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G1 GLOBO (Tudo Diário)

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  1. Operação conjunta das polícias Civil e Militar investiga crimes ligados a grupo criminoso da Bahia Divulgação/PC-TO Um homem de 30 anos foi preso nesta quinta-feira (23), em Dianópolis, no sudeste do Tocantins, por suspeita de auxiliar uma facção criminosa da Bahia na execução de dois homicídios ocorridos na região. Um segundo homem, que também era alvo de mandado de prisão, conseguiu fugir e é considerado foragido. A prisão foi realizada durante uma força-tarefa integrada das polícias Civil e Militar. A operação, realizada nesta quinta-feira, tinha como objetivo cumprir dois mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), as ordens judiciais estão ligadas à investigação de dois homicídios ocorridos em maio deste ano, nos dias 16 e 30. Os nomes dos investigados não foram informados e, por isso, o g1 não conseguiu localizar a defesa deles. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Conforme a SSP, o investigado é acusado de dar apoio logístico ao grupo criminoso na execução de homicídios na cidade. Ele foi localizado em uma casa, onde também foram encontradas munições de calibre .38 e um aparelho celular. O material foi apreendido e passará por perícia. LEIA TAMBÉM: Dono de porsche de mais de R$ 700 mil que teve perda total após bater em poste diz que seguro cobriu valor Homem de 18 anos morre em hospital após ser baleado ao voltar para casa em Gurupi, diz polícia Quem era a ex-servidora pública que morreu em acidente entre moto e carreta no TO Agora no g1 Segundo a investigação, o outro alvo de mandado de prisão saiu de Dianópolis antes da chegada das equipes. As buscas continuam para localizá-lo. A Polícia Civil informou que as investigações prosseguem para identificar outros membros da facção e desarticular o grupo que atua no sudeste do estado. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

