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G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Nesta terça-feira (9), delegações que chegaram aos Estados Unidos para a Copa se queixaram do tratamento recebido. O Irã questionou a falta de ingressos para torcedores do país. A Federação de Futebol do Irã disse que o lote de ingressos recebido para o jogo de estreia contra a Nova Zelândia, no dia 15 de junho, foi suspenso. O regulamento da Fifa prevê que a federação de cada país tem direito a 8% dos ingressos de cada partida que disputar. Muitos já tinham sido vendidos ou distribuídos. A Fifa não explicou por que os ingressos sumiram do sistema da federação. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Andrew Giuliani, diretor da força-tarefa da Casa Branca para a Copa Jornal Nacional/ Reprodução Em resposta a uma pergunta da correspondente Raquel Krähenbühl, o diretor da força-tarefa da Casa Branca para a Copa, Andrew Giuliani, disse que não ia comentar o caso. Afirmou que o governo americano está permitindo a entrada de jogadores para que haja integridade competitiva, mas que não vai deixar que a Copa seja uma oportunidade para que “pessoas ruins” entrem no país. Nesta terça-feira (9), o juiz da Somália impedido de entrar nos Estados Unidos disse que estava com toda a documentação em dia. Omar Artan foi questionado por 11 horas pelos agentes de imigração em Miami até ser expulso e enviado para a Turquia pelas autoridades americanas. Em nota, a polícia de imigração disse que cada caso é analisado individualmente. Giuliani disse que o árbitro foi expulso por uma boa razão, sem dar detalhes. Sem dar detalhes, diretor da força-tarefa da Casa Branca para a Copa diz que árbitro da Somália foi expulso 'por uma boa razão' Jornal Nacional/ Reprodução Sobre a situação da delegação iraniana, Giuliani apresentou uma nova versão. Inicialmente, o embaixador do Irã no México disse que a delegação não poderia nem dormir nos Estados Unidos – teria que ir e voltar para o México no mesmo dia dos jogos. Agora, o diretor da Casa Branca para a Copa disse que eles poderão entrar no país 36 horas antes das partidas. mais tarde, o Departamento de Segurança Interna confirmou a informação. Para a repórter Raquel Krähenbühl, Giuliani afirmou esperar que o time iraniano volte a Tijuana depois de cada jogo. Além desses casos, a delegação do Uzbequistão passou por uma revista inesperada antes de um amistoso contra a Holanda. As imagens de celular mostram que a delegação teve que separar toda a bagagem para uma rodada adicional de inspeções. À TV chinesa CGTN, o técnico Fabio Cannavaro comentou: “Eles me disseram que são as regras. Mas, no final, as buscas foram só para nós". GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Casa do Jornal Nacional na Copa do Mundo fica no coração da ilha de Manhattan, em Nova York Conheça as novidades da Globo na cobertura da Copa do Mundo 2026 Série especial sobre a essência do futebol brasileiro destaca o talento dos nossos jogadores Série do JN sobre virtudes da única seleção pentacampeã do mundo destaca a raça do jogador brasileiro Último capítulo de série especial do JN exalta criatividade dos jogadores brasileiros Trajetória de Carlo Ancelotti até a Seleção Brasileira é repleta de conquistas; conheça

  2. Empresário é condenado por gravar clientes sem autorização em Goiás Um empresário do ramo de instalação de câmeras de segurança de Pires do Rio foi condenado a mais de 7 anos de reclusão, além de multa, por espionar e filmar clientes sem autorização, chegando a produzir pornografia infantil. Segundo o Ministério Público, entre as vítimas está uma mulher, que teria sido filmada nua pelo empresário junto com a filha dela, de 9 anos. A condenação foi divulgada pelo órgão judicial na segunda-feira (8). De acordo com a denúncia oferecida pela promotora Ana Roberta Ferreira Fávaro, as investigações tiveram início após a ex-esposa do condenado procurar a vítima que havia sido filmada com a filha para mostrar o vídeo que havia encontrado armazenado no celular do ex-marido, cerca de 3 anos antes. O g1 não conseguiu localizar a defesa do suspeito. O MP destacou que, durante as audiências, a defesa sustentou que as acusações seriam falsas e uma forma de vingança feita pela ex-esposa dele. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Após tomar conhecimento, a vítima procurou a delegacia em janeiro de 2026 para registrar um boletim de ocorrência contra o empresário. Durante as investigações e após uma análise do celular apreendido do autor, o MP destacou que ele tinha acesso remoto a 91 sistemas de câmeras de clientes sem autorização. Sobre a vítima filmada com a filha, a Justiça pontuou que o contrato feito pelo empresário previa a instalação de câmeras pela casa dela, incluindo no quarto. LEIA TAMBÉM: Câmeras em vestiários de indústria: entenda o que é permitido pela lei após ex-funcionária conseguir indenização, em Goiás Indústria é condenada a indenizar ex-funcionária após denúncia de câmera em vestiário, em Goiás Funcionário é preso suspeito de estuprar paciente durante exame em hospital A Justiça entendeu que a esposa do empresário também cometeu o crime de armazenamento de pornografia infantil por ter guardado o vídeo por cerca de 3 anos, e ela foi condenada a 1 ano de reclusão, em regime aberto, com a pena substituída por restrições de direitos. O g1 não conseguiu localizar a defesa da esposa do empresário. O empresário foi condenado por produção de pornografia infantil, interceptação telefônica ilegal e registro não autorizado de imagens íntimas, resultando em 7 anos e 4 meses de reclusão, mais 7 meses de detenção, em regime fechado, além do pagamento de 24 dias-multa, de acordo com o Ministério Público. Delegacia de Pires do Rio, em Goiás Reprodução/Google Street View 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

  3. Resultados das Loterias Caixa Veja os números, valores dos prêmios e resultados dos sorteios. O g1 transmite os sorteios das Loterias Caixa aqui nesta página e no canal do g1 no YouTube - saiba mais.. Os sorteios acontecem de segunda a sábado, exceto em feriados - veja aqui os horários.

  4. Carlo Ancelotti aposta em jogadores que podem fazer diferentes funções dentro de campo A edição desta terça-feira (9) do Jornal Nacional começou com as novidades sobre a Seleção Brasileira. Pode ser em um momento solitário, de reflexão. Em conversas a dois, para falar e ouvir. Ou em grupo, passando instruções a todos. Os dias que antecedem o início de uma Copa do Mundo têm teoria e muita prática. Para os problemas que se apresentam, cabe ao técnico encontrar soluções. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia São 26, que se multiplicam ao desempenhar diferentes funções dentro do campo. Versatilidade. Algo que o técnico Carlo Ancelotti vem buscando a cada treino, a cada jogo. "A competitividade é muito grande. O mister tem experiência suficiente para saber quem vai jogar de acordo com o jogo. Os testes que ele tinha que fazer, ele fez até agora", diz Matheus Cunha, atacante da Seleção. Matheus Cunha é um dos exemplos desse jogador multifuncional. Na carreira, ele já foi volante, centroavante e, na Seleção, ataca - mas é importante na marcação também. Companheiros de ataque - como Raphinha, Rayan, Endrick - podem atuar pelas pontas ou mais centralizados. Tem meio-campo que desarma e cria, como Danilo Santos e Lucas Paquetá; que marcam os adversários e gols também, como Casemiro e Bruno Guimarães. E zagueiros que, pelas circunstâncias, precisaram virar laterais, como Danilo e Ibañez que, agora, disputam posição no lado direito. "Independente da posição que for, eu me sinto pronto, seja de lateral, seja de zagueiro. Seja onde for, eu estarei pronto para representar meu país", afirma Ibañez, zagueiro da Seleção. Vale o sacrifício e o mister aprecia quem se dispõe a ajudar. No futebol, só jogam 11 de cada lado, mas as chances aumentam para quem oferece mais alternativas. Ancelotti faz mistério na Seleção a 4 dias da estreia na Copa Jornal Nacional/ Reprodução Concentração em Nova Jersey A Seleção Brasileira está concentrada em Nova Jersey, pertinho de Nova York. É um lugar bem diferente da Times Square. Débora Gares explica o motivo dessa escolha da Seleção. "É uma escolha para dar mais tranquilidade e privacidade para os jogadores. A região é uma região com muitas cidades pequenas, todas próximas umas das outras, com muitas casas, muito espaço livre, muito tranquila", conta a repórter Débora Gares. Na noite desta terça-feira (9), os jogadores jantaram no hotel e, depois, tiveram algumas horas para descansar, para relaxar. Eles têm à disposição videogame, mesa de ping-pong, mesa de carteado. A estreia dos jogadores vai ser no sábado (14), contra o Marrocos, seleção que vai ter uma baixa importante nesse jogo: o atacante Abdessamad Ezzalzouli, de 24 anos, atleta do Betis, da Espanha. Ele teve diagnosticada uma lesão no joelho direito. O problema foi sofrido no amistoso de domingo (7), entre o Marrocos e a Noruega - jogo que terminou empatado em 1 a 1. O jogador, então, não atua pelo Marrocos contra o Brasil. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Casa do Jornal Nacional na Copa do Mundo fica no coração da ilha de Manhattan, em Nova York Conheça as novidades da Globo na cobertura da Copa do Mundo 2026 Série especial sobre a essência do futebol brasileiro destaca o talento dos nossos jogadores Série do JN sobre virtudes da única seleção pentacampeã do mundo destaca a raça do jogador brasileiro Último capítulo de série especial do JN exalta criatividade dos jogadores brasileiros Trajetória de Carlo Ancelotti até a Seleção Brasileira é repleta de conquistas; conheça
  5. Assista aos vídeos das principais notícias de Santa Catarina.

