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G1 GLOBO (Tudo Diário)

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  3. Operador financeiro negociava comissões milionárias em aportes do Rioprevidência no Banco Master, diz PF A operação contra o ex-governador Cláudio Castro, na última terça-feira (26), tinha também como alvo pessoas que ajudaram a viabilizar os aportes bilionários do Rioprevidência no Banco Master. Entre elas, um homem que é apontado como operador financeiro do esquema. Em conversas com Daniel Vorcaro, ele negocia comissões milionárias pelos investimentos. O empresário e lobista Ricardo Siqueira Rodrigues, conhecido como Ricardo Gordo, mora em um condomínio fechado de alto padrão na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, onde foi alvo de busca e apreensão nesta semana. Ele é apontado pela Polícia Federal como operador financeiro dos investimentos do Rioprevidência no Banco Master. A equipe do RJ2 esteve na casa dele nesta sexta-feira (29). Na portaria, a informação foi de que ele não está no Brasil. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O empresário e lobista Ricardo Siqueira Rodrigues, conhecido como Ricardo Gordo Reprodução/TV Globo Segundo a Polícia Federal (PF), não é de hoje que Ricardo Gordo acumula patrimônio em operações que teriam causado prejuízos milionários. Ele foi preso em 2018 por atuar como operador financeiro de um esquema de fraudes em fundos de pensão, envolvendo lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A operação acabou anulada pela Justiça, mas o próprio investigado admitiu os crimes em acordo de colaboração premiada, no qual se comprometeu a devolver R$ 33 milhões. Ele chegou a pagar R$ 10 milhões, mas em 2025 pediu a devolução do valor ao Supremo Tribunal Federal (STF), em ação que ainda está em andamento. Aportes milionários Um ano antes da tentativa de reaver o dinheiro, ele já voltava a responder a processos. Foi condenado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por unanimidade, a pagar de multa de R$ 53 milhões por operação fraudulenta no mercado de valores mobiliários. De acordo com a PF, Ricardo Gordo manteve o mesmo modo de atuação mesmo após deixar a prisão. Ele próprio teria revelado, em delação, que sua função era articular investidores em esquemas de captação de recursos de fundos de previdência. Segundo os investigadores, era exatamente o que ele fazia, articulando para o Rioprevidência investir no Banco Master. A PF o descreve como um criminoso contumaz, com histórico recorrente de atuação na captação de recursos de regimes previdenciários, com uso de interlocução com gestores e oferta de vantagens indevidas, ou seja, propina. Em conversas obtidas pela PF no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, Ricardo afirma em áudio: “O que me interessa é a captação. É trazer o dinheiro. Como eu faço para trazer o dinheiro? É problema meu”. Vorcaro responde: “Fechado, irmão, confio em você”. Banco Master Reprodução/TV Globo Em outro diálogo, de outubro de 2023, ele parabeniza Vorcaro pelo credenciamento do Banco Master pelo Rioprevidência, que permitia investimentos do fundo no banco. O banqueiro pergunta sobre o volume de recursos e recebe a resposta: “Consigo deixar aprovado R$ 500 milhões”. Em outra mensagem, ele afirma: “Lá tem um dono e esse dono precisa autorizar os caras internamente, Daniel”. Vorcaro responde: "Entendido". Segundo a investigação, os aportes efetivamente ocorreram nos meses seguintes. Entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024, o Rioprevidência fez quatro aplicações em letras financeiras do Banco Master, ultrapassando R$ 500 milhões. Até julho de 2024, o total chegou a R$ 970 milhões. A partir de dezembro de 2024, o fundo passou a investir também em fundos administrados pelo banco, como o Arena (R$ 1,3 bilhão), Revolution (R$ 480 milhões), Texas I (R$ 150 milhões) e Horizonte I (R$ 10 milhões), somando mais de R$ 2 bilhões. Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes no Banco Master pelo Rioprevidência Segundo a PF, ao menos R$ 41,9 milhões foram repassados pelo Banco Master a Ricardo Siqueira pela captação de recursos de fundos de previdência, incluindo o Rioprevidência. Em uma das conversas investigadas, os dois tratam do pagamento de comissão. Vorcaro pergunta o nome da empresa para emissão de nota, e Ricardo responde: “Mídias Promotora”, citando valor de R$ 7 milhões. Formalmente, a empresa está no nome de Gilson Bahia Vasconcelos, apontado pela PF como possível laranja. Ele teria recebido cinco parcelas do auxílio emergencial. A casa de Gilson fica em uma rua numa área dominada pelo crime organizado. Ele responde por estelionato e organização criminosa. Para os investigadores, não há dúvidas de que o verdadeiro responsável pela empresa é Ricardo Gordo. A PF agora tenta identificar quem seria o “outro dono” mencionado nas conversas, ao qual Ricardo se referia ao afirmar que o Rioprevidência “tem um dono”. O que dizem os envolvidos O Rioprevidência disse que em dezembro de 2025 resgatou R$ 1,4 bilhão de um fundo gerido pelo Banco Master e que segue adotando todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis para a recuperação de recursos aportados em outros fundos relacionados ao Master. O RJ2 tentou contato com Ricardo Siqueira, Gilson Vasconcelos e a empresa Mídias Promotora, mas não teve retorno. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

