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G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Agente federal de imigração patrulha corredor do tribunal de imigração dos Estados Unidos em Manhattan, Nova York, em 26 de junho de 2025 REUTERS/David 'Dee' Delgado/Arquivo O Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) concluirá até o fim deste mês a instalação de câmeras corporais em seus agentes, informou o diretor interino da agência, David Venturella, neste sábado (08). 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo Venturella, todos os agentes e oficiais que atuam em campo estarão equipados com câmeras corporais até o final de agosto. A implementação será concluída antes do prazo inicialmente previsto pela agência. As regras do ICE permitem que imagens gravadas pelas câmeras sejam divulgadas de forma mais rápida, quando considerado apropriado, em casos que envolvam ferimentos graves ou mortes de pessoas sob custódia. O material, no entanto, poderá ser mantido sob sigilo caso sua divulgação possa prejudicar investigações ou comprometer a privacidade dos envolvidos. Agora no g1 A ampliação do uso das câmeras ocorre após dois cidadãos americanos serem mortos durante uma operação de repressão à imigração em Minnesota. Na ocasião, a então chefe do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, Kristi Noem, afirmou que o programa de câmeras corporais do ICE seria ampliado para todo o país "conforme o financiamento estivesse disponível". Tiroteios fatais registrados no mês passado durante abordagens de trânsito no Maine e no Texas também provocaram protestos e levantaram questionamentos sobre a falta de câmeras corporais entre os agentes do ICE. Posteriormente, Tom Homan, responsável pela política de fronteiras do governo Trump, afirmou que os agentes do ICE serão obrigados a registrar abordagens de veículos com pelo menos uma câmera corporal. Câmeras mostram abordagem do ICE que terminou com morte de imigrante no Maine, EUA

  2. Adolescente goiana Alice Dias é encontrada pela polícia francesa A irmã da brasileira Alice Dias de Oliveira, de 16 anos, publicou uma foto deitada ao lado da adolescente nas redes sociais após o reencontro entre as duas na França: "Vai ficar tudo bem, minha princesa". A imagem foi compartilhada por Ana Flávia Dias após autoridades francesas localizarem a jovem, que estava desaparecida desde o dia 22 de julho. Adolescente brasileira que estava desaparecida na França é encontrada, diz família Em nota divulgada pela irmã neste sábado (8), a família informou que não serão divulgadas informações sobre as circunstâncias em que a adolescente foi encontrada e nem detalhes da investigação, que permanece sob sigilo. Segundo a irmã, a amiga da adolescente que desapareceu um dia antes de Alice também foi encontrada. A família destacou que a prioridade no momento é assegurar a proteção, a privacidade e o suporte especializado à adolescente, evitando a exposição pública que prejudique sua recuperação (leia a nota completa abaixo). ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp “A família agradece profundamente às autoridades francesas, às equipes de investigação, aos profissionais de saúde, aos voluntários, aos amigos e a todas as pessoas que contribuíram postando e cobrando para que este desfecho fosse possível”, destacou a família em nota. Irmã de brasileira encontrada na França posta foto deitada ao lado da adolescente após reencontro: 'Vai ficar tudo bem' Reprodução/Instagram Ana Flávia LEIA TAMBÉM: QUANDO ACONTECEU: Adolescente goiana desaparece na França após sair do estágio, diz família VÍDEO: Família de adolescente brasileira que sumiu na França espalha cartazes para ajudar nas buscas Irmã de adolescente desaparecida na França lamenta ausência dela no aniversário da mãe: 'Queria que seu presente fosse nossa Azedinha de volta' Adolescente desapareceu após sair do estágio Segundo a família, Alice desapareceu após sair do estágio que fazia durante o período de férias escolares. Na noite do sumiço, às 22h40, a jovem enviou uma mensagem ao pai dizendo: "Estou esperando o trem". A família notou o desaparecimento por volta da meia-noite, quando a adolescente não retornou para casa. Nos dias seguintes, parentes e amigos espalharam cartazes pelas ruas para tentar obter informações sobre o paradeiro da garota. Nas redes sociais, Ana Flávia lamentou a ausência da irmã no aniversário da mãe das duas. Naturais de Goiânia, as duas irmãs moram em Trappes, cidade próxima a Paris, mas em residências separadas. Ana Flávia vive com o marido e o filho, enquanto Alice mora com os pais. Segundo a irmã, a garota estuda em tempo integral e, eventualmente, trabalha como babá no mesmo condomínio em que reside. Nota A família de Alice informa que a jovem foi localizada pelas autoridades francesas após intenso trabalho investigativo desenvolvido pelos órgãos competentes, com apoio de diversas instituições e colaboração internacional. Em respeito à menor, bem como para preservar sua recuperação física, psicológica e emocional, não serão divulgados detalhes sobre as circunstâncias em que ela foi encontrada, tampouco informações relacionadas às investigações em andamento, que seguem em sigilo pelas autoridades. Neste momento, a prioridade absoluta é garantir a segurança, a privacidade e o acompanhamento especializado da menor, sem exposição pública. A família agradece profundamente às autoridades francesas, às equipes de investigação, aos profissionais de saúde, aos voluntários, aos amigos e a todas as pessoas que contribuíram, de alguma forma, postando e cobrando para que este desfecho fosse possível. Também manifesta sincero agradecimento às páginas do Instagram e à imprensa, que tiveram papel importante na divulgação do desaparecimento, colaborando para ampliar o alcance das buscas. Contudo, solicita que, a partir deste momento, seja respeitado o direito à intimidade da vítima, evitando a divulgação de imagens, informações pessoais, especulações ou entrevistas que possam causar novos danos. As investigações permanecem em andamento e todas as informações oficiais serão divulgadas exclusivamente pelas autoridades competentes. A família confia no trabalho da Justiça e pede compreensão para que Alice possa atravessar este momento com a proteção e o acolhimento de que necessita. Obrigada a todos que oraram por ela e que nos ajudaram de alguma forma. Irmã de brasileira encontrada na França posta foto deitada ao lado da adolescente após reencontro: 'Vai ficar tudo bem' Reprodução/Instagram Ana Flávia Dias 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

  3. Como funciona a Mega-Sena? O concurso 3.042 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 165 milhões para os apostadores que acertarem as seis dezenas. O sorteio ocorre às 11h deste domingo (9), em São Paulo. Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp No concurso da última quinta-feira (6), ninguém acertou as seis dezenas. O g1 transmite todos os sorteios das Loterias Caixa, ao vivo. A transmissão começa momentos antes de cada dia de concursos, no site e no canal do g1 no YouTube. Acompanhe os sorteios no site do g1 Acompanhe os sorteios no canal do g1 no YouTube A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet – saiba como fazer a sua aposta online. Volante da Mega-Sena Ana Marin/g1 Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos. Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo. Ainda segundo a Caixa, para os sorteios realizados aos domingos as apostas simples podem ser efetuadas até as 22h de sábado por meio das unidades lotéricas, pelo Portal Loterias Caixa e do aplicativo Loterias Caixa. A comercialização dos Bolões Caixa nos canais eletrônicos, nesse caso, acontece até às 10h45 do domingo, quinze minutos antes da realização dos sorteios. O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

  4. Quaest: números da corrida presidencial e avaliação do governo Lula Os dados da pesquisa Quaest de agosto, divulgada na quarta-feira (5), mostram o presidente Lula (PT), candidato à reeleição, com 44% das intenções de voto contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que tem 39% em um eventual segundo turno. No entanto, em determinados segmentos, o candidato do PL aparece à frente: no eleitorado de direita, com ensino superior, moradores da região Sul do Brasil e evangélicos. 🔎 A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06591/2026. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) Ricardo Stuckert e Vittor Sales 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Posicionamento político Entre os eleitores que se declaram independentes, o cenário é de empate técnico, com Lula numericamente à frente, mas dentro da margem de erro (33% a 29%). Veja esse e outros números: Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro - Posicionamento político (agosto/2026) Arte/g1 Região Lula está à frente no Nordeste (64% a 25%), enquanto Flávio ultrapassa o petista no Sul (56% a 29%). No Sudeste e no Centro-Oeste/Norte, os candidatos estão empatados tecnicamente. Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro - Região (agosto/2026) Arte/g1 Sexo Lula vai melhor entre mulheres (47%) do que entre homens (35%). Entre homens, Flávio fica numericamente à frente de Lula, com 44%, mas a diferença ainda está dentro da margem de erro. Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro - Sexo (agosto/2026) Arte/g1 Faixa etária Lula tem maior intenção de voto em todas as faixas etárias avaliadas; entretanto, nas faixas de 16 a 34 anos e de 35 a 59 anos, o petista está tecnicamente empatado com o candidato do PL. Entre os eleitores com mais de 60 anos, Lula lidera: 48% ante 34%. Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro - Faixa etária (agosto/2026) Arte/g1 Escolaridade Entre quem cursou até o ensino médio, há um empate técnico, apesar de Flávio ficar numericamente à frente de Lula neste segmento. Veja esse e outros números: Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro - Escolaridade (agosto/2026) Arte/g1 Renda familiar Confira os números: Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro - Renda familiar (agosto/2026) Arte/g1 Religião Lula lidera entre católicos (49%), mas fica atrás de Flávio entre evangélicos. O candidato do PL tem 48% das intenções de voto entre evangélicos. Quaest: Intenção de voto para presidente no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro - Religião (agosto/2026) Arte/g1

