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G1 GLOBO (Tudo Diário)

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  1. Com quilo a R$ 10 mil, produção de trufas cresce e bate recorde no RS Dez anos após o primeiro exemplar ter sido encontrado no Brasil, a produção de trufas — fungo raro e de alto valor gastronômico — cresce e se torna destaque no Rio Grande do Sul. Considerado um verdadeiro tesouro escondido sob o solo, a iguaria é encontrada em fazendas no Vale do Rio Pardo. O quilo da variedade Sapucay pode chegar a R$ 10 mil. "É um fungo que está na raiz da planta em associação com ela, ele traz nutrientes para a planta, que se desenvolve melhor com a presença desses fungos", explica o biólogo Marcelo Sulzbacher. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Com aroma amadeirado, que lembra castanhas, elas são encontradas em "caçadas", que exigem sorte e paciência. Foi o que aconteceu com o agricultor Delamar Lacerda de Vargas, que trabalha há apenas quatro meses em uma fazenda em Encruzilhada do Sul. Durante um dia de trabalho, encontrou uma trufa de 213 gramas, que foi vendida por R$ 2 mil para um restaurante em São Paulo. "Eu nunca tinha visto uma trufa. Achei que era uma pedra. Fiquei faceiro, gostei de achar a "marvada" da trufa", brinca. RS é o maior produtor do Brasil A primeira trufa brasileira foi encontrada em 2016, numa fazenda em Cachoeira do Sul. Acredita-se que o fungo tenha chegado ao Brasil em raízes de árvores trazidas do Exterior, o que significa que não é possível plantá-lo. Elas são um 'presente da natureza' para os produtores que cuidam bem da terra. O Rio Grande do Sul é o principal produtor do Brasil. A extração ocorre de novembro a fevereiro. Numa fazenda de Cachoeira do Sul, foram colhidos 50 quilos nesta safra. "O fato de o pomar ser grande termina tendo um volume bastante grande de trufas espalhadas. Foi aumentando a quantidade e acho que isso gerou interesse, e foi surgindo um mercado que está ainda em crescimento", avalia o engenheiro agrônomo Paulo Dias. O destino da iguaria é o prato de restaurantes renomados de todo país. "Trazer para o Brasil esse ouro, essa descoberta, vai dar para o Brasil um diferencial", comemora Jodimar Luís Zaffari, sócio-proprietário de uma das fazendas produtoras. Produção de trufas, iguaria de R$ 10 mil o quilo, cresce no RS. Reprodução/RBS TV VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  2. Moradores reclamam de demora para finalizar obras em 6 km de estrada no interior de SP Um ano após o início de obras de R$ 11,3 milhões, moradores ainda esperam pelo término da pavimentação de 6,6 quilômetros da Estrada Municipal do Piripau, na zona leste de Ribeirão Preto (SP). A demora na finalização, que inicialmente estava prevista para ter ocorrido em abril, além de causar transtornos para quem vive na região, expõe um impasse entre o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP), responsável pelo projeto, e a Prefeitura, no apoio técnico e na fiscalização. Por um lado, o órgão estadual alega que o município não providenciou as desapropriações necessárias para finalizar a pavimentação. De outro, a Prefeitura alega que depende do envio de um projeto técnico detalhado para fazer isso. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp "A estrada nunca esteve tão cheia de buraco, tão ruim. Afeta, porque nós moramos aqui, mas nós temos que ir à farmácia, supermercado, às vezes um lazer na casa dos filhos, então você tem que passar nessa buraqueira, ir e voltar, acaba com o carro, fura pneu, é um transtorno", afirma a aposentada Ângela Leite, que mora há 40 anos na região. Obras na Estrada Municipal do Piripau, em Ribeirão Preto (SP). Aurélio Sal/EPTV Obras na Estrada do Piripau Apesar de ser relativamente curto, o trecho da Estrada Municipal do Piripau conecta a Rodovia Abrão Assed (SP-333) a propriedades rurais e condomínios na zona leste da cidade, o que o torna estratégico não só para moradores, que há décadas pedem por melhorias, como para caminhões que transportam produtos agrícolas na região. Em 2022, o DER-SP firmou um convênio com a Prefeitura de Ribeirão Preto para realizar obras no local pelo Programa de Recuperação de Estradas Vicinais do Estado de São Paulo "Novas Vicinais". Em abril do ano passado, o DER-SP assinou um contrato com a empresa vencedora da licitação por R$ 11,3 milhões para pavimentar 6,6 quilômetros pelo prazo inicial de 12 meses, que terminou no último dia 16. Um ano depois, a maior parte da pavimentação já foi feita, mas os moradores ainda enfrentam problemas. Isso porque, além de o ponto já asfaltado estar bloqueado, quem segue em direção aos condomínios e chácaras precisa pegar desvios e trechos de terra. LEIA TAMBÉM Imagens mostram contraste na manutenção feita por estados em ponte sobre o Rio Grande entre MG e SP Além disso, não se vê equipes trabalhando no local, segundo os moradores. "A expectativa aqui dos moradores, usuários dessa estrada, já é de longa data, em torno de mais de dez anos. Começou a andar, porém parou, estaria há quase três meses parado", afirma Rodrigo Moreira, síndico de um condomínio na região. Obras na Estrada Municipal do Piripau, em Ribeirão Preto (SP). Aurélio Sal/EPTV O que dizem DER e Prefeitura Em nota, o DER-SP informou que o trecho já asfaltado será liberado em aproximadamente três semanas. No entanto, o órgão estadual afirmou que a conclusão do restante da obra depende de desapropriações de áreas que são de responsabilidade da Prefeitura de Ribeirão Preto. A Prefeitura de Ribeirão Preto rebateu, informando que só pode iniciar o processo de desapropriação após o DER enviar um projeto técnico detalhado com as correções necessárias. Segundo o município, sem esse documento, não é possível dar andamento aos trâmites legais. A administração municipal ainda alegou que essas desapropriações somente foram necessárias após uma readequação da obra associada a problemas no projeto de drenagem executado pelo DER. "As valas foram implantadas muito próximas à pista de rolamento, sem espaço adequado para acostamento, comprometendo a segurança viária. Após os questionamentos, técnicos do Departamento reconheceram que o projeto não atendia às normas do próprio órgão, que exigem distância mínima entre a pista e os dispositivos de drenagem." Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca

  3. Miss morre aos 31 anos após infarto fulminante, no Paraná A miss Maiara Cristina de Lima Fiel, de 31 anos, que morreu após sofrer um infarto fulminante, estava se preparando para participar de um concurso de beleza marcado para acontecer no dia 29 de abril, em Cascavel, no oeste do Paraná. A morte dela foi confirmada no domingo (19), nove dias antes do evento. ✅ Siga o g1 Maringá e região no WhatsApp De acordo com o organizador, Vitor Tavares, Maiara estava com tudo pronto para participar do evento e era comprometida e dedicada com os sonhos. "Já estava com todos os looks prontos para o concurso [...] Vinha ensaiando, realizou sua entrevista, estava empolgada e cheia de planos. Ontem mesmo conversamos, e ela me mostrou os vestidos, tudo o que estava preparando com tanto carinho para viver esse momento. [...] Uma menina com um futuro tão bonito pela frente", escreveu Vitor. Maiara Cristina se preparada para participar de um concurso de beleza no fim de abril. Reprodução/Redes Sociais Maiara foi Miss Londrina em 2025 e eleita 1ª Princesa Miss Sarandi no mesmo ano. Ela era casada e tinha um filho. Ela nasceu em Maringá, mas atualmente morava em Sarandi, onde era proprietária de um salão de beleza e atuava no ramo da estética. A morte causou comoção nas redes sociais. Em publicações, familiares e amigos descreveram Maiara como uma pessoa humilde e carismática. Leia também: BR-277: Jovem morto em engavetamento era herdeiro do grupo de concessionárias Barigüi Relato: 'Criança de muita luz', diz tia de menina que morreu após ser atingida por trave de futebol Entenda: gravação feita por empresário leva a investigação de fraude em licitação milionária Causa da morte Maiara Cristina de Lima Fiel, de 31 anos, morreu após sofrer um infarto fulminante. Redes sociais A morte de Maiara foi confirmada no domingo (19). Ela estava na casa dela, em Sarandi, no norte do Paraná. A RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, apurou que a causa da morte da miss foi um infarto fulminante. Ela chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) por volta das 23h30 de sábado (18), mas não resistiu. Segundo a equipe médica, Maiara não tinha histórico de problemas de saúde. O velório dela foi realizado em Sarandi, e o sepultamento aconteceu na manhã desta segunda-feira (20). VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Norte e Noroeste.

  4. Cearense que perdeu casas por vício em jogos online faz novo relato sobre os danos Assíria Macêdo, de 29 anos, que perdeu duas casas da família e fez dívida de R$ 50 mil devido ao vício em jogos de aposta online, falou sobre a abstinência que está enfrentando das plataformas em um novo relato publicado neste domingo (19). "Sinto muita vontade de jogar, porque é uma abstinência. É como se fosse o vício em cigarro, um vício no crack, um vício em drogas. […] Você pensa assim, eu vou fumar um cigarro aqui por dia, mas daqui a um tempo não sei se fumarei um, dois, três, quatro, cinco cigarros por dia, não sei quantas carteiras. Quando vai ver, já está com câncer de pulmão. Quando você está no meio não tem mais aquela noção", disse a cearense. Siga o canal do g1 Ceará no WhatsApp Conforme a cearense, que é moradora da cidade de Fortaleza, atualmente ela está no hospital acompanhando a internação da filha mais nova e segue sem acesso ao próprio celular, onde fazia as apostas. Ao saber da repercussão da história, pediu o celular do ex-marido, que separou dela por conta das dívidas, só para gravar o vídeo. Assíria disse ainda que os sintomas sentidos por ela são os mesmo de quem tem ludopatia, doença caracterizada pelo desejo incontrolável de continuar jogando. No entanto, a mulher não teve o diagnóstico oficializado, pois ainda não conseguiu iniciar o acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Assíria Macêdo faz novo relato sobre o danos causados por vício em jogos de aposta online. Reprodução "A gente perde realmente consciência das coisas. Faz dívida por cima de dívida e não está nem aí. Quando você vai ver não tem mais para onde ir. Quando eu tomei a consciência mesmo de quão séria estava minha situação, de tudo o que tinha acontecido, foi de três semanas a um mês para cá. Piorou mais ainda quando foram lá em casa e levaram minha televisão", falou a mulher. Ainda de acordo com a extensionista de cílios, além das perdas materiais, do abalo no relacionamento e psicológico afetado, o vício nas plataformas online a fez negligenciar os cuidados com as filhas, principalmente a mais nova. "Você perde o domínio de decisões de sua vida, que é realmente o que estava acontecendo comigo. Eu não tinha mais poder de decisão, eu não tinha mais cuidado dentro de casa, eu não tinha mais cuidado com a minha filha, eu não tinha mais cuidado sobre o meu trabalho. Eu não tinha mais cuidado sobre nada", falou Assíria Macêdo. LEIA TAMBÉM: Cearense perde casas e faz dívida de R$ 50 mil por vício em jogos online: 'Destruiu minha vida' Mulher que perdeu casas por vício em jogos online se separou do marido devido às dívidas: 'Ele não aguenta mais' Vídeo viralizado Cearense contrai dívida de R$ 50 mil e perde casas por vício em apostas online Assíria viralizou nas redes sociais na última semana, após compartilhar que havia perdido duas casas da família e feito dívida de R$ 50 mil por conta dos jogos online. Sem renda fixa e com várias contas acumuladas, Assíria, as filhas e os pais idosos estão morando de favor. O desabafo, de 11 minutos, teve mais de 200 mil visualizações e milhares de comentários. Conforme a cearense, após seu vídeo viralizar, várias pessoas que estavam passando pelas mesmas dificuldades que ela por conta dos jogos online entraram em contato, compartilhando suas histórias de perdas. "Quem está jogando, se você acha que ganha dinheiro e não tem ganância, ‘posso parar a hora que eu quero’, tem gente que pensa assim. Pare agora! Vai chegar uma hora que você não vai conseguir sair, vai chegar uma hora que você não vai ter noção do quão fundo no poço você está. Procura ajuda psicológica, psiquiátrica, procura ajuda na família, procura ajuda de um amigo", alertou Assíria. A extensionista de cílios Assíria Macêdo, de 29 anos, está em busca de emprego para quitar as dívidas que contraiu por vício em jogos online. Reprodução/ Instagram Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