  4. O pai de Henry Borel, Leniel Borel, prestou depoimento nesta sexta-feira (29) no Tribunal do Júri que julga Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e Monique Medeiros pela morte do menino de 4 anos. Durante o relato, Leniel relembrou momentos vividos com o filho pouco antes da morte da criança e afirmou ter considerado estranhas algumas atitudes de Monique. Segundo Leniel, em uma das ocasiões em que devolveu Henry à mãe, o menino apresentou comportamento incomum e demonstrou resistência em retornar para casa. O pai relatou que a criança chegou a ter ânsia de vômito e não queria sair de seu colo. De acordo com o depoimento, Henry só aceitou se despedir depois que Monique afirmou que procuraria uma nova residência. Leniel também contou que o filho pediu para ir para a casa da avó, mas que a mãe respondeu que ele teria de ir para o apartamento onde morava com ela. Ao longo do depoimento, Leniel afirmou que, com base em fatos que conheceu posteriormente durante a investigação, passou a acreditar que Monique teria agido de forma premeditada. A declaração levou a juíza Elizabeth Machado Louro a interromper o relato para questionar o pai de Henry, observando que essa suspeita não havia sido mencionada anteriormente por ele em outras oportunidades. O depoimento de Leniel ocorreu após um dia marcado por momentos de tensão no plenário. Horas antes, Monique Medeiros deixou a sessão após relatar mal-estar durante a exibição de fotografias da necropsia de Henry. Já Jairinho deixou o tribunal posteriormente, segundo sua defesa, para receber medicação após também passar mal. Com a saída dos dois réus, nenhum deles acompanhou o depoimento do pai da criança. Leniel foi ouvido após os depoimentos dos peritos Luiz Carlos Leal Prestes e Luiz Airton Saavedra de Paiva. Ambos reafirmaram aos jurados que as lesões encontradas no corpo de Henry são incompatíveis com acidente doméstico e com as manobras de reanimação realizadas no Hospital Barra D'Or. O julgamento prossegue nos próximos dias com novas testemunhas de acusação e defesa antes dos interrogatórios dos réus e dos debates finais entre acusação e defesa. Leniel Borel Henrique Coelho/g1 Rio

  5. Imagem do trecho da Rodovia Anhanguera, em Limeira. Reprodução/Autoban O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou, nesta sexta-feira (29), que a concessionária AutoBAn realize, em até 15 dias, manutenção dos acessos da Rodovia Anhanguera (SP-330), em Limeira (SP). O processo teve início em 2020 e cabe recurso. Pela decisão, caso não realize as melhorias no prazo, a empresa poderá ser multada em até R$ 10 mil por dia, limitada a R$ 1 milhão. A AutoBAn informou que foi notificada e que está recorrendo da decisão. Entretanto, a concessionária informou que iniciou reparos emergenciais na alça do Km 149, sentido Interior-capital, na madrugada desta sexta — veja a posição abaixo. ➡️ A Justiça determinou manutenção contínua, preventiva e corretiva das faixas de domínio e seus acessos (incluindo faixas de aceleração e desaceleração) da Anhanguera, especialmente em quatro pontos: Km 131+100 Km 140+600 Km 141+700 Km 143+900 Em fevereiro, uma reportagem da EPTV mostrou que um dos acessos à Anhanguera é a Avenida Ismael Ferreira dos Santos, que estava com buracos havia pelo menos nove meses. A Prefeitura de Limeira afirma que está impedida de intervir no local e, enquanto a situação não é resolvida, os motoristas que passam pelo trecho diariamente "seguem expostos a riscos à segurança e danos aos veículos." Segundo a decisão, a medida trata-se de um cumprimento provisório de sentença, pois o processo principal ainda tramita em instância superior. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Piracicaba no WhatsApp A ação foi movida pela Prefeitura de Limeira, que alega não ter competência legal para executar os serviços, já que a responsabilidade é exclusiva da concessionária, conforme contrato firmado com o Governo de São Paulo. Em 9 de abril, o TJ-SP negou um recurso da AutoBAn contra uma decisão que obrigava a concessionária a realizar manutenções nos acessos. O que diz a Prefeitura de Limeira Em nota, a Prefeitura de Limeira informou que está legalmente impedida de intervir no local que, segundo a administração, é de responsabilidade da concessionária. A falta de manutenção compromete a segurança dos motoristas que circulam pela via — veja a posição. "A decisão reforça uma disputa judicial vencida pela Prefeitura em duas instâncias. Em abril deste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou, por 3 votos a 0, que a responsabilidade pela conservação dos acessos é da Autoban, já que a área faz parte da faixa de domínio da rodovia e está sob concessão estadual. Exatamente por isso, a Prefeitura está legalmente impedida de intervir no local. Enquanto a situação não é resolvida, quem usa o trecho diariamente segue exposto a riscos à segurança e danos aos veículos. O município aguarda que a Autoban cumpra a determinação dentro do prazo fixado na decisão, da juíza Graziela da Silva Nery, da Vara da Fazenda Pública de Limeira". O que diz a AutoBAn "A concessionária Motiva Autoban informa que foi notificada e que está recorrendo da decisão. Porém, por liberalidade e pensando na segurança dos clientes, a concessionária iniciou reparos emergenciais na alça do km 149, sentido Sul (interior-capital), da Rodovia Anhanguera, em Limeira. Os serviços emergenciais foram iniciados nesta madrugada e devem seguir em andamento pelos próximos dias". Agora no g1 Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Piracicaba.

  6. Assista ao Boa Noite Espírito Santo As principais notícias do dia no Espírito Santo.

  7. Uma briga registrada na arquibancada do ginásio Pelezão interrompeu a semifinal do Bairrão Tropical de Futsal 2026, na noite de quinta-feira (28), em Três Corações (MG). O episódio provocou tumulto e correria entre torcedores que estavam no local. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento da confusão, enquanto parte do público tenta deixar o ginásio às pressas. De acordo com a Polícia Militar, a situação foi controlada e ninguém ficou ferido. Em nota, a Liga Esportiva Tricordiana informou que houve “um incidente pontual na arquibancada do ginásio” e destacou que não ocorreu briga generalizada entre torcidas. Briga em arquibancada causa tumulto e interrompe semifinal do Bairrão Tropical de Futsal, em Três Corações Reprodução EPTV / Redes Sociais A organização também afirmou que a decisão de interromper a partida foi tomada de forma preventiva, com o objetivo de preservar a integridade física dos presentes. O jogo foi remarcado para a próxima terça-feira, dia 2 de junho, às 19h30, com reinício exatamente do ponto em que foi interrompido. Top 3: Veja as notícias mais lidas na semana no g1 Sul de Minas Segundo a Liga, a presença ou não de público na continuidade da partida ainda será definida em reunião oficial com as autoridades de segurança, prevista para a próxima segunda-feira. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

