Enviar uma pergunta? CLICK AQUI
Seg - Sexta: 7:30 - 17:00
Sáb-Dom Fechado
3262 7482 - 3262 7483
16 99781 3817
16 99742 1727
Rua Barão do Rio Branco, 347 - Centro
Itápolis/SP

G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Anitta transforma Planeta Atlântida em baile funk Uma das atrações mais aguardadas da primeira noite do Planeta Atlântida 2026, Anitta correspondeu a cada segundo de espera dos fãs. A funkeira entregou carisma, performance e não deixou ninguém parado do começo ao fim. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Headliner e com peso de atração internacional, a Poderosa chegou à sua sétima participação no maior festival de música do Sul. Teve baile de favela, versão repaginada de clássicos e, claro, as parcerias Brasil afora. Para os fãs da versão raiz, a cantora distribuiu hits como Onda diferente, Favela chegou, Sua Cara, Vai malandra e Show das Poderosas. Para os planetários que curtem funknejo, rolou Loka, Romance com safadeza, Ao vivo e a cores e Some que ele vem atrás. E para os admiradores da fase que Larissa alçou voos muito além das cercanias de Honório Gurgel (RJ), o repertório ainda contou com Boys don't cry, Lose ya breath e São Paulo, este feito em colaboração com o astro canadense The Weeknd. Sobem ao palco Planeta, ainda, Menos é Mais convida Matheus Fernandes, Zé Neto & Cristiano. Luísa Sonza encerra a primeira noite. Veja a lista completa de atrações abaixo Anitta sobe ao palco do Planeta Atlântida 2026 Nani ArtClub Confira o line-up do Planeta Atlântida 2026 🎤 Veja os artistas confirmados nesta edição do festival: Sexta-feira – 30 de janeiro Anitta Baile da Syon Ebony Isa Buzzi João Gomes Jota Quest Luísa Sonza Maneva Menos É Mais Convida Matheus Fernandes Nenhum De Nós Neto Fagundes Raimundos Reação Em Cadeia Veigh & Supernova Zé Neto & Cristiano Sábado – 31 de janeiro Alok Armandinho ATL Bands Belo Bonde Do Tigrão Brandão Comunidade Nin-Jitsu (com participações de Vera Loca, Da Guedes, Serginho Moah, Mc Jean Paul e DJ Cabeção) Dennis DJ convoca Tília Diego & Victor Hugo Ludmilla Marcão Britto & Thiago Castanho - Charlie Brown Jr. Matuê Simone Mendes Vitor Kley Wiu VÍDEOS: Tudo sobre o Planeta Atlântida

  2. O que explica o preço recorde do ouro que chegou a ultrapassar a marca de US$ 5.500 nesta semana? Para responder a essa questão, Sérgio Vale, pesquisador da área de economia e política internacional do Instituto de Estudos Avançados da USP, compara a valorização do metal a uma reação de defesa do organismo diante de uma infecção no sistema econômico. "O ouro é como se fosse uma febre. E o que a gente precisa agora é identificar a causa dessa febre. É uma bactérias, é um vírus, é uma bactéria agressiva? Os remédios que existem resolvem?”, disse ele em entrevista ao podcast O Assunto desta quarta-feira (28). Ouça, no player acima, a partir de 20:04. Diferente de crises anteriores, o cenário atual é impulsionado por uma desorganização profunda nas instituições americanas e tensões geopolíticas sem precedentes sob a presidência de Donald Trump em sua segunda passagem pela Casa Branca. Sérgio Vale, que também é economista-chefe da consultoria MB Associados, diz acreditar que o problema dessa vez não tem solução. “Nos anos 70, a febre do ouro que a gente teve tinha remédios. O Volcker foi um remédio, trouxe remédios da economia que funcionaram e aí a febre passou. A febre do ouro passou nos anos 80”, diz ele. "A febre do ouro agora, eu tenho a impressão que não tem remédio, que não tem antibiótico de última geração para solucionar essa crise nesse momento. Porque o agente causador infeccioso agressivo continua presente." O economista citado por ele, Paul Volcker, esteve no centro da reformulação da ordem monetária internacional que desmontou o sistema ouro-dólar criado pelos acordos de Bretton Woods, em 1944. Volcker, que morreu em dezembro de 2019, ocupou o cargo de subsecretário do Tesouro no governo Nixon e teve participação decisiva na decisão unilateral dos Estados Unidos de encerrar a conversibilidade do dólar em ouro. Em 15 de agosto de 1971, ele fez o anúncio que marcou o início do regime de câmbio flutuante, no qual o valor das moedas passa a ser determinado pelo mercado, sem um controle rígido dos governos. A partir daí, as moedas antes atreladas ao dólar — e, indiretamente, ao ouro — passaram a flutuar livremente. Por que o preço do ouro disparou? O avanço do metal é alimentado por uma combinação de fatores políticos e fiscais, especialmente centrados nas ações do governo de Donald Trump: Incerteza política e institucional: ataques diretos à independência do Federal Reserve (Fed) e processos contra diretores do banco central americano geram instabilidade. Crise fiscal nos EUA: uma política fiscal mal desenhada tem gerado grandes déficits e dúvidas sobre a capacidade de ajuste do Congresso americano. Tensões geopolíticas: disputas comerciais com a China e ameaças erráticas contra países da OTAN (como a menção de tomar a Groenlândia) pressionam os mercados. Na sexta-feira (30), Donald Trump indicou o economista Kevin Warsh para comandar o Federal Reserve para ocupar a posição que hoje é de Jerome Powell, cujo mandato termina em maio e que é muito criticado pelo presidente americano. A nomeação ainda precisa ser aprovada pelo Senado. Warsh é visto como favorável a juros mais baixos, mas considerado menos radical do que outros nomes avaliados. Por isso, sua indicação foi bem recebida pelo mercado: como resultado o dólar ganhou força e ativos alternativos perderam valor, caso do ouro, que caiu 3,7%. Ouça a íntegra do episódio aqui. O que você precisa saber: Preço do ouro volta a bater recorde no mercado internacional Ouro supera US$ 5.100 e atinge o maior valor da história com investidores em busca de proteção ‘Febre do ouro’: as causas do valor recorde O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações. Imagem de barra de ouro em foto de arquivo REUTERS/Maxim Shemetov/File Photo

  3. Com a chegada de um novo ano, muitas casas ganham a oportunidade de começar um novo ciclo com cores renovadas. Mas antes que o primeiro rolo encoste na parede, há uma etapa essencial que define o sucesso de qualquer pintura: a preparação adequada do ambiente. Um processo organizado, limpo e seguro evita retrabalhos, reduz custos e garante um acabamento impecável. Uma pintura bem-feita transforma o ambiente e a energia da casa Acervo Vilarejo Checklist inteligente: o que fazer antes de abrir a lata de tinta 1. Proteja o piso com Salvapiso e mantas apropriadas A etapa mais importante e muitas vezes negligenciada é a proteção dos pisos. Produtos como salvapiso, papelão ondulado especial ou mantas de proteção evitam respingos, arranhões e manchas difíceis de remover. Em áreas mais delicadas, como porcelanatos e pedras naturais, a proteção é indispensável para preservar o brilho e evitar danos irreversíveis. Salva pisos é essencial para manter o acabamento impecável do começo ao fim Acervo Vilarejo 2. Cubra móveis, metais e marcenaria com proteção adequada e salvapintura Antes de iniciar a pintura, é essencial proteger tudo o que não deve entrar em contato com respingos ou poeira. Móveis, eletros, bancadas e objetos decorativos podem ser removidos do ambiente ou cobertos com plásticos resistentes e mantas de salvapintura, ideais para obras leves. Obra limpa, resultado perfeito Acervo Vilarejo 3. Prepare as superfícies: limpeza, correção e nivelamento Para que a tinta fixe corretamente, a superfície precisa estar limpa, seca e sem resíduos. O processo inclui: Remover poeira, gordura e mofo Lixar áreas com bolhas ou irregularidades Corrigir fissuras com massa apropriada Nivelar paredes para evitar sombras e manchas no acabamento Pintores profissionais reforçam que 80% da qualidade está na preparação, e não na aplicação final Acervo Vilarejo Para quem deseja transformar sem complicação A Vilarejo reúne produtos e orientação técnica para quem busca transformar a casa com segurança, eficiência e acabamento de alto nível. Explore as soluções disponíveis e descubra como começar 2026 com ambientes renovados e preparados para um novo ciclo. Visite uma das lojas em Araruama, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Macaé, Maricá e Rio das Ostras. Conheça a Vilarejo Conceito em Búzios, CasaShopping - RJ e Niterói.

  4. Familiares e vizinhos falam sobre as crianças mortas em Pesqueira Alexia Rielly, de quatro anos, e Bernardo Abraão, de seis, eram irmãos. As crianças estavam dentro da casa onde moravam, no bairro Pitanga, em Pesqueira, no Agreste de Pernambuco, quando o incêndio começou e morreram após dar entrada em hospitais. De acordo com o relato dos vizinhos, eles foram encontrados abraçados quando foram socorridos ainda com vida e conscientes. Segundo Severino Santana, avô das crianças, Bernardo fazia um tratamento contra o câncer no Recife, capital de Pernambuco. Eles haviam chegado de viagem na quinta-feira (29), poucas horas antes do incêndio acontecer. Os irmãos foram descritos como alegres e muito conhecidos na comunidade por sempre estarem brincando na rua. ✅ Receba as notícias do g1 Caruaru e região no seu WhatsApp Em entrevista à TV Asa Branca, o homem disse que estava dormindo quando foi acordado pelos vizinhos informando que a casa estava em chamas. Imediatamente, ele pediu para que os moradores quebrassem a porta da casa para salvar os netos. “Eu 'tava' dormindo ‘mais’ minha menina, aí quando disseram que a casa 'tava' pegando fogo eu mandei quebrar a porta e soltar meus netos. Digo ‘corra’, que eu não posso correr não, como é que eu posso correr? Aí quando tiraram eles, eles já estavam queimados. Eles [os netos] só viviam ‘mais’ eu. Eles eram meus companheiros de guerra. Eu já tô velho, né? Eu dizia a eles ‘a casa é sua’”, disse o avô. Conforme o relato de Paula Souza, uma das vizinhas que presenciou o incêndio, outra criança que também morava no local foi quem percebeu a fumaça saindo da casa onde Alexia e Bernardo estavam. Os familiares informaram que o sepultamento dos irmãos será no sábado (31), em Pesqueira. Relatório dos bombeiros O g1 teve acesso ao relatório feito pelo Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE). Segundo o documento, os bombeiros foram acionados às 15h para uma ocorrência de incêndio em edificação residencial na Rua Alferes João Ferreira. O documento informa que a população conseguiu controlar grande parte do incêndio, restando apenas pequenos focos ativos e a necessidade de realização de rescaldo. Uma equipe de resgate também foi enviada, mas as crianças foram socorridas pelos próprios moradores para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. Foi feito o isolamento da área para garantir a segurança das pessoas que estavam presentes e, depois, o disjuntor geral de energia elétrica da residência foi desligado. “Havia um botijão de gás GLP [Gás Liquefeito de Petróleo] no interior da residência, o qual foi retirado com segurança pela guarnição, evitando risco iminente de explosão”, consta no relatório do CBMPE. O que diz a polícia De acordo com a Polícia Civil, após dar entrada na UPA, as crianças foram transferidas para o Hospital da Restauração (HR), no Recife. Durante o trajeto, Bernardo não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. Por meio de nota, a unidade hospitalar disse que a menina deu entrada na Emergência Pediátrica e morreu durante a noite. Segundo o delegado Allysson Xavier, responsável pelas investigações, as crianças estavam sozinhas em casa após a mãe ter saído para fazer um trabalho de manicure. Quando as chamas começaram, uma das crianças começou a gritar. As causas do incêndio estão sendo investigadas pela perícia (veja vídeo abaixo). Delegado detalha incêndio em casa que deixou duas crianças mortas Por meio de nota, a corporação disse que: o caso está sendo investigado por meio da Delegacia de Pesqueira; as crianças sofreram queimaduras em várias partes do corpo; perícias foram solicitadas para identificar as causas do incêndio; o caso segue em diligências até a total elucidação do caso.

