Enviar uma pergunta? CLICK AQUI
Seg - Sexta: 7:30 - 17:00
Sáb-Dom Fechado
3262 7482 - 3262 7483
16 99781 3817
16 99742 1727
Rua Barão do Rio Branco, 347 - Centro
Itápolis/SP

G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Cliente de mercado ataca mulher muçulmana com ofensas religiosas em Barueri O cliente de um supermercado flagrado em vídeo ofendendo uma mulher muçulmana, de 38 anos, dentro do estabelecimento, em Barueri, na Grande São Paulo, foi identificado. Ele deve ser intimado pela Polícia Civil para prestar depoimento nos próximos dias. Um inquérito policial foi instaurado nesta quinta-feira (29) para apurar o caso. O episódio ocorreu em 23 de janeiro. Um vídeo feito pela irmã da vítima e enviado ao g1 mostra o momento em que a mulher estava esperando para ser atendida na padaria do mercado, quando um cliente a abordou e disse: "Muçulmano degola judeu e cristão em todo o mundo" (veja acima). Em seguida, o homem percebeu que estava sendo filmado e continuou: "Pode gravar, aqui é um cristão. Pode cortar meu pescoço, muçulmano. Não tenho medo de muçulmano". Segundo o advogado da vítima, Luis Junqueira, o homem foi identificado após funcionários do supermercado anotarem a placa da motocicleta utilizada por ele para deixar o local. Com base nessa informação, a polícia confirmou que Marcel Ferri Estudino era o autor das ofensas registradas em vídeo. "Fizemos a representação dele, e o inquérito policial foi aberto por crime racial e religioso. Também fiz um pedido de medida protetiva para a segurança da minha cliente", disse o advogado. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública disse que "a vítima foi ouvida, o autor identificado e demais diligências seguem em andamento para o completo esclarecimento dos fatos". O g1 tenta localizar Marcel e sua defesa para ouvir sua versão dos fatos. 'Muito medo' Cliente de mercado ataca mulher muçulmana com ofensas religiosas em Barueri Arquivo Pessoal Ao g1, a vítima, que é brasileira, disse que se tornou muçulmana após se casar com um libanês e que o caso lhe deu muito medo. "O ocorrido me causou muito medo. Usar sua fé, suas roupas ou símbolos religiosos é um direito constitucional. Nada justifica agressões verbais, ameaças ou discurso de ódio. Ofender alguém em razão de sua religião é crime no Brasil. No meu caso, trata-se de intolerância religiosa, além de injúria qualificada", afirmou a vítima. LEIA TAMBÉM: Islamofobia: 'o que oprime muçulmanas no Brasil não é o lenço', diz pesquisadora da USP 'Ele arrancou oito dentes da minha boca', diz muçulmana que sofreu violência no trabalho devido à religião No registro do boletim de ocorrência, a mulher informou à polícia que chegou a falar para o homem que ele estava cometendo um crime de intolerância religiosa e que acionaria uma viatura policial. "Após isso, ele fugiu local em uma motocicleta. A equipe de segurança do estabelecimento prestou total suporte e me orientou a registrar o boletim de ocorrência, narrando os fatos para as devidas providências e possível identificação do autor", afirmou à polícia.