  8. Um homem de 32 anos foi preso nesta sexta-feira (29) em Varginha (MG), suspeito de integrar uma organização criminosa envolvida em furtos milionários de implementos agrícolas. Segundo a Polícia Civil, ele também foi autuado em flagrante por posse irregular de munição. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram De acordo com as investigações, o grupo é responsável por uma série de furtos praticados entre março e abril deste ano em uma cooperativa agroindustrial. Os suspeitos agiam durante a madrugada, com divisão de tarefas, e podem ter utilizado informações privilegiadas para cometer os crimes. Depois, os equipamentos eram negociados em outros municípios do Sul de Minas. Polícia Civil prende suspeito de esquema de furtos de implementos agrícolas no Sul de MG Polícia Civil A prisão faz parte da segunda fase de uma operação da Polícia Civil. Nesta etapa, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva. Na casa do suspeito, os policiais encontraram uma caixa com 50 munições calibre 9 milímetros, além de quatro telemóveis, que serão analisados em perícia. Até o momento, sete investigados foram identificados. Com o avanço das investigações, dois suspeitos estão presos, um segue foragido e os demais respondem ao processo em liberdade. Na primeira fase da operação, deflagrada em 7 de maio, foram realizadas buscas em Varginha, Elói Mendes e Três Pontas. Na ocasião, um homem de 33 anos foi preso preventivamente. Os agentes apreenderam o carro usado nos crimes, drogas, telemóveis, roupas utilizadas nas ações e quatro conjuntos de pneus e rodas de implementos furtados. Polícia Civil prende suspeito de esquema de furtos de implementos agrícolas no Sul de MG Polícia Civil No dia seguinte, 8 de maio, as equipes recuperaram duas adubadeiras e dois pulverizadores avaliados em mais de 300 mil reais, devolvidos à cooperativa. Top 3: Veja as notícias mais lidas na semana no g1 Sul de Minas A Polícia Civil informou que as investigações continuam para analisar o material apreendido e identificar outros possíveis envolvidos no esquema. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

  9. A 2ª Vara Criminal de Itajubá condenou o ex-secretário municipal de Saúde, Nilo César do Vale Baracho, e outros envolvidos por corrupção e organização criminosa em um esquema ligado ao Hospital das Clínicas de Itajubá (HCI) e à Associação de Integração Social de Itajubá (AISI). A decisão aponta que os crimes teriam ocorrido entre 2017 e 2023. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A decisão foi proferida nesta quarta-feira (25) pelo juiz da 2ª Vara Criminal e Execuções Penais da Comarca de Itajubá, Felipe Manzanares Tonon. Segundo a sentença, o grupo teria estruturado um esquema para desviar recursos da AISI/HCI com o objetivo de pagar uma espécie de “propina mensal” a Nilo Baracho. O pagamento, de acordo com a denúncia acolhida parcialmente pela Justiça, serviria para compensar a perda salarial do então secretário ao deixar a função de professor da Faculdade de Medicina de Itajubá (FMIT) e assumir o cargo público. Nilo Baracho, ex-vice-prefeito de Itajubá, MG Divulgação/Prefeitura de Itajubá Em troca, ainda conforme a decisão, o ex-secretário utilizaria sua influência política para garantir repasse de verbas públicas ao hospital. Os pagamentos eram feitos por meio de notas fiscais sem comprovação de serviço, emitidas por empresas ligadas a outros réus. Apesar de reconhecer a existência do esquema de corrupção, o juiz absolveu todos os acusados do crime de peculato. Na avaliação da Justiça, não ficou comprovado que os valores utilizados para os pagamentos eram necessariamente recursos públicos, já que a conta da AISI recebia diferentes fontes, como planos de saúde e aluguéis. O réu Nilo Baracho também foi absolvido da acusação de lavagem de dinheiro. A sentença destaca que a compra de uma caminhonete com pagamento em espécie foi considerada produto do crime, mas não houve comprovação de tentativa de ocultação da origem do dinheiro, já que o bem foi declarado no Imposto de Renda. Condenações por corrupção e organização criminosa Por outro lado, a Justiça considerou comprovada a atuação de uma organização criminosa estruturada para a prática de corrupção. Foram condenados: Nilo César do Vale Baracho, por corrupção passiva; Rodolfo Souza Cardoso, Kleber Lincoln Gomes e Fábio Cavichia Montanari, por corrupção ativa; Nilo, Rodolfo, Kleber, Fábio e Hassan Georges El Mouallem, por organização criminosa. Já os réus João Paulo Ferreira da Silva e Luiz André da Silva Campos foram absolvidos de todas as acusações por insuficiência de provas quanto à participação no esquema. Hospital das Clínicas de Itajubá Luciano Lopes / Portal Plantão 24h MG Penas definidas As penas por corrupção levaram em conta 24 episódios, relacionados a notas fiscais consideradas irregulares. Nilo Baracho: 6 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, além de multa; Rodolfo, Kleber e Fábio: penas semelhantes, também totalizando 6 anos e 10 meses em regime semiaberto; Hassan El Mouallem: 3 anos e 6 meses, com pena substituída por medidas restritivas de direitos. A decisão também manteve medidas cautelares, como a proibição de aproximação dos condenados às sedes da AISI, FUSPER e do Hospital das Clínicas de Itajubá. Todos poderão responder em liberdade. Top 3: Veja as notícias mais lidas na semana no g1 Sul de Minas O que dizem as defesas A defesa de Nilo Baracho informou que vai recorrer da decisão. Em nota, afirmou que a condenação desconsidera elementos relevantes do processo, como provas e circunstâncias que, segundo a defesa, evidenciam a ausência de conduta típica e ilícita. O texto também diz que, em nenhum momento, ficou demonstrada a participação dolosa de Nilo em qualquer prática criminosa. O advogado de Fábio Cavichia disse que discorda das condenações e que também vai apresentar recurso. A reportagem não conseguiu contato com Kleber Lincoln Gomes. A Prefeitura de Itajubá informou que a atual administração não tem vínculo com a gestão anterior e, por isso, não vai se manifestar sobre o caso. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
  10. Assista ao JL2 g1 transmite também os telejornais Jornal Liberal 1ª e 2ª Edição.

  11. Assista ao JAM 2 ao vivo g1 AM transmite, de segunda a sábado, o JAM1 e o JAM2 Fique ligado: g1 transmite ao vivo os telejornais JAM 1, às 10h45, e JAM2, às 18h05.

  12. EPTV2 - Ribeirão e Franca Transmissão encerrada.
  13. Assista aos telejornais da TV Bahia
  14. Assista aos telejornais da TV Subaé

  15. Assista ao JAP2 desta sexta (29) Participe pelo (96) 99112-6310 O g1 transmite ao vivo, diariamente, os telejornais Bom Dia Amapá (7h), JAP1 (11h45) e JAP2 (19h05).

