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G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. A Prefeitura de Montes Claros realizou a entrega de mais 50 títulos de regularização fundiária urbana através do Programa REURB, beneficiando moradores dos bairros Alice Maia e Vila Atlântida. Este é mais um importante avanço na garantia do direito à moradia, proporcionando segurança jurídica, dignidade e valorização dos imóveis às famílias montes-clarenses. Com essa entrega, segundo a coordenadora do Programa de Regularização Fundiária Urbana (REURB), Cláudia Alkmim, o município chega à marca de 100 famílias beneficiadas, além das quase 900 famílias que receberam protocolo de água e luz desde o início da gestão do prefeito Guilherme Guimarães, consolidando um trabalho contínuo de transformação social. O prefeito ressaltou a importância do trabalho que vem sendo realizado, a satisfação de participar de mais uma entrega e alertou para a importância de mais pessoas procurarem pelo serviço para garantir seus direitos. "É uma imensa satisfação e alegria poder entregar mais esses títulos às famílias. Cada documento representa a realização de um sonho e a garantia de um direito, trazendo segurança jurídica e mais dignidade para nossa população. Seguiremos trabalhando com compromisso para transformar vidas e construir um futuro melhor para todos”, declarou. Isso é importante para nossa família”, afirma Marlene Gonçalves, que mora há 20 anos na Vila Atlântida Solon Queiroz “Deixamos de ter apenas a posse e passamos a ter a propriedade. Isto é importante para nossa família”, destacou Marlene Gonçalves de Souza Soares, moradora há mais de 20 anos na Rua Paulo Eustáquio, na Vila Atlântida. “Sonho realizado! A palavra de hoje é gratidão”, celebrou a conquista. Depois de 27 anos morando no Alice Maia, Rejane Lopes celebrou a regularização Solon Queiroz Rejane Lopes da Silva, visivelmente emocionada, também celebrou: “Há 27 anos moro no Bairro Alice Maia e graças a Deus recebi esse documento. Agradeço a Deus e a todos por esta conquista”. Ataíde Ferreira, do Alice Maia, está “realizado” Solon Queiroz Feliz com o recebimento da escritura do seu imóvel, Ataíde Ferreira da Silva, do Bairro Alice Maia, disse estar realizado. “Tinha sete anos que esperava esse documento, e agora ele saiu, hoje estamos realizados com essa escritura nas mãos”, comemorou. Estiveram presentes na cerimônia de entrega o prefeito Guilherme Guimarães, o vice-prefeito Otávio Rocha, secretários municipais, vereadores e a oficiala registradora titular do segundo Registro de Imóveis de Montes Claros, Daniele Alves Rizzo. Moradores celebram o recebimento dos títulos Solon Queiroz

  2. A força de uma marca não se afirma de forma repentina. Ela é construída ao longo do tempo, com consistência, visão de longo prazo e compromisso real com a experiência do cliente. No setor da construção, esse reconhecimento ganha ainda mais relevância quando vem de uma das premiações mais respeitadas do país. É nesse contexto que a Vilarejo volta a se destacar no Prêmio ANAMACO, reafirmando sua posição entre os nomes de referência do mercado nacional. Promovida pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção, a premiação reconhece empresas que se sobressaem em critérios fundamentais para o setor, como atendimento ao cliente, exposição de produtos, relacionamento com a indústria e desempenho no ponto de venda. Mais do que um reconhecimento pontual, estar entre os premiados representa o reflexo de uma trajetória construída com solidez e coerência. Reconhecimento que reflete consistência, qualidade e compromisso com cada detalhe no ponto de venda Acervo Vilarejo Ao longo de quase três décadas, a Vilarejo consolidou sua presença no mercado por meio de investimentos contínuos em estrutura, variedade de produtos e proximidade com o cliente. Com lojas estrategicamente localizadas e um portfólio que reúne pisos, revestimentos, louças, metais, tintas e soluções completas para a obra, a marca se posiciona como parceira em todas as etapas do projeto, da escolha inicial ao resultado final. Outro aspecto que fortalece esse reconhecimento é a relação sólida da Vilarejo com grandes indústrias do setor. Essa conexão garante acesso a lançamentos, produtos alinhados às principais tendências e um mix constantemente atualizado, capaz de atender desde demandas mais técnicas até projetos de maior apuro estético. A experiência de compra também tem papel central nessa trajetória. Atendimento técnico especializado, estoque robusto e logística própria contribuem para um processo mais ágil, seguro e previsível, fatores cada vez mais valorizados por quem constrói, reforma ou especifica. O reconhecimento da ANAMACO reforça, portanto, um conjunto de práticas que vai além da venda. Ele evidencia um modelo de atuação baseado em confiança, relacionamento e excelência operacional, valores que sustentam a Vilarejo e ajudam a explicar sua permanência entre os grandes nomes do setor. Lucas Mello, Diretor do Grupo Vilarejo, recebe reconhecimento nacional durante a Expo Revestir 2026, em São Paulo Acervo Vilarejo “Muito feliz em ver nosso trabalho reconhecido. Entre eles, o Prêmio Anamaco, uma das maiores referências da construção civil e das melhores lojas do Brasil. Obrigado aos parceiros, clientes e a todo o Grupo Vilarejo por essa conquista. Subir ao palco pela 8ª vez tem um significado muito especial. A gente acredita. A gente faz.” — Lucas Mello, Diretor da Vilarejo Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes ou Niterói – RJ

  3. TSE forma maioria para cassar governador de RR e tornar ex-governador inelegível O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve definir na próxima quinta-feira (30) como ficará a situação do governo de Roraima, após a Corte decidir pela cassação do mandato do governador Edilson Damião (União Brasil). A decisão também inclui a inelegibilidade do ex-governador Antonio Denarium (Republicanos). Damião foi cassado e Denarium se tornou inelegível em sessão na noite desta terça-feira (28). Apesar de todos os ministros terem votado, o julgamento foi suspenso pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, para complemento da tese do ministro André Mendonça na quinta-feira (30). No entanto, ela destacou que ele não deve fazer mudança no voto. O g1 procurou Edilson Damião e Antonio Denarium, mas não recebeu resposta até a última atualização da reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp O resultado oficial do julgamento deve ser proclamado na quinta. Damião teve o mandato cassado por seis votos contra um. Todos os ministros votaram a favor da inelegibilidade de Denarium. Veja como cada um votou. Como o resultado ainda não foi oficialmente proclamado pela Corte, Damião segue no cargo até quinta, quando a presidente do TSE deve informar como será o futuro da gestão no estado. Caso seja mantido o entendimento definido até agora, haverá novas eleições, e o presidente da Assembleia Legislativa assumirá o cargo interinamente até a realização do pleito. TSE cassa mandato de governador de Roraima e torna Denarium inelegível por 8 anos Veja com foi o julgamento Como votaram os ministros do TSE Edilson Damião quando assumiu a faixa de governador de Denaium; ao fundo, do lado esquerdo, o presidente da Ale-RR, Soldado Sampaio observa Secom/Divulgação Crimes eleitorais Os dois foram condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, quando a chapa foi eleita. Com a decisão, novas eleições devem ser realizadas em Roraima, conforme a legislação eleitoral. Edilson teve o mandato cassado após um mês no cargo. Ele era vice-governador de Roraima desde 2022 e assumiu o governo em 27 de março de 2026, após Denarium renunciar para disputar o Senado. A decisão foi tomada após o TSE negar recurso das defesas dos políticos contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), que, em janeiro de 2024, cassou os mandatos do então governador Antonio Denarium e do vice. O recurso levou o caso à Corte Superior ainda em 2024. A renúncia de Denarium não encerrou o processo no TSE. Damião seguiu como alvo da cassação, enquanto Denarium respondeu pela inelegibilidade, punição aplicada pelo TRE e mantida pelo Tribunal Superior na noite desta terça-feira. Engenheiro Edilson Damião em 27 de março de 2026, quando tomou posse como governador de Roraima. Ale-RR/Divulgação Abuso de poder político e econômico Denarium foi cassado quatro vezes pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima. O processo julgado nesta terça refere-se à terceira cassação, em que ele e o então vice-governador tiveram os diplomas cassados. Esta ação foi movida pela coligação "Roraima Muito Melhor", que tinha como adversária a ex-prefeita de Boa Vista, Teresa Surita (MDB). Denarium e Damião, neste processo, foram acusados de: Executar reformas nas casas de eleitores roraimenses, por meio do programa “Morar Melhor”, em 2022 — ano de eleição; Distribuição de cestas básicas em ano eleitoral; Transferência de R$ 70 milhões em recursos para municípios às vésperas do período vedado pela lei eleitoral; Promoção pessoal de agentes públicos; Aumento de gastos com publicidade institucional. O julgamento do processo começou no dia 13 de agosto de 2024, mas foi suspenso após decisão unânime dos ministros do TSE e a ação ficou parada por mais de um ano na Corte. Na data, a defesa do governador e do vice, e parte adversária deles fizeram alegações orais sobre o processo. A ação voltou a ser julgada em 26 de agosto de 2025, mas foi suspensa pela segunda vez após o ministro André Mendonça pedir vista — mais tempo para análise. No dia, antes do pedido de vista, a ministra Isabel Gallotti, relatora do processo à época, negou os recursos apresentados pelos políticos e votou a favor da cassação dos diplomas do então governador e do vice por abuso de poder político e econômico. O voto dela teve 82 páginas. O julgamento foi retomado no dia 11 de novembro, quando o ministro André Mendonça concordou em cassar os mandatos. Após o voto, o ministro Nunes Marques pediu vista e o processo ficou suspenso por cerca de cinco meses. Ele foi retomado e suspenso novamente no dia 14 de abril, quando a ministra Estela Aranha também pediu vista. Antes disso, Nunes Marques votou contra a cassação de Edilson Damião, mas a favor da inelegibilidade de Denarium. Outros processos contra Denarium Ex-governador de Roraima, Antonio Denarium (PP). Samantha Rufino/g1 RR/Arquivo Além desse processo, em 2023 o então governador de Roraima, Antonio Denarium, teve o mandato cassado em outros dois: por distribuir cestas básicas no período eleitoral e por executar reformas nas casas de eleitores roraimenses. Em 2024, ele foi cassado pela quarta vez. O então governador recorreu de todas no TSE, mas apenas uma teve julgamento iniciado. Em maio de 2024, a Procuradoria-Geral Eleitoral emitiu parecer favorável à cassação do mandato do governador por crimes eleitorais em 2022. O órgão pediu ainda que a relatora colocasse em pauta de votação os três processos de uma única vez pelo "conjunto da obra", tendo em vista que os três tem acusações semelhantes, o que ainda resultaria em celeridade ao tribunal. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

  4. Lula e Jair Bolsonaro em imagens de arquivo Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo; Reuters/Adriano Machado A pesquisa Quaest, divulgada na terça-feira (28), avaliou o impacto das alianças políticas nas eleições para o governo de Pernambuco. Segundo o levantamento, 47% dos eleitores gostariam que o próximo governador seja aliado do presidente Lula (PT). Outros 30% querem alguém independente e 17% desejam um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Esta é a 1ª pesquisa da Quaest em 2026 com postulantes ao Palácio do Campo das Princesas. Confira, abaixo, os números da pesquisa. Querem que o próximo governador seja: Aliado de Lula - 47% Independente - 30% Aliado de Bolsonaro - 17% Não sabem/não responderam - 6% A pesquisa avaliou também quem os eleitores acham que serão os candidatos de Lula e de Bolsonaro: Candidato de Lula João Campos (PSB) - 47% Raquel Lyra (PSD) - 12% Não sabem/não responderam - 41% Candidato de Bolsonaro Raquel Lyra (PSD) - 13% Anderson Ferreira (PL) - 6% João Campos (PSB) - 1% Outros - 3% Nenhum desses - 1% Não sabem/não responderam - 76% "Um dos temas da eleição em Pernambuco é a aliança com Lula. Quando testado, 47% dizem que João Campos será o candidato de Lula e 12% acham que será Raquel. A relação com Bolsonaro já não é tão clara assim: 76% não sabem quem será o aliado bolsonarista na disputa. Em Pernambuco essa é uma variável decisiva na eleição. Enquanto 47% querem um governador aliado com Lula, só 17% querem um aliado de Bolsonaro. Outros 30% preferem um nome independente da polarização nacional", disse Felipe Nunes, diretor da Quaest. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 eleitores pernambucanos entre os dias 22 e 26 de abril. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, e o nível de confiança das estimativas é de 95 %. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-08904/2026. Confira o resultado da pesquisa com intenções de voto para governador de Pernambuco VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