  2. Auditoria do Ministério da Saúde no Hospital da Criança em São Luís dura três horas e relatório final deve sair nos próximos dias Reprodução/TV Mirante A Defensoria Pública do Maranhão entrou com uma ação civil pública contra o Município de São Luís e o Instituto Brasileiro de Serviços Médicos (IBMED), pedindo que a Justiça determine medidas urgentes para regularizar o funcionamento das UTIs Pediátricas do Hospital da Criança Dr. Odorico Amaral de Matos. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Entre os pedidos estão a realização de uma audiência de emergência em até 24 horas, a apresentação de um plano para solucionar a crise em até 72 horas, sob pena de multa diária de R$ 10 mil, além de inspeções judiciais e monitoramento permanente da unidade. A ação foi movida a partir do relatório divulgado pelo Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DenaSUS), que identificou déficit de médicos, plantões de até 192 horas e compartilhamento de equipamentos dentro das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) do Hospital da Criança. Os técnicos realizaram a auditoria no dia 14 de julho para apurar denúncias relacionadas ao funcionamento das UTIs. Os casos foram denunciados à Ouvidoria do Ministério da Saúde. Além disso, o relatório apontou profissionais sem a qualificação exigida e ocupação de 100% dos leitos das três UTIs da unidade hospitalar. Diante das irregularidades, o DenaSUS recomendou a abertura de uma auditoria para apurar a contratação e a prestação do serviço. O relatório ainda afirmou que, em relação às denúncias sobre possíveis óbitos relacionados à insuficiência de médicos, será necessário realizar uma auditoria mais aprofundada, com análise de prontuários, escalas de trabalho, documentos de habilitação profissional, processos administrativos, fiscalização contratual e registros assistenciais. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informou que criou uma comissão técnica interna para analisar o relatório da Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE-MA). A pasta destacou que oito das nove famílias entrevistadas disseram estar satisfeitas com o atendimento no Hospital da Criança. Veja a nota na íntegra A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informa que instituiu uma comissão técnica interna para a análise detalhada do relatório da Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE-MA). Destaca ainda que, no próprio documento, das nove famílias de pacientes das UTIs entrevistadas para o relatório, oito disseram estar satisfeitas com o atendimento recebido. Ou seja, 90% das famílias avaliaram os serviços do Hospital da Criança de forma positiva ou satisfatória. A Semus informa também que o Hospital da Criança cumpre rigorosamente os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, especialmente a RDC nº 7/2010, que define os critérios de funcionamento das UTIs pediátricas, atestado em vistoria realizada pelo Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM-MA). A Secretaria reafirma sua confiança na Justiça e na apuração técnica, imparcial e transparente dos fatos, ressaltando que eventuais conclusões sobre condutas médicas e assistenciais devem estar fundamentadas em análises realizadas por profissionais e instituições legalmente habilitadas. MPC pede auditoria nas UTIs do Hospital da Criança Ministério Público de Contas pede auditoria em UTIs pediátricas O Ministério Público de Contas do Maranhão (MPC-MA) pediu uma auditoria urgente nas três Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) pediátricas do Hospital da Criança Dr. Odorico Amaral de Matos, em São Luís. O órgão afirma ter identificado indícios de redução da equipe médica, possíveis problemas na qualificação dos profissionais e divergências entre os dados de mortes registrados na unidade. O pedido foi apresentado na terça-feira (21) ao Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) e envolve o contrato firmado pela Prefeitura de São Luís com o Instituto Brasileiro de Serviços Médicos (IBMED), responsável pela gestão das UTIs desde outubro de 2025. Além da auditoria, o MPC pediu que a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) apresente, em até 48 horas, um plano emergencial para garantir o funcionamento das unidades, a cobertura dos plantões e a disponibilidade de medicamentos e equipamentos. A representação é assinada pelo procurador-geral de contas, Douglas Paulo da Silva, e pelos procuradores Jairo Cavalcanti Vieira e Paulo Henrique Araújo dos Reis. O documento foi encaminhado ao conselheiro Marcelo Tavares Silva, relator das contas de 2026 do município de São Luís. MPC pede auditoria nas UTIs do Hospital da Criança após relatos de redução de médicos Reprodução/TV Mirante O Ministério Público de Contas (MPC) pediu ainda esclarecimentos à prefeita de São Luís, Esmênia Miranda, à secretária municipal de Saúde, Ana Carolina Marques Mitri da Costa, ao diretor-geral do Hospital da Criança e ao Instituto Brasileiro de Serviços Médicos (IBMED). O órgão também solicitou que a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) apresente um plano emergencial com informações sobre o número de profissionais em cada UTI e turno, medidas para cobrir ausências nas escalas, condições de funcionamento, disponibilidade de medicamentos e equipamentos e procedimentos para transferência de pacientes. Segundo a representação, o contrato com o IBMED começou a ser executado em 13 de outubro de 2025. O MPC afirma, com base em relatos de profissionais, que as três UTIs pediátricas contavam com cerca de 53 médicos antes da mudança de gestão. Após o início da atuação do instituto, teria ocorrido uma redução significativa da equipe. Em alguns plantões, apenas três médicos teriam ficado responsáveis simultaneamente pelas três UTIs, o equivalente a um profissional por unidade. O MPC também aponta uma possível diferença entre o planejamento da contratação e o edital. O Estudo Técnico Preliminar considerava três centros separados de terapia intensiva, enquanto o edital teria tratado as unidades como um único centro, com 29 leitos e apenas um coordenador técnico. A representação ainda aponta indícios de que parte dos profissionais disponibilizados pelo IBMED não teria qualificação específica para atender crianças em estado grave. A auditoria deverá analisar a formação, especialização, registros profissionais e experiência dos médicos em terapia intensiva pediátrica. O MPC também reúne dados divergentes sobre o número de mortes no Hospital da Criança. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) apontam 113 mortes de crianças na unidade em 2025, sendo 101 nas três UTIs pediátricas. Já a Prefeitura de São Luís informou que o total de mortes no hospital passou de 112, em 2024, para 117, em 2025. Para o MPC, a diferença entre as bases de dados justifica uma análise técnica independente. O órgão ressalta, no entanto, que os números não permitem estabelecer uma relação direta entre a mudança na gestão das UTIs e o aumento das mortes. A representação afirma que os dados apontam uma tendência que precisa ser investigada. LEIA MAIS Defensoria Pública diz ter encontrado equipe médica insuficiente após inspeção no Hospital da Criança Auditoria do Ministério da Saúde no Hospital da Criança em São Luís dura três horas e relatório final deve sair nos próximos dias MP-MA investiga denúncia de aumento nas mortes em UTIs do Hospital da Criança, em São Luís O documento cita ainda as mortes de quatro crianças: Kerliane, de 7 anos; Otto, de 9 meses; e os gêmeos Bento e Bernardo, de 4 meses. Segundo relatos de familiares reunidos pelo MPC, os casos envolveram supostos problemas no atendimento. Entre as alegações estão demora no atendimento, problemas em prescrições médicas, falta de materiais e medicamentos e dificuldades para realizar procedimentos de urgência. O MPC afirma que os relatos, isoladamente, não comprovam falhas no atendimento ou relação entre os problemas apontados e as mortes. Para esclarecer os casos, o órgão defende a análise de prontuários, protocolos médicos, escalas de profissionais e registros sobre a disponibilidade de medicamentos e equipamentos. Outras investigações sobre o Hospital da Criança estão em andamento no Ministério Público do Maranhão (MP-MA), no Ministério Público Federal (MPF) e na Polícia Civil. O Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS) também realizou uma auditoria extraordinária na unidade em 14 de julho de 2026. O MPC pede que a auditoria seja realizada com urgência, além da manutenção de padrões mínimos de atendimento, preservação de documentos e acompanhamento das UTIs. O órgão não solicita a suspensão imediata do contrato com o IBMED. Segundo o MPC, uma eventual substituição da empresa ou redução da capacidade do hospital deve ser precedida de avaliação de impacto e de um plano para garantir a transferência segura dos pacientes. Novos depoimentos de famílias Investigações sobre mortes de crianças avançam com novos depoimentos A Polícia Civil do Maranhão ouviu, na última segunda-feira (20), novos depoimentos de familiares de crianças que morreram após receberem atendimento no Hospital da Criança Dr. Odorico Amaral de Matos, em São Luís. Os relatos fazem parte de cinco inquéritos que investigam as circunstâncias das mortes e possíveis irregularidades nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) pediátricas do hospital. A polícia busca identificar se houve responsabilidade criminal. Entre os casos está o de Nicholas Jan Zeeuw, de 7 anos. Segundo a mãe, Núbia Carneiro, o menino foi levado quatro vezes ao hospital antes de ser internado, no dia 7 de junho, e morreu após supostas falhas no atendimento. Na noite desta segunda-feira (20), o delegado Joviano Furtado informou que a Polícia Civil abriu um novo inquérito para investigar a morte de Nicholas Jan Zeeuw, de 7 anos. Com isso, subiu para cinco o número de investigações relacionadas a mortes de crianças que passaram pelo Hospital da Criança, em São Luís. Reprodução/ TV Mirante A mãe afirma que médicos disseram que o filho morreria antes mesmo da conclusão dos exames. Segundo ela, um hemograma identificou uma infecção e indicou a necessidade de uma tomografia, mas não houve tempo para realizar o exame. O pai de Nicholas, Arthur Zeeuw, é holandês e estava no país de origem durante a internação. Segundo ele, a família acompanhou o atendimento à distância e Núbia teria sido impedida de fazer uma chamada de vídeo para que ele se despedisse do filho. Além da morte de Nicholas, a Polícia Civil investiga os casos de Otto, Kerliane e Bernardo, além de um inquérito que apura o suposto aumento no número de mortes nas UTIs pediátricas. Os pais de Otto prestaram depoimento e relataram os 17 dias em que o filho ficou internado. A criança deu entrada no hospital em janeiro, com uma infecção intestinal, e morreu após desenvolver um quadro de choque séptico, segundo a família. A mãe de Kerliane, Jainara Souza dos Santos, também foi ouvida. A menina morreu em 29 de abril, após quatro dias de internação. Segundo a mãe, a criança procurou o hospital após uma queda, foi liberada e retornou dois dias depois. O atestado de óbito aponta parada respiratória associada a uma infecção generalizada. A Polícia Civil já recebeu os prontuários médicos de Otto, Kerliane e Bernardo, que serão analisados durante as investigações. Na semana passada, duas médicas e a diretora-geral do Hospital da Criança prestaram depoimento no inquérito que apura a morte de Bernardo, que morreu cerca de 30 horas após o irmão gêmeo, Bento. Defensoria aponta irregularidades Relatório da Defensoria expõe falhas em hospital infantil Uma nota técnica da Defensoria Pública do Estado do Maranhão apontou irregularidades encontradas durante uma inspeção nas três UTIs pediátricas do Hospital da Criança Dr. Odorico Amaral de Matos, em São Luís. Segundo a Defensoria, foram identificados déficit de profissionais, ausência de médicos diaristas e coordenadores técnicos, atuação de profissionais sem a especialização exigida e número insuficiente de fisioterapeutas especializados. Durante a inspeção, realizada na quarta-feira (15), os defensores constataram que cada UTI tinha apenas um médico plantonista para atender até dez leitos de alta complexidade. Também foi registrada a ausência de médicos diaristas, responsáveis técnicos e coordenadores no período da tarde. A instituição apontou ainda que parte dos profissionais não possuía a especialização exigida pelas normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em um dos casos, uma médica plantonista confirmou não ter formação especializada em terapia intensiva pediátrica. A Defensoria também recebeu relatos de falta recorrente de medicamentos e insumos, informação que, segundo o órgão, foi confirmada pela direção do hospital, profissionais e familiares. Em razão da falta de determinados medicamentos, profissionais relataram a necessidade de utilizar alternativas consideradas menos eficazes. Também foram relatados atrasos no atendimento, demora na liberação de leitos e dificuldades na transferência de crianças que precisavam de atendimento em UTI. O relatório final da inspeção ainda está sendo elaborado. Acordo mantém médicos das UTIs por mais 60 dias Conselheiros tutelares fazem ato em apoio às famílias de crianças mortas Um acordo mediado pelo Ministério Público do Maranhão garantiu a continuidade, por mais 60 dias, dos serviços médicos nas UTIs Pediátricas do Hospital da Criança Dr. Odorico Amaral de Matos, em São Luís. A medida foi tomada durante audiência com representantes da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), da Procuradoria-Geral do Município (PGM) e do Instituto Brasileiro de Serviços Médicos (IBMED), responsável pela gestão das unidades. A audiência ocorreu após o IBMED solicitar um reajuste de 114% no contrato com a Semus, alegando aumento dos custos para manter as equipes médicas, principalmente devido à contratação de profissionais de Teresina (PI), após a recusa de médicos intensivistas locais em firmar vínculo com a empresa. Enquanto a Semus informou que o pedido será analisado, a PGM destacou que qualquer recomposição financeira depende de estudos técnicos. Enquanto isso, os atendimentos nas UTIs permanecem assegurados pelos próximos dois meses. Diretora do hospital e médicas da unidade prestam depoimento Médicas prestam depoimento em inquérito sobre morte de criança no Hospital da Criança A diretora do Hospital da Criança Dr. Odorico Amaral de Matos, Julieta Carvalho Rocha, prestou depoimento à Polícia Civil nesta sexta-feira (17) no inquérito que investiga o aumento de mortes de crianças na unidade e os casos dos gêmeos Bento e Bernardo, de 4 meses. Ela foi ouvida por mais de uma hora, após o depoimento de duas médicas do hospital no dia anterior. Segundo o delegado Joviano Furtado, a diretora afirmou que não tinha conhecimento de um pedido de vaga em UTI para Bernardo e disse que a criança foi atendida em uma sala com estrutura semelhante à de uma UTI. Ainda segundo o delegado, a diretora do hospital também atribuiu as dificuldades enfrentadas pela unidade à troca da empresa gestora das UTIs, que teria encontrado obstáculos para contratar médicos, e avaliou que o aumento de óbitos registrado no hospital foi irrelevante. "Existe no depoimento uma informação da própria mãe da vítima de que ela solicitou a transferência do filho para a UTI e, conforme os depoimentos, isso não ocorreu por falta de vaga. No entanto, a diretora afirmou que o atendimento foi realizado em um local com estrutura semelhante à de uma UTI. Ela também disse que o aumento no número de mortes foi irrelevante, pequeno. Segundo ela, em 2024 foram registradas 113 mortes e, em 2025, 117. Ela considerou esse aumento pequeno e dentro da normalidade. Ainda de acordo com o depoimento, a empresa contratada teve dificuldade para contratar profissionais e precisou recorrer a médicos de outros estados", afirmou o delegado. Famílias de pacientes relatam falhas no atendimento, falta de exames e redução de equipes Reprodução/TV Mirante Bernardo morreu no dia 2 de julho, seis dias depois de dar entrada no hospital. A morte ocorreu cerca de 13 horas após a do irmão gêmeo, Bento. Segundo os pais, os irmãos foram levados ao Hospital da Criança no dia 27 de junho, com sintomas de gripe. Bento chegou durante a madrugada em estado mais grave, foi diagnosticado com bronquiolite e precisou ser intubado. Ele morreu em um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Bernardo foi levado ao hospital pela manhã. De acordo com a família, ele permaneceu por dois dias na sala de medicação e morreu na sala de estabilização, onde foi intubado. As duas médicas ouvidas pela polícia participaram do atendimento à criança. A família de Bernardo também prestou depoimento no início da semana. O delegado responsável pela investigação solicitou ao hospital o prontuário médico da criança. O documento será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), que fará uma análise técnica dos procedimentos adotados durante o atendimento. Profissionais denunciam redução da equipe médica Médicos, enfermeiros e técnicos ouvidos sob condição de anonimato afirmam que a redução da equipe teria afetado outros setores do hospital, além das UTIs. Segundo eles, áreas destinadas à estabilização e à permanência por períodos curtos passaram a receber pacientes graves por falta de vagas na terapia intensiva. Uma profissional afirmou que uma criança sofreu uma parada cardiorrespiratória em um leito de isolamento sem que o caso fosse percebido imediatamente. Outra denúncia aponta que duas médicas teriam enfrentado dificuldades para usar um desfibrilador durante o atendimento a um paciente, que morreu. A investigação depende da análise de prontuários, registros de acompanhamento, escalas de trabalho, protocolos e depoimentos dos profissionais envolvidos. Empresa contratada nega irregularidades O Instituto Brasileiro de Serviços Médicos (IBMED), empresa contratada para gerenciar as UTIs pediátricas do Hospital da Criança, nega que tenha reduzido o número de profissionais e afirma que não há irregularidades na execução do contrato. Segundo o diretor clínico da empresa, Paulo Bayma, atualmente mais de 20 médicos integram a equipe responsável pelo atendimento na unidade. "Hoje nós temos aproximadamente 20 médicos. Trouxemos profissionais de várias regiões do Brasil que se dispuseram a vir para cá. Vieram médicos do Amazonas, do Piauí, do Ceará, de São Paulo, de vários estados, para que o atendimento médico pediátrico na nossa capital não fosse interrompido", diz o diretor. O que dizem as autoridades? Prefeitura afirma que assistência seguiu protocolos técnicos A Secretaria Municipal de Saúde de São Luís informou que a auditoria conduzida pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) ainda está em andamento e que todas as informações solicitadas estão sendo fornecidas ao órgão. A secretaria afirmou que se solidariza com a dor das famílias e reiterou que os dados apresentados anteriormente foram extraídos de prontuários e relatórios médicos. O órgão também informou que, mediante autorização dos familiares, poderá disponibilizar os documentos oficiais e destacou que a assistência prestada aos pacientes seguiu os protocolos técnicos e assistenciais vigentes, com condutas adotadas conforme a evolução clínica registrada de cada criança. Prefeitura diz que vistoria da Defensoria ocorreu sem aviso prévio Sobre a vistoria realizada pela Defensoria Pública do Estado no Hospital da Criança, a Secretaria de Saúde afirmou que a visita ocorreu sem comunicação prévia ao órgão, diferentemente de inspeções institucionais realizadas pelo Ministério da Saúde. Ainda assim, segundo a secretaria, a equipe da unidade recebeu os representantes da Defensoria e prestou as informações solicitadas. A pasta ressaltou que o Hospital da Criança é uma unidade de alta complexidade e que, por isso, o acesso às áreas assistenciais deve seguir critérios técnicos relacionados à segurança dos pacientes, controle de infecções e continuidade do atendimento. A Secretaria informou ainda que aguarda a apresentação dos apontamentos da Defensoria, já que, segundo o órgão, não houve comunicação prévia sobre o objeto específico da inspeção e, até o momento, não foram disponibilizadas informações sobre eventuais irregularidades identificadas durante a visita. Prefeitura nega omissão de dados A Prefeitura de São Luís negou que haja desabastecimento generalizado de insumos e medicamentos no Hospital da Criança. A gestão municipal admitiu, no entanto, que podem ocorrer reduções pontuais nos estoques em períodos de alta demanda. Nessas situações, segundo o município, são realizados o remanejamento interno de materiais ou a substituição de medicamentos por produtos equivalentes. Sobre a segurança e a qualidade do atendimento, a prefeitura afirmou que monitora as UTIs pediátricas para evitar a interrupção dos serviços ou o fechamento de leitos. A administração municipal também destacou o papel regional do Hospital da Criança. Segundo a prefeitura, a unidade realiza cerca de 10 mil atendimentos por mês e 71% dos pacientes internados no primeiro semestre deste ano vieram de municípios do interior do Maranhão. A Prefeitura de São Luís também negou que omita informações do Sistema Único de Saúde e afirmou que todas as mortes registradas no hospital são notificadas oficialmente ao Sistema de Informações sobre Mortalidade. De acordo com a gestão municipal, eventuais diferenças entre os dados locais e as informações disponíveis nos sistemas públicos federais são provocadas por atrasos no processamento e na atualização da base nacional. Ao contrário do que aponta a denúncia investigada pelo Ministério Público, a prefeitura informou que não houve aumento expressivo no número de mortes no Hospital da Criança. Segundo o município, houve uma variação de 4,5% entre 2024 e 2025. O número de óbitos passou de 112 para 117 no período. A gestão municipal também afirmou que o quadro de profissionais das UTIs atende integralmente às exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. A prefeitura reforçou ainda que não existem registros oficiais de desabastecimento generalizado e que o fornecimento de materiais hospitalares segue um planejamento contínuo. Contrato com o IBMED Sobre a contratação do Instituto Brasileiro de Serviços Médicos, o IBMED, a Prefeitura de São Luís afirmou que a licitação e o contrato cumprem rigorosamente a legislação. O município declarou ainda que o Tribunal de Contas do Estado negou os pedidos de suspensão do contrato e arquivou as representações apresentadas contra a administração municipal. Conselho Regional de Medicina O Conselho Regional de Medicina informou que acompanha a situação das UTIs pediátricas do Hospital da Criança. Segundo o órgão, o objetivo é garantir a segurança da assistência prestada aos pacientes e as condições de trabalho dos médicos. O conselho afirmou que atua conforme a legislação e que adotará as medidas cabíveis caso sejam identificadas irregularidades. Ministério Público Federal O Ministério Público Federal informou que recebeu a denúncia sobre a situação do Hospital da Criança. O caso será analisado por um procurador da República, que vai avaliar a adoção das medidas necessárias para apurar os fatos. Ministério da Saúde O Ministério da Saúde informou que já apura as denúncias encaminhadas à Ouvidoria do SUS sobre as mortes registradas no Hospital da Criança, em São Luís. Uma equipe do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde, o DenaSUS, foi enviada à unidade para analisar a situação das UTIs pediátricas e verificar as informações apresentadas nas denúncias.

