Enviar uma pergunta? CLICK AQUI
Seg - Sexta: 7:30 - 17:00
Sáb-Dom Fechado
3262 7482 - 3262 7483
16 99781 3817
16 99742 1727
Rua Barão do Rio Branco, 347 - Centro
Itápolis/SP

G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Equipes de emergência trabalham para extinguir um incêndio após ataques de mísseis russos em Kiev, Ucrânia, na segunda-feira, 6 de julho de 2026. Danylo Antoniuk / AP A Rússia lançou sucessivas ondas de mísseis e drones contra Kiev entre a noite de domingo (5) e a madrugada desta segunda-feira (6), deixando ao menos 9 mortos, informaram as autoridades locais. O bombardeio ocorreu horas após o presidente da Ucrânia alertar que um novo ataque em larga escala era iminente. Outras 24 pessoas ficaram feridas, segundo publicação no Telegram de Tymur Tkachenko, chefe da Administração Militar da Cidade de Kiev. De acordo com Tkachenko, um edifício residencial no distrito de Podilskyi desabou parcialmente. No distrito de Darnytsia, vários prédios de múltiplos andares foram danificados, e há suspeita de que civis estejam soterrados sob os escombros. “São edifícios residenciais. Locais onde as pessoas dormiam e viviam suas vidas normais”, declarou a autoridade. Agora no g1 O ataque, que continuava em andamento no início da manhã desta segunda-feira, mobilizou ondas de mísseis balísticos e de cruzeiro, além de drones. Explosões ecoaram por toda a cidade enquanto civis buscavam abrigo em estações de metrô. Horas antes, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, havia alertado sobre a iminência de uma nova ofensiva russa de grandes proporções contra a capital. A ação ocorre poucos dias após um ataque combinado da Rússia ter deixado ao menos 31 mortos em Kiev na semana passada. Em publicação no Telegram no fim do domingo, Zelensky reforçou o apelo aos parceiros ocidentais para que fortaleçam a defesa aérea da Ucrânia, especialmente com o envio de mais mísseis Patriot. Segundo o mandatário, a falta de reposição desses sistemas encoraja a Rússia a prolongar a guerra, que já entra em seu quarto ano. Equipes de resgate trabalham no local de um prédio danificado por um ataque de míssil russo em Kiev, Ucrânia, na segunda-feira, 6 de julho de 2026. Efrem Lukatsky / AP Capital enfrentou ofensiva há 4 dias O bombardeio desta segunda-feira amplia o cenário de devastação na capital ucraniana, que há apenas quatro dias enfrentou o ataque mais violento do ano. Na última quinta-feira (2), uma ofensiva em larga escala que durou 11 horas deixou pelo menos 20 mortos — incluindo paramédicos e motoristas de ambulância — e 90 feridos. Naquela ocasião, a força aérea ucraniana contabilizou o disparo massivo de 74 mísseis e 496 drones russos, que atingiram todos os 10 distritos de Kiev e causaram incêndios e desabamentos severos em áreas residenciais. A baixa taxa de interceptação das armas balísticas russas foi associada pelas autoridades locais à severa escassez de mísseis para o sistema de defesa Patriot. A escalada russa contra a infraestrutura civil ocorre em meio a uma campanha de drones de longo alcance promovida pela Ucrânia, que tem alvejado refinarias e instalações de energia em território russo para tentar asfixiar o abastecimento de combustível do país vizinho. *Com informações de Reuters e AP.

  2. Concursos na Paraíba em setembro Freepik/Banco de imagens A Paraíba tem 7 editais de concursos públicos com vagas abertas neste mês de julho. São mais de 1.300 oportunidades em diferentes áreas. Confira as oportunidades disponíveis e como concorrer. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Concurso da Prefeitura de Campina Grande Vagas: 955 vagas Nível: médio, técnico e superior Salários: de R$ 1,6 mil a R$ 8,8 mil Inscrições: até 13 de julho Provas objetivas: 29 e 30 de agosto Resultado final: 26 de novembro de 2026 Edital do concurso de Campina Grande: edital geral | edital da Guarda Municipal | edital para procurador Seleção do IBGE para o Censo Agropecuário 2026 na PB Vagas: 190 na Paraíba Nível: médio Remuneração: R$ 2.128 a R$ 4.008 + benefícios Prazo de inscrição: até 9 de julho Local de inscrição: site da organizadora, IBFC Taxa de inscrição: R$ 53 Provas: previstas para 27 de setembro Edital do IBGE para o Censo Agropecuário 2026 Concurso da UEPB Vagas: 8 Nível: fundamental, médio/técnico Salário: de R$ 2.104,23 a R$ 3.768,36 Inscrições: até 12 de julho Provas objetivas: 23 de agosto de 2026 Provas práticas: 18 de outubro Resultado final: 28 de outubro Edital do concurso da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) Concurso da prefeitura de Mãe D'Água Vagas: 91 Nível: fundamental, médio, técnico e superior Salário: de R$ 1.621 a R$ 7.272 Inscrições: até 5 de agosto Provas objetivas: 2 de agosto Provas práticas: 27 de setembro Resultado final: 9 de outubro Edital do concurso da prefeitura de Mãe d'Água Concurso da STTP de Campina Grande Vagas: 40 vagas Nível: superior Salário: R$ 3.170,83 Inscrições: até 13 de julho Taxa de inscrição: R$ 150,00 Prova objetiva: 30 de agosto Resultado final: a ser divulgado pela STTP Edital do concurso da STTP de Campina Grande Concurso da Prefeitura de Zabelê Vagas: 40 Nível: fundamental, médio/técnico e superior Salário: entre R$ 1.621 e R$ 8 mil Inscrições: 1.º de junho até 5 de julho Prova objetiva: 26 de julho Resultado final: 9 de outubro Edital do concurso da prefeitura de Zabelê Concurso da Prefeitura de Assunção Vagas: 50 Nível: fundamental, médio/técnico e superior Salário: de R$ 1.621 a R$ 4.554 Inscrições: 15 de julho Prova objetiva: 30 de agosto de 2026. Resultado final: 27 de novembro Edital do concurso da prefeitura de Assunção Edital de concursos – saiba como ler Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

  3. A investigação da "Seção 301" pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA concluiu que o Brasil mantém práticas desleais na economia – casos do Pix e da 25 de Março, centro popular de São Paulo. O resultado disso é a ameaça de taxar os produtos brasileiros em 25%. De um lado, o Ministério das Relações Exteriores enviou ao governo americano um documento para defender os interesses brasileiros e negociar uma solução. De outro, o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro também despachou aos Estados Unidos uma carta com algumas propostas para sensibilizar Trump e adiar a aplicação das tarifas – acontece que Flávio pediu para postergar o tarifaço por um prazo de 180 dias, ou seja, para depois das eleições, sob o argumento de que as taxas dariam vantagem política para o atual governo. Neste episódio, Natuza Nery entrevista o cientista político Guilherme Casarões, que fala diretamente dos Estados Unidos. Casarões analisa as propostas de Flávio Bolsonaro (que envolvem limitações ao Pix e à participação do Brasil no Mercosul) e avalia os ruídos que uma “diplomacia paralela” pode provocar em meio a uma negociação entre representantes dos Estados nacionais. Convidados: Guilherme Casarões, cientista político, professor da Florida International University (EUA) e um dos coordenadores do Observatório da Extrema Direita. O podcast O Assunto é produzido por: Luiz Felipe Silva, Sarah Resende, Carlos Catelan, Luiz Gabriel Franco, Juliene Moretti, Stéphanie Nascimento e Guilherme Gama. Apresentação: Natuza Nery. Pedido de Flávio por ajuda americana ‘não tem precedentes’ O que você precisa saber: ANTES: EUA concluem que Brasil tem práticas 'irrazoáveis' e propõem tarifa de 25% sobre produtos nacionais; Durigan diz que PIX não prejudica americanos e defende 'racionalidade' em decisão dos EUA sobre tarifas; Flávio Bolsonaro vai aos EUA discursar em audiência pública sobre tarifaço; veja tópicos e tempo da fala; JULIA DUAILIBI: Flávio Bolsonaro tem ataque de 'sincericídio' e negocia com os EUA tarifaço para depois das eleições; VALDO CRUZ: Aliados de Flávio Bolsonaro classificam carta aos EUA como munição para Lula; ANDRÉIA SADI: Carta de Flávio Bolsonaro sobre tarifas dos EUA reforça discurso de soberania nacional do governo Lula; Lula critica pedido de Flávio e atribui à família Bolsonaro possível novo tarifaço dos EUA contra Brasil: 'Traidores da pátria'. O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações. Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueredo com Donald Trump Reprodução/Instagram

  4. Gustavo Petro e seus familiares foram incluídos na lista de indivíduos supostamente associados ao narcotráfico pelos EUA Anadolu via Getty Images/BBC O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou que irá antecipar o seu discurso de despedida do cargo para o próximo dia 20 de julho, data em que se comemora a independência do país. O pronunciamento ocorrerá nas praças públicas colombianas pouco mais de um mês antes do fim oficial de seu mandato, em 7 de agosto. O anúncio de Petro ignora os ritos tradicionais de agosto — período que o mandatário classificou como "data trágica" — e transfere o debate político para as ruas no feriado nacional da independência, no momento em que a oposição de ultradireita consolida sua vitória nas urnas, apesar dos questionamentos do atual presidente. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O posicionamento de Petro de convocar uma "mobilização geral" e organizar a "resistência" nas ruas ocorre em paralelo à finalização da apuração oficial do segundo turno das eleições presidenciais, realizado no dia 21 de junho. No primeiro turno, disputado em maio, o candidato de ultradireita Abelardo de la Espriella liderou com 43,7% dos votos, seguido pelo governista Iván Cepeda, com 40,90%. Diante dos resultados iniciais daquela etapa, Petro já havia afirmado que não aceitava a pré-contagem e criticou o software da empresa Thomas Greg & Sons (TGS), apontando uma suposta divergência de 800 mil pessoas no censo eleitoral. O ex-presidente Iván Duque rebateu as declarações na ocasião, acusando o mandatário de desrespeitar a democracia. Quem é Abelardo de la Espriella, presidente eleito em apuração preliminar na Colômbia O candidato governista Iván Cepeda concedeu a vitória a Abelardo de la Espriella em coletiva de imprensa na última quarta-feira (24), três dias após a votação do segundo turno. A decisão de Cepeda reverteu sua postura inicial e a de seu partido, o Pacto Histórico, que chegou a mobilizar advogados para pedir a impugnação de 33 mil mesas eleitorais sob alegação de erros técnicos. A contestação perdeu força após o Registrador Nacional da Colômbia informar que o escrutínio oficial — processo de checagem e recontagem conduzido pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) — divergiu em apenas 0,003% das cédulas em relação à apuração preliminar. A contagem confirmou a vitória apertada do candidato da direita por uma diferença de cerca de 250 mil votos (menos de um ponto percentual): Abelardo de la Espriella: 12.959.542 votos (49,6%) Iván Cepeda: 12.708.712 votos Abelardo de la Espriella e Iván Cepeda Reuters/Luisa Gonzalez; Reuters/Sergio Acero “Decidi aceitar o resultado que emerge desse processo e que indica que Abelardo de la Espriella é o novo presidente da República”, declarou Cepeda. O presidente eleito recebeu felicitações de diversos líderes mundiais, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, que havia manifestado apoio público à sua campanha. O cenário que aguarda o novo governo Conhecido pelo apelido de "El Tigre", Abelardo de la Espriella, de 47 anos, lidera o movimento ultraconservador Defensores da Pátria. Alinhado a discursos de linha dura como os de Trump e do salvadorenho Nayib Bukele, o advogado ganhou força explorando a segurança pública — apontada por 40% dos colombianos como o maior problema do país, em meio a recentes confrontos entre facções dissidentes das Farc que deixaram dezenas de mortos na Amazônia colombiana. Espriella promete suspender processos de diálogo com grupos armados, promover uma ofensiva militar com a construção de 10 megaprisões e retirar a Colômbia de organismos internacionais como a ONU e a OEA. O novo presidente, no entanto, deve enfrentar um cenário de forte fragmentação legislativa. As eleições de março indicam que o Congresso continuará dividido, com o Pacto Histórico de Petro e Cepeda mantendo a maior bancada, o que exigirá negociações constantes para a aprovação de projetos a partir de agosto. Estima-se que De la Espriella tenha dezenas de empresas. Algumas estão endividadas ou operando com prejuízo JOAQUIN SARMIENTO / AFP VIA GETTY IMAGES