  2. Após atraso, lei orçamentária anual de 2026 é votada e aprovada em Palmas; confira A Câmara Municipal de Palmas aprovou, em sessões extraordinárias nesta quinta-feira (29), a Lei Orçamentária Anual (LOA), que estabelece o planejamento financeiro do governo para 2026, bem como o Plano Plurianual (PPA 2026-2029), que definirá a estratégia para os próximos quatro anos. O orçamento estimado para o próximo ano é de R$ R$ 2.706.564.380,00. Segundo o projeto, a maior parte dos recursos será destinada a três áreas fundamentais, que juntas correspondem a 57,76% do total previsto: Educação: R$ 835,6 milhões Saúde: R$ 501,4 milhões Infraestrutura: R$ 226 milhões Câmara Municipal de Palmas aprova LOA 2026 Djavan Barbosa/Arquivo JTO 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Plano Plurianual Com o tema “O Futuro em Nossas Mãos”, o PPA 2026-2029 também foi aprovado. O documento funciona como um guia para as metas e objetivos da gestão municipal nos próximos quatro anos, estruturado em três eixos principais: Capital da Justiça Social, Capital da Economia do Futuro e Capital da Governança e Resultados. LEIA TAMBÉM: Defesa Civil envia alerta sonoro de risco de alagamento em vias de Palmas Governo do TO abre seleção para médicos com salário de até R$ 22,4 mil Baliza continua obrigatória nas aulas práticas para CNH no Tocantins, diz Detran Reeleição na Mesa Diretora Durante a sessão, os parlamentares também apresentaram uma proposta de emenda à Lei Orgânica e um projeto de resolução para alterar as regras internas da casa. A principal mudança sugerida é permitir uma única reeleição consecutiva para o mesmo cargo na Mesa Diretora. As matérias seguem agora para tramitação nas comissões antes de serem levadas à votação final em plenário.

  3. Pela primeira vez desde que assumiu a relatoria do caso Master, em dezembro de 2025, o ministro Dias Toffoli se manifestou publicamente sobre a decisão dele de levar as investigações para o STF - Supremo Tribunal Federal. O ministro admitiu a possibilidade de enviar o processo para a primeira instância e afirmou que vai tomar essa decisão depois das investigações. A manifestação foi por meio de nota, com trechos grifados pelo gabinete do ministro. O gabinete do ministro divulgou uma nota, afirmando que o ministro Dias Toffoli foi escolhido, por sorteio, para ser o relator da operação Compliance Zero no Supremo Tribunal Federal em 28 de novembro de 2025. A nota diz que no dia 3 de dezembro de 2025, após o exame preliminar dos autos, houve a determinação, em caráter liminar, para que o processo fosse remetido ao Supremo Tribunal Federal, mantidas e validadas todas as medidas cautelares já deferidas, bem como o sigilo que já havia sido decretado pelo juízo de primeiro grau, a fim de evitar - segundo o gabinete - vazamentos que pudessem prejudicar as investigações; que o ministro relator verificou, em 15 de dezembro de 2025, a absoluta necessidade da realização de diligências urgentes, não só para o sucesso das investigações, mas também como medida de proteção ao Sistema Financeiro Nacional e às pessoas que dele se utilizam, determinando, no prazo inicial de 30 dias, a oitiva dos principais investigados para - de acordo com o gabinete de Dias Toffoli - esclarecer, em detalhes e com apresentação dos respectivos documentos, as denúncias em apuração. A nota diz ainda que: na mesma oportunidade, houve a determinação de oitiva dos diretores do Banco Central do Brasil sobre questões de sua atribuição envolvendo as atividades do Banco Master e de possíveis desdobramentos envolvendo outras instituições financeiras; e que as oitivas dos presidentes dos bancos envolvidos no caso e do diretor do Banco Central responsável pela fiscalização das instituições ocorreram no dia 30 de dezembro de 2025, inclusive com a acareação, que - segundo o gabinete do ministro - se mostrou necessária, entre Daniel Vorcaro e Paulo Henrique Costa. Pela primeira vez, Toffoli se manifesta sobre caso Master e admite a possibilidade de enviar processo para