
Mutirão de limpeza em Caraguá busca preservar vida marinha
A Praia do Indaiá, em Caraguatatuba (SP), recebeu na manhã deste sábado (28) o mutirão “Ondas Limpas”, uma ação voltada à preservação ambiental. Ao todo, 115 quilos de lixo foram recolhidos. A mobilização reuniu voluntários para recolher resíduos da faixa de areia e dar a destinação correta ao material, reforçando a importância do cuidado com os oceanos.
O projeto é uma iniciativa da Organização Sea Shepherd Brasil, com apoio de parceiros regionais. Segundo o professor e facilitador da instituição, a ação tem como foco retirar, principalmente, os microplásticos, que podem ser confundidos com alimento pelos animais marinhos, e educar pelo exemplo.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp
O mutirão mobilizou participantes de diferentes cidades, unidas pelo propósito de contribuir com a comunidade e fazer a diferença.
"Eu acho que a gente tem que cuidar da natureza, do nosso quintal, porque isso daqui é o nosso quintal, faz parte de nós. Cuidar da natureza, preservar o que Deus nos deu", disse Ângela, moradora de Caraguá, em entrevista à TV Vanguarda.
Mutirão de limpeza em Caraguá busca preservar vida marinha
Link Vanguarda
"O amor à natureza mesmo, né? O compromisso como cidadão. Lá na minha região, promovo e participo de ações como esta. Então eu vim fortalecer o movimento vizinho. A gente vê que somos poucos, né? Mas temos que manter a chama acesa", relatou Renato Varella, morador de São Sebastião.
A secretária-adjunta de Meio Ambiente de Caraguá, Ana Carolina Muri, também participou da ação e destacou que a iniciativa promove uma reflexão sobre o papel de cada cidadão na preservação ambiental e na sociedade.
"Todo mundo gosta de uma praia limpa. Então, você vem para a praia, senta na areia, olha o mar e, de repente, vê um microlixo ali. Não custa nada pegar esse lixo e levá-lo com você. Então, ações como essa podem levar as pessoas a refletir sobre o papel delas na sociedade em termos ambientais.", disse Ana Carolina.
Antes do início das atividades, os voluntários tiveram um momento de alongamento e aquecimento para se prepararem para a coleta na faixa de areia. Além disso, luvas e sacos foram disponibilizados aos colaboradores do projeto.
Limpeza praia
Link Vanguarda
Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

Promessa cumprida: homem pedala mais de 200 km entre cidades da Paraíba
Fábio Oliveira cumpriu uma promessa de pedalar mais 200km após receber a confirmação da cura de um câncer de pele em estágio 4, o mais avançado da doença. Tudo começou em 2022, quando Fábio procurou atendimento médico para a retirada de um sinal nas costas. Durante a visita ao dermatologista, foi recomendado que ele retirasse o sinal o mais rápido possível.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp
Com a retirada, veio o diagnóstico. O sinal revelava um melanoma líquido, que após a biópsia, avançou para um câncer de pele agressivo em estágio 4, se espalhando para os dois pulmões. Em entrevista para a TV Cabo Branco, Fábio contou que assim que leu a palavra maligno no laudo sentiu o impacto do diagnóstico.
“Na verdade, eu não cheguei a ir direto no médico. Eu estava conversando com um amigo no WhatsApp, um amigo que é dentista. Quando eu li a palavra maligno, eu falei com ele, até no WhatsApp, quanto tempo será que eu tenho de vida?”, detalhou.
Imagem feita pela família de Fábio Oliveira cumprindo promessa
Reprodução TV Cabo Branco
O tratamento
Logo após a constatação do câncer, Fábio iniciou a luta pela cura. O tratamento começou em janeiro de 2023, a partir do uso de uma medicação distribuída pelo Governo Federal.
Fábio explica que, inicialmente, o tratamento durou três meses, mas teve uma pausa por conta da falta da medicação, que precisou ser solicitada formalmente para a justiça.
“Eu comecei o tratamento em janeiro de 2023. Fiz uns 3 meses, só que acabou a medicação. O governo do Distrito Federal comprou novamente, e eu fiquei até fevereiro de 2024 tomando essa medicação”, conta.
A promessa
A ideia da promessa partiu da mãe de Fábio, que é devota de Nossa Senhora dos Milagres, e sempre reafirmava para o filho que as coisas dariam certo.
“Ela falava, vai dar tudo certo. Vai aparecer muitos anjos no seu caminho. Ela sempre falava, Nossa Senhora dos Milagres vai te ajudar. E eu falei, não, mas se eu conseguir a medicação e me curar, eu vou pagar uma promessa para Nossa Senhora dos Milagres”, disse.
Quando a cura foi confirmada, ele decidiu cumprir o voto de fé e saiu de João Pessoa, de bicicleta, até o Santuário de Nossa Senhora dos Milagres, que fica em São João do Cariri, no Sertão paraibano.
O trajeto de mais de 200 quilômetros foi superado de uma vez só. Foram 18 horas pedalando, com pausas apenas para tomar água.
“Foi muito emocionante. Quando eu estava já chegando na cidade, eu fiquei emocionado. Fiquei pensando assim, caramba, eu consegui”, explica.