  5. Feriadão no Rio terá sol e calor; veja a previsão do tempo para os próximos dias O feriadão prolongado no Rio de Janeiro deve ser de tempo firme, com predomínio de sol e temperaturas elevadas ao longo da semana. A previsão indica dias típicos de outono, com manhãs mais amenas e calor à tarde, favorecendo atividades ao ar livre, especialmente nas praias. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo o Climatempo, a terça-feira (21) terá sol com algumas nuvens e névoa ao amanhecer. A temperatura varia entre 18°C e 29°C, com pequena chance de chuva. Na quarta-feira (22), o tempo fica aberto, sem previsão de chuva, e os termômetros sobem, com mínima de 17°C e máxima de 31°C. Na quinta-feira (23), feriado de São Jorge, o céu terá muitas nuvens, mas com aberturas de sol e sem previsão de chuva, com temperaturas entre 20°C e 28°C. Já na sexta-feira (24), o calor volta a ganhar força, com máxima de 32°C. No fim de semana, os termômetros podem chegar a 34°C, mantendo o padrão de tempo seco e ensolarado. Praias com restrições para banho no Rio e em Niterói, segundo o INEA Reprodução TV Globo 🌊 Praias com restrições para banho Apesar do cenário favorável para quem pretende ir à praia, é preciso atenção à qualidade da água. De acordo com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), alguns pontos estão impróprios para banho no Rio. Na capital, devem ser evitadas a Praia de Botafogo, a região do Quebra-Mar, na Barra da Tijuca, e a Praia de Barra de Guaratiba. Em Niterói, a lista inclui as praias de Gragoatá, Boa Viagem, Flechas, Icaraí, São Francisco e Charitas. 🧳 Chegada de turistas impulsiona movimento O feriadão também deve intensificar a movimentação de turistas na cidade. Um navio com capacidade para cerca de 5 mil pessoas chegou ao Píer Mauá nesta semana, marcando o encerramento da temporada de cruzeiros, que desde outubro trouxe 28 embarcações e cerca de 240 mil visitantes ao Rio. A rede hoteleira já registra alta ocupação. Em bairros da Zona Sul, como Ipanema e Leblon, a taxa supera 83%. No Leme e em Copacabana, chega a quase 78%. Já na Barra da Tijuca, Recreio e São Conrado, a ocupação está em torno de 61%. Ocupação hoteleira no Rio Reprodução TV Globo A combinação de dois feriados — Tiradentes e São Jorge — com ponto facultativo na sexta-feira criou um período prolongado de folga, favorecendo o turismo e aumentando a procura por passeios pela cidade. Para quem chega sem roteiro definido, há diversas opções oferecidas logo no desembarque, como city tours e visitas a pontos turísticos tradicionais. “Nós temos vários passeios com guia, então as pessoas saem totalmente seguros daqui, e o Rio é lindo em todos os momentos”, afirmou a guia Elaine Assis. Com o tempo firme e a cidade cheia, a expectativa é de praias movimentadas e pontos turísticos lotados ao longo de toda a semana. Banhistas aproveitam domingo de forte calor nas praias do Leme e de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro Fausto Maia/The News 2/Estadão Conteúdo

  6. Investigação revela como esquema ligado a MCs lavava dinheiro Uma investigação da Polícia Federal revelou que um esquema de lavagem de dinheiro ligado a artistas do funk utilizava transferências fracionadas para ocultar a origem de recursos ilícitos. Entre os alvos da operação estão MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, que foram presos na última semana. Segundo a PF, o grupo movimentou cerca de R$ 1,6 bilhão por meio de uma rede que misturava ganhos legais — como cachês de shows — com valores provenientes de atividades ilegais, como jogos clandestinos e tráfico de drogas. De acordo com os investigadores, uma das principais estratégias era dividir grandes quantias em centenas de transferências menores, dificultando a identificação por órgãos de controle financeiro. Em um dos exemplos apontados, R$ 5 milhões eram transformados em quase 500 operações de R$ 10 mil cada. “Eles acreditam que realizar transações em valor menor também diminuiria os alertas pelos órgãos de controle’, diz Roberto Costa Silva, delegado da PF. Investigação da PF: áudios inéditos ligam MC Ryan e MC Poze do Rodo a esquema de R$ 1,6 bilhão Investigação revela como esquema ligado a MC Poze e Ryan SP usava transferências fracionadas para lavar dinheiro Reprodução/TV Globo Além do fracionamento, o dinheiro circulava por contas de terceiros e empresas intermediárias, criando camadas que dificultavam o rastreamento. A PF afirma que artistas investigados tinham papel relevante nesse processo, ao ceder contas bancárias e dar aparência de legalidade aos valores. As redes sociais também eram usadas como ferramenta para impulsionar o esquema. Com milhões de seguidores, os MCs promoviam plataformas de jogos ilegais, o que gerava alto volume de movimentação financeira e ajudava a misturar recursos ilícitos com receitas legítimas. Em um áudio obtido pela investigação, um dos artistas comenta sobre os ganhos com esse tipo de divulgação. Em outro trecho, há negociações de valores que poderiam chegar a R$ 400 mil por dia para publicações relacionadas a jogos. O esquema também contava com a atuação de um contador, apontado como peça central da operação. Segundo a PF, ele era responsável por estruturar as transações, orientar sobre ocultação de patrimônio e intermediar o uso de criptomoedas para dificultar ainda mais o rastreamento do dinheiro. MC Ryan SP Reprodução/TV Globo A investigação identificou ainda o uso de estabelecimentos comerciais para movimentar valores. Um restaurante em São Paulo, ligado a pessoas próximas a um dos investigados, teria recebido depósitos de mais de 150 pessoas, com quantias consideradas incompatíveis com o serviço prestado. A operação foi deflagrada em oito estados e no Distrito Federal, com mais de 200 policiais federais. Foram cumpridos mandados de prisão e apreendidos bens avaliados em cerca de R$ 20 milhões. Em nota, a defesa de MC Ryan SP negou irregularidades e afirmou que todas as movimentações financeiras do artista são justificadas por contratos legais. Já os advogados de MC Poze do Rodo também negaram envolvimento em atividades criminosas. Operação da PF mira MC Ryan e MC Poze do Rodo em investigação sobre esquema bilionário de lavagem de dinheiro Reprodução/TV Globo Veja a reportagem completa no vídeo abaixo: MC Ryan e MC Poze do Rodo: o que a PF investiga no mundo do funk. Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

  7. Nos EUA, falta de vagas empurra jovens com diploma para trabalhos em lojas, bares e serviços Freepik Jovens americanos seguiram o roteiro esperado: entraram na universidade, assumiram dívidas, passaram anos entre provas e trabalhos e saíram com um diploma nas mãos. Ainda assim, para muitos, o início da vida profissional está longe do que imaginaram. Em vez de atuar na área de formação, muitos acabam atendendo clientes em lojas, preparando cafés ou aceitando trabalhos temporários para pagar as contas. Uma reportagem da Bloomberg mostra que esse cenário está longe de ser pontual. Em dezembro de 2025, quase 43% dos americanos entre 22 e 27 anos com ensino superior estavam subempregados, ou seja, em ocupações que não exigem diploma. O dado é da distrital do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) de Nova York, e representa o nível mais alto desde o início da pandemia, além de um salto de mais de três pontos percentuais em apenas um ano. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Embora a taxa ainda esteja abaixo do pico registrado na Grande Recessão, o ritmo recente de crescimento acende um alerta, segundo a Bloomberg. Por trás desse movimento, há um desequilíbrio que vem se acumulando ao longo dos anos. Dados da Lightcast mostram que, entre 2004 e 2024, o número de pessoas que concluíram o ensino superior nos Estados Unidos cresceu 54%. No mesmo período, as vagas de nível inicial avançaram bem menos, cerca de 42%. Na prática, isso significa mais pessoas qualificadas disputando um número proporcionalmente menor de oportunidades compatíveis com a própria formação. O problema não se resume à quantidade de vagas. Em 22 das 35 áreas analisadas, a relação entre empregos de entrada e número de formados piorou nas últimas duas décadas. “Nunca vimos tantas mudanças simultâneas e nessa velocidade. Esta é a primeira vez que o caminho da educação para o emprego está, de certa forma, interrompido”, afirmou Elena Magrini, da Lightcast, em entrevista à Bloomberg. A inteligência artificial entra nessa equação, mas não explica tudo. Estudos de pesquisadores da Universidade Stanford e da Universidade Harvard indicam que setores como desenvolvimento de software, atendimento ao cliente e marketing já vinham reduzindo contratações de iniciantes à medida que ferramentas de IA se tornaram mais comuns. Ao mesmo tempo, outros fatores ajudam a compor esse cenário. Juros elevados, mudanças nas políticas comerciais e menor rotatividade nas empresas têm reduzido a abertura de vagas para quem está começando. “Em um mercado de trabalho competitivo, os empregadores conseguem encontrar profissionais mais experientes para preencher vagas de nível júnior”, disse Shawn VanDerziel, da Associação Nacional de Faculdades e Empregadores, à Bloomberg. “E a inteligência artificial fez com que muitos repensassem um pouco as contratações.” A reportagem também aponta um desalinhamento entre o que as universidades formam e o que o mercado demanda. Na área da saúde, por exemplo, havia cerca de 1,9 milhão de vagas de entrada em 2024, enquanto o número de formados cresceu apenas 5% na última década, segundo dados da Lightcast. Já em ciência da computação, o movimento foi o oposto. O número de graduados aumentou 110% no período, mas as vagas cresceram apenas cerca de 6%. Empresas como Amazon, Atlassian e Block chegaram a citar a inteligência artificial ao anunciar demissões recentes. Ainda assim, um relatório da Forrester indica que muitos desses cortes tiveram origem em questões financeiras, em um movimento que a consultoria descreve como uma espécie de “lavagem de imagem com IA”. No meio dessa transformação estão histórias como a de Cody Viscardis, de 29 anos. Formado em ciência da computação em 2023, ele enviou quase mil currículos e conseguiu apenas seis entrevistas, todas para vagas com salários iniciais em torno de US$ 60 mil por ano. Diante da dificuldade, acabou aceitando um trabalho como eletricista. Hoje, pode ganhar até US$ 63 por hora, mas continua tentando migrar para a área em que se formou. “A faculdade deveria, no mínimo, garantir um emprego decente”, afirmou à Bloomberg. “Eu esperava não continuar nesse ciclo de ser forçado a trabalhar na construção civil.” Mesmo com jornadas que chegam a 60 horas semanais, ele segue fazendo cursos online para tentar uma recolocação em tecnologia. A Bloomberg destaca que momentos como esse não são inéditos. Jovens costumam ser os mais afetados em períodos de transição econômica ou tecnológica, como ocorreu nos anos 1990 e após a crise financeira de 2008. Há, porém, algum alívio possível. Estudos citados pela reportagem indicam que muitos conseguem, com o tempo, migrar para funções compatíveis com a formação, geralmente em até cinco anos. “Não é incomum que recém-formados tenham dificuldade em encontrar um emprego que exija formação superior ao ingressarem no mercado de trabalho”, disse Jaison Abel, do Fed de Nova York, à Bloomberg. “Para muitos, trabalhar em um emprego que não exige diploma é apenas uma fase.” Ainda assim, o cenário atual reforça uma mudança importante. Ter um diploma, por si só, já não garante mais um lugar no mercado, especialmente no início da carreira.

  8. Filho de Oscar Schmidt mostra acervo inédito da lenda do basquete Um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro, Oscar Schmidt morreu na última semana deixando uma trajetória marcada por recordes, conquistas e emoção dentro e fora das quadras. Em entrevista ao Fantástico, o filho Felipe Schmidt abriu as portas do acervo da família e relembrou momentos marcantes da carreira do pai. Ele também revelou detalhes do último ano de vida do ex-atleta, que enfrentava um câncer no cérebro. Veja no vídeo acima. "No ano passado, descobrimos uma nova massa, ainda muito pequena — um tumor de grau quatro. Imediatamente, decidimos pela cirurgia, junto com meu pai". De acordo com o filho, o procedimento trouxe sequelas e impactou significativamente a recuperação. "Desde então, ele já não voltou a ser o mesmo. A terceira operação foi do outro lado do cérebro, o que dificultou a compensação do organismo e acabou deixando algumas sequelas. Ainda assim, ele estava ali, muito presente". Felipe também destacou o papel fundamental da mãe, Maria Cristina, que esteve ao lado do ex-jogador durante todo o tratamento. "Esse último ano foi muito difícil, principalmente para a minha mãe, que sempre esteve ao lado dele. Foi um período muito duro para ela. E para ele também — dava para ver o quanto estava lutando. Mas é uma doença muito cruel. Muita gente já perdeu alguém para isso e, quando chega nesse estágio, não dá para prever o tempo. Infelizmente, ele faleceu na sexta-feira. Foi muito duro. A gente atravessou esse último ano da forma que foi possível, mas com ele ao nosso lado — e acredito que ele teve uma boa passagem.” Pesquisa no Japão usa terapia celular e apresenta resultados inéditos no tratamento do Parkinson Despedida reservada A família optou por uma despedida íntima, sem cerimônia aberta ao público. Felipe explicou que a escolha foi feita pensando no bem-estar da mãe, diante do desgaste emocional dos últimos anos. "Sei que muitas pessoas gostariam de se despedir, de dar um abraço simbólico no meu pai e também um abraço em mim e na minha mãe. Quando tudo aconteceu, nos reunimos e percebemos o quanto a minha mãe estava sofrendo. Para ela, seria ainda mais difícil se expor e passar por isso". Filho de Oscar Schmidt revela detalhes do último ano de vida do pai após câncer no cérebro: 'não era o mesmo' Reprodução/TV Globo Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