primeira instância Jornal Nacional/ Reprodução Na sequência, o gabinete do ministro Dias Toffoli afirma que: após o exame do material contido nos autos e com parecer favorável do procurador-geral da República, foi julgada parcialmente procedente a reclamação, para reconhecer a competência da Suprema Corte a fim de supervisionar as investigações que envolvem a operação Compliance Zero, decisão contra a qual não foi apresentado recurso; que no curso do processo, todos os pedidos de reconhecimento de nulidades formulados pelas defesas dos investigados, inclusive por violação de prerrogativa de foro, foram rejeitados, assim como foi indeferido um pedido de composição amigável entre as partes apresentado pela defesa de Daniel Vorcaro. A nota diz também que: aberto o inquérito policial correspondente, que corre em sigilo em razão de diligências ainda em andamento, foram ouvidos alguns investigados pela autoridade policial entre os dias 26 e 27 de janeiro de 2026; que a autoridade policial pediu a prorrogação do prazo para a conclusão das investigações por mais 60 dias, o que foi deferido — ou seja, autorizado; e que, paralelamente à operação Compliance Zero, outras operações foram encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal, dentre as quais, uma realizada na cidade do Rio de Janeiro, que foi prontamente devolvida à primeira instância, e outra efetivada em São Paulo por determinação da Suprema Corte, trazida ao Supremo Tribunal Federal por iniciativa direta da Procuradoria-Geral da República. O gabinete declarou também que “em todos os âmbitos, as investigações continuam a ser realizadas normalmente e de forma regular, sem prejuízo da apuração dos fatos, mantidos os sigilos necessários em razão das diligências ainda em andamento”. Por fim, a nota informa que “encerradas as investigações, será possível examinar os casos para eventual remessa às instâncias ordinárias, sem a possibilidade de que se apontem nulidades em razão da não observância do foro por prerrogativa de função ou de violação da ampla defesa e do devido processo legal”. LEIA TAMBÉM Em nota, Toffoli diz que eventual envio do caso Master à 1ª instância só será decidido após conclusão das investigações Master: Toffoli pede à PGR que avalie se caso dos influenciadores deve ficar com STF

  4. Comerciante diz que perdeu R$ 600 mil em aplicação com empresário de Ribeirão Preto O dono de restaurante João Luiz Simonacci diz ter perdido R$ 530 mil após investir no banco digital do empresário Eduardo Scatambulo Ribeiro, em Ribeirão Preto (SP). A denúncia é alvo de investigação na Polícia Civil por suspeita de estelionato. Procurado pela EPTV, afiliada da TV Globo, Scatambulo não retornou as mensagens e as ligações até a publicação desta reportagem. Faça parte do canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Eduardo Scatambulo Ribeiro, sócio do Tresory Bank em Ribeirão Preto, SP Reprodução/LinkedIn Segundo Simonacci, o aporte foi feito em novembro de 2023 com a promessa de rentabilidade de 1,98% ao mês. O resgate da aplicação no Tresory Bank deveria ter acontecido em novembro de 2024, mas o valor nunca foi depositado. Simonacci afirma que além de ter ficado sem o dinheiro ainda se endividou. É que o valor investido no Tresory Bank tinha como destino a compra da parte do sócio dele no restaurante. “Acabei tendo que fazer um empréstimo no banco, de R$ 450 mil, para honrar o restante do compromisso. Pago uma mensalidade de R$ 19 mil por mês e ficou pesado para mim. Além de não retornar o meu investimento, ainda tive que fazer um empréstimo. São 36 parcelas de quase R$ 19 mil.” João Luiz Simonacci diz ter sido vítima de banco digital em Ribeirão Preto, SP Reprodução Filho também caiu em golpe O filho de Simonacci e Scatambulo são amigos desde a infância. A relação próxima foi uma das garantias que o empresário levou em conta na hora de investir no banco digital. Antes disso, o bancário Nicolas Simonacci e a esposa, administradora de empresas Mariana Santini, tinham confiado cerca de R$ 