A conquista de Fábio também emocionou toda a família, que esperava por ele em frente ao santuário.
“Para a gente foi um momento de muita gratidão, de muita emoção. Foi muito choro. E eu digo que ninguém nunca esqueça, que a gente sabe que quem cura é Jesus”, conta a mãe de Fábio.
Expectativas para o futuro
Hoje, aos 41 anos de idade, Fábio trabalha como analista financeiro e usa sua história de superação como forma de ajudar outras pessoas. Ele disse estar muito grato pela nova fase da vida, e reafirmou que a vivência o fez dar valor a tudo o que tem.
“Acho que foi um divisor de água. Me fez ter mais prazer nas coisas, dar mais valor no que o mundo pode te dar, o que Deus pode te dar. Eu gosto de falar que se você tem fé, você consegue”, conclui.
Homem cumpre promessa e pedala mais de 100km após se curar de câncer avançado
Reprodução TV Cabo Branco
Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba
Do Amapá ao Maranhão, passando pelo Pará e Amazonas, o Aposta Psica 2026 consolida um retrato potente da diversidade sonora produzida na Amazônia brasileira. São 18 artistas e bandas selecionados para os showcases que acontecem durante o Motins, em Belém, colocando ritmos, narrativas e estéticas amazônidas diante de programadores, curadores e agentes do mercado musical de todo o país.
O Aposta é o edital “caça-talentos” do Festival Psica e funciona como vitrine estratégica da nova cena nortista. Durante os pocket shows, artistas apresentam seus trabalhos para profissionais que circulam pelos principais festivais do Brasil — e que podem definir os próximos passos dessas carreiras.
“O Aposta é um palco muito importante para os novos artistas que se inscrevem porque é uma oportunidade de mostrar o trabalho para um público especializado, para pessoas que programam festivais em vários cantos do Brasil”, afirma Gerson Dias, diretor do Psica.
“É uma vitrine para o próprio festival também. Muitos artistas que passam pelo Aposta acabam indo para o palco do Psica depois. Esse palco tem essa importância porque gera uma visibilidade muito grande", completa Jeft Dias, diretor do festival.
A edição de 2026 reafirma o compromisso com a pluralidade: metade das vagas é ocupada por artistas negros e metade por mulheres, além de garantir espaço para pessoas indígenas, trans e artistas de diferentes territórios amazônicos. O resultado é um mosaico de sons que atravessa carimbó, rap, reggae, indie rock, brega, tecnomelody, afrobeat, pop queer e rock alternativo.
Conheça os selecioandoa
Entre os selecionados estão Margot Inajosa, de Macapá (AP), cantora e atriz amapaense que articula identidade amazônida e vivências trans em uma estética pop vibrante e autoral; Luli Braga, de Manaus (AM), cantora e produtora cultural que une música e poesia em diálogo com a MPB contemporânea e as artes cênicas; Pantera Black, de São Luís (MA), referência do rap maranhense que conecta hip-hop, ancestralidade e ativismo negro; e Levi James, também de São Luís, um dos pioneiros do reggae no estado, consolidado como voz marcante das radiolas e da cultura regueira.
Do interior do Pará, a lista reúne Bruna BG, de Breves, rapper marajoara que transforma vivências periféricas e ancestralidade em letras afiadas e presença de palco intensa; Os Renascentistas, de Barcarena, banda independente de rock alternativo que mistura vulnerabilidade, crítica social e força coletiva; Walder Wolf, de Cametá, criador do “beat brega”, que funde ritmos paraenses e pop em uma estética audiovisual amazônica; André Negro, de Marabá, rapper e produtor cultural com mais de uma década de atuação no hip-hop do sudeste paraense; e Mestra Jesus, de Joanes, em Salvaterra, guardiã do carimbó marajoara que leva ao palco composições sobre cultura popular, ancestralidade e religiosidade.
Na Região Metropolitana e em Belém, aparecem MOiSEE, de Ananindeua, artista de pop queer que mistura tecnomelody, brega e referências globais como K-pop com linguagem amazônica; Mila Costa, também de Ananindeua, cantora lírica e popular que costura samba, carimbó, brega e jazz em produção autoral sofisticada; AfroTonni, MC e produtora de Ananindeua, campeã de batalhas de rima e representante de uma estética afro-amazônica entre R&B, grime e rap; Miriti, banda de Belém que cruza punk rock com brega, carimbó e tecnobrega; e Verene, grupo de indie rock alternativo formado majoritariamente por artistas negros amazônidas, com discurso urbano contemporâneo.
Completam a seleção Bruno Benitez, de Belém, artista latino-amazônico que conecta carimbó, cumbia, salsa e tecnobrega em uma pesquisa de ancestralidade sonora; Matemba, cantora e produtora que articula negritude, religiosidade afro e ritmos como afrobeat e funk em perspectiva amazônica; Tamboiara, coletivo feminino que subverte o carimbó tradicional ao colocar mulheres no centro da percussão e da regência; e Jorginho Gomez – O Boto do Pará, voz do brega e do arrocha amazônico que transforma lenda e romantismo em identidade popular contemporânea.
VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará

Estudante adota cachorro comunitário após levar susto com disparo de arma em Ituverava
Adotado e batizado, o cachorro "Berrante" agora tem um novo lar. O vira-lata, que vivia nos arredores de uma faculdade de Ituverava (SP), vai para a fazenda da estudante Eduarda Bezzan, em Minas Gerais, após suspeita de tiros na direção dele.
O empresário Vinicius Henrique Pouças é apontado como o autor dos disparos contra o animal. O caso aconteceu na madrugada de quinta-feira (26). Ele tem registro de Caçador, Atirador e Colecionador (CAC).
🔎Ser CAC significa ser um Colecionador, Atirador (desportivo) ou Caçador, uma pessoa física autorizada pelo Exército Brasileiro a possuir e/ou usar armas de fogo para essas finalidades específicas, mediante o registro no Certificado de Registro (CR), com regras distintas para cada atividade e sem direito a porte para defesa pessoal. A arma só pode ser transportada em trajeto específico: da casa do atirador ao clube de tiro esportivo do qual é licenciado.
Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp
Vinicius se apresentou à polícia na tarde de sexta-feira (27) e disse que atirou porque tentou tirar o animal do canteiro, uma vez que o local onde ele estava é muito movimentado.
O cachorro não ficou ferido, mas o caso ganhou repercussão nas redes sociais e gerou revolta.
A estudante que adotou o animal afirma que ele andava pelos corredores da faculdade há cerca de um mês e recebia amor de todos os estudantes que passavam por ele.
"Ele ficava aqui no corredor, o pessoal sempre faz carinho. Tem mais cachorro aqui ele sempre conviveu super tranquilo. Ele é um cachorro bem tranquilinho. Só fica deitado aqui, pede carinho e quase nunca sai da faculdade", diz Eduarda.
A Polícia Civil instaurou um inquérito contra o empresário. De acordo com o delegado Jucélio de Paula Silva Rego, uma testemunha entregou às autoridades um cartucho compatível com o de uma pistola de calibre 9 milímetros no local.
Procurado pela reportagem, Pouças disse na quinta-feira que o caso não passou de uma brincadeira e que a arma não era de verdade.
Cachorro rodeado de estudantes universitários, após levar susto com disparo de arma em Ituverava (SP).
Fabiano Minatto/EPTV
Vida de roça
À EPTV, afiliada da TV Globo, Eduarda disse que vai levar Berrante para o sítio da família, em Minas Gerais. Por enquanto, o cachorro ficará seguro na faculdade até que a estudante consiga viajar com ele.
Segundo ela, a propriedade tem espaço e amor de sobra para o novo morador.
"Vai ter muita comida, tem bastante cachorro lá também. Tem uns seis mais ou menos. E carinho, atenção. Tem pessoal que cuida lá. Tem muito cachorro grande também que a gente já resgatou de lá. Vai viver bem."
LEIA TAMBÉM:
Polícia Civil investiga empresário suspeito de atirar na direção de cachorro comunitário em Ituverava; VÍDEO
Empresário se apresenta à polícia e diz que atirou na direção de cão em Ituverava para tirá-lo do canteiro por causa dos carros
Eduarda contou que o nome vem de um outro cachorro que ela adotou com o marido.
"Uma vez eu e o meu marido, a gente pegou um cachorrinho. Estava em um córrego, lá no sítio. Só que a gente deixou ele lá, aí pegaram ele. Aí a gente falou que o próximo cachorro que a gente ia pegar era Berrante."
Berrante e Eduarda Bezzan após o animal levar susto com disparo de arma em Ituverava (SP).
Fabiano Minatto/EPTV
Maus-tratos e disparo de arma de fogo
O caso aconteceu na Rua Francisco de Paula, em um local próximo à entrada de uma faculdade, por volta das 4h de quinta-feira, e foi flagrado por câmeras de segurança.
As imagens mostram o momento um homem de camiseta preta, que aparentemente bebia com um grupo de pessoas, atravessando a rua em direção a um cachorro, que estava quieto.
O vídeo também mostra o mesmo homem interagindo com o cachorro. Na sequência, ele tirou um objeto que parecia ser uma arma e deu um disparo que não atingiu, mas assustou o cão, que saiu correndo.
Testemunhas já foram identificadas e procuradas pela polícia.
"Ele foi até o cachorro e as imagens são claras: ele efetuou um disparo. Ainda não sabemos a motivação, é objeto de investigação", disse o delegado.
Polícia investiga suspeito de perturbar cachorro com tiro em Ituverava, SP
O caso é investigado como maus-tratos e disparo de arma de fogo pela polícia.
A ação foi repudiada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que pediu a responsabilização dos envolvidos.
"A OAB de Ituverava repudia, de forma veemente, toda e qualquer prática de maus-tratos, crueldade ou violência contra os animais, condutas que afrontam a legislação vigente, os valores éticos e o próprio senso de humanidade", comunicou..
Vinicius Henrique Pouças, suspeito de perturbar cachorro com um tiro em Ituverava, SP
Câmeras de segurança/Redes sociais
Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca
VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região