  5. Polêmica, a "taxa das blusinhas" era reprovada por grande parte dos consumidores brasileiros Nonato Sousa/ SupCom ALE-RR A chamada "taxa das blusinhas" – cobrança de imposto de importação, de 20%, sobre as compras com valor abaixo de US$ 50 – retornará no início de setembro se a medida provisória sobre o assunto não for votada. Publicada em 12 de maio deste ano, a MP transferiu ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, a competência para alterar as alíquotas do imposto de importação das remessas postais internacionais, inclusive reduzindo a zero a tributação de até US$ 50. No começo de julho, a medida foi prorrogada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre — e tem validade assegurada somente até 8 de setembro. ➡️Sem a aprovação da MP pelo Congresso, ou edição de outra norma legal que mantenha a desoneração, o ministro da Fazenda perde a autorização para zerar a alíquota e a tributação volta a vigorar depois que a medida provisória perder eficácia — a partir de 9 de setembro. Entenda Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas, ou seja, entram em vigor imediatamente. Entretanto, precisam ser analisadas posteriormente pelo Congresso Nacional, que pode confirmá-las, alterá-las ou até mesmo barrar a proposta. O prazo máximo é de 60 dias, prorrogável por igual período. 🔎Em meio à corrida eleitoral, a MP ainda aguarda instalação de comissão mista para emitir parecer sobre a proposta. Depois, ainda tem de ser aprovada pela Câmara e, também, pelo Senado. Se o Senado modifica o texto da Câmara, a proposta retorna para nova análise dos deputados. ➡️Apesar do fim do imposto de importação, os estados mantiveram sua tributação, por meio do ICMS, entre 17% e 20%. Essa cobrança permanece de pé. ➡️Independente da decisão do Congresso Nacional, a taxação de encomendas com valor abaixo de US$ 50 retornará em 2027 por meio do tributo federal criado no âmbito da reforma tributária sobre o consumo. ➡️A alíquota a ser cobrada, entretanto, ainda não está definida. Cálculo da consultoria Roit aponta para uma taxa de 9,43% em 2027. ➡️Em junho, o primeiro mês completo sem a incidência da taxação, o número de encomendas internacionais disparou. 'Taxa das blusinhas' voltará em 2027, mas com imposto diferente Conflito entre os setores e no Congresso Polêmica, a "taxa das blusinhas" era reprovada por grande parte dos consumidores brasileiros por encarecer produtos populares de baixo valor e reduzir a atratividade de plataformas internacionais. Críticos argumentavam também que turistas de viagens internacionais tinham vantagem ao não recolher o tributo em determinada cota de compras ao voltar ao país. Por outro lado, varejistas brasileiros avaliam que a isenção favorece as importações, que têm taxação menor em outros países, e pedem "isonomia tributária", ou seja, tributação semelhante para proteger os empregos no país. Esse impasse também adentrou o mundo político. A decisão do governo federal de tributar as compras de baixo valoa foi alvo de críticas da oposição que classificou a medida como mais um “aumento de imposto” e criticou o que chamou de “sanha arrecadatória” do Executivo. Foi preciso muita articulação do governo e dos varejistas brasileiros para que a medida fosse aprovada no Congresso. Já a decisão de editar em maio uma MP revogando a taxa das blusinhas foi vista por quadros do Centrão e da oposição como uma medida eleitoreira deixando a pressão sobre o Congresso de converter em lei ou não uma MP com grande apelo popular. A MP foi editada na esteira da principal derrota de Lula no Congresso em 2026: a rejeição da indicação do Advogado-Geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). E é justamente a crise entre Alcolumbre, principal articulador da derrota de Messias, e Lula que deixa a votação da MP da taxa das blusinhas incerta. Cabe ao presidente do Senado despachar a MP para a votação na comissão mista, na Câmara e no Senado. Desde o episódio, Lula e Alcolumbre não se falaram até um encontro promovido na semana passada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes. Apesar da reabertura de diálogo, os dois não discutiram temas específicos e as pendências, incluindo a MP, devem ficar para depois das eleições. A dificuldade em votar a MP passa também pelo calendário. Em meio ao período eleitoral, Alcolumbre definiu somente duas semanas de esforço concentrado no Senado: entre 10 e 14 de agosto, e outra de 31 de agosto a 3 de setembro. Na base governista e na oposição, existem duas avaliações distintas sobre deixar a MP caducar. Uma parte acredita que a medida perder a validade vai expor o caráter eleitoreiro em que o governo a editou e mostrar que a base é fraca no Congresso. Por outro lado, há quem diga que o peso de uma MP de caráter muito popular perder a validade vai cair sobre o Parlamento, podendo reacender o slogan já utilizado anteriormente pela militância petista “Congresso Inimigo do Povo”. Argumentos pró e contra Governo acaba com a 'taxa das blusinhas': e agora? Diante da necessidade de análise do fim da taxa das blusinhas pelo Congresso Nacional, produtores nacionais e importadores já estão atuando no Legislativo, e e até mesmo na Justiça, para defender seus interesses. Representante de empresas de tecnologia prestadoras de serviços e importadores, como Alibaba, Amazon e Shein, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) defende que o Congresso "avance com a aprovação da pauta o quanto antes, decidindo pelo cancelamento definitivo do imposto como forma de estimular a competitividade e democratizar o consumo". "Passados mais de 60 dias da edição da MP que zerou a tributação, o Congresso Nacional ainda não concluiu sua votação. O prazo para aprovação expira em setembro e, caso isso não ocorra, a cobrança poderá ser restabelecida", lembrou a Amobitec,. Por meio de nota, a União Geral dos Trabalhadores (UGT) manifestou seu posicionamento contrário à MP e fez um "alerta para seus impactos sobre o mercado de trabalho nacional, especialmente em relação aos empregos gerados pelo comércio e pela indústria". Avaliou que qualquer discussão sobre a política tributária precisa "colocar o emprego e a produção nacional no centro das decisões". "Medidas que ampliem a exposição do mercado interno a assimetrias competitivas comprometem os avanços observados na geração de empregos formais, sobretudo nos setores mais intensivos em mão de obra. O Brasil não pode aceitar que decisões dessa natureza coloquem em risco trabalhadores e empresas que produzem, investem e geram oportunidades em todas as regiões do país", diz a nota, assinada pelo presidente da UGT, Ricardo Patah. No fim de julho, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a equipe econômica está acompanhando de perto os dados e que pode propor ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o retorno da taxação. "A gente tem visto que tem aumentado a importação desses produtos. Como a gente tem todo controle, a qualquer momento que a gente perceber que está fora do padrão e gerando falta de isonomia para a produção nacional, é possível propor ao presidente uma mudança desse cenário", declarou Durigan, na ocasião.

  6. Antonio Carlos Nicolucci, de Ribeirão Preto (SP), é pai solo de 5 irmãos que chegaram por adoção e guarda provisória Arquivo pessoal O enfermeiro Antonio Carlos Nicolucci, de Ribeirão Preto (SP), é pai de seis filhos e cria cinco irmãos que chegaram à família por meio da adoção e da guarda provisória. Três deles foram adotados em 2019, e os dois mais novos vivem com ele desde agosto de 2025, enquanto o processo de destituição do poder familiar segue na Justiça. Os filhos são Vitor, de 24 anos, Guilherme, de 15, Micaela, de 13, Chiara, de 8, Isabela, de 5, e Emerson, de 3. Os cinco mais novos moram com ele, estudam em período integral e dividem uma rotina que tem brincadeiras, discussões entre irmãos e até rodízio para decidir quem vai se sentar ao lado do pai nas refeições. Neste Dia dos Pais, Antonio diz que a paternidade não depende da forma como os filhos chegam à família. Para ele, o vínculo entre pais e filhos não nasce pronto: é construído na convivência. “Não existe esse amor que nasce do dia para a noite. O amor verdadeiro é construído. Você sabe, naquele momento, que tem um ser ali que depende totalmente de você. E você tem a função, como pai, de direcionar ele para uma vida.” A história começou anos depois do nascimento do primeiro filho, quando Antonio decidiu aumentar a família pela adoção e procurou o Crescendo em Família, grupo de apoio e incentivo à adoção em Ribeirão Preto. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Agora no g1 O primeiro encontro Antonio conta que sempre quis ser pai. Anos depois do nascimento do primeiro filho, decidiu aumentar a família pela adoção e procurou o Crescendo em Família, grupo de apoio e incentivo à adoção em Ribeirão Preto. Na época, ele era casado, e o casal se habilitou para receber até três crianças com idades entre zero e 8 anos. Em 2019, pouco depois da habilitação, veio a ligação sobre três irmãos que estavam em um serviço de acolhimento. Guilherme tinha 8 anos, Micaela, 6, e Chiara, 2. Antonio afirma que, inicialmente, teve receio de conhecê-los porque o processo de destituição do poder familiar ainda estava em andamento. Depois de conversar com a equipe responsável pelo caso, decidiu fazer a visita. No primeiro encontro, foi surpreendido pela reação de Guilherme. Antonio Carlos Nicolucci, de Ribeirão Preto (SP), é pai solo de 5 irmãos que chegaram por adoção e guarda provisória Arquivo pessoal “O Guilherme saiu lá da frente correndo, pulou no meu colo e me chamou de pai. Aí ele me pegou na mão. Acabou comigo, me pegou demais.” Poucas semanas depois, os três passaram o Dia dos Pais com Antonio e o então marido. Em agosto daquele ano, eles receberam a guarda provisória das crianças. A chegada dos irmãos mudou a rotina da casa e trouxe um período de adaptação, principalmente para Guilherme. Segundo Antonio, o menino teve problemas de comportamento nos primeiros anos, e ele era chamado com frequência pela escola. Em uma das conversas, decidiu deixar claro que as dificuldades não fariam com que o filho fosse afastado novamente da família. “Se você está fazendo isso achando que eu vou te devolver, você está muito enganado, porque eu não vou te devolver. Filho é filho, ponto. Entenda isso. Depois disso, nunca mais eu tive problema com o Guilherme na escola.” O casamento terminou depois da chegada das crianças. Antonio afirma que o então marido cogitou desistir da adoção de Guilherme, mas ele não aceitou. Atualmente, o ex-marido vive em Brasília e, segundo Antonio, mantém contato com os filhos por telefone. “Meu ex-esposo queria devolver o Guilherme, e eu não autorizei. Falei que o casamento poderia acabar. Com as crianças, não tinha chance”, relata. A família cresceu de novo Em março de 2025, Antonio decidiu entrar novamente no processo de habilitação para adoção. No mês seguinte, recebeu um contato da Justiça informando que outros dois irmãos biológicos de Guilherme, Micaela e Chiara estavam sendo encaminhados para adoção. Antonio conta que ficou receoso sobre como os filhos receberiam a notícia e decidiu conhecer as crianças antes de promover a aproximação entre os irmãos. “Eu fui conhecê-los e saí de lá com a certeza de que eu não podia deixar eles irem para outra família. Aí eu pedi a guarda dos dois.” Isabela e Emerson vivem com Antonio desde agosto de 2025. Segundo ele, o processo de destituição do poder familiar ainda não foi concluído e, por isso, a guarda dos dois permanece provisória até uma definição da Justiça. Antes da chegada deles, Antonio conversou com os três irmãos mais velhos. Segundo ele, os filhos lembraram de algo que o próprio pai havia dito anos antes, quando explicava por que os três tinham sido adotados juntos. “Quando eles me perguntaram por que eu não adotei só um deles, eu falei que irmão não separa, que eu não ia separar irmão. E, quando eu contei, eles falaram assim: agora você não vai poder falar diferente, porque irmão não pode separar.” No primeiro encontro entre os cinco irmãos, segundo Antonio, Emerson ficou no colo de Guilherme e não queria sair. A convivência foi sendo construída a partir dali. Antonio Carlos Nicolucci, de Ribeirão Preto (SP), é pai solo de 5 irmãos que chegaram por adoção e guarda provisória Arquivo pessoal Rotina com cinco filhos em casa Com cinco filhos vivendo em casa, Antonio organiza os dias entre o trabalho e os compromissos das crianças. Durante a semana, elas estudam em período integral. Aos fins de semana, os passeios costumam ser em parques, praças e outros espaços próximos de casa. A convivência entre irmãos tem momentos de parceria e também de discussão. Até o lugar ao lado do pai durante as refeições precisou entrar em um rodízio para evitar disputa. “Uma hora um defende o outro, outra hora um está brigando com o outro. É um filme sem fim. Todo mundo briga para sentar do meu lado na mesa. Tem que fazer rodízio.” A experiência como pai também levou Antonio a se aproximar do Crescendo em Família. Ele começou a participar dos encontros depois da chegada dos primeiros filhos e, anos depois, assumiu a presidência da entidade, que orienta pretendentes à adoção e famílias que já receberam crianças. Antonio Carlos Nicolucci, de Ribeirão Preto (SP), é pai solo de 5 irmãos que chegaram por adoção e guarda provisória Arquivo pessoal O grupo promove encontros, palestras e rodas de conversa sobre adoção e conta com voluntários, inclusive psicólogos, para acompanhar as famílias. Segundo Antonio, a experiência dentro de casa mostrou que a paternidade exige tempo e disposição para lidar com as necessidades dos filhos. Ser pai, saber que você vai ter que tirar do seu tempo pra dar pra essas crianças que vão exigir de você muito. Mas você tá disposto a isso? Se você estiver disposto, tá certo, você tá no caminho certo pra ser pai *Sob supervisão de Lucas Zanetti Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

