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G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Há quase 50 anos, homem mantém tradição de colecionar álbuns da Copa Aos 55 anos, Edson Luis Franco revive a própria história ao folhear os álbuns de figurinhas da Copa do Mundo que coleciona desde a infância. O interesse começou aos 7 anos, mas foi aos 9 que ganhou o primeiro álbum marcante: um caderno de uma marca de chicletes com jogadores da Copa de 1978. Natural de São Paulo (SP) e morador de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Edson mantém viva a paixão pelo colecionismo desde criança. Segundo ele, todos os álbuns das Copas do Mundo desde 1994, nos Estados Unidos, estão completos e conservados. As páginas guardam lembranças de diferentes fases da vida, além do amor pelo futebol que atravessou décadas. Entre craques, seleções históricas e figurinhas raras, ele resume a experiência em uma palavra: “evolução”. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Tradição estimulada pelo avô O álbum da marca de chiclete se perdeu com o tempo, mas marcou o início da paixão de Edson pelas figurinhas. Aos 22 anos, ele ganhou do avô, Lourenço Lori, o álbum da Copa do Mundo dos Estados Unidos. Mais do que um presente, o gesto trouxe de volta lembranças da infância. Segundo Edson, foi o próprio avô quem escolheu, anos antes e quase sem dar opção, o time de coração do neto. “Ele me induziu, assim como quando me deu a camisa, o short e o tênis do São Paulo quando eu ainda era criança”, relembrou entre risos. Avô de Edson, Lourenço Lori Reprodução/Redes Sociais Naquela época, completar um álbum não era tarefa fácil. Embora as figurinhas não fossem tão caras, a vida adulta já trazia outras responsabilidades. O dinheiro que sobrava quase sempre era usado em necessidades mais urgentes, e os pacotes de figurinhas acabavam ficando para depois. Mesmo assim, Edson não desistiu. Comprava um pacote quando podia, trocava figurinhas repetidas e aproveitava as oportunidades para seguir completando o álbum. O da Copa do Mundo de 1994 só ficou completo quatro meses após o fim do torneio. “A admiração pelo esporte sempre me motivou a completar o álbum. Existe aquela competição de montar, trocar figurinhas e acompanhar tudo de perto. Sempre gostei disso. É uma paixão que tenho e que desperta ainda mais na época da Copa do Mundo”, contou. Edson e família Reprodução/Redes Sociais LEIA TAMBÉM: Ex-jogador faz tatuagem com nome de Neymar no rosto Veja onde trocar figurinhas da Copa do Mundo em Uberlândia Veja onde trocar figurinhas da Copa do Mundo em Uberaba A cada quatro anos, Edson mantém o ritual de comprar e completar os álbuns da Copa do Mundo. Mais do que colecionar figurinhas, ele guarda lembranças de diferentes momentos da vida. Em casa, a tradição já faz parte da rotina da família. Quando a Copa se aproxima, os parentes até cobram a compra de um novo álbum, como se o torneio não começasse de verdade sem ele espalhado pela sala. Com o passar dos anos, a paixão que começou na infância ganhou outro significado. O hábito também se tornou uma forma de compartilhar momentos e carinho com as filhas Iana e Anahi. Para Edson, os álbuns vão além de papel e cola. Eles ajudam a relembrar diferentes fases da vida. Segundo ele, abrir um pacote de figurinhas ainda desperta o mesmo entusiasmo que sentia quando era criança. Coleção de Edson Reprodução/Redes Sociais VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

  2. TV Globo lança 'Fique Antenado' para ampliar o acesso à TV aberta no Brasil A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, o temor de tomar "spoiler" de gol do vizinho segue como uma realidade. Isso acontece porque transmissões de TV a cabo e streamings podem ter um atraso em relação à TV aberta. A solução para isso? Instalar uma antena de TV digital no seu televisor. O sinal digital oferece melhor qualidade de imagem e som, além de maior estabilidade em comparação às oscilações que podem ocorrer na internet. Além disso, é baratinho: uma antena digital custa a partir de R$ 30 e é bem fácil de instalar. 📺 Quer comprar melhor? Receba testes e dicas do Guia de Compras no seu e-mail. Existem diferentes tipos de antenas digitais internas, e a principal diferença entre elas está na capacidade de captação do sinal. As antenas passivas são modelos mais simples, indicados principalmente para locais próximos às torres de transmissão em grandes cidades. Já as antenas amplificadas, também chamadas de ativas, possuem reforço de sinal — normalmente alimentado por USB — e costumam ser mais indicadas para regiões mais afastadas ou com maior dificuldade de recepção. Veja no infográfico a seguir: Os tipos de antenas de TV Reprodução Na hora da compra, é importante verificar se a antena é compatível com sinal digital. A instalação também costuma ser simples e, na maioria dos casos, pode ser feita pelo próprio telespectador, sem necessidade de contratar um antenista. Basta conectar a antena compatível à televisão e realizar a busca de canais. Como instalar a antena digital? Também é recomendado testar diferentes posições dentro de casa, especialmente próximas às janelas, para melhorar a recepção. Veja a seguir uma lista de antenas passivas e ativas – com sinal amplificado – disponíveis nas lojas da internet no início de junho. Os preços iam de R$ 30 (antenas passivas) a R$ 140 (antena ativa para instalação externa). Aquario DTV-150 Aquario DTV-1500 Externa ELG Wave HDTVEX 800 Plus Externa Flexigold FX-ANT-8 com amplificador de sinal Intelbras AI 2031 Intelbras AI 3101 com amplificador de sinal Antena digital Tomate Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. Caso o leitor opte por adquirir algum produto a partir de links disponibilizados, a Globo poderá auferir receita por meio de parcerias comerciais. Esclarecemos que a Globo não possui qualquer controle ou responsabilidade acerca da eventual experiência de compra, mesmo que a partir dos links disponibilizados. Questionamentos ou reclamações em relação ao produto adquirido e/ou processo de compra, pagamento e entrega deverão ser direcionados diretamente ao lojista responsável.

  3. Miss Uberlândia é presa em SP em operação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro A Miss Universe Uberlândia 2025, Sara Monteiro, teve o título de cidadã honorária de Uberlândia revogado após ser presa sob suspeita de envolvimento em tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro. A proposta de revogação, apresentada pelo vereador Sargento Ednaldo (PP), foi publicada no Diário Oficial da Câmara, "O Legislativo", em 29 de maio. Sara Monteiro foi presa em São Paulo durante a operação "Luxury", que apura a atuação de uma organização criminosa em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Segundo as investigações, ela é suspeita de ter sido beneficiada pela movimentação financeira do grupo, que seria liderado pelo marido. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Sara Monteiro recebeu título de cidadã honorária de Uberlândia em 2025 Aline Rezende/CMU/Reprodução Segundo o vereador, o título foi concedido em 18 de fevereiro de 2025, quando não havia informações sobre qualquer suspeita envolvendo Sara Monteiro. Na justificativa da homenagem, a Câmara destacou que ela era considerada um exemplo de empreendedorismo e uma representante de Uberlândia em concursos de beleza. O reconhecimento levou em conta o trabalho desenvolvido por ela e a projeção dada ao município por meio dessas participações. "Seu currículo indicava atuação como empresária e participação no concurso Miss Universe Minas Gerais, o que justificou a homenagem", disse Sargento Ednaldo. O vereador também afirmou que não possui nem nunca teve qualquer vínculo pessoal ou profissional com Sara Monteiro. "Fui surpreendido pela notícia de sua prisão, no estado de São Paulo, por suposto envolvimento em crimes. Diante disso, imediatamente protocolei um Projeto de Decreto Legislativo para a revogação do título", finalizou. O g1 tenta contato com a defesa da investigada. Decreto que revogou título de cidadã honorária de Uberlândia dado a Sara Monteiro. O Legislativo/Reprodução Quem é Sara Monteiro “Lifestyle, beleza e rotina fitness.” Assim Sara Monteiro, de 36 anos, se descrevia nas redes sociais. Com mais de 107 mil seguidores, ela compartilhava nas redes sociais viagens, rotina de treinos, procedimentos estéticos e conteúdos sobre beleza e parcerias com marcas. Além da atuação digital, ela mantinha uma loja chamada "Luxury", voltada para estética, e também já havia trabalhado com moda feminina. Natural de Anápolis (GO) e formada em Administração de Empresas, Sara é apontada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) como uma das principais investigadas. Ela se mudou recentemente para São Paulo. Antes, morava em um condomínio de luxo na zona sul de Uberlândia, onde também foram cumpridos mandados de busca e apreensão. “Representar a minha cidade Uberlândia com tanto orgulho é o que me motiva a cada passo”, escreveu em uma publicação se referindo ao concurso Universe Minas Gerais 2025. Nas redes sociais, ela ostentava viagens para países como Chile, Argentina, Paraguai, França, Israel, Grécia e México. Também publicava fotos e vídeos em festas em iates, cruzeiros e em festivais como o Tomorrowland, um dos maiores eventos de música eletrônica do mundo. Em março de 2026, publicou: “Esse ano é o ano do Karma. Boa sorte a todos que tentaram me destruir a troco de nada, estou ansiosa pela colheita!”. Miss atuava no núcleo financeiro do grupo Operação 'Luxury' combate tráfico interestadual de drogas De acordo com as investigações, Sara Monteiro é esposa de um dos chefes da organização criminosa e atuava no núcleo financeiro do grupo. A PF apontou que ela era beneficiária direta da movimentação financeira da organização, usufruindo de recursos obtidos com o tráfico de drogas e participando do processo de ocultação da origem do dinheiro. Ainda segundo a PF, embora a investigada não fosse responsável pela coordenação das ações criminosas, ela atuava na lavagem de dinheiro por meio de gastos elevados, como viagens frequentes. Durante o cumprimento do mandado de prisão temporária contra ela, celulares e um notebook da investigada foram apreendidos. A miss deve responder pelos crimes de lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e organização criminosa. Sara Monteiro, miss Uberlândia Redes sociais/Reprodução Modelo ostentava vida de luxo nas redes sociais A polícia informou ainda que, durante as investigações, agentes da PF registraram a presença de Sara em uma chácara na zona rural de Uberlândia (foto abaixo). Segundo a corporação, o local funcionava como ponto de apoio logístico para equipes responsáveis pelo transporte de drogas da quadrilha. Um dos registros mostra a investigada passeando com um cachorro no local. O delegado da Polícia Civil e integrante da Ficco, Rafael Herrera, comentou ainda que a organização criminosa usava de empresas fictícias para lavar dinheiro do tráfico e chamava atenção pelo padrão de luxo ostentado, com veículos caros, viagens internacionais e exposição nas redes sociais. "De fato nos chamou a atenção no curso das investigações que alguns de seus integrantes ostentaram uma vida economicamente incompatível com sua realidade, com veículos, viagens e até a participação de uma miss que era ali esposa ou namorada de um dos integrantes", comentou. Sara foi vista durante investigações da Operação Luxury em ponto de apoio de drogas em Uberlândia PF/Reprodução Ligação com o líder da organização Sara é esposa de um dos investigados apontado pela Polícia Federal como chefe da organização criminosa, que segue foragido. Segundo a PF, ele comandava o esquema a partir do núcleo de liderança e era responsável por: negociar diretamente com fornecedores de drogas em Mato Grosso do Sul coordenar viagens e a logística do transporte fornecer veículos, imóveis de apoio e recursos financeiros controlar as comunicações do grupo As investigações identificaram que o suspeito movimentou mais de R$ 11 milhões em transações sem comprovação de atividade lícita. Também ostentava veículos de alto padrão, imóveis de luxo e um elevado custo de vida. Miss Uberlândia, Sara Monteiro, é alvo da Operação Luxury Rafael Diehl/Reprodução/Redes sociais LEIA TAMBÉM: Operação 'Resort do Crime' mira tráfico e lavagem de dinheiro PM remove motocicletas e bicicletas motorizadas irregulares Homem chamado para acompanhar operação acaba preso por não pagar pensão Operação em três estados A Operação Luxury ocorreu simultaneamente em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul e recebeu esse nome em referência ao padrão de vida luxuoso ostentado pelos investigados, além de remeter ao nome de uma loja de vestuário feminino ligada a Sara. A ação cumpriu 27 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão, com mobilização de cerca de 160 agentes e bloqueio de até R$ 61 milhões em bens. Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa atuava de forma estruturada há pelo menos um ano e meio, com divisão de tarefas e logística sofisticada para transportar drogas do Mato Grosso do Sul ao Triângulo Mineiro. O grupo utilizava rotas estratégicas, veículos “batedores”, internet via satélite e carros clonados. Ao longo das investigações, foram apreendidas cerca de 5,9 toneladas de maconha, e os suspeitos também são investigados por lavagem de dinheiro. Sara Monteiro, miss Uberlândia e candidata do Miss Universe Minas Gerais 2025 Redes sociais/Reprodução Veículos de luxo foram apreendidos Em Uberlândia, mandados de busca e apreensão foram cumpridos em condomínios de alto padrão na região sul da cidade. Durante a ação, veículos de luxo, como Porsche, BMW e Hilux, foram apreendidos. Já em Uberaba foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão. Mais de 20 veículos foram recolhidos pelos policiais. Operação Luxury; FOTOS VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