500 mil em economias ao amigo. A promessa feita a eles era de 2% de rendimento ao mês, mas os problemas começaram já nos primeiros meses, quando Scatambulo precisava ser cobrado para depositar os valores. Eles alegam que entraram em contato com o empresário para recuperar o investimento por diversas vezes, mas que só ouviam desculpas. Uma das justificativas para resolver os atrasos com os clientes era de que o dinheiro estava em uma conta fora do país porque ele prestou serviços ao Vaticano. “Ele falou que fez uma operação para o Ministério do Vaticano. Que eles estavam com doações atrasadas de criptomoedas, então ele dizia que fieis católicos de igrejas do mundo inteiro faziam doações para o Vaticano via criptomoeda e o Vaticano não sabia desbloquear e receber esse dinheiro. Então ele, de uma forma genial, foram atrás dele para conseguir essa solução e ele falou que ele destravou para o Vaticano 32 bilhões de doações e recebeu uma comissão de 103 milhões de euros”, conta o bancário. Mariana Santini e Nicolas Simonacci acusam amigo sócio de banco digital de golpe em Ribeirão Preto, SP Reprodução/EPTV LEIA TAMBÉM: Polícia investiga empresário por golpe contra clientes de banco digital em Ribeirão Preto O que se sabe sobre empresário suspeito de desviar investimentos de corretora Empresário de Franca é suspeito de sumir com sacas de café avaliadas em R$ 132 milhões Confiança quebrada Simonacci considera que a quebra da confiança da família no empresário é o que torna tudo ainda mais grave. “Uma pessoa que é de dentro de casa, te chama de tio. Eu perdi um filho de 19 anos e ele foi um braço do meu outro filho, vivia dentro de casa. Vinha no meu restaurante, passava as férias comigo em Ilhabela, onde meu filho mora. A confiança era muita. A gente confiou nele e é o que mais dói.” Ayla Carvalho, esposa de Simonacci, espera que o inquérito na Polícia Civil tenha andamento. Segundo ela, enquanto a família amarga prejuízo e sensação de impotência, o empresário continua levando a vida normalmente. “Abdicamos do sonho da casa própria para comprar a outra parte do restaurante e continuar trabalhando e juntar novamente para, posteriormente, comprar a casa. É com muito suor que a gente vai juntando para conquistar aquilo que a gente quer para uma pessoa vir e roubar isso da gente na maior cara dura.” Além de levar o caso à polícia, as vítimas moveram ações na Justiça para tentar recuperar o dinheiro. Publicação em rede social no perfil no Tresory Bank, com sede em Ribeirão Preto, SP Reprodução Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão e Franca Vídeos: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

  5. Filha confessou ter matado mãe, em João Pessoa TV Cabo Branco A filha, Camila Silva, de 32 anos, que matou a própria mãe, Terezinha Silva, de 77 anos, deu um golpe de faca no pescoço da vítima e a asfixiou com um cano do tipo PVC para matá-la no apartamento da família, no bairro do Jardim Veneza, em João Pessoa, nesta quinta-feira (29). As informações foram confirmadas pela Polícia Civil para a TV Cabo Branco. De acordo com a delegada Josenise Andrade, havia marcas no rosto da idosa, o que poderia indicar briga corporal com a filha antes da morte. Em depoimento para a Polícia Civil, após se entregar na cidade de Lagoa de Dentro, a mulher alegou legítima defesa após uma discussão. A delega, no entanto, afirmou que o cenário do crime mostra o contrário. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp Para a TV Cabo Branco, uma irmã da suspeita e também uma sobrinha da vítima afirmaram que havia brigas recorrentes entre mãe e filha por causa de por dinheiro, pra pagar drogas e dívidas. Por conta disso, inclusive, os familiares disseram que a mulher foi expulsa de um condomínio em Mangabeira. Idosa morta foi identificada como Terezinha Barbosa Silva, de 77 anos, em João Pessoa TV Cabo Branco Apenas há 15 dias, após a expulsão do condomínio, a filha morava com a mãe, que recebeu a mulher como forma de ampará-la. O corpo da mãe foi encontrado