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G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Veja as reportagens do telejornal com as notícias do DF.

  2. Secretária do prefeito de Rio Preto pede para servidores criarem 'milícia digital' A secretária de Desenvolvimento Social de São José do Rio Preto (SP), Sandra Reis, convocou, por meio de um áudio, servidores da prefeitura a criar uma “milícia” na internet com o objetivo de divulgar notícias positivas da gestão do prefeito Coronel Fábio Candido (PL). A gravação, compartilhada com o g1 nesta sexta-feira (5), gerou repercussão e críticas nas redes sociais. Nela, a secretária afirma que participou de uma reunião com o prefeito e que seria necessário reagir ao que chamou de “invenções da oposição”. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp "A gente teve uma reunião com o prefeito, e é muito importante, diante de todas essas invenções que estamos sofrendo pela oposição, nos posicionarmos. E algo bastante, bastante importante, é criarmos esta milícia da força, do fortalecimento", diz a secretária, no áudio. "Por favor, é muito importante que vocês comentem positivamente, repostem", completou. A declaração provocou questionamentos por usar o termo “milícia”, palavra associada a grupos armados ilegais, e por sugerir a mobilização de servidores públicos para defender politicamente a gestão municipal. Na sexta-feira (6), Sandra Reis publicou um posicionamento nas redes sociais no qual justificou que “milícia” é um termo usado no marketing para designar grupos "fortes", "organizados", e que "defendem uma causa". Veja o posicionamento completo abaixo. “A minha causa é a política séria. A minha causa é entender que aqui em cima eu 'caneto' centenas de vidas que podem ser transformadas todas as vidas”, afirmou a secretária. Também procurada, a assessoria de comunicação da Prefeitura de Rio Preto disse que não irá se manifestar, uma vez que se tratava de uma opinião da secretária na rede social particular. Initial plugin text Sob críticas O prefeito de Rio Preto tem sido alvo de críticas pelo aumento de até 20% no valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) neste ano. Isso porque, em entrevista à TV TEM, ele atribuiu o reajuste e a atualização da Planta Genérica de Valores a mudanças feitas pelo governo federal, por meio da Reforma Tributária. A explicação, no entanto, é contestada por um especialista em direito tributário, que afirma que a legislação federal não interfere no cálculo do imposto municipal. Entenda sobre a polêmica aqui. Coronel Fábio Candido (PL) ao lado da secretária de Desenvolvimento Social de Rio Preto (SP), Sandra Reis Reprodução/Instagram Posicionamento de Sandra Reis na íntegra “Milícia é um termo usado no marketing. Eu sou especialista em marketing pela ESPM, quem entrar no meu LinkedIn vai ver, para grupos fortes, grupos organizados que defendem uma causa. E eu defendo uma causa. A minha causa é a política séria. A minha causa é entender que aqui em cima eu caneto centenas de vidas que podem ser transformadas todas as vidas. E realmente quem não produz nada é expert em descontextualizar e querer tirar o foco das coisas boas, porque ele não produz. Simplesmente ele quer que a gente também não produza. Para não ser comparativo. Então, hoje eu sempre usei a minha rede social para inspirar, sempre. E continuarei usando a minha rede social, porque eu entendi, inclusive, nas milhares de mensagens que eu recebi ontem, que a gente está forte, que tem muita gente do bem que acredita nisso. Investimento de R$ 6 milhões no carnaval, que vai retornar em mais de 215 milhões, isso é gestão. Eu acredito no desenvolvimento social através do desenvolvimento econômico. É muito além do que a ideologia é barata, é prática, é realidade, é transformação. Eu acredito nessa gestão. Vou continuar lutando por isso. E quem quiser vir junto, por favor, configure comigo esse exército da verdade e é isso que nós vamos fazer, porque nada resiste ao trabalho. Nada resiste, vou trabalhar muito mais. Nada resiste a trabalhar.” Veja mais notícias da região em g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

  3. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de Pernambuco.

