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G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Mãe denunciada por estupro em Ribeirão dopava filha de 3 anos com brigadeiro de maconha Investigações do Ministério Público apontam que a atendente Leiliane Vitória Oliva Coelho dopava a filha, de 3 anos, com brigadeiro de maconha para abusar sexualmente da criança. Os crimes eram cometidos juntamente com o marido, Andrey Gabriel Zancarli, padrasto da menina. O casal é pai de um bebê de 5 meses. Os dois estão presos desde dezembro do ano passado, quando o caso veio à tona, e são investigados por estupro de vulnerável. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Leiliane e Andrey confessaram os crimes em depoimento à polícia e ainda disseram que gravavam vídeos com cenas sexuais envolvendo a criança para satisfazer fantasias deles. O g1 não conseguiu localizar a defesa do casal até a última atualização desta reportagem. 🔎 Estupro de vulnerável é ter conjunção carnal ou praticar qualquer outro ato libidinoso (com o objetivo de satisfazer desejo sexual) com menores de 14 anos ou pessoas que não têm discernimento para consentir o ato - como no caso de vítimas com deficiência intelectual ou que estejam bêbadas. O crime está previsto no artigo 217-A do Código Penal. Leiliane Vitória Oliva Coelho, de 22 anos, foi presa em Ribeirão Preto (SP) por suspeita de estuprar a filha de 3 anos. Arquivo pessoal Na quarta-feira (18), o MP apresentou a denúncia à Justiça. O casal deve responder por, pelo menos, seis crimes: estupro de vulnerável produção de pornografia infantil divulgação de pornografia infantil posse de pornografia infantil aliciamento de criança fornecimento de bebida alcoólica a menor Somadas, as penas podem chegar a 80 anos de prisão. Na ação encaminhada ao Tribunal de Justiça, o MP argumenta que mãe e padrasto agiram com consciência e vontade. Ao g1, o Tribunal de Justiça informou que o processo tramita em segredo e, por isso, não poderia informar se a Justiça já aceitou a denúncia. LEIA TAMBÉM MP denuncia mãe e padrasto por estupro contra menina de 3 anos em Ribeirão Preto Mãe e padrasto gravavam cenas sexuais com criança para satisfazer fantasias, diz polícia 'Um vídeo estragou tudo', diz mãe presa suspeita de abusar da filha de 3 anos em SP Delegada diz que vídeo feito por mãe e padrasto é chocante Em depoimento à Polícia Civil à época do crime, o casal negou ter cometido estupro, mas admitiu que gravou os vídeos, que estavam armazenados nos celulares dos dois. A menina vive atualmente com o pai biológico e faz acompanhamento psicológico. Segundo ele, a filha tem dificuldade para dormir e sofre com pesadelos frequentes. Casal foi preso suspeito de estuprar e filmar menina de 3 anos em Ribeirão Preto Reprodução/EPTV Mãe tinha fantasias sexuais com a filha Na denúncia do Ministério Público apresentada à Justiça consta que Leiliane confirmou em depoimento à Polícia Civil que ficava excitada ao falar das fantasias sexuais dela para a filha de 3 anos. Ela costumava filmar e fotografar cenas de sexo explícito da menina e armazenar o conteúdo no celular, além de compartilhar com Andrey. Leiliane também admitiu que, em julho de 2025, quando estava grávida e insatisfeita com o corpo, gravou um vídeo dizendo que tinha o desejo de ver o marido com outra pessoa, no caso a própria filha. Quando foi presa, em dezembro do ano passado, ela disse que não sabia porque tinha feito tudo isso e merecia qualquer coisa que viesse a acontecer. Leiliane Vitória Oliva Coelho, de 22 anos, foi presa por suspeita de abuso sexual contra filha de 3 anos em Ribeirão Preto Reprodução/EPTV No depoimento de Andrey à Polícia Civil, que também consta na denúncia, ele disse que Leiliane sempre falou de assuntos de caráter sexual e fetichista em casa, com temas que envolviam a própria filha, mas nega que tenha tocado na criança. Andrey também disse que Leiliane dopava a filha com brigadeiro recheado com maconha e que chegou a fazer sexo com a mulher enquanto ela estava em cima da criança. Leiliane está presa na Penitenciária de Tremembé (SP) e Andrey está na Penitenciária de Serra Azul (SP). Andrey Gabriel Eduardo Bento Zancarli foi preso suspeito de estuprar enteada em Ribeirão Preto Reprodução/EPTV Amante denunciou caso à polícia Os episódios de abuso sexual contra uma menina de 3 anos foram descobertos a partir da denúncia do amante de Leiliane. Ele procurou a polícia para informar que mantinha um relacionamento de aproximadamente seis meses com Leiliane e, como tinha acesso ao celular dela, identificou conversas entre a mulher e o companheiro contendo vídeos que a mostravam molestando a filha, inclusive com referências à administração de substâncias para dopar a vítima. Diante disso, o homem fez capturas de tela das conversas e apresentou todo o material para a Polícia Civil, que fez a prisão dos suspeitos na noite de 10 de dezembro. O homem, que trabalhava com Leiliane, também disse à polícia que convivia bem com os dois filhos dela, a criança de 3 anos e um bebê de cinco meses. Mas observou, durante o tempo em que estiveram juntos, que a menina apresentava comportamento retraído, acordava assustada e pedindo para 'parar', situação que causava estranhamento. Ele também contou à polícia que Andrey resistia em colocar a enteada na creche, afirmando que ele mesmo cuidaria dela. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

  2. Lei garante direito a pontos de recarga de carros elétricos em condomínios Na garagem do prédio em que mora em Ribeirão Preto (SP), o aposentado Gilberto Lauzi tem seu próprio carregador para carro elétrico. Para isso, ele apresentou um projeto ao síndico e bancou todas as despesas de instalação, incluindo a integração com a medição de energia do apartamento. "É um conforto (...) Eu carrego na hora do almoço. É o tempo suficiente, uma hora e meia, duas horas para se carregar. E, geralmente, eu uso umas duas vezes por semana o carregamento", diz. Para definir as regras de situações como essa, o Governo de São Paulo publicou uma lei que dá direito a donos de apartamentos de ter seu próprio carregador veicular, mas desde que banquem pelo serviço, cumpram exigências técnicas e as comprovem junto ao síndico. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp "Muitos síndicos acabavam recusando a instalação por algum temor, até sem saber muitas vezes que o condomínio não tinha capacitação ou capacidade elétrica para isso. E também muitos outros levavam para a assembleia decidir se pode ou não ter carro elétrico", afirma o advogado especialista em direito condominial Márcio Spímpolo. Morador faz recarga em carro elétrico com equipamento instalado na própria vaga do prédio em Ribeirão Preto (SP). Marcelo Moraes/EPTV Qual é a nova lei estadual? A lei sancionada pelo governo de São Paulo é a 18.403 e foi publicada na última quinta-feira (19). O texto garante aos condôminos o direito de instalar carregadores de carros elétricos. A medida vale para prédios residenciais e comerciais, além de condomínios de casa, e se aplica a vagas privativas. "Não pode se proibir que o morador tenha carro elétrico e que use a garagem para fazer o abastecimento dele, o que deve ser feito, como nós dissemos aqui, é que tudo isso seja feito tecnicamente de uma forma correta." Quem é responsável pelos custos e pela instalação? Todos os custos para a instalação e pela documentação necessária ficarão a cargo do proprietário. Ao síndico, apenas caberá aprovar a instalação e somente poderá proibir caso haja alguma razão plausível e comprovável. "O condomínio não deve se responsabilizar pelos custos da instalação desse carregador elétrico nas garagens, mas é importante dizer que a partir do dia 18 [de fevereiro] os condomínios não podem negar, simplesmente por negar, sem um motivo plausível, que alguém instale um carregador elétrico e que abasteça o seu veículo elétrico ou híbrido dentro da sua garagem." Quais as documentações exigidas? O documento mais importante a ser providenciado pelo morador é uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) assinada por um engenheiro elétrico. Isso porque o profissional precisa atestar a segurança das fiações e equipamentos. Além disso, há regras a serem cumpridas dentro do que é estabelecido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Também é importante haver uma comunicação prévia ao condomínio sobre a intenção de se instalar o carregador. "O engenheiro que vai dar um laudo, mas é preciso trazer essa documentação para que o síndico, então, aprove a instalação desse carregador." Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca

  3. Assista a todas as reportagens do telejornal.

  4. O Caruru Gigante é uma planta invasora e pode causar perdas consideráveis Reprodução/TV TEM A identificação da praga Amaranthus palmeri, conhecida como caruru-gigante, pela primeira vez no estado de São Paulo, colocou autoridades e agricultores em alerta máximo. Os primeiros focos da planta invasora, com pendões que ultrapassaram um metro de altura, foram encontrados em uma lavoura de soja na região de São José do Rio Preto, levando à interdição imediata da área e a uma operação de emergência para erradicar a infestação. A situação foi classificada como emergência fitossanitária devido ao alto poder de destruição da planta. Estudos da Embrapa indicam que o caruru-gigante pode provocar perdas superiores a 70% na produção de soja e de até 91% nas plantações de milho. Além de ser extremamente prejudicial, com crescimento de até 7 centímetros por dia e produção de até um milhão de sementes por planta, a espécie é notoriamente resistente à maioria dos herbicidas disponíveis no mercado. A principal hipótese das autoridades é que a praga tenha chegado ao local de forma acidental. A suspeita é de que as sementes tenham caído de um veículo, germinado e formado um banco no solo. Não nativa do Brasil, a Amaranthus palmeri foi identificada pela primeira vez no país em 2015, no Mato Grosso, e até então estava restrita a esse estado e ao Mato Grosso do Sul. Sua má fama é internacional: nos Estados Unidos, é considerada a principal planta daninha e chegou a ser eleita a “planta do ano” em 2014 por seu impacto devastador. A única forma de controle eficaz é a erradicação manual, com a retirada das plantas, o ensacamento e a incineração para destruir as sementes. Desde a confirmação, equipes de defesa agropecuária do estado percorrem propriedades em um raio de 10 quilômetros do foco inicial para garantir que a praga não tenha se espalhado. A notícia já gera preocupação entre os produtores. “Do ponto de vista operacional, é orientar nossa equipe a tomar os devidos cuidados para que, ao identificar a praga, primeiro de tudo, comunicar e fazer a erradicação, além de evitar a transferência [de sementes] para outras áreas por meio dos implementos”, relata Luiz Forest, produtor de soja há 11 anos. A orientação oficial para todos os agricultores paulistas é clara: em caso de qualquer suspeita, a defesa agropecuária deve ser informada imediatamente. As autoridades também recomendam a restrição do trânsito de pessoas e máquinas dentro das propriedades e a limpeza rigorosa de equipamentos, ferramentas, pneus e calçados, já que as sementes minúsculas podem ser facilmente transportadas. A colaboração dos produtores é considerada fundamental para conter a propagação e proteger o agronegócio paulista de um prejuízo potencial. Veja a reportagem exibida no programa em 22/02/2026: Caruru Gigante preocupa produtores do Noroeste de SP VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais

  5. Produtores de macadâmia esperam um aumento de 50% na safra atual, após uma queda de 80% no ano anterior Reprodução/TV TEM A macadâmia, noz originária da Austrália, é conhecida por ter uma das cascas mais difíceis de quebrar. No Brasil, as primeiras plantações comerciais surgiram na década de 1970, em São Paulo, e hoje a região de Dois Córregos se destaca no cultivo. O processo de amadurecimento da noz ocorre de dentro para fora: mesmo com a casca externa ainda verde, o fruto já está maduro por dentro. Com o tempo, essa casca seca, escurece e se abre, revelando a casca dura da noz. O ciclo leva cerca de 15 dias para que o fruto maduro caia do pé e mais sete dias para que a primeira casca comece a se abrir. A colheita, feita manualmente em propriedades como uma das visitadas, com 400 hectares, enfrenta os desafios do clima. Enquanto o ano passado registrou uma safra bem abaixo do esperado, a expectativa para a produção atual é mais positiva. O produtor Thomas Augusto Magro explica a quebra anterior. “Começou no inverno de 2024, período da florada da macadâmia. Tivemos altas temperaturas e baixo índice de chuva. Já vínhamos de um cenário de pouca precipitação desde o início do ano. Quando chegou o inverno com temperaturas elevadas, a flor acabou queimando com a intensidade do sol, e tivemos uma quebra de praticamente 80% na safra”, afirma. Versátil, a macadâmia é rica em fibras, proteínas e vitaminas, sendo utilizada tanto na culinária quanto na fabricação de cosméticos. A colheita se estende de fevereiro a setembro. Historicamente, 60% da produção brasileira era destinada ao mercado externo, mas as empresas têm buscado atender também à crescente demanda nacional. Esse crescimento impacta diretamente famílias como a de Luciana Maria da Silva, que encontrou na colheita sua principal fonte de renda. “É daqui que sai a minha renda. Meu primeiro trabalho foi na colheita da macadâmia. Sou de Pernambuco, vim de lá e consegui emprego aqui”, conta. Em outra fazenda, na cidade de Bocaina, a abordagem é diferente. A colheita é semimanual e, há cinco anos, o produtor Edwin Montenegro investiu na transição para a macadâmia orgânica. O mato alto na propriedade é um indicativo visual de que a área não recebe defensivos químicos. A decisão pela produção orgânica, iniciada em 2022 após 20 anos de cultivo convencional, foi estratégica. "A gente percebeu que tinha alguns benefícios, não só do ponto de vista de meio ambiente e de tratos culturais, mas também porque, com essa sintonia com a natureza, percebemos uma valorização do produto", explica Edwin. Após sair do campo, a macadâmia segue para a indústria, onde passa por diversas etapas. O processo inclui a quebra e a separação da casca, seleção, limpeza, torra, pesagem e embalagem, garantindo qualidade e sabor até o produto final, pronto para o consumo. "Ela entra na indústria e começa a quebrar a macadâmia, separa a casca da noz, passa pelo processo de seleção, depois tem o processo de limpeza, torragem, pesagem e embalagem", explica Edwin, que anda otimista com a safra, mas espera que o clima colabore. "A safra desse ano, graças à chuva, está bem melhor. A gente estima que a gente vai aumentar em torno de 50%", conclui o produtor. Veja a reportagem exibida no programa em 22/02/2026: É tempo de colher macadâmia VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais

  6. Nosso Campo: aprenda a fazer uma deliciosa torta de limão com chocolate TV TEM/Reprodução O Nosso Campo deste domingo (22) ensina a preparar uma deliciosa torta de limão com chocolate. Saiba como fazer: Ingredientes Base 280g de biscoito de amido de milho; 170g de manteiga sem sal. Mousse 1 lata de leite condensado; 1 caixinha de creme de leite; 5 colheres de sopa e leite em pó; 4 limões espremidos. Ganache 200g de chocolate nobre meio amargo; 100g de creme de leite; 100ml de chantily. Modo de preparo Base Leve os biscoitos ao liquidificador e triture; Em um recipiente, peneire a massa dos biscoitos triturados; Derreta a manteiga no micro-ondas e junte com a farofa; Molde a massa na forma; Leve a forma ao forno em uma temperatura de 150 graus. Mousse Esprema os limões em um copo; No liquidificador, coloque leite condensado; Acrescente o creme de leite; Adicione o leite em pó e bata um pouco; Finalize com o suco de limão; Coloque a mistura na forma e deixe na geladeira por 15 minutos. Ganache Derreta o chocolate no micro-ondas por 30 segundos; Leve novamente ao micro-ondas por 30 segundos; Misture com o creme de leite; Despeje na torta; Em uma batedeira, bata o chantilly; Espalhe sobre a torta e decore com fatias de limão; Desenforme e finalize com as raspas da fruta. Sirva. Veja a reportagem exibida no programa em 22/02/2026: Receita Nosso Campo: aprenda a fazer uma torta de limão com chocolate Bom apetite! VÍDEOS: veja as reportagens do Nosso Campo Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo

  7. Pepita de ouro Divulgação/Ameto Em Monte do Carmo, na região central do Tocantins, há um projeto de mineração de ouro avaliado em US$ 250 milhões de dólares, aproximadamente R$ 1,4 bilhão. A implantação deve ocorrer em meados de 2026, conforme a mineradora Hochschild Mining. O município tem 5.694 habitantes, segundo o último Censo do IBGE, e fica a pouco mais de 90 quilômetros da capital Palmas. A expectativa do governo do estado é de que sejam gerados 2 mil empregos diretos e indiretos na região. Segundo a mineradora, o projeto está em fase de revisão de engenharia. Isso significa que o foco, atualmente, é o detalhamento da engenharia do projeto e o refinamento do plano para sua implantação. O início da construção permanece condicionado às definições internas de investimento. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp LEIA TAMBÉM: Com mais de dois séculos de história, rotas do Entrudo de Carnaval em Arraias são definidas Iniciativa sustentável: praças e enfeites feitos com recicláveis atraem olhares em cidade no Tocantins Conheça o 'Santuário de Dona Romana', líder espiritual do Tocantins que inspirou personagem de novela Veja os vídeos que estão em alta no g1 O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) informou que foi concedida a Licença de Instalação do empreendimento (LI) autorizando o início das atividades previstas para essa etapa do empreendimento. O projeto também tem a Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos e a Autorização de Exploração Florestal (AEF), que permite a supressão vegetal necessária para a implantação das estruturas previstas, em conformidade com a legislação ambiental vigente. Segundo o Naturatins, todas as licenças da mineradora se encontram vigentes e são válidas para a atuação. O projeto foi adquirido pela mineradora peruana Hochschild Mining, por US$ 60 milhões. Em 2025, o CEO da empresa, Rodrigo Nunes, explicou que o período de operação está estimado em 12 anos, com uma capacidade estimada de 6 mil toneladas de minério por dia. Veja a distribuição das mineradoras no estado Além do ouro, o Tocantins também se destaca na produção de calcário, fosfato, gipsita, ferro, manganês, esmeralda, quartzo, granada e materiais para construção civil. O município de Palmeirópolis abrange o complexo polimetálico, onde são produzidos ouro, cobre, prata e chumbo. As mineradoras de ouro estão instaladas em Almas, Monte do Carmo, Chapada da Natividade, Pindorama e Natividade. Almas e Natividade também são produtoras de calcário, assim como os municípios de Bandeirantes, Taguatinga, Xambioá, Formoso do Araguaia, Pugmil e Novo Jardim. Em Arraias, há mineração de fosfato. Monte Santo e Cristalândia têm arranjos produtivos para esmeraldas e cristal, respectivamente. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

  8. G1 | Loterias - Mega-Sena 2975 Três apostas de Goiás acertaram cinco números na Mega-Sena e levaram juntas quase R$ 110 mil. O sorteio 2975 foi realizado pela Caixa Econômica Federal (CEF) e não teve ganhadores com seis acertos. Em Goiás, os sortudos faturaram os prêmios com três apostas simples (veja detalhes abaixo). Veja os números sorteados: 07 - 10 - 17 - 35 - 44 - 46 Dois dos bilhetes premiados em Goiás foram registrados por meio de canais eletrônicos e o outro em uma loteria. Cada um dos apostadores receberá a quantia de R$ 36.398,76. Veja onde foram feitas as apostas ganhadoras em Goiás: Cidade Ocidental - Canais eletrônicos Goiânia - Canais eletrônicos Goiânia - Loterias Nova Vila volante mega-sena aposta mega Rafa Neddermeyer/Agência Brasil LEIA TAMBÉM: Lotofácil: Apostador de Goiânia ganha prêmio de R$ 800 mil Mega-Sena: apostas de Goiás acertam quina e levam R$ 260 mil RELEMBRE: Grupo aposta cerca de R$ 13 milhões em jogos para tentar ganhar sorteio de R$ 1 bilhão De acordo com a lista de ganhadores do site da Caixa, 106 apostas acertaram cinco números, faturando mais de R$ 30 mil. Com quatro acertos, são 7.501 apostas ganhadoras no sorteio que ganharam R$ 847,85 cada. Como jogar? A Mega-Sena acumulou e a estimativa é que o prêmio sorteado no próximo concurso chegue a R$ 116 milhões. Para quem quer tentar a sorte de ganhar essa bolada, é preciso escolher seis números entre as dezenas do volante. O valor para apostas de seis números é de R$ 6 e quanto maior a quantidade de números apostados, maior o preço do bilhete. As apostas na Mega-Sena podem ser realizadas até as 19h do dia anterior ao sorteio no site da Caixa ou em qualquer lotérica. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

  9. Zona da Mata bate meta de escolarização para o Ensino Fundamental e supera índice imposto para Ensino Médio Licia Rubinstein Em 2024, o Centro-Oeste de Minas Gerais desviou ligeiramente da meta de escolarização para crianças e adolescentes de 6 a 14 anos - que compreende as idades para todo o Ensino Fundamental - propostas pelo Plano Nacional de Educação (PNE). Isso porque a região já havia alcançado a universalização (100% do público) para essa faixa etária em 2022 e 2023, regredindo para 99,9% em 2024. Apesar disso, a região já está dentro do índice imposto para o Ensino Médio desde 2016. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em dezembro de 2025. 🔎O PNE em vigor foi instituído pela Lei 13.005/2014, para o decênio de 2014/2024, e prorrogado até 31 de dezembro de 2025, de acordo com a Lei 14.934/2024. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Já os resultados da região para as faixas de 0 a 5 anos, que compreende o Ensino Infantil, estão aquém do objetivo imposto pelo Ministério da Educação. Além dos números de escolaridade, o estudo ainda apresenta a taxa de analfabetismo de pessoas acima de 15 anos. O Centro-Oeste mineiro, em 2024, apresentou o segundo menor índice da série histórica registrada pelo IBGE, desde 2016. Taxas de escolarização e analfabetismo no Centro-Oeste de MG Taxa de escolarização até 3 anos aumenta O índice de escolarização entre as crianças de 0 a 3 anos aumentou quase 14 pontos percentuais em 2024 em relação ao ano anterior. Esse crescimento foi retomado após queda apresentada após o período de pandemia de Covid-19. 🟡2016: 29,3% 🔴2017: 28% 🟢2018: 34,5% 🟢2019: 35% 🔴2022: 24,2% 🟢2023: 25% 🟢2024: 38,9% Apesar do crescimento registrado no último ano, a região ainda não alcançou a meta do PNE, que para essa faixa etária é de pelo menos 50% de cobertura até 31 de dezembro de 2025. Índice de crianças de 4 e 5 anos na escola reduz Em 2024, a taxa de crianças de 4 e 5 anos matriculados em algum estabelecimento de ensino no Centro-Oeste mineiro apresentou um ligeiro aumento em relação ao ano anterior. 🟡2016: 95,4% 🟢2017: 98% 🔴2018: 96,8% 🔴2019: 94,4% 🟢2022: 97,2% 🟢2023: 97,7% 🟢2024: 98,7% Com esse resultado, a região ainda não bateu a meta do PNE, que é de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos, ou seja, alcançar os 100% desse público na escola até 31 de dezembro de 2025. Contudo, foi o resultado mais próximo da meta desde o início da análise histórica disponível pelo IBGE. Leia também: Idosa de 96 anos ganha bloco e realiza sonho de desfilar Teatro Usina Gravatá vai passar por revitalização Quem é o Padre Giovanni, sacerdote que move a fé e a caridade Região regride e sai de meta cumprida em 2022 e 2023 Entre as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, 99,9% estavam matriculadas na escola em 2024 no Centro-Oeste de Minas. Houve uma pequena regressão em comparação aos dois anos anteriores, já que em 2022 e 2023 a área já estava com 100% desse público escolarizado, garantindo - até então - o cumprimento da meta. 🟡2016: 99,9% 🟢2017: 98,1% 🟡2018: 99,1% 🔴2019: 99,3% 🟢2022: 100% 🔴2023: 100% 🟢2024: 99,9% Mas com o resultado de 2024, a região sai da lista de áreas com a meta do PNE alcançada, já que para o Ensino Fundamental a meta é de universalização, ou seja, 100% das crianças e adolescentes de 6 a 14 anos matriculados em uma instituição de ensino. Adolescentes entre 15 e 17 anos supera índice imposto Já entre os adolescentes de 15 a 17 anos a porcentagem de escolarização em 2024 foi de 88,8%, representando crescimento de quase 3 pontos percentuais em relação ao último ano. Além disso, no Centro-Oeste de MG, esse índice supera a Meta 3 do PNE, que é elevar a taxa média de matrícula para o Ensino Médio para 85%. Desde o início da séria histórica apresentada pelo IBGE, a região nunca esteve abaixo desse percentual no Ensino Médio. 🟡2016: 88,5% 🟢2017: 88% 🔴2018: 86,4% 🔴2019: 89,8% 🟢2022: 91,5% 🔴2023: 86% 🔴2024: 88,8% Analfabetismo acima dos 15 anos encolhe Conforme o levantamento do PNADC, a taxa de analfabetismo de pessoas acima de 15 anos apresentou uma retração em relação ao último ano, atingindo o segundo menor índice da série histórica registrada pelo IBGE, desde 2016. A menor taxa foi apresentada em 2019. 🟡2016: 4,8% 🟡2017: 4,5% 🔴2018: 4,2% 🟡2019: 2,8% 🟢2022: 4,3% 🟢2023: 4,3% 🔴2024: 3,7% ASSISTA: Conheça o projeto que promove saúde emocional nas escolas Integração na Educação: Conheça o projeto que promove saúde emocional nas escolas VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