  3. A Polícia Civil investiga o desaparecimento de um funcionário público em Itajubá, no Sul de Minas. Emerson José Kischel, de 50 anos, foi visto pela última vez na segunda-feira (20), após sair do trabalho na rodoviária da cidade. O caso se soma a outras ocorrências registradas na região, que já contabiliza mais de 1,3 mil registros de desaparecimento neste ano. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Emerson trabalha como guarda patrimonial na rodoviária de Itajubá. Segundo a esposa, Valquíria Aparecida Simões Kichel, ele deixou o trabalho por volta das 14h após reclamar de dor de cabeça. Antes de seguir para casa, ele disse que passaria em um supermercado, mas nunca chegou ao destino. A família tenta contato desde então, sem sucesso. "Não sei se por ele estar com dor de cabeça pode ter acontecido alguma coisa. Ele passou mal, porque ele estava de bicicleta, uma bicicleta preta, tinha uma cestinha de feira atrás, ele estava com uma mochila preta e ele usava uma calça jeans, tênis preto e uma jaqueta com o emblema da prefeitura. A gente não consegue falar no celular dele, fica dando sempre na caixa postal, não consegue falar no WhatsApp de jeito nenhum", relatou a esposa. Guarda patrimonial desaparece após sair do trabalho; Sul de MG soma mais de 1,3 mil casos em 2026 Reprodução EPTV A Prefeitura de Itajubá informou que disponibilizou imagens de câmeras de monitoramento às autoridades. A Polícia Civil disse que todas as hipóteses estão sendo analisadas durante a investigação. Outros casos na região Neste mês, outro desaparecimento também mobilizou buscas no Sul de Minas. João Batista de Andrade, de 74 anos, desapareceu após sair de uma consulta médica em Boa Esperança, no dia 3 de julho. Morador de Ilicínea, ele foi visto pela última vez nas proximidades de uma agência da Caixa Econômica Federal na cidade. Dados da Polícia Civil apontam que, entre janeiro e 17 de julho deste ano, foram registrados mais de 1.300 desaparecimentos nas cidades mais populosas da região. Poços de Caldas lidera o número de ocorrências, com 436 casos. Em seguida aparecem Pouso Alegre, com 421 registros, Varginha, com 292, e Passos, com 232. João Batista de Andrade, de 74 anos, desapareceu após sair de uma consulta médica em Boa Esperança Reprodução EPTV A dor de quem espera notícias A falta de informações é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelas famílias. Em Pouso Alegre, a aposentada Maria Aparecida da Silva procura pelo filho Heber Silva Pinto há mais de um ano. "Eu tenho vontade de só ficar deitada aqui o dia inteiro e chorando o dia inteiro por causa dele. E foto eu não posso nem pegar. Tenho muita saudade dele, muita, muita saudade dele. Que ele estivesse aqui comigo", desabafou. Heber desapareceu aos 47 anos após receber alta do Hospital das Clínicas Samuel Libânio, em 14 de fevereiro de 2025. Segundo a mãe, ele havia sido internado depois de sofrer um corte na cabeça provocado por um desmaio. Maria Aparecida contou que deixou o hospital para buscar roupas limpas após ser informada de que o filho só teria alta na manhã seguinte. Ao retornar, descobriu que ele havia deixado a unidade na noite anterior. "O porteiro falou assim, o Heber? Falei, é, meu filho. E falou assim, o Heber tomou alta, o doutor deu alta para ele, ontem, 11h30 da noite, ele foi embora. Aí eu entrei em pane lá dentro do hospital, fiquei em grito, em choro, mas não está lá em casa, ele não chegou lá em casa. Não sei onde ele foi. Aí o doutor falou, mas eu dei alta para ele, porque eu perguntei para ele, ele falou que ia embora, que está bom", contou. Heber Silva Pinto está desaparecido há mais de um ano Reprodução EPTV Maioria dos casos envolve homens De acordo com a Polícia Civil, Minas Gerais registrou 5.348 ocorrências de desaparecimento neste ano. Desse total, 65,15% envolvem homens e 34,78%, mulheres. A faixa etária com maior número de registros é a de adolescentes entre 12 e 17 anos, que soma 1.297 casos. O tenente Rafael Miranda, da Polícia Militar, destacou que conflitos familiares e situações relacionadas ao uso de álcool e drogas estão entre os fatores observados em muitos desaparecimentos de adolescentes. Agora no g1 "A primeira ação é o registro policial. Ligue o 190, procure uma delegacia mais próxima. Isso é um mito, que há necessidade de 24 horas depois você relatar o fato do desaparecimento. Quanto antes o familiar ou uma pessoa próxima constatou esse desaparecimento, procure a polícia para realmente realizar esse registro e posteriormente as diligências para tentar encontrá-la", orientou. Segundo a polícia, não houve novidades sobre os três casos citados na reportagem. As investigações continuam. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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  5. Assista aos telejornais da TV Liberal g1 transmite os telejornais Jornal Liberal 1ª e 2ª Edição.