  9. Astronauta da Artemis II filma 'pôr da Terra' atrás da Lua com iPhone O astronauta Reid Wiseman, comandante da missão Artemis II da NASA, filmou um "pôr da Terra", fenômeno em que o nosso planeta some atrás do horizonte lunar visto do espaço. O vídeo de 52 segundos foi gravado em 6 de abril com um iPhone, pela janela de acoplamento da cápsula Orion, enquanto a tripulação sobrevoava o lado oculto da Lua, aquele que nunca fica voltado para a Terra. Wiseman postou as imagens no último domingo (19) na rede social X; até a noite de segunda-feira, o vídeo já tinha 14 milhões de visualizações. "Como ver o pôr do sol na praia, mas do lugar mais estranho do cosmos", escreveu Wiseman. "Só uma chance na vida." No vídeo, a Terra aparece como uma pequena esfera azul e branca que vai gradualmente desaparecendo atrás da superfície cinza e repleta de crateras da Lua. Enquanto Wiseman filmava com o celular, a astronauta Christina Koch fotografava o mesmo fenômeno com uma câmera Nikon. Os astronautas Victor Glover e Jeremy Hansen acompanharam a cena por outra janela da nave. "Mal conseguia ver a Lua pela janela, mas o iPhone tinha o tamanho perfeito para capturar a cena", acrescentou o comandante. "O vídeo não tem corte nem edição, com zoom de 8x — bem parecido com o que o olho humano enxerga." O registro remete à icônica foto do "nascer da Terra", tirada pelos astronautas da missão Apollo 8 em 1968, a primeira viagem humana ao redor da Lua. Naquela imagem, porém, a Terra surgia atrás do horizonte lunar, e não desaparecia. Estágio central do foguete que vai lançar a Artemis III é transportado da fábrica da NASA em Nova Orleans até a balsa Pegasus, em 20 de abril de 2025. NASA/Michael DeMocker Próxima missão Na segunda-feira, a NASA transportou o estágio central do foguete da Artemis III da fábrica da agência em Nova Orleans até uma balsa que o levará ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, onde será montado e preparado para o lançamento previsto para 2027. Com 64 metros de altura quando completo, o estágio é a maior peça do foguete e carrega os tanques de combustível que alimentam os quatro motores responsáveis por colocar a nave em órbita. A Artemis III, porém, não pousará na Lua. A missão vai testar, em órbita terrestre, o acoplamento entre a nave Orion e as espaçonaves comerciais da SpaceX e da Blue Origin, manobra considerada essencial para que a Artemis IV, em 2028, consiga de fato pousar astronautas na superfície lunar pela primeira vez em mais de 50 anos. O que é o 'lado oculto' da Lua e por que ele nunca é visto da Terra? A Artemis II foi a primeira missão a levar humanos às proximidades da Lua desde a Apollo 17, em 1972. O objetivo do programa é preparar o retorno à superfície lunar e, no longo prazo, enviar astronautas a Marte. Comandante da missão registrou o fenômeno pela janela da cápsula Orion enquanto sobrevoava o lado distante do nosso satélite natural. Reid Wiseman/NASA LEIA TAMBÉM: Quantas vezes o homem pisou na Lua? É #FAKE que astronauta da Artemis II seja atriz contratada pela Nasa e tenha 'esquecido falas' em entrevista após retorno à Terra 'Terra era bote salva-vidas pairando no universo', diz astronauta da Artemis II em retorno a Houston Astronautas fotografam lado oculto da Lua

  10. O grande tubarão-branco (Carcharodon carcharias), de corpo quente, tem alta demanda de energia e pode superaquecer em águas quentes. Terry Goss/CC BY-SA Tubarões-brancos, tubarões-mako e atuns têm uma característica rara entre os peixes: conseguem manter partes do corpo mais quentes do que a água ao redor. Isso os torna mais rápidos, mais poderosos e capazes de percorrer grandes distâncias. Mas essa vantagem tem um preço — e, com o aquecimento dos oceanos, essa conta pode ficar cara demais. Um estudo publicado na última semana na revista científica Science mostra que esses peixes gastam quase quatro vezes mais energia do que espécies de sangue frio de tamanho equivalente. Além disso, quanto maior o animal, mais calor ele produz — e mais difícil fica se livrar desse calor. Em oceanos cada vez mais quentes, isso pode empurrar essas espécies para regiões mais frias ou para extinção. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A pesquisa foi liderada pelo professor de Zoologia Nicholas Payne, da Universidade de Trinity College Dublin, na Irlanda, e reuniu dados de peixes que vão de larvas microscópicas a tubarões de mais de três toneladas. Ao g1, Payne conta que a maioria dos peixes tem a temperatura do corpo igual à da água em que vive. Mas um pequeno grupo — menos de 0,1% das espécies — evoluiu para reter o calor produzido pelo próprio metabolismo. Entre eles estão o tubarão-branco, o tubarão-mako, o tubarão-frade e várias espécies de atum. Essa capacidade traz vantagens reais: músculos mais quentes funcionam melhor, o que permite nadar mais rápido, enxergar com mais nitidez e se mover por distâncias maiores. É por isso que muitos desses animais estão no topo da cadeia alimentar dos oceanos. Mas manter o corpo aquecido exige combustível. O estudo confirma que esses peixes precisam de quase quatro vezes mais energia do que espécies de tamanho semelhante que não têm essa capacidade. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Uma ameaça adicional para espécies já vulneráveis Há ainda um complicador: quanto maior o peixe, mais calor ele produz internamente — mas a capacidade de perder esse calor para a água não cresce na mesma proporção. Isso cria um desequilíbrio que se agrava com o tamanho do animal. "Isso significa que peixes grandes, especialmente os de corpo quente e de grande porte, provavelmente precisam evitar águas quentes para não superaquecer", disse Payne ao g1. "É possível que consigam fazer alguns ajustes fisiológicos para eliminar mais calor para a água ao redor, mas achamos que esse achado pode explicar por que os grandes peixes de corpo quente geralmente são encontrados apenas em águas frias." O modelo desenvolvido pelos pesquisadores calcula os limites de temperatura que cada espécie consegue suportar antes de perder o equilíbrio térmico. Um tubarão de 500 quilos, por exemplo, já enfrentaria dificuldades em águas acima de 20°C. Um de uma tonelada, acima de 17°C. E o que acontece quando o limite é ultrapassado? Quando a água fica quente demais, o peixe precisa agir — ou corre risco de morte. Alguns peixes, como várias espécies de atum, conseguem ajustar a circulação do sangue para eliminar mais calor. Se nadarem mais devagar, produzem menos calor, o que também ajuda. Mas alguns grandes peixes de corpo quente podem não conseguir fazer nenhuma das duas coisas de forma significativa — e para eles, a saída pode ser buscar águas mais frias em latitudes mais altas ou em maiores profundidades. O estudo chama atenção ainda para o momento em que essas descobertas chegam. Muitos dos peixes afetados já estão ameaçados pela pesca excessiva e são capturados acidentalmente por redes comerciais. O aquecimento dos oceanos representa mais uma pressão sobre animais que já estão em situação delicada. "Muitos peixes mesotérmicos enfrentam enorme pressão da pesca excessiva e como captura acidental em pescarias comerciais", alerta Payne. "Muitos deles são ameaçados de extinção. Nosso estudo destaca uma vulnerabilidade adicional da qual devemos estar cientes, dado as mudanças que já estão acontecendo em nossos oceanos." Os pesquisadores apontam que o próximo passo é comparar os limites calculados pelo modelo com os lugares onde esses peixes realmente vivem — o que pode revelar o quanto cada espécie ainda tem de margem para se adaptar antes que o aquecimento se torne insuportável. Atum passa por cardume de peixes menores, observado por um mergulhador, na Reserva Marinha de Galápagos. Jorge Silva/Reuters LEIA TAMBÉM: Drama de baleia encalhada há semanas na Alemanha mobiliza protestos e levanta dilema sobre resgate; entenda Estrutura geológica gigante no deserto do Saara parece um 'olho' visto do espaço; veja IMAGEM 'O que aprendi ao viver um ano sozinho com um gato em uma ilha remota' Nova espécie de "fungo zumbi" é descoberta no Brasil

  11. Mulher é internada após plug anal ficar preso no intestino; médicos alertam para riscos A cena tem se repetido nos centros cirúrgicos: pacientes chegam ao hospital com objetos presos no reto após tentativas de explorar o prazer anal. A região anal é uma zona erógena rica em terminações nervosas. O problema surge quando a prática é feita com objetos improvisados, sem estrutura adequada para o corpo humano. Nesses casos, o risco não é apenas desconforto: há possibilidade real de retenção do objeto, lesões internas e até perfuração intestinal. O cirurgião coloproctologista Daniel Brosco tem usado as redes sociais para fazer o alerta. Ele conta que os casos têm se tornado cada vez mais comuns. Em um dos episódios, um jovem de 19 anos precisou de internação após uma embalagem de desodorante ficar retida. Em outro, uma paciente buscou socorro médico depois que um plug anal “subiu” pelo canal retal. A lista inclui ainda itens como garrafas de vidro, alimentos e até partes de móveis. Paciente ficou com desodorante preso no reto Arquivo Pessoal Por que objetos são sugados? O reto funciona como um reservatório e é delimitado pelo esfíncter anal, um músculo responsável por controlar a saída de fezes. Quando um objeto ultrapassa essa barreira, ele pode ser deslocado para regiões mais altas por movimentos peristálticos — contrações involuntárias do intestino que empurram conteúdos ao longo do trato digestivo. Esse processo se soma a um efeito de “vácuo” no canal retal, que favorece a sucção do objeto. Na prática, isso significa que, uma vez dentro, o item pode subir rapidamente e escapar do alcance manual, dificultando a retirada sem intervenção médica. Homem introduziu garrafa no ânus, que foi parar no reto Arquivo Pessoal O cirurgião coloproctologista Daniel Brosco relata que os atendimentos têm se tornado frequentes, e o mais arriscado é que envolvem objetos variados. “A pessoa quer explorar a sexualidade, mas tem vergonha de ir a uma sex shop procurar o acessório apropriado e acaba fazendo com o que vê pela frente. Isso é um risco enorme porque uma perfuração pode espalhar fezes, e a pessoa tem uma infecção que leva à morte, como já vi acontecer com paciente”, explica. O médico recomenda que sejam usados os sexy toys, mas com cuidados. Há casos de pacientes que usam plugs anais como dilatadores -- o que não é indicado, porque o objeto pode subir e causar risco à saúde do paciente. Raio-x mostra paciente com plug anal "sugado" pelo intestino Arquivo pessoal Perfuração intestinal é o cenário mais grave Entre as complicações possíveis, a mais temida é a perfuração da parede intestinal. Quando isso acontece, o conteúdo do intestino — incluindo fezes e bactérias — pode vazar para a cavidade abdominal. Esse vazamento pode desencadear uma infecção grave e generalizada, com risco de morte, exigindo cirurgia de emergência e tratamento intensivo. Algumas condições aumentam ainda mais o risco. Pessoas com pólipos intestinais ou inflamações prévias têm a mucosa mais sensível. Como explorar a região anal com segurança Para explorar a região sem colocar a saúde em risco, a principal orientação é evitar improvisos. Na prática, a segurança envolve alguns pontos essenciais: Uso de acessórios adequados: brinquedos sexuais próprios para uso anal são feitos com materiais seguros e, principalmente, possuem base alargada (em formato de “T” ou similar), que impede que o objeto seja completamente puxado para dentro do reto. Atenção ao tempo de uso: especialistas não recomendam manter plugs anais por períodos prolongados. A dilatação contínua pode comprometer a função do esfíncter e, em casos mais graves, levar à incontinência fecal. Lubrificação é indispensável: como o ânus não tem lubrificação natural, o uso de lubrificantes reduz o atrito, previne microlesões e diminui o risco de infecções. O que não fazer em caso de acidente Se qualquer objeto for sugado pelo ânus, o passo mais importante é buscar atendimento médico imediatamente. A orientação médica é não tentar resolver a situação em casa. Quanto mais o objeto permanece no local, maior o risco de complicações graves. Ao perceber que não é possível removê-lo com facilidade, a recomendação é procurar atendimento hospitalar imediato para uma intervenção segura. O uso de laxantes também não é indicado. As contrações intestinais provocadas pelo medicamento podem aumentar a pressão sobre a mucosa e agravar o quadro.