  5. Previsão do tempo: alerta para temporais no Sudeste O mês de fevereiro deve continuar marcado por temperaturas acima da média em grande parte do país e por instabilidades mal distribuídas entre as cinco regiões do Brasil. A expectativa dos meteorologistas é de um mês marcado por longos períodos de tempo seco em várias regiões, intercalados com episódios concentrados de chuva, principalmente no Norte e em parte do Sudeste. A tendência é de menos chuva do que o normal em boa parte do país e de temperaturas mais altas em várias regiões. Mesmo sem El Niño ou La Niña atuando, o calor também deve seguir predominando ao longo do mês. 🌊 ENTENDA: Neste momento, não há atuação direta de El Niño nem de La Niña. Esses fenômenos do Pacífico influenciam chuva e temperatura no Brasil: o El Niño costuma trazer mais calor e aumentar o risco de chuva no Sul, enquanto a La Niña tende a ter efeitos opostos. "A tendência é que o El Niño só comece a se organizar no fim do verão de 2026, favorecendo mais calor em períodos que normalmente seriam mais frios, enquanto a chuva segue com um padrão relativamente regular", explica César Soares, meteorologista da Climatempo. Contudo, mesmo sem a atuação do fenômeno, o predomínio de massas de ar mais secas deve reduzir a frequência de frentes frias e de chuvas prolongadas, mantendo as temperaturas elevadas ao longo do mês. 🥵Há, inclusive, a possibilidade de ondas de calor pontuais ao longo do período, segundo Soares. Elas não devem se manter de forma contínua durante todo o mês, mas podem ocorrer em alguns períodos específicos, com maior chance na segunda metade de fevereiro, quando a tendência é de temperaturas ainda mais acima da média em várias regiões. 🌡️ Os meteorologistas definem que uma onda de calor acontece quando a temperatura fica pelo menos 5ºC acima da média por um período de cinco dias ou mais. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Chuva provoca mais uma morte em SP 🌧️ Chuva se concentra no Norte e em áreas do Sudeste No Sudeste, a chuva também tende a ficar acima da média, mas de forma mais concentrada em áreas específicas. Regiões como o sul de Minas Gerais, a Zona da Mata mineira, o centro-norte de São Paulo, o Rio de Janeiro e o centro-norte do Espírito Santo devem registrar episódios de instabilidade mais organizada, com chuva que pode persistir por alguns dias seguidos. Esse cenário ocorre principalmente quando houver a a atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), um sistema típico do verão que mantém a umidade canalizada do Norte para o Sudeste. ➡️A ZCAS se caracteriza por uma extensa faixa de nuvens que normalmente vai do Norte ao Sudeste. O sistema é responsável por manter o tempo instável nessas regiões, gerando acumulados consideráveis de chuva. A previsão indica que fevereiro deve registrar ao menos alguns episódios desse tipo, sobretudo no início do mês. Ainda assim, eles não devem se manter ao longo de todo o período nem definir o comportamento do mês como um todo. ☁️ Veja a previsão do tempo na sua cidade Céu escuro e nuvens carregadas na região leste da cidade de São Paulo (SP), em 14 de janeiro de 2025. Fábio Vieira/Fotorua/Estadão Conteúdo Em contraste, grande parte do Centro-Oeste e do Sul do Brasil deve enfrentar chuva abaixo da média ao longo de fevereiro. Em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a expectativa é de volumes menores de precipitação, com destaque para áreas do Mato Grosso onde a chuva pode ficar muito abaixo do normal. No Sul, o Paraná, o oeste e o sul de Santa Catarina e o oeste do Rio Grande do Sul também tendem a registrar menos chuva do que o habitual para o mês. No Nordeste, o cenário é misto. Algumas áreas, como o sul do Maranhão, o norte do Piauí e partes da Paraíba e de Pernambuco, podem ter chuva acima da média. Em contrapartida, regiões como o norte da Bahia, o Ceará e áreas do interior nordestino devem enfrentar um fevereiro mais seco, com calor persistente e umidade baixa em alguns momentos. Mapa mostra previsão de chuva para este sábado (31) em todo o Brasil. Inmet/Reprodução 🎉Carnaval: calor e pancadas típicas de verão Para o período de Carnaval, a expectativa é de calor e abafamento em grande parte do país, com sol forte durante boa parte do dia e risco de pancadas de chuva no fim da tarde e à noite. Essas chuvas podem ser mais intensas em alguns momentos, mas a tendência é de alternância entre períodos de tempo firme e temporais típicos do verão. Ao longo dos dias de folia, o calor deve ganhar ainda mais força, especialmente do meio para o fim da festa. Já as pancadas de chuva devem se repetir quase todos os dias. VEJA TAMBÉM: Como a floresta produz chuva? 🗓️ Previsão para este final de semana Neste fim de semana, áreas de instabilidade seguem espalhadas pelo Brasil e mantêm o tempo instável em várias regiões, com chuva em diferentes momentos do dia. Este sábado (31) ainda tem chuva irregular em vários estados do Sul e do Sudeste, enquanto no domingo (1º) a tendência é de aumento da nebulosidade e da frequência da chuva em parte do Centro-Oeste e do Sudeste, com menos espaço para longos períodos de sol. No Sul, o sábado será de sol entre nuvens e pancadas isoladas, especialmente à tarde e à noite. Porto Alegre varia entre 20 °C e 28 °C, Curitiba fica entre 16 °C e 28 °C e Florianópolis pode chegar aos 29 °C, com sensação de abafamento em momentos de maior umidade. No domingo, a chuva continua aparecendo de forma irregular, mas sem queda acentuada de temperatura. LEIA TAMBÉM: Governo aprova Plano Clima, base da estratégia no combate a mudanças climáticas Raro e espetacular: caverna no Brasil só recebe luz por 3 meses e vira cenário de outro planeta Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos No Sudeste, o fim de semana alterna períodos de sol e chuva. Em São Paulo, o sábado tem mínima em torno de 18 °C e máxima perto de 29 °C, com pancadas ao longo do dia. No domingo, o céu fica mais carregado e a chuva aparece com mais frequência, mantendo as temperaturas mais amenas. No Rio de Janeiro, o calor segue mais intenso: os termômetros chegam a 32 °C no sábado e podem alcançar até 36 °C no domingo, com pancadas de chuva principalmente à tarde e à noite. Belo Horizonte tem um fim de semana mais fechado, com máximas entre 25 °C e 28 °C e chuva em vários momentos. Mapa mostra previsão de temperatura máxima para este sábado (31). CPTEC/Inpe No Centro-Oeste, o calor predomina, mas a chuva aparece de forma recorrente. Brasília registra máximas em torno de 27 °C no sábado e 28 °C no domingo, com pancadas rápidas. Em Campo Grande, os termômetros variam entre 31 °C e 26 °C, enquanto Cuiabá segue quente, com máximas próximas de 32 °C e sensação de abafamento. No Norte e no Nordeste, o fim de semana segue quente, com muita umidade e pancadas de chuva em diferentes momentos do dia. Em capitais do litoral nordestino, como Recife (PE) e Aracaju (SE), os termômetros variam entre 26 °C e 31 °C no sábado e no domingo, com céu bastante nublado e chuva passageira, principalmente pela manhã e à noite. Em São Luís (MA), as temperaturas ficam um pouco mais baixas, entre 25 °C e 30 °C, com predomínio de muitas nuvens e pancadas isoladas. Na Região Norte, o calor continua intenso, mas a chuva aparece com mais frequência. Manaus (AM) tem máximas próximas de 29 °C, com chuva forte em alguns momentos do sábado e do domingo. Em Belém (PA), os termômetros chegam a 31 °C, com pancadas ao longo da tarde e da noite, enquanto Rio Branco (AC) varia entre 23 °C e 30 °C, mantendo o padrão de sol entre nuvens e chuva rápida ao longo do dia. Em todas essas áreas, a combinação de calor e umidade mantém a sensação de abafamento elevada durante o fim de semana. Veja como ficam as temperaturas em TODAS as capitais brasileiras, segundo o Inmet: LEIA TAMBÉM: Cientistas descobrem formação geológica no Triângulo das Bermudas que pode explicar mistérios da região Japoneses processam governo por inação climática e pedem indenização É #FAKE que Amazônia não contribui para equilibrar clima do mundo