  4. Veja as reportagens do telejornal com as notícias do DF.

  5. Caso Epstein: Departamento de Justiça dos EUA divulga mais 3 milhões de arquivos O ex-embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos, Peter Mandelson, renunciou à Câmara dos Lordes, a câmara alta do Parlamento britânico, nesta terça-feira (3) após novas revelações sobre seus vínculos com Jeffrey Epstein, segundo o jornal "The Guardian". Mandelson é casado com o brasileiro Reinaldo Avila da Silva. Segundo o presidente da Câmara dos Lordes, Michael Forsyth, Mandelson anunciou que se aposentará da câmara alta do Parlamento a partir de quarta-feira (4). O governo britânico preparava uma legislação para expulsar Mandelson da Câmara dos Lordes e retirar o título de nobreza, Lord Mandelson, que ele recebeu com sua nomeação vitalícia ao Parlamento. O governo também informou que enviou um dossiê à polícia, que investiga alegações de que Mandelson teria repassado informações sensíveis do governo ao falecido criminoso sexual. O primeiro-ministro Keir Starmer disse ao seu gabinete nesta terça-feira que ficou “chocado” com as revelações contidas em novos documentos divulgados sobre Epstein e que teme que ainda surjam mais detalhes. Um conjunto de mais de 3 milhões de páginas de documentos relacionados a Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA, trouxe revelações constrangedoras sobre Mandelson, de 72 anos, que ocupou cargos de alto escalão em governos trabalhistas anteriores e foi embaixador do Reino Unido em Washington até ser demitido por Starmer em setembro devido às suas ligações com Epstein. Os arquivos recém-divulgados contêm detalhes sobre os contatos de Mandelson com o financista, incluindo e-mails com informações políticas, algumas das quais críticos dizem que podem ter violado a lei. A polícia afirmou que está analisando relatos de má conduta “para determinar se atingem o patamar criminal para investigação”. O porta-voz de Starmer, Tom Wells, disse que o governo informou à polícia que os documentos sobre Mandelson e Epstein continham “prováveis informações sensíveis ao mercado” sobre a crise financeira global de 2008 e seus desdobramentos, que não deveriam ter sido compartilhadas fora do governo Peter Mandelson foi embaixador britânico nos Estados Unidos. Carl Court/Pool via AP O que aconteceu? Há cerca de um ano, Peter Mandelson era o embaixador do Reino Unido em Washington, o mais recente cargo de destaque em uma carreira política turbulenta, mas influente. A amizade com Jeffrey Epstein lhe custou esse posto. O marido de Mandelson é o brasileiro Reinaldo Avila da Silva, que recebeu depósitos que somam £10.000 (cerca de 70 mil reais em cotação atual). Agora, após novas revelações, Mandelson — assim como outros homens poderosos, incluindo Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do rei Charles III — enfrenta pressão para esclarecer sua relação com o falecido agressor sexual. Mandelson deixou o Partido Trabalhista, que está no governo, no domingo (1), após novas alegações de que teria recebido pagamentos de Epstein há duas décadas. Ele afirmou que estava se afastando para evitar “mais constrangimentos”, embora tenha negado as acusações que surgem a partir de um conjunto de mais de 3 milhões de páginas de documentos relacionados a Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA. O primeiro-ministro Keir Starmer, que já havia demitido Mandelson do cargo de embaixador por causa de revelações anteriores sobre seus laços com Epstein, agora enfrenta pressão para fazer com que ele deponha nos Estados Unidos sobre o que sabia a respeito das atividades do financista. Mandelson ao lado do presidente Donald Trump em maio de 2025, em Washington. Evan Vucci/AP Na segunda-feira (2), Starmer pediu que Mandelson renunciasse à Câmara dos Lordes para a qual ele foi nomeado vitaliciamente em 2008. Isso também implicaria abrir mão do título de nobreza, Lord Mandelson, que recebeu na ocasião. “O primeiro-ministro acredita que Peter Mandelson não deveria ser membro da Câmara dos Lordes nem usar o título”, disse o porta-voz de Starmer, Tom Wells. “No entanto, o primeiro-ministro não tem o poder de removê-lo.” Mandelson — assim como Mountbatten-Windsor, o ex-príncipe Andrew — também enfrenta pedidos para prestar depoimento sobre Epstein nos EUA. O ministro Steve Reed afirmou na segunda-feira que ambos têm uma “obrigação moral” de ajudar as vítimas de Epstein. “Se alguém tem informações ou evidências que possam compartilhar para ajudar a entender o que aconteceu e levar justiça às vítimas, então deve compartilhá-las, seja Andrew Mountbatten-Windsor, seja Lord Mandelson ou qualquer outra pessoa”, disse ele à Sky News.