  16. Benício Xavier de Freitas, de 6 anos, faleceu em hospital de Manaus. Arquivo pessoal O Conselho Regional de Medicina do Amazonas (Creman) concluiu a sindicância que apurou a conduta dos profissionais envolvidos no atendimento de Benício Xavier, de 6 anos, e identificou indícios de irregularidades e falhas médicas em diferentes etapas da assistência prestada à criança. Os médicos investigados passarão a responder a processos ético-profissionais. A decisão cabe recurso. Benício morreu em 23 de novembro, após receber adrenalina na veia durante atendimento hospitalar. De acordo com a investigação, a via e a dosagem prescritas não eram indicadas para o quadro clínico da criança. Após a aplicação, o menino sofreu múltiplas paradas cardíacas e não resistiu. A informação da conclusão da sindicância foi divulgada pela defesa da família de Benício. O g1 solicitou um posicionamento do Creman sobre a conclusão da sindicância. O Conselho informou que o procedimento tramita sob sigilo processual e que está "legalmente impedido de divulgar informações, documentos, nomes ou qualquer manifestação sobre o mérito dos fatos objeto de apuração". 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Segundo o advogado Ricardo Albuquerque, que representa a família de Benício Xavier, a sindicância apontou possíveis infrações éticas cometidas por profissionais que atuaram tanto no pronto-socorro quanto na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Caso Benício: Polícia conclui inquérito e quatro pessoas vão responder por homicídio De acordo com Albuquerque, além dos médicos diretamente responsáveis pelo atendimento, também foram abertos processos contra profissionais ligados à coordenação da pediatria e à diretoria clínica do hospital. “Foi aberto também processo contra médicos em função da Coordenação da Pediatria e Diretoria Clínica do Hospital, e até médico que deveria ter atuado no caso, mas não o fez”, disse. O advogado destacou que a conclusão da sindicância não representa uma condenação dos profissionais, mas o reconhecimento da existência de elementos suficientes para a abertura dos processos éticos. “O julgamento da sindicância diz respeito a indícios de infração ética. Agora os médicos irão responder a processo ético-profissional, mas ainda há a possibilidade de recurso da abertura do processo ético”, explicou. Para a defesa da família, o resultado da sindicância reforça os questionamentos apresentados desde o início das investigações. “Nós vemos com muita satisfação o julgamento da sindicância, pois fizemos também uma denúncia ao conselho pedindo a abertura de sindicância e posterior processo ético-profissional, já que há indícios graves de erros médicos ao longo de todo o atendimento do Benício”, afirmou Ricardo Albuquerque. Caso Benício: polícia conclui que menino de 6 anos foi vítima de erro médico e morreu após overdose de adrenalina Família cobra rigor nas apurações Pai de Benício, Bruno Xavier disse esperar que o conselho conduza o caso com imparcialidade e rigor. Segundo ele, sete médicos serão investigados internamente pelo órgão. “Eu e a Joyce buscamos uma total imparcialidade do CRM. A gente busca que eles trabalhem com muita ética contra os profissionais que forem envolvidos”, declarou. Bruno afirmou que a família espera punições severas aos responsáveis caso as irregularidades sejam comprovadas. “A gente quer, no mínimo, dois culpados à cassação. É isso que a gente busca e espera que, pelo Benício, eles mostrem para a sociedade que não são corporativistas, que prezam pela verdade e pelo julgamento certo”, disse. Caso Benício: polícia conclui que menino de 6 anos foi vítima de erro médico e morreu após overdose de adrenalina Reprodução/TV Globo Ainda segundo o pai, a família deposita confiança no trabalho do conselho e aguarda a conclusão dos processos ético-profissionais. “A gente conta muito com o apoio deles e quer, no mínimo, a cassação de quem ocasionou a morte do nosso filho”, afirmou. O caso segue sob análise do Creman, que agora dará continuidade aos processos ético-profissionais para apurar a responsabilidade dos médicos citados na sindicância. O caso Caso Benício: erros em série causaram morte de menino de 6 anos com dose de adrenalina Segundo o pai, Bruno Freitas, o menino foi levado ao hospital com tosse seca e suspeita de laringite. Ele contou que a médica prescreveu lavagem nasal, soro, xarope e três doses de adrenalina intravenosa, 3 ml a cada 30 minutos. A família disse ao g1 que chegou a questionar a técnica de enfermagem ao ver a prescrição. De acordo com Bruno, logo após a primeira aplicação, Benício apresentou piora súbita. “Meu filho nunca tinha tomado adrenalina pela veia, só por nebulização. Nós perguntamos, e a técnica disse que também nunca tinha aplicado por via intravenosa. Falou que estava na prescrição e que ela ia fazer”, relatou o pai. Após a reação, a equipe levou a criança para a sala vermelha, onde o quadro se agravou. A oxigenação caiu para cerca de 75%, e uma segunda médica foi acionada para iniciar o monitoramento cardíaco. Pouco depois, foi solicitado um leito de UTI, e Benício foi transferido no início da noite de sábado. Na UTI, segundo o pai, o quadro piorou. A equipe informou que seria necessária a intubação, realizada por volta das 23h. Durante o procedimento, o menino sofreu as primeiras paradas cardíacas. O pai relatou que o sangramento ocorreu porque a criança vomitou durante a intubação. Após as primeiras paradas, o estado de Benício continuou instável, com oscilações rápidas na oxigenação. Minutos depois, Benício apresentou nova piora e não respondeu às manobras de reanimação. Ele morreu às 2h55 do domingo. “Queremos justiça pelo Benício e que nenhuma outra família passe pelo que estamos vivendo. O que a gente quer é que isso nunca mais aconteça. Não desejamos essa dor para ninguém”, disse o pai. Em nota, o Hospital Santa Júlia informou que uma médica e uma técnica de enfermagem foram afastadas de suas funções e realizou uma investigação interna pela Comissão de Óbito e Segurança do Paciente. Infográfico - Caso Benício Arte g1