  4. Suécia pede que pais não usem o celular ao lado dos filhos Reprodução/EPTV A agência de saúde pública da Suécia pediu na segunda-feira (1º) que pais deixem os celulares de lado ao passarem tempo com seus filhos. As novas recomendações se baseiam em pesquisas sobre o impacto do uso de telas, de acordo com o órgão. "Guarde o celular quando estiver com seu filho. Use-o apenas se for necessário ou quando estiver usando junto com a criança", diz o comunicado da Agência de Saúde Pública da Suécia. Desde 2024, o órgão recomendava que pais "refletissem" sobre o uso de smartphones perto das crianças, mas, nas novas diretrizes, apresentou orientações mais concretas. Os pais foram também incentivados a desenvolver "hábitos saudáveis de uso de telas para si mesmos", acrescentando que isso influencia diretamente os hábitos das crianças. Pesquisas citadas pelas autoridades de saúde suecas mostram que o uso frequente de telas por pais pode afetar negativamente a interação com os filhos, enquanto os filhos de pais que usam muito dispositivos eletrônicos têm maior probabilidade de desenvolver comportamentos semelhantes. "As crianças não são influenciadas apenas pelo que os adultos dizem, mas também pelo que fazem. Por isso, pequenas mudanças no cotidiano podem fazer diferença tanto nas interações do presente quanto nos hábitos da criança ao longo do tempo", afirma Helena Frielingsdorf, psiquiatra que atua na agência. Celular proibido nas escolas? "Zonas livres de telas" Outras recomendações da agência incluem adotar "zonas livres de telas", semelhantes às sugeridas para crianças, como quartos e a mesa de jantar; evitar telas antes de dormir; e não apresentar as telas às crianças antes dos dois anos de idade. Em 2024, o órgão afirmou que o excesso de telas pode piorar a qualidade do sono, provocar depressão em crianças e resultar em atividade física insuficiente, além de estar associado à obesidade e às dores nas costas. Nos últimos anos, o país nórdico tem buscado reduzir o tempo que crianças passam em celulares. O governo sueco anunciou em janeiro que pretende proibir smartphones nas escolas para alunos até o nono ano, o que corresponde a crianças e adolescentes de até 15 ou 16 anos. A vedação já foi adotada pelo Brasil no ano passado, por meio de uma lei aprovada no Congresso Nacional. Enquanto isso, mais de uma dezena de países tem discutido restringir o acesso de menores de idade às redes sociais. No Brasil, começou a valer em março a lei conhecida como ECA Digital, que não proíbe a presença de menores de idade nas redes, mas impõe uma série de restrições ao conteúdo que eles podem acessar.

  5. Carimbo na carne: saiba o que significa e se ele oferece riscos Você já reparou, ao comprar uma peça inteira de carne suína, que ela vem com um carimbo? O Geraldo da Rosa perguntou ao Globo Rural se é preciso descartar a parte marcada antes do consumo. Esse carimbo é feito pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF), do Ministério da Agricultura e Pecuária. Ele indica que o alimento é considerado seguro, explica Enrico Ortolani, consultor do Globo Rural. A tinta utilizada no carimbo não é tóxica. Ela é geralmente feita a partir de corantes vegetais, álcool de cereais e glicerina. Portanto, é possível consumir sem risco à saúde. Leia também: O que faz um ovo ser jumbo? Idade da galinha ajuda a explicar Caverna subterrânea e fungos naturais ajudam produtor a criar queijos premiados em Goiás Carimbo da SIF na carne de porco Reprodução / Globo Rural Carimbo do SIF na carne Reprodução / Globo Rural Acordo UE-Mercosul passa a valer no Brasil: o que muda para o agro

  6. Após o resgate, ele foi levado para uma área de mata afastada da zona urbana e devolvido ao habitat natural. CBMMT Um ouriço-cacheiro foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros (CBMMT) nesta segunda-feira (1º), após ser encontrado dentro de uma casa no bairro Recanto dos Pássaros, em Campo Verde, a 139 km de Cuiabá. Segundo os bombeiros, as equipes foram acionadas por moradores da casa, localizada na Avenida São Cristóvão. Ao chegar ao local, os militares realizaram a captura do animal utilizando técnicas de manejo de fauna silvestre e equipamentos de proteção. Nas imagens divulgadas pelo Corpo de Bombeiros, é possível ver o ouriço-cacheiro escondido no quintal da casa, entre entulhos, cabeceiras de cama e pedaços de madeira. Os militares precisaram remover parte dos materiais para localizar o animal. O resgate exigiu mais de uma tentativa até que a equipe conseguisse fazer a captura em segurança. De acordo com a corporação, o ouriço não apresentava ferimentos. Após o resgate, ele foi levado para uma área de mata afastada da zona urbana e devolvido ao habitat natural. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Agora no g1 Leia também: Segundo ouriço-cacheiro é resgatado em menos de uma semana em MT Ouriço-cacheiro é resgatado após subir em telhado de casa em MT; vídeo 🦔Ouriço-cacheiro O ouriço-cacheiro estava escondido no quintal da casa, entre entulhos, cabeceiras de cama e pedaços de madeira. CBMMT No Brasil, seu nome ouriço-cacheiro diz respeito a pelo menos oito espécies conhecidas, de três gêneros diferentes: Coendou, Sphiggurus e Chaetomys. A espécie mais ameaçada é a Chaetomys subspinosus. O “cacheiro” em questão, de certa forma, resume a sua natureza: cachar, no dicionário, é o mesmo que esconder-se, ocultar-se e ainda punho que se prende a lâmina de espada. Ele não se faz de rogado e prende-se aos cipós, agarrado a até 15 metros de altura. Pura estratégia de sobrevivência. Seus predadores naturais são os texugos, os gatos selvagens, os cães, os lobos, as raposas e as doninhas. É considerado um arborícola, de hábitos essencialmente noturnos e solitários. 🐍 O que fazer ao encontrar um animal silvestre? A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) reforça que, ao encontrar um animal silvestre que necessite de resgate, a população deve acionar a Polícia Militar ou o Corpo de Bombeiros. A orientação é não tentar capturar o animal, para evitar riscos tanto à segurança das pessoas quanto à integridade do animal.

  7. Belém tem 600 vagas para ultrassom gratuito em junho e julho Divulgação A população de Belém poderá realizar exames gratuitos de ultrassom de região cervical e partes moles em uma ação promovida por uma faculdade. Ao todo, são 600 vagas disponíveis em datas distribuídas entre junho e julho. Os atendimentos serão realizados nos dias: 5 e 6, 19 e 20, 26 e 27 de junho 17 e 18, 24 e 25 de julho ➡️ A unidade fica na Travessa Dr. Moraes, nº 79, no bairro de Nazaré, em Belém. O atendimento ocorre sempre às sextas-feiras e sábados, das 8h às 18h ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp O agendamento é gratuito e deve ser feito exclusivamente pelo WhatsApp, no número (91) 99126-7668. Como funciona o exame O ultrassom de região cervical e partes moles é indicado para investigar dores, inchaços e nódulos na região do pescoço. O exame permite avaliar estruturas como tireoide, glândulas salivares e linfonodos, auxiliando na identificação precoce de alterações. O procedimento é rápido, indolor e não utiliza radiação. Segundo o médico radiologista e professor da pós-graduação em ultrassonografia da instituição, Alan Cavalcante, o exame tem papel importante na prevenção. “O ultrassom tem um papel fundamental porque consegue revelar alterações silenciosas antes mesmo dos sintomas aparecerem. Quanto mais cedo identificamos um problema, maiores são as chances de tratamento simples, eficaz e com melhor qualidade de vida para o paciente”, explicou. Agora no g1 De acordo com a diretora da unidade, Thaís Fernandes, a iniciativa reforça o compromisso social da instituição com a saúde da população paraense. Além dos exames de ultrassom, a instituição também realiza atendimentos gratuitos ao longo do ano em diversas especialidades médicas, como psiquiatria, incluindo infância e adolescência, neuropediatria, cardiologia, endocrinologia, dermatologia, pediatria, ginecologia, nutrologia e clínica da dor. Serviço Exames gratuitos de ultrassom de região cervical e partes moles da Afya Educação Médica Dias 5,6, 19,20, 26 e 27 de junho; 17,18,24 e 25 de julho. Das 8h às 18h. O agendamento é pelo WhatsApp: (91) 99126-7668. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA

  8. Avião volta para os EUA após passageiro nomear dispositivo Bluetooth como ‘bomba’ Um voo que seguia dos Estados Unidos para a Espanha precisou retornar ao aeroporto de origem após passageiros identificarem um dispositivo Bluetooth com o nome "bomb" ("bomba", em inglês), segundo informações da rede NBC News. O caso foi registrado no domingo (31). Veja no vídeo acima. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O incidente ocorreu durante um voo da United Airlines. Após a identificação do nome do dispositivo, a tripulação decidiu interromper a viagem e voltar para Newark por causa de uma possível ameaça à segurança. "Vamos voltar para Newark porque temos um passageiro que parece estar fazendo uma brincadeira que não é engraçada e compromete a segurança do voo", disse um tripulante. Após o pouso, policiais foram chamados para atender a ocorrência e entrar no avião. Os passageiros precisaram desembarcar e passar por uma nova inspeção de segurança antes de embarcar novamente. Jordan Moore, que estava no voo, disse à NBC que a situação gerou incerteza entre os passageiros. "Ficava aquela dúvida: alguém estava fazendo uma brincadeira cruel e egoísta ou havia uma ameaça real?", afirmou. A decolagem acabou atrasada em quase 12 horas. Outro incidente Imagem de um Boeing da United Airlines Konstantin von Wedelstaedt/Wikipedia Commons O episódio ocorreu poucas horas depois de outro problema de segurança envolvendo um voo da United Airlines. Uma aeronave que seguia de Chicago para Minneapolis precisou fazer um pouso de emergência em Wisconsin após um passageiro tentar acessar a cabine dos pilotos diversas vezes, segundo autoridades locais. De acordo com o gabinete do xerife do Condado de Dane, o homem, de 75 anos, foi contido por agentes do FBI que estavam a bordo. As autoridades afirmaram que ele aparentava estar passando por uma crise de saúde mental. Ninguém ficou ferido em nenhum dos dois incidentes. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

  9. Garantido e Caprichoso na 1ª noite do Festival de Parintins 2025 Secom Todos os anos, a cidade de Parintins, no interior do Amazonas, se transforma no palco do maior espetáculo folclórico a céu aberto do mundo: o Festival de Parintins. Em 2026, a festa será realizada nos dias 26, 27 e 28 de junho e deve reunir milhares de visitantes para acompanhar a disputa entre os bois-bumbás Caprichoso e Garantido. Misturando música, dança, alegorias gigantes e elementos da cultura amazônica, o festival se tornou um símbolo da identidade da região Norte e uma das manifestações folclóricas mais conhecidas do país. A história dos bois começou no início do século XX. O Boi Garantido, nas cores vermelha e branca, foi criado por Lindolfo Monteverde. Já o Boi Caprichoso, representado pelo azul e branco, surgiu da imaginação dos irmãos Roque, Beatriz e Pedro Cid. Na época, as apresentações eram simples e aconteciam pelas ruas da cidade. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Inspirado no tradicional bumba-meu-boi do Maranhão, o boi-bumbá amazonense ganhou características próprias ao incorporar lendas da floresta, rituais indígenas e costumes da cultura popular amazônica. Com o passar dos anos, a rivalidade entre Caprichoso e Garantido ajudou a transformar a festa em um fenômeno cultural conhecido dentro e fora do Brasil. Série Festival de Parintins: História da festa O festival oficial surgiu em 1965. A iniciativa partiu de jovens ligados à Igreja Católica e de padres da cidade, que buscavam arrecadar recursos para a construção da Catedral de Nossa Senhora do Carmo, padroeira de Parintins. Na primeira edição, apenas quadrilhas juninas participaram da programação. No ano seguinte, os dois bois passaram a integrar a disputa. Com o crescimento do evento, o Governo do Amazonas construiu, em 1988, o Bumbódromo, arena em formato de cabeça de boi que se tornou um dos principais cartões-postais da cidade. É nesse palco que, todos os anos, a tradição ganha vida diante de milhares de espectadores. Como funciona a disputa Durante as três noites de festival, cada boi tem entre duas horas e duas horas e meia para se apresentar. As apresentações contam histórias inspiradas na Amazônia por meio de músicas, coreografias, encenações, alegorias e personagens tradicionais. Enquanto um boi está na arena, a torcida adversária, conhecida como galera, deve permanecer em silêncio. Manifestações durante a apresentação rival podem resultar em punições. Para embalar o espetáculo, Garantido e Caprichoso lançam anualmente álbuns com cerca de 20 toadas inéditas. As canções ajudam a narrar o tema escolhido por cada agremiação e são parte fundamental da apresentação. LEIA TAMBÉM: Festival de Parintins 2026: compositores revelam os segredos por trás das toadas 'hits' das galeras De 'cunhã-poranga' a 'brincante': conheça as expressões mais usadas no Festival de Parintins 59º Festival de Parintins será nos dias 26, 27 e 28 de junho Festival de Parintins se tornou um símbolo da identidade da região Norte. Divulgação/Secom-AM Os 21 itens avaliados O desempenho dos bois é analisado em 21 quesitos: Apresentador; Levantador de toadas; Batucada ou Marujada; Ritual indígena; Porta-estandarte; Amo do boi; Sinhazinha da fazenda; Rainha do folclore; Cunhã-poranga; Boi bumbá (evolução); Toada (letra e música); Pajé; Tribos indígenas; Taxauas; Figura típica regional, Alegorias; Lenda amazônica; Vaqueirada; Galera; Coreografia; e Organização do conjunto folclórico. Os itens são divididos em três blocos. O primeiro avalia aspectos musicais e tradicionais. O segundo analisa cenografia e coreografias. Já o terceiro reúne os quesitos artísticos. ⭐❤️ CONHEÇA: Festival de Parintins: quem são os 21 itens que defendem Caprichoso e Garantido em 2026 Como é escolhido o campeão? O resultado é definido por uma comissão formada por dez jurados. Um deles atua como presidente da comissão, enquanto os demais são distribuídos entre os três blocos de avaliação. As notas são atribuídas separadamente em cada uma das três noites de apresentação. Durante a apuração, realizada na segunda-feira após o encerramento do festival, a menor nota de cada quesito é descartada. Ao final da contagem, o título fica com o boi que somar a maior pontuação nos 21 itens avaliados ao longo da disputa. Mais do que uma competição, o Festival de Parintins é uma celebração da cultura amazônica. A cada ano, a arena se transforma em um grande palco de histórias, cores e tradições que ajudam a manter viva a identidade de um povo e encantam públicos de diferentes partes do mundo. Apresentação dos itens que participam do Festival de Parintins

  10. Dupla de moto furta celulares em cinco minutos no litoral de SP Dois suspeitos furtaram um homem e uma jovem de 22 anos em um intervalo de cerca de cinco minutos em Santos, no litoral de São Paulo. Imagens obtidas pelo g1 nesta terça-feira (2) mostram um dos suspeitos pegando o celular de uma das vítimas enquanto ela estava do lado de fora de uma lanchonete. Ninguém foi preso. O primeiro crime aconteceu às 8h45 de sábado (30), na Rua Júlio de Mesquita, no bairro Vila Mathias. Menos de cinco minutos depois, a dupla voltou a agir na Avenida Rangel Pestana, onde uma jovem teve o celular furtado enquanto caminhava para o trabalho. Os locais ficam a aproximadamente 1 km de distância. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Primeiro crime Segundo o proprietário da lanchonete, que preferiu não se identificar, os suspeitos passaram de motocicleta em frente ao estabelecimento antes de agir. Ninguém dentro do comércio foi abordado e nenhum item da lanchonete foi levado. Ao g1, o comerciante informou que apenas o cliente vítima do furto registrou boletim de ocorrência. O homem não foi localizado pela reportagem. Suspeitos não furtaram itens da lanchonete, segundo o proprietário Reprodução Segundo crime Poucos minutos depois, a jovem de 22 anos teve o celular furtado enquanto caminhava pela Avenida Rangel Pestana a caminho do trabalho. "Senti que havia alguém atrás de mim. Quando olhei para trás, ele [suspeito] estava desacelerando. Meu coração já saiu pela boca. Ele pegou o celular da minha cintura e correu para trás novamente. O comparsa estava na esquina esperando em uma moto", afirmou a vítima. A jovem afirmou que não chegou a ser abordada pelos suspeitos. Em seguida, utilizou um celular de trabalho para acionar a Polícia Militar e foi orientada a permanecer no local. Segundo ela, os agentes chegaram cerca de cinco minutos depois. A vítima também contou que soube, por meio de uma rádio, que os mesmos homens teriam cometido outro furto em um restaurante nas proximidades. Procurada, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) não informou, até a última atualização desta reportagem, se a ocorrência foi registrada nem se os suspeitos foram identificados. Dono do estabelecimento não registrou boletim de ocorrência Reprodução VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

  11. Estudantes criam jogo digital para crianças com TDAH na Baixada Santista, SP Reprodução/Instagram e Arquivo Pessoal Um grupo de estudantes utilizou a tecnologia para auxiliar crianças diagnosticadas com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Os jovens desenvolveram um jogo digital, que oferece desafios educativos enquanto o desempenho é compartilhado com os pais e responsáveis. 🔎Segundo o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), da Associação Americana de Psiquiatria, o TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento definido por níveis prejudiciais de desatenção, desorganização e/ou hiperatividade-impulsividade. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Santos no WhatsApp. Ao g1, a estudante Eduarda Belles, de 20 anos, contou que o jogo é destinado às crianças entre 8 e 10 anos. "Nosso objetivo não é substituir acompanhamento profissional ou fornecer diagnósticos, mas oferecer uma ferramenta complementar que une aprendizado, tecnologia e diversão", explicou. Agora no g1 De acordo com os especialistas ouvidos pelos estudantes, as atividades propostas não apenas estimulam a atenção aos detalhes, como também aprimoram a coordenação motora das mãos e dos dedos das crianças. Iniciativa Eduarda afirmou que a ideia surgiu durante o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Desenvolvimento de Sistemas, na Escola Técnica Estadual (ETEC) Adolpho Berezin, em Mongaguá, no litoral de São Paulo, em 2024. "Resolvemos nos desafiar a criar um jogo com propósito social. A partir de pesquisas e observações, percebemos como o TDAH está cada vez mais presente no cotidiano e como métodos tradicionais de aprendizagem podem ser desestimulantes para algumas crianças. Então, surgiu a pergunta: e se aprender pudesse ser divertido?", lembrou a estudante. Com o auxílio de psicólogos, psicopedagogos, educadores e profissionais da área de jogos, o projeto foi desenvolvido em menos de um ano. Inclusive, a ideia já recebeu os prêmios de "Melhor Jogo Educativo", escolhido por júri técnico, e "Jogo da Galera", por voto popular, no Santos Game Power Up. Projeto foi premiado no Santos Game Power Up Arquivo Pessoal Neste ano, a iniciativa tem sido ampliada na Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Praia Grande (SP), onde Eduarda estuda Desenvolvimento de Software Multiplataforma. A novidade é que os pais, responsáveis e profissionais podem acompanhar o desempenho das crianças em uma plataforma. "As crianças estão cada vez mais conectadas ao universo digital e dos jogos, então buscamos transformar esse interesse em uma experiência que também possa estimular habilidades importantes de forma leve e envolvente", destacou Eduarda. Como funciona o jogo? A estudante afirmou que o Cosmic Mind é um jogo com temática espacial em que a criança é protagonista de uma jornada de exploração e descoberta, guiada por personagens ao longo da experiência. A narrativa estimula a curiosidade, a imaginação e a construção de forma lúdica, incentivando reflexões sobre escolhas, evolução e futuro. Alguns detalhes são mantidos em sigilo para preservar a propriedade intelectual e a vantagem competitiva do jogo, que deve ser lançado nos próximos anos. Eduarda destacou que o foco atual é continuar aperfeiçoando a solução, ampliar o contato com especialistas e buscar oportunidades de validação junto a clínicas, profissionais e instituições parceiras. Projeto foi apresentado na Fatec Praia Grande na última semana Fatec Praia Grande/Divulgação Integrantes O desenvolvimento do jogo é realizado pelas equipes Spectrum e Selenes, formadas por estudantes das áreas de Desenvolvimento de Software Multiplataforma, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Jogos Digitais, da Fatec Praia Grande e da Fatec São Caetano do Sul. Além de Eduarda, a equipe é composta por Ângelo Ferreira, Luigi Campregher, Raiza Antoneli, Takeshi Aoki, Ellen Gouveia, Luana Fontenele, Brenno D'Luca, Zeus Machado, Ellen Gouveia e Luana Fontenele. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