  6. A morte do cão Orelha, em Santa Catarina, reacendeu o debate sobre a eficácia da legislação contra maus-tratos a cachorros e gatos, considerada branda por ativistas e parte dos parlamentares. Congressistas ligados à causa dos pets querem aproveitar a repercussão nacional do grave caso no sul do país para dar andamento a propostas que aumentam as penas para esse tipo de crime. O cão comunitário Orelha foi gravemente agredido no começo do mês. O cachorro foi socorrido e atendido por uma clínica veterinária, mas, no dia seguinte, precisou ser sacrificado, em razão da gravidade dos ferimentos. Atualmente, a Lei de Crimes Ambientais estabelece detenção de três meses a um ano e multa, para quem maltratar animais em geral. Morte do cão comunitário Orelha Nos casos que envolvem cães e gatos, a punição é mais severa: reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição da guarda. Essas medidas entraram em vigor a partir de 2020. A última alteração na lei foi motivada por um caso de agressão, também a um cachorro, em Minas Gerais. Conhecido como Sanção, o pitbull de dois anos teve as duas patas traseiras decepadas com uma foice, porque pulou o muro do local em que estava e entrou em confronto com o cão dos suspeitos. Propostas que endurecem as penas do crime de maus-tratos a animais já foram apresentadas no Congresso, mas ainda precisam ser aprovadas em comissões para depois serem votadas nos plenários da Câmara e do Senado. Os projetos podem, inclusive, ser votados depois do Carnaval, conforme apurou o g1. “Episódios como o do cão Orelha, que chocou o país, não são exceção: só revelam uma realidade cotidiana enfrentada por quem atua na linha de frente da proteção animal. O debate sobre punições mais eficazes é urgente, necessário e ajuda a sinalizar que esse tipo de violência é inaceitável, mas precisa caminhar junto com ações preventivas”, afirma Yohanna Perlman, diretora-executiva do Instituto Caramelo. Projetos no Senado Cão Orelha, que foi agredido em Florianópolis Reprodução/Redes sociais O PL 519/2021, de autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), é o mais avançado no Congresso. Ele aumenta a pena para reclusão de 4 a 16 anos, além de multa, em casos de maus-tratos a qualquer animal. Quando o autor do crime for proprietário ou responsável pelo animal, a pena será aplicada em dobro. Além disso, o crime será inafiançável. Esse projeto foi aprovado pela Comissão do Meio Ambiente (CMA) do Senado em agosto do ano passado, mas ainda deve ser aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) antes de ir à votação no plenário. O senador afirma que o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), se comprometeu em colocar a proposta na pauta depois do Carnaval. O senador Humberto Costa (PT-PE) é autor de outro projeto que tramita na casa. O texto aumenta a reclusão para três a seis anos, com multa e proibição de guarda, além do acréscimo de pena no caso de morte de cães e gatos. O parlamentar afirma que vai pedir urgência na votação do PL e diz que o Senado tende a ser sensível com o tema. “Vamos trabalhar pela aprovação desse projeto para aumentar a rede de proteção aos nossos animais, que não podem ser vitimados pela perversidade de alguns. Uma legislação mais forte e com penas mais duras, certamente, vai ajudar o nosso país nessa importante pauta”, defende o deputado. Projetos na Câmara O PL 2475/2025, de autoria do deputado Célio Studart (PSD-CE), altera a Lei dos Crimes Hediondos para incluir o crime de maus-tratos a animais, quando estes morrem em decorrência da agressão. Na prática, essa inclusão estabeleceria: regime inicial fechado para cumprimento da pena; maiores restrições a benefícios, como progressão de regime; vedação a anistia, graça e indulto, nos termos da legislação penal. Essa proposta foi apresentada à Comissão de Meio Ambiente da Câmara, mas ainda não foi votada. Outros projetos ainda estão em fases iniciais de tramitação.

  7. Leo Santana e Ivete Sangalo Fernando Maia/Riotur e Lauwry O carnaval de rua do Rio de Janeiro terá 44 blocos desfilando no próximo fim de semana, nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, segundo o calendário oficial da Riotur. As grandes atrações serão o Bloco da Gold, puxado por Leo Santana sábado (31) e a estreia da cantora Ivete Sangalo em um trio elétrico carioca. A baiana puxa o bloco SeráQAbre, no domingo, no Centro do Rio, a partir das 8h. Ao todo, serão 23 blocos no sábado e 21 no domingo, espalhados por ruas, praças e avenidas da cidade, marcando mais uma etapa da maratona carnavalesca que segue até o dia 22 de fevereiro. Fora os megablocos, entre os destaques do final de semana estão: Desliga da Justiça, Spanta Neném e Se Fui Triste Não Me Lembro. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Serão 462 desfiles oficiais no período e a expectativa da Riotur é de cerca de 6 milhões de foliões apenas nos blocos de rua, com impacto direto na economia da cidade. Léo Santana canta em Megabloco no Centro do Rio ✅ Blocos de sábado Bloco da Gold Vem com o Gigante 📍 R. Primeiro de Março, 33 — Centro ⏰ 8h 👥 150 mil Desliga da Justiça 📍 Praça Tiradentes — Centro ⏰ 10h 👥 7 mil Metcom Wod 📍 Av. Júlio Furtado, 10 — Grajaú ⏰ 10h 👥 300 Nossobloquinho Oficial 📍 Praça Cmte. Xavier de Brito, 14 — Tijuca ⏰ 10h 👥 100 S.P.D. – Samba Pra Deus 📍 Av. Lúcio Costa, 3360 — Barra da Tijuca ⏰ 11h 👥 5.000 Spanta Neném 📍 Av. Epitácio Pessoa, 1005 — Lagoa ⏰ 12h 👥 4.500 Bloco do Moreno 📍 R. Urbano Duarte, 30 — Tijuca ⏰ 13h 👥 200 Bloco Foliões do Rio 📍 Praça Jerusalém, 39 — Jardim Guanabara ⏰ 13h 👥 900 Põe na Quentinhas 📍 Praça Niterói, 18 — Maracanã ⏰ 13h 👥 500 Pega Rex! 📍 R. do Mercado, 37 — Centro ⏰ 15h 👥 300 Vou Treinar e Volto Já 📍 Praça Castilhos França, 33 — Tijuca ⏰ 15h 👥 900 Canetas de Ouro 📍 R. Visconde de Abaeté, 139 — Vila Isabel ⏰ 16h 👥 1.200 Atabloco 📍 R. Barão de São Félix, 8 — Gamboa ⏰ 16h 👥 100 Bloco Gordelicia 📍 R. Bernardino de Campos, 93 — Piedade ⏰ 16h 👥 300 Piranhas do BDS 📍 Tv. Silva Baião, 8 — Santo Cristo ⏰ 16h 👥 500 Bloco Calma Amor 📍 Av. Monsenhor Félix, 710 — Irajá ⏰ 17h 👥 4.000 Bloco Tecnomacumba 📍 Av. Barão de Tefé, 74 — Saúde ⏰ 17h 👥 900 Fala Meu Louro 📍 R. Waldemar Dutra, 19 — Santo Cristo ⏰ 17h 👥 900 Acadêmicos do Engenho de Dentro 📍 R. Venâncio Ribeiro, 290 — Engenho de Dentro ⏰ 18h 👥 200 Nem Muda Nem Sai de Cima 📍 Av. Maracanã, 838 — Tijuca ⏰ 18h 👥 900 Bloco do Baixo Tijuca 📍 Praça Varnhagem, 9 — Tijuca ⏰ 18h 👥 990 Mistura de Santa 📍 R. Aprazível, 85 — Santa Teresa ⏰ 18h 👥 500 Tá Chegando a Hora 📍 R. Barros de Alarcão, 464 — Pedra de Guaratiba ⏰ 19h 👥 300 Foliões na concentração do bloco Desliga da Justiça, no Centro do Rio, na manhã de sábado, 4 de fevereiro de 2023 Fernando Maia/Riotur ✅ Blocos de domingo SeráQAbre? (Com Ivete Sangalo) 📍 R. Primeiro de Março, 33 — Centro ⏰ 8h 👥 150 mil Bloco Kids2gether 📍 Praça Pio XI, 174 — Jardim Botânico ⏰ 9h 👥 2 mil Bloco Maravilhosas 📍 Av. Vieira Souto, 594 — Ipanema ⏰ 9h 👥 3 mil Ensaio Técnico do Multibloco 📍 R. do Senado, 88 — Centro ⏰ 9h 👥 1 mil Mini Seres do Mar 📍 R. Gen. Glicério, 326 — Laranjeiras ⏰ 9h 👥 2,5 mil Bloco Me Esquece 📍 R. Pacheco Leão, 20 — Jardim Botânico ⏰ 10h 👥 6 mil Bloco Vira Lata 📍 Av. Pref. Mendes de Morais, 808 — São Conrado ⏰ 10h 👥 5,1 mil Piratas 📍 Largo de São Francisco da Prainha — Saúde ⏰ 10h 👥 200 Se Fui Triste Não Me Lembro 📍 Av. Infante Dom Henrique, 75 — Glória ⏰ 10h 👥 20 mil Fanfarra Festiva Tricolor 📍 Praça Duque Costa, 20 — Laranjeiras ⏰ 11h 👥 1.000 Se Cair Eu Como 📍 Av. Paranapuã, 35 — Ilha do Governador ⏰ 11h 👥 2.000 Morena do Dom 📍 R. André Cavalcanti, 44 — Centro ⏰ 14h 👥 900 Amigos da Barra 📍 Av. Lúcio Costa, 3800 — Barra da Tijuca ⏰ 15h 👥 10 mil Coração das Meninas 📍 Região da Gamboa ⏰ 15h 👥 700 Banda Cultural do Jiló 📍 R. Pinto de Figueiredo, 26A — Tijuca ⏰ 15h 👥 500 Bloco das Gambas 📍 R. Aristídes Lôbo, 217 — Rio Comprido ⏰ 16h 👥 1.000 Xodó da Piedade 📍 R. Leopoldina, 213 — Piedade ⏰ 17h 👥 300 Festival Porto Folia 📍 Praça Mauá — Centro ⏰ 17h 👥 1.000 Turma do Gato Futebol e Samba 📍 R. Djalma Dutra, 262 — Pilares ⏰ 17h 👥 800 Máfia do Pandolfi 📍 Praia de Sepetiba, 1408 — Sepetiba ⏰ 17h 👥 5.000 Tô na Bola Mais Tô Feliz 📍 R. Primeiro de Maio, 5 — Curicica ⏰ 17h 👥 500 Bloco Spanta Neném já anima a Avenida Epitácio Pessoa Alexandre Macieira / Riotur 462 desfiles de blocos Ao todo, o calendário oficial do carnaval de rua do Rio de Janeiro conta com 462 desfiles de blocos espalhados por todas as regiões da cidade. Para facilitar o planejamento dos foliões, o g1 criou uma ferramenta especial com todos os blocos do calendário oficial do Carnaval de Rua do Rio 2026. No buscador, é possível filtrar os desfiles por bairro, data ou nome do bloco, além de consultar informações como local, horário e estimativa de público. Veja abaixo e monte seu roteiro da folia.