  10. Triângulo e Alto Paranaíba batem meta de escolarização no Ensino Médio, mas não atingem objetivo no Fundamental e Infantil Licia Rubinstein As regiões do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba já superaram a meta de escolarização para o Ensino Médio - adolescentes entre 15 e 17 anos. Além disso, as regiões conseguiram reduzir o índice de analfabetismo entre pessoas com mais de 15 anos, atingido o menor percentual da história. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com séria histórica de 2016 a 2024, divulgada em dezembro de 2025. 🔎O PNE em vigor foi instituído pela Lei 13.005/2014, para o decênio de 2014/2024, e prorrogado até 31 de dezembro de 2025, de acordo com a Lei 14.934/2024. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Apesar dos resultados, as regiões ainda não atingiram as metas de escolarização para a Educação Infantil e Ensino Fundamental em 2024 propostas pelo Plano Nacional de Educação (PNE), do Ministério da Educação. Para o Educação Infantil, que compreende as faixas etárias de até 5 anos, as cidades dessas regiões ainda estão longe dos números alvos colocados pelo PNE. Já para o Ensino Fundamental, que engloba alunos de 6 a 14 anos, os índices estão próximos de atingir o que foi proposto. Taxas de escolarização e analfabetismo no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba Escolarização aumenta, mas não atinge objetivo O índice de escolarização entre as crianças de 0 a 3 anos aumentou 15 pontos percentuais em 2024 em relação ao ano anterior no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. A taxa apresenta grandes variações ao longo dos anos, com maior pico em 2018. Portanto, as regiões continuam sem alcançar a meta do PNE, que para essa faixa etária era de pelo menos 50% de cobertura até 31 de dezembro de 2025. 🟡2016: 21,4% 🟢2017: 33,8% 🟢2018: 40,4% 🔴2019: 38,1% 🔴2022: 37,9% 🔴2023: 24,8% 🟢2024: 39,7% Índice de crianças de 4 e 5 anos na escola reduz Em 2024, a taxa de crianças de 4 e 5 anos matriculados em algum estabelecimento de ensino nas regiões do Triângulo e Alto Paranaíba apresentou redução em relação ao ano anterior. 🟡2016: 90,9% 🟢2017: 95% 🟢2018: 97% 🔴2019: 87,8% 🟢2022: 92,6% 🟢2023: 96% 🔴2024: 93,4% Com esse resultado, as regiões ainda não bateram a meta do PNE, que é de universalizar a Educação Infantil entre as crianças de 4 a 5 anos, ou seja, alcançar os 100% desse público na escola até 31 de dezembro de 2025. Leia também: Novo prédio será construído para a Escola 13 de Maio em Uberlândia R$ 16,4 milhões: veja como serão novas escolas em Uberlândia Prefeitura tenta encontrar imóvel para a Escola Municipal Uberaba Meta para alunos entre 6 a 14 anos está próxima Entre as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, 99% estavam matriculadas na escola em 2024 no Triângulo e Alto Paranaíba. Isso significa que as regiões estão bem próximas de cumprir a meta de universalização do PNE para o Ensino Fundamental, apesar de terem apresentado ligeira redução no índice nos anos. 🟡2016: 99,2% 🔴2017: 99,1% 🔴2018: 98,9% 🟢2019: 99,8% 🔴2022: 99,2% 🟢2023: 99,6% 🔴2024: 99% Adolescentes entre 15 e 17 anos superam índice imposto Já entre os adolescentes de 15 a 17 anos, a porcentagem de escolarização em 2024 foi de 96,4%. Esse índice já superou - dede 2017 - a Meta 3 do PNE, que é elevar a taxa média de matrícula para o Ensino Médio para 85%. 🟡2016: 81,7% 🟢2017: 90,2% 🔴2018: 87,8% 🟢2019: 90,6% 🟢2022: 95,2% 🔴2023: 91% 🟢2024: 96,4% Analfabetismo acima dos 15 anos encolhe Conforme o levantamento do PNADC, a taxa de analfabetismo de pessoas acima de 15 anos reduziu em 2024 nas regiões do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. O índice atingiu 2,9%, o menor desde 2016, histórico registrado pelo IBGE, e a primeira vez que fica abaixo de 3%. 🟡2016: 3,3% 🟡2017: 3,8% 🔴2018: 4,2% 🟡2019: 3,2% 🟢2022: 3,3% 🟢2023: 3,6% 🔴2024: 2,9% ASSISTA: Conselho Tutelar de Uberlândia atende em novo endereço Conselho Tutelar de Uberlândia atende em novo endereço VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

  11. Alexandre Pires e Mumuzinho estão entre as atrações da Feira Literária de Castro Alves Divulgação | Bruno Fioravanti A cidade de Castro Alves, no interior da Bahia, vai sediar, pela sexta vez, a Feira Literária do Poeta (Flipo). O evento será realizado entre os dias 12 e 15 de março de 2026, com entrada gratuita, e vai reunir programação literária, audiovisual e shows musicais. A programação inclui mesas literárias com autores e cineastas, exibição de filmes e debates sobre audiovisual, atividades infantis com a Flipoquinha, ações voltadas às juventudes e à cultura digital, feira de economia solidária, caminhada cultural e apresentações artísticas. Com o tema, “Uma câmera na mão, um livro na cabeça: a literatura como revolução”, neste ano, a feira homenageia o cineasta baiano Glauber Rocha, que dirigiu obras reconhecidas nacionalmente, como "Deus e o Diabo na Terra do Sol" (1964) e "Terra em Transe" (1967). 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Feira de Santana e região Entre as atrações musicais confirmadas estão Alexandre Pires e Mumuzinho. Também se apresentam Jammil, Adão Negro, Isaac Gomes, com participação especial de Edson Gomes, além da banda Babado Novo e do grupo Patrulha do Samba. Veja os vídeos que estão em alta no g1 As atividades serão distribuídas em espaços como a Praça da Liberdade, o Casarão do Poeta, o Ginásio de Esportes, o Cine FLIPO e a Arena Glauber Rocha. A edição de 2026 também contará com a participação do ator Antônio Pitanga, do ator e escritor Aldri Anunciação, vencedor do Prêmio Jabuti, da atriz Edvana Carvalho e da cineasta Cecília Amado, diretora do filme Capitães da Areia. Segundo a organização, a programação completa será divulgada nos próximos dias. A feira é realizada pela BT Produções, Instituto Mafuá e Prefeitura de Castro Alves, com apoio do Governo do Estado da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Secretaria de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. LEIA MAIS: Festival Literário e Cultural de Feira de Santana terá show de Jau, tributo a Carlos Pitta e mais; confira programação Bienal do Livro Bahia terá programação maior e foco na baianidade em 2026 Veja mais notícias de Feira de Santana e região. Assista aos vídeos do g1 e TV Subaé 💻

  12. Zona da Mata bate meta de escolarização para o Ensino Fundamental e supera índice imposto para Ensino Médio Licia Rubinstein A Zona da Mata bateu em 2024 a meta de escolarização para crianças e adolescentes de 6 a 14 anos - que compreende as idades para todo o Ensino Fundamental - propostas pelo Plano Nacional de Educação (PNE), um ano antes do prazo estipulado. Além disso, a região já está dentro do índice imposto para o Ensino Médio desde 2017. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em dezembro de 2025. 🔎O PNE em vigor foi instituído pela Lei 13.005/2014, para o decênio de 2014/2024, e prorrogado até 31 de dezembro de 2025, de acordo com a Lei 14.934/2024. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Apesar dos bons resultados, a região ainda está longe de atingir o alvo para a faixa de 0 a 5 anos, que compreende o Ensino Infantil. Além dos números de escolaridade, o estudo ainda apresenta a taxa de analfabetismo de pessoas acima de 15 anos. A Zona da Mata, em 2024, apresentou o segundo menor índice da série histórica registrada pelo IBGE, desde 2016. Veja abaixo os índices de 2016 a 2024, exceto dos anos de 2020 e 2021, quando o levantamento não foi feito devido à pandemia. Taxas de escolarização e analfabetismo na Zona da Mata Taxa de escolarização até 3 anos aumenta O índice de escolarização entre as crianças de 0 a 3 anos aumentou 10 pontos percentuais em 2024 em relação ao ano anterior na Zona da Mata. Esse crescimento foi retomado após uma sequência três levantamento em queda. 🟡2016: 25,4% 🟢2017: 27,7% 🟢2018: 34,9% 🔴2019: 30,5% 🔴2022: 23,9% 🔴2023: 22% 🟢2024: 32,2% Apesar do crescimento apresentado no último ano, a região ainda não alcançou a meta do PNE, que para essa faixa etária é ter pelo menos 50% de cobertura até 31 de dezembro de 2025. Índice de crianças de 4 e 5 anos na escola reduz Em 2024, a taxa de crianças de 4 e 5 anos matriculadas em algum estabelecimento de ensino na Zona da Mata apresentou uma ligeira queda em relação ao ano anterior. 🟡2016: 91,9% 🔴2017: 87,8% 🟢2018: 91,4% 🟢2019: 97,8% 🔴2022: 95,6% 🔴2023: 90,9% 🔴2024: 89,8% Com esse resultado, a região ainda não bateu a meta do PNE, que é de universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos, ou seja, alcançar os 100% desse público na escola até 31 de dezembro de 2025. Metas batidas e superadas Entre as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, 100% estavam matriculadas na escola em 2024 na Zona da Mata. Isso significa que a região cumpriu, um ano antes do prazo estipulado, a meta de universalização do PNE, que era até dezembro de 2025. 🟡2016: 97,2% 🟢2017: 98,8% 🟡2018: 98,8% 🔴2019: 98,4% 🟢2022: 99,9% 🔴2023: 99,5% 🟢2024: 100% Já entre os adolescentes de 15 a 17 anos, a porcentagem de escolarização em 2024 foi de 87,5%, representando uma ligeira queda em relação aos últimos anos. Apesar disso, na Zona da Mata, esse índice já superou - dede 2017 - a Meta 3 do PNE, que é elevar a taxa média de matrícula para o Ensino Médio para 85%. 🟡2016: 84,9% 🟢2017: 91,2% 🔴2018: 88,4% 🔴2019: 87,8% 🟢2022: 90,9% 🔴2023: 89,9% 🔴2024: 87,8% Analfabetismo acima dos 15 anos encolhe Conforme o levantamento do PNADC, a taxa de analfabetismo de pessoas acima de 15 anos apresentou um pequeno aumento em relação ao último ano, mas ainda é o segundo menor índice da série histórica registrada pelo IBGE, desde 2016. A menor taxa foi apresentada em 2023. 🟡2016: 5,7% 🟡2017: 5,7% 🔴2018: 6,3% 🟡2019: 6,3% 🟢2022: 5,5% 🟢2023: 4,3% 🔴2024: 5,2% ASSISTA TAMBÉM: Integração na Educação: Linguagens artísticas integram currículo nas escolas Integração na Educação: Linguagens artísticas integram currículo nas escolas VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

