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G1 GLOBO (Tudo Diário)

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  1. Casal de pastores é suspeito de abusar sexualmente de seis meninas em Roraima O casal de pastores Wenderson Lima de Souza e Arielly Kamila Moraes de Souza, de 24 anos, investigados por suspeita de estuprar ao menos seis meninas em Boa Vista, usava a fé e a posição de liderança religiosa para manipular as vítimas, segundo a Polícia Civil. A dupla foi indiciada nessa quarta-feira (15). Conforme a investigação, os suspeitos convenciam as meninas de que os atos sexuais faziam parte de um propósito espiritual e ofereciam dinheiro e outras vantagens para manter o silêncio. A Polícia Civil identificou seis vítimas, com idades entre 12 a 17 anos. Procurada, a defesa dos investigados não enviou resposta até a última atualização da reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Além disso, o casal oferecia PIX e outras vantagens, como jantares, para manter as adolescentes em silêncio. Eles são investigados pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). "As práticas sexuais eram fruto de uma cadeia sistemática de manipulação, abuso de autoridade religiosa, chantagem e coerção psicológica, o que afasta qualquer alegação de voluntariedade e reforça a gravidade dos crimes praticados, em razão do temor reverencial", detalhou a polícia. Casal de pastores é suspeito de abusar sexualmente de seis meninas em Roraima Crimes investigados Wenderson é investigado por seis crimes: estupro de vulnerável, importunação sexual, favorecimento da exploração sexual de adolescente ou pessoa vulnerável, registro não autorizado de intimidade sexual, fraude processual e falsidade ideológica. Arielly responde por estupro de vulnerável, importunação sexual e fraude processual. A investigação contra o casal começou em abril, a partir da denúncia de uma adolescente, de 14 anos. Depois, outras cinco vítimas relataram que também tinham sido abusados pelo casal. O esquema funcionava por meio de manipulação psicológica e religiosa. A investigação identificou que a pastora atraía e se aproximava das vítimas, enquanto o marido utilizava a posição de líder religioso e interpretações de passagens bíblicas para convencê-las de que os atos sexuais tinham propósito espiritual. Crimes envolveram o ambiente de confiança e fé No relatório final da investigação, a delegada da DPCA, Kamilla Basto, citou que o trabalho foi desafiadora porque os crimes envolveram o ambiente de confiança e fé, o que impedia que manifestassem um consentimento livre para os atos. "Estamos diante de um caso desafiador, especialmente pelo ambiente em que os crimes teriam sido praticados, valendo-se da fé e da vulnerabilidade espiritual das vítimas. O que tornou a investigação particularmente complexa foi o elevado grau de dissimulação dos investigados, que utilizavam justamente a confiança das vítimas como instrumento de dominação e silenciamento", disse. O casal, ainda conforme a polícia, por ocupar a posição de líderes desencorajava denúncias ao fazer com que fiéis e vítimas temessem ser acusados de rebeldia na igreja. A Polícia Civil afirma que esse receio era reforçado por uma regra prevista no estatuto da igreja, que previa o desligamento de membros que promovessem dissidências ou se rebelem contra a autoridade religiosa. "Nenhum ambiente e nenhuma posição de autoridade estão acima da lei", reforçou a delegada Kamila. Suspeito tentou destruir provas A investigação também aponta que o pastor tentou eliminar provas armazenadas em um celular. Ele pediu que uma jovem de 20 anos destruísse o aparelho com a ajuda de uma adolescente e de uma das vítimas, segundo a investigação. Por conta disso, a jovem foi indiciada por fraude processual e corrupção de menores. Além disso, segundo a polícia, para tentar ocultar a destruição do celular, Wenderson orientou uma das vítimas a registrar um boletim de ocorrência informando falsamente o desaparecimento do aparelho. Casal de pastores investigados Wenderson Lima de Souza e Arielly Kamila Moraes de Souza Arquivo pessoal Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

  2. Avó se emociona com 2ª aprovação de neta em medicina em universidade federal no PI Envolta do abraço da avó, a jovem Remilly Pacheco, de 20 anos, comemorou a segunda aprovação, em menos de um ano, no curso de medicina em uma universidade federal no Piauí. Nas redes sociais, a reação de Judite Pacheco repercutiu. A idosa se emocionou ao receber a notícia e abençoou a neta. "Uma satisfação. Que Deus te acompanhe e ilumine seus passos, que te dê tudo de bom na sua vida", disse a avó. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Natural da zona rural de Wall Ferraz, no interior do Piauí, a estudante já havia sido aprovada, em janeiro, na Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar). No entanto, continuou aguardando o resultado para o campus de Floriano da instituição. A aprovação foi confirmada na terça-feira (14). "Fiquei pensativa sobre as duas cidades, então decidi tentar quando o processo seletivo abriu", contou. Ao todo, a estudante de escola pública realizou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) três vezes. A primeira, em 2023, foi como treineira. Em 2024, já no 3º ano do ensino médio, foi aprovada nos cursos de medicina veterinária e engenharia civil, mas continuou buscando uma vaga em medicina. O encanto pelo curso se fortaleceu na adolescência, quando a jovem se apaixonou por biologia. Na infância, ela chegou a escrever cartas dizendo que queria ser médica ou policial. Durante a preparação, Ramilly conciliou um curso preparatório com os estudos por conta própria. Ela deixou de usar as redes sociais, uma decisão que definiu como ousada, mas essencial para a aprovação. "As redes me atrapalhavam. Às vezes, principalmente no ensino médio, eu só tinha quatro horas para estudar em casa, tinha que aproveitar o máximo", disse. Apesar das duas aprovações, a jovem decidiu cursar medicina em Parnaíba. Segundo ela, a escolha foi motivada pela identificação com o campus. As aulas iniciam em agosto. "Façam muitos simulados, estudem e treinem para a prova e peçam discernimento a Deus nos estudos", aconselhou. Jovem conquista segunda aprovação em Medicina em universidade federal e emociona avó no interior do Piauí Reprodução/Arquivo pessoal *Vitória Bacelar, estagiária sob supervisão de Ilanna Serena. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

  3. Médico salva filho de 4 anos de engasgo com bolinha de isopor em São João del Rei O que começou como um susto dentro de casa terminou em um alerta sobre a importância do conhecimento em primeiros socorros. O médico Allysson Dângelo de Carvalho, de 45 anos, precisou fazer a Manobra de Heimlich para salvar o próprio filho após ele colocar uma bolinha de isopor na boca e se engasgar. 🔎 A Manobra de Heimlich é uma técnica de primeiros socorros usada para desobstruir as vias respiratórias em casos de engasgo. O momento do salvamento de Francisco, de apenas 4 anos, foi registrado por câmeras de monitoramento do imóvel, localizado em São João del Rei, no Campo das Vertentes, no último domingo (12). Depois de conversar com a esposa, o profissional de saúde decidiu compartilhar as imagens nas redes sociais com um objetivo educativo. A publicação ganhou repercussão e chamou atenção. Veja no vídeo acima. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Em entrevista ao g1, o médico explicou que o objeto que causou o engasgo era uma pequena bolinha de isopor. "O material fazia parte da embalagem de uma sanduicheira que havíamos acabado de receber. Meu filho quebrou um pedaço da proteção e colocou na boca enquanto brincava com o material", disse. Segundo Allysson Dângelo, toda a situação durou cerca de 17 segundos, desde o momento em que Francisco começou a se engasgar até a liberação das vias respiratórias. Médico salva filho de 4 anos após criança engasgar com isopor em São João del Rei Câmera de Monitoramento “Eu era médico naquele momento, mas também era pai. O preparo e o treinamento fazem você ter uma conduta coreta, eu senti a adrenalina depois de salvar meu filho. Foi um misto de sensações", contou. Nas imagens, após o desengasgo, é possível ver o médico em lágrimas. À reportagem, ele contou que relembrou a morte do pai, quando precisou prestar os primeiros atendimentos até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) depois que ele passou mal. "Passou um filme na minha cabeça porque lembrei do salvamento do meu pai. Quando meu filho bateu a mãozinha, abriu a boquinha e emitiu o som, naquele momento eu sabia que a via aérea tinha sido desobstruída. Eu falei: ‘chora, tosse’. Aí eu relaxei e desabei no chão", relatou. 'Conscientizar as pessoas', diz médico O médico Allysson Dângelo de Carvalho, de 45 anos, com o filho Francisco, de 4 anos Arquivo Pessoal Ao g1, o médico também contou que não esperava a proporção que o vídeo publicado nas redes sociais tomou, com mais de 2 milhões de visualizações, mas acredita que a divulgação pode ajudar a conscientizar outras pessoas sobre a importância de saber fazer os primeiros socorros. “Hoje temos muita informação na internet, mas muitas vezes são informações desencontradas. Em uma situação como essa, é preciso buscar orientação de pessoas capacitadas, entender o tipo de força e como fazer a manobra na prática”, explicou. Allysson, que já trabalhou por mais de uma década no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Juiz de Fora e também é professor da área da saúde na Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ), reforçou a necessidade de conhecer a técnica correta e executá-la. “É muito importante saber a técnica da manobra. Minha mulher é engenheira eletricista e ela mesma falou que talvez não soubesse exatamente como fazer a força correta. Não é só fazer força, existe uma forma correta de realizar o procedimento”, finalizou. Saiba como agir em casos de engasgo Como fazer o desengasgo de bebês e crianças Reprodução/AHA O engasgo acontece quando alimentos ou objetos bloqueiam as vias respiratórias. Confira o passo a passo para realizar a Manobra de Heimlich. 👶 Bebês (até 1 ano) Verifique os sinais: o bebê não consegue tossir, chorar ou respirar e pode mudar de cor; Posição: apoie o bebê de bruços sobre o antebraço, com a cabeça mais baixa que o corpo; Pancadas: dê cinco pancadas firmes nas costas, entre as escápulas; Compressões: vire o bebê de barriga para cima e faça cinco compressões no centro do peito com dois dedos; Atenção: nunca coloque os dedos na boca se não enxergar o objeto. Se o bebê desmaiar, inicie a reanimação cardiopulmonar (RCP). 👧 Crianças maiores de 1 ano e adultos Novas diretrizes incluem orientação para alternar palmadas nas costas com manobra de desengasgo Reprodução/AHA Posição: fique atrás da vítima e feche o punho acima do umbigo; Compressão: segure o punho com a outra mão e faça movimentos firmes para dentro e para cima; Alternância: intercale as compressões com pancadas nas costas até que o objeto seja expelido ou a pessoa perca a consciência. ⚠️ Importante: sempre acione o Samu (192) ou o Corpo de Bombeiros (193) imediatamente ao identificar um caso de engasgo. ASSISTA TAMBÉM: Novas regras de socorro Engasgos: novas regras de socorro. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Bebê de 2 meses é salva por socorristas após se engasgar com mamadeira na BR-040 Bebê engasga com fruta e morre em Juiz de Fora Ao menos um socorro por engasgo na semana é feito por equipes de resgate em Juiz de Fora VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

  4. Homem esconde celular para gravar mulheres em banheiro de prédio comercial em Santos, SP Uma câmera de monitoramento registrou o homem de 21 anos entrando no banheiro feminino de um prédio comercial em Santos, no litoral de São Paulo, onde escondeu um celular para gravar mulheres. O aparelho foi colocado embaixo da pia com a câmera virada para o vaso sanitário (assista acima). O caso passou a ser investigado pelo 3° Distrito Policial da cidade após duas mulheres encontrarem o celular e registrarem um boletim de ocorrência na semana passada. O homem, que não teve a identidade divulgada pela corporação, foi levado à delegacia e liberado após prestar depoimento. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Os policiais mostraram ao homem as imagens em que ele aparece entrando no banheiro destinado a mulheres com deficiência do prédio, no bairro Aparecida. O investigado confirmou ser a pessoa registrada nas gravações, mas alegou que não sabia que o sanitário era de uso feminino. Homem esconde celular para gravar mulheres em banheiro de prédio comercial em Santos, SP Divulgação/Polícia Civil Em entrevista à TV Tribuna, afiliada da Globo, o delegado Wagner Camargo Gouveia afirmou que a câmera registrou o homem entrando mais de uma vez no banheiro feminino. "No próprio celular, tem horas de vídeos e outras vítimas até para serem identificadas, [além das duas que registraram o BO]". Agora, a polícia investiga se o homem gravou apenas para a própria satisfação ou para vender os conteúdos para sites de pornografia. O g1 não localizou a defesa do investigado até a última atualização desta reportagem. Confissão Em depoimento à polícia, ele confirmou ser o dono do celular e informou que faz acompanhamento psicológico e psiquiátrico devido ao comportamento voyeurístico — prazer sexual ao observar outras pessoas nuas, se despindo, envolvidas em atividades sexuais ou em situações íntimas. Ele explicou que consumiu pornografia excessivamente durante anos, mas agora possui atração sexual ao observar a intimidade de terceiros, sem o conhecimento deles. Homem esconde celular para gravar mulheres em banheiro de prédio comercial em Santos, SP Divulgação/Polícia Civil Ainda no depoimento, o investigado disse que procura controlar os impulsos por meio de tratamento especializado. Ele acrescentou que não lembra como o celular foi parar no local, pois faz uso de medicamentos psiquiátricos que podem causar lapsos de memória e períodos de amnésia parcial. Celular apreendido Os policiais cumpriram dois mandados de busca e apreensão no prédio comercial e na casa do investigado na terça-feira (14). De acordo com o boletim de ocorrência, foram apreendidos um celular, um computador, um notebook e quatro simulacros de arma de fogo. Ainda segundo o BO, o investigado forneceu as senhas para o desbloqueio dos aparelhos, autorizando o acesso ao conteúdo armazenado, a extração de dados e a realização das perícias técnicas necessárias para o esclarecimento dos fatos. Por meio de nota, o prédio comercial apenas confirmou o cumprimento da ordem judicial no local. Itens apreendidos com homem que escondeu celular para gravar mulheres em banheiro de prédio comercial em Santos, SP Divulgação/Polícia Civil VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