  6. Quatro pessoas são presas suspeitas de envolvimento em esquema de empréstimos ilegais e extorsão em Limeira Policia Civil Quatro pessoas foram presas nesta quinta-feira (23) durante uma operação da Polícia Civil contra uma associação criminosa suspeita de realizar empréstimos ilegais e extorquir vítimas em Limeira (SP). Segundo a investigação, o grupo cobrava valores muito acima dos acordados nos empréstimos e utilizava ameaças, agressões e intimidações para forçar os pagamentos. O caso foi à tona após uma vítima denunciar que continuava sendo cobrada e ameaçada mesmo após quitar a dívida. A Polícia Civil apurou que os suspeitos também ameaçavam familiares dos devedores e tomavam bens como forma de pagamento. Em um dos casos, um homem foi obrigado a transferir o próprio carro ao grupo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Piracicaba no WhatsApp As investigações apontaram ainda que uma das vítimas foi levada para uma área rural, onde sofreu agressões e foi mantida sob poder dos criminosos. Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão. Veículos, celulares, documentos, dinheiro e anotações relacionadas às cobranças foram apreendidos. Até a última atualização desta reportagem, os investigados estavam presos. Agora no g1 VÍDEOS: tudo sobre Piracicaba e região Veja mais notícias sobre a região em g1 Piracicaba