  8. Junho de 2020: enfermeiro do Hospital do Guará morre de covid-19 A Justiça condenou o Distrito Federal a pagar R$ 75 mil a cada familiar de um servidor que morreu por Covid‑19 após contrair a doença enquanto trabalhava na linha de frente durante a pandemia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Antônio Júnior Araújo Silva, de 50 anos, exercia atividades no Centro de Saúde n.º 1 do Guará e no Hospital Regional do Guará. Ele foi o sexto profissional de saúde a morrer com a doença no DF (veja detalhes no vídeo acima, de junho de 2020). Ao g1, a Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) informou que o caso está sendo devidamente analisado para a adoção das medidas administrativas e judiciais pertinentes. Antônio Júnior Araújo Silva, de 50 anos, exercia atividades no Centro de Saúde nº 1 do Guará e no Hospital Regional do Guará, ambos vinculados à Secretaria de Estado de Saúde TV Globo/Reprodução Ele contraiu a doença no exercício de suas funções como enfermeiro e técnico em enfermagem. O profissional atuava na linha de frente, mesmo pertencendo ao grupo de risco. Antônio possuía comorbidades como hipertensão, diabete e obesidade, mas teve seu pedido de teletrabalho negado pela administração. O laudo médico revela que o servidor exercia atividade de triagem de pacientes, incluindo os casos suspeitos de COVID-19, curativo, aplicação de medicamentos, reunião de equipe e aplicação de vacina, o que o deixou exposto a risco elevado. Em junho de 2020, após 17 dias de internação, o profissional faleceu em decorrência de complicações causadas pela doença. Acidente de serviço por doença ocupacional A Comissão Regional Permanente de Investigação de Acidente em Serviço reconheceu que a doença apresentada pelo servidor foi causada pelas atividades desempenhadas no trabalho e o caso se enquadra como acidente de serviço por doença ocupacional. A viúva e o filho do servidor ajuizaram ação de indenização. Segundo a família, Antônio estava constantemente exposto aos riscos inerentes à alta disseminação do vírus e enfrentava escassez de equipamentos de proteção individual. Em depoimento, a esposa informou que o servidor não recebia equipamento de proteção em quantidade suficiente, tendo inclusive comprado máscaras de uma colega de trabalho. O Distrito Federal, em sua defesa, alegou ausência de nexo causal e caracterização de força maior, argumentando que não seria possível demonstrar de forma inequívoca que a contaminação ocorreu no local de trabalho. O DF também apresentou documentos sobre entrega de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e capacitações, porém a maioria com datas posteriores ao óbito do servidor. Ao julgar, a juíza afastou a tese de força maior e reconheceu a responsabilidade do Distrito Federal. "É dever do empregador assegurar a plena higidez física de seus servidores durante o horário de trabalho e enquanto sob suas ordens, baseado na teoria do risco administrativo", destaca a magistrada. A decisão afirmou que o Governo do Distrito Federal não conseguiu provar que entregou os equipamentos de proteção ao servidor nem que tomou medidas para reduzir os riscos, mesmo sabendo das doenças que ele já tinha. Dessa forma, o DF foi condenado a pagar a quantia de R$ 75 mil para cada autor a título de danos morais. O valor foi estabelecido com base nos princípios da razoabilidade e proporcionalidade, considerando o sofrimento vivenciado pelos familiares e o caráter não punitivo da reparação. A decisão cabe recurso. LEIA TAMBÉM: RELATÓRIO DA PM: Rotina de Bolsonaro na Papudinha inclui caminhada e fisioterapia, mas não leitura, diz relatório SOBRADINHO: Avião de pequeno porte sofre acidente após tentar pouso forçado no DF, dizem bombeiros Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  9. Casal suspeito de aplicar golpes de até R$ 5 milhões com brechó de luxo é preso em SP Fundado em 2018, o brechó de luxo Desapego Legal declarou receitas milionárias por anos antes de clientes de todo o Brasil começarem a relatar a interrupção dos pagamentos pelas vendas de peças. As denúncias levaram à abertura de investigação policial, ao pedido de recuperação judicial com dívida estimada em R$ 20 milhões e, em janeiro de 2026, à prisão dos donos da empresa em São José dos Campos - veja cronologia abaixo. Casal preso em caso de brechó de luxo acusado de calotes. Reprodução/TV Vanguarda 2018 Junho – O brechó Desapego Legal inicia as atividades, com sede em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A empresa passa a atuar principalmente pelas redes sociais, com foco na revenda de bolsas, joias e acessórios de luxo. 2022 A empresa declara receita bruta de R$ 48,8 milhões. O brechó amplia a presença digital e mantém sede física em um prédio comercial no bairro Jardim Aquarius, área valorizada da cidade. 2023 O Desapego Legal informa receita bruta de R$ 50,8 milhões, o maior faturamento declarado pela empresa. Nas redes sociais, o brechó soma mais de 212 mil seguidores e ultrapassa 31 mil publicações, anunciando produtos de luxo, incluindo bolsas de grife vendidas por valores superiores a R$ 20 mil. A operação funciona em estrutura considerada de grande porte, com envio de produtos para todo o Brasil. Infográfico mostra detalhes de suposto esquema de brechó de luxo. Arte/g1 2024 A empresa declara queda brusca no faturamento, que recua para R$ 5,6 milhões, e registra prejuízo acumulado de R$ 14,6 milhões. Clientes de diversos estados passam a relatar interrupção dos pagamentos, além da não devolução de bolsas, joias e roupas de grife enviadas para venda. O número de reclamações cresce e o caso gera quase 100 ações judiciais, além de boletins de ocorrência registrados em diferentes estados. O brechó desocupa a sede física no Jardim Aquarius após problemas relacionados ao pagamento do aluguel. Brechó de São José dos Campos é suspeito de calote milionário Reprodução 2025 Janeiro – O caso ganha repercussão nacional após reportagem exibida no Fantástico. À época, o prejuízo estimado chegava a R$ 5 milhões, segundo apuração da reportagem. A empresária Francine da Costa Prado faz uma transmissão ao vivo nas redes sociais, na qual admite “falhas administrativas” e afirma que os problemas seriam resolvidos. A Polícia Civil instaura investigação após denúncias de clientes de várias regiões do país. O caso passa a tramitar nas esferas criminal e cível. Julho – A defesa do Desapego Legal entra com pedido de recuperação judicial, que é aceito pela Justiça. No processo, a empresa lista quase 700 credores, com dívidas que, somadas, chegam a R$ 20 milhões, incluindo valores individuais superiores a R$ 1 milhão. Relatório da administradora judicial aponta dúvidas sobre a viabilidade econômica da empresa, sobre a boa-fé no pedido de recuperação judicial e menciona movimentação financeira incompatível com a estrutura do brechó. Clientes de todo o Brasil acusam Francine Prado, dona do brechó online Desapego Legal, de aplicar um calote de R$ 5 milhões TV Globo/Reprodução 2026 29 de janeiro – O casal Francine da Costa Prado e Filipe Prado dos Santos é preso no bairro Urbanova, em área nobre de São José dos Campos, durante o cumprimento de mandados de prisão temporária e de busca e apreensão expedidos pela Justiça do Piauí. Um veículo é apreendido durante a operação. 30 de janeiro – O casal passa por audiência de custódia, e a Justiça mantém a prisão por não identificar irregularidades no cumprimento dos mandados. Os advogados de defesa disseram que o casal sempre atendeu às convocações judiciais e que os meios processuais cabíveis serão adotados. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

  10. Por que centenas de periquitos morreram em vez de voar quando árvore caiu? Mais de 350 periquitos morreram após a queda de um pé de eucalipto durante uma tempestade, na quinta-feira (29), no município de Lajeado Novo, no sudoeste do Maranhão. Dos 27 periquitos resgatados com vida, três morreram durante o transporte de Imperatriz para São Luís, na madrugada dessa sexta-feira (30), segundo o Ibama. Ao g1, o médico-veterinário e professor da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul), Leonardo Moreira, contou que acionou o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para ajudar no resgate. Ele disse que, inicialmente, suspeitou de um raio, mas o cenário indicava ventania, já que não havia queimaduras na árvore.Segundo ele, as aves foram encontradas com diferentes graus de comprometimento. “A maioria das aves tinha sinais de fratura, principalmente nas asas, fraturas expostas muito graves; outros estavam desorientados, sem reação, com sinais de trauma crânio-encefálico ou choque hemorrágico”, afirmou. Após a queda da árvore, moradores da região recolheram algumas das aves no local e as levaram para casa. O ICMBio reforça que manter aves silvestres em casa é crime ambiental. Você vai ler nessa reportagem: Quando e onde aconteceu o caso? Quantas aves morreram, feridas ou sobreviveram? Como foi a ação de resgate? Por que os periquitos não voaram? Qual é o estado de saúde das aves que sobreviveram? Quando e onde aconteceu o caso? As aves morreram após a queda de uma árvore durante uma forte tempestade, nessa quinta-feira (29), que destruiu o abrigo das aves no povoado Passagem Boa, em Lajeado Novo (MA). Quantas aves morreram, feridas ou sobreviveram? Aves foram encontradas com fraturas e traumas Leonardo Moreira de Oliveira/UEMA Mais de 350 periquitos morreram após a queda de um pé de eucalipto durante uma tempestade. Ao todo, 27 aves foram resgatadas com vida, mas três morreram durante o transporte de Imperatriz para São Luís, na madrugada desta sexta-feira (30). As demais estão sob cuidados no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, na capital maranhense. Como foi a ação de resgate? Três das 27 aves resgatadas após queda de árvore morrem durante transporte ao Maranhão O Núcleo de Gestão Integrada do ICMBio de Imperatriz foi acionado por volta das 10h, após um médico-veterinário e professor da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul) receber relatos da população sobre o ocorrido. Ao g1, o médico-veterinário e professor da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul), Leonardo Moreira, contou que acionou o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para ajudar no resgate. Ele disse que, inicialmente, suspeitou de um raio, mas o cenário indicava ventania, já que não havia queimaduras na árvore. Segundo ele, as aves foram encontradas com diferentes graus de comprometimento. “A maioria das aves tinha sinais de fratura, principalmente nas asas, fraturas expostas muito graves; outros estavam desorientados, sem reação, com sinais de trauma crânio-encefálico ou choque hemorrágico”, afirmou. Por que os periquitos não voaram? Cerca de 350 periquitos morreram após a queda Ronis Milhomem Segundo o médico-veterinário, periquitos são aves diurnas e, como outras espécies desse grupo, evitam voar à noite por risco de predação. Por isso, tendem a ficar imóveis e aglomerados durante o descanso, como forma de proteção. Ele explica que, no momento da queda, provavelmente muitas aves estavam no lado da árvore que tocou o solo, o que impediu qualquer reação. “Aparentemente, as aves que estavam abrigadas do lado que teve contato com o solo não tiveram tempo de sair devido à velocidade da queda. Entretanto, ao final da tarde, foi possível ver um bando muito grande de periquitos pousando em árvores próximas ao local do acidente, provavelmente os sobreviventes que conseguiram voar durante a queda”, disse. As aves estavam reunidas em um pé de eucalipto de cerca de 32 metros de altura, segundo o Ibama. O veterinário explica que os periquitos escolhem árvores altas para passar a noite por segurança, e que a proximidade de alimento e água pesa mais na escolha do abrigo do que a espécie da árvore. Outro fator que pode ter contribuído para a morte das aves é que periquitos não possuem um mecanismo de impermeabilização das penas tão eficiente quanto o de aves aquáticas. Isso dificulta o voo quando ficam encharcados. Qual é o estado de saúde das aves que sobreviveram? Segun, o médico-veterinário e professor da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (Uemasul), Leonardo Moreira, contou que acionou o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para ajudar no resgate. Ele disse que, inicialmente, suspeitou de um raio, mas o cenário indicava ventania, já que não havia queimaduras na árvore. Segundo ele, as aves foram encontradas com diferentes graus de comprometimento e seguem sob cuidados do Ibama, em São Luís, apresentando evolução no quadro clínico.