  5. Por que as bananas ficam opacas? Fenômeno gera prejuízo de R$ 100 milhões durante o invern Você já foi ao mercado e reparou que algumas bananas apresentam uma coloração mais opaca em relação às outras? No estado de São Paulo, as baixas temperaturas do inverno afetam a aparência das bananas cultivadas no Vale do Ribeira, localizado na divisa com o Paraná (PR). O fenômeno, conhecido como chilling, causa uma perda estimada de R$ 100 milhões na economia da região. 🔍O chilling, ou friagem, é um distúrbio fisiológico que causa o escurecimento da casca, manchas amarronzadas ou acinzentadas e depressões superficiais em bananas expostas a temperaturas inferiores a 13°C (veja mais abaixo). ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Segundo a Associação dos Bananicultores do Vale do Ribeira (Abavar), a mudança na coloração provoca uma depreciação de aproximadamente R$ 1,00 pelo quilo da fruta em relação às produzidas no Norte de Minas Gerais (MG) na mesma época. "Não conseguimos nem o valor de mercado", explicou o diretor da Abavar, Felipe Trigo. Banana sem a ocorrência de chilling (à esq.) e após o distúrbio fisiológico (à dir.) Abavar e Marcelo Brandt/g1 O diretor acrescentou que, apesar da aparência opaca, não há nenhuma alteração na polpa, que continua própria para consumo. Ele afirmou que, em muitos dos casos, a fruta afetada pelo chilling possui um sabor mais adocicado. Isso ocorre porque as bananas na região levam até 150 dias para serem colhidas, possibilitando um armazenamento maior de açúcar. Já em regiões com climas predominantemente tropicais, elas são colhidas em até 90 dias. Banana é a fruta mais consumida no Brasil Para combater a desvalorização, a ideia da associação é utilizar o selo de Identificação Geográfica (IG), emitido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), para que os consumidores reconheçam a qualidade das frutas mesmo com as manchas. “A gente quer provar que as bananas dessa época são um produto único, diferenciado, que pode ter um valor agregado muito maior”, afirmou Trigo. O que é o chilling? A alteração visual é resultado do chilling, que ocorre quando as bananas são expostas a temperaturas abaixo de 13°C. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o frio prejudica principalmente as fibras da casca da fruta. A ação provoca uma espécie de queimadura, fazendo com que a banana perca o amarelo intenso e passe a apresentar uma coloração mais opaca. O sabor, no entanto, não é comprometido na maioria dos casos. “Os compradores acabam não querendo essa fruta”, disse o diretor da Abavar. Ao g1, ele afirmou que já foram realizadas pesquisas para a produção de ensacamentos especiais para impedir a ocorrência do distúrbio, mas as tentativas não tiveram sucesso. “A gente usou alguns tipos de sacarias que conseguiam, porém abria um veranico e a banana apodrecia”, complementou. Brasil figura entre o 3º e 4º maior produtor de banana do mundo. Arte/G1 VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

  6. Mulher é morta a facadas após sair do trabalho no litoral de SP Severino Alves Pereira, o homem de 56 anos que matou Paula Santos da Silva, de 37, a facadas em São Vicente, no litoral de São Paulo, tinha um histórico de violência contra mulher. Segundo apurado pelo g1, ele já chegou a ser preso anteriormente, após ser acusado de agredir outra ex-companheira. Severino prestava serviços de manutenção no prédio onde Paula morava e manteve um breve relacionamento com ela. Sem aceitar o fim da relação, ele esperou a mulher sair do trabalho, na noite de segunda-feira (13) e a atacou com golpes de faca na barriga e no pescoço, na Rua Tibiriça, no Centro de São Vicente. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Paula Santos da Silva tentou pedir ajuda após ser esfaqueada pelo ex em São Vicente (SP). Reprodução e Redes Sociais Paula conseguiu percorrer alguns metros antes de cair em frente ao prédio onde morava, na Rua Frei Gaspar. Imagens obtidas pelo g1 mostram a vítima caminhando com dificuldade. No vídeo, ela aparece ensanguentada, acenando em direção ao outro lado da rua para pedir ajuda a pessoas que passavam pelo local (veja abaixo). O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas a morte dela foi constatada por um médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda no local. O g1 não localizou a defesa de Severino até a publicação desta reportagem. Quem era Severino? Severino Alves Pereira, de 56 anos, matou Paula Santos da Silva, de 37, a facadas em São Vicente g1 Santos e Reprodução/Redes sociais e Polícia Civil De acordo com moradores, Severino prestava serviços ao prédio há muitos anos e sempre demonstrava muita alegria. “Nunca imaginei que ele seria capaz de fazer o que fez”, afirmou a moradora Letícia Guedes, que mora no edifício há 20 anos. Segundo ela, o suspeito fazia trabalhos como pedreiro e costumava brincar com os moradores. “Sempre foi um cara brincalhão, a gente brincava que ele era o namorador aqui [...] Sempre contando piada”, relatou a mulher, que trabalha como gestora de um projeto social. Paula Santos da Silva, de 37 anos, foi morta esfaqueada por Severino Alves Pereira, de 56, em São Vicente (SP) Reprodução/Redes sociais e Arquivo Pessoal De acordo com a moradora, Severino era muito tagarela e costumava dizer que ele não bebia nem usava droga, mas tinha um vício. “Falava que o vício dele era mulher”, afirmou. Ela ainda disse que o funcionário aparentava ser um pai e avô muito presente. Letícia contou que Severino tem filhas mulheres e, inclusive, havia recentemente perdido uma delas para o câncer. Histórico criminal Conforme apurado pelo g1, Severino nasceu em Limoeiro, no Pernambuco, em março de 1970 e teve 5 filhas. No entanto, ele morava em São Vicente há muitos anos e, inclusive, tinha passagem criminal pela cidade. Em 1999, ele foi alvo de um inquérito policial pelo crime de abandono material, que é quando alguém, sem justa causa, deixa de sustentar dependentes ou de pagar a pensão alimentícia acertada na Justiça. Em 2011, ele foi alvo de um mandado de prisão por um processo (não especificado) na 1ª Vara de Família e Sucessão de São Vicente. No entanto, o homem ficou menos de um mês preso. No ano seguinte, porém, Severino foi acusado de agredir a ex-companheira, que tinha 72 anos na época. Na ocasião, ela disse que foi ameaçada de morte e levou um soco do pedreiro, que estava com um molho de chaves na mão. Em 2013, ele chegou a ser preso pelo crime, mas foi solto depois de três dias. Confessou que matou Paula Severino foi reconhecido nas câmeras de monitoramento e, ao ser questionado pela polícia, confessou e detalhou a dinâmica do crime. Segundo o depoimento, ele atacou Paula quando ela saía do trabalho e, em seguida, foi até a Ponte Pênsil para descartar a faca utilizada. Depois, seguiu para a Praça da Biquinha, onde lavou as mãos. Ainda conforme o relato, ele passou a receber ligações de funcionários do prédio, já que a vítima não tinha familiares na cidade. O suspeito disse que retornou ao condomínio para saber como estava a filha de Paula e encontrou os policiais no local. Paula Santos da Silva, de 37 anos, foi morta esfaqueada por Severino Alves Pereira, de 56, em São Vicente (SP) Reprodução Severino afirmou que tinha carinho pela menina e pediu para vê-la. Acompanhado por um policial, ele foi até o apartamento, de onde a criança foi retirada e levada à delegacia. O pai da menina foi acionado e ficou responsável por ela. Enquanto isso, os policiais analisaram imagens de câmeras de segurança e identificaram Severino como autor do crime. Ele foi preso em flagrante após confessar o assassinato. O homem deve responder por feminicídio qualificado, com as agravantes de recurso que dificultou a defesa da vítima e emboscada.
  7. Missão conjunta une EUA e Rússia no espaço Veja reportagem completa no VÍDEO acima Resumo: Um astronauta da NASA e dois cosmonautas da Rússia decolaram de uma base espacial no Cazaquistão a bordo de um foguete russo. Eles passarão oito meses em órbita na Estação Espacial Internacional. A decolagem foi feita a partir do Cosmódromo de Baikonur, uma base alugada por Moscou. Durante a corrida espacial travada na Guerra Fria, os EUA e a antiga União Soviética eram rivais acirrados. Hoje, EUA e Rússia cooperam no espaço - apesar da guerra na Ucrânia e das sanções ocidentais contra Moscou. Veja também: Megateia com mais de 100 mil aranhas é encontrada em caverna na Europa

  8. Calor extremo ameaça o parmesão e muda a produção do ‘rei dos queijos’ Tem uma coisa que está preocupando os italianos. "É um queijo com mais de 800 anos, e não queremos ser os últimos a ter a possibilidade de tirar proveito dele", diz Paolo Ganzerli, do Grupo alimentício Granterre. Ele está falando do Parmigiano Reggiano, considerado o "rei dos queijos". E que no Brasil chamamos de parmesão. O calor extremo tem se tornado um dos grandes inimigos da produção do autêntico Parmigiano Reggiano, permitida apenas em lugares específicos da Itália. As vacas devem ser alimentadas exclusivamente com grama e feno cultivados nesses locais. Mas, sem chuva, a grama não cresce, afetando a produção de feno. "Conceitualmente, se o clima mudar e não for mais possível cultivar forragem aqui, não será mais possível produzir Parmigiano Reggiano. O DNA do Parmigiano Reggiano reside nesses fenos, que contêm bactérias benéficas que se desenvolvem apenas nesta região. Uma vez que passam para o leite e, posteriormente, para o queijo, são elas que conferem ao Parmigiano Reggiano a sua identidade", afirma Nicola Bertinelli, presidente do Consórcio Parmigiano Reggiano. Além disso, quando fica muito quente, as vacas passam mais tempo deitadas, comem menos e produzem até 10% menos leite. E o problema não é nem só a quantidade. "A qualidade do próprio leite, não apenas do ponto de vista químico — a quantidade de proteína ou gordura que ele contém —, mas, sobretudo, os microrganismos que nele habitam. São essas bactérias benéficas que, uma vez no queijo, fermentam os componentes do leite e criam os aromas, as fragrâncias e os sabores que caracterizam o Parmigiano Reggiano. Portanto, condições climáticas desfavoráveis podem ter um impacto significativo na microbiologia do leite", acrescenta Nicola Bertinelli. Os produtores estão tentando lidar com o calor extremo instalando ventiladores e sistemas de resfriamento, o que aumenta cada vez mais os custos de produção. O aumento dos gastos com energia também afeta os armazéns onde as rodas de queijo são armazenadas. O processo de maturação dura pelo menos 12 meses e, em alguns casos, três anos ou até mais. Cada roda passa por rigorosas inspeções de qualidade. O queijo é verificado semanalmente por especialistas que batem em cada roda com pequenos martelos, ouvindo possíveis sinais de falhas durante o processo de maturação. A indústria do Parmigiano Reggiano gera uma receita estimada de 4,5 bilhões de euros por ano, além de empregar milhares de pessoas e impulsionar a economia local. Pessoas caminham ao redor de um queijo parmesão original italiano em Bolonha. Vincenzo Pinto/AFP LEIA TAMBÉM: 'Rios atmosféricos': o que é o fenômeno que coloca o Sul do Brasil em alerta para tempestades no fim de semana El Niño: fenômeno deve favorecer temporais no RS após veranico no Sul do país; veja previsão Guaxinim de Haaland: comprar animais empalhados é permitido? Entenda o que determinam as leis