envolto em panos e almofadas. No interior deste apartamento, o policial militar confirmou que móveis e outros objetos estavam revirados. Depois de matar a mãe, ela foi para casa de familiares em Lagoa de Dentro e deixou o apartamento da vítima trancado. Ela levou consigo um cachorro, que foi deixado na casa dos familiares na cidade no Brejo da Paraíba, antes de se entregar para os policiais O Corpo de Bombeiros teve que auxiliar a Polícia Civil na abertura do local. A mulher se entregou na cidade de Lagoa de Dentro e foi encaminhada para a delegacia de Polícia Civil, em Mamanguape, sob responsabilidade do delegado Sylvio Rabelo. Ela vai passar por audiência de custódia na sexta-feira (29) e a Justiça vai definir se ela será transferida ou não para João Pessoa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Filha matou a mãe dentro de apartamento no Jardim Veneza, em João Pessoa Diogo Pinheiro/TV Cabo Branco Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba

  6. Analista perde R$ 200 mil com jogos e alerta: 'Se tenta parar e não consegue, peça ajuda' "Se você tenta parar e não consegue, peça ajuda". O alerta é do analista de sistemas Alex Victor Fleming, de Campinas (SP), que por conta da compulsão por jogos de apostas que teve ínício em 2022, chegou a acumular uma dívida de R$ 200 mil e passou dois meses internado em uma clínica de reabilitação. O analista conta o fato de não conseguir parar faz com que o problema vire uma grande bola de neve. "Essa doença de jogos, ela faz uma escada. Você começa com 50 reais, aí você conseguiu ganhar mil, e daqui a pouco você perdeu, você não consegue mais voltar com 50 reais, você vai voltar com 500 reais, mil reais, porque você vai querer uma larga escala. 'Pô, eu conseguir ganhar', descreve. Ele não é o único a sofrer com o problema. O churrasqueiro Leandro Gonçalves Dourado conta que chegou a apostar, de uma única vez, cerca de R$ 5 mil. Siga o g1 Campinas no Instagram 📱 "Ano passado eu gastei o dinheiro das minhas férias. Tiive de fazer trabalho extra nas férias para recuperar esse dinheiro que era para outras coisas. Fico triste, tenho família, quatro filhos, esposa", conta. Alex Fleming (à esquerda) e Leandro Dourado sofrem com a compulsão por jogos e acumularam dívidas por conta do problema Reprodução/EPTV Uma amostra que o problema tem avançado está no total de benefícios temporários concedidos pelo INSS para pessoas com o chamado transtorno dos hábitos e dos impulsos no estado de São Paulo. De 137 casos em 2024, saltou para 214 em 2025, um aumento de 56%. Segundo especialistas na área de psiquiatria, a compulsão por jogos por afetar a saúde mental da pessoa, gerando quadros de depressão e ansiedade que podem levar ao afastamento do trabalho. Ainda de acordo com os especialistas, a facilidade de de acesso a sites de aposta, disponíveis 24 horas por dia, acaba agravando esse problema e estimulando quem já tem esse comportamento. "Ela acaba desenvolvendo um quadro depressivo, um quadro depressivo grave, no qual a pessoa sente uma tristeza profunda, um desânimo muito grande, não tem mais vontade de viver e muitas vezes pensa até em tirar a própria vida, porque ela sente muita vergonha e se sente culpada pelo mal que ela está fazendo, não só a si, mas também aos familiares", explica o psiquiatra Danilo Nader. O churrasqueiro Leandro Dourado afirma que só não caiu numa depressão pelo apoio de amigos e familiares, e em tratamento contra a compulsão, ressalta que o jogo é apenas uma ilusão. "Começar a enxergar que isso é ilusão, que a possibilidade de você ganhar é muito pequena. Começar a enxergar que isso só vai te dar prejuízo. Se eu puder dar um conselho, nem começa", diz. Compulsão por jogos de aposta causa graves problemas de saúde mental e provoca afastamentos do trabalho Reprodução/EPTV VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