  12. Primeiros movimentos para maior descanso laboral para 40 horas surgiram nas fábricas, no movimento sindical dos anos 1980 VW do Brasil/dpa/picture alliance As demandas para a redução da jornada de trabalho no Brasil tiveram um novo capítulo nesta semana, com o anúncio de um envio, pelo governo federal, de um projeto de lei ao Congresso que busca reduzir a jornada de 44 horas e, consequentemente, acabar com a escala 6x1 dos empregados. Diferentemente da proposta anterior, da deputada federal Erika Hilton (Psol-SP), que prevê reduzir a semana laboral de 44 para 36 horas, implementando uma escala de quatro dias de trabalho e três dias de folga, o texto do governo Lula busca um meio-termo – 40 horas de trabalho por semana, ou seja, uma escala 5x2. Isso, sem redução de salários. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Contudo, a ideia de reservar dois dias na semana para a folga dos trabalhadores brasileiros não é nova. Na verdade, a proposta de reduzir a jornada para 40 horas na semana chegou a ser aprovada em uma comissão, no Congresso, em 1987, durante a elaboração da Constituição Federal de 1988. Ou seja, há quase 40 anos. À época, milhões de trabalhadores enfrentavam uma realidade ainda mais pesada que a atual, de 48 horas semanais, regulamentadas em 1943, na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), durante o primeiro governo Getulio Vargas. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Jornada de 48 horas por semana? No cálculo atual, as 44 horas preveem cinco dias de oito horas de trabalho, um com quatro e outro de folga remunerada. Na maior parte das vezes, isso significa, para os empregados, apenas um dia e meio de folga no fim de semana. Até 5 de outubro de 1988, quando a Constituição atual entrou em vigor, os trabalhadores submetidos ao regime geral da CLT tinham, na prática, apenas um dia de descanso remunerado, já que as 48 horas determinavam o trabalho integral de segunda a sábado – com uma hora de intervalo para o almoço. Em junho de 1987, um anteprojeto propondo a jornada de 40 horas foi aprovado pela Comissão de Ordem Social da Constituinte, colegiado que era responsável pela redação da legislação trabalhista. A proposta foi encampada principalmente pelos deputados dos partidos de esquerda (PT, PCB, PC do B, PTB, PDT) e rejeitada pelo PFL e pelo PDS, de direita. O PMDB se dividiu. Na verdade, a luta pela mudança na semana laboral vinha do movimento sindical do início dos anos 1980. Em 1985, os metalúrgicos do ABC Paulista, por exemplo, já tinham conquistado avanços nesse sentido, pressionando para a aprovação de convenções sindicais que já haviam imposto as 44 horas semanais nas fábricas. Na Constituinte, um dos principais defensores da redução para 40 horas foi o atual presidente da república e então deputado Lula. Na tribuna do Congresso, ele citava medidas similares em outros países e criticava aqueles que diziam que era preciso fazer o contrário – ou seja, aumentar a carga de trabalho. Cartaz de campanha sindical alemã no 1° de Maio de 1956: "No sábado, o papai pertence a mim" DGB via DW "Dizer que este país está precisando de uma jornada mais longa é, no mínimo, querer submeter a classe trabalhadora a uma jornada de escravidão. O que precisamos fazer, e outros países já o fizeram, é diminuir a jornada de trabalho, para que as empresas contratem mais trabalhadores, a fim de que haja um aumento da produção não pela escravidão, mas pela duplicação da mão de obra", declarou o ex-líder sindical, em citação reproduzida pela Agência Senado. Descanso maior, desemprego menor? Na Alemanha Ocidental, a implementação da semana 40 horas surgiu no pós-guerra. Em 1956, uma campanha sindical pleiteava que os pais tivessem todo o fim de semana para lazer e a família. Cartazes pelo país retratavam uma criança abaixo do slogan "Samstags gehört Vati mir" ("No sábado, o papai pertence a mim") e levaram à aprovação de convenções sindicais que levaram, na prática, à escala 5x2 em todo o país a partir dos anos 1960. No Brasil, contra o argumento patronal de que a medida geraria mais custos para as empresas e, assim, consequente inflação e desemprego, os deputados favoráveis defendiam um argumento econômico. Segundo eles, reduzir a escala abriria mais espaço para contratar outros funcionários que, com maior tempo de descanso, teriam melhor produtividade – levando a um menor desemprego. Um dos contrários a isso era José Serra, então deputado do PMDB de São Paulo. "Uma mudança mais violenta para baixo, em termos de horas trabalhadas, poderia trazer efeitos extraordinariamente pervertidos sobre essas empresas", alegava. Luís Roberto Ponte, também do PMDB, mas do Rio Grande do Sul, chegou a sugerir o aumento da jornada para até 52 horas semanais, "até que o último dos brasileiros tivesse o que comer, onde morar e onde tratar-se". Na opinião dele, só quando isso fosse alcançado seria possível reduzir a escala laboral. Mas nem todos os deputados da direita eram contra. Um deles era Geovani Borges, PFL do Amapá, que criticava a falta do direito ao lazer aos trabalhadores brasileiros e considerava justa a proposta de 40 horas. Durante a tramitação do anteprojeto da proposta pela Comissão de Sistematização, última etapa antes da redação da Constituição, os deputados acabaram encontrando um meio-termo: a jornada de 44 horas semanais. A demanda pelas 40 horas continuou, com novas emendas apresentadas, mas no fim o Plenário aprovou a Constituinte com a redação atual. No PFL, o senador Afonso Arinos, que tinha presidido a Comissão de Sistematização e apoiava a escala 5x2, resolveu nadar contra a corrente do seu partido, majoritariamente contrário, e proferiu: "Já estou muito velho para votar contra o povo". Lula defendia a redução para 40 horas durante a Constituinte picture alliance/dpa Fotografia Os efeitos da mudança Além da redução de 48 para 44 horas, a Constituição de 1988 determinou, entre outros, a ampliação da licença-maternidade de 90 para 120 dias, a imposição do adicional mínimo de 50% para horas extras e o aumento da multa do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) do empregador de 10% para 40%. Em 2003, um artigo intitulado "Os Efeitos da Redução da Jornada de Trabalho de 48 para 44 Horas Semanais", assinado pelos pesquisadores Gustavo Gonzaga, Naércio Aquino Menezes Filho e José Márcio Camargo, foi publicado na Revista Brasileira de Economia. O estudo analisou os impactos da medida durante os trabalhadores que tiveram a jornada reduzida de acordo com a nova legislação. Embora os pesquisadores tenham afirmado que os encargos com medidas como a licença-maternidade tenham aumentado o custo do trabalho no Brasil, eles ressaltam que a semana de 48 horas era "excessivamente alta" e que, em 1988, "quase metade dos trabalhadores já trabalhava menos de 48 horas por semana". Além disso, os resultados indicaram que, entre 1988 e 1989, não houve mudanças negativas significativas – não aumentaram a probabilidade de o trabalhador ficar desempregado, diminuíram a probabilidade de eles saírem dos empregos e ainda implicaram em um aumento do salário real por hora. Segundo a pesquisa, 60% dos funcionários que tinham jornadas entre 40 e 48 semanais em 1988 continuaram empregados em 1989, mas tiveram redução nessas jornadas para a nova regra, de 40 a 44 horas. Relator na CCJ lê parecer favorável a PECs que acabam com escala 6x1; pedido de vista da oposição adia votação

  13. Estudo rastreou 105 salmões jovens do Atlântico em lago na Suécia e revelou que poluição por cocaína mudou como os peixes se movem pelo ambiente. Jörgen Wiklund A cocaína já foi encontrada em rios e mares no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Agora, um estudo internacional mostra que esse tipo de poluição não só está presente na água — como já está mudando o comportamento de animais na natureza. Pela primeira vez em condições reais, cientistas acompanharam salmões em um lago na Suécia e observaram que peixes expostos à droga passaram a nadar mais e se espalhar por áreas maiores. O trabalho foi publicado na revista científica "Current Biology". 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A pesquisa monitorou 105 salmões jovens durante oito semanas. Parte deles foi exposta à cocaína, outra a uma substância formada quando o corpo humano quebra a droga — a benzoylecgonina — e um terceiro grupo não recebeu nenhuma exposição. Os resultados indicam que os peixes expostos ao derivado da cocaína nadaram até 1,9 vez mais por semana — o equivalente a cerca de 90% a mais — e chegaram a se dispersar até 12,3 quilômetros além dos demais Na prática, isso significa que esses animais passam a circular mais pelo ambiente, o que pode mudar desde a forma como se alimentam até o risco de serem predados. “Para onde os peixes vão determina o que eles comem, quem os come e como as populações são estruturadas”, explicou o pesquisador Marcus Michelangeli, um dos autores do estudo. “Se a poluição está mudando esses padrões, ela pode afetar os ecossistemas de formas que ainda estamos começando a entender.” Salmões jovens expostos à cocaína e a seu principal resíduo nadaram distâncias significativamente maiores do que o normal, revelou pesquisa inédita. Roger Tabor/USFWS Outro ponto que chamou atenção dos pesquisadores foi que o efeito mais forte não veio da cocaína em si, mas da benzoylecgonina, substância comum no esgoto e frequentemente encontrada em rios. Os peixes expostos a esse composto foram os que mais nadaram e se afastaram do ponto inicial. E isso acende um alerta para a forma como o risco ambiental é avaliado. Hoje, muitos estudos focam na droga original, mas deixam de lado substâncias derivadas que continuam ativas no ambiente — e, como mostra o trabalho, podem ter impacto ainda maior. A presença de cocaína na água não está ligada a descarte direto, mas ao consumo humano. Depois de ingerida, a droga é parcialmente eliminada pelo corpo e segue para o sistema de esgoto. Como as estações de tratamento nem sempre conseguem remover completamente esses compostos, eles acabam chegando a rios e lagos. Os pesquisadores destacam, contudo, que não há evidência de risco para quem consome peixe. As concentrações analisadas refletem níveis já encontrados em ambientes poluídos, e os animais estudados ainda eram jovens, abaixo do tamanho permitido para pesca. Ainda assim, os impactos de longo prazo permanecem incertos. Os cientistas querem entender se o aumento na atividade pode fazer os peixes gastarem mais energia, se ficam mais expostos a predadores ou se isso afeta a reprodução. Por enquanto, a principal conclusão é que substâncias associadas ao dia a dia humano já estão interferindo no comportamento da vida selvagem, muitas vezes de forma invisível, mas potencialmente relevante para o equilíbrio dos ecossistemas. LEIA TAMBÉM: Drama de baleia encalhada há semanas na Alemanha mobiliza protestos e levanta dilema sobre resgate; entenda Estrutura geológica gigante no deserto do Saara parece um 'olho' visto do espaço; veja IMAGEM 'O que aprendi ao viver um ano sozinho com um gato em uma ilha remota' Papagaio 'brigão' com deficiência vira líder de seu grupo com técnica inédita

  14. A Prefeitura de Montes Claros deu um passo importante para proporcionar mais segurança à cidade. Foram entregues 63 armas de choque não letal do tipo taser à Guarda Civil Municipal. O armamento entregue foi obtido por meio de uma emenda parlamentar do deputado federal Marcelo Freitas, de quase R$ 400 mil. O taser é capaz de imobilizar indivíduos por meio de eletrochoque e permite que eles sejam abordados sem causar transtorno à segurança dos agentes e da população. Nas mãos da Guarda, o equipamento ajudará na manutenção da vigilância ostensiva dos locais públicos da cidade, como prédios, UBSs, UPAs, instituições de ensino e parques. O equipamento tático também garante segurança nas abordagens e diminui a letalidade da GCM, que atua na missão de proteger vidas. O secretário de Segurança Integrada de Montes Claros, Coronel Járson Sebástian Hansen Ferreira, reforçou a importância da atualização do equipamento para que a GCM possa atuar na cidade. “Essas pistolas são de suma importância para o trabalho da Guarda e serão prontamente distribuídas aos agentes para que a nossa GCM continue exercendo seu valioso papel”, disse. O comandante da Guarda, Azevedo, ressaltou o papel da corporação na preservação da vida. “Nosso lema é servir e proteger. Essas pistolas taser são importantes para, em uma situação de tumulto, por exemplo, não ser necessário a utilização de equipamento letal. Isso nos garante segurança para o trabalho e tranquilidade para a população”, afirmou. O prefeito Guilherme Guimarães destaca que a aquisição dessa nova tecnologia será muito importante tanto para a Guarda Municipal quanto para a população. “Esse tipo de armamento será uma segurança maior para os guardas ao atuarem na proteção da nossa cidade”, destacou o prefeito. Ao investir em tecnologia de menor potencial ofensivo, a administração reafirma seu compromisso com a proteção da vida e com a valorização dos profissionais da Guarda Civil Municipal. Novos equipamentos ampliam poder de atuação da Guarda Civil Guarda Civil Municipal

  15. A assinatura ocorreu na 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, Núcleo Macaé Secom O Município de Rio das Ostras assinou uma recomendação conjunta com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) para cobrar da concessionária Enel medidas efetivas de melhoria no fornecimento de energia elétrica na Cidade. A assinatura ocorreu na 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, Núcleo Macaé, com a participação do promotor de Justiça Lucas Bernardes, do procurador-geral do Município, Renato Vasconcellos e da chefe geral do Procon de Rio das Ostras, Michele Mansur. A medida reforça a atuação institucional já conduzida pelo Município, por meio da Procuradoria-Geral e do Procon, diante das recorrentes reclamações da população sobre quedas de energia, oscilações na rede e prejuízos causados pela má prestação do serviço. Entre os impactos registrados estão danos a eletrodomésticos e equipamentos, prejuízos ao comércio e transtornos em áreas essenciais, como saúde e educação. A medida reforça a atuação institucional já conduzida pela Município, por meio da Procuradoria- Geral e Procon Rio das Ostras Secom PROVIDÊNCIAS - De acordo com a recomendação, a concessionária deverá adotar providências emergenciais para garantir a estabilidade do fornecimento em Rio das Ostras, apresentar um plano de ação com cronograma de execução, elaborar um mapa de risco da rede elétrica no Município, criar um plano de contingência para períodos de maior consumo, realizar investimentos urgentes na infraestrutura local, melhorar a comunicação com a população e encaminhar relatórios mensais ao Ministério Público e ao Município. O documento também prevê a concessão de descontos ou compensações financeiras aos consumidores afetados, nos termos da regulamentação vigente. A empresa deverá informar em até 10 dias se acatará a recomendação e, em caso positivo, apresentar os documentos e medidas no prazo de 20 dias. MULTAS - O documento também destaca o histórico de atuação do Procon de Rio das Ostras no enfrentamento do problema. Segundo a recomendação, o órgão aplicou 30 multas administrativas à concessionária, somando R$ 1.265.598,05. O texto ainda registra 685 reclamações em 2025 e outras 146 apenas nos primeiros meses de 2026, o que evidencia a dimensão do problema e a necessidade de medidas estruturais. Para o Município, a assinatura da recomendação representa um passo importante na defesa da população e no fortalecimento da cobrança institucional por soluções concretas. A atuação conjunta com o Ministério Público amplia a pressão para que a concessionária apresente respostas compatíveis com a realidade enfrentada por moradores, comerciantes, empresários e serviços públicos da Cidade. RECLAMAÇÕES - A Prefeitura de Rio das Ostras reforça que os consumidores prejudicados por quedas de energia, oscilações ou outros problemas relacionados à prestação do serviço devem formalizar reclamação junto ao Procon. Os registros são fundamentais para subsidiar as ações do Órgão, fortalecer as medidas administrativas e ampliar a cobrança por providências definitivas. O atendimento do Procon pode ser acionado pelo telefone (22) 2771-6581. Já os agendamentos para formalização das reclamações podem ser feitos pelo site https://riodasostras.rj.gov.br/servicosdigitais.