  9. Entrada do campus Florianópolis da Universidade Federal de Santa Catarina UFSC/Divulgação A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abriu nesta quarta-feira (15) inscrições para três processos seletivos. Os editais contemplam cursos de Letras em Libras e Licenciatura Intercultural Indígena, além de destinarem vagas a indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (PCD) e pessoas trans. As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, no site da UFSC. Apenas o edital do Vestibular Letras-Libras possui taxa de inscrição, no valor de R$ 115. As vagas são para 2027 (leia os detalhes abaixo). ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp 📙 👨‍🎓 A UFSC é a 9ª melhor instituição superior do Brasil, segundo o Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR), divulgado em 2026. A universidade possui cerca de 40 mil alunos e está distribuída em 5 campi (Florianópolis, Araranguá, Blumenau, Curitibanos e Joinville). Veja abaixo os detalhes de cada processo seletivo. Agora no g1 1. Processo Seletivo para Vagas Suplementares: indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (PCD) e pessoas trans Inscrições: entre 15 de julho a 20 de agosto de 2026. Público-alvo: indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência (PCD) e pessoas trans que tenham concluído ou estejam em vias de concluir o Ensino Médio até a data da matrícula. Valor da inscrição: gratuita. Site para inscrição: suplementares2027.ufsc.br. Vagas: cursos de de graduação presencial da UFSC, distribuídas entre os campi de Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Florianópolis e Joinville. Data da prova: 18 de outubro de 2026, nas cidades de Araranguá, Blumenau, Curitibanos, Florianópolis, Joinville, José Boiteux e Xanxerê, todas no estado de Santa Catarina. 2. Vestibular Letras-Libras UFSC 2027 Inscrições: entre 15 de julho a 20 de agosto de 2026. Público-alvo: candidatos que tenham concluído ou estejam em vias de concluir o Ensino Médio até a data da matrícula. Site para inscrição: vestibularlibras2027.ufsc.br. Valor da inscrição: R$ 115, com possibilidade de solicitação de isenção entre 15 de julho e 6 de agosto. Pagamento da taxa poderá ser efetuado até 21 de agosto de 2026. Vagas: preenchimento de 100% das vagas dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Letras-Libras, na modalidade presencial, em Florianópolis. Data da prova: Prova ocorrerá no dia 18 de outubro de 2026. O vestibular adota as Políticas de Ações Afirmativas destinadas a estudantes da rede pública, com recorte de renda e reserva de vagas para candidatos autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. As vagas dos cursos de são prioritárias para candidatos surdos. Os candidatos ouvintes só serão classificados se as vagas oferecidas não forem preenchidas por candidatos surdos. 3. Vestibular do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica: Guarani, Kaingang e Xokleng-Laklãnõ Inscrições: 15 de julho e 31 de agosto de 2026. Público-alvo: candidatos indígenas desses três povos que tenham concluído ou estejam em vias de concluir o Ensino Médio até a data da matrícula Valor da inscrição: As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas exclusivamente pelo site licenciaturaindigena2027.ufsc.br. Vagas: 45 vagas, distribuídas entre os três povos indígenas. Dois terços das vagas de cada povo são reservados para professores, gestores e coordenadores pedagógicos que atuam na educação básica. Data da prova: não haverá. A classificação será realizada com base nas notas do Histórico Escolar do Ensino Médio, sem aplicação de prova. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

  10. Pequenos ajustes podem fazer grandes diferenças em termos de orgasmos femininos Unsplash Existe um problema que a ciência do sexo tenta resolver há décadas. Chama-se "diferença de orgasmo" e afeta principalmente casais heterossexuais. Um estudo publicado em 2017 no periódico científico Archives of Sexual Behavior resumiu a questão com um dado difícil de ignorar: 95% dos homens heterossexuais relataram atingir o orgasmo regularmente durante o sexo. Entre as mulheres heterossexuais, esse número caiu para 65%. No entanto, entre as mulheres lésbicas essa porcentagem é de 86%. Por quê? Parte da explicação pode estar relacionada em uma das posições mais comuns entre os casais: a "papai e mamãe", que continua sendo um clássico no sexo heterossexual, embora também tenha a reputação de ser rotineira e monôtona. Mas o que realmente chama a atenção não é o fato de ser entediante para alguns, mas, sim, que não parece ser particularmente eficaz para o prazer. Em um artigo da revista científica Psychology Today, o especialista em sexualidade Michael Castleman cita estudos que mostram que apenas uma em cada quatro mulheres atinge o orgasmo consistentemente na posição clássica, independentemente do tamanho do pênis ou da duração da relação. A resposta, porém, tem mais a ver com anatomia. Nessa posição, o pênis raramente estimula diretamente o clitóris, o principal órgão associado ao orgasmo feminino. Se essa área recebe pouca fricção, é menos provável que o orgasmo seja alcançado apenas pela penetração. VEJA TAMBÉM: Coreorgasmo: ciência explica como mulheres podem chegar ao orgasmo com exercícios físicos Pequena mudança, grande diferença Mas há boas notícias. Há quase 40 anos, diversos pesquisadores e terapeutas sexuais vêm discutindo um pequeno ajuste que modifica a mecânica da posição. Essa mudança é conhecida como técnica de alinhamento coital, ou CAT (do inglês coital alignment technique). Seu apelido é consideravelmente menos elegante. Em inglês, é chamada de "ralar milho", imagem que descreve surpreendentemente bem o movimento. A técnica CAT não surgiu no TikTok nem em nenhum fórum da internet. Ela foi propagada pelo psicoterapeuta americano Edward Eichel em 1988 e, na época, causou grande alvoroço: artigos, um livro inteiro (The Perfect Fit, sem edição no Brasil) e uma onda de atenção da mídia que, segundo Castleman, desapareceu quase tão rápido quanto surgiu. Na década de 1990, era pouco mais que uma nota de rodapé na sexologia americana. No entanto, o interesse científico não desapareceu completamente. Embora tenha deixado de receber atenção da mídia, a técnica continuou sendo abordada em diversos estudos. Em um estudo realizado com mulheres que não conseguiam atingir o orgasmo usando a posição convencional, aquelas que aprenderam a técnica CAT aumentaram a frequência de seus orgasmos em 56%. Em comparação, entre as participantes que realizaram apenas exercícios de masturbação guiada, a melhora foi de 27%, de acordo com estudos citados por Castleman na Psychology Today. Como se pratica a técnica Na prática, a mudança é muito mais simples do que o nome sugere. Em vez de se posicionarem exatamente frente a frente, a pessoa que está por cima move o corpo alguns centímetros para a frente até que o peito fique aproximadamente na altura dos ombros da outra pessoa. Essa pequena mudança permite que a base do pênis roce no clitóris durante o movimento. E esse detalhe faz toda a diferença. Em vez de buscar penetração repetida, a prioridade passa a ser manter o contato entre as pélvis por meio de um movimento mais curto, contínuo e quase circular, no qual a fricção assume o papel principal. O terapeuta sexual Ian Kerner resume isso de forma simples para a revista Women's Health. Uma penetração particularmente profunda não é fundamentalmente necessária. O importante, garante Kerner, é manter uma pressão constante no clitóris. Para facilitar esse contato, alguns especialistas recomendam colocar uma almofada sob os quadris da pessoa que está por baixo para melhorar o ângulo, uma sugestão que está de acordo com um pequeno estudo publicado na revista Sexologies, divulgada pelo portal científico IFLScience. Nesse estudo, os autores mediram o fluxo sanguíneo para o clitóris em cinco posições diferentes e descobriram que a "papai e mamãe" com um travesseiro sob a pélvis produziu o maior aumento. No entanto, no caso deste estudo, é importante não tirar conclusões precipitadas. Os próprios autores reconhecem limitações significativas. Apenas um casal heterossexual participou, portanto, os resultados não podem ser extrapolados para a população em geral. Além disso, os pesquisadores não mediram orgasmos. Eles analisaram apenas o fluxo sanguíneo como indicador de excitação. Mesmo com essas limitações, a ideia subjacente está alinhada com o que outros estudos e especialistas sugerem: para muitas mulheres, a penetração por si só não proporciona a estimulação necessária para atingir o orgasmo. Precisamente por esse motivo, a técnica de alinhamento coital não consiste em uma posição rígida, mas sim em adaptar o contato e o ângulo para promover essa estimulação. Ian Kerner explicou à revista Women's Health que não existe uma única maneira correta de praticá-la. Em alguns casos, uma penetração superficial e um ângulo próximo a 90 graus em relação ao clitóris são suficientes. Em outros, uma penetração mais profunda funciona melhor. Um pênis nem sempre é necessário Além disso, a técnica não depende necessariamente de um pênis. Pode ser praticada com um arnês e também entre pessoas com vulva. Nesse caso, a sexóloga Gigi Engle sugere colocar uma coxa entre as pernas do parceiro para gerar fricção no osso púbico. Especialistas acrescentam outros pequenos ajustes que podem fazer a diferença. Apertar as coxas para aumentar a pressão, envolver as pernas na cintura do parceiro para sincronizar os movimentos ou incorporar um anel vibratório são algumas delas. E há uma recomendação que aparece em praticamente todos os guias: comunicação. Dizer o que funciona, o que não funciona e fazer ajustes conforme necessário – prestando atenção aos sinais do corpo durante o ato – geralmente é muito mais útil do que confiar que a outra pessoa adivinhe o que está acontecendo. Cada corpo é diferente. Em última análise, a técnica CAT não é uma fórmula mágica, nem funciona da mesma forma para todos. A terapeuta Georgina Vass lembra, em entrevista ao portal Vice, que há pessoas nas quais simplesmente não funcionará, não importa quanta prática acumulem. Nesses casos, é perfeitamente aceitável retornar à posição clássica e adicionar estimulação clitoriana manual. O interessante é que, após quase quatro décadas de estudos dispersos, a conclusão permanece a mesma. Às vezes, a diferença entre um ato sexual frustrante e um muito mais prazeroso não depende de tentar uma posição extravagante. Basta mover o corpo alguns centímetros.

  11. Padre tem carro roubado durante trabalho em convento em Divinópolis O padre Adelmo Nascimento dos Reis teve o carro furtado na tarde de terça-feira (14), em frente ao Mosteiro Carmelo Imaculada Conceição, no Bairro São João de Deus, em Divinópolis. O furto foi percebido quando ele saiu do local. Veja o vídeo acima. Além do carro, o criminoso levou materiais e objetos usados pelo sacerdote no exercício do ministério. Segundo a Polícia Militar (PM), o suspeito e o veículo não haviam sido localizados até a última atualização da reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Segundo o padre, o carro foi furtado enquanto ele atendia as freiras do convento. "Na hora que o carro foi furtado eu estava atendendo a confissão de uma das irmãs. Depois da confissão, fiz uma oração com elas e recebi uma mensagem da minha secretária me pedindo para pegar um documento na cúria diocesana", explicou. 🔎A cúria diocesana é o centro administrativo, jurídico e pastoral de uma diocese. Ela auxilia o bispo no governo da Igreja local, coordenando finanças, documentação, processos canônicos e as atividades das paróquias. O sacerdote contou que percebeu o furto ao sair do convento para seguir até a Cúria Diocesana. Segundo ele, o carro já não estava mais no local onde havia sido estacionado. Ele também falou sobre os objetos que estavam no veículo no momento do furto. "As coisas que estavam dentro dele, para mim é até mais importante, porque são objetos que eu uso para celebração eucarística, para atender as pessoas nos hospitais, então é muita coisa de valor para a vocação", completou. Segundo a Polícia Militar (PM), imagens do sistema de videomonitoramento mostram que o suspeito ficou nas proximidades observando a movimentação. Em seguida, ele arrombou a porta do motorista, entrou no carro e fugiu. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Ladrão tentar furtar moto, cai e foge a pé Homem morre em explosão em fábrica de fogos de artifício Bar é interditado por falta de licença e alvará Carro do padre Adelmo Nascimento dos Reis estava estacionado em frente ao mosteiro Carmelo Imaculada Conceição. TV Integração/Reprodução VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