  6. As operações do governo federal na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso, causaram um prejuízo estimado em R$ 93,3 milhões ao garimpo ilegal desde o fim de março. Segundo a força-tarefa, formada por ministérios, forças de segurança e órgãos federais, foram realizadas 1.090 ações integradas no território indígena. O local se tornou o território com o maior número de alertas de garimpo ilegal no Brasil segundo a Operação Amazônia Nativa (Opan). Entre março e junho, 124 pessoas foram levadas à Delegacia da Polícia Federal. Desse total, 45 foram presas em flagrante por envolvimento com atividades de garimpo ilegal ou por estarem com equipamentos, insumos e materiais usados na exploração irregular de ouro dentro da terra indígena. Segundo o balanço, o valor corresponde à destruição ou apreensão de estruturas utilizadas na atividade criminosa. Entre os equipamentos inutilizados ou apreendidos estão: ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp 29 escavadeiras hidráulicas; 284 geradores; 345 máquinas de pequeno porte; 726 motores de garimpo; 81 motocicletas. Dados da coordenação da operação, sob responsabilidade da Casa Civil, apontam ainda a apreensão de mais de 1,5 tonelada de explosivos no período. Segundo o governo federal, o material era utilizado no chamado "garimpo de filão", método que emprega explosivos para perfurar o solo, fragmentar rochas e extrair ouro. Conforme a força-tarefa, a prática oferece riscos elevados, com possibilidade de desabamentos e acidentes graves, além de ser utilizada para tentar dificultar a fiscalização. LEIA TAMBÉM Operação destrói 150 escavadeiras e causa prejuízo de mais de R$ 226 milhões ao garimpo na Terra Indígena Sararé em MT VÍDEO: garimpeiros que trocaram tiros com Ibama se escondiam em bunkers recheados de cerveja e cachaça em MT Histórico de exploração Facção entra em garimpo ilegal, que não para de avançar sobre terra indígena em Mato Grosso A Terra Indígena Sararé abriga 201 indígenas do povo Nambikwara, distribuídos em sete aldeias. O território possui cerca de 67 mil hectares, dos quais 4,2 mil hectares foram impactados pelo garimpo ilegal. Homologada em 1985, a área enfrenta, nos últimos anos, conflitos relacionados à exploração clandestina de ouro. Segundo o governo federal, a operação de desintrusão busca garantir a segurança dos indígenas, proteger o território e conter o avanço da atividade ilegal. Segundo a Opan, das 74 áreas registradas na base geográfica da Funai, 69 possuem processos minerários em seu entorno imediato, considerando um raio de até 10 quilômetros. De acordo com o levantamento, o número de processos minerários em Mato Grosso saltou de 5.926, em 2018, para 13.627, em 2025, um crescimento de quase 130%. Ao todo, esses processos abrangem cerca de 22.539.135,89 hectares. Considerando que o estado possui aproximadamente 90.320.699 hectares (903.207 km²), a área já sob incidência minerária corresponde a 24,9% do território, uma extensão comparável à área do Reino Unido. 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias de MT em tempo real e de graça A maior concentração ocorre na fase de Autorização de Pesquisa, que representa 29% do total, com 3.918 processos distribuídos em aproximadamente 9.308.819,47 hectares. Além dos danos ambientais, o levantamento registra o aumento da violência na região, com a presença de facções criminosas e relatos de tiros, ameaças de morte e ataques a aldeias. Segundo o boletim, o cenário expõe a comunidade a risco de danos irreparáveis, caracterizando uma violência estrutural e sistemática. Pressão no entorno de Terras indígenas Terra Indígena Sararé, o território ocupa a quarta posição entre as TIs com maior número de requerimentos minerários próximos, somando 72 processos ativos. O principal minério de interesse nessas solicitações é o ouro, presente em 58 processos, que, juntos, abrangem cerca de 143.383,9 hectares. Em primeiro lugar está a Terra Indígena Vale do Guaporé, que concentra a maior área sob influência de processos minerários em seu entorno, com aproximadamente 237.061,77 hectares. Na sequência aparece a Terra Indígena Escondido, com 195.355,32 hectares, seguida pela Terra Indígena Piripkura, de povos indígenas isolados, com 157.620,48 hectares. Força-tarefa combate garimpeiros ilegais em Sararé, terra indígena de MT mais devastada do país Reprodução JN

  7. Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) Ygor Wolf/g1 O projeto de lei que autoriza a contratação de um empréstimo de R$ 6,6 bilhões para que o Governo do Distrito Federal recomponha o patrimônio do Banco de Brasília (BRB) foi aprovado pela Câmara Legislativa nesta terça-feira (9). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp O placar da votação foi apertado: 11 votos favoráveis e 9 contrários, com uma abstenção. Votaram a favor do empréstimo: Eduardo Pedrosa (União), Hermeto (MDB), Iolando (MDB), Jaqueline Silva (MDB), Joaquim Roriz Neto (PL), Martins Machado (Republicanos), Pastor Daniel de Castro (PP), Pepa (PP), Robério Negreiros (Podemos), Roosevelt Vilela (PL) e Wellington Luiz (MDB). Votaram contra o empréstimo: Chico Vigilante (PT), Dayse Amarilio (PSB), Fábio Félix (PSOL), Gabriel Magno (PT), Jorge Vianna (Democrata), Max Maciel (PSOL), Paula Belmonte (PSDB), Ricardo Vale (PT) e Rogério Morro da Cruz (PSD). Se absteve de votar: Doutora Jane (Republicanos). A aprovação acontece após o DF e a União fecharem acordo bilionário para viabilizar o empréstimo em maio. Segundo termo de acordo, o STF deve autorizar o DF a contratar uma operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no valor de até 16% da Receita Corrente Líquida do Distrito Federal. LEIA TAMBÉM: 'MUITO CRUEL': presidente do BRB detalha rombo de R$ 8,8 bilhões Com a aprovação: O governo do DF deve conseguir acessar os recursos para reforçar o caixa do BRB e cumprir o acordo costurado no STF. O governo argumenta que isso ajuda a preservar a estabilidade do banco e milhares de empregos ligados à instituição. Em contrapartida, o DF assume uma dívida bilionária que poderá ser paga ao longo de vários anos. Mais cedo, o colégio de Líderes da Casa se reuniu para discutir a inclusão da proposta na pauta de votação do plenário. 🔎 A Reunião do Colégio de Líderes é onde os representantes dos partidos, blocos parlamentares e o líder do governo se reúnem com a Mesa Diretora para definir em conjunto a pauta de votações, estipular os prazos regimentais e negociar acordos para a aprovação de projetos. Presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, participa de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Riscos fiscais, orçamentários e jurídicos Durante a reunião os deputados discutiram os riscos financeiros, orçamentários e jurídicos da operação de crédito. A análise técnica, apresentada pela Consultoria Legislativa da CLDF, aponta: riscos jurídicos, como a vinculação de receitas do FPE e FPM como contragarantia a instituições privadas e a dispensa de controles usuais do Senado e do Tesouro Nacional. riscos financeirs, já que o projeto não define taxas de juros ou prazos, com estimativas de custos anuais que podem variar entre R$ 587 milhões e R$ 957 milhões. Além disso, a proposta impõe restrições fiscais severas ao Distrito Federal por tempo indeterminado, limitando gastos com pessoal e novos investimentos. O documento ressalta ainda a ausência de mecanismos de transparência, salvaguardas de governança e garantias de ressarcimento aos cofres públicos. DF e União fecham acordo para viabilizar empréstimo de até R$ 6,5 bilhões para salvar BRB Jornal Nacional/ Reprodução O documento também destaca a divergência entre o teto de R$ 6,6 bilhões e o limite de 16% da Receita Corrente Líquida. O valor efetivo ficaria sujeito ao menor desses dois limites, mas a proposição não esclarece qual prevalece nem quanto o Poder Executivo pretende contratar. "O teto efetivo pode ser inferior ao teto legal, e o projeto não esclarece o valor pretendido. A lei fala em até R$ 6,6 bilhões, mas o acordo limita a operação a 16% da Receita Corrente Líquida, valor que pode ficar entre cerca de R$ 4,7 bilhões e patamar próximo do teto legal, conforme a base de cálculo.", destaca o documento. Governo Lula e DF fazem acordo bilionário para socorrer BRB LEIA MAIS: Entenda o acordo que prevê cerca de R$ 6,6 bilhões para o BRB e como caso foi parar no STF 👉 O Governo do DF argumenta que o BRB precisa ser capitalizado rapidamente para recompor seu patrimônio após as perdas associadas às operações envolvendo o Banco Master. 👉 Sem a autorização legislativa, o GDF não poderia contratar a operação de crédito junto ao FGC e outras instituições financeiras prevista no projeto. Por que há resistência dos deputados? A oposição afirma que faltam informações detalhadas sobre o tamanho real do prejuízo, os termos da operação e as consequências para as contas públicas do DF. Também questionam se a população acabará assumindo o custo de decisões tomadas na gestão do banco. O receio de parte dos parlamentares é que o DF socialize um prejuízo potencialmente bilionário. O empréstimo que o Governo do DF pretende tomar para recompor o patrimônio do BRB pode custar, por ano, mais de R$ 1 bilhão aos cofres da capital só em pagamento de juros. Inclusive, a S&P Global – empresa de análises financeiras e classificação de risco – voltou a rebaixar a nota de crédito do Banco de Brasília (BRB), que passou do nível brB- para o nível "brCCC+/brC", inferior na escala. Para o deputado Gabriel Magno (PT), há muitas questões em aberto. Ao g1, o deputado afirmou que a reunião realizada na semana passada com o secretário de Economia e um representante do BRB não teve bons resultados. Por isso, vamos insistir que não há condições de votar mais um cheque em branco para o governo e para o BRB. Eles enfrentam uma crise, e essa situação precisa ser esclarecida antes de qualquer votação", disse o distrital. O deputado Fábio Félix (PSOL) apresentou um requerimento para convocar novamente o presidente do BRB a prestar esclarecimentos no plenário e protocolou emendas ao projeto enviado pelo Executivo. Para o parlamentar, é incoerente que o presidente do banco dê explicações públicas no Senado, enquanto a CLDF — responsável por analisar uma proposta com impacto direto na população do Distrito Federal — ainda não tenha recebido os mesmos esclarecimentos. Isso é inaceitável, os deputados votarem uma proposta dessa hoje que tá sendo colocada em pauta por pressão do governo do Distrito Federal, sem que a gente tenha nenhum elemento para poder votar esse projeto com consistência. Já o argumento do Executivo é que deixar o BRB sem a capitalização poderia gerar um problema ainda maior para o próprio banco e para as finanças do Distrito Federal. O que diz o projeto aprovado? O projeto de lei prevê: que seja ratificado na íntegra o acordo firmado entre DF e governo federal, após duas reuniões mediadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux; que o DF seja autorizado a contratar bancos públicos ou privados, ou associações de bancos, como fiadores desse empréstimo; que, em caso de inadimplência, esses fiadores possam ser ressarcidos com repasses destinados ao DF do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Participação dos Estados (FPE). LEIA TAMBÉM: CENTRAD AGORA É CAD: Celina Leão diz que vai ocupar Centro Administrativo do DF sem novos gastos e sem impactar trânsito ARRUDA: Pré-candidato ao GDF, ex-governador passa por procedimento médico para tratar arritmia Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  8. CPI do São Roque Prev ouve testemunhas em sétima reunião A Polícia Federal negou a possibilidade de depoimento de Daniel Vorcaro à CPI do Master, de São Roque (SP), que investiga investimentos do instituto de previdência da cidade no banco liquidado pelo Banco Central, em 2025. O São Roque Prev investiu R$ 90 milhões no banco. A negativa de oitiva com o banqueiro que está preso foi informada nesta terça-feira (9) durante a sétima reunião dos vereadores que investigam o caso. A crise do Banco Master culminou na liquidação determinada pelo Banco Central em novembro do ano passado e na prisão de Daniel Vorcaro, dono do banco. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp De acordo com os vereadores que compõem a CPI, a negativa da PF foi informada por e-mail enviado ao Legislativo. Agora, ainda conforme os parlamentares, a tentativa de ouvir o banqueiro será feita via Supremo Tribunal Federal (STF). A participação seria feita de maneira remota. Imagem de Daniel Vorcaro na prisão Reprodução Nesta terça-feira (9), foi ouvida a membra do Conselho Deliberativo do São Roque Previ Lizete de Fátima. Ela disse no depoimento que não se recordava de ter assinado duas atas do instituto, uma que autorizava os investimentos e outra que falava sobre os riscos. Ambas as atas foram apresentadas a ela durante a oitiva e ela disse se recordar apenas da que dava aval para os investimentos no banco, falando que não havia riscos. Rosana Teixeira, que também fazia parte do instituto na ocasião dos investimentos, também deveria prestar depoimento. Os trabalhos foram retomados depois de uma semana de pauta e devem continuar por pelo menos mais duas semanas. Decisão baseada em recomendação Polícia Federal nega depoimento de Daniel Vorcaro à CPI do Master de São Roque (SP) Reprodução/TV TEM No oitiva anterior, uma ex-conselheira do instituto afirmou que a decisão de investir R$ 93 milhões no Banco Master foi baseada na recomendação de uma empresa de consultoria, que apontou a possibilidade de lucros maiores. Solange Siqueira Duarte Silva fazia parte do conselho em 2024, ano em que os investimentos foram feitos. Segundo ela, uma consultoria apresentou um comparativo mostrando que o Banco Master poderia render um lucro maior para o instituto, o que justificou as sete aplicações feitas em um intervalo de seis meses. O que a CPI está investigando? A CPI foi aberta após a crise do Banco Master, que levou à liquidação determinada pelo Banco Central em novembro do ano passado. O dono da instituição, Daniel Vorcaro, foi preso. Com a liquidação, todas as operações foram interrompidas e um liquidante foi nomeado. A maioria dos clientes recebeu ressarcimento pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), dentro do limite previsto em lei. A investigação é sobre a aplicação de recursos do fundo de previdência dos servidores municipais. O foco é entender por que foram feitos investimentos de alto risco em instituições que já apresentavam problemas. Os principais pontos da investigação são: Investimentos suspeitos: a compra de R$ 93 milhões em Letras Financeiras do Banco Master; Possível conflito de interesses: a atuação de uma empresa de consultoria (Crédito & Mercado) que, ao mesmo tempo, apenas realizou pareceres técnicos legais e era responsável por implantar normas de boa gestão; Suspeita de adulteração de ata: a existência de duas versões de uma ata de reunião do Comitê de Investimentos, com conclusões opostas sobre a avaliação de risco do Banco Master; e Movimentações atípicas: operações de aplicação e resgate de milhões de reais feitas no mesmo dia, com uma movimentação bruta que chegou a R$ 446 milhões em um único mês (agosto de 2024). Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