  5. Durante a inauguração o prefeito destacou a responsabilidade do Poder Público em cuidar cada vez mais da população idosa Secom A Prefeitura de Rio das Ostras segue avançando na promoção da qualidade de vida da população. Foi inaugurado o primeiro Centro Dia – Casa do Idoso, unidade voltada à proteção social, à promoção da saúde e à integração da pessoa idosa, reunindo, em um só espaço, atendimentos nas áreas de assistência social, saúde, cultura, esporte e lazer. A cerimônia de inauguração contou com a presença de autoridades e gestores municipais, entre eles o prefeito Carlos Augusto Balthazar; o vice-prefeito e secretário de Saúde, Fábio Simões; e o secretário de Desenvolvimento e Assistência Social, Carlos Correia. A Casa está localizada na Rua das Dálias, nº 73, no Âncora. A unidade funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com previsão de realizar cerca de 300 atendimentos diários a moradores com 60 anos ou mais. Durante a inauguração, o prefeito Carlos Augusto Balthazar destacou a responsabilidade do Poder Público em cuidar cada vez mais da população idosa. “É fundamental acolher e cuidar dessa fase tão importante da nossa vida. Muito obrigado a todos vocês que tornaram possível essa entrega tão importante para a nossa cidade”, afirmou o prefeito. O secretário de Saúde e vice-prefeito, Fábio Simões, ressaltou a importância de a unidade estar localizada em um dos bairros mais populosos de Rio das Ostras. “O prefeito fez questão de escolher o bairro mais populoso para implantar essa unidade. A Casa do Idoso representa a união de várias secretarias para oferecer um atendimento integrado. Será um espaço de cuidado, saúde e muitas atividades para vocês”, destacou. Já o secretário de Desenvolvimento e Assistência Social, Carlos Correia, lembrou que a criação da unidade era um antigo desejo da Administração Municipal. “Estamos realizando um sonho para o nosso Município. Há algum tempo compartilhei esse sonho com o prefeito, que me contou que a dona Márcia também tinha esse mesmo desejo. O que estamos entregando hoje é bem-estar social. Estamos vivendo um momento histórico e muito importante para a qualidade de vida da nossa população”, disse. CENTRO DIA – O Centro Dia – Casa do Idoso é uma unidade destinada ao atendimento especializado da pessoa idosa. O serviço busca prevenir o isolamento social, fortalecer os vínculos familiares e comunitários e evitar situações de abandono ou de acolhimento institucional. O espaço de acolhimento atenderá, prioritariamente, idosos em situação de vulnerabilidade social ou que necessitem de apoio contínuo nas atividades da vida diária. Nesses casos, o atendimento ocorrerá por encaminhamento do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), responsável pela avaliação técnica e pelo acompanhamento das famílias. ATIVIDADES – A Casa do Idoso oferecerá atividades de convivência, rodas de conversa, oficinas, práticas corporais, ações de estimulação cognitiva e emocional, além de iniciativas voltadas ao fortalecimento da autonomia e da convivência social, familiar e comunitária. SAÚDE – Na área da Saúde, os idosos terão acesso a consultas médicas, acompanhamento de enfermagem, fisioterapia, ações de educação em saúde e acompanhamento de doenças crônicas. A unidade também oferecerá atendimento em saúde mental e cognitiva, com consultas de psicologia, individuais e em grupo, oficinas de memória, jogos cognitivos e atividades de estimulação neuropsicológica, entre outras. Os usuários terão acesso ainda às Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), com sessões de meditação, relaxamento e musicoterapia. CULTURA, ESPORTE E BEM-ESTAR – A Casa do Idoso também contará com atividades culturais, esportivas e de lazer, como coral, musicalização, apresentações artísticas e oficinas de artesanato, gastronomia e economia criativa, promovendo integração, autonomia e qualidade de vida para os participantes.

  6. Uma das obras de mobilidade urbana mais importantes da história de Montes Claros caminha a passos largos para sua conclusão. A Avenida do Contorno vai ligar a região sul à região oeste da cidade, unindo pontos como a UPA do Chiquinho Guimarães, o Grande Maracanã, o complexo universitário, o Fórum Gonçalves Chaves e a Ordem dos Advogados do Brasil, entre outros. Quando concluída, a Ponte do Augusta Mota ligará os bairros Ibituruna e Morada do Sol Solon Queiroz Um dos pontos chave para o sucesso da obra é a ponte do Bairro Augusta Mota, que vai ligar o Ibituruna ao Morada do Sol, diminuindo consideravelmente o movimento sobre a Ponte do Sapucaia, atualmente a única ligação direta entre os dois bairros. A passagem, que vai ampliar a mobilidade em Montes Claros, criando uma ligação rápida ao Anel Rodoviário Sul, está com obras avançadas. O seu acesso também está sendo providenciado, com máquinas pesadas preparando o terreno para a implantação do asfalto, nas proximidades da lavanderia industrial. A Avenida do Contorno será uma das maiores obras viárias da história da cidade e está inserida no pacote de obras do programa Montesclarear, lançado pela Prefeitura no começo de 2026 e que destina cerca de R$ 1 bilhão para investimentos em diversas áreas, como infraestrutura, saúde, educação, cultura, esporte e lazer. Avenida do Contorno vai tomando forma Solon Queiroz

  7. As férias escolares costumam mudar a dinâmica da casa. Com as crianças passando mais tempo em seus quartos, muitas famílias aproveitam o período para reorganizar o ambiente e fazer melhorias que acompanhem novas necessidades da rotina. Nem sempre essas mudanças exigem grandes reformas. Uma nova pintura ou a reorganização do mobiliário já podem transformar a forma como o quarto é utilizado. Criar áreas para leitura, estudos e brincadeiras também torna o espaço mais funcional para diferentes momentos do dia. Cores, organização e pequenas melhorias ajudam a criar ambientes mais preparados para brincar, estudar e descansar. Acervo Internet. O conforto aparece nas escolhas que tornam o quarto mais versátil. Revestimentos de fácil manutenção, pisos vinílicos e materiais resistentes ajudam a preparar o ambiente para brincadeiras, estudos e descanso sem perder praticidade. A organização também faz parte desse planejamento, com cantos bem definidos para livros, brinquedos e atividades escolares. Revestimentos e acabamentos bem escolhidos ajudam a criar quartos infantis mais acolhedores, organizados e adaptados à rotina das crianças. Acervo Internet. Na Vilarejo, a renovação dos quartos infantis pode ser pensada com mais segurança desde a escolha dos materiais. Revestimentos, tintas e pisos são avaliados considerando resistência, facilidade de limpeza e a forma como o ambiente será usado no dia a dia. O estoque disponível também facilita quem deseja aproveitar as férias para fazer ajustes sem alongar a reforma. Assim, o quarto pode ganhar novas funções com mais organização, cuidado e soluções adequadas para acompanhar a rotina da família. Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes, Niterói – RJ.

  8. BRB aprova aumento de capital de até R$ 8,8 bilhões para reduzir rombo deixado pelo Master Jornal Nacional/ Reprodução O Banco de Brasília (BRB) pode ter acumulado até R$ 3 milhões em multas por não divulgar, dentro do prazo, os balanços financeiros referentes a 2025. O cálculo considera penalidades aplicadas tanto pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) quanto pelo Banco Central. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. O prazo para a divulgação das demonstrações financeiras terminou em 31 de março de 2026. A partir de 1º de abril, o banco passou a estar sujeito às multas diárias por atraso. Pelas regras da CVM, a penalidade é de aproximadamente R$ 1 mil por dia para companhias abertas que não entregam suas informações periódicas no prazo — caso do BRB. ➡️ Se a infração ultrapassar 12 meses, o registro do BRB como companhia aberta (ou seja, que negocia ações em bolsa) pode inclusive ser suspenso. Presidente do BRB explica modelagem do empréstimo que pode salvar o banco Já o Banco Central (BC) pode aplicar multas significativamente mais altas, de até R$ 50 mil por dia. O valor varia conforme o porte da instituição e pode ser agravado em caso de reincidência. O g1 entrou em contato com o BRB e o Banco Central para confirmar o valor das penalidades aplicadas até aqui, mas não obteve retorno até a publicação da matéria. Lei prevê teto de 60 dias Apesar disso, a legislação estabelece um limite. A multa diária pode ser aplicada por no máximo 60 dias, mesmo que o atraso persista. Com isso, o valor potencial total chega a aproximadamente R$ 3 milhões, considerando o teto das penalidades. Passados mais de 90 dias desde o vencimento, o banco já teria atingido esse limite máximo de multas, embora continue em situação irregular perante os reguladores. A não divulgação das contas dentro do prazo tende a afetar a confiança de investidores e analistas. Essa incerteza pode aumentar a volatilidade dos papéis ligados ao banco e pressionar ainda mais a imagem institucional do BRB. O que acontece depois dos 60 dias? Depois de 60 dias de atraso, a multa diária aplicada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deixa de acumular, porque a legislação estabelece esse prazo como limite máximo. Além do impacto financeiro, o atraso pode trazer consequências mais graves para o BRB. Segundo as regras da CVM, empresas que permanecem inadimplentes na entrega de informações obrigatórias podem: ser incluídas na lista de emissores inadimplentes sofrer sanções administrativas ter o registro de companhia aberta suspenso ou até cancelado em caso extremo. Após o prazo máximo de incidência da multa, o Banco Central pode adotar outras medidas de supervisão e sanção previstas na regulamentação. O que diz a CVM "A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou que monitora se as empresas de capital aberto estão cumprindo a obrigação de divulgar regularmente suas informações financeiras ao mercado. Segundo o órgão, o atraso na publicação de balanços e demonstrativos configura descumprimento das regras e pode levar à aplicação de multa diária, que começa a contar após o fim do prazo e pode ser cobrada por até 60 dias. A CVM destacou ainda que o valor da penalidade varia conforme o tipo de documento não entregue. Além das multas, o órgão alertou que empresas que deixam de enviar informações obrigatórias podem ser incluídas em uma lista de inadimplentes. Em casos mais graves, se a situação persistir, a companhia pode ter o registro suspenso ou até cancelado, o que a impede de atuar no mercado como empresa aberta." LEIA TAMBÉM: SONHO REALIZADO: Músicas de Djavan ajudam jovem autista a se comunicar e rendem encontro especial VÍDEO: Mulher é suspeita de furtar celular de policial dentro de delegacia no DF Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  9. Deolane Bezerra foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no oeste paulista Reprodução/Delolane Bezerra/Instagram - Divulgação/SAP Um levantamento compilado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP), com base em informações oficiais da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) e do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), aponta que atualmente 38 advogados estão presos em celas especiais de unidades prisionais paulistas. Segundo o MP, porém, não há registro de que a Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP) tenha ingressado com habeas corpus para pedir a transferência desses profissionais para Sala de Estado-Maior (leia mais abaixo). 🔍Prevista no Estatuto da OAB, Sala de Estado-Maior é uma acomodação especial para advogados presos antes de condenação definitiva, separada das celas comuns e com condições consideradas adequadas de custódia. O levantamento foi anexado ao parecer apresentado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra o pedido da defesa da advogada e influenciadora Deolane Bezerra para ser transferida para uma Sala de Estado-Maior ou, alternativamente, cumprir prisão domiciliar. A Sala de Estado-Maior é uma modalidade de custódia distinta da cela especial, prevista especificamente para advogados presos preventivamente. A controvérsia é se uma cela especial pode substituir essa prerrogativa ou se, na sua ausência, deve ser concedida prisão domiciliar. Justiça nega pedido de habeas corpus de Deolane Bezerra O habeas corpus apresentado pela defesa da influenciadora está marcado para ser julgado pela 16ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo nesta segunda-feira (6). O pedido foi protocolado pelos advogados Aury Lopes Jr., Rogério Nunes, Josimary Rocha de Vilhena e Luiz Ricardo Rodrigues Imparato, após a Justiça negar a transferência. A liminar já havia sido rejeitada pela relatora do caso. Segundo o levantamento, os 38 advogados já estão presos em celas especiais ou pavilhões especiais, separados da massa carcerária comum, conforme prevê a SAP. Outro documento aponta que, desde 2007, outros 368 já passaram por celas especiais no estado. O que não existe, segundo o MP, são Salas de Estado-Maior no sistema prisional paulista. Por isso, o MP sustenta que a prerrogativa dos advogados vem sendo cumprida por meio de celas individuais, separadas dos demais presos e com condições adequadas de higiene (leia mais abaixo). Em maio, a influenciadora foi presa preventivamente em uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo que investiga um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (saiba mais aqui). Pavilhão Especial da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista Montagem/g1/Reprodução Na quinta-feira (2), o ministro Ribeiro Dantas, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou um pedido liminar da defesa para revogar a prisão preventiva, entendendo, em análise preliminar, que a decisão estava fundamentada pela gravidade dos fatos investigados. Procurada, a OAB-SP não respondeu até a última atualização desta reportagem. Em junho, o presidente da entidade publicou um vídeo nas redes sociais rebatendo críticas de que a OAB teria adotado posições contraditórias ao primeiro atuar em defesa de uma prerrogativa da advogada e, depois, suspender seu exercício profissional. "Na OAB de São Paulo, ninguém está acima da lei e ninguém está abaixo da lei", afirmou Leonardo Sica. "Todo mundo tem aquilo que é a nossa missão legal: proteger a prerrogativa de todo advogado e aplicar o Código de Ética para todo advogado." O que diz o Ministério Público No parecer encaminhado ao TJ-SP, o Ministério Público afirma que não existem mais Salas de Estado-Maior em funcionamento no sistema prisional paulista. Por esse motivo, sustenta que tanto o Supremo Tribunal Federal (STF) quanto o próprio TJ-SP já consolidaram o entendimento de que a prerrogativa prevista no Estatuto da Advocacia pode ser atendida com o recolhimento do advogado em cela individual, separada dos demais presos e com condições adequadas de higiene e salubridade. Inicialmente, a própria OAB-SP havia impetrado um habeas corpus em favor de Deolane, sustentando que a advogada estaria presa em desacordo com as prerrogativas da profissão. Posteriormente, a entidade desistiu desse pedido e passou a atuar como terceira interessada no habeas corpus apresentado pela defesa da influenciadora. O presidente da seccional paulista, Leonardo Sica, assinou a habilitação da Ordem no processo. Para reforçar esse argumento, o MP anexou os dados da SAP mostrando que atualmente há 38 advogados presos em nove unidades prisionais paulistas destinadas a presos especiais. Entre eles, há outros custodiados com direito à prisão especial, como oficiais militares e pessoas enquadradas em outras hipóteses legais. O levantamento também aponta que essas unidades possuem 33 celas especiais para presos com ensino superior, distribuídas entre penitenciárias femininas e masculinas do estado. Outro documento mostra que, entre 2007 e 2026, 368 advogados passaram por essas celas especiais em São Paulo. O maior número foi registrado na Penitenciária "Dr. Sebastião Martins Silveira", em Araraquara, no interior do estado, que recebeu 106 advogados no período. Pavilhão Especial da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista Montagem/g1/Reprodução Argumentos da defesa A defesa de Deolane sustenta que a influenciadora, por ser advogada regularmente inscrita na OAB, tem direito a permanecer em Sala de Estado-Maior e que o local onde ela está presa atualmente não atende aos requisitos previstos no Estatuto da Advocacia. Segundo o habeas corpus, uma inspeção realizada por representantes da OAB-SP concluiu que a influenciadora está em uma cela comum, com ventilação insuficiente, condições sanitárias inadequadas, forte odor de tinta, relatos de escorpiões e barulho constante provocado por outras detentas, circunstâncias que teriam provocado episódios de mal-estar e atendimento médico. Fotos mostram presídio onde Deolane está presa após defesa denunciar falta de higiene e escorpiões Já a direção da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista informou ao Ministério Público que Deolane está custodiada em um pavilhão especial, separado das demais presas, em alojamento individual equipado com cama, mesa, banheiro, chuveiro elétrico, televisão, ventilador, banho de sol diário, assistência médica e psicológica, além de quatro refeições por dia. Em maio, dois dias após a prisão da influenciadora, a OAB informou que suspendeu o exercício profissional da advogada Deolane Bezerra Santos. Deolane Bezerra está presa preventivamente desde 21 de maio, na Operação Vérnix, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Ela nega as acusações.