  11. Como funciona a Mega-sena O concurso 2.967 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 115 milhões para os acertadores das seis dezenas. O sorteio ocorre às 21h deste sábado (31), em São Paulo. Clique aqui para seguir o canal de Loterias do g1 no WhatsApp No concurso da última quinta-feira, nenhuma aposta acertou as seis dezenas. A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 6 e pode ser realizada também pela internet, até as 20h – saiba como fazer a sua aposta online. A Mega tem três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados. Volante da Mega-Sena Ana Marin/g1 Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser realizadas até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos. Já os bolões digitais poderão ser comprados até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo. O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.

  12. g1 testa o Waymo, o carro autônomo do Google, nos Estados Unidos Um táxi-robô autônomo da Waymo, empresa da Alphabet (dona do Google), atropelou uma criança perto de uma escola primária na Califórnia (EUA) nesta quinta-feira (29). A criança sofreu ferimentos leves. Cerca de uma semana depois, nesta quinta-feira (29), a Administração Nacional de Segurança Rodoviária (NHTSA) dos EUA informou que abriu uma investigação sobre o caso. O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) também anunciou que investigará o incidente. Em publicação no blog oficial, a Waymo afirmou que vai cooperar com as investigações e disse que o veículo detectou rapidamente a criança e freou bruscamente (veja mais abaixo). O caso reacendeu preocupações sobre a segurança dos táxis-robôs, cujo número vem crescendo nos Estados Unidos. O Comitê de Comércio do Senado americano já tinha marcado para 4 de fevereiro uma audiência sobre carros autônomos, com a participação do diretor de segurança da Waymo, Mauricio Peña. 🚸 Como foi o incidente Segundo a agência de segurança de trânsito dos EUA, a criança atravessou a rua correndo em direção à escola, surgindo por trás de um SUV estacionado em fila dupla. O atropelamento ocorreu durante o horário de entrada e saída dos alunos. A agência informou que havia outras crianças, um guarda de trânsito e vários veículos estacionados em fila dupla na região. A Waymo afirmou que a criança “entrou repentinamente na via por trás de um SUV alto, movendo-se diretamente para a trajetória do veículo”. Segundo a empresa, o carro autônomo detectou a criança assim que ela apareceu e reduziu a velocidade de cerca de 27 km/h para menos de 10 km/h antes do impacto. A Waymo afirmou ainda que simulações indicam que um motorista humano totalmente atento, na mesma situação, teria atingido o pedestre a cerca de 22 km/h. Veículo autônomo da Waymo em Los Angeles, na Califórnia Alexandre Lopes/g1 Santos Após a colisão, segundo a empresa, a criança se levantou, caminhou até a calçada e a Waymo acionou o serviço de emergência 911. O veículo permaneceu parado e só deixou o local após liberação da polícia. A NHTSA iniciou uma avaliação preliminar para apurar se o veículo operava com cautela adequada, considerando a proximidade com a escola e a presença de pedestres vulneráveis. A agência disse que vai analisar o comportamento esperado do veículo em zonas escolares, incluindo respeito aos limites de velocidade, além da resposta da empresa após o impacto. No mesmo dia do acidente, o NTSB abriu outra investigação envolvendo a Waymo após robôs-táxi da empresa ultrapassarem ônibus escolares parados em Austin, no Texas, pelo menos 19 vezes desde o início do ano letivo. Em dezembro, a Waymo fez recall de mais de 3 mil veículos para atualizar o software que permitia ultrapassagens indevidas de ônibus escolares durante embarque e desembarque de alunos — situação que aumenta o risco de acidentes. A NHTSA já havia aberto uma investigação sobre o tema em outubro. A Waymo afirmou que não houve colisões nesses casos. O Distrito Escolar Independente de Austin informou que cinco incidentes ocorreram em novembro, mesmo após atualizações de software. O sistema escolar chegou a pedir que a empresa suspendesse as operações perto das escolas nos horários de entrada e saída dos alunos, mas disse à Reuters que a Waymo recusou o pedido. Veja mais: Como é viver nas cidades com tecnologia mais avançada do mundo Após investigação, estado americano acusa Meta de facilitar exploração infantil

  13. Bolsonaro articula palanques nos estados dentro da Papudinha Daqui até a eleição, o principal bunker para a definição das questões estratégicas da oposição não será uma sede de partido ou gabinete em Brasília, mas sim a "Papudinha", onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está preso. O movimento de bastidor é intenso e a agenda, disputada. Já na semana que vem, Bolsonaro deve receber deputados do Rio de Janeiro e da Paraíba, além de um senador por Goiás. A fila de aliados que buscam a "bênção" de Bolsonaro só cresce: nesta sexta-feira (30), parlamentares do Rio, Rio Grande do Sul e Minas Gerais pediram autorização ao ministro Alexandre de Moraes para encontros. As decisões de peso já estão saindo da cela. Antes de ser transferido para a Papudinha, ainda na Superintendência da Polícia Federal no DF, Bolsonaro bateu o martelo sobre a escolha do filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para a disputa para presidente em 2026. Na quinta-feira (29), as questões relacionadas à eleição nacional também dominaram a conversa com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que reiterou que será candidato a reeleição e reforçou apoio ao nome de Flávio. Há, porém, limites impostos pelo Judiciário. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, tentou um encontro para definir estratégias e alianças para o Senado, mas bateu na trave. Alexandre de Moraes negou o pedido sob o argumento de que ambos respondem ao mesmo processo por tentativa de golpe, o que impede a comunicação direta. Não é a primeira vez na história recente do Brasil que passos cruciais de uma candidatura — e a escolha do próprio candidato — são definidos de dentro da prisão. Em 2018, o então ex-presidente Lula transformou sua cela na Superintendência da PF no Paraná no centro nevrálgico do PT. Naquela ocasião, foi da prisão que Lula selou o nome de Fernando Haddad como seu sucessor, após reuniões com Gleisi Hoffmann e negativas de nomes como Jaques Wagner. A unção de Haddad para a sociedade foi feita por meio de uma carta escrita à mão por Lula e lida pelo aliado Luiz Eduardo Greenhalgh. O ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, aparece na porta de sua casa, durante sua prisão domiciliar, em Brasília, Brasil, em 21 de novembro. de 2025 Mateus Bonomi/Reuters

  14. Avião da Latam faz pouso monitorado após explosão com carregador portátil Um avião da Latam precisou desviar a rota nesta quinta-feira (29) após um powerbank (bateria recarregável portátil usada para carregar celulares) explodir a bordo. O caso chama atenção para os riscos envolvendo baterias eletrônicas e se soma a outros incidentes semelhantes já registrados. O voo saiu de São Paulo (SP) com destino a Brasília (DF), mas precisou pousar em Ribeirão Preto (SP). Por causa do susto, pelo menos três passageiros passaram mal e foram atendidos ainda na pista após o pouso. Nenhum deles precisou ser encaminhado para hospitais. Outro caso parecido aconteceu em agosto de 2025, quando um carregador portátil pegou fogo em um avião que fazia o trajeto entre São Paulo e Amsterdã. Vídeos publicados nas redes sociais mostraram o interior da aeronave tomado por fumaça (veja abaixo). Carregador pega fogo dentro de avião para Amsterdã em agosto de 2025 Especialistas explicam que incidentes com baterias de íon de lítio — usadas em celulares, notebooks e powerbanks — são raros. Ainda assim, podem acontecer e existem regras específicas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para reduzir perigos durante o transporte desses equipamentos. Mas, afinal, como essas explosões acontecem? Quais são as regras da Anac? O risco é maior dentro de um avião? E como prevenir? Veja as respostas abaixo. Quais são as regras da Anac? Powerbank Freepik/xb100 A Anac determina regras específicas para viagens de avião com carregadores portáteis, baterias externas e powerbanks: ➡️​ Bagagem despachada: não é permitido ➡️​Bagagem de mão: permitido, desde que respeite os limites de capacidade e as regras de segurança. Confira: até 100 Wh: permitido entre 100 Wh e 160 Wh: permitido, no máximo duas unidades por dispositivo, com aprovação prévia da companhia aérea. ⚠️​Nos casos permitidos, as baterias devem ser transportadas com proteção individual, como em embalagens originais ou com os terminais isolados (por exemplo, tampando os terminais expostos ou colocando cada bateria em saco plástico ou bolsa de proteção separada). 🔎​ Mas como saber se a bateria está dentro do limite? Normalmente, a capacidade de armazenamento de energia aparece na descrição do aparelho. Mas muitos fabricantes mostram essa medida em mAh (miliampère-hora), que é diferente de Wh (watt-hora) — unidade usada pela Anac. Segundo especialistas, para converter entre as duas unidades é preciso considerar também a voltagem da bateria, que costuma ser de cerca de 3,7 V em powerbanks e celulares — mas esse valor pode variar. Para ter uma noção, considerando essa voltagem média, é possível fazer uma aproximação: 100 Wh ≈ cerca de 27.000 mAh 160 Wh ≈ cerca de 40.000 mAh 🔥 Segundo especialistas, a capacidade da bateria influencia principalmente a intensidade de um eventual incêndio, e não necessariamente a chance de ele acontecer. Quanto maior a energia armazenada, maior pode ser o tamanho e a dificuldade de controlar o fogo. ✈️Baterias têm mais chance de explodir em um avião? Não. Baterias de íon de lítio — as mais usadas em celulares, notebooks e powerbanks — têm a mesma chance de explodir em solo ou durante um voo, segundo Kim Rieffel, vice-presidente de Telecomunicações da Associação Brasileira de Infraestrutura da Qualidade (Abriq). “Não há nada na ciência que mostre que as baterias de íon de lítio tenham mais risco de explosão em um avião”, afirma. Na verdade, os principais fatores de risco para esse tipo de ocorrência são temperatura elevada e choque físico (como quedas). “Esses tipos de situação podem bagunçar o sistema interno de energia da bateria e causar curto-circuitos, que podem gerar explosões”, afirma Rieffel. ➡️ Por isso, a Anac proíbe baterias na bagagem despachada, segundo ele. No compartimento de carga, há menos controle sobre variações de temperatura e sobre impactos mecânicos. ➡️ Além disso, aparelhos não homologados pela Anatel tendem a apresentar maior risco de explosão, segundo especialistas. “Possivelmente, é uma característica de um equipamento que não foi produzido com os requisitos de segurança e os aspectos que tornem a operação dele segura. O problema está nas partes que constituem o powerbank”, explica Fábio Delatore, professor de Engenharia Elétrica do Instituto Mauá de Tecnologia. Por isso, especialistas recomendam que consumidores priorizem powerbanks, celulares e carregadores homologados pela Anatel. “A recomendação é buscar bons fabricantes e desconfiar de produtos muito baratos”, afirma Delatore. Outros casos de explosão de eletrônicos em aviões Bateria de lítio provoca incêndio em voo da Air China e avião faz pouso de emergência Em outubro de 2025, a explosão de uma bateria de lítio provocou um incêndio em um voo da Air China que seguia de Hangzhou, na China, para Seul, na Coreia do Sul. Segundo a companhia aérea, a tripulação controlou a situação rapidamente e não houve feridos. Veja vídeo acima. Carregador portátil explode em voo, e passageiros tentam conter fogo  Já em março de 2025, um carregador de celular pegou fogo dentro de um avião durante um voo em Hong Kong. Passageiros usaram água para ajudar a conter as chamas. Ninguém ficou ferido. Veja imagens acima. Veja mais: Demissão de 16 mil pessoas na Amazon também afeta o Brasil: 'Assustador', diz ex-funcionário Ex-engenheiro do Google é condenado nos EUA por roubar segredos de IA para empresas chinesas