  6. Escolher um serviço de internet parece simples, mas dentro de uma empresa, essa decisão influencia diretamente a produtividade da equipe, a experiência do cliente, a proteção de dados e até a capacidade de crescimento. Mesmo assim, muitas empresas ainda escolhem seus planos apenas levando em conta o valor da mensalidade ou a velocidade prometida. O problema é que a internet corporativa não perdoa erros básicos. Quando a escolha do provedor é feita sem critério, o resultado aparece em forma de lentidão, quedas constantes, falhas de segurança, retrabalho, perda de oportunidades e processos que deixam de escalar. 1. Achar que internet residencial e internet corporativa são praticamente a mesma coisa Esse é um dos erros mais comuns e também um dos mais perigosos. Conexões residenciais não são projetadas para ambientes com sistemas críticos e vários dispositivos conectados ao mesmo tempo. Elas normalmente priorizam download em detrimento de upload, o que compromete videoconferências e compartilhamento de arquivos. Além disso, não contam com suporte especializado para ambientes corporativos e trazem uma camada de segurança muito limitada para as reais necessidades de um negócio. 2. Olhar apenas para a velocidade anunciada Velocidade é importante, mas não funciona sozinha, afinal, muitos megas não compensam uma rede que oscila ou cai justamente quando a operação mais precisa de conectividade. Uma internet empresarial de qualidade precisa entregar estabilidade, baixa latência (quando ela é alta, reuniões travam, sistemas demoram a responder e aplicações em nuvem ficam lentas), baixo jitter (se for instável, pode causar cortes em chamadas, áudio picotado e falhas em transmissões ao vivo) e alto tempo de disponibilidade. 3. Escolher apenas pelo preço Pode ser tentador optar pelo preço mais baixo, principalmente se você controla uma pequena empresa, mas o plano mais barato quase nunca é o que oferece o melhor custo-benefício. Conexões de baixo custo tendem a sacrificar infraestrutura, suporte técnico e, principalmente, segurança. Fornecedores que competem apenas por preço frequentemente negligenciam camadas robustas de proteção contra ameaças cibernéticas, cada vez mais frequentes no ambiente corporativo. 4. Não pesquisar a reputação do provedor Muitas empresas contratam internet sem analisar a “fama” do provedor e só descobrem depois que o suporte é lento, que os prazos do contrato não são cumpridos ou que o desempenho real fica muito abaixo do prometido. Pesquisar avaliações, verificar as notas da Anatel e entender como o provedor se comporta em horários de pico e como lida com incidentes é fundamental. Uma escolha sem esse cuidado pode prender a empresa a contratos longos com um serviço que não dá conta da operação. 5. Subestimar a largura de banda necessária Cada novo colaborador, sistema e ferramenta em nuvem aumenta o consumo da rede, por isso, escolher um plano com largura de banda insuficiente pode resultar em conexões lentas e buffering (quando os dados não chegam rápido o suficiente para manter a reprodução contínua de vídeos e videoconferências), especialmente se vários dispositivos estiverem sendo usados simultaneamente. Uma escolha acertada do provedor de internet precisa considerar picos de uso, crescimento da empresa e a adoção de novas tecnologias. 6. Negligenciar suporte técnico e atendimento Quando a internet é a base da operação, o suporte técnico não pode ser um mero detalhe. Vale observar como esse atendimento especializado é oferecido na prática: quanto tempo levam para responder, se o problema é conduzido por um único profissional ou repassado entre setores, e se o suporte está disponível quando a sua empresa realmente precisa, inclusive fora do horário comercial. 7. Tratar segurança como item secundário Uma internet corporativa realmente segura é construída em camadas. Ela começa por barreiras ativas, como firewalls bem configurados e criptografia, que impedem acessos não autorizados e protegem o tráfego de informações sensíveis, avança para monitoramento constante, capaz de identificar comportamentos suspeitos, tentativas de invasão e ameaças em tempo real, e segue para políticas de backup automático, as quais garantem que os dados críticos possam ser recuperados mesmo após falhas ou ataques. Em um cenário onde cada vez mais equipes trabalham de fora do escritório, a proteção precisa se estender também aos acessos remotos, garantindo que dispositivos externos se conectem aos sistemas da empresa de forma controlada e confiável. Além disso, é fundamental entender como o provedor se prepara para lidar com incidentes maiores, como ataques DDoS e violações de segurança. 8. Ignorar as necessidades futuras da empresa Ao contratar a internet é preciso pensar não apenas na realidade atual da empresa, mas também na evolução do negócio. À medida que a equipe cresce e mais dispositivos passam a se conectar à rede e o plano não é estruturado para esse avanço, a empresa começa a enfrentar lentidão, instabilidade, limitações técnicas e um aumento progressivo de falhas operacionais, o que gera frustração interna, queda de produtividade e custos extras para corrigir algo que poderia ter sido previsto. É essencial optar por um provedor que ofereça planos escaláveis, com possibilidade real de ampliação de banda, upgrades simples e contratos que não engessem o crescimento. Como evitar que a internet vire um limite para o crescimento da sua empresa Ao conhecer os erros mais comuns na escolha da internet corporativa, o seu processo de contratação pode deixar de ser um salto no escuro e passar a ser uma decisão estratégica. Se você quer tomar a decisão certa e escolher uma solução que realmente sustente a sua operação, precisa conhecer os planos de internet corporativa da Ligga Telecom. Além de conexão de alta performance e proteções reforçadas para a sua empresa, contamos com suporte corporativo disponível 24/7, integração com tecnologias avançadas como link dedicado e SD-WAN, e a melhor nota do Paraná no Índice Geral de Satisfação da Pesquisa da Anatel.

  7. Polícia prende vigilante suspeito de furtar e vender remédios controlados A Polícia Civil prendeu um vigilante de um Posto de Saúde da Família (PSF) do bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife, que roubava e vendia remédios de uso controlado (veja vídeo acima). O homem, que não teve nome e idade divulgados, confessou o crime e foi autuado em flagrante por tráfico de entorpecentes. A prisão aconteceu na quinta-feira (5) e foi divulgada pela Polícia Civil nesta sexta-feira (6). Na casa do vigilante preso, foram encontradas caixas, bisnagas, cartelas e frascos de vários remédios, incluindo medicamentos controlados, antibióticos e injetáveis. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE "Nós recebemos denúncias de populares de que havia uma pessoa vendendo medicamentos controlados em sua própria residência [...]. Esse homem acabou admitindo, confessando, que, como vigilante, há um ano, ele aproveitava o horário de trabalho noturno para furtar medicamentos da farmácia do PSF para vender a amigos e vizinhos", disse a delegada Patrícia Domingos. Ainda segundo a polícia, o vigilante contou que distribuía os medicamentos em troca de ajudas financeiras, o que configura a venda de medicamentos controlados, enquadrada como tráfico de entorpecentes. Além disso, ele será indiciado pelo crime de furto qualificado. As investigações indicam, até o momento, que ele cometia os crimes sozinho, mesmo trabalhando com outro vigilante no mesmo turno no posto de saúde. Para a polícia, o homem preso contou que entrava na sala da gerência do PSF, descobriu qual era a chave da farmácia e começou a furtar pequenas quantidades de medicamentos. Ao repetir os furtos e não ser descoberto, ele passou a aumentar a quantidade de remédios furtados. De acordo com a delegada, outros funcionários do posto de saúde serão ouvidos para saber se a ausência dos medicamentos foi percebida. Vigia de posto de saúde é preso após furtar e vender remédios no Recife Polícia Civil/Divulgação Entre os itens furtados e vendidos pelo criminoso, estão o antibiótico penicilina, materiais de curativos e medicamentos psiquiátricos, como diazepam, que exigem receita médica para comercialização. "O que gente pegou na casa dele, na verdade, é a sobra, é o estoque. Então a gente tem, ainda, que apurar o quanto de medicamento foi vendido ao longo de um ano que ele passou furtando medicamentos do PSF e vendendo para a comunidade", disse a delegada. A delegada também declarou que está em investigação se o vigilante vendia os remédios de forma clandestina para estabelecimentos comerciais como farmácias. Caso isso seja confirmado, os donos desses locais podem responder criminalmente por receptação e tráfico de entorpecentes. Com relação às pessoas que compravam os medicamentos com o vigilante, elas podem responder por receptação, por terem adquirido um produto sabendo que é fruto de um crime. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