  13. Desolada, comunidade vai deixando quadra da Rosas após rebaixamento no carnaval 2026 A escola de samba Rosas de Ouro anunciou na noite deste sábado (21) a demissão da equipe que esteve à frente da Comissão de Carnaval nos últimos anos. A agremiação da Zona Norte de São Paulo, que havia sido campeão do Grupo Especial em 2025, terminou em penúltimo lugar neste ano e vai disputar o Grupo de Acesso 1 em 2027. "Registramos nosso sincero agradecimento pelo empenho, dedicação e profissionalismo de todo o time ao longo dessa trajetória", escreveu a escola. "Seguimos trabalhando com responsabilidade e planejamento na organização do elenco para o Carnaval 2027. Em breve, compartilharemos novas informações e novidades com toda a nossa comunidade." Initial plugin text De campeã à rebaixada A Rosas atrasou a entrega das pastas técnicas aos jurados, o que levou à punição da escola e, consequentemente, ao rebaixamento. Apesar de ter feito uma apresentação considerada consistente, a escola já começou a disputa em desvantagem: perdeu 0,5 ponto. Quinta a entrar no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo, em plena sexta-feira 13, a Roseira levou para a avenida o enredo “Escrito nas Estrelas”. O desfile percorreu da criação do universo ao momento em que as civilizações passaram a usar os astros como guia. Na comissão de frente, outro problema impactou o desempenho. A proposta previa 12 componentes, cada um representando um signo do zodíaco, mas o integrante que representaria Libra passou mal e não entrou na avenida. LEIA MAIS: Punição, falha na comissão de frente e acidente marcam desfile da Rosas de Ouro Liga-SP tira 5 décimos da Rosas de Ouro por não entregar pastas técnicas no prazo Artistas, amigos e políticos prestam solidariedade à musa da Rosas de Ouro Vitor diCastro encarna Walter Mercado pela Rosas de Ouro Libra é justamente o signo da escola, fundada em 18 de outubro de 1971, e é tradicionalmente associado à justiça e ao equilíbrio. O quesito com as menores notas foi a bateria. A Rosas recebeu 9,6 — a menor nota da escola em toda a apuração — além de dois 9,9 e um 10. Nesse quesito, os jurados avaliam a manutenção do ritmo em sintonia com o samba (sustentação), a precisão e o sincronismo entre os instrumentos (execução), o equilíbrio de volumes entre os naipes (equalização), a afinação dos timbres e as bossas, que devem ser criativas e bem executadas. O único quesito que recebeu todas as notas 10 foi enredo. Segundo o manual do julgador, são analisados critérios como realização narrativa, desenvolvimento do roteiro e leitura plástica do tema na avenida. Passistas da Rosas de Ouro fantasiados na temática da astrologia, no Anhembi, na madrugada de sábado (14). Natália Rampinelli/ AgNews Além das questões técnicas, a escola enfrentou um episódio grave nos bastidores. Uma mulher que desfilava como semidestaque teve parte do dedo esmagada por uma empilhadeira na área de concentração do Sambódromo. Segundo um funcionário da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo (Liga-SP), que presenciou o acidente, a integrante era içada para o segundo carro alegórico quando colocou a mão em um ponto inadequado do equipamento e acabou ferida. Mesmo com elogios de parte do público, o desconto inicial de pontos e as notas baixas em quesitos decisivos pesaram na soma final e culminaram no rebaixamento da então campeã. Mestre-sala e porta-bandeiras da Rosas de Ouro, na madrugada de sábado (14) no Anhembi. Natália Rampinelli/ AgNews Tapa-sexo de Virginia: veja as musas de SP que passaram pelo drama durante o carnaval

  14. Padre cearense viraliza com foto de antes e depois da remissão do câncer Foto de padre antes e após remissão do câncer viraliza nas redes sociais O padre cearense Marcos Ronney dos Santos Matos, de 37 anos, pároco da Paróquia de Tapera, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, viralizou nas redes sociais com uma foto em ele aparece na mesma paisagem antes e após se curar de um linfoma no mediastino. A imagem, publicada no perfil do religioso na última segunda-feira (16), foi feita no Monte Cruz de Pedra, um mirante situado no Distrito de Alencar, em Iguatu, região onde os pais do padre moram. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Ceará no WhatsApp "É um lugar simples, mas profundamente carregado de significado. Meus pais ainda residem ali, e sempre que posso retorno para visitá-los. Cada ida é também um retorno às origens, às raízes da fé e da vida. Sempre que tenho oportunidade, gosto de me aventurar pelas belezas do sertão, porque ali Deus fala forte: no silêncio, na imensidão da paisagem e na simplicidade que educa o coração", disse padre Ronney. O padre cearense Marcos Ronney dos Santos Matos viralizou nas redes sociais com foto em ele aparece na mesma paisagem antes e após se curar do câncer. Instagram/ Reprodução A foto recebeu mais de 200 mil curtidas, além de ser replicada em várias páginas, acumulando milhares de comentários. A repercussão da postagem surpreendeu o pároco. "A postagem não tinha a intenção de alcançar tantas pessoas. Aquele momento foi, antes de tudo, profundamente pessoal e espiritual. Estar ali me fez recordar todo o caminho percorrido durante o tratamento, especialmente os momentos em que a vida parecia ameaçada por uma doença mortal. Aquele lugar se tornou, para mim, um espaço de memória e gratidão. Foi a celebração silenciosa da vitória da vida, do dom de poder estar de pé novamente, curado, contemplando aquilo que um dia pensei que talvez não voltaria a ver", falou o pároco. Atualmente, padre Ronney está em remissão da doença e segue fazendo exames para acompanhamento médico. "A experiência da doença mudou profundamente meu olhar sobre a vida. Passei a valorizar ainda mais as coisas simples, os encontros, os gestos pequenos, o tempo. Procuro ser um padre cada vez mais próximo das dores do povo, porque só quem passa por uma experiência assim entende, de verdade, a fragilidade da existência humana. A ficha cai: somos finitos, tudo passa, e não vale a pena carregar sentimentos que nos endurecem ou nos afastam da bondade. Ser cristão é, no fundo, aprender a amar melhor, com mais humanidade, misericórdia e compaixão", afirmou o religioso. Tratamento Padre Ranney em tratamento contra o câncer em 2021 (à esquerda) e em celebração aos 10 anos de sacerdócio em 2025. (à direita) Instagram/ Reprodução Os primeiros sintomas da doença surgiram em janeiro de 2021, período da pandemia, quando padre Ronney apresentou falta de ar e dificuldade para respirar. À época, ele foi internado e os médicos chegaram a suspeitar de Covid-19 ou pneumonia. Porém, após exames, foi identificado um tumor no pulmão do religioso. Ronney passou por uma biopsia e em fevereiro daquele mesmo ano recebeu o diagnóstico: linfoma no mediastino, um câncer do sistema linfático na região central do tórax, entre os pulmões e o coração. "No início, o impacto foi grande. Eu tinha apenas 32 anos e jamais imaginava enfrentar uma doença tão grave tão cedo. A notícia desorganiza, assusta e faz a vida passar diante dos olhos. Com o passar dos dias e o início do tratamento, fui aprendendo a silenciar o medo e a confiar. Aos poucos, acalmei o coração e passei a viver um dia de cada vez. Busquei me preparar espiritualmente e psicologicamente para o futuro, fosse ele qual fosse. Foi um tempo de abandono confiante nas mãos de Deus", relembrou padre Ronney. Na mesma semana do diagnóstico do câncer, o padre iniciou o tratamento, com seis quimioterapias, com aplicação a cada 21 dias, no Instituto do Câncer do Ceará (ICC), em Fortaleza. Em agosto de 2021, padre Ronney fez a última de 15 sessões de radioterapia e tocou o "Sino da Vitória", que representa a conclusão do tratamento. Instagram/ Reprodução Nesse período, Ronney se afastou das celebrações na paróquia e teve que enfrentar os efeitos colaterais das medicações, como enjoos e queda do cabelo. "Houve dias em que precisei respirar com auxílio de oxigênio. Para se ter uma ideia, eu não tinha forças sequer para levar o alimento à boca. Dependia de ajuda para as tarefas mais básicas da vida, como o banho, a alimentação, as necessidades mais simples. Foi um tempo de profunda vulnerabilidade, mas também de aprendizado sobre o valor do cuidado, da paciência e da presença silenciosa de Deus", afirmou o padre. Durante o tratamento, o apoio da família foi fundamental para o religioso. Na ocasião, o irmão dele chegou a raspar a cabeça para ficar como o padre. Além disso, mesmo debilitado, padre Ronney seguiu compartilhando sua rotina com os fiéis na rede social com muito bom humor. Em maio de 2021, o pároco realizou a última quimioterapia e refez os exames. No mês seguinte, no retorno com o médico, ele recebeu a notícia que o tumor havia sumido. Mesmo assim, como ainda estava com a saúde debilitada, precisou passar por 15 sessões de radioterapia. Em 3 de agosto de 2021, padre Ronney fez a última radioterapia e tocou o "Sino da Vitória", que representa a conclusão do tratamento. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

  15. A influenciadora Bianca Dias morreu após sofrer complicações de uma cirurgia Reprodução/Redes Sociais A influenciadora digital Bianca Dias, de 27 anos, morreu durante uma viagem em família em Guarujá, no litoral de São Paulo. Ela viveu os últimos dias de vida em uma casa de praia, onde passou mal. A jovem ainda recebeu atendimento médico na cidade. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Segundo relatos dos familiares, a jovem estava acompanhada da família quando passou mal de forma repentina em decorrência de uma embolia pulmonar. Ela se recuperava de uma mastopexia, retirada de excesso de pele das mamas, e troca de próteses realizada cerca de 20 dias antes. As primeiras queixas foram dores abdominais. Bianca procurou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Enseada, foi medicada e liberada, mas voltou horas depois com uma piora do quadro. Por volta das 2h30, ela saiu da UPA Enseada, já intubada, e foi transferida para o Hospital Santo Amaro, em Guarujá. O Hospital Santo Amaro informou que ela entrou em parada cardiorrespiratória quando deu entrada na unidade. O óbito foi constatado às 3h30. A sobrinha, Giovanna Borges, relatou nas redes sociais que Bianca estava se recuperando de uma cirurgia, mas teve complicações no pós-operatório. A irmã mais velha de Bianca, Kety Dias, afirmou que se pergunta "o que poderia ter feito para evitar" o falecimento da influenciadora. "Desde pequena eu tinha esse instinto de cuidar de você. Um cuidado que parecia maior do que eu mesma. Eu sempre quis te proteger de tudo, como se o mundo pudesse ser menos duro se eu estivesse por perto", escreveu ela. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Despedida Bianca era natural de Mauá, na região metropolitana de São Paulo, e somava mais de 60 mil seguidores no Instagram, com conteúdos de lifestyle, viagens e momentos com a família. O corpo foi enterrado na manhã desta sexta-feira (20), em uma cerimônia reservada a poucas pessoas, no Cemitério Municipal São José, em Ribeirão Pires, conforme um funcionário do local confirmou ao g1. A família se despediu da influenciadora com mensagens nas redes sociais. “Está doendo como nunca doeu tanto. Eu não paro de me perguntar o que eu poderia ter feito para evitar isso”, escreveu a irmã de Bianca, a também influenciadora Kety Dias. "Quero agradecer as inúmeras mensagens. Obrigada a todos que tiraram um tempo para se preocupar e mandar mensagem, quem puder orar pela família, independente da religião, eu serei extremamente grata", publicou ela nas redes sociais. O massagista Jeff Safra, que era amigo da influenciadora, também prestou homenagem nas redes sociais. Ele publicou uma foto de Bianca com os dizeres: "Amor até outra vida. Te amar nessa terra foi uma das melhores coisas desse mundo". Segundo uma amiga, Bianca estava com familiares no momento em que morreu. Ela deixa duas filhas, Beatriz e Lavínia.