  7. O Banco Central está fazendo uma investigação interna para apurar todo o processo que culminou na liquidação do Banco Master. Além das fraudes financeiras, há suspeitas de que o banco de Daniel Vorcaro esteja envolvido em irregularidades na venda de crédito consignado para milhares de aposentados e pensionistas. No Congresso, a CPI do INSS decidiu convocar Daniel Vorcaro. O depoimento de Daniel Vorcaro foi marcado para 5 de fevereiro, na primeira semana após o recesso parlamentar. A CPI quer saber detalhes sobre os mais de 250 mil contratos de consignados suspensos pelo INSS por falta de comprovação. "Como ele conseguiu manter esses descontos sem uma autorização formal das pessoas que estavam sendo descontadas e quais as medidas tomou pelo banco para, diante das reclamações das pessoas, não cobrar mais”, diz o senador Carlos Viana, Podemos-MG, presidente da CPMI do INSS. No Supremo, o ministro Dias Toffoli encaminhou para a Procuradoria-Geral da República o inquérito que investiga a contratação de influenciadores para atacar o Banco Central nas redes sociais. A Polícia Federal apontou indícios de que a ação pode ter tido o objetivo de atrapalhar as apurações sobre as fraudes do Banco Master. O procurador Paulo Gonet deverá opinar se o caso permanece no Supremo por ter uma ligação com o caso Master ou se vai para outra instância da Justiça, se considerar que não há o envolvimento de autoridades com foro privilegiado nem conexão com os fatos investigados. Na prática, isso deve atrasar o início dos depoimentos dos suspeitos de atuarem nos ataques virtuais coordenados ao Banco Central nesse novo inquérito conduzido pela Polícia Federal. O crime principal a ser investigado é obstrução de justiça, mas a PF também vai apurar se houve crime contra o sistema financeiro e contra a honra. O esquema era conhecido como “Projeto DV”, em referência ao dono do Master, Daniel Vorcaro. Um dos investigados é Thiago Miranda. Influenciadores afirmaram que receberam propostas para levantar suspeitas sobre a decisão do Banco Central de liquidar o conglomerado Master. O contratante era a agência Mithi, mantida por Thiago Miranda. Banco Master é suspeito de irregularidades na venda de crédito consignado para milhares de aposentados e pensionistas Jornal Nacional/ Reprodução No Banco Central, a corregedoria abriu uma sindicância interna em novembro de 2025 por determinação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, logo após a liquidação do Banco Master. Dois servidores do Banco Central foram afastados das funções. O objetivo é apurar eventuais falhas no processo de fiscalização e melhorar regras de controle. A informação foi publicada pelo jornal “O Globo”. As investigações são sigilosas. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se manifestou nesta quinta-feira (29) sobre o caso: "O Gabriel, logo que assumiu, percebeu o tamanho do abacaxi que tinha para descascar, viu que a situação era muito grave. Em poucos meses envolveu Ministério Público e a Polícia Federal porque havia suspeitas graves de fraudes em carteira. E quando você detecta uma fraude que envolveu o Banco de Brasília, o BRB, aí não tem muito como manter no interior do Banco Central o problema, porque você não está falando de má gestão, está falando de crime”. A liquidação do Banco Master foi determinada em novembro de 2025, um dia depois de a Polícia Federal deflagrar a operação que prendeu o controlador do grupo, Daniel Vorcaro, por suspeita de fraude. Em dezembro, o caso foi parar no Supremo depois que a defesa de Vorcaro argumentou que as investigações envolviam um deputado federal. O relator sorteado foi o ministro Dias Toffoli. Em janeiro de 2026, a Polícia Federal deflagrou a segunda fase da operação. Toffoli, então, determinou que todo material apreendido - documentos e equipamentos como celulares - fosse lacrado e enviado ao STF. Depois, mudou a decisão e determinou que a PGR fizesse a extração e análise do material junto com a PF. Toffoli indicou ainda os peritos da Polícia Federal, uma atribuição que costuma ser do delegado da PF que conduz a investigação. No último dia 16, o ministro mudou o cronograma de depoimentos montado pela