  10. Especialistas avaliam que, assim como no tarifaço de 2025, existe espaço para o Brasil negociar nesta nova ameaça tarifária dos EUA. Jornal Nacional/ Reprodução Pelo menos três setores do agronegócio estão nos EUA para tentar reverter a nova rodada de tarifas propostas por Donald Trump contra produtos brasileiros, em uma audiência pública que acontece nesta segunda-feira (6), em Washington. É o caso de empresas e associações ligadas à exportação de café solúvel, pescados e mel, que não estão entre os principais volumes vendidos aos Estados Unidos, mas acabaram entrando na ofensiva de Trump para ampliar seu poder de negociação em outras frentes. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 "Sabemos que tudo isso faz parte de uma negociação mais ampla. Os Estados Unidos buscam um acordo em temas como minerais críticos, terras raras, PIX, big techs e outros assuntos", avaliou Aguinaldo Lima, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics). Em 1º de junho, Trump propôs tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras, após uma investigação sobre diferentes temas, como desmatamento ilegal, pirataria e PIX. No dia seguinte, ele anunciou taxas adicionais de 12,5% para 60 países por falhas no combate ao trabalho forçado, incluindo o Brasil. Em ambos os casos, uma longa lista de exceções foi apresentada para evitar uma alta de preços no mercado americano. A carne bovina, um dos produtos mais exportados pelo Brasil aos EUA, entrou na lista, mesmo sendo alvo de críticas e investigações abertas pelo presidente americano. Uma delas apura se frigoríficos brasileiros que produzem nos EUA estão concentrando mercado e contribuindo para uma disparada de preços da carne. Durante o mês de junho, o g1 conversou com empresas e associações que estão nos EUA para defender o Brasil contra a ameaça de novas sobretaxas. A seguir, veja como serão feitas as defesas de cada setor. 🍯 Mel vai mostrar que os EUA não têm como substituir o Brasil ☕ Café solúvel mira impacto sobre preços e empregos 🐟 Pescados destacam sustentabilidade e segurança alimentar Mel vai mostrar que os EUA não têm como substituir o Brasil O mel será defendido tanto por importadores americanos como por brasileiros, representados pela Associação Brasileira de Exportadores de Mel e pela Lambertucci Trade Solution, empresa especializada em promover o produto brasileiro em outros países. Segundo a diretora da companhia, Joelma Lambertucci de Brito, a defesa vai destacar os seguintes pontos: que o Brasil é o maior fornecedor de mel para os EUA: Cerca de 83% do mel orgânico importado pelos EUA é brasileiro. Considerando apenas o mel convencional, 75% das importações americanas têm origem no Brasil. que não há concorrência com o produtor americano no mel orgânico: enquanto a apicultura americana é voltada principalmente para a polinização e para o mel convencional, o Brasil reúne condições ideais para produzir mel orgânico. o impacto direto para o consumidor: a imposição de tarifas deve provocar aumento dos preços e até falta de mel orgânico nas prateleiras americanas. Não há produção doméstica suficiente para suprir a demanda. a dificuldade de substituição: a conversão de uma área de produção convencional para orgânica exige, no mínimo, um ano de transição. Isso significa que os EUA não conseguiriam substituir o fornecimento brasileiro por outro país em curto prazo. o risco de prejuízos e perda de empregos nos EUA: esse ponto da defesa contará com o depoimento de importadores americanos, que têm maior peso político. Brito foi uma das pessoas que fez um trabalho de lobby nos EUA para explicar a importância do mel brasileiro para o mercado americano. Ela participou de reuniões com o Departamento de Agricultura (USDA) e o Escritório de Comércio dos EUA (USTR) e, nessas conversas, percebeu um enorme desconhecimento por parte do governo americano sobre o peso do mel brasileiro nos EUA. Ela conta que ouviu frases como: "eu consumo esse mel todo dia e não sabia que vinha do Brasil." Segundo Brito, esse desconhecimento acontece porque o setor e o governo brasileiros falharam em divulgar a importância do mel brasileiro para esse mercado. "Não adianta simplesmente ser o maior fornecedor, você tem que realmente propagar", comenta. "Vamos crer que a gente vai conseguir essa isenção. Mas se a gente não conseguir, vamos continuar nosso trabalho de lobby com os formadores de opinião em Washington. Isso deve ser contínuo para melhorar a rede de apoio ao mel brasileiro", conclui. Café solúvel mira impacto sobre preços e empregos Dentre os cafés, o solúvel é o único que ficou de fora da lista de isenções do tarifaço. Tanto o café em grão, como o torrado e o moído estão protegidos caso Trump siga em frente com as taxas. O setor será defendido pela própria Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), com o apoio da BMJ Consultores Associados. Dentre os pontos da defesa, estão: a dependência do café solúvel brasileiro: os EUA produzem apenas 6% do café solúvel que consomem. O restante é importado, principalmente do Brasil e do México, diz a Abics. o peso do Brasil nas importações: em 2024, antes do tarifaço, o Brasil respondeu por 37% de todo o café solúvel importado pelos Estados Unidos. o impacto na inflação nos EUA: sem uma produção interna forte, as tarifas devem elevar o preço do café solúvel para o consumidor americano. a importância para a economia americana: parte da agregação de valor do café solúvel é feita nos EUA: são as empresas de lá que envasam e fazem a distribuição, o que gera emprego. Aguinaldo Lima, diretor-executivo da Abics, diz que as tarifas sobre o café solúvel não têm nenhuma lógica, justamente pelo fato de o Brasil não ser concorrente dos americanos neste setor. Ele conta ainda que um fato curioso é que o café solúvel aromatizado foi beneficiado pelas isenções, enquanto a versão tradicional ficou de fora. "Acreditamos que possa ter ocorrido alguma falha na classificação dos códigos, porque não faz sentido", afirma. Outra hipótese levantada pela Abics é a de que os americanos estejam tentando reindustrializar o setor. "Mesmo que os EUA decidam produzir mais café solúvel, ainda precisariam importar a matéria-prima. Além disso, trata-se de uma indústria que não leva menos de quatro ou cinco anos para ser instalada. Esse, inclusive, é um dos argumentos que estamos apresentando", afirma. Pescados destacam sustentabilidade e segurança alimentar A defesa do pescado brasileiro será feita pela maior associação de pescados dos EUA, a National Fisheries Institute (NFI), conta Eduardo Lobo, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca). Caso as novas taxas sejam aplicadas, o setor pode ser tarifado em 37,5% nos Estados Unidos. Segundo ele, a apresentação deve repetir, em grande parte, os pontos levados ao governo americano no ano passado, quando o setor enfrentou tarifas de 50%. Brasil não concorre com os EUA: a tilápia é o principal exemplo, já que os EUA dependem das importações para abastecer o mercado. Fornecedor estratégico: segundo o setor, o Brasil funciona como um fornecedor de segurança para os EUA, que hoje dependem fortemente da China para suprir parte da demanda por tilápia. Padrões sanitários, trabalhistas e ambientais: a defesa destacará que a produção brasileira segue normas internacionais, sem trabalho infantil ou escravo. Produção de baixo impacto ambiental: o setor também vai ressaltar que a pesca brasileira é predominantemente artesanal, realizada por pequenas embarcações familiares, o que reduz os impactos ambientais em comparação com a pesca industrial em larga escala. O g1 procurou a National Fisheries Institute para saber mais detalhes sobre a defesa, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem. Em depoimento ao Escritório de Comércio dos EUA (USTR) no dia 5 de maio, o diretor jurídico da entidade, Bob DeHaan, pediu ao governo Trump que não taxasse a importação de pescados. Na ocasião, ele disse que a medida, caso adotada, vai pressionar a inflação aos consumidores americanos. "Os estoques pesqueiros dos EUA já são explorados em seu limite sustentável e, por questões climáticas e geográficas, muitas vezes não há substitutos produzidos no próprio país. Por isso, os fornecedores americanos precisam recorrer ao mercado internacional", disse DeHaan, segundo nota publicada pela NFI. O presidente da Abipesca reforça que o Brasil não é o principal fornecedor de pescados para os Estados Unidos. A liderança desse mercado é ocupada pela China. Atualmente, os produtos brasileiros respondem por cerca de 5% de todas as importações americanas de pescado. Nos últimos anos, porém, importadores dos EUA vinham ampliando as compras do Brasil na tentativa de reduzir a dependência dos fornecedores chineses, diz Lobo.

  11. Portugal e espanha se enfrentam nas oitavas da Copa do Mundo de 2026 nesta segunda-feira (6) Montagem/g1 As oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 seguem nesta segunda-feira (6) com os jogos de Portugal x Espanha e EUA x Bélgica. (Confira mais informações abaixo). 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Acompanhe a Copa do Mundo 2026 no ge: Simulador da Copa do Mundo 2026 Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogos RESULTADOS: confira a tabela da Copa do Mundo Entenda por que Vini Jr come abacaxi antes de entrar em campo pelo Brasil na Copa Esposa de Paquetá compartilha recuperação do meia do Brasil durante a folga Quem joga nesta sexta-feira (3), que horas e onde assistir? Portugal x Espanha Horário: 16h (de Brasília) Local: Estádio de Dallas, Arlington, Texas, EUA Transmissão: Globo, SporTV, ge tv, Nsports, SBT e CazéTV EUA x Bélgica Horário: 21h (de Brasília) Local: Lumen Field, Seattle, EUA Transmissão: CazéTV VEJA TAMBÉM Por que a Rússia está banida da Copa do Mundo enquanto os EUA são sede do torneio? Sobre a Copa de 2026 A Copa do Mundo de 2026 é a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades recebem partidas do torneio, a grande maioria nos EUA. Confira a seguir quantos jogos cada país vai sediar: Estados Unidos: 78 jogos (incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas de final e a grande final). México: 13 jogos (incluindo o jogo de abertura no Estádio Azteca). Canadá: 13 jogos.