  16. Donald Trump participa do sorteio da Copa do Mundo Mandel NGAN / POOL / AFP Você pagaria quase 1 milhão de reais para ver a final da Copa do Mundo?  Neste ano teremos a Copa mais cara da história para os torcedores. A Fifa espera arrecadar um recorde de US$ 3 bilhões com a venda de ingressos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O ticket mais barato para a final custa quase R$ 21 mil. Sete vezes mais caro que na última edição. E grupos de torcedores já se organizam em protesto. "Fiquei chocado com o nível de ganância, para ser sincero", diz um torcedor dos EUA. "Acho que deveríamos boicotar esta Copa do Mundo", afirma outro, do Senegal. Nesta edição, a Fifa está aplicando preços dinâmicos. Isso significa que os valores dos ingressos variam de acordo com a demanda em tempo real, atingindo preços recorde Além disso, a revenda de ingressos não tem regulação nos Estados Unidos nem no Canadá. Com isso, sites já anunciam ingressos para a final por até € 163 mil, ou R$ 950 mil. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Embora a Fifa diga que os preços refletem a demanda, grupos de torcedores criticam a falta de limites e regulação. O torcedor dos EUA Adaer Melgar pagou US$ 3.400 por seis ingressos. Ele começou a economizar há oito anos. "Eu cheguei a abrir uma conta bancária separada, onde comecei a depositar US$ 100 por mês, pouco a pouco. Mesmo com esse planejamento e me preparando por alguns anos, foi muito mais caro do que eu esperava", conta. "Paguei quase US$ 500 por ingresso da fase de grupos. Também reservei um hostel em San Francisco e um motel em Dallas. Isso me custou cerca de US$ 150 por noite", diz Mohammad Shakour, torcedor da Jordânia em sua primeira Copa. Além disso, torcedores de algumas nacionalidades sequer podem comparecer devido a restrições de viagem impostas pelos Estados Unidos. "Se não somos aceitos como torcedores, nossas seleções não deveriam ir – e deveríamos realmente boicotar o torneio. Sem torcedores, não existe esporte, não existe entretenimento", afirma uma torcedora do Senegal.

  17. Construir ou reformar envolve decisões que vão muito além da estética. Cada escolha feita ao longo do projeto influencia diretamente a durabilidade dos ambientes, a frequência de manutenção e os custos ao longo do tempo. Em um cenário de consumo mais atento, optar por materiais de qualidade e bem especificados deixa de ser apenas um cuidado técnico e passa a ser uma estratégia para preservar o investimento. Na prática, escolher com consciência significa pensar além do momento da obra. Um revestimento adequado para cada ambiente, um metal com boa performance ou uma tinta com maior cobertura ajudam a evitar trocas precoces e reduzem a necessidade de reparos futuros. O resultado aparece no dia a dia, com mais praticidade, menos desgaste e uma casa que mantém sua qualidade por muito mais tempo. Projetos bem planejados começam com decisões técnicas que valorizam o imóvel e garantem mais eficiência na obra Acervo Internet O que realmente faz diferença na vida útil de um projeto Alguns fatores são decisivos para que o acabamento preserve seu desempenho e sua estética ao longo dos anos: especificação correta para cada ambiente, considerando umidade, circulação e exposição ao sol materiais mais resistentes, preparados para o uso contínuo sem perda de desempenho compatibilidade entre produtos, evitando falhas de aplicação e retrabalho acabamentos de fácil manutenção, que tornam a rotina mais simples e funciona Na Vilarejo, esse processo é conduzido com apoio técnico especializado, que auxilia na escolha dos materiais mais adequados para cada aplicação. A orientação considera não apenas o estilo do ambiente, mas também as necessidades reais de uso, o que torna o projeto mais coerente e duradouro. Outro diferencial está na estrutura da loja, que reúne diferentes soluções em um só lugar e facilita a comparação entre produtos, acabamentos e possibilidades de composição. Isso permite decisões mais seguras e alinhadas ao conjunto da obra, com mais clareza em cada etapa. Quando as escolhas são bem conduzidas desde o início, a obra deixa de ser apenas uma fase e passa a representar um investimento de longo prazo. Para quem busca esse resultado, visitar uma loja Vilarejo é uma forma de transformar decisões técnicas em soluções práticas, com mais segurança, qualidade e consistência em cada detalhe do projeto. Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes ou Niterói – RJ.

  18. Quadro popularmente conhecido como 'Tiradentes Esquartejado', de Pedro Américo Reprodução/TV Integração O feriado de 21 de abril, nesta terça-feira, marca a morte de Tiradentes, símbolo da Inconfidência Mineira. Joaquim José da Silva Xavier foi levado à forca careca e sem barba. Uma imagem diferente das ilustrações que estampam os livros de história. Quem foi Tiradentes e por que 21 de abril é feriado no Brasil inteiro? O movimento do qual Tiradentes fazia parte era anticolonialista e queria a instalação da República. Os mineiros planejavam o fim da dominação portuguesa sobre o Brasil. Para além do mártir, o herói era tagarela, namorador, teimoso, corajoso, apaixonado por livros e defensor do conhecimento. Um homem comum, que talvez até tenha sido traído pela mulher. Além de dentista ("tira dentes"), ele teve outras profissões, como minerador, comerciante e alferes. Sobre a aparência física, no entanto, quase não há relatos da época. "Um herói sem rosto. Sem qualquer registro ou retrato verídico, artistas e escritores criaram suas próprias versões de como ele poderia ser", explicou o historiador André Figueiredo Rodrigues, professor da Faculdade de Ciências e Letras de Assis da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Com essa lacuna, ao longo da história, a imagem de Tiradentes foi associada à figura de Jesus Cristo. Era preciso transformar o homem em mito e torná-lo conhecido. Segundo Rodrigues, no final do século XIX, Angelo Agostini recebeu a missão de desenhar o alferes. "Até aquele momento, Tiradentes não havia sido representado visualmente. E, para se tornar um personagem respeitado, era fundamental que visualmente ele apresentasse barba e bigode. Para atender a esses requisitos, Agostini estudou Tiradentes, cuja representação na época ganhava contornos religiosos, e se baseou na pintura 'Cristo carregando a cruz', de Antoon van Dyck", explicou. Veja a comparação abaixo: Tiradentes semelhante a Cristo Initial plugin text Joaquim Xavier foi enforcado no Rio de Janeiro, em 1792, por traição à coroa, quando tinha 45 anos. Esquartejado, teve as partes do corpo expostas em diferentes locais públicos de Vila Rica, atual Ouro Preto. A República só foi proclamada no Brasil em 1889. "Desde a segunda metade do século XIX, mais precisamente após a proclamação da República, os aspectos de um Tiradentes passivo e humilde foram recuperados e ganharam destaques nas artes e na literatura", relatou Borges, que é autor de um livro sobre a construção da representação do inconfidente. Uma estátua de Tiradentes foi instalada na ALMG, em abril de 2014 Raquel Freitas/G1 O Cristo da multidão Os freis José Carlos de Jesus Maria do Desterro e Raimundo da Anunciação Penaforte estiveram ao lado do militar em seus últimos dias de vida. Os relatos da documentação oficial vinham carregados da religiosidade desses homens, resultando em uma crescente associação de Tiradentes a Jesus. Entre os exemplos citados por Borges estão uma peça do poeta Castro Alves ("Ei-lo, o gigante da praça /O Cristo da multidão"), encenada em 1867, e um artigo de Luiz Gama, de 1882, em que o autor traçou um paralelo entre a forca de Tiradentes e a cruz de Jesus. Destacar a humanidade de Tiradentes não tira a importância que ele teve para a história do país, nem a firmeza de seu caráter. Segundo o historiador, nos três anos em que esteve na prisão, o militar foi submetido a onze depoimentos. Em nenhum deles acusou qualquer companheiro, assumindo sozinho a culpa pela revolta. "Tiradentes foi um homem comum como vários outros que viveram no Brasil colonial. Ele buscou, como tantos outros, enriquecer e manter um importante patrimônio que o fizesse viver bem e com status", definiu o historiador. Por que dia 21 de abril é feriado? O dia 21 de abril é feriado em todo o país desde 1890, homenageando o herói nacional. O Decreto nº 155-B foi publicado em janeiro daquele ano. Ele foi declarado patrono cívico da nação brasileira no dia 9 de dezembro de 1965, com a Lei de nº 4.897, no governo de Castello Branco. O texto diz que a homenagem a ele pretende destacar que a condenação de Tiradentes não deve manchar a memória dele, que é "reconhecida e proclamada oficialmente pelos seus concidadãos, como o mais alto título de glorificação do nosso maior compatriota de todos os tempos". Retrato de Tiradentes como militar faz parte do Arquivo Público Mineiro Acervo Arquivo Público Mineiro/Reprodução Vídeos mais vistos do g1 Minas:

  19. GIF mostra fotos de imigrantes na época da construção e inauguração de Brasília Arquivo Público do DF Vista do alto, Brasília parece pronta para decolar. E é isso que fizeram os milhares de brasileiros vindos de todas as regiões do país em direção à capital, desde a sua construção. No centro do mapa, Brasília é o ponto onde várias histórias se cruzam. Cada um que vem traz sotaques, hábitos e expectativas que ajudam a redesenhar a cidade todos os dias. O g1 reuniu depoimentos de migrantes de diferentes épocas — histórias que revelam descobertas, estranhamentos e recomeços na capital (leia mais abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 no WhatsApp. Segundo o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IpeDF), dos quase 3 milhões de moradores do DF, 1.244.961 nasceram em outros estados. Dos que migraram, os principais motivos foram para acompanhar a família (36,6%) e para trabalhar (29,3%). “Aqui é uma cidade de saudade, uma cidade de pessoas que vêm de outros territórios. Então é um lugar onde também muitas pessoas constroem suas vidas em meio a estranhos. Aqui há acolhimentos, mas também há suas formas de distanciamento”, explica o antropólogo e historiador Paíque Santarém, professor da Universidade de Brasília (UnB). As trajetórias de quem chega de fora e decide ficar são diversas — assim como as formas de enxergar Brasília. Há quem considere a cidade um lugar acolhedor, sinônimo de sucesso e vida nova. Já outros reclamam da “frieza” da arquitetura e das pessoas. LEIA TAMBÉM: Clarice Lispector odiava ou amava Brasília? Entenda “Essa migração foi acontecendo de variadas maneiras. Pessoas que vieram para trabalhar, para construir a cidade, pessoas que vieram fugidas de suas cidades, pessoas que enxergaram aqui no Distrito Federal um local para reconstruir ou para melhorar a trajetória da família, e as que enxergavam aqui um terreno de propriedade de vida e de sonhos”, pontua Santarém. 🎞️Veja, na galeria, mais fotos de migrantes na época da construção e inauguração da capital: Os migrantes de Brasília há mais 60 anos Os relatos de quem veio José Jorge Cauhy - comerciante, veio de Uberlândia (MG), em 1957, em busca de "fazer a vida" Ah, foi a maior coisa que foi inventada, foi Brasília. [...] Eu levei minha família a noite, para passear, então eles conheceram alguma coisa. A impressão que eu tive com o Palácio da Alvorada foi uma coisa deslumbrante, estava tudo clarinho, coisa mais linda que eu encontrei na minha vida, acho que foi o Palácio da Alvorada. José Geraldo Gonçalves - bancário, veio de Belo Horizonte (MG) com a família, a trabalho, em 2013 “Nós aprendemos a gostar de Brasília, até mais do que a gente gostava da nossa cidade de origem. Eu achei uma cidade muito legal, muito gostosa mesmo, você tem muita opção de lazer, você tem muita coisa interessante, eu adoro Brasília.” Eu não achei as pessoas muito acolhedoras, não. Nós tivemos esse choque de realidade, de hábitos da população que quando a gente chegava no elevador, às vezes a pessoa até virava o rosto pro lado a não cumprimentar a gente. E pra nós aquilo era um choque, a gente não entendia o porquê daquilo. Então a princípio eu não gostei do acolhimento não, mas assim, depois que você vai entendendo a dinâmica da cidade, aí você acaba relevando. Rômulo Barbosa Neves - advogado, veio do Rio de Janeiro, a trabalho, em 2025 Carioca em Brasília fala sobre 'choques culturais' Em vídeo viralizado no TikTok, o carioca de 30 anos conta alguns "choques culturais" que teve ao chegar em Brasília (assista acima). Ao g1, ele também falou suas impressões sobre a cidade. "O clima é uma loucura, né? De dia tá muito calor, extremamente calor, aí de noite tá frio, chovendo. [...] Mas o que eu mais estou tendo dificuldade é com os endereços, é absurdo, porque são letras, aí você coloca aplicativo e você tem que acertar tudo, não pode errar nada, uma letrinha, um número, e você tá em outra quadra", diz. Augusto Guimarães - arquiteto, veio do Rio de Janeiro, em 1957, a convite de Lúcio Costa Quando eu desci em Brasília, aquela ausência de horizonte, aquela vegetação meia ressequida, eu fiquei arrepiado, não conseguia sequer respirar. Eu disse: "Meu Deus!". [...] Vocês querem uma sensação? Eu fui assistir a inauguração de Brasília e cheguei lá meia-noite. Quando eu olhei lá pra baixo, eu vi, eu conhecia a cidade, eu vi a cidade iluminada. Eu disse: "Mas que loucura, puseram poste na cidade toda." Não era não, eram os automóveis que estavam parados, e a cidade cheia de automóveis, era aquela coisa, viu? Ah! A cidade inteira desenhada ali. Foi um negócio muito bonito. Brasília causa estranheza. A primeira estranheza que Brasília causa é de ordem emocional. Todos foram erradicados de algum lugar. Todos foram tirados de algum lugar. Tirados por miragem, tirados por necessidade, mas alguém que tá lá, que perdeu, deixou as raízes e as ligações noutra parte. Júlia Soares Domingues - fonoaudióloga, veio de Guaraciaba do Norte (CE), para estudar, em 2019 Initial plugin text Minha primeira impressão foi o choque do movimento acelerado. Em Guaraciaba, o tempo parece pertencer à gente; aqui, parece que corremos atrás dele. Senti falta das pausas, do 'bom dia' demorado, de saber quem são os vizinhos, e quando não, a troca ainda ser algo viável. É uma distância, principalmente, de estilo de vida. Brasília é uma cidade de oportunidades, mas o acolhimento tem suas ressalvas. No início, senti que para me sentir aceita, mesmo Brasilia sendo um lugar de migração, precisei camuflar especialmente meu sotaque. [...] Depois de oito anos aqui, já me sinto em casa, as oportunidades me permitiram construir uma ótima vida. Ainda que em certas regiões e bolhas sociais, o preconceito contra o nordestino seja muito latente Conflito e sonho Paíque Santarém explica que o Distrito Federal já era um local de convergência de culturas muito antes da construção de Brasília, quando povos originários e quilombolas ocupavam a região do Planalto Central. Com a inauguração da capital, muitos brasileiros deixaram suas vidas em seus locais de origem para viver o sonho de Brasília. "O que torna Brasília atrativa é a ideia de ser uma cidade nova. Isso faz com que muitas pessoas venham pra cá e queiram lutar na cidade, queiram construí-la e conquistá-la", diz. "Houve, em determinados momentos da história, propagandas do Estado com maior ou menor perversidade para que as pessoas viessem para cá, seja com promessas de terra ou de trabalho, e essas propagandas geraram uma dinâmica de conflitos e de conquistas de território. Então, o Distrito Federal tem essa dimensão do conflito e do sonho como algo que é constituinte", diz Santarém. Pôr do sol na Torre de TV de Brasília Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Ainda segundo o antropólogo, os primeiros povos que vieram para o Distrito Federal, os Candangos, enfrentaram uma "jornada heróica", porque trabalharam em jornadas extenuantes, com condições de trabalhos precárias e baixos salários. Os que vêm hoje também enfrentam dificuldades, embora não as mesmas de antes. "Pessoas que vêm para cá com nada, para construir a vida, quando encontram espaços comunitários, conseguem espaços de acolhimento. Mas esse acolhimento não retira delas as dificuldades que são viver e lutar nessa capital", pontua. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  20. JK fala sobre a construção de Brasília. Vídeo: Arquivo Público do DF Brasília completa 66 anos nesta terça-feira (21). 🎂 Em celebração, o g1 separou 66 imagens emblemáticas da capital, da sua construção até os tempos atuais. Veja na reportagem imagens: da construção e inauguração de Brasília; dos primeiros anos da capital; dos tempos atuais. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. 📸 Construção e inauguração de Brasília (1956-1960) Imagem mostra estaca do Marco Zero de Brasília Arquivo Público do DF Urbanista que planejou Brasília, Lucio Costa (à direita) e o presidente JK (à esquerda). Arquivo Público-DF/Divulgação Construção do Brasília Palace Hotel, primeiro hotel da capital, na década de 50. Arquivo Público do DF Caminhão transporta operários para obra em Brasília Arquivo Público do DF/Fundo Novacap/Divulgação Oscar Niemeyer, arquiteto dos edifícios monumentais de Brasília Arquivo Público do DF Candangos trabalhando na construção do Congresso Nacional, na década de 50 Arquivo Público do Distrito Federal JK visita Brasília durante sua construção. Vídeo: Arquivo Público do DF Palácio do Planalto sendo construído, na década de 50 Arquivo Público do DF Esplanada ficou coberta de gelo após forte chuva de granizo, em outubro de 1954 Arquivo Público do DF Esplanada ficou coberta de gelo após forte chuva de granizo, em outubro de 1954 Arquivo Público do DF Praça do Cruzeiro – fevereiro de 1955 Arquivo Público-DF/Divulgação JK (sentado) e convidados acompanham, pelo rádio, jogo da seleção na Copa de 58 no Brasília Palace Hotel. Arquivo Público do DF/reprodução Juscelino Kubitschek e Fidel Castro em Brasília, em 1959. Associação Brasileira de Imprensa Corpo do engenheiro Bernardo Sayão chega a Brasília, em 1959 Catedral em construção, em 1960. Revista Brasília/Arquivo Público do DF Igrejinha Nossa Senhora de Fátima em construção, no DF Reprodução Rua movimentada da Cidade Livre, em Brasília Arquivo Público do DF/Fundo Novacap/Divulgação Operários tomam café da manhã em Brasília Arquivo Público do DF/Divulgação Acampamento da Novacap na 'Lonalândia', hoje, Candangolândia Arquivo Público do DF/Divulgação Criança junto a janela no Palácio do Planalto observa a Praça dos Três Poderes e o parlatório na inauguração de Brasília em 1960 Arquivo Público do DF/Divulgação Instituto Central de Ciência da Universidade de Brasília (UnB), na década de 1960 Arquivo Cedoc/UnB Jean-Paul Sartre, Juscelino Kubitschek e Simone de Beauvoir em Brasília, em 1960. Acervo Agência Nacional Imagem do aeroporto em 1960 Arquivo Público do DF 📸 Os primeiros anos da capital (1961-1989) Presidente Dwight Eisenhower, dos Estados Unidos, visita Brasília em 1961 e encontra JK reprodução Registro de 1961 da reunião de fundação da ARUC, primeira escola de samba do DF Aruc/reprodução Che Guevara (à esquerda) e Jânio Quadros (à direita) em Brasília, em 1961. Acervo O Globo Tanque na Esplanada dos Ministérios durante a Revolta dos Sargentos, em 1963. Memorial da Democracia Congresso Nacional, em Brasília, em 1964, quando ocorreu o golpe da ditadura militar Arquivo/Agência O Globo Em 1967, a escultura Solarius foi doada pelo governo da França, em homenagem à construção de Brasília. Arquivo Público do DF Rainha Elizabeth II visita Brasília, em 1968 Estudantes da UnB são detidos pela polícia dentro do campus em agosto de 1968, na ditadura militar. Arquivo Central/AtoM/UnB Chegada do Ator Grande Otelo na 5ª edição do Festival de Cinema de Brasília, em 1969 Arquivo Público do DF / Fundo Fundação Cultural do DF No dia 3 de fevereiro de 1974, o Autódromo Internacional de Brasília foi do Grande Prêmio Presidente Emílio Médici. O GP de Brasília foi um dos três extraoficiais do calendário da Fórmula 1 1974: Praça do Cruzeiro recebe tratamento paisagístico atual Arquivo Público-DF/Divulgação Trecho do documentário "Quilombo Mesquita", 1975, de Vladimir Carvalho. Antes da chegada de Juscelino Kubitschek, comunidade quilombola ocupava parte do território onde foi construída a capital Polícia reprime estudantes em greve durante a invasão da Universidade de Brasília (UnB) em junho de 1977. Memorial da Democracia Na década de 70 e 80, filmes exibidos no Cine Drive-In eram anunciados em letras garrafais em um letreiro na entrada. Divulgação/Cine Drive-In Em 30 de junho de 1980, o Papa João Paulo II fez sua primeira visita em Brasília, onde celebrou uma missa e percorreu Esplanada dos Ministérios no Papa Móvel Arquivo Público do DF Athos Bulcão orientando funcionários na colocação dos azulejos do hospital da Rede Sarah, em 1982 reprodução / Fundação Athos Bulcão Piscina de ondas em janeiro de 1984 Luiz Lemos/ARPDF 📸 Tempos atuais (1990-2026) Baile de Carnaval no eixão, em Brasília, em 1990. Segundo o Instituto Aruc, baile era realizado após o desfile das Escolas de Samba, para um público que contava com mais de 20 mil pessoas. reprodução / Instituto Aruc Manifestantes em frente ao Congresso Nacional pedem impeachment de Collor, em 1992 reprodução / Memória O Globo Em junho de 1993, obras do metrô no túnel da Asa Sul, em Brasília reprodução / Metrô DF É tetra! Relembre festa em Brasília após conquista da Copa de 1994 Visita em obras do Metrô-DF, em 1994 Metrô-DF Visita em obras do Metrô-DF, em 1994 Mtrô-DF EXCLUSIVO: veja a íntegra da gravação do último show dos Mamonas Assassinas, em 1996 Em 1999, na Esplanada dos Ministérios, manifestação reúne cerca de 100 mil contra governo de Fernando Henrique Cardoso reprodução / Memorial da Democracia Vampeta da cambalhota na rampa do Palácio do Planalto, em Brasília, após Brasil ganhar Copa de 2002 REUTERS/Jamil Bittar Em 2011, manifestação durante construção do Noroeste, área nobre da capital erguida em região indígena Obras Mané Garrincha em junho de 2012 Agência Brasil Grupos pró e contra impeachment de Dilma Rousseff são vistos separados por cercas na Esplanada dos Ministérios, em 2016 Juca Varella/Agência Brasil Imagens subaquáticas de 2017 mostram ônibus submerso no Lago Paranoá; em 1959, lago inundou a Vila Amaury, que abrigava 16 mil operários da construção de Brasília Higienização de escola em Brasília, em agosto de 2020, durante a pandemia de Covid-19 Getty Images/via BBC Enfermeiros fazem homenagem em Brasília a colegas mortos pela Covid-19 Com a chegada da vacina contra Covid-19, em 2021, posto da Asa Norte, em Brasília, tem longa fila Indígenas do acampamento Terra Livre, evento anual que acontece em Brasília, em 2022 Amanda Sales/g1 Terrorismo em Brasília: Fantástico refaz a cronologia da barbárie dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 Paul McCartney faz show no Clube do Choro, em Brasília, em 2023 reprodução / MPL Communications Marco Zero de Brasília é encontrado em 2024; local foi marcado no chão e na parede do Buraco do Tatu TV Globo Show de Alok tem pirâmide gigante na Esplanada dos Ministérios, em 2024 Incêndio de grandes proporções na Flona durante a noite de 2 de setembro de 2024 Foto de cometa cruzando o céu de Brasília, de Fred Danin, é escolhida como 'imagem do dia' pela Nasa em 21 de janeiro de 2025 Implosão do Torre Palace: carcaça de hotel de luxo vai ao chão em 2026 Imagens de 2026 mostram cenários de Brasília em trechos do filme “O Agente Secreto”, premiado no Globo de Ouro LEIA TAMBÉM: PRESIDENTE JK: primeiro sapato aos 10 anos, correspondências com Chico Xavier e exílio na ditadura; veja curiosidades sobre Juscelino Kubitschek HISTÓRIA DA CAPITAL: conheça histórias do 1º hotel de Brasília por onde passaram personalidades mundiais BERNARDO SAYÃO: conheça engenheiro que 'brincou com a morte' e foi o primeiro a ser enterrado em Brasília Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  21. O navio indiano 'Nanda Devi', carregado com gás liquefeito de petróleo (GLP), chegou ao porto de Vadinar, no distrito de Jamnagar, estado de Gujarat, em 17 de março de 2026, após o Irã permitir sua passagem pelo Estreito de Ormuz, um importante corredor energético que permanece interrompido devido à guerra no Oriente Médio. Os petroleiros de bandeira indiana 'Shivalik' e 'Nanda Devi', transportando cerca de 92.700 toneladas métricas de GLP, chegaram aos portos do estado de Gujarat, representando uma rara exceção na passagem comercial por esse ponto estratégico. AFP Quando, em 2023, a comunidade internacional se comprometeu a iniciar uma transição para abandonar os combustíveis fósseis no intuito de frear as mudanças climáticas, alguns celebraram isso como o começo do fim do petróleo. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Três anos depois, a guerra no Oriente Médio evidencia que a dependência mundial do "ouro negro" não mudou, apesar de suas consequências irem muito além do impacto ambiental. A economia e a segurança energética globais estão em risco. Isso faz com que o conflito seja usado como mais uma razão para substituir definitivamente o principal responsável pelas emissões de CO? por energias renováveis, 167 anos depois da extração do primeiro barril comercial na Pensilvânia, nos Estados Unidos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 No entanto, apesar de alguns apelos, a tendência global indica que a promessa da COP28 está longe de ser cumprida. A política do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é um exemplo disso: depois de cunhar o slogan "drill, baby, drill" (perfura, querido, perfura), ele interveio em dois países ricos em reservas de petróleo: Venezuela e Irã. Por que é tão difícil deixar para trás o petróleo? A seguir, algumas pistas. É a economia Se os mercados financeiros respiram conforme as oscilações do preço do barril, é porque seus agentes estão profundamente ligados aos ativos associados aos hidrocarbonetos. "A gente não pode fazer a transição quebrando de um dia para o outro as empresas de combustíveis fósseis, porque isso seria um desastre econômico planetário sem precedentes. Gigantes bancários como o HSBC quebrariam", disse à AFP Claudio Angelo, coordenador de política internacional do Observatório do Clima do Brasil. A dependência econômica é total em países como Arábia Saudita, Kuwait e Iraque, mas não apenas neles. No caso do Brasil, por exemplo, retirar a Petrobras da balança comercial desmontaria a economia, já que o petróleo é um dos principais produtos de exportação, acrescenta Angelo. Outros países, como a Colômbia, são tão dependentes dessas receitas que seu presidente, Gustavo Petro, pede alívio da dívida soberana para tornar viável sua promessa de não conceder novos contratos de exploração de petróleo. Bombas de extração de petróleo, Irã, Oriente Médio Reuters Vontade política Potências exportadoras de petróleo como os Estados Unidos, Canadá e Austrália têm, por outro lado, meios para assumir a transição energética, afirma Bill Hare, diretor do instituto Climate Analytics. "É uma questão de vontade política", acrescenta à AFP. Mas com o retorno de Trump ao poder, junto ao avanço global da extrema direita, os interesses econômicos voltam a ser priorizados em detrimento da luta contra o aquecimento global - quando o fenômeno não é diretamente negado. "Há toda uma visão no Ocidente, liderada pelos Estados Unidos, de voltar a um modelo que já existiu", de curto prazo, sustenta Leonardo Stanley, pesquisador associado do Centro de Estudos de Estado e Sociedade de Buenos Aires. O lobby mais poderoso Presentes nas conferências anuais da ONU sobre o clima, as petroleiras - da americana ExxonMobil à saudita Aramco - defendem seus interesses nos bastidores, às vezes por meio de grandes consultorias como a McKinsey, como mostrou uma investigação da AFP na COP28. "O setor de óleo e gás é o lobby mais poderoso da Terra", afirma Angelo. Há 30 anos ele "joga para adiar mudanças", acrescenta. Quem paga a conta? Para abandonar o petróleo, é necessário apoio financeiro aos países produtores dependentes dessas receitas e também aos mais pobres, para acompanhar a transição. "Tem que haver alguma disposição das grandes e médias potências econômicas de criar um sistema internacional que facilite isso", o que até agora não ocorreu, afirma Bill Hare. Sinais positivos Apesar de tudo, há avanços. As energias renováveis representaram um recorde de quase 50% da capacidade elétrica mundial em 2025, segundo a Irena, entidade intergovernamental que promove a transição energética. A China, maior emissora mundial de gases de efeito estufa e, ao mesmo tempo, líder na produção de energias renováveis, ampliou de forma excepcional suas capacidades eólicas e solares no ano passado. No Paquistão, a energia solar, que era marginal em 2020, tornou-se uma das principais fontes de eletricidade. Em várias regiões da Austrália e dos Estados Unidos, o avanço das energias renováveis reduziu a conta de luz, segundo Hare. Setor produtivo alerta perda com royalties de petróleo