  16. Pepito era empresário e braço direito de Pelé Divulgação Empresário e braço direito de Pelé por cinco décadas, José Fornos Rodrigues, conhecido como Pepito, transformou os bastidores da vida do Rei do Futebol no livro ‘Pelé: o legado desconhecido’. A obra será lançada em Santos, no litoral de São Paulo. Ao g1, Pepito contou que o livro apresenta Edson Arantes do Nascimento como poucos conheceram, por meio de memórias inusitadas e até desconhecidas. “O meu amigo irmão Pelé era muito melhor fora do campo que dentro dele”, afirmou. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. A obra aproxima o leitor do lado discreto, vulnerável e simples de Edson, longe da imagem do poderoso Pelé, que, segundo Pepito, era um personagem. “Mostra esse lado do Pelé não interpretando o personagem Pelé, sendo ele Edson, com todos os seus defeitos e qualidades, seus méritos, com as suas características únicas, porque ele é rei dentro e fora do campo”, relatou o ex-assessor do craque. Pepito ressaltou que sempre se manteve longe dos holofotes e, por isso, nunca havia pensado em escrever um livro. "Nunca dei entrevista, nunca tirei foto nem nada. Eu queria ficar no meu canto quieto", relembrou. Entrevista: amigo e braço-direito de Pelé, Pepito faz homenagem com histórias e curiosidades do Rei No entanto, Pepito mudou de ideia após muito incentivo e até pressão de amigos e familiares, que lhe fizeram repensar sobre a possibilidade de reunir em um só lugar as histórias com o amigo inseparável. Hoje, ele considera a obra mais do que uma homenagem a Pelé. “Eu considero o livro uma obrigação minha no sentido de mostrar que o meu amigo e irmão era um cara espetacular. Eu quero mostrar um cara maravilhoso que eu tive o privilégio de conviver muitos e muitos anos”, afirmou o autor. No decorrer das 160 páginas do livro, Pepito relembra diversos momentos marcantes da carreira do amigo, como a postura de Pelé na Copa do Mundo de 1974. Na ocasião, o ídolo não participou mesmo com o pedido do governo Ernesto Geisel pelo retorno dele à Seleção. “Ele espontaneamente falou não, vou parar e está decidido”, disse Pepito. Na obra, o autor revela desde episódios gastronômicos inusitados até as dinâmicas de grandes acordos comerciais envolvendo Pelé. Além disso, Pepito explicou que a obra diz muito sobre duas características marcantes do Rei do Futebol: a teimosia e a generosidade. "Cansou de pagar a bolsa de estudos, viagens para cuidar de pessoas com cirurgia fora do Brasil, dezenas de material para a escola, cursos, palestras para um monte de pessoas. Inclusive, ele fez creche para crianças em Guarujá e em São Vicente, fez asilo para idosos”, afirmou Pepito, afirmando que Pelé tinha um coração maior que ele. Pepito escreveu livro sobre os bastidores da vida do Rei do Futebol Divulgação Lançamento Publicado pela Editora Trend, com prefácio de Milton Neves, o livro ‘Pelé: o legado desconhecido’ será lançado na próxima quinta-feira (26), às 16h, no Museu Pelé, que fica no Largo Marquês de Monte Alegre, nº 1, em Santos. Apesar de estar otimista com o lançamento do primeiro livro, Pepito informou ao g1 que não pretende seguir na carreira de escritor. Para ele, a única possibilidade de escrever uma nova obra será em uma segunda edição para contar mais histórias com o Rei do Futebol. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

  17. Médico Enrico Di Vaio morreu aos 54 anos Redes sociais Enrico Di Vaio, o verdadeiro dono do CRM usado pelo empresário Wellington Mazini para se passar por médico em Cananéia, no litoral de São Paulo, morreu aos 54 anos. Conforme apurado pelo g1, ele nasceu na Itália, mas era naturalizado brasileiro e atuava como médico há mais de 20 anos na Baixada Santista. Ele deixou a esposa e uma filha. Mazini usou o CRM de Enrico, seu sócio em uma clínica em São Paulo, para realizar exames no hospital em Cananéia. Ele foi preso e denunciado pelo Ministério Público (MP) por utilizar o registro do profissional para se passar por médico. O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) apura o caso. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. O verdadeiro médico morreu na quinta-feira (19) e foi sepultado na sexta (20) no Memorial Necrópole Ecumênica de Santos. Conforme apurado pelo g1, ele estava com problemas de saúde há alguns meses e chegou a ser internado, mas a causa da morte não foi divulgada. Colega de profissão e amigo pessoal de Enrico, o cirurgião-geral Helio da Costa Marques garantiu ao g1 que o médico foi vítima de Wellington Mazini e não tinha envolvimento com o esquema de fraudes do empresário. “Não existe qualquer possibilidade", afirmou. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Formação e carreira De acordo com Marques, Enrico era formado pelo Centro Universitário Fundação Lusíada, em Santos, e fez cursos no exterior. “Era um cirurgião-geral de mão cheia”, disse o colega, informando ainda que Enrico também trabalhou muito tempo com endoscopia. “Não só endoscopia investigativa, como também terapêutica”, explicou. Segundo ele, Enrico conhecia muito da anatomia e, inclusive, chegou a ser professor universitário em uma universidade de Santos. Na cidade, ele também atuou no antigo Hospital dos Estivadores. Apesar disso, grande parte da carreira de Enrico foi construída em São Vicente, onde atuou no Hospital São José, no antigo Crei e em uma clínica particular, onde ainda prestava serviços. Para Marques, um destaque do trabalho do amigo foi a dedicação dele ao atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS) há alguns anos, quando, junto com outros cirurgiões, atendeu centenas de pessoas que precisavam de cirurgias eletivas em São Vicente. “Ele realmente foi um grande médico e que a gente tem que render homenagens”, afirmou. Médico Enrico Di Vaio morreu em Santos Redes sociais Lado pessoal Marques contou que se aproximou de Enrico durante o trabalho há 20 anos, mas construiu um vínculo que ultrapassou a profissão. “Nós éramos extremamente amigos, tivemos uma amizade muito longa”, explicou. Segundo ele, o médico estava sempre alegre e fazia amizades com facilidade. Além disso, era muito ligado à família e chegou a pausar a carreira para cuidar do pai quando ele adoeceu. “Ele deixou de lado o trabalho para ficar ao lado do pai durante todo o período de internação”, afirmou. Investigação Enrico Di Vaio (à esq.) era sócio e dono do CRM usado por Wellington Mazini (à dir.) Redes Sociais O empresário Wellington Mazini afirmou à polícia que agiu a mando do médico e receberia R$ 1,5 mil pelo serviço. Apesar disso, o g1 apurou que Enrico terá a punibilidade extinta no inquérito policial — ou seja, o estado perde o direito de puni-lo por um crime. A Delegacia de Cananéia havia solicitado à Delegacia de Santos que ouvisse o verdadeiro médico. Esse processo leva um tempo para retornar à autoridade responsável pela investigação, por isso ainda há possibilidade de Enrico ter prestado depoimento antes de morrer. O g1 pediu confirmação à Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) sobre o andamento do depoimento, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Falso médico O empresário usou o CRM de Enrico para realizar exames no hospital em Cananéia. A fraude foi descoberta após o falso médico dizer ter visto a vesícula de uma paciente, que não tem o órgão. Mazini foi preso em 7 de janeiro e teve um pedido de soltura negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que considerou que a sua liberdade representava um risco à sociedade. G1 em 1 minuto - Santos: Falso médico é descoberto após citar órgão que paciente não tinha O Ministério Público denunciou Mazini por estelionato, exercício ilegal da medicina, falsidade material e perigo para a vida, com penas que podem chegar a 13 anos. A defesa, representada por Celino Netto, afirmou que a acusação é “inflada” e juridicamente controversa, ressaltando que o processo ainda está em fase inicial e que os fatos serão analisados pelo Judiciário no decorrer da ação penal. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

  18. Imagine entrar em uma loja de colchões e ser recebido com um café especial, um chá aromático ou - por que não? - uma taça de vinho, cerveja artesanal e até whisky. Parece cenário de filme, mas é exatamente isso que está acontecendo em uma nova loja inaugurada em São Paulo. E tem mais: quando você decide levar o produto para casa, a equipe estoura uma garrafa de espumante para brindar. Champanhe. Em uma loja de colchões. A primeira reação de quem ouve falar é: "Por quê?". A resposta está mudando completamente a forma como as pessoas encaram a experiência de comprar o produto onde vão passar um terço de suas vidas. Pillowmed Divulgação O bar como primeira impressão Logo na entrada, o que você encontra não é a típica recepção com catálogos e vendedores te abordando. É um bar completo, com barista preparando cafés especiais, uma seleção de chás premium, cervejas artesanais geladas e garrafas de whisky à disposição. Pillowmed Divulgação "A primeira reação das pessoas é de surpresa total", conta Luciano Perssinotto, fundador da Pillowmed. "Elas entram esperando uma loja de colchões convencional e se deparam com um ambiente que parece mais um lounge sofisticado". Mas há um método por trás dessa aparente loucura. O bar não é um capricho - é uma estratégia cuidadosamente pensada para mudar completamente a dinâmica do atendimento. Pillowmed Divulgação "Quando você oferece um café especial ou um drink para alguém, você imediatamente tira a pessoa do 'modo compra' e coloca no 'modo experiência. Não é mais vendedor versus cliente. É uma conversa entre pessoas em um ambiente agradável". A psicologia por trás do brinde Se o bar já surpreende, o ritual do champanhe impressiona ainda mais. Quando um cliente decide adquirir o Pillowmed, a equipe abre uma garrafa de espumante e faz um brinde ali mesmo, na loja. "Parece exagero, mas não é. Estamos celebrando uma decisão importante para a saúde dessa pessoa. É um momento de virada na vida de quem sofre com dores há anos. Isso merece ser comemorado". A psicologia por trás do gesto é profunda. Em um mercado onde a experiência de compra costuma ser estressante e cheia de pressão, criar um momento de celebração genuína transforma a memória que o cliente leva consigo. Pillowmed Divulgação Aromaterapia Mas os mimos sensoriais não param no bar e no champanhe. Desde que você pisa na loja, uma experiência olfativa cuidadosamente planejada te envolve. Aromaterapia permeia todo o espaço, especialmente intensificada no Quarto Experiência - o ambiente privativo onde os clientes testam os produtos. A escolha dos aromas não é aleatória: foram selecionadas fragrâncias que promovem relaxamento e bem-estar. Pillowmed Divulgação "O olfato é um dos sentidos mais poderosos e mais negligenciados no varejo. Um aroma agradável pode diminuir a ansiedade, melhorar o humor e criar uma memória afetiva positiva do local", explica Luciano Perssinotto. Nada é por acaso O carpete que reveste o Quarto Experiência também não é mero detalhe estético. A escolha foi estratégica: criar aconchego desde a primeira pisada, eliminando a frieza do piso comum em estabelecimentos comerciais. Pillowmed Divulgação As cortinas que isolam o ambiente servem a múltiplos propósitos: privacidade visual, acústica agradável e a sensação de estar em um espaço verdadeiramente íntimo - não em uma vitrine. Todo esse cuidado é, em essência, um manifesto contra o modelo convencional de venda de colchões - aquele em que você entra, é imediatamente abordado, precisa decidir entre 20 modelos confusos, testa rapidamente (e com vergonha) alguns produtos, e sai se sentindo pressionado. A diferença fica clara nos números: enquanto em lojas convencionais a permanência média de um cliente é de 15 a 20 minutos, neste novo espaço em São Paulo as pessoas ficam facilmente uma hora ou mais. "E não é porque estamos enrolando ou pressionando", esclarece Luciano. "É porque as pessoas se sentem bem aqui. Tomam um café, conversam, relaxam, testam com calma, fazem perguntas. É uma experiência que elas querem prolongar, não acelerar". Bombou nas redes sociais Um dos aspectos mais comentados nas redes sociais é a disponibilidade de bebidas alcoólicas - incluindo whisky - a qualquer hora do dia. "Já tivemos cliente tomando whisky às 11h da manhã", ri Luciano. "E não tem problema nenhum. Se é isso que vai fazer a pessoa relaxar e se sentir à vontade, perfeito". A liberdade para escolher o que consumir - sem julgamentos, sem restrições de horário - é parte da filosofia de quebrar convenções. Pillowmed Divulgação As redes sociais estão cheias de vídeos de clientes brindando com champanhe após a compra. Alguns emocionados, outros rindo, todos genuinamente felizes. “É alegria real de pessoas que finalmente encontraram uma solução para algo que as incomodava há anos. E poder celebrar isso com elas é o que dá sentido ao nosso trabalho”, conta o fundador da Pillowmed. "Não queremos ser lembrados como 'aquela loja que tem champanhe'", pondera. "Queremos ser lembrados como 'aquele lugar onde fui tratado como alguém especial, onde me senti bem, onde resolvi um problema que me incomodava há anos'". Pillowmed Divulgação Para saber mais Acesse aqui os canais oficiais Pillowmed para saber mais. O site oficial está aqui. Também é possível enviar sua mensagem pelo WhatsApp: (11) 98752-5724. Ou ainda o telefone oficial: 0800 771 0434. Anote o endereço da loja inaugurada em São Paulo: Av. Salim Farah Maluf, 3400 - Vila Oratório, SP. CEP: 03194-010