  12. Brasil responde a relatório dos Estados Unidos e contesta tarifa de 25% Começam nesta segunda-feira (6) as audiências públicas promovidas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), etapa considerada decisiva na investigação comercial americana que propõe uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. As audiências fazem parte do processo, baseado na Seção 301 da legislação comercial americana, e permitem que empresas, associações, governos e outras partes interessadas apresentem seus argumentos antes da decisão final dos Estados Unidos. (saiba mais sobre as audiências) 🔎 O USTR é órgão é responsável por formular a política comercial dos Estados Unidos. Também conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas como a imposição de tarifas. Representantes da indústria e do agronegócio brasileiros estarão entre os participantes. Eles pretendem convencer o governo americano de que a sobretaxa prejudicaria não apenas exportadores brasileiros, mas também empresas, consumidores e cadeias produtivas dos EUA. Entre os participantes estão a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), além de representantes dos setores de café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual. Enquanto isso, equipes técnicas dos governos dos dois países devem se reunir ainda nesta semana para alinhar os preparativos de uma última rodada de negociações de alto nível antes de 15 de julho, prazo em que Washington decidirá se avança com a imposição das tarifas. A defesa da indústria brasileira A estratégia da indústria brasileira é mostrar que as economias dos dois países são fortemente integradas e que a tarifa também elevaria custos para empresas americanas. ▶️ Indústria de transformação A Fiesp, que representa as indústrias paulistas, defenderá que a tarifa de 25% não tem justificativa técnica nem econômica e pode prejudicar empresas e consumidores de ambos os países. Em São Paulo, os segmentos mais expostos são justamente os de maior valor agregado, como máquinas e equipamentos, autopeças, alimentos industrializados, madeira, móveis e outros produtos manufaturados. Segundo estimativas da CNI, caso a medida seja adotada: 31,6% das exportações brasileiras para os Estados Unidos passarão a pagar tarifa total de 37,5% (soma dos 25% da investigação comercial com outros 12,5% de outra acusação americana, de “falha no combate ao trabalho forçado” no país); 35,2% de toda a pauta exportadora brasileira para o mercado americano será atingida pela nova sobretaxa; Somadas às tarifas já existentes da Seção 232, 54,1% das exportações brasileiras para os Estados Unidos ficarão sujeitas a algum tipo de tarifa adicional. Durante a audiência, a entidade também pretende rebater quatro pontos da investigação dos EUA: Propriedade intelectual: defenderá que o Brasil reduziu o estoque de patentes no INPI, reforçou o combate à pirataria e ampliou ações de fiscalização; Tarifas de importação: afirmará que os acordos comerciais brasileiros têm alcance limitado e que cerca de metade das importações vindas dos EUA já entra no país com tarifa zero ou reduzida por regimes especiais; Desmatamento: argumentará que o crescimento da produção agrícola decorre principalmente de ganhos de produtividade e tecnologia, e não da expansão sobre áreas de floresta; Relação bilateral: defenderá maior integração comercial e cooperação técnica entre Brasil e Estados Unidos, em vez da criação de novas barreiras. Fiesp: 'Tarifa não faz sentido econômico' Roberto Azevêdo, Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp Divulgação O presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp, Roberto Azevêdo, afirmou ao g1 que a entidade pretende demonstrar que as acusações feitas pelo USTR não se sustentam. "A prática brasileira não é discriminatória, não é desleal nem ilegal do ponto de vista das regras internacionais do comércio, e não prejudica as empresas americanas", diz Azevêdo. Na investigação, o governo americano questiona os acordos comerciais do Brasil com países como México e Índia, alegando que eles concedem tarifas preferenciais a produtos de setores específicos. O governo brasileiro rebate, afirmando que esses acordos são legítimos, seguem as regras da OMC e não podem ser considerados prática passível de sanções comerciais. Azevêdo, que também é ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), ressalta que a tarifa proposta também não produzirá os efeitos pretendidos pelos EUA. "Essa tarifa não faz sentido do ponto de vista econômico. Ela não vai resolver os problemas apontados pelo USTR. Pelo contrário, vai aumentar os custos das cadeias produtivas no Brasil e nos Estados Unidos, elevar os preços para o consumidor e prejudicar as empresas dos dois países." Segundo Azevêdo, o caminho passa por ampliar a negociação entre os governos. "O governo brasileiro poderia ser ainda mais proativo e criativo na busca de soluções. Negociar não é entreguismo nem perder soberania. É buscar ganhos recíprocos para os dois lados." O Brasil encaminhou, na quarta-feira (1º), uma resposta aos EUA sobre a investigação aberta pelo governo Donald Trump. No documento, assinado pelo chanceler Mauro Vieira, o Brasil afirma que as críticas do governo americano ao Pix e a decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) não têm relação com comércio, mas com divergências sobre políticas internas. Roberto Azevêdo afirma que, embora a defesa técnica apresentada pelo Brasil seja consistente, a solução depende de articulação política. "Não basta apresentar argumentos jurídicos, é necessário que as instâncias políticas estejam constantemente envolvidas para buscar uma solução". CNI defende diálogo para evitar prejuízos aos dois países Complexo Industrial e Portuário do Pecém Divulgação/CNI A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defenderá, durante a audiência, que a tarifa adicional de 25% não tem justificativa jurídica, econômica ou estratégica e pode prejudicar empresas brasileiras e americanas. Em entrevista ao g1, a gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, afirmou que não há evidências de que empresas americanas sejam discriminadas no Brasil. "Na nossa perspectiva, fica claro que essas medidas não têm justificativa em nenhum dos três planos: jurídico, econômico ou estratégico", afirmou. Segundo ela, a relação comercial entre os dois países é complementar e a sobretaxa elevaria custos para toda a cadeia produtiva. "Qualquer medida que encareça ou crie barreiras para essa relação trará prejuízos não apenas para o Brasil, mas também para os Estados Unidos", disse. A executiva também afirmou que a indústria defende a priorização das negociações entre os governos e alertou que a principal preocupação do setor é a incerteza gerada pelas mudanças sucessivas na política comercial dos EUA. "O setor privado vem sofrendo não apenas pela queda das exportações, mas também pela grande imprevisibilidade. As empresas não sabem a qual tarifa estarão sujeitas", afirmou. ▶️ Máquinas e equipamentos Divulgação Os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) pedirá a exclusão do setor de uma eventual tarifa adicional de 25%, argumentando que a relação comercial entre Brasil e EUA é baseada em cadeias produtivas integradas, e não em concorrência direta. Os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos e concentram cerca de um quarto das vendas externas do setor. Em 2025, no entanto, as tarifas impostas pelo governo americano levaram a uma queda de mais de 9% nessas exportações. 🛺 Além da tarifa global de 10% em vigor desde fevereiro de 2026, parte dos produtos também está sujeita às tarifas da Seção 232, aplicadas ao aço e ao alumínio. Antes de todo o tarifaço, a maior parte das máquinas brasileiras entrava no mercado americano com taxa zero. A principal linha de defesa da Abimaq será mostrar que uma sobretaxação também prejudicaria a indústria americana. Segundo a entidade, 82% das exportações brasileiras de máquinas para os Estados Unidos ocorrem entre empresas do mesmo grupo econômico, como uma matriz americana e sua filial no Brasil. Para a Abimaq, isso mostra que as cadeias produtivas dos dois países são altamente integradas e que uma sobretaxa elevaria os custos da própria indústria americana, que depende desses componentes e equipamentos. Ao g1, a diretora de Comércio Exterior da Abimaq, Patrícia Gomes, afirmou que muitos equipamentos são desenvolvidos sob encomenda, passam por processos de certificação e exigem relacionamento de longo prazo entre fabricantes e clientes. "É muito difícil substituir um fornecedor de máquinas e equipamentos. Estamos falando de projetos de médio e longo prazo, com equipamentos certificados e desenvolvidos em conjunto com os clientes." Segundo a executiva, uma ruptura nessas cadeias elevaria os custos da própria indústria americana e afetaria investimentos em setores estratégicos, como construção, logística, mineração, energia e transporte. Apesar de defender a exclusão integral do setor, a Abimaq reconhece que o cenário ainda é incerto e considera mais provável a ampliação da lista de produtos isentos. (saiba mais) "Nosso objetivo é buscar a exclusão do setor de máquinas e equipamentos. Mas, diante das incertezas, também trabalhamos para ampliar a lista de exceções caso as tarifas sejam mantidas." ▶️ Siderurgia O Sindicato da Indústria do Ferro no Estado de Minas Gerais (Sindifer), que representa as empresas produtoras de ferro-gusa no principal estado exportador do produto no país, pedirá a exclusão do ferro-gusa brasileiro da tarifa. ⚙️ O ferro-gusa é a matéria-prima usada na fabricação de aço e de peças de ferro fundido. O produto abastece siderúrgicas e fundições e é considerado um insumo essencial para diversos segmentos industriais. A entidade afirma que o produto é essencial para siderúrgicas americanas, não tem relação com os temas investigados pelo USTR e é difícil de ser substituído. Também destaca que cerca de 83% das exportações brasileiras de ferro-gusa têm como destino os EUA e que a produção nacional utiliza carvão vegetal de florestas plantadas, reduzindo emissões de carbono. ▶️ Agronegócio Café solúvel está entre os produtos fora da lista de isenção e que podem ser taxados. Consciência Café. - Divulgação. No caso do agronegócio, três segmentos brasileiros — mel, café solúvel e pescados — participam das audiências nos Estados Unidos para tentar evitar a nova tarifa proposta por Trump. A estratégia central é demonstrar que a medida pode pressionar preços ao consumidor, elevar a inflação e também afetar cadeias produtivas dentro da própria economia americana. Na defesa do setor, participarão entidades como: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Sociedade Rural Brasileira; União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA); Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz); Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé); Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (ABICS); União Nacional do Etanol de Milho (UNEM); Associação Brasileira dos Exportadores de Mel. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que representa mais de 5 milhões de produtores rurais, afirma que as tarifas prejudicam uma relação comercial considerada complementar entre os dois países. Em manifestação enviada ao USTR, a entidade sustenta que os acordos comerciais brasileiros com países como México e Índia seguem as regras da OMC e não causam prejuízos aos Estados Unidos. Segundo a CNA, esses acordos representam cerca de 1,9% das importações brasileiras, enquanto os Estados Unidos seguem como o segundo maior fornecedor do mercado brasileiro. 🔎 A CNA também contesta a associação entre o crescimento do agronegócio e o desmatamento ilegal, afirmando que o aumento da produção ocorreu principalmente por ganhos de produtividade e inovação tecnológica. Como exemplo, cita que, entre 2005 e 2026, a produção de grãos cresceu 213%, enquanto o desmatamento na Amazônia caiu 79%. Como alternativa às tarifas, a entidade defendeu o fortalecimento da cooperação bilateral em áreas como agricultura sustentável, biocombustíveis e facilitação do comércio, destacando também a dependência da agropecuária brasileira de insumos importados dos Estados Unidos.

  13. Casal é suspeito de furtar bilhete premiado de R$ 29 milhões da Mega-Sena em MT Imagens que fazem parte do processo obtidas pelo g1 mostram a cronologia do caso do suposto furto de um bilhete premiado da Mega-Sena de R$ 29 milhões em Sinop (MT), em 2023. Os registros revelam, em sequência, o momento em que a aposta é registrada, a conferência dos números sorteados e os acontecimentos do dia seguinte, quando o bilhete teria sido levado da lotérica (veja passo a passo abaixo). 🔍A investigação começou depois que a funcionária da lotérica em Sinop pediu demissão afirmando que ela e o marido eram ganhadores da aposta. Segundo a defesa, após descobrir que o bilhete premiado saiu de um erro na impressão, o dono afirmou que o papel pertencia à lotérica e que, por isso, o prêmio era dele. Em seguida, uma denúncia foi registrada contra o casal. O g1 entrou em contato com a Caixa Econômica Federal, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. No processo, a ex-funcionária nega ter furtado o bilhete premiado. Veja a cronologia abaixo: 12/08/2023 ás 12h35: O momento da realização das apostas vencedoras: Segundo o processo, houve uma diferença de 47 segundos entre a realização da primeira e da segunda aposta. Suspeita realizando apostas e momento da guarda da aposta com defeito Reprodução Funcionária retira um pedaço de papel, analisa e depois o guarda junto com outros bilhetes Reprodução 12/08/2023 ás 12h37: Possível emissão do bilhete com falha A sequência de imagens abaixo foi destacada no processo por sugerir que este seria o momento em que o cliente retorna o bilhete com defeito (imagem 1). Em seguida, a operadora o analisa e o guarda (imagem 2). Cliente retornando o pedaço de papel a suspeita. Reprodução Suspeita analisa o papel e o guarda em seguida. Reprodução 12/08/2023 ás 12h39: Possível correção de uma falha no corte da impressão da aposta Segundo o processo, o terceiro momento mostra a reemissão do bilhete defeituoso. O processo descreve que, após analisá-lo e organizar as apostas realizadas por um cliente, ela o guarda em sua mesa. Além disso, o inquérito policial apontou que ela corta uma parte do papel com as mãos, com o objetivo de corrigir uma falha no corte da impressão da aposta. Momento da impressão e reimpressão dos bilhetes Reprodução 13/08/2023 ás 13h05: Fim do expediente Mais tarde, ao encerrar o expediente, ela reúne todos os documentos, bilhetes e dinheiro, levando-os a um suposto cofre do local, o qual a defesa descreve ser apenas um armário. A suspeita colocando os documentos e valores no cofre. Reprodução Dia 14/08/2023 ás 13:32- O momento da retirada do bilhete defeituoso O processo descreve que nas imagens a seguir, é possível visualizar outra funcionária trabalhando no caixa da lotérica quando a operadora chega. Ela começa a fazer gestos para a outra funcionária e, em seguida, ambas abrem o cofre juntas, retirando um papel. O processo sugere que este, possivelmente trata-se do bilhete defeituoso considerado premiado concurso. As imagens mostram que a funcionária retira o bilhete em questão do interior do cofre e o confere com a própria mão. A suspeita e outra funcionária conversando entre si e depois pegam as chaves do cofre. Reprodução Abertura do cofre e subtração do bilhete pela suspeita sob a supervisão de outra funcionária. Reprodução Dia 14/08/2023 ás 13:35 - A comemoração A outra funcionária também confere o bilhete. Após a confirmação de que se trata do bilhete premiado, ambas começam a se abraçar e a celebrar. Nova comemoração entre as duas funcionárias. Reprodução Dia 14/08/2023 ás 13:35 - A comemoração Na última sequência de imagens analisadas pelo processo, é destacado as imagens da suspeita pegando o bilhete premiado e o guardando em sua carteira pessoal. Em seguida, enquanto continua comemorando o feito e mantendo uma conversa ao celular, ela coloca a carteira dentro de sua bolsa de cor marrom. Por fim, despede-se da outra funcionária e deixa o local. A suspeita colocando o bilhete premiado na carteira e a inserindo na bolsa, saindo do local em seguida. Reprodução Entenda À época, a operadora de caixa da lotérica atendeu uma cliente e imprimiu o bilhete simples, no valor de R$ 6, com um pequeno corte no código de barras, mas sem comprometer os números. Devido ao erro, ela imprimiu um novo comprovante para a cliente. Pelas regras operacionais da Caixa Econômica Federal descritas no Manual das Lotéricas, o estorno de aposta simples e de bolão somente pode ser realizado para bilhete de valor superior a R$ 10. Como a aposta não foi cancelada, o comprovante com defeito foi guardado na lotérica e, segundo o estabelecimento, passou a integrar o patrimônio da empresa. Em contrapartida, a defesa afirmou que quando um bilhete sofre algum dano, o valor é descontado do salário do funcionário e que, por isso, o proprietário da aposta era a operadora de caixa que arcaria com o prejuízo. "Naquele dia ela pegou o bilhete e teve que cobrir o caixa. Ninguém está esperando que vai ganhar, então ela guardou o bilhete em um baú da lotérica, não é cofre, e voltou no dia seguinte e pegou. O dono da lotérica só tomou as ações depois que ela pediu demissão. A partir daí virou um pesadelo", ressaltou. A mulher trabalhou no estabelecimento entre 2019 e agosto de 2023, quando pediu demissão. Segundo a defesa, desde então ela não conseguiu um novo emprego e o marido, caminhoneiro, é o responsável pelo sustento da família.