  12. Adolescente viraliza mostrando o que encontra nos canais de Santos, SP Esmalte, cortador de unha, cigarro eletrônico e até calça jeans. Esses foram alguns dos itens encontrados por um adolescente de 17 anos nos canais de Santos, no litoral de São Paulo. Pedro Luís de Souza Gonçalves transformou as ações de limpeza em conteúdo nas redes sociais. Ao g1, o jovem contou que sempre participou de ações de limpeza nas praias, mas a ideia de começar a pegar os lixos nos canais surgiu a partir de uma "indignação da triste realidade" em relação à poluição. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. A série de vídeos "O que será que tem no canal de Santos?" começou há cinco meses e já ultrapassou um milhão de visualizações. O objetivo de Pedro era chamar a atenção dos órgãos públicos e conscientizar as pessoas, principalmente os mais jovens. Adolescente viraliza mostrando o que encontra nos canais de Santos, SP Arquivo Pessoal O adolescente disse que sempre encontra sacolas plásticas, garrafas, latas e isopor. Para ele, o mais bizarro é achar itens mais pessoais, como esmalte, cortador de unha, cigarro eletrônico e roupas, que foram citados acima. Veja a reação dos internautas: 👤"Que minha força de vontade seja maior que o seu sistema imunológico 🥀", brincou um internauta. 👤"Gente, quanta coisa. Meu Deus, você é muito necessário", finalizou uma mulher. 👤"Meio ambiente agradece 👏👏", parabenizou outro. "É sempre uma novidade entrar no canal de Santos", destacou Pedro. "Quando eu comecei a postar, eu fiquei em choque. Não esperava ter tanta repercussão com esse tema, acredito que, por ser algo diferente e curioso, chamou a atenção de muitos, além de provocar e comover uma ação ambiental". Infecção Adolescente viraliza mostrando o que encontra nos canais de Santos, SP Arquivo Pessoal Atualmente, o adolescente usa botas, luvas de borracha e algumas sacolas plásticas para recolher todo o lixo. No começo, ele não tinha esses equipamentos e entrava de tênis, chinelo e luvas de plástico que rasgavam facilmente. "Não recomendo fazer isso porque é arriscado demais pegar alguma doença ou algo do tipo. Dentro do canal, aquela água pode ser contaminada e apresentar várias doenças. Com o tempo, eu fui aprendendo e melhorando a minha segurança através dos comentários e conselhos dos meus pais". Inclusive, Pedro chegou a pegar uma micose [infecção causada pela proliferação de fungos] na perna. Depois disso, ele nunca mais entrou nos canais sem os equipamentos adequados. Conscientização ambiental Adolescente viraliza mostrando o que encontra nos canais de Santos, SP Arquivo Pessoal Pedro afirmou acreditar que a poluição se dá principalmente devido às populações em situação de vulnerabilidade nas palafitas. "Acabam jogando e descartando seus lixos em locais incorretos, mas não por falta de conscientização ambiental, mas sim por falta de estrutura", explicou o jovem, destacando que os resíduos são levados para o oceano, para as praias e para os canais. O adolescente está no terceiro ano do Ensino Médio, mas ressaltou que pretende escolher uma profissão voltada ao meio ambiente e à proteção da natureza. "Meu próximo passo será passar em uma faculdade de biologia", finalizou. VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

  13. A real responsável pelo mapeamento inédito dos nervos do clitóris O órgão feminino finalmente teve seus nervos mapeados pela primeira vez. E esse avanço se deu graças a uma mulher coreana. "Eu liderei o projeto de mapeamento dos nervos do clitóris", afirma Ju Young Lee, PhD em neurociência e autora principal do estudo, que nasceu e se graduou na Coreia do Sul.  Mas, se você busca o nome dela no Google Acadêmico, é como se ela só existisse a partir do momento em que vai para a Europa e passa a dividir a autoria com colegas de lá.   Tanto é que as reportagens sobre o estudo dizem apenas que ele foi feito por cientistas da Amsterdam University Medical Center.  Ou seja, Ju Young Lee precisou contornar o viés geopolítico da ciência, que segue predominantemente eurocêntrica - marginalizando a importância das contribuições de culturas fora da Europa e do Norte Global no geral para o nascimento e desenvolvimento da ciência moderna. Como se as únicas ideias intelectuais que importassem fossem as produzidas em solo europeu.  Além disso, o foco inicial da carreira dela nem era esse.   Imagem 3D mostra extensão de nervos do clitóris Divulgação "Minha formação foi em neurociência. Fiz meu mestrado e doutorado no Instituto Max Planck, na Alemanha, e quase tudo o que estudei foi sobre o cérebro", diz Ju Young Lee. Foi só depois de participar da maior conferência europeia de neurociência que o foco dela mudou.  "Havia um grande entusiasmo sobre como o intestino e o cérebro interagem entre si. E eu me lembro de perguntar: 'Alguém está fazendo a mesma pergunta sobre os órgãos ginecológicos? Como esses nervos interagem com o cérebro?' E a resposta deles foi: 'Ah, eu nunca pensei nisso'", afirma. Mas os nervos do pênis a ciência já tinham pensado em mapear três décadas atrás. Há cerca de 20 vezes mais artigos científicos sobre a glande peniana do que sobre a glande clitoriana. Isso diz tudo sobre quanta atenção esse órgão tem recebido. Será que se Ju Young Lee não tivesse um clitóris, ela teria pensado nisso? "Historicamente, a urologia focou no pênis. Já a ginecologia focou mais nos órgãos reprodutivos, como o útero e os ovários. O clitóris fica na lacuna entre eles, e essa é uma das principais razões por que a ciência dele está tão atrasada", diz, Isso a motivou a buscar alguém da ginecologia que tivesse interesse no tema. O que a levou até o Centro Médico da Universidade de Amsterdã, onde passou a integrar o Human Organ Atlas Hub (HOAHub) - um projeto internacional cujo objetivo é mapear o corpo humano em 3D. Basicamente um Google Earth da anatomia.  "A reação do público foi o que mais me surpreendeu. Acreditamos que o público estava esperando por essa discussão. Acho que a comunidade científica agora está começando a perceber isso" diz Lee. Mas, para ela, esse é apenas o começo. "E esse campo precisa não só de mais financiamento, mas também de mais conscientização. A maioria das pessoas, incluindo médicos, nunca recebeu um ensino adequado sobre a anatomia do clitóris. Acho que isso precisa mudar", afirma. E ela segue fazendo sua parte nessa conscientização. Tanto dentro do laboratório, com a pesquisa quanto fora dele, com um podcast chamado IGWA Women, que começou apenas em coreano, mas logo ganhou uma versão em inglês.  "IGWA é uma palavra coreana para especialização em ciências. Então 'IGWA Women' basicamente significa 'mulheres na ciência'. Abordamos diversos tópicos, desde machine learning até filosofia da ciência e, claro, saúde da mulher. E, para mim, o podcast e o trabalho de laboratório são duas faces da mesma moeda. A ciência do clitóris não pode avançar apenas no laboratório", diz a cientista. Cientistas mapeiam o clitóris pela primeira vez Arte/g1

  14. Saiba quais os benefícios da inclusão digital na terceira idade No fim de maio, o governo federal encerrou a consulta pública para a criação do “guia orientativo para o desenvolvimento de competências digitais e midiáticas da pessoa idosa no Brasil”. Traduzindo o jargão burocrático, estamos falando de algo da maior relevância: a inclusão digital dos 60 mais. Apesar de estarem cada vez mais enfronhados nesse ambiente, inúmeras barreiras ainda atrapalham seu acesso. Maioria dos idosos não tem acesso pleno ao mundo digital Ageing without limits O relatório da Conferência Livre Nacional “Pelo direito da pessoa idosa à educação digital para ampliação do acesso ao cuidado integral” (CLNDPI-EDigital) aponta uma lista extensa de desafios. Para começar, pense no idoso que depende de um plano de dados pré-pago e limitado, utilizando um smartphone com interface pouco amigável. Ele pode até ser capaz de trocar mensagens em aplicativos, mas a situação fica bem mais complicada se precisar preencher formulários do governo (Gov.br), agendar uma consulta no Sistema Único de Saúde (SUS) ou checar seus benefícios previdenciários (Meu INSS). Na prática, o que se vê é uma cidadania digital de duas classes entre a população idosa: uma minoria com acesso pleno e qualificado, capaz de usufruir dos benefícios da tecnologia, e uma vasta maioria relegada a uma participação precária e de baixa autonomia – ou simplesmente excluída. O relatório afirma que se trata de uma violação de direitos assegurados pelo Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003). O cenário contribui para um sentimento de intimidação e baixa autoeficácia que leva muitas pessoas idosas a internalizar a crença de que são incapazes de aprender, resultando no abandono da tecnologia e no aprofundamento de seu isolamento. Portanto, a inclusão digital desse grupo não é uma questão central de direitos humanos. Seguem alguns dos principais pontos reivindicados pelos grupos de apoio à causa: Política de democratização: acesso a ferramentas e dispositivos digitais (computadores, tablets, internet), com oferta gratuita para idosos de baixa renda. Acessibilidade de dispositivos: estímulo para que a indústria desenvolva celulares adaptados às necessidades específicas dos idosos. Estruturas comunitárias e descentralizadas: criação de centros de informática aproveitando equipamentos sociais e estruturas públicas (como conselhos, centros de convivência, Terceiro Setor, escolas, bibliotecas, praças públicas e pontos de cultura). Atendimento humanizado: profissionais capacitados e com perfil adequado para mentorias e capacitação em letramento, educação, desinformação e segurança digital. Uso seguro: foco na capacitação para o desenvolvimento de competências digitais, com ênfase na aprendizagem e utilização segura de aplicativos, sistemas bancários e plataformas da saúde e de seguridade social. Prevenção de golpes, fraudes e informações enganosas: abordagem sobre o uso seguro de serviços financeiros (manuseio de caixas eletrônicos e aplicativos) e capacitação para identificar fake news. Vamos torcer não somente pelo guia, mas também pela implementação dessas diretrizes. Em ano eleitoral, é fundamental saber o que pensam seus candidatos a respeito.