  9. Saúde investiga morte de moradora de Paranapanema após vacina da dengue do Butantan A filha da mulher de 48 anos que morreu em 1º de março, cerca de um mês após tomar a vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, afirma que a mãe foi vítima de negligência médica. O caso é investigado como morte suspeita pelo Ministério da Saúde. A aplicação do imunizante foi temporariamente suspensa em todo o país na segunda-feira (8). Daiane Diniz, de 31 anos, contou ao g1 e à TV TEM que a mãe, Ângela Diniz Marques, tomou a vacina no dia 29 de janeiro, por ser funcionária da área da limpeza do Hospital Municipal Leonardo Van Melis, de Paranapanema (SP), cidade onde morava. 📲 Participe do canal do g1 Itapetininga e Região no WhatsApp Os primeiros sintomas começaram a surgir por volta do dia 13 de fevereiro, quando Ângela fez uma ligação à filha dizendo que ela e outras pessoas estavam se sentindo mal. "Ela me ligou dizendo que estava todo mundo 'empolado', com manchas espalhadas, dores de cabeça e no corpo, sem conseguir andar direito. Eu disse para ela passar no médico, porque esses são os sintomas da dengue. Sei que a vacina é feita com base no vírus vivo em baixa porcentagem, porém, o lote poderia estar com alguma dosagem errada", lembra. Daiane diz que a mãe chegou a ir ao hospital onde trabalhava. No entanto, ela teve alta médica ao receber uma dose de bromoprida - remédio utilizado para controlar náuseas e vômitos. Na ocasião, Ângela já estava vomitando, com suores constantes e coloração pálida. "Ela me disse que 'o médico não segurou ela'. Logo depois, minha mãe me mandou uma foto e eu vi que ela não estava bem de fato. Chamamos a ambulância e a enfermeira se recusou a atendê-la, porque a minha mãe era funcionária do hospital e ela não havia ido trabalhar no plantão dela. Ligamos para a minha tia, que também trabalha lá. Ao chegarem na casa dela, já encontraram minha mãe desacordada", conta. Família alega que Ângela foi vítima de negligência médica Arquivo pessoal A filha afirma que, após ser novamente socorrida e levada a hospital municipal de Paranapanema, Ângela precisou ser transferida para a Santa Casa de Avaré (SP), onde deu entrada com suspeita de meningite e Acidente Vascular Cerebral (AVC). Para Daiane, a falta de comunicação sobre a possibilidade de uma reação à vacina prejudicou o atendimento prestado à mãe. "Ela foi transferida para Avaré (SP) e, durante a transferência, aconteceu de ninguém que estava junto falar: 'Olha, nós tomamos a vacina e muitas pessoas tiveram reação, leves ou graves'. A médica que fez diversos exames relatou que não encontrou nenhum sintoma convulsivo nela e que não condizia com a suspeita apresentada", pontua Daiane. "Não foi notificado e nem colocado nenhum documento de transferência de vaga zero [que obriga um hospital a receber um paciente em estado grave ou com risco de morte], nem a suspeita de vacina da dengue. Foi colocado apenas meningite e AVC. Fora ela, havia outros pacientes, da mesma cidade, que eram funcionários concursados e tiveram as mesmas reações, mas não foi notificado a nenhum órgão", completa. Na Santa Casa de Misericórdia de Avaré (SP), o quadro de Ângela foi investigado como suspeita de encefalite pós-vacinal e vasculite periférica com trombose Arquivo pessoal Filha procurou a polícia Antes da morte da mãe, Daiane havia procurado a delegacia da cidade para registrar um boletim de ocorrência e relatar a suposta negligência médica, que está sendo investigada como lesão corporal pela Polícia Civil. "O delegado me disse que houve lesão corporal por ela, na época, estar na UTI. Eu notifiquei a prefeitura e cheguei a falar com o prefeito três vezes, mas ele me alegou que a contratação foi feita de forma terceirizada. Se há algum risco de apresentar sintomas, os vacinados precisam ser acompanhados com frequência", desabafa. O corpo de Ângela passou por uma necrópsia antes de ser sepultado, com o laudo previsto para divulgação em julho. Conforme a filha, a mãe sempre foi a favor da vacinação. "Além de gostar da área da saúde, já fazia um tempo que ela trabalhava na prefeitura. Sempre foi a favor da vacina e, independentemente, não tinha nenhuma comorbidade, doença rara ou grave que poderia agravar uma vacinação. Isso está sendo investigado até pela condução em si do que ocorreu com ela", complementa. O que dizem os envolvidos Em nota enviada à TV TEM, a Prefeitura de Paranapanema informou que segue as orientações do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com relação à suspensão da aplicação da vacina. O município ainda informou que, conforme informado pelos órgãos citados, não há confirmação de relação causal entre o imunizante e os casos investigados. Ainda conforme a nota, a gestão municipal afirma que instaurou uma sindicância para apurar as alegações da família, processo que corre sob sigilo. O Ministério da Saúde informou que descontinuará, de forma temporária, a estratégia atual de vacinação do Instituto Butantan contra a dengue. A medida foi adotada após o registro de 42 casos com sinais de alerta. A pasta ressaltou que não se pode afirmar que os óbitos identificados foram causados pela vacina Butantan-DV. "A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai instituir um painel de especialistas, com representantes do meio acadêmico e da comunidade científica, para aprofundar a investigação sobre possíveis comorbidades, fatores de risco e outras situações que possam ter contribuído para os óbitos. A descontinuidade da estratégia de vacinação foi adotada por precaução até a conclusão da investigação e não invalida a eficácia da vacina nem altera as evidências de proteção observadas até o momento", diz a nota. A produção da TV TEM também entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Vacina da dengue do Butantan. Governo de São Paulo/Divulgação Casos A suspensão da aplicação dos imunizantes ocorreu nesta segunda-feira (8), depois do registro de duas mortes suspeitas. O Instituto Butantan disse que, seguindo as orientações do Ministério da Saúde e da Anvisa, a vacinação contra a dengue será temporariamente interrompida para reavaliação da estratégia vacinal. E que a medida busca garantir a segurança da população nas próximas etapas da vacinação. Conforme o Ministério da Saúde, foram aplicadas 500 mil doses, sendo 417 mil apenas em profissionais de saúde. Entre os vacinados, foram registrados 42 casos de reações adversas severas, o que representa 0,008% do total. Desses, três foram classificados como graves, incluindo duas mortes que estão sob investigação. Segundo o Ministério da Saúde, um dos casos investigados envolve a moradora do interior paulista. A morte ocorreu dezenove dias depois de ela ter recebido o imunizante. Ela desenvolveu sintomas de dengue grave associados a comprometimento neurológico, diagnosticado como meningoencefalite. Ainda segundo a pasta, o quadro teve evolução desfavorável e resultou em morte. Outro caso investigado envolve a morte de um homem, de 58 anos, de Santo André, na Grande SP. As investigações ainda não permitem estabelecer uma relação causal entre a vacinação e o óbito. A vacina e os testes A vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan foi desenvolvida para prevenir a infecção pelos quatro sorotipos do vírus e oferece proteção por pelo menos cinco anos, além da reduzir significativamente o risco de formas graves da doença. O instituto explica que o imunizante utiliza a tecnologia de vírus atenuado, popularmente chamado de vírus enfraquecido. Nesse tipo de vacina, há a manutenção de todas as características do vírus, mas com uma baixa capacidade de replicação, isto é, em uma dose que não é capaz que provocar a doença. Com isso, a vacina induz o sistema imunológico a produzir anticorpos para combater esse agente infeccioso, além de gerar uma memória celular, responsável por guardar informações que vão ativar as células de defesa em caso de contato com o vírus já conhecido pelo corpo. Conforme o instituto, a Butantan-DV se mostrou eficaz tanto em pessoas que já tiveram dengue quanto naquelas que nunca haviam sido infectadas. Além da proteção, ela reduz significativamente o risco de formas graves da doença. O estudo sobre a vacina foi publicado na revista "Nature Medicine", em março, e mostrou que os eventos adversos graves ocorreram em proporções semelhantes entre vacinados e participantes que receberam placebo, sem sinais de problemas de segurança relacionados ao imunizante. No estudo, foram mais de 16 mil voluntários acompanhados ao longo de cinco anos, com eficácia geral de até 80,5% de proteção contra dengue grave (quadro que leva à internação ou ao óbito). Ao longo dessa pesquisa, não foram registrados efeitos adversos graves ou mortes ligadas ao imunizante. A partir dessa análise, teve a eficácia e segurança comprovadas Ao g1, especialistas explicam que nenhum estudo clínico consegue antecipar adversidades ou intercorrências. Efeitos adversos raros dificilmente aparecem nas fases 1, 2 ou 3 de um estudo clínico porque não há participantes em número suficiente para torná-los visíveis. Apesar do anúncio da descontinuidade temporária da utilização da vacina, ainda não é possível estabelecer uma relação de causalidade entre a aplicação do imunizante e os óbitos. Quem foi vacinado, o que deve fazer? No período de 21 dias após a imunização, é preciso observar: Febre; Dor abdominal intensa e contínua; Vômitos persistentes; Tontura; Sangramentos; Sonolência intensa; Irritabilidade; Sinais de desidratação; Piora do estado geral. Em caso de intensificação dos sintomas, o imunizado deve procurar uma unidade de saúde. Diante desse cenário, a pasta recomenda que quem tomou a vacina nos últimos 21 dias deve fazer um acompanhamento em uma unidade de saúde local para observar se haverá ou não reações adversas. A partir de terça-feira (9), o Ministério da Saúde também passará a orientar monitoramento ativo para casos na rede hospitalar de dengue em pessoas com vacinação recente, casos com sinais de alarme e óbitos. A orientação é fazer o acompanhamento com aglomerados por lote, unidade ou território. Vacina contra a dengue é suspensa Instituto Butantan/ Divulgação Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