  14. Policial militar é morta dentro de apartamento em Salvador; marido, também PM, é suspeito de feminicídio Reprodução/Redes Sociais Uma policial militar de 39 anos foi assassinada a tiros, na sexta-feira (3), dentro do apartamento onde morava, no bairro do Barbalho, em Salvador. O marido da vítima, que também é policial militar, é o principal suspeito do crime. Ele foi detido após se apresentar à polícia e teve a prisão em flagrante convertida em preventiva após passar por audiência de custódia no domingo (5). O caso segue sob investigação da 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS), que registrou o crime como feminicídio. As circunstâncias e motivação do crime devem ser esclarecidas pela apuração. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Policial militar é morta a tiros dentro de cass na BA Confira abaixo o que se sabe sobre o caso: Quem são a vítima e o suspeito Como era a relação dos dois O que dizem a SSP-BA e a PM 1. Quem são a vítima e o suspeito A vítima foi identificada como Celeste Martins Oliveira do Nascimento, que era cabo da PM. Segundo apurou a TV Bahia, a mulher foi atingida com um tiro na nuca no sofá de casa. O corpo da policial, foi sepultado no sábado (4), no Cemitério Bosque da Paz. Já o suspeito é o também cabo João Marcelo Araújo Hermano. Ele segue à disposição da Justiça. No entanto, o local para onde foi transferido após passar por audiência de custódia não foi divulgado. O caso segue sob segredo de Justiça, por se tratar de feminicídio. O g1 tenta localizar a defesa do suspeito. Policial militar é morta dentro de apartamento em Salvador; marido, também PM, é suspeito de feminicídio Reprodução/Redes Sociais 2. Como era a relação dos dois Abalados, durante o sepultamento de Celeste, os familiares da policial relataram surpresa com o crime, pois não tinham conhecimento de problemas entre o casal. Os policiais militares, que atuavam na área de inteligência da corporação, estavam casados há dois anos. Eles não tinham filhos. "Não tem motivo, ele não demonstrou hora nenhuma, eles estavam bem", reforçou a cunhada da vítima, Carine Dias, em entrevista à TV Bahia. O sobrinho da PM também destacou que a família foi surpreendida pela violência. "Eu estou em choque porque eu falei com ela um minuto antes, aí eu tava em casa cuidando de minha avó quando chegou um pessoal e me deram a notícia", lamentou Caíque Nascimento. Corpo da policial militar morta em Salvador foi sepultado no sábado Reprodução/TV Bahia Também por meio de nota, a Polícia Militar confirmou que o suspeito é um agente da corporação, disse lamentar "profundamente" a morte da policial e afirmou seu compromisso com a "rigorosa apuração dos fatos". 3. O que dizem a SSP-BA e a PM O que diz a SSP-BA "A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) manifesta profundo pesar pelo falecimento da cabo da PM Celeste Martins Oliveira do Nascimento, ocorrido na tarde de hoje, em Salvador, vítima de feminicídio, e se solidariza com seus familiares, amigos e colegas de farda. O suspeito, também policial militar, apresentou-se espontaneamente, acompanhado de advogado, ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que está à frente das investigações. Todas as providências necessárias à completa elucidação do trágico fato e à responsabilização do seu autor estão sendo adotadas pela Polícia Civil e pelo Departamento de Polícia Técnica. Por fim, a SSP reafirma seu absoluto repúdio e reafirma o seu compromisso no combate a toda e qualquer forma de violência contra a mulher". O que diz a Polícia Militar "A Polícia Militar da Bahia informa que tomou conhecimento da ocorrência registrada na tarde de sexta-feira (3), no bairro do Barbalho, em Salvador, que resultou na morte da cabo da PM Celeste Martins Oliveira do Nascimento. O policial militar apontado como autor dos disparos apresentou-se ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhado de advogado, permanecendo à disposição da autoridade policial responsável pela condução das investigações. A corporação acompanha o caso e informa que adotará as medidas administrativas cabíveis no âmbito de sua competência, sem prejuízo da apuração conduzida pelos órgãos de persecução penal. A Polícia Militar da Bahia lamenta profundamente a morte da policial militar e manifesta solidariedade aos seus familiares, amigos e companheiros de profissão, reafirmando seu compromisso com a legalidade, a preservação da vida e a rigorosa apuração dos fatos". LEIA TAMBÉM: Dois suspeitos de matar jovem desaparecida são presos na Bahia; terceiro morreu em confronto com policiais Homem é preso em flagrante após esfaquear tia de ex-companheira em Salvador VÍDEO: jovem tem traumatismo craniano após receber 'mata-leão' e golpes de cassetetes em abordagem na Bahia Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

  15. Na última sexta-feira (3), Quaraí, na Fronteira Oeste, registrou -4,8°C Imagem cedida/Kako Castro A semana será de chuva, frio e depois chuva de novo no Rio Grande do Sul. Após período de precipitações que causaram transtornos, os gaúchos voltam a conviver com chuvas. Desta vez, com menor intensidade, segundo a Climatempo. Na segunda-feira (6), haverá a formação de um sistema de baixa pressão no litoral da Argentina e do Uruguai. Isso deve provocar a ocorrência de chuva, principalmente nas áreas costeiras e no Norte do estado. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp O volume acumulado não deve passar dos 15 milímetros — valor bem abaixo do registrado na semana passada em diferentes regiões do estado. Na terça-feira (7), o tempo deve firmar na maior parte do Rio Grande do Sul com a entrada de uma massa de ar frio e seco de origem polar. No mesmo dia, já pode ocorrer a formação de geada na Campanha, no Planalto e na Serra. Também são esperadas temperaturas mínimas abaixo de 0ºC entre a Fronteira Oeste, Planalto e Serra. Agora no g1 A quarta-feira (8) será de tempo seco, sol e temperaturas baixas com geada. Mais uma vez, as mínimas devem se aproximar de 0ºC na região Sul, Campanha, Norte, Planalto e Serra. Também esfria na Região Metropolitana de Porto Alegre, mas o risco para a geada é reduzido nessa área. Na quinta-feira (9), o tempo deve seguir firme. Já na sexta-feira (10), haverá aumento de nebulosidade. Entre a noite de sexta e o sábado, a chegada de áreas de instabilidade devem trazer novas pancadas de chuva para o Centro-Norte. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  16. 'Eu avisei': áudios mostram discussão de jovem após atropelar e matar idoso A estudante de Medicina Vitória Caroline Marangoni Schneider, presa preventivamente após atropelar e matar o idoso Odair Brustolin, de 68 anos, em Porto Velho, já havia se envolvido em outro episódio de violência no trânsito em 2025. Segundo o relato de um empresário, após bater no carro dele e em outro veículo, ela tentou atropelar o motorista envolvido na ocorrência durante a confusão. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias de RO em tempo real e de graça O empresário Célio Freire, contou ao g1 que o caso aconteceu em frente ao restaurante dele, onde Vitória mora nas proximidades. Segundo ele, a estudante parou o carro no meio da rua e bateu propositalmente em outro veículo. "Ela parou no meio da rua e se envolveu em um acidente. Na hora, a gente achou que ela conhecia o outro motorista, porque os dois discutiam. Depois ele disse que nunca tinha visto ela", relatou. De acordo com Célio, após a colisão, Vitória desceu do veículo e passou a agredir o outro motorista e um funcionário do restaurante. Em seguida, entrou novamente no carro e deu marcha à ré em direção ao homem. "Ela deu ré para passar por cima dele. Meu funcionário conseguiu puxá-lo antes que fosse atingido", afirmou. Ainda segundo o empresário, logo depois a estudante atingiu o carro dele, que estava estacionado. "Eu estava entrando no meu carro. Quando olhei para trás, só deu tempo de colocar a perna para dentro e segurar a batida", disse. Célio contou que retirou a chave do veículo para impedir que Vitória deixasse o local e chamou a polícia. Segundo ele, a estudante aparentava estar em surto e permaneceu alterada. “Ela ficou andando de um lado para o outro. A gente percebeu que ela estava completamente fora de si", afirmou. Vitória danifica viatura da PM O empresário contou que, antes da chegada da equipe acionada para atender a ocorrência, uma viatura que passava pelo local para outra ocorrência se aproximou por causa do tumulto. Segundo ele, a estudante correu em direção ao veículo e, em um primeiro momento, ele acreditou que ela pediria ajuda, mas ela subiu sobre a viatura e passou a danificá-la. "Achei que ela fosse pedir socorro, mas não. Ela subiu em cima da viatura e quebrou tudo. Só saiu quando escorregou e caiu.. Ela começou a xingar a policial de todo jeito e, em seguida, mordeu a agente. Foi quando o outro policial interveio, colocou as algemas e a conteve. Mesmo algemada, ela continuou se debatendo no chão e depois na viatura", relatou. De acordo com o boletim de ocorrência, ela pisou várias vezes sobre o para-brisa, causando danos ao vidro e ao capô (veja o vídeo abaixo). Ela foi levada à Central de Polícia e autuada por dano qualificado ao patrimônio público. Mulher em surto é detida após subir em viatura da PM Vitória respondeu na justiça por embriaguez ao volante Por causa deste mesmo episódio, ela respondeu na justiça por embriaguez ao volante. De acordo com documentos do processo, após passar por audiência de custódia, a estudante foi colocada em liberdade provisória, mediante o cumprimento de medidas impostas pela Justiça, como a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a proibição de frequentar bares. Depois disso, ela fez um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP), usado em casos menos graves, sem violência. Nesse tipo de acordo, a pessoa admite o erro e cumpre condições para não virar ré em um processo. No acordo, ela pagou uma multa de cerca de R$1,5 mil, equivalente a um salário mínimo na época. Após cumprir as exigências, a Justiça retirou as restrições em fevereiro deste ano e o caso foi arquivado em abril. Em nota, o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) informou que o Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) foi firmado em julho de 2025, após um acidente de trânsito. Segundo o órgão, inicialmente a estudante foi investigada por lesão corporal, embriaguez ao volante e danos a dois veículos. No entanto, ela indenizou a vítima e os proprietários dos carros, e a vítima decidiu não representar criminalmente. Com isso, permaneceu apenas a acusação de embriaguez ao volante. O MP afirmou ainda que, na época, ela não tinha antecedentes e, após o cumprimento das condições do acordo, o caso foi arquivado. LEIA TAMBÉM: Estudante presa por atropelar idoso ficará em cela separada e passará por avaliação sobre sanidade mental Estudante presa por atropelar idoso em RO exigiu pedido de desculpas de joelhos antes do crime, aponta petição O crime Odair Brustolin, de 68 anos, morreu depois que um carro invadiu a casa onde ele estava, na tarde desta quarta-feira (1º), em Porto Velho. Segundo testemunhas, Vitória Caroline Marangoni Schnider, discutiu com as vítimas na rua e tentou agredi-las. Após a briga, ela entrou no carro e jogou o veículo contra a residência. Imagens gravadas por vizinhos mostram que Vitória Caroline tentou atingir a casa uma primeira vez. Em seguida, ela deu marcha à ré e acelerou novamente, invadindo o imóvel e atropelando Odair. O idoso foi socorrido e levado para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu, de acordo com familiares. Após o ocorrido, Vitória Caroline fugiu do local. A Polícia Militar fez buscas na região para encontrar a mulher e o veículo. Pouco depois, a polícia recebeu a informação de que Vitória Caroline estava na casa de um amigo. Os policiais foram até o endereço e encontraram a mulher sentada na varanda. O amigo contou que ela havia pedido ajuda depois de dizer que tinha se envolvido em uma discussão no condomínio onde mora. Segundo ele, o pedido era para fazer serviços de lanternagem e pintura no carro. Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, os policiais pediram novamente que Vitória saísse da casa. Ela atendeu ao pedido e foi até os policiais. Conforme o registro, ela estava bastante exaltada e agressiva. Em seguida, recebeu voz de prisão e foi levada para o Departamento de Flagrantes. Em nota, a defesa de Vitória Caroline lamentou o caso e afirmou que o processo segue os trâmites legais, com garantia do devido processo. A defesa também informou que, durante a audiência de custódia, a Justiça determinou a realização de um exame para avaliar as condições psicológicas da investigada. Vítima Odair Brustolin, de 68 anos, o momento da invasão da casa e atropelamento e Vitória Caroline Marangoni Schneider, de 29 anos. Arquivo pessoal e print da tela Registro do momento em que mulher avança de carro contra portão Print da tela Vitória Caroline Marangoni Schneider, de 29 anos. Arquivo pessoal