  15. Sexto dia de Rock in Rio Thaís Espírito Santo/g1 A pré-venda dos ingressos para o Rock in Rio 2026 começa nesta terça-feira (2), a partir das 12h, exclusivamente no site da Ticketmaster. A compra estará disponível para associados Rock in Rio Club e Clientes Itaú. O ingresso custa R$ 870 (inteira), R$ 435 (meia-entrada) e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço. Os clientes podem comprar até quatro ingressos por dia de festival em seu CPF, sendo no máximo uma meia-entrada para cada dia. A única exceção fica por conta das pessoas com deficiência, que poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado. A pré-venda acontece até 8 de junho, quando será aberta a venda geral dos ingressos, às 12h. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja a seguir todas as atrações já anunciadas: Dia 4 de setembro Palco Mundo Foo Fighters Rise Against The Hives Nova Twins Palco Sunset Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos Hot Milk Detonautas convidam Biquini Di Ferrero New Dance Order Steve Angello Giu x Carola Atkö Cat Dealers Espaço Favela Rodrigo do CN Hitmaker GBZ7N Palco Supernova Chady Artista surpresa Larissa luz Diogo Defante Palco Global Village Giovana Moraes Leela Paulinho Moska Dia 5 de setembro Palco Mundo Avenged Sevenfold Bring Me The Horizon MGK Sepultura Palco Sunset Bad Omens Poppy Black Pantera convida Nervosa Malvada convida Day Limns New Dance Order James Hype Volkoder Camina Jun x Eli Iwasa Victor Lou Espaço Favela Major RD Canto Cego Quantum Palco Supernova Zero Mc Taya Lvcas Supercombo Palco Global Village Korzus Noturnall + Russell Allen Rhegia Dia 6 de setembro Palco Mundo Calvin Harris Black Eyed Peas Nelly Barão Vermelho Encontro Formação Original Palco Sunset Ne-Yo Jota Quest toca Tim Maia BaianaSystem Calema New Dance Order Meduza Casa Bonita Sofi Tukker Espaço Favela Xamã Rael Budah Palco Supernova João Gordo & Asteroides Trio Matanza Ritual Bayside Kings O Escritório Palco Global Village Mohamed Ramadan Mãeana Bento Gil convida Flor Gil Dia 7 de setembro Palco Mundo Elton John Gilberto Gil Jon Batiste Luísa Sonza convida Roberto Menescal Palco Sunset Laufey Péricles canta Motown Roupa Nova convida Guilherme Arantes Vanessa da Mata convida Rubel New Dance Order Fatboy Slim Aline Rocha Leo Janeiro & Simo Not Simon Max Styler Espaço Favela Belo Mart'nália Tiee Palco Supernova Maui Melly Zeca Veloso Alee Palco Global Village João Bosco, homenageado do Global Village Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai Wanda Sá Dia 11 de setembro Palco Mundo Stray Kids Alok - Keep Art Human Hwasa Nexz Palco Sunset Jamiroquai PJ Morton Os Garotin convidam Duquesa Jota.Pê convida Luedji Luna e Zaynara New Dance Order Neelix & Vegas Omiki Departamento Anna Espaço Favela MC Cabelinho convida TZ da Coronel Puterrier & MC Carol Caio Luccas Palco Supernova Muse Maya Isa Buzzi Ananda NandaTsunami Palco Global Village Soulidifield Rio Bronx Lambateria com Felix Robatto Dia 12 de setembro Palco Mundo Maroon 5 Demi Lovato J Balvin Pedro Sampaio Palco Sunset Mumford & Sons João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum Criolo, Amaro & Dino New Dance Order Alok Pres. Rave The World Alok & Family - Ekanta, Swarup Gabe Adam Sellouk Bhaskar Espaço Favela Timbalada Priscila Senna Soul de Brasileiro Palco Supernova Celo Dut Yago Oproprio Milo J Delacruz Palco Global Village Mestrinho Hamilton de Holanda Badi Assad Dia 13 de setembro Palco Mundo Twenty One Pilots Halsey Lola Young Ivete Sangalo Palco Sunset Zara Larsson Marina Sena convida Céu Joelma convida Viviane Batidão Carol Biazin convida Joyce Alane New Dance Order John Summit Roddy Lima Illusionize Dawn Patrol Espaço Favela Dennis Suel Marvvila Palco Supernova Ar Baby Bruna Black Sant Lourena Palco Global Village Kynnie Luci Alves Haley Smalls

  16. Um comprimido que conseguiu o ‘impossível’ Chicago, 1º de junho de 2026. A sessão plenária da American Society of Clinical Oncology —o maior e mais influente congresso de oncologia clínica do planeta— não costuma ser lugar de emoção fácil. Os médicos e pesquisadores que lotam o auditório são treinados para a frieza dos dados, para o ceticismo metodológico, para a cautela diante de qualquer resultado que pareça bom demais. Quando os números do estudo RASolute 302 apareceram na tela, a plateia se levantou. Aplausos de pé são raros em congressos científicos. Neste, pareciam inevitáveis. O daraxonrasib não chegou à ASCO como novidade absoluta. Em abril, a empresa americana Revolution Medicines havia divulgado os primeiros resultados: um comprimido tomado uma vez ao dia havia quase dobrado a sobrevida de pacientes com câncer de pâncreas metastático sem resposta à quimioterapia. O g1 contou essa história. Mas dados preliminares, divulgados por uma empresa com interesse financeiro direto no resultado, ainda não são a última palavra da ciência. A última palavra é a fase 3. E foi ela que chegou a Chicago. Daraxonrasib é um antineoplásico oral Adobestock Um novo padrão foi estabelecido O estudo RASolute 302 seguiu o padrão mais rigoroso da medicina: um ensaio clínico randomizado de fase 3. Quinhentos pacientes foram divididos por sorteio em dois grupos —nem os médicos nem os pacientes escolheram quem receberia o quê. Um grupo tomou o comprimido; o outro seguiu com a quimioterapia convencional. Esse formato existe para eliminar vieses e garantir que qualquer diferença nos resultados seja atribuível ao tratamento, não ao acaso. É o tipo de evidência que a medicina exige antes de mudar um protocolo global. Os resultados foram considerados finais —não há análise pendente, não há dado faltando. Os números: No grupo de pacientes com a mutação RAS G12 —a mais comum no câncer de pâncreas—, a sobrevida mediana foi de 13,2 meses com o comprimido contra 6,6 meses com a quimioterapia. Sobrevida mediana significa que metade dos pacientes viveu mais do que isso —e metade, menos. O risco de morte caiu 60%. O tempo até a doença voltar a avançar também dobrou: 7,3 meses contra 3,5 meses com a quimioterapia. Os resultados foram praticamente idênticos quando se analisou o grupo total de pacientes, incluindo aqueles sem mutação RAS identificada. E mais de 31% dos pacientes que tomaram o comprimido tiveram redução mensurável do tumor —contra 11,2% no grupo de quimioterapia. Um dado, particularmente, chamou atenção dos pesquisadores: apenas 1,2% dos pacientes que usaram daraxonrasib precisaram interromper o tratamento por efeitos colaterais. No grupo de quimioterapia, essa taxa foi de 11,2%. A conclusão dos pesquisadores, publicada no Journal of Clinical Oncology, foi direta: o daraxonrasib deve se tornar o novo padrão de tratamento para pacientes com câncer de pâncreas metastático em segunda linha. ‘O aplauso em pé foi merecido’ Stephen Stefani, oncologista da Americas Health Foundation, estava presente na sessão plenária em Chicago. Ao g1, ele explica a comoção: "Raramente celebramos um medicamento com esse perfil: baixa toxicidade, impacto real em sobrevida e um mecanismo inédito para essa doença", diz ele. "Eram mais de 500 pacientes com câncer de pâncreas avançado, já sem resposta à quimioterapia, avaliados no desenho mais rigoroso da pesquisa clínica —e com sobrevida dobrada em relação ao padrão anterior. O aplauso em pé foi merecido." Stefani destaca o peso estatístico dos resultados: "Os 13 meses são uma mediana —há pacientes que viveram muito além disso. Mais de 30% tiveram redução objetiva da doença, com duração suficiente para ampliar a sobrevida de forma significativa. E o perfil de toxicidade é manejável, o que, numa doença dessa gravidade, não é um detalhe menor." Para ele, o resultado ultrapassa o dado clínico. "O resultado confirma que estamos avançando numa direção que por muito tempo pareceu fechada —a de oferecer sobrevida real a pacientes para os quais, até agora, pouco havia a fazer." Por que é tão difícil tratar Para quem não acompanhou a história desde o começo, vale entender o tamanho do obstáculo que o daraxonrasib superou. O câncer de pâncreas mata de um jeito particular. Não avisa. Não dá sintomas no começo. Quando é diagnosticado, cerca de 80% dos casos já estão em estágio avançado ou metastático —espalhado para outros órgãos, fora do alcance de cirurgia. Nos Estados Unidos, aproximadamente 60 mil pessoas recebem o diagnóstico por ano; 50 mil morrem. No Brasil, são 13 mil novos diagnósticos anuais; cerca de 12 mil morrem. A sobrevida em cinco anos, para a forma metastática, é de cerca de 3%. Uma das mais baixas entre todos os cânceres. A resistência da doença ao tratamento está, em grande parte, numa proteína chamada RAS —um interruptor celular que, quando mutado, trava na posição "ligado" e não para de ordenar às células que cresçam e invadam. Isso acontece em mais de 90% dos tumores pancreáticos. Durante décadas, pesquisadores tentaram bloquear o RAS. E falharam. A molécula não oferece uma superfície clara onde uma droga possa se fixar —como uma fechadura cujo miolo foi polido até perder os relevos. A chave entra, mas não encontra onde se firmar. O RAS ficou conhecido na literatura médica como undruggable: intratável. O daraxonrasib conseguiu chegar lá, e não apenas numa variante da mutação, mas em várias ao mesmo tempo. Para os pacientes do estudo, todos metastáticos e sem mais opções após a quimioterapia, isso fez uma diferença de 6,5 meses a mais de vida, em mediana. FDA deve aprovar num futuro breve O próximo passo é a aprovação regulatória. A Revolution Medicines, farmacêutica responsável pelo remédio, confirmou que submeterá os dados à Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) como parte de um pedido formal. A droga já havia recebido o status de Breakthrough Therapy —uma classificação reservada a medicamentos que demonstram vantagem substancial sobre os tratamentos existentes e que garante análise prioritária—, além de designação de medicamento órfão e seleção para o programa National Priority Voucher, que acelera ainda mais a revisão. O acesso compassional, para casos selecionados sem outras opções, já está autorizado nos Estados Unidos. Para o Brasil, o horizonte é mais distante. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisaria conduzir seu próprio processo de aprovação. No sistema privado, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) teria ainda que publicar uma diretriz de utilização técnica para que os planos de saúde fossem obrigados a cobrir o medicamento. No sistema público, o obstáculo é financeiro de partida: o valor pago para tratar um paciente com câncer de pâncreas é de cerca de R$ 1.986, enquanto drogas oncológicas novas custam em média dez mil dólares por mês no mercado americano. Não há previsão concreta de quando (nem se) esse acesso chegará ao Brasil no curto prazo. "O resultado confirma que estamos avançando numa direção que por muito tempo pareceu fechada: a de oferecer ganho real em sobrevida a pacientes que, até agora, tinham poucas alternativas”, conclui Stefani.

