vice-presidente e Corregedor do TRE-DF para o triênio de 2022 a 2024, quando pediu aposentadoria. O candidato ao Senado é investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por incitação a atos golpistas quando ainda exercia a magistratura. Na ocasião, ele acusou o ministro Alexandre de Moraes de proferir "uma declaração de guerra ao País" durante discurso de posse na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sebastião renunciou ao cargo três dias após o evento. Tiago Tarsis (Agir) Tiago Tarsis tem 39 anos, é agricultor, micro-empresário e estrategista político. Segundo o Agir, ele "mais de 20 anos de atuação em campanhas e processos eleitorais". Ao g1, Tarsis afirmou que sempre trabalhou com campanhas e pretendia se candidatar em 2030, mas adiantou os planos em razão da "falta de preparo técnico dos candidatos ao Senado". Tiago Tarsis afirmou ainda que fará uma campanha sem comício e sem fundo partidário e que, no período da propaganda eleitoral, pretende fazer "lives" diárias. Disse também que, se eleito, quer ficar apenas quatro anos no mandato e passar o gabinete ao suplente, o policial militar Clayton Feliciano. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  4. Desastre da Voepass: quem é José Luiz Felício Filho, dono da companhia aérea O indiciamento de José Luiz Felício Filho pela Polícia Federal marca uma nova etapa na investigação sobre os responsáveis pelo desastre do voo 2283, que resultou na morte de 62 pessoas em Vinhedo (SP), em agosto de 2024. Segundo as autoridades, o proprietário e presidente da Voepass contribuiu para a tragédia por saber dos problemas da frota e é suspeito de ter reforçado a cultura organizacional de omitir as panes que as aeronaves apresentavam. Ele está entre os 16 apontados como responsáveis ou como pessoas que contribuíram para o acidente, por ação ou negligência. Eles respondem pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp O empresário José Luiz Felício Filho ficou 21 dias na UTI de um hospital em Ribeirão Preto, SP coronavírus Covid-19 Reprodução/EPTV 🔎 O atentado contra a segurança do transporte aéreo é previsto no artigo 261 do Código Penal. O crime ocorre quando alguém expõe a perigo uma aeronave ou dificulta, ou impede a navegação aérea. A pena prevista é de 2 a 5 anos de prisão. Se do fato resulta a queda ou destruição da aeronave, a pena passa para 4 a 12 anos. Se houver morte, a pena pode ser aplicada em dobro. Felício Filho é a figura central de uma empresa que, depois ter sido a quarta maior companhia aérea do país em número de passageiros e a mais antiga em operação contínua, enfrentou uma crise sem precedentes. Após o acidente, o empresário centralizou a liderança executiva, demitindo diretores de áreas como manutenção e segurança operacional. Esse movimento ocorreu simultaneamente a denúncias de ex-funcionários sobre uma cultura organizacional que priorizava a disponibilidade da frota em detrimento de alertas sobre falhas técnicas. Em 2025, a Voepass teve o Certificado de Operador Aéreo cassado pela Anac após a detecção de descumprimentos sistemáticos de protocolos de segurança e passou a ter dívidas acumuladas em mais de R$ 400 milhões. Trajetória na aviação José Luiz Felício Filho, presidente da Voepass, empresa aérea de Ribeirão Preto (SP) Divulgação/Voepass Piloto comercial há mais de 30 anos, José Luiz Felício Filho se apresentava como o comandante mais antigo em atividade na Voepass. Sua formação prática começou acompanhando o pai, o fundador da então Passaredo, José Luiz Felício. Em 1995, quando a empresa de transporte aéreo foi criada, ele se encaminhava para o comando de aeronaves, tendo participado ativamente da estruturação da frota original composta por bimotores turboélice Embraer EMB 120 Brasília. Ao assumir a presidência em 2002, acumulou as funções de gestor e tripulante técnico, o que lhe conferia uma visão direta, mas também uma responsabilidade ampliada sobre as condições de voo das aeronaves da companhia. Vida pessoal Neto de imigrantes libaneses, Felício Filho nasceu em um ambiente de transportadores. Ele é um dos herdeiros do grupo fundado por seu pai em Mococa (SP), que iniciou no setor rodoviário antes de migrar para a aviação regional. No âmbito pessoal, o empresário enfrentou um episódio de saúde crítico em 2020, quando passou 21 dias internado em uma UTI devido a complicações graves da Covid-19, chegando a ser entubado. Casado e com três filhos, ele costumava destacar em seus pronunciamentos sua origem e o compromisso com o legado da família, que sofreu um abalo significativo com a morte de José Luiz Felício, pai dele, em 2023. LEIA TAMBÉM Acidente da Voepass: quem são os indiciados pelo desastre aéreo com 62 mortos no interior de São Paulo Acidente da Voepass: PF indicia 16 funcionários e ex-funcionários pela queda que matou 62 Exclusivo: chefe dos pilotos deve ser um dos indiciados por queda de avião da Voepass Exclusivo: caixa-preta de avião da Voepass revela piloto admitindo falha no sistema de degelo: 'Essa b** não tá funcionando' 'Não encerra nossa busca por Justiça', dizem famílias das vítimas após PF indiciar 16 pessoas por queda de avião da Voepass Gestão e ciclos de crise A administração de Felício Filho foi marcada por expansões seguidas de problemas financeiros. Ele liderou a empresa durante um processo de recuperação judicial que durou de 2012 a 2017, período em que a Passaredo renegociou dívidas estimadas em R$ 150 milhões. Em 2019, sob seu comando, a empresa adquiriu a MAP Linhas Aéreas, o que permitiu o acesso estratégico ao Aeroporto de Congonhas e motivou a mudança da marca para Voepass. Apesar da parceria com a Latam, sua gestão acumulou passivos trabalhistas e um descontrole organizacional, que culminou em um novo pedido de recuperação judicial em 2025. 'Não reportar': áudio de ex-piloto mostra rotina para não relatar panes na Voepass Reprodução/EPTV No final de 2025, os credores aprovaram um plano de reestruturação para parte das empresas do grupo, visando quitar débitos trabalhistas e negociar slots aeroportuários. 🔎 Slots: cotas ou horários específicos para pousos e decolagens em aeroportos. O processo de recuperação judicial ainda não foi homologado pela Justiça porque ainda está pendente a apresentação de certidão negativa de débitos, ou seja, o documento que comprova que as empresas não têm pendências com órgãos oficiais. Em paralelo, a Voepass aguarda a análise de um agravo de instrumento para tentar inserir a Passaredo Transportes Aéreos – maior empresa do grupo e com as maiores dívidas – no plano de recuperação e ainda tenta meios de negociar os chamados slots até então com direitos pertencentes à Voepass, mas já redistribuídos pela Anac. O desastre aéreo e as investigações Visão aérea do avião da Voepass após acidente Reprodução O desastre aéreo com o voo 2283 da Voepass, em 9 de agosto de 2024, resultou na morte de todas as 62 pessoas a bordo, quando a aeronave ATR 72-500 caiu em um condomínio em Vinhedo (SP). O acidente, que fazia a rota Cascavel (PR) para Guarulhos (SP), é considerado o mais grave da aviação brasileira desde 2007. As investigações da Polícia Federal e do Cenipa revelaram que a tragédia foi resultado de uma sucessão de falhas meteorológicas, técnicas e operacionais. acúmulo de gelo e falha no sistema: a causa direta da queda foi a perda de controle em voo devido ao acúmulo severo de gelo nas asas, combinado com a inoperância do sistema de degelo. A perícia confirmou que a aeronave decolou com esse sistema sabidamente defeituoso. conduta dos pilotos: durante o voo, a tripulação ignorou três alertas sucessivos de perda de desempenho, não executou os procedimentos de emergência previstos pelo fabricante e não solicitou mudança de altitude para sair da zona de gelo, apesar de conversas na caixa-preta indicarem que se sabia dos problemas. cultura de "não reporte": a investigação identificou uma cultura organizacional na Voepass de omitir panes nos diários de bordo para evitar que os aviões ficassem retidos no solo para manutenção. Tripulações de voos anteriores no mesmo dia detectaram falhas no degelo, mas fizeram apenas relatos verbais aos mecânicos, registrando "nada a declarar" nos documentos oficiais. pressão da gestão: diretores da companhia foram denunciados por pressionar equipes de pista para liberar aeronaves inoperantes e promover comandantes sem a experiência mínima exigida. falha na fiscalização da Anac: o relatório da PF apontou que um inspetor da Anac havia constatado problemas no sistema de degelo dessa mesma aeronave 11 meses antes da queda. A agência conhecia irregularidades na empresa, o que levou a PF a sugerir que o Ministério Público Federal apure a responsabilidade da Anac por atuação insuficiente. Ao final do inquérito, a Polícia Federal indiciou 16 pessoas, incluindo o proprietário da Voepass, José Luiz Felício Filho, diretores de manutenção e segurança, pilotos de voos anteriores e despachantes operacionais. Os crimes atribuídos incluem atentado contra a segurança do transporte aéreo e falsidade ideológica, contra um deles, pela inserção de dados falsos em diários de bordo. Todos os indiciados estão impedidos de deixar o país. Além disso, a PF solicitou a suspensão dos registros profissionais deles junto à Anac. Avião da Voepass na pista do Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP) Marcelo Moraes/EPTV Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca


  5. 'Mini boiadeiras' acompanham show de Ana Castela no Acre Crianças e adolescentes lotaram o Parque de Exposições Wildy Viana, em Rio Branco, para o show da cantora Ana Castela nesta quinta-feira (6). A apresentação da artista iniciou por volta das 21h28. Mas a demora não desanimou os pequenos, que chegaram ao local para aguardar a apresentação desde o início da noite. O público infantil enfeitou a noite de feira com chapéu, botas e muito brilho à espera da ídola. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AC no WhatsApp Uma das mini boiadeiras que marcaram presença foi a Lara Sophia, de oito anos, que foi com a mãe, Imaculada da Conceição dos Santos. Ela chegou cedo para garantir um lugar na grade próxima ao palco para conseguir assistir de perto. A pequena conta porque gosta da cantora. "Ela é boiadeira e eu nasci na colônia também. [Vai aguentar esperar] Até as pernas cansarem", diz. Lara Sophia, de oito anos, foi com a mãe, Imaculada da Conceição dos Santos, e chegou cedo para garantir um lugar próximo ao palco Walace Gomes/g1 Rosa Maria Ferreira da Silva levou as duas filhas, Lara Lis, de seis anos, e Valentina Sophia, de 10. Segundo a mãe, a ansiedade era tanta que desde a noite anterior as meninas já não queriam nem dormir. "São muito fãs da Ana Castela, inclusive a Valentina me pediu [o show] de presente de aniversário. Ela vai completar 11 anos dia 29 de setembro, esse já é o presente de aniversário dela", relata. Lara Lis, de seis anos, e Valentina Sophia, de 10 estavam ansiosas para o show, que é o presente de aniversário da mais velha Walace Gomes/g1 Mas não apenas as crianças garantiram lugar para ver a sertaneja. Francisco Emanuel de Olinda Morais, de 18 anos, foi com a mãe, Maria Vercilandia de Olinda Morais. Ela contou ao g1 que a família é de Tarauacá, no interior do estado, e está na capital há cerca de um ano para tratamento de saúde. A mãe, então, aproveitou para ir com o filho, que é fã da cantora. "A gente veio de Tarauacá em busca de melhorias no tratamento dele. O Francisco tem paralisia cerebral, foi diagnosticado com paralisia cerebral, desde o nascimento", relembra. Maria Vercilandia e Francisco Emanuel são de Tarauacá e estão na capital para tratamento médico. Eles aproveitaram a estadia para ir ao show Walace Gomes/g1 Expoacre 2026 A feira agropecuária iniciou no sábado (1º), com a tradicional cavalgada, e segue até o próximo domingo (9). Os ingressos para os shows foram adquiridos por meio da entrega de dois quilos de alimentos não perecíveis. g1 em 1 minuto - AC: Confira a programação da 5ª noite de Expoacre 2026 Diariamente, as atividades na feira começam às 18h, com a abertura dos estandes, e terminam às 3h. Na arena de shows, já passaram os cantores Leonardo no domingo (2), Natanzinho Lima na segunda (3), padre Fábio de Melo na terça (4) e Wesley Safadão na quarta (5). Ayra Karly Sales, de sete anos, foi ao show com a família Walace Gomes/g1 Mini boiadeiras no show de Ana Castela na Expoacre 2026 Walace Gomes/g1 Mini boiadeiras no show de Ana Castela na Expoacre 2026 Walace Gomes/g1 Jade Lis e a mãe, Rosaria, se vestiram a caráter para o show da sertaneja Walace Gomes/g1 Reveja os telejornais do Acre Reveja todos os vídeos exibidos pelo Bom Dia Acre, JAC1 e JAC2| em G1 / AC / Acre