  5. Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias será sabatinado nesta quarta-feira (29) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Os questionamentos são etapa obrigatória do processo para assumir uma vaga na Suprema Corte. Jorge Messias Antônio Cruz/ Agência Brasil. Atual ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), ele foi escolhido para ocupar o lugar deixado por Luís Roberto Barroso, aposentado no fim do ano passado. Esta é a terceira indicação de Lula para uma vaga no STF. Depois da sabatina, a Comissão de Constituição e Justiça decide se aprova o nome. Se houver aval, a indicação ainda precisa ser votada pelo plenário do Senado. Veja abaixo os principais pontos da trajetória de Jorge Messias e entenda como funciona a tramitação da indicação no Senado. Vídeos em alta no g1 Perfil Natural de Pernambuco, Jorge Rodrigo Araújo Messias é o atual advogado-geral da União. Ele integra o primeiro escalão do governo desde o início do terceiro mandato de Lula, em 2023. Na área acadêmica, Messias é formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também possui mestrado e doutorado pela Universidade de Brasília (UnB). Servidor público desde 2007, Messias ocupou cargos estratégicos no Poder Executivo. Foi subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República e secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior no Ministério da Educação. Também atuou como consultor jurídico nos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação, além de procurador do Banco Central e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ingressou na Advocacia-Geral da União como procurador da Fazenda Nacional, cargo responsável pela cobrança de dívidas fiscais de contribuintes com a União. Em 2022, Messias integrou a equipe de transição do presidente eleito Lula. Em dezembro daquele ano, foi anunciado como chefe da AGU e tomou posse em janeiro de 2023. Posse de Jorge Messias como advogado-geral da União, em janeiro de 2023 Ricardo Stuckert/PR 🔎A Advocacia-Geral da União é responsável por assessorar juridicamente a Presidência da República e representar a União no STF. Messias é considerado um nome de confiança de Lula. A relação entre os dois é próxima desde o período do governo Dilma Rousseff. Como serão a sabatina e as votações A Constituição determina que indicados ao STF passem por sabatina no Senado. Pelas regras da Casa, a análise é feita pela CCJ, composta por 27 senadores titulares e 27 suplentes. Sala da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Marcos Oliveira/Agência Senado ⏱️Durante a audiência, os senadores se revezam nas perguntas ao indicado. Cada parlamentar tem até 10 minutos para questionar, e o indicado dispõe do mesmo tempo para responder. 🗣️Também é permitida réplica e tréplica imediata, com duração de cinco minutos. Cidadãos podem enviar perguntas pela internet ou por telefone, que são analisadas pelo relator da indicação. Após a sabatina, a comissão decide se aprova ou rejeita o nome indicado. Se aprovado na CCJ, o nome segue para votação no plenário do Senado. Para ser confirmado, o indicado precisa do voto favorável de pelo menos 41 senadores, maioria absoluta da Casa. A votação é secreta. Para ser confirmado, o indicado precisa do voto favorável de pelo menos 41 senadores, maioria absoluta da Casa. A votação é secreta Jonas Pereira/Agência Senado Próximos passos Se o Senado rejeitar a indicação, o presidente da República poderá escolher outro nome. Em caso de aprovação, o Senado comunica o resultado ao Poder Executivo, responsável por oficializar a nomeação no Diário Oficial da União. Com a escolha oficializada, o Supremo Tribunal Federal pode marcar a posse do novo ministro. A cerimônia ocorre no plenário da Corte.

  6. Mochila deixada em estação do metrô aciona protocolo de segurança e mobiliza agentes em SP Em meio ao vai e vem de passageiros, uma mochila deixada na plataforma da estação Paraíso, na Zona Sul de São Paulo, em uma sexta-feira à noite mobilizou agentes de segurança e levou à adoção de protocolos de emergência. A ação foi mostrada na série “Cidade Subterrânea”, do Fantástico, que mostra o cotidiano e os desafios dos bastidores do metrô na capital paulista. Veja no vídeo acima. A suspeita A suspeita começou quando agentes perceberam o objeto abondado posicionada de forma incomum embaixo de um banco, próxima à escada rolante. Ao analisarem as imagens das câmeras de monitoramento, observaram que um homem que carregava a mochila permaneceu tempo acima do normal na plataforma e deixou a mochila escondida antes de embarcar. Câmera de segurança flagrou homem deixando mochila embaixo de banco no metrô Reprodução/TV Globo Diante da suspeita, os agentes iniciaram o protocolo de segurança. A área foi imediatamente isolada para evitar a aproximação de passageiros e curiosos. “Como temos muitos passageiros ainda circulando no sistema, temos de isolar a área visando a segurança dos curiosos também”, explicou um dos responsáveis pela operação. Agentes avistam mochila suspeita deixada em estação de metrô em SP Reprodução/TV Globo Ação do GID Na sequência, foi acionado o GID (Grupo de Intervenção Diferenciada), especializado em ocorrências desse tipo. A equipe utilizou um equipamento de raio-X portátil para examinar o conteúdo da mochila sem precisar abri-la. O sistema, considerado um dos mais modernos disponíveis, permite visualizar a densidade e o tipo de material presente no objeto, identificando, por exemplo, se há componentes sólidos, líquidos ou eletrônicos. Serviço especial de segurança analisa conteúdo dentro de mochila suspeita deixada em metrô Reprodução/TV Globo Após a análise das imagens geradas pelo aparelho, os agentes constataram que o conteúdo da mochila não oferecia risco. Foi constatado que dentro do volume, havia apenas cabos enrolados e outros itens metálicos, sem qualquer indício de material explosivo. “A gente já ficou mais aliviado porque deu para ver realmente que eram cabos enrolados e não tinha nada mais que isso”, disse um dos integrantes da equipe. Aparelho tecnológico analisou conteúdo de mochila suspeita deixada em metrô de SP Reprodução/TV Globo Encerramento da ocorrência Com a situação controlada, a ocorrência foi encerrada e a mochila encaminhada para o setor de achados e perdidos. LEIA TAMBÉM: De parada cardiorrespiratória a convulsão: flagrantes mostram atendimentos de emergência no metrô de SP; vídeo Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

  7. O Cartão do Empresário está disponível também para quem é Microempreendedor Individual (MEI). Pexels No Brasil há diversos enquadramentos empresariais. Além de MEIs, Microempresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP), mais recentemente surgiu a figura dos nanoempreendedores. Cada uma dessas categorias possui características únicas, como limite de faturamento, número de funcionários e impostos a serem pagos. Confira as principais diferenças na tabela abaixo. Comparação de Categorias de Negócios Para ajudar a entender as regras e os benefícios desses quatro tipos de formalização de pequenos negócios, o g1 conversou com especialistas em direito empresarial. Abaixo, você confere mais detalhes sobre: Nanoempreendedores Microempreendedores Individuais (MEIs) Microempresas (ME) Empresas de Pequeno Porte (EPP) Nanoempreendedores Entenda o que são nanoempreendedores Os nanoempreendedores são uma nova categoria, prevista na reforma tributária sancionada em janeiro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Esse grupo será formado por pessoas físicas que operam em pequena escala e possuem uma receita bruta anual inferior a R$ 40,5 mil (metade do limite dos MEIs). 🧑‍🌾 Trabalhadores informais, como vendedores ambulantes, jardineiros, cozinheiros, artesãos e agricultores familiares, são alguns exemplos que se enquadram nessa categoria. Profissionais autônomos em setores informais, como mototaxistas, também podem ser incluídos. Os empreendedores enquadrados nesse grupo não pagarão o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual criado pela reforma tributária, que substitui o ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI. A ideia é evitar que pequenos empreendedores sejam sobrecarregados com impostos, mantendo-os na formalidade, explica o advogado Carlos Schenato. A isenção não significa que eles não pagarão nenhum imposto a partir de 2026. Contribuições previdenciárias e impostos sobre propriedade ainda podem ser cobrados. O regime dos nanoempreendedores promete ser mais simplificado, com menos burocracia e foco na autodeclaração. Não será exigida a emissão de notas fiscais em todas as transações, reduzindo custos administrativos, afirma o advogado Leonardo Roesler. Outra diferença é que o nanoempreendedor não precisa registrar uma personalidade jurídica, e pode atuar como pessoa física. O MEI e outras modalidades, como Empresário Individual (EI), exigem a obtenção de um CNPJ. 🔎 Como o governo vai qualificar os nanoempreendedores? O controle será feito por sistemas integrados de cadastramento e monitoramento do faturamento anual. O governo deve usar plataformas digitais específicas ou otimizar o sistema do MEI. Volte ao índice. Microempreendedores Individuais (MEIs) Os Microempreendedores Individuais (MEIs) têm limite de receita bruta anual maior, chegando a R$ 81 mil. Mas eles também fazem parte do regime do Simples Nacional, que unifica diversos impostos. O MEI é ideal para quem deseja iniciar um negócio e sair da informalidade. Ao se cadastrar, a empresa obtém um CNPJ, além de adquirir obrigações e direitos de uma pessoa jurídica. Para se tornar MEI, o empreendedor não pode ter participação em outra empresa e pode empregar, no máximo, um funcionário. A adesão não impede que a pessoa tenha um emprego formal simultaneamente. A formalização é simples e pode ser feita em poucos minutos, totalmente online. Primeiro, é necessário obter uma senha de acesso ao gov.br, portal de serviços do governo federal. Quem não tem a senha deve clicar em "Fazer Cadastro". Depois, com a senha em mãos, acessar o Portal do Empreendedor, consultar se a atividade exercida é permitida ao MEI, clicando em "Quem pode ser MEI?". Se a atividade for permitida, clicar em "Quero ser MEI" e depois em "Formalize-se". Por fim, preencher o cadastro online. Embora a formalização seja gratuita, os MEIs precisam pagar uma taxa mensal, recolhida pelo Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que varia conforme a atividade exercida. As contribuições mensais foram reajustadas em fevereiro. Veja os valores atualizados: R$ 75,90 para o MEI em geral (5% do salário mínimo), R$ 182,16 para o MEI caminhoneiro (12% do salário mínimo). Os MEIs que atuam no comércio e na indústria pagam R$ 1 a mais referente ao ICMS, enquanto os ligados a serviços pagam R$ 5 a mais, referentes ao ISS. ⚠️ ATENÇÃO: O DAS inclui a contribuição previdenciária e os impostos devidos pelos MEIs. O valor total do documento tem acréscimo de R$ 1 para atividades sujeitas ao ICMS (comércio e indústria) e de R$ 5 para atividades sujeitas ao ISSQN (prestação de serviços). Estar formalizado como MEI traz diversas vantagens, começando pelo baixo custo mensal. O empresário fica isento dos tributos federais, como imposto de renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL, tendo como única despesa o pagamento mensal do DAS. Além disso, o MEI se torna segurado da Previdência Social, garantindo direitos como aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, auxílio-maternidade e pensão por morte para a família. Outra vantagem é a facilidade para o negócio, pois o MEI ganha maior credibilidade com os clientes, acesso a descontos na compra de produtos e matéria-prima, e a possibilidade de ter uma maquininha de cartão de crédito. A formalização também melhora a relação com os bancos, permitindo ao MEI abrir conta bancária e ter acesso a crédito com juros mais baixos, graças ao CNPJ. Volte ao índice. Microempresas (ME) A Microempresa (ME) é destinada a negócios com faturamento anual entre R$ 81 mil e R$ 360 mil. A ME possui uma estrutura mais flexível que o MEI, permitindo uma maior diversidade de atividades comerciais. As microempresas podem optar por três regimes de pagamento de impostos: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. O Simples Nacional costuma ser mais vantajoso para muitas MEs, pois simplifica o pagamento de diversos impostos de uma só vez. Além disso, as MEs podem contratar mais funcionários. Empresas de comércio e serviços podem ter até nove empregados, enquanto as do setor industrial podem ter até 19 funcionários. As MEs podem ser constituídas como Sociedade Empresária Limitada (Ltda.), Sociedade Simples, Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) ou Empresário Individual (EI). Nas duas primeiras, é possível ter sócios no negócio. Para abrir uma microempresa, é necessário definir o tipo jurídico e realizar uma consulta de viabilidade para verificar a disponibilidade do nome escolhido. O registro é feito na Junta Comercial do estado, com a apresentação de documentos como contrato social e cópias dos documentos dos sócios. Volte ao índice. Empresas de Pequeno Porte (EPP) A Empresa de Pequeno Porte (EPP) é aquela com faturamento bruto anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões. Elas são incluídas no Simples Nacional, um regime tributário que favorece a atividade da companhia. As EPPs têm uma limitação no número de funcionários, variando de 10 a 99, dependendo do setor. As EPPs do setor de exportação têm direito a um faturamento anual superior ao limite das demais, até R$ 4,8 milhões. Para se tornar uma EPP, é indispensável contratar um contador para realizar o processo de legalização. É necessário definir a natureza jurídica da empresa, escolher um nome exclusivo, indicar as áreas de atuação conforme o CNAE, verificar restrições para a instalação do empreendimento, elaborar o Contrato Social, registrar a empresa na Junta Comercial, realizar a inscrição municipal e estadual, e efetuar a Conectividade Social no site da Caixa Econômica Federal. O registro da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é opcional. Volte ao índice.

