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G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Atendimento será realizado de 1º a 3 de maio, das 8h às 14h Divulgação/TRE-TO Os cartórios eleitorais vão abrir para atendimento em regime de plantão nesta sexta-feira (1º), em todo o estado. Serviços como primeiro título, atualização de dados ou regularização da situação eleitoral estarão disponíveis também no sábado (2) e domingo (3). Os atendimentos serão das 8h às 14h, abrangendo todas as zonas eleitorais do Tocantins. Após o dia 6 de maio, os atendimentos serão suspensos temporariamente para que a Justiça Eleitoral dê sequência aos preparativos para as Eleições 2026. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Serviços disponíveis Os eleitores podem solicitar diversos serviços até o fechamento do cadastro, como: Emissão do primeiro título de eleitor; Transferência de domicílio eleitoral; Atualização de dados cadastrais; Coleta biométrica. Vídeos em alta no g1 LEIA TAMBÉM Veja o que abre e fecha no feriado prolongado do Dia do Trabalhador em Palmas TV Anhanguera apresenta datas de debates e entrevistas com candidatos ao governo Prazo para regularização do título eleitoral encerra em maio; veja horários de atendimento no TO A recomendação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-TO) é que o cidadão não deixe para a última hora, evitando filas e possíveis dificuldades técnicas próximas ao encerramento do prazo. Além do plantão especial, as unidades eleitorais do Tocantins já estão operando com horário estendido durante os dias úteis. Até a quarta-feira (6), o atendimento ao público ocorre das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Com o fechamento do cadastro na próxima semana, o sistema eleitoral não permitirá nenhuma nova alteração. Os serviços de regularização e emissão de documentos só serão retomados após a conclusão do processo eleitoral de 2026, inclusive após a realização de um eventual segundo turno. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

  2. Travessia entre Guaratuba e Matinhos era feita por pequenos barcos de família da Alemanha Quando não existia ferry boat, e a Ponte de Guaratuba ainda nem era cogitada, eram pequenos barcos de madeira que tranportavam pedestres entre Guaratuba e Matinhos, no litoral do Paraná. O transporte começou em 1949 e foi feito por um casal que tinha recém-chegado da Alemanha. Na época, Guaratuba era uma cidade pacata e, segundo dados do Censo de 1950 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tinha 4,4 mil habitantes. Atualmente, a população é de quase 45 mil pessoas. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp No período, o local contava com poucas opções de comércios e serviços, como escola e unidades de saúde. Nesse contexto, a família alemã de Emilio e Emilia Krüger começou a fazer esse transporte depois de vencer uma licitação do Governo do Estado. O casal veio para o Brasil em 1940, fugindo do ápice do regime nazista, na Segunda Guerra Mundial. Conforme Natalia Krüger, bisneta do casal alemão, foram com economias que trouxeram do país europeu que eles conseguiram comprar dois pequenos barcos para transportar pedestres. História das primeiras travessias foram retratadas em pintura à óleo pela bisneta do casal alemão. Na imagem, o casal Emilio e Emilia Krüger aparecem no canto superior esquerdo. Arquivo pessoal/Natalia Krüger As embarcações eram simples, com capacidade entre seis e sete pessoas, e faziam o mesmo trajeto que, anos depois, passou a ser realizado pelo ferry boat, inaugurado em 1960. Mesmo com a estrutura simples, o serviço representou um novo começo para Guaratuba ao facilitar o deslocamento entre o município e o Matinhos. “Nesses barcos, várias famílias construíram uma história com um objetivo: atravessar o município de Matinhos para Guaratuba pela baía e ali compartilhavam momentos de trabalho, passeio e rotina”, conta Natalia. Confira a evolução do ferry boat ao longo dos anos Mais histórias do Paraná: De traidor a herói nacional: Barão do Serro Azul foi maior produtor de mate no mundo 'Tarzan das Cataratas': O austríaco que desbravou as quedas apenas com uma corda O acesso a Guaratuba antes do ferry boat Antes da chegada das embarcações do ferry, Guaratuba era uma cidade isolada do restante do Paraná. Conforme Clécio Tkachechen, historiador da cidade, eram barcos que vinham de Paranaguá que descarregavam alimentos e produtos essenciais para os moradores da cidade em um trapiche. As atividades diárias, como explorar novos comércios e até ir para hospitais, eram feitas em municípios vizinhos, tudo por meio de barcos. Pintura retrata barcos que faziam os transportes entre Guaratuba e Matinhos. Na imagem, Emílio Krüger está no canto superior esquerdo. Natalia Krüger Uma das alternativas para ir até Guaratuba foi a Estrada de Garuva, que só foi aberta em 1950 e que passa por Santa Catarina (SC) para chegar ao litoral paranaense. Mas, segundo Clécio, o acesso da cidade pela estrada era difícil, visto que era de terra e, quando chovia, ficava intransitável. O caminho foi asfaltado em 1966, mas para os moradores do litoral, a travessia pela água continuou sendo uma alternativa mais rápida. A chegada do ferry boat e o desenvolvimento de Guaratuba Primeiras embarcações do ferry boat Arquivo/ Secretaria da Cultura e do Turismo de Guaratuba Com as novas opções de travessia da cidade, a população do município começou a crescer. Em consequência disso, houve uma pressão entre os moradores para que a ligação entre Guaratuba e o restante do Paraná fosse melhorada. Assim, o ferry boat foi a melhor alternativa. Feito pelo imigrante português João Lopes Rodrigues, o primeiro transporte tinha capacidade para 12 veículos e 100 pessoas. “A partir do momento em que começa a ter possibilidade de trazer mais pessoas, de movimentar mais pessoas, a cidade começou a se desenvolver mais. Conforme o tempo foi passando, a quantidade de pessoas foi aumentando e houve essa pressão no transporte”, relata Clécio. Nos dias de hoje, considerando o sistema modal mais recente, a travessia contava com seis embarcações, divididas entre ferry boats, balsas e rebocadores. Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), nas temporadas de verão, mais de 1,5 milhão de pessoas atravessavam a baía com os transportes. Com o aumento da procura de pessoas pelo litoral, problemas de filas nas travessias se tornaram comuns, especialmente durante a alta temporada. Alguns acidentes também foram registrados ao longo da concessão. Apesar dos problemas pontuais, a facilidade de acesso ao município fez a cidade e o litoral se desenvolverem junto ao ferry boat. Cidade de Guaratuba Arnaldo Alves/AEN “A cidade começou a evoluir com a construção de alguns hotéis, de alguns locais para o pessoal permanecer. O próprio mercado imobiliário começou a evoluir, com várias construções. O pessoal começou a se animar em comprar algum imóvel e começar a construir”, explica o historiador. Com a inauguração da Ponte de Guaratuba nesta sexta-feira (1º), segundo o DER, as embarcações devem ser descontinuadas gradualmente até que a população se adapte ao novo modelo de travessia. Ferry Boat em 2026 RPC O sonho da Ponte de Guaratuba era previsto em Constituição Ponte de Guaratuba deve ser inaugurada nesta quarta-feira (29). Jonathan Campos/AEN Por mais que o ferry boat estivesse evoluindo e contribuindo, de alguma forma, para o crescimento da cidade, a Ponte de Guaratuba sempre esteve presente no imaginário dos moradores. A possibilidade de melhorar a integração do litoral foi discutida por décadas. Desde a promulgação da Constituição do Estado do Paraná, em 1989, previa-se que "o Estado promoverá concorrência pública entre firmas nacionais, internacionais ou grupos de empresas, para a construção de uma ponte sobre a baía de Guaratuba". O sonho começou a sair do papel em outubro de 2023, e as obras foram finalizadas em abril de 2026. A construção custou mais de R$ 400 milhões ao Governo do Paraná. Com a chegada da ponte, a expectativa é de que a rotina dos moradores seja facilitada. A ligação entre Matinhos e Guaratuba levava, em média, cerca de 25 a 30 minutos com o ferry boat. Conforme o Estado, o trajeto poderá ser feito em até dois minutos pela ponte. “Para as pessoas que trabalham em Paranaguá, Matinhos, Praia do Leste e moram em Guaratuba, é desgastante ter que passar todo dia pelo ferry boat. O ferry boat perde a beleza, porque é bonito; a passagem é um passeio. Mas para quem passa todo dia, perde o encanto”, relata Clécio. Agora o ferry se despede como símbolo de uma época, que conectou pessoas e histórias pelas águas da baía de Guaratuba, enquanto a ponte inaugura um novo capítulo para o litoral paranaense. *Assistente de produtos digitais do g1 Paraná, sob supervisão de Caio Budel. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Paraná.

  3. Novos investimentos e geração de emprego no Polo Industrial de Manaus No Dia do Trabalhador, celebrado nesta quinta-feira (1º), o engenheiro de qualidade Gabriel Siza representa a rotina de milhares de profissionais que ajudam a movimentar o Polo Industrial de Manaus. Há cerca de oito anos na indústria, ele contou em entrevista ao g1 que construiu a carreira passando por diferentes empresas e acompanhando de perto a dinâmica do setor no Amazonas. Dados da Superintendência da Zona Franca de Manaus indicam que o polo mantém mais de 129 mil empregos diretos no início de 2026, refletindo a dimensão da atividade industrial no estado. “São pessoas de áreas diferentes, com perfis diferentes, mas todas unidas pelo mesmo objetivo. Seja produzir celulares, motos ou outros produtos, todo mundo ali faz parte do mesmo resultado”, afirmou Gabriel em entrevista ao g1. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp A experiência de trabalho no Polo Industrial de Manaus, segundo Gabriel, vai além do ambiente de trabalho. Gabriel destaca o senso de comunidade criado dentro do Distrito Industrial, onde profissionais de diferentes empresas e áreas convivem diariamente. “É comum encontrar pessoas que já trabalharam juntas em outras empresas. Existe essa troca, essa convivência. No fim do expediente, todo mundo se encontra, conversa. Isso fortalece muito o ambiente profissional”, diz. Engenheiro de qualidade Gabriel Siza representa a rotina de milhares de profissionais que ajudam a movimentar o Polo Industrial de Manaus. Arquivo Pessoal Cultura e diversidade Atualmente atuando em uma empresa do setor de tecnologia, Gabriel também destacou a presença de companhias internacionais no polo e a convivência entre diferentes culturas. “Tem empresas chinesas, japonesas, europeias, e todas acabam se adaptando ao nosso jeito. A gente mostra nossa cultura, nosso jeito de trabalhar, e isso é muito valorizado”, afirma. Para ele, o reconhecimento da mão de obra local é um dos pontos que sustentam o modelo ao longo dos anos. "Nosso trabalho ele muitas vezes é escolhido por pessoas do outro lado do mundo que vem aqui no nosso estado escolhem os nossos profissionais, os nossos engenheiros, os nossos operadores porque sabe que a gente vai entregar com qualidade. A gente vem sempre ano após ano entregando melhores resultados, melhores produtos com mais qualidade. Então, no dia do trabalhador a gente tem sempre que ressaltar a força do trabalhador do polo industrial de Manaus", finalizou. Engenheiro de qualidade, Gabriel Siza, e amigos de trabalho no Polo Industrial de Manaus. Arquivo Pessoal Mais de 129 mil trabalhadores movimentam Zona Franca Dados da Superintendência da Zona Franca de Manaus apontam que o modelo industrial segue com mais de 129 mil trabalhadores diretos em atividade no início de 2026. De acordo com o balanço do primeiro bimestre do ano, o PIM fechou fevereiro com 128.985 trabalhadores, entre efetivos, temporários e terceirizados. A média mensal de empregos diretos nos dois primeiros meses do ano foi de 129.254 postos, indicando estabilidade em relação ao mesmo período de 2025. O desempenho ocorre em um cenário de manutenção da atividade industrial. Entre janeiro e fevereiro, o polo faturou R$ 37,04 bilhões, praticamente estável frente aos R$ 37,37 bilhões registrados no ano anterior. Em dólar, o faturamento chegou a US$ 6,73 bilhões. Apesar da estabilidade na receita, o setor apresentou avanço nas exportações. No acumulado do bimestre, as vendas externas somaram US$ 125,29 milhões, crescimento de 27,28% na comparação com 2025. Segundo o superintendente da Suframa, Leopoldo Montenegro, os números refletem um momento de equilíbrio do modelo. “Manter uma média de mais de 129 mil trabalhadores ativos demonstra a força estrutural do polo. Além disso, o salto de mais de 27% nas exportações acumuladas prova que as indústrias da Zona Franca de Manaus continuam competitivas no cenário internacional”, afirmou Montenegro. Empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM). Divulgação Recorde recente de empregos O atual patamar de empregos se mantém próximo do maior já registrado na história do polo. Em 2025, o PIM atingiu recorde de 131.446 trabalhadores em abril, consolidando o melhor resultado desde a criação do modelo. O número representou crescimento tanto em relação ao mês anterior quanto na comparação anual, reforçando a recuperação da indústria e a ampliação da mão de obra no estado. LEIA TAMBÉM: Conheça a capital do Brasil isolada pela floresta que virou potência industrial Setores que mais empregam e produzem No início de 2026, os segmentos que mais contribuíram para o faturamento do polo foram: Duas rodas (20,82%) Bens de informática (18,85%) Eletroeletrônico (15,91%) Químico (12,16%) Termoplástico (9,14%) Metalúrgico (8,87%) Mecânico (8,59%) Linha de produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus (PIM). Funcionários da Moto Honda. Foto: Josney Benevuto/Rede Amazônica Entre os destaques do período, o setor de bebidas teve alta de 43,64% no faturamento. Já na produção, os celulares lideraram em volume, com mais de 1,8 milhão de unidades fabricadas, enquanto o segmento de duas rodas produziu 379 mil motocicletas. O que é a Zona Franca de Manaus Criada em 1967, a Zona Franca de Manaus é um modelo de desenvolvimento baseado em incentivos fiscais para atrair indústrias à Amazônia. A iniciativa permite a redução ou isenção de impostos para empresas do Brasil e estrangeiras que produzem na região, estimulando a economia local. Atualmente, o polo reúne mais de 500 empresas e é responsável pela fabricação de itens presentes no dia a dia dos brasileiros, como televisores, celulares, motocicletas, computadores e eletrodomésticos. Com validade garantida até 2073 e respaldo na Constituição Federal, a Zona Franca segue como um dos principais pilares econômicos do Amazonas, combinando geração de empregos com desenvolvimento industrial em plena região amazônica. O modelo, inclusive, é garantido pela Constituição Federal de 1988 e também está no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, um documento que contém regras de transição do texto constitucional antigo para o atual. A importância da Zona Franca de Manaus para o desenvolvimento da Amazônia