  6. A nota pública que os 27 superintendentes da Polícia Federal assinaram nesta quinta-feira (6) em apoio ao diretor-geral, Andrei Rodrigues, é o capítulo mais recente de uma série de episódios de desconfiança recíproca entre o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o comando da PF. O primeiro episódio veio a público assim que Mendonça assumiu a relatoria dos inquéritos do Banco Master, em fevereiro deste ano, no lugar do ministro Dias Toffoli. Em sua primeira decisão como relator, Mendonça proibiu os policiais responsáveis pela investigação de compartilhar informações com seus superiores, incluindo Andrei. Superintendentes da PF defendem direção-geral após polêmica no STF "Somente as autoridades policiais e agentes diretamente envolvidos na análise e condução dos procedimentos [...] é que devem ter conhecimento das informações acessadas, o que lhes impõe o dever de sigilo profissional, inclusive em relação aos superiores hierárquicos e outras autoridades públicas", escreveu o ministro na decisão. Naquele momento, havia dúvidas sobre o tratamento que a polícia deveria dar ao material apreendido, especialmente o celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. As dúvidas surgiram porque Toffoli, que relatou o caso Master por apenas dois meses e meio, tomou medidas consideradas por investigadores incomuns. Toffoli determinou que as provas ficassem guardadas na Procuradoria-Geral da República (PGR), e não na PF; indicou os nomes dos peritos que deveriam atuar no caso; encurtou o prazo da apuração; e chegou a formular as perguntas que deveriam ser feitas a investigados. Sob críticas dos policiais, que apontaram interferência indevida, Toffoli acabou deixando a relatoria do Master depois que Andrei entregou ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório que mostrava que ele era citado nas mensagens que foram identificadas nos celulares apreendidos de Daniel Vorcaro. Críticas nos bastidores e recados Desde a primeira decisão de Mendonça no caso Master, Andrei vinha classificando a ordem do ministro como desnecessária, sustentando, nos bastidores, que não interfere no trabalho de seus subordinados. "Essa decisão dele eu cumpro desde janeiro de 2023 (ano em que assumiu o comando da PF)", disse o diretor-geral a interlocutores. De fevereiro para cá, outras decisões de Mendonça trouxeram trechos que foram vistos como recados para a PF, tanto nas investigações sobre o Master como — e principalmente — no caso das fraudes no INSS, também sob relatoria do magistrado. O exemplo mais recente está na decisão que autorizou a corporação a realizar busca e apreensão no escritório do advogado Willer Tomaz, na última terça-feira (4). A PF pediu a medida por suspeitar que Tomaz tenha atuado na lavagem de dinheiro do senador Weverton Rocha (PDT-MA), um dos principais investigados na Operação Sem Desconto, que apura fraudes no INSS. O advogado e o senador negam irregularidades. Tomaz mantém amizade pública com vários políticos de Brasília — entre eles, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência. Ao autorizar a busca e apreensão no advogado, Mendonça advertiu os policiais de que essa ação deveria ficar restrita à investigação sobre Weverton. "Friso que a autoridade policial deverá realizar apreensão apenas e tão somente dos elementos indiciários eventualmente indicados que guardem estrita relação com os fatos sob apuração. Documentos, mensagens, arquivos e dados relacionados a clientes estranhos aos fatos não poderão ser examinados ou apreendidos", determinou. "Na hipótese de encontro fortuito de prova penalmente relevante sem relação com a investigação [sobre Weverton], o conteúdo deverá ser segregado e submetido ao Juízo, vedada sua exploração até ulterior decisão judicial específica", concluiu. É praxe a polícia pedir à Justiça a abertura de uma nova investigação quando são descobertos, ao acaso, elementos que levantem suspeitas contra pessoas que não eram originalmente investigadas. Montagem com fotos do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do ministro do STF André Mendonça Andressa Anholete/Agência Senado e Gustavo Moreno/STF 'Vazamento' Em outro episódio, na semana passada, Mendonça retirou o sigilo da investigação da PF sobre o senador Jaques Wagner (PT-BA). O ex-líder do governo no Senado é suspeito de ter recebido propina de um ex-sócio do Master, Augusto Lima. Em uma decisão tornada pública, o ministro levantou suspeitas de que informações sobre as investigações foram repassadas para o senador. Sem citar nomes, Mendonça escreveu que havia "riscos de vazamento indevido da operação" porque, em junho, um dos investigados pediu uma audiência ao seu gabinete, no mesmo dia em que a PF solicitou autorização para a operação de busca e apreensão. O g1 e a TV Globo apuraram que o investigado em questão era Jaques Wagner. Andrei reclamou com interlocutores que Mendonça estaria, novamente, lançando suspeitas contra sua gestão. Um policial disse considerar natural que Wagner presumisse que seria investigado, uma vez que, desde março, a imprensa vinha noticiando que uma empresa de sua nora havia ganhado repasses milionários do Banco Master. O g1 tentou questionar Wagner sobre o pedido de audiência com Mendonça e o seu motivo, mas o senador não respondeu às mensagens. O advogado de Wagner, Pablo Rodrigues, disse que não comentaria o trecho da decisão de Mendonça porque o ministro não citou o nome de seu cliente. O fator Lulinha Do lado da PF, também há desconfianças sobre medidas adotadas por Mendonça, como a ordem para que a polícia lhe entregue com celeridade todo material obtido no curso das investigações sobre o INSS. Geralmente, os juízes têm conhecimento dos elementos de uma investigação por meio dos relatórios da polícia, dos pareceres do Ministério Público e das alegações da defesa — não pela análise do material bruto. A cúpula da PF viu nisso uma tentativa de interferência indevida em seu trabalho. Andrei pediu para a Advocacia-Geral da União (AGU) adotar providências para reverter essas medidas que aumentam o controle do Supremo. A apuração sobre os desvios no INSS se tornou a mais polêmica depois que surgiram, no final do ano passado, suspeitas contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele nega a prática de crimes. Pessoas próximas a Mendonça se queixavam de uma suposta demora para a investigação do INSS avançar. Desde fevereiro, Lulinha teve os sigilos quebrados por Mendonça, após um pedido da PF. Do outro lado, delegados reclamavam de uma suposta demora de Mendonça para autorizar, no âmbito das apurações sobre o Master, uma operação contra o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), suspeito de envolvimento em irregularidades em um fundo de pensão que comprou ativos podres do banco. A busca e apreensão aconteceu em maio, dois meses depois do pedido da polícia. Também em maio, o comando da PF decidiu trocar a área responsável pelos inquéritos do INSS. A Operação Sem Desconto saiu da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários (DPrev) e foi para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores (Cinq). A PF afirmou que a mudança foi feita para "assegurar maior eficiência" e que "não houve alteração na equipe". Policiais da Cinq já eram conhecidos de Mendonça por atuarem também no caso Master. A troca ampliou as desconfianças no entorno do ministro. Enquanto interlocutores de Mendonça sinalizam temer que a PF proteja suspeitos como Lulinha, policiais dizem temer que o ministro tente direcionar a investigação para determinados alvos. No final de julho, a PF pediu para o Supremo abrir três investigações sobre possível tráfico de influência de Lulinha em diferentes áreas do governo, como o Ministério da Saúde e a Dataprev. Os indícios contra o filho do presidente surgiram durante as investigações sobre o INSS, mas não têm relação com os desvios de aposentadorias e pensões. A PF, então, solicitou que os novos inquéritos fossem sorteados entre todos os ministros, e não ficassem automaticamente sob a relatoria de Mendonça. O gabinete de Mendonça considerou esse movimento uma tentativa de diminuir o poder do ministro, apesar de a PGR ter concordado com o pleito da PF. O órgão também entendeu que as suspeitas não tinham relação com o INSS. Nos sorteios, dois dos novos inquéritos caíram com Mendonça, e o terceiro, com o ministro Flávio Dino. Reunião e nota conjunta Na manhã desta quinta, Mendonça participou de uma reunião com o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, responsável pela PF, e o advogado-geral da União, Jorge Messias. Segundo o blog do Octavio Guedes, o governo prometeu aumentar as equipes da PF que investigam casos de corrupção, a fim de acelerar os inquéritos. Também nesta quinta, os 27 superintendentes da PF nos estados divulgaram uma nota conjunta em apoio a Andrei, dizendo que a corporação "não se submete a interesses políticos, ideológicos ou pessoais". "A credibilidade construída perante a sociedade brasileira decorre da atuação técnica e independente de seus servidores, orientada exclusivamente pelos fatos, pelas provas e pelos mecanismos de controle previstos no ordenamento jurídico. A atividade investigativa da Polícia Federal não se submete a interesses políticos, ideológicos ou pessoais, mas ao estrito cumprimento da lei", afirma o texto.

  7. Uma área que era utilizada como descarte irregular de lixo e entulho agora faz parte do passado. O Município de Montes Claros inaugurou, no Conjunto José Carlos de Lima (região sul da cidade), uma nova praça, denominada Wanir Lima, com playground, bancos, brinquedos para as crianças, academia ao ar livre e pista de caminhada. A nova praça, situada à rua Cândido Canela, é, além de espaço de lazer, um ponto de encontro para todas as idades, promovendo a socialização, o bem-estar coletivo e fortalecendo o senso de comunidade de quem mora no bairro. Além de revitalizar a praça, o Município renovou a quadra poliesportiva, que agora possui alambrado e novo piso, além de postes de iluminação para aumentar a segurança dos usuários. A nova praça impulsionará o desenvolvimento sustentável e elevará a qualidade de vida dos moradores, oferecendo uma nova alternativa de lazer, com um espaço eficaz para promover mobilização, organização e fortalecimento social, trazendo um impacto positivo na vida da população. “Podemos trazer as crianças para brincarem com segurança”, comemora a comerciária Luiza Kuguio Rogeriano Cardoso “É uma grande satisfação ver esta praça transformada, de um antigo lixão para um espaço tão bonito, onde podemos trazer as crianças para brincarem com segurança”, comentou a comerciária Luiza Kuguio. “A construção desta praça e a revitalização desta quadra serão extremamente úteis para a comunidade, especialmente para crianças e adolescentes”, afirma Cláudio Luiz Nunes, presidente da Associação de Amigos Gente Humilde Rogeriano Cardoso “A construção desta praça e a revitalização desta quadra serão extremamente úteis para a comunidade, especialmente para crianças e adolescentes, que terão um espaço seguro para brincar”, afirmou Cláudio Luiz Nunes, presidente da Associação de Amigos Gente Humilde, entidade que usa o esporte para ensinar disciplina e educação para mais de 45 crianças e adolescentes. “Pertence a todos nós”, destaca a agente de saúde Maria Helena Rogeriano Cardoso Em nome dos moradores, a agente de saúde Maria Helena expressou sua gratidão pela revitalização da praça, uma melhoria esperada pela comunidade por mais de 30 anos. “Nós, moradores, estamos dedicados a usar e cuidar deste espaço para evitar danos, uma vez que ele pertence a todos nós e é um ponto de encontro para todas as famílias”, disse.

  8. Líder de mercado na região, com uma trajetória de solidez que já soma mais de 56 mil beneficiários e a geração de mais de 1.000 empregos diretos, a Unimed Campos celebra oficialmente seus 35 anos de fundação consolidada como a principal força de saúde suplementar do Norte Fluminense. Nas comemorações desse marco histórico, a cooperativa reuniu centenas de médicos cooperados, colaboradores, familiares e atletas em uma corrida de 5 km e 10 km, no campus da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). Cooperativa comemorou o aniversário de 35 anos com uma corrida aberta ao público Divulgação O evento, que teve inscrições totalmente esgotadas, aliou a celebração institucional ao estímulo da qualidade de vida e à integração com a comunidade local. A iniciativa buscou conscientizar a população sobre a importância da atividade física no combate ao sedentarismo. Mais do que uma celebração esportiva, o aniversário de 35 anos coroa uma trajetória de expressiva expansão assistencial e consolidação econômica na região. Fundada em 1991 pelo desejo de profissionais locais em estabelecer uma alternativa justa ao modelo de medicina de grupo da época, a Unimed Campos nasceu sob a liderança dos médicos Makhoul Moussalem e Luiz Carlos Sell. O que começou com uma união pioneira de apenas 20 médicos independentes, hoje se transformou em uma robusta estrutura que ultrapassa os 500 médicos cooperados. "A cooperativa é uma sociedade de pessoas, não de capital. Nós nos unimos enquanto profissionais com os mesmos objetivos, somamos para multiplicar. O sistema valoriza o trabalho em si e não o lucro pelo lucro, permitindo que os resultados sejam revertidos diretamente em melhorias estruturais para a comunidade e para os próprios médicos” — Dr. Leonardo Ferraz, presidente Conselho de Administração da Unimed Campos. Atualmente, a rede da própria da Unimed Campos inclui o Hospital Unimed Campos, sendo atualmente o único hospital da região Norte Fluminense com a Acreditação de Excelência (ONA 3), além do Centro de Diagnóstico, Oncologia, laboratórios e centros de especialidades no Centro e na Baixada Campista, em Goitacazes. A atuação se estende ainda ao Porto do Açu e conta com espaços Viver Bem, Viver Bem - Cardiologia e Crescer Bem. O Hospital Unimed Campos tem acreditação de excelência ONA 3, o único da região Norte Fluminense a ter o selo Divulgação A área de abrangência da Unimed Campos extrapola os limites do município-sede, alcançando cidades vizinhas, como São João da Barra, Cardoso Moreira, São Francisco de Itabapoana e São Fidélis. Como parte dos marcos comemorativos e do plano de investimentos para os próximos anos, a diretoria projeta novas frentes de expansão. A Unimed Campos prevê a inauguração de um centro de atendimento em Grussaí, além da instalação de mais uma unidade do laboratório na região de Guarus e também no município de São Fidélis. Ainda estão previstos investimentos para a aquisição de equipamentos de hemodinâmica, viabilizando a realização de cirurgias cardíacas de alta complexidade na própria unidade hospitalar cooperativa. Unimed Campos projeta expansão para as cidades da área de abrangência Divulgação Baseada nos preceitos do cooperativismo clássico, a Unimed Campos reafirma sua liderança revertendo o desenvolvimento econômico em sustentabilidade e assistência de ponta para a população do Norte Fluminense.