  22. Bernardo Boldrini foi morto aos 11 anos em 2014 GloboNews O assassinato do menino Bernardo Uglione Boldrini completa 12 anos neste mês. O menino de 11 anos desapareceu em abril de 2014, em Três Passos, no Noroeste do Rio Grande do Sul, e foi encontrado morto dez dias depois, em um crime que chocou o país e segue na memória dos brasileiros. Relembre o caso abaixo. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Em 2019, quatro pessoas foram condenadas, por meio do Tribunal do Júri, pela morte do menino: o pai, Leandro Boldrini; a madrasta, Graciele Ugulini; a amiga da madrasta, Edelvânia Wirganovicz; e o irmão dela, Evandro Wirganovicz. O g1 mostra a situação atual dos condenados pelo crime que chocou o país. Confira abaixo. Os condenados Condenados no caso Bernardo: Leandro Boldrini, Graciele Ugulini, Edelvânia Wirganovicz e Evandro Wirganovicz Reprodução/TJRS O pai, a madrasta e a amiga foram denunciados por homicídio quadruplamente qualificado (motivos torpe e fútil, emprego de veneno e recurso que dificultou a defesa da vítima). Já Evandro foi condenado por homicídio simples. Todos foram acusados de ocultação de cadáver. Graciele Ugulini, a madrasta, recebeu pena de 34 anos e sete meses de prisão. Leandro Boldrini, o pai, foi condenado a 33 anos e oito meses de prisão. Edelvânia Wirganovicz, a amiga, foi condenada a 22 anos e 10 meses de prisão. Evandro Wirganovicz, o irmão de Edelvânia, foi sentenciado a nove anos e seis meses em regime semiaberto. Em julho de 2025, a Justiça do RS aumentou as penas impostas em primeira instância contra Boldrini e Graciele para 13 anos e 15 dias de reclusão por tortura, em regime fechado, e quatro anos, nove meses e 15 dias de detenção por abandono material, em regime semiaberto. O crime de submissão a vexame e constrangimento foi extinto por prescrição. Juíza faz a leitura da sentença no julgamento do Caso Bernardo Onde estão? Leandro Boldrini, o pai Caso Bernardo: pai da vítima, Leandro Boldrini, é réu em júri Reprodução/RBS TV A execução da pena ocorre em regime semiaberto, com saída temporária deferida. Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), ele não possui trabalho externo autorizado até esta publicação e não apresentou carta de emprego ou pedido formal para exercer atividade fora do sistema prisional. Em fevereiro de 2025, Boldrini foi desligado do Hospital Universitário de Santa Maria (HUSM) após ter o registro médico cassado. Ele havia sido selecionado, em 2024, para uma vaga no programa de residência médica da instituição. A cassação foi determinada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), após recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul contra uma decisão anterior do Conselho Regional de Medicina (Cremers), que havia absolvido Boldrini em processo ético-profissional. Com a decisão, Boldrini ficou impedido de exercer a medicina, teve os sistemas de acesso e o crachá do hospital cancelados e não poderá mais ingressar na instituição como profissional da área. Graciele Ugulini, a madrasta Graciele Ugulini reprodução De acordo com o TJRS, Graciele exerce atividades laborais internas na cozinha do Instituto Penal de Santo Ângelo. Edelvânia Wirganovicz, amiga da madrasta Edelvânia Wirganovicz. reprodução Edelvânia Wirganovicz foi encontrada morta no Instituto Penal Feminino de Porto Alegre em abril de 2025. Segundo a Polícia Penal, a suspeita é de suicídio. A mulher era amiga da madrasta de Bernardo, Graciele Ugulini, também condenada. Edelvânia admitiu o crime e apontou o local onde a criança foi enterrada. Em maio de 2022, Edelvânia foi para o regime semiaberto. Em 2023, uma decisão do juízo da 2ª Vara de Execuções Criminais da comarca de Porto Alegre determinou que Edelvânia utilizasse tornozeleira eletrônica em razão da falta de vagas no sistema prisional. Em fevereiro de 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, determinou que ela retornasse ao regime semiaberto. Evandro Wirganovicz, irmão de Edelvânia Evandro Wirganovicz é interrogado no júri do caso Bernardo Reprodução/TJ-RS O irmão de Edelvânia foi condenado a 9 anos e 6 meses de prisão por homicídio simples e ocultação de cadáver. Ele já cumpriu a pena, que foi extinta em janeiro de 2024, e está solto. Relembre o crime O caso Bernardo marcou o país e permanece como um dos crimes mais emblemáticos da última década. Na última semana, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul aprovou o Projeto de Lei nº 424/2024, de autoria do deputado Delegado Zucco, que cria a Patrulha Estadual de Prevenção à Violência Doméstica e Familiar contra Crianças e Adolescentes, apelidada pelo parlamentar como "Patrulha Bernardo". A proposta estabelece ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência praticada no ambiente familiar. Homenagens aniversário Bernardo Boldrini Três Passos Reprodução/RBS TV Abaixo, confira a cronologia do crime: 4 de abril de 2014: Bernardo desaparece Cartaz divulgando desaparecimento de Bernardo Reprodução/RBS TV De acordo com a polícia, o menino foi visto pela última vez às 18h do dia 4 de abril, quando ia dormir na casa de um amigo, que ficava a duas quadras de distância de onde ele morava. No dia 6 de abril, o pai do menino foi até a casa do amigo, mas foi comunicado que o filho não estava no local e que não havia chegado nos dias anteriores. 13 de abril de 2014: pai pede ajuda para encontrar filho Pai de menino achado morto no RS ligou para rádio e pediu ajuda Vários dias após o suposto sumiço do filho, o pai de Bernardo procurou uma emissora de rádio de Porto Alegre para pedir ajuda nas buscas pelo menino. "A gente está com uma força-tarefa com a Polícia Civil, Brigada Militar. Assim, a gente tá procurando esse menino, que é o Bernardo Uglione Boldrini", relatou Leandro Boldrini à Rádio Farroupilha, do Grupo RBS. 14 de abril de 2014: corpo é encontrado Policiais fazem buscas ao corpo do menino de 11 anos desaparecido em Três Passos, RS André B. Piovesan/Folha do Noroeste O corpo do menino foi achado em Frederico Westphalen, no Norte do estado, a 80 km de Três Passos. Na época, a polícia não descartava nenhuma linha de investigação. Dois carros da família foram recolhidos para perícia. 16 de abril de 2014: velório e sepultamento Corpo de Bernardo Boldrini está sepultado em Santa Maria Caetanno Freitas/G1 O corpo de Bernardo foi velado no ginásio do Colégio Ipiranga, onde ele estudava, em Três Passos. A cerimônia foi marcada pela comoção de moradores do município. A vítima foi enterrada no Cemitério Municipal de Santa Maria, no mesmo jazigo da mãe, Odilaine, que cometeu suicídio em fevereiro de 2010, aos 30 anos. 15 de abril de 2014: suspeita de abandono Órfão de mãe, o garoto se queixava de abandono familiar. Bernardo chegou a procurar o Judiciário no início de 2014 para falar do assunto, pedindo para morar com outra família, segundo o Ministério Público. 16 de abril de 2014: atestado de óbito O atestado de óbito diz que a morte do menino ocorreu no dia 4 de abril de "forma violenta", segundo a família materna. O documento não apontou a causa da morte, mas o texto diz que teria sido de forma violenta e que o corpo estava "em adiantado estado de putrefação". 15 de março de 2019: réus são condenados Graciele Ugulini e Leandro Boldrini momentos antes da condenação Joyce Heurich/G1 Após cinco dias e 50 horas de julgamento, o júri decidiu pela condenação dos quatro réus. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  23. Segunda rodada de negociação entre EUA e Irã ainda não tem data certa Recentemente, o presidente americano, Donald Trump, escreveu na rede Truth Social que o tempo não é seu "adversário" durante a guerra com o Irã e nos esforços contínuos para uma solução de paz negociada. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra no Oriente Médio No entanto, pessoas próximas à Casa Branca têm alertado repetidamente que o tempo é, de fato, uma questão crucial que Trump precisa levar em consideração. Na postagem, o presidente americano comparou favoravelmente as seis semanas da Operação Fúria Épica — nome dado à guerra dos EUA e de Israel contra o Irã iniciada em 28 de fevereiro — a conflitos anteriores mais longos envolvendo seu país, incluindo os no Iraque, no Vietnã e as duas guerras mundiais. É difícil, no entanto, comparar conflitos militares e suas respectivas linhas do tempo. O Iraque é um ótimo exemplo. Embora Trump tenha afirmado corretamente que o envolvimento militar dos EUA lá durou mais de oito anos, em 2003, as Forças Armadas americanas derrubaram o governo de Saddam Hussein em cerca de três semanas. Pouco tempo depois, o então presidente George W. Bush, em uma declaração que ficaria marcada na história do conflito, comemorou que a "missão havia sido cumprida". Não foi bem assim. Na sequência, as forças americanas se viram em meio a uma campanha de contrainsurgência extremamente caótica e os resultados, na melhor das hipóteses, foram mistos. Trump fez campanha especificamente contra esse tipo de conflito prolongado no exterior, o que complica sua situação política. Apesar de seus comentários, há claramente o fator tempo em jogo. Os americanos estão cada vez mais preocupados com os preços da gasolina, e Trump tem repetidamente afirmado acreditar que os preços cairão em breve. Seu próprio secretário de Energia, Chris Wright, contradiz essa mensagem, tendo declarado à CNN no domingo (19) que pode levar meses para que os preços da gasolina caiam. Trump disse acreditar que Wright está errado. Nesse sentido, o Irã espera que a pressão interna feita pelos americanos que anseiam por preços baixos e por um fim rápido para o conflito lhe dê poder de negociação. Trump, por sua vez, acredita que a ameaça de novos ataques e o estrangulamento econômico imposto pelo bloqueio pressionarão o Irã a fechar um acordo que os EUA considerem positivo. A questão que permanece é: quem cederá primeiro? Trump nega estar sob pressão para fechar acordo de paz Cessar-fogo nos combates entre Israel e o Hezbollah, partido político xiita e grupo armado com forte influência no Líbano, termina na quarta-feira Ibrahim AMRO/AFP via Getty Images Em meio a uma série de publicações na Truth Social, Trump afirmou, na tarde desta segunda (20), que um acordo com o Irã acontecerá "relativamente rápido" e que será "muito melhor" do que os acordos anteriores assinados com o país. Ele também negou estar sob pressão para fechar um acordo. No entanto, ainda é incerta a participação do Irã em alguma negociação de paz. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã declarou que "até o momento... não temos planos para a próxima rodada de negociações". Isso deixa a porta aberta para uma decisão de última hora de viajar para o vizinho Paquistão, que tem tentado intermediar um eventual acordo. O Irã sempre jogou um jogo de concessões mútuas a longo prazo, escreve Lyse Doucet, correspondente-chefe de Internacional no Irã. A primeira rodada de negociações, ocorrida no Paquistão no último dia 11 de abril, não só terminou sem acordo, como foi sucedida pelo anúncio de um bloqueio naval por parte dos EUA. Trump bloqueou todo o tráfego marítimo que chega e sai de portos do Irã, condicionando a normalização a um acordo de paz. O bloqueio naval foi realizado depois que o Irã fechou efetivamente o Estreito de Ormuz por semanas, em resposta ao ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irã em fevereiro. Na quinta-feira (16), foi anunciado um cessar-fogo de 10 dias nos combates entre Israel e o Hezbollah, partido político xiita e grupo armado com forte influência no Líbano apoiado pelo regime iraniano. O Líbano foi arrastado para a guerra no Oriente Médio em 2 de março, quando o Hezbollah lançou ataques contra Israel para vingar a morte do líder iraniano, o aiatolá Ali Khamenei. Israel respondeu com ataques generalizados em todo o Líbano e uma ofensiva terrestre. Agora, a pausa nos combates no Líbano, onde 2.387 pessoas já morreram desde o início do conflito, foi exigência de Teerã, que alegou que as negociações com os EUA não poderiam progredir sem um cessar-fogo. No dia seguinte, o Estreito de Ormuz foi reaberto, ação que foi celebrada por Trump na rede social: "Obrigado!", postou o presidente americano, acrescentando que o estreito estaria "completamente aberto e pronto para negócios". LEIA TAMBÉM Relatório calcula que a recuperação e reconstrução de Gaza custarão US$ 71,4 bilhões ao longo de 10 anos Terrorismo: Boko Haram dá ultimato e ameaça matar mais de 400 reféns na Nigéria Ataque a tiros em complexo de pirâmides perto da Cidade do México deixa turista canadense morta Trump diz que um acordo com o Irã acontecerá 'relativamente rápido', mas ainda não há confirmação da participação dos iranianos nos diálogos em torno de um possível acordo Allison Robbert/ EPA/Shutterstock Mas a abertura do canal de transporte de petróleo mais movimentado do mundo durou menos de 24 horas. No sábado pela manhã, a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) anunciou o fim da reabertura temporária em resposta ao bloqueio naval dos EUA, que, segundo a IRGC, violava os termos do acordo de cessar-fogo. O Irã afirmou que o estreito permanecerá fechado até que os EUA encerrem o bloqueio naval. Trump, por sua vez, afirmou que o Irã não pode "chantagear" os EUA com ameaças relacionadas à hidrovia. E ameaçou destruir todas as pontes e usinas de energia do Irã se Teerã não concordasse com um acordo de paz. A escalada das tensões seguiu ao longo do fim de semana, depois que os EUA apreenderam um navio cargueiro de bandeira iraniana, afirmando que a embarcação tentou furar o bloqueio. O Irã prometeu retaliações. O alto comando militar iraniano declarou em um comunicado que os Estados Unidos violaram o cessar-fogo ao atirar contra navios mercantes iranianos nas águas do Golfo de Omã, desativando seus sistemas de navegação e abordando as embarcações com o envio de fuzileiros navais. "As Forças Armadas da República Islâmica do Irã responderão prontamente e retaliarão contra este ato de pirataria armada da Marinha dos EUA", acrescentou o comunicado. * Com reportagem da BBC Persa e equipes em todo o Oriente Médio. VÍDEOS: mais assistidos do g1