  7. Brasil terá extremos de tempo no fim de semana: de ciclone e frio a calor e ar seco Com o enfraquecimento das fortes chuvas, o Rio Grande do Sul deve ter uma sequência de dias marcados pelo tempo seco, temperaturas baixas e possibilidade de geada em diferentes regiões do estado. A mudança ocorre com a chegada de uma massa de ar frio, que afasta as áreas de maior instabilidade. Neste domingo (9), o frio passa a ser o principal destaque. Segundo a Climatempo Meteorologia, as temperaturas mínimas devem variar entre -1°C e 11°C, enquanto as máximas ficam entre 13°C e 20°C. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Há ainda previsão de formação de geada em áreas do Oeste, Campanha, Sul, Costa Doce, Serra e Nordeste. Próximo à fronteira com o Uruguai, os termômetros podem registrar menos de 4°C. Em Porto Alegre e na Região Metropolitana, a previsão indica um dia típico de inverno, com amanhecer gelado, tempo seco e presença do sol em parte do período. Não há expectativa de novos episódios de chuva ou temporais. Semana começa com frio persistente Geada em cruz Alta (RS) em julho de 2026 Eduardo Krais/RBS TV Na segunda-feira (10), o cenário deve se repetir em praticamente todo o estado. O tempo permanece firme, com predomínio de sol e baixa umidade. A atuação da massa de ar frio, somada à menor cobertura de nuvens durante a madrugada, favorece um resfriamento ainda mais acentuado. As mínimas previstas variam entre 0°C e 11°C. Há possibilidade de geada em áreas da metade sul, Região Central, Vales, Serra e Nordeste. Durante a tarde, as temperaturas devem permanecer baixas, com máximas entre 9°C e 17°C. A tendência para terça-feira (11) é de continuidade do período de estabilidade. O tempo seco deve predominar na maior parte do Rio Grande do Sul, com temperaturas baixas nas primeiras horas do dia e elevação gradual ao longo da tarde, sem aquecimento significativo. A atenção se volta para as regiões Oeste e Centro-Norte, onde a nebulosidade deve aumentar gradualmente no decorrer do dia. Apesar disso, a previsão ainda indica manutenção das condições de tempo estável na maior parte do estado. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  8. Bebê 'reggaeiro' sorri ao som de Edson Gomes e vídeo viraliza Um recém-nascido sorrindo ao som da música Malandrinha, do cantor de reggae Edson Gomes, viralizou no Instagram após a mãe, Maria Heloiza Araújo, compartilhar o momento musical da rotina do bebê. O vídeo, gravado na casa da família, em Paulista, no Grande Recife, já ultrapassou 900 mil visualizações (veja vídeo acima). Em entrevista ao g1, a coordenadora administrativa Maria Heloiza contou que a música foi uma forma de criar uma conexão com o filho. João Luiz Soares de Araújo nasceu no dia 6 de julho, no Hospital Vasco Lucena, da Hapvida, no bairro da Boa Vista, área central do Recife. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE "Todo mundo falava que, quando você descobre a gravidez, é um amor avassalador, que não cabe no peito. Quando eu descobri, mesmo sendo uma gravidez planejada, não senti isso. A forma que encontrei de começar a gostar da minha barriguinha e de criar esse vínculo foi escutando música. E um dos meus estilos preferidos é o reggae", contou. Após o nascimento de João Luiz, ela diz que cantar para o filho traz a sensação de receber de volta o amor e o vínculo que buscava desde a gravidez. "A música nos trouxe uma conexão que todo mundo dizia que vinha de imediato. E a nossa conexão foi construída baseada na música. E hoje, quando olho para ele, dentro dos olhinhos dele, e canto, parece que ele está me devolvendo aquela sensação que eu busquei tanto durante a gestação, que eu me sentia tão culpada. Eu olho pra ele e falo: 'Filho, obrigada por ter me salvado'", relata. Bebê regueiro sorri ao som de Edson Gomes Reprodução/Instagram Música na rotina Entre os artistas que fizeram parte da trilha sonora da gestação estão Edson Gomes, Ponto de Equilíbrio e Maneva. Segundo Maria Heloiza, o hábito continuou após o nascimento do filho. Ela costuma colocar música enquanto prepara as refeições, durante a amamentação e em outros momentos da rotina. "De manhã, coloco várias músicas para ele escutar, inclusive enquanto estou amamento. E não é só reggae. Eu adoro o projeto Dominguinho, com João Gomes, Jota.pê e Mestrinho, que é uma delícia de ouvir. Escuto e declaro muito para ele. Com o nascimento dele, o amor avassalador chegou", afirmou. O repertório de Luizinho, como é chamado pela família, vai além do reggae e inclui diferentes estilos da música brasileira. "Ele está sempre escutando alguma coisa. Não é só reggae. Coloco muito 'Xote dos Milagres', porque gosto de Falamansa, também ponho Seu Jorge... Sempre tem uma música tocando quando ele não está chorando", disse a mãe. Segundo Maria Heloiza, o vídeo que viralizou foi gravado durante um momento comum da rotina da família. Ela conta que, quando o marido, Antony Luiz, viu as imagens, sugeriu fazer a publicação. "A gente gravou esse vídeo porque sempre pelas manhãs eu coloco música. É algo rotineiro para mim, porque ele é muito risonho. Para mim, era só mais um vídeo. Quando meu esposo viu, falou: 'Amor, o vídeo está muito bom, está muito lindo, Luizinho sorriu muito. Posta'. Quando postei, na primeira hora, já tinha batido 50 mil visualizações. Eu falei: 'Meu Deus do céu, Luizinho, tu transformou tua mãe em blogueira'", brincou. João Luiz com os pais Maria Heloiza e Antonny Luiz Reprodução/WhatsApp VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

  9. Só em 2026, 13 pessoas morreram em acidentes de helicóptero no Rio O Rio de Janeiro voltou a registrar uma tragédia envolvendo helicópteros neste sábado (8). A queda de uma aeronave em uma área de mata na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, matou quatro pessoas — três turistas colombianas da mesma família e o piloto. O acidente ocorreu 55 dias após outra tragédia envolvendo helicópteros na cidade. Em 14 de junho, seis pessoas morreram depois que duas aeronaves se chocaram no ar, na região do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. Somadas, as duas ocorrências deixaram 10 mortos em menos de dois meses. As circunstâncias dos dois acidentes são distintas e deverão ser investigadas pelos órgãos responsáveis pela segurança aérea. Ao longo desse ano, 13 pessoas morreram em acidentes com helicópteros. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) uma fiscalização extraordinária dos voos panorâmicos realizados na cidade após a queda de um helicóptero que matou quatro pessoas na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, na Zona Sul. Cavaliere afirmou que enviou um ofício à agência e disse que a ANAC pode avaliar até mesmo uma suspensão temporária desse tipo de voo. "A gente não pode de forma alguma deixar de destacar o fato de que a gente tá aqui, em cerca de um mês ou dois meses, em mais um acidente envolvendo helicópteros na cidade do Rio de Janeiro”, analisou o prefeito. "Eu quero crer que a ANAC vai tomar essas medidas inclusive com a possibilidade de suspensão de voos panorâmicos por uma semana ou por duas semanas, para fazer uma fiscalização mais intensa nos helipontos, nas aeronaves na manutenção dessas aeronaves”, completou Cavaliere. Um dos helicópteros que caíram no Recreio Reprodução/TV Globo Acidente na Vista Chinesa O helicóptero que caiu neste sábado era um Robinson R44, de prefixo PP-MFS, da empresa Voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos (VRP). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, as vítimas eram o piloto Alessandro Rocha e as turistas colombianas Rocio Cubillos, Sofia Murillo e Wendy Manrique. LEIA TAMBÉM: Passeio de colombianas em helicóptero que caiu foi com portas abertas, duraria 20 minutos Prefeitura do Rio pede à ANAC fiscalização extraordinária de voos panorâmicos Helicóptero que caiu no RJ era um Robinson R44: veja detalhes do modelo Família que morreu em queda de helicóptero no Rio veio ao Brasil para comemorar aniversário de 15 anos da filha A aeronave caiu em uma região de mata íngreme e de difícil acesso, na área da Floresta da Tijuca. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h11. Após a queda, o helicóptero explodiu e provocou um incêndio na vegetação. As quatro pessoas morreram carbonizadas. Bombeiros trabalham para chegar até a área onde caiu um helicóptero perto da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio. Divulgação Os destroços foram localizados por equipes do Grupamento de Operações Aéreas. Cerca de 40 militares, 11 viaturas e quatro unidades operacionais foram mobilizados para o atendimento. A operação de resgate foi dificultada pelas características do terreno. “A maior dificuldade das equipes no momento é o acesso, tanto para entrar no local quanto para sair. A aeronave caiu em uma região de mata muito íngreme, com áreas de precipício, onde só é possível trabalhar com técnicas de corda e equipamentos de segurança”, explicou o tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros. As causas da queda ainda serão investigadas. Dois helicópteros colidiram no Recreio Em 14 de junho, seis pessoas morreram após dois helicópteros se chocarem no ar, na região do Recreio dos Bandeirantes. As aeronaves envolvidas eram um Eurocopter AS 350 B2, conhecido como Esquilo, de prefixo PP-MAC, e outro helicóptero de prefixo PR-DJJ. Fogo em pátio no Recreio Reprodução Segundo testemunhas, os dois helicópteros colidiram durante o voo. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h59. Uma das aeronaves caiu no terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugada pela montadora BYD, na região da Avenida das Américas. O impacto provocou uma explosão e um incêndio que atingiu veículos elétricos que estavam no local. A coluna de fumaça podia ser vista a quilômetros de distância. As vítimas do acidente foram: Alexandre Souza, piloto; Gaspar Prim, conhecido como Gaspi, youtuber argentino; Lucas Brito Chaves, conhecido como Lucas Frota, produtor musical brasileiro; Lucas Vignale, diretor de videoclipes argentino; Nickel Oliver Tree, cantor e produtor americano. Charles Marsillac, piloto. Nenhuma das seis pessoas sobreviveu. Destroços espalhados por área de 100 metros O impacto da colisão fez com que partes dos dois helicópteros fossem lançadas por uma área extensa. As fuselagens ficaram espalhadas em um raio de pelo menos 100 metros. Uma das caudas, por exemplo, caiu no terraço de um prédio vizinho. As aeronaves atingiram pontos diferentes do terreno onde ocorreu o acidente. Cerca de 45 militares e 15 viaturas foram mobilizados para o atendimento. A pista lateral da Avenida das Américas precisou ser interditada durante o trabalho das equipes. Helicópteros que caíram no Recreio Reprodução Três mortos em Guaratiba Além desses dois acidentes nos últimos 55 dias, o Rio registrou em 2026 mais dois acidentes graves, sendo um deles com 3 mortes, em Guaratiba, na Zona Oeste, em janeiro desse ano. Na ocasião, o helicóptero, modelo Robinson R44 II prefixo PS- GJS, caiu em uma área de mata, na altura da Avenida Levy Neves esquina com Rua Tasso da Silveira. As três pessoas que estavam na aeronave morreram na queda. São eles: Sérgio Nunes Miranda, Major da Força Aérea Brasileira (FAB) Lucas Silva Souza, capitão do Corpo de Bombeiros, que pilotava a aeronave Diego Dantas Lima Morais, instrutor de voo Segundo testemunhas, o helicóptero teria decolado do hangar da Helimar/Heli-Rio, no Recreio e, antes da queda, passou no Clube Céu, em Sepetiba, onde realizou manobras de instrução. Helicóptero cai em Guaratiba Reprodução/RJ1 Depois, houve uma troca de piloto e a aeronave subiu novamente. O helicóptero ainda realizava manobras, em um procedimento conhecido como circuito, quando desapareceu. Segundo a polícia, a aeronave tinha passado recentemente por manutenção. Pouso forçado na Barra Em abril, o Rio viu um novo acidente envolvendo um helicóptero, dessa vez sem vítimas. O piloto Adonis Lopes precisou realizar um pouso forçado no mar da Praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Na ocasião, um vídeo chegou a registrar os três tripulantes saindo, antes mesmo de o resgate chegar, conscientes (veja abaixo). Segundo o Corpo de Bombeiros, o piloto e dois turistas canadenses receberam apoio na areia e foram liberados, sem ferimentos. Helicóptero cai no mar da Praia da Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio A aeronave – modelo Robinson 44 – fazia um voo panorâmico, teve problemas e foi forçada a descer. O piloto, o policial civil Adonis Lopes, experiente em voos em operações, conseguiu baixar perto da arrebentação. Um surfista que presenciou o incidente relatou que o piloto direcionou a aeronave para uma área menos movimentada do mar e da areia, possivelmente para minimizar os riscos e evitar consequências mais graves. Piloto de pouso forçado na Barra é policial que simulou queda para escapar de sequestro Helicóptero cai na Praia da Barra Reprodução/TV Globo O local não tinha banhistas perto, e a profundidade rasa evitou que o helicóptero fosse muito para o fundo. A falta de portas também facilitou a saída dos tripulantes. A aeronave afundou cerca de 2 metros até tocar a areia no fundo e tombou, ficando com o esqui para o alto, fora da água.