  9. Evento superou a edição anterior em mil participantes e contou com programação cultural e de lazer Fabiana Anunciação A edição 2026 da Corrida 10 Milhas de Macaé reuniu mais de 3 mil atletas na manhã de domingo (2) e registrou recorde de participação. Organizada pela Secretaria Municipal de Esportes, a prova teve largada e chegada na Avenida Elias Agostinho, na Imbetiba. O percurso de aproximadamente 16 quilômetros passou por vias da região central, Praia Campista e Praia do Pecado. Ao final da prova, todos os participantes que concluíram o trajeto receberam medalhas. A prova ofereceu espaço infantil, massagem e atrações musicais ao longo de todo o percurso Fabiana Anunciação Além da corrida, a programação contou com tendas de ativação, espaço para crianças, massagens e atrações musicais ao longo do percurso. Segundo a organização, o número de participantes superou em cerca de mil atletas o registrado na edição anterior, consolidando a prova como uma das principais corridas de rua do calendário esportivo de Macaé

  10. TREs fazem mutirões em escolas para incentivar jovens a participar das eleições Jornal Nacional/ Reprodução No Brasil, o voto é obrigatório para pessoas alfabetizadas entre 18 e 70 anos. A regra vale para brasileiros que vivem no país e também para quem moram no exterior. Antes dos 18 anos e após os 70, o voto é facultativo. O mesmo vale para pessoas analfabetas. Com que idade o voto passa a ser obrigatório? O voto passa a ser obrigatório a partir dos 18 anos para brasileiros alfabetizados. A obrigação já vale na eleição em que o cidadão completa 18 anos até a data da votação. Para 2026, o dia 4 de outubro, quando acontece o primeiro turno. Antes disso, aos 16 e 17 anos, o voto é facultativo. Até que idade o voto é obrigatório? A obrigatoriedade do voto vai até os 70 anos. Ao completar 70 anos, o eleitor continua tendo o direito de votar, mas deixa de ser obrigado a comparecer às urnas ou justificar a ausência caso decida não votar. O que acontece se quem é obrigado não votar? O eleitor com voto obrigatório que não comparecer às urnas deve justificar a ausência à Justiça Eleitoral ou pagar uma multa. Se a situação não for regularizada, o eleitor pode enfrentar restrições, como obter passaporte, tomar posse em cargo público, receber remuneração de função pública, participar de concursos públicos e realizar outros atos que exigem quitação eleitoral. Quem tem voto facultativo? O voto é facultativo para: jovens de 16 e 17 anos; pessoas com 70 anos ou mais; pessoas analfabetas, independentemente da idade. Esses eleitores podem participar normalmente das eleições, mas não sofrem penalidades caso optem por não votar.

  11. Atividades para o fim de semana em Macapá. Reprodução/Internet O fim de semana em Macapá será marcado por grandes shows nacionais gratuitos. Entre os destaques estão as apresentações dos cantores Léo Santana e Gusttavo Lima na Expofeira 2026, além do show da dupla Tasha & Tracie no Festival Amazônia Terra Preta e o Troque e pesque. O g1 reuniu os detalhes de cada evento. Veja abaixo os horários, datas e locais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 AP no WhatsApp Agora no g1 Léo Santana O cantor baiano Léo Santana se apresenta neste sábado (8), na abertura da Expofeira do Amapá, no Parque de Exposições da Fazendinha. O show gratuito faz parte da agenda de atrações nacionais do evento organizado pelo Governo do Estado. Conhecido pelo ritmo marcante do pagodão baiano e do axé, o artista traz à capital amapaense um repertório repleto de hits do carnaval e da música baiana para animar o público na arena de shows. 📅 Quando? 8 de agosto (sábado) ⌚ Que horas? A partir das 21h 📍 Onde? Parque de Exposições da Fazendinha 💰 Quanto? Evento gratuito Léo Santana vai se apresentar na Expofeira, em Macapá. Reprodução/Internet Gusttavo Lima O sertanejo Gusttavo Lima comanda a noite de domingo (9) na programação da Expofeira. O cantor apresenta a Macapá os maiores sucessos de sua carreira solo, reunindo um repertório com clássicos do sertanejo universitário e músicas que ocupam o topo das paradas no país. 📅 Quando? 9 de agosto (domingo) ⌚ Que horas? A partir das 21h 📍 Onde? Parque de Exposições da Fazendinha 💰 Quanto? Evento gratuito Gusttavo Lima vai se apresentar na Expofeira em Macapá. Julio Cesar Costa/g1 LEIA MAIS: Aeroporto de Macapá registra mais de 150 mil passageiros em voos internacionais Casa é parcialmente atingida por incêndio na Zona Oeste de Macapá Veja quem são os candidatos a governador no Amapá em 2026 Tasha & Tracie A dupla paulista de rap Tasha & Tracie se apresenta no encerramento do 5º Festival Amazônia Terra Preta, na sede da União dos Negros do Amapá (UNA). As irmãs trazem à capital amapaense o repertório que mistura rap, afrobeat e funk, marcando a programação cultural do evento promovido pelo Instituto Mapinguari. Além do show nacional, o festival conta com painéis sobre racismo ambiental, crise climática e eleições, feira de produtos regionais e apresentações de artistas locais a partir das 18h. 📅 Quando? 9 de agosto (domingo) ⌚ Que horas? Programação musical a partir das 18h 📍 Onde? União dos Negros do Amapá (UNA), no Bairro do Laguinho 💰 Quanto? Evento gratuito Tasha & Tracie são atração no Festival Amazônia Terra Preta, em Macapá. Reprodução/Internet Troque e Pesque na Expofeira A tradicional ação "Troque e Pesque" retorna à programação da Expofeira do Amapá com duas toneladas de pirapitinga em um tanque preparado especialmente para a atividade. O evento oferece uma experiência de pesca recreativa para pessoas de todas as idades, com peixes pesando entre 1,1 kg e 1,7 kg. Para participar, o visitante deve doar 1 kg de arroz ou 1 kg de feijão em troca do direito de pescar até dois peixes. Todos os alimentos arrecadados serão destinados a instituições sociais de segurança alimentar. 📅 Quando? De 9 a 16 de agosto Programação da pesca: 📍 Onde? Parque de Exposições da Fazendinha 9 a 11 de agosto (domingo a terça): - 8h às 17h 12 e 13 de agosto (quarta e quinta): fechado para manutenção técnica 14 de agosto (sexta-feira): - 8h às 12h: Ação "Sexta Elas Pescam" (exclusiva para mulheres) - 12h às 17h: Aberto para o público geral 15 de agosto (sábado): das 8h às 17h 16 de agosto (domingo): das 8h às 14h 💰 Quanto? 1 kg de alimento não perecível (arroz ou feijão) Troque e Pesque na Expofeira em Macapá. GEA/Divulgação Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:

  12. Lúpulo da cerveja é 'parente' da cannabis e depende de luz artificial ao anoitecer no Bras Celebrado nesta sexta-feira (7), o Dia Internacional da Cerveja é uma oportunidade para conhecer o caminho percorrido pela bebida até chegar ao copo. Da produção do lúpulo ao trabalho da levedura, cada etapa influencia o sabor, o aroma e as características finais da cerveja. Um dos maiores desafios da produção nacional está justamente no cultivo do lúpulo, uma das principais matérias-primas da bebida. A planta precisa de longos períodos de luminosidade para se desenvolver, condição comum em países como Estados Unidos e Alemanha durante o verão, mas rara no Brasil. Para contornar esse obstáculo, produtores brasileiros recorrem à iluminação artificial e "enganam" a planta, simulando dias mais longos para estimular seu crescimento. Além de ser um ingrediente essencial da cerveja, o lúpulo também desperta curiosidade por pertencer à mesma família botânica da cannabis, a Cannabaceae. Apesar do parentesco, as semelhanças praticamente terminam aí. "O lúpulo não tem o THC, por exemplo, que a maconha produz. Então, ela não é uma planta que vai dar o efeito entorpecente que a maconha dá", explica o produtor Murilo Ricci. Segundo ele, a planta produz apenas um efeito relaxante e tem cultivo permitido no Brasil. 'Rotas da Cerveja' é lançado com circuitos em Sorocaba, Votorantim, Jundiaí e região Divulgação/Cervejaria Alvorada O que realmente vai para a cerveja A parte mais valiosa do lúpulo está na flor. Nela ficam pequenos grãos dourados chamados lupulina, responsáveis por boa parte do amargor e dos aromas característicos da cerveja, além dos óleos essenciais utilizados na produção da bebida. Depois da colheita, as flores passam por um processo cuidadoso. Elas não podem ser lavadas para evitar a oxidação. Em seguida, são limpas manualmente e levadas para a secagem, etapa que reduz a umidade natural da flor e dura entre 16 e 20 horas. Mundo bebe cada vez menos cerveja, e cervejarias em crise penam para se reinventar 'Rotas da Cerveja' é lançado com circuitos em Sorocaba, Votorantim, Jundiaí e região Divulgação/Cervejaria Pangea "No processo de fabricação da cerveja, a gente costuma usar o lúpulo no formato que chamamos de pellet", explica Guilherme Manganello, engenheiro de alimentos e cervejeiro. Triturado e prensado, o ingrediente se torna mais prático para ser incorporado ao processo de fabricação. Não é só o lúpulo Embora seja um dos ingredientes mais conhecidos, o lúpulo está longe de ser o único componente da cerveja. Segundo Manganello, a base da maioria das receitas é o malte pilsen, também chamado de malte claro ou malte base. Nas cervejas classificadas como puro malte, a bebida é produzida apenas com malte, sem a adição de outros cereais. Além do malte de cevada, também é possível utilizar malte de trigo, responsável pelas tradicionais cervejas de trigo. Outras receitas podem incluir ingredientes conhecidos como adjuntos cervejeiros, como milho, arroz, centeio e sorgo. Taça, copo, cerveja, álcool, bebida alcoólica. Reprodução/EPTV Quem faz a cerveja é a levedura Na fábrica, os grãos são moídos e misturados à água para formar um líquido adocicado chamado mosto. Apesar de toda a tecnologia envolvida, Guilherme destaca que essa etapa ainda não produz a cerveja. "Nós, enquanto cervejeiros, não fazemos cerveja. A gente faz mosto. Quem faz a cerveja é a levedura", afirma. Após um primeiro período de descanso e resfriamento, o mosto recebe a levedura, microrganismo responsável pela fermentação. É ela que consome os açúcares presentes no líquido e os transforma em álcool, gás carbônico e diversos compostos responsáveis pelos sabores e aromas da bebida. Segundo o cervejeiro, esse processo leva entre 15 e 20 dias. Só depois disso a cerveja segue para o envase, recebe tampa e rótulo e vai para a câmara fria, onde permanece refrigerada para preservar o frescor. Afinal, qual é a diferença entre cerveja e chopp? Uma dúvida comum entre consumidores é se existe diferença entre cerveja e chopp. No Brasil, convencionou-se chamar de cerveja a bebida pasteurizada — aquela que passa por aquecimento para aumentar a durabilidade —, enquanto o chopp não é submetido a esse processo. Guilherme explica que, na cervejaria onde trabalha, a opção é não pasteurizar a bebida. "A gente quer manter essa cerveja o mais fresca possível", diz. Segundo ele, embora a pasteurização aumente o tempo de conservação, o processo também reduz parte do frescor que caracteriza a bebida. A favorita dos brasileiros Entre os diversos estilos produzidos no país, a pilsen continua sendo a preferida dos brasileiros. O estilo é conhecido pela coloração dourada, amargor moderado e teor alcoólico geralmente entre 4,5% e 4,8%, características que ajudam a explicar sua popularidade.