  4. O Pará está entre os estados com as maiores taxas de informalidade do Brasil, com mais de 56% dos trabalhadores atuando sem carteira assinada ou proteção trabalhista, segundo dados do IBGE com base na PNAD Contínua de 2025. Nesse cenário, atividades como comércio, serviços e trabalho por conta própria concentram grande parte das ocupações. Na prática, isso significa jornadas longas, renda que depende do movimento do dia e ausência de garantias como férias, 13º salário e aposentadoria. Por outro lado, também representa autonomia, possibilidade de organizar o próprio horário e, em muitos casos, a principal porta de entrada para sustentar a família. É nesse equilíbrio entre esforço, risco e independência que se constrói o trabalho de grande parte dos paraenses. Dados do DIEESE/PA, com base na PNAD Contínua do IBGE (4º trimestre de 2025), mostram que 52,09% dos domicílios no Pará são chefiados por mulheres. Neste dia 1º de Maio, Dia do Trabalhadore, o g1 mostra histórias, rotina e sonhos de mulheres que sustentam suas famílias em feiras e ruas da Grande Belém. Osvaldina e a filha Fátima: boeiras do Ver o Peso Divulgação De mãe para filha No Ver-o-Peso, principal cartão postal de Belém, o trabalho muitas vezes começa dentro da própria família. Aos 55 anos, Maria Fátima da Silva Ferreira trabalha há 37 anos na feira, onde iniciou ainda adolescente, ao lado da mãe, Osvaldina. “Comecei a trabalhar aqui com 14 anos, porque minha mãe já trabalhava. Foi assim que tudo começou”, conta. Hoje à frente de um box de refeições, ela construiu toda a trajetória no mesmo espaço — e foi ali que garantiu o sustento da família. “O trabalho no Ver-o-Peso me ajudou a criar meus filhos. Foi daqui que saiu tudo.” A rotina começa cedo e termina só no fim da tarde. “Eu chego 6h, vou atrás do peixe, abro o box, limpo tudo e começo a fazer o arroz e o feijão”, relata. São mais de 11 horas de trabalho por dia — e a jornada não termina quando ela deixa a feira. “A gente trabalha aqui e depois trabalha em casa também.” Mesmo com o esforço, ela fala do trabalho com orgulho. “O Ver-o-Peso é minha casa. Foi aqui que eu consegui minha casa, criei meus filhos e minha independência.” Sem rotina fixa de descanso, ela conta que trabalha todos os dias e, expecionalmente, tira um dia de folga. “Tinha que ser o Dia das Trabalhadoras.” Maria Elisete Souza da Silva Brito, de 47 anos Felipe Pamplona Trabalho doméstico: renda essencial, mas sem garantia A realidade de muitas mulheres no estado também aparece no trabalho doméstico, uma das ocupações mais marcadas pela informalidade. No Pará, cerca de 196 mil pessoas trabalham como domésticas, e 85,2% não têm carteira assinada, segundo estudo do DIEESE/PA com base na PNAD Contínua (4º trimestre de 2025) . Entre elas está Maria Elisete Souza da Silva Brito, de 47 anos, moradora de Ananindeua, que trabalha como diarista em diferentes casas ao longo da semana. “Já trabalhei de carteira assinada, mas pra mim ficou mais flexível trabalhar como diarista”, conta. A flexibilidade, no entanto, não significa estabilidade. “É a minha principal fonte de renda. Mas não dá pra sustentar uma casa só com isso.” A rotina começa antes do amanhecer. “Minha rotina começa por volta de 5h30. Eu levanto, tomo café, preparo a criança pra escola e depois vou trabalhar.” Ao longo da semana, ela alterna jornadas, trabalhando em uma casa em alguns dias e fazendo dois turnos em outros. Para dar conta da rotina, pedala mais de uma hora todos os dias, do bairro do Jaderlândia, em Ananindeua, até o centro de Belém. Para chegar aos trabalhos, enfrenta o trânsito diariamente sobre duas rodas. “O que eu gostaria que mudasse para melhorar de verdade a minha rotina era que houvesse mais respeito dos motoristas com os ciclistas. O trânsito é muito pesado, e a gente precisa andar devagar por segurança. Isso acaba fazendo a gente chegar atrasado no trabalho.” Depois de um dia inteiro fora, o trabalho continua em casa. “É complicado passar o dia fora, chegar e ainda cuidar de tudo, mas eu tenho a ajuda da minha filha. Ela é meu porto seguro.” Silvana Viana Borges, de 53 anos, taxista Arquivo pessoal Maternidade e informalidade Fora das feiras e das casas, a informalidade também se impõe nas ruas da cidade. “Minha rotina é bastante exaustiva. Trabalho à noite com clientes da cooperativa e particulares. Depois sigo com o trabalho em casa, limpando, lavando, cozinhando e organizando”, conta a taxista Silvana Viana Borges, de 53 anos. Há 16 anos na profissão, ela depende exclusivamente da atividade para sustentar a família. “Com o nascimento do meu filho, tive uma motivação a mais pra entrar nesse trabalho, por ter alguma flexibilidade de horário”, diz. A entrada na profissão também exigiu adaptação. “No começo houve resistência, porque era uma profissão muito masculina. Mas fui me adaptando e construindo minha clientela.” Desde então, a renda vem do próprio esforço diário. “Dá pra viver, mas com muito esforço, dedicação e sacrifício.” VÍDEOS com as principais notícias do Pará

  5. ID: 14567003 (DESPUBLICADO) Embora o show de Shakira neste sábado (2) em Copacabana seja gratuito, há quem prefira pagar — e caro — para assistir à apresentação com mais conforto, exclusividade e segurança. Para esse público, a opção é ser convidado para festas de frente para o mar ou desembolsar um bom dinheiro para curtir o evento de algum hotel na orla. Suítes de frente para o palco viraram uma espécie de camarote, com vista direta para o show e som limpo, transformando um evento aberto em uma experiência de luxo. O luxo do luxo é, claro, ficar no Copacabana Palace, junto com a própria Shakira. Ao lado do palco, o hotel tem diárias de frente para o mar, em dias comuns, acima de R$ 6 mil. O preço para sábado (2) não é informado no site, por já estar com lotação máxima. Terraço de hotel virou área VIP para os eventos de 'Todo mundo no Rio' Divulgação/Porto Bay Um pouco à frente do Copa Palace, estão o PortoBay e o Hotel Atlântico Praia, também com lotação máxima nas suítes de frente para o mar. As outras opções com vista frontal para o palco ficam após a Avenida Princesa Isabel, já no Leme. O PortoBay, na esquina da Rua Duvivier, fica a cerca de 300 metros do palco. Algumas suítes têm visão direta da estrutura montada na areia. Dá para curtir sem sair do quarto. As diárias variaram de R$ 6 mil a R$ 8 mil nos quartos de frente para o mar. Segundo o gerente comercial, Jonas Calazans, a procura por esse tipo de acomodação cresce a cada edição. “A nossa vista é o grande diferencial. Há categorias em que o hóspede consegue assistir ao show inteiro sem sair do quarto — é quase como ter um show particular”, afirma. O interesse começou ainda na primeira edição do projeto, com Madonna, e só aumentou nos anos seguintes, com Lady Gaga e agora Shakira. “Desde a estreia, a procura só cresce. A cada ano, temos mais hóspedes e maior receita, tanto de brasileiros quanto de estrangeiros”, diz. Vista sem obstáculos Os quartos mais disputados ficam nos andares superiores. No nono andar, por exemplo, a vista é panorâmica, sem interferências de árvores ou construções. “Não há nada à frente. É uma visão completamente aberta do palco. Além disso, o som chega limpo, sem atraso. Em andares muito altos ou mais distantes, pode haver delay”, explica. Para muitos hóspedes, a vantagem é poder escolher entre descer para a praia ou acompanhar tudo do hotel. “Tem quem queira sentir a energia da multidão na areia. Outros preferem ver tudo com mais conforto e tranquilidade”, afirma. Cobertura com piscina e acesso pago para não hóspedes Além dos quartos, a cobertura do hotel — com piscina e vista frontal para o palco — também se tornou um ponto disputado. O espaço é aberto a hóspedes e ao público externo, mediante ingresso. “Quem não está hospedado pode comprar acesso à cobertura. É um ambiente com vista privilegiada, segurança e controle de público”, diz. O valor é de R$ 500 por pessoa, com entrada a partir das 17h. Bebidas são cobradas à parte. O espaço comporta até 120 pessoas, entre hóspedes e visitantes. Para o show de Shakira, o hotel prepara drinks temáticos, decoração especial e petiscos inspirados na artista, tanto na cobertura quanto nos quartos. Hotel cheio e turistas do Brasil e do exterior O PortoBay, com 117 quartos, está lotado para a data do evento. Diferentemente de edições anteriores, o público neste ano está mais equilibrado entre brasileiros e estrangeiros. “Temos cerca de 53% de brasileiros e 43% de estrangeiros. Normalmente, os estrangeiros eram maioria”, afirma Jonas. Entre os brasileiros, predominam visitantes do Sudeste. Já entre os estrangeiros, há turistas dos Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, França e países da América Latina, como Argentina, Colômbia, Chile e Paraguai. Impacto no turismo Para o setor hoteleiro, a estratégia de promover shows internacionais gratuitos em Copacabana tem impacto direto no turismo e na economia. “Copacabana é a imagem do Brasil para o mundo. Um evento desse porte coloca o Rio em evidência, movimenta o turismo e faz o dinheiro circular”, diz o gerente. Seja do quarto, da cobertura ou da areia, o show de Shakira reforça um fenômeno já conhecido na cidade: quando a música toma conta da orla, a vista vira protagonista — e passa a valer quase tanto quanto o próprio espetáculo.

  6. Assista ao Bom Dia ES Comece o dia bem informado com as notícias do Espírito Santo a partir das 6h.

  7. Jovem leva prédios tortos de Santos para dentro de jogo de videogame Alyson Monteiro transformou paisagens marcantes da infância na Baixada Santista, no litoral de São Paulo, em cenários do próprio jogo de videogame. Agora, as ruas de São Vicente e os famosos prédios tortos de Santos deixaram o mundo real para ganhar versões digitais. Conhecido na comunidade gamer como AlysonKoF, o morador da Área Continental de São Vicente lançará o "Alien Strike" na quinta-feira (7). No jogo indie, o usuário pode escolher entre quatro personagens para correr e atirar, com o objetivo de salvar o planeta Terra de uma invasão alienígena. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Alyson Monteiro leva prédios tortos de Santos para dentro de jogo de videogame Prefeitura de São Vicente/Divulgação e A Tribuna Jornal 🔎Indie é como são chamados os jogos eletrônicos independentes, que são desenvolvidos por uma equipe pequena, sem o aporte financeiro de uma grande desenvolvedora. "Trago para esse jogo a minha infância, os passeios no Centro de São Vicente, o antigo cinema Jangada, as pequenas lojas de games que vendiam cartuchos de Game Boy e Super Nintendo, as quais eu sempre visitava", contou Alyson. Alyson Monteiro criou um videogame em São Vicente, SP Prefeitura de São Vicente/Divulgação Como tudo começou? Ao conhecer o jogo de tiro futurista "Metroid: Samus Returns", Alyson descobriu uma vocação. Ele explicou ter decidido ir além de jogador e se tornar desenvolvedor após ficar impressionado com a estética e as sensações que os games lhe proporcionavam. "Encontrei um curso na internet, e ele foi minha porta de entrada para o desenvolvimento independente de jogos", lembrou Alyson, que teve a ideia de criar o "Alien Strike" durante as aulas. Alyson Monteiro criou um videogame em São Vicente, SP Prefeitura de São Vicente/Divulgação Processo de criação Alyson desenvolveu o jogo com um amigo, que não teve o nome divulgado. O objetivo era ter mecânicas instigantes, como "velocidade de gameplay, level design interessante e desafio na medida certa". Durante o processo, o desenvolvedor contou com o apoio da Nuntius Games, empresa responsável pelo marketing e publicação do jogo em diversas plataformas. Ele também participou do coletivo 13 Bit, um grupo que ajuda desenvolvedores independentes a tornar projetos em realidade. Alyson Monteiro criou um videogame em São Vicente, SP Prefeitura de São Vicente/Divulgação Prestes a lançar o jogo, Alyson convida quem gosta de videogames a conhecê-lo. "Deslize, pule e dispare em oito direções neste explosivo run e gun [correr e atirar] para até três jogadores. Troque armas em tempo real, ative especiais insanos e enfrente chefões alienígenas", finalizou. Prédios tortos Alyson Monteiro leva prédios tortos de Santos para dentro de jogo de videogame Reprodução/Instagram Mais de 300 prédios de Santos têm alguma inclinação. Não há risco aos moradores que vivem nos locais, mas também não há garantias, a longo prazo, de que as estruturas se mantenham estáveis. A inclinação dos prédios tem relação com as características do solo de Santos e as técnicas de fundação empregadas entre as décadas de 50 e 80. Infográfico mostra onde estão concentrados os prédios tortos e como é composto o solo na região. Arte/g1 VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

  8. Vereadores discutem nos bastidores de sessão da Câmara A vereadora Maria do Socorro Antunes de Mendonça (PSD) acusou o vereador Rodrigo Silva Pereira (PSDB) de ofendê-la na sala do café durante uma sessão ordinária na Câmara Municipal de Peruíbe, no litoral de São Paulo. O caso será investigado pela Polícia Civil. Segundo o boletim de ocorrência, obtido pelo g1, o caso ocorreu durante a 13ª Sessão Ordinária, na noite de terça-feira (29). Maria do Socorro relatou à polícia que pediu um aparte durante a fala de outro vereador para tratar do desaparecimento de valores na Câmara, citando que o caso teria ocorrido no período em que Rodrigo presidia a Casa. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Maria Do Socorro Antunes De Mendonça (PSD) (à esq.) registrou uma denúncia contra Rodrigo Silva Pereira (PSDB) (à dir.) Reprodução/Câmara de Peruíbe Após a manifestação no plenário, a vereadora afirmou que foi até a sala do café, uma área interna de uso comum. De acordo com o registro, Rodrigo teria ido atrás dela e, em tom de voz elevado, passado a ofendê-la com palavras como “louca”, “mentirosa”, “mau-caráter” e “desequilibrada”. Ainda segundo o relato, ele também teria dito que o governo não a queria na Câmara. O g1 entrou em contato com os vereadores envolvidos e com a Câmara Municipal, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Denúncia O boletim registrado por Maria aponta que a situação teria sido contida por outros parlamentares que estavam no local. Segundo o documento, a vereadora retornou ao plenário e citou a situação publicamente durante a sessão, que foi transmitida ao vivo (assista acima). O caso foi registrado como injúria na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da cidade. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que diligências seguem em andamento para esclarecer os fatos. Histórico O g1 noticiou, em abril de 2021, a condenação em primeira instância do vereador Rodrigo Silva Pereira (PSDB) a pagar indenização de R$ 7 mil a uma guia de turismo. À época, a defesa do político negou as acusações. Conforme divulgado, o caso ocorreu em março de 2019, durante uma conferência municipal de turismo. Na época, o político ocupava o cargo de secretário de Turismo da cidade. O evento reunia cerca de 30 participantes e tinha como objetivo eleger membros do Conselho Municipal de Turismo. De acordo com a ação, a guia de turismo afirmou ter sido ofendida, humilhada e constrangida em público. Entre as falas atribuídas ao então secretário está a de que ela “estava latindo demais”. VÍDEOS: G1 em 1 minuto Santos