  17. Capas de discos com dez anos nos títulos Reprodução / Montagem g1 ♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR ♬ “Assim se passaram dez anos...”. Recorro ao verso inicial do bolero “Dez anos” (Rafael Hernández) – popularizado no Brasil em 1951 pela cantora Emilinha Borba (1923 – 2005) na versão em português de Lourival Faissal (1922 – 1979) – para iniciar esse texto de agradecimento pelo aniversário de dez anos do Blog do Mauro Ferreira. Foi em 6 de julho de 2016 que o colunista e crítico musical do g1 estreou neste espaço do maior portal de notícias do Brasil para falar sobre música brasileira com textos de caráter jornalístico. De lá para cá, foram aproximadamente 10.400 publicações entre críticas (sobretudo de discos e shows, mas também de musicais de teatros, livros e documentários sobre música brasileira) e notícias sobre singles, EPs e álbuns, além de eventuais crônicas. Fico feliz de ver que, ao longo dessa década, a coluna se tornou uma referência no jornalismo musical para artistas, profissionais da indústria fonográfica e ouvintes de música. Nesse tempo, o CD praticamente deixou de existir como mídia física no mundo do disco. A música passou a ser quase que totalmente consumida de forma digital, com o ressuscitado LP se tornando um objeto de colecionador, um mimo para quem pode pagar (caro) para apreciar a arte gráfica das capas, encartes e vinis fabricados nas mais diversas cores. E o que permanece inalterado desde que o samba é samba é o prazer de ouvir música, seja no LP, no CD ou no aplicativo de áudio. O encanto de descobrir uma bela canção, de acompanhar a narrativa de um álbum conceitual – sim, os álbuns ainda resistem, embora os singles reinem soberanos numa era digital em que tudo acontece ao mesmo tempo agora – e de ir a um show continuam o mesmo. Está tudo aceso em mim, tudo plugado, como dizem os versos da canção de Adriana Calcanhotto lançada há 30 anos na voz de Maria Bethânia. Com milhares de músicas sendo despejadas no mundo a cada semana, a função de uma coluna como o Blog do Mauro Ferreira é funcionar como uma curadoria, falando de artistas já consagrados que interessam aos leitores, mas também apontando nomes em ascensão que merecem atenção. Enfim, sigo feliz nesse ofício que exerço com amor e paixão. E aproveito a oportunidade proporcionada por esse décimo aniversário para agradecer a diretoria do g1 pela cessão e manutenção do espaço e aos colegas de Pop & Arte – editoria que abriga o Blog do Mauro Ferreira – pela afinada parceria nesses dez anos felizes. E, por fim, expresso minha gratidão a cada leitor, rotineiro ou ocasional. Obrigado a todos! No mais, vida que segue, pois os dez anos já passaram e o show nunca pode parar...

  18. MP denuncia ex-patroa e PM por tortura contra doméstica no MA O Ministério Público do Maranhão (MP-MA) denunciou a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos e o policial militar Michael Bruno Lopes Santos pelos crimes de tentativa de homicídio qualificada, tortura majorada e tentativa de aborto contra a empregada doméstica Samara Regina Dutra Soares, de 19 anos, que estava grávida de cinco meses na época das agressões. Segundo a denúncia, Samara foi submetida a uma sessão de tortura física e psicológica em 17 de abril deste ano, após ser acusada falsamente de furtar um anel avaliado em R$ 5 mil da casa onde trabalhava, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís. A investigação concluiu, no entanto, que a joia nunca havia sido furtada. O anel foi encontrado posteriormente em um cesto de roupas da própria residência. Em áudios apreendidos durante a investigação, Carolina admite as agressões. Em uma das gravações, ela afirma que bateu "tanto nessa mulher que até hoje minha mão tá aqui inchada". Em outro trecho, diz que a vítima "não era nem para ter saído viva". Segundo a investigação, Samara sofreu coronhadas, foi arrastada pelos cabelos e recebeu socos e tapas. De acordo com o MP-MA, os denunciados agiram com intenção de matar a jovem e assumiram o risco de provocar a interrupção da gestação. Carolina Sthela foi presa preventivamente no Piauí, quando tentava fugir para outro estado. Desde então, está custodiada no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. Michael Bruno também está preso preventivamente, após se apresentar à Polícia Civil. As investigações da Polícia Civil e a denúncia apresentada pelo Ministério Público apontam que a empresária e o policial militar atuaram em conjunto nas agressões. A defesa de Carolina Sthela informou que tomou ciência da denúncia apresentada pelo Ministério Público do Maranhão e que respeita o posicionamento da instituição. Disse ainda que conduzirá a defesa da empresária de acordo com as técnicas jurídicas que o caso requer. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do policial militar Michael Bruno Lopes Santos. Veja, abaixo, quem são os denunciados e o que a investigação atribui a cada um deles. MP-MA denuncia ex-patroa e PM por tentativa de homicídio, tortura e tentativa de aborto contra doméstica Reprodução/TV Mirante Quem é Carolina Sthela Ferreira dos Anjos PMs que atenderam caso de patroa que agrediu doméstica são afastados; agressora disse que não foi levada à delegacia por conhecer policial Reprodução/Redes sociais Carolina Sthela atua como empresária no ramo de consultoria em gestão administrativa, financeira e organizacional. Após a repercussão do caso, ela e o marido desativaram os perfis pessoais e as páginas da empresa nas redes sociais. Segundo dados da Receita Federal, Carolina Sthela foi sócia de duas empresas. Uma delas, administrada em sociedade com o marido, atuava como franquia de consultoria em gestão administrativa, financeira e organizacional, oferecendo serviços de recrutamento e seleção, consultoria empresarial e assessoria financeira. A outra empresa, registrada apenas em nome dela, era do ramo de alimentação. Apesar disso, tinha como atividade principal cadastrada o comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos. As duas empresas tiveram os CNPJs considerados inaptos em 2024 por omissão de declarações fiscais. Apesar disso, Carolina e o marido continuam oferecendo serviços de consultoria financeira como franqueados. Condenação por desvio de dinheiro Antes de atuar como empresária, Carolina trabalhou em uma escola de natação pertencente a uma irmã, exercendo funções de assistente de recursos humanos e secretária. Ela e o marido foram condenados por desviar, de forma fraudulenta, mais de R$ 20 mil da empresa. Segundo o processo, o dinheiro foi apropriado por meio do recebimento de mensalidades em contas pessoais entre dezembro de 2020 e março de 2021. Mais de dez processos Empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos chega a São Luís, após ser presa no Piauí. Reprodução/Juvêncio Martins Segundo a Polícia Civil, Carolina responde a mais de dez processos judiciais. Em um deles, foi condenada por calúnia após acusar falsamente uma ex-babá de furtar uma pulseira de ouro. A pena de seis meses de prisão em regime aberto foi substituída por prestação de serviços à comunidade, além do pagamento de R$ 4 mil por danos morais. A ex-babá Sandila Souza afirmou que começou a trabalhar na residência aos 17 anos e que os pagamentos eram feitos por meio de contas de terceiros, nunca diretamente pela patroa. Segundo ela, a indenização determinada pela Justiça ainda não foi paga. O que a investigação atribui à empresária sobre o caso da agressão contra doméstica Segundo o Ministério Público, Carolina Sthela foi a principal responsável pelas agressões físicas contra Samara. A denúncia afirma que, mesmo depois de o anel ser encontrado dentro da própria residência, a empresária continuou espancando a empregada doméstica. Conforme a investigação, ela desferiu socos, tapas e coronhadas, arrastou a vítima pelos cabelos e chegou a colocar uma arma de fogo na boca da jovem durante as ameaças. Ainda segundo o MP-MA, Michael Bruno manteve Samara imobilizada enquanto Carolina continuava as agressões. Os áudios apreendidos durante a investigação são apontados como uma das principais provas da acusação. Neles, Carolina relata as agressões e afirma que bateu tanto na empregada que ficou com a mão inchada. Em outro momento, diz que a vítima "não era nem para ter saído viva", declaração utilizada pelo Ministério Público para sustentar a acusação de tentativa de homicídio. Segundo a denúncia, Samara permaneceu sob intenso sofrimento físico e psicológico durante toda a sessão de violência e, em determinado momento, precisou proteger o próprio ventre na tentativa de resguardar o bebê das agressões. LEIA TAMBÉM: Saiba quem é a patroa presa por agredir empregada grávida no Maranhão CRONOLOGIA: Tortura, áudios e prisão marcam caso de doméstica agredida no MA O QUE SE SABE: acusação de roubo, agressões e áudio com confissão no MA Patroa presa por agredir doméstica grávida já foi condenada por desviar R$ 20 mil da empresa da irmã em São Luís Doméstica grávida agredida por patroa no MA recebeu R$ 750 para montar enxoval que custa até R$ 3 mil em São Luís Quem é Michael Bruno Lopes Santos Michael Bruno Lopes Santos, suspeito de participar das agressões contra uma doméstica a mando de empresária Reprodução/TV Mirante Michael Bruno Lopes Santos é policial militar do Maranhão, lotado no 21º Batalhão da Polícia Militar (21º BPM). Ele foi preso preventivamente após se apresentar à Polícia Civil, depois de ser apontado pelas investigações como um dos participantes das agressões contra Samara. Além do inquérito criminal, o policial também passou a responder a procedimento administrativo disciplinar instaurado pela Polícia Militar do Maranhão (PM-MA). Em nota, a corporação informou que acompanha o caso e afirmou não compactuar com desvios de conduta praticados por seus integrantes. O que a investigação atribui ao policial militar Segundo o Ministério Público, Michael Bruno participou diretamente da sessão de tortura imposta à vítima.A denúncia afirma que o policial permaneceu armado durante toda a ação e utilizou a arma para intimidar Samara. Ainda conforme o MP-MA, ele desferiu uma coronhada na testa da jovem, arrastou a vítima pelos cabelos e a obrigou a permanecer ajoelhada sob a mira da arma enquanto sofria agressões físicas e psicológicas. As investigações também apontam que Michael manteve Samara imobilizada para que Carolina continuasse as agressões. Nesse período, segundo a Polícia Civil, a vítima foi ameaçada de morte e coagida a confessar um furto que não havia cometido. Para o Ministério Público, a atuação do policial foi determinante para impedir qualquer possibilidade de reação da jovem, já que ele utilizava a arma de fogo para intimidá-la durante toda a sequência de violência. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) informou que, na esfera administrativa, foi instaurado um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a conduta do policial. Segundo a pasta, o procedimento está em tramitação dentro dos prazos legais e a adoção de eventuais medidas administrativas dependerá das conclusões da investigação. Provas reunidas pela investigação Carolina Sthela Ferreira dos Anjos foi presa suspeita de agredir e torturar a empregada doméstica grávida Samara Regina, de 19 anos Reprodução Além do depoimento da vítima e de testemunhas, o Ministério Público afirma que a denúncia é sustentada por exames de corpo de delito, laudos periciais que apontaram lesões e perda auditiva decorrentes das agressões, registros de acionamentos da Polícia Militar pelo telefone 190 e pelos áudios apreendidos durante a investigação. Com base nesse conjunto de provas, Carolina Sthela Ferreira dos Anjos e Michael Bruno Lopes Santos foram denunciados por tentativa de homicídio qualificada, tortura majorada e tentativa de aborto. Os dois permanecem presos preventivamente e respondem à ação penal na Justiça. Relembre o caso Áudios revelam suspeita de agressão a empregada em Paço do Lumiar Samara Regina foi agredida no dia 17 de abril, na casa onde trabalhava, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís. Segundo a doméstica, ela sofreu puxões de cabelo, socos e murros e foi derrubada no chão. Durante as agressões, tentou proteger a barriga por estar grávida. De acordo com o depoimento, a ex-patroa acusou a jovem de ter roubado um anel e passou horas procurando o objeto. O anel foi encontrado em um cesto de roupas sujas. Segundo a vítima, as agressões continuaram mesmo após a joia ser encontrada. Ela afirmou ainda que, em determinado momento, foi ameaçada de morte por Carolina Sthela caso denunciasse o caso à polícia. “Começou com puxões de cabelo. Eu fui derrubada no chão e passei boa parte do tempo ali. Foram tapas, socos e murros... foi sem parar. Eles não se importavam", disse a jovem. No depoimento, a jovem relatou que um homem, apontado pela polícia como o policial militar Michael Bruno Lopes Santos, também participou das agressões. Segundo ela, ele foi até a casa para intimidá-la com violência. A vítima o descreveu como "alto", "forte" e "moreno". A OAB classificou o caso como tortura agravada, além de lesão corporal, ameaça e calúnia. Defesa alega que empresária pode ter transtornos mentais Defesa diz que patroa acusada de agressões pode ter transtornos psicológicos O advogado de Carolina Sthela disse em entrevista à TV Mirante que a empresária pode ter transtornos mentais. A alegação deve ser usada pelo advogado na defesa da mulher. “A Carolina, ela provavelmente tem algum distúrbio psicológico, ou borderline, ou dupla personalidade, e isso deve ser levado em conta”, disse o advogado de defesa Otoniel D’Oliveira Chagas. A mudança na estratégia da defesa ocorre após a conclusão de laudos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil, que confirmaram que os áudios com supostas confissões de agressões contra Samara são da empresária. A polícia aguarda o resultado da perícia em um equipamento de DVR apreendido na residência da empresária em Paço do Lumiar. O aparelho armazena imagens das câmeras internas e pode fornecer provas visuais das agressões relatadas por Samara. Na segunda-feira (11), a Polícia Civil ouviu Yuri Silva do Nascimento, marido da empresária. Ele foi liberado após prestar depoimento. A polícia informou que a empresária responde a mais de dez processos. Em um deles, de 2024, foi condenada por calúnia, após acusar falsamente uma ex-babá de roubar uma pulseira de ouro. A pena de seis meses em regime aberto foi substituída por serviços comunitários e pagamento de indenização de R$ 4 mil por danos morais. Doméstica recebeu R$ 750 por jornada de quase 10h com acúmulo de funções A jovem, de 19 anos, afirmou que recebeu R$ 750 por pouco mais de duas semanas de trabalho na casa da empresária. Segundo ela, acumulava funções e trabalhava quase 10 horas por dia. O g1 teve acesso ao depoimento da jovem, prestado no último dia 6 de maio. Ela detalhou a rotina de trabalho na casa da ex-patroa. Entre as atividades que deveriam ser feitas pela jovem, estavam limpar a casa, cozinhar, lavar e passar roupas, além de cuidar de uma criança de seis anos, filho da ex-patroa. O pagamento foi feito de forma fracionada, por meio de transferências em nome de terceiros. De acordo com a vítima, o primeiro contato com a empresária ocorreu por um aplicativo de mensagens, no início de abril. Na ocasião, foi oferecido um mês de trabalho e marcado um encontro na residência. A jovem disse que começou a trabalhar sem combinar o salário, a meta era tentar comprar o enxoval do bebê. Segundo ela, a jornada era de segunda a sábado, das 9h às 19h, com apenas 30 minutos de intervalo. PMs são investigados por não levarem empresária à delegacia após denúncia Investigação apura conduta de agentes envolvidos no caso. Imagens de câmeras de segurança mostram o sargento Cerqueira dentro da casa Reprodução/TV Mirante Os quatro policiais militares que atenderam a ocorrência, identificados como sargento Cerqueira, cabo Henrique e os soldados De Sá e Yuri, estão sob investigação administrativa e foram afastados das funções nas ruas. Eles devem depor nesta semana, mas a data não foi informada. A investigação da conduta dos agentes começou após a divulgação de áudios em que a empresária afirma que não foi presa em flagrante por conhecer um dos policiais. Segundo Samara, os policiais chegaram à casa de Carolina, conversaram rapidamente com a empresária e, em seguida, a levaram para a Delegacia da Mulher. A TV Mirante teve acesso a imagens de câmeras de segurança próximas à casa de Carolina. Por volta das 10h30 do dia 17 de abril, os quatro policiais chegam ao local. Nas imagens, é possível ver o momento em que o sargento Cerqueira entra na casa. Em áudios obtidos pela investigação, Carolina descreve a abordagem feita pelos policiais. Em um dos trechos, ela afirma ter recebido orientações de um dos agentes para não contar que havia agredido a empregada. "Entra aí. Eu entrei aqui em casa e ele: 'tu não pode dizer que tu bateu, tu não pode confessar, tu é doida?'", disse Carolina em um dos áudios se referindo ao sargento. Ainda de acordo com a vítima, após a abordagem, os agentes questionaram repetidamente, durante o trajeto até a delegacia, se ela havia roubado o anel. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão, foi aberta investigação para apurar a conduta deles. Infográfico - Patroa suspeita de agredir empregada grávida é transferida para a Penitenciária de Pedrinhas Arte/g1