  10. Cristo, Pão de Açúcar, Copacabana e Búzios: família colombiana fez roteiro turístico antes de tragédia no Rio Reprodução Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Copacabana, Lapa e Búzios. A primeira viagem ao Brasil da família colombiana que terminou em uma tragédia na Vista Chinesa foi marcada por uma sequência de passeios e registros de momentos felizes. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Em várias das fotos publicadas por um dos sobreviventes, os familiares aparecem juntos e carregando a bandeira do Brasil. As imagens foram publicadas por Victor Manrique, que estava no Rio com a mulher, Daniela Castañeda, e a filha, Laura Manrique. A viagem tinha também um motivo especial: a comemoração dos 15 anos de Laura. Três mulheres da família morreram na queda do helicóptero neste sábado (8): Rocio Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17. Elas eram, respectivamente, avó, filha e neta. Quatro pessoas morrem em queda de helicóptero no Rio Cristo, Pão de Açúcar, Lapa e Copacabana O grupo chegou ao Brasil na segunda-feira e aproveitou os dias seguintes para conhecer alguns dos principais pontos turísticos do Rio. Nas fotografias, os familiares aparecem no Cristo Redentor, no Pão de Açúcar, na Praia de Copacabana, na Escadaria Selarón, na Lapa. Parente de vítimas de helicóptero no Rio publica fotos da família durante viagem ao Brasil Reprodução redes sociais A família também viajou para Búzios, na Região dos Lagos. Lá, fez um passeio de barco e esteve na Rua das Pedras. As imagens mostram os seis familiares reunidos durante a viagem, antes do passeio que terminaria com a morte de três deles. Cristo, Pão de Açúcar, Copacabana e Búzios: família colombiana fez roteiro turístico antes de tragédia no Rio Reprodução Helicóptero contratado pelo WhatsApp Segundo familiares, o passeio de helicóptero foi encontrado pela família no Instagram e contratado por WhatsApp. O plano era fazer um voo panorâmico de aproximadamente 20 minutos. Como o grupo tinha seis pessoas, os familiares foram informados de que seriam divididos em dois voos, com três passageiros em cada helicóptero. LEIA TAMBÉM: Passeio de colombianas em helicóptero que caiu foi com portas abertas, duraria 20 minutos VÍDEO registra barulho de helicóptero pouco antes de cair e susto de ciclistas Governo da Colômbia lamenta morte de 3 turistas em queda de helicóptero no Rio Rocio, Wendy e Sofia chegaram primeiro ao local e embarcaram na primeira aeronave. Victor, Daniela e Laura permaneceram no hangar e fariam o segundo voo depois que as três retornassem. Foi essa decisão que acabou fazendo com que os três sobrevivessem ao acidente. Helicóptero da empresa Voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos (VRP) que caiu no Rio. Reprodução Familiares esperavam o retorno quando souberam da queda Victor contou ao RJ2 que o primeiro voo deveria durar cerca de 20 minutos. Depois de mais de meia hora, porém, as três mulheres não haviam retornado. Segundo ele, os familiares procuraram funcionários da empresa para saber o que havia acontecido. Foi quando ouviram que o piloto teria informado que precisava fazer um pouso forçado. “O voo era 20 minutos e já tinha passado meia hora, 40 minutos e não chegavam. Não nos informavam nada. Fui perguntar o que estava acontecendo. Foi quando me disseram que o piloto havia reportado que tinha que fazer um pouso forçado”. Parente de vítimas de helicóptero no Rio publica fotos da família durante viagem ao Brasil Reprodução redes Victor afirmou que os familiares não receberam uma confirmação oficial da empresa sobre a queda. “Nunca nos deram a notícia. Nós soubemos da notícia pela internet”. A empresa Voo Rio Panorâmico, responsável pelo helicóptero, afirmou, por meio do advogado Bernardo Cortez, que não tinha informações sobre uma eventual demora na comunicação. Segundo ele, a empresa se mobilizou assim que tomou conhecimento do acidente e passou a prestar assistência aos familiares. Três vítimas Rocio Cubillos, de 59 anos, era mãe de Wendy Manrique, de 37, e avó de Sofia Murillo, de 17. As três morreram na queda do Robinson R44 de prefixo PP-MFS, da empresa Voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos (VRP). Além delas, o piloto Alessandro Rocha também morreu. Alessandro Rocha era o piloto do helicóptero que caiu neste sábado no Rio Reprodução redes sociais O helicóptero caiu em uma área de mata íngreme na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, na Zona Sul do Rio. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h11. Após a queda, a aeronave explodiu e provocou um incêndio na vegetação. Os quatro ocupantes morreram carbonizados. Cerca de 40 militares, 11 viaturas e quatro unidades operacionais foram mobilizados para o resgate. O acesso ao local foi dificultado pelo terreno íngreme e por áreas de precipício. Comemoração pelos 15 anos da neta A viagem ao Brasil também tinha um significado especial para a família: era uma comemoração pelo aniversário de 15 anos de Laura Manrique, filha de Victor e neta de Rocio. Victor, Daniela e Laura estavam no grupo que aguardava no hangar para fazer o segundo voo de helicóptero. Cristo, Pão de Açúcar, Copacabana e Búzios: família colombiana fez roteiro turístico antes de tragédia no Rio Reprodução Depois da tragédia, Victor publicou fotos de toda a família durante a viagem e escreveu uma homenagem à mãe, à irmã e à sobrinha. “A última viagem de metade da minha família 💔” Na publicação, ele chamou Rocio, Wendy e Sofia de sua irmã, sua mãe e sua sobrinha. “Minha irmãzinha, minha mãe e minha sobrinha! (...) Vou amá-las para sempre nesta vida e na outra!” Empresa diz que helicóptero estava regular A empresa responsável pelo Robinson R44 afirmou que a aeronave estava com a manutenção em dia e que tinha os alvarás necessários. O advogado Bernardo Cortez também disse que Alessandro Rocha era um piloto experiente e estava com as licenças em dia. A empresa afirmou, porém, que ainda não sabe o que provocou a queda. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). A Prefeitura do Rio pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) uma fiscalização extraordinária dos voos panorâmicos realizados na cidade. O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) também citou a possibilidade de uma suspensão temporária das operações para ampliar a fiscalização de aeronaves, helipontos e manutenção. Bombeiros trabalham para chegar até a área onde caiu um helicóptero perto da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio. Divulgação

  11. Romeu Zema (esquerda) participa do lançamento da pré-candidatura de Eduardo Girão ao Governo do Ceará Reprodução O candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, declarou R$ 178,7 milhões em bens à Justiça Eleitoral. O candidato a vice, Eduardo Girão (Novo), informou patrimônio de R$ 34,1 milhões. Os dados constam do pedido de registro da chapa apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sexta-feira (7) e disponibilizado para consulta pública neste sábado (8). Entre os cinco presidenciáveis mais bem colocados nas pesquisas, o PT também já registrou a candidatura de Lula e o Missão apresentou o pedido de Renan Santos. As candidaturas de Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado ainda não haviam sido registradas até este sábado. As legendas ainda estão dentro do prazo: os pedidos podem ser apresentados à Justiça Eleitoral até às 19h de 15 de agosto, segundo o TSE. Em comparação com a eleição de 2022, o valor declarado por Zema cresceu 37,7%. Há quatro anos, o então governador de Minas Gerais havia informado R$ 129,7 milhões. O patrimônio declarado por Girão em 2018, quando foi eleito senador pelo Ceará foi de R$ 36,3 milhões, uma redução de 6,3% em comparação com 2026. Agora no g1 Bens de Zema aumentam 37,7% A maior evolução no patrimônio declarado por Romeu Zema ocorreu nas participações societárias e na reestruturação de investimentos em fundos. As participações em empresas passaram de R$ 72,3 milhões na Ricardo Zema Participações e R$ 3,67 milhões na Zema Seguros em 2022 para R$ 94,5 milhões em uma holding familiar e R$ 16,8 milhões de participação em instituição financeira em 2026. Na área de investimentos e aplicações financeiras, em 2022 constavam R$ 33,4 milhões em um fundo de investimento e R$ 1,38 milhão em renda fixa. Em 2026, a carteira passou a contar com R$ 56,2 milhões em um fundo multimercado , R$ 1,56 milhão em um fundo de ações e mais de R$ 4,3 milhões divididos em aplicações de renda fixa e CDBs. Os imóveis declarados por Zema foram mantidos exatamente pelos mesmos valores entre as duas eleições: uma casa de R$ 704,8 mil e um terreno recebido em doação avaliado em R$ 70 mil. Bens de Girão caem 6,3% A declaração de patrimônio de Eduardo Girão registrou uma redução ao comparar as eleições de 2018 e 2026. Entre as participações e empréstimos concedidos, Girão declarava em 2018 diversas quotas de capital e créditos. Em 2026, constam R$ 4,2 milhões em quotas de capital de empresa e nove contratos de mútuo que somam R$ 5,7 milhões. A carteira financeira de 2026 destaca-se pela forte presença em ativos no exterior e renda fixa, com R$ 9,9 milhões em ações de empresa estrangeira , R$ 132,5 mil em depósito bancário internacional , R$ 4,18 milhões em renda fixa , R$ 1,53 milhão em previdência privada e cerca de R$ 1 milhão em outras aplicações. O valor investido em imóveis passou de aproximadamente R$ 1,2 milhão em 2018 para R$ 677 mil em 2026. Uma casa de R$ 70 mil e um apartamento de R$ 280 mil informados na lista anterior não constam da nova relação. Por outro lado, os veículos declarados aumentaram: enquanto em 2018 constava apenas um automóvel de R$ 24,5 mil , em 2026 o candidato declarou três veículos que somam R$ 458,9 mil — uma Toyota Hilux de R$ 299,9 mil , um Dodge Durango de R$ 105 mil e um Jeep Cherokee de R$ 54 mil.