  13. O governo federal decidiu reduzir a geração de energia das hidrelétricas para armazenar mais água nos reservatórios e reforçar a segurança hídrica do sistema elétrico para enfrentar os efeitos do El Niño, previsto para o segundo semestre deste ano. 🔎 O El Niño é um fenômeno climático marcado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. O evento, que costuma ocorrer a cada dois a sete anos, altera os padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do planeta. No Brasil, pode intensificar o calor, aumentar o risco de seca em partes do Norte e Nordeste e provocar chuvas acima da média no Sul. A medida faz parte de um pacote de ações aprovado pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). Segundo o colegiado, a probabilidade de ocorrência do El Niño no segundo semestre é de 70%. Entre as demais medidas adotadas estão: acompanhamento intensivo das condições hidrometeorológicas que afetam o sistema elétrico; criação de uma sala de monitoramento do abastecimento de combustíveis para os sistemas de geração da Região Norte; e participação em grupos interinstitucionais sobre o fenômeno, com órgãos como a Casa Civil e a Defesa Civil. O plano também prevê o monitoramento e a adoção de medidas preventivas por agentes dos setores de geração, transmissão e distribuição de energia. Usina hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo Acervo Secom El Niño Reportagem do Fantástico mostrou que o El Niño deve aumentar o risco de eventos climáticos extremos no Brasil nos próximos meses. Segundo especialistas, o fenômeno, provocado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico na costa do Peru, já começou a influenciar o clima e tende a favorecer tempestades severas e enchentes, especialmente na Região Sul. A previsão ocorre em um momento em que diferentes partes do mundo enfrentam uma sequência de desastres relacionados ao clima. Na Europa, incêndios florestais ganharam força com o aumento das temperaturas. Índia e China registraram enchentes e ondas de calor, enquanto o Chile enfrentou nevascas e inundações. No Brasil, o Rio Grande do Sul foi atingido por chuva intensa, granizo e tornados. Segundo meteorologistas, o excesso de chuva registrado recentemente no Sul já indica uma antecipação da influência do El Niño. "O que a gente vem observando é uma antecipação de potencial influência desse fenômeno nesse excesso de chuva que a gente viu recentemente no Sul do país", afirma um especialista ouvido na reportagem. De acordo com os pesquisadores, o fenômeno já está formado e seus efeitos devem ficar mais intensos ao longo dos próximos meses. "Ele agora já está influenciando. Já está favorecendo essas tempestades severas, inundações no Sul, e o pico que se espera desses eventos deve acontecer daqui a alguns meses", disse.

  14. Quem é Abelardo de la Espriella, presidente eleito em apuração preliminar na Colômbia O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, toma posse nesta sexta-feira (7) em Cali, no sudoeste do país. Será a primeira vez em décadas que a cerimônia ocorrerá fora de Bogotá, após autorização do Congresso para a transferência temporária de suas atividades para a cidade. Advogado e empresário de 47 anos, Espriella venceu as eleições de junho em uma disputa apertada contra o senador de esquerda Iván Cepeda, aliado do atual presidente, Gustavo Petro. A apuração preliminar apontou vantagem de cerca de 250 mil votos para o candidato da direita, o que foi posteriormente confirmado pelas autoridades eleitorais. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A transferência da posse para Cali gerou controvérsia porque a cerimônia presidencial na Colômbia tradicionalmente ocorre no Congresso, em Bogotá. Após vencer a eleição, Espriella pediu que o evento fosse realizado fora da capital e chegou a defender uma posse em uma base militar no departamento de Cauca, mas a proposta enfrentou resistência de Petro. O Congresso acabou autorizando a mudança temporária de suas atividades para um auditório universitário na cidade. Parlamentares de esquerda votaram contra a medida, anunciaram boicote ao evento e convocaram mobilizações em diferentes cidades do país. LEIA TAMBÉM Cidadania dos EUA e 'anti-establishment': quem é Abelardo de la Espriella, presidente eleito em apuração preliminar na Colômbia Presidente eleito da Colômbia diz que romperá relações diplomáticas com Cuba e Nicarágua Lula e novo presidente da Colômbia devem ter relação pragmática, avalia diplomacia do Brasil Durante a campanha, Espriella se apresentou como um candidato antissistema e prometeu uma guinada à direita no país. Entre suas principais bandeiras estavam o endurecimento do combate ao crime organizado, cortes nos gastos públicos, redução do tamanho do Estado e ampliação da exploração de petróleo. Nas últimas semanas, o presidente eleito também anunciou medidas para o início do governo, incluindo a criação de uma força especial focada no combate à criminalidade urbana, a revisão da estratégia de segurança contra grupos armados e um plano de austeridade que prevê o fechamento de embaixadas e consulados considerados não essenciais. Abelardo De La Espriella Charlie Cordero/Reuters A posse também será marcada por um ambiente político tenso. Petro questionou o resultado da eleição durante o processo de apuração e se opôs inicialmente ao plano de Espriella de realizar a cerimônia em uma instalação militar. O impasse levou a equipe do presidente eleito a transferir o evento para um auditório universitário em Cali. Ao longo da campanha, Espriella acumulou polêmicas por declarações consideradas provocativas e pelo apoio explícito recebido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Admirador de líderes conservadores como Trump e Javier Milei, ele fez da retórica contra a esquerda um dos pilares de sua candidatura. O novo presidente também enfrentou críticas por sua atuação como advogado de clientes controversos antes de entrar na política e por propostas de linha dura na área de segurança, inspiradas no modelo adotado por El Salvador. Seus apoiadores, por outro lado, o veem como um outsider capaz de enfrentar a violência e impulsionar a economia colombiana. Com representação minoritária no Congresso, Espriella deverá iniciar o mandato negociando apoio para aprovar suas reformas. Ele já afirmou que poderá recorrer a decretos caso encontre resistência do Legislativo para implementar parte de seu programa de governo.Espriella toma posse na Colômbia após vitória apertada e promessa de guinada à direita

  15. Lei Maria da Penha completa 20 anos e detalha cinco tipos de violência contra a mulher A Lei Maria da Penha completa 20 anos nesta sexta-feira (7). A lei assegura direitos a mulheres vítimas de violência doméstica e familiar, independentemente de a relação ser heterossexual ou homoafetiva e também protege as mulheres transsexuais. A lei criou medidas para garantir a integridade das mulheres vítimas de violência. Entre elas, a prisão em flagrante e a prisão preventiva do agressor quando houver risco à mulher. A legislação também garante a manutenção do emprego da mulher, por até seis meses, caso ela precise se afastar do trabalho por motivos de segurança. A Lei Maria da Penha traz as chamadas medidas protetivas de urgência para a mulher, que vão desde o afastamento do agressor da residência e proibição de contato com a vítima à proteção do patrimônio da mulher. Neste último cenário, o juiz pode determinar a restituição de bens retirados pelo agressor, proibi-lo de vender os bens do casal e até a suspensão de procurações dadas a ele. O g1 conversou com a doutora em Direito Penal e especialista em violência de gênero, Alice Bianchini, para entender a evolução da lei ao longo desses 20 anos. Bianchini faz parte do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), órgão do governo federal criado em 1985 para promover políticas que eliminem a discriminação contra a mulher e assegurem sua participação nas atividades políticas, econômicas e culturais do país. Violência contra a mulher © Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Fim das 'penas de cesta básica' Antes da Lei Maria da Penha, nos juizados de pequenas causas, era comum que um acordo fosse feito entre o juiz, o Ministério Público e o agressor, sem a participação da vítima. A violência era interpretada como infração de menor potencial ofensivo. Com isso, punições mais leves eram aplicadas, como multa e pagamento de cesta básica. Alguns juízes até determinavam que o agressor deveria pedir desculpas e enviar flores à mulher agredida. A Lei Maria da Penha autoriza a criação de juizados especializados, que têm tanto a competência criminal – para condenar o agressor com uma pena – quanto a cível, que julga as ações de família, como o divórcio. Alice Bianchini cita o exemplo do Mato Grosso, que instituiu Varas e Juizados Especializados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Em Mato Grosso, uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogos e assistentes sociais, auxilia no acolhimento das vítimas e há integração maior entre Judiciário e as polícias. Isso dá agilidade na adoção de medidas protetivas e reduz a necessidade de a mulher agredida ter de recorrer a diferentes partes do Judiciário, tendo que reviver novamente sua história de violência. Outra iniciativa é a Casa da Mulher Brasileira, que reúne também diversos serviços num só lugar: apoio psicossocial, delegacia, juizado, alojamento e abrigo também para as crianças. Reeducação do agressor Em 2018, a Lei Maria da Penha passou a prever que o descumprimento da medida protetiva é um crime específico, podendo levar à prisão preventiva do agressor. Em 2019, a lei permitiu que o delegado afaste o agressor do lar se o município não tiver comarca. Se não houver delegado disponível, o policial pode aplicar a medida protetiva, e a decisão precisa ser comunicada ao juiz dentro de 24 horas. Em 2020, iniciou-se o encaminhamento dos agressores para programas de educação e acompanhamento psicossocial. Segundo a especialista, o índice de reincidência dos homens que entram nos grupos de reeducação "é muito pequeno". "O programa tem alta performance a um custo baixo. Deveria ter grupos em todos os lugares do Brasil, mas não temos nem 500 grupos", analisou Alice Bianchini. Violência psicológica Em 2021, o crime específico de violência psicológica contra a mulher foi incluído no Código Penal, apesar de este tipo de violência já ser reconhecido na Lei Maria da Penha. 🔎 Violência psicológica acontece quando uma ação ou omissão causa dano à autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. Pode ser exemplificada pela humilhação, isolamento de amigos e familiares, violação da intimidade, negligência, ameaça, confinamento doméstico, crítica pelo desempenho sexual, entre outros. Em 2023, mudanças na lei permitiram que a medida protetiva de urgência seja concedida mesmo sem abertura de um inquérito policial ou processo penal. O aperfeiçoamento das regras solucionou uma insegurança jurídica que existia até então, por conta de uma divergência de interpretação da lei por cada juiz e até pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Alice Bianchini explicou que a medida protetiva pode ser aplicada ainda que não exista um crime registrado. Desta forma, basta unicamente a palavra da vítima, desde que haja "coerência" e "verossimilhança fática" – quando há credibilidade nos fatos narrados – pontua a especialista. Antes de 2023, a medida protetiva durava 90 dias e se a mulher não conseguisse provar as agressões, a medida era revogada. Agora, a partir da nova legislação, não existe mais prazo. A proteção da mulher ocorre enquanto for necessário. Legítima defesa da honra Também em 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a "legítima defesa da honra" é uma tese inconstitucional e não pode ser usada pela defesa do acusado nem pelo juiz em nenhuma fase do processo, inclusive pelo Tribunal do Júri. O julgamento pode ser anulado caso essa tese seja usada. Ela era utilizada em casos de assassinato ou agressão contra mulheres, para erroneamente justificar que o agressor cometeu o crime para defender sua honra diante de uma suposta traição, por exemplo.

  16. Vendaval pode passar de 90 km/h na Região Metropolitana; veja previsão O Rio de Janeiro deve enfrentar uma sexta-feira (7) de ventos muito fortes, com rajadas que podem superar os 90 km/h na Região Metropolitana. Já em outras regiões do estado, as rajadas podem chegar a 110 km/h. Diante da previsão, o Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio) colocou a capital em Estágio 2 às 19h05 desta quinta-feira (6), indicando risco de ocorrências de alto impacto no município. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça As condições meteorológicas se agravaram na noite de quinta devido à combinação entre a aproximação de uma frente fria e a formação de um ciclone extratropical no Sul do país, que pode evoluir para um ciclone-bomba caso haja queda acentuada da pressão atmosférica. Esse cenário deve intensificar os ventos no estado do Rio até o próximo domingo (9). Aviso do Inmet sobre o vendaval Inmet/Reprodução Em entrevista ao RJ2, o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) afirmou que a prefeitura mobilizou equipes para minimizar os impactos da ventania e orientou a população a se preparar. "O que a gente está fazendo é mobilizar todas as equipes e deixar os cariocas avisados. Amanhã cedo vamos fazer outro alerta pelos celulares para que todo mundo comece o dia sabendo. É para se preparar para um dia atípico e evitar atividades ao ar livre", afirmou. Segundo o sistema Alerta Rio, a sexta-feira terá rajadas de vento que devem ganhar força, atingindo intensidade forte (entre 52 km/h e 76 km/h) e muito forte (acima de 76 km/h). Também há previsão de pancadas isoladas de chuva a partir do fim da tarde. Na semana passada, uma rajada de vento chegou a 105 km/h na estação meteorológica do Galeão, na Zona Norte da cidade. Essa foi a maior rajada de vento em 20 anos no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, de acordo com dados do Cemaden. Rio entra em Estágio 2 por previsão de ventos fortes nesta sexta Reprodução/TV Globo Segundo a previsão do Climatempo, a capital do estado terá sol entre muitas nuvens durante a manhã de sexta, com aumento da nebulosidade ao longo do dia. Há previsão de pancadas de chuva à tarde e à noite, com volume estimado em 10 milímetros e 44% de chance de precipitação. Os termômetros devem variar entre 19°C e 37°C. A umidade relativa do ar deve oscilar entre 32% e 85%. Previsão para o restante do estado Os efeitos da frente fria e do ciclone também devem atingir outras regiões fluminenses com intensidade ainda maior. Nas regiões Serrana, Costa Verde e Sul Fluminense, a previsão é de rajadas superiores a 110 km/h. No Noroeste Fluminense, onde a intensidade deve ser menor, os ventos ainda podem alcançar cerca de 70 km/h. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também emitiu avisos para o estado. Além do alerta de vendaval, válido entre esta quinta-feira e o sábado, o instituto publicou um aviso laranja para ventos costeiros durante toda a sexta-feira em trechos do litoral do Rio de Janeiro. O alerta inclui municípios das Baixadas Litorâneas e do Norte Fluminense, como Cabo Frio, Arraial do Cabo, Armação dos Búzios e Campos dos Goytacazes. Segundo o Inmet, a intensificação dos ventos pode provocar movimentação de dunas sobre construções próximas à orla. O instituto orienta que, durante as rajadas, a população permaneça em locais abrigados, evite ficar debaixo de árvores devido ao risco de quedas e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda.