  10. Acusados de atacar jovem com soda cáustica no Paraná vão a julgamento após 2 anos Marlon Ferreira Lemes foi condenado 23 anos e três meses de prisão por ter planejado um ataque com soda cáustica à ex-namorada Isabelly Aparecida Ferreira Moro em maio de 2024. A decisão foi proferida na noite desta terça-feira (9), ao final do Tribunal do Júri realizado em Jacarezinho, no Norte do Paraná. Na decisão, o júri entendeu que Marlon cometeu o crime de tentativa de feminicídio com os agravantes de motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Ele deverá cumprir a pena em regime fechado. O g1 tenta contato com a defesa de Marlon. Ele está preso na Penitenciária Estadual de Londrina. ✅ Siga o g1 Londrina e região no WhatsApp O julgamento começou na manhã de segunda-feira (8) e ouviu testemunhas, Isabelly, assistências de acusação e as defesas. O caso foi analisado pelo Conselho de Sentença, que manteve as qualificadoras: Recurso que dificultou a defesa da vítima: Por Isabelly ter sido atacada de surpresa pela executora do crime, que, para evitar ser reconhecida, usava um disfarce; Motivo torpe: diante do sentimento de posse que Marlon nutria em relação à vítima e de vingança pelo término do relacionamento, enquanto Débora nutria ciúmes e inveja da vítima; Meio cruel: devido à utilização de soda cáustica, produto químico altamente tóxico e corrosivo, com o objetivo de causar intenso sofrimento a Isabelly. Na decisão, também foi determinado que Marlon pague uma indenização por danos morais a Isabelly, no valor de R$ 50 mil. Marlon Ferreira Lemes foi condenado a 23 anos e três meses de prisão por planejar ataque contra Isabelly. Reprodução/RPC/Arquivo Pessoal Acusada de executar o crime, Débora Aparecida Custódio Ferreira também estava sendo julgada, mas a defesa dela decidiu abandonar o Tribunal do Júri no início da tarde de terça-feira. Os advogados alegam que o julgamento "não estava sendo justo" a ela. Com isso, ela será julgada em uma nota data, que ainda não está definida. Navegue pela reportagem para relembrar o crime: Quando o crime aconteceu? Quais foram as lesões causadas em Isabelly? Quem são os acusados de cometer o crime? O que eles disseram em depoimento? Jovem é atacada com ácido no meio da rua no norte do Paraná Reprodução/Arquivo pessoal Leia também: Imprudência: turista pula nas águas das Cataratas do Iguaçu para pegar celular Previsão do tempo: Paraná deve ter volta das chuvas e queda nas temperaturas Acidente: homem morre e cinco pessoas ficam feridas após carros baterem de frente Quando o crime aconteceu? Isabelly foi atacada na tarde de 22 de maio de 2024, enquanto ia para a academia. Uma mulher se aproximou dela, jogou o líquido — que posteriormente a polícia descobriu ser soda cáustica — e fugiu. No momento do crime, a suspeita usava peruca e roupas largas. Assista acima. A jovem foi abordada na Alameda Padre Magno, na região central de Jacarezinho. Em um vídeo gravado por uma câmera de monitoramento, a vítima aparece correndo em busca de ajuda após ser atingida. Um barbeiro viu Isabelly pedindo ajuda, colocou-a no carro e a levou para o hospital. Após o ataque, uma testemunha encontrou uma sacola preta e um copo, que estavam molhados. O material foi recolhido para análise. Sacola e o local com a marca do produto jogado na jovem Reprodução Quais foram as lesões causadas em Isabelly? Isabelly foi atingida no rosto e na região peitoral. A vítima teve queimaduras de segundo grau na boca, cavidade orofaríngea, hipofaringe e tronco. Além disso, ela também teve lesões no lábio superior e inferior e na cavidade oral. No hospital, a jovem ainda teve um quadro infeccioso e foi submetida a intubação para ventilação mecânica e sedação. Ela passou cerca de 30 dias internada no Hospital Universitário de Londrina (HU), até receber alta. Soda cáustica: Entenda danos que o produto químico pode causar ao organismo 'Me recuperando aos poucos', diz jovem atacada com soda cáustica em rua do Paraná Quem são os acusados de cometer o crime? Marlon Ferreira Lemes e Débora Aparecida Custódio Ferreira estão presos por serem suspeitos de atacar isabelly. Reprodução/RPC/PM-PR Os acusados de atacar Isabelly são o ex-namorado dela, Marlon Ferreira Lemes, e Débora Aparecida Custódio Ferreira, que na época era companheira dele. Débora foi presa pela Polícia Militar dois dias após o ataque. Ela pediu ajuda ao dono de um hotel onde estava se escondendo, e ele fez a denúncia. Enquanto isso, Marlon já estava preso por um roubo de celular. Segundo o Ministério Público, a análise dos dados do celular de Débora revelou que Marlon planejou o crime. Conforme a denúncia, mesmo preso, ele convenceu Débora a aderir ao plano e atacar Isabelly. Desde então, Marlon está preso preventivamente na Penitenciária Estadual de Londrina e Débora está na Cadeia Pública de Santo Antônio da Platina. Os dois foram denunciados pelo Ministério Público (MP-PR) no dia 7 de junho de 2024. No dia 16 de maio de 2025, a Justiça decidiu que eles seriam submetidos ao júri popular. O que eles disseram em depoimento? No documento ao qual o g1 teve acesso, Marlon e Débora confessaram o crime em um depoimento prestado durante o processo. Marlon admitiu que planejou o crime com Débora. Ele disse que o objetivo era dar "susto" em Isabelly, pois supostamente ela estaria passando em frente à cadeia no horário de visitas e debochando de Débora. De acordo com o documento, Débora praticou o ataque e lançou a soda cáustica em Isabelly. Ela contou no depoimento que Marlon comprou o material antes de ser preso e fez pesquisas sobre o produto. A acusada também disse que ele a orientou a se disfarçar no momento do ataque. "Ele queria jogar a soda nela para deixá-la feia", contou Débora, no depoimento. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Norte e Noroeste.
  11. Uma explosão atingiu um galpão, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na noite desta terça-feira (9). Bombeiros de vários quartéis foram acionados para a ocorrência. Agora no g1