  8. Governo avalia liberar parte do FGTS para o pagamento de dívidas O recolhimento do FGTS é responsabilidade do empregador e constitui um direito constitucional aos trabalhadores. Mas é importante que o profissional acompanhe se os depósitos estão sendo realizados corretamente. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Caso não saiba o saldo disponível, confira a seguir o passo a passo de como consultá-lo: Como consultar o saldo FGTS? Trabalhadores e trabalhadoras podem consultar seu saldo do FGTS pelo aplicativo do fundo ou, para quem é cliente da Caixa Econômica Federal, pelo internet banking, que pode ser acessado pelo computador ou em dispositivos móveis (tablet ou celular). Veja o passo a passo para cada modalidade: ▶️ Pelo aplicativo FGTS: Baixe o aplicativo do FGTS na loja do seu celular (Android ou iOS). Acesse o aplicativo; Faça o cadastro no aplicativo e utilize seu CPF e a senha para fazer login. Se fora a primeira vez, deve ser criada uma senha para os acessos, conforme instruções no aplicativo FGTS. Depois, basta seguir os passos de verificação de identidade solicitados. Para quem já tem cadastro no app, basta fazer o login para acessar. Clique na opção “Meu FGTS” ou em “ver todas as suas contas”; Selecione a conta FGTS desejada para visualizar o extrato. Para gerar um documento em formato PDF, clique em “gerar extrato PDF”. Para consultar os dados do contrato, clique em “dados do contrato”. Dentro do aplicativo, logo na parte superior da página principal aparece a opção "Saldo Total". Para verificar o saldo, é preciso clicar no botão de olho, onde está escrito "Toque para exibir o saldo". Logo abaixo, há o quadro "Resumo do Seu FGTS", em que é possível verificar o extrato completo, pelos pagamentos realizados por todas as empresas em que a pessoa já trabalhou ou ainda trabalha. ▶️ Pelo internet banking da Caixa (para clientes do banco): Acesse o Internet Banking no computador ou aplicativo Caixa; Faça login na sua conta para acessar os serviços do FGTS; Clique em “Benefícios e Programas” ou "Serviços ao Cidadão"; Clique em “Extrato do FGTS”; Clique em “FGTS”; Clique em “Extrato do FGTS”; Digite os números do PIS e do CPF; Insira sua senha; No menu, selecione “FGTS” e, em seguida, “Extrato Completo”. ▶️ Serviço de SMS: Cadastre-se gratuitamente para receber informações sobre os depósitos e o saldo do FGTS em seu celular por SMS; A Caixa envia mensagens mensais com os depósitos feitos pelo empregador e semestrais com o saldo atualizado; No aplicativo, vá em "Meu Perfil" e depois em "Notificações do App I SMS" e faça a Adesão; No Internet Banking, vá a "Caixa celular" > "Notificações SMS" > "Mensagens de Celular" > "Adesão"; Confirme o número de telefone para receber as informações sobre depósitos e saldos do FGTS por SMS. O que é o FGTS? O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) é direito de toda pessoa com contrato de trabalho formal, trabalhadores domésticos, rurais, temporários, intermitentes, avulsos, safreiros e atletas profissionais. Trata-se de um valor de 8% do salário que é depositado pelo empregador, mensalmente, em nome do funcionário. O saque do FGTS é permitido em situações específicas estabelecidas por lei, como demissão por justa causa, compra da casa própria e doença grave do trabalhador ou de seu dependente. Caso o empregador não esteja depositando o FGTS, o trabalhador deve procurar uma Delegacia Regional do Trabalho (DRT), pois o responsável pela fiscalização das empresas é o Ministério do Trabalho.​ CNPJ passará a ter letras e números; veja quem será afetado e o que muda

  9. Trabalhador pode ter desconto no salário pelo plano de saúde ou vale-refeição? Planos de saúde, vale-refeição e outros benefícios extras têm ganhado cada vez mais peso na disputa por talentos. Mas afinal, eles são obrigação das empresas ou apenas um diferencial competitivo? Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o empregador não tem a obrigação de fornecer vale-alimentação, vale-refeição ou plano de saúde ao empregado. Porém, se houver a liberação desses benefícios em convenção ou acordo coletivo, além da previsão em contrato de trabalho, eles passam a ser obrigatórios para todos os trabalhadores da empresa. “As normas coletivas podem estabelecer a obrigatoriedade, valores, formas de concessão e condições de utilização, a possibilidade ou não de descontá-los do salário do empregado, além de limites para esse desconto”, explica a advogada trabalhista Maria Fernanda Redi. Por outro lado, especialistas em gestão de pessoas defendem que os benefícios são importantes para atrair colaboradores. Segundo Luiz Eduardo Drouet, conselheiro da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-SP), os profissionais priorizam cada vez mais as melhores condições de trabalho. “Empresas que oferecem melhores benefícios conseguem atrair os melhores talentos e as que não seguem este caminho têm muito mais dificuldade para contratar bons profissionais, e convivem com uma rotatividade superior de colaboradores”, completa o especialista. Self-service; quilão; restaurante por quilo; almoço; vale-refeição Marcos Serra Lima/g1 O g1 conversou com especialistas no assunto, e explica abaixo o que diz a lei sobre descontos desconto no salário referentes ao plano de saúde ou vale-refeição: 💸 Como funciona o desconto do vale-refeição/alimentação? 🤔 Posso ser demitido por uso indevido do vale-refeição/alimentação? 🚫 Existe um valor máximo de desconto do plano de saúde? 📝 Como funciona a coparticipação? 🚑 Fiz um procedimento caro, e agora? 💸 1. Como funciona o desconto do vale-refeição/alimentação? O vale-alimentação e o vale-refeição são regulamentados pela lei federal 6.321/1976, que institui o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). O benefício também é previsto no artigo 457 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Em ambas as leis, os descontos referentes ao vale-refeição/alimentação devem ser previstos em norma coletiva ou acordo individual por escrito com o empregado. Porém, o valor não pode ultrapassar 20% do salário do funcionário. Segundo a advogada trabalhista Maria Fernanda Redi, os descontos precisam ser previstos em cláusula no contrato de trabalho ou com autorização expressa em caso de adesão ao recebimento do benefício. Esses valores precisam ser descritos no holerite, e todos os funcionários da empresa precisam estar cientes. No caso do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), são oferecidos incentivos fiscais para incentivar as empresas a concederem os benefícios. “A empresa que realize a adesão voluntária ao PAT, pode fornecer o vale-alimentação/refeição ao funcionário e, em troca, recebe uma série de incentivos fiscais, como a dedução no Imposto de Renda”, completa a advogada trabalhista Luciana Guerra Fogarolli. Volte ao início. 🤔2. Posso ser demitido por uso indevido do vale-refeição/alimentação? Sim. Esse é um benefício precisa ser utilizado apenas com a finalidade destinada, ou seja: refeição e alimentação do trabalhador, conforme previsto pela lei federal 14.442/22, que prevê expressamente que: “As despesas destinadas aos programas de alimentação do trabalhador deverão abranger exclusivamente o pagamento de refeições em restaurantes e estabelecimentos similares, e a aquisição de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais”. Segundo a advogada Luciana Guerra Fogarolli, ao receber o benefício, o funcionário precisa ser informado com muita clareza todas as regras e políticas do vale-refeição/alimentação da empresa. O mau uso do benefício pode levar o trabalhador a ser demitido por justa causa, e trazer implicações até mesmo para o empregador. Veja abaixo alguns exemplos que podem ser caracterizados como uso indevido: Deixar que outras pessoas utilizem o vale; Vender ou trocar o vale por dinheiro; Comprar produtos que não sejam alimentícios, como utensílios domésticos, bebidas alcóolicas, cigarros, entre outros. “O empregador, além de deixar muito claras as regras de uso do benefício, deve observar a gradatividade das penalidades de advertência e suspensões, antes de tomar a decisão drástica de dispensar o trabalhador por justa causa”, afirma a especialista. No ano passado, mais de 20 funcionários da Meta foram demitidos por comprarem itens de casa com o dinheiro do vale refeição. Eles usaram parte dos US$ 70 (cerca de R$ 390) que ganhavam por dia para comprar produtos como sabão em pó, pasta de dente e taças de vinho. Volte ao início. 🚫 3. Existe um valor máximo de desconto do plano de saúde? Quando se trata do plano de saúde, que é regulamentado pela lei federal 9.656/98, não existe um limite mínimo ou máximo para desconto no salário do trabalhador. Na prática, costuma-se adotar o parâmetro de que o valor descontado não ultrapasse 30% do salário líquido do empregado. Além disso, a orientação Jurisprudencial (OJ) nº 18 da Seção de Dissídios Coletivos (SDC) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) estabelece que todos os descontos salariais somados não podem ultrapassar 70% do salário base do empregado. Isso porque, os valores debitados não podem comprometer o sustento e sobrevivência do trabalhador. As normas, acordos ou convenções coletivas também podem estabelecer os valores e limites de descontos referentes ao plano de saúde. “Qualquer desconto do salário (para pagar uma parte ou valor mensal do plano) deve ser autorizado pelo empregado, por escrito, como cláusula no seu contrato de trabalho. Outra possibilidade é o funcionário assinar termo de adesão ao benefício ou à política de concessão do benefício”, completa Maria Fernanda Redi. Volte ao início. 📝 4. Como funciona a coparticipação? Na prática, existem duas formas de mais comuns que a empresa disponibiliza o plano de saúde para o trabalhador. São elas: ➡️ Com coparticipação: a empresa paga a mensalidade do convênio, e os colaboradores arcam com parte dos valores dos procedimentos realizados. ➡️ Sem coparticipação: a empresa arca com o valor integral do plano de saúde dos funcionários, que ficam livres de qualquer despesa. Em ambos os casos, o valor debitado também deve ser previamente autorizado por escrito pelo empregado. No plano com coparticipação, o trabalhador deve arcar com até 40% dos custos por consulta, procedimento ou exame realizado. Segundo a advogada Luciana Guerra Fogarolli, é muito comum algumas empresas aderirem a coparticipação do empregado nesses benefícios, através de descontos da remuneração, que podem ser simbólicos ou não, dependendo do que foi acordado. Volte ao início. 🚑 5. Fiz um procedimento mais caro, e agora? Em planos que existem a coparticipação, procedimentos mais caros (como parto ou cirurgias) pode ter um valor variado de desconto conforme as regras do plano de saúde ou acordos feitos em convenção coletiva. “Mesmo com a aplicação do percentual de coparticipação, o custo final para o trabalhador é geralmente bem menor do que o valor total do procedimento. No entanto, ainda pode representar um impacto significativo na renda do empregado”, explica Luciana Guerra Fogarolli. Para o trabalhador não ter a renda comprometida, é comum que a empresa permita o parcelamento do valor da coparticipação em procedimentos mais caros. Dessa forma, o desconto mensal não ultrapassa o limite de 30% do salário líquido do trabalhador. "Essa prática visa proteger a subsistência do empregado, respeitando o equilíbrio entre o benefício e a capacidade financeira do segurado", completa a advogada trabalhista. Volte ao início. VEJA TAMBÉM Fui demitido, e agora? Veja dicas do que fazer Por que os jovens pedem mais demissão? Veja como pensa cada geração

  10. Copom se reúne nesta quarta-feira para definir juro básico; decisão sai após as 18h Jornal Nacional/ Reprodução O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (29) e deve efetuar nova redução na taxa básica de juros da economia, atualmente em 14,75% ao ano. Essa é a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projeta um corte de 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. Se confirmada, será a segunda diminuição seguida no juro. 🔎A taxa básica da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre. Se levado adiante, o novo corte da Selic acontecerá em meio à guerra no Oriente Médio, que está gerando pressão inflacionária ao redor do mundo. Mercado eleva projeção de inflação com guerra no Oriente Médio A disparada do petróleo já está impulsionando os preços dos combustíveis no Brasil. Por conta disso, há analistas que defendem uma parada no ciclo de corte dos juros. A decisão do Copom será anunciada após as 18h desta quarta-feira. Como as decisões são tomadas Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic. Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%. Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses. Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia. Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o ano de 2027 fechado. Para o próximo ano, o mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA ficará em 4%, ou seja, acima da meta central de 3%. O que dizem analistas De acordo com Gustavo Sung, economista-chefe Suno Research, o Copom deve dar continuidade ao processo de corte dos juros de "forma gradual", baixando a Selic para 14,5% ao ano. "O nível atual de juros reflete o forte aperto implementado nos últimos anos, que já mostra efeitos sobre a atividade econômica e garantiu à autoridade monetária uma margem de segurança para conduzir esse processo, com credibilidade. Ainda assim, o Comitê tende a adotar uma postura mais cautelosa no curto prazo. Essa abordagem considera as incertezas ligadas ao conflito no Oriente Médio e seus possíveis impactos sobre a inflação", avaliou Sung, da Suno Research. De acordo com análise do Itaú, o BC deve baixar o juro para 14,5% ao ano e não deve realizar mudanças significativas de comunicação. "O comitê deve enfatizar serenidade e cautela na condução da política monetária, adicionando que os passos futuros do processo de calibração seguirão guiados pela evolução dos dados e pela avaliação contínua do balanço de riscos, além de incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e extensão no tempo dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo", avalia o Itaú.