  7. Batalhão do Corpo de Bombeiros em Manacapuru. Vinicius Assis/Rede Amazônica Uma denúncia encaminhada às corregedorias da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) aponta um possível esquema de "rachadinha" envolvendo bombeiros militares que atuam no Balneário do Miriti, em Manacapuru, no interior do Amazonas. Segundo o documento, ao qual a Rede Amazônica teve acesso, militares eram escalados para trabalhar no local, mas deixavam o posto antes do fim do turno. Ainda conforme a denúncia, parte do pagamento recebido pelos bombeiros seria repassada ao comando do batalhão. O Balneário do Miriti fica na entrada de Manacapuru, município localizado a quase 100 quilômetros de Manaus. O local é o principal balneário público da cidade e possui placas alertando para o risco de ataques de piranhas. Mesmo assim, recebe banhistas com frequência. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Moradores afirmam que a presença dos bombeiros no local é rara. Um deles, que preferiu não se identificar, relatou que os militares costumam aparecer apenas nos fins de semana. "Tá sempre vazio. Eles vêm pela parte da manhã... Final de semana. Vêm, batem uma foto e vão embora", afirmou. A Rede Amazônica também teve acesso a vídeos em que pessoas reclamam da ausência de bombeiros no balneário. Não foi possível localizar os autores das gravações. "Eu to aqui no Miriti, já é 12h30 quase, vai dar quase 13h e não tem um bombeiro aqui. Ainda agora teve uma situação que a gente teve que se virar 'nos trinta', não tem um bombeiro aqui pra salvar ninguém se acontecer alguma coisa." Local onde bombeiros deveriam ficar no balneário do Miriti está vazio. Vinicius Assis/Rede Amazônica Denúncia aponta escalas falsas e repasse de pagamentos De acordo com a denúncia enviada às corregedorias, bombeiros eram escalados oficialmente para atuar no Balneário do Miriti, mas não permaneceriam no local durante todo o período previsto. Segundo o documento, os militares recebiam normalmente pelas horas trabalhadas, porém parte do valor deveria ser repassada ao comando do batalhão. Um áudio anexado à denúncia reforça a suspeita. De acordo com a denúncia, a voz seria de uma tenente, que não foi localizada pela Rede Amazônica. "É para pagar, para comprar alguma coisa, não sei se é notebook, alguma coisa. É para a caixinha. Entendeu? Por isso que ele só pediu o nome de alguém, porque, quando receber o dinheiro... o dinheiro é do notebook, é da caixinha." O documento também afirma que o esquema teria sido organizado pelo comando do batalhão de Manacapuru, especialmente entre janeiro e abril deste ano. Ainda conforme a denúncia, a escala falsa de trabalho teria sido elaborada pelo comandante da unidade, tenente Emerson de Oliveira Silva. Um trecho do documento relata que os bombeiros envolvidos "vão só bater a foto no local do serviço e logo depois vão embora, adulterando data e hora das fotos georreferenciadas, por meio das configurações dos celulares". Lancha da corporação foi furtada A denúncia também relaciona a ausência de bombeiros no balneário ao furto de uma lancha da corporação, ocorrido no dia 14 de março. A reportagem teve acesso ao boletim de ocorrência que registra o desaparecimento da embarcação. A equipe da Rede Amazônica procurou o delegado responsável pelo caso, mas ele não quis conceder entrevista. Outro ponto citado na denúncia envolve doações de madeira feitas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) ao Corpo de Bombeiros de Manacapuru. O documento pede que o destino do material também seja investigado, sob a suspeita de que a madeira doada tenha desaparecido. A denúncia apresenta dois comprovantes de doação, emitidos em junho e agosto de 2024, além de fotografias que, segundo o documento, registram a entrega da madeira. Um morador ouvido pela reportagem cobrou providências. "O governo, o governador, tinha que tomar uma atitude, porque isso não pode acontecer aqui no nosso município."
  8. Relatório da Voepass: falhas da empresa e da tripulação causaram acidente em 2024, aponta Cenipa Documento reúne as conclusões técnicas sobre o acidente e recomendações para prevenir novas tragédias. O g1 transmite a coletiva ao vivo. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) divulgou nesta quinta-feira (23) o relatório final sobre a queda do voo 2283 da Voepass, que matou 62 pessoas.. Os familiares das vítimas tiveram acesso ao documento antes da divulgação pública. Para eles, conhecer as conclusões da investigação pode trazer respostas e algum alívio.. A investigação da FAB busca identificar os fatores que levaram ao acidente e orientar medidas de segurança, sem apontar culpados ou responsabilidades criminais.. O avião da Voepass não poderia ter decolado em horário com previsão de chuva porque tinha uma falha no sistema de limpador de para-brisa.. Cenipa aponta 'cultura de normalização de desvios' na Voepass em relatório sobre acidente.

  9. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de Pernambuco.
  10. Assista aos telejornais da TV Subaé

  11. Dívida estaria na casa dos R$ 41 milhões, diz MP MPRN/Divulgação A Prefeitura de Natal e a Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte) acumulam uma dívida de R$ 41,7 milhões com artistas, produtores culturais, fornecedores e emendas parlamentares, segundo uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). Na ação, o órgão pede que a Justiça obrigue o município a divulgar a fila de credores, apresente um cronograma de pagamentos e suspenda novas contratações por inexigibilidade com cachês individuais acima de R$ 500 mil até que o passivo seja reduzido. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp Entre as reclamações estão a falta de editais públicos de fomento, ausência de transparência sobre a ordem de pagamento dos credores e o não repasse de recursos provenientes de emendas parlamentares impositivas. O MPRN afirma que utilizou dois relatórios técnicos elaborados pelo Laboratório de Orçamento e Políticas Públicas (LOPP) para embasar a ação. Os documentos analisaram a execução orçamentária da Funcarte e o detalhamento dos débitos acumulados pelo órgão. LEIA TAMBÉM: Prefeitura de Natal é condenada a pagar R$ 300 mil a Taty Girl Cachês do São João de Natal variam de R$ 5 mil a R$ 850 mil A ação foi proposta pela 49ª Promotoria de Justiça de Natal após denúncias apresentadas por produtores culturais, artistas e parlamentares. A Prefeitura de Natal informou que a Procuradoria-Geral do Município irá analisar o teor da ação quando for intimada. Maior parte da dívida é de serviços já prestados Segundo o Ministério Público, do total de R$ 41,7 milhões em débitos, R$ 34,1 milhões — o equivalente a 81,82% — correspondem a despesas já liquidadas pela administração pública. Na prática, isso significa que os serviços já foram executados, conferidos e atestados pela administração, mas os pagamentos ainda não foram realizados. Ainda de acordo com o levantamento, R$ 7,58 milhões (18,18% do passivo), são referentes a emendas parlamentares impositivas que não foram pagas pela Funcarte e pela Secretaria Municipal de Cultura. Dentro dos R$ 34,1 milhões de obrigações operacionais, o MP aponta que: 79,04% correspondem a contratos de maior valor; 17,41% são despesas decorrentes de dispensas de licitação; 3,55% referem-se a obrigações de menor valor com produtores culturais e artistas. Relatório aponta concentração de recursos em eventos Outro ponto destacado pelo Ministério Público é a forma como os recursos da cultura foram distribuídos em 2025. Segundo relatório contábil citado na ação, 96,3% dos recursos empenhados pela Funcarte para festividades foram destinados à realização de eventos, totalizando R$ 60,6 milhões. No mesmo período, as políticas de fomento por meio de editais receberam R$ 2,34 milhões. Para o MP, a concentração dos recursos em festividades, aliada ao acúmulo de pagamentos em atraso e à falta de divulgação da ordem cronológica dos credores, compromete a transparência da gestão dos recursos públicos e dificulta o acesso dos trabalhadores da cultura aos valores que têm a receber. Ministério Público cobra transparência Na ação, o MPRN afirma que a falta de divulgação da fila de pagamentos impede que artistas, produtores culturais e fornecedores acompanhem quando os valores serão quitados. Por isso, o órgão pede que a Justiça determine que a Prefeitura e a Funcarte divulguem uma lista cronológica unificada de credores, permitindo que todos os interessados acompanhem a ordem dos pagamentos. O Ministério Público também solicita que seja elaborado um plano estruturado para quitar os débitos, priorizando obrigações de menor valor e as emendas parlamentares impositivas pendentes. Além disso, pede que o município apresente um plano detalhado para publicação de editais de cultura ainda em 2026. Suspensão de novos cachês acima de R$ 500 mil Entre os pedidos feitos à Justiça, um dos principais é a concessão de uma liminar para impedir que o município realize novas contratações por inexigibilidade de licitação com cachês individuais superiores a R$ 500 mil enquanto o passivo não for saneado. Segundo o Ministério Público, a medida busca evitar o aumento das despesas enquanto permanecem pendentes pagamentos a artistas, produtores culturais e demais credores do setor. Agora no g1
  12. Assista aos telejornais da TV Bahia