  17. Pátio de Eventos do São João de Caruaru Elvis Edson/ Prefeitura de Caruaru O Procon Caruaru divulgou a Portaria nº 002/2026 com as regras que irão orientar o consumo durante o São João de Caruaru 2026, no Agreste de Pernambuco. Entre as medidas anunciadas estão a definição de preços máximos para bebidas comercializadas no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga e normas voltadas à proteção dos consumidores durante a realização da festa. A portaria também estabelece regras para o funcionamento de restaurantes e bares instalados no espaço do evento. Segundo a Prefeitura de Caruaru, o objetivo é garantir mais transparência nas relações de consumo e evitar práticas abusivas durante um dos maiores festejos juninos do país. ✅ Receba as notícias do São João 2026 direto no seu celular Agora no g1 Confira os preços máximos das bebidas no Pátio de Eventos Refrigerantes: Refrigerante 1 litro: até R$ 18 Refrigerante em lata: até R$ 10 Águas: Água mineral sem gás: até R$ 7 Água mineral com gás: até R$ 8 Cervejas Cerveja em lata (350 ml): entre R$ 8 e R$ 12 Quentes e destilados Cachaça (lata 350 ml): R$ 17 Cachaça (latão 473 ml): R$ 21 Whisky (1 litro): entre R$ 120 e R$ 300 Vodka (1 litro): até R$ 220 Gin (750 ml): até R$ 210 Regras para restaurantes e bares O valor máximo de entrada nos restaurantes instalados no Pátio de Eventos será de R$ 280, desde que os estabelecimentos ofereçam estrutura diferenciada, com área delimitada, segurança e banheiros. Também é obrigatório manter o cardápio visível para os clientes. A cobrança de taxa de mesa e a exigência de consumação mínima são proibidas. Já a taxa de serviço de 10% continua opcional e deve ser informada de forma clara na conta. Outra determinação da portaria proíbe a cobrança por perda de comanda ou cartão de consumo. Segundo o Procon Caruaru, as medidas buscam garantir mais transparência e proteger os consumidores durante o São João 2026. Consumidores que identificarem irregularidades durante o período da festa poderão denunciar os casos diretamente ao Procon Caruaru.

  18. Jackson Pinto da Silva foi preso suspeito de matar Nilza Moura de Souza Antunes Reprodução Jackson Pinto da Silva, de 38 anos, virou réu pelo assassinato da esposa Nilza Moura de Souza Antunes, de 64 anos, no início de maio, em Cuiabá. Conforme a decisão divulgada nesta sexta-feira (29), o acusado deve responder por feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime. O g1 tenta localizar a defesa de Jackson Pinto da Silva. A polícia encontrou a vítima enterrada no quintal de casa após Jackson procurar a delegacia para registrar o desaparecimento dela. Segundo a delegada Eliane Moraes, ao registrar a ocorrência, ele acabou confessando o crime. De acordo com a perícia, Nilza foi surpreendida enquanto dormia e foi morta mediante asfixia mecânica. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Vídeos em alta no g1 De acordo com o promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo, após o feminicídio, o denunciado transportou o corpo até outro imóvel da vítima e, com o auxílio de maquinário contratado sob o pretexto de construção, enterrou o cadáver. Em seguida, ainda segundo a acusação, buscou dificultar a apuração dos fatos ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da casa e simular o desaparecimento. O promotor de Justiça pede o prosseguimento da ação penal até o julgamento pelo Tribunal do Júri, além da fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados aos familiares da vítima. Entenda o caso O corpo de Nilza foi encontrado enterrado em um buraco de cerca de dois metros de profundidade, nos fundos de uma casa. Segundo a investigação, o casal não morava no local, mas a vítima era a proprietária do imóvel. De acordo com a polícia, a área havia sido escavada anteriormente com o uso de uma retroescavadeira contratada pelo próprio suspeito. Depois, ele voltou a chamar o equipamento para cobrir e nivelar o terreno. De acordo com o delegado Caio Albuquerque, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime foi premeditado. “Ele mesmo disse que alugou uma máquina retroescavadeira com o argumento de fazer um poço. Depois que ele jogou a terra por cima do corpo, ele chamou novamente o maquinário para nivelar o terreno. Isso foi confirmado pelas pessoas que prestaram o serviço”, afirmou o delegado. Brasil registra um feminicídio a cada 5 horas e 25 minutos no 1º trimestre 🚨Como pedir ajuda? Interface do aplicativo 'SOS Mulher MT' Reprodução O aplicativo 'SOS Mulher MT' é uma das alternativas criadas para ajudar vítimas de violência doméstica em Mato Grosso. O aplicativo conta com um botão do pânico, por meio dele a vítima pode fazer um pedido de socorro quando o agressor descumprir a medida protetiva. O Botão do Pânico virtual está disponível, por enquanto, nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Rondonópolis. Nos outros municípios do estado, a plataforma pode ser acessada para as outras funções, como direcionamento à medida protetiva online, telefones de emergência, endereços das Delegacias da Mulher, Plantão 24h, denúncias sobre violência doméstica e também acesso à Delegacia Virtual para registro de ocorrências. O que é a Lei Maria da Penha O Instituto Maria da Penha aponta que essa violência pode ser dos seguintes tipos: Violência física: qualquer ação que ofenda a integridade ou a saúde corporal da mulher. Exemplos: espancamentos, estrangulamento, cortes, sacudidas, entre outros Violência psicológica: qualquer ação que cause dano emocional e diminuição de autoestima; prejudique e perturbe o desenvolvimento da mulher ou tente degradar e controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões. Exemplos: ameaça, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição, entre outros Violência sexual: qualquer ação que obrigue a vítima a presenciar, manter ou participar de relação sexual não desejada. Exemplos: estupro, impedir uso de contraceptivos, forçar prostituição, entre outros Violência patrimonial: qualquer ação que configure retenção ou destruição de objetos, instrumentos de trabalho, documentos, bens e valores da vítima. Exemplos: controle do dinheiro, destruição de documentos, estelionato, deixar de pagar pensão alimentícia, entre outros Violência moral: qualquer ação que configure calúnia, difamação e injúria. Exemplos: acusar a mulher de traição, expor a vida íntima, desvalorizar a vítima pelo seu modo de se vestir, entre outros O que é medida protetiva? As medidas protetivas são ordens judiciais que buscam proteger pessoas que estejam em situação de risco, perigo ou vulnerabilidade. São dois tipos: as voltadas para o agressor, para impedir que ele se aproxime da vítima; e as voltadas para a vítima, para garantir a sua segurança e a proteção dos seus bens e da sua família. Quem pode solicitar? Qualquer mulher que esteja passando por uma situação de violência doméstica e familiar, independente do tipo de ameaça, lesão ou omissão. Como solicitar medida protetiva? A solicitação da medida protetiva pode ser feita em delegacias, Ministérios Públicos ou na Defensoria Pública. A mulher não precisa estar acompanhada de um advogado para fazer o pedido.