  9. Registro, SP, participa de pesquisa que usa bromélias para avaliar a poluição Uma bromélia (Tillandsia usneoides) pendurada em uma árvore pode não ser apenas um simples arranjo. Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp) tem usado a planta para medir a poluição de 12 cidades brasileiras. Ao g1, a professora e doutora Natália Cristina de Oliveira, da Faculdade de Ciências da Unesp de Bauru (SP), explicou que a bromélia não absorve nutrientes do solo, então faz a captação diretamente da atmosfera. Por isso, a planta tem sido utilizada como um biomonitor natural da qualidade do ar. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. "Elas funcionam como 'filtros vivos' [...]. Isso permite mapear onde a poluição está mais concentrada e como ela se dispersa no território urbano, servindo como ferramenta ambiental para fomentar políticas públicas de equidade e promoção de saúde", afirmou a professora. Bromélia monitorando a qualidade do ar em Registro, SP Prefeitura de Registro/Divulgação Entenda como a bromélia é utilizada na prática, de acordo com Natália: 🌳No estudo, as plantas são expostas ao ar em regiões com diferentes condições socioeconômicas e históricos de urbanização. Por exemplo, a cidade de Registro (SP) recebeu 120 mudas, que começaram a ser retiradas na última terça-feira (28), após três meses de exposição (veja acima). 🌫️Conhecida como barba-de-velho, as bromélias têm pequenos tricomas, que são estruturas semelhantes a pelos. Durante a exposição, eles acumulam partículas e metais presentes na atmosfera, como chumbo, cobre e cádmio. 🔬Depois de alguns meses, as plantas são coletadas e analisadas em laboratório para identificar e quantificar esses contaminantes, que são extremamente tóxicos para a saúde humana e para a biodiversidade urbana. Bromélia monitorando a qualidade do ar em Registro, SP Rinaldo Rori/TV Tribuna O trabalho com as bromélias está sendo realizado nas cidades de Registro, Cubatão, São Paulo, São Carlos, São José dos Campos, Lorena, Campinas, Campo Grande, Maringá, Santarém, Arapiraca e Maceió. A iniciativa é do professor Maurício Lamano Ferreira, da Escola de Engenharia da USP. Objetivo do estudo Além da poluição do ar com as bromélias, os pesquisadores de universidades e prefeituras das cinco regiões do país coletam outros dados ambientais e de saúde, como arborização urbana via satélite, temperatura, risco de desastres, indicadores sociais e diagnóstico preditivo de doenças crônicas. "A ideia é simples: produzir conhecimento aplicado que ajude cidades a se tornarem mais saudáveis, resilientes ao clima e socialmente mais justas", afirmou Natália, listando os principais objetivos do estudo: ➡️Entender como o verde urbano mitiga poluição, calor, saúde e desigualdades; ➡️Testar no Brasil a regra 3 - 30 - 300, que consiste em garantir que cada pessoa veja pelo menos três árvores de sua casa, que cada bairro tenha ao menos 30% de cobertura arbórea, e que todos vivam a uma distância máxima de 300 metros de uma área verde; ➡️Identificar áreas historicamente mais vulneráveis, ambiental e socialmente; ➡️Apoiar a criação de políticas públicas mais eficazes e baseadas em ciência. Bromélias sendo ensacadas em Registro, SP Rinaldo Rori/TV Tribuna A professora destacou que os dados científicos serão usados para orientar as políticas públicas brasileiras. Ao longo do processo, os resultados são discutidos com gestores e sociedade, auxiliando o Plano Nacional de Arborização Urbana, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Resultados O projeto está em fase de coleta de dados em várias cidades, então os resultados finais ainda não estão consolidados. No entanto, a professora afirmou que as análises preliminares já mostram padrões consistentes e relevantes. "Por exemplo, em um dos estudos já conduzidos, observamos que áreas com menor cobertura vegetal apresentam maior ocorrência de doenças crônicas, como hipertensão e diabetes. Em contraste, bairros próximos a áreas verdes qualificadas tendem a apresentar menor carga dessas doenças", afirmou Natália, que é responsável pela parte de saúde do estudo. Bromélia monitorando a qualidade do ar em Registro, SP Rinaldo Rori/TV Tribuna Além disso, os resultados sugerem que existe um nível mínimo de arborização urbana necessário para proteger a saúde da população. De acordo com a doutora, esse valor está próximo de 30% de cobertura vegetal nos bairros, o que converge com recomendações internacionais recentes. "Em termos práticos, isso reforça uma ideia central do projeto: a vegetação urbana não deve ser vista apenas como elemento paisagístico, mas como uma infraestrutura essencial de saúde pública, especialmente em áreas mais vulneráveis", finalizou a professora. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

  10. Ícaro e Gilmar cantam clássicos sertanejos no palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar no palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar cantam clássicos sertanejos no palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar cantam clássicos sertanejos no palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar fazem noite de moda boa no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar cantam clássicos sertanejos no palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar cantam clássicos sertanejos no palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Fã canta com Ícaro e Gilmar no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar fazem noite de moda boa no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar cantam clássicos sertanejos no palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar no palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Fãs cantam com Ícaro e Gilmar no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Fãs curtem show de Ícaro e Gilmar no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Ícaro e Gilmar fazem noite de moda boa no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Leia mais notícias do Ribeirão Rodeo Music 2026 no g1

  11. Ícaro & Gilmar param show em Ribeirão Preto e gravam áudio para ajudar fã a reatar namoro Ícaro & Gilmar resolveram bancar o cupido na madrugada desta sexta-feira (1º) durante show no Ribeirão Rodeo Music 2026, em Ribeirão Preto (SP). No meio da apresentação, a dupla foi surpreendida com o relato de uma fã que revelou estar sofrendo por amor com o fim do namoro. O momento inusitado aconteceu quando Ícaro perguntou aos fãs quem havia terminado recentemente e estava sofrendo por amor. Uma mulher perto do palco chamou a atenção do cantor ao contar sua história e ele resolveu intervir. Ele pegou o celular dela e gravou um áudio para o ex-namorado pedindo pela reconciliação do casal, ao som de “Por Um Gole a Mais”, sucesso lançado por Bruno & Marrone em 2005. A julgar pela força da cantoria, com o refrão ecoando pelo Parque Permanente de Exposições, as chances da retomada do romance são grandes. A interação com o público continuou com a distribuição de autógrafos: chapéus e capinhas de celular foram arremessados ao palco e devolvidos assinados pelos artistas. FOTOS: Ícaro & Gilmar no Ribeirão Rodeo Music 2026 Ícaro e Gilmar fazem noite de moda boa no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Madrugada de moda boa "Já é sexta-feira. Quem fez, fez". Foi assim que Ícaro, da dupla com Gilmar, abriu o show que contagiou a arena do Ribeirão Rodeo Music. Com as músicas na ponta da língua do público, a apresentação ganhou força logo nos primeiros minutos. A vontade de fazer um show memorável era evidente em cada verso cantado. No repertório, “Não Me Esquecerás” e “Voltável” deram o tom de que a madrugada estava só começando. Mas foi ao som de “M de Mulher” que a arena cantou ainda mais alto e formou um mar de luzes com os celulares, a pedido da dupla. LEIA TAMBÉM: Matheus & Kauan estreiam nova turnê em Ribeirão com orquestra sinfônica no palco 'Meu manequim estava muito longe', diz Marrone sobre look que virou meme nas redes sociais Bruno gripado faz show ao lado de Marrone estiloso após virar meme com look Ícaro e Gilmar fazem noite de moda boa no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Típico do estilo Ícaro & Gilmar, o repertório mesclou sucessos autorais com clássicos do sertanejo, passando por hits eternizados nas vozes de Daniel, Jorge & Mateus, César Menotti & Fabiano, Maria Cecília & Rodolfo e Leonardo. Mostrando versatilidade, a dupla também abriu espaço para outros gêneros. Clássicos sertanejos dividiram o setlist com hits de Dilsinho e Ferrugem, todos adaptados a uma pegada marcada pelo romantismo característico de Ícaro & Gilmar. Teve espaço também para uma releitura de Jota Quest, com "Do Seu Lado", e "Anna Júlia", de Los Hermanos. No palco, a dupla relembrou a estreia no evento, em 2024, quando viu o sol nascendo no Parque Permanente de Exposições enquanto fazia churrasco. Neste ano, como terceira atração do line-up, a dupla se despediu antes do amanhecer, não sem uma promessa: “Ano que vem a gente amanhece com vocês aqui.” Ícaro e Gilmar fazem noite de moda boa no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Leia mais notícias do Ribeirão Rodeo Music 2026 no g1

  12. Entre os mais ávidos defensores das mensagens de voz, estão os mexicanos Getty Images via BBC Em agosto de 2013, o aplicativo de mensagens WhatsApp (que, hoje, é de propriedade da empresa Meta) fez um anúncio ao público. Eles apresentaram, com relativamente pouco alarde, as mensagens de voz, uma função que permite enviar um fragmento de áudio para familiares e amigos. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 "Sabemos que nada substitui o som da voz de um amigo ou familiar", declarou entusiasmadamente a empresa, naquele comunicado. Treze anos se passaram e receber um áudio de 10 minutos de um amigo, contando sobre uma complexa disputa familiar ou um drama no trabalho, é uma experiência que algumas pessoas adoram e outras detestam. Veja os vídeos em alta no g1: Vídeos em alta no g1 Em lugares como a Índia, o México, Hong Kong e os Emirados Árabes Unidos, as mensagens de voz quase se igualam em popularidade às mensagens de texto, como a forma preferida de comunicação eletrônica. Mas países como o Reino Unido não parecem ter absorvido totalmente a febre das mensagens de voz. O instituto YouGov divulgou em abril uma pesquisa envolvendo mais de 2,3 mil adultos britânicos. Ela revelou que as mensagens de voz se popularizaram ligeiramente no último ano, mas apenas 15% dos entrevistados se comunicam por áudio com regularidade (ou seja, várias vezes por semana). Tanto entre homens quanto mulheres, de todas as faixas etárias, incluindo a geração Z (os nascidos entre 1996 e 2012), as mensagens de voz foram o método de comunicação menos popular entre os britânicos entrevistados. Anteriormente, o YouGov já havia concluído que o Reino Unido é o país mais reticente em relação às mensagens de voz em um grupo de 17 nações, em sua maioria países ricos. Dentre os entrevistados, os que preferem enviar mensagens de texto para os seus contatos totalizaram 83%, enquanto apenas 4% se declararam partidários das mensagens de voz. A pesquisa do YouGov não incluiu o Brasil. Mas, em junho de 2024, o CEO (diretor-executivo) da Meta, Mark Zuckerberg, declarou que "os brasileiros enviam mais figurinhas, participam mais de enquetes e enviam quatro vezes mais mensagens de voz no WhatsApp do que qualquer outro país", segundo o portal G1. Mas por que as mensagens de voz geram tanta controvérsia? E por que elas tiveram tanto sucesso em alguns países, mas não conseguiram se consolidar no Reino Unido? Impulso para a felicidade Em 2011, pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, avaliaram as variações hormonais de um grupo de crianças ao receber ligações telefônicas dos seus pais, em comparação com mensagens de texto. O estudo revelou que os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, diminuíam quando eles ouviam a voz dos pais em uma ligação telefônica. Já a oxitocina, o hormônio relacionado à formação de relações positivas e vínculo afetivo, aumentava. A pesquisa analisou chamadas telefônicas, não mensagens de voz. Mas sua principal conclusão (sobre a importância de ouvir a voz de um ente querido) pode ser igualmente relevante. O psicólogo Seth Pollak participou do estudo de 2011. Ele afirma que valeria a pena repeti-lo, concentrando-se especificamente nas mensagens de voz. "Acredito que seria interessante incluir uma gravação, na qual você ouvirá alguém falando, mas sem necessariamente responder àquilo que está sendo dito", explicou ele. Seu palpite é que uma mensagem de voz pré-gravada provavelmente "terá menos impacto" emocional que uma ligação telefônica ao vivo, que nos permite responder em tempo real ao que estivermos ouvindo. Milhões de pessoas usam o WhatsApp em todo o mundo, mas uma das suas ferramentas gera controvérsias globais Samuel Boivin/NurPhoto via Getty Images Paralelamente, o psicólogo Martin Graff, da Universidade do Sul do País de Gales, no Reino Unido, pesquisa a comunicação online e afirma que as mensagens de voz podem oferecer formas de comunicação com maior carga emocional. "Acredito que isso se baseie, possivelmente, no que antes chamávamos de teoria da riqueza dos meios de comunicação", explica ele. "[Isso] significa que, se você enviar 'conteúdo multimídia enriquecido [ou seja, não apenas texto, mas também voz], você irá transmitir uma emoção, que poderia levar ao que chamamos de redução da incerteza. Com isso, ficaremos mais seguros em relação à pessoa com quem estamos falando." Por isso, não é de se estranhar que aplicativos de encontros, como Bumble, Happn e Grindr, incorporaram a função de mensagens de voz nos últimos anos. Mas por que, então, muitos britânicos continuam tão obstinados contra esta função? O país partidário das mensagens de voz Para a professora de sociologia Jessica Ringrose, do University College de Londres, talvez o estilo de comunicação dos britânicos seja mais reservado do que outras culturas. Ela explica que as mensagens de voz são atraentes "se você realmente gostar de falar e tiver esse componente comunicativo e até performático nos seus relacionamentos". Mas isso, de forma geral, não é comum na cultura britânica, que costuma ser considerada relativamente reservada em relação às emoções. "Vejo os britânicos certamente menos propensos a enviar mensagens de voz e mais breves nas suas interações", afirma a professora. Mas ela reconhece que "é difícil não cair em estereótipos ao comentar este assunto". Frente à falta de dados científicos atualizados, realizei minha própria pesquisa, pouco científica. Sou britânica de ascendência indiana, o que me dá uma perspectiva privilegiada sobre dois países com sentimentos radicalmente diferentes em relação às mensagens de voz. A Índia é um dos países que mais apreciam as mensagens de voz. A pesquisa de 2024 do YouGov revelou que 48% dos indianos consultados prefere receber mensagens de voz ou gosta de recebê-las tanto quanto as de texto, contra apenas 18% dos britânicos. Por isso, comecei questionando amigos e conhecidos no Reino Unido. O caso é que eu adoro as mensagens de voz. Mas sei que minha irmã Ramya fica irritada com elas. "Odeio as mensagens de voz porque são muito desequilibradas", explica ela. "Para quem envia a mensagem de voz, é muito fácil. É só pressionar o botão e sair falando sem parar. Mas quem a recebe... precisa prestar total atenção." "Você recebe uma mensagem de voz de seis minutos e não sabe se estão contando que a casa pegou fogo, se o gato morreu ou se estão apenas falando que o dia deles foi bom", exemplifica ela. Gyasi é um estagiário da geração Z que faz parte da minha equipe. Ele conta que as mensagens de voz, para ele, parecem "um pouco chatas", principalmente porque você precisa de fones de ouvido para escutá-las. Embora pareça contraditório, já que os jovens britânicos são os que mais usam as mensagens de voz, a mãe de Gyasi — Buzz, de 53 anos — declarou que elas são uma forma prática de colocar em dia uma ligação que estava pendente. Por outro lado, Daniela, de 30 anos, comentou que "as mensagens de voz me estressam um pouco, pois, depois que você as abre, é obrigado a ouvir até o fim". O repórter da BBC especializado em temas LGBT e de identidade, Josh Parry, talvez seja o maior defensor das mensagens de voz que conheço. Às vezes, suas mensagens chegam a durar 15 minutos (não é exagero). "Acredito que elas podem transmitir um contexto muito útil, quando você fala de alguma coisa", explica ele. "Você pode discutir as coisas de uma forma que, talvez, seja mais difícil de escrever e pode também transmitir nuances. E são muito práticas em relação às mensagens de texto quando levo os cachorros para passear. Outra amiga, Naomi, é designer e empresária. Ela disse que as mensagens de voz são úteis quando ela está com as mãos ocupadas. "Adoro mandar mensagens de voz quando estou ocupada", ela conta. "Quando tenho muitas coisas para fazer, se as crianças estiverem por perto e quando estou tentando fazer várias coisas ao mesmo tempo." "É uma boa forma de ficar um pouco mais conectada", afirma Naomi. O fator do idioma Na Índia, país dos meus ancestrais, quase a metade da população prefere as mensagens de voz ou, pelo menos, gosta tanto delas quanto das mensagens de texto. Isso significa que as mensagens de voz passaram a ser uma parte fundamental da comunicação no país. A filial indiana do WhatsApp lançou recentemente um anúncio de nove minutos, com apresentação impecável, contando a história de um casal recém-casado fictício em uma zona rural do país, que se apaixonou através das mensagens de voz. Mas, no outro lado do espectro, criminosos estariam preferindo enviar ameaças por mensagens de voz, não de texto. Alguns afirmam que tudo isso se deve ao idioma. Em culturas multilíngues, como a Índia, as mensagens de voz facilitam a mistura de idiomas. As pessoas que falam hinglish (como chamamos a mistura fluente de hindi e inglês) podem se comunicar com mais naturalidade falando do que escrevendo, por exemplo. A Índia é um dos países em que as pessoas tendem a usar mais as mensagens de voz para se comunicar nas redes sociais Getty Images via BBC Shreya é estudante universitária em Pune, no Estado indiano de Maharashtra, oeste da Índia. Ela conta que seu grupo de amigos usa principalmente as mensagens de voz "porque falamos muitos idiomas". "Assim, costumo alternar entre minha língua materna, o marati, e o inglês", ela conta. "Testei o teclado marati, mas é muito complicado de usar", segundo ela. Shreya conta que só conhece uma pessoa que usa o teclado marati para escrever: sua avó. Já Namratha tem 29 anos e mora em Khargar, perto de Mumbai, na costa oeste da Índia. Ela conta que, como as pessoas falam diversos idiomas no seu país, mas não sabem necessariamente ler e escrever em todos eles, as mensagens de voz facilitam a comunicação. "Eu posso saber o idioma deles, mas eles não têm conhecimento suficiente do meu para poderem escrever", explica ela. "Talvez eles saibam falar, mas não escrever." Mas algumas coisas realmente transcendem fronteiras, como a necessidade de fofocar. Shreya, por exemplo, conta que as mensagens de voz "também transmitem melhor a expressão... por isso, quando se trata de contar fofocas, o que esperamos é uma mensagem de voz". Existem poucas pesquisas na Índia a este respeito. Mas a professora de sociologia Kathryn Hardy, da Universidade Ashoka de Sonipat, no norte do país, acredita ser "muito plausível" que as mensagens de voz sejam particularmente populares entre as comunidades rurais e em regiões com menor nível de alfabetização. "Observamos como muitas tecnologias foram implantadas nas comunidades rurais de forma quase instantânea, exatamente porque elas não exigem que se saiba ler, nem escrever", explica ela. "Este parece ser o uso mais óbvio das mensagens de voz: eliminar o problema não só da alfabetização, mas também da fluência." Será que o idioma também pode ajudar a explicar a aversão britânica às mensagens de voz? Rory Sutherland, colunista da revista The Spectator, acredita que sim. "Na verdade, temos um idioma bastante eficiente", explica ele. "Em inglês, não é preciso digitar 16 letras para pedir desculpas, o que torna a comunicação escrita mais atraente." A diáspora É preciso também destacar a popularidade das mensagens de voz em países com grandes comunidades residindo no exterior. A Índia, por exemplo, tem a maior diáspora do mundo. São mais de 35 milhões de indianos e pessoas com origem no país vivendo fora da Índia e cerca de 2,5 milhões que se mudam para o exterior todos os anos. No México, 53% da população afirma que gosta de receber mensagens de voz. E o país também tem uma grande comunidade no exterior, principalmente nos Estados Unidos. Talvez as mensagens de voz ofereçam às pessoas que vivem em diferentes fusos horários a possibilidade de se manterem em contato de forma mais assincrônica que as ligações telefônicas, embora mais pessoal que as mensagens de texto. Hardy apoia esta teoria. Como norte-americana que mora na Índia há quase uma década, as mensagens de voz permitiram que seus filhos mantivessem o contato com os avós nos Estados Unidos. "Usamos mensagens de voz entre 10 e 20 vezes por semana", comenta ela. "Enviamos muitas." "Por isso, suspeito que pelo menos uma parte desse uso [na Índia] seja intergeracional ou se deva às longas distâncias e grandes diferenças de horário." Etiqueta e fofocas Ainda não sabemos se as mensagens de voz provocam aquele aumento de oxitocina observado no estudo de 2011, sobre as ligações telefônicas. E a conclusão de um eventual estudo a respeito, seja ela qual for, não mudará necessariamente a opinião pública. Rory Sutherland acredita que exista aqui uma questão de cortesia. "Talvez isso tenha a ver com o idioma inglês ou com as características britânicas, mas espero que ainda conservemos uma vaga noção do que seja a etiqueta", declarou ele. "Eu diria que gravar uma mensagem de cinco minutos é falta de cortesia em relação a quem recebe." De minha parte, não posso deixar de pensar que, como muitos de nós nos sentimos cada vez mais distantes, as pequenas gravações dos nossos amigos ocupam lugar importante e deveríamos considerá-las um tesouro. Como diz meu amigo Josh, "espero que elas nunca desapareçam. As nossas fofocas seriam muito menos interessantes se não houvesse as mensagens de voz."