  12. Expocrato oferece programação com artesanato, exposição de animais e feira gastronômica. A Exposição Agropecuária do Crato (Expocrato), no Cariri, recebe milhares de visitantes no Parque Pedro Felício Cavalcanti até o próximo domingo (19). Quem passeia pelo parque fica até na dúvida do que prestar mais atenção. Para os que visitam com a família, um destino é certo: a exposição de animais. Nos pavilhões, há bovinos, ovinos, caprinos, equinos e até aves, que retornaram ao espaço depois de alguns anos. São cerca de 3 mil animais expostos. A expectativa é de que, durante toda a exposição, sejam movimentados cerca de R$ 150 milhões, número superior ao que foi arrecadado em 2025. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp "A gente tem animais de vários estados do Nordeste, com exceção do Maranhão e de Sergipe. Houve um crescimento, 95% do pavilhão superior do parque foi lotado. Hoje tem um número de animais que há muitos anos a gente não tinha, tudo foi preenchido. Em torno de 3 mil animais, e muitos já saíram em vendas realizadas. A feira está um sucesso de vendas e de leilões", explica o coordenador agropecuário da Expocrato, Gonzaga Melo. O policial militar Celso Moreira, morador do Crato, aproveitou os primeiros dias da exposição para trazer os filhos de 2 e 3 anos. Desde que as crianças nasceram, um dos destinos de passeio durante as férias é a Expocrato, para dar uma volta nos pôneis da exposição. Os animais receberam mais adereços também para atrair os clientes. "Todo ano a gente vem, eles ficam muito ansiosos, principalmente para essa volta aí no pônei, é o que eles mais gostam. Pelo menos há dois meses eles perguntam quando ia ser. O mais velho acordou seis horas da manhã já perguntando que horas a gente vinha. Eles estão realizando aí o sonho. A gente vem só pra passear com eles", comenta Moreira. Expocrato recebe milhares de visitantes no Parque Pedro Felício Cavalcanti até o próximo domingo (19). Claudiana Mourato/TVM Cariri Novos animais silvestres Outro espaço que atrai o público curioso é o Santuário de Répteis e Companhia. No local, a gente encontra cobras, jacarés, lagartos, tartarugas e outras atrações que a criançada adora admirar. São 15 espécies expostas. Este ano, três animais silvestres estão entre os destaques: Coruja suindara: mais conhecida no Nordeste como rasga-mortalha. Uma delas é a Afrodite, colorida e dócil; Urubu-rei: apelidado de Zeca Urubu, essa é uma espécie mais solitária e também mais agressiva. É um dos únicos que consegue abrir a carcaça. Ele atinge até 3 metros de comprimento. As cores também chamam atenção, e ainda vai passar pelo processo de mudar de penas, para ficar totalmente branco. Este em exposição tem em torno de 4 anos, é um filhote ainda, já que a espécie vive cerca de 30 anos; Jacaré-coroa: encontrado no Brasil, é uma das menores do país, com aproximadamente um metro e meio de comprimento. É muito agressivo. O espaço recebe os visitantes de 10h30 às 22h, até o próximo domingo (19). "Está muito movimentado, principalmente as crianças que têm gostado bastante para perderem o medo de interagir, principalmente com as cobras. E criança de até quatro anos não paga", explica um dos organizadores do espaço, o estudante de veterinária Davi de Castro. Coruja suindara e urubu-rei são animais em exposição na Expocrato. Claudiana Mourato/TVM Cariri Espaço do artesanato O artesanato também é encontrado em alguns espaços no parque de exposições. Peças das mais variadas formas e estilos. Da xilogravura ao crochê, peças que são admiradas por quem visita o espaço. Inês Irineuda é artesã desde os 13 anos. O artesanato é a fonte de renda dela e de outras mulheres de uma associação em Antonina do Norte. A Expocrato serve de vitrine para a venda das peças em crochê. "É um trabalho brilhante, são mãos que transformam e brilham as casas de todos. A gente segue em frente para passar para as próximas gerações. E aqui a gente tem a oportunidade de mostrar um pouco do nosso trabalho. Estou aqui com orgulho, representando a associação, há quatros anos, aqui dentro desse espaço na exposição", fala Inês, emocionada. O artesanato também é encontrado em alguns espaços no parque de exposições. Claudiana Mourato/TVM Cariri Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

  13. Mãe busca responsabilizar bets e influenciadores após morte do filho em MG Antes de as apostas on-line passarem a fazer parte da rotina, Rafael Borges Amaral acordava às 5h para trabalhar em um lava a jato e só voltava para casa à noite. Segundo a mãe dele, a professora Vânia de Souza Borges, com o passar do tempo as noites de descanso foram substituídas por horas diante do celular fazendo apostas. Dois anos após a morte do filho, aos 26 anos, Vânia afirma que aqueles foram os primeiros sinais de que Rafael havia desenvolvido dependência em jogos de apostas. Ela busca responsabilizar empresas do setor e cobra uma investigação sobre a atuação das plataformas. Mãe diz que influenciadores 'seduzem e fazem parecer que ganhar dinheiro é fácil' Segundo a mãe, Rafael trabalhava durante todo o dia, mas, ao chegar em casa, continuava apostando até a madrugada. "Ele trabalhava muito. Acordava às 5h da manhã e, às vezes, só chegava em casa à noite. Só que, quando chegava, continuava jogando. Quando eu via aquilo, ficava muito preocupada. Eu aconselhava, implorava para ele parar, dizia que era golpe, mas ele insistia em continuar. Parecia estar cego pelo vício", contou ao g1. 🔎 As apostas de quota fixa, conhecidas como bets, são permitidas no Brasil desde que as empresas tenham autorização do governo federal e sigam as regras do setor. Em julho, novas regras passaram a exigir alertas sobre os riscos das apostas e restringiram propagandas que associem o jogo a sucesso financeiro. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Triângulo no WhatsApp A preocupação da família, segundo a professora, não era apenas com o dinheiro perdido nas plataformas de apostas, mas também com o desgaste físico e emocional. Ela relata que Rafael passou a dormir menos, e o comportamento dele começou a mudar. De acordo com a mãe, Rafael sempre foi conhecido por ser muito responsável no trabalho. Por isso, ela percebeu que algo estava errado quando ele começou a faltar ao serviço com frequência. "Ele não era um rapaz de faltar ao trabalho. Era extremamente responsável, amava o que fazia. Mas, de repente, começou a faltar para ficar jogando em casa. Eu tentava conversar, explicar que aquilo podia trazer problemas, mas ele não se convencia." As consequências vieram rapidamente. Segundo a mãe, o proprietário do posto onde Rafael mantinha um lava a jato rescindiu o contrato por causa das faltas frequentes. Após perder o negócio, Rafael conseguiu outro emprego e passou a trabalhar até 16 horas por dia. Ainda assim, conforme relato da mãe, continuava destinando parte do dinheiro às apostas. "O dinheiro dele a gente não via. Eu imaginava que estava indo para o jogo. Ele deixou de comprar roupas, de cuidar dele mesmo, de realizar os próprios sonhos." Para Vânia, o vício não fez Rafael perder apenas o patrimônio que havia construído, mas também o afastou das pessoas de quem mais gostava. Ela conta que, em um áudio enviado a um amigo, o filho desabafou sobre as perdas causadas pelas apostas. "Ele dizia que tinha perdido tudo. Que tinha perdido os amigos, a mãe, as irmãs. O vício fez ele acreditar que estava sozinho." Para a professora, as noites em claro foram um dos primeiros sinais de que as apostas deixaram de ser uma forma de entretenimento e passaram a dominar a rotina do filho. Vânia de Souza e o filho Rafael Arquivo pessoal Sonhos foram interrompidos Ainda de acordo com a família, Rafael chegou a vender uma motocicleta seminova avaliada em R$ 8 mil e passou a esconder da família a gravidade da dependência. Pouco antes de morrer, Rafael havia enviado um áudio a um amigo dizendo que já não conseguia controlar o vício em apostas on-line, além de relatar as recorrentes perdas financeiras. "Depois descobri que, naquela madrugada, ele fez transferências para plataformas de apostas. Foi quando concluí que provavelmente perdeu tudo o que tinha conseguido economizar." Ela afirmou ter obtido junto a um banco digital a informação de que, às 1h48 do dia da morte, Rafael realizou uma transferência de R$ 30 para uma conta vinculada à empresa responsável pelo chamado "Jogo do Tigrinho". Ela disse que as instituições financeiras nas quais Rafael mantinha contas se recusaram a fornecer os extratos completos, sob a alegação de sigilo bancário. Por isso, ela ainda não conseguiu calcular o valor total que o filho perdeu com apostas em plataformas de bets e outros jogos de azar online. Tentativas de responsabilização frustradas Após a morte do filho, Vânia procurou inicialmente a Promotoria Criminal de Uberlândia. O promotor responsável na época entendeu que a questão não possuía natureza criminal e encaminhou a demanda às promotorias de Defesa do Consumidor e da Saúde. Posteriormente, em maio de 2025, o Ministério Público de Minas Gerais determinou o arquivamento da investigação. Na carta enviada ao MP, Vânia afirma que também procurou a Polícia Civil de Minas Gerais para solicitar a abertura de inquérito, mas recebeu a informação de que "nada podia ser feito". Para a família, o caso extrapola uma tragédia individual e revela um problema de saúde pública. "Quando soube que não haveria investigação, fiquei extremamente frustrada. Disseram que foi um suicídio e que ninguém o induziu. Mas eu não me dei por vencida. Quero respostas e acredito que quem lucra incentivando pessoas vulneráveis também precisa ser responsabilizado". A mesma carta enviada ao MPMG constou entre os documentos da CPI das Bets, no Congresso Nacional, no ano passado. O parecer da senadora Soraya Thronicke, que sugeria o indiciamento de influenciadores e empresários ligados a bets, foi rejeitado por 4 votos a 3. LEIA MAIS: Mulher que ficou dependente de remédio após venda sem receita procurou farmácia depois de engordar 50 kg na gravidez Homem que ligou 60 vezes para a ex em um dia é condenado por stalking Mãe manda filho trabalhar e acaba agredida com voadora e pedradas Após acessar o celular e a caixa de e-mails de Rafael, Vânia encontrou dezenas de mensagens promocionais de plataformas de apostas que continuaram chegando mesmo depois da morte do jovem Reprodução/Redes Sociais Caso chega ao Ministério da Justiça Com a nova repercussão do caso, e considerando a documentação apresentada ao Ministério Público e utilizada na CPI das Bets, a deputada Dandara (PT-MG) protocolou representação no Ministério da Justiça e Segurança Pública solicitando que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor investiguem possíveis práticas de publicidade enganosa, estratégias digitais predatórias e falhas na proteção ao consumidor envolvendo plataformas de apostas. O documento também pede uma linha específica de investigação sobre a atuação de influenciadores digitais, afiliados e agências de publicidade. Ao g1, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que o processo foi recebido e está em análise pelas áreas técnicas competentes, respeitando os trâmites e procedimentos administrativos previstos. Questionamentos às autoridades A reportagem solicitou posicionamento ao MPMG sobre os fundamentos do arquivamento da denúncia, quais diligências foram realizadas e se existe possibilidade de reavaliação diante dos documentos apresentados pela família e dos fatos posteriormente levados ao Congresso Nacional. Também foram encaminhados pedidos de esclarecimento à Polícia Civil de Minas Gerais sobre eventual instauração de inquérito. Mas não houve respostas até a última atualização desta reportagem. Desde a morte do filho, Vânia de Souza Borges transformou o luto em uma busca por respostas e responsabilização sobre os impactos das apostas online Reprodução/Redes Sociais VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas e

  14. Ônibus cai em rio após perder controle em rampa em porto de Barcarena Uma das passageiras do ônibus urbano que caiu no rio na rampa do Porto São Francisco, em Barcarena, na Grande Belém, nesta quarta-feira (15), relatou momentos de desespero vividos durante o acidente. A aposentada Maria das Dores está entre as oito pessoas atendidas na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. Segundo ela, o veículo estava parado, enquanto os passageiros subiam, quando começou a descer em direção ao rio. “Vivi momentos de terror, de terror mesmo, não sei como eu consegui viver. O pessoal se jogando, gritando, e quando desceu da rampa, foi com tudo”, contou. ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp De acordo com a passageira, havia cerca de dez a doze pessoas dentro do ônibus no momento do acidente. Ela afirma que não conseguiu sair a tempo e acabou afundando junto com o veículo. “Eu não consegui sair, então eu afundei junto com a van. Eu me debati muito, até que consegui sair. Eu não sou uma pessoa de nadar, mas hoje eu nadei muito”, relatou. Ônibus com passageiros cai em rio após perder controle em porto de Barcarena, no PA. Diego Feitosa/ TV Liberal Maria das Dores também contou que havia ido a Belém para deixar o filho, que está com câncer, e ia pegar o veículo para seguir em direção a Barcarena. “Eu fecho o olho e estou vendo tudo aqui. E penso: meu Deus, como eu consegui sair?”, lembra. Buscas continuam na região Equipes do Corpo de Bombeiros permanecem no local com duas guarnições de salvamento e resgate, além de mergulhadores que trabalham para verificar se há vítimas. O motorista e o cobrador do ônibus já foram ouvidos pela Polícia Civil. Uma equipe de mergulhadores vinda de Belém foi enviada para reforçar as buscas. Passageira conta como escapou de ônibus que afundou em rio no Pará. Diego Feitosa/ TV Liberal Em nota, o Corpo de Bombeiros Militar informou que atua com equipes especializadas em resgate e atendimento pré-hospitalar e que não há confirmação de mortes até a publicação desta reportagem. A Prefeitura de Barcarena informou que equipes de saúde, assistência social e psicologia seguem de plantão para prestar atendimento e suporte às vítimas e familiares. Ainda segundo a gestão municipal, não houve procura de familiares por pessoas desaparecidas na UPA da cidade. O acidente Imagens feitas no local mostram o momento em que o ônibus urbano já está afundando, enquanto alguns passageiros tentam sair do veículo - veja no vídeo mais acima. Ônibus cai em rio após perder controle em rampa em porto de Barcarena Reprodução Em seguida, um barco se aproxima para resgatar pessoas que conseguiram deixar o ônibus e estavam pedindo por socorro na água. Testemunhas que acompanharam a cena demonstraram desespero e gritaram durante o resgate: "Meus Deus", "Minha mulher" e "O outro lado". Ônibus cai em rio após perder controle em rampa em porto de Barcarena Redes Sociais VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA

  15. Harry Styles em foto para o disco 'Kiss All The Time Disco Occasionally' Divulgação Harry Styles chega ao Brasil para uma série de shows no Morumbis, em São Paulo, nos dias 17, 18, 21 e 24 de julho. Ele vem com a turnê "Together Together", que já teve várias datas esgotadas na Europa, com apresentações elogiadas. Abaixo, o g1 conta tudo o que você precisa saber sobre os shows de Harry Styles em São Paulo. Qual a fase atual de Harry Styles? Harry Styles surge mais 'experimental' e dançante em disco novo Harry está promovendo o disco "Kiss All The Time. Disco, Occasionally", lançado em março. O álbum é inspirado por um tempo "low profile" que o músico passou pela Europa, frequentando festinhas e shows do ponto de vista da multidão. Nas músicas, a voz de Harry aparece quase sempre processada, mergulhada em efeitos e dobras, e raramente é a protagonista. Apesar de ter "disco" no nome, o álbum não segue a modinha disco pop que cansamos de ouvir nos últimos anos. Ele resvala em influências da música disco oitentona, sim, mas as faixas são menos redondinhas que se esperaria. O conjunto está mais para um dance pop indie, na linha de Metronomy e Bloc Party, com nítida influência de LCD Soundsystem. Alguns destaques são "Aperture" e "Dance No More", que devem fazer sucesso ao vivo nos shows. Como devem ser os shows? O show costuma ter, em média, duas horas de duração e prioriza faixas dançantes. Ao longo do repertório, ele mescla músicas de todos os quatro álbuns com arranjos encorpados e uma ótima banda. Ele toca guitarra, teclado, violão, canta e dança durante o show. Na seção final, ele inclui uma música surpresa do próprio repertório. Initial plugin text O show não tem pista premium, mas a estrutura do palco é dividida em quatro "pits", isto é, setores separados por longas plataformas que Harry percorre durante o show. Como o cantor também se tornou maratonista, ele não se importa em dar boas corridinhas e passeadas — o que faz com que boa parte da pista consiga vê-lo bem. Além disso, a julgar pelos shows na Europa, também dá para esperar belos visuais e grandes telões em cima do palco. Quem é a banda de abertura? Duo Fcukers será ato de abertura dos shows de Harry Styles Divulgação Em todas as quatro noites de Harry no Brasil, o ato de abertura será a dupla Fcukers. O duo novaiorquino tem um repertório eletrônico com pegada indie, divertido e estiloso. Vale conferir o disco "Ö", lançado em março deste ano. Qual é o provável setlist do show? Are You Listening Yet? Golden Adore You Watermelon Sugar Music for a Sushi Restaurant Taste Back Coming Up Roses Fine Line Italian Girls American Girls Two Ghosts Keep Driving Ready, Steady, Go! Dance No More Treat People With Kindness Pop Season 2 Weight Loss Carla's Song Aperture Música surpresa Sign of the Times As It Was

  16. Paraná usa inteligência artificial para ajudar no tratamento do câncer O Paraná é o primeiro estado do país a testar o uso de uma ferramenta de inteligência artificial (IA) para o diagnóstico e o combate ao câncer. A tecnologia está sendo testada em hospitais de Guarapuava, na região central, e Londrina, no norte do estado. Funciona assim: o médico compartilha o histórico clínico do paciente e a plataforma cruza as informações com casos no mundo todo. O sistema, então, organiza os dados e aponta caminhos para o tratamento. A intenção do chamado "Projeto Capricórnio" é tornar o atendimento mais rápido e preciso para pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Nelson Morozini, médico oncologista de Guarapuava, explica que em uma busca tradicional, estudos importantes podem não ser encontrados na literatura médica simplesmente porque foram usadas palavras diferentes para descrever a mesma doença. "O que demoraria dias ou semanas a gente consegue em poucos minutos, então auxilia a gente a ter as principais informações de casos semelhantes aos de pacientes no mundo todo para comparar com o nosso paciente", explica Nelson Morozini, médico oncologista de Guarapuava. O uso da plataforma é fruto de uma parceria do Governo do Paraná com o Google. A expansão para outras regiões vai depender dos resultados obtidos em Guarapuava e Londrina - onde a ferramenta já foi usada para mais de 40 pacientes desde abril. Um deles é o caminhoneiro Cleverson Ramos de Col, que mora em Candói, a 75 quilômetros de Guarapuava. Ele pega a estrada toda semana para tratar um câncer que descobriu em novembro de 2025. No caso dele, considerado raríssimo, o tratamento ganhou a ajuda da inteligência artificial. "Encontramos outros casos semelhantes na literatura mundial, o que guiou a gente à questão genética e à pesquisa do genoma em relação ao paciente, o que traz mais assertividade no caso", aponta o médico Nelson. Para o caminhoneiro, poder repetir o tratamento de outro caso semelhante que teve resultados positivos é motivo de esperança. "Dá uma segurança pra gente. Pra mim, foi uma notícia muito boa, muito agradável. [...] O que me deixou mais contente é ver que a medicação que eu estava tomando é a que a plataforma indicou, então isso passa uma energia muito positiva pra gente", afirma Cleverson. Leia também: R$ 540 mil em multas: Fazendeiro desmatou área de 50 campos de futebol para abrir espaço para plantações no Paraná, diz polícia Veja vídeo: profissionais de saúde levam 'festa julina' para casa de paciente com câncer em cuidados paliativos Entenda: Mulher recebe ameaças contra a família, paga R$ 10 mil aos criminosos e descobre que foi extorquida pelo próprio irmão Paraná testa uso de ferramenta de IA para diagnóstico e combate ao câncer Reprodução Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias em g1 Paraná Leia mais notícias da região em g1 Campos Gerais do Sul

  17. Consultora de gente e gestão fala sobre como lidar com erros no mercado de trabalho A Agência de Trabalho de Pernambuco divulgou as vagas de emprego disponibilizadas para o município de Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, nesta quinta-feira (16). As oportunidades são atualizadas diariamente pelo g1 Petrolina. Carteira de trabalho Divulgação / PMMC Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Sedepe através da internet. O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Concursos no WhatsApp. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Agência do Trabalho em Petrolina funciona no Expresso Cidadão Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 e (87) 9 9180-4065 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871 - 8467 Vagas Disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