  17. Eloara de Jesus Izidorio, de 1 ano e 11 meses, foi torturada e morta pelo pai Admilson de Jesus Agapito, em Aracruz, Espírito Santo Reprodução Um pai de uma menina de 1 ano e 11 meses foi denunciado pelo Ministério Público do Espírito Santo por torturar e matar a própria filha, Eloara de Jesus Izidorio, em abril deste ano, em Aracruz, Norte do estado. Segundo o MP, Admilson de Jesus Agapito espancou e arremessou a criança contra a cabeceira de madeira de um cama. A mãe não foi denunciada. O choro de fome da criança foi o estopim para os "atos de extrema violência" que culminaram na morte da menina, segundo a denúncia. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp "Atos de extrema crueldade inimagináveis de ser dispensados a qualquer ser humano, muito menos a uma criança de tenra idade", escreve o MP no texto. A defesa nega as acusações. As informações foram divulgadas pela jornalista Vilmara Fernandes, de A Gazeta. Como aconteceu o crime A denúncia, assinada pelo promotor Danilo Raposo Lirio, titular da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Aracruz, relata que a violência na casa da família se agravou a partir de 3 de abril de 2026. Segundo o relatório, por volta da meia-noite, o pai bebia cerveja e cachaça quando a filha se aproximou, apontando para a comida e chorando. Irritado com a situação, Admilson teria agredido fisicamente a criança, deixando marcas nas costas e olhos. A bebê também foi atingida com uma paulada. No dia seguinte, por volta das 6 horas, a pequena acordou e voltou a pedir comida para a mãe. Novamente, o pai teria se irritado com o choro, agarrou a filha pelo cabelo e a arremessou contra a cabeceira de madeira da cama. Duas horas depois ele deixou a casa. Por volta das 16 horas, percebendo que a filha não acordava, a mãe acionou a irmã, relatando que ela estava desmaiada. As investigações revelaram que a bebê ficou desacordada por cerca de 10 horas. Pai é preso suspeito de tortura após morte da filha de 1 ano em Aracruz LEIA TAMBÉM: EMBAIXO DA CAMA: Menino de 3 anos morre carbonizado após incêndio destruir casa em Colatina COLATINA: Policial militar mata jovem que usava tornozeleira eletrônica com tiro no peito após discussão Eloara foi levada para a casa da tia, onde chegou com hematomas, inchaços pelo corpo e expelindo sangue pela boca e nariz. No mesmo dia, a mãe enviou mensagens e fotos para a avó da criança, que mora na Bahia, contando o que tinha acontecido. “Admilson só espanca a menina sendo que a menina não faz nada”, desabafou a avó ao responder a mensagem, anexada ao processo. Na manhã de domingo, dia 5, Eloara vomitou sangue e foi levada à Unidade de Pronto Atendimento de Jacupemba. No local, os médicos atestaram que ela já estava sem sinais vitais, apresentando hematomas e lesões pelo corpo. Por meia hora, a equipe médica tentou reanimá-la, sem sucesso. A morte foi declarada às 11h55. Segundo o Ministério Público, os laudos do Serviço Médico Legal (SML) comprovam que a morte foi causada por uma lesão hepática extensa, com trauma que gerou sangramento intra-abdominal. Também foram identificadas lesões externas em diferentes estágios. O relato no texto é de que Eloara vivia sob intenso sofrimento físico e psicológico. Admilson foi denunciado por feminicídio no contexto de violência doméstica e familiar, com a qualificadora de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, uma bebê que era sua própria filha. O MPES aponta que o acusado utilizou de tortura e meios cruéis, como chicotadas e espancamentos diversos pelo corpo, especialmente na região da cabeça. A promotoria destaca que a motivação foi fútil, desproporcional e injustificável. O Ministério Público já se manifestou pela conversão da prisão temporária de Admilson em prisão preventiva. Ministério Público do Espírito Santo (MPES) TV Gazeta Mãe não foi denunciada O Ministério Público decidiu não denunciar a mãe de Eloara. As investigações apontaram que a mãe tentou buscar ajuda do Estado para enfrentar as sucessivas agressões. Em 19 de dezembro do ano anterior, ela acionou a Polícia Militar para relatar os abusos aos quais ela, grávida na ocasião, e Eloara eram submetidas. O que diz a defesa do pai A defesa de Admilson diz que fez uma investigação defensiva, ouvindo outras testemunhas que não prestaram depoimento à polícia. "Os fatos não se deram como foram narrados pela mãe. Foi o sobrinho de Admilson que ligou para ele buscar a filha e quando ele chegou, a bebê estava em um carrinho, já desfalecida. Temos informações de que era a mãe que agredia a filha. O pai é inocente e nós vamos provar", assinalou a advogada Flávia Falquetto Raposa. Ela informou ainda que o material obtido com as investigações foi apresentado à Justiça na última quarta-feira (27), quando ela também solicitou a revogação da prisão de seu cliente.

  18. Mosquitos treinados em laboratório passam a associar repelente DEET à alimentação Adobe Stock O repelente DEET, considerado há décadas o padrão-ouro na proteção contra picadas de insetos e doenças transmitidas por mosquitos, continua sendo uma das formas mais eficazes de prevenção. Mas um novo estudo mostrou que, em condições de laboratório, mosquitos podem aprender a associar o cheiro do produto à obtenção de alimento. O experimento foi realizado com o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Após receberem alimento repetidamente na presença do cheiro do DEET, mais de 60% dos insetos passaram a tentar se alimentar ao sentir apenas o odor do repelente. Segundo os autores, o objetivo da pesquisa era investigar as capacidades cognitivas dos mosquitos, e não reproduzir situações encontradas na natureza. Eles afirmam que não existe evidência de que esse fenômeno ocorra em populações naturais e consideram extremamente improvável que ele aconteça nas condições normais de uso do repelente. O fenômeno observado não significa que o DEET deixou de funcionar nem que pessoas devam abandonar seu uso. O estudo sugere, porém, que a experiência pode influenciar a forma como os mosquitos respondem aos repelentes, acrescentando uma dimensão comportamental ao entendimento de como esses produtos funcionam. Agora no g1 Os pesquisadores ressaltam que o DEET ainda continua sendo o principal repelente disponível para proteção contra mosquitos e outras doenças transmitidas por esses insetos. Para garantir a proteção, ele deve ser usado corretamente, de acordo com as instruções do fabricante. O pesquisador Claudio Lazzari, da Universidade de Tours, na França, explicou ao g1 que o experimento foi projetado para investigar as habilidades cognitivas dos mosquitos, não para recriar condições naturais. Logo, treinar mosquitos para que eles sejam atraídos pelo cheiro de DEET só é possível em um ambiente de laboratório controlado. O pesquisador destaca ainda que os mosquitos só se tornam atraídos pelo DEET depois de experimentarem a presença simultânea do repelente e do alimento várias vezes em um curto período de tempo. E é extremamente difícil imaginar que essa situação ocorra na vida real. “A reação espontânea dos mosquitos aos repelentes é se manterem afastados. Se a quantidade de DEET for baixa o suficiente para permitir que o mosquito se alimente, ele picará, ficará saciado e irá embora, não picando novamente por alguns dias”, explicou Lazzari. O estudo não identificou por quanto tempo os mosquitos conseguem manter a associação entre o cheiro do repelente e a obtenção de alimento e Lazzari afirma que esse aspecto importante ainda precisa ser investigado. Lazzari destaca que a descoberta pode ajudar no desenvolvimento de novos repelentes ou em estratégias mais eficazes de controle de mosquitos. Ele ressalta ainda que não há nenhuma evidência de que populações naturais de mosquitos associem o DEET à alimentação. “O DEET é um composto químico sintético que não existe na natureza. Mesmo que um mosquito conseguisse romper a barreira do repelente e picar alguém com DEET na pele, a associação entre o repelente e uma refeição de sangue bem-sucedida requer condições muito específicas”, enfatiza. Como surgiu a hipótese O DEET foi desenvolvido na década de 1940 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e continua sendo uma das principais ferramentas de proteção contra mosquitos. Mas os pesquisadores decidiram investigar se os insetos poderiam aprender a associar o cheiro do repelente a uma recompensa alimentar, em um mecanismo semelhante ao famoso experimento de Pavlov, no qual cães passaram a relacionar o som de uma campainha à chegada de comida. A pergunta era simples: os mosquitos poderiam deixar de evitar o cheiro do DEET e passar a associá-lo à oportunidade de obter sangue? O experimento com sangue aquecido Para testar a hipótese, os cientistas precisaram primeiro identificar sinais de atração dos mosquitos por uma fonte de alimento. O pesquisador David De Luca, da Universidade de Tours, manteve os insetos atrás de uma malha de tecido e ofereceu uma bolsa contendo sangue aquecido, posicionada fora do alcance deles. Os cientistas observaram quantas tentativas os mosquitos faziam para perfurar a bolsa com suas probóscides, o aparelho bucal utilizado para alimentação. Como esperado, os insetos demonstraram grande interesse pelo sangue aquecido, especialmente quando eram recompensados com a possibilidade de se alimentar. Quando a refeição foi oferecida em um ambiente impregnado pelo odor de DEET, porém, os mosquitos inicialmente evitaram a aproximação. Mosquitos passaram a reagir ao cheiro do repelente Na etapa seguinte, os pesquisadores tentaram ensinar os insetos a associar o odor do DEET à alimentação. Durante 20 segundos, os mosquitos receberam sangue aquecido. Nos 10 segundos finais de cada alimentação, o cheiro do repelente era liberado no ambiente. O procedimento foi repetido mais três vezes. Depois desse treinamento, os cientistas avaliaram a reação dos insetos ao cheiro do DEET sozinho. O resultado chamou a atenção da equipe: mais de 60% dos mosquitos tentaram picar quando sentiram apenas o odor do repelente. Segundo os pesquisadores, isso indica que os insetos aprenderam a associar o cheiro à expectativa de receber alimento. Preferência pela mão com DEET Os experimentos continuaram para verificar se o aprendizado também influenciaria o comportamento dos mosquitos diante de pessoas. Os insetos treinados receberam a opção de escolher entre duas mãos da pesquisadora Ayelén Nally, da Universidade de Buenos Aires, na Argentina. Uma delas estava coberta com DEET; a outra estava limpa. Os mosquitos tentaram picar justamente a mão que apresentava o odor do repelente. Aprendizado também ocorreu com açúcar Em outro teste, conduzido por Charly Dufour, da Universidade de Tours, os pesquisadores utilizaram uma fonte de alimento diferente. Em vez de sangue, os mosquitos foram treinados a associar o cheiro do DEET a uma refeição açucarada. Os insetos aprenderam rapidamente a relação entre o odor e a recompensa alimentar e passaram a reagir com entusiasmo sempre que detectavam o cheiro do repelente. Os resultados reforçam a ideia de que os mosquitos são capazes de criar associações entre o odor do DEET e a perspectiva de obter alimento. Lazzari explica que, por muito tempo, acreditou-se que os repelentes funcionavam unicamente devido às suas propriedades químicas - seja por serem tóxicos ou desagradáveis para os mosquitos, afastando-os, seja por bloquearem sua capacidade de detectar humanos. Mas as descobertas do estudo sugerem que essa reação pode ser modificada pela experiência. Algumas pessoas são picadas com mais frequência do que outras e compreender os motivos dessa preferência é uma busca importante na entomologia médica para um melhor controle da transmissão de doenças, segundo Lazzari. “Os mosquitos não são robôs; são organismos vivos que podem se adaptar e processar informações do ambiente. Isso se aplica não apenas aos repelentes, mas também às pessoas”, afirma o pesquisador. O que o estudo revela sobre o funcionamento do DEET Segundo Lazzari, o fenômeno observado não significa que o DEET deixou de funcionar ou que as pessoas devam abandonar seu uso. No entanto, ele sugere um cenário específico em que o aprendizado dos mosquitos poderia influenciar o comportamento de picada. “Se um mosquito picar alguém que aplicou DEET na pele várias horas antes e a concentração do repelente estiver baixa demais para afastá-lo, mas ainda suficientemente alta para que ele detecte o odor, o mosquito pode ter maior probabilidade de picar pessoas com cheiro de DEET”, explica o pesquisador. Além das implicações práticas, os resultados também podem ajudar os cientistas a compreender melhor como o repelente atua sobre os insetos. Para Lazzari, o efeito do DEET parece estar ligado à informação que seu odor transmite aos mosquitos. “É a informação que o DEET transmite aos insetos que pode levá-los a decidir não picar”, afirma. Segundo ele, o produto provavelmente imita compostos repelentes produzidos naturalmente por plantas, que afastam os insetos. Produto continua sendo considerado essencial Apesar dos resultados, os pesquisadores ressaltam que o DEET continua sendo o principal repelente disponível para proteção contra mosquitos e contra doenças transmitidas por esses insetos. Para Lazzari, os achados não diminuem a importância do produto. “Ele salva vidas!”, conclui o pesquisador. Os pesquisadores afirmam que os resultados podem ajudar no desenvolvimento de novos repelentes. Segundo eles, não basta avaliar a capacidade de uma substância afastar mosquitos em um primeiro contato; também é importante entender se esse efeito permanece após exposições repetidas. "Os mosquitos não são robôs; são organismos vivos capazes de aprender e processar informações do ambiente", afirma Lazzari. Segundo ele, compreender como esses insetos usam informações para escolher seus hospedeiros pode ajudar futuramente no controle de doenças transmitidas por mosquitos.