  13. Portal de entrada à Campos do Jordão Carlos Santos/g1 Campos do Jordão deve receber cerca de 140 mil turistas durante o feriado do Dia do Trabalho, celebrado nesta sexta-feira (1º). Segundo a Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico, a taxa de ocupação da rede hoteleira deve ficar entre 85% e 90% ao longo do feriadão. A data é considerada estratégica para o setor turístico da cidade, que já começa a aquecer para a temporada de inverno, o período mais movimentado do ano na estância. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Com a queda nas temperaturas, típica do outono na Serra da Mantiqueira, a expectativa é de que o clima ameno ajude a atrair visitantes em busca de gastronomia e atrações turísticas. Vídeos em alta no g1 O feriado também funciona como um “termômetro” para o Corpus Christi, tradicionalmente um dos períodos de maior fluxo turístico em Campos do Jordão. Em 2026, o feriado de Corpus Christi será celebrado no dia 4 de junho, uma quinta-feira, o que deve garantir mais um feriado prolongado e aumentar a movimentação na cidade. Comércio, restaurantes e hotéis apostam no aumento do público para impulsionar o movimento econômico local antes do início oficial da alta temporada. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

  14. Homem tenta agredir outro com pá, mas desiste ao ver viatura da PM em Muriaé Uma ação da Polícia Militar impediu uma agressão entre dois homens durante um desentendimento em Muriaé. O caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (30), na Rua Professor Carvalho. Segundo a PM, os dois iniciaram uma discussão dentro de uma obra. Exaltado, um deles pegou uma pá para agredir o outro, que saiu para a rua. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Uma viatura passava pelo local bem no momento. Com a presença dos policiais, o homem desistiu de agredir a vítima.Imagens de câmeras de monitoramento, divulgadas pela polícia, mostram parte da ação. Assista acima. De acordo com a PM, ao notar a presença dos militares, o homem desistiu do golpe e recuou. Com a situação controlada, a vítima optou por “dispensar as providências penais e representações legais contra o autor no momento do atendimento”, segundo a Polícia Militar. A ocorrência foi classificada, em tese, como tentativa de lesão corporal. LEIA TAMBÉM Homem é preso em flagrante após furtar casa evacuada pela chuva em Juiz de Fora Andando a cavalo, jovem é flagrado dando tiros no meio da rua em Pequeri VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

  15. Pesquisa revela ideação suicida de quase 1 em cada 5 universitários Agência RBS Infelizmente, a sensação de encontrar estudantes universitários deprimidos deixou de ser exceção para se tornar parte do cotidiano acadêmico. Embora ainda menos frequentes, os casos de suicídio entre universitários têm aumentado nos últimos anos, acendendo um sinal de alerta importante para instituições de ensino e pesquisadores. A literatura científica tem mostrado de forma consistente que depressão e ideação suicida frequentemente caminham juntas. No entanto, esse não é um vínculo absoluto. A ideação suicida — isto é, pensamentos sobre morrer, sobre pôr fim à própria vida ou ferir-se — pode emergir mesmo na ausência de sintomas depressivos intensos. Esse dado, aparentemente paradoxal, revela um ponto crucial: outros fatores, para além da depressão, também participam desse fenômeno complexo. Foi a partir dessa lacuna que nós, pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), decidimos investigar, de forma mais ampla, os fatores associados à ideação suicida na comunidade acadêmica brasileira. Os resultados desse esforço acabam de ser publicados no periódico The Lancet Regional Health – Americas e oferecem uma visão mais abrangente e necessária sobre o tema. Muito além da depressão O objetivo central do estudo foi examinar fatores psicossociais de vulnerabilidade e proteção relacionados à ideação suicida, indo além da explicação tradicional centrada apenas na depressão. Para isso, analisamos diferentes dimensões da experiência humana, como sentimentos de solidão, otimismo, histórico de maus-tratos emocionais na infância e características demográficas. Essa abordagem mais integrada permite compreender a ideação suicida não como um fenômeno isolado, mas como resultado de múltiplas influências que se entrelaçam ao longo da vida. Ao fazer isso, acreditamos que nosso estudo contribui não apenas para o avanço científico, mas também para a criação de estratégias mais eficazes de identificação precoce e prevenção. Vídeos em alta no g1 Retrato da comunidade acadêmica A pesquisa contou com a participação de 3.828 pessoas, recrutadas por meio de e-mails, WhatsApp e redes sociais. A maioria dos respondentes era formada por mulheres (67,63%) e indivíduos brancos (66,74%), com predominância de jovens adultos entre 18 e 39 anos. Todas as informações demográficas foram autorrelatadas, seguindo categorias do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A categoria “negros”, por exemplo, incluiu tanto pessoas pretas quanto pardas. Além disso, os participantes informaram se já haviam recebido diagnóstico de transtornos mentais, como depressão, ansiedade ou transtorno bipolar. Esses dados ajudaram a compor um panorama mais completo da saúde mental da amostra. O estudo faz parte do projeto PSIcovidA, uma investigação longitudinal sobre saúde mental na comunidade acadêmica brasileira. Ao final da participação, todos os voluntários receberam orientações e contatos para apoio psicológico. Como medir o invisível: tecnologia e saúde mental Para analisar os dados, recorremos a ferramentas de aprendizado de máquina, capazes de identificar padrões complexos em grandes volumes de informação. O modelo escolhido foi o Multiple Kernel Learning _(MKL), já utilizado em estudos anteriores e conhecido por pela capacidade de integrar diferentes dados com acurácia e por permitir melhor interpretação dos resultados. Esse tipo de abordagem permite integrar diferentes variáveis, que incluem desde sintomas psicológicos até características demográficas, em um único modelo preditivo. No estudo, foram incluídas medidas de depressão, solidão, otimismo e experiências adversas na infância. A ideação suicida, por sua vez, foi avaliada por meio de uma pergunta direta sobre pensamentos de morte ou autolesão nas últimas duas semanas. Qualquer resposta diferente de “nenhuma vez” já era considerada um indicativo de risco, seguindo protocolos amplamente utilizados na literatura científica. Números preocupantes Os resultados revelaram que 18,86% dos participantes apresentaram ideação suicida, ou seja, quase um em cada cinco pessoas da amostra. Trata-se de um dado expressivo, que reforça a urgência de olhar com mais atenção para a saúde mental nas universidades. Os modelos de análise mostraram que é possível distinguir, com boa precisão, indivíduos com e sem ideação suicida. Como esperado, os sintomas depressivos foram os principais preditores. No entanto, eles não contaram toda a história. Outros fatores como otimismo, sentimentos de solidão e histórico de maus-tratos emocionais tiveram peso relevante na classificação, respondendo por cerca de metade da explicação do fenômeno. Dor e esperança: o equilíbrio entre risco e proteção Um dos achados mais interessantes diz respeito ao papel do otimismo. Diferentemente dos fatores de risco, ele apareceu com peso negativo no modelo — ou seja, quanto maior o nível de otimismo, menor a probabilidade de ideação suicida. Esse resultado sugere que o otimismo funciona como um importante fator de proteção. Pessoas que tendem a enxergar o futuro de forma mais positiva parecem estar mais protegidas contra pensamentos suicidas, mesmo diante de dificuldades. Essas conclusões dialogam com a chamada teoria dos três passos do suicídio, que propõe que a ideação suicida surge da combinação entre dor psicológica e desesperança. Nesse contexto, fatores como solidão e maus-tratos emocionais na infância contribuem para a dor, enquanto o otimismo atua como um amortecedor contra a desesperança. MEC proíbe educação à distância (EAD) em Direito e em outras 4 graduações Marcas da infância que atravessam o tempo Outro ponto relevante foi o impacto dos maus-tratos emocionais na infância. Experiências como abuso e negligência emocional responderam por cerca de 22% do peso total no modelo. Um valor expressivo e preocupante. Esses achados reforçam evidências já conhecidas: vivências adversas na infância podem deixar marcas duradouras na saúde mental. Em nosso estudo, sentimentos como “ter sido uma criança indesejada” ou “ter sofrido abuso emocional” estiveram fortemente associados à ideação suicida. Mesmo quando os sintomas depressivos são considerados, essas experiências continuam exercendo influência, mostrando que o passado emocional pode moldar profundamente a forma como lidamos com o sofrimento no presente. Solidão: o risco silencioso A solidão também apareceu como um fator relevante, ainda que com peso moderado. A sensação de falta de companhia, mais do que o isolamento físico em si, foi um dos indicadores mais importantes. Estudos anteriores já apontam que a solidão está associada à ideação suicida em diferentes populações, inclusive entre estudantes brasileiros. Ela pode intensificar o sofrimento emocional e aumentar a sensação de desconexão, tornando o indivíduo mais vulnerável. Ao mesmo tempo, a solidão desperta o desejo de pertencimento — um paradoxo que evidencia a importância de estratégias que fortaleçam vínculos sociais e reduzam o sentimento de ser um fardo para os outros. O que fazer com esses achados? Os resultados do estudo apontam para uma conclusão clara: não é suficiente olhar apenas para a depressão ao avaliar o risco de ideação suicida. É preciso adotar uma abordagem mais ampla, que considere múltiplos fatores emocionais, sociais e biográficos. Isso tem implicações diretas para políticas de saúde mental nas universidades. Protocolos de rastreamento mais completos, intervenções que promovam otimismo e pertencimento, e ações de apoio psicológico podem fazer diferença. Ao mesmo tempo, é importante reconhecer os limites do estudo. As principais são o delineamento transversal, que impede estabelecer relações causais, e a limitada generalização dos achados, em função da amostra acadêmica e do contexto específico da pandemia. Além disto, a maioria das pesquisas ainda se concentra em países de alta renda, e os resultados podem variar em diferentes contextos culturais. Portanto, investigar a realidade brasileira representa um passo fundamental. No fim das contas, o que este estudo revela é algo profundamente humano: o sofrimento psíquico não tem uma única causa. E, portanto, também não terá uma única solução. Compreender a ideação suicida exige escutar histórias, reconhecer vulnerabilidades e, sobretudo, identificar caminhos de proteção. Entre eles, talvez um dos mais poderosos seja justamente aquele que o estudo destacou: a capacidade de ainda esperar que coisas boas possam acontecer. **Participaram da produção deste estudo os seguintes pesquisadores: Priscila Maria de Oliveira da Fonseca (Uerj), Débora Christina Muchaluat Saade (UFF), Isabel de Paula Antunes David (UFF), Eliane Volchan (UFRJ), Fátima Erthal (UFRJ). **A pesquisa que provocou este artigo contou com financiamento da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). *Orlando Fernandes Junior recebe financiamento da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). *Arthur V. Machado recebe financiamento da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). *Letícia de Oliveira recebe financiamento da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). *Liana Portugal recebe financiamento da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). *Mirtes Garcia Pereira recebe financiamento da FAPERJ, CNPq e CAPES