  18. Ave ameaçada de extinção tenta sobreviver com berçário em pilar da Terceira Ponte Quase 92 mil veículos passam todos os dias pelos 3,3 km de extensão da Terceira Ponte, entre Vitória e Vila Velha. Mas, 70 metros abaixo do asfalto, entre os pilares de concreto, existe um cenário que poucos conhecem: uma colônia de aves marinhas ameaçadas de extinção tenta sobreviver em um ambiente construído pelo homem. Os trinta-réis-de-bando de bico amarelo, também conhecidos como andorinhas-do-mar, escolheram um dos 61 pilares da ponte como local de reprodução. A espécie entrou para a lista de animais ameaçados de extinção no Espírito Santo em 2022. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A mudança de comportamento aconteceu depois da epidemia de gripe aviária, em 2023, quando milhares de aves desapareceram das ilhas onde tradicionalmente faziam seus ninhos, especialmente em Vila Velha. Na natureza, adaptar-se costuma significar sobreviver. Para os trinta-réis, porém, a adaptação criou um novo desafio. Diferentemente das ilhas, onde os filhotes caminham em grandes grupos até desenvolverem força para voar, o concreto da ponte oferece pouco espaço. E isso cria um perigo para a sobrevivência dos animais mais novos. Muitos acabam chegando à borda da estrutura, que tem seis metros de altura, e caem no mar antes de estarem preparados para voar. As aves podem morrer com a queda ou por hipotermia na água. Espécie de ave ameaçada transforma pilares da 3ª Ponte em berçário, mas filhotes caem no mar e mobilizam força-tarefa Fernando Madeira/Rede Gazeta O g1 acompanhou de perto o trabalho de pesquisadores, veterinários e voluntários que monitoram a colônia durante a temporada reprodutiva. A equipe montou uma força-tarefa para acompanhar os ninhos, resgatar filhotes caídos, instalar estruturas de proteção e buscar alternativas para reduzir as perdas de uma espécie que já perdeu grande parte da população reprodutiva no Espírito Santo. LEIA TAMBÉM: ALÉM DO MAR: Economia azul transforma conservação em oportunidades CONHEÇA O CICLO: Por onde nadam as baleias-jubarte quando não estão no Brasil? GIGANTE DO MAR: vídeo exclusivo mostra maior espécie de tartaruga do mundo desovando As aves que alertaram o Brasil sobre a gripe aviária Os trinta-réis-de-bando ganharam destaque nacional em 2023 por outro motivo. Foram as primeiras aves a indicar a chegada da influenza aviária de alta patogenicidade ao Brasil. Segundo o médico-veterinário e diretor do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram), Luiz Felipe Mayorga, o alerta permitiu que autoridades sanitárias adotassem medidas para proteger a população e a cadeia produtiva. "Essas aves nos avisaram sobre a chegada da gripe aviária. Isso permitiu que o governo, as empresas e a saúde pública se organizassem e se preparassem. Graças a elas, não tivemos casos humanos da doença no Brasil, nem impacto na produção avícola. Nós temos uma dívida com essas aves". O problema é que justamente essa espécie foi uma das mais afetadas pela epidemia. Imagens feitas por drone durante o monitoramento da Ilha dos Ovos, em Marataízes, no Sul do estado, registraram cerca de três mil aves na colônia reprodutiva antes da doença. Menos de dois meses depois, restavam apenas 84 indivíduos no local. Infográfico - ave ameaçada de extinção faz ninho em pilar da Terceira Ponte Arte/g1/Rede Gazeta A redução da população, no entanto, não começou com a gripe aviária. Segundo pesquisadores, na década de 1990, cerca de 14 mil trinta-réis se reproduziam no Espírito Santo. Nos anos 2000, esse número caiu para aproximadamente 7 mil. Atualmente, a estimativa é de apenas 1.500 a 1.700 adultos em reprodução. Para Mayorga, o cenário preocupa porque a recuperação da espécie depende justamente da sobrevivência dos filhotes. Nossa intenção é reduzir as perdas dessa população que já está tão ameaçada. Se a gente não salvar esses filhotes, pode ser que ela não consiga voltar a crescer e acelere o caminho para a extinção As aves trocaram as ilhas pela ponte Ainda não se sabe exatamente para onde foram todas as aves que desapareceram das antigas colônias. Parte pode ter migrado para outros estados ou simplesmente deixado de se reproduzir. Os pesquisadores acreditam, porém, que a memória da espécie pode ter influenciado a escolha de um novo local. "São aves muito imprevisíveis. Vivem mais de 20 anos e têm uma memória muito boa. Nossa suspeita é que elas olhem para aqueles lugares onde houve tanta mortalidade e entendam que aquele não é mais um bom lugar para reproduzir. Por isso acabam escolhendo outras áreas, como a Terceira Ponte". Segundo Mayorga, a mudança também revela um problema enfrentado por diversas espécies ameaçadas: a perda de habitat. "O maior desafio para qualquer espécie ameaçada de extinção é a perda de habitat. Quando urbanizamos o litoral, elas acabam tentando se adaptar às estruturas construídas pelo homem", alertou o especialista. Trinta-réis alertaram o Brasil sobre a gripe aviária Fernando Madeira/Rede Gazeta Um berçário de concreto A Terceira Ponte, oficialmente chamada Deputado Darcy Castello de Mendonça, tem 61 pilares, chega a 70 metros de altura no vão central e recebe um fluxo diário intenso de veículos. Mas a colônia de trinta-réis não está no alto da estrutura. Ela ocupa um dos pilares próximos à água, um dos maiores da ponte, em uma área onde a distância entre os ninhos e o mar é de pouco mais de seis metros. Foi ali que o g1 acompanhou de perto a movimentação das aves e o trabalho diário de pesquisadores e voluntários. À primeira vista, a distância parece pequena. Para um filhote que ainda não consegue voar, porém, ela pode ser decisiva. Segundo o biólogo do Ipram, Wilson Meirelles, os trinta-réis apresentam um comportamento conhecido como nidifugia. Poucos dias depois de nascerem, os filhotes deixam os ninhos e passam a caminhar juntos em grupos conhecidos pelos pesquisadores como "creches". "Os filhotinhos são criados em uma condição biológica que a gente chama de creche. Eles ficam reunidos no meio, enquanto os adultos permanecem ao redor protegendo o grupo. Nas ilhas, esse comportamento funciona muito bem. Mas, no pilar da Terceira Ponte, muitos acabam chegando à borda e caindo", explicou o biólogo. O problema começa ainda antes do nascimento Durante o monitoramento, pesquisadores encontraram ovos abandonados sobre a estrutura de concreto. A hipótese é que parte deles tenha sido expulsa dos ninhos durante disputas por espaço entre as aves e não tenha conseguido completar o desenvolvimento. Mesmo entre os filhotes que conseguem nascer, o desafio continua. Sem espaço para caminhar, muitos chegam rapidamente à borda do pilar e caem na água. Ao contrário do que muita gente imagina, a queda nem sempre é a principal causa de morte. Ovos abandonados sobre a estrutura de concreto foram encontrados pelos pesquisadores no Espírito Santo Fernando Madeira/Rede Gazeta Wilson explica que os adultos são aves marinhas adaptadas ao mergulho. Eles possuem uma glândula chamada uropigiana, responsável por produzir uma substância oleosa espalhada diariamente sobre as penas, formando uma camada impermeável, mas os filhotes ainda não desenvolveram essa proteção. "As aves adultas conseguem mergulhar porque têm uma secreção oleosa que impermeabiliza as penas. Os filhotes ainda não possuem essa característica. Quando caem na água, encharcam rapidamente e podem morrer de hipotermia", disse Wilson. Depois da queda, muitos conseguem subir nas pedras do quebra-mar, mas continuam em risco. Com a mudança da maré, voltam para a água, perdem calor e acabam morrendo antes mesmo de aprender a voar. Foi essa sequência de perdas que mobilizou pesquisadores e voluntários. Uma força-tarefa para salvar os filhotes O trabalho de monitoramento acontece praticamente todos os dias durante a temporada de reprodução. Não existe financiamento específico. Pesquisadores e voluntários conciliam a atividade com a própria rotina profissional para acompanhar a colônia, resgatar filhotes e devolver os animais aos pais sempre que possível. Segundo Mayorga, esse esforço coletivo tem um objetivo claro. "Nem o Ipram nem os voluntários recebem patrocínio para esse trabalho. A gente faz porque acredita que essa população precisa de ajuda. Nossa intenção é reduzir as perdas de uma espécie que já está muito ameaçada", enfatizou o médico-veterinário. Filhotes caem de altura de 6 metros da pilar da Terceira Ponte no Espírito Santo Divulgação/Ipram Até a publicação desta reportagem, cerca de 100 filhotes haviam sido resgatados ou realocados nesta temporada de 2026. Sempre que possível, a equipe evita levar os animais para tratamento. A prioridade é recolocá-los próximos aos pais. Segundo Mayorga, essa estratégia aumenta significativamente as chances de sobrevivência. "A gente evita ao máximo retirar esses animais da natureza. Se os pais continuarem alimentando o filhote, a chance de ele crescer e voltar para a população é muito maior". O voluntário que decidiu agir Entre quem acompanha a colônia está o instrutor de canoagem e ambientalista João Guilherme Damm Raphael, de 35 anos. Ele começou a perceber os filhotes caindo durante as atividades no mar e decidiu ajudar. Hoje participa dos resgates, do monitoramento e da instalação das estruturas de proteção. Para João, o trabalho como voluntário também representa uma forma de reduzir os impactos provocados pela presença humana. Isso aqui é uma área que o homem construiu. Você vê os bichinhos morrendo e não consegue ficar parado Voluntário ajuda na Terceira Ponte com aves ameaçadas no Espírito Santo Fernando Madeira/Rede Gazeta A rotina também é marcada pelas perdas. Depois de participar do anilhamento de alguns filhotes, ele voltou ao local no dia seguinte e encontrou dois deles mortos. Para ele, o monitoramento vai além do esforço individual e depende de uma rede de apoio. "Não estudei na área ambiental, mas sou um apaixonado, estudo por conta própria e aprendo muito no dia a dia, é importante que todo mundo se conecte e se doe. O significado de estar aqui é gratidão, porque o ser humano precisa tomar consciência de que estamos entrando no espaço deles. O mínimo que podemos fazer é tentar reduzir os danos à qualidade de vida desses animais", desabafou. Tapetes de EVA deram uma segunda chance aos filhotes E da preocupação surgiu uma ideia simples, pesquisadores e voluntários instalaram mais de 40 metros de tapetes flutuantes de EVA ao redor do pilar. O material foi doado e fixado à estrutura para funcionar como uma plataforma de descanso para os filhotes que caem na água. A solução trouxe um resultado que nem os pesquisadores esperavam. Os pais continuaram cuidando dos filhotes sobre os tapetes. "A gente não consegue estar aqui para salvar todo mundo o tempo todo. Então o tapete cumpre esse papel. Ele salva vidas. O filhote cai na água, sobe no EVA e os pais continuam alimentando ele ali". Segundo Mayorga, o comportamento mostrou que a estratégia funciona. "A gente não tinha certeza de que daria certo. Mas ficar parado nunca foi uma opção. Precisávamos tentar". Tapetes de EVA deram uma segunda chance aos filhotes de trinta-réis no Espírito Santo Fernando Madeira/Rede Gazeta Estrutura da ponte pode ser adaptada para reduzir perdas Enquanto pesquisadores e voluntários atuam para salvar os filhotes que caem na água, especialistas defendem que pequenas intervenções na estrutura da Terceira Ponte poderiam diminuir significativamente as perdas. Durante a entrevista ao g1, o médico-veterinário e diretor do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram), Luiz Felipe Mayorga, sugeriu adaptações simples na área onde a colônia está instalada. Segundo ele, uma das medidas seria impermeabilizar a superfície da sapata do pilar e construir uma pequena barreira ao redor da estrutura para impedir que os filhotes alcancem a borda nos primeiros dias de vida. "Seria interessante impermeabilizar a sapata e fazer uma pequena mureta ao redor. Até o filhote conseguir ultrapassar essa barreira, ele já estará maior e mais preparado. Isso reduziria bastante as quedas", defendeu. Mayorga também defendeu a presença de equipes de monitoramento durante o período reprodutivo, além da instalação de um posto de vigilância para acompanhar a colônia e orientar pescadores, esportistas e visitantes. "Hoje esse trabalho é feito por pesquisadores e voluntários. Mas a conservação dessa população precisa da participação do poder público", criticou. Ceturb diz que está aberta ao diálogo Procurada pela reportagem, a Companhia Estadual de Transportes Coletivos (Ceturb-ES), responsável pela operação da Terceira Ponte, informou que reconhece a importância da preservação da colônia de trinta-réis instalada na estrutura. A empresa afirmou que está aberta ao diálogo para compreender de que forma pode contribuir com ações voltadas à proteção da espécie. Segundo a companhia, qualquer intervenção na ponte precisa ser definida em conjunto com os órgãos ambientais competentes e considerar tanto a legislação ambiental quanto a segurança da estrutura. Orientação é não tocar nas aves O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) acompanha o monitoramento realizado no local e participa das ações de conservação. Além do risco de provocar ainda mais estresse às aves, permanece a preocupação sanitária por causa do histórico recente da gripe aviária. O agente de desenvolvimento ambiental Hermes Daros orienta que moradores, pescadores e esportistas não tentem resgatar os animais por conta própria. "A orientação é evitar qualquer contato com essas aves. Ao encontrar um animal em situação de risco, a pessoa deve acionar os órgãos responsáveis, como o Ipram ou as secretarias municipais de meio ambiente", destacou Daros. Placas informativas foram instaladas próximas ao pilar onde está a colônia sob a Terceira Ponte Fernando Madeira/Rede Gazeta Para reforçar essa orientação, placas informativas foram instaladas próximas ao pilar onde está a colônia. Além do monitoramento, o biólogo Wilson Meirelles destacou que informar a população também é uma forma de proteger a espécie. "A sensibilização das pessoas é muito importante. Quanto mais gente souber o que está acontecendo aqui, maiores serão as chances de proteger essa colônia", alertou Meirelles. Futuro de espécie de ave marinha ameaçada de extinção passa por um pilar da Terceira Ponte O futuro de uma espécie passa por um pilar da Terceira Ponte A temporada reprodutiva dos trinta-réis segue até setembro. Até lá, pesquisadores e voluntários continuarão voltando ao mesmo pilar para monitorar a colônia, resgatar filhotes e tentar reduzir as perdas de uma espécie ameaçada de extinção. Enquanto quase 92 mil veículos cruzam a Terceira Ponte todos os dias, uma outra travessia acontece logo abaixo. A de aves que tentam se adaptar a um ambiente construído pelo homem. E a de pessoas que decidiram não ficar paradas diante dessa luta pela sobrevivência. Entre o concreto e o mar, onde quase ninguém olha, uma espécie que já ajudou o Brasil a enfrentar uma emergência sanitária agora depende da ciência, do voluntariado e da conscientização para continuar existindo. 🐦 Trinta-réis-de-bando: conheça a espécie ⚖️ Peso: 180 a 300 gramas 🌎 Onde vive: Ilhas costeiras da Venezuela até o sul da Argentina 🐟 Alimentação: Pequenos peixes, lulas e crustáceos 🪽 Expectativa: Podem passar dos 30 anos 🥚 Reprodução: A fêmea bota apenas um ovo por temporada 👶 Voo: O filhote aprende a voar entre 25 e 28 dias após nascer 💙 Ajuda: Ao encontrar animal ferido ou caído na praia, acione Ipram (27) 99865-6975 Pesquisadores e voluntários continuarão voltando ao mesmo pilar para monitorar a colônia, resgatar filhotes e tentar reduzir as perdas de uma espécie ameaçada de extinção Fernando Madeira/Rede Gazeta Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

  19. Homem foi levado ao Hospital Municipal de Paracatu e recebeu atendimento médico Reprodução/Google Street View Um homem de 50 anos precisou de atendimento no Hospital Municipal de Paracatu, no Noroeste de Minas, após confundir um frasco de cola instantânea com um de colírio e aplicar a cola no olho direito. O caso aconteceu em 1º de julho. Na ocasião, ele carregava os dois frascos no mesmo bolso. O caso foi confirmado pela Prefeitura na terça-feira (14). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Já no hospital, a sequência de enganos continuou. Durante o atendimento, o homem confundiu álcool com água e passou o produto no rosto, causando mais um susto. Apesar da situação, a equipe médica conseguiu remover a cola e descolar as pálpebras sem complicações. Depois do atendimento, o paciente recebeu alta e se recupera em casa. Segundo a Prefeitura de Paracatu, o homem deveria ter retornado ao hospital nesta semana para dar continuidade ao tratamento. No entanto, até a última atualização desta reportagem, ele ainda não havia voltado à unidade de saúde. Agora no g1 LEIA TAMBÉM: PF indicia pai e filhas por esquema milionário de tráfico de drogas Mãe diz que influenciadores 'seduzem e fazem parecer que ganhar dinheiro é fácil' Com Maradona tatuado, brasileiro sonha com o tetra da Argentina VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

  20. Ciclista resgata cabra coberta de lama e tremendo de frio durante treino em SC Um ciclista viralizou nas redes sociais após filmar o resgate de um filhote de cabra durante um treino em Indaial, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina. Gustavo Antunes percorria uma região montanhosa, na terça-feira (14), quando começou a ouvir uma espécie de choro. Ao seguir o som, se surpreende com o animal sozinho, coberto de lama e tremendo de frio. No vídeo, que tinha mais de 7 milhões de visualizações na tarde de quarta-feira (15), ele pega a cabra no colo e começa a conversar com ela (assista acima). "O que eu faço contigo, cara? Morrendo de frio. Tô todo cheio de lama já e tu também, né? Vou te levar para casa", disse. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Ao g1, Gustavo disse que faz o percurso com frequência, já que a região tem subidas íngremes ideais para alguns tipos de treino, mas nunca havia encontrado um animal assim. "Subindo o morro, eu a ouvi chorando, mas parei e fiquei alguns minutos tentando achá-la, até que a encontrei dentro do mato, tentando atravessar uma erosão enorme por conta da chuva", relatou. Inicialmente, ele desceu até a casa mais próxima e a deixou com uma caseira. Ela comentou que provavelmente a cabra havia sido rejeitada pela mãe. "Mas assim que cheguei em casa, eu percebi que seria melhor buscá-la para ter, de fato, os cuidados necessários de que ela precisa", comentou. Assim, pegou o carro e retornou ao endereço equipado para buscá-la. O animal resgatado passou a noite no apartamento de Gustavo e ganhou mamadeira com leite de cabra, além de muito colo e carinho. Ele ainda não tem nome. Agora, está em um sítio onde tem espaço para correr e brincar. As cabras costumam ser dóceis e, quando adultas, têm peso que varia de 45 a 70 quilos. "Ela passou a noite com a gente e está super bem. Dormiu comigo na cama e já levamos ela para o sítio pela manhã", contou. Cabra resgatada por ciclista ganhou banho em casa em SC Redes sociais/ Reprodução Resgate viralizou O vídeo do resgate foi publicado nas redes sociais de Gustavo e já acumula mais de 936 mil curtidas, 11,5 mil comentários e 7 milhões de visualizações. Nos comentários, há pessoas elogiando a atitude do homem, outros brincando que querem adotar uma cabra também. Veja alguns abaixo: "Por culpa desse vídeo, vou ter que ir em alguma pedreira procurar uma cabra pra mim" "Já sei o final da história! O moço vai vender o AP e comprar uma casa com pátio grande" "Pronto, moço, agora eu vou ter que te seguir pra acompanhar essa coisinha fofa" VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

  21. Produtor colhe mamão de quase 8 kg no interior de São Paulo; veja vídeo Um produtor colheu um mamão de 7,75 quilos em São Pedro, no interior de São Paulo. Segundo o agrônomo Chukichi Kurozawa, o alimento pesa mais que o dobro das variedades comerciais. O mamão formosa, por exemplo, costuma ter entre 1 e 3 quilos. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O agrônomo acredita que o mamoeiro provavelmente foi gerado depois da seleção de frutas maiores. Isso porque o tamanho está relacionado à genética da planta. Apesar do tamanho incomum, a fruta é segura para consumo. Leia também: Após promessas, supermercados seguem sem ampliar venda de ovos livres de gaiolas, diz estudo Café: da bebida 'do diabo' aos best-sellers de autoajuda cristã Veja curiosidades sobre o cacau, fruta da qual se faz o chocolate