  8. Joice Silvestre foi identificada como a mulher que morreu em grave acidente na Rodovia SP-215, em São Carlos, na tarde de quinta-feira (5) Redes Sociais e Nilson Porcel/EPTV A mulher que morreu no acidente envolvendo um carro e uma carreta na Rodovia SP-215, em São Carlos (SP), na tarde de quinta-feira (5), foi identificada como Joice Adriana de Paula Ferreira Silvestre, de 43 anos. Quatro pessoas ficaram feridas, sendo duas em estado grave. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Nas redes sociais, a Funerária Santa Luzia divulgou uma nota de pesar comunicando a morte de Joice. De acordo com o comunicado, a vítima deixou os pais, marido, filha, irmãos, sobrinhos, além de outros parentes e amigos. Joice será velada a partir das 13h desta sexta-feira (6), na sala 2 do Velório Municipal Accácio Rusca, em Descalvado, cidade onde a vítima morava. O sepultamento ocorrerá as 17h, no Cemitério Municipal. Mais notícias da região FEMINICÍDIO: Mulher é assassinada a facadas pelo marido no interior de SP; autor se matou após o crime ACIDENTE: Quem era Fernando Henrique, técnico do Samu que morreu em grave acidente em rodovia de SP PEDIDOS POR JUSTIÇA: Assassinato de mulher a tiros pelo marido gera revolta no interior de SP; homem foi preso após trocar tiros e ferir policial O acidente O acidente aconteceu no km 145, por volta de 15h. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a carreta seguia sentido São Carlos quando, por motivos ainda desconhecidos, bateu de frente com um carro que seguia no sentido Descalvado. Acidente entre carro e carreta na SP-215 em São Carlos deixa morto e feridos Nilson Porcel/EPTV Três pessoas estavam no carro. Uma mulher morreu no local e duas pessoas foram socorridas em estado grave pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e bombeiros. Dois ocupantes da carreta tiveram ferimentos leves. As identidades das demais vítimas não foram divulgadas. O trecho foi interditado para remoção dos veículos e trabalho da perícia técnica. Não houve registro de congestionamento. Ninguém se feriu na casa atingida. Veja reportagem completa do EPTV2: Mulher morre e 4 pessoas ficam feridas em acidente entre carro e carreta em São Carlos VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara
  9. TV Integração de Uberaba ao vivo: assista aos telejornais
  10. TV Integração de Uberlândia ao vivo: assista aos telejornais