  12. Jovem divide trabalho de servente de pedreiro com o balé em Ribeirão Preto Pedro Batista, de 21 anos, passa a maior parte do dia em meio à poeira e ao barulho do canteiro de obras, como servente de pedreiro em Ribeirão Preto (SP), mas tem energia suficiente para não faltar aos ensaios de balé, em uma escola de dança onde conseguiu uma bolsa de estudos. Há um ano, essa tem sido a rotina do jovem, que depende da atividade na construção para se sustentar enquanto corre em busca do sonho de ser um bailarino profissional, a despeito dos preconceitos que enfrenta nos dois lados. Um sonho que ganhou um capítulo importante nas últimas semanas, quando recebeu a confirmação de que foi selecionado para participar do Festival de Dança de Joinville (SC), o maior do país. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp "A dança basicamente é a minha vida, é a minha paixão, é tudo que eu quero, tudo que eu almejo na minha vida é em torno da dança. Dança é basicamente tudo", diz. Pedro Batista, bailarino e ajudante de pedreiro em Ribeirão Preto (SP). Serginho Oliveira/EPTV Paixão desde a infância Pedro conta que a paixão pela dança começou na infância, com os clipes de hip hop que assistia na internet e com os quais aprendeu os primeiros passos. "Sempre achei muito interessante a questão de como eles se moviam. Eu comecei no hip hop. Eu treinava em casa, treinava vendo vídeo no YouTube, porque eu achava muito interessante", conta. Até recentemente, essa era a linguagem que ele mais utilizava para se expressar até que conheceu o balé ao receber um primeiro papel em um espetáculo e uma bolsa de estudos de uma tradicional escola de dança da cidade. Foi o suficiente para uma virada de chave e uma mudança de mentalidade. LEIA TAMBÉM Obras de Candido Portinari terão exposição inédita no maior museu da China; veja detalhes Mochila adaptada, óculos especial e viagens de até 60 km: ciclista viraliza ao pedalar com shih-tzu nas costas no interior de SP "Nesse momento eu percebi o quanto o balé era complicado. Porque na minha cabeça o balé era uma coisa chata, que era lenta, tranquila. É aquele preconceito que a gente tem. Só que a partir do momento que eu comecei a treinar o balé de verdade, eu vi que realmente era aquilo que eu queria." A dificuldade imposta pelas regras e pela disciplina exigidas foi o ingrediente decisivo para Pedro se apaixonar pelo balé. "Eu estou tendo que tirar tudo o que eu aprendi para aprender coisa nova." Pedro Batista tem rotina dividida entre trabalho na construção e ensaios de balé em Ribeirão Preto (SP). Serginho Oliveira/EPTV O jovem confessa que, desde então, vencer o dia ficou mais cansativo com o compromisso que assumiu com os ensaios. Mas o aprendizado compensa, garante Pedro. "Tem sido bastante exaustivo, por mais que canse bastante, eu me sinto muito melhor aqui do que se eu estivesse em casa, descansando ou dormindo. (...) Por mais que seja bem complicado conciliar os dois, acaba que aqui é uma terapia para mim." Conciliar as duas atividades também representou para ele ter que lidar com o preconceito de alguns. De um lado, por parte de companheiros de obra que ainda acham que homem não pode dançar balé. "Tem bastante, de ambos os mundos, inclusive. Porque na obra, a gente sofre um pouco de preconceito pelo fato de estar dançando. Homem dançar balé é um pouco mais mal visto assim." De outro, alguns colegas de balé, que colocam em descrédito a iniciativa de Pedro em se aprimorar no balé só porque é servente de pedreiro. "No balé eu sinto um pouco desse preconceito quando eu falo que eu trabalho em obra, porque parece que estou invalidando o que eu estou fazendo aqui. É como se eu fosse, não sei, como se eu estivesse perdendo tempo, como se eu quisesse brincar aqui, entende? Eu sinto bastante isso vindo dos outros." Pedro Batista descobriu paixão pelo balé e decidiu se dedicar à modalidade em Ribeirão Preto (SP). Serginho Oliveira/EPTV A despeito de todo preconceito que tenha enfrentado, Pedro afirma que, ao conciliar os dois mundos, descobriu mais semelhanças com o seu ofício de servente de pedreiro do que imaginava. "Ambos exigem força, ambos exigem técnica, porque se você acaba fazendo alguma coisa na obra, você vai se machucar também. São mundos distantes, mas, querendo ou não, são muito parecidos. Então, eu uso bastante do que eu aprendo na obra aqui e bastante de coisas que eu aprendo aqui na obra também", diz. O festival de dança Pedro conta já ter participado de mais de 20 festivais de dança, mas nenhum deles tão grande quanto o Festival de Joinville (SC), que acontece em julho. Selecionado com os colegas para participar do evento, o jovem não vê a hora de estar lá e, muito além da competição, compartilhar experiências com os demais. "É considerada a maior competição do mundo pelo Guinness Book. Em relação ao tanto de bailarino que vai, o tanto de gente que vai estar naquele lugar, tanto de coreografia e tudo. É o maior festival de dança do mundo. Todo bailarino do Brasil, da América Latina, sem exceção, quer estar lá." Enquanto vive a expectativa para o festival, Pedro fez as contas de quanto vai gastar com hospedagem, transporte, alimentação e corre contra o tempo para juntar dinheiro suficiente. Para isso, além da jornada como servente de pedreiro, ele tem feito bicos. "Estou trabalhando bastante, fazendo bico de obra, bico de garçom, vendendo doce também. Eu estou trabalhando por fora, fazendo festa, dançando para DJ também." Pedro Batista trabalha como servente de pedreiro para se sustentar e faz aulas de balé em Ribeirão Preto (SP). Sérgio Oliveira/EPTV Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

  13. Roda de ônibus escolar fica presa após asfalto ceder em rua de Bauru Um ônibus escolar ficou preso em uma cratera após o asfalto ceder nesta terça-feira (9), na quadra 1 da Rua Ramiro Vieira, no bairro Pousada da Esperança, em Bauru (SP). Segundo informações apuradas pela TV TEM, o asfalto cedeu por causa do vazamento de uma tubulação de água, fazendo com que uma das rodas do veículo afundasse no buraco. No momento do incidente, apenas o motorista estava no ônibus. Ninguém ficou ferido. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Ônibus escolar fica preso em cratera após asfalto ceder em Bauru Reprodução O veículo foi retirado da cratera com a ajuda de moradores da região. Apesar do buraco, a via não precisou ser interditada e o trânsito seguiu normalmente. Em nota, o Departamento de Água e Esgoto (DAE) informou que uma equipe técnica foi encaminhada ao local para realizar uma vistoria. Segundo o órgão, o serviço de manutenção na rede está programado para esta quarta-feira (10). Ônibus escolar fica preso em cratera após asfalto ceder em Bauru Reprodução Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

  14. Assista aos vídeos do telejornal da Rede Amazônica

  15. Comércio espera movimento com o Dia dos Namorados na sexta-feira (12). Aceituno Jr./TV TEM Os consumidores terão mais tempo para fazer as compras do Dia dos Namorados no Vale do Aço. Nos dias 10 e 11 de junho, o comércio de rua de Coronel Fabriciano, Ipatinga e Timóteo poderá funcionar em horário especial, das 9h às 20h. Segundo o Sindcomércio Vale do Aço, o horário estendido foi negociado junto aos sindicatos dos empregados do comércio durante as Convenções Coletivas de Trabalho (CCTs) e estabelece um funcionamento unificado para os três municípios. O Dia dos Namorados é uma das principais datas para o varejo e costuma impulsionar as vendas em segmentos como vestuário, calçados, perfumaria, flores, joias, acessórios, chocolates, cosméticos e presentes em geral. A expectativa do setor é que a ampliação do horário contribua para aumentar o fluxo de consumidores e movimentar as vendas nos dias que antecedem a data. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 Vales no WhatsApp De acordo com pesquisa realizada pelo Sindcomércio Vale do Aço, 79,4% dos lojistas afirmaram que o maior movimento de clientes ocorre durante a semana que antecede o Dia dos Namorados. Para a entidade, o resultado reforça a importância do horário estendido para atender à demanda dos consumidores. Segundo o presidente do Sindcomércio Vale do Aço e vice-presidente da Fecomércio MG, José Maria Facundes, a ampliação do horário busca atender ao aumento da procura por presentes nos dias que antecedem a data e fortalecer a atividade econômica da região. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "O horário especial foi negociado para oferecer mais comodidade ao consumidor, ampliar as oportunidades de venda para os lojistas e fortalecer a economia local." Facundes destacou ainda que o horário foi unificado nos três municípios para facilitar o planejamento das compras pelos consumidores e a organização do comércio na região. Segundo a entidade, as empresas interessadas em aderir ao horário especial devem solicitar a Certidão de Regularidade com antecedência mínima de 48 horas antes do início da jornada estendida, conforme previsto nas convenções coletivas. LEIA TAMBÉM: Ipatinga amplia vacinação até as 21h em 10 UBSs durante a Semana da Imunização Horário noturno do trem Vitória-Minas permite ao mineiro passar o fim de semana na praia sem perder dias de viagem Bar de Ipatinga vence o Comida di Buteco no Vale do Aço pela nona vez Vídeos do Leste e Nordeste de Minas Gerais Veja outras notícias da região em g1 Vales de Minas Gerais.

  16. TSE julga decisão de Nunes Marques que suspendeu pesquisa com queda de Flávio Presidente da Corte determinou que instituto responsável retirasse do ar dados do levantamento que mostrou efeitos do vazamento de áudios com conversa entre o pré-candidato e Vocaro. TSE julga decisão de Nunes Marques que mandou tirar do ar pesquisa com queda eleitoral de Flávio Bolsonaro;. O presidente da Corte atendeu a um pedido do PL, que acusou a pesquisa de induzir resposta negativa do eleitor;. Nunes Marques entende que a discussão não envolve liberdade de expressão e que o instituto deve seguir regras específicas

  17. Nunes Marques manda tirar do ar pesquisa que apontou queda de Flávio Bolsonaro O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a julgar nesta terça-feira (9) se mantém ou não a decisão individual do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, que determinou na segunda-feira (8) a retirada do conteúdo e a suspensão da divulgação de uma pesquisa realizada pelo Instituto AtlasIntel. O levantamento apontou, em maio, queda de cinco pontos nas intenções de voto do pré-candidato do PL, Flávio Bolsonaro. A divulgação ocorreu após o vazamento de um áudio de uma conversa do senador pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para o filme sobre Jair Bolsonaro. 'Topa jantar com o Jim Caviezel?': veja e ouça TODOS os textos e o áudio que mostram Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a Vorcaro A decisão de Kassio Nunes Marques determinou que a empresa retirasse de seus canais oficiais a pesquisa e não promovesse nova divulgação, impulsionamento ou republicação até nova análise do caso pelo TSE. Em nota, a empresa afirmou que respeita a decisão do ministro e que está fornecendo informações sobre a metologia da pesquisa. "A situação será devidamente esclarecida a partir da análise técnica dos fatos e da metodologia empregada e confiamos no colegiado do TSE para afirmar a robustez técnica e a legalidade do estudo", disse a AtlasIntel. Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro Adriano Machado/Reuters e Reprodução Sinalização Além do presidente do TSE, votam os ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Azevedo Marques Neto e Estela Aranha. O ministro Dias Toffoli tem se declarado suspeito de participar de casos ligados ao Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), mas a indicação é de que deve participar da análise da ação no TSE. O julgamento é apontado como uma prévia de como a nova composição da Corte vai atuar em casos delicados nas eleições. Há uma expectativa de que a gestão de Nunes Marques no comando da Justiça Eleitoral tenha um perfil mais discreto e com decisões menos intervencionistas na disputa eleitoral. Internamente, ministros apontaram ressalvas ao entendimento de Nunes Marques, já que a pesquisa foi divulgada em maio e, portanto, não haveria urgência neste momento para uma decisão individual. Nunes Marques assumiu a presidência do TSE em maio; ministro vai comandar as eleições de outubro Jornal Nacional/ Reprodução Decisão Kassio Nunes Marques analisou uma representação do PL, partido de Flávio Bolsonaro. O partido alegou ao TSE que o questionário do instituto teria sido estruturado para induzir respostas negativas sobre o senador, criando uma narrativa acusatória. Isso porque das 49 perguntas, 8 envolviam diretamente o Banco Master e foram apresentadas em sequência, influenciando a percepção dos entrevistados e não só medindo a percepção deles. 🔎O instituto entrevistou 5.032 eleitores do Brasil de 13 a 18 de maio. A margem de erro é de 1 ponto percentual e o nível de confiança é de 95%. O PL disse que houve uma progressão: medo eleitoral; comparação Lula x Flávio; fraude financeira; Banco Master; Daniel Vorcaro; conversas vazadas; possível envolvimento direto; impacto sobre voto; enfraquecimento da candidatura; retirada da candidatura. E o áudio, segundo a legenda, não poderia ser usado na pesquisa porque não tem prova de autenticidade. “Essa cadeia produz contexto, não mera medição. A pesquisa, da maneira heterodoxa em que formulada, pode criar, indevidamente, manchetes e narrativas de campanha baseadas em resultados obtidos após estímulo negativo. Isso desvirtua a função informativa da pesquisa eleitoral e permite que o instrumento de medição se converta em meio indireto de propaganda negativa”, argumenta o ministro. Na decisão, Nunes Marques disse que “a controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”. O presidente do TSE ressaltou que outras 27 pesquisas feitas pela AtlasIntel não apresentaram questionários com perguntas semelhantes ao teor da pesquisa questionada e nem veicularam áudio.