  15. Taxa de desemprego cai para 5,6% em 2025, menor nível da série histórica do IBGE A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, o menor nível da série registrada pelo IBGE. Jennifer de Souza trabalha há quatro meses como recepcionista em uma clínica de estética no Rio. "É uma realização trabalhar com carteira assinada. Consegui, agora o nosso plano é sair do aluguel”, conta. A rede de clínicas dobrou de tamanho em 2025, o que se refletiu no aumento das contratações. "Isso também impulsionado, obviamente, pelo mercado de saúde, beleza e bem-estar. Então, a gente dobrou o número de funcionários”, conta o empresário André Rautt. O setor de serviços - que inclui atividades como comércios, bares e restaurantes, saúde, educação - foi o que mais contratou em 2025, ajudando o país a terminar 2025 com uma taxa média de desemprego de 5,6%. É o menor índice desde 2012, quando começou a série histórica do IBGE. Em 2025, o Brasil teve 6,2 milhões de brasileiros em busca de uma vaga, 1 milhão a menos do que em 2024. "O que a gente vê é que o mercado de trabalho está realmente muito aquecido. A gente vem tendo crescimentos econômicos já há alguns anos. Então, todo esse cenário favorável da economia acaba rebatendo também no mercado de trabalho. Especialmente quando a gente olha para 2025, o primeiro semestre foi de uma economia mais forte, e isso acaba refletindo no mercado de trabalho”, afirma Rodolpho Tobler, economista FGV IBRE. Em 2025, a população ocupada, que abrange tanto empregos formais quanto o mercado informal, foi recorde: 103 milhões de pessoas. A renda média mensal dos trabalhadores cresceu 5,7%, para R$ 3.560 – maior valor da série histórica. O número de empregados do setor privado com carteira assinada avançou 2,8%, enquanto o total de trabalhadores informais recuou 0,8% em 2025. Taxa de desemprego no Brasil cai para 5,6% em 2025, o menor nível da série registrada pelo IBGE Jornal Nacional/ Reprodução Mas, segundo economistas, há sinais de desaceleração na oferta de vagas com carteira assinada. Na quinta-feira (29), o Ministério do Trabalho divulgou os números do Caged, que monitora apenas o mercado formal e usa metodologia diferente do IBGE. Em 2025, a abertura dessas vagas foi a menor dos últimos cinco anos. O economista Rodolpho Tobler diz que o contingente de trabalhadores informais ainda é grande - 37% do mercado de trabalho - e que é preciso investir em tecnologia e qualificação da mão de obra para aumentar a produtividade - estagnada no Brasil: "Quando a gente olha a produtividade do brasileiro ali estagnada, é muito porque a nossa estrutura produtiva do país, ou seja, as atividades que têm maior crescimento são aquelas que não geram tanta renda. Então, a gente tem desafios estruturais nisso. Ou seja, informalidade elevada também é uma barreira. Então, reduzir esse número de informalidade é muito importante para que a gente não só melhore o número de pessoas trabalhando, mas também cresça na questão da qualidade do mercado de trabalho”. LEIA TAMBÉM Taxa média de desemprego fica em 5,6% em 2025, o menor patamar desde o início da série histórica, diz IBGE Seguro-desemprego tem novos valores em 2026; veja tabela

  16. Gastos com previdência são as despesas que mais pesam nas contas do governo Os gastos com previdência são as despesas que mais pesam nas contas do governo. A diferença entre o que foi arrecadado para pagar benefícios, aposentadorias e pensões e o que o governo federal teve que colocar a mais para honrar os compromissos do INSS, setor público e militares foi de R$ 436 bilhões. A maior parte desse dinheiro foi para cobrir o déficit da previdência do INSS: mais de R$ 320 bilhões – R$ 17 bilhões a mais do que em 2024. Para a previdência dos servidores públicos, o governo teve que colocar mais de R$ 62 bilhões para fechar as contas – R$ 7 bilhões a mais do que no ano passado. Para pagar aposentadorias e pensões dos militares das Forças Armadas, o governo teve que entrar com R$ 53 bilhões – R$ 2 bilhões a mais do que em 2024. Quando se traça uma linha com o aumento dos gastos com o regime geral de previdência do INSS ao longo de uma década, o quadro é ainda mais preocupante. Em 2016, as despesas ficaram em R$ 500 bilhões. Em 2025, elas dobraram: ultrapassaram pela primeira vez a casa do trilhão de reais. O economista Leonardo Rolim afirma que uma nova reforma da previdência do INSS é inevitável e urgente: "Mais importante do ponto de vista fiscal, é uma reforma previdenciária. Como falei: o Brasil está envelhecendo, envelhecendo muito rapidamente, e a gente precisa ajustar o nosso regime e buscar mudar a forma de custeio, que é o antídoto para esse grande desafio demográfico que a gente tem. Se a gente tivesse agido mais cedo, seria mais fácil resolver o problema. Quanto mais a gente demora, mais envelhecido o país está, mais difícil é a solução, mais amargos vão ter que ser os remédios a serem adotados”, afirma Leonardo Rolim, ex-presidente do INSS e ex-secretário da Previdência. Uma reforma na Previdência depende da vontade política do governo e do Congresso. Assim como uma reforma administrativa que controle os supersalários e revise as carreiras dos servidores públicos. O deputado Pedro Paulo, do PSD, apresentou uma proposta de reforma e discutiu o texto ao longo de 2025. O debate que mexe na Constituição foi adiado para 2026. Gastos com previdência são os que mais pesam nas contas públicas; rombo do INSS em 2025 foi de mais de R$ 320 bilhões Jornal Nacional/ Reprodução E 2026 começa com uma pressão sobre os gastos públicos. Por lei, benefícios previdenciários e assistenciais acompanham o valor do salário mínimo. Eles aumentam na proporção do reajuste do mínimo. O governo Lula propôs e o Congresso aprovou a política de valorização do mínimo – que passou a prever aumento acima da inflação. De acordo com cálculos do próprio governo, a cada R$ 1 de aumento do salário mínimo, a despesa da seguridade social sobe em cerca de R$ 400 milhões. O economista Rogério Nagamine afirma que essa situação é insustentável a curto prazo: " Nós temos uma situação em que dois a cada três benefícios do INSS são de salário mínimo. Então tem um impacto muito grande essa política de valorização de salário mínimo. Não só no INSS, mas também em outras políticas como abono e seguro-desemprego. Na verdade, tem impacto grande na seguridade social como um todo. A gente está falando de um volume muito grande de benefícios que estão vinculados ao salário mínimo”.