  17. Em meio à tensão com PF, André Mendonça se reúne com Ministério da Justiça e AGU Ex-chefe da Polícia Federal (PF) no Amazonas, o policial aposentado Alexandre Saraiva questionou até onde vai a autonomia da corporação após a divulgação de uma nota assinada por 27 superintendentes em apoio à direção-geral da PF. Além do ineditismo, ele vê uma mudança de cultura. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Saraiva permaneceu 23 anos na corporação. Quando comandava a PF no Amazonas, ele apresentou uma notícia-crime contra o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e acabou substituído da função e enviado ao RJ. À época, ele comandava a investigação da maior apreensão de madeira do país. Ele também prestou depoimento, em 2020, em inquérito que investigava se o então presidente Jair Bolsonaro (PL) tentou interferir na PF, após o pedido de demissão do ministro da Justiça daquele momento, o atual senador Sérgio Moro. Alexandre Saraiva, ex-superintendente da PF no Amazonas, em imagem de 2020 Reprodução/TV Globo Nesta quinta-feira (6), os 27 superintendentes regionais divulgaram uma nota conjunta em que defendem o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e reafirmam o compromisso da instituição com a Constituição, a legalidade e o Estado Democrático de Direito. Segundo Saraiva, a nota tem um teor inédito e se apresenta como um alinhamento dos chefes locais com a direção-geral. Ele critica a possibilidade de que o movimento tenha mais a ver com perspectivas futuras dentro da corporação do que propriamente com a defesa de operações e investigações. "Quando posições passam a funcionar como indulgências profissionais e manifestações de alinhamento parecem credenciais úteis para alcançá-las, não são apenas algumas carreiras que mudam. Muda a cultura inteira. A nota de apoio não criou esse ambiente, apenas o tornou visível", afirma o ex-superintendente. "A autonomia não precisou ser formalmente revogada. Bastou multiplicar metas, fluxos, validações e padrões até que qualquer iniciativa fora do roteiro administrativo se tornasse quase impossível", disse. O texto divulgado pelos atuais chefes locais da PF surge em momento no qual integrantes da equipe do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (SFT), suspeitam que Rodrigues repasse ao governo Lula (PT) informações privilegiadas sobre investigações em andamento -- como no caso de Lulinha, filho do presidente. Em meio à tensão com PF, André Mendonça faz reunião com Ministério da Justiça e AGU Governo federal promete aumentar efetivo das equipes que investigam caso de corrupção A análise de Saraiva é de que o documento, feito em um cenário de forte tensão institucional entre a PF e Mendonça, indica uma mudança de cultura dentro da corporação e alerta que a independência "não pode existir apenas nas notas oficiais ou ser invocada quando interessa à administração, mas precisa sobreviver justamente quando incomoda." Saraiva analisa que a PF deixou de priorizar a precisão e passou a valorizar números e indicadores, o que teria levado à "inflação da linguagem" e à apresentação de ações ordinárias como operações extraordinárias. "Não basta falar em autonomia institucional quando quem efetivamente conduz o trabalho pode ser afastado, substituído, esvaziado ou soterrado por controles administrativos sempre que sua atuação contraria expectativas", critica o policial aposentado.

  18. Nando Reis Felipe Maior O fim de semana chega com uma programação variada para quem quer aproveitar São Paulo: shows de grandes nomes da música brasileira, estreias no teatro, exposições inéditas, cinema, festivais e eventos gratuitos. Entre os destaques estão a nova turnê "Pra Você Guardei o Amor", de Nando Reis, a estreia da peça "Meu Deus", com Sérgio Guizé e Bianca Bin, e um concerto da Tom Jobim Big Band em homenagem a Rita Lee. Para os fãs de artes visuais, o Museu de Arte Brasileira da FAAP recebe a exposição "Miró: Mestre das Formas", com mais de 100 obras originais do artista catalão. A programação ainda inclui roda de samba em Cidade Tiradentes, festival dedicado aos gatos no Centro Cultural São Paulo, encontro oficial com Ladybug e Cat Noir em Barueri, mostra gratuita na Cinemateca Brasileira, espetáculos de teatro, tributos ao rock e diversas atrações para curtir sozinho, em casal, com amigos ou com toda a família. 🔥 Programas em alta 🎤 Shows 🎭 Espetáculos 🎥 Cinema 🖼️ Exposições 🧸 Passeios 🔥 Programas em alta Nando Reis turnê "Pra Você Guardei o Amor" Nando Reis leva para a estrada a nova turnê, “Pra Você Guardei o Amor”. O espetáculo é construído com canções que atravessam décadas de aventuras e desventuras de amor e revelam diferentes formas de sentir, reunindo hits do repertório, músicas do último álbum e releituras de clássicas canções de amor que marcaram a vida do artista. 📅 Quando? 8 de agosto (sábado), às 22h 📍 Onde? Espaço Unimed: Rua Tagipurú, 795 - Barra Funda (Zona Oeste) 💲 Quanto? De R$ 120 a R$ 340 ➡️ Mais informações e ingressos "Meu Deus", com Sérgio Guizé e Bianca Bin Sérgio Guizé e Bianca Bin em espetáculo no Teatro das Artes, em SP Reprodução/Instagram @caiooviedo A história se passa em um dia na vida da psicóloga Ana, personagem interpretada por Bianca Bin, que recebe um telefonema misterioso de um homem desesperado, interpretado por Sérgio Guizé, que insiste em marcar uma consulta com ela no mesmo dia. Quando ele chega, apresenta-se como sendo Deus. Deus profundamente deprimido com a situação do Paraíso que um dia criou. Ana tem apenas uma sessão de terapia para convencê-lo do contrário e salvar o mundo, e isso se dará ao longo dessa divertida peça e com revelações surpreendentes de como seria realmente encontrar com Deus. Com olhar cômico, perspicaz e humor ácido, o espetáculo analisa a imagem de Deus e sua relação inconsistente com as pessoas. 📅 Quando? 7 e 8 de agosto, às 20h, e 9 de agosto, às 17h 📍 Onde? Teatro das Artes (Shopping Eldorado): Avenida Rebouças, 3970 - Pinheiros (Zona Oeste) 💲 Quanto? De R$ 120 a R$ 160 ➡️ Mais informações e ingressos São Julhão Festival Pacaembu recebe Vila São Julhão O São Julhão transforma o Pacaembu em um grande encontro da cultura nordestina com cinco dias de programação gratuita e shows de grandes nomes da música. A Vila São Julhão reúne apresentações de forró, quadrilhas, maracatu, oficinas, literatura, gastronomia, humor e atividades para toda a família, enquanto a Mercado Livre Arena Pacaembu recebe artistas como João Gomes, Alceu Valença, Dorgival Dantas, Fagner, Mari Fernandez, Zé Vaqueiro, Xand Avião, Nattan e Calcinha Preta. Os ingressos para os shows também podem ser retirados gratuitamente, mediante disponibilidade. 📅 Quando? Até domingo (9). A Vila funciona diariamente, das 10h às 21h 📍 Onde? Mercado Livre Arena Pacaembu | Praça Charles Miller, s/n - Pacaembu, Zona Oeste 💲 Quanto? Gratuito (mediante retirada antecipada de ingressos, sujeita à disponibilidade) ➡️ Mais informações e ingressos 🎤 Shows Almir e Gabriel Sater – Pai e Filho Almir e Gabriel Sater Reprodução Almir Sater e Gabriel Sater se unem no palco para celebrar a música de raiz brasileira na turnê "Pai e Filho". O repertório reúne a experiência e a tradição de Almir com a nova geração representada por Gabriel, em um espetáculo que valoriza a viola, as raízes e a cultura sertaneja. 📅 Quando? Sábado (8) 📍 Onde? Vibra São Paulo — Av. das Nações Unidas, 17.955, Vila Almeida (Zona Sul) 💲 Quanto? Ingressos a partir de R$ 120 ➡️ Mais informações e ingressos Roda de Samba na Cidade Tiradentes Comunidade do Samba Cidade Tiradentes ocupa Centro Cultural Arte em Construção com roda de samba Divulgação Comunidade do Samba Cidade Tiradentes ocupa Centro Cultural Arte em Construção com roda de samba. O encontro reúne artistas do território, celebra os 80 anos de Almir Guineto, promove aula de samba rock e acontece junto à Feira Fortalece Aí, dedicada ao empreendedorismo feminino local. 📅 Quando? 8 de agosto (sábado), às 15h 📍 Onde? Centro Cultural Arte em Construção – Instituto Pombas Urbanas - Av. dos Metalúrgicos, 2100 - Cidade Tiradentes (Zona Leste) 💲 Quanto? Gratuito Altemar Dutra Jr. homenageia Frank Sinatra e outros Altemar Dutra Jr. homenageia Frank Sinatra em show com Big Band Reprodução Altemar Dutra Jr. apresenta o espetáculo "Altemar Dutra Jr. canta Frank Sinatra e muitos outros" no Teatro B32, em São Paulo, no dia 9 de agosto, acompanhado pela SP Pop's Big Band, sob regência do maestro Ederlei Lirussi. O show reúne clássicos de Frank Sinatra, como "My Way", "New York, New York" e "Let Me Try Again", além de sucessos de Michael Bublé, Luis Miguel, Tim Maia e Luiz Melodia, em um concerto que celebra grandes intérpretes da música internacional e brasileira. 📍 Onde: Teatro B32 – Rua Lício Nogueira, 92, Itaim Bibi 📅 Quando: 9 de agosto, às 18h 💲 Quanto: Ingressos a partir de R$ 70 ➡️ Mais informações e ingressos Tributo a Ghost, Twisted Sister e W.A.S.P. Galeria do Rock Rooftop recebe tributo a Ghost, Twisted Sister e W.A.S.P. em tarde dedicada ao rock e ao heavy metal Divulgação Os fãs de rock e heavy metal têm encontro marcado no Rooftop da Galeria do Rock, no Centro Histórico de São Paulo. O espaço recebe uma programação especial com tributos a três grandes nomes do gênero: Twisted Sister, W.A.S.P. e Ghost, reunindo clássicos que marcaram diferentes gerações do rock. A programação começa com o show da Twisted Sister Cover Brazil. Na sequência, a W.A.S.P. Cover Brazil sobe ao palco com um repertório repleto de sucessos da lendária banda liderada por Blackie Lawless. Fechando a programação, a banda Sangreal apresenta um tributo ao Ghost, recriando a atmosfera teatral e sombria que transformou o grupo sueco em um dos maiores fenômenos do rock contemporâneo. 📅 Quando? 8 de agosto (sábado), às 12h 📍 Onde? Rooftop Galeria do Rock – 5º andar (à esquerda): Av. São João, 439 – Centro Histórico 💲 Quanto? De R$ 30 a R$ 40 ➡️ Mais informações e ingressos 🎭 Espetáculos Tom Jobim Big Band visita Rita Lee Concerto "Tom Jobim Big Band visita Rita Lee" no Theatro São Pedro Divulgação A Tom Jobim Big Band apresenta uma homenagem musical a eterna Rita Lee, no Theatro São Pedro. Sob a regência dos maestros Nelson Ayres e Tiago Costa, o programa traz obras icônicas da cantora, compositora e multi-instrumentista, cuja trajetória musical em constante estado de inventividade. O repertório trará hits como "Lança Perfume", "Agora Só Falta Você", "Jardins da Babilônia", "Flagra", entre outros sucessos em arranjos sinfônicos exclusivos. 📅 Quando? 8 de agosto (sábado), às 20h 📍 Onde? Theatro São Pedro: Rua Barra Funda, 171 - Barra Funda (Zona Oeste) 💲 Quanto? R$ 52 (inteira) | R$ 26 (meia) ➡️ Mais informações e ingressos "DesAbrigo" Espetáculo Desabrigo, inspirado em Sambas de Adoniran Barbosa, estreia na Zona Leste de SP Divulgação O grupo Exército Contra Nada convida para a Abertura de Processo Criativo do espetáculo "DesAbrigo". Inspirado em sambas de Adoniran Barbosa, o espetáculo de circo-teatro acompanha dois palhaços que atravessam a cidade carregando memórias de quem perdeu sua casa e encontra, no encontro com o outro, novas formas de reconstruir o pertencimento. 📅 Quando? Domingo (9), às 20h 📍 Onde? Teatro Flávio Império: R. Prof. Alves Pedroso, 600 - Cangaiba (Zona Leste) 💲 Quanto? Gratuito Não Aprendi Dizer Adeus Não Aprendi Dizer Adeus Divulgação O espetáculo de palhaçaria para adultos “Não Aprendi Dizer Adeus” retorna a São Paulo para uma temporada gratuita em teatros municipais. Idealizado, escrito e protagonizado por Bárbara Salomé, o solo acompanha a palhaça Leila Simplesmente Leila, que tenta fugir da própria morte em meio a situações absurdas e divertidas. A peça aborda temas como luto, memória, despedidas e a dificuldade de falar sobre a finitude, aproximando humor e reflexão em uma experiência de interação com o público. As apresentações acontecem em agosto e setembro, em diferentes regiões da capital. 📅 Quando? Sexta (7) e sábado (8), às 20h. 📍 Onde? Teatro Flávio Império — Rua Professor Alves Pedroso, 600, Cangaíba (Zona Leste) 💲 Quanto? Grátis. Os ingressos são distribuídos uma hora antes de cada sessão, na bilheteria do teatro. ➡️ Mais informações 🎥 Cinema 5ª Mostra SAC: Espetáculo, Polêmica, Cultura O Manuscrito de Saragoça Reprodução A Cinemateca Brasileira recebe a 5ª Mostra SAC: Espetáculo, Polêmica, Cultura, que reúne clássicos do cinema brasileiro e internacional. A seleção recupera filmes que passaram pelo Cine Belas Artes quando a Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC) era responsável pela programação da sala, enquanto o recorte brasileiro reúne obras de diferentes períodos e destaca o trabalho de preservação e recuperação de filmes. Entre os destaques estão novas cópias digitais de obras como "Oito Universitários", de David Neves, "Perpétuo contra o Esquadrão da Morte" e "Consórcio de Intrigas", de Miguel Borges, além de títulos como "Fulaninha", "Redenção", "Césio 137 - O Pesadelo de Goiânia" e "O Manuscrito de Saragoça". 📅 Quando? De 29 de julho a 9 de agosto 📍 Onde? Cinemateca Brasileira — Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino (Zona Sul) 💲 Quanto? Grátis (ingressos distribuídos uma hora antes das sessões) ➡️ Mais informações e programação completa 🖼️ Exposições Miró: Mestre das Formas Joan Miró, 2 + 5 = 7 (1965) Reprodução Mais de 100 obras originais de Joan Miró, entre pinturas, esculturas, gravuras, tapeçarias e fotografias, chegam ao Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP) na exposição "Miró: Mestre das Formas". A mostra reúne peças vindas de instituições e coleções europeias, incluindo a Fundação Miró de Barcelona, e apresenta dezenas de obras que nunca foram exibidas no Brasil. Com curadoria do espanhol Jordi J. Clavero, a exposição é dividida em cinco núcleos que percorrem diferentes momentos da trajetória do artista catalão, conhecido pelas formas orgânicas, símbolos poéticos, cores marcantes e pela experimentação que aproximou sua produção do surrealismo e da abstração. 📅 Quando? De 7 de agosto a 12 de outubro | Terça a domingo, das 9h às 20h 📍 Onde? MAB FAAP — Rua Alagoas, 903, Higienópolis (Centro) 💲 Quanto? R$ 50 ➡️ Mais informações e ingressos 🧸 Passeios "Cortina" reúne DJ MEME e duo From House to Disco Cortina reúne DJ MEME e duo From House to Disco Marcelo Sarti e Gabe Ortiz O "Cortina" coloca lado a lado duas gerações da house music brasileira: o veterano DJ MEME, nome fundamental para a consolidação do gênero no país, e a dupla From House to Disco, formada por Bruna Ferreira e Lívia Lanzoni, reconhecida pela pesquisa musical que conecta clássicos da disco music e do house às sonoridades contemporâneas. O evento é uma edição especial do projeto Cortina Apresenta, que transforma o subsolo da casa em um ponto de encontro entre artistas que ajudam a contar diferentes capítulos da cultura de pista. 📅 Quando? Sábado (14), das 23h às 5h 📍 Onde? Cortina – Rua Araújo, 62, República (Centro) 💲 Quanto? A partir de R$ 45 ➡️ Mais informações e ingressos GoldeN GatoFest GoldeN GatoFest acontece no Dia Internacional do Gato Divulgação O GoldeN GatoFest ocupa o Centro Cultural São Paulo no Dia Internacional do Gato com uma programação gratuita para os fãs de felinos. O festival reúne cinema ao ar livre, feira com mais de 50 expositores, palestras, música, yoga, oficina infantil e stand-up comedy, além de ações de ONGs de proteção animal. Entre os destaques estão o GatoFestFilme, com vídeos de gatos enviados pelo público, e uma sessão exclusiva do internacional CatVideoFest, com uma seleção de vídeos, animações e clipes sobre gatos. 📅 Quando? Sábado (8), das 11h às 22h 📍 Onde? Centro Cultural São Paulo | Rua Vergueiro, 1.000, Liberdade (próximo ao Metrô Vergueiro) 💲 Quanto? Gratuito ➡️ Mais informações Miraculous Day Evento gratuito celebra o Miraculous Day com encontro oficial de Ladybug e Cat Noir Divulgação O Parque Shopping Barueri foi escolhido para receber um dos eventos mais aguardados pelos fãs da animação "Miraculous - As Aventuras de Ladybug e Cat Noir". O empreendimento promove um encontro oficial com Ladybug e Cat Noir e convida crianças, jovens e famílias para viverem uma experiência especial ao lado da dupla que conquistou fãs ao redor do mundo. Os visitantes poderão encontrar os heróis, registrar fotos e participar da celebração inspirada no tema mundial de 2026: "Desperte o Herói que Há em Você". 📅 Quando? 8 de agosto (sábado), das 13h às 19h30 📍 Onde? Parque Shopping Barueri: Rua General Divisão Pedro Rodrigues da Silva, 400 - Aldeia, Barueri 💲 Quanto? Gratuito Osesp celebra: Cinema brasileiro A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) apresenta um concerto especial dedicado às trilhas sonoras de grandes filmes nacionais. O repertório percorre diferentes momentos do cinema brasileiro, com músicas de produções como Deus e o Diabo na Terra do Sol, Central do Brasil, O Auto da Compadecida, Cidade de Deus, Bacurau, Lisbela e o Prisioneiro e Ainda Estou Aqui. Além da apresentação da orquestra, o espetáculo terá projeções de cenas de filmes e a participação dos atores Aílton Graça, Júlia Sanchez e Rodrigo Mancusi, que conduzem o público por um passeio pela história das trilhas sonoras brasileiras. A regência e direção musical são de Wagner Polistchuk. 📅 Quando? 13 de agosto, às 20h; 14 de agosto, às 20h; e 15 de agosto, às 16h30. 📍 Onde? Sala São Paulo — Praça Júlio Prestes, 16, Campos Elíseos (Centro) 💲 Quanto? R$ 50 (inteira) ➡️ Mais informações e ingressos