  18. Sergipe suspende aplicação da vacina contra a dengue do Butantan A Secretaria do Estado da Saúde de Sergipe (SES) suspendeu temporariamente a aplicação da vacina Butantan-DV contra a dengue. A medida segue uma orientação do Ministério da Saúde. A suspensão ocorreu após o Ministério da Saúde identificar 42 casos severos em investigação e dois óbitos em análise no país. Entre os sintomas adversos registrados estão a simulação da dengue e, em situações severas, a ocorrência de hemorragias. Em Sergipe não houve notificação de reação ao imunizante. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp Sergipe recebeu 12.936 doses da vacina contra a dengue, mas até agora, segundo levantamento da SES, cerca de 4 mil doses foram aplicadas, inicialmente em profissionais da saúde da atenção primária. "Todos os municípios aplicaram doses e ainda temos doses residuais [...] e desde ontem foram avisados para manter essas doses bloqueadas e bem identificadas até o término dessa investigação", afirmou o diretor em Vigilância em Saúde da SES, Marco Aurélio Góes. Dose da Butantan DV, vacina contra a dengue do Instituto Butantan. Reprodução/EPTV Ainda não há resultado conclusivo sobre a correlação dos sintomas com o imunizante. No Brasil, as notificações consideradas graves correspondem a 0,008% de um total de 500 mil doses aplicadas até 30 de maio. Desenvolvida pelo Instituto Butantan, a vacina Butantan-DV é a primeira do mundo aplicada em dose única e a primeira totalmente brasileira. Medida não afeta a Qdenga Incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) no final de 2023, a vacina Qdenga, desenvolvida pela farmacêutica Takeda, está disponível no SUS (gratuitamente) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue após os idosos (o imunizante não foi liberado pela Anvisa para pessoas acima de 60 anos).

  19. Vereador é criticado após fala sobre jogo de futebol feminino no Ceará. Vereador de Meruoca, Mardônio Cavalcante (PSB) foi criticado após um comentário machista durante uma sessão da Câmara Municipal, ocorrida nesta segunda-feira (8). O parlamentar sugeriu outro vereador a assistir um torneio de futebol feminino local, que acontecerá no próximo domingo (14), porque ele "gosta de ver mulher de short curto". "Ademar [também vereador], que gosta de ver mulher de short curto, domingo tem o futebol feminino lá [no distrito de Fernandes]", disse o vereador. Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp A declaração do vereador foi criticada inclusive pelo prefeito de Meruoca, Herton Alves (PT). “É inadmissível que, em pleno 2026, uma fala proferida da tribuna de uma Câmara Municipal reduza mulheres esportistas à objetificação de seus corpos”, declarou o governante. “Ao dizer que determinado vereador ‘gosta de ver mulher de short curto’ ao convidar para um torneio de futebol feminino, o parlamentar desrespeita não apenas as atletas, mas todas as mulheres do nosso município”, reforçou o prefeito. LEIA TAMBÉM: Naumi Amorim recebe alta, mas vai tirar licença da Prefeitura de Caucaia após sofrer infarto Mulher puxou colete de dançarinos e os chamou de comunistas, diz presidente de quadrilha junina O vereador Mardônio Cavalcante enviou uma nota de desculpas ao g1 neste terça-feira (9). “Peço sinceras desculpas a todas as pessoas que possam ter se sentido ofendidas ou atingidas por publicação de minha autoria divulgada nas redes sociais”, disse. (Veja abaixo a nota completa) “Em nenhum momento tive a intenção de promover qualquer forma de ofensa, discriminação ou desrespeito. Reconheço, contudo, que a manifestação gerou questionamentos e diferentes interpretações, motivo pelo qual considero importante me dirigir publicamente à população”, complementou o parlamentar. Mardônio Cavalcante fez comentário alvo de críticas durante sessão na Câmara Municipal de Meruoca. Câmara Municipal de Meruoca/Reprodução Crítica do prefeito O prefeito de Meruoca, Herton Alves, disse que “esse tipo de fala não deveria ser aceitável nem dentro de casa, imagine em uma sessão legislativa, espaço que deveria ser de respeito, representação popular e exemplo para a sociedade. A tribuna não pode ser utilizada para propagar comentários que objetificam mulheres e diminuem a importância do esporte feminino”. Herton manifestou ainda "total solidariedade às atletas do município, às mulheres que fazem do esporte uma ferramenta de transformação social e a todas que se sentiram ofendidas por essa declaração". “Mulheres lutaram por décadas para ocupar espaços que historicamente lhes foram negados, e ainda hoje enfrentam preconceito, desvalorização e comentários machistas que tentam diminuir suas capacidades e transformar talento em objeto de piada”, reforçou. “Segundo dados da ONU Mulheres, milhões de meninas abandonam o esporte todos os anos devido ao machismo, à sexualização e à falta de respeito nos ambientes esportivos. Discursos como esse reforçam exatamente essa cultura que precisamos combater diariamente”, destacou o prefeito. Vereador pede desculpas após fala sobre torneio de futebol feminino no Ceará. Confira nota do vereador Mardônio Cavalcante “Peço sinceras desculpas a todas as pessoas que possam ter se sentido ofendidas ou atingidas por publicação de minha autoria divulgada nas redes sociais. Em nenhum momento tive a intenção de promover qualquer forma de ofensa, discriminação ou desrespeito. Reconheço, contudo, que a manifestação gerou questionamentos e diferentes interpretações, motivo pelo qual considero importante me dirigir publicamente à população. O exercício da vida pública exige responsabilidade, respeito e atenção permanente à forma de comunicação com a sociedade. Esse episódio reforça a importância da reflexão e do aperfeiçoamento contínuo da atuação pública, especialmente nos espaços de comunicação e interação com a população. Reafirmo meu compromisso com os princípios da dignidade humana, da convivência democrática e do respeito a todas as pessoas, valores que sempre orientaram minha atuação pública e o exercício do mandato. Da mesma forma, reitero meu compromisso de continuar trabalhando com responsabilidade, transparência, respeito e dedicação ao interesse público, sempre pautado pela ética, pelo diálogo e pelo respeito à população. Por fim, renovo minhas desculpas a todos que se sentiram ofendidos e reafirmo minha disposição de seguir servindo à sociedade com seriedade e responsabilidade”. Secretária critica, e Câmara rebate A secretária de Inclusão e Promoção Social de Meruoca, Maria Tatiene Rodrigues da Silva, também usou as redes sociais para criticar a declaração do vereador. “É inadmissível o que aconteceu hoje na Câmara Municipal de Meruoca. A fala de um vereador, marcada por atitudes e declarações desrespeitosas em relação às mulheres, é algo que não pode ser normalizado nem aceito”, disse. “Como mulher e defensora do respeito e da dignidade feminina, manifesto meu total repúdio a qualquer forma de violência, discriminação ou conduta que desvalorize e ofenda as mulheres. É fundamental que os espaços públicos e de representação política sejam pautados pelo respeito, pela ética e pelo compromisso com os direitos de todos”, complementou. Após a publicação da secretária, a Câmara Municipal de Meruoca emitiu uma nota, em que afirma que "empre manteve uma postura de valorização, respeito e fortalecimento da participação feminina. Durante a atual legislatura, todos os projetos voltados à defesa dos direitos das mulheres receberam apoio e aprovação da Câmara Municipal". Veja o que disse a Câmara na íntegra: “A Câmara Municipal de Meruoca recebeu com surpresa as declarações da Secretária de Inclusão e Promoção Social, Maria Tatiene Rodrigues da Silva, relacionadas à atuação desta legislatura em defesa das mulheres. Por respeito à população meruoquense e, principalmente, às mulheres de nosso município, entendemos ser importante esclarecer alguns fatos. Esta Casa Legislativa sempre manteve uma postura de valorização, respeito e fortalecimento da participação feminina. Durante a atual legislatura, todos os projetos voltados à defesa dos direitos das mulheres receberam apoio e aprovação da Câmara Municipal. Além disso, foram criadas iniciativas importantes como o Prêmio Empreendedoras Mulheres, a Comenda Mulher Meruoquense e a Comenda Cezarina Almeida, instrumentos que reconhecem a contribuição das mulheres para o desenvolvimento de nossa cidade e incentivam o protagonismo feminino em diversos setores da sociedade. A Câmara também mantém em funcionamento a Procuradoria da Mulher e a Comissão de Defesa da Mulher, dos Direitos Humanos, da Cidadania, da Juventude e da Criança, espaços criados justamente para fortalecer a participação feminina, acolher demandas e promover debates sobre igualdade, respeito e cidadania. Da mesma forma, esta legislatura implantou o Parlamento Jovem, iniciativa que estimula a formação de novas lideranças e que hoje conta, inclusive, com uma jovem mulher exercendo sua presidência. Ao longo dos últimos anos, foram promovidos eventos, homenagens, debates e ações voltadas à valorização das mulheres meruoquenses. Muitas dessas iniciativas foram amplamente divulgadas e abertas à participação de autoridades, representantes da sociedade civil e da população em geral. São ações concretas que demonstram, na prática, o compromisso desta Casa com as mulheres e com o fortalecimento de sua presença nos espaços de decisão e representação. Por essa razão, entendemos que não é justo que todo esse trabalho institucional seja desconsiderado em razão de uma manifestação individual. A Câmara Municipal de Meruoca é composta por homens e mulheres que, diariamente, trabalham para construir uma sociedade mais justa, inclusiva e respeitosa. O respeito às mulheres não se mede por um episódio isolado, mas pelo conjunto de ações, projetos e iniciativas desenvolvidos ao longo do tempo. Às mulheres meruoquenses, reafirmamos nosso compromisso de continuar trabalhando para ampliar espaços de participação, fortalecer direitos e reconhecer a importância de cada mulher na construção de nosso município. O diálogo sempre será bem-vindo, mas a verdade também precisa ser preservada.” Assista aos vídeos mais vistos do Ceará