  12. Assista agora os vídeos do Jornal Anhanguera 2ª Edição.

  13. Bombeiros confirmam 4 mortes em queda de helicóptero no RJ O governo da Colômbia publicou uma nota lamentando o acidente aéreo que matou quatro pessoas neste sábado (8) no Rio de Janeiro. Entre as vítimas estão três colombianos. No comunicado, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que está em contato com o governo brasileiro. "O Consulado da Colômbia no Rio de Janeiro está em coordenação com as autoridades locais e realizando as diligências pertinentes. Além disso, está contatando os familiares das compatriotas para prestar a orientação correspondente." "A Chancelaria expressa suas mais sentidas condolências e solidariedade às famílias e entes queridos das vítimas, e continuará prestando a assistência consular que for cabível, no âmbito de suas competências e em conformidade com a Convenção de Viena sobre Relações Consulares de 1963." Initial plugin text O acidente Quatro pessoas morreram em uma queda de helicóptero na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, na Zona Sul do Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (8). As vítimas são 3 turistas colombianas da mesma família e o piloto. Não houve sobreviventes. O Corpo de Bombeiros do RJ foi acionado às 11h11 para atender a ocorrência. Destroços da aeronave, o Robinson R44 prefixo PP-MFS, da empresa Voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos (VRP), foram localizados pela equipe do Grupamento de Operações Aéreas. O ponto da queda fica em uma área de mata íngreme e de difícil acesso. As vítimas eram avó, mãe e filha. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Os mortos são: Alessandro Rocha, piloto; Rocio Cubillos, turista colombiana; Sofia Murillo, turista colombiana; Wendy Manrique, turista colombiana. Bombeiros trabalham para chegar até a área onde caiu um helicóptero perto da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio. Divulgação Familiares aguardavam no hangar As três turistas colombianas que morreram na queda do helicóptero faziam a primeira viagem ao Brasil. Rocio Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17, eram avó, filha e neta. Elas chegaram ao Rio na segunda-feira e permaneceriam no país até terça-feira. Durante a viagem, fizeram passeios pela cidade e também estiveram em Búzios, na Região dos Lagos. As três estavam no Rio com outros parentes: Victor Manrique, filho de Rocio, a esposa dele Daniela Castañeda, e a filha do casal de 15 anos. Segundo familiares, o grupo contratou o passeio de helicóptero após uma pesquisa nas redes sociais. Depois do acidente, Victor, Daniela e a filha que também participariam do passeio ficaram no hangar aguardando informações. Eles ouviram um funcionário mencionar que teria ocorrido um “pouso forçado” e cobraram explicações, mas, segundo o relato, ninguém informava o que havia acontecido. Ainda no hangar, os familiares acabaram descobrindo a dimensão do acidente por meio de sites de notícias. A viagem da família era uma comemoração pelo aniversário de 15 anos de Laura. Ocupantes carbonizados O helicóptero explodiu ao cair na encosta, e chamas se alastraram pela mata. Militares especializados em combate a incêndios florestais foram mobilizados e conseguiram controlar o fogo. Os 4 ocupantes morreram carbonizados. Alessandro Rocha era o piloto do helicóptero que caiu neste sábado no Rio Reprodução redes sociais A operação mobilizou cerca de 40 militares, 11 viaturas e 4 unidades operacionais. “A maior dificuldade das equipes no momento é o acesso, tanto para entrar no local quanto para sair. A aeronave caiu em uma região de mata muito íngreme, com áreas de precipício, onde só é possível trabalhar com técnicas de corda e equipamentos de segurança”, explicou o tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros. “Quando chegamos, além do helicóptero, havia também um incêndio provocado pela explosão do combustível da aeronave. Esse incêndio já foi totalmente extinto”, emendou. “Agora, nosso desafio é encontrar acessos mais rápidos para facilitar o trabalho da perícia da Polícia Civil e do Cenipa, além da futura retirada dos corpos. Estamos trabalhando para que isso aconteça o quanto antes, de preferência ainda hoje”, disse. Detalhes do modelo do helicópterio Robinson R44. Arte/g1 Fotos do acidente Bombeiros avançam por área de mata em resgate após queda de helicóptero Reprodução/TV Globo Bombeiros chegam na área onde helicóptero caiu na mata perto da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio Divulgação Bombeiros estacionam na Vista Chinesa para resgate após queda de helicóptero Reprodução Carros dos bombeiros na área da Vista Chinesa Reprodução/TV Globo Vista Chinesa é um ponto frequentado por turistas e atletas Reprodução/TV Globo O que é a Vista Chinesa A Vista Chinesa é um dos mirantes mais conhecidos do Rio de Janeiro. Fica no Parque Nacional da Tijuca, na região do Alto da Boa Vista, entre as zonas Sul e Norte da cidade, e oferece uma vista ampla de cartões-postais como o Cristo Redentor, a Lagoa Rodrigo de Freitas, as praias de Ipanema e Leblon, o Jardim Botânico e parte da Baía de Guanabara. O local é marcado por um pavilhão em estilo oriental, construído no início do século 20 em homenagem aos imigrantes chineses que tiveram participação no cultivo de chá no Rio durante o período colonial. A estrutura, com telhado típico da arquitetura chinesa, tornou-se um dos pontos mais fotografados da cidade. Além do valor histórico e paisagístico, a Vista Chinesa é muito procurada por turistas, ciclistas, corredores e praticantes de esportes ao ar livre, especialmente ao amanhecer, quando a visibilidade costuma ser melhor e a vista ganha destaque com a luz da manhã. A estrada que leva ao mirante atravessa a Floresta da Tijuca, cercada por Mata Atlântica preservada. O trecho da Estrada da Vista Chinesa em frente ao mirante foi interditado para o trabalho de resgate. As trilhas daquele setor do Parque Nacional da Tijuca foram fechadas. Vista Chinesa, no Rio Reprodução Em junho, colisão entre helicópteros matou 6 Em 14 de junho, seis pessoas morreram depois que dois helicópteros se chocaram no ar na região do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. As aeronaves eram um Eurocopter AS 350 B2, conhecido como Esquilo, e outro helicóptero de prefixo PR-DJJ. Entre as vítimas estavam o cantor e produtor americano Oliver Tree, o youtuber argentino Gaspi e os pilotos Alexandre Souza e Charles Marsillac. Segundo testemunhas, as aeronaves se chocaram durante o voo. Os helicópteros caíram em um terreno de uma igreja abandonada que havia sido alugado pela BYD. Um deles explodiu ao atingir o solo, e as chamas se espalharam por veículos elétricos que estavam no local. Destroços das aeronaves ficaram espalhados por uma área de pelo menos 100 metros. Prefeito pede fiscalização O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), pediu à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) uma fiscalização extraordinária dos voos panorâmicos realizados na cidade após a queda de um helicóptero que matou quatro pessoas na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, na Zona Sul. O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), no local do resgate das vítimas da queda do helicóptero. Rafael Nascimento / g1 Rio Cavaliere afirmou que enviou um ofício à agência e disse que a ANAC pode avaliar até mesmo uma suspensão temporária desse tipo de voo. “Então fiz questão de ligar pra presidente da ANAC. A gente encaminhou imediatamente um ofício, encaminhamos um comunicado da Prefeitura do Rio direcionado à ANAC para que tome providências imediatamente em relação aos voos no Rio de Janeiro”, informou. Cavaliere afirmou que recebeu do presidente da ANAC a informação de que a aeronave envolvida no acidente tinha autorização para realizar voos panorâmicos. O prefeito citou a possibilidade de interromper temporariamente os voos panorâmicos para permitir uma fiscalização mais ampla. "Eu quero crer que a ANAC vai tomar essas medidas inclusive com a possibilidade de suspensão de voos panorâmicos por uma semana ou por duas semanas, para fazer uma fiscalização mais intensa nos helipontos, nas aeronaves na manutenção dessas aeronaves” Questionado sobre a possibilidade de suspensão, o prefeito ressaltou que a decisão cabe à ANAC, por se tratar de uma competência federal.