  19. Sinal universal de socorro: o que fazer ao ver gesto usado por vítima de violência no PR O agressor da mulher que foi socorrida após fazer o sinal universal de socorro e receber ajuda de testemunhas em Pitanga, na região central do Paraná, apedrejou a casa da família da vítima um dia após ter sido solto. O g1 optou por não divulgar o nome dele para proteger a identidade da vítima. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Inicialmente, ele foi detido em flagrante na tarde de segunda-feira (3), depois que invadiu a casa da mulher, a agrediu com socos, chutes e com um cabo de vassoura. Em seguida, ele a obrigou a sair com ele rumo à casa do atual namorado dela para "tirar satisfação". No trajeto, ela fez o gesto que simboliza o pedido de socorro. Testemunhas viram e pararam para ajudá-la e levá-la até a polícia, onde o homem foi preso. A cena foi registrada por câmeras de segurança. Assista no vídeo acima. Na terça (4), porém, o agressor foi liberado pela Justiça a pedido do Ministério Público (MP) após passar por audiência de custódia. Ele não precisou pagar fiança e, apesar de ter que cumprir algumas medidas cautelares, não foi proibido de manter contato ou se aproximar da vítima. O g1 apurou que o autor dos ataques já tem uma passagem na polícia por violência doméstica em 2017, contra uma outra vítima. Esse inquérito foi arquivado. Em 2022, ele teve uma nova passagem pelo crime de ameaça, caso que ainda não foi julgado. Como nenhuma das denúncias contra o homem teve processo de julgamento concluído na Justiça, ele é considerado réu primário. Questionado sobre as medidas adotadas no caso, o Ministério Público respondeu que a Justiça decidiu não impor a fiança "por entender que a medida era desnecessária diante das circunstâncias do caso concreto e das cautelares aplicadas". O órgão não respondeu por qual motivo pediu a liberdade do agressor. Na quarta-feira (5), o homem apedrejou a casa da família da vítima, os ameaçou e danificou o carro da mulher. Após o episódio, a vítima pediu uma medida protetiva contra o agressor e ele foi preso na quinta-feira (6). Agressor de mulher que fez sinal universal de socorro apedreja casa da família da vítima e é preso novamente PCPR Mão aberta e punho cerrado: entenda sinal de socorro que salvou vítima de violência doméstica O que fazer ao ver o gesto Qual é o sinal? Sinal de socorro usado por mulheres em situação de perigo g1 PR O gesto feito pela mulher é conhecido como o "sinal universal de socorro". Silencioso, justamente para não ser percebido pelo agressor, ele consiste em deixar a mão com a palma para fora, dobrar o polegar para dentro e fechar os outros quatro dedos sobre ele. A ideia é que quem veja a situação entenda que a mulher está sendo vítima de violência e a ajude. LEIA TAMBÉM: Violência: Paraná registrou uma morte a cada 302 abordagens policiais em 2025 Sorteio do Nota Paraná: Veja de quais cidades são os moradores que ganharam prêmios de R$ 1 mil Mundo: Caminhoneiro brasileiro está há mais de sete dias preso em nevasca na Argentina Abordagem após sinal Vítima de violência faz sinal de socorro, é ajudada por testemunhas e homem é preso Reprodução Segundo a Polícia Militar (PM), a mulher contou que o ex-companheiro invadiu a casa dela e a agrediu com socos, chutes e com um cabo de vassoura. O relato aponta que ele ainda a obrigou a ir com ele até a casa do atual namorado, "para tirar satisfação" — e foi nesse trajeto que ela lembrou do sinal de socorro e conseguiu ajuda. "A mulher tinha sido agredida pelo ex-companheiro, que tinha invadido a casa e, por questões de ciúme do atual companheiro dessa vítima, a agrediu e a levou para tomar satisfações no outro endereço, onde reside o atual companheiro da vítima. Nesse percurso entre a casa da vítima e a casa do atual companheiro, foi que ela conseguiu pedir ajuda através de sinais ao indivíduo que passava na rua", detalhou o delegado William Gama Assunção. Testemunhas que passavam de carro pelo local viram o sinal, pararam o veículo e abordaram o casal. As testemunhas notaram que a mulher apresentava lesões aparentes e, ao ser questionada, a vítima pediu que a polícia fosse acionada. Ela entrou no carro e o agressor quis acompanhá-la. Eles foram até a Companhia da Polícia Militar de Pitanga, onde a corporação constatou que se tratava de um caso de lesão corporal no contexto de violência doméstica e familiar. O agressor alegou que houve uma discussão e afirmou que as agressões foram mútuas. A vítima foi encaminhada ao hospital para atendimento médico. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná

  20. Ronaldo Caiado, pré-candidato à presidência da República pelo PSD, durante passagem pela Agrishow em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 O g1 e a GloboNews realizam, nesta sexta-feira (7), uma entrevista com Ronaldo Caiado, candidato à Presidência da República pelo Partido Social Democrático (PSD). 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A entrevista será conduzida pelas jornalistas Andréia Sadi e Natuza Nery nos novos estúdios da GloboNews, no Rio de Janeiro, às 14h, com duração aproximada de uma hora e meia. Onde assistir? O g1 e a GloboNews vão transmitir ao vivo e simultaneamente. Clique aqui para acessar a página de transmissão do g1. A sabatina também será transmitida no YouTube e no TikTok do g1. Após a exibição, o conteúdo completo ficará disponível em vídeo no g1 e em áudio no podcast O Assunto. ASSISTA AQUI A entrevista faz parte de uma série realizada com os candidatos. Foram convidados os cinco primeiros colocados na pesquisa Datafolha mais recente, divulgada no dia 24 de julho. O primeiro entrevistado foi Renan Santos (Missão) nesta quarta-feira (5). Romeu Zema (Novo) participou nesta quinta-feira (6). O presidente Lula (PT), que havia sido sorteado para a terça-feira (4), decidiu não participar. Um sorteio realizado no dia 27 de julho, com a participação de representantes das campanhas, definiu a seguinte ordem: terça-feira (4): Lula (PT) – a assessoria do presidente informou que ele não compareceria. quarta-feira (5): Renan Santos (Missão) – participou na quarta (5), veja como foi. quinta-feira (6): Romeu Zema (Novo) – participou na quinta (6), veja como foi. sexta-feira (7): Ronaldo Caiado (PSD) – confirmou presença. segunda-feira (10): Flávio Bolsonaro (PL) – ainda não confirmou presença. O 1º turno das eleições ocorre no dia 4 de outubro. Agora no g1 Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos Ricardo Stuckert, Raul Spinassé, Cristiano Borges, Karoline Barreto e Reprodução