PF. Determinou que a polícia fizesse os depoimentos em dois dias, e não em cinco, como estava previsto. E, por ordem do ministro, a PF colheu os depoimentos no prédio do Supremo - uma mudança no padrão desse tipo de investigação; as oitivas costumam ocorrer na própria Polícia Federal. A defesa de Thiago Miranda disse que ele sempre exerceu atividades profissionais de forma legal e que, até o momento, não há qualquer acusação formal contra o empresário. A defesa de Daniel Vorcaro não quis se manifestar. LEIA TAMBÉM Camila Bomfim: Influenciadores expõem pedidos em nome do BRB para tratar do caso Master nas redes CPI do INSS convoca Daniel Vorcaro a prestar depoimento; oitiva será em 5 de fevereiro

  8. Lucas Brás dos Santos, de 27 anos, foi preso por participar da morte do advogado Luiz Fernando Pacheco, no Centro de SP. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo A Justiça de São Paulo condenou nesta quinta-feira (29) um casal pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte) pelo assassinato do advogado criminalista Luiz Fernando Sá e Souza Pacheco, em outubro do ano passado em Higienópolis, na região central da capital. Segundo a sentença da 19ª Vara Criminal da Barra Funda, ficou comprovado que Lucas Braz dos Santos e Ana Paula Teixeira Pinto de Jesus abordaram a vítima na Rua Itambé com o objetivo de roubar um celular, um relógio Rolex e uma carteira. Lucas foi condenado a 27 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão, e Ana Paula, a 23 anos e 4 meses de prisão. Luiz Fernando estava embriagado e foi agredido durante a ação. Ele caiu no chão, sofreu convulsões e morreu no local. A dinâmica do crime foi registrada por câmeras de segurança, que embasaram a decisão judicial. Para o juiz, os réus assumiram o risco de provocar a morte ao empregar violência contra uma pessoa em condição de vulnerabilidade, o que configura o crime de latrocínio, mesmo sem intenção direta de matar. Foram rejeitados os pedidos da defesa do casal para reclassificar o caso como roubo ou furto. Um terceiro acusado, José Lucas Domingo Alves, que estava com o casal antes do crime, não participou diretamente da abordagem, mas tinha conhecimento da intenção criminosa e aguardava a divisão dos bens roubados. Ele foi condenado por furto qualificado. A condenação se baseou em depoimentos de testemunhas, relatos de policiais civis, laudos periciais, exame necroscópico e imagens de monitoramento, que, segundo a sentença, comprovam a autoria, a materialidade e a violência empregada no crime. Entenda o caso Lucas Brás dos Santos, já tinha outra condenação, de cinco anos e quatro meses de prisão, por ter participado de um roubo contra uma advogada, também em São Paulo. Santos foi detido em outubro do ano passado, em frente a um abrigo na Rua Riachuelo, na região da Sé, Centro de São Paulo, com a namorada, Ana Paula Teixeira Pinto de Jesus, e um terceiro comparsa: José Lucas Domingo Alves. O casal aparece nas imagens da Rua Itambé na última quarta-feira (1°), roubando o celular de Pacheco (veja abaixo). Eles se declararam pessoas em situação de rua. Na abordagem, Lucas Brás dá um soco no rosto do advogado, que caiu na calçada desacordado. O criminoso aproveita a situação da vítima e rouba os pertences pessoais dele antes de fugir. Novo vídeo mostra advogado morto em Higienópolis desmaiando após soco de ladrão Luiz Fernando Pacheco foi socorrido na Santa Casa de São Paulo, no Centro. Estava sem documentos e só foi identificado 36 horas depois do seu desaparecimento, por meio das digitais. Segundo a delegada Gabriela Lisboa, que investigou o caso, os três presos confessaram participação no crime contra o advogado Luiz Fernando Pacheco, do Grupo Prerrogativas. Antes desse caso, Santos já havia sido condenado por roubo ocorrido em 23 de agosto de 2023, na Rua Paim, na Bela Vista, no Centro. Na ocasião, Lucas e outro comparsa roubaram a bolsa da advogada, derrubando-a ao chão durante a ação. Após o roubo, ela começou a gritar e uma viatura que passava pelo local