  17. Contas públicas: rombo em 2025 é de R$ 55 bilhões As contas públicas fecharam 2025 com um rombo de R$ 55 bilhões. Ao longo do ano, o governo gastou muito mais do que arrecadou com impostos e o rombo foi de R$ 58 bilhões. As empresas estatais também ficaram no vermelho: déficit de R$ 5,9 bilhões. Só estados e municípios tiveram superávit. No balanço final, o setor público terminou 2025 com um buraco de R$ 55 bilhões – uma piora em relação ao ano anterior, que já tinha sido de déficit. O desempenho das estatais federais foi o segundo pior da série histórica do Banco Central, que começou em 2002. Segundo economistas, esse rombo foi influenciado, principalmente, pela crise financeira dos Correios, que acumulou um prejuízo de R$ 6 bilhões até setembro. O balanço da estatal no ano ainda não foi divulgado. Os Correios vão reabrir na próxima semana as inscrições para o plano de desligamento voluntário para cerca de 15 mil funcionários até 2027. A medida faz parte do plano de reestruturação anunciado pela estatal. No final de 2025, os Correios fecharam um empréstimo de R$ 12 bilhões, com garantia do Tesouro Nacional, para tentar recuperar o caixa, continuar as operações e quitar ou renegociar dívidas em atraso. "Nós vemos esse resultado mais dramático está nos Correios, uma empresa que foi mal governada, logo mal gerida, com prejuízos enormes, uma coisa catastrófica que agora estão tentando sanar. É uma empresa que deveria ter sido privatizada, não foi. Enfim, agora realmente o custo não é apenas para o Tesouro, é para sociedade e é muito grande", diz Cláudio Frischtak, presidente da Inter.B Consultoria. Contas públicas: rombo em 2025 é de R$ 55 bilhões Jornal Nacional/ Reprodução Os sequência de déficits do governo contribui para a disparada da dívida pública – um indicador da saúde financeira do país. Em três anos, ela subiu sete pontos percentuais e, quanto maior a dívida, maiores os juros que os investidores cobram para financiar o governo. Em 2008, quando o Banco Central adotou a atual metodologia, a dívida pública correspondia a 56% do Produto Interno Bruto. Em 2025, chegou a 78,7% do PIB – R$ 10 trilhões. E estimativas do governo apontam que a dívida vai continuar crescendo ano a ano até chegar a 88,6% do PIB em 2032. O governo criou uma regra para tentar limitar o crescimento das despesas, atrelando os gastos à evolução das receitas. Mas economistas avaliam que o chamado arcabouço fiscal – em vigor desde 2024 – não tem conseguido cumprir o objetivo de estabilizar ou reduzir a trajetória da dívida. “Essa dívida vem crescendo, em nenhum momento ela vem cessando. Ou seja, a gente entrou em uma situação meio paradoxal, na qual a gente tem um arcabouço fiscal que é para estabilizar o crescimento da dívida, mas que não consegue estabilizar o crescimento da dívida. Então, é uma situação fiscal muito ruim para este ano e deixa uma situação muito ruim para o próximo governo”, afirma Rafael Barros Barbosa, pesquisador do FGV IBRE. Para frear a disparada da dívida, economistas defendem que o governo precisa fazer uma reforma estrutural que envolva medidas efetivas de corte de gastos. "O governo tem feito basicamente aumentar as receitas através basicamente de novos impostos, como o caso de IOF, sobre vários itens. Aumento de outros impostos sobre operações financeiras. Enfim, não tem nenhum esforço do lado da despesa. Ao contrário. As despesas têm crescido em termos reais. Todos os tipos de despesas", Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central. "Esse resultado de sempre a gente estar correndo atrás de aumentar a arrecadação, aumentar a receita para sempre poder aumentar mais o gasto, é insustentável no longo prazo. De alguma forma, quando você aumenta a tributação, você retira parte dos recursos da população e isso tem impacto econômico significativo. Você reduz consumo, você reduz outros tipos de coisa", afirma Rafael Barros Barbosa. LEIA TAMBÉM Estatais federais registram rombo de R$ 5,1 bilhões em 2025, segundo pior da história Contas públicas têm piora em 2025 e registram déficit de R$ 55 bilhões

  18. Jota Quest se apresenta no Planeta Atlântida 2026 Nani ArtClub Clássicos nunca saem de moda. O Jota Quest retornou ao palco do Planeta Atlântida, nesta sexta-feira (30), para confirmar a máxima. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Com fôlego de estreante, a banda mineira provou que não é recordista de participações no maior festival de música do Sul do país à toa. O grupo esteve presente em nada menos que 16 das 30 edições. "É muito louco que 30 anos depois a gente esteja aqui ainda", relembrou o vocalista Rogério Flausino. No palco, uma sequência arrebatadora de músicas cujas letras povoam o imaginário de diferentes gerações desde a década de 1990: Na moral, Encontrar alguém, Dias melhores. Tal qual o refrão, "fácil, extremamente fácil" de cantar, dançar e curtir. Recordista em participações, Jota Quest retorna ao Planeta Atlântida Houve espaço ainda para uma homenagem a Tim Maia. Em um "feat póstumo" de Acenda o Farol, o grupo relembrou quando o rei do soul rebatizou a banda, no mesmo palco, no longínquo ano de 1998. Por fim, coube aos veteranos anunciar o sold out. Todos os ingressos foram vendidos. Veja vídeo abaixo Para os planetários de primeira ou de várias viagens, uma experiência inesquecível. Ou como o Jota Quest mesmo canta: "dias que não deixaremos para trás". Sobem ao palco Planeta, ainda, Anitta, Menos é Mais convida Matheus Fernandes, Zé Neto & Cristiano. Luísa Sonza encerra a primeira noite. Veja a lista completa de atrações abaixo Jota Quest anuncia sold out do Planeta Atlântida 2026 Confira o line-up do Planeta Atlântida 2026 🎤 Veja os artistas confirmados nesta edição do festival: Sexta-feira – 30 de janeiro Anitta Baile da Syon Ebony Isa Buzzi João Gomes Jota Quest Luísa Sonza Maneva Menos É Mais Convida Matheus Fernandes Nenhum De Nós Neto Fagundes Raimundos Reação Em Cadeia Veigh & Supernova Zé Neto & Cristiano Sábado – 31 de janeiro Alok Armandinho ATL Bands Belo Bonde Do Tigrão Brandão Comunidade Nin-Jitsu (com participações de Vera Loca, Da Guedes, Serginho Moah, Mc Jean Paul e DJ Cabeção) Dennis DJ convoca Tília Diego & Victor Hugo Ludmilla Marcão Britto & Thiago Castanho - Charlie Brown Jr. Matuê Simone Mendes Vitor Kley Wiu Recordista de participações, Jota Quest celebra retorno ao Planeta Atlântida VÍDEOS: Tudo sobre o Planeta Atlântida 2026

  19. Caso Master: em depoimento, diretor do BC diz que Master tinha só R$4 milhões em caixa quando foi liquidado No caso Master, o depoimento do diretor de fiscalização do Banco Central revelou que o banco de Daniel Vorcaro tinha apenas R$ 4 milhões em caixa quando foi liquidado, em novembro de 2025. Ailton de Aquino foi ouvido no dia 30 de dezembro de 2025 pela delegada Janaina Palazzo, da Polícia Federal. O depoimento foi acompanhado por um juiz auxiliar do gabinete do ministro Dias Toffoli, relator do inquérito no STF. O Master foi liquidado em novembro pelo Banco Central, que identificou uma profunda crise de liquidez – ou seja, o banco não tinha recursos suficientes para honrar compromissos, como o pagamento de clientes e investidores. No depoimento, o diretor do Banco Central disse que os R$ 4 milhões que o Master tinha em caixa eram insuficientes e incompatíveis para uma instituição de médio porte: "O acompanhamento por parte da supervisão era fundamental para entender a liquidez. Para pontuar isso claramente: um banco de R$ 80 bi tem liquidez de R$ 3 bi, R$ 4 bi em títulos livres. O Master, antes da liquidação, só tinha R$ 4 milhões em caixa”, diz Ailton de Aquino. No mesmo dia, a PF também ouviu o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Ele admitiu que a instituição enfrentava uma crise de liquidez e que usava a solidez do Fundo Garantidor de Créditos para fechar negócios. O FGC é formado por recursos dos maiores bancos brasileiros e serve para reembolsar investidores em caso de falência ou intervenção em uma instituição financeira. "Existia uma crise, não era de hoje, mas o Banco Master sempre foi solvente, sempre teve muito mais ativo que passivo e sempre honrou todos os compromissos até o dia 17 de novembro. E essa crise de liquidez, há de se ressaltar e que está no próprio relatório do Banco Central, foi criada por duas coisas: por mudança de regulação, com a pressão dos grandes bancos, que mudaram por duas vezes a regra do FGC, porque o mercado se julga dono ali do fundo, que é criado justamente para criar competição no mercado. Essa mudança pressionou a captação do banco, porque todo o plano de negócio, desde 2018 que a gente entregou para o Banco Central, ele era baseado no FGC”, diz dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Em depoimento, diretor de fiscalização do BC diz que Master tinha apenas R$ 4 milhões em caixa quando foi liquidado Jornal Nacional/ Reprodução Os depoimentos também trataram das operações do Banco Master com o Banco de Brasília. Segundo as investigações, o BRB comprou R$ 12 bilhões em carteiras de crédito podres, que não pertenciam ao Master e não tinham garantias financeiras. Segundo o diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, o BRB pode precisar de mais de R$ 5 bilhões para cobrir o rombo causado por essas operações. Em 2025, o BRB recebeu um alerta do Banco Central. Até março, o banco terá de apresentar um plano de recapitalização e obedecer às regras de capital mínimo, um colchão financeiro que é obrigado a ter para absorver perdas e proteger clientes. Ailton: A dimensão da provisão dentro do balanço do BRB será de elevada monta. Delegada: Será de mais R$ 4 bilhões? Ailton: A probabilidade é que seja mais de R$ 5 bilhões de ajuste. Aquino disse também que era dever da direção do BRB identificar problemas nos créditos adquiridos do Banco Master: "Aplicando técnicas, eu tenho certeza que a governança do BRB deveria ter identificado. Não tenho dúvidas disso. Aplicando-se técnicas é possível a identificação da existência ou não dos créditos”. O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa também foi ouvido e afirmou que os documentos do Master não indicavam nenhuma irregularidade: "A gente não tem clareza até hoje que isso foi uma fraude. Até hoje a gente não tem uma evidência concreta de que essas carteiras tinham problema, ou como é dito, são carteiras podres. Até hoje a gente não tem essa evidência”. O Banco de Brasília declarou que a instituição é sólida, está operando normalmente e assegurando todos os serviços financeiros. A defesa de Daniel Vorcaro não quis se manifestar. LEIA TAMBÉM Caso Master: em depoimentos, Vorcaro e ex-presidente do BRB apresentam versões divergentes sobre origem das carteiras vendidas ao Banco de Brasília Toffoli se manifesta sobre decisão de levar investigações do Master para o STF e admite a possibilidade de enviar processo para primeira instância Banco Master é suspeito de irregularidades na venda de crédito consignado para milhares de aposentados e pensionistas; CPI do INSS convoca Daniel Vorcaro

  20. Bloco do Manaus Memes. Divulgação O Bloco do Manaus Memes 2026, que será realizado no Podium da Arena da Amazônia, chega à quarta edição na capital amazonense. A programação promete transformar a segunda-feira de Carnaval (16) no ponto alto da folia na cidade. Entre as atrações, DJ Lorran, criador do Tecnofunk, é a principal atração nacional, oferecendo ao público uma experiência musical que mistura ritmos do Norte com batidas de funk e tecnomelody paraense. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Atrações confirmadas: DJ Lorran (Tecnofunk) George Japa Rafa Militão Bois Caprichoso e Garantido Desde sua primeira edição, em 2023, o bloco se tornou fenômeno digital, com cerca de 90% da divulgação realizada nas redes sociais. Mais do que uma festa, o Manaus Memes se consolidou como uma celebração da cultura amazônica, valorizando artistas, influenciadores e criadores de conteúdo locais, e mesclando toadas, forró de galeroso, funk e rock doido. A edição de 2026 reforça a proposta do evento: ser encontro, diversão e identidade cultural, mantendo o DNA que transformou o Manaus Memes em referência no Carnaval da capital amazonense. Veja os vídeos que estão em alta no g1