  11. Empreendedores fazem de tudo por likes, mas trends exigem cautela Se você usa o TikTok ou Instagram, sem dúvidas já deve ter esbarrado com vídeos que iniciam com o seguinte bordão: “oi divos e divas”, e ainda traz algumas expressões como “babadeiro”, “iconic”, “faraônico” e “aesthetic”. O g1 já contou como gírias da geração Z vêm sendo adotadas por empreendedores para viralizar nas redes sociais, divulgar promoções e atrair clientes. Embora os vídeos sejam divertidos, existe cuidado para não expor os funcionários a situações constrangedoras ou de risco. É importante saber que um funcionário NÃO é obrigado a gravar vídeos para o TikTok ou qualquer rede social se não quiser ou se essa função não fizer parte de seu contrato. Essa prática pode configurar desvio de função, como explica Paulo Renato Fernandes, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro. “Quando há desvio de função, o empregado tem direito a receber um adicional. Além disso, há a questão do direito de imagem, que é garantido por lei e precisa ser autorizado. Nesse caso, também é possível solicitar indenização pelo uso da imagem”, explica o professor. O empregador deve solicitar aos funcionários uma autorização por escrito para o uso de imagem, especificando onde os vídeos serão exibidos. Mesmo quando essa atividade já consta no contrato, o advogado trabalhista Maurício Corrêa da Veiga recomenda obter autorização do funcionário a cada nova campanha publicitária (veja mais o que diz a lei sobre o tema). Segundo o advogado, o empregado pode processar a empresa e pedir indenização se se sentir obrigado, induzido ou coagido de alguma forma a participar dos vídeos. ➡️ Mas quem deve aparecer nesses conteúdos? Para Tainá Alves, do Sebrae, o ideal é que o próprio empreendedor participe, pois isso gera credibilidade e conexão. “Se o empreendedor não tiver interesse, perfil ou aptidão para aparecer, e nenhum colaborador quiser participar da produção de conteúdo, é possível contratar microinfluenciadores”, explica. 📲 Os microinfluenciadores são criadores de conteúdo com número relativamente pequeno de seguidores (geralmente entre 1 mil e 100 mil). Esses influenciadores, geralmente locais ou de nicho, têm engajamento mais real com comunidades específicas. Segundo Tainá Alves, costumam gerar mais retorno do que grandes influenciadores. 'Eles criam comunidades autênticas e engajadas, formadas por pessoas realmente interessadas nos temas que tratam. Por isso, é fundamental pesquisar e escolher microinfluenciadores alinhados ao perfil do negócio', explicaTainá Alves, coordenadora de Relacionamento Digital do Sebrae. Outro ponto destacado pela especialista é a importância da Geração Z, nativa digital. Mesmo sem grande poder de compra, esse grupo influencia decisões familiares e deve ser incluído nas estratégias de comunicação. Além disso, a GenZ será o público do futuro. Por isso, é essencial fidelizar esse grupo. “Eles buscam propósito, impacto social e conteúdo autêntico. É com eles que as marcas precisam começar a dialogar desde já”, conclui Tainá. Loja de materiais de construção em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, ganhou visibilidade e se consolidou como marca local graças à forte presença online. Reprodução/Tiktok Empreendedores fazem de tudo por likes, mas trends exigem cautela Reprodução/Tiktok LEIA TAMBÉM: MEI, Microempresa, EPP ou Nanoempreendedor? Entenda regras para cada tipo de negócio As investidoras que querem provar que empresas lideradas por mulheres dão mais lucro

  12. Amanhecer de frio no Rio Grande do Sul Tatiana Tramontina/RBS TV Esta quarta-feira (29) vai começar com tempo mais carregado no Sul do Brasil. A previsão dos meteorologistas é de que a chuva deve se espalhar por várias áreas e manter a sensação de frio, principalmente nas primeiras horas do dia. No Paraná (PR) e em Santa Catarina (SC), a instabilidade aparece desde cedo e pode ganhar intensidade ao longo do dia. Há risco de temporais e volumes mais elevados em alguns pontos, o que pode trazer transtornos. Em Curitiba (PR), a máxima fica perto dos 21 °C, com chuva ao longo do dia. Em Florianópolis (SC), o tempo também segue instável. As temperaturas giram em torno dos 20 °C. No Rio Grande do Sul (RS), o tempo abre mais, mas o frio continua marcando presença. Durante a manhã gelada há chance de geada em áreas do sul do estado. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Porto Alegre (RS) tem mínima de 9ºC e uma tarde mais amena, com máxima perto dos 21 °C. Vídeos em alta no g1 No Sudeste, o calor ainda predomina nesta quarta, mas com mudanças pontuais. Em São Paulo (SP), o dia tem sol entre nuvens e pancadas de chuva à tarde, com máxima perto dos 29 °C. No Rio de Janeiro (RJ), o tempo fica mais aberto, com calor e temperatura que pode chegar aos 34 °C. Já em Belo Horizonte (MG), o dia segue firme, com sol e máxima em torno dos 28 °C. ☁️ Veja a previsão do tempo na sua cidade Mesmo com esse calor, áreas do interior podem ter ar mais seco durante a tarde, o que aumenta a sensação de tempo mais abafado. No Centro-Oeste, o calor continua forte. Em Campo Grande (MS), a máxima chega perto dos 30 °C, com chance de pancadas à tarde. Em Cuiabá (MT), o dia segue quente, com temperatura podendo chegar aos 33 °C e possibilidade de chuva isolada no fim do dia. Em Brasília (DF), o tempo fica firme e seco, com temperatura próxima dos 27 °C nas horas mais quentes. Probabilidade de chuva nesta quarta (29) em todo o Brasil. CPTEC/Inpe No Nordeste, a chuva continua mais frequente no litoral e no norte da região. Em Salvador (BA), o dia tem pancadas ao longo do período, com temperatura perto dos 28 °C. Em Recife (PE), o tempo segue parecido, com chuva e máxima em torno dos 29 °C. Já em Fortaleza (CE), a chuva pode vir com mais força em alguns momentos, com temperatura por volta dos 30 °C. No Norte, o padrão típico se mantém: calor e pancadas de chuva ao longo do dia. Em Manaus (AM), a temperatura fica perto dos 31 °C, com chuva em vários períodos. Em Belém (PA), o dia também tem muitas nuvens e pancadas, com máxima em torno dos 30 °C. Céu nublado na zona sul de São Paulo. Tides Félix/Arquivo pessoal Tendência para o fim de semana Para o fim de semana, a tendência é de mudança mais clara no centro-sul do país. O frio deve continuar no Sul, com novas quedas de temperatura, e vai avançar em direção ao Sudeste. A chegada de uma frente fria deve aumentar a nebulosidade e trazer chuva para áreas de São Paulo (SP) e, depois, para o Rio de Janeiro (RJ), que deve ter uma temperatura mais amena, principalmente entre domingo e o começo da próxima semana. De forma geral, no Sudeste, essa queda de temperatura não aparece com força ao longo dos próximos dias, mas ganha destaque justamente neste fim de semana, depois do feriado de 1º de maio. A partir daí, uma massa de ar frio mais organizada começa a entrar pela região, primeiro em São Paulo (SP), trazendo mais nuvens, aumento da umidade e uma queda mais perceptível nas temperaturas, principalmente na capital e no litoral. No domingo, esse ar mais frio avança um pouco mais e também influencia áreas do Rio de Janeiro (RJ), sobretudo no leste do estado, onde o tempo fica mais fechado e a sensação já muda em relação aos dias anteriores. As temperaturas deixam de subir tanto durante a tarde e o começo das manhãs tende a ficar mais fresco. Indicadores sobre o clima estão em alerta vermelho LEIA TAMBÉM: Raro e espetacular: caverna no Brasil só recebe luz por 3 meses e vira cenário de outro planeta Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos 80% dos corais do planeta sofreram branqueamento moderado ou severo, mostra estudo inédito Previsão de temperatura mínima em todo o país nesta quarta (29). CPTEC/Inpe Veja como ficam as temperaturas em TODAS as capitais brasileiras, segundo o Inmet: LEIA TAMBÉM: Cientistas descobrem formação geológica no Triângulo das Bermudas que pode explicar mistérios da região Japoneses processam governo por inação climática e pedem indenização É #FAKE que Amazônia não contribui para equilibrar clima do mundo