  20. Flávio Bolsonaro esteve no Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães Reprodução/Redes Sociais O senador Flávio Bolsonaro (PL) aproveitou a ida a Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, para fazer campanha. A cidade é um dos berços do agronegócio no estado e foi um dos poucos municípios baianos em que o pai dele, Jair Bolsonaro (PL), foi o mais votado nas eleições de 2018 e 2022. Em 2018, o ex-presidente conquistou maioria em quatro dos 417 municípios baianos e, em 2022, repetiu o êxito em apenas dois. Em ambas as disputas, Luís Eduardo Magalhães figurou entre os principais redutos bolsonaristas do estado. A visita desta terça-feira (9) foi motivada pelo Bahia Farm Show, evento de negócios e tecnologia agrícola. Flávio esteve ao lado do prefeito Júnior Marabá (PP) e de outros políticos, como o presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado pela Bahia, João Roma. "Não tenho como agradecer o carinho que eu estou recebendo de cada um de vocês aqui. Um monte de gente mostrando foto com o presidente Bolsonaro no passado e completando o álbum agora tirando foto comigo", destacou o pré-candidato à Presidência da República. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia Flávio Bolsonaro ao lado do prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá Reprodução/Redes Sociais Em discurso para produtores rurais, Flávio também criticou o tratamento dado ao agronegócio pelo governo federal. "Vocês carregam esse Brasil nas costas e não merecem que um presidente trate o agro como se fosse fascista, como se fosse bandido", afirmou. Na ocasião, o político também teceu críticas ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e prometeu "libertar cada baiano que hoje mora numa área dominada por narcoterroristas". "Um governo federal que vai defender traficantes de PCC e Comando Vermelho fora do Brasil. Enquanto a gente aqui, nós, o povo brasileiro, vamos trabalhar para que eles fossem considerados terroristas pelo que eles são". Agora no g1 Flávio se refere à classificação feita pelo governo dos Estados Unidos, que categorizou as duas principais facções criminosas do Brasil como organizações terroristas. Dois dias antes do presidente Donald Trump anunciar a medida, o senador disse que fez o pedido diretamente ao político republicano. A medida, no entanto, preocupa o governo Lula, que tentou evitar essa situação. A avaliação no entorno do governo é de que essa classificação pode abrir margem para ações mais duras dos Estados Unidos no território nacional. LEIA TAMBÉM: Avião com ACM Neto tem problema técnico e pouso é desviado na Bahia Entenda abono extraordinário sancionado para profissionais da educação da rede estadual Alba aprova reajuste salarial de 5,3% para professores da rede estadual Veja mais notícias do estado no g1 Bahia Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻
  21. Câmara aprova Projeto Antifacção, que aumenta penas pra integrantes de milícias e organizações criminosas A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (9) a urgência de um projeto de lei para corrigir falhas apontadas na Lei Antifacção por integrantes do Ministério Público. O texto, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em março, criou um marco legal para o combate ao crime organizado no Brasil. O projeto inclui agora quatro novos crimes tipificados na legislação recente - homicídio, latrocínio, extorsão e extorsão mediante sequestro considerados ultraviolentos - na Lei de Crimes Hediondos, que tem regras de progressão de regime mais severas. Com a urgência, o texto pode ser votado diretamente no plenário, pulando a etapa das comissões. Ainda não há data para votação do conteúdo da proposta, já que a pauta da Câmara está trancada devido à urgência do Executivo ao projeto que regulamenta o fim da escala 6x1. A análise da urgência ocorre após a Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (FESMP-MT), vinculado ao Ministério Público do estado, encaminhar um ofício para os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), apontando falhas na Lei Antifacção recém-aprovada pelas duas Casas. O documento - revelado pela 'Folha de S. Paulo' e confirmado pela Globonews - afirma que trechos incluídos na legislação poderiam beneficiar membros de organizações criminosas condenados por quatro novos crimes criados na nova legislação. São eles: o homicídio doloso ultraviolento; o latrocínio ultraviolento com emprego de arma de fogo; a extorsão ultraviolenta; a extorsão mediante sequestro ultraviolenta. Embora esses crimes tenham recebido penas de até 40 anos, ficaram de fora da Lei dos Crimes Hediondos - o que, na prática, segundo os integrantes do Ministério Público, poderia facilitar a progressão de regime desses criminosos, antecipando benefícios a esses condenados. "O paradoxo produzido por essa omissão é de extrema gravidade: as formas agravadas desses crimes — criadas exatamente para punir com mais rigor os integrantes de organizações criminosas ultraviolentas — submetem-se, na fase de execução da pena, a regime menos rigoroso do que as formas básicas dos mesmos crimes", diz o ofício dos integrantes do Ministério Público. No documento, FESMP-MT explica que um condenado por crime de homicídio doloso ultraviolento, com pena de 20 a 40 anos de prisão, "pode progredir de regime em percentuais inferiores, requerer livramento condicional e beneficiar-se de institutos vedados aos hediondos". Um condenado por homicídio qualificado ordinário, com pena mínima de 12 anos, portanto menos grave do que o crime ultraviolento, ainda de acordo com o documento, "está submetido ao regime mais rigoroso", uma vez que esse crime é considerado hediondo. "Trata-se de omissão do processo legislativo, não de escolha deliberada de política criminal — o que seria manifestamente irracional", diz o ofício. A sugestão dos integrantes do Ministério Público é incluir essas quatro modalidades na Lei dos Crimes Hediondos. Justificativa para a correção do texto O projeto cuja urgência foi aprovada foi apresentado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), relator da Lei Antifacção na Câmara, e faz exatamente o que sugere o ofício. Na justificativa, Derrite explica que o projeto "limita-se a promover a adequação do tratamento jurídico dessas condutas, assegurando que crimes de máxima gravidade, especialmente aqueles praticados no contexto do crime organizado ultraviolento, recebam resposta penal compatível com sua elevada lesividade social". O relator do projeto no Senado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), disse à reportagem que a falha foi incluída na Câmara, retirada pelos senadores, mas retomada pelos deputados quando o texto retornou para última análise. "O projeto do Executivo mantinha o que já previsto em lei, considerava como hediondo o crime de organização criminosa quando direcionado à prática de crime hediondo ou equiparado, o que não configuraria o problema retratado no artigo. O texto do Senado também não teria esse problema, porque facções e milícias entravam no guarda-chuva de Orcrim [Lei de Organizações Criminosas]. O problema é que a Câmara criou o tipo por fora e não promoveu as alterações", disse.

  22. Filhotes de felino raro são resgatados e devolvidos à mãe em área de mata em Roraima Dois filhotes de gato-mourisco, espécie rara e ameaçada de extinção, foram resgatados e devolvidos à mãe na região do Baixo Rio Branco, em Caracaraí, no Sul de Roraima. O resgate aconteceu em uma área de mata próxima à vila de Santa Maria do Boiaçu e ao rio Jauaperi. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp O resgate ocorreu na sexta-feira (5), e a devolução no último domingo (7). A história começou quando um morador encontrou os filhotes sozinhos à beira de uma lagoa. Ele chegou a ver a fêmea, que fugiu assustada. O homem achou que se tratava de uma "onça-pintada muito magra" (veja explicação mais abaixo). Sem saber o que fazer, o homem levou os filhotes para casa e pediu ajuda ao brigadista Maciel Moraes, líder da Brigada Boiaçu, que atua na região. A equipe orientou que os animais fossem devolvidos à natureza imediatamente. Antes do retorno à mata, os filhotes foram alimentados com leite em uma mamadeira. Devolução à mãe No dia seguinte, a equipe caminhou com o morador até o local exato onde os felinos foram encontrados. Na floresta, os brigadistas montaram uma estrutura de galhos e fizeram uma cama de folhas. O objetivo era proteger os filhotes de possíveis ataques de outros predadores. Moraes e os brigadistas Elioenai Nascimento e Maria Marciele de Souza montaram um acampamento a uma distância segura. A equipe ficou de vigília no local durante todo o dia. "Por volta das 21h ou 22h, escutamos os passos mansos no chão molhado. Ela deu um esturro [rugido] e nós ficamos quietos. Logo depois, escutamos os bichinhos, que estavam rosnando, pararem, e tudo calou", descreveu Moraes. Após o silêncio na mata, os profissionais foram até a cama de folhas com lanternas e confirmaram que os filhotes não estavam mais lá, sinal de que a mãe os havia recuperado. "Eu fiquei até arrepiado, pois uma missão dessa é especial demais. Nós fazemos treinamento para cuidar da fauna e da natureza, mas uma ação inédita como essa traz um sentimento inexplicável. Faltam palavras", afirmou o líder da equipe. "Isso foi um troféu para a gente: pegar duas vidas, devolver para a selva amazônica, para a sua mãe e para o seu habitat. É um troféu que vamos carregar para o resto da vida", finalizou. Gatos-mouriscos foram devolvidos à mãe em área de mata por brigadistas em Santa Maria do Boiaçu, Sul de Roraima. Divulgação/Brigada Boiaçu Gato-mourisco ou onça-pintada? A dúvida inicial do morador, que confundiu a mãe dos filhotes com uma onça-pintada, foi esclarecida após análise de imagens pelo biólogo e pesquisador da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Artur Alves. O especialista avaliou fotos e vídeos do resgate e confirmou que os animais são de fato gatos-mouriscos. Ele as características físicas que diferenciam os filhotes das duas espécies. "No gato-mourisco, o focinho é menor e mais compacto, com uma leve projeção, e a cauda é mais alongada e robusta. Já a onça-pintada tem o focinho mais largo e a cauda com um tamanho reduzido em proporção ao corpo", explicou o biólogo. Alves acrescentou que o relato do morador sobre a fêmea também condiz com o gato-mourisco, que na fase adulta tem um porte físico bem menor que o de uma onça. Filhotes de gato-mourisco foram confundidos com onças-pintadas durante resgate. Divulgação/Brigada Boiaçu Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

  23. Paróquia N. Sra. Aparecida Arquidiocese de Santarém/Divulgação A Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Santarém, no oeste do Pará, informou que irá antecipar o horário da Celebração Eucarística do sábado (13), em razão da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de Futebol. ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp De acordo com comunicado divulgado pela paróquia, a missa terá início às 18h, permitindo que os fiéis acompanhem a partida da equipe brasileira sem comprometer a participação nas atividades religiosas. A mudança é válida apenas para esta celebração específica. As demais missas e programações da paróquia seguirão os horários habituais. Em publicação foi feita nas redes sociais. Nota da paróquia “Excepcionalmente neste sábado, dia 13 de junho, em razão da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de Futebol, a Celebração Eucarística iniciará às 18h00, como forma de permitir aos fiéis assistirem ao jogo. As demais celebrações permanecem no mesmo horário habitual.” VÍDEOS: mais vistos do g1 Santarém e Região