  19. Jornalista Ivan Santos lança livro ‘Texto, contexto e entrelinhas’ em Uberlândia Aos 94 anos, completados em 10 de fevereiro, Ivan Santos soma sete décadas dedicadas ao jornalismo. Grande parte dessa trajetória foi construída em Uberlândia, onde ele trilha um caminho marcado por coragem, ética e paixão por uma profissão que tem passado por transformações mais rápidas do que a maioria das pessoas consegue assimilar. "Comecei em 1958, quando não havia escola de jornalismo. Meu incentivo foi acreditar que o jornalismo era um instrumento social importante para ajudar a melhorar a sociedade humana e combater a ignorância.” E nesse período, atuando principalmente no jornalismo impresso, Ivan Santos mantém a veia crítica também com a própria profissão. Ao contrário do que muita gente pode imaginar, ele não é um jornalista avesso às mudanças, à tecnologia ou às variadas formas de se consumir jornalismo nos dias de hoje. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp “Não sinto falta do jornalismo raiz. Jornalismo foi, é, e será um eficaz instrumento de civilização. A tecnologia nunca foi inimiga do jornalismo. No passado era a máquina de escrever, hoje é a internet. É preciso aprender a trabalhar com ela. Todo jornalista tem que estudar sempre, aprender mais com quem sabe e deixar a vaidade de fora.” Para Ivan Santos, jornalismo é informação e não instrumento de promoção pessoal e deve ser tratado como tal. Ele defende que não é o diploma pura e simplesmente que qualifica um jornalista. Ele afirma que um bom profissional da área deve conhecer geografia, história, a língua materna e pelo menos uma língua estrangeira. O veterano afirma que um jornalista pode dedicar uma vida inteira à investigação sobre os problemas políticos e sociais do Brasil e do mundo, por exemplo, e ainda assim conhecer pouco. "Jornalista sem cultura é um palhaço diplomado ou pavão: bonito e sem importância social.” Carreira e legado Nascido em Mar Vermelho, no interior de Alagoas, em 1932, Ivan Santos estudou Filosofia no Arquiepiscopal Seminário de Mariana, região central de Minas, mas antes de chegar à Teologia, o passo seguinte, abandonou a formação religiosa ao perceber que "não tinha vocação para o sacerdócio". Foi para o Rio de Janeiro sem conhecer ninguém e seu primeiro contato com o jornalismo foi como revisor do "Diário Carioca". Depois de passar por vária redações, foi correspondente no Rio Grande do Sul e, mais tarde, no interior de Minas Gerais. Desde 1973, Uberlândia tornou-se sua base não só profissional, como afetiva. Fez história no jornal Correio de Uberlândia, principal referência da mídia impressa da cidade por 76 anos, até fechar, em dezembro de 2016. Para a jornalista Adriana de Faria e Sousa, que trabalha em mestrado a história da imprensa escrita de Uberlândia, que deve virar livro e se desdobrar em um doutorado, Ivan é Santos é um intelectual, um pensador do jornalismo. Uma frase de Ivan Santos é o título provisório do livro que deve ser publicado como desdobramento do Mestrado: Eu ainda sou jornalista". "Aprendi muito com ele como leitora e entrevistadora. Com lucidez, senso crítico e memória afiada, Ivan Santos continua sendo referência. Sua história é também a história da imprensa brasileira e sua dedicação, um exemplo de resistência e amor à profissão", disse Adriana. TV Triângulo A TV Integração também faz parte da história de Ivan Santos. Na ainda TV Triângulo, ele participou de diferentes atrações a partir de 1971. Em 1983, foi pioneiro, ao lado de Orlei Moreira, na criação do primeiro telejornal matinal do interior mineiro, antes mesmo de Belo Horizonte, o 'Bom dia Triângulo'. Multitarefas como sempre, trabalhou como editor, apresentador e chefe de reportagem e ajudou a consolidar o jornalismo televisivo regional. Além da imprensa, contribuiu para a comunicação institucional, criando o departamento de imprensa da Câmara Municipal de Uberlândia e atuando na Associação Comercial e Industrial da cidade. Em 2019, publicou o livro 'Texto, Contexto e Entrelinhas', reunindo crônicas e reflexões sobre política e sociedade. Atualmente assina a coluna 'Política Nova' em um site de Uberlândia. LEIA TAMBÉM: Congado se torna Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil após estudo de 17 anos VÍDEO: Festa do Congado é celebrada como patrimônio cultural imaterial em Uberlândia Ternos de Congado de Uberlândia recebem certificado de registro do Iepha Ivan Santos - Jornalista Beto Oliveira/Divulgação ASSISTA: Festa do Congado é patrimônio cultural imaterial Festa do Congado é celebrada como patrimônio cultural imaterial em Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

  20. Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, completa 100 anos em maio de 2026 Com a passagem de 16 mil veículos e milhares de pedestres todos os dias, a Ponte Hercílio Luz, cartão-postal e símbolo de Florianópolis, completa 100 anos de inauguração em 2026. A estrutura foi a primeira a ligar a Ilha de Santa Catarina ao continente. Entre 13 de maio de 1926 e os dias atuais, a construção foi espaço de tráfego de bondes, veículos de tração animal, pedestres, bicicletas, motos, carros e ônibus. 🌉💯 Mais que somente um espaço de passagem, a Velha Senhora, como é conhecida, se tornou ponto de encontro, atrativo turístico, referência de engenharia no Brasil e a conexão entre a Floripa do passado e do futuro. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Com a proximidade da celebração do centenário, conheça a história da ponte, de 821 metros de extensão e de infinitas histórias. Nesta reportagem, você vai encontrar: Por que a Ponte Hercílio Luz foi construída? Quando começou a construção da ponte? Por que a ponte se chama Hercílio Luz? Como foi a inauguração da ponte? Quando e por que a ponte foi interditada? Como foi a reabertura da ponte? Como é o funcionamento da ponte atualmente? Ponte em números Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis Ricardo Wolffenbüttel/Secom/Divulgação Por que a Ponte Hercílio Luz foi construída? A construção da ponte foi idealizada por causa da necessidade de uma ligação entre a Ilha de Santa Catarina e a parte continental da cidade. Antes da estrutura, a travessia entre a ilha e o continente só poderia ser feita por barcos e barcaças. Bastava um vento forte ou um mar agitado para inviabilizar a travessia e isolar por completo a maior parte dos 40 mil habitantes de Florianópolis na época. Mapa mostra a Ilha de Santa Catarina e a parte continental de Florianópolis PMF/Divulgação Em resumo, os motivos para construir a ponte foram: A necessidade de uma ligação entre a Ilha de Santa Catarina e a parte continental da cidade; Ter uma alternativa à travessia feita por barcos e barcaças, que poderia ser inviabilizada por vento forte Melhorar a comunicação da ilha com o resto do estado e país Resposta à pressão para que Florianópolis deixasse de ser a capital do estado O canal do Estreito foi escolhido por ser a menor distância entre a ilha e o continente. A ponte foi idealizada pelo então governador Hercílio Luz e se chamaria Ponte da Independência. Tomada a decisão pela construção de uma ponte, faltava agora o projeto. Se a proposta inicial tivesse dado certo, a Ponte Hercílio Luz não seria da forma como a conhecemos. A ideia era ser uma estrutura com viga treliçada, mas as dificuldades de financiamento fizeram com que o desenho fosse deixado de lado. No lugar, entrou a concepção de uma ponte pênsil com olhal, assinada pelo americano David Barnard Steinman. Veja imagens da Ponte Hercílio Luz, cartão postal de Florianópolis O custo do projeto ajuda a explicar os problemas para financiá-lo. A obra custou mais de 14,4 milhões de contos de réis, dinheiro que saiu tanto dos cofres do estado quanto da União. Mas bancar a construção não era o único obstáculo para executar o projeto. O Brasil sequer produzia ferro fundido e aço em volume suficiente, fazendo com que o material da obra fosse importado dos Estados Unidos por navios. Quando começou a construção da ponte? Veja as datas importantes do início da construção da Hercílio Luz: A construção começou em 14 de novembro de 1922 O canteiro de obras do lado continental só ficou pronto em fevereiro de 1923, com itens vindo da Dinamarca. A outra frente de trabalho ficava do lado insular. A fundação da ponte foi concluída em 20 de julho de 1923, sendo necessários 14.350 metros cúbicos de concreto Os pilares submersos receberam cimento especial resistente à corrosão pela água salgada. Início da construção da então Ponte da Independência, depois chamada de Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis. Divulgação/Governo de SC Por que a ponte se chama Hercílio Luz? A ponte foi idealizada pelo então governador Hercílio Luz. Aos poucos, o projeto ia saindo do papel e a construção, tomando forma. Mas à medida que o tempo ia passando, também começaram a ser evidenciados os danos provocados por um câncer de estômago que acometia o idealizador da estrutura. A saúde de Hercílio Luz não ia bem e as autoridades da época sabiam disso. Como não havia tempo hábil para que o governador pudesse ver a construção finalizada, a solução adotada foi fazer uma inauguração simbólica. Assim, em 8 de outubro de 1924, recentemente chegado de Paris, onde havia buscado tratamento para a doença, Hercílio Luz atravessou uma réplica de 18 metros de comprimento da estrutura instalada em frente ao trapiche. O chefe do Executivo estadual morreu somente 12 dias depois, aos 64 anos. A perda do político fez com que a construção, que antes seria chamada de Ponte da Independência, tivesse o nome alterado de forma definitiva para Ponte Hercílio Luz. Ponte Hercílio Luz, cartão-postal de Florianópolis, na década de 1920. Divulgação/Governo de SC Como foi a inauguração da ponte? Com 5 mil toneladas de aço ao longo de sua extensão, a Ponte Hercílio Luz foi inaugurada em 13 de maio de 1926, já no governo de Antônio Vicente Bulcão Vianna. Havia poucos carros pelas ruas e o tráfego sobre a estrutura recém-aberta era, em sua maioria, com bonde, veículos de tração animal e a pé. No início, cada pessoa que passasse pela ponte tinha que pagar pedágio, fosse a pé ou dentro do carro. Era cobrada ainda uma taxa adicional para quem estivesse carregando bagagens. O direito de passagem era retribuído por uma taxa, por conta do ressarcimento de investimentos, segundo o Governo. A cobrança foi suspensa em 1935. Nota do jornal O Estado, edição de 15 de maio de 1926, sobre o trânsito pela ponte. Reprodução Quando e por que a ponte foi interditada? A ponte pênsil foi interditada totalmente para veículos e pedestres em 22 de janeiro de 1982 por causa da deterioração de uma das centenas de barras de olhal, peças responsáveis pela sustentação. Quando foi fechada, passavam pela estrutura 27.345 veículos por dia, ou 43,8% do total do tráfego de Florianópolis. Em horários de pico, chegava a atingir 2.250 veículos por hora. A Ponte Hercílio Luz chegou a ser parcialmente reaberta em 15 de março de 1988, tendo sido liberado o tráfego somente a pedestres, bicicletas, motocicletas e veículos de tração animal. A medida não durou muito tempo. No dia 4 de julho de 1991, ocorreu nova interdição total e o piso asfáltico foi retirado do vão central, o que significou retirar cerca de 400 toneladas do peso. No ano de 1992, a obra foi tombada como Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Município de Florianópolis. Cinco anos depois, o decreto foi homologado pelo estado. Em 1997, o Ministério da Cultura a reconheceu como Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Brasil, tendo sido inscrita no Livro do Tombo Histórico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em agosto de 1998. Ponte Hercílio Luz Guilherme Pinheiro/G1 Como foi a reabertura da ponte? O projeto de reabilitação foi apresentado pelo governo do estado em 2005, prevendo duas etapas: uma de recuperação das rampas de acesso insular e continental e outra do vão central da ponte. Em dezembro do mesmo ano, foi aberto edital de concorrência internacional para a primeira parte da proposta. Uma CPI da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) apontou que, desde a década de 1980, foram gastos R$ 688 milhões, em valores atualizados, em cerca de 30 contratos e aditivos tanto para manutenção quanto para reforma da ponte. A reabertura da ponte ocorreu em 30 de dezembro de 2019. O cartão-postal foi totalmente aberto após a cerimônia com a presença de um grande público entre moradores, autoridades e turistas. Enquanto autoridades discursavam, as passarelas de pedestres foram aos poucos sendo liberadas. Um dos pontos altos do evento foi o desfile de carros e motos antigos. Logo depois, a ponte foi totalmente liberada para os pedestres. Neste primeiro dia de abertura, foi possível fazer saltos de bungee jumping da estrutura. Também houve shows musicais, exposição e corrida, atrações que ocorreram até 5 de janeiro de 2020. Inicialmente, a ponte foi reaberta apenas para pedestres e ciclistas. Depois, em 13 de janeiro foi autorizada a passagem dos ônibus do transporte público. Pedestres Passam pela Ponte Hercílio Luz após liberação total da estrutura Como é o funcionamento da ponte atualmente? Atualmente, a média de fluxo de veículos por dia na Ponte Hercílio Luz é de 16 mil, de acordo com a Polícia Militar Rodoviária (PMRv). Há espaço para pedestres e ciclistas, e carros e ônibus também podem passar. Há restrição apenas para motos e caminhões. A velocidade máxima na via é de 40 km/h. O tráfego fica aberto durante os dias úteis. Aos fins de semana, ela fecha às 22h de sexta-feira e reabre às 6h de segunda-feira. Aos feriados, o tráfego também é fechado, sempre às 22h da véspera, com liberação às 6h do dia útil seguinte. Dessa forma, os pedestres podem caminhar pelo meio da ponte. Ônibus circulam pela Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis Ricardo Wolffenbüttel/Secom/Divulgação Ponte em números Pesa cerca de 5 mil toneladas A estrutura tem 821 metros de extensão e a largura do vão central é de 15,92 metros É formada pelos viadutos de acesso do Continente, com 222,5 metros, e da Ilha, com 259 metros, e pelo vão central pênsil com extensão de 339,5 metros A altura das torres principais é de 74,21 metros A altura do vão pênsil em relação ao nível de maré média é de 30,86 metros São 28 vãos sustentados por duas torres principais e 12 secundárias, sendo as principais com 74 metros de altura VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