  14. Confira os destaques desta edição.

  15. Cantor sertanejo internado com leucemia e esposa conversam sobre manter fé na recuperação A esposa do cantor sertanejo Eduardo, Daniele Mesquita e Castro, afirmou ao g1 que o casal busca manter a fé e a positividade durante o tratamento do artista contra uma leucemia. Eduardo está internado consciente e estável na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital das Clínicas (HC), em Goiânia. A família promove uma campanha de doação de sangue para auxiliar na recuperação do artista. Em entrevista, Daniele explicou que vê o marido todos os dias por uma hora e fala por ligação com os filhos Luísa, de 9 anos, e Benício, de 6. Ela destacou que a área de psicologia do hospital libera se for desejo do paciente falar com alguém próximo. “Falamos sobre ser positivos diante dos riscos, sobre fé em Deus, sobre o que fiquei sabendo do dia a dia dos meninos, e ele fala sobre os procedimentos que fizeram”, afirmou. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Eduardo precisa de doação de sangue e, principalmente, de plaquetas. Daniele explicou que o marido precisa das transfusões para continuar no tratamento. Ao g1, Daniele contou que os filhos sabem que o pai está doente e que vai demorar no hospital. “Eles são pequenos, então não entendem a gravidade, sabem que o pai está doente, que vai demorar no hospital, que está com dodói no sangue e tomando remédio para sarar”, escreveu. Como doar Local: Hospital das Clínicas (HC/UFG) Endereço: 1ª Avenida, s/nº, Setor Leste Universitário, Goiânia Em nome de: Alcemir da Luz Carlos Filho (Eduardo, da dupla com Derick) Tipo sanguíneo: qualquer tipo de sangue Cantor sertanejo Eduardo, da dupla com Derick, está internado na UTI do Hospital das Clínicas, em Goiânia. Ele precisa de doação de sangue. Divulgação/Redes sociais da dupla Derick e Eduardo LEIA TAMBÉM: DIAGNÓSTICO: Cantor sertanejo é internado após passar mal em Goiânia, e amigos buscam doação de sangue Pai de dois filhos e cantor há 20 anos: veja quem é o sertanejo diagnosticado com leucemia, em Goiânia Cantor sertanejo diagnosticado com leucemia está no período mais crítico, diz mulher Cantor apresentou fraqueza Na época, o cantor foi hospitalizado depois de apresentar fraqueza e uma queda acentuada no número de plaquetas, segundo a assessoria. A primeira internação ocorreu em um hospital de Orizona, no sul de Goiás, na segunda-feira (3). Diante da necessidade de receber transfusão de sangue, o cantor foi transferido na madrugada de quarta-feira (5) para a capital. A primeira internação ocorreu em um hospital de Orizona, no sul de Goiás, na segunda-feira (3). Diante da necessidade de receber transfusão de sangue, o cantor foi transferido na madrugada de quarta-feira (5) para a capital. O g1 entrou em contato com o Hospital das Clínicas (HC) para solicitar uma atualização sobre o estado de saúde do cantor. Em resposta, a unidade informou que não pode divulgar informações sobre pacientes em cumprimento à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e ao Estatuto dos Direitos dos Pacientes. 20 anos na música Eduardo forma dupla com Derick, nome artístico de Gleydison Batista Siqueira, de 39 anos, natural de Pires do Rio. Apesar da longa parceria musical, os dois não são parentes. Derick & Eduardo completam 20 anos de carreira em 2027. Atualmente, os sertanejos mantêm o projeto "Daquele Jeitão". Ao longo da trajetória, Eduardo conciliou os palcos com o trabalho em estruturas para festas. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

  16. Tamanduá-bandeira é flagrado circulando por ruas de Machado, MG Um tamanduá-bandeira foi visto circulando pelas ruas do bairro Residencial dos Nobres, em Machado (MG), na manhã deste sábado (8). O animal passou pela Rua Suíça, última via do bairro, que fica próxima a uma área de mata. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Segundo o Corpo de Bombeiros, a solicitação para verificar a presença do animal foi registrada por volta das 9h30. Ainda conforme os militares, relatos semelhantes já haviam sido registrados ao longo da semana na região. Tamanduá-bandeira é visto circulando por ruas de bairro em Machado, MG Reprodução / Redes sociais Os bombeiros foram até o local para tentar localizar o tamanduá, mas, quando chegaram, o animal já havia retornado para a área de mata. A região é afastada da área urbana e tem vegetação densa, com mata fechada e cipós, o que dificultou a localização. Durante a verificação, os militares não encontraram novamente o animal. Como o tamanduá retornou para a mata, não foi possível confirmar o paradeiro exato dele. Tamanduá-bandeira é flagrado pelas ruas de Machado, MG Veja mais notícias da região g1 Sul de Minas

  17. Quatro pessoas morrem em queda de helicóptero no Rio “O último passeio de metade da minha família.” Foi assim que Victor Manrique, parente das três turistas colombianas mortas na queda de um helicóptero no Rio de Janeiro, se despediu de Rocio Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17. As três eram, respectivamente, mãe, irmã e sobrinha do autor da publicação. Ele também faria o passeio de helicóptero pela cidade, mas estava previsto para embarcar no voo seguinte e, por isso, não estava na aeronave que caiu na manhã deste sábado (8), em uma área de mata próxima à Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista. “Obrigado, Deus, por permitir que minha família conhecesse o quanto este mundo é bonito e agora dar a elas a oportunidade de conhecer a beleza do paraíso”, escreveu, em espanhol. Parente de vítimas de helicóptero que caiu no Rio publica fotos da viagem Reprodução redes sociais Na publicação, ele compartilhou registros da viagem da família e se despediu das três: “Minha irmãzinha, minha mãe e minha sobrinha! Vou amá-las para sempre nesta vida e na outra.” O colombiano também agradeceu o apoio recebido depois do acidente, tanto no Brasil quanto em seu país. “Obrigado a todas as autoridades e pessoas que, de forma desinteressada, têm nos acompanhado neste lindo país, Brasil, e na Colômbia, e nos feito sentir o quanto elas eram queridas”, afirmou. VÍDEO registra barulho de helicóptero pouco antes de cair e susto de ciclistas Avó, mãe e filha Parente de vítimas de helicóptero no Rio publica fotos da família durante viagem ao Brasil Reprodução redes sociais A família estava no Rio em uma viagem para celebrar os 15 anos da filha de Victor, Laura, que também embarcaria com o pai no voo seguinte. Rocio era mãe de Wendy, que, por sua vez, era mãe de Sofia. Assim, as três vítimas representavam três gerações da mesma família: avó, mãe e filha. O helicóptero, um Robinson R44, fazia um passeio turístico pela cidade quando caiu na região da Vista Chinesa. Também morreu no acidente o piloto Alessandro Rocha, que deixou mulher e dois filhos. Parente de vítimas de helicóptero no Rio publica fotos da família durante viagem ao Brasil Reprodução redes O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h11. Os destroços foram encontrados em uma área de mata íngreme e de difícil acesso. Após atingir a encosta, a aeronave explodiu e o combustível provocou um incêndio na vegetação. Os quatro ocupantes morreram carbonizados. Cerca de 40 militares, 11 viaturas e quatro unidades operacionais participaram da ação. Segundo o tenente-coronel Fábio Contreiras, porta-voz do Corpo de Bombeiros, a inclinação do terreno e a existência de áreas de precipício dificultaram o trabalho das equipes, que precisaram usar técnicas de corda e equipamentos de segurança. O incêndio provocado pela queda foi controlado, e equipes da Polícia Civil e do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram acionadas para os trabalhos de perícia e investigação das causas do acidente.

  18. Anitta durante show da 'Equilibrvm Tour' em SP Fred Othero/Divulgação Anitta trouxe a São Paulo, na noite deste sábado (8), no Parque Villa-Lobos, a turnê que apresenta ao vivo os álbuns “Equilibrivm” e “Equilibrivm II”, lançados por ela entre abril e julho deste ano. A expectativa do público era gigante para espiar ao vivo o que a artista que despontou no Brasil convocando as “poderosas” a descerem e rebolarem — e depois caiu nas graças do mundo com o reggaeton em espanhol “Envolver” — tinha preparado para a nova fase “good vibes”. Com direção criativa de Nídia Aranha, a curta excursão “Equilibrivm Tour” estreou há uma semana, em Porto Alegre. Da capital paulista, seguirá agora para Fortaleza (CE), depois Niterói (RJ) e ancora, pelo menos por enquanto, em Salvador (BA). Tudo ainda neste mês de agosto. Logo na abertura do show, com duração de cerca de 1h50, a cantora carioca de 33 anos apresentou as faixas “Ouro” e “Ternura”. Com os pés descalços e repetindo mantras (“Tô buscando algo que vale mais que ouro”), ela deixou claro que essa turnê seria mesmo completamente diferente dos seus “Ensaios”. Será? ‘Equilibrivm’: veja as principais referências religiosas do novo álbum de Anitta Leia também Anitta reage à polêmica sobre fãs vestidos de orixás em shows: ‘Se não estiver desrespeitando ninguém, tudo bem’ Sambando miudinho O ponto alto desse primeiro ato (o show é dividido em três, separados por trocas de roupas) é a ótima versão de “É d’Oxum”. Famoso na voz do baiano Gerônimo Santana, Anitta já havia interpretado o ijexá em outras oportunidades ao longo da carreira. Agora ele faz mais sentido para o seu repertório do que nunca. O show vai seguindo assim, calminho, cantado mansamente, embalado por “Deus mãe”, “Sem pressa” e “Bemba”, até emendar “Caminhador” com um cover de “Andar com fé”, de Gilberto Gil (1982). Do chão, o público tenta acompanhar esse novo “pique” mais sereno da cantora. Estranha algumas vezes. Vai requebrando devagarinho, sambando miudinho, ainda sem se soltar muito. Meiuca romântica não emociona Anitta durante show da 'Equilibrvm Tour' em SP Fred Othero/Divulgação As coisas até começam a esquentar na sequência. Vestida inteira de vermelho, Anitta eleva a temperatura — literalmente, com vários e vários efeitos de fogos — entoando um mashup poderoso de “Desgraça”, “Mandinga” e “Feitiço”. Mas, em seguida, volta a perder a força, entregando o trecho mais morno do show, com as músicas "Pinterest" e "So Much Love". Curiosamente, a dupla de álbuns, que reúne mais de 20 feats, não teve nenhuma participação especial nos shows da turnê até aqui. Não que Anitta precise também. O ápice Anitta durante show da 'Equilibrvm Tour' em SP Fred Othero/Divulgação É no terceiro ato, contudo e felizmente, que a experiência no palco encontra seu sentido completo: a promessa de uma nova Anitta encontra a Anitta que o público já conhece. Tudo se encaixa. É, de longe, o melhor momento do show, com as percussões marcadíssimas e potentes de músicas que parecem ter nascido para serem tocadas ao vivo, como “Você já sabe”, “Choka choka” e “Oke”. Aqui, Anitta retoma a persona que melhor lhe cabe, de diva pop, com coreografias bem intensas, como no seu número solo em "Sal Grosso", em que dança brevemente ao lado de um dançarino representando o orixá da cura, Omolu. Ou quando, ainda no refrão da mesma música, se apoia em duas dançarinas para rebolar — assim como nos velhos tempos —, de bunda de fora e de costas para o público. Tudo alinhado Divididas e pensadas para crescer gradualmente — da meditação à festa, do sagrado ao profano — as cerca de 30 faixas da setlist, no fim das contas e com o perdão do péssimo trocadilho, se equilibram muitíssimo bem. Entre homenagens a grandes nomes da música brasileira (Gil, Bethânia, Alceu Valença), saudações aos orixás Ogum e Nanã, faixas-meditações incentivando o público a olhar com mais calma para dentro de si e seus bons e afiados funkões, Anitta vai tateando e encontrando junto com o público a sua versão mais madura enquanto artista até aqui. Anitta durante show da 'Equilibrvm Tour' em SP Fred Othero/Divulgação Se enganou quem achou que, para isso, ela precisaria abandonar completamente as eras antigas. Nos momentinhos finais da apresentação, avisa: “Esse projeto é especial porque é onde eu me senti à vontade para ser Larissa com vocês. Mas não achem que me envergonho de nada do que fiz na minha carreira até aqui”. Para provar, manda os fãs abrirem uma grande roda para “presenteá-los” com “Lose Ya Breath”. Depois, faz do show que foi pensado para ser mais “intimista” um verdadeiro Carnaval fora de época com “Lugar Perfeito”, que contém os versos: “Cheio de fé e positividade, avisa lá que hoje eu vou ter que chegar mais tarde”. Todas as eras estão ali. Cartela resenha crítica g1 Arte/g1