  16. Suspeito afirmou morar em Istambul, na Turquia, e afirmou que viria ao Brasil para encontrá-la em Uberaba, trazendo uma grande quantia em dinheiro Reprodução/TV Globo Uma mulher de 35 anos perdeu R$ 1 mil ao cair no “golpe do amor” em Uberaba, no Triângulo Mineiro. O caso de estelionato foi registrado na segunda-feira (27), no bairro Residencial Zeca Mendes. Segundo a Polícia Militar (PM), a vítima contou que começou a conversar pelo WhatsApp com um homem que se apresentava como “Eric”. Ele disse que morava em Istambul, na Turquia, e que viria ao Brasil para encontrá-la em Uberaba, trazendo uma grande quantia em dinheiro. Durante as conversas, o suspeito convenceu a mulher a fazer dois pagamentos via Pix para supostamente custear a viagem. Ela transferiu R$ 500 no dia 27 de abril e outros R$ 500 no dia seguinte, totalizando R$ 1 mil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Pedido de mais dinheiro levantou suspeita Ainda conforme a vítima, após os primeiros depósitos, um segundo contato passou a enviar mensagens. O número, com código de área 61, de Brasília e região, pedia mais R$ 2 mil para “liberar” o suposto dinheiro que o homem traria do exterior. Nesse momento, a mulher desconfiou e percebeu que se tratava de um golpe. A vítima procurou a polícia, que registrou o caso como estelionato. Até o momento, ninguém foi preso. LEIA TAMBÉM: Brasileiras são suspeitas de aplicar 'golpe do amor' e extorquir R$ 1 milhão de pintor Pintor que levou 'golpe do amor' acreditava que namorada teria herança de R$ 200 milhões Idoso cai em 'golpe do amor' e envia dinheiro para falsa médica 'Anatomia' do golpe O "golpe do amor" funciona da seguinte maneira: Os criminosos criam perfis falsos com fotos e informações inventadas ou apropriadas de outras pessoas. Para atrair as vítimas, usam mensagens carinhosas e histórias envolventes. Com o tempo, ganham a confiança das vítimas, constituem um relacionamento a distância e passam a obter fotos, vídeos e informações que possam ser usadas no golpe. Estabelecida a relação e os meios de alavancagem, os criminosos começam a solicitar dinheiro, inventando situações de emergência ou planejando gastos para um futuro encontro presencial. Em alguns casos, passam a chantagear a vítima, ameaçando divulgar fotos e vídeos íntimos ou informações sensíveis se não houver o pagamento dos valores exigidos. Como se proteger O Ministério Público afirma que algumas ações são importantes para não cair no golpe. São elas: Autenticação de perfis ✅ Antes de se envolver, confirme a identidade do perfil com quem está conversando. Procure conhecidos, empregadores e/ou familiares da pessoa para confirmar se ela é realmente quem afirma ser. Proteção de privacidade️️ 🛡️ Limite o compartilhamento de informações pessoais sensíveis e proteja sua privacidade on-line. Não informa algo que possa ser usado contra você ou contra alguém que te conhece. Desconfie de histórias dramáticas 🎭 Fique atento a história mirabolantes, que causem pena ou exijam decisões urgentes. Preste atenção a comportamentos suspeitos. Cuidado ao enviar conteúdo íntimo 👀 O ideal é nunca enviar "nudes", imagens ou vídeos íntimos, pela internet. Posteriormente, criminosos podem usá-los para chantagear a vítima. Fui vítima, e agora? As vítimas do golpe devem seguir algumas orientações: Use as ferramentas de denúncia das redes sociais e os canais oficiais da polícia e do Ministério Público para reportar o crime. O Disque 127, da ouvidoria do MP, é uma opção. Jamais apague mensagens, pois os dados podem ser úteis para a investigação. Apresente os conteúdos das comunicações e informe as contas de redes sociais, e-mails e números de telefone utilizados pelos criminosos para que as autoridades possam identificá-los e localizá-los. ASSISTA: Suspeitos de estelionato são presos em Uberaba por golpes em Uberlândia Suspeitos de estelionato são presos em Uberaba por golpes em Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

  17. Dendê em sistema agroflorestal: projeto conquista produtores do Pará Um projeto inovador em Tomé-Açu (PA) está mudando a forma de produzir dendê ao apostar em sistemas agroflorestais que imitam a floresta. A iniciativa vem recuperando o solo, aumentando a produtividade em até 38% por planta e ainda atraindo o interesse da indústria de cosméticos (veja reportagem completa no vídeo acima). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 O azeite de dendê, muito conhecido por ser ingrediente essencial no acarajé baiano, é hoje o óleo vegetal mais consumido no mundo. Ele está presente em diversos produtos do dia a dia — de alimentos industrializados a cosméticos e até no biodiesel. Apesar disso, a cultura do dendê carrega uma imagem negativa no cenário internacional, principalmente por estar associada ao desmatamento no Sudeste Asiático. De onde vem o que eu como: chocolate No Pará, maior produtor brasileiro, esse cenário começa a mudar. Em Tomé-Açu, produtores estão adotando um modelo mais sustentável, baseado no Sistema Agroflorestal (SAF), que integra o cultivo do dendê com outras espécies. Diferente do monocultivo tradicional, o chamado “SAF Dendê” combina a palmeira com culturas como açaí, cacau e andiroba. A proposta é simples: reproduzir o funcionamento da floresta. Esse modelo diversificado não só melhora o equilíbrio ambiental como também reduz a dependência de insumos externos, tornando a produção mais resiliente e sustentável. Da crise à inovação A vocação agrícola de Tomé-Açu vem de longe, desde a chegada de imigrantes japoneses na década de 1920. Nos anos 1960, a região viveu o auge da produção de pimenta-do-reino, conhecida como “diamante negro”. Porém, o cultivo intensivo em monocultura acabou esgotando o solo, favorecendo o surgimento da fusariose, uma doença causada por fungo que devastou as plantações. Esse episódio levou os produtores a repensarem o modelo de produção. O dendê foi introduzido nos anos 1980, inicialmente também em monocultivo. Mas, com o tempo, os agricultores passaram a incorporar conhecimentos tradicionais da Amazônia, adotando sistemas mais diversificados. Atualmente, os resultados do sistema agroflorestal têm sido são expressivos: produção por planta: no monocultivo, cada planta produz em média 130 kg de cachos por ano; no SAF, esse número chega a 180 kg. recuperação do solo: em cerca de 17 anos, a camada de matéria orgânica aumentou de 5 cm para mais de 30 cm. valor de mercado: o dendê produzido nesse sistema pode alcançar preços entre 15% e 20% superiores ao convencional. Além disso, o próprio sistema passa a fornecer nutrientes naturalmente, reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos.

  18. Vista panorâmica de BH Lucas Franco/TV Globo O funcionamento dos serviços públicos de Belo Horizonte será alterado nesta sexta-feira (1º). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp Veja abaixo o que abre e fecha na capital mineira: 💉 Saúde Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Hospital Metropolitano Odilon Behrens, Central de Internação, Samu, Serviço de Urgência Psiquiátrica Noturno, Centros de Referência em Saúde Mental e laboratórios das UPAs: funcionam normalmente 24h. Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais: Funciona das 8h às 18h. Serviço de Atenção à Saúde do Viajante: funciona nesta segunda-feira das 8h às 17h, e fecha em 21 de abril. Centros de Saúde, Serviço de Atenção à Saúde do Viajante, Central de Atendimento a Liminares, Centros de Esterilização de Cães e Gatos, Laboratórios regionais e Central, Centros de Referência a Saúde do Trabalhador, Centro de Controle de Zoonoses, Laboratórios de Zoonoses, Academias da Cidade, Centros de Convivência, Centros de Especialidades Médicas, o Centro de Treinamento e Referência, os Centros de Testagem e Aconselhamento, as Unidades de Referência Secundária, Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem, o Centro Municipal de Oftalmologia, os Centros de Reabilitação e os Centros de Especialidades Odontológicas, Teleconsultas: não funcionam 🌲 Parques municipais e zoológico Zoológico e Jardim Botânico de Belo Horizonte: abertos nos dias 01/05, 02/05 e 03/05, das 8h às 17h (entrada até 16h). Aquário do Rio São Francisco (dentro do zoológico): abertos nos dias 01/05, 02/05 e 03/05, das 8h às 16h30 (entrada até 16h). Parque Municipal Américo Renné Giannetti, Parque Municipal Tião dos Santos, Parque Municipal Ursulina de Andrade Mello, Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado, Parque Municipal Monsenhor Expedito D'Ávila (Julien Rien) e Parque Municipal Ismael de Oliveira Fábregas: abertos nos dias 01/05, 02/05 e 03/05. (lista completa e horários disponíveis aqui). ✝️ Cemitérios públicos Cemitérios municipais: abertos das 7h às 17h, exclusivamente para realização e atendimento de velórios e sepultamentos. O plantão para agendamentos funciona das 7h às 18h. 🛏️ Assistência social Diretorias Regionais de Assistência Social (Dras), Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centro-Dia de Referência para as Pessoas com Deficiência, Centro-Dia de Referência para as Pessoas Idosas, Serviço de Atenção ao Migrante: não funcionam. Abrigos, Casas de Passagem, Residências Inclusivas, Repúblicas e Pós Alta Hospitalar: funcionam normalmente. Sepultamento gratuito: plantão, das 7h às 19h, na Rua Rio de Janeiro, 1187, 5º andar - Centro. O telefone é (31) 3277- 9834. 🏳️‍🌈 Direitos Humanos Conselho Tutelar: funciona normalmente, em regime de plantão centralizado, atendimento 24h, na Rua Rio de Janeiro, 1187 - 8º andar - Centro. Centro de Referência das Juventudes, Centros de Referência da Pessoa Idosa, Centro de Referência LGBT e Centro Especializado de Atendimento à Mulher: não funcionam. 🍽️ Segurança alimentar e nutricional Restaurantes Populares I, II, III e IV: restaurantes Populares I, II, III e IV funcionarão normalmente no dia 1° de maio com oferta de almoço exclusivamente à população em situação de rua, a partir das 12h. Refeitório Popular João Bosco Murta Lages (Câmara Municipal): não funcionará no dia 1º de maio. 🎭 Equipamentos culturais Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte e centros culturais: não funcionam. Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado: funcionamento normal (de terça-feira a sábado, das 9h às 17h). Casa do Baile: funcionamento normal de terça-feira a sábado, das 10h às 18h. Museu Casa Kubitschek: funcionamento normal de quarta a domingo, das 10h às 18h. Museu Histórico Abílio Barreto: funcionamento normal de quarta a domingo, das 10h às 18h. Museu da Imagem e do Som: funcionamento normal de terça-feira a sábado, das 10h às 18h. Museu da Moda de Belo Horizonte: funcionamento normal de quarta a sábado, das 10h às 18h. Às terças, o museu abre às 12h. Teatro Marília, Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/ Teatro Raul Belém Machado: sem programação nos dias 20 e 21 de abril. 🚌 Transporte público Ônibus municipais: o transporte coletivo vai operar no dia 1º com quadro de horário de feriado. 🗑️ Limpeza urbana Não haverá serviços de limpeza urbana. 🐶 Hospital veterinário Complexo Público Veterinário: não funciona. 💳 Comércio O comércio de Belo Horizonte, incluindo lojas e shoppings, está autorizado a funcionar nesta sexta-feira (1º). 📃 Outros serviços BH Resolve e Procon Municipal: não funcionam. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:

  19. Shakira manda beijo para fãs no Copacabana Palace Dilson Silva/AgNews Quem não aguenta a ansiedade pelo show de Shakira no sábado (2), em Copacabana, e já quer começar a festa, ou quem quer continuar a curtir depois da apresentação tem várias opções. O g1 separou algumas para os fãs da "Loba" montarem seus roteiros. Confira abaixo: Prés Baile da Cabra- Ritual pré Shakira Na sexta-feira (1º) ocorre a edição especial do Baile da Cabra – Ritual pré Shakira. O evento vai contar com o DJ Cabra Guaraná, Edmilson dos Teclados, Babi B2B Rafa Canholato e Letgabs. 📅 Quando? Sexta-feira (1º) 🕐 Horário: 22h 📍 Onde? Cordão do Bola Preta - R. da Relação, 03 - Lapa 💲 Quanto? A partir de R$ 25 no link. Pink Flamingo A Pink Flamingo preparou uma programação que conta com festas desde esta sexta (1) até quarta-feira (6). 📅 Quando? Vários 🕐 Horário: Vários📍 Onde? Pink Flamingo - Rua Raul Pompeia, 102 - Copacabana💲 Quanto? Vários, ingressos no link. Rio Pop Funk com Shakira Experience No Marina Rio Lounge, a primeira edição do Rio Pop Funk vai unir os dois ritmos e um set especial em homenagem a Shakira a sexta-feira (1). 📅 Quando? Sexta-feira (1) 🕐 Horário: 22h📍 Onde? Marina Rio Lounge - Rua Jardel Jércolis, 50💲 Quanto? A partir de R$ 50 no link Afters After oficial do Todo Mundo no Rio Depois do show de Shakira, ainda na Praia de Copacabana, o público vai poder contar com um show de drones, show do DJ Papatinho e da cantora Melody. 📅 Quando? Sábado (2) 🕐 Horário: 0h15 (madrugada de domingo)📍 Onde? Praia de Copacabana, altura do Hotel Copacabana Palace💲 Quanto? Gratuito LOCA! O Espaço Rampa, em Botafogo, recebe a festa LOCA! depois do show. O evento promete performances, brindes e DJs tocando todos os álbuns de Shakrira desde Magia, lançado em 1991, até Las Mujeres Ya No Lloran, lançado em 2024. 📅 Quando? Sábado (2) 🕐 Horário: 23h59📍 Onde? Espaço Rampa - Avenida Reporter Nestor Moreira, 42 Botafogo💲 Quanto? Um lote gratuito e depois a partir de R$ 30 + taxas antecipadamente no link, com preços subindo nos novos lotes Baila Baila O Club Substation, em Copacabana, promove a festa Baila Baila depois do show, com foco em ritmos latinos, com muito reggaeton, neoperreo, brasilidades, funk, salsa, merengue, bachata e pop latino. 📅 Quando? Sábado (2) 🕐 Horário: 23h📍 Onde? Club Subestation - Rua Siqueira Campos 143 - Copacabana💲 Quanto? Ingressos antecipados por a partir de R$ 50 no link. La Cueva Bar voltado para a comunidade LGBTQIAPN+ que funciona desde a década de 60 em Copacabana terá seu after para o show de Shakira, ao som de Pop, Electro , Brasilidades, Retrô e Dance. 📅 Quando? Sábado (2) 🕐 Horário: A partir das 22h📍 Onde? Boate La Cueva – R. Miguel Lemos, 51 – Copacabana💲 Quanto? A partir de R$ 44 no link. Tudo o que você precisa saber para assistir em casa o show da Shakira, em Copacabana