  21. Arquivo Geral recupera fotos que mostram a transformação de várias regiões do Rio Cenas de uma cidade em plena transformação. O Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro recuperou fotografias feitas entre 1937 e 1945 que revelam como o progresso redesenhou a então capital da República. As imagens mostram desde a abertura da Avenida Brasil — quando a via ainda era cercada por matagal — até a expansão urbana em direção à Zona Norte, Zona Sul e subúrbios. Hoje, em tempos de celulares e registros instantâneos, fotografar a cidade é algo corriqueiro. Mas há 80 anos, imagens urbanas eram raras e produzidas quase sempre por fotógrafos oficiais. Segundo Elizeu Santiago, presidente do Arquivo Geral da Cidade, o material revela um Rio em profunda mudança, com a abertura da Avenida Brasil e a expansão do Rio para o subúrbio. Do matagal ao asfalto Urbanização na região da Praça Onze Arquivo Geral do Rio/Divulgação As fotos registram o despertar da cidade para a modernização: Asfalto chegando às ruas da Tijuca; Abertura de vias no Alto da Boa Vista; Urbanização acelerada no Centro; A região da Central do Brasil ainda cercada por áreas verdes; O balneário de Ramos inaugurado pelo presidente Getúlio Vargas. Há também imagens de bondes eletrificados cruzando São Cristóvão — um retrato de um Rio em que a mobilidade era diferente e mais coletiva. “Todo mundo andava de bonde. Havia um congraçamento na cidade. As pessoas se conheciam nas ruas”, lembra Leonel Kaz, editor do livro Achados e Perdidos, que reúne parte do acervo. Alguns registros desafiam até os mais conhecedores da história da cidade, como nas fotos de abertura de ruas na Ilha do Governador e Pavuna e de um imenso lamaçal que um dia foi o Jardim Botânico. Estado Novo e obras estruturais Foto encontrada no Arquivo Geral do Rio mostra urbanização de Ipanema no Estado Novo Arquivo Geral do Rio/Divulgação O período das fotos coincide com o Estado Novo, de Getúlio Vargas, e com uma fase intensa de obras públicas na capital federal. Segundo o historiador Pedro Gil, do Arquivo Geral da Cidade, as imagens documentam tanto demolições quanto modernizações. “Essas fotos mostram as transformações, as demolições, mas também a modernização da cidade. São abertas vias, reformadas outras, Copacabana é modernizada. Mostram a cidade de forma ampla, da Zona Sul à Zona Norte”, explica. Praticamente todas as fotografias foram feitas pelos filhos de Augusto Malta, um dos pioneiros da fotografia no Brasil. Assim como o pai, Aristogeton e Uriel Malta atuavam como fotógrafos oficiais da prefeitura durante a gestão de Henrique Dodsworth. Segundo Conrado Werneck Pimentel, subgerente de Documentação Especial, os registros tinham função prática. “Esses registros eram feitos a mando da Prefeitura. Muitas fotos serviam como prova documental em caso de litígio com proprietários de imóveis que seriam demolidos”, afirma. Árvores derrubadas e memória preservada Imagem encontrada no Arquivo Geral mostra vias sendo abertas no Alto da Boa Vista Arquivo Geral do Rio/Divulgação O acervo também revela decisões urbanísticas que ainda geram debate, como a derrubada de árvores no Campo de Santana para a abertura da Avenida Presidente Vargas. “O Rio precisa cuidar não apenas dos seus prédios, mas das suas árvores, que fazem parte desse paraíso tropical”, destaca Leonel Kaz. Para o secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, preservar esse material é uma política pública do presente. “A foto é um documento que mostra o uso da cidade, o que se consumia à época, os produtos, os letreiros. Cuidar da memória é fundamental”, afirma. Do arquivo para o público Imagem encontrada no Arquivo Geral do Rio mostra abertura da Avenida Brasil Arquivo Geral do Rio/Divulgação As 14 mil imagens estavam esquecidas no acervo e agora vêm sendo organizadas e digitalizadas. O material já está disponível no site do Arquivo Geral da Cidade e também dará origem a um livro impresso com 300 fotografias selecionadas. Documentos que ajudam a entender como o Rio chegou até aqui — e que levantam uma pergunta inevitável: o que ainda vai mudar na paisagem da cidade nas próximas décadas? “A gente tem que construir a cidade não apenas com a voracidade e a ganância, mas com um jeito mais carioca de ser, mais solto, mais leve, mais vivido, mais sábio”, resume Leonel Kaz. “A cidade deve ser construída com menos voracidade e mais sabedoria.” Imagem encontrada no Arquivo Geral mostra lamaçal no Jardim Botânico Arquivo Geral do Rio/Divulgação Arquivo Geral encontra foto que mostra a urbanização na Zona Sul do Rio Imagens inéditas mostram abertura da Avenida Brasil, expansão para subúrbios, Zona Sul e mudanças no Centro; acervo já está disponível online e vai virar livro. Arquivo Geral encontra foto que mostra a urbanização na Zona Sul do Rio Arquivo Geral do Rio/Divulgação Arquivo Geral encontra foto que mostra a urbanização na Tijuca Arquivo Geral do Rio/Divulgação