  19. Concurso da Prefeitura de Cajazeiras, PB, está com inscrições abertas com 32 vagas e salários de mais de R$ 3 mil Divulgação A prefeitura de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, está com inscrições abertas para um concurso público com 32 vagas para cargos de nível médio completo, na área da saúde. Os salários são de R$ 3.242,00 Confira as vagas mais abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp As inscrições do concurso começam no dia 25 de maio e podem ser feitas através do site da banca organizadora, a Educa Instituto. As inscrições seguem até o dia 28 de junho. As taxas de inscrição para todos os cargos é de R$ 90. O pedido para isenção do pagamento da taxa de inscrição pode ser feito até o dia 3 de junho, também por meio do site oficial da banca organizadora. Entres os cargos disponíveis, segundo o edital, há duas vagas reservadas para Pessoas com Deficiência (PCD). Vagas disponíveis As vagas disponíveis no concurso da Prefeitura de Cajazeiras são divididas em unidades de saúde diferentes. Veja abaixo. Agente comunitário de saúde – Santa Maria: 3 vagas Agente comunitário de saúde – Catolé: 2 vagas Agente comunitário de saúde – Casas Populares (PAPS): 3 vagas Agente comunitário de saúde – Mutirão II: 2 vagas Agente comunitário de saúde – Esperança: 2 vagas Agente comunitário de saúde – Residencial: 1 vaga Agente comunitário de saúde – Mutirão I: 3 vagas Agente comunitário de saúde – Agrovila: 3 vagas Agente comunitário de saúde – Vila Nova: 1 vaga Agente comunitário de saúde – Jardim Oasis: 2 vagas Agente comunitário de saúde – São José: 3 vagas Agente comunitário de saúde – Simão de Oliveira: 1 vaga Agente comunitário de saúde – Sol Nascente: 2 vagas Agente comunitário de saúde – Tancredo Neves: 2 vagas Agente comunitário de saúde – Remédios: 1 vaga Agente comunitário de saúde – Bela Vista: 1 vaga O concurso será dividido em duas etapas. A primeira será composta por prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, aplicada a todos os candidatos. A segunda etapa será a avaliação de títulos, de caráter classificatório, destinada aos candidatos convocados conforme os critérios estabelecidos no edital. A prova objetiva está prevista para o dia 26 de julho. Já a entrega da documentação para a avaliação de títulos deverá ocorrer nos dias 31 de agosto e 1º de setembro de 2026. Edital de concursos – saiba como ler Concurso da Prefeitura de Cajazeiras Nível: médio Salário: R$ 3.242,00 Inscrições: de 25 de maio a 28 de junho de 2026 Solicitação de isenção da taxa: de 25 de maio a 3 de junho de 2026 Taxa de inscrição: R$ 90,00 Prova objetiva: 26 de julho de 2026 Resultado final: 30 de setembro de 2026 Edital do concurso da Prefeitura de Cajazeiras Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

  20. Brasileiro atingido no coração por peixe reencontra médico que o salvou O surfista Fabiano Duarte Costa, atingido no coração por um peixe-agulha na Costa Rica, reencontrou o médico responsável pela cirurgia dele após o grave acidente. No encontro publicado nas redes sociais, o brasileiro descobriu que sofreu uma parada cardíaca por dois minutos durante o procedimento. Nas imagens, é possível ver o médico Carlos Bolaños contando que realizou uma massagem cardíaca diretamente no coração do surfista e, após o procedimento, o órgão voltou a bater. O profissional também mostrou as imagens da cirurgia e emocionou o brasileiro (assista acima). ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp "Foi impossível conter a emoção. Naquele momento, compreendi, de uma forma que jamais havia compreendido antes, o valor da vida e a grandeza das pessoas que dedicam suas vidas a salvar outras", disse o brasileiro de 42 anos. O acidente aconteceu no final da tarde de 21 de maio, em Pavones, no último dia da sessão de surfe que ele fazia com cerca de 15 amigos. Fabiano estava sentado na prancha esperando uma onda quando o peixe conhecido pelo bico pontiagudo saltou e atingiu o peito dele. Fabiano Duarte Costa, brasileiro atingido no coração por um peixe na Costa Rica Arquivo Pessoal/Divulgação Natural de Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis, Fabiano disse não se lembrar do acidente. Ao g1, ele contou que desmaiou com o impacto do animal e só acordou após dois dias, já em San José, capital do país. "O trauma lá foi tão grande que não lembro. A memória apagou. Eu lembro de um dia antes só", disse. Fabiano já deu aulas de natação em Santa Catarina, onde mora com a esposa. Na terça-feira (26), ele recebeu alta e agora se recupera em um apartamento na capital da Costa Rica. A previsão é de que volte ao Brasil em 2 de junho. Quem é o brasileiro atingido no coração por peixe na Costa Rica Surfista brasileiro passa por cirurgia após ser atingido no coração por peixe Sucessão de milagres Conforme Márcio Xavier, amigo do surfista, o catarinense sobreviveu por uma "sucessão de milagres". Após ter um primeiro atendimento no local, Fabiano foi levado para outra unidade de saúde com mais estrutura encaminhado até uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). "Os amigos tiraram ele da água e já ali começou a sucessão de milagres e sorte dele. Tinha um médico alemão na praia que fez os primeiros socorros, que já fez de uma maneira apropriada e pediu para eles conduzirem rapidamente para um posto de saúde", contou o amigo. Fabiano Duarte Costa, brasileiro atingido no coração por um peixe-agulha na Costa Rica, e o amigo Márcio Xavier Arquivo Pessoal/Divulgação VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