  20. Brasil sobe em ranking de liberdade de imprensa e ultrapassa os EUA pela 1ª vez Uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos pode alterar, na prática, quem consegue se eleger no país. Na quarta-feira (29), o tribunal esvaziou um dos principais instrumentos da Lei dos Direitos de Voto, legislação histórica criada para combater a discriminação racial nas eleições americanas. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A lei foi sancionada em 1965, no auge do movimento pelos direitos civis e após episódios de violência contra manifestantes negros. O objetivo era impedir que estados adotassem regras que dificultassem o voto de minorias raciais. Ao longo das décadas, a legislação ampliou a participação política de negros e latinos. O número de políticos negros eleitos, por exemplo, passou de cerca de 1.500 em 1970 para mais de 10 mil atualmente, segundo especialistas. A lei garantiu que comunidades minoritárias tivessem voz em decisões sobre saúde, educação e infraestrutura. Nos Estados Unidos, deputados são eleitos por distritos eleitorais, e não por sistema proporcional como no Brasil. Cada distrito escolhe um representante para a Câmara. Os mapas que determinam quais cidades e bairros pertencem a um determinado distrito são redesenhados periodicamente em um processo conhecido como "redistritamento". A definição desses limites pode influenciar diretamente o resultado das eleições. É comum, no entanto, que grupos políticos no poder manipulem os limites dos distritos para favorecer aliados e prejudicar opositores. A prática é conhecida como gerrymandering e costuma ocorrer de duas formas: concentrar eleitores de um grupo em poucos distritos; dividir esses eleitores entre vários distritos para reduzir sua força política. Na prática, isso pode impedir que minorias consigam eleger representantes mesmo quando formam parte significativa da população. O que mudou Mulher vota na eleição presidencial dos EUA de 2024 na escola Pittsburgh Manchester Quinn Glabicki/Reuters Um trecho da Lei dos Direitos de Voto permitia contestar mapas eleitorais que reduzissem o poder político de minorias. Com base nessa regra, estados foram obrigados a criar distritos nos quais eleitores negros ou latinos tivessem maioria suficiente para eleger candidatos de preferência. Foi o caso recente da Louisiana, que passou a ter um segundo distrito com maioria negra, ampliando a representação no Congresso. Agora, no entanto, a Suprema Corte mudou esse entendimento. A maioria conservadora decidiu que o uso do critério racial no desenho dos distritos pode ser inconstitucional e indicou que a lei deve ser aplicada apenas quando for comprovado que houve discriminação intencional. Isso, porém, é muito mais difícil de provar. Em voto divergente, a juíza Elena Kagan afirmou que a decisão cria uma barreira “quase intransponível” para provar a discriminação eleitoral. Especialistas avaliam que o julgamento abre espaço para mudanças no mapa político dos Estados Unidos. Isso porque, sem a proteção anterior: estados podem redesenhar distritos sem garantir representação de minorias; ações judiciais contra mapas eleitorais tendem a se tornar mais difíceis; comunidades negras e latinas podem perder cadeiras no Congresso e em assembleias estaduais. A decisão deve impactar a disputa política nacional. Distritos com mais eleitores negros ou latinos costumam votar no Partido Democrata, que se opõe ao presidente Donald Trump. Com mais liberdade para redesenhar mapas eleitorais, legisladores estaduais, principalmente em estados controlados por republicanos, podem tentar alterar distritos para obter vantagens em áreas dominadas por minorias. Organizações de direitos civis afirmam que os efeitos podem alcançar também eleições locais, como conselhos escolares e câmaras municipais. LEIA TAMBÉM Guerra dos mapas: a batalha política nos EUA que pode fortalecer ou enfraquecer Trump VÍDEOS: mais assistidos do g1

  21. Transporte por app em Fortaleza completa 10 anos com impactos na mobilidade. Era 14h de uma sexta-feira quando começaram a ser pedidas as primeiras corridas através de um aplicativo de transporte em Fortaleza. Desde então, uma década se passou de um serviço que transformou a mobilidade urbana da cidade. Disputas em meio à regularização, mudanças na estrutura da cidade e impacto no transporte público são alguns dos principais pontos envolvidos na atuação de um serviço que, hoje, é indispensável na capital. A Uber começou a operar em Fortaleza em 29 de abril de 2016, há 10 anos, com a modalidade UberX (exclusiva de carros) - que segue disponível. No ano seguinte, começou a operar a empresa 99 em na capital cearense, também com carros. Em junho de 2021, começaram a circular as motos da Uber na capital. Um ano depois, aconteceu a chegada da categoria 99 Moto. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp Esta é a primeira reportagem de uma série publicada pelo g1 que aborda os aspectos e impactos do serviço de corridas por aplicativos de transporte em Fortaleza ao longo de uma década. Transporte por app em Fortaleza completa 10 anos com impactos na mobilidade. Louise Anne Dutra/SVM A chegada dos aplicativos de transporte teve impacto direto na mobilidade urbana e na estrutura da cidade. Diminuição dos usuários de transporte público (também evidenciada pela pandemia de Covid-19), espaços dedicados a esses condutores e alterações urbanas estão entre as mudanças da última década. O serviço também trouxe oportunidades de ocupação a profissionais que buscavam formas alternativas de renda. A princípio, eram irregulares, pois não havia cobrança de impostos ou regras burocráticas a obedecer. Hoje, regularização e representação da categoria buscam garantir direito aos profissionais que ainda convivem com rotinas exaustivas de trabalho. Uma década depois, é impensável imaginar a mobilidade urbana de Fortaleza desconectada dos aplicativos de transporte. A efetivação da categoria na cidade, no entanto, encarou diversos obstáculos que passaram por insegurança pública e disputa de espaço com taxistas (regulares e piratas). Transporte por app em Fortaleza completa 10 anos com impactos na mobilidade. Louise Anne Dutra/SVM ‘Se torna viciante’ Evans Sousa é motorista por aplicativo em Fortaleza desde 2016. Fabiane de Paula/SVM Evans Sousa é motorista de aplicativo na capital desde setembro de 2016, então acompanhou de perto todas as mudanças no serviço. Engajado na categoria, hoje ele é presidente da Associação dos Motoristas de Aplicativo do Ceará (AMAP-CE). “Trabalhar com aplicativo se torna viciante. Você não consegue mais sair. Por quê? A maioria dos trabalhos, você tem que seguir aquele tempo, horário, carga horária. Você recebe só aquela quantidade por mês. E, com as chegadas do aplicativo em Fortaleza, te deu a possibilidade de você ganhar mais. O motorista se acostumou com aquilo, de fazer seu próprio valor, de fazer a sua carga horária. No começo, foi muito bom. Sendo totalmente diferente do que é hoje”, destacou. “O lado bom é que deu oportunidade de trabalho para muitas pessoas que não têm acesso a uma profissão. E, dentro do aplicativo, hoje pode ter um ganho maior e melhor do que um salário mínimo. Eu acho que, com essa possibilidade, [a gente] trabalha muito, mas abre esse leque para que uma pessoa comum possa sobreviver e se sustentar. Tem que ter disciplina, senão não consegue”, complementou Evans. Os aplicativos se tornaram a principal forma da fiscal ambiental Fernanda Araújo se locomover na cidade. “Atualmente eu uso aplicativos de transporte para basicamente tudo que eu vou fazer na minha vida. Para trabalho eu uso aplicativo de transporte, academia, às vezes para o mercado. Para tudo que eu puder usar, eu estou usando”, disse a jovem de 28 anos. Ela já foi usuária do transporte público na capital, mas, há seis anos, optou por usar exclusivamente os carros de aplicativo. “Quando eu andava de ônibus, era complicado porque eu ficava muito vulnerável na questão de segurança. Os ônibus não eram tão confortáveis, e ainda tem o tempo que a gente leva pra chegar no local específico que a gente quer. Então, o transporte por aplicativo acaba sendo mais viável e até mais confortável também”, destacou. Transporte por app em Fortaleza completa 10 anos com impactos na mobilidade. Louise Anne Dutra/SVM Saída da irregularidade Carros e motos por app em Fortaleza cumprem papel fundamental na mobilidade urbana. José Leomar/SVM O serviço das empresas como a Uber e 99 travou muitas batalhas até conseguir se consolidar como um elemento basilar da mobilidade urbana de Fortaleza. Novidade, com promessa de independência financeira desburocratizada, as plataformas de transporte paravam na desconfiança popular e nos conflitos com taxistas, que temiam perder espaço e clientes na capital. “Na chegada deles [aplicativos de transporte] em 2016, que o poder público fazia apreensões, porque não era regulamentado, então havia um grande embate: os aplicativos, principalmente o Uber, era a solução da vida do motorista, e o poder público era tido como o grande vilão”, lembrou George Dantas, presidente da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), órgão municipal responsável pela regulamentação da categoria. “Hoje em dia, isso mudou um pouco de figura, esse profissional já começa a observar o poder público como um grande parceiro. Ou, mesmo quando não um parceiro, mas alguém que o profissional deve buscar para atingir os seus objetivos”, comentou. Em 8 de junho de 2018, foi aprovada uma lei municipal que estabeleceu as regras para os aplicativos de mobilidade em Fortaleza. No mesmo ano, Uber e 99 regularizaram a situação com o poder público. “A regulamentação trouxe uma coisa positiva da documentação. Você saber que aquele motorista passou pela análise, é um motorista que foi verificado. Como o meu carro é vistoriado para poder prestar um bom serviço para o cliente. Antigamente, era qualquer carro, carro amassado, carro sujo. Hoje você tem que ter um padrão no carro. E a cada ano, esse carro passa pela vistoria”, explicou Evans Sousa. O presidente da Etufor afirmou que, “com a profissionalização, esses profissionais começaram a buscar os seus direitos. Lá atrás, basicamente, o direito que se mostrava era o direito de poder trabalhar. Existia dentro da categoria, que se formava muito aquele discurso da liberdade econômica, de que eu posso trabalhar de qualquer jeito, eu já tenho o meu carro e eu posso fazer. Hoje, com a profissionalização, essas pessoas já têm uma consciência muito maior do que é bom, do que é ruim”. Transporte por app em Fortaleza completa 10 anos com impactos na mobilidade. Louise Anne Dutra/SVM Evolução do serviço Regularização do serviço de transporte por aplicativos em Fortaleza aconteceu em 2018. Fabiane de Paula/SVM Fabrício Ribeiro, diretor de Operações da 99, apontou, entre as melhorias, a usabilidade dentro do app para o passageiro e também para o motorista. “Na área de segurança, a gente criou muito algoritmo que faz modelo preventivo e atua melhor na prevenção de incidentes. Os próprios algoritmos que fazem a precificação, campanhas para os usuários, etc, tudo isso avançou bastante”, disse. “Digamos que a gente estava lá dez anos atrás, com um modelo ainda muito mais rudimentar, meio arcaico. As coisas ainda eram geridas de maneira muito mais manual do que hoje. Então, melhorou bastante, tanto a experiência de produto quanto a inteligência do negócio. Fortaleza em si, junto com algumas cidades do Nordeste, foram cidades que nos últimos três anos a gente decidiu investir bem mais que a média”, explicou. “Isso inclui tanto preços mais baixos para o passageiro, mas também muito investimento de motorista para fazer mais campanha. Então, a gente opera com margem estruturalmente mais baixa, porque foi uma das cidades do Nordeste que a gente viu que tinha mais potencial de crescer”, destacou o representante da 99. Fabrício, inclusive, revelou que Fortaleza tem uma população de usuários do transporte por aplicativo maior que a média nacional. A região metropolitana da capital tem mais de 1 milhão de usuários da 99. “Tem gente que fala que a temperatura influencia um pouco, porque é mais calor, as pessoas querem viajar e andar mais de carro. Com certeza, o transporte público influencia, mas não dá para comparar exatamente o transporte público de uma cidade com a outra. Além disso, as pessoas se sentem mais seguras usando a plataforma. Então, tem diversos fatores que contribuem para isso”, explicou. A Uber informou, em nota, que a segurança é um compromisso prioritário. “O Brasil conta com o primeiro Centro de Desenvolvimento Tecnológico da empresa na América Latina, inaugurado em 2018. Em 2024, anunciamos um investimento de R$ 1 bilhão ao longo de cinco anos para a expansão dele”, disse a empresa. “Atualmente, contamos com 480 profissionais de tecnologia e esperamos alcançar 700 colaboradores até o final de 2025. Grande parte dos novos recursos de segurança que chegam ao aplicativo estão sendo desenvolvidos no país, com a participação de engenheiros e especialistas brasileiros”, complementou. Transporte por app em Fortaleza completa 10 anos com impactos na mobilidade. Louise Anne Dutra/SVM Mudanças na cidade Prefeitura de Fortaleza inaugurou "Paradinha", espaços destinados exclusivamente a condutores de app. Prefeitura de Fortaleza/Reprodução O grande fluxo de passageiros e a efetivação das plataformas de aplicativo na capital fizeram surgir necessidades de adaptação na cidade. Um exemplo é o espaço destinado a motoristas de aplicativo no Aeroporto Internacional de Fortaleza. O local já foi palco de diversos conflitos entre motoristas de aplicativo, taxistas e condutores irregulares. "O grande desafio de centros de mobilidade, como é o caso de aeroportos, é buscar organização e segurança na chegada e saída dos usuários. Pensando nisso, a Fraport Brasil decidiu setorizar os pontos de embarque e desembarque de passageiros, tornando o caminho de quem precisa mais fácil, buscando evitar aglomeração de pessoas e tornando o processo mais rápido e ágil”, disse Rodrigo Sousa, diretor comercial da Fraport Brasil. O crescimento do serviço das corridas por aplicativo em Fortaleza impactou também a dinâmica do transporte público da capital. Em 2025, Fortaleza registrou cerca de 520 mil passageiros utilizando o transporte público por dia, uma queda drástica em relação a 2015, quando esse número chegava a 1,15 milhão — conforme o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus). Em 2026, a capital inaugurou espaços inéditos dedicados exclusivamente aos condutores de aplicativo: as “Paradinhas”. A primeira Paradinha foi inaugurada no bairro Papicu, no viaduto da Avenida Engenheiro Santana Júnior com a Avenida Santos Dumont. A segunda está localizada sob o viaduto das avenidas Pontes Vieira e 13 de Maio, sobre a Avenida Aguanambi, no bairro de Fátima. Esta é exclusiva para motos e bicicletas. A Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) disse que a ampliação dos serviços por aplicativo trouxe novas dinâmicas para a mobilidade urbana. Com isso, o órgão tem aprimorado o planejamento viário com foco na otimização do tráfego e na segurança, adotando medidas como o reforço da sinalização, além da intensificação da fiscalização preventiva em pontos estratégicos. Já com relação à variação do fluxo de veículos, a AMC disse que está relacionada a diversos fatores, como o crescimento da frota, a retomada das atividades econômicas e mudanças no comportamento da população. “Embora existam indícios associados ao maior uso dos veículos particulares e redução do uso do transporte público, não é possível atribuir esse crescimento exclusivamente ao uso de aplicativos sem a realização de estudos específicos”, explicou o órgão municipal. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará Transporte por app em Fortaleza completa 10 anos com impactos na mobilidade.