  19. Consultora de gente e gestão fala sobre como lidar com erros no mercado de trabalho A Agência de Trabalho de Pernambuco divulgou as vagas de emprego disponibilizadas para o município de Petrolina, Salgueiro e Araripina, no Sertão de Pernambuco, nesta terça-feira (2) . As oportunidades são atualizadas diariamente pelo g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Sedepe através da internet. O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Concursos no WhatsApp. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Agência do Trabalho em Petrolina funciona no Expresso Cidadão Carteira de trabalho Heloise Hamada/G1 Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 e (87) 9 9180-4065 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871 - 8467 Vagas Disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE
  20. Fraude limpa-nome: associação beneficiou 63 mil pessoas em cidade com 5 mil habitantes Uma cidade de menos de 5 mil habitantes no interior do Piauí se tornou peça-chave nas investigações sobre a chamada "indústria do Limpa-Nome". Segundo apurações mostradas pelo Fantástico, liminares obtidas em nome de uma associação sediada em São Gonçalo do Piauí beneficiaram cerca de 63 mil pessoas endividadas em todo o país — número equivalente a 13 vezes a população do município. O caso levantou suspeitas sobre a atuação de entidades que prometem retirar restrições de crédito por meio de ações coletivas na Justiça. Limpa-nome: esquema de fraude milionário envolve endereços fantasmas e até juízes Investigação No papel, a responsável pelas ações era a Associação Nacional de Defesa do Consumidor Brasileiro. Quando a reportagem visitou o endereço informado como sede da entidade, encontrou uma casa alugada e moradores que afirmaram nunca ter visto a associação funcionar no local. Um ex-funcionário ouvido por telefone disse que a entidade já havia encerrado as atividades e não soube explicar como uma estrutura tão pequena conseguiu representar dezenas de milhares de pessoas. De acordo com especialistas ouvidos na investigação, consumidores de diferentes regiões do país tinham seus nomes incluídos como associados para que pudessem ser representados em ações coletivas. As apurações apontam ainda para a existência de uma comercialização de listas de devedores, posteriormente inseridos nos processos judiciais. Para os investigadores, a escolha de municípios pequenos não seria coincidência. Além de terem menor volume processual e respostas judiciais mais rápidas, algumas cidades teriam sido escolhidas previamente por concentrarem decisões favoráveis às associações envolvidas no esquema. O caso de São Gonçalo do Piauí não é isolado. As investigações também identificaram atuação semelhante em outros municípios do Nordeste, onde associações conseguiram liminares para impedir que órgãos de proteção ao crédito divulgassem restrições em nome de consumidores inadimplentes. As dívidas, porém, continuavam existindo e precisavam ser pagas ou negociadas. LEIA TAMBÉM: Dívida não some com liminar: entenda como 'indústria do Limpa-Nome' ilude devedores no Brasil Veja a reportagem completa no vídeo abaixo: Associações, advogados e juízes são investigados na "Indústria do limpa-nome GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

  21. Como influenciadores transformaram o uso de anabolizantes em entretenimento nas redes sociais Aplicações de hormônios diante das câmeras, relatos sobre ciclos de uso e transformações físicas acompanhadas por milhões de seguidores. O Fantástico deste domingo (31) mostrou como o uso de anabolizantes deixou os bastidores das academias e se transformou em conteúdo de entretenimento nas redes sociais. O crescimento desse tipo de conteúdo acontece em um momento de forte expansão do mercado de hormônios no Brasil. A venda legal de testosterona, uma das substâncias mais utilizadas como anabolizante, registrou aumento superior a 700% nos últimos sete anos. Ex-namorada de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista após uso de anabolizantes: ‘Chocada’ Gabriel Gumley e a exposição do uso de hormônios nas redes A morte do fisiculturista e influenciador Gabriel Gumley, de 22 anos, reacendeu o debate sobre a forma como o consumo dessas substâncias tem sido retratado nas redes sociais. O caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Um laudo preliminar apontou morte súbita causada por um problema cardíaco, mas o resultado definitivo dos exames ainda é aguardado. Antes de aderir aos hormônios, Gabriel ficou conhecido como "Bebezinho Natural", apelido que fazia referência ao fato de não utilizar anabolizantes. O jovem conquistou seguidores ao mostrar a rotina de treinos e a evolução física sem recorrer às substâncias. Com o aumento da popularidade, porém, anunciou que passaria a usar hormônios para acelerar os ganhos musculares. A mudança foi acompanhada pelos seguidores quase como um evento. Em vídeos publicados na internet, Gabriel participou de programas voltados ao público fitness, falou sobre os produtos que utilizava e chegou a receber uma aplicação de anabolizante diante das câmeras. A cena foi apresentada em tom descontraído e celebrada pelos participantes. Léo Stronda aplica uma injeção no braço de Gabriel Gangley em vídeo Reprodução/TV Globo 'Show dos hormonizados' O fenômeno vai além de relatos pessoais. Nas redes sociais, surgiram conteúdos em que o uso de hormônios se tornou parte do entretenimento. Em um dos vídeos citados na reportagem, participantes disputam quem consegue convencer jurados de que realmente utiliza anabolizantes. Quem demonstra desconhecimento sobre o assunto vira alvo de brincadeiras e provocações. Nesse ambiente, expressões como "tomar suco", "ciclo" e "hormonizado" passaram a fazer parte do vocabulário comum de milhares de jovens que acompanham criadores de conteúdo fitness. A linguagem informal e o tom humorístico ajudam a reduzir a percepção dos riscos associados ao uso dessas substâncias. Para especialistas, esse processo contribui para a normalização de um comportamento que pode trazer consequências sérias à saúde. “Não tem evidência científica de uso seguro disso. Quando você normaliza uma atitude que faz mal para a saúde das pessoas, eu fiquei realmente chocado de ver como é que eles tratam isso entre eles. Eles têm aquele apelido jocoso: 'Eu vou tomar ‘suco’”, afirma o médico Luis Fernando Correia. Em vídeo na internet, participantes disputam quem consegue convencer jurados de que realmente utiliza anabolizantes Reprodução/TV Globo A busca por audiência Gabriel chegou a relatar aos seguidores algumas das consequências percebidas após iniciar o uso dos hormônios. Em um dos vídeos, afirmou que se sentia envelhecido e reconheceu que a decisão poderia reduzir sua expectativa de vida. Ainda assim, o tema continuava sendo tratado dentro da lógica de acompanhamento da própria transformação física. Mesmo após a repercussão da morte do influenciador, amigos, atletas e criadores de conteúdo ouvidos pela reportagem afirmaram que não pretendem abandonar o uso de anabolizantes. O discurso predominante é o de que seria possível utilizar as substâncias de forma "correta" para reduzir riscos. Especialistas, no entanto, alertam que os hormônios podem provocar alterações cardiovasculares importantes, incluindo crescimento do músculo cardíaco e aumento da viscosidade do sangue, fatores associados a complicações graves. Gabriel simula aplicação de injeção em vídeo na internet Reprodução/TV Globo Para amigos de Gabriel, o caso também expõe um problema maior: a pressão por resultados e engajamento em um ambiente onde corpos cada vez mais musculosos costumam render mais visualizações. "Fiquei com raiva e triste. A gente tem que fazer algo que normalmente a gente não faria para alcançar algo que a gente queria. Porque no final, tudo se resume à audiência", diz Ricardo Lobo, fisiculturista e amigo de Ganley. Gabriel Ganley Reprodução/TV Globo Veja a reportagem completa no vídeo abaixo: Sem filtro: a morte de Gabriel Ganley reacende o alerta sobre a banalização do uso de hormônios. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Fantástico Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