  21. Chefão do Comando Vermelho é alvo de operação contra o núcleo financeiro da facção A investigação que culminou nesta sexta-feira (29) em mais uma fase da Operação Contenção aponta que Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, um dos chefões do Comando Vermelho, usava ferros-velhos para lavar dinheiro e financiar o tráfico de drogas. Pai e filha investigados no esquema movimentaram quase R$ 100 milhões dentro de 4 anos, de acordo com a polícia. Alex Sandro Ferreira de Araújo, conhecido como Tek, se declara pescador e diz que recebe pouco mais de R$ 1 mil por mês. Mas a polícia afirma que pelas contas bancárias dele passaram quase R$ 73 milhões entre 2020 e 2024. Áudio de Rabicó para Tek Reprodução/TV Globo Uma filha de Alex Sandro, Alessandra Soares de Araújo, foi presa. Segundo a investigação, ela movimentou R$ 21 milhões em 2 anos. Tek, para a polícia, era o operador financeiro de um esquema de lavagem de dinheiro para o Comando Vermelho a partir de ferros-velhos e empresas de reciclagem. O grupo é acusado de receptação de material roubado, como sucata e cobre de frios de energia e internet. Um sistema criminoso que movimentou R$ 450 milhões nos últimos quatro anos. Tek nas redes sociais Reprodução/TV Globo Tek e Rabicó são considerados foragidos. Alex Sandro, segundo a polícia, é padrinho da filha de Rabicó e recebia ordens diretas do traficante. Com o dinheiro da reciclagem, os traficantes compravam armas e drogas para a facção. Em uma conversa apreendida, Rabicó deixa claro que comanda as duas partes do esquema: "A boca aqui é minha, né, parceiro? O espaço aqui é meu. Se você tiver que mandar alguma droga você tem que mandar pra mim, eu revender e te dar o teu e você me dar o meu e eu me adiantar. Não fica uma coisa legal um amigo lá de fora, teu amigo, vir aqui, botar uns 'pó' teu aqui, e eu numa luta f***** dando tiro no polícia, correndo pra c******* e não ganhando nada, né?", afirmou. O traficante Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, ao centro da foto, ao lado de Oruam, em maio de 2025; ambos estão foragidos da Justiça Divulgação Na operação, foram presas 24 pessoas no Rio de Janeiro e em outros 5 estados. A mulher de Rabicó, Raquel Neves dos Santos Mendonça, foi presa. O traficante não foi encontrado. Segundo a Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-Cap), o esquema tinha como base o Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo. Os mandados de prisão, busca e apreensão e as medidas patrimoniais foram deferidos pela 1ª Vara Criminal Especializada em Combate ao Crime Organizado, após denúncia apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ). 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Investigação A DRE captou diálogos entre Rabicó e Alex Sandro Ferreira de Araújo, o Tek, “gestor financeiro” do CV. Nas conversas, o chefão determinava o pagamento de despesas pessoais e a realização de transferências para aquisição de drogas e armas de fogo. Segundo os investigadores, Rabicó mantinha uma rede de empresas de fachada e utilizava terceiros para ocultar patrimônio e movimentar valores obtidos com atividades criminosas. A polícia afirma que ele atuava como um dos principais operadores financeiros da facção. A apuração apontou que o grupo também usava contas bancárias de passagem, depósitos fracionados em dinheiro vivo e notas fiscais falsas para dar aparência de legalidade aos recursos do tráfico. Raquel Neves dos Santos Mendonça, é mulher do traficante Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, foi presa Reprodução/TV Globo Ainda de acordo com a investigação, empresas do ramo de reciclagem e comércio de sucatas transferiam milhões de reais para contas de Rabicó e de empresas ligadas a ele. A polícia também apurou indícios de receptação qualificada e da compra de materiais de origem suspeita. Segundo o delegado Moysés Santana, responsável pelas investigações, algumas recicladoras legalizadas compravam cobre de origem ilícita do grupo criminoso. “Nós comprovamos que essas recicladoras, algumas legalizadas, compravam cobre, produto de crime, do Aleksandro e do suposto ferro-velho clandestino comandado por ele. Essa recicladora ficava dentro do Complexo do Salgueiro, a poucos metros da própria residência do Rabicó, e revendia cabos de cobre e outros materiais metálicos para recicladoras legalizadas, mas emitia notas fiscais frias. Todo esse material foi comprovadamente identificado como de origem ilícita”, afirmou o delegado. O delegado também disse que os agentes identificaram áreas usadas para a queima clandestina de cobre. “Nós detectamos cerca de uma tonelada de cobre sendo queimada em área de mata e transportada por caminhões para dentro da recicladora do Aleksandro e do Rabicó, que dava liquidez a todo esse esquema criminoso”, completou Moysés Santana. Durante as diligências, agentes da DRE monitoraram áreas usadas para a queima clandestina de cabos de cobre e estabelecimentos vinculados ao grupo investigado. Os valores movimentados pelo esquema foram identificados por meio de relatórios de inteligência financeira, análises bancárias, quebras de sigilos fiscal, telefônico e telemático e cruzamento de dados patrimoniais, segundo a Polícia Civil. Operação Contenção: mulher de chefão do Comando Vermelho é presa

  22. Confira os vídeos do telejornal com as notícias do Sertão de Pernambuco.

  23. Operação ocorreu em draga localizada na Região Metropolitana de BH Reprodução/TV Globo Uma força-tarefa da Polícia Militar de Meio Ambiente e do Ibama resultou na prisão de um homem e na destruição de equipamentos usados em atividades de garimpo ilegal no Rio das Velhas, na altura das cidades de Nova Lima e Raposos cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A operação foi realizada após flagrantes mostrados em reportagem do MG2, que revelou a exploração irregular de ouro e os impactos ambientais causados ao principal rio da Grande BH. As equipes se dividiram em cinco grupos e atuaram simultaneamente em diferentes pontos do Rio das Velhas, entre os municípios de Nova Lima, Raposos e Rio Acima. Policiais seguiram por estradas de terra e trilhas em áreas de mata fechada para cercar locais utilizados pelos garimpeiros. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Durante a operação, máquinas e estruturas usadas na extração ilegal de ouro foram localizadas e destruídas. Parte dos equipamentos foi incendiada no local para impedir a continuidade da atividade criminosa. A ação contou com o uso de drones para monitoramento aéreo e identificação de dragas utilizadas no leito do rio. Informações de inteligência também ajudaram a localizar um grupo que atuava em Raposos. Três suspeitos conseguiram fugir, mas um homem foi preso. Segundo a polícia, ele tinha um mandado de prisão em aberto por envolvimento com garimpo ilegal no estado de Goiás e foi encaminhado à Polícia Federal. De acordo com o tenente Bernardo Bax, do Batalhão de Polícia Militar de Meio Ambiente, os danos causados pela atividade vão além da exploração irregular de ouro e incluem poluição do rio e destruição de áreas protegidas. “O óleo diesel utilizado no motor da draga escorre diretamente para o Rio das Velhas durante o funcionamento do equipamento, causando poluição. Além disso, verificamos um desmatamento de grandes proporções em área de preservação permanente”, afirmou o militar. Segundo o tenente, os envolvidos podem responder por diversos crimes ambientais e federais. “Há crimes de intervenção em área de preservação permanente, usurpação de bem da União e funcionamento de atividade potencialmente poluidora sem autorização dos órgãos ambientais”, completou Bernardo Bax. Apesar da destruição dos equipamentos, os impactos ambientais provocados pelo garimpo ilegal permanecem visíveis em trechos do Rio das Velhas e da vegetação às margens do rio, áreas que agora deverão passar por avaliação dos órgãos ambientais. Foto mostra que suspeitos deixaram perteces pessoais em draga antes de fugirem Reprodução/TV Globo LEIA TAMBÉM: ‘Chama a polícia, ele tá me batendo’: mulher vítima de violência deixa bilhete com pedido de ajuda em hospital, e ex é preso Bebê indígena de origem venezuelana morre de desnutrição em Betim Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:

  24. Empresas de ônibus de BH passam por intervenção emergencial após reclamações de passageiros Reprodução/TV Globo Três empresas de ônibus de Belo Horizonte estão passando por uma intervenção emergencial devido ao número de reclamações sobre os coletivos. Atrasos, superlotação e veículos estragados são os principais problemas denunciados. Na última quinta-feira (28), passageiros insatisfeitos chegaram a fechar as pistas da Estação São Gabriel, na Região de Venda Nova, com cones e barreiras. Eles protestaram por melhores condições no sistema de transporte público da capital. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp Segundo a prefeitura, a intervenção emergencial tem o objetivo de reduzir os impactos aos usuários dos ônibus durante o atual contrato de concessão do serviço, que vence em 2028. Os alvos da medida são a SM Transportes, Transoeste e TopBus, que passaram a ter algumas linhas operadas por outras concessionárias (leia mais abaixo). "Administrativamente, nós já notificamos diversas vezes, [através de] notificações contratuais, para que a gente possa retomar o nível de operação dessas empresas e dessas linhas", afirmou Rafael Murta, superintendente da Sumob. A TV Globo procurou o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH), que representa as três operadoras, para um posicionamento, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. Agora no g1 Alvos da intervenção Em abril deste ano, passageiros das linhas operadas pela SM Transportes, do grupo Saritur, protestaram contra atrasos de horários e ônibus com defeito. Na época, 28 coletivos foram retirados de circulação após a constatação de que eles atingiram a idade máxima para rodar na capital, de 12 anos. No Barreiro, a Transoeste é o motivo de queixas dos usuários do transporte público. As principais reclamações estão relacionadas ao descumprimento das viagens programadas e de veículos com problemas mecânicos. Paralisações de funcionários da empresa também ocorreram com frequência nos últimos anos. Já o consórcio TopBus, que opera na Região Leste, já foi investigado por uma CPI e preocupa pela série de acidentes registrados desde 2023, quando substituiu a Viação Torres. A TV Globo apurou que, em três anos, houve ao menos 15 ocorrências envolvendo ônibus desgovernados — alguns deles atingiram casas, postes e até pessoas que aguardavam no ponto. Em nota, a Prefeitura de Belo Horizonte afirmou que as fiscalizações dos coletivos são feitas diariamente para garantir a qualidade do serviço. A administração municipal também disse que, para receber a remuneração complementar prevista em lei, as operadoras precisam cumprir exigências, como pontualidade, limpeza, conservação dos veículos e respeito à lotação máxima permitida. LEIA TAMBÉM: 'Chama a polícia': mulher vítima de violência deixa bilhete em UBS Bebê indígena de origem venezuelana morre de desnutrição em Betim

  25. Planta de Sorocaba da Toyota com a linha do Corolla Cross divulgação/Toyota A Toyota anunciou nesta sexta-feira (29) que a fábrica de Sorocaba (SP) será inaugurada em novembro deste ano. A unidade será a segunda da montadora na cidade e ficará responsável pela produção de novos carros e de modelos com tecnologia híbrida. A inauguração faz parte do plano de investimentos de R$ 11 bilhões da Toyota no Brasil, previsto para ser executado até 2030. De acordo com a empresa, o início das atividades da nova fábrica deve gerar cerca de 2.000 empregos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Na nova planta será produzido o Toyota Corolla sedã, atualmente fabricado em Indaiatuba (SP). A montadora opera nessa cidade desde 1998, com foco no modelo, tanto nas versões tradicionais quanto nas opções híbridas, que começaram a ser produzidas em 2019. No Brasil, a Toyota fabrica apenas os modelos Corolla sedã, Corolla Cross e Yaris Cross. Os demais veículos vendidos pela marca no país, como a picape Hilux e o SUV SW4, são importados. No comunicado, a Toyota prometeu lançar novos carros, mas não informou quais serão os modelos nem em que categorias eles se enquadram. Hoje, a marca oferece esportivos como o GR Yaris e o GR Corolla, o sedã Corolla, SUVs como RAV4, SW4 e Yaris Cross, além da picape Hilux e dos veículos comerciais Hiace. Inauguração ocorrerá um ano após desastre na região Temporal destelha fábrica de motores e carro capotado durante temporal em Porto Feliz A inauguração da fábrica de Sorocaba ocorrerá 14 meses após um forte temporal atingir a fábrica de motores da Toyota em Porto Feliz (SP), a cerca de 35 km de Sorocaba. Segundo a Defesa Civil, a cidade registrou rajadas de vento de até 90 km/h em 22 de setembro de 2025, o que provocou o arrancamento do telhado da fábrica. Ainda de acordo com a Defesa Civil, Porto Feliz foi atingida por uma microexplosão — fenômeno em que ventos muito fortes descem rapidamente da nuvem de chuva em direção ao solo. Ao todo, 30 funcionários ficaram feridos, e a operação da fábrica foi totalmente interrompida. As unidades de Sorocaba e Indaiatuba também foram afetadas, o que acabou atrasando o lançamento do Yaris Cross.

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