  22. Lajes da Rocinha têm filas de turistas para vídeos de drone Imagens em lajes com vista panorâmicas na Rocinha, na Zona Sul do Rio, têm feito tanto sucesso nas redes sociais entre brasileiros e estrangeiros que turistas chegam a enfrentar horas de fila para garantir um registro em vídeo feito por drone. O tempo de espera gira em torno de duas horas. O sucesso das lajes chamou a atenção até da imprensa internacional. O jornal argentino La Nación destacou as longas esperas de turistas para sentar em cadeiras estrategicamente posicionadas na beira dos terraços enquanto um drone registra as imagens aéreas. Vídeos feitos por drone em lajes da Rocinha viraram hit neste verão Reprodução/ Instagram O guia turístico e piloto de drone Beto Soares faz imagens de drones na Rocinha desde 2018. Mas, desde o final do ano passado, ele viu seu negócio expandir exponencialmente por causa do interesse nas imagens pedidas pelos turistas nas lajes. "Em 2023, fiz um vídeo com umas meninas e começou a ter mais procura, mas no final do ano passado, na virada, já estava insuportável. Tudo lotado. O vídeo viral é o da portinha, 90% das pessoas querem fazer esse vídeo", comentou Beto, que faz suas imagens na Porta do Céu, laje de seus familiares, e em outros mirantes do local como Portal Jonas Brasil, Vista Show e Bela Vista. A influencer Lindsay, da Nova Zelândia, viu seu vídeo da "portinha da Rocinha" ganhar o mundo. Ela contou ao g1 que demorou mais de uma hora na fila, pagou cerca de R$ 200 pelas imagens e revelou que faria tudo de novo. Initial plugin text "Estava viajando sozinha e nervosa de vir ao Brasil. Mas fiquei impressionada com a hospitalidade dos moradores, fascinada pela cultura e me apaixonei pela energia que o Rio transmite! Eu me senti orgulhosa enquanto caminhava gravando esse vídeo. Orgulhosa por ter viajado sozinha para cá e tido uma experiência incrível", destacou Lindsay. Os turistas pagam entre R$ 150 e R$ 250 pelos registros no vídeo. Beto Soares faz questão de dizer que o passeio na Rocinha deveria ser "parada obrigatória para qualquer turista". "Os turistas, depois que fazem o tour e o vídeo, me dizem que foi o melhor passeio que já fizeram no Rio. Muita gente está deixando de ir a lugares mais badalados, como Cristo e praias, pra ficar e se hospedar na favela", acrescentou o guia. Diferente de pontos turísticos tradicionais, as lajes oferecem visões 360º e contrastes, incluindo a Pedra da Gávea, o Morro Dois Irmãos, São Conrado e, em alguns pontos, a Lagoa Rodrigo de Freitas. Com o aumento do interesse turístico, moradores da comunidade transformaram terraços em bistrôs, bares, ateliês e pontos de samba. O trajeto até as lajes costuma incluir subida de mototáxi pelas ruelas da comunidade. "O mototáxi é a sensação. Muitos turistas dizem que se não tiver o mototáxi eles nem fecham o passeio", diverte-se Beto. Para a turista Lindsay, andar de moto fez toda a diferença. "Subir nas motos, em alta velocidade, por estradas cheias de curvas, e ir a bares escondidos em lajes que só dá para acessar de moto, com um morador local mostrando onde esses bares ficam é muito legal. Acho que é um pouco do perigo que nos fascina", completou a turista. LEIA TAMBÉM Rosalía passa semana de réveillon no Rio, com direito a passinho na Rocinha, samba na Pedra do Sal e selfie com fã em Ipanema Preços e locais mais procurados Os valores para os passeios guiados, que duram em média 2h30 e incluem caminhadas por becos e visitas a projetos sociais, começam em R$ 200 por pessoa. Além do valor do tour, alguns locais cobram taxas específicas como acesso a lajes e aplicativo. Entre os pontos mais buscados estão o Porta do Céu, conhecido pela venda de arte local e serviços de drone; o Mirante Rocinha, com vista para o Cristo e o Pão de Açúcar; e o Laje Vista Show, localizado no topo da comunidade. "Não dá pra romantizar, mas posso te dizer que é um lugar seguro para o turista. Agora, nesta época, vem muito português, muito israelense. Mas recebo mensagem de gente do mundo todo querendo essa experiência. Alguns têm medo, mas quando entram na Rocinha, não querem ir embora", diz Beto. A cantora Rosalía aprende o passinho em um mirante durante passeio na Rocinha Reprodução/Instagram

  23. Muitas vezes invisíveis, mas sempre essenciais, os auxiliares de serviços gerais garantem que escolas, hospitais e empresas funcionem corretamente. Neste domingo (2), celebra-se o Dia do Auxiliar de Serviços Gerais, que evidencia a importância desses profissionais. Eles mantêm a limpeza e a organização dos ambientes e contribuem diretamente para a saúde e o bem-estar da comunidade. Para homenagear esses profissionais, que mantêm a cidade organizada e em ordem, o g1 conta a história de Fabiana Cadavid, 34 anos, responsável pela higienização dos banheiros e das áreas internas e externas do Centro Técnico de Educação Profissional (CETEPE), em Divinópolis, e de Neide Duarte, 52 anos, que atua como faxineira na Aliança Associação, também no mesmo município. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp 'Nunca desvalorizem o próprio trabalho' Fabiana Cadavid, auxiliar de serviços no CETEPE, em Divinópolis Fabiana Cadavid/Arquivo Pessoal Fabiana iniciou a trajetória na área sem experiência prévia e enfrentou o desafio de se adaptar a um novo ambiente de trabalho. “Minha trajetória até aqui foi de muito aprendizado, pois nunca havia atuado nessa área”, contou. A convivência em equipe é um dos principais desafios que enfrenta, mas a interação com os colegas traz recompensas. O trabalho de Fabiana vai além da limpeza. “Ele impacta muito na rotina dos alunos e professores, pois os sanitários permanecem sempre limpos”, destacou. Essa dedicação reflete na satisfação de quem utiliza o espaço e comprova que a higiene é essencial para um ambiente saudável. Apesar das dificuldades, Fabiana mantém os objetivos em mente. “Ainda não alcancei meu objetivo financeiro, mas estou fazendo reservas para conquistar minha moradia própria”, afirmou. A busca por melhores condições de vida motiva constantemente e ela se dedica a superar os obstáculos. A profissional acredita que a profissão de auxiliar de serviços gerais é essencial e indispensável, especialmente em escolas e hospitais. “A tendência é que cada vez mais as pessoas reconheçam a importância do nosso trabalho para manter os ambientes limpos, organizados e seguros”, disse. Ela também espera maior valorização e respeito por parte da sociedade. Por fim, Fabiana deixa uma mensagem para todos os auxiliares de serviço: “Nunca desvalorizem o próprio trabalho. A função de auxiliar de serviços gerais é digna, importante e faz toda a diferença no dia a dia das pessoas”. 'Basta realizar o serviço com dedicação' Neide Duarte, auxiliar de serviços gerais em empresa, em Divinópolis Neide Duarte/Arquivo Pessoal Com mais de um ano de experiência na Nova Aliança, Neide já acumulou diversas vivências na carreira. “Trabalhei muitos anos com eles antes desta nova fase e gosto muito do que faço”, contou. A paixão pela limpeza é evidente: “Amo limpar, confesso. Para mim, não tem segredo, basta realizar o serviço com dedicação”. "Graças a Deus, o trabalho é muito reconhecido. Quando as pessoas entram e encontram tudo limpo, percebo que ele faz diferença. É gratificante saber que contribuo para um ambiente agradável", diz. Para Neide, a limpeza não é apenas uma tarefa. É uma forma de proporcionar conforto e bem-estar a todos que frequentam o espaço. “É um serviço braçal e gostaria que houvesse mudanças que tornassem a rotina mais leve. Mas, no fundo, sei que esse é o papel e que é assim que funciona”. Neide deixa uma mensagem especial para todas as mulheres que consideram trabalhar na área de serviços gerais. "Ser faxineira foi a melhor coisa que fiz. Eu aconselharia todas a considerarem essa profissão. É possível ter liberdade e, se o trabalho for realizado com responsabilidade, não haverá aborrecimentos com o patrão", afirma com convicção. As histórias de Neide e Fabiana são exemplos inspiradores da importância dos auxiliares de serviços gerais, que, com trabalho dedicado, contribuem para criar ambientes mais saudáveis e acolhedores. ASSISTA TAMBÉM: Dia do Auxiliar de Serviços Gerais: conheça as principais atribuições desse profissional Dia do Auxiliar de Serviços Gerais: conheça as principais atribuições desse profissional *Estagiária sob supervisão da editora Carol Delgado. VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

  24. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Orquestra Jovem Vale Música (OJVM) abre a temporada de 2026 com uma apresentação gratuita sob a regência da maestra Laura Gentile. O concerto será neste domingo (22), às 18h, em Belém. Não é preciso retirar ingressos. A entrada será por ordem de chegada. A maestra Laura Gentile, formada pela Mannes School of Music, em Nova York, já se apresentou em concertos no Brasil e no exterior. ✅ Clique e siga o canal do g1 PA no WhatsApp “Tenho gostado muito de trabalhar com esses jovens. Eles têm muito talento e potencial. É a primeira vez que atuo como regente principal de uma orquestra jovem, então, da minha parte, também tem sido uma experiência de muito aprendizado”, diz ela. A abertura fica por conta de A Criação, de Franz Joseph Haydn, obra que traduz em música a grandiosidade e o espírito do compositor. Em seguida, a orquestra mergulha na Sinfonia nº 5 em Si bemol maior, D. 485, de Franz Schubert, com quatro movimentos que alternam delicadeza e intensidade. Para encerrar, o público será transportado ao universo de Edvard Grieg com a Suíte nº 1, Op. 46, de Peer Gynt, que reúne alguns dos trechos mais famosos da música romântica. Orquestra Jovem Vale Música abre temporada 2026 com concerto gratuito em Belém. Divulgação “Nosso principal objetivo continua sendo a formação de crianças e jovens em músicos de instrumentos de sopros, cordas e percussão”, afirma Marília Caputo, coordenadora técnica e artística do projeto. O projeto Vale Música Belém atende cerca de 300 crianças e jovens, oferecendo oportunidades em diferentes grupos musicais, como a Orquestra Jovem, o Grupo de Flautas Doces, a Banda Sinfônica Jovem, o Grupo de Percussão de Câmara, a Orquestra de Violinos e o Coral Infantojuvenil. Serviço Quando: Domingo (22), às 18h. Local: Fundação Amazônica de Música – Av. Gov. Magalhães Barata, 1022, Belém. Ingressos: Gratuito, por ordem de chegada (não é preciso retirar). VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará Confira outras notícias do estado no g1 PA

  25. Açaí produzido em Roraima Raquel Maia/Amazônia Agro Produtores rurais de Roraima têm ido além do cultivo do açaí e apostado na própria indústria como estratégia para crescer e ampliar a renda no campo. Com o uso de tecnologia e sistemas de irrigação, a produção do fruto avançou para áreas de lavrado e passou a permitir colheitas ao longo de todo o ano, criando condições para o beneficiamento e a agregação de valor. Em diferentes regiões do estado, o açaí vem sendo adotado como alternativa de diversificação agrícola. A adaptação da cultura a áreas antes pouco exploradas para esse tipo de plantio fortalece a cadeia produtiva e abre novas possibilidades de negócio para pequenos e médios produtores. Um dos exemplos é o produtor rural Almir Sá, que cultiva atualmente 18 hectares de açaí em área de lavrado. As mudas foram trazidas do Pará, estado referência nacional na produção do fruto, e o plantio conta com irrigação para garantir o desenvolvimento das plantas fora das áreas tradicionais de floresta. LEIA TAMBÉM: Agronegócio, produção rural: tudo sobre o Amazônia Agro Veja todas as reportagens do agro em Roraima Segundo Almir, o investimento em tecnologia e no aperfeiçoamento das técnicas de manejo tem garantido bons resultados. “Hoje tenho apostado em tecnologia e sustentabilidade. Todos os dias buscamos aperfeiçoar nossas técnicas com profissionais que já trabalham com o açaí, e isso tem rendido bons frutos. Já estou na quarta colheita e sou realizado com tudo o que conseguimos evoluir na propriedade. Agora, com o aumento da demanda, já estudamos a ampliação da área plantada”, afirmou. O avanço do cultivo do açaí no lavrado roraimense reflete um processo de modernização da agricultura no estado, permitindo melhor aproveitamento da área produtiva e geração de renda contínua para as famílias do campo. Produtores investem no beneficiamento do açaí para ampliar renda Produtores apostam no açaí em Roraima Raquel Maia/Amazônia Agro No município do Cantá, produtores também têm investido na industrialização do açaí como forma de crescer no mercado e agregar valor à produção. É o caso de Paulo Serra, que produz a fruta no campo e mantém uma pequena indústria em Boa Vista, onde o açaí é beneficiado e transformado em polpa para comercialização no mercado local. “Sou um apaixonado pelo açaí. Hoje, minha família e eu vivemos dele. Aqui todos trabalhamos empenhados em levar um produto de qualidade e com segurança para a mesa dos nossos clientes”, disse. Após a colheita, o açaí passa por um processo cuidadoso até chegar ao consumidor. Os frutos são selecionados e passam por tanques de limpeza para retirada de impurezas. Em seguida, ocorre o branqueamento, etapa essencial para garantir a segurança alimentar e a conservação do produto. Só depois disso o fruto segue para a batedeira, onde a polpa é extraída e preparada para comercialização. Segundo Paulo Serra, além de investir no beneficiamento, o desafio agora é ampliar a informação sobre a importância do processo para a segurança do produto. “Meu desafio é levar informação sobre a importância do branqueamento para a segurança do nosso produto. Queremos continuar sem casos do barbeiro no estado, mas, para isso, é necessário fazer a nossa parte. Busco associações e vou às propriedades dos amigos. A meta é ter o mesmo zelo que o Pará tem com o açaí e buscar desenvolvimento sustentável com segurança alimentar”, afirmou. Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

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