  11. Polícia explica pontos que ajudaram a apontar suspeito das agressões ao cão Orelha A investigação sobre a morte do cão Orelha na Praia Brava, área turística e nobre de Florianópolis, foi marcada por muitas lacunas a serem preenchidas. O inquérito, concluído nesta semana, apontou um adolescente como responsável pelas agressões ao cachorro comunitário. A Polícia Civil pediu a internação provisória dele e o representou por maus-tratos. Além dele, três adultos ligados aos dos adolescentes foram indiciados por suspeita de coação a uma testemunha durante a investigação. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Como familiares de indiciado por agredir Orelha tentaram interferir nas investigações VÍDEO mostra adolescente voltando ao condomínio no dia das agressões Inicialmente, a polícia afirmou que Orelha passou por eutanásia após as agressões. Depois, essa hipótese foi descartada. O laudo da Polícia Científica mostra que o cão levou um golpe forte na cabeça e morreu por causa do agravamento dessa lesão. Veja abaixo o que se sabe sobre o caso e as agressões. Qual foi a causa da morte de Orelha? Os ferimentos podem ter sido causados por uma única pessoa? O que levou o adolescente a ser apontado como autor da agressão? O que concluiu a investigação? Por que a polícia pediu a internação do adolescente? A menina que aparece com o adolescente em um dos vídeos viu as agressões? O que aconteceu com os outros adolescentes inicialmente investigados? Outras pessoas foram responsabilizadas em processos relacionados? Quais as contradições identificadas no depoimento do adolescente? O adolescente estava envolvido no caso do cão Caramelo? O que diz a defesa do adolescente? 1. Qual foi a causa da morte de Orelha? Segundo a Polícia Civil, os laudos da Polícia Científica, órgão pericial do estado, constataram que o cão sofreu uma pancada forte na cabeça, que pode ter sido por um chute ou algum objeto rígido, como um pedaço de madeira ou uma garrafa. No dia seguinte, Orelha foi resgatado por populares e morreu em uma clínica veterinária devido ao agravamento da lesão. A investigação reiterou que não há imagens do momento da violência. 2. Os ferimentos podem ter sido causados por uma única pessoa? Segundo o delegado Renan Balbino, da Delegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei, "é possível que apenas uma pessoa tenha causado os ferimentos". "O relatório de atendimento veterinário e o laudo pericial apontam que o cão Orelha tinha um inchaço na região da cabeça causado por um instrumento contundente - ou seja, pode ser um pedaço de madeira ou uma garrafa, dentre outros. É importante dizer que não houve, de nenhuma forma, empalamento do animal ou que ele tenha sido agredido até morrer", complementou. 3. O que levou o adolescente a ser apontado como autor da agressão? Segundo a delegada Mardjoli Valcareggi, da Delegacia de Proteção Animal (DPA), a investigação não identificou vídeo ou testemunha do momento exato da agressão. "Com o cruzamento das informações obtidas mediante uma análise das câmeras de monitoramento — tanto com relação ao deslocamento do cão Orelha, quanto da posição dos adolescentes suspeitos —, bem como contradições importantes na oitiva desse adolescente a respeito do seu local naquele dia e da roupa utilizada na data do fato, nós conseguimos, então, apontar essa autoria", informou. 4. O que concluiu a investigação? Segundo a Polícia Civil, o adolescente foi representado por maus-tratos. A investigação pediu a internação provisória do adolescente apontado como autor do ato infracional. 🔍Ser “representado” significa que o Ministério Público formaliza uma acusação contra um adolescente por um ato infracional. É esse documento que inicia o processo na Vara da Infância e Juventude e pode levar o juiz a aplicar medidas socioeducativas. A representação substitui a denúncia porque menores de 18 anos não respondem criminalmente. Vídeo mostra adolescente indiciado por agressões ao cão Orelha saindo e voltando de condomínio no dia 4 de janeiro Divulgação/Polícia Civil de Santa Catarina 5. Por que a polícia pediu a internação do adolescente? Segundo Balbino, o ECA estabelece que, para haver internação provisória de um adolescente na apuração de um ato infracional, é necessário preencher alguns requisitos, como reiteração, descumprimento injustificado de outras medidas, bem como o ato infracional praticado com violência e grave ameaça. "Nesse caso, nós apontamos que esse adolescente investigado no caso Orelha também foi apontado como autor de outros atos infracionais, sejam eles de furto, dano, injúria e ameaça. Somando isso, a repercussão social do caso e a necessidade de garantir inclusive a segurança do próprio adolescente, foi que nos motivou a representar pela internação provisória", informou. 6. A menina que aparece com o adolescente em um dos vídeos viu as agressões? Não. Segundo a Polícia Civil, a menina que aparece em um vídeo andando com o adolescente suspeito de agredir o cão Orelha não presenciou o ataque que levou o cachorro comunitário à morte. As imagens (veja abaixo) mostram o adolescente saindo do condomínio onde estava hospedado na Praia Brava às 5h25 de 4 de janeiro e voltando às 5h58, acompanhado de uma amiga, segundo a polícia. As agressões teriam ocorrido nesse intervalo de tempo, por volta de 5h30. Polícia explica pontos que ajudaram a apontar suspeito das agressões ao cão Orelha De acordo com a delegada Mardjoli Valcareggi, a menina foi ouvida e a polícia descartou o envolvimento dela na agressão. A conclusão foi possível, segundo a Polícia Civil, após a análise de mais de mil horas de imagens. Outros detalhes não foram divulgados. "Ela não permaneceu com o adolescente durante todo o tempo e também não presenciou qualquer agressão ao animal", informou. 7. O que aconteceu com os outros adolescentes inicialmente investigados? O delegado Renan Balbino explicou que a participação dos outros três adolescentes inicialmente investigados no caso do cão Orelha foi descartada. Segundo ele, a polícia chegou à conclusão de que as agressões ocorreram na madrugada de 4 de janeiro, em um intervalo de cerca de 35 minutos. "A partir daí, passou-se a verificar quais desses adolescentes estavam nas proximidades do cão agredido. Dois deles conseguiram comprovar que não estavam nem próximos do local onde houve as agressões. Outros dois estavam nas proximidades e, desses, apenas um pôde ser colocado por nós como o mais próximo de onde o cão foi agredido. Isso, somado a outros elementos de prova, o colocou como principal suspeito". 8. Outras pessoas foram responsabilizadas em processos relacionados? Sim. A Polícia Civil indiciou três adultos suspeitos de coagir ao menos uma testemunha na investigação sobre a morte de Orelha. Eles são pais e um tio dos adolescentes. Dois deles são empresários e o outro advogado. Coação é o crime de ameaçar ou agredir alguma das partes de um processo judicial – juízes, testemunhas, advogados, vítimas ou réus, por exemplo – para tentar interferir no resultado. A corporação informou que o crime foi cometido contra o vigilante de um condomínio que teria uma foto que poderia colaborar com a investigação da ocorrência. Veterinário que atendeu cão Orelha descarta acidente Reprodução/TV Globo 9. Quais as contradições identificadas no depoimento do adolescente? Segundo o delegado Renan Balbino, o adolescente apontado como autor da agressão “se contradisse em diversos momentos e omitiu fatos importantes para a investigação”. Vídeo divulgado pela investigação mostra o adolescente saindo do condomínio acompanhado de uma amiga. Apesar disso, ele declarou ter ficado na área da piscina durante todo o tempo. "O adolescente não sabia que a polícia possuía as imagens dele saindo do local e disse que havia ficado dentro do condomínio. As imagens, roupas e testemunhas confirmam que ele estava na praia", disse o delegado. 10. O adolescente estava envolvido no caso do cão Caramelo? Não. Conforme Balbino, "o adolescente apontado como autor no caso do cão Orelha não tem relação com os outros adolescentes investigados no caso do cão Caramelo", reiterou Balbino. O inquérito que investigou a tentativa de afogamento do cão comunitário Caramelo responsabilizou quatro adolescentes por atos infracionais equivalentes ao crime de maus-tratos. O animal, que também vivia na Praia Brava, foi levado ao mar por um grupo de jovens, conseguiu escapar e, depois do episódio, foi adotado. 11. O que diz a defesa do adolescente? À NSC TV, o advogado Alexandre Kale, representante legal do adolescente, declarou que há “fragilidade dos indícios”. Ele disse que não existem imagens do momento da agressão nem testemunhas que tenham presenciado o crime. Defesa contesta autoria por adolescente com vídeo do cão andando após horário das agressões VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