  19. Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro Bruno, dá entrada em hospital de BH após três dias desaparecida Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes, está internada em um hospital de Belo Horizonte . Ela deu entrada na unidade de saúde durante a noite deste sábado (4), após ficar três dias desaparecida. Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde dela, nem sobre as circunstâncias em que foi encontrada. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Dayanne Rodrigues do Carmo, de 39 anos, é natural de Belo Horizonte. Mãe de duas filhas com o ex-goleiro Bruno, com quem era casada, ficou conhecida durante as investigações do assassinato de Eliza Samudio, em 2010. O nome de Dayanne voltou aos noticiários no fim da última semana, quando familiares acionaram a Polícia Militar para informar sobre o seu desaparecimento. Ela chegou a ser presa durante as investigações do assassinato. Na ocasião, ela foi acusada de sequestrar e manter o Bruninho, filho do jogador com a vítima, em cárcere privado. Ela foi absolvida pela Justiça em março de 2013. De acordo com o próprio promotor do caso, Dayanne deveria ser inocentada, porque foi "coagida" a cuidar da criança. No julgamento, Dayanne detalhou os dias em que esteve no sítio e para onde levou o bebê Bruninho, filho de Eliza, dizendo que cuidou da criança a pedido de Bruno e que não sabia o que havia acontecido com a modelo. Cartaz de desaparecimento de Dayanne Rodrigues divulgado pela família Divulgação Desaparecimento Dayanne saiu de casa na manhã de quinta-feira (2) e, depois de deixar os filhos aos cuidados da mãe, não foi mais vista. Na madrugada desta sexta-feira (3), o marido acionou a Polícia Militar, ao chegar na casa do casal, em Ribeirão das Neves, na Grande BH, e informou o desaparecimento da companheira. Segundo o boletim de ocorrência, o marido afirmou ter encontrado o celular da esposa em casa. No aparelho, ele teria localizado mensagens de supostos agiotas cobrando dívidas. O marido também pediu ajuda nas redes sociais. Ele chegou a compartilhar um cartaz com pedido de informações sobre o paradeiro da mulher. "A família está desesperada, e qualquer informação pode fazer a diferença", dizia o material. Cartas e dívida com agiota Além do celular de Dayanne, também foram encontradas cartas. Em um dos documentos, a mulher disse temer pelos familiares: "Eu peço socorro pelos meus filhos, familiares, pelo meu companheiro". Logo em seguida, disse ter recebido ameaças: "Estou sofrendo ameaças de agiotas, está tudo no meu telefone". Ao fim da carta, a mulher ainda deu orientações sobre quem deveria cuidar de seus filhos. Vídeos mais vistos no g1 Minas:

  20. Museu Lalique na Alsácia francesa. Divulgação O Museu Lalique, localizado em Wingen-sur-Moder, na França, foi alvo de um assalto na madrugada deste domingo (5). A polícia francesa (gendarmeria) foi acionada para isolar o local e dar início às investigações. Em comunicado oficial, a direção da instituição informou que o museu permanecerá fechado ao público nos próximos dias. Segundo a nota, a suspensão das atividades visa garantir a segurança para a posterior reabertura do espaço. A administração do local e as autoridades locais não divulgaram o balanço das peças levadas ou a estimativa do prejuízo financeiro decorrente do crime. O Museu Lalique abriga o acervo histórico de obras de René Lalique, designer francês reconhecido pelo trabalho com joias e arte em vidro do final do século XIX e início do século XX. Lalique é considerado o inventor da joalheria moderna e virou uma marca de luxo. Em outubro de 2025, o Museu do Louvre também foi alvo de um assalto na França. Ao todo, foram levadas oito peças da Galeria de Apolo, que abriga a coleção real de pedras preciosas e diamantes da coroa francesa. Uma nona joia, a coroa da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III, chegou a ser retirada, mas foi encontrada danificada na rua, segundo a ministra da Cultura, Rachida Dati. A peça é composta por 1.354 diamantes e 56 esmeraldas. Carro das forças de segurança no Museu Lalique após assalto. Reprodução / X Agora no g1
  21. Agressão contra mulheres: rosto da vítima é o principal alvo Em 2026, ano em que a Lei Maria da Penha completa 20 anos, o debate sobre a violência contra a mulher traz um aspecto alarmante e frequente: os ataques direcionados ao rosto das vítimas. De acordo com pesquisadores, as agressões voltadas para a face revelam uma intenção que vai além do ato de ferir, buscando marcar e destruir a identidade das mulheres por meio de uma força desproporcional. Um dos casos recentes envolve a estudante Alana Anísio Rosa, de 20 anos, moradora de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Mesmo sem manter qualquer relacionamento ou vínculo com o agressor, ela foi alvo de uma tentativa de homicídio dentro da própria casa. "Eu sempre tive medo de acabar em um relacionamento abusivo. Só que você também nunca espera que vai ser sem ter nenhum relacionamento. Que dentro da sua casa, onde você tá segura, uma pessoa que você não tem nenhum vínculo, que não é seu amigo, que não é seu colega, vai invadir e tentar te matar", afirma Alana. No fim do ano passado, Alana passou a receber flores e doces anônimos com mensagens como "para a mulher mais bonita de São Gonçalo". O autor dos envios era Luiz Felipe Sampaio, de 22 anos, que frequentava a mesma academia que a jovem, embora ambos nunca tivessem se comunicado. Com o auxílio do pai, a estudante enviou uma mensagem de texto recusando as investidas de forma polida, justificando que estava totalmente concentrada nos estudos para o vestibular de Medicina. Um mês e meio após o contato, Sampaio invadiu o quintal da residência da estudante armado com uma faca e desferiu 30 golpes contra ela. O ataque foi interrompido pela mãe de Alana, que retornou do trabalho minutos mais cedo. A jovem passou duas semanas em coma induzido e sobreviveu. O agressor foi preso em flagrante no dia do crime. Atualmente, a defesa da vítima busca a tipificação do caso como tentativa de feminicídio, enquanto os advogados do acusado tentam desqualificar o crime para lesão corporal. Subnotificação e marcas perpétuas Casos de violência de gênero enfrentam um histórico de subnotificação que dificulta o mapeamento pelos órgãos de segurança. Um estudo realizado com 3.193 usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS) na Grande São Paulo revelou que 76% delas relataram ter sofrido violência psicológica, física ou sexual. No entanto, apenas 3,8% dessas mulheres tinham o registro da agressão formalizado em seus prontuários médicos, evidenciando que a maior parte dos episódios que chegam ao sistema de saúde não alcança o sistema de Justiça. As marcas físicas resultantes dos ataques na região facial impõem às vítimas uma lembrança contínua do trauma. Em Santos, no litoral paulista, a médica Samira Khouri, de 27 anos, foi agredida pelo então namorado, o fisiculturista Pedro Camilo Garcia Castro, de 24 anos, durante uma viagem a São Paulo. Após uma discussão em uma casa noturna, Samira retornou sozinha ao apartamento alugado. O parceiro chegou ao local trinta minutos depois e desferiu socos seguidos contra o rosto da médica durante seis minutos, mantendo as agressões mesmo após a vítima perder a consciência. Castro quebrou a própria mão devido à intensidade dos golpes. "Esse processo, eu queria falar que ele fica mais fácil, mas ele não fica. Porque cada dia é mais difícil. Porque a gente dorme com a esperança de que no dia seguinte a gente vá acordar e não vai mais ter o que tem. Só que todo dia é a mesma coisa, então todo dia eu olho no espelho, eu sorrio e falo assim: essa não sou eu. Porque está muito torto. Não está normal", relata Samira. O agressor permanece preso aguardando julgamento. Projetos de acolhimento e alteração na lei A assistência especializada e a cirurgia reparadora são caminhos utilizados por organizações civis para apoiar a reabilitação das vítimas. Em São Paulo, o Instituto Um Novo Olhar, idealizado pela médica Carla Góes, coordena uma rede de voluntários que oferece tratamentos gratuitos de reconstrução facial, apoio psiquiátrico, psicológico, orientação jurídica e assistência social. A iniciativa mantém parceria com o Hospital das Clínicas de São Paulo, sede do primeiro ambulatório de psiquiatria dedicado a mulheres e seus filhos. O serviço atendeu Cristiane Gomes, cujo ex-marido disparou um tiro contra o seu rosto há oito anos, quando o filho do casal tinha dois anos de idade. Após o processo de recuperação e apoio, ela utiliza as redes sociais para conscientizar e amparar outras mulheres. O ex-marido de Christiane cumpre pena na prisão por tentativa de feminicídio, assim como o ex-marido de outra vítima, Silvana. Ambas optaram por omitir a identidade dos agressores por questões de segurança, temendo a progressão dos detentos para o regime semiaberto. No plano legislativo, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que agrava as penas de agressores que provoquem lesão, mutilação ou traumas no rosto, no pescoço ou nas partes íntimas de mulheres. A proposta aguarda análise pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de seguir para votação em plenário e tramitação no Senado Federal. Panorama internacional A incidência de ataques direcionados à face e com o uso de substâncias químicas mobiliza legislações e projetos de suporte ao redor do mundo: Colômbia: O ataque com ácido sofrido por Natalia Ponce de Leon causou comoção nacional e pressionou o Congresso colombiano a aprovar uma lei específica com penas severas para esse tipo de crime. Inglaterra: A modelo Katie Piper, que também teve o rosto atingido por ácido em um ataque ordenado por um ex-parceiro, fundou uma instituição de caridade voltada para o acolhimento e o tratamento cirúrgico de mulheres vítimas de crimes semelhantes. Índia: Na cidade de Agra, um estabelecimento comercial contrata exclusivamente mulheres que sobreviveram a ataques com ácido, promovendo inclusão social e autonomia financeira para as funcionárias. De volta aos estudos em um cursinho preparatório após se mudar de residência, Alana Anísio Rosa afirma que busca focar no futuro profissional. "Eu continuo sendo a mesma pessoa com a mesma identidade. Tenho os mesmos objetivos. Só que meu rosto, por enquanto, enquanto não melhora, vai ser desse jeito. E mesmo se não melhorar cem por cento, eu estou confortável com quem eu sou. Eu sei que eu estou viva. Eu sei que eu não posso me deixar abater, assim, me abalar porque eu sei que seria o objetivo dele. O objetivo de que eu fosse invisibilizada. É o que eu não quero. Eu quero continuar sendo quem eu sempre fui. E, assim, confortável com quem eu sou", conclui a estudante. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO Confira também:

  22. Imagem de satélite mostra ciclone tropical se aproximando de Guam NOAA via AP Uma imagem de satélite da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) mostra o supertufão Bavi se aproximando de Guam, território insular dos Estados Unidos no oeste do oceano Pacífico, rumo às Ilhas Marianas do Norte. O ciclone atingiu a costa na noite neste domingo (5), no horário de Brasília (manhã de segunda-feira no horário local), passando primeiro pela ilha de Rota, onde foi emitido alerta para ventos extremos. A previsão indicava ventos sustentados de até 290 km/h e rajadas que poderiam alcançar 346 km/h, classificação equivalente a um supertufão de categoria 5. Além de Rota, alertas de tufão foram emitidos para Guam, Saipan e Tinian. Autoridades recomendaram que os moradores permanecessem em casa ou em abrigos, afastados de janelas, devido ao risco de destroços, queda de postes e interrupções no fornecimento de energia. Na ilha de Saipan, rajadas superiores a 161 km/h foram registradas no aeroporto internacional. Parte da população ainda enfrentava os impactos do supertufão Sinlaku, que atingiu a região em abril e provocou danos significativos. Apesar de o Bavi se deslocar rapidamente, meteorologistas alertaram que as ilhas ainda poderiam enfrentar chuvas intensas e condições de tempestade tropical ao longo da segunda-feira. A governadora de Guam, Lou Leon Guerrero, reforçou o pedido para que a população evitasse sair de casa até a passagem do ciclone.
  23. Um bilhete da Mega Sena rasgado e uma briga na Justiça: dono da lotérica e ex-funcionária disputam prêmio de R$ 29 milhões Um bilhete danificado da Mega-Sena gerou uma disputa judicial entre o proprietário de uma casa lotérica e uma ex-funcionária em Sinop, no Mato Grosso. O impasse envolve um prêmio de R$ 29 milhões, correspondente a uma das apostas vencedoras de um sorteio realizado em agosto de 2023. Atualmente, a ex-colaboradora e o marido respondem como réus por furto qualificado, enquanto o ex-patrão pleiteia a titularidade do valor. O caso teve início em 12 de agosto de 2023, no fim do expediente da lotérica onde Clarice Simon trabalhava como operadora de caixa. Durante o atendimento a uma cliente, a impressão de uma aposta falhou e danificou levemente o comprovante. Conforme os relatórios da investigação, Clarice registrou um novo jogo com os mesmos números para entregar à cliente, que levou o comprovante regular e recebeu sua fração do prêmio dias depois. Às 13h05 daquele sábado, as câmeras de segurança registraram o momento em que a operadora guardou o bilhete danificado em um cofre desativado, utilizado pelos funcionários como armário, antes de encerrar o expediente. O concurso daquela noite dividiu um prêmio total de R$ 116 milhões entre quatro ganhadores: um em Fortaleza (CE), um em Uberlândia (MG) e dois em Sinop (MT) — ambos emitidos na mesma unidade. Na segunda-feira seguinte ao sorteio, por volta das 13h33, Clarice retornou à lotérica para o turno da tarde. Antes de iniciar as atividades, ela retirou o volante danificado do armário para conferir o resultado com o auxílio da colega de trabalho Vani Porfírio. As imagens do circuito interno mostram o momento em que as duas confirmam que o bilhete remanescente continha as seis dezenas sorteadas. Às 13h42, Clarice deixou o estabelecimento e dirigiu-se com o marido, Cladecir Picoli, a uma agência da Caixa Econômica Federal, onde declararam que a aposta fora realizada por ele. Bloqueio judicial e alegações de pagamento A Caixa Econômica Federal estipulou um prazo de 90 dias para a liberação do montante e abriu um procedimento interno de verificação devido às rasuras no papel. Três dias antes do encerramento do prazo regulamentar, em novembro de 2023, a Justiça determinou o bloqueio preventivo do dinheiro. A decisão ocorreu após o proprietário da lotérica, Amélio Lenke, registrar uma queixa-crime por furto em outubro do mesmo ano. Em setembro de 2025, Clarice Simon e Cladecir Picoli tornaram-se réus por furto qualificado. A defesa da ex-funcionária sustenta que ela assumiu o custo do bilhete e que o procedimento de desconto era praxe no local. "Se faltasse no caixa, a gente pagava, se o jogo rasurava, a gente pagava, tudo a gente pagava ali", afirmou Clarice. Vani Porfírio, responsável pela contabilidade e pelos relatórios de fechamento de caixa da lotérica na época, afirma que Clarice efetuou o pagamento pelo bilhete com defeito. A regulamentação geral de apostas da Caixa estabelece que comprovantes com defeito de impressão cujo valor seja inferior a R$ 10 — o jogo mínimo custava R$ 5 em 2023 — não são ressarcidos pela instituição, devendo o custo operacional ser absorvido pela casa lotérica. Por outro lado, o advogado do proprietário da lotérica, Amélio Lenke, argumenta que as normas operacionais vedam o reaproveitamento ou a apropriação de qualquer bilhete que apresente vício de impressão, independentemente do valor da aposta. Posicionamento das autoridades e prazos Questionada sobre as regras de destinação de bilhetes danificados e a propriedade dos valores em casos de erro de impressão, a Caixa Econômica Federal informou que não emite declarações sobre processos judiciais em andamento. O banco declarou que observa rigidamente a legislação vigente e que cumpre todas as ordens expedidas pelo Poder Judiciário quanto à operacionalização e ao pagamento de prêmios. O Ministério Público estadual ofereceu a denúncia criminal contra o casal com base no inquérito policial. Contudo, a promotoria do caso manifestou o entendimento de que o prêmio não pertence formalmente nem à operadora de caixa, devido à acusação de furto, nem à empresa lotérica. O início das audiências de instrução e julgamento para definir o destino dos R$ 29 milhões está agendado pelo Tribunal de Justiça para fevereiro de 2027. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO Confira também:

  24. Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e presidente da Fifa, Gianni Infantino, posam para foto com o troféu da Copa do Mundo no Salão Oval, na Casa Branca. Foto de agosto de 2025. Divulgação/Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em contato diretamente com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para "entender melhor o motivo" do cartão vermelho aplicado ao atacante americano Folarin Balogun durante o jogo contra a Bósnia e Herzegovina, na última quarta (1). Segundo uma autoridade dos EUA, Trump conversou com Infantino sobre a razão da suspensão aplicada contra o jogador, que ficaria fora do jogo contra a Bélgica. A partida, válida pelas oitavas de final, acontece na segunda (5), às 21h (horário de Brasília). Para TV Globo, a autoridade norte-americana afirmou que o governo dos EUA "forneceu evidências adicionais que foram utilizadas no processo de apelação". A autoridade também ressaltou que o processo de apelação é conduzido por um conselho independente. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Folarin Balogun, dos EUA, recebe um cartão vermelho do árbitro Raphael Claus. Phil Noble / Reuters 🔎 Após revisar o lance no VAR, o árbitro Raphael Claus expulsou Balogun aos 18 minutos da etapa final. O atacante recebeu o cartão vermelho por um pisão no tornozelo de Muharemovic. Nas redes sociais, o presidente parabenizou a Fifa e disse que o órgão reverteu uma grande injustiça. "Obrigado à FIFA por fazer o que era certo e reverter uma grande injustiça!", publicou o presidente. Donald Trump parabeniza Fifa por reverter cartão vermelho aplicado em atacante dos EUA durante a Copa de 2026. Reprodução Durante uma coletiva de imprensa neste domingo (5), o técnico da seleção norte-americana, Mauricio Pochettino, celebrou a decisão. "Fomos punidos o suficiente contra a Bósnia-Herzegovina ao jogar com um a menos por 30 minutos, em uma decisão completamente injusta. E não só porque sou o técnico da seleção dos Estados Unidos e preciso defender meu lado. É porque acredito que 99,9% das pessoas concordam que aquele cartão vermelho foi injusto", disse o treinador argentino. O que motivou a suspensão do cartão vermelho? Na prática, a suspensão de Balogun foi convertida em um período probatório de um ano. Se ele cometer outra falta grave nesse intervalo, a punição automática é revogada e ele terá que cumprir a sanção. O Comitê Disciplinar da Fifa utilizou o artigo 27 do seu Código Disciplinar para livrar o atacante. O texto prevê que o órgão pode "suspender total ou parcialmente a aplicação de uma medida disciplinar". Acompanhe a Copa do Mundo 2026 no ge: Simulador da Copa do Mundo 2026 Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogos RESULTADOS: confira a tabela da Copa do Mundo Técnico da Noruega detona decisão da Fifa de liberar Balogun após expulsão: "Um erro tremendo" Federação belga reclama da decisão Folarin Balogun, dos EUA, durante jogo contra a Bósnia e Herzegovina. Phil Noble / Reuters Já a Federação Belga de Futebol não gostou da suspensão do cartão vermelho. Em um comunicado oficial, a instituição manifestou "surpresa" que Balogun poderá jogar a próxima partida. Os belgas argumentam que o "Artigo 66.4 do mesmo Código Disciplinar da Fifa prevê claramente que um cartão vermelho (expulsão) resulta automaticamente em suspensão para a próxima partida da equipe, como tem sido o caso de todos os cartões vermelhos anteriores aplicados durante esta Copa". A entidade que rege o futebol da Bélgica também apontou que a liberação do atacante contraria diretamente o Artigo 10.5 do Regulamento da própria Copa do Mundo de 2026, reforçando que a punição deveria ser automática. De acordo com os belgas, essa regra foi reafirmada pela Fifa em circulares e reuniões oficiais antes de cada partida do torneio. Sob a alegação de proteger os princípios fundamentais de "fair play" e os direitos das seleções participantes, a federação belga informou que já está investigando todas as opções potenciais diante do caso. Agora no g1 Folarin Balogun, dos EUA, comete falta em Tarik Muharemovic, da Bósnia e Herzegovina, antes de receber o cartão vermelho. Pedro Nunes / Reuters
  25. Três filhos do ex-líder supremo do Irã, Ali Khamenei, vão ao funeral do pai Milhares de iranianos compareceram ao segundo dia do funeral do ex-líder supremo do Irã, Ali Khamenei. A cerimônia foi realizada no pátio de um complexo religioso no país e serviu como uma demonstração de força do regime iraquiano. O atual líder supremo do Irã e filho do ex-líder, Mojtaba Khamenei, não foi visto na cerimônia pública. A homenagem ao ex-comandante foi conduzida por três de seus outros filhos, irmãos do atual governante. Ali Khamenei e quatro de seus parentes foram mortos em um ataque conjunto coordenado pelos Estados Unidos e por Israel no fim de fevereiro. O cronograma oficial das cerimônias fúnebres prevê ritos em diferentes cidades do país, com encerramento programado para a próxima quinta-feira. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO Confira também:

+ Sobre nós

Image

Onde estamos: .

Rua Barão do Rio Branco, 347
Centro Itápolis/SP
3262 7482 - 3262 7483
16 99781 3817(Rega)
16 99742 1727(Daiane)
© 2018 RG Assessoria Fisco Contábil. All Rights Reserved. Designed By JKAsites