  22. Show de Chico César, peça com com Marília Gabriela e o filho Theodoro e abertura do festival Recife Coffee Arte/g1 O primeiro fim de semana de maio tem, além do feriado do Dia do Trabalhador, uma programação diversificada no Grande Recife. Entre os destaques, estão a abertura do festival Recife Coffee, com o tradicional "café na rua" e show de Chico César. Outras opções são concerto no Parque da Tamarineira, com a Orquestra Rockfônica, as peças “A última entrevista”, com Marília Gabriela e seu filho Theodoro Cochrane, e “Nas selvas do Brazyl”, além do espetáculo infantil “Cacau e Lulu e o Manguebitinho”. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Confira, abaixo, o roteirão cultural do g1 com as dicas de diversão no Grande Recife: XII Festival Feijão de Ogum Exposição coletiva “Em obras” Cine Apipucos Abertura do Recife Coffee, com “Café na Rua” Show de Chico César Peça "Nas selvas do Brazyl" Exposição "Tempo" Exposição "Sobre águas" Arrastão de frevo com a troça Dom Juan do Monte Show "Cacau e Lulu e o Manguebitinho" Concerto no Parque, com Orquestra Rockfônica Espetáculo "Vento forte para água e sabão" Peça "A última entrevista", com Marília Gabriela e filho Theodoro Exposição "Ancestralidade pulsante" Exposição "Querência" Exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa” Exposição “Tereza Costa Rêgo - Sem Concessões” Exposição "Dura Naturalia" Exposição "Tempo" Exposição “Manto dos Campeões: Lendas da Copa” Exposição “Escolas do Barro” Exposição "A cor que habita o ser" Veja os vídeos que estão em alta no g1 Dia do Trabalhador no Sesc Sesc Casa Amarela fica na Zona Norte do Recife Sesc PE/Divulgação O Sesc em Pernambuco realiza diversas atividades recreativas em quatro unidades. No Sesc Casa Amarela, fica disponível a estrutura do parque aquático, com bingo, além de show do grupo Pagodão Tipo 3. Já no Sesc Piedade, a cantora Andreia Luiza apresenta clássicos do samba. Há também serviço de massagem, bazar, bingo, desafios e atividades recreativas diversas, incluindo acesso ao parque aquático da unidade. Em São Lourenço da Mata, a programação conta com parque aquático, brinquedos infláveis, torneio de dominó, quiz temático e outras brincadeiras. A programação musical é com Dayse Trajano e Mayara Dias. Em Goiana, as atrações são os cantores Júnior Lima, com repertório eclético, e Dudu Soluê, com samba. A programação conta, ainda, com atividades para todas as idades, como parque aquático da unidade e parque inflável. 💪 Dia do Trabalhador no Sesc 🗓️ Sexta-feira (1º) Casa Amarela ⏰ Das 9h às 15h 📍 Sesc Casa Amarela: Av. Norte Miguel Arraes de Alencar, 4490, Mangabeira - Recife 🎟️ R$ 9 para comerciários e R$ 18 para o público geral Piedade ⏰ Das 9h às 15h 📍 Sesc Piedade: R. Goiana, 40,Candeias - Jaboatão dos Guararapes 🎟️ R$ 12 para comerciários e R$ 22 para o público geral São Lourenço da Mata ⏰ Das 10h às 15h 📍 Sesc Ler São Lourenço da Mata: Av. das Pêras, 56, Tiuma - São Lourenço da Mata 🎟️ R$ 13 para comerciários e R$ 23 para o público geral Goiana ⏰ Das 10h às 17h 📍 Sesc Ler Goiana: R. Josias de Albuquerque, s/n, Centro - Goiana 🎟️ R$ 10 para comerciários e R$ 20 para o público geral ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Festival Feijão de Ogum Afoxé Omô Nilê Ogunjá em cortejo no Bairro do Recife Kayo na real/Divulgação O Afoxé Omô Nilê Ogunjá realiza o 12º Festival Feijão de Ogum. O evento, que é aberto ao público, acontece desde 2013 para celebrar o mês dedicado a Ogum. A programação inclui partilha da feijoada sagrada, cortejo do afoxé e shows com o Grupo Bongar, roda de samba com Andreia Luiza, Edún Àrá Sangô e Afoxé Oyá Alaxé. 🥘 Festival Feijão de Ogum ⏰ Sexta-feira (1º), a partir das 12h 📍Sede do Afoxé Omô Nilê Ogunjá: R. Fernandes Belo, 202, Ibura - Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição coletiva “Em obras” A exposição coletiva “Em obras” reúne 26 artistas em uma proposta que relaciona arte, trabalho e direitos. A mostra apresenta obras em diferentes linguagens, como pintura, escultura, desenho, grafite e intervenções, abordando temas como sustento, dignidade, organização social e condições de trabalho. 🖼️ Exposição coletiva “Em obras” ⏰ Abertura nesta sexta-feira (1º), às 17h 📍Casa do Cachorro Preto: Rua Treze de Maio, 99, Sítio Histórico - Olinda 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Cine Apipucos Projeto Cine Apipucos promove sessões ao ar livre na Zona Norte do Recife Reprodução/TV Globo Com a mostra itinerante “A Cinemateca é Brasileira”, dedicada ao cinema nacional, o “Cine Apipucos” oferece uma programação especial e gratuita de filmes ao ar livre. O público também pode aproveitar a “Cine Feira”, com opções de lanches no local. 🎥 Cine Apipucos ⏰ Confira programação: Sexta-feira (1º), às 19h30: “São Bernardo” (114 min, 10 anos) Sábado (2), às 18h: “Que Horas Ela Volta?” (114 min, 12 anos) Domingo (3), às 16h30: “Candinho” (1954, 95 min, 10 anos) 📍 Parque Apipucos: Rua de Apipucos, s/n, Apipucos - Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Abertura do Recife Coffee, com “Café na Rua” Sugestão do barista do Olinda Café Filipe Ramos/Divulgação Abrindo a programação do Recife Coffee, o evento “Café na Rua” acontece no Recife Antigo com degustações gratuitas e atividades culturais. Em sua 11ª edição, o festival reúne 34 cafeterias do Recife, de Olinda e de Gravatá, no Agreste. Realizado pela Associação de Cafeterias de Especialidades de Pernambuco (Ascape), a iniciativa promove a cultura dos cafés especiais por meio das “Sugestões dos Baristas”, combinações de café, salgado e sobremesa oferecidas em todos os estabelecimentos participantes. ☕ Recife Coffee ⏰ Abertura no sábado (2), das 9h às 17h, na Av. Rio Branco, no Recife Antigo. Período do festival: de domingo (3) a 7 de junho 🎟️ R$ 44,90 (café + salgado + sobremesa) ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Show de Chico César Chico César faz show de lançamento no Recife com o disco “FOFO” Sil Ribas/Divulgação Chico César faz show de lançamento de seu novo disco “FOFO”. O 11º álbum da carreira do cantor e compositor paraibano reúne 16 faixas inéditas, compostas em sua juventude, com destaque para parcerias com Pedro Osmar, Paulo Ró e a escritora Chimamanda Ngozi Adichie. O álbum “FOFO”, ainda sem data de lançamento, chega em formato voz e violão, assim como “Aos Vivos” (1995), que marcou a estreia de Chico César. 🎤 Show de Chico César ⏰ Sábado (2), às 20h 📍Teatro do Parque: Rua do Hospício, 81, Boa Vista - Recife 🎟️ A partir de R$ 110, à venda na internet ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Peça "Nas selvas do Brazyl" Gustavo Gasparani e Isio Ghelman protagonizam a peça Nas Selvas do Brazyl. Nil Canindé/Divulgação A peça “Nas Selvas do Brazyl” chega ao Recife com duas apresentações, resgatando a história da Expedição Roosevelt-Rondon, realizada no início do século 20 na Amazônia. Em cena, os atores Gustavo Gasparani e Isio Ghelman interpretam o encontro entre o ex-presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt e o marechal Cândido Rondon, misturando passado e presente para refletir sobre colonização, meio ambiente e mudanças climáticas. O espetáculo tem idealização de Gustavo Gasparani, dramaturgia de Pedro Kosovski e direção de Daniel Herz. 🎤 Peça "Nas selvas do Brazyl" ⏰ Sábado (2), às 20h, e domingo (3), às 19h 📍Teatro Luiz Mendonça: Avenida Boa Viagem, s/n, Boa Viagem - Recife 🎟️ A partir de R$ 60, à venda na internet ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição "Sobre águas" Exposição 'Sobre Águas' Kaline Araújo/Divulgação A exposição “Sobre águas”, da artista Vera Reichert, entra em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco, reunindo mais de 100 obras que exploram a água como elemento central. A mostra reúne fotografia, vídeo, pintura e instalações em uma proposta sensorial sobre memória, natureza e meio ambiente. 🌊 Exposição “Sobre águas” ⏰ Visitação até 3 de maio, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sábados e domingos das 14h às 17h. 📍Museu do Estado de Pernambuco (Mepe): Avenida Rui Barbosa, 960, Graças - Recife 🎟️ Entrada gratuita ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Arrastão de frevo com a troça Dom Juan do Monte Arrastão de frevo no Recife tem Troça Carnavalesca Mista Dom Juan do Monte Kleberton Santana/Divulgação O Paço do Frevo realiza mais uma edição do Arrastão do Frevo, com participação da Troça Carnavalesca Mista Dom Juan do Monte, de Olinda. O cortejo reúne grupos culturais, como os Clarins de Olinda, Reais Palhaços de Olinda, Companhia de Dança Frevança e Orquestra do Maestro Oséas, e percorre ruas do Recife Antigo celebrando a tradição do frevo. 🎉 Arrastão de frevo com a troça Dom Juan do Monte ⏰ Domingo (3), com concentração às 15h30 e desfile às 16h 📍Paço do Frevo: Praça do Arsenal da Marinha, 91, Bairro do Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Show "Cacau e Lulu e o Manguebitinho" Lulu Araújo e Cláudia Soul apresentam o espetáculo infantil 'Cacau e Lulu e o Manguebitinho' Andréa Rêgo Barros/Divulgação Lulu Araújo e Cláudia Soul apresentam o show infantil “Cacau e Lulu e o Manguebitinho”, que celebra o movimento Manguebeat e suas referências na música pernambucana. O espetáculo traz releituras de clássicos de bandas como Nação Zumbi e Mundo Livre, além de músicas infantis. 🦀 Show "Cacau e Lulu e o Manguebitinho" ⏰ Domingo (3), às 16h 📍Teatro do Parque: Rua do Hospício, 81, Boa Vista - Recife 🎟️ A partir de R$ 15, à venda na internet ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Espetáculo "Vento forte para água e sabão" “Vento forte para água e sabão” celebra dez anos de sucesso Rogério Alves/Divulgação O espetáculo infantil “Vento forte para água e sabão”, da Companhia Fiandeiros de Teatro, celebra dez anos em cartaz com nova temporada no Recife. A montagem conta a história da amizade entre uma bolha de sabão e uma rajada de vento, abordando temas como medo, coragem e despedidas. 🎭 Espetáculo "Vento forte para água e sabão" ⏰ Todos os domingos de maio, às 16h 📍Teatro André Filho | Espaço Fiandeiros: Rua da Saudade, 240, Boa Vista - Recife 🎟️ R$ 20 (meia) e R$ 40 (inteira), à venda na internet ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Concerto no Parque, com Orquestra Rockfônica Parque da Tamarineira, na Zona Norte do Recife Hélia Scheppa/ PCR O Parque da Tamarineira recebe o “Concerto no Parque”, iniciativa da prefeitura do Recife, com apresentação da Orquestra Rockfônica. A ação une música erudita e popular em versões instrumentais. O repertório reúne clássicos internacionais, sucessos contemporâneos e obras da música brasileira e regional, como “Cinema Paradiso”, de Ennio Morricone, “Viva La Vida”, da banda Coldplay, e “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. 🎭 Concerto no Parque, com Orquestra Rockfônica ⏰ Domingo (3), às 16h30 📍Parque da Tamarineira: Avenida Conselheiro Rosa e Silva, 2130, Tamarineira - Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Peça "A última entrevista", com Marília Gabriela e filho Theodoro Peça 'A última entrevista', com Marília Gabriela e filho Theodoro Cochrane Bob Wolfenson/Divulgação A peça “A Última Entrevista”, com Marília Gabriela e Theodoro Cochrane, acompanha mãe e filho em uma entrevista ao vivo que mistura ficção e realidade. O espetáculo, escrito por Michelle Ferreira e dirigido por Bruno Guida, aborda temas como feminismo, conflitos geracionais, etarismo e os limites entre o público e o privado. 🎭 Peça "A última entrevista", com Marília Gabriela e filho Theodoro ⏰ Quinta-feira (7), às 19h 📍Teatro RioMar Recife: Avenida República do Líbano, 251, Pina - Recife 🎟️ A partir de R$ 40 (meia), à venda na internet ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição "Ancestralidade pulsante" Mano de Baé apresenta exposição 'Ancestralidade pulsante' Hugo Muniz/Divulgação O ceramista Mano de Baé explora as tradições do Nordeste na exposição "Ancestralidade pulsante". Na mostra, o artista apresenta esculturas de barro inspiradas nos encantados, entidades espirituais conhecidas na cosmologia indígena. 🎨 Exposição "Ancestralidade pulsante" ⏰ Até 15 de maio, de terça a domingo, das 9h às 17h 📍Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa: Largo do Varadouro, s/n, Varadouro - Olinda 🎟️ Entrada gratuita ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição "Querência" O pintor baiano Guilherme Almeida chega ao Recife para sua primeira exposição individual na cidade Acervo pessoal O artista Guilherme Almeida inaugura a mostra “Querência”, sua primeira exposição individual na cidade. A exposição reúne mais de 20 obras e propõe uma reflexão sobre a paisagem como território de memória e afeto, inspirada nas vivências do artista na Bahia. Com curadoria de Matteo Bergamini, a mostra também marca o primeiro ano da galeria Base Recife. 🎨 Exposição "Querência", de Guilherme Almeida ⏰ Visitação até 23 de maio, de segunda a sexta, das 10h às 18h 📍 Galeria Base: Rua Professor José Brandão, 163, Boa Viagem - Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa” Exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa” fica em cartaz no Instituto Ricardo Brennand, na Várzea, até 31 de maio Bruna Araújo/Divulgação A exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa: um olhar indígena sobre a obra de Rugendas” valoriza a diversidade étnica e cultural do Brasil. A mostra, montada na "Sala da Rainha" do Instituto Ricardo Brenannd, traz obras do artista alemão Johann Moritz Rugendas (1802–1858) e a produção contemporânea do artista visual indígena Ziel Karapotó. 🖼️ Exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa” ⏰ Visitação até dia 31 de maio. De terça a domingo, das 13h às 17h 📍 Instituto Ricardo Brennand: Alameda Antônio Brennand, s/n, Várzea - Recife 🎟️ A partir das R$ 30, pela internet ou na bilheteria do instituto ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição “Tereza Costa Rêgo - Sem Concessões” Reprodução da obra de Tereza Costa Rêgo Daniel Rozowykwiat/Divulgação A exposição “Tereza Costa Rêgo – Sem Concessões”, com curadoria de Denise Mattar, apresenta um panorama da obra da artista pernambucana por meio de cerca de 30 trabalhos que percorrem diferentes fases da carreira. Entre os destaques estão “Pecado Original”, “O Parto do Porto”, “Cobertor de Gatos” e “Apocalipse de Tereza”, que abordam temas como vida, morte, memória e história. 🖼️ Exposição “Tereza Costa Rêgo - Sem Concessões” ⏰ Até 21 de junho. De terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h 📍 Caixa Cultural Recife: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição "Dura Naturalia" Exposição “Dura Naturalia”, na Galeria Marco Zero, celebra a obra de José Rufino Adriano Franco/Divulgação A exposição “Dura Naturalia” reúne mais de 40 anos da produção do artista paraibano José Rufino, com curadoria de Daniel Donato. Dividida em três núcleos, a mostra destaca séries como “Cartas de Areia”, trabalho mais antigo do conjunto, em que Rufino utiliza um arquivo privado de cartas do avô, escritas entre 1920 e 1950, além de apresentar obras inéditas. 🖼️ Exposição Dura Naturalia, de José Rufino ⏰ Até 19 de junho. Visitação de segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 17h 📍 Galeria Marco Zero: Avenida Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem - Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição "Tempo" Artista Tereza Perman com suas obras na exposição "Tempo" Fred Perman/Divulgação A primeira exposição individual da artista visual Tereza Perman reúne 45 obras. As peças artísticas, feitas com pintura tradicional e digitais, são divididas em três séries: Identidade, Dissolvida e Retratos de Memória. A mostra foi criada a partir das experiências da artista no convívio familiar. 🖼️ Exposição "Tempo", de Tereza Perman ⏰ Até 6 de julho 📍Instituto Ploeg: Rua da Santa Cruz, 190, Boa Vista - Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição “Manto dos Campeões: Lendas da Copa” A exposição “Manto dos Campeões: Lendas da Copa” reúne 20 camisas clássicas de 13 seleções, como Brasil, Argentina, Espanha e Holanda. As peças pertencem ao colecionador pernambucano Antonio Botelho e inclui peças usadas por jogadores como Ricardo Rocha, Bebeto, Ronaldo, Maradona, Van Persie e Iniesta. ⚽ Exposição “Manto dos Campeões: Lendas da Copa” ⏰ Até 19 de julho. De segunda a sábado, das 9h às 21h; e domingo, das 11h às 19h 📍Shopping Boa Vista: Rua do Giriquiti, 48, Boa Vista - Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição “Escolas do Barro” O Museu de Arte Popular do Recife (MAP) celebra 40 anos de atividades com a exposição “Escolas do Barro”. A mostra traz a diversidade e a tradição da produção cerâmica pernambucana com 109 obras de importantes artistas como Mestre Vitalino, Ana das Carrancas e Zé do Carmo. 🎨 Exposição “Escolas do Barro” ⏰ Sem prazo determinado. Visitação de quarta a domingo, das 10h às 16h 📍 Museu de Arte Popular: casa 49, Pátio de São Pedro, São José - Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. Exposição "A cor que habita o ser" Exposição 'A cor que habita o ser', de Gabriel Wickbold Janaina Pepeu/Divulgação Na exposição "A cor que habita o ser", o artista plástico carioca Gabriel Wickbold destaca o uso do vermelho, associado à intensidade, ao desejo e à vida, para trabalhar temas como identidade, corpo e comportamento humano. A mostra marca a inauguração da galeria M.Reding Art Gallery, na Zona Sul do Recife. 🎨 Exposição "A cor que habita o ser" ⏰ Sem prazo determinado. Visitação de segunda a quinta-feira, das 9h às 17h 📍 M.Reding Art Gallery: Edifício Marcela Dubeux Priori, Av. Domingos Ferreira, 604, Pina - Recife 🎟️ Gratuito ⬆️ Voltar ao início desta reportagem. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