  12. As ruas de Florianópolis devem receber mais de um milhão de foliões para o Carnaval, que em 2026, será comemorado nos dias 16 e 17 de fevereiro. Mas, quem quer fugir do agito e aproveitar o feriado para descansar tem buscado alternativas longe da folia. Um desses destinos, que está localizado a menos de duas horas, está na Serra catarinense: o Vistas de Anitá, que é uma alternativa para quem prefere trocar a folia por silêncio, paisagem e tempo de qualidade em meio à natureza. Localizado em Anitápolis, a 97 quilômetros de Florianópolis, o empreendimento foi desenvolvido pela Seazone, maior gestora de aluguel por temporada do Brasil. No destino, os visitantes podem se hospedar em cabanas modernas, que têm vista panorâmica e acesso direto a trilhas e cachoeiras. Tudo isso fica localizado em uma área privativa, longe das aglomerações de Carnaval. Hospedagem é alternativa para descansar no Carnaval Para além dos blocos e trios elétricos, muitos brasileiros utilizam o feriado prolongado de Carnaval como um período de pausa. Esse movimento vem ao encontro com uma tendência para 2026: o turismo de natureza. Conforme o estudo "Experiential Travel Trends 2026", divulgado pela ALL Accor, 59% dos turistas sentem-se desconectados dos ritmos naturais e querem planejar viagens para buscar essa proximidade. No caso do Vistas de Anitá, o cenário da serra durante o verão contribui para essa experiência. O clima mais ameno, o verde intenso da mata nativa e o contato direto com o ambiente natural criam condições favoráveis para desacelerar, descansar e se reconectar. — Há quem prefira usar o feriado para desacelerar, respirar ar puro e se reconectar. No Vistas de Anitá, criamos um espaço onde é possível viver esse tempo com tranquilidade, oferecendo uma experiência de refúgio acessível, com conforto e paisagens únicas, a poucos quilômetros de Florianópolis — explica Mônica Medeiros, CCO da Seazone. Estrutura integrada à natureza para descansar no Carnaval Instalado em um terreno privativo de 28 hectares, o Vistas de Anitá conta com mais de 40 cabanas com vista panorâmica, cercadas por trilhas e cachoeiras de uso exclusivo. A proposta permite que hóspedes aproveitem o feriado sem necessidade de deslocamentos externos, com privacidade e contato contínuo com a natureza. A estrutura atende diferentes perfis de viajantes, desde casais e famílias até pessoas que buscam períodos curtos de descanso. Há unidades disponíveis para locação no modelo short stay, ou seja, para hospedagens curtas, além da possibilidade de compra. Os valores das diárias variam, com opções a partir de R$ 250. Proximidade com a Grande Florianópolis favorece escapadas rápidas A curta distância em relação ao litoral catarinense, especialmente à Grande Florianópolis, posiciona Anitápolis como um destino estratégico para escapadas durante feriados prolongados. O acesso facilita viagens sem a necessidade de longos deslocamentos ou planejamento complexo. Esse movimento acompanha uma tendência observada no turismo regional, com crescimento da procura por destinos próximos, menos do saturados e voltados ao turismo de experiência. No caso do Vistas de Anitá, os hóspedes têm uma opção de hospedagem com custo-benefício e infraestrutura funcional e bem estruturada. Segundo a Seazone, a gestão profissional do aluguel por temporada permite equilibrar ocupação, preço e experiência do hóspede, com o padrão de qualidade independentemente da época do ano. Mais informações sobre o empreendimento estão disponíveis no site oficial do Vistas de Anitá. Acesse para garantir a sua reserva.

  13. Criança de 1 ano foi arremessada ao chão após batida entre moto e caminhão em Tucumã TV Liberal/Reprodução Um acidente entre uma moto e um caminhão deixou uma criança de apenas um ano gravemente ferida em Tucumã, no Sul do Pará. Ela estava sendo transportada na moto e sem capacete. A câmera de monitoramento de um bar flagrou o acidente na quinta-feira (5). Nas imagens é possível ver uma mulher, também sem capacete, pilotando a motocicleta com a criança. Ela fez uma conversão e a moto acabou atingida por um caminhão que vinha no sentido contrário. Com o impacto da colisão, as duas vítimas caem no chão, sendo que o bebê é arremessado para longe da moto. ✅ Siga o canal do g1 Pará no WhatsApp Veja outras notícias do estado no g1 Pará A mulher levanta e tenta erguer a moto, mas ao perceber a criança no chão, larga o veículo e recolhe o bebê com as mãos. Ela segura a criança e parece pedir ajuda. Outras pessoas se aproximaram para auxiliar. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo testemunhas, a criança foi socorrida às pressas e encaminhada ao hospital. O estado de saúde dela não foi divulgado. As circunstâncias do acidente devem ser apuradas pelas autoridades, que não deram detalhes sobre o ocorrido até o início da tarde desta sexta-feira (6). Infrações gravíssimas Transportar crianças menores de 10 anos em moto sem que elas possam se segurar é uma infração gravíssima, assim como anadar sem capacete e transportar passageiro sem capacete. A penalidade para cada iniração gravíssima é de R$ 293,47, além de pontos na CNH, além da possibilidade de retenção da moto e suspensão do direito de dirigir. MAIS VÍDEOS com notícias sobre o Pará:
  14. Assista aos telejornais da TV Bahia
  15. Assista aos telejornais da TV Subaé