  19. SUS está implementando um teste genético para identificar câncer de mama teste genético de alta precisão capaz de identificar mutações hereditárias ligadas ao câncer de mama está em fase de implementação no Sistema Único de Saúde (SUS) e deve estar disponível na rede pública até novembro. O exame pode ser feito a partir de uma amostra de sangue ou saliva e detecta alterações nos genes BRCA1 e BRCA2. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Mulheres que carregam mutações nesses genes têm risco significativamente maior de desenvolver câncer de mama. No SUS, o teste será oferecido gratuitamente a pacientes que já receberam o diagnóstico da doença, para investigar se existe uma origem genética. Segundo Gélcio Luiz Quintella Mendes, coordenador de Assistência do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a identificação dessas alterações pode ajudar a definir estratégias de tratamento mais adequadas para cada paciente. “É uma estratégia que envolve uma abordagem mais complexa, a participação de um profissional chamado oncogeneticista. Ele vai primeiro analisar o risco que aquela pessoa tem de desenvolver câncer, vai analisar dentro de um paciente com câncer se tem ou não pré-requisitos sobre o risco aumentado do câncer hereditário”, explica. Ainda segundo o coordenador, o resultado pode influenciar a escolha do tratamento. “Melhora a expectativa da paciente, seja porque vai fazer uma cirurgia menos agressiva, seja porque vai precisar de menos quimioterapia ou não vai nem precisar de quimioterapia”, afirma. Risco para familiares Como as mutações podem ser herdadas, a identificação de uma alteração genética em uma paciente também pode alertar familiares sobre a possibilidade de carregarem o mesmo risco, antes mesmo do aparecimento de um tumor. Teste genético que identifica risco hereditário de câncer de mama chega ao SUS. Reprodução/Jornal Nacional Para Henrique Lima Couto, mastologista e presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais, a identificação da mutação permite que familiares sejam avaliados e adotem medidas preventivas. “É eventualmente testar esses familiares e iniciar as medidas profiláticas e preventivas, dentre elas a mastectomia redutora de risco, que é retirar as mamas antes de ter o câncer de mama porque ela era uma paciente mutada, uma pessoa mutada. E também retirar os ovários antes de ter o câncer de ovário”, afirma. O Instituto Nacional de Câncer estima que mais de 78,6 mil novos casos de câncer de mama devem ocorrer no Brasil neste ano. Exame ainda é mais acessível na rede privada Atualmente, esse tipo de teste genético é oferecido principalmente na rede privada. O SUS tem até novembro para organizar a oferta do serviço na rede pública do país. A assistente administrativa Lorrayne Raysla da Silva descobriu um nódulo na mama durante exames de rotina. Como havia vários casos de câncer na família, ela fez, por meio do convênio médico, um mapeamento genético que confirmou a existência de um fator hereditário. Depois do resultado, Lorrayne decidiu retirar as duas mamas como forma de prevenção. “Depois do exame genético, nós decidimos retirar as duas mamas para que eu não tenha no futuro essa doença novamente”, contou. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional Para ela, a chegada do exame à rede pública poderá ajudar outras mulheres com histórico familiar da doença a identificar o risco e acompanhar a saúde mais de perto. “Vai proporcionar para as outras mulheres que têm esse caso na família, desse câncer de mama, e vai prevenir. Elas vão poder ficar mais atentas. Se elas não quiserem fazer essa cirurgia que eu fiz, elas vão ficar sendo observadas mais de perto”, afirmou.

  20. A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve a decisão da Comarca de Lavras que obriga o Estado de Minas Gerais a disponibilizar um professor especializado para acompanhar, em sala de aula, um aluno com síndrome de Down. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram A ação foi proposta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que alegou que o adolescente não estava recebendo o acompanhamento pedagógico necessário, comprometendo seu desenvolvimento escolar. Justiça obriga Estado de MG a fornecer professor especializado a aluno com síndrome de Down Google Gemini / Imagem ilustrativa No recurso, o Estado argumentou que o serviço de Professor de Apoio à Comunicação, Linguagem e Tecnologias Assistivas é destinado apenas a estudantes com disfunções motoras graves ou transtornos que impeçam totalmente a comunicação. Também sustentou que o atendimento na Sala de Recursos, realizado em turno diferente das aulas, seria suficiente para atender às necessidades do aluno, conforme a Resolução nº 4.256/2020 da Secretaria de Estado de Educação. O MPMG contestou os argumentos, afirmando que a negativa desconsiderava laudos médicos e avaliações de especialistas, além de destacar que o atendimento na Sala de Recursos não substitui o acompanhamento de um professor de apoio durante as aulas. Em primeira instância, a Justiça determinou que o Estado fornecesse o profissional especializado, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, limitada a R$ 50 mil. O governo estadual recorreu, mas a decisão foi mantida pelo TJMG. Ao negar o recurso, o relator, desembargador Maurício Soares, destacou que o direito à educação inclusiva é garantido pela Constituição Federal, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência. Top 3: Júlia Reis traz as notícias mais lidas da semana no g1 Sul de Minas Segundo o magistrado, uma resolução estadual não pode restringir direitos assegurados pela legislação federal e pela Constituição. No voto, ele afirmou que o critério para a concessão do Atendimento Educacional Especializado deve ser a necessidade individual do estudante, comprovada por avaliação técnica. O relator também levou em consideração laudos médicos que recomendavam o acompanhamento especializado, relatórios de profissionais que apontavam a capacidade do aluno de desenvolver as atividades escolares com o devido suporte e e-mails da própria escola solicitando à Superintendência Regional de Ensino a disponibilização do professor de apoio. Os desembargadores Luzia Peixôto e Jair Varão acompanharam o voto do relator. O processo tramita em segredo de Justiça. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

  21. A lista de animais em extinção, no Brasil, aumentou Ver tartarugas gigantes de perto é um privilégio. Mas, para algumas espécies, esse encontro pode se tornar cada vez mais raro: elas estão entre os animais ameaçados de extinção no Brasil. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O Projeto Tamar pesquisa, protege e promove ações de conscientização sobre as tartarugas marinhas em oito estados brasileiros. No Espírito Santo, quatro das seis espécies de tartarugas que estão na lista de animais ameaçados recebem proteção do projeto. “É maravilhoso isso que a gente vê. Não vê todos os dias. Conhecer animais desse potencial, como a tartaruga, e ver assim, pertinho, como nós estamos vendo”, afirmou a professora Marisa Nunes Miranda. Para Denise Rieth, coordenadora do Centro de Visitantes do Projeto Tamar em Vitória, as ações de educação ambiental ajudam a aproximar o público da conservação das espécies. “E a gente consegue sensibilizar através das visitas orientadas, das atividades interativas. Então a gente planta essa sementinha da conservação, ligando com os problemas ambientais, locais e nacionais”, disse. Quase 800 espécies ameaçadas Segundo levantamento do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), quase 800 espécies da fauna brasileira estão atualmente em algum nível de ameaça de extinção. A lista divide as espécies em diferentes categorias de risco: Número de animais ameaçados de extinção no Brasil cresce e chega a quase 800 Reprodução/Jornal Nacional Vulneráveis: 337 espécies; Em perigo: 286 espécies; Criticamente em perigo: 163 espécies; Possivelmente extintas: 3 espécies; Extinta na natureza: 1 espécie. Uma dessas espécies é o mutum-do-nordeste, considerado extinto na natureza. Atualmente, existem cerca de 250 indivíduos no Brasil, todos sob cuidados humanos. No Zoológico de Belo Horizonte, um casal da espécie conseguiu se reproduzir sem intervenção. Foi a primeira vez que isso aconteceu desde 1970. “Houve essa postura e o mutum conseguiu incubar os ovos naturalmente, né? E o ineditismo é que, além de incubar os ovos naturalmente, o filhote conseguiu sair sozinho do ovo e os pais cuidaram desse filhote. Então foi um sucesso reprodutivo muito significativo”, afirmou Juan Espanha, biólogo e chefe da seção de aves do Jardim Zoológico de Belo Horizonte. O levantamento do ICMBio aponta ainda que nove espécies foram consideradas extintas. Elas não existem mais em território brasileiro, nem mesmo sob cuidados humanos. Desde 2022, 184 espécies entraram na lista de animais ameaçados, enquanto 158 deixaram de fazer parte dela. Segundo Arthur Brant, coordenador de Avaliação do Risco de Extinção de Espécies da Fauna do ICMBio, a lista funciona como um diagnóstico para orientar as ações de preservação. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional “O nosso objetivo nunca é fazer uma lista em si que acabe nela. A lista é um grande diagnóstico que prioriza a conservação de algumas espécies em detrimento em relação a outras. Espécies ameaçadas de extinção têm que ser prioritárias em relação àquelas com menor preocupação”, explicou. Pesquisa, investimento e informação são considerados fundamentais para a preservação das espécies. Para quem trabalha diretamente com os animais, porém, há outro elemento importante: a esperança. “Para mim, acho que a esperança é o que define. Porque a gente sabe que, das mil, só uma ou duas chegam à idade adulta, mas todas que a gente bota no mar, todas que eu vejo indo para o mar, para mim é aquela que vai sobreviver”, afirmou Alexsandro Santos, coordenador de Pesquisa e Conservação da Fundação Projeto Tamar.