perseguiu os criminosos até a região do Viaduto 9 de Julho, onde Lucas foi preso em flagrante com os pertences da vítima e com ajuda de testemunhas. O outro envolvido conseguiu fugir. Polícia prende 3 por morte de advogado em Higienópolis Após a prisão, o rapaz teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. Na denúncia apresentada à Justiça pedindo a condenação de Lucas, a promotora Anna Paula Grossi, afirmou que vítima lesionou a mão esquerda, conforme laudo pericial, durante a ação. Ela pediu a condenação dele pelo artigo 157, §2º, inciso II, do Código Penal, que fala sobre roubos praticados com violência. Apesar de ter confessado o crime, Lucas Brás dos Santos ficou preso até outubro de 2023, quando foi solto por uma decisão do juiz Bruno Paiva Garcia, que revogou a prisão preventiva por entender que ele ficou muito tempo preso sem ser julgado. O pedido de soltura foi feito pela Defensoria Pública, que alegou que Lucas era réu primário e não tinha antecedentes criminais registrados anteriormente. Na época, Paiva Garcia disse na decisão de soltura que “a prisão preventiva, dessa forma [que está], é excepcional e deve estar fundada em fatos concretos e verificáveis, que demonstrem efetivo risco gerado pelo estado de liberdade, além da adequação e proporcionalidade da medida extrema”. “Não bastam, para esse fim, alegações genéricas a respeito da gravidade do crime imputado ou de uma suposta ofensa à ordem pública, que não pode ser demonstrada ou contrastada”, ao mandar expedir a soltura do acusado. Em 7 de janeiro de 2025, ele foi considerado culpado pelo crime na rua Paim e foi condenado a 5 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo mesmo juiz que mandou soltá-lo. Os três suspeitos presos pela morte do advogado Luiz Fernando Pacheco, em Higienópolis, no Centro de São Paulo. Reprodução

  9. Polícia Civil alerta para fraudes com carimbos médicos Fraudes envolvendo carimbos médicos têm sido mais frequentes na região de Campinas, segundo a Polícia Civil. Segundo a corporação, criminosos costumam buscar dados de médicos com registro ativo, sem o conhecimento dos profissionais, para encomendar carimbos e, a partir disso, falsificar documentos e prescrições. Ainda segundo a polícia, a facilidade para obter esse tipo de material contribui para o avanço das fraudes, já que não há exigência de comprovação da profissão no momento da confecção do carimbo. O psiquiatra Pedro Ferreira Neves, de Campinas, atua há 15 anos e relata que o uso do carimbo com nome completo e número do registro profissional faz parte da rotina médica. Mesmo com o avanço de ferramentas digitais, ele explica que muitos documentos ainda precisam ser preenchidos manualmente, o que mantém o uso frequente desse instrumento. Foi justamente a falsificação do carimbo que levou o médico a prestar depoimento na Polícia Federal. No caso, um carimbo com os dados dele foi usado para solicitar um benefício federal por uma pessoa que nunca passou por atendimento. "Tinha sido solicitado um benefício de passe livre, que é um benefício do governo federal, porém esse texto, esse relatório, não estava redigido da maneira que a gente costuma redigir, com os termos corretos, e aí estranharam na hora de conceder esse benefício para o usuário", relembra Neves. A fraude foi identificada por inconsistências no conteúdo do documento apresentado, o que levantou suspeitas durante a análise do pedido. "Eu fui chamado para dar uma olhada se aquilo de fato era meu, o que tinha acontecido. E é um paciente que nunca havia passado comigo, não tenho nenhum tipo de relação com essa pessoa. E consegui entender ali que foi um caso grave de falsificação de carimbo mesmo, né?", conta o psquiatra. A ginecologista Karen Morelli Sorano Costa também foi vítima de uso indevido do carimbo. Segundo o relato, uma ex-funcionária utilizou uma receita e o carimbo da médica para falsificar um atestado médico em favor de uma amiga. O caso só foi descoberto após a verificação da autenticidade do documento por terceiros. "