  16. Assista ao Gazeta Meio Dia - edição regional Fique bem informado com o seu jornal da hora do almoço.

  17. "Quem não erra?", diz Tarcísio sobre erro de português em escola cívico-militar O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que os erros de português registrados durante a aula inaugural em uma escola cívico-militar de Caçapava, no interior de São Paulo, nesta semana, não envolvem professores da rede estadual e defendeu os monitores militares que cometeram os erros. "Quem não erra? Você trabalha com comunicação, você nunca errou? Ele (monitor militar) estava ensinando a ordem unida. Ele não está lá para dar aula. Ele não vai interferir em pedagogia. Ele está lá para ensinar postura", afirmou Tarcísio de Freitas, em entrevista exclusiva para a Rede Vanguarda. Segundo Tarcísio, os monitores militares têm o objetivo de orientar os estudantes sobre uma rotina de comportamento na escola cívico-militar. Ele reforçou que o trabalho dos monitores não invade o papel do professor e não interfere no ensino que é lecionado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp "O que ele estava tentando ali é a gente ter uma atitude de respeito na chegada do professor, a gente vai apresentar uma turma para o professor, a gente vai cantar o hino nacional, hastear uma bandeira, qual o problema disso? Ele vai entrar na pedagogia, ele vai dar aula para o aluno? Não. Para isso nós temos os professores, que estão passando por formação continuada. Eu gostaria de ver, por exemplo, os alunos ficando de pé e cumprimentando o professor na chegada deles. Essa é uma questão de deferência, não tem problema nenhum", declarou. Após erros de português, Tarcísio defende monitor de escola cívico-militar que escreveu 'descançar': ‘Quem não erra?’ Reprodução/TV Vanguarda Ainda na entrevista, Tarcísio lamentou o erro de escrita do monitor, mas defendeu que o profissional não deve ser "crucificado" por isso. "Cometer um erro no quadro, uma pena. O erro não é legal, mas eles não estão lá pra isso, eles não são professores. A gente tá procurando qualificar os nossos professores. E a gente vai atuar numa outra competência, outras habilidades, na questão do respeito, do civismo, e eu tenho certeza que no final o resultado vai ser legal. E a gente não pode crucificar uma pessoa porque ela cometeu um erro no quadro e ela não tá lá pra isso, ela não é professor", argumentou o político. "A gente vai trabalhar conteúdo com os professores, mas com alunos que vão estar aprendendo pra que eles tenham mais respeito, mais civilidade, pra que a gente respeite mais o professor, pra que a gente cumprimente o professor na chegada da sala de aula, pra que a gente entenda os valores dos nossos símbolos nacionais, pra que a gente desperte mais civismo. Essa é a finalidade. Não tem nada a ver com a questão pedagógica", finalizou. A entrevista acontece durante agenda oficial em Cruzeiro, no interior de São Paulo. O Hospital Regional Circuito da Fé e Vale Histórico foi inaugurado oficialmente nesta quinta-feira (5), após dois anos de atraso. 'Descançar' e 'continêcia': aula inaugural tem erros em escola cívico-militar O caso Os erros de português foram registrados durante uma monitoria na aula inaugural de uma escola cívico-militar em Caçapava, no interior de São Paulo. O caso ocorreu na Escola Estadual Professora Luciana Damas Bezerra e foi revelado pelo g1. A monitoria foi conduzida por policiais militares aposentados, responsáveis por orientar os alunos sobre ordem unida, conjunto de movimentos padronizados da hierarquia militar. Durante a atividade, palavras como “descançar” e “continêcia” foram escritas de forma incorreta no quadro. O termo “descansar” apareceu com a letra “ç” na última sílaba, quando o correto é com “s”. Já “continência” foi escrita sem a letra “n” antes do “c” - veja vídeo abaixo. Em determinado momento da aula, o tenente Jeferson, responsável pela escrita no quadro, foi chamado à porta da sala e conversou com outra pessoa. Ao retornar, ele corrigiu primeiro a palavra “descansar” e, em seguida, após conversar com uma mulher dentro da sala, ajustou também a grafia de “continência”. O flagrante foi registrado pela reportagem da TV Vanguarda durante o ensino de comandos comuns da rotina militar. No dia, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que todo o conteúdo pedagógico é elaborado e aplicado pelos docentes da escola e que, neste início de implementação do modelo, os monitores estão responsáveis por orientar atividades relacionadas à disciplina e à promoção de valores cívicos. A pasta acrescentou ainda que todos os monitores do Programa Escola Cívico-Militar passam por avaliações semestrais de desempenho, que analisam a adaptação e a permanência em cada unidade escolar. Ao todo, 11 escolas estaduais do Vale do Paraíba e região iniciaram 2026 dentro do modelo cívico-militar. As unidades estão distribuídas em 10 cidades, sendo Bragança Paulista a única com duas escolas no programa. Nessas unidades, policiais militares aposentados atuam junto aos estudantes. Palavras são escritas erradas em monitoria de escola cívico-militar. Reprodução/TV Vanguarda Após erros de português, Tarcísio defende monitor de escola cívico-militar que escreveu 'descançar': ‘Quem não erra?’ Reprodução/TV Vanguarda Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

  18. Assista ao Gazeta Meio Dia Fique bem informado com o seu jornal da hora do almoço.

  19. EPTV1 - Ribeirão e Franca Transmissão encerrada.

  20. Placa Mercosul na região de Campinas Patrícia Teixeira/g1 O trânsito de Campinas ganhou, em média, 81 veículos novos por dia no primeiro mês de 2026. Dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) mostram que foram emplacados 2.534 automóveis, motos, comerciais leves, ônibus e caminhões no período. Emplacamentos em janeiro/2026 Automóvel: 1.510 Moto: 705 Comercial leve: 276 Caminhão: 36 Ônibus: 7 Na avaliação do setor, os números de janeiro indicam uma trajetória positiva. Os dados nacionais apontam para um crescimento de 7,4% em relação ao mesmo período de 2025. “O resultado confirma que o setor inicia 2026 com bases consistentes. Mesmo com menos dias úteis na comparação anual, observamos crescimento real do mercado, o que demonstra manutenção da demanda”, avaliou Arcelio Junior, presidente da Fenabrave. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp 🚗 Os 1.510 automóveis zero quilômetro vendidos em Campinas representam 4,76% do número de emplacamentos em todo o estado de São Paulo no mês. O número apresentou desempenho estável na comparação com o mesmo mês de 2025. Segundo a Fenabrave, os emplacamentos de carros em janeiro indicam que há demanda, mas ainda condicionada ao custo do crédito e à renda das famílias. Venda de carros e motos cresceram na região de Campinas Reprodução EPTV A região composta por Campinas, Americana, Hortolândia, Indaiatuba e Sumaré, as cinco maiores em população, encerrou 2025 com o total de 56,6 mil emplacamentos. LEIA TAMBÉM Campinas ganha motos novas como nunca e mudança no perfil provoca impactos no trânsito; entenda Do desejo ao status: carros de luxo ganham espaço na região de Campinas com alta nas vendas Frota de Campinas supera 1 milhão de unidades e especialista alerta: 'onde colocar todos esses veículos?' Do status ao desejo: vendas de carros de luxo crescem na região de Campinas VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias da região na página do g1 Campinas.
  21. Assista aos telejornais da TV Liberal g1 transmite os telejornais Jornal Liberal 1ª e 2ª Edição.
  22. TV Integração de Juiz de Fora ao vivo: assista aos telejornais
  23. TV Integração de Divinópolis ao vivo: assista aos telejornais