  13. EPTV2 - Ribeirão e Franca Transmissão encerrada.

  14. Espingardas foram apreendidas com suspeito em Oeiras do Pará Polícia Civil/Divulgação Uma operação conjunta entre as polícias Civil e Militar resultou na prisão em flagrante de um homem por lesão corporal qualificada por violência doméstica e cárcere privado em Oeiras do Pará, no arquipélago do Marajó. Três espigardas foram apreendidas. A prisão ocorreu depois que a Polícia Civil foi acionada para averiguar a entrada de uma mulher desacordada no Hospital Municipal, vítima de agressões físicas no contexto doméstico. Segundo a investigação, o suspeito, motivado por ciúmes após uma viagem, agrediu a companheira com golpes no rosto e a trancou no imóvel para impedir que pedisse socorro. Durante a privação de liberdade, o homem usou as armas de pressão para fazer grave ameaça. Segundo a polícia, a situação causou o desfalecimento da vítima por estresse extremo até o encaminhamento para atendimento médico. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Agora no g1 Com base nos relatos colhidos no hospital, uma guarnição da Polícia Militar foi até o endereço do casal e prendeu o suspeito. A Polícia Civil passou a reunir elementos da investigação. Na residência, os policiais apreenderam três espingardas de pressão e munições de chumbinhos. Na Delegacia de Polícia Civil, foi lavrado o auto de prisão em flagrante, que depois foi convertida em preventiva devido à gravidade do caso. A vítima recebeu acolhimento especializado na Sala Lilás do município, com atendimento de assistente social, e passou por exame de corpo de delito, que atestou as lesões no rosto, segundo a polícia. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Leia mais notícias do estado no g1 Pará

  15. Avião com 62 pessoas a bordo cai em Vinhedo Adriana Ibba, mãe da menina Liz Ibba dos Santos, foi uma das familiares das 62 vítimas da queda do voo 2283 da Voepass que teve acesso ao relatório final da investigação do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira (FAB), antes da divulgação oficial do documento. Segundo ela, o sentimento após as conclusões do relatório vai de encontro com aquilo que as famílias vinham sentindo desde o acidente. "O relatório final aponta situações que a gente fica ainda mais estarrecida, porque não é possível que um dono de uma empresa, equipes, colaboradores assumam esse risco [que foi assumido]. Não é possível que se normalize essa insegurança. É lamentável, e esse é o nosso sentimento de revolta por essa empresa criminosa que matou os nossos familiares", desabafou Adriana à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp No dia 9 de agosto de 2024, o avião saiu de Cascavel, no oeste do Paraná, e caiu em um condomínio em Vinhedo, no interior de São Paulo. As 62 pessoas a bordo – 58 passageiros e quatro tripulantes — morreram. Liz Ibba dos Santos, com 3 anos, foi a vítima mais jovem da queda. Ela morava em Cascavel e estava viajando junto com o pai, Rafael Fernando dos Santos, para passar o Dia dos Pais com ele. Veja lista de quem estava no avião que saiu de Cascavel e caiu em Vinhedo Rafael Fernando dos Santos e Liz Ibba dos Santos passariam o dia dos pais em Florianópolis Arquivo pessoal Nesta quinta-feira (23), quase dois anos depois da queda, o Cenipa divulgou o relatório final, que reúne a análise técnica do acidente e recomendações para aumentar a segurança da aviação e evitar novas tragédias. Após a apresentação para familiares das vítimas, o relatório foi apresentado à imprensa. Ele apontou que ao menos 19 fatores foram contribuintes para a queda da aeronave. Avião não poderia ter decolado, aponta Cenipa À RPC, Adriana Ibba destacou que o relatório apontou várias falhas sistêmicas por parte da companhia aérea e na fiscalização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). "A Anac realizou várias auditorias antes do acidente no dia 9 de agosto de 2024, por exemplo, e nada foi feito. A recomendação do Cenipa para a Anac é que a agência reforce e entenda ali o seu sistema, para que haja gerenciamento de crise, ou seja, para que de fato eles atuem antes de uma [nova] tragédia acontecer", afirmou Adriana. As investigações apontaram que as auditorias e inspeções realizadas pela Anac no operador antes do acidente revelaram diversas não conformidades técnicas e procedimentais. No relatório final, o Cenipa recomenda uma série de ações para a Anac, entre elas, a revisão e atualização dos processos de gerenciamento de risco, em especial os decorrentes da vigilância continuada, a fim de auxiliar na tomada de decisões estratégicas para mitigar os riscos no ambiente fiscalizado pela agência. A Voepass informou que vai se manifestar após ter acesso à íntegra do relatório final. LEIA HISTÓRIAS DE OUTRAS VÍTIMAS DO ACIDENTE: Família voltava para a Venezuela junto com cachorrinha em avião que caiu; vídeo mostra criança brincando com o animal horas antes da viagem 'Atendiam todos os pacientes com muita dedicação', diz hospital sobre médicas que estavam no avião 'Falei pra me colocar no avião': Passageiro perdeu voo de aeronave que caiu Como foi a queda Escombros de avião em Vinhedo (SP) neste sábado, dia 10 de agosto de 2024 Nelson Almeida/AFP O avião saiu de Cascavel às 11h46 e pousaria em Guarulhos. Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o voo ocorreu dentro da normalidade até as 13h20, mas, a partir das 13h21, a aeronave não respondeu às chamadas da torre de São Paulo, bem como não declarou emergência ou reportou estar sob condições meteorológicas adversas. A perda do contato radar ocorreu às 13h22. A aeronave pertencia à companhia aérea Voespass Linhas Aéreas, antiga Passaredo, e se tratava de um avião turboélice modelo ATR-72. Logo após a tragédia, duas investigações foram abertas. O Cenipa passou a apurar os fatores que contribuíram para a queda e indicar medidas para evitar novos acidentes. Já a Polícia Federal iniciou um inquérito para apurar se houve crime e produzir um laudo próprio sobre o caso, já que o relatório do Cenipa não pode ser usado para responsabilização criminal. Avião que caiu em Vinhedo Reprodução/TV Globo Um mês depois, o Cenipa divulgou o relatório preliminar da investigação. O documento confirmou que a aeronave enfrentou condições severas de formação de gelo e registrou que a tripulação relatou uma possível falha no sistema antigelo durante o voo. Também mostrou que o sistema foi acionado e desligado várias vezes ao longo da viagem, mas sem concluir se isso ocorreu por ação dos pilotos ou por outro motivo. Enquanto as investigações avançavam, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu as operações da Voepass, em março de 2025. Três meses depois, cassou o Certificado de Operador Aéreo (COA) da empresa, impedindo a companhia de operar voos comerciais. Em 30 de junho de 2026, familiares das vítimas tiveram acesso pela primeira vez às transcrições das conversas gravadas na cabine durante uma reunião com a Polícia Federal. Quase dois anos depois da tragédia, o Cenipa concluiu as investigações e divulgou o relatório final, que reúne a análise técnica do acidente e recomendações para aumentar a segurança da aviação e evitar novas tragédias. LEIA TAMBÉM: Idosa morta ao sair para comprar terreno: Pedidos em oração e bilhete com nome ajudaram polícia a identificar suspeito Vídeo: Passarela das Cataratas do Iguaçu é fechada no Brasil e Argentina após vazão das quedas ficar seis vezes acima do normal Rodovia Régis Bittencourt: Trecho da BR-116 entre Paraná e São Paulo deverá receber R$ 7 bilhões em investimentos após leilão VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

  16. Lobo-guará é resgatado em horto municipal de Itatiaia Divulgação/Prefeitura de Itatiaia Um lobo-guará foi resgatado na manhã desta quinta-feira (23) na área do Horto Municipal, no bairro Vila Odete, em Itatiaia (RJ). A ação foi realizada pelo Grupamento Especial de Meio Ambiente (GEMA), da Guarda Municipal, em conjunto com o Corpo de Bombeiros. Segundo a Guarda Municipal, o animal foi localizado após equipes serem acionadas e capturado com técnicas especializadas de manejo de fauna silvestre, sem sofrer ferimentos. Ainda de acordo com o corporação, após o resgate, o lobo-guará foi encaminhado ao Zoológico Municipal de Volta Redonda (RJ), onde passou por exames clínicos e avaliação veterinária. Depois de ser considerado apto, ele foi devolvido ao habitat natural ainda na tarde desta quinta-feira (23). Agora no g1 Embora seja mais comum em áreas de Cerrado, o lobo-guará também pode ser encontrado em regiões de transição e em áreas preservadas próximas ao Parque Nacional do Itatiaia. A presença da espécie na região evidencia a importância da preservação dos ambientes naturais e dos corredores ecológicos. ✅Clique aqui e entre no canal do g1 no WhatsApp A orientação é que, ao encontrar um animal silvestre, a população não tente se aproximar, alimentá-lo ou capturá-lo. Nesses casos, o GEMA deve ser acionado pelo telefone (24) 3352-6752 ou Corpo de Bombeiros através do 193. Lobo-guará é resgatado em horto municipal de Itatiaia Divulgação/Prefeitura de Itatiaia VÍDEOS: as notícias que foram ao ar na TV Rio Sul