  21. São Gabriel da Cachoeira durante primeiras horas de apagão O município de São Gabriel da Cachoeira, no interior do Amazonas, está desde quinta-feira (29) com o fornecimento de energia elétrica interrompido em grande parte da cidade. A suspensão, que começou gradualmente em alguns bairros, se tornou total nesta sexta-feira (30). A previsão é que o serviço leve até sete dias para ser totalmente normalizado, informou a prefeitura. Segundo a concessionária Amazonas Energia, a interrupção foi motivada por uma solicitação do produtor independente VPOWER após um problema interno em uma usina, decorrente de falhas em um transformador. "A Amazonas Energia comunicou a situação ao órgão regulador ANEEL e vem atuando, junto ao Produtor Independente para obter posicionamento oficial sobre o ocorrido, visando contribuir para solução do problema de forma definitiva", diz trecho da nota. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp O g1 tenta contato com VPOWER. A Amazonas Energia comunicou que a interrupção no fornecimento de energia elétrica em São Gabriel da Cachoeira teve início às 7h35 de quinta, afetando toda a área urbana e rural do município. Nesta sexta-feira, a Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira informou que a previsão de normalização é estimada até a próxima sexta-feira (6). "O prazo é necessário para restabelecer plenamente a capacidade operacional do equipamento, uma vez que o equipamento operacional pesa aproximadamente 5 toneladas", diz. A prefeitura também solicitou que, durante o período, a população adote medidas de uso racional de energia, usando somente os equipamentos necessários e colaborando para a estabilidade do sistema. São Gabriel da Cachoeira tem um dos mais belos cenários da região Amazônica Fabrício Corsi Arias

  22. Assista agora os vídeos do Jornal Anhanguera 2ª Edição.

  23. Recordista de participações, Jota Quest celebra retorno ao Planeta Atlântida O Planeta Atlântida cresceu, mudou, atravessou gerações, e o Jota Quest esteve lá para ver tudo. Três décadas depois, o reencontro no palco é um retorno ao passado e um momento marcante no presente. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Vinte e oito anos depois de pisar pela primeira vez no maior festival do Sul do Brasil, o grupo volta, nesta sexta-feira (30), com o mesmo brilho nos olhos, e agora carregando a história de quem se tornou a banda nacional com mais participações no evento, sendo essa a 16ª. Para Rogério Flausino, vocalista do grupo, essa trajetória é inseparável da própria evolução do festival. Ele relembra ao g1 o impacto que aquela primeira vez teve sobre a banda, ainda em ascensão. "Esse foi o primeiro grande festival que nos recebeu na nossa chegada", contou. Na época, o grupo se apresentava no Rio Grande do Sul quando foi convidado para subir ao palco do Planeta — convite que mudaria o percurso dos artistas. Foi ali, diante de um público muito maior do que os que estavam acostumados, que o Jota Quest entendeu a dimensão do que estava por vir. "A gente teve pela primeira vez o contato com um grande público, num palco gigante, uma coisa... É muito louco que 30 anos depois a gente esteja aqui ainda", relembrou Flausino. Jota Quest se apresenta no Planeta Atlântida 2026 Reprodução O cantor destaca que o Planeta Atlântida acompanhou mudanças profundas no cenário musical e no comportamento do público, sem perder sua essência conectada à juventude. "Um festival que se relaciona com a música jovem, e que soube passar por esses momentos todos de virada, de estilo, de molecada chegando e tal", avaliou. Mesmo com esse ambiente constantemente renovado, o grupo segue sendo recebido com entusiasmo. "Pra nós, os titios do Jota Quest, estar aqui ainda, sendo convidado e estar aqui vai ser uma coisa mais linda do mundo", brincou. Entre memórias, agradecimentos e algum espanto diante da passagem do tempo, Flausino resume o sentimento que move a banda nesse retorno simbólico: "É muito importante, é muito orgulho e muita gratidão envolvida." Planeta Atlântida 2026: com clássicos do RS, Neto Fagundes comanda abertura do festival Confira o line-up do Planeta Atlântida 2026 🎤 Veja os artistas confirmados nesta edição do festival: Sexta-feira – 30 de janeiro Anitta Baile da Syon Ebony Isa Buzzi João Gomes Jota Quest Luísa Sonza Maneva Menos É Mais Convida Matheus Fernandes Nenhum De Nós Neto Fagundes Raimundos Reação Em Cadeia Veigh & Supernova Zé Neto & Cristiano Sábado – 31 de janeiro Alok Armandinho ATL Bands Belo Bonde Do Tigrão Brandão Comunidade Nin-Jitsu (com participações de Vera Loca, Da Guedes, Serginho Moah, Mc Jean Paul e DJ Cabeção) Dennis DJ convoca Tília Diego & Victor Hugo Ludmilla Marcão Britto & Thiago Castanho - Charlie Brown Jr. Matuê Simone Mendes Vitor Kley Wiu VÍDEOS: Tudo sobre o Planeta Atlântida

  24. Caio César de Souza Dias, suspeito de atirar contra homem e adolescente em bar de Goiânia Reprodução/Instagram O policial militar Caio César de Souza Dias, de 37 anos, que baleou pai e filho durante uma briga de bar em Goiânia, foi absolvido pela Justiça. De acordo com a sentença do juiz Antônio Fernandes de Oliveira, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria dos crimes; no entanto, absolveu o acusado em face de ambos os crimes. A defesa do policial alegou que Caio agiu em legítima defesa. O julgamento do caso aconteceu na quarta-feira (28). De acordo com a sentença, o Ministério Público pediu a condenação do policial por dupla tentativa de homicídio qualificado. Ainda segundo o documento, a defesa de Caio César sustentou três pontos: que ele agiu em legítima defesa; a tese desclassificatória das condutas para o crime de lesão corporal, sob o fundamento da desistência voluntária; e que o réu teria agido sob emoção depois de ser provocado pela vítima. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O juiz decidiu pela absolvição do policial de todas as acusações. O g1 não conseguiu falar com a defesa das vítimas até a última atualização da matéria. A reportagem também não conseguiu retorno da defesa de Caio César. LEIA TAMBÉM: Policial militar é preso suspeito de balear homem e adolescente durante briga em bar de Goiânia; vídeo mostra gritaria Policial militar suspeito de balear homem e adolescente durante briga em bar de Goiânia tem prisão mantida pela Justiça PM suspeito de balear pai e filho durante confusão em bar trabalha como motorista do governo do Estado Vídeo mostra troca de socos e empurrões antes de PM atirar contra empresário e filho em bar Relembre o caso PM é preso suspeito de balear homem e adolescente durante briga em bar de Goiânia O policial militar Caio César foi preso em 2023, suspeito de balear pai e filho, na época com 42 e 16 anos, no bar Velho Texas, em Goiânia. Segundo a Polícia Militar (PM), o sargento admitiu ter efetuado os disparos e alegou ter agido em legítima defesa, afirmando que as duas vítimas o teriam agredido. Um vídeo mostra o bar após a confusão, que aconteceu na madrugada do dia 30 de abril de 2023 (assista acima). 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

  25. Bolsa de valores brasileira encerra janeiro com maior ganho em vinte anos No Brasil, a bolsa de valores encerrou janeiro com o maior ganho em 20 anos. É a mesma lógica de uma feira livre. Cada banca é uma empresa, cada fruta uma ação. Os preços sobem e descem dependendo das condições de mercado. "A fruta sumiu, mas tem gente procurando? A gente tem, mas ela é mais cara”, diz o feirante Aviner dos Santos. Quando a feira está cheia, movimentada, significa que tem bastante dinheiro circulando. E foi isso que se viu na bolsa de São Paulo em janeiro de 2026: os investidores indo às compras em peso. O Ibovespa é como se fosse a balança, que mede o volume negociado pelas empresas mais importantes. Foi justamente esse número que fechou janeiro em um patamar recorde. Mesmo com a queda de quase 1% desta sexta-feira (30), o índice acumula a maior valorização para o mês desde 2006. Outros tempos. Naquela época, fazia poucos meses que o pregão tinha deixado de ser viva-voz, no grito, quase como na feira. A tecnologia chegou nas mesas de negociação e também trouxe mais pessoas físicas para o mercado acionário. Hoje, são 5,5 milhões. É um mercado de risco. Quem compra uma ação está comprando um pedacinho de uma empresa. O índice Ibovespa representa 79 companhias mais importantes da bolsa brasileira - que negocia ações de 413 empresas, como explica o diretor-executivo financeiro da B3, André Milanez: "Quando você tem o índice subindo, isso quer dizer que o preço da maior parte dessas empresas que fazem parte desse índice também está subindo, o que é bom para as empresas e é bom para os investidores também”. Bolsa brasileira encerra janeiro com o maior ganho em 20 anos Jornal Nacional/ Reprodução Em janeiro, o índice também subiu porque os investidores acharam que os preços das ações estavam valendo a pena – e os estrangeiros compraram muito. Até quinta-feira, dia 29, os investidores internacionais colocaram na bolsa brasileira mais de R$ 21 bilhões. Em todo o ano de 2025, foram injetados R$ 26,8 bilhões. Mas, assim como na feira tem produto que vende mais que outro, na bolsa tem empresas que se valorizam mais do que outras e puxam o índice para cima. Em janeiro, foram as dos setores de energia, mineração, logística e bancos. “Os setores e as empresas vão reagir cada uma de uma maneira diferente. Em média, nós tivemos uma valorização importante. Agora, aquelas empresas que estavam com um cenário local, o cenário específico dela, mais bem preparado certamente valorizou mais do que a média. Não dá para colocar todo mundo em um pacote só", afirma Renato Veloni, professor de Economia do Ibmec - SP. LEIA TAMBÉM Dólar sobe e fecha em R$ 5,24, mas acumula queda de mais de 4% no mês; Ibovespa cai O Ibovespa vai bombar em 2026? Entenda o otimismo da Faria Lima — e o que pode frustrar os planos

+ Sobre nós

Image

Onde estamos: .

Rua Barão do Rio Branco, 347
Centro Itápolis/SP
3262 7482 - 3262 7483
16 99781 3817(Rega)
16 99742 1727(Daiane)
© 2018 RG Assessoria Fisco Contábil. All Rights Reserved. Designed By JKAsites