  21. Delegado do caso do menino Gustavo explica detalhes da investigação O advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, suspeito da morte do filho, Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, permaneceu na casa com o corpo da criança antes de acionar a Polícia Civil, em Palmas, no último dia 3. Segundo o delegado Eduardo Menezes, durante esse período o investigado tentou criar um cenário de afogamento na piscina. A informação foi divulgada em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (6). PRISÃO DO CASAL: Menino Gustavo pode ter sido torturado antes de ser morto, diz delegado Os pais do menino viviam disputas judiciais, e a morte ocorreu na noite de domingo (2), enquanto Gustavo passava o fim de semana com o pai. Igor e a companheira, Kathellen Moreira, madrasta da criança, foram presos na madrugada de quinta-feira (6). O laudo pericial, ao qual o g1 teve acesso, apontou que a morte de Gustavo ocorreu com "crueldade, insensibilidade, indiferença e multiplicidade de lesões". De acordo com a investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Igor procurou a delegacia na tarde do dia 3 e relatou que o filho teria se afogado na piscina no dia anterior. "O crime se deu ainda na noite de domingo. O que eu imagino é que, depois da morte, ele ficou até as 16h30 do dia seguinte tentando construir uma versão, construir algum ambiente que pudesse justificar o afogamento, que pudesse, de alguma forma, tirar dele a responsabilidade sobre aquela morte", afirmou o delegado. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp LEIA TAMBÉM: Mãe de criança morta na casa do pai posta vídeo em homenagem ao filho: 'Eu te amo mais que tudo' O que se sabe sobre o caso da criança encontrada morta dentro de casa em Palmas Laudo do IML confirma agressão contra criança de 3 anos encontrada morta em casa Igor Gustavo Veloso foi preso na madrugada desta quinta-feira (6) Reprodução/TV Anhnaguera Segundo a polícia, o fato de Igor ser advogado torna a tentativa de simulação ainda mais evidente, uma vez que ele tinha conhecimento de que os exames periciais desmentiriam a versão acidental. "Não tenho a menor dúvida, [sobre a tentativa do pai] absolutamente. E o que chamou atenção, inclusive, é que ele é um advogado. Então ele sabia que, certamente, o laudo cadavérico desmentiria toda aquela alegação de afogamento. O afogamento causa lesões muito diferentes do que foi apresentado no laudo cadavérico", esclareceu Eduardo Menezes. A perícia realizada no imóvel constatou garrafas de bebidas alcoólicas espalhadas e indicativos de que o ambiente passou por uma higienização prévia. "Na casa, o que a gente tinha lá era muita bagunça e bebida alcoólica espalhada. [...] O menino morreu de hemorragia, então certamente teve ali derramamento de sangue por conta da região anal. Quase 10 horas do fato até a apresentação, muito provavelmente eles limparam [o ambiente]", revelou o delegado. A defesa de Kathellen Moreira informou que recebeu com surpresa a decisão que decretou a prisão preventiva da investigada e afirmou que o pedido não considerou que ela é mãe de uma bebê de cinco meses, que ainda está em fase de amamentação. Segundo a nota, será feito o pedido de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares menos severas ou por prisão domiciliar, medida permitiria conciliar o andamento das investigações com os cuidados necessários à filha (veja nota abaixo). A defesa de Igor Gustavo afirmou que ele colaborou com as autoridades desde o início, colocando-se à disposição e combinando previamente sua entrega após o mandado de prisão. A defesa ressalta que não houve captura após buscas, mas sim cumprimento acordado da ordem judicial, e informa que não comentará detalhes do caso devido ao sigilo das investigações (veja nota abaixo). Entenda o caso A mãe da criança, Sabrina da Silva Feitosa, travava disputas judiciais com Igor pelo pagamento de pensão alimentícia e relatava que o filho costumava retornar machucado das visitas quinzenais. Um vídeo gravado antes do crime mostra o menino chorando e se recusando a ir para a casa do pai. Advogados de Sabrina explicaram que ela mantinha as visitas regulamentadas por receio de ser acusada de alienação parental e por sofrer constantes ameaças. Advogados de Sabrina informaram que ela não poderia privar a criança da convivência com o pai para não caracterizar alienação parental. Ela movia uma ação na Justiça cobrando o pagamento de pensão. Conforme a Seretaria de Segurança Pública (SSP), o pai responde pelos crimes de tortura e homicídio duplamente qualificado. A madrasta foi presa por omissão no dever legal de agir, já que estava comprovadamente no imóvel durante as agressões violentas e não interveio nem acionou socorro. Após os procedimentos na delegacia e no IML, o pai foi encaminhado ao sistema prisional e a madrasta para a unidade prisional feminina da capital. Em razão da gravidade dos fatos e da decretação da prisão, a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Tocantins (OAB-TO) informou que aplicou a medida cautelar de suspensão do registro profissional de Igor Gustavo até a conclusão do processo disciplinar no Tribunal de Ética e Disciplina (TED). O laudo do IML confirmou que o menino morreu em decorrência de hemorragia interna provocada por agressões físicas brutais e traumas na cabeça, face e região intestinal. Sabrina da Silva Feitosa durante enterro do filho Arquivo pessoal/Cirlene Feitosa Íntegra da nota da defesa de Igor Gustavo "A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada. Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência. Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações. Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso." Íntegra da nota da defesa de Kathellen Moreira "A defesa de Kathellen Moreira da Silva recebeu com profundo estarrecimento a decisão que decretou sua prisão preventiva. Causa especial preocupação o fato de não constar da decisão qualquer consideração sobre uma circunstância pessoal de extrema relevância: Kathellen é mãe e amamenta uma bebê de apenas cinco meses de idade. A maternidade está comprovada pela certidão de nascimento, e a lactação pelos próprios registros realizados nas dependências da unidade policial. Pelos documentos conhecidos até o momento, essa realidade não foi devidamente submetida à apreciação do Juízo quando do pedido de decretação da prisão preventiva. A custódia simultânea de Kathellen e do pai da bebê resultou na separação abrupta da criança de ambos os genitores, circunstância que deveria ter sido necessariamente ponderada antes da adoção da medida mais gravosa. A defesa também esclarece que Kathellen se apresentou espontaneamente para o cumprimento da ordem judicial. Diante desse cenário, a defesa adotará as medidas judiciais cabíveis para requerer a substituição da prisão preventiva por cautelares menos gravosas ou, subsidiariamente, por prisão domiciliar, compatibilizando a regularidade da investigação com a proteção dos direitos e das necessidades da bebê lactente. A defesa confia que, com a análise individualizada dos fatos e dos documentos apresentados, a situação será revista pelo Poder Judiciário, mantendo-se o respeito à investigação, à presunção de inocência e, sobretudo, à proteção integral da criança." Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

  22. PF investiga Mauro Mendes e Fábio Garcia por suposto desvio de R$ 308 milhões Os R$ 308,1 milhões pagos pelo Governo de Mato Grosso em um acordo que agora é investigado pela Polícia Federal representam um valor próximo de todo o orçamento anual previsto para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e à Defensoria Pública, em 2024. A comparação consta na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que autorizou a operação desta quinta-feira (6), e foi utilizada para dimensionar o impacto financeiro da transação. Em nota, a Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT) informou que "confia nas investigações da Polícia Federal e irá contribuir com tudo que for requerido. Aguarda com naturalidade o desdobramento da investigação, pois acredita que o caso será totalmente esclarecido". Segundo a decisão do STF, a Polícia Federal aponta que o estado assumiu uma obrigação de R$ 308,1 milhões sem previsão no orçamento. Para viabilizar os pagamentos, foi necessário reforçar a dotação orçamentária e, em alguns casos, recorrer a pagamentos feitos fora da programação inicial do orçamento. A investigação também questiona o fato de o acordo não ter seguido o regime de precatórios, sistema previsto na Constituição que determina como os governos devem pagar dívidas reconhecidas pela Justiça. Os valores comparados na decisão ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp A comparação aparece entre os elementos considerados pela PF para pedir medidas cautelares no inquérito que apura supostos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes contra o sistema financeiro e uso de informação privilegiada relacionados ao acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e a Oi S.A. Entre os principais investigados estão o ex-governador Mauro Mendes (União) e o deputado federal Fábio Paulino Garcia (União). Também são citados a ex-primeira-dama Virgínia Mendes, o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso Ricardo Gomes de Almeida e o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Ulisses Rabaneda dos Santos (veja notas no fim da reportagem). Entenda esquema de desvio de mais de R$ 308 milhões em acordo entre o Governo de Mato Grosso e a operadora Oi Arte/g1 Na decisão, o ministro Flávio Dino reproduz o entendimento da investigação de que a transação representou uma obrigação financeira "extremamente onerosa" ao estado. Ainda conforme a decisão, a Secretaria de Estado de Fazenda informou, à época da celebração do acordo, que não havia previsão orçamentária específica para suportar a despesa, o que levou à necessidade de alterações no orçamento estadual para viabilizar os pagamentos. LEIA MAIS OS INVESTIGADOS: Quem são os investigados na operação que apura desvio de R$ 308 milhões em acordo entre MT e a Oi LINHA DO TEMPO: Entenda o acordo de R$ 308 milhões entre o governo de MT e a Oi que virou alvo da Polícia Federal INVESTIGAÇÃO: PF aponta que fundos foram criados antes do acordo de R$ 308 milhões entre MT e a Oi; entenda Operação Heritage Da esquerda à direita: Mauro Mendes, Fábio Garcia, Ricardo Almeida e Ulisses Rabaneda Reprodução Ao todo, a Polícia Federal cumpriu 25 mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará. As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que também autorizou o bloqueio e a indisponibilidade de bens de até R$ 316 milhões, além da quebra dos sigilos bancário e fiscal dos investigados. Os investigadores apontam indícios de que a operação financeira teria sido usada para desviar recursos públicos por meio de uma estrutura composta por fundos de investimento em cascata e empresas interpostas. O objetivo, conforme a apuração, seria ocultar a origem, a movimentação e o destino do dinheiro. O que dizem os citados Em vídeo publicado nas redes sociais, Mauro Mendes reafirmou a legalidade da negociação conduzida pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e negou ter recebido qualquer vantagem indevida. O ex-gestor informou que os agentes da PF estiveram em sua casa apenas para recolher o seu passaporte. Mendes explicou que a investigação apura uma disputa judicial iniciada em 2009 por causa do bloqueio de valores da concessionária para cobrança de impostos. Após derrota do estado na Justiça, a dívida corrigida chegaria a quase R$ 580 milhões em 2024. Para encerrar o processo, a PGE fez um acordo e reduziu a quitação para R$ 308 milhões — negociação que, segundo ele, foi validada por órgãos de fiscalização e pelo Judiciário. O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho Junior, também se pronunciou e negou ter participado ou obtido qualquer benefício do acordo sob investigação da Polícia Federal, destacando que não ocupava nenhum cargo público entre dezembro de 2023 e abril de 2024, período em que o processo tramitou no Governo de Mato Grosso. Em nota, Mauro Carvalho reforçou que os valores aportados nas empresas das quais é sócio com o ex-governador Mauro Mendes são provenientes exclusivamente do patrimônio do próprio grupo empresarial da família Carvalho, e declarou confiar no esclarecimento dos fatos: “Não participei e não me beneficiei do acordo sob investigação, acrescento que tenho convicção de que ao final de todo o processo o caso será esclarecido e a minha inocência e da minha família será comprovada”, afirmou Mauro Carvalho. O g1 entrou em contato com a assessoria de Fábio Garcia, mas não obteve retorno até a publicação. Em nota, Ricardo Almeida disse que a apuração está relacionada com a atuação exercida quando ainda advogava e que não foi alvo de busca e apreensão, mas sim de retenção de passaporte. "No caso, atuei de forma técnica, regular e dentro das prerrogativas asseguradas à advocacia. Todo o trabalho foi realizado com observância da legislação, dos procedimentos aplicáveis e dos deveres profissionais. Refirmo a legalidade de todo o processo relacionado ao acordo firmado", disse. Em nota, a defesa de Rabaneda afirmou que os fatos apurados decorrem exclusivamente da atuação como advogado, em período anterior ao ingresso no CNJ. "Na ocasião, ele foi contratado para prestar serviços jurídicos nas tratativas que resultaram em acordo envolvendo crédito da companhia Oi S.A. perante o Estado de Mato Grosso, com atuação limitada ao exercício regular da advocacia", disse. Já a Oi esclareceu que a atual gestão não representou a companhia na negociação citada pela reportagem, e se coloca à disposição para colaborar com as autoridades competentes, fornecendo todas as informações solicitadas sobre a operação. No que se refere ao processo judicial mencionado, a Oi reiterou a política de não comentar ações em andamento. O g1 tenta localizar a defesa dos demais citados na reportagem. Operação foi cumprida pela Polícia Federal Polícia Federal/ Divulgação