  22. Imagem ilustrativa de falta de água Divulgação A Copasa informou que uma manutenção programada poderá provocar intermitência no abastecimento de água em seis bairros de Belo Horizonte nesta quinta-feira (16). Segundo a companhia, os serviços devem ser concluídos até o fim da tarde. A previsão é que o fornecimento de água seja restabelecido de forma gradativa ao longo da noite do mesmo dia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Os bairros que podem ser afetados são: Barreiro Diamante Resplendor Santa Helena Santa Margarida Teixeira Dias A Copasa ressalta que imóveis com caixa d'água podem não sofrer impactos durante a manutenção. Agora no g1 A companhia também orienta os moradores a fazerem uso racional da água, especialmente durante o período de interrupção no abastecimento. LEIA TAMBÉM: Quadrilhas de agiotas perseguem devedores, divulgam dados pessoais em redes sociais, picham casas e cobram juros diários de até 30% Polícia indicia diarista por morte de casal em BH e diz que ela tem histórico de dopar vítimas para praticar roubos Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:

  23. Família faz visitas diárias a local em que Porsche pegou fogo enquanto espera liberação para sepultar jovem morta Reprodução/EPTV A família de Lívia Bevilacqua Batista, de 20 anos, afirma viver dias de angústia à espera da liberação do corpo da jovem, que morreu após uma Porsche bater contra uma árvore e pegar fogo em Campinas (SP), na sexta-feira (10). Cinco dias após o acidente e ainda sem conseguir realizar o velório e o sepultamento da filha, a mãe da jovem, Danila Bevilacqua, passou a visitar diariamente o local da tragédia. "Trago flor, trago oração, trago meu coração. Eu tento acalentar o meu coração aqui, pedindo que a gente consiga conceder um descanso para ela diferente", disse. Segundo a empresária, as visitas começaram no domingo. "Desde então, estou fazendo visitas diárias neste lugar", afirmou. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que a liberação do corpo depende da conclusão da identificação oficial realizada pela Polícia Técnico-Científica, que depende de exames - leia na íntegra abaixo. LEIA TAMBÉM 'Extremamente amada': quem era jovem que morreu após Porsche explodir em acidente VÍDEO mostra acidente com Porsche que deixou dois mortos em Campinas Cinco dias após acidente com Porsche, família lamenta falta de velório da jovem Lívia Bevilacqua: ‘Um antiluto’ Reprodução/EPTV Lívia havia saído de casa para jantar no bar Seo Rosa Gramado e foi buscada pelo motorista da Porsche, Arthur Rodrigues de Souza, de 20 anos. Estudante de medicina da faculdade São Leopoldo Mandic, ele era o proprietário e conduzia a Porsche envolvida no acidente. A identidade de Arthur foi confirmada após o acidente e o corpo foi sepultado no fim da manhã de domingo (12), no Cemitério Municipal de Albertina (MG), onde o rapaz vivia com os pais. A Polícia Civil confirmou oficialmente a identidade de Lívia nesta segunda-feira (14) e passou a investigar o caso como homicídio culposo na direção de veículo automotor. 🔎 O homicídio culposo na direção de veículo automotor ocorre quando o motorista causa a morte de alguém sem a intenção de matar. Isso acontece devido à imprudência, negligência ou imperícia, segundo o Código Penal. Família aguarda despedida Família de jovem morta em acidente com Porsche aguarda liberação do corpo pelo IML Mesmo após a inclusão do nome de Lívia como vítima no boletim de ocorrência, a família afirma não entender o motivo do corpo ainda não ter sido liberado. O pai também informou que apresentou todos os materiais solicitados pela polícia para auxiliar na identificação. "Toda a arcada dentária, fotos dela, filmagem, filmagem do carro, filmagem do local que ela saiu. Tudo, tudo. Tudo o que pediram e o meu DNA. Não tem mais o que fazer", afirmou. O que diz a SSP? A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a inclusão do nome de Lívia como vítima no boletim de ocorrência foi feita com base nos elementos reunidos pela investigação, como informações de familiares e testemunhas, para qualificar o caso. No entanto, a pasta destacou que esse procedimento não substitui a identificação oficial do corpo. Leia a nota na íntegra: "A Polícia Civil informa que a inclusão do nome da jovem como vítima no boletim de ocorrência decorre dos elementos de investigação reunidos até o momento, como informações prestadas por familiares e testemunhas, e tem a finalidade de qualificar a ocorrência. Esse procedimento, no entanto, não substitui a identificação médico-legal do corpo. A liberação do corpo depende da conclusão da identificação oficial realizada pela Polícia Técnico-Científica, conforme os protocolos técnico-científicos e a legislação vigente. Esse procedimento pode envolver exames papiloscópicos, odontolegais, genéticos ou outros métodos periciais, conforme as condições do corpo, e somente após sua conclusão é autorizada a liberação aos familiares." Batida O acidente ocorreu na noite da última sexta-feira (10), na altura do km 93 da Rodovia Francisco Von Zuben (SP-091). Imagens de câmera de segurança mostram o momento em que o automóvel atinge a árvore e explode — assista acima. Infográfico - Duas pessoas morrem carbonizadas após acidente com carro de luxo em Campinas Artes/g1 VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Lívia Bevilacqua Batista, de 20 anos,é Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas

  24. Veja quem são os pré-candidatos ao Senado no PA. Divulgação Faltando menos de 100 dias para o primeiro turno das eleições gerais de 2026, marcado para 4 de outubro, o Pará tem pelo menos 10 pré-candidaturas ao Senado Federal. Veja a lista abaixo. 🔎 O mandato de senador tem duração de oito anos, equivalente a duas legislaturas, e cada estado, além do Distrito Federal, possui três representantes na Casa. Em 2026, chegam ao fim os mandatos de dois dos três senadores eleitos pelo Pará. Por isso, cada eleitor poderá votar duas vezes para o Senado no primeiro turno. No estado, os senadores Jader Barbalho (MDB) e Zequinha Marinho (PODE) estão entre os que encerram seus mandatos nesta legislatura. ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp Os nomes que disputarão o cargo ainda precisam ser oficializados nas convenções partidárias, que ocorrerão entre os dias 20 de julho e 5 de agosto. ➡️ O prazo final para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral termina em 15 de agosto. Até essa data, todos os nomes são considerados "pré-candidatos", e o cenário pode sofrer alterações. Em ordem alfabética, veja os pré-candidatos ao Senado pelo Pará: Celso Sabino (PDT) Chicão (União Brasil) Éder Mauro (PL) Gal Leite (UP) Gizelle Freitas (PSOL) Helder Barbalho (MDB) Lívia Noronha (SOLIDARIEDADE) Marcelino Conti (PSOL) Orleans Santos (REDE) Zequinha Marinho (PODEMOS) Celso Sabino (PDT) Celso Sabino (PDT). Divulgação Celso Sabino é ex-deputado estadual e atual deputado federal em segundo mandato. O ex-ministro do Turismo do governo Lula atuou na COP 30 e no desenvolvimento do setor turístico na Amazônia. No Senado, o pré-candidato afirma que quer atuar pela integração da Amazônia ao desenvolvimento nacional, pela redução das desigualdades e pela construção de um Brasil mais justo e soberano para os trabalhadores. Chicão (UNIÃO BRASIL) Chicão (União Brasil). Divulgação Francisco Melo (Chicão) é deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) e presidente estadual do União Brasil. Com mais de 30 anos de vida pública, exerceu os cargos de vereador, presidente da Câmara de Ananindeua, vice-prefeito, secretário de Estado de Obras Públicas e secretário de Estado de Transportes. À frente da Alepa, o pré-candadato afirma que ampliou as sessões itinerantes e promoveu melhorias estruturais e tecnológicas que aproximaram o Parlamento da população. É mestre em Direitos Fundamentais pela Unama e doutorando em Direito pela Universidade de Salamanca. Éder Mauro (PL) Éder Mauro (PL). Divulgação Éder Mauro é paraense, casado, delegado de Polícia Civil por mais de 30 anos e deputado federal pelo Partido Liberal (PL), atualmente em seu terceiro mandato. Natural de Belém, formou-se em direito e foi aprovado nos concursos para delegado e procurador federal. Eleito deputado federal em 2014, foi reeleito em 2018 e 2022. Na Câmara dos Deputados, atua nas áreas segurança pública, saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento do Pará. É autor e relator de projetos voltados ao combate às drogas, fortalecimento da segurança, proteção da propriedade, apoio ao empreendedorismo e defesa de pautas conservadoras. Gal Leite (UP) Gal Leite (UP). Divulgação Gal Leite tem 62 anos e por mais da metade de sua vida dedicou-se a luta sindicalista. É servidora aposentada da Funpapa, órgão responsável pela assistência social em Belém. Atualmente, está organizada no Movimento Luta de Classes (MLC), no qual é representante do Norte na direção nacional. É presidente do Sindicato das Trabalhadora e dos Trabalhadores do SUAS (SINTSUAS) através do qual luta contra a precarização do serviço público e da assistência social. Gal é nascida e criada no bairro do Jurunas e formada em pedagogia na UFPA. Gizelle Freitas (PSOL) Gizelle Freitas (PSOL). Divulgação Gizelle Freitas é assistente social, mestre e doutoranda em Serviço Social pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e especialista em Saberes Africanos e Afro-brasileiros na Amazônia. Foi vereadora de Belém pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e atua há mais de 20 anos nos movimentos sociais. É uma das articuladoras das marchas do 8 de Março em Belém, integra a Executiva Nacional de Mulheres do PSOL e é membra da Frente Feminista Pará. Gizelle Freitas diz que quer representar as pautas populares, fortalecer a democracia e defender os direitos das mulheres, da população negra, dos povos da Amazônia e da classe trabalhadora. Helder Barbalho (MDB) Helder Barbalho (MDB). Divulgação Helder Zahluth Barbalho é casado, natural de Belém e nascido em 18 de maio de 1979. Formou-se em administração pela Unama e é pós-graduado em gestão pública pela FGV. Eleito governador do Pará pela primeira vez em 2018, em 2022 foi reeleito. Foi Presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, com três mandatos consecutivos. Em 2025, foi anfitrião da COP30 em Belém. Antes de ser eleito governador, foi ministro da Pesca e Aquicultura, ministro-chefe da Secretaria Nacional dos Portos e ministro da Integração Nacional do Brasil. Em 2000, Helder foi vereador de Ananindeua. Nas eleições de 2002, elegeu-se deputado estadual. Em 2004, foi eleito prefeito de Ananindeua, sendo reeleito em 2008. Lívia Noronha (SOLIDARIEDADE) Lívia Noronha (Solidariedade) Divulgação Lívia Noronha é professora, filósofa e mestre em Filosofia pela UFPA. Nascida no Distrito Industrial de Ananindeua, foi eleita com 27.098 votos. Criou um cursinho popular gratuito para ampliar o acesso de jovens ao ensino superior. Também foi coordenadora da Coordenadoria da Mulher de Belém. Foi secretária municipal de Direitos Humanos de Ananindeua, onde implantou o primeiro Disque-Denúncia e fortaleceu políticas para comunidades tradicionais e povos de matriz africana. A pré-candidata diz que tem como foco o enfrentamento da concentração de poder no Pará, na defesa dos trabalhadores, das mulheres, dos povos tradicionais e da Amazônia Marcelino Conti (PSOL) Marcelino Conti (PSOL). Divulgação O cientista e pesquisador Conti Marcelino, diretor da UFF em Oriximiná, tem 62 anos. Com 31 anos de serviço público e pós-doutorado, ele tem experiência em gestão pública. Foi secretário municipal e diretor estadual de qualificação técnica. Milita contra o preconceito, intolerância religiosa e racismo. Coordenou pesquisas e ações de extensão e capacitação social nas periferias, aldeias e comunidades quilombolas e ribeirinhas em 38 municípios do Pará. Defende a floresta em pé como riqueza e o uso de tecnologias sociais para trazer desenvolvimento ao estado. Orleans Santos (REDE) Orleans Santos (REDE). Divulgação Orleans Santos é ex‑secretário de Agricultura e de Abastecimento da Prefeitura de Marituba, advogado, empresário e presidente da Rede Sustentabilidade no município de Marituba, na Região Metropolitana de Belém (RMB). O pré-candidato ao senado pelo Pará defende que é possível conciliar desenvolvimento econômico, liberdade, independência entre os poderes e preservação ambiental. Zequinha Marinho (PODEMOS) Zequinha Marinho (Podemos). Andressa Anholete Zequinha Marinho nasceu em Araguacema (TO). É evangelista da Assembleia de Deus, graduado em pedagogia pela Uepa e bacharel em teologia. Iniciou sua carreira em Conceição do Araguaia, atuando como comerciário, técnico em contabilidade, servidor público e funcionário do Banco da Amazônia. Ingressou na política em 1997 como deputado estadual, reeleito em 1998. Em 2002, foi eleito deputado federal, e reeleito em 2006 e 2010. Em 2014, tornou-se vice-governador do Pará. Em 2018, foi eleito senador. No Senado, atua pela defesa do desenvolvimento sustentável, do setor produtivo, da infraestrutura e dos valores da família. Já presidiu a Comissão Mista de Mudanças Climáticas e atualmente preside a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). LEIA TAMBÉM: veja pré-candidatos a governo e Senado em 26 estados e no DF VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA

  25. Como está a vida em vilarejo do Ceará 1 ano depois de saída em massa de moradores O distrito de Uiraponga, na cidade de Morada Nova, no interior do Ceará, que chegou a se tornar um território-fantasma com a saída em massa de moradores expulsos devido à disputas entre facções criminosas, vive um processo de retorno gradual da população e revitalização da comunidade. Embora não tenha voltado completamente à normalidade de antes. O g1 esteve na comunidade nesta segunda (14) e terça-feira (15) e acompanhou, em diferentes períodos dos dias, como as famílias vivem no local, um ano depois dos episódios de violência que mudaram a rotina da comunidade interiorana. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp A polícia prendeu 13 suspeitos de envolvimento com as expulsões dos moradores de Uiraponga e reforçou o policiamento do distrito (leia mais sobre essas medidas abaixo), para garantir o retorno com segurança da população. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) informou que não foi registrado nenhum homicídio no distrito, em um ano. Distrito de Uiraponga, em Morada Nova, tem retorno gradual dos moradores um ano após vilarejo ser esvaziado em meio a disputa de facções criminosas no Ceará. Thiago Gadelha/SVM O distrito também virou centro de debate político na última semana, após o deputado federal André Fernandes (PL) acusar o Governo do Ceará de usar "moradores fakes" para ocupar as ruas do vilarejo e comemorar a volta da população, enquanto o local continuava sendo uma "cidade-fantasma". O governo estadual foi procurado para comentar a denúncia feita pelo deputado federal, mas não enviou resposta até a publicação desta matéria. A prefeita de Morada Nova, Naiara Castro (PSB), rebateu as acusações do deputado da oposição nas redes sociais e garantiu que mais de 80 famílias já retornaram ao distrito, segundo o levantamento feito por nove agentes de saúde que atendem à comunidade. Esse retorno se intensificou em junho deste ano. Movimentação no distrito Ruas principais de Uiraponga têm maior fluxo de moradores, enquanto as ruas secundárias ainda possuem muitas residências fechadas. Thiago Gadelha/SVM Ao andar pelas ruas de Uiraponga é possível perceber a retomada da rotina pelas famílias que voltaram a morar no distrito. Em uma das ruas principais, moradores estavam sentados nas calçadas, outros conversavam na frente do bar que estava aberto e tinha quem preferisse se exercitar ao ar livre. Enquanto isso, as crianças brincavam na praça. Embora tivesse fluxo de moradores, o ambiente mudava conforme a reportagem adentrava nas vias secundárias, que, em contraste do que foi visto do primeiro momento, ainda abrigavam muitas casas fechadas e com pouca movimentação na via. Essa diferença ficou ainda mais visível ao anoitecer, quando as ruas com mais moradores estavam iluminadas e movimentadas; e as vias secundárias, estavam desabitadas e escuras. À esquerda: uma das ruas principais de Uiraponga, iluminada e com maior fluxo de moradores. À direita: rua secundária do distrito, com baixa iluminação, residências fechadas e pouca movimentação. Thiago Gadelha/SVM Além disso, alguns imóveis ainda possuem marcas de tiros nas fachadas - resquícios do período mais violento. Nas residências já reabitadas, os moradores realizaram reparos para fechar os buracos, deixando as marcas apenas na memória. Entre esses moradores, está a auxiliar de serviços gerais Cínthia Paula Silva Oliveira, de 40 anos, que teve que sair da residência com a família em julho de 2025, quando os confrontos entre criminosos se intensificaram, e foi morar na sede de Morada Nova - a cerca de 23 quilômetros de distância do vilarejo. "A gente saiu por medo, por falta de segurança, mas como tenho minha casa, tenho meus parentes, pois nasci e me criei aqui, sempre ia [para sede] e voltava [ao distrito]. Mesmo antes de voltar a morar, vinha dormir alguns dias ou no fim de semana", contou Cínthia. Com o reforço do policiamento na região e a reabertura do posto de saúde da comunidade (em março deste ano), onde Cínthia trabalha, ela voltou a morar em Uiraponga. Nesse retorno, ela encontrou um cenário bem diferente do período em que o distrito abrigou mais de 2 mil moradores. "Nos primeiros dias, quando eu voltei, a gente sentava nas calçadas, mas não tinha mesmo ninguém. Você olhava para cima e para baixo e não via uma pessoa. Tinha morador, nunca ficou sem, mas eram poucos. Você não via esse trânsito de gente, hoje é outra realidade. Voltaram poucas [pessoas], voltaram, mas hoje é outra realidade depois do acontecido”, relatou Cínthia Paula. A auxiliar de serviços gerais rejeita o rótulo atribuído a Uiraponga de "cidade-fantasma". "Se for um [vilarejo] fantasma, eu sou um [fantasma], porque eu estou aqui desde março”, disse com bom humor a moradora. Professor e articular cultural, Jonh Darly, defende que o vilarejo está em um "processo de retomada". Thiago Gadelha/SVM Para o professor e articular cultural Jonh Darly, o vilarejo está em um "processo de retomada", impulsionado pelas obras de infraestrutura, reforço na segurança e eventos culturais. "Uiraponga vive sim. Pode não ser como antes. Teve época da gente ter essas ruas completamente lotadas, mas a gente vem nesse processo de esvaziamento a muito tempo, até acontecer o que aconteceu", afirmou Jonh Darly. O docente morou no distrito até julho do ano passado e, assim como outras pessoas, saiu do vilarejo para fugir da escalada da violência e foi para a sede da cidade. Porém, diferente dos familiares, ele ainda não retornou em definitivo, mas vai ao local diariamente. "A gente nunca quis sair aqui, mas infelizmente precisou. Quem está se sentindo à vontade vai voltar, e a gente precisa respeitar também quem não quer voltar", disse o professor. Comércio volta ao poucos Atualmente o comércio de Uiraponga é composto de duas mercearias e um bar, sendo este último o ponto de encontro para diversão dos moradores. Thiago Gadelha/SVM O comércio local foi diretamente afetado pela violência que causou a saída em massa das famílias. Antes dos confrontos, segundos os moradores, o distrito tinha vários estabelecimentos e duas padarias em funcionamento. Agora em julho de 2026, durante a visita do g1, apenas duas mercearias e um bar funcionavam no distrito. Um desses estabelecimentos nunca fechou, pois a proprietária permaneceu no distrito mesmo quando poucas casas estavam ocupadas. O local comercializa cereais em geral, como arroz e feijão, além de bolachas, refrigerantes e produtos de limpeza. "Tudo o que a gente tem é aqui. Tudo o que a gente construiu é aqui. Como é que a gente iria sair assim de repente?!", falou a comerciante, que não quis ser identificada. Francisco Clerto de Oliveira, 63 anos, reabriu em março de 2026 o bar que funcionou por 20 anos em Uiraponga. Lena Sena/ g1 Diferente dela, Francisco Cleto de Oliveira, 63 anos, se viu obrigado a fechar o bar que funcionava há mais de 20 anos na comunidade para ir morar com a família na sede do município. "Fechei e fui embora para Morada Nova [sede]. Voltei em março deste ano e fiquei direto. Tudo o que tinha levei, deixei só o prédio fechado e, quando voltei, estava do mesmo jeito. Quando saí daqui montei um barzinho lá", falou Francisco Clerto. Há 4 meses, o Bar do Cleto voltou a ser o ponto de encontro dos moradores que retornaram para Uiraponga, e o comerciante já percebeu uma melhora nas vendas. "Quando cheguei aqui estava pouca gente, depois foi melhorando. Já melhorou muito, estou vendendo mais do que quando eu estava aqui antes", disse Clerto de Oliveira. 'Sou feliz aqui' Aurino Bento abriu uma mercearia ao voltar a morar no distrito de Uiraponga. Lena Sena/ g1 Quando retornou para o distrito, há cinco meses, Aurino Bento, de 65 anos, também viu no comércio uma oportunidade para o recomeço e montou uma mercearia no vilarejo. O local, que divide espaço com a residência do homem, vende de sandálias a produtos de higiene e não tem horário fixo de funcionamento. "Acho que não tem ninguém que goste mais desse lugar do que eu. Pode até ter igual, mas mais do que eu não tem. Decidi voltar por esse motivo, nasci aqui, me criei aqui, sou feliz aqui. O movimento não é muito, mas dá para 'ir levando'. Não é para 'enricar' não, é só para a gente comemorar a vinda à Uiraponga", disse com entusiasmo Aurino Bento. Serviços públicos Posto de saúde de Uiraponga reabriu em março de 2026, com atendimento de médico, enfermeira, dentista e outros serviços de saúde. Thiago Gadelha/SVM O posto de saúde, que chegou a ser transferido para a sede do município durante o ápice da crise de segurança no distrito, voltou a funcionar diariamente no mês de março. Antes disso, abria quinzenalmente ou uma vez na semana. Durante a ida do g1 à unidade, a equipe de saúde não estava no local. Na ocasião, as outras funcionárias do posto informaram que a equipe havia saído para fazer visitas nas comunidades vizinhas, o que ocorre uma vez na semana. Ainda conforme as funcionárias, no dia dessas visitas, o posto fica aberto para entrega de medicamentos e encaminhamento dos casos mais graves para a Upa de Morada Nova. Quando necessário, o transporte dos pacientes para a sede é feito pelo Carro da Saúde, disponibilizado pela prefeitura. Os serviços de limpeza pública do vilarejo também ocorrem normalmente, com trabalhadores nas ruas e nas praças que fazem o recolhimento do lixo. A escola do distrito também reabriu e voltou a receber os alunos, que tinham sido transferidos temporariamente para outro colégio. Já o posto dos Correios permanece fechado, mas as correspondências chegam para os destinatários através de um funcionário que recolhe as cartas na sede e as encaminha para o distrito, de acordo com os moradores. Policiamento reforçado Polícia Militar realiza rondas pelo distrito diariamente, para coibir os crimes na região. Thiago Gadelha/SVM O policiamento em Uiraponga foi reforçado logo após a saída das famílias e ao menos duas viaturas fazem rondas pelas ruas da comunidade, diariamente. A Polícia Militar também instalou uma base fixa, com um contêiner, no ginásio do distrito. O local é provisório, até a conclusão da construção do destacamento da polícia. Uma base fixa da Polícia Militar foi instalada no ginásio de Uiraponga e diariamente os agentes fazem rondas na comunidade. Thiago Gadelha/SVM De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, desde julho de 2025, Uiraponga não registrou nenhum caso de Crime Violento Letal e Intencional (CVLI) - que incluem homicídios dolosos, feminicídios, lesões corporais seguidas de morte e latrocínios. Ainda conforme a pasta, o distrito possui um efetivo de 148 policiais, divididos entre agentes da Polícia Militar e da Polícia Civil, além de viaturas e motos para patrulhamento. Também houve a instalação de câmeras de videomonitoramento, que auxiliam nos trabalhos da polícia. "As ofensivas empreendidas também são realizadas, por meio das Coordenadorias de Inteligência (Coin/SSPDS) e de Planejamento Operacional (Copol/SSPDS), para coibir episódios de ameaças e deslocamentos forçados de moradores, que já resultaram nas capturas de 13 suspeitos. Um dos presos, apontado como um dos mandantes dos crimes na região, foi localizado e capturado em julho de 2025, em São Paulo", disse a Secretaria da Segurança. Melhorias na infraestrutura Distrito está passando por uma série de intervenções na infraestrutura, que faz parte do plano de ação conjunto entre a prefeitura e o Governo do Estado. Thiago Gadelha/SVM Com o retorno da população, o distrito passa por uma série de intervenções na infraestrutura. A iniciativa faz parte do plano de ação conjunto entre a prefeitura e o Governo do Estado, que anunciou o envio de R$ 25 milhões para investimentos na região. Tratores, caminhões e outras máquinas pesadas estão nas ruas, nos últimos dias, para preparar o terreno para a instalação do piso intertravado na comunidade. "O distrito está sendo retomado, está vivendo um recomeço. Não que ele está em perfeito estado e que as famílias estão em perfeito estado, não. Mas que existiu esse recomeço e isso está sendo construído, graças a Deus, graças ao poder público. Hoje nós temos mais de 82 famílias", afirmou a prefeita de Morada Nova, Naiara Castro. Outra obra prometida, que já teve a ordem de serviço assinada pelo governador do Ceará, Elmano de Freitas, é a pavimentação asfáltica da estrada que liga Uiraponga à sede de Morada Nova. "A estrada é uma obra transformadora, é um sonho muito antigo dessa comunidade. São mais de 20 quilômetros de pavimentação asfáltica, uma obra de mais de 20 milhões de reais, que a gente conseguiu junto ao Governo do Estado. Essa obra vem acontecendo do distrito para a sede, com a geração de empregos", destacou a prefeita. Conforme Naiara Castro, antes dessas ações, a prefeitura enfrentou muitos desafios para atender as famílias que tinham deixado o distrito. "Mesmo com muito receio, com muito cuidado e muita discrição nós buscamos as soluções. Enquanto muitos falavam dos problemas, vinham aqui, usavam Uiraponga como palanque político, a gente buscava as soluções. Em parceria com a prefeitura, nós conseguimos trazer grandes obras, grandes ações e começar a devolver essa paz, a dignidade que esse povo tanto precisa", afirmou Naiara Castro. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará

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