  22. Crianças trocam craques da Copa por seus próprios rostos em álbum de figurinhas Enquanto milhões de brasileiros tentam completar o álbum oficial da Copa do Mundo de 2026, crianças atendidas por um projeto social em Santo André, no ABC Paulista, vivem uma experiência diferente: colecionam figurinhas com os próprios rostos. A iniciativa foi criada pelo Instituto SECI (Sociedade Esportiva Cidade Imaculada), organização que atende crianças e adolescentes da região por meio de atividades esportivas e educacionais. Ao todo, 450 alunos foram transformados em personagens do álbum personalizado. Foram produzidos 550 álbuns e cerca de 250 mil figurinhas para garantir a dinâmica de trocas entre os participantes, reproduzindo a experiência dos tradicionais álbuns de futebol. Segundo o instituto, a ideia surgiu a partir da pergunta: “E se cada criança pudesse se enxergar como uma estrela?” A proposta é usar o interesse despertado pela Copa do Mundo para trabalhar questões ligadas à autoestima, ao pertencimento e à identidade. Crianças trocam craques da Copa por seus próprios rostos em álbum de figurinhas em projeto social Divulgação/Instituto SECI “Quando uma criança abre o álbum e encontra a própria imagem, ela entende que sua trajetória importa. Não só falamos sobre elas, foi algo construído com elas. É sobre sonhos, autoestima e construção de identidade”, afirma Guilherme Ferreira, presidente do Instituto SECI. O esporte é uma das principais ferramentas utilizadas pela organização para promover desenvolvimento social e educação. Entre os projetos oferecidos está o Futebol Bilíngue, realizado dentro da iniciativa Educação em Movimento, em parceria com a Petrobras. A atividade combina prática esportiva e aprendizado da língua inglesa, trabalhando comunicação, vocabulário e convivência por meio das dinâmicas realizadas em campo. Crianças trocam craques da Copa por seus próprios rostos em álbum de figurinhas em projeto social Divulgação/Instituto SECI Projeto em Santo André Divulgação/Instituto SECI

  23. Homem é preso após perseguição de quase 40 km com caminhão roubado na BR-365 Uma perseguição de quase 40 quilômetros na BR-365 terminou com um homem preso e um caminhão roubado recuperado na tarde de segunda-feira (1º), em Patrocínio, no Alto Paranaíba. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o suspeito fugiu em alta velocidade, dirigiu na contramão, trafegou pelo acostamento, forçou ultrapassagens e jogou o veículo desengatado contra a viatura na tentativa de escapar. Veja o vídeo acima. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Perseguição ao caminhão roubado Roubo de caminhão foi registrado em Canápolis PRF/Divulgação De acordo com a PRF, equipes do Grupo de Patrulhamento Tático de Patos de Minas faziam ronda quando receberam a informação de que um caminhão roubado horas antes seguia no sentido Patrocínio. Durante buscas, os agentes localizaram o veículo no km 479 da BR-365 e deram ordem de parada. O motorista, no entanto, não obedeceu e fugiu. O suspeito percorreu cerca de 10 quilômetros no sentido Patrocínio em alta velocidade, realizando ultrapassagens proibidas, trafegando pelo acostamento e pela contramão, além de fazer freadas bruscas e manobras que colocaram motoristas em risco. De acordo com a PRF, durante o acompanhamento, o homem tentou jogar outros veículos para fora da pista na tentativa de abrir caminho e dificultar a ação policial. Após mais 10 quilômetros, o suspeito freou bruscamente, fez um retorno e passou a fugir no sentido Uberlândia. A perseguição continuou por aproximadamente mais 25 quilômetros, com novas infrações e manobras perigosas. No km 500 da BR-365, o motorista saiu repentinamente da pista e entrou em uma estrada de terra às margens da rodovia, onde percorreu aproximadamente um quilômetro. Conforme a PRF, antes de fugir a pé, ele parou o caminhão desengatado para que o veículo voltasse sozinho e atingisse a viatura. Os policiais iniciaram perseguição a pé e alcançaram o suspeito. Segundo a corporação, ele resistiu à prisão e desobedeceu às ordens dos agentes, sendo necessário o uso de técnicas de contenção. LEIA TAMBÉM: Perseguição termina com suspeito morto após fuga com caminhão roubado VÍDEO: Homem é morto a tiros após ser perseguido por bandidos VÍDEO: Homem bate o carro após perseguição e tentativa de assassinato Motorista confessou roubo Questionado pelos policiais, o homem confessou que o caminhão havia sido roubado durante a madrugada do mesmo dia e disse que o levaria até um posto de combustíveis em Patrocínio. Durante a vistoria, os agentes constataram que o caminhão estava clonado e tinha registro de roubo, na BR-153, em Canápolis, por volta de 1h de segunda-feira, quando o motorista teria sido feito refém. Dentro da cabine, os policiais encontraram um equipamento usado para bloquear sinais de rastreamento do veículo. O suspeito foi preso pelos crimes de receptação, transporte de veículo adulterado, desobediência, resistência e uso de bloqueador de sinal. O caminhão foi apreendido e removido para ser devolvido ao proprietário. O homem foi levado para a Polícia Civil em Patrocínio. O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber sobre as medidas adotadas acerca da prisão do suspeito, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem. Motorista confessou que caminhão se tratava de veículo roubado PRF/Divulgação VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

  24. Antenas e celulares apreendidos em Bangu 3 Reprodução Há cinco meses, começaram a funcionar os novos bloqueadores de sinal de celular no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio. A nova tecnologia promete impedir que presos falem por celular ou usem wi-fi, assim como bloquear a aproximação de drones. Mas, uma apreensão feita na semana passada, revelou que os detentos estão tentando outras formas de comunicação, o sinal via satélite. Foram apreendidas quatro antenas com a tecnologia para tentar burlar os bloqueadores no presídio Gabriel Ferreira de Castilho, Bangu 3, onde ficam os chefes da facção Comando Vermelho. Também foram encontrados 14 aparelhos de telefone celular. Entre eles, modelos de última geração, que chegam a custar mais de R$ 8 mil. O material foi localizado pelo setor de inteligência da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), que usou uma ferramenta específica para localizar os aparelhos. De acordo com a secretaria, a apreensão das antenas mostra a "tentativa de burlar o sistema de bloqueio de sinal". Veja reportagem sobre o anúncio da instalação de bloqueadores em Bangu, em 2025: RJ anuncia que presídios terão bloqueadores de sinal de celular ainda em 2025 A Seppen abriu uma sindicância para apurar o caso. Os novos bloqueadores começaram a ser instalados em janeiro desse ano. Dois presídios já têm a tecnologia: Bangu 3 e Jonas Lopes de Carvalho (Bangu 4), onde ficam os chefes do Terceiro Comando Puro (TCP). A licitação prevê que 49 unidades prisionais sejam cobertas pelos novos bloqueadores, ao custo total de R$ 431 milhões.

  25. Homem é preso em Jaboticabal, SP, por filmar vizinha no banho A médica veterinária filmada no banho por um vizinho em Jaboticabal (SP) diz que se sente vulnerável com a situação e classificou o comportamento dele como doentio. O caso foi denunciado à Polícia Militar nesta segunda-feira (1º). O suspeito foi levado à Polícia Civil, que instaurou inquérito para apurar o crime de registro não autorizado da intimidade sexual, previsto no artigo 216-B do Código Penal. “É uma sensação de vulnerabilidade, porque eu não tinha conhecimento do vídeo, não sabia que tinha sido filmada em nenhum momento. Uma pessoa que tem esse tipo de comportamento de desvio sexual, não sei do que que ela é capaz de fazer. Para mim, isso não é normal, chega a ser doentio”, diz a vítima, que prefere não se identificar. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Médica veterinária foi filmada no banho por vizinho em Jaboticabal, SP Reprodução/EPTV Flagrante em prédio O flagrante aconteceu em um condomínio residencial no bairro Jardim Nova Aparecida. Imagens feitas por uma testemunha de dentro de um carro mostram quando o suspeito passava pelo pátio e parou embaixo da janela do banheiro do apartamento no térreo. Ele tirou o celular e começou a filmar uma mulher que estava no chuveiro. Outro vizinho foi até o apartamento dela e alertou que havia um homem filmando quem estava no banheiro. Após ser informada sobre a invasão de privacidade, ela pediu as imagens das câmeras de segurança à administração do prédio. A Polícia Militar foi chamada e o suspeito, de 22 anos, foi encaminhado à delegacia da Polícia Civil em Ribeirão Preto (SP). LEIA TAMBÉM: Homem é flagrado filmando vizinha no banho em Jaboticabal; vídeo Mulher é atacada a facadas no meio da rua em Morro Agudo; VÍDEO Celular apreendido com homem que filmou vizinha no banho em Jaboticabal, SP Fabiano Minato/EPTV A médica veterinária diz que mantinha apenas uma relação cordial com o suspeito. “Era uma pessoa que eu via pouquíssimas vezes, não sabia nem o nome dele. Eu trabalho de dia, às vezes dou plantão de noite, então fico pouco em casa. Às vezes cruzava no corredor, no máximo era 'oi, bom dia'.” Investigação De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito admitiu ter feito o vídeo, mas alegou que o conteúdo foi apagado. O delegado Diógenes Santiago Netto apreendeu o celular e o encaminhou para perícia e extração de dados que auxiliem a investigação. “Mesmo ele tendo apagado, a perícia vai mostrar que o conteúdo foi produzido e apagado. Representaremos por uma medida protetiva porque já que eles são vizinhos, para que ele não se aproxime dela novamente, ela está muito abalada e teme por represálias do que foi feito”, diz Netto. Se for condenado, o suspeito pode pegar de seis meses a um ano de prisão. Homem é flagrado filmando mulher no banho pela janela do banheiro em Jaboticabal, SP Reprodução/Redes sociais Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão e Franca Vídeos: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

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