  23. Cuidados durante ventos fortes: o que fazer em casa, na rua, áreas de risco e mais Esta sexta-feira (7) deve concentrar o maior risco de ventania no Sudeste, com rajadas que podem chegar a 110 km/h em áreas do litoral e do leste de São Paulo e no sul do Rio de Janeiro. Os ventos também devem ser fortes no Sul e em parte do Centro-Oeste, ainda sob influência da frente fria ligada ao ciclone extratropical que se intensifica sobre o Atlântico Sul. O sistema se formou entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul e deve avançar rapidamente para alto-mar ao longo desta sexta. Mesmo distante do continente, o ciclone continuará influenciando o tempo na costa do Sul e do Sudeste, principalmente por causa da grande diferença de pressão entre o oceano e as áreas próximas ao litoral. ➡️Esse contraste acelera o deslocamento do ar e favorece rajadas mais intensas. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O ciclone extratropical ainda pode ser classificado como ciclone-bomba. Isso ocorrerá caso seja confirmada uma queda muito rápida da pressão em seu centro ao longo de aproximadamente 24 horas. Por isso, a classificação definitiva depende da evolução observada do sistema. 🌀 ENTENDA: um “ciclone-bomba” acontece quando uma área de baixa pressão se intensifica muito rápido. Isso costuma deixar o tempo mais severo, aumentando o risco de ventos fortes, chuva intensa e de uma mudança brusca de temperatura. No Sudeste, o avanço da frente fria sobre uma massa de ar quente também deve reforçar as rajadas. O mar também deve ficar muito agitado. As ondas aumentam nesta sexta-feira na costa do Sul e avançam para o litoral do Sudeste durante o sábado (8) e o domingo (9). Segundo a Climatempo, os ventos podem variar de 90 a 110 km/h no litoral paulista, na Serra do Mar, no Vale do Paraíba, na Costa Verde e no sul do estado do Rio de Janeiro. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Em outras áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro, além do sul de Minas Gerais, as rajadas podem ficar entre 70 e 90 km/h. Essa faixa inclui a Grande São Paulo, o Vale do Ribeira, as regiões de Sorocaba, Campinas, Ribeirão Preto, Franca, Barretos e São José do Rio Preto, além da Região Metropolitana do Rio, da Região Serrana, da Região dos Lagos e do norte fluminense. Na cidade de São Paulo (SP), as rajadas podem chegar a 80 km/h. A manhã terá muitas nuvens, e a chuva deve ganhar força entre a tarde e a noite, com possibilidade de trovoadas. A temperatura máxima fica próxima de 27°C. No Rio de Janeiro (RJ), o calor ainda será intenso antes da mudança no tempo. As rajadas na capital podem chegar a 90 km/h, e os valores podem ser ainda maiores em trechos do litoral e das áreas serranas do estado. Ciclone extratropical afeta Rio Grande do Sul e outros estados do país Os maiores impactos no Sudeste não serão provocados pela passagem direta do ciclone, mas pela frente fria, pela diferença de pressão e pelo encontro do ar frio com o calor que predominava na região. ⚠️ Essa combinação pode provocar chuva forte em pouco tempo, raios e rajadas capazes de derrubar árvores, interromper o fornecimento de energia e causar danos em estruturas mais frágeis. Com essa intensidade dos ventos prevista, há possibilidade de estragos semelhantes aos registrados na semana passada nas áreas atingidas pelas rajadas mais fortes. Veja os principais destaques para os próximos dias: Esta sexta-feira deve concentrar o maior risco de ventania no Sudeste. A frente fria passa por São Paulo e se aproxima do Rio de Janeiro, e o contraste entre o ar quente e o ar frio aumentará a velocidade dos ventos. Na cidade de São Paulo (SP), as rajadas podem chegar aos 80 km/h. No sul da Região Metropolitana, há possibilidade de valores acima dos 90 km/h. O litoral paulista, a Serra do Mar, o Vale do Ribeira, a Baixada Santista, o Vale do Paraíba e áreas das regiões de Campinas e Sorocaba podem ter rajadas entre 90 e 110 km/h. No Sul, a sexta ainda terá chuva forte, trovoadas e rajadas intensas, principalmente no Paraná e em Santa Catarina. O ciclone deve se afastar, mas a frente fria continuará espalhando nuvens carregadas pelos dois estados.tos devem variar, em geral, entre 60 e 90 km/h. Na cidade do Rio de Janeiro (RJ), as rajadas podem chegar aos 90 km/h. A Costa Verde, o sul fluminense e a Região Serrana podem registrar ventos entre 70 e 90 km/h. Em Minas Gerais, o sul do estado e a Zona da Mata podem ter rajadas entre 70 e 80 km/h. Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, no Centro-Oeste, no Triângulo Mineiro e no Vale do Rio Doce, os ventos podem variar entre 50 e 70 km/h. Onde esperar os fortes ventos nesta sexta. Arte/g1 No Sul, a sexta ainda terá chuva forte, trovoadas e rajadas intensas, principalmente no Paraná e em Santa Catarina. O ciclone deve se afastar, mas a frente fria continuará espalhando nuvens carregadas pelos dois estados. No Paraná, a chuva pode ocorrer durante grande parte do dia, com maior risco de temporais no centro, no norte e no leste. As rajadas devem variar de 50 a 70 km/h em muitas áreas e podem atingir ou superar os 90 km/h no leste do estado. ☁️ Veja a previsão do tempo na sua cidade No Rio Grande do Sul, as pancadas mais fortes devem ocorrer durante a madrugada e no começo da manhã, principalmente no norte e no nordeste do estado. A chuva perde força no decorrer do dia, e o tempo volta a ficar firme em grande parte do território gaúcho. A entrada do ar frio derruba as temperaturas. Em Porto Alegre (RS), a mínima pode chegar a 5°C, e a máxima fica próxima de 16°C. O frio aumenta durante o fim de semana, com possibilidade de geada no centro-sul gaúcho e temperaturas próximas de 0°C em alguns pontos. No sábado (8), a chuva ainda deve continuar entre o Paraná e Santa Catarina, com possibilidade de granizo entre o centro-leste paranaense e o nordeste catarinense. No Rio Grande do Sul, o tempo firme favorece uma queda ainda maior das temperaturas. Nuvens carregadas no céu do centro da cidade de São Paulo en 18 de abril de 2025. WILLIAN MOREIRA/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO LEIA TAMBÉM: Raro e espetacular: caverna no Brasil só recebe luz por 3 meses e vira cenário de outro planeta Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos 80% dos corais do planeta sofreram branqueamento moderado ou severo, mostra estudo inédito Em Mato Grosso do Sul, a frente fria provoca chuva e trovoadas principalmente no sul, no sudoeste e no centro do estado. Há risco de chuva forte e granizo em áreas próximas à divisa com o Paraná. Os ventos podem variar de 50 a 70 km/h em grande parte do estado e chegar a cerca de 90 km/h em alguns pontos do norte. Campo Grande (MS) terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com máxima próxima de 30°C. Nas demais áreas do Centro-Oeste, o tempo continua firme, quente e seco. Cuiabá (MT) pode registrar 37°C, e Brasília (DF) deve chegar a aproximadamente 30°C no sábado. A umidade do ar continuará baixa em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, com índices que podem ficar abaixo de 30% durante a tarde. A falta de chuva e o calor também elevam o risco de queimadas e exigem maior atenção à hidratação. Previsão de chuva nesta sexta em todo o país. Inmet/Reprodução No Nordeste, a chuva fica concentrada principalmente na faixa litorânea, entre o Rio Grande do Norte e a Bahia, além de alguns trechos da costa do Maranhão e do Ceará. As pancadas tendem a ser fracas e passageiras. No interior nordestino, o ar seco mantém o predomínio de sol e calor. A umidade pode cair para níveis baixos em áreas do Maranhão, Piauí, Ceará, Bahia, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Teresina (PI) pode chegar a 36°C. Na Região Norte, as pancadas mais fortes ficam concentradas no Amazonas e em Roraima, com risco de trovoadas isoladas. Também pode chover de forma passageira no Acre, em Rondônia, no Pará e no Amapá. Nas demais áreas, o tempo permanece firme e quente. Palmas (TO) pode variar entre 20°C e 36°C. 📱GloboPop: confira o palco do Jornal Nacional na plataforma de vídeos verticais da Globo Indicadores sobre o clima estão em alerta vermelho LEIA TAMBÉM: Cientistas descobrem formação geológica no Triângulo das Bermudas que pode explicar mistérios da região Japoneses processam governo por inação climática e pedem indenização É #FAKE que Amazônia não contribui para equilibrar clima do mundo

  24. Meteorologistas alertam para ventos fortes a partir de quinta-feira Um ciclone extratropical que se formou entre o Uruguai, o litoral do Rio Grande do Sul e o Oceano Atlântico na noite da última quinta-feira (6) pode se intensificar rapidamente nesta sexta-feira (7). Caso a pressão no centro do sistema caia de forma acentuada em pouco tempo, ele poderá ser classificado como ciclone-bomba. A confirmação, porém, depende da evolução do fenômeno. 🌀 ENTENDA: um “ciclone-bomba” acontece quando uma área de baixa pressão se intensifica muito rápido (daí o nome). Isso costuma deixar o tempo mais severo, aumentando o risco de ventos fortes, chuva intensa e de uma mudança brusca de temperatura. O processo começa com o encontro de massas de ar com características muito diferentes. Na meteorologia, esse processo é chamado de ciclogênese explosiva. De um lado, há ar frio. Do outro, ar mais quente e úmido. ➡️ Essa diferença de temperatura ajuda a organizar o sistema e favorece a formação da área de baixa pressão. Com isso, quanto mais a pressão cai no centro do ciclone, maior tende a ser a diferença em relação às áreas ao redor. Ventos costeiros, tornado, ciclone e furacão: entenda as diferenças entre os fenômenos É essa diferença de pressão que acelera o deslocamento do ar e pode deixar os ventos mais fortes. 👉 Em resumo, três fatores ajudam a explicar esse processo: o encontro entre ar frio e ar mais quente; a formação de uma frente fria; a queda rápida da pressão no centro do ciclone. No caso dessa semana, contudo, o centro do ciclone deve permanecer sobre o oceano. Por isso, os impactos em terra estarão ligados principalmente à frente fria, às linhas de tempestade e ao contraste entre o ar frio que avança pelo Sul e o ar quente que ainda predomina no Centro-Sul. ☁️ Veja a previsão do tempo na sua cidade 💨 Segundo os últimos modelos meteorológicos, as rajadas podem variar de 90 a 110 km/h no litoral paulista, na Serra do Mar, no Vale do Paraíba, na Costa Verde e no sul do estado do Rio de Janeiro. No sul e no leste do Rio Grande do Sul, os ventos podem superar 91 km/h. Passagem de ciclone-bomba pelo Sul do Brasil em julho de 2020. Kleber Trabaquini/ Epagri-Ciram/ Goes 16 - NOAA Por que ele pode causar tantos estragos? A rapidez da intensificação é um dos principais fatores de risco de um ciclone-bomba. Como o sistema pode ganhar força em poucas horas, o prazo para que cidades, concessionárias de energia, portos e serviços de emergência se preparem pode ficar menor. 👉 Por esse motivo, os prejuízos não dependem apenas da força do ciclone. Eles resultam da combinação de diferentes fatores como: tempestades ligadas à uma frente fria; grandes volumes de chuva sobre um solo já encharcado; ressaca e avanço do mar em áreas costeiras; queda de temperatura após a passagem do sistema; maior vulnerabilidade de cidades com rede elétrica aérea, árvores sem manejo e construções frágeis. No Brasil, muitas vezes os efeitos mais graves não vêm do centro do ciclone, que costuma ficar sobre o oceano. Eles são provocados pelas tempestades organizadas ao redor do sistema, capazes de gerar rajadas muito fortes, granizo e chuva intensa em terra. ⚠️ Fora isso, a chuva também pode deixar o solo mais instável, aumentar o risco de deslizamentos e facilitar a queda de árvores. No litoral, o vento persistente sobre o mar favorece, por exemplo, ondas maiores, a erosão da faixa de areia e danos em estruturas próximas à praia. Ciclones bomba são comuns? Ciclones extratropicais são fenômenos comuns nas latitudes médias, onde massas de ar frio e quente se encontram com frequência. Apenas uma parte deles, porém, se intensifica rápido o suficiente para receber a classificação de ciclone-bomba. Esses episódios são mais frequentes sobre os oceanos e durante os meses mais frios, quando o contraste de temperatura costuma ser maior. As principais áreas de ocorrência ficam no Atlântico Norte e no Pacífico Norte, especialmente perto da costa leste da América do Norte e do Japão. No Hemisfério Sul, eles também aparecem nas grandes rotas de tempestades que atravessam o Atlântico Sul, o Índico e o Pacífico. Uma dessas áreas fica justamente entre a Argentina, o Uruguai e o oceano ao sul e a sudeste do Brasil. Bruno Todeschini/ Grupo RBS O El Niño influencia? O El Niño não cria sozinho um ciclone bomba nem permite atribuir diretamente um episódio específico ao fenômeno. Ele pode, porém, alterar a circulação dos ventos e a distribuição de chuva e temperatura em diferentes partes do planeta. Na América do Sul, episódios de El Niño costumam favorecer mais chuva no Sul do Brasil e em áreas próximas. Essas mudanças podem modificar o ambiente em que frentes frias e ciclones se desenvolvem, mas a formação de cada sistema depende das condições meteorológicas presentes naquele momento. LEIA TAMBÉM: Rara água-viva fantasma gigante é registrada no fundo do mar da Argentina; veja VÍDEO Fenômeno espetacular: caverna no Brasil só recebe luz por 3 meses e vira cenário de outro planeta Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos COP30 - Como a floresta produz chuva? LEIA TAMBÉM: Cientistas descobrem formação geológica no Triângulo das Bermudas que pode explicar mistérios da região Japoneses processam governo por inação climática e pedem indenização É #FAKE que Amazônia não contribui para equilibrar clima do mundo

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