  24. Imprensa internacional repercute operação contra o CV no Vidigal que deixou 200 turistas isolados Reprodução sociedadmedia.com A operação policial contra integrantes do Comando Vermelho no Vidigal, na Zona Sul do Rio, na manhã desta segunda-feira (20), repercutiu na imprensa internacional, com destaque para o impacto sobre turistas que ficaram isolados no alto do Morro Dois Irmãos durante o tiroteio. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veículos estrangeiros destacaram principalmente o fato de cerca de 200 pessoas terem ficado temporariamente sem conseguir deixar o mirante, um dos pontos turísticos mais procurados da cidade para ver o nascer do sol. Vidigal amanhece com tiroteio, turistas ilhados e Niemeyer fechada A ação contra o CV foi coordenada pelo Ministério Público da Bahia, com apoio da Polícia Civil do Rio, e tinha como alvo chefes do Comando Vermelho que atuam no sul baiano. Durante a operação, criminosos reagiram com tiros e chegaram a interditar a Avenida Niemeyer com barricadas, afetando o acesso entre São Conrado e Leblon. Os turistas só conseguiram descer após a situação ser controlada, em meio a um cenário de forte presença policial, com blindados e helicópteros. Imprensa dos EUA lembra ação de Trump O portal norte-americano Sociedad Media, com sede em Miami, deu um enfoque político à operação e associou o episódio no Rio a discussões em curso nos Estados Unidos sobre o combate ao crime organizado na América Latina. Imprensa internacional repercute operação contra o CV no Vidigal que deixou 200 turistas isolados Reprodução sociedadmedia.com A publicação destacou que o caso ocorre em meio a tratativas do governo do presidente Donald Trump para classificar facções brasileiras, como o Comando Vermelho e o PCC, como organizações terroristas estrangeiras. Segundo o texto, o episódio no Vidigal reforçaria argumentos de autoridades americanas sobre o alcance e o impacto internacional dessas organizações criminosas. O portal também menciona preocupações do governo brasileiro sobre possíveis desdobramentos dessa classificação, incluindo sanções e até ações mais duras por parte dos EUA. Violência atrapalha o turismo Outro veículo dos Estados Unidos, o The Latin Times, abordou o caso sob a perspectiva do impacto da violência sobre o turismo na América Latina. Imprensa internacional repercute operação contra o CV no Vidigal que deixou 200 turistas isolados Reprodução The Latin Times A publicação relacionou o episódio no Rio a um ataque ocorrido no mesmo dia no México, que deixou mortos em uma área turística, na cidade de Teotihuacan, um dos principais sítios arqueológicos e turísticos nos arredores da Cidade do México. A publicação afirmou que os dois casos expõem o “frágil equilíbrio” entre a atratividade turística da região e os desafios de segurança. No texto, o Vidigal é citado como exemplo de como destinos populares podem ser afetados pela proximidade com áreas dominadas pelo crime organizado, destacando que, apesar de não haver feridos entre os visitantes, a situação gerou apreensão e repercutiu nas redes sociais. Imprensa internacional repercute operação contra o CV no Vidigal que deixou 200 turistas isolados Reprodução redes sociais Jornal inglês repercute A BBC também noticiou o caso, destacando que cerca de 200 turistas ficaram presos no topo de um morro durante uma operação policial na favela do Vidigal. A reportagem enfatizou o momento em que os visitantes foram orientados a se proteger enquanto tiros eram ouvidos ao redor e citou o relato de uma turista portuguesa que acompanhava o nascer do sol no local. "Claro que foi assustador, mas acho que foi tudo muito bem controlado pelos guias", relatou uma turista portuguesa em entrevista ao Bom Dia RJ. O veículo britânico ressaltou que o acesso à trilha foi bloqueado durante o confronto e que os turistas só puderam deixar o local após a situação ser controlada pelas forças de segurança. Imprensa internacional repercute operação contra o CV no Vidigal que deixou 200 turistas isolados Reprodução BBC

  25. Protetor solar é indispensável também no outono Uma nova onda de calor já está em atuação no Brasil e deve se intensificar ao longo desta semana, trazendo temperaturas bem acima do normal para abril em áreas do Centro-Oeste e do Sudeste. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O fenômeno é atípico para o outono: as temperaturas podem ficar entre 5°C e 7°C acima da média histórica em diversas cidades (veja MAPA abaixo). Em cidades como Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT), os termômetros podem chegar perto dos 34 °C nos momentos mais quentes do dia. No interior de São Paulo (SP) e no Triângulo Mineiro, o calor também aparece com força, com tardes mais quentes do que o normal para essa época do ano. Em São Paulo (SP), a máxima deve ficar perto dos 28 °C a 30 °C nos próximos dias, com tempo seco. No Rio de Janeiro (RJ) e em Belo Horizonte (MG), o calor também marca presença, com tardes próximas dos 29 °C a 30 °C. Onda de calor vai até 26 de abril. Thalita Ferraz/Arte g1 Outro ponto importante é a umidade do ar, que deve cair bastante nessas áreas mais quentes, principalmente à tarde. Isso deixa o tempo mais seco e aumenta a sensação de calor, mesmo sem temperaturas extremas o tempo todo. Enquanto o interior do país esquenta, outras regiões seguem com mais instabilidade. No Sul, a semana começa com chuva, principalmente no Rio Grande do Sul (RS), onde o tempo fica carregado já a partir desta terça (21). Há risco de pancadas mais fortes em alguns momentos, com rajadas de vento e trovoadas. Em Porto Alegre (RS), a chuva deve aparecer ao longo do dia, com máxima perto dos 25 °C. Os volumes podem ser altos em algumas áreas, passando dos 100 mm. Campo Grande (MS) está sob alerta máximo de onda de calor. Fernando da Mata/g1 MS Em Santa Catarina (SC), a chuva aparece de forma mais irregular, e no Paraná (PR), o tempo fica mais firme na maior parte do estado, com temperaturas elevadas, principalmente no norte. ☁️ Veja a previsão do tempo na sua cidade Na Região Norte, as chuvas seguem volumosas. Roraima (RR), Amazonas (AM) e Pará (PA) devem registrar os maiores acumulados da semana, ultrapassando 100 mm em sete dias, especialmente no oeste do Amazonas e em Roraima. Nas demais áreas da região, os volumes ficam entre 30 mm e 50 mm. As precipitações ajudam a amenizar o calor: as máximas ficam em torno de 32°C no Amazonas e chegam a 34°C no sul do Tocantins (TO). Há risco de temporais no oeste do Amazonas, no Acre (AC), na metade norte do Tocantins e em áreas do leste, nordeste e litoral do Pará (PA). Indicadores sobre o clima estão em alerta vermelho No Nordeste, a semana começa com chuva frequente no litoral. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém precipitações no litoral norte, e os volumes podem chegar a 100 mm em pontos isolados do Maranhão (MA), Piauí (PI) e Ceará (CE). Na faixa que vai da Paraíba (PB) até o Recôncavo Baiano, as chuvas devem ser passageiras, somando cerca de 40 mm ao longo da semana. No interior da região, o tempo tende a ser mais seco. As temperaturas máximas chegam a 36°C no oeste da Bahia (BA), no Rio Grande do Norte (RN) e na Paraíba. Há risco de temporais com rajadas de vento entre 40 e 50 km/h no norte e interior da Bahia e no oeste de Pernambuco (PE). LEIA TAMBÉM: Raro e espetacular: caverna no Brasil só recebe luz por 3 meses e vira cenário de outro planeta Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos 80% dos corais do planeta sofreram branqueamento moderado ou severo, mostra estudo inédito Mapa mostra previsão de chuva para esta terça (21) em todo o Brasil. Inmet/Reprodução Veja como ficam as temperaturas em TODAS as capitais brasileiras, segundo o Inmet: LEIA TAMBÉM: Cientistas descobrem formação geológica no Triângulo das Bermudas que pode explicar mistérios da região Japoneses processam governo por inação climática e pedem indenização É #FAKE que Amazônia não contribui para equilibrar clima do mundo

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