  22. Tempestade severa de ventos é registrada no Paraná Um tornado foi registrado na tarde deste sábado (8) na região de Piraí do Sul, nos Campos Gerais do Paraná, segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar). Há relatos de casas e estruturas destruídas, árvores e postes derrubados e propriedades sem energia elétrica. Vídeos registrados por moradores da região mostram o tornado na área rural da cidade. Assista acima. O Simepar informou que os vídeos apresentam características compatíveis com a ocorrência do fenômeno. A avaliação da intensidade e demais impactos ainda está sendo realizada. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp A Defesa Civil informou que uma célula de tempestade foi considerada forte e se formou entre Telêmaco Borba, Tibagi e Piraí do Sul. Moradores relataram para a RPC, afiliada da TV Globo, que a tempestade atingiu principalmente áreas rurais de Piraí do Sul, nas localidades de Fundão, Jararaca e Capinzal. Até a publicação desta reportagem, não havia informação de pessoas feridas. Tempestade severa de ventos é registrada no Paraná Alisson Rodrigues O morador estava com a esposa, Elizabeth, na propriedade da família, no bairro Fundão, quando os dois perceberam a formação da tempestade se aproximando. Veja no vídeo acima. “Quando olhamos para longe, vimos aquilo chegando. Era enorme, assustador, bem maior do que aparece na filmagem. Vinha na direção da nossa casa.” Segundo Alisson, o fenômeno mudou de direção antes de atingir diretamente a propriedade. A gravação foi feita por volta das 17h20. “Naquele momento, clamamos a Deus por misericórdia e vimos que ele afinou, diminuiu bastante e passou à direita da nossa propriedade.” A Defesa Civil e o Simepar seguem acompanhando a situação e levantando os danos provocados pela tempestade. LEIA TAMBÉM: Violência: Paraná registrou uma morte a cada 302 abordagens policiais em 2025 Sorteio do Nota Paraná: Veja de quais cidades são os moradores que ganharam prêmios de R$ 1 mil Mundo: Caminhoneiro brasileiro está há mais de sete dias preso em nevasca na Argentina VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná

  23. Quatro pessoas morrem em queda de helicóptero no Rio O Corpo de Bombeiros confirmou a morte de quatro pessoas em uma queda de helicóptero no Rio de Janeiro na manhã deste sábado (8). O acidente foi por volta das 11h numa área de mata fechada, e de difícil acesso na Floresta da Tijuca, Zona Sul do Rio, a cerca de 500 metros da Vista Chinesa, um ponto turístico bem conhecido da cidade. Bombeiros abriram caminho entre as árvores pra chegar aos destroços. E encontraram os quatro corpos carbonizados. As vítimas são: o piloto, Alessandro Rocha, e três mulheres. As passageiras eram turistas colombianas: avó, filha e neta. A família visitava o Rio pela primeira vez. E contratou o voo panorâmico até o Cristo Redentor, depois de ver uma propaganda numa rede social. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O helicóptero decolou do Aeroporto de Jacarepaguá, na Zona Sudoeste da cidade, pouco antes das 11h da manhã. Mais três parentes ficaram aguardando no hangar para fazer o voo na mesma aeronave. Victor perdeu a mãe: Rocio Cubillos, de 59 anos; a irmã, Wendy Manrique, de 37; e a sobrinha, Sofia Murillo, de 17 anos. "Eram pessoas muito boas, muito felizes e os dias anteriores foram muito felizes.", disse. Victor perdeu familiares em acidente Reprodução/TV Globo A viagem ao Rio era uma comemoração pelo aniversário de 15 anos de Laura, que esperava no hangar. O passeio custou R$ 2.500 e duraria 20 minutos. Mas a demora no retorno do helicóptero para o aeroporto preocupou o restante da família. Vitor disse que a empresa não explicou nada e que ficou sabendo do acidente pela internet: "Nunca nos deram a notícia. Nós soubemos da notícia pela internet." 40 bombeiros de quatro quartéis trabalham no resgate aos corpos, que foram retirados de rapel, no fim da tarde. A grande dificuldade era o terreno: mata fechada, muito acidentado e íngreme. Colegas do piloto Alessandro Rocha disseram que ele era um profissional experiente. E também trabalhava como instrutor. Ele deixa a mulher e três filhos. O helicóptero modelo Robinson 44 prefixo PP-MFS pertence à empresa Voos Rio Panorâmico, a VRP. A ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, declarou que o helicóptero tinha certificado válido, e estava autorizado a fazer voos panorâmicos. O CENIPA - Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos - vai apurar o que provocou o acidente. A empresa dona do helicóptero informou que os bombeiros encontraram uma câmera que gravava a cabine durante o voo e que ela foi entregue a investigadores. O advogado da Voo Rio Panorâmico, Bernardo Cortez, disse que, no momento, a preocupação é dar o suporte para as famílias das vítimas: "Auxiliar os familiares, como tá sendo feito, levar os familiares para o hotel, prestar toda o auxílio necessário pra eles: auxílio funerário. Então o foco da empresa, nesse momento, é realmente minimizar essa tragédia que ocorreu no dia de hoje." Detalhes do local de acidente com helicóptero no Rio Reprodução/TV Globo Só este ano, treze pessoas morreram em acidentes de helicóptero no Rio. No dia 17 de janeiro, uma aeronave caiu em uma área de mata, na Zona Oeste da cidade: três homens morreram. No dia 14 de junho, dois helicópteros bateram no ar e caíram no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste: seis pessoas morreram. Um outro acidente, em abril, terminou sem vítimas. O piloto fez um pouso forçado na Praia da Barra da Tijuca. Hoje, o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), disse que conversou com o presidente da ANAC sobre a possibilidade de uma suspensão temporária dos voos panorâmicos na cidade. "A gente não pode ignorar o fato da gente estar em um mês, dois meses em mais um acidente envolvendo helicópteros na cidade do rio de janeiro. Isso não pode ser considerado normal". A família colombiana quer que tudo seja esclarecido. Eles não falam português e não têm amigos no Brasil. Agora, só esperam que alguém os ajudem. Vitor desabafou: "Espero que me ajudem, porque me sinto perdido, me sinto só. Me sinto mal." GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional LEIA TAMBÉM Helicóptero que caiu no RJ era um Robinson R44 Queda de helicóptero no Rio: turistas mortas eram avó, mãe e filha

  24. Bombeiros confirmam 4 mortes em queda de helicóptero no RJ Um dos familiares das três turistas colombianas que morreram na queda de um helicóptero na Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, na Zona Sul do Rio, neste sábado (8), afirmou que os parentes que aguardavam para fazer o passeio não foram informados oficialmente sobre o acidente. Segundo Victor Manrique, eles descobriram que as vítimas haviam morrido pela internet. “Nunca nos deram a notícia. Nós soubemos da notícia pela internet”. Rocio Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17, eram avó, filha e neta. Elas estavam no primeiro voo do grupo, enquanto Victor, a mulher dele, Daniela Castañeda, e a filha aguardavam para embarcar no mesmo helicóptero. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Segundo Victor, o passeio havia sido contratado para seis pessoas e teria duração de cerca de 20 minutos. “Chegamos para fazer um passeio de 20 minutos de helicóptero. Éramos 6 pessoas. Nos disseram que seriam 3 pessoas por helicóptero.” Victor Manrique disse que soube que as vítimas haviam morrido pela internet. Reprodução TV Globo As três mulheres chegaram primeiro ao local e embarcaram na primeira aeronave. Os demais familiares aguardariam o retorno delas para fazer o segundo voo. “Por circunstâncias da vida, não subimos nós três no primeiro helicóptero porque elas chegaram primeiro. E elas, como chegaram primeiro, foram as primeiras. Nós íamos subir no helicóptero quando elas chegassem” Espera de 40 minutos Victor contou que o voo deveria durar aproximadamente 20 minutos, mas as três mulheres não retornaram no tempo previsto. “O voo era 20 minutos e já tinha passado meia hora, 40 minutos e não chegavam. Não nos informavam nada.” Helicóptero da empresa Voos Rio Panorâmicos e Serviços Aeronáuticos (VRP) que caiu no Rio. Reprodução Segundo ele, foi então que procurou funcionários da empresa para saber o que havia acontecido. A informação recebida naquele momento foi de que o piloto teria comunicado a necessidade de fazer um pouso forçado. “Fui perguntar o que estava acontecendo. Foi quando me disseram que o piloto havia reportado que tinha que fazer um pouso forçado”. O colombiano afirmou que, depois disso, os parentes continuaram sem receber uma confirmação sobre o acidente e sobre o destino das três mulheres. “Nunca nos deram a notícia. Nós soubemos da notícia pela internet”. Bombeiros avançam por área de mata em resgate após queda de helicóptero Reprodução/TV Globo O advogado da empresa responsável pelo helicóptero, Bernardo Cortez, afirmou em entrevista ao g1 que não tinha informações sobre uma eventual demora na comunicação com os familiares. Segundo ele, a empresa se mobilizou assim que tomou conhecimento do acidente. ‘Me sinto perdido, me sinto só’ Victor também pediu ajuda para lidar com a situação, destacando que é estrangeiro e não conhece o funcionamento das autoridades brasileiras. “Espero que não me deixem só aqui, porque sou uma pessoa estrangeira num país. Não conheço nada. Não conheço a lei, não conheço o idioma”. Ele também defendeu que as circunstâncias do acidente sejam investigadas de forma ampla e mencionou dúvidas sobre a contratação do passeio e as informações recebidas pela família. “Espero que não me deixem sozinho e a investigação seja exaustiva porque eu entendo que há muitas irregularidades na parte contratual, na informação de tempo.” LEIA TAMBÉM: Passeio de colombianas em helicóptero que caiu foi com portas abertas, duraria 20 minutos Família que morreu em queda de helicóptero no Rio veio ao Brasil para comemorar aniversário de 15 anos da filha VÍDEO mostra barulho de helicóptero pouco antes de cair e susto de ciclistas Victor afirmou que não sabe quais procedimentos deverão ser adotados, mas pediu que o caso seja investigado. “Não sei quais serão os protocolos, mas espero que seja uma investigação para que as coisas não sejam esquecidas”. Família fazia primeira viagem ao Brasil As três vítimas colombianas estavam no Brasil pela primeira vez. Segundo familiares, elas chegaram ao país na segunda-feira e fariam uma viagem de férias. O grupo passou por Búzios e também fez outros passeios no Rio. O passeio de helicóptero foi encontrado pela família no Instagram e contratado por WhatsApp. As vítimas eram Rocio Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17. As três eram da mesma família: Rocio era avó de Sofia, e Wendy, filha de Rocio e mãe de Sofia. A viagem também tinha um motivo especial: era uma comemoração pelo aniversário de 15 anos de Laura Manrique, filha de Victor e neta de Rocio. Detalhes do modelo do helicópterio Robinson R44. Arte/g1 Ao falar sobre os últimos dias da viagem, Victor destacou que a família estava feliz. “Eram pessoas muito boas, muito felizes e os dias anteriores foram muito felizes. Fomos a Búzios e viemos todos para o Rio de Janeiro. Estávamos contentes”. Helicóptero caiu em área de mata O helicóptero, um Robinson R44 de prefixo PP-MFS, caiu na manhã deste sábado (8) em uma área de mata íngreme na região da Vista Chinesa. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h11. A aeronave explodiu após a queda e provocou um incêndio na vegetação. Os quatro ocupantes morreram carbonizados. Além das três turistas colombianas, morreu o piloto Alessandro Rocha. Cerca de 40 militares, 11 viaturas e quatro unidades operacionais foram mobilizados para o resgate. O acesso ao local foi dificultado pelo terreno íngreme e por áreas de precipício. Alessandro Rocha era o piloto do helicóptero que caiu neste sábado no Rio Reprodução redes sociais A empresa responsável pelo helicóptero afirmou que a aeronave estava com a manutenção em dia e que a empresa tinha todos os alvarás. Segundo o advogado Bernardo Cortez, o piloto era experiente e estava com todas as licenças em dia. A empresa, porém, afirmou não saber o que provocou a queda. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). Empresa diz que presta assistência à família O advogado da empresa afirmou que os proprietários levaram os familiares para um hotel e estão prestando assistência. “Os donos da empresa já levaram os familiares para um hotel aqui na cidade para prestar toda a assistência necessária, assim como estão tentando auxiliar em todas as questões relacionadas ao funeral, no que lhes couber, para tentar amenizar essa tragédia e o sofrimento dos familiares.” Victor, no entanto, afirmou que precisa de apoio para lidar com os procedimentos após a morte dos três familiares. “Espero que me ajudem, porque me sinto perdido, me sinto só. Me sinto mal”

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