  24. Vídeo mostra encontro entre chefe de investigadores e acusado de planejar matar promotor O vídeo do encontro entre o então chefe dos investigadores da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Campinas (SP), Maurício Aparecido de Oliveira, e o empresário José Ricardo Ramos, apontado como um dos responsáveis pela execução do plano para matar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho, foi gravado a pedido do próprio empresário. A gravação foi localizada no celular de José Ricardo Ramos, e segundo a investigação, foi feita pela amante do empresário. Os dois foram presos em agosto de 2025, na Operação Pronta Resposta. VÍDEO mostra encontro entre ex-chefe de investigadores e acusado de planejar morte de promotor Segundo a investigação, a reunião ocorreu cerca de uma semana antes da deflagração da Operação Pronta Resposta, realizada em agosto de 2025 para desarticular o grupo suspeito de planejar o atentado contra o promotor do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). De acordo com o Ministério Público (MP), os vídeos registram o encontro entre os dois investigados justamente nos dias que antecederam a operação que acabou frustrando o suposto plano de assassinato. Os investigadores tentam descobrir se informações sigilosas sobre a investigação foram repassadas ao grupo criminoso. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Maurício Aparecido de Oliveira foi preso nesta terça-feira (9) durante a operação que apura a ligação de agentes públicos com o PCC. Na época do encontro registrado nos vídeos, ele era chefe dos investigadores da Dise de Campinas. Atualmente, estava lotado no 1º Distrito Policial da cidade. Já José Ricardo Ramos foi preso em agosto de 2025, durante a Operação Pronta Resposta. Segundo o Ministério Público, ele é um dos principais acusados de participação no plano para matar o promotor do Gaeco. Operação Infiltrados A operação do MP que investiga a atuação de agentes públicos suspeitos de repassar informações sigilosas e beneficiar integrantes do PCC prendeu um ex-chefe de investigadores da Polícia Civil, um ex-estagiário do próprio MP e um ex-policial civil expulso da corporação. Segundo as investigações, eles teriam participado de um esquema que envolve vazamento de informações sigilosas, extorsão de investigados e contatos com investigados apontados como integrantes de um grupo que planejava matar o promotor do Gaeco. Veja quem são os presos: Ex-chefe de investigadores da Dise Ex-chefe dos investigadores da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Campinas (SP), Maurício Aparecido de Oliveira Arquivo pessoal Um dos presos é Maurício Aparecido de Oliveira, que foi chefe dos investigadores da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Campinas (SP). Atualmente, ele trabalhava no 1º Distrito Policial da cidade - central de flagrantes que atende a região central da cidade. De acordo com o Ministério Público, uma semana antes da operação que desarticulou o plano para matar o promotor do Gaeco Amauri Silveira Filho, em agosto de 2025, Maurício se reuniu com um dos suspeitos apontados como responsável por executar o atentado. Em nota, a defesa de Maurício informou que aguarda acesso aos autos para analisar o "desnecessário pedido de prisão temporário de um servidor público". Ex-estagiário do Ministério Público Gabriel Lira de Jesus, ex-estagiário do MP preso em operação contra infiltrados do PCC Reprodução/Instagram Outro preso é o bacharel em direito Gabriel Lira de Jesus que, na época dos fatos investigados, fazia estágio em uma promotoria criminal do Ministério Público em Campinas. A defesa dele não foi localizada. Segundo o Gaeco, ele teria usado o acesso a sistemas e bancos de dados da instituição para localizar investigados com alto poder econômico e exigir dinheiro em troca de suposta proteção contra investigações. A suspeita é que ele tenha entrado na promotoria já com a intenção de obter informações para esse tipo de prática. Uma das descobertas da investigação surgiu após a análise do celular de Maurício Silveira Zambaldi, conhecido como "Dragão", suspeito de financiar o plano para matar o promotor Amauri Silveira Filho. No aparelho de Dragão, promotores encontraram mensagens em que Gabriel Lira de Jesus cobrava R$ 500 mil para que informações sobre o empresário não fossem enviadas ao Gaeco. A partir dessas mensagens, os investigadores chegaram ao então estagiário. Segundo o MP, ele deixou a promotoria algumas semanas após operações que tinham "Dragão" como alvo e passou a trabalhar em um escritório de advocacia da região de Campinas, que também foi alvo de buscas nesta terça-feira. O advogado Allan Renato Cassoli, que defende Gabriel Lira de Jesus, disse que irá se manifestar nos autos do processo e que os fatos serão apurados com a devida cautela no transcorrer da investigação. Veja a nota: "A defesa de Gabriel Jesus informa que está acompanhando os desdobramentos dos fatos ocorridos na data de hoje e já está atuando junto às autoridades competentes para o devido esclarecimento da situação. A defesa resguarda com rigor os princípios constitucionais da ampla defesa, do contraditório e da presunção de inocência - garantias que não se suspendem pela repercussão de uma operação policial nem pela velocidade com que as informações circulam nas redes. Qualquer conclusão ou juízo de valor neste estágio inicial é prematuro e pode causar dano irreparável. Neste momento, a defesa manifestar-se-á exclusivamente nos autos do processo, os quais ainda não obteve pleno acesso, resguardando o estrito cumprimento dos princípios constitucionais da ampla defesa, do contraditório e da presunção de inocência. Por fim, reitera que os fatos serão apurados com a devida cautela no transcorrer da investigação, sendo prematura qualquer conclusão ou juízo de valor neste estágio inicial". Ex-policial civil Itamar Gomes da Silva é um ex-policial civil que, segundo o Ministério Público, teria ajudado o então estagiário e participado do esquema. Ele foi preso em Cardoso (SP). Itamar seria o responsável com conectar o ex-investigador Maurício Aparecido de Oliveira ao empresário José Ricardo, apontado como um dos responsáveis pela execução do plano para matar o promotor de Justiça Amauri Silveira Filho. Vídeos obtidos pela GloboNews mostram o encontro entre os dois investigados justamente nos dias que antecederam a operação que acabou frustrando o suposto plano de assassinato. Itamar foi preso na manhã desta terça (9), em um sítio na rodovia que liga Cardoso (SP) ao distrito de São João do Marinheiro. Segundo o registro da prisão, Itamar não ofereceu resistência, e após o exame de corpo de delito, foi encaminhado à Cadeia Pública de Catanduva (SP). Itamar já havia sido preso em 2008 e acabou expulso da Polícia Civil após ser condenado por um caso de extorsão. Na ocasião, de acordo com a denúncia do Ministério Público, ele e outros dois policiais prenderam uma mulher investigada por tráfico de drogas e exigiram dinheiro de um suposto chefe da quadrilha para libertá-la. Investigação A Operação Infiltrados é um desdobramento de duas operações deflagradas no ano passado: Operação Pronta Resposta: deflagrada em agosto, apurou a atuação de organização criminosa ligada ao PCC que, dentre outros crimes, estaria planejando um atentado contra a vida do promotor de Justiça do Gaeco Amauri Silveira Filho. Operação Off White: deflagrada em 30 de outubro de 2025 - realizada para desmantelar um esquema de lavagem de dinheiro ligado a dois dos traficantes mais procurados do Brasil. Entre eles, um dos principal chefes em liberdade do PCC: Sérgio Luiz de Freitas (Mijão ou Xixi). Além das três prisões temporárias, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão em Campinas e Cardoso (SP). Um policial penal também é investigado e foi alvo de buscas. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

  25. Câmara de Petrópolis debate futuro do Vestibular Social em audiência Priscila Torquato/g1 A Câmara Municipal de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, realiza nesta terça-feira (9) uma audiência pública para discutir o futuro do Vestibular Social, programa que já garantiu bolsas de ensino superior para mais de 2 mil estudantes da rede pública do município. A audiência será promovida pela Comissão de Educação, Assistência Social e Defesa dos Direitos Humanos e reunirá representantes da Prefeitura, da Universidade Católica de Petrópolis (UCP), estudantes e integrantes da sociedade civil. O debate ocorre em meio à falta de novas edições do programa e à preocupação com a manutenção das bolsas já concedidas. Segundo a presidente da comissão, a vereadora Lívia Miranda, estudantes beneficiados pelo Vestibular Social procuraram os parlamentares para relatar insegurança sobre a continuidade dos cursos. 📱 Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Agora no g1 "Fomos procuradas pelos estudantes que ingressaram na UCP por meio do Vestibular Social, principalmente pela insegurança em relação à continuidade e à conclusão da graduação. A Prefeitura não realiza pagamentos das bolsas desde 2025, e isso representa um risco para uma política pública importante para quem não tem condições de estudar em outra cidade", afirmou. A parlamentar disse que a comissão pretende discutir alternativas para garantir a permanência dos alunos e a retomada do programa. Criado em 2008 por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Petrópolis e a UCP, o Vestibular Social oferece bolsas integrais para estudantes que concluíram o ensino médio na rede pública ou por meio do Programa Todos Pela Educação. Ao longo de 16 anos, a iniciativa concedeu 2.020 bolsas de estudo. A última seleção foi realizada em 2024, quando foram oferecidas 200 vagas. Desde então, não houve anúncio de novas edições. Programa que já concedeu mais de 2 mil bolsas de ensino superior enfrenta incertezas Priscila Torquato/g1 Dívida e preocupação com a continuidade Em nota, a Universidade Católica de Petrópolis informou que não foi procurada pelo município para a abertura de novas vagas nos últimos anos e reiterou o interesse em manter a parceria. A instituição afirmou ainda que existem cerca de R$ 5 milhões em parcelas atrasadas referentes ao convênio firmado com a Prefeitura. "A UCP mantém a esperança e o diálogo aberto para que esta parceria tão importante seja retomada o mais breve possível", informou a universidade. Segundo a instituição, a regularização dos repasses é fundamental para garantir a continuidade das bolsas já existentes e permitir novas edições do programa. Integrante da comissão organizadora da audiência, o vereador Thiago Damaceno destacou o impacto social da iniciativa. "O Vestibular Social representa oportunidade, inclusão e transformação de vida. Muitas famílias só conseguiram ver seus filhos ingressando em uma universidade por causa desse programa. Precisamos discutir caminhos para garantir sua continuidade", afirmou. A situação também preocupa entidades estudantis. Para Daniel Beatriz, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e aluno da UCP, o programa é uma das principais formas de acesso ao ensino superior na cidade. "O Vestibular Social é a maior política de acesso ao ensino superior em Petrópolis. A UNE acompanha com preocupação a informação de que a Prefeitura possui uma dívida de R$ 5 milhões relacionada às bolsas desses estudantes", disse. O que diz a Prefeitura Em nota, a Prefeitura de Petrópolis informou que tem interesse em manter o programa e resolver o impasse com a universidade. "O município está empenhado em negociar as dívidas com a instituição e manter o programa", informou o comunicado. LEIA TAMBÉM: Petrópolis suspende vacina contra a dengue do Instituto Butantan após orientação do Ministério da Saúde Nova Friburgo registra menor temperatura do RJ e aparece entre as mais frias do Brasil Cães farejadores auxiliam em operação de combate ao tráfico de drogas em Teresópolis

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