  23. Baiano ressignifica trauma após ser resgatado de condições de trabalho análogas a escravidão como liderança no combate ao crime Arquivo pessoal "No início fiquei com um pouco de receio, porque a gente vem de uma situação totalmente diferente, cheguei a duvidar", lembra Erisvaldo Alves Barbosa, de 34 anos, antes um trabalhador resgatado de condições análogas à escravidão e hoje um dos selecionados para um curso de formação de lideranças para combate a este crime. A formação é oferecida pelo Instituto Trabalho Decente (ITD), uma Organização da Sociedade Civil em Salvador. Natural da cidade de Xique-Xique, no oeste da Bahia, Erisvaldo foi submetido a condições insalubres de trabalho em uma granja no Distrito Federal, para onde havia se mudado em busca de melhores oportunidades no ano de 2024. Ao g1, ele contou que viveu em péssimas condições de moradia e que realizava tarefas insalubres manualmente, como a limpeza de dejetos das galinhas e animais mortos. Pouco tempo depois da chegada de Erisvaldo, a granja foi alvo de uma operação do Ministério do Trabalho e pelo menos 12 trabalhadores foram resgatados. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Ele foi selecionado para o curso em um período em que ainda estava muito traumatizado com a situação, mas, há cerca de três meses, passou a compor um grupo de 13 pessoas — resgatadas em diferentes regiões do país — que estudam para se tornarem lideranças no enfrentamento à "escravidão moderna". Ao lado dos colegas, ele tem superado traumas e desenvolvido habilidades para se reestabelecer na sociedade. "A gente chegou sem nenhuma perspectiva, todo mundo ali, digamos que, sem rumo. O projeto em si visa nos preparar para nos devolver à sociedade, mas devolver a gente curado". Vídeos em alta no g1 A formação, que é realizada pela internet, não tem sido apenas um caminho para ampliar a perspectiva de futuro, mas também para ressignificar a relação dele com o trabalho. "Saber que a gente tem uma importância aqui na Terra, fazendo com que os nossos direitos sejam garantidos, que é uma das coisas que a gente não sabia. A gente vê [o trabalho] só como uma obrigação que temos com a sociedade, mas a gente não enxerga nossos direitos". Entre os dias 18 e 21 de abril, Erisvaldo e os colegas de formação estiveram em Salvador para um encontro presencial. Nesse tempo, eles participaram de palestras e aulas com profissionais do Direito e outras áreas, que abordaram temas como direitos humanos, estrutura do Estado brasileiro, trabalho infantil, tráfico de pessoas e direitos trabalhistas. Além de capacitar o grupo para atuar como lideranças no combate ao crime, os trabalhadores recebem da instituição acompanhamento psicológico e uma ajuda de custo para realizar projetos pessoais, como cursos profissionalizantes. Ao todo, o curso tem 15 meses de duração e oferece assessoramento técnico e acompanhamento psicossocial aos participantes, que vão se reacostumando e se preparando aos poucos por meio de projetos pessoais e individualizados. "[A formação] Tenta te capacitar para que você venha para a sociedade, para o mercado de trabalho, qualificado, preparado. Até para que você não seja submetido a trabalhos desumanos, porque você não tem uma certa experiência", analisa Erisvaldo. Formação de resgatados de trabalho análogo à escravidão como lideranças no combate ao crime Instituto Trabalho Decente A "escravidão moderna" é uma realidade em todo o Brasil, onde mais de 2,7 mil pessoas foram resgatadas de condições de trabalho análogas à escravidão, em 2025. O resgate é apenas parte do processo para que, de fato, o trabalhador consiga se reestabelecer. Segundo Patrícia Lima, advogada e presidente do ITD, oferecer esse suporte e ajudar a reempoderar esses trabalhadores é o objetivo central da formação. Por isso, o projeto foi idealizado com base em uma percepção trazida pelos próprios resgatados: a de que eles precisavam ocupar os espaços de discussão sobre o tema. "O projeto nasce muito dessa perspectiva de as pessoas que passaram por essa experiência falarem, pautarem essa temática, liderarem as discussões nas suas comunidades e trabalharem na prevenção. A gente os chama de 'líderes especialistas'", diz. Agora um dos líderes em formação pelo projeto, Erisvaldo ressalta a importância de criar uma rede que conecte os trabalhadores à informação. Também cheio de planos pessoais, como a conclusão do Ensino Médio e a busca de uma formação técnica, o baiano tem convicção de que o investimento na educação é uma das formas de evitar que novas pessoas sejam vítimas de condições insalubres de trabalho. "Às vezes a gente acha que é encarar o trabalho cedo, pegar no pesado que vai te dar uma condição de vida digna e não é. Não é o muito se esforçar no pesado que vai te levar para frente. O estudo é essencial na vida de qualquer ser humano", defende. Formação de resgatados de trabalho análogo à escravidão como lideranças no combate ao crime Instituto Trabalho Decente LEIA MAIS: Polícia Civil pede prisão preventiva de suspeitos de matar duas amigas na Bahia; vítimas foram encontradas em cova Policial militar é preso suspeito de matar homem a tiros na Praia de Itapuã, em Salvador Advogada é presa por suspeita de mandar matar ex-companheiro e ex-cunhado em Salvador Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

  24. Matheus e Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus & Kauan fazem show especial no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus e Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus & Kauan na noite de estreia do Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus & Kauan cantam sucessos da carreira no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus & Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2025 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Fãs se aglomeram para ver show de Matheus e Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus & Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus e Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus e Kauan cantam sucessos dos 15 anos de carreira no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus & Kauan estreiam nova turnê no Ribeirão Rodeo Music 2025 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Matheus e Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Leia mais notícias do Ribeirão Rodeo Music 2026 no g1

  25. Matheus & Kauan estreiam nova turnê em Ribeirão Preto com orquestra sinfônica no palco Antes mesmo de subir ao palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 na madrugada desta sexta-feira (1º) em Ribeirão Preto (SP), Matheus & Kauan já tinham deixado claro que a noite seria inesquecível. Isso porque os irmãos estrearam a turnê “Matheus & Kauan Sintonia”, um formato inédito de show na carreira deles por incluir uma orquestra sinfônica. “A gente trouxe a orquestra sinfônica com o maestro Antônio Machado. Só que não é uma orquestra tão clássica, sabe? É uma orquestra mais rock and roll. Então, a gente gosta disso. Tem um palco novo também”, disse Matheus, em entrevista ao g1. A promessa de inaugurar a nova turnê em Ribeirão Preto havia sido feita em 2025 durante o mesmo evento. Promessa feita e cumprida. “Acho que hoje é dia de fazer a história. Sempre que a gente é convidado para tocar aqui, já tem alguns anos, a gente fica muito honrado e a gente sempre comenta que é realmente uma das maiores estruturas do Brasil de festa. A gente escolheu Ribeirão justamente por ter essa proporção gigantesca e por sempre ter abraçado nossa carreira também”, afirmou Matheus. Matheus e Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 FOTOS: Matheus & Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 Segunda atração da noite de estreia da festa, a dupla precisou de poucos instantes para embalar a arena. A abertura ficou por conta de “Decide Aí”, dando início a uma sequência potente de sucessos, com direito a pirotecnia e coro do público. No repertório, hits como “Ilusão de Ótica”, “Quarta Cadeira” e “Te Assumi Pro Brasil” ajudaram a construir o clima alto astral da apresentação. Com os arranjos da orquestra, as músicas ganharam novos contornos e reforçaram o tom especial do show. Matheus e Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 No palco, os irmãos agradeceram a presença do público e se emocionaram ao relembrar a trajetória de 15 anos da dupla e a relação com o evento. Ao explicar o novo projeto ao público, Matheus disse que ainda vai ficar melhor. “Eu falei: ‘Vamos fazer diferente. Vamos trazer algo novo’. Não está perfeito ainda do jeito que a gente quer. Mas vocês entendem a nossa vontade. Então eu queria agradecer muito, vocês abrilhantaram a noite. Contem sempre com Matheus e Kauan’”, disse. Bagunça organizada Ao encerrar a participação da orquestra, a dupla transformou o palco em uma verdadeira balada. Vinte fãs foram convidados para subir e acompanhar o restante do show de um lugar privilegiado. A partir daí, o clima ficou mais descontraído, com releituras que passaram por nomes como Shania Twain e o grupo Menos é Mais. Sem deixar de lado os próprios sucessos, a dupla também trouxe parcerias marcantes, como “Não Vitalício (Nunca Mais)”, com Mari Fernandes, e o lançamento “Admita”, com Lauana Prado. Matheus e Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Nos minutos finais, um gesto espontâneo chamou a atenção. Matheus comprou todas as rosas de um vendedor ambulante e distribuiu para as fãs na grade. “Quanto é? Milão? Vou te pagar dois mil para você poder descansar”, disse. Piada com colega famoso A dupla Bruno & Marrone foi responsável por abrir a noite de shows do Ribeirão Rodeo Music. Nesta semana, o coronel, apelido do segunda voz da dupla, virou meme nas redes sociais ao surgir em fotos com fãs vestindo uma blusa preta que deixava a barriga à mostra. O registro foi feito nos bastidores do show dos sertanejos em Blumenau (SC). O assunto que tomou conta das redes sociais não ficou de fora do show dos irmãos. Kauan aproveitou para brincar com o cantor e arrancou risadas da arena. Músicos da orquestra do show de Matheus e Kauan no Ribeirão Rodeo Music 2026 em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/g1 Leia mais notícias do Ribeirão Rodeo Music 2026 no g1

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