  17. Confira os vídeos do telejornal com as notícias do Sertão de Pernambuco.

  18. Fuga começou após suspeito abandonar a motocicleta. Um homem que não identificado, foi preso após abandonar uma motocicleta, invadir uma escola estadual durante a perseguição e ser detido no bairro Jardim Imperial, em Várzea Grande, nesta quinta-feira (23). Apesar do susto, ninguém ficou ferido e não houve troca de tiros, conforme informou a corporação. De acordo com a Polícia Militar, a equipe fazia patrulhamento pela Avenida Mário Andreazza, nas proximidades do Posto Papito, quando identificou uma motocicleta circulando com a placa sem condições de visualização. Ao notar a aproximação da viatura, o condutor acelerou e tentou escapar. Após percorrer parte da rodovia, o suspeito a abandonou às margens da via e fugiu a pé em direção a uma área de mata. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Durante a tentativa de escapar, ele pulou o portão da Escola Estadual Professora Marlene Marques de Barros e atravessou o pátio da unidade, provocando apreensão entre estudantes e servidores. Segundo a PM, não houve disparos de arma de fogo, invasão às salas de aula ou qualquer pessoa ferida durante a ocorrência. Em comunicado encaminhado aos pais e responsáveis, a direção da escola informou que o homem apenas atravessou o pátio enquanto era perseguido pelos policiais. A equipe gestora afirmou que adotou medidas para proteger os alunos e que as atividades seguiram normalmente após o controle da situação. Suspeito tentou escapar após pular o muro de uma escola. Reprodução Após a prisão, os policiais constataram que o suspeito não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Durante a vistoria da motocicleta, foi verificado que a placa estava dobrada, dificultando sua identificação, e que a cor do veículo divergia do registro junto ao órgão de trânsito. Apesar das irregularidades, os números do chassi e do motor estavam preservados. O homem e a motocicleta foram encaminhados à Central de Flagrantes.

  19. Assista aos vídeos do tejornal com notícias do Pará.

  20. Mulher é baleada na Zona Sul de SP Uma mulher de 34 anos foi baleada durante uma tentativa de assalto no Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que "policiais militares foram acionados para atender a ocorrência e, ao chegarem ao local, apuraram que dois criminosos em uma motocicleta abordaram a vítima com a intenção de roubar sua moto. Durante a ação, um dos suspeitos efetuou um disparo de arma de fogo, que atingiu a mulher". Natália Leite Souza Rosa foi baleada na barriga. Os criminosos fugiram sem levar a motocicleta. Imagens de câmeras de segurança mostram os suspeitos subindo de moto a Travessa Raízes da Comunidade, quando Natalia está parada em cima de outra moto, em frente a uma casa (veja acima). Quando ela começa a manobrar a motocicleta, aparentemente ao lado de uma criança, os suspeitos voltam, disparam e deixam o local. Mulher é baleada na Zona Sul de São Paulo Reprodução Em imagem captada por câmera de segurança na via, é possível ver que a criança que a acompanhava se desespera enquanto vizinhos tentam ajudar. A vítima recebeu os primeiros atendimentos no local e foi socorrida de helicóptero e levada ao Hospital das Clínicas. Foi requisitado exame pericial ao Instituto de Criminalística (IC). O caso foi registrado no 47º Distrito Policial (Capão Redondo) como tentativa de roubo.

  21. Lei garante direito de instalar carregador individual para carro elétrico em condomínios em Sergipe Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi A lei que assegura aos proprietários de unidades em condomínios residenciais e aos usuários de edificações comerciais em Sergipe o direito de instalar estações individuais de recarga para veículos elétricos em vagas privativas de garagem foi publicada nesta quinta-feira (23) no Diário Oficial do Estado. Segundo o texto, a instalação deve ser custeada integralmente pelo proprietário ou usuário que solicitar a estação de recarga. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp A nova legislação estabelece os requisitos que devem ser cumpridos para a instalação das estações de recarga. De acordo com o texto, é preciso: Observar as normas da distribuidora de energia e da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT); Contratar profissional habilitado para executar o serviço e emitir a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT); Observar as normas de segurança contra incêndio e pânico expedidas pelo Corpo de Bombeiros do Estado; Comunicar formalmente e previamente à administração da edificação, com a documentação técnica pertinente; Adotar critérios para identificar e medir individualmente o consumo de energia elétrica da estação de recarga, quando tecnicamente viável. A lei também diz que requisitos complementares podem ser estabelecidos por normas internas dos condomínios. Além disso, é proibida a recusa ou a restrição de instalação sem justificativa técnica ou de segurança devidamente fundamentada. Normas de segurança A Instrução Técnica 48/2026 do Corpo de Bombeiros de Sergipe normatizava as instalações tanto em prédios novos quanto em condomínios e comércios já existentes. Corpo de Bombeiros define norma de segurança para recarga de veículos elétricos em Sergipe

  22. Maus-tratos contra cachorro terminam em prisão na zona rural de Queimadas (PB) Um homem de 53 anos preso em flagrante por espancar um cachorro e lançar o animal em uma fogueira foi indiciado pela Polícia Civil após a conclusão do inquérito, nesta quinta-feira (23). O caso aconteceu na cidade de Queimadas, no Agreste da Paraíba. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi indiciado pelo crime de maus-tratos com agravo na morte do animal. Com isso, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) recebe o processo e vai decidir se oferece denúncia sobre a conduta do homem para a Justiça estadual. Até a publicação desta reportagem, o suspeito, que não teve a identidade divulgada. As investigações apontam que o animal foi espancado e, em seguida, lançado em uma fogueira. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Investigação aponta sequência de agressões Homem é preso suspeito de matar cachorro após agredi-lo e lançá-lo em fogueira, na PB Reprodução / TV Cabo Branco De acordo com a investigação, as agressões começaram ainda na sexta-feira (17), após denúncias feitas por vizinhos. Testemunhas relataram que o animal foi agredido em pelo menos dois momentos ao longo do dia. Inicialmente, o cachorro teria sido amarrado em uma árvore. Horas depois, o suspeito voltou a agredi-lo com golpes de madeira, causando ferimentos que o impediram de se locomover. Ainda conforme a Polícia Civil, após as agressões, o agricultor acendeu uma fogueira e arremessou o cachorro, ainda vivo, nas chamas. O animal morreu no local. Segundo o delegado Artur Andrade, o investigado continuou as agressões até que o cachorro não conseguisse mais andar. "O indivíduo começou a desferir golpes com um pedaço de madeira em seu próprio cachorro. Não satisfeito em ter agredido o cachorro anteriormente, continuou as agressões até que o cachorro não conseguiu mais andar. Ele acendeu uma fogueira e arremessou o cachorro ainda vivo em meio às chamas", afirmou o delegado. Ainda de acordo com o delegado, o agricultor já havia respondido anteriormente pelos crimes de ameaça, violência doméstica e lesão corporal contra outras pessoas. Agora no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

  23. Polícia Federal apreende em Salvador (BA) lancha de grupo suspeito de fraudar importações em Fortaleza (CE) Polícia Federal A Polícia Federal apreendeu uma embarcação de luxo, nesta quinta-feira (23), em Salvador, na Bahia, pertencente a um grupo investigado em Fortaleza por importações irregulares, lavagem de dinheiro e fraudes na fiscalização aduaneira. A apreensão desta quinta-feira é um desdobramento da Operação Snooker, deflagrada em setembro de 2025. Entre os alvos da operação, estavam empresários, um auditor fiscal e um perito credenciado perante a Receita Federal. Os suspeitos importavam itens caros, como prata, e declaravam como bijuteria, com objetivo de burlar a fiscalização aduaneira e lucrar mais, conforme as investigações. ➡️ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp De acordo com a PF, a lancha apreendida em Salvador, considerada de alto valor, pertencia a integrantes do grupo. Eles tentaram ocultar a embarcação dos agentes como forma de evitar a apreensão do item. Na Operação Snooker, foram cumpridos mandados judiciais contra 10 pessoas físicas e 12 empresas, no Ceará, Bahia e em São Paulo. Empresários e funcionários da Receita são alvos de operação por fraudes em importações Denúncia contra servidor público As investigações tiveram início em 2022, a partir de uma denúncia anônima encaminhada à Ouvidoria do então Ministério da Economia, que relatou possíveis irregularidades praticadas por um auditor fiscal da Receita Federal lotado no Aeroporto Internacional de Fortaleza. Segundo a denúncia, o servidor público favorecia os empresários em troca de pagamentos. Conforme a PF, o esquema teria funcionado de 2020 a 2025. O grupo agia em dois núcleos: um voltado à importação de produtos de origem chinesa; e o outro, à entrada irregular de mercadorias de prata, que eram classificadas de forma fraudulenta como bijuterias, resultando em redução da carga tributária. A investigação ainda revelou que os suspeitos manipulavam os documentos periciais - um dos alvos da operação foi um perito credenciado perante a Receita Federal. Esse tipo de profissional é responsável por avaliar o estado das mercadorias importadas e precificá-las. A partir do valor determinado por ele, é calculado o que se deve em tributos. Investigados agiam dois núcleos: um voltado à importação de produtos de origem chinesa e outro à entrada irregular de mercadorias de prata. Polícia Federal/ Divulgação LEIA TAMBÉM: Empresários e servidores da Receita são alvos de operação da PF por fraudes em importações De acordo com a Polícia Federal, a organização criminosa utilizava empresas de fachada, operadores financeiros e terceiros para movimentar o dinheiro obtido com as fraudes e dissimular a propriedade dos bens comprados com os valores ilícitos. Além da lancha apreendida, a Justiça Federal já determinou diversas medidas assecuratórias patrimoniais, incluindo bloqueio de R$ 40 milhões de contas bancárias, bloqueio de criptoativos, sequestro de veículos, a apreensão da lancha e restrições sobre bens identificados como resultado das atividades criminosas. Investigações, iniciadas em 2022, apontaram que servidores da Receita Federal recebiam dinheiro de empresários para fraudar a fiscalização aduaneira. Polícia Federal/ Divulgação Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

  24. Pizza Frita: conheça a origem do prato típico de Volta Redonda Volta Redonda se prepara para a 11ª edição do Arraiá da Cidadania, que acontece entre os dias 23 e 26 de julho na Praça Brasil, no bairro Vila Santa Cecília. O evento, que faz parte das comemorações dos 72 anos do município, tem entrada gratuita, sendo uma referência em inclusão social. Além das apresentações culturais, o grande atrativo da festa é o preço popular, todas as comidas e bebidas típicas serão vendidas por apenas R$ 1,99. As barracas serão administradas por entidades filantrópicas de Volta Redonda, e toda a renda arrecadada com as vendas será destinada às instituições beneficentes participantes. Entre as opções, a estrela máxima é a tradicional pizza frita, declarada oficialmente como comida típica da cidade. Pizza Frita: conheça a origem do prato típico de Volta Redonda e uma das principais atrações do Arraiá da Cidadania. Arquivo pessoal ✅Clique aqui e entre no canal do g1 no WhatsApp Pizza Frita: de Nápoles para patrimônio de Volta Redonda Pizza Frita: conheça a origem do prato típico de Volta Redonda e uma das principais atrações do Arraiá da Cidadania. Reprodução/Laís Rinaldi A presença da pizza frita no evento não é apenas uma escolha gastronômica, mas uma celebração da identidade local. Instituído por lei, o dia 17 de junho é celebrado anualmente como o Dia da Pizza Frita em Volta Redonda. Segundo o historiador Gunnar Sotero, a pizza frita nasceu em Nápoles, na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Com a escassez de ingredientes e a destruição de fornos a lenha pelos bombardeios, os italianos criaram uma massa simples que, em vez de assada, era frita. Por ser rápida e barata, ficou conhecida como a "pizza do povo". O alimento chegou ao Brasil com os imigrantes após a guerra, ganhando força em São Paulo (SP). Enquanto na Itália ela tem formato de "meia-lua", no Brasil popularizou-se no formato retangular, tornando-se um prato típico das festas juninas. Ainda segundo o historiador, atualmente, a pizza frita é encontrada em diversas regiões do país, com inúmeras opções de recheio. Em Volta Redonda, o prato ganhou tamanha relevância social e gastronômica que passou a ser considerado um patrimônio imaterial e fator de identidade cultural da região. VÍDEOS: as notícias que foram ao ar na TV Rio Sul

  25. Construtora abandona obras em Tatuí e causa transtornos a clientes O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou cinco homens acusados de estelionato envolvendo duas obras de condomínios que estão paradas há 14 anos, em Tatuí (SP). A decisão é desta quarta-feira (22) e cabe recurso. O g1 teve acesso ao processo, assinado pelo juiz Fabrício Orfeo Araujo. No documento, o magistrado reconhece que os réus aplicaram golpes sucessivos contra os compradores dos apartamentos, que nunca foram entregues. As unidades, conforme o processo, foram vendidas ainda na planta por cerca de R$ 200 mil cada, mas a obra foi abandonada ainda na fase inicial. Na época, parte dos compradores se uniram para tentar concluir o empreendimento. No entanto, os moradores voltaram a ser vítimas de um golpe. Segundo o juiz, representantes de uma segunda construtora induziram os compradores a realizar depósitos sob a promessa de concluir as obras, cobrando valores incompatíveis com os custos necessários e cientes de que o empreendimento era inviável nas condições apresentadas. Ainda conforme o processo, o prejuízo causado às vítimas soma R$ 5,9 milhões. Os cinco envolvidos foram condenados a dois anos e oito meses de prisão. No entanto, como eram réus primários, a pena foi substituída pelo pagamento de uma prestação pecuniária equivalente a cinco salários mínimos. Eles vão responder ao processo em liberdade e podem recorrer da decisão. O advogado que representou as vítimas, Glauber Bez, disse que a condenação representa a volta da esperança que os compradores já tinham perdido, e que recorrerá para aumentar a pena. "Agora iremos pedir um esclarecimento da decisão sobre o valor que foi pleiteado do prejuízo que todos tiveram. Esperamos que a decisão seja mantida, mas que a dosimetria da pena seja aumentada. Vamos recorrer para tentar aumentar a pena". O g1 tenta contato com as empresas envolvidas no processo. Relembre o caso Moradores reclamam das obras abandonadas em Tatuí Reprodução/TV TEM De acordo com os moradores, a construtora responsável, que é de Sorocaba (SP), sumiu em 2012 e deixou as obras em dois terrenos de 6 mil metros quadrados abandonadas. Em um dos terrenos seria erguido um condomínio de apartamentos de dois dormitórios com total de 230 unidades. Já para o outro terreno estavam previstos apartamentos de três dormitórios com 168 unidades. Com o sumiço, parte dos investidores resolveu entrar na Justiça e outra parte uniu forças e formou uma associação para continuar a construção baseando-se em uma lei conhecida como "lei do condomínio", que estabelece que nesses casos a propriedade seja de quem investiu. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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