  24. Universidade Federal de Rondônia, Unir Jaíne Quele Cruz/g1 O Ministério Público Federal (MPF) acionou a Justiça na última semana contra a Universidade Federal de Rondônia (Unir), acusando-a de descumprir a Lei de Cotas em concursos para professores ao longo de uma década. Segundo o órgão, a instituição suprimiu mais de 50 vagas que deveriam ter sido reservadas exclusivamente a candidatos negros. 👉A Lei de Cotas exige que um percentual de vagas seja reservada para candidatos negros (pretos e pardos), abrangendo órgãos da administração pública federal, autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União. Para embasar a ação, o MPF utilizou dados de um relatório do Observatório de Políticas Afirmativas Raciais (Opará), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). O estudo examinou os editais da Unir desde o primeiro concurso, realizado em 2015, e concluiu que, em vez de aplicar os 20% de cotas sobre o total de vagas, a universidade fracionou a reserva por áreas de conhecimento. Entenda: A Lei de Cotas determinava que 20% (atualmente o percentual é de 30%) das oportunidades em concursos públicos sejam reservadas a candidatos negros, mas essa regra só se aplica quando o cargo oferece pelo menos três vagas no total. Como a maioria das áreas de conhecimento da Unir abriu apenas uma ou duas colocações em 2015, eles não se enquadravam nesse critério. Assim, apenas duas áreas tinham número suficiente para aplicar cotas. Veja vídeos em alta no g1: Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na prática, a Unir destinou somente duas vagas a candidatos negros em 2015, o que corresponde a 3,64% do total, muito abaixo dos 20% previstos em lei. O relatório destaca que, se a lei tivesse sido aplicada corretamente sobre o total de vagas do cargo, deveriam ter sido reservadas 11 vagas. No edital, a Universidade justificava que "devido ao insuficiente número de vagas destinadas para cada área, não será possível atender o percentual equivalente a 20% do total das vagas por área aos candidatos negros". Edital 2015 da Unir Universidade Federal de Rondônia - Observatório de Políticas Afirmativas Raciais (Opará)/ Reprodução As irregularidades seguiram nos editais dos anos seguintes. No edital de 2017, a Unir passou a realizar sorteios para "escolher" quais áreas receberiam o benefício de cotas para negros e pessoas com deficiência. Segundo o MPF, a forma como a Unir organizou os concursos fez com que a Lei de Cotas fosse desrespeitada. Outro problema apontado é que candidatos negros que passaram pela ampla concorrência (sem usar cotas) eram contabilizados como cotistas, o que distorcia os números. O g1 entrou em contato com a Universidade Federal de Rondônia, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. O que o MPF está pedindo Na Ação Civil, o MPF pede que a Unir crie um “Banco Fixo de Reserva de Vagas” para repor as 58 vagas que foram sonegadas aos candidatos negros. Além disso, o órgão federal pede uma indenização total de R$ 61 milhões por danos materiais e danos morais coletivos. O processo tramita na 2ª Vara Federal Cível Justiça Federal em Rondônia.

  25. Homem é filmado jogando cão comunitário em córrego e é preso, no PR Um homem foi preso na manhã desta sexta-feira (6) depois de ser filmado jogando um cão comunitário em um córrego, em Pato Branco, no sudoeste do Paraná. Assista acima. O animal foi resgatado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e não se feriu. O suspeito vai responder por maus-tratos. O caso ocorreu no bairro São João e foi denunciado de forma anônima por moradores, que também registraram a agressão em vídeo. Após receber as imagens, equipes da prefeitura foram até o local e, com apoio da Polícia Militar, localizaram e prenderam o autor. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, o homem tem antecedentes por outros crimes, incluindo abuso contra animais. A identidade dele não foi divulgada. Animal continua vivendo na rua e está disponível para adoção Prefeitura de Pato Branco O cachorro foi avaliado, não apresentou ferimentos, mas ainda demonstra medo e resistência à aproximação de pessoas, segundo a equipe que o resgatou. Ele continua nas ruas do bairro, onde era cuidado pela comunidade, e está disponível para adoção. Maus-tratos contra animais é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais, com pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa. Em casos de abuso, a legislação prevê agravamento da pena. Leia também: Francisco Alves: Justiça cassa mandatos de 7 dos 9 vereadores por esquema de compra de votos com 'vale-combustível' Crime: Mulher é presa por fingir fazer entrevista de emprego para pegar dados de candidatos para financiar veículos Mais de 1 tonelada: Caminhoneiro é abordado, se contradiz e PRF encontra de droga na carga Animal foi jogado em córrego Imagens cedidas VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Oeste e Sudoeste.

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