  13. Nomes que aparecem na pesquisa Quaest para governo de MG Reprodução Uma pesquisa da Quaest divulgada nesta terça-feira (28) aponta cenários de intenções de voto entre dez possíveis nomes para disputar o governo de Minas Gerais: Alexandre Kalil (PDT) Ben Mendes (Missão) Cleitinho (Republicanos) Flávio Roscoe (PL) Gabriel Azevedo (MDB) Maria da Consolação (PSOL) Mateus Simões (PSD) Rafael Duda (PSTU) Rodrigo Pacheco (PSB) Túlio Lopes (PCB) Segundo a Quaest, o senador Cleitinho lidera em todos os cenários pesquisados. Ele tem entre 30% e 37% das intenções de voto no primeiro turno. Depois dele, aparece o ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil, com valores entre 14% e 18% das intenções de voto, seguido pelo senador Rodrigo Pacheco, que tem entre 8% e 12%. O atual governador, Mateus Simões, tem entre 3% e 5%. Alguns dos nomes citados na pesquisa já anunciaram oficialmente a pré-candidatura ao governo de MG, enquanto outros são apenas citados no meio político como possíveis candidatos e ainda não confirmaram a intenção de concorrer ao cargo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp A oficialização das candidaturas deve acontecer somente durante as convenções partidárias, previstas para agosto, e após o registro na Justiça Eleitoral. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, e o segundo deve acontecer em 25 de outubro. Veja, abaixo, mais detalhes sobre os nomes cotados para disputar o Executivo estadual: Alexandre Kalil (PDT) Alexandre Kalil durante a campanha de 2022 Reprodução/TV Globo O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) anunciou sua pré-candidatura em outubro de 2025. Com trajetória que começou no setor empresarial, Kalil ganhou projeção ao presidir o Clube Atlético Mineiro a partir de 2008. Em 2016, foi eleito prefeito da capital mineira e, quatro anos depois, reeleito em primeiro turno. Em 2022, deixou o cargo para disputar o governo do estado, ficando em segundo lugar. Em 2024, chegou a se aproximar de outros partidos, mas, no final de 2025 se filiou ao PDT para concorrer ao Palácio Tiradentes. Ben Mendes (Missão) Ben Mendes (Missão), pré-candidato ao governo de MG. Reprodução/Instagram A pré-candidatura de Ben Mendes (Missão) foi anunciada em fevereiro de 2026. Advogado e influenciador digital, ele ganhou visibilidade nas redes sociais com conteúdos voltados a direitos do consumidor, nos quais acompanha denúncias e intermedia conflitos. Nas plataformas digitais, também aborda temas políticos e religiosos e se apresenta como conservador. Filiado ao partido Missão, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), o pré-candidato declara defender valores associados à família tradicional e mantém forte presença online. Cleitinho (Republicanos) Senador Cleitinho Cleitinho (Republicanos-MG) O senador Cleitinho chegou a anunciar oficialmente a pré-candidatura em março de 2026. Em abril, entretanto, divulgou um vídeo nas redes sociais afirmando que "decidirá em junho, junto ao povo" se seguirá na disputa. Cleitinho nasceu em Divinópolis, na Região Centro-Oeste do estado. Em 2016, foi eleito para seu primeiro mandato como vereador na cidade. Já em 2019 teve início o seu primeiro mandato como deputado estadual. Em 2022, foi eleito senador. Ele consolidou a própria trajetória política usando as redes sociais como trampolim para alavancar sua popularidade. Flávio Roscoe (PL) Flávio Roscoe (PL) Sebastião Jacinto Júnior/Fiemg No início de abril, dias após se filiar ao Partido Liberal (PL), o presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, pediu licença do comando da entidade para se colocar à disposição da disputa eleitoral deste ano no estado. Em entrevista coletiva, ele afirmou que pretendia disputar uma vaga no Executivo, seja como cabeça de chapa ou vice-governador, e negou ter interesse em se candidatar ao Legislativo. Natural de Belo Horizonte, Roscoe é um empresário ligado ao setor têxtil. Ele é sócio-diretor do Grupo Colortêxtil, com unidades na capital mineira, Itabirito e Sergipe. O industrial ganhou visibilidade à frente da Fiemg entre 2018 e 2026. Gabriel Azevedo (MDB) Gabriel Azevedo (MDB) Cristiane Mattos/Divulgação O ex-vereador de Belo Horizonte Gabriel Azevedo oficializou sua pré-candidatura em novembro de 2025. Aos 39 anos, ele presidiu a Câmara Municipal entre 2023 e 2024 e acumula duas eleições consecutivas para o Legislativo da capital mineira. Em 2024, disputou a prefeitura e obteve mais de 130 mil votos. Professor universitário desde 2014, atua nas áreas de Direito Constitucional e Teoria do Estado. Também é advogado, jornalista e publicitário, com formação acadêmica no Brasil e no exterior, incluindo mestrado e pós-graduação internacional. Maria da Consolação (PSOL) Maria da Consolação (PSOL) Reprodução/Redes sociais Maria da Consolação é professora aposentada e uma das fundadoras do PSOL em Minas Gerais. Natural de Piranga, ela se apresenta como militante da esquerda ao articular lutas por direitos humanos, educação pública, transporte popular e resistência à privatização de serviços essenciais. Na vida política, percorreu vários pleitos como candidata de base socialista, disputando a Prefeitura de Belo Horizonte em 2012 e 2016, além de concorrer a deputada federal (2010, 2014 e 2018), deputada estadual (2022) e vereadora da capital mineira (2020 e 2024). Em 2026, teve o nome colocado à disposição como pré‑candidata ao governo de Minas pelo PSOL. Mateus Simões (PSD) Mateus Simões, vice-governador de Minas Gerais, em cerimônia de filiação ao PSD Mônica Costa/Divulgação Pré-candidato a reeleição desde outubro de 2024, Mateus Simões (PSD) assumiu o governo de Minas em março de 2026, após a saída do então governador Romeu Zema (Novo), de quem era vice. Atuou como secretário-geral de governo, com participação em agendas estratégicas e articulação institucional. Formado e mestre em direito, também é professor universitário. Na trajetória pública, foi procurador concursado da Assembleia Legislativa e foi eleito vereador da Câmara de Belo Horizonte. No setor privado, atua como empresário e produtor rural, com experiência no agronegócio. Rafael Duda (PSTU) Rafael Duda (PSTU) Reprodução/Redes sociais Rafael Duda é pré-candidato ao governo de Minas Gerais pelo PSTU desde janeiro de 2026. Operário da mineração e dirigente do Metabase Inconfidentes, sindicato dos trabalhadores da Indústria de Extração de Ferro e Metais Básicos de Congonhas, Belo Vale, Ouro Preto e região, este será o quarto pleito que participará. Em 2020 e 2024, disputou a Prefeitura de Congonhas, na Região Central do estado. Já em 2022, tentou se eleger deputado federal. Rodrigo Pacheco (PSB) Rodrigo Pacheco (PSB) Edilson Rodrigues/Agência Senado Apesar de não ter anunciado formalmente uma pré-candidatura ao governo de Minas Gerais, Rodrigo Pacheco (PSB) é cotado como possível candidato do presidente Lula (PT) no estado. Em todos os cenários avaliados pela pesquisa Quaest desta terça-feira (28), o senador aparece como segundo e terceiro nome com mais intenções de voto na disputa para governador. A candidatura de Pacheco ao Executivo estadual mineiro vem sendo defendida há mais de um ano por Lula, que busca um palanque forte em MG para a campanha presidencial. O presidente já chegou a chamar o senador de "futuro governador" em um evento público. Rodrigo Pacheco nasceu em Porto Velho (RO), mas foi criado em Minas. Ele construiu sua carreira profissional em Belo Horizonte, onde se graduou em direito. Antes de ingressar na vida política, atuou como advogado criminalista. Foi deputado federal entre 2015 e 2019 e, em 2018, foi eleito Senador para o mandato 2019-2026. Entre 2021 e 2025, ocupou a presidência do Senado Federal e do Congresso Nacional. Túlio Lopes (PCB) Professor Túlio Lopes (PCB), pré-candidato ao Governo de Minas. Reprodução/Facebook A pré-candidatura de Túlio Lopes (PCB) foi lançada em 2025. Professor e historiador, ele tem trajetória ligada ao movimento estudantil e sindical em Minas Gerais. Atua como secretário político do Partido Comunista Brasileiro no estado e integra organizações ligadas à militância de trabalhadores. É doutor em educação e leciona na rede pública e no ensino superior. Já disputou eleições anteriores, incluindo governo estadual e Senado. Mantém atuação política voltada a pautas como educação pública e organização popular. Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, em Belo Horizonte, sede do governo de Minas Gerais Gil Leonardi/Divulgação Vídeos mais assistidos do g1 Minas:

  14. Creche e pré-escola de Araraquara. Tetê Viviani Mesmo sendo obrigatória por lei desde 2013, a pré‑escola ainda está longe de ser universalizada no Brasil. 16% dos municípios brasileiros têm menos de 90% das crianças de 4 e 5 anos matriculadas em unidades de educação infantil. É o que mostra uma análise do portal QEdu com base em índices de educação básica do país, elaborada pelo Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), em parceria com a Fundação Bracell, a Fundação Itaú, a Fundação VélezReyes+, a Fundação Van Leer e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O novo indicador do Iede mede o atendimento à educação infantil em nível municipal, com atualização anual, permitindo acompanhar o acesso de crianças às creches (0 a 3 anos) e pré‑escolas (4 e 5 anos) em todo o país. O cálculo se baseia no cruzamento dos dados de matrículas do Censo Escolar com projeções populacionais do IBGE, estimando a cobertura de atendimento em cada localidade. Atualmente, são 876 municípios com menos de 90% de atendimento e cerca de 329 mil crianças fora da pré-escola. O número de crianças que não frequentam a etapa é significativo, especialmente considerando sua importância para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional. Vídeos em alta no g1 Na região Norte, 29% dos municípios não alcançam 90% de atendimento, percentual quase três vezes maior do que o registrado no Sul, onde esse índice é de 11%. São 130 municípios nortistas com cobertura insuficiente, concentrando parte significativa das crianças que não frequentam a pré‑escola no país. Em número de municípios, no entanto, o Nordeste é a região com mais municípios abaixo da faixa de atendimento da etapa, com 104 munícipios (17%). Mapa da desigualdade de atendimento O cenário revela um Brasil marcado por contrastes. Enquanto municípios das regiões Sul e Sudeste apresentam índices mais próximos da universalização, o Norte e parte do Nordeste concentram os piores resultados. Municípios com menos de 90% de atendimento na pré-escola O problema não está restrito a cidades pequenas ou afastadas. Mesmo entre as capitais, há grandes variações no atendimento. Enquanto algumas atingem 100% de matrícula na pré‑escola, outras ainda apresentam cobertura abaixo de 80%, evidenciando que a desigualdade no acesso persiste até mesmo em grandes centros urbanos. Em capitais da região Norte e Nordeste, o percentual de crianças de 4 e 5 anos fora da escola permanece elevado, o que evidencia desigualdades regionais e limitações na oferta de vagas. Atendimento escolar para crianças de 4 e 5 anos Outro fator que segue influenciando o acesso à educação infantil é o local de moradia. Crianças que vivem em áreas rurais têm menos chance de frequentar a pré‑escola do que aquelas que vivem em áreas urbanas. A diferença também aparece quando se cruzam dados de renda e território: famílias mais pobres, especialmente em regiões rurais, ainda enfrentam mais obstáculos para garantir a matrícula das crianças, mesmo quando há previsão legal de vaga. Quase 2,3 milhões de crianças de até 3 anos estavam fora da creche em 2024, por dificuldades de acesso, como falta de vagas ou de unidades próximas Altemar Alcantara/Semcom/Agência Senado Atendimento à criança de 0 a 3 anos permanece abaixo das metas Os dados do novo indicador de atendimento escolar em nível municipal mostram que o maior desafio da Educação Infantil brasileira está concentrado na faixa etária de 0 a 3 anos, correspondente às creches. Segundo o levantamento, 81% dos municípios do país registram taxas de atendimento inferiores a 60%, patamar estabelecido como meta pelo novo Plano Nacional de Educação (PNE) para o período de 2026 a 2036. A situação é ainda mais desfavorável na região Norte, onde 94% dos municípios apresentam cobertura abaixo de 60% para essa faixa etária. O cenário contrasta com outras regiões, mas reforça um padrão nacional de baixa oferta de vagas em creche, mesmo nos territórios com maior densidade populacional e estrutura. Diferentemente da pré‑escola, que é obrigatória por lei, a creche é uma etapa opcional da educação básica, o que se reflete nos índices mais baixos de atendimento. Ainda assim, o novo PNE estabelece metas claras para a ampliação desse acesso, incluindo o compromisso de garantir vaga para 100% da demanda manifesta — ou seja, atender todas as famílias que desejam matricular seus filhos nessa etapa. O indicador evidencia que, na maioria dos municípios brasileiros, a distância entre a situação atual e as metas previstas permanece significativa. Ao estimar anualmente a cobertura de atendimento para crianças de 0 a 3 anos em todos os municípios, os dados permitem acompanhar a evolução desse acesso ao longo do tempo e identificar onde a ampliação da oferta de creche continua sendo mais limitada. Problemas na alfabetização: o que é fluência leitora e por que ler devagar é preocupante Infraestrutura precária nas escolas de educação infantil Além do desafio do acesso, os dados revelam problemas graves na qualidade da oferta. Apenas 17% das escolas públicas de educação infantil no Brasil possuem toda a infraestrutura básica considerada adequada para o funcionamento, segundo o levantamento baseado no Censo Escolar. Embora todas ofereçam alimentação, faltam condições essenciais em muitas unidades. Há escolas sem rede de esgoto, sem coleta regular de lixo e sem abastecimento de água da rede pública, comprometendo o ambiente onde crianças pequenas passam boa parte do dia. A infraestrutura pedagógica também é limitada. A maioria das unidades não dispõe de biblioteca ou sala de leitura, e estruturas fundamentais para a infância seguem sendo exceção: apenas 45% das escolas contam com parque infantil e 36% têm área verde, espaços considerados essenciais para o desenvolvimento físico, motor e emocional das crianças. Os dados sinalizam a importância de garantir a ampliação do acesso em sintonia com condições mínimas de aprendizagem e bem‑estar, evitando que desigualdades sejam perpetuadas desde os primeiros anos de vida.

  15. UFPR investiga grupo suspeito de planejar estupros de alunas A Universidade Federal do Paraná (UFPR) está investigando se as ameaças de estupro contra uma estudante de Medicina partiram de um aluno da instituição. Caso a situação se confirme, a Corregedoria da universidade pode abrir um Processo Administrativo Disciplinar, que pode resultar em suspensão ou exclusão. A instituição teve acesso aos prints com as ameaças. Como as investigações são tratadas em sigilo, eles não foram divulgados. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp "Nós sabemos que foi uma discente que sofreu esta suposta ameaça. Porém, a gente não tem certeza ainda de quem é o autor. Pode ser que seja da comunidade interna ou pode ser uma pessoa externa. Isso vai ser apurado agora nessa investigação", informou Rodrigo Kanayama, assessor jurídico da Reitoria. O caso chegou à universidade por meio de uma denúncia feita pelo Diretório Acadêmico de Medicina Nilo Cairo (DANC). Segundo a organização estudantil, a estudante estava sendo perseguida, sofrendo ameaças e sendo abordada por aplicativo de mensagens. "Através das mensagens, foi revelado que tentariam fazer um ataque a ela nos últimos dias [...] Os mesmos estavam promovendo um 'bolão', apostando em quem conseguiria violentar essa e outras mulheres na universidade", escreveu o diretório em nota pública. Depois da denúncia, conforme a UFPR, a estudante vítima das ameaças foi acolhida. A universidade informou que ofereceu atendimento psicológico e jurídico para ela, como determina uma norma interna da instituição que prevê um conjunto de práticas para proteção de vítimas de violência. A UFPR diz que o caso é pontual, direcionado a uma estudante específica. "Nós só temos este caso. Não é algo genérico, não é para toda a comunidade, não foi distribuída uma ameaça geral. Nós não temos uma confirmação de que existe uma ameaça para o corpo discente. Nós temos apenas um caso pontual neste momento", esclareceu Kanayama. Mensagem do Diretório aos estudantes da UFPR Redes sociais A Polícia Civil informou que instaurou um inquérito e que as investigações estão em curso para apurar as ameaças. Apesar disso, caso outro estudante sofra algum tipo de ameaça, a orientação da UFPR é procurar imediatamente a ouvidoria da universidade, munido de prints, cópias das mensagens e, se possível, testemunhas. A UFPR destaca que os casos são tratados sob sigilo. A Polícia Civil orienta que eventuais outras vítimas e testemunhas compareçam pessoalmente à Delegacia da Mulher da Capital ou entrem em contato pelo WhatsApp (41) 3219-8624 para agendamento de oitivas. Leia também: Educação: Paraná tem 14 cidades com 100% de crianças alfabetizadas na idade certa Acidente: Caminhão que caiu em represa com família carregava material tóxico 'Tinha o sonho de conhecer o Brasil': Tio lamenta morte de sobrinho em ataque israelense Leia a íntegra do posicionamento divulgado pela UFPR Universidade Federal do Paraná UFPR/Divulgação "A Universidade Federal do Paraná (UFPR) informa que tomou conhecimento das mensagens que circulam em grupos de estudantes, a partir de uma denúncia grave envolvendo ameaça de violência sexual. A instituição adotou medidas imediatas de acolhimento e orientação às pessoas envolvidas, além de acionar os setores responsáveis pela segurança institucional e pelo acompanhamento da comunidade universitária. Será também instaurada investigação preliminar no âmbito da Corregedoria para apuração de responsabilidade de membros da comunidade universitária. Infelizmente, tais acontecimentos refletem o status atual da sociedade em geral, marcado por um alarmante número de casos de violência contra as mulheres. Entretanto, a UFPR possui as instâncias adequadas para fazer o acolhimento e a apuração de tais incidentes, bem como para tomar medidas de prevenção. A gestão da UFPR se mantém vigilante e ativa para que o ambiente da Universidade seja inclusivo, acolhedor e seguro para todas as pessoas". VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

  16. Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, observa Jerome Powell, seu indicado para presidir o Federal Reserve (Fed), durante discurso na Casa Branca, em Washington, EUA, em 2 de novembro de 2017. REUTERS/Carlos Barria/Foto de arquivo O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, terá nesta quarta-feira (28) sua última reunião de decisão de juros no comando do banco central dos Estados Unidos. A expectativa é que o economista Kevin Warsh, indicado pelo presidente Donald Trump, esteja à frente da instituição já na próxima reunião, marcada para os dias 16 e 17 de junho. O nome de Warsh será analisado por um comitê do Senado nesta quarta, antes de seguir para votação no plenário. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Apesar do fim do mandato como presidente, Powell ainda tem cadeira garantida no Fed e pode permanecer como diretor até janeiro de 2028. É praxe que o presidente deixe o cargo ao fim do mandato. A decisão dele, no entanto, ainda não foi anunciada publicamente. O economista poderia seguir na diretoria até o término do governo Trump, que, ao longo dos últimos anos, elevou o tom das críticas ao atual chefe da instituição, com xingamentos frequentes como “mula”, “cabeça oca” e “estúpido”. E a ofensiva não ficou apenas na narrativa. O republicano chegou a determinar a abertura de uma investigação contra Powell sobre os custos das reformas na sede do Fed — encerrada pelo próprio Departamento de Justiça dos EUA na última semana. (leia mais abaixo) Veja os vídeos em alta no g1: Vídeos em alta no g1 Oito anos à frente do Fed O mandato de Powell se encerra oficialmente em 15 de maio, após oito anos no cargo. Sua trajetória foi marcada por grandes choques econômicos, como a pandemia de Covid-19 — que, além das perdas humanitárias, desorganizou a economia global e provocou uma disparada nos preços ao redor do mundo. Mais recentemente, outros fatores ampliaram a pressão sobre o banqueiro central. Entre eles estão a guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada em 2022, o tarifaço global promovido por Trump e a recente escalada das tensões no Oriente Médio, com EUA e Israel em conflito contra o Irã. Em comum, esses episódios sustentam um ambiente de inflação persistente — dor de cabeça constante para os chefes dos bancos centrais. 🔎 O Fed tem um mandato duplo: controlar a inflação e sustentar o mercado de trabalho. Sua principal ferramenta é a taxa de juros. Quando os preços aceleram, o banco central sobe os juros para conter o consumo e o crédito. Quando a economia perde força, a estratégia é reduzir as taxas para estimular a atividade. Diante desse cenário, os juros do país atingiram, em 2023, o maior nível desde 2001. A partir do fim de 2024, o referencial passou a cair, e hoje está na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano. Ofensivas de Trump É nesse contexto que Donald Trump passou a disparar críticas contra Powell. O presidente dos EUA fez sucessivas investidas e pressões públicas para que o Fed reduzisse os juros. A lógica é simples: juros mais altos encarecem o crédito e reduzem o consumo, o que tende a esfriar a atividade econômica — efeito que pode se traduzir em maior insatisfação dos consumidores e impacto político na popularidade do governo. Como mostrou o g1, críticas a presidentes de bancos centrais não são exclusividade de Trump. No Brasil, o presidente Lula (PT) também se posicionou contra o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto — ainda que sem o tom de ofensas adotado pelo republicano. A pressão de Trump contra Powell começou logo nos primeiros meses do atual mandato do presidente dos EUA. As ofensivas verbais, porém, se intensificaram em julho de 2025, quando o chamou de “estúpido” e “cabeça oca”, afirmando que a política monetária estava “prejudicando as pessoas”. VEJA A LINHA DO TEMPO DAS CRÍTICAS: 'Mula', 'cabeça oca', 'estúpido': insultos e pressão por juros baixos marcaram embate Trump x Powell Fim da investigação sobre Powell O Departamento de Justiça dos EUA decidiu, na última sexta-feira (24), encerrar a investigação sobre os custos das reformas na sede do Fed, sob a gestão de Jerome Powell. A decisão, anunciada pela procuradora federal Jeanine Pirro, elimina um dos fatores que vinham sendo usados como justificativa para travar a confirmação, no Senado, de Kevin Warsh para o comando do banco central. O senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, chegou a prometer bloquear todas as nomeações para o Fed enquanto o inquérito não fosse encerrado, classificando-o como infundado. Powell foi investigado por suspeita de ter mentido ao Congresso sobre os custos e características da reforma da sede do Fed, especialmente após o aumento relevante do valor do projeto, estimado em cerca de US$ 2,5 bilhões (R$ 12,5 bilhões). Nenhuma acusação formal foi apresentada. A investigação foi iniciada pelo governo Trump justamente em um momento de escalada da pressão do republicano por cortes nos juros. Nesta quarta-feira, a previsão é de que o Fed mantenha a taxa básica na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, segundo estimativas do mercado financeiro. A expectativa, agora, se volta aos rumos da política monetária americana após a saída de Powell do comando da instituição. * Com informações da agência de notícias Reuters

  17. Lula formaliza indicação de Jorge Messias para vaga no STF O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, será sabatinado nesta quarta-feira (29) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado a partir das 9h. Ele foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para ocupar o assento vago no Supremo Tribunal Federal (STF) desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. O clima no Congresso indica que a sabatina será longa e a votação, apertada. Para chegar ao STF, o ministro de Lula precisa do apoio de ao menos 41 dos 81 senadores, a maioria absoluta. A votação no plenário será secreta e realizada após a sabatina. Flávio Dino, indicado por Lula em 2023, e André Mendonça, escolhido por Jair Bolsonaro (PL) em 2021, passaram pelo Senado com uma folga de apenas 6 votos (leia mais abaixo nesta reportagem). Os últimos dias foram de intensa articulação. O governo considera ter 25 votos assegurados. Outros 35 senadores se declararam contrários à indicação e 21 indecisos podem selar o destino do ministro. Vídeos em alta no g1 A indicação de Messias causou desgaste na relação entre governo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que preferia seu aliado Rodrigo Pacheco (PSB-MG). Entre o anúncio da indicação e a sabatina, passaram-se mais de cinco meses. Lula só mandou oficialmente a candidatura de Messias ao Senado no começo de abril, esperando um momento mais favorável. A oposição, por sua vez, trabalha para barrá-lo e impor uma dura derrota a Lula a poucos meses da eleição. A colunista do g1 Andréia Sadi revelou nesta terça (28) que Messias e Alcolumbre se encontraram fora da agenda na semana passada e conversaram sobre a sabatina. Infográfico mostra placares de votações no Senado sobre indicações ao Supremo Juan Silva/Arte g1 Mendonça e Dino: votações apertadas Dino teve 47 votos a favor, 31 contra e 2 abstenções. Foram apenas 6 votos de folga. A sabatina do ministro na CCJ, realizada em dezembro de 2023, durou mais de 10 horas. Em junho de 2023, o Senado votou a indicação de Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula nos processos da Lava Jato. Essa aprovação foi mais tranquila, com 58 votos favoráveis e 18 contrários. A sabatina levou quase 8 horas. André Mendonça viveu situação parecida com a de Messias — de quem é amigo, aliás. Indicado por Bolsonaro em 2021, esperou mais de quatro meses até que sua sabatina fosse marcada por Alcolumbre, que naquele momento era o presidente da CCJ. A votação foi apertada como a de Flávio Dino: 47 votos a favor e 32 contrários, após 8 horas de sabatina. Kassio Nunes Marques, primeira indicação do ex-presidente, foi sabatinado em outubro de 2020 durante cerca de 10 horas e obteve 57 votos favoráveis, com 10 contrários e uma abstenção. Como foram as votações dos outros ministros Alexandre de Moraes (2017): 55 votos a favor e 13 contra Edson Fachin (2015): 52 votos a favor e 27 contra Luiz Fux (2011): 68 votos a favor e 2 contra Dias Toffoli (2009): 58 votos a favor, 9 contra e 3 abstenções Cármen Lúcia (2006): 55 votos a favor e um contra Gilmar Mendes (2002): 58 votos a favor e 15 contra Como funciona a sabatina na CCJ do Senado Messias responderá a perguntas dos 27 integrantes da comissão. Depois, sua indicação será votada na CCJ. Ele precisa de pelo menos 14 votos para ser aprovado, mas a palavra final cabe ao plenário. Cada senador tem 10 minutos para perguntar, e o indicado tem 10 minutos para responder. Há possibilidade de réplica e tréplica, de forma imediata, por cinco minutos. O relator da indicação é o senador Weverton Rocha (PDT-MA), que apresentou parecer favorável a Messias no dia 14 de abril.

  18. Opep JN Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram nesta terça‑feira (28) sua retirada, a partir de 1º de maio, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), à qual pertenciam há seis décadas, assim como da aliança Opep+. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça O que são a Opep e a Opep+? A Opep é um organismo econômico intergovernamental fundado em 1960 por Arábia Saudita, Venezuela, Irã, Iraque e Kuwait. Sua criação foi motivada pela queda do preço oficial do petróleo bruto, fixado de forma unilateral pelas grandes petrolíferas internacionais conhecidas como as "Sete Irmãs”, que dominavam o mercado do petróleo. A Opep surgiu como um contrapeso a esse domínio, com o objetivo de coordenar e unificar as políticas petrolíferas de seus países membros, além de defender suas receitas provenientes da exportação de petróleo. Até agora, a Opep era composta por 12 países: os cinco fundadores, além de Emirados Árabes Unidos, Argélia, Nigéria, Líbia, Guiné Equatorial, Congo e Gabão. A Opep tem sede em Viena e realiza conferências ministeriais ordinárias duas vezes por ano, embora nos últimos anos esses encontros tenham ocorrido apenas de forma virtual. Desde dezembro de 2016, existe também a aliança Opep+, que reúne os países do grupo e outros 10 grandes produtores de petróleo, inclusive o Brasil, sob liderança da Rússia. O Comitê Ministerial Conjunto de Monitoramento do Mercado (JMMC) da Opep+ se reúne virtualmente a cada dois meses. Vídeos em alta no g1 Quais são os motivos oficiais da saída dos EAU? Segundo o governo dos Emirados, a decisão é motivada pelos "interesses nacionais” e pelo compromisso do país de contribuir para atender às necessidades urgentes do mercado, em um contexto de volatilidade geopolítica causada por perturbações no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, que afetam a oferta. O ministro da Energia e Infraestrutura dos EAU, Suhail bin Mohamed Al Mazrouei, afirmou que a retirada "reflete uma evolução política alinhada com os fundamentos do mercado no longo prazo”. Em que contexto geopolítico ocorre a saída? A retirada acontece em meio à guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã, iniciada em 28 de fevereiro, que provocou o bloqueio do Estreito de Ormuz e ataques a instalações energéticas na região. Segundo a própria Opep, a produção de petróleo do grupo caiu em março quase 8 milhões de barris por dia (mbd), uma redução de 27,5% em relação a fevereiro, devido ao conflito e ao bloqueio. A saída dos EAU ocorre em um momento de máxima tensão entre os países vizinhos do Golfo Pérsico, que foram acusados por Abu Dhabi de não fazerem frente aos ataques iranianos contra a infraestrutura energética da região. Frustração com vizinhos influenciou decisão? Os Emirados aparentemente se sentem pouco apoiados pelos países vizinhos nessa crise do Irã. O assessor diplomático do presidente dos EAU, Anwar Gargash, criticou abertamente no início da semana os países do Conselho de Cooperação do Golfo. “Em 2000, assinamos um acordo de defesa conjunta”, afirmou Gargash. “E agora precisamos constatar que a posição dos países do Conselho de Cooperação do Golfo – embora seja verdade que tenham se apoiado mutuamente em termos logísticos – foi, do ponto de vista político e militar, historicamente a mais fraca.” “Essa é mais uma mensagem política do que econômica”, afirma Marc Ayoub, especialista em energia do Instituto Tahrir, citado pelo portal de notícias Tagesschau, da televisão pública alemã ARD. "Isso mostra que os Emirados não estão satisfeitos com a liderança da Opep. É um recado para a Arábia Saudita e um indicador do estado das relações saudita‑emiradenses, seja no campo político ou econômico, especialmente nas questões de energia.” A decisão é um golpe direto no principal vizinho e tradicional potência do Golfo: a Arábia Saudita. Com a saída da Opep, os Emirados também devem deixar claro que estão se aproximando do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – inclusive adotando seu estilo de agir, priorizando seus próprios interesses em detrimento de aliados de longa data ou organizações multilaterais. Talvez também por acreditarem que, dessa forma, possam obter maior proteção de Washington. O que acontecerá com a política petrolífera dos EAU? As autoridades emiradenses afirmaram que, após deixar a Opep, o país continuará atuando de forma responsável, aumentando a produção de maneira gradual. O ministro da Energia reiterou o compromisso dos EAU com a segurança energética e com a garantia de um fornecimento confiável. Antes do início da guerra, o país produzia cerca de 3,4 milhões de barris por dia e possui reservas comprovadas de até 113 bilhões de barris, a sexta maior do mundo. Quais são as implicações para a Opep e a Opep+? O anúncio dos Emirados ocorre em um momento de elevada volatilidade nos mercados de energia. Com a saída da Opep, os EAU não precisarão mais cumprir as cotas de produção impostas pelo grupo, o que pode levá‑los a exportar mais petróleo do que antes. Isso poderia moderar os preços em um mercado fortemente pressionado pela guerra e pelo conflito em torno do Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% de todo o petróleo exportado para o mercado internacional. A retirada dos Emirados representa um desafio para seu grande vizinho, a Arábia Saudita, que domina a Opep+ junto com a Rússia. No passado, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita tiveram diversas disputas sobre os níveis de produção de cada país membro da Opep. Com a saída dos EAU, a Arábia Saudita passa a ser o único país da Opep com potencial relevante para aumentar a produção. A grande questão será se Riad conseguirá manter unido o que restar da organização. O último país importante a deixar o grupo foi o Catar, em 2019, para focar mais na produção de gás natural. Outros países que abandonaram a Opep nos últimos anos foram Angola (2023) e Equador (2020). Quais os efeitos no mercado de petróleo? De acordo com o especialista em energia Marc Ayoub, os efeitos provavelmente serão principalmente de longo prazo. "Não terá um grande impacto nos mercados no curto prazo, porque o Estreito de Ormuz está fechado. Mas, no futuro, assim que as exportações se normalizarem, os Emirados Árabes Unidos poderão levar muitos barris ao mercado sem restrições", afirma o analista.

  19. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado vai nesta quarta-feira (28) sabatinar e votar a indicação de Jorge Messias, atual advogado-geral da União (AGU), para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Messias foi escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em novembro do ano passado, mas a indicação foi formalizada somente em abril. A reunião da comissão está marcada para as 9h. Após análise da CCJ, a indicação deverá ser votada no mesmo dia pelo plenário do Senado. Uma vez aprovado pelo plenário, Messias estará apto a assumir a função. Senado sabatina Jorge Messias para o STF Cabe somente ao Senado analisar a escolha, que não precisa passar pela Câmara. Os requisitos para preencher a vaga do STF são: idade superior a 35, notável saber jurídico e reputação ilibada. Os ministros Renan Filho (Transportes) e Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social) se licenciaram das pastas e, como são senadores, vão votar a favor para dar suporte ao nome de Messias. Renan Filho, inclusive, agora é membro da CCJ, no lugar de Sérgio Moro (PL-PR). Serão necessários para aprovação: Na CCJ: votos favoráveis da maioria dos presentes. A votação só começará com a presença de ao menos 14 senadores. A comissão possui 27 membros titulares; No plenário: pelo menos 41 votos favoráveis. A votação só começará quando este número de presentes estiver no plenário. Foto de arquivo: o advogado-geral da União, Jorge Messias, faz pronunciamento à imprensa em Brasília em 01/07/2025 WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO Nas duas etapas, a votação será secreta. Não é possível saber como cada parlamentar votou, apenas o placar geral do resultado. Segundo assessoria do presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), a sabatina do AGU será a terceira e última do dia. Primeiro, a comissão vai sabatinar e votar os nomes de Margareth Costa para ser ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e de Tarcijany Machado para o cargo de defensora pública-geral federal. Depois, será a vez de Messias. A reunião da CCJ será organizada da seguinte forma: Messias fará uma apresentação inicial; cada parlamentar terá até dez minutos para perguntar. As perguntas serão divididas por blocos, formados por três ou quatro senadores; Messias não deve ter um limite de tempo para responder; geralmente, a réplica do senador é de até 5 minutos e a tréplica do indicado também. Otto Alencar, que comandará a sessão, é quem vai balizar a tréplica e decidir se a concede ou não. Qualquer senador poderá fazer perguntas, mesmo se não for membro titular ou suplente da comissão. Independente se a comissão aprovar ou rejeitar o nome, a indicação terá de passar pelo plenário, que tem o poder de manter ou reverter as decisões do colegiado. Quem é Jorge Messias Jorge Rodrigo Araújo Messias comanda a Advocacia-Geral da União (AGU) desde o início do terceiro mandato de Lula e tem bom trânsito com ministros do STF pela longa atuação na Corte. Messias é evangélico, tem 46 anos e é natural de Pernambuco. Foi procurador do Banco Central e da Fazenda Nacional. No governo Dilma Rousseff, atuou como consultor jurídico dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação, e foi subchefe para assuntos jurídicos da Presidência.

  20. Égua relincha e emociona familiares durante velório do dono em Blumenau, SC Quando pediu para levar a égua Nina para o velório do pai em Blumenau (SC), Daiane Krug Palmeira queria que o animal se despedisse do tutor, Pedro Krug, de 70 anos. Quando o equino relinchou a vê-lo no caixão, toda a família se emocionou. "Ensinou a dar a pata e pedia para ela deitar no ombro dele e ela deitava a cabeça. Enfim, ele tinha uma relação de muito amor com ela. Ele sempre foi apaixonado por animais.", contou Daiane. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp O velório ocorreu na segunda-feira (27) e o momento em que o animal foi levado para se despedir do tutor foi filmado. É possível ver que a égua é puxada até perto do caixão e, ao se aproximar do corpo do tutor, ela relincha. O equino continua perto do dono, enquanto recebe carinho de outras pessoas (assista acima). Égua relincha no velório do tutor em Blumenau Reprodução/Redes sociais Ao g1, Daiane contou que seu pai era tutor da égua Nina há oito anos. Segundo ela, o pai domou e deixou o equino manso. "Uma das alegrias dele era colocar as crianças para andar nela. Fazia a alegria da criançada, outra paixão dele", disse a filha. LEIA MAIS: Filhote de buldogue que ingeriu mais de 50 pedras de crack tem alta da UTI Golden retriever com hobby curioso é 'contratada' para estourar balões após festas por condomínio Pedro Krug com a égua Nina Daiane Cristina Krug Palmeira/Arquivo pessoal Tutor teve três tumores cerebrais A filha contou que a égua ficava em uma baia na entrada da casa de Pedro e costumava ir todos os dias a um espaço onde podia pastar. Nos últimos meses, porém, ele passou a enfrentar problemas de saúde e deixou de ver o animal diariamente. “Desde que descobriu que estava com três tumores cerebrais, em novembro de 2025, ficou sem ver a Nina todos os dias”, resumiu a filha. Após sair do hospital, Pedro passou a morar com Daiane, onde recebeu os cuidados da família. Como o local ficava distante da casa dele, ele passou cerca de um mês e meio sem ver a égua — entre 17 de novembro e 1º de janeiro de 2026. No primeiro dia do ano, Pedro foi até o rancho onde Nina estava sendo cuidada para visitá-la. “Depois desse dia, ele a viu mais duas vezes. Uma delas foi na semana passada, quando já estava bem debilitado”, contou. Antes de Nina, Pedro teve o cavalo Pingo por 33 anos. O animal foi enterrado em frente à casa dele. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

  21. O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira (29) para vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e precisará da maioria dos votos favoráveis entre os presentes para ser aprovado. A disputa será voto a voto entre o governo e a oposição. Independente se for aprovado ou rejeitado na comissão, a indicação será votada no plenário do Senado, onde é necessário o apoio de 41 senadores. Nas duas etapas, a votação será secreta. Ou seja, não será possível saber como cada parlamentar votou, apenas o placar geral do resultado. Messias e Alcolumbre se encontraram em Brasília Senadores da base governista projetam uma aprovação tranquila na CCJ e variam entre 43 e 48 votos na projeção do plenário. A escolha de Lula por Messias em novembro de 2025 deflagrou uma crise com o Alcolumbre, que buscava emplacar o colega e aliado de primeira hora, Rodrigo Pacheco (PSB-MG). O movimento de Alcolumbre pela rejeição fez o governo adiar o envio da mensagem formalizando a indicação, o que só ocorreu no início do mês. Após a indicação em novembro do ano passado, Alcolumbre chegou a anunciar que a sabatina ocorreria em duas semanas, para evitar que Messias visitasse os senadores e não conseguisse os votos. Em abril deste ano, após o anúncio do calendário para a sabatina, Alcolumbre se recusou a receber Messias em uma audiência oficial. Segundo o blog da Andreia Sadi, o presidente do Senado e Messias se encontraram na semana passada e conversaram sobre a sabatina. O encontro, no entanto, ocorreu fora da agenda na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal, Cristiano Zanin. Advogado-geral da União e indicado ao Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias, e presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ricardo Stuckert / PR No encontro, estiveram presentes o senador Rodrigo Pacheco e o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, aliados de Alcolumbre. Como mostrou o blog da Andreia Sadi, ao conversarem sobre o cenário no Senado, Messias foi lembrado que as últimas sabatinas não tiveram placar com muita vantagem, como o caso de Paulo Gonet quando foi reconduzido ao cargo de procurador-geral da República em novembro do ano passado com 45 votos. Aliados de Messias avaliaram a conversa como um “reencontro de dois amigos”, afastados por “razões do destino”, mas que tinham “certeza de que se queriam bem logo que se encontraram”. Interlocutores de Alcolumbre, no entanto, afirmam que ele não se comprometeu com votos para Messias, mas que garantiria um processo institucional. Apesar disso, nesta terça-feira (28), Pacheco almoçou com Messias ao lado do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e de João Campos, prefeito de Recife e presidente do PSB, formalizando o apoio do partido. Segundo aliados, o movimento confirma que o grupo político de Alcolumbre está a vontade para votar a favor de Messias. Às vésperas da sabatina, o governo Lula empenhou cerca de R$ 12 bilhões emendas parlamentares. O PL, principal partido de oposição, foi a legenda que mais teve recursos separados para pagamento no Senado, com R$ 479 milhões. 🔎Empenhar uma emenda significa que o governo separou esse montante para o pagamento, se comprometendo a liberar o recurso. Além disso, Messias contará com o apoio do ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, que o acompanhará durante a sabatina. “Bloqueei toda minha agenda. Chegarei com ele e ficarei ao lado dele até o fim como um gesto de apoio”, disse Múcio ao g1. Rito da sabatina Segundo assessoria do presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), a sabatina do AGU será a terceira e última do dia. Primeiro, a comissão vai sabatinar e votar os nomes de Margareth Costa para ser ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e de Tarcijany Machado para o cargo de defensora pública-geral federal. Depois, será a vez de Messias. A reunião da CCJ será organizada da seguinte forma: Messias fará uma apresentação inicial; cada parlamentar terá até dez minutos para perguntar. As perguntas serão divididas por blocos, formados por três ou quatro senadores; Messias não deve ter um limite de tempo para responder; geralmente, a réplica do senador é de até 5 minutos e a tréplica do indicado também. Otto Alencar, que comandará a sessão, é quem vai balizar a tréplica e decidir se a concede ou não. Serão necessários para aprovação: ➡️ Na CCJ: votos favoráveis da maioria dos presentes. A votação só começará com a presença de ao menos 14 senadores. A comissão possui 27 membros titulares; ➡️ No plenário: pelo menos 41 votos favoráveis. A votação só começará quando este número de presentes estiver no plenário.

  22. Rei Charles III e rainha Camilla são recebidos por Trump e Melania na Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o rei Charles III trocaram presentes durante encontro na Casa Branca nesta terça-feira (28). A primeira-dama Melania Trump e a rainha consorte Camilla também participaram da troca de agrados. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Entre os presentes estão colheres de prata, mel produzido na Casa Branca e até o sino de um submarino britânico da Segunda Guerra Mundial. Veja os detalhes. 🍯 Colheres de prata e mel Melania apresenta para o rei Charles e para a rainha Camilla a produção de mel da Casa Branca Getty Images via AFP Melania presenteou a rainha Camilla com seis colheres de chá de prata da Tiffany’s. As peças seguem o modelo “King”, popular no Reino Unido e nos Estados Unidos no fim do século XIX, e foram gravadas à mão com o monograma da monarca. O presente foi acompanhado de um pote de mel produzido na Casa Branca. Durante a visita, Trump e Melania levaram Charles e Camilla para conhecer a colmeia instalada nos jardins da residência oficial. A estrutura tem formato inspirado na própria Casa Branca. Segundo a Casa Branca, o presente faz referência ao interesse da rainha pela criação de abelhas. 📝 Carta histórica Rei Charles III, do Reino Unido (à esquerda), e presidente dos EUA, Donald Trump, em cerimônia na Casa Branca em 28 de abril de 2026. REUTERS/Suzanne Plunkett Trump entregou ao rei Charles uma cópia fiel de uma carta escrita em 1785 por John Adams, primeiro embaixador dos Estados Unidos no Reino Unido. No documento, Adams descreve o encontro com o rei George III, quando foi recebido no Palácio de St. James como representante americano. A carta relata a cerimônia e cita o discurso do diplomata ao monarca, no qual afirmou que trabalharia para restabelecer a amizade entre os dois países. A carta também inclui a resposta do rei, que disse ter sido “o último a consentir com a separação”, mas que seria o primeiro a corresponder à amizade dos Estados Unidos. 📋 Projeto de mesa O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na mesa 'Resolute' REUTERS/Kylie Cooper O rei Charles presenteou Trump com uma cópia fiel do projeto da Mesa do Resolute, que é usada pelo presidente dos Estados Unidos. Os desenhos mostram a parte frontal, o topo e a projeção da mesa, que está atualmente no Salão Oval. A mesa foi construída com madeira do navio britânico H.M.S. Resolute. A embarcação foi recuperada pelos Estados Unidos e devolvida ao Reino Unido em 1856 como gesto de boa vontade. Anos depois, a madeira foi usada para fabricar a mesa, que foi entregue ao presidente Rutherford B. Hayes em 1880 como um presente da rainha Vitória. 🔔 Sino de submarino Rei Charles presenteia Trump com sino de submarino britânico Brendan Smialowski/AFP O rei também deu a Trump o sino original do submarino britânico HMS Trump, usado pela Marinha Real durante a Segunda Guerra Mundial. A embarcação foi lançada em 1944 e operou principalmente no Pacífico, em missões contra forças japonesas. O nome do submarino não tem relação com o sobrenome da família Trump. Em inglês, a palavra “trump” pode ser traduzida como “trunfo”. O presente foi entregue por Charles durante um jantar de gala na Casa Branca. Ao discursar diante dos convidados e do presidente norte-americano, o rei fez uma brincadeira. “Que ele sirva como testemunho da nossa história compartilhada como nação e de um futuro brilhante. E, caso precise entrar em contato conosco, apenas nos dê um toque”. 💎 Broche A rainha Camilla e a primeira-dama Melania Trump durante visita real aos EUA em 28 de abril de 2026 Chris Jackson/Pool via REUTERS A rainha Camilla presenteou Melania com um broche da famosa designer britânica Fiona Rae. A joalheira atua há mais de três décadas e é especializada em peças com esmaltação. As peças da designer combinam técnicas artesanais tradicionais com o uso de tecnologia e design assistido por computador. VÍDEOS: mais assistidos do g1

  23. Estilhaços em para-brisa de carro após homem atropelar a ex-mulher Divulgação/Polícia Civil A Polícia Civil indiciou por tentativa de homicídio qualificado e tentativa de feminicídio o homem que jogou o próprio filho, um bebê de 11 meses, pela janela do carro e atropelou a ex-mulher em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O suspeito teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça. A conclusão do inquérito foi divulgada na manhã desta terça-feira (5). O homem que jogou o próprio filho, um bebê à época com 11 meses, pela janela do carro e em seguida atropelou a ex-esposa em Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, foi condenado a uma pena de 33 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado. O caso aconteceu durante uma discussão entre o homem e a mulher, mãe da criança, na noite de 22 de fevereiro de 2024. O Ministério Público o denunciou por tentativa de homicídio e tentativa de feminicídio. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Ele não teve o nome divulgado, pois o caso tramitava em segredo de Justiça. A prisão preventiva foi mantida. A criança teve alta hospitalar no dia seguinte ao crime. A mãe do bebê teve um quadro mais grave e precisou ficar internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Ela deixou a instituição de saúde no mês seguinte. VÍDEO: 'Estava muito machucado', diz testemunha Separação e histórico de violência doméstica Homem é preso por jogar bebê de 11 meses por janela de carro no RS, diz BM O delegado Lucas Britto, que conduziu a investigação, afirmou à época que o então réu e a mulher tiveram um relacionamento de nove anos e estariam separados desde o início de 2023. Eles têm três filhos juntos. De acordo com a Polícia Civil, o homem já tinha histórico de violência doméstica contra a ex-companheira. Foram pelo menos três registros. "Ele não parou de ameaçar ela. Disse que se ela arrumasse um novo companheiro ia matar ela e o novo companheiro", pontuou o delegado na época do crime. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  24. Delegacia de Juruti Temis de Souza O filho da professora Lana Angélica Sousa Guimarães, de 60 anos, encontrada morta com golpes de faca dentro de casa, em Juruti, no oeste do Pará, na noite de segunda-feira (27), é o principal suspeito do crime e foi detido pela Polícia Civil. Ele está na delegacia do município, onde presta depoimento. ✅ Siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp A morte da professora, que atuava na rede municipal de ensino, causou revolta na cidade. Um grande número de pessoas se concentrou em frente à unidade policial após a detenção do suspeito. Ao g1, o superintendente da Polícia Civil do Baixo Amazonas, delegado Jardel Guimarães, informou que o homem é investigado como possível autor do homicídio, e que já foi solicitada a prisão temporária dele. “Ele encontra-se na delegacia prestando depoimento e foi solicitado a sua prisão temporária”, disse. Ele também reforçou que há indícios contra o investigado, embora ele negue participação no crime. “Ele é suspeito de ser o autor do fato. O delegado Weslley Vicente solicitou a prisão temporária do mesmo. Ele está negando a autoria, mas há fortes indícios de ser o autor do homicídio. Ele deve ser transferido pra Santarém”. A polícia informou ainda que o suspeito pode ser encaminhado para Santarém, onde deve ficar à disposição da Justiça.

  25. PF investiga entrada de bagagens sem fiscalização em voo com Motta e Ciro Nogueira Reprodução A Polícia Federal investiga a entrada no Brasil sem fiscalização de cinco bagagens trazidas em um voo que teve como passageiros o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o senador Ciro Nogueira (PP-PI). A situação ocorreu no retorno de uma viagem à ilha caribenha de São Martinho em um avião particular do empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG. O empresário foi alvo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investigava Bets. O caso chegou no Supremo Tribunal Federal (STF) após a PF identificar a presença de parlamentares com foro na Corte na lista de passageiros - portanto só podem ser investigados com aval do STF. Estavam no voo: o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). O documento foi despachado para o ministro Alexandre de Moraes, que pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a investigação. Vídeos em alta no g1 A PGR vai avaliar se os indícios justificam uma abertura de apuração contra os parlamentares, se há necessidade de mais diligências para aprofundar o caso antes de uma análise sobre a investigação ou se será apenas o caso de devolver a investigação para a primeira instância, se identificar que não há elementos suficientes contra os parlamentares. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornal Folha de S.Paulo. O g1 teve acesso ao relatório produzido pela PF. A PF diz que ainda não é possível dizer de quem eram os volumes ou se há envolvimento de autoridades com foro. O Ministério Público Federal de São Paulo também entendeu que era o caso de encaminhar para o STF avaliar. “Não há, portanto, como descartar a possibilidade de envolvimento de um ou mais passageiros detentores de prerrogativa de foro [...] nos delitos sob apuração nos presentes autos ou em outras práticas delitivas que porventura vierem a ser reveladas no curso das investigações”. Procurado pelo g1, o presidente da Câmara afirmou que "ao desembarcar no aeroporto, cumpriu todos os protocolos e determinações estabelecidas na legislação aduaneira" e que vai aguardar a manifestação da PGR. O deputado Doutor Luizinho disse que não vai se manifestar sobre o caso. Os demais parlamentares foram procurados, mas não se manifestaram. O g1 não localizou os demais citados. Segundo a investigação da PF, o auditor fiscal Marco Antônio Canella teria permitido que o piloto José Jorge de Oliveira Júnior passasse pela área de fiscalização com as bagagens por fora da máquina de raio-x ao chegar a São Paulo no dia 20 de abril de 2025. A polícia apura os crimes de prevaricação e facilitação de contrabando ou descaminho ao permitir que as bagagens entrassem no Brasil sem fiscalização. Segundo a PF, o piloto José Jorge de Oliveira Junior passou pelo ponto de fiscalização duas vezes. Na primeira, o piloto submete duas bagagens pela máquina de raio-x. Minutos depois, ele retorna ao ponto de fiscalização com cinco volumes a mais - além das bagagens que já estavam carregando anteriormente - e nenhuma delas passa por fiscalização. As imagens do circuito de segurança do São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, em São Roque (SP), analisadas pela PF, mostram a sequência: às 21:31, José Jorge de Oliveira Junior passa pela fiscalização com duas bagagens; Imagens do desembarque do piloto José Jorge de Oliveira Junior no aeroporto São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, situado em São Roque/SP Reprodução às 21:40, o piloto retorna ao ponto de fiscalização carregando cinco volumes a mais sem passar pela fiscalização. Imagens do desembarque do piloto José Jorge de Oliveira Junior no aeroporto São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, situado em São Roque/SP Reprodução Imagens do desembarque do piloto José Jorge de Oliveira Junior no aeroporto São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, situado em São Roque/SP Reprodução Segundo a PF, os itens correspondem a: Sacola plástica; Aparentemente uma caixa de papel; Sacola de papel; Edredom; Mala de viagem; Aparentemente uma caixa; Mochila. O relatório da polícia aponta que os itens 5 e 7, mala de viagem e mochila, foram os itens submetidos ao raio-x anteriormente. As imagens indicam que o auditor fiscal acompanhou a movimentação e permitiu a passagem dos volumes “sem a devida fiscalização”. Segundo o relatório, no momento em que o piloto passa pelo ponto de fiscalização com as bagagens não inspecionadas, ele "troca olhares e breves palavras com o tripulante e, após este passar pelo ponto de fiscalização, a Operadora de Raio-X questiona o Auditor Fiscal, que gesticula com as mãos expressando banalidade e irrelevância". "É possível constatar que o Auditor Fiscal da Receita Federal permite passar sete volumes sem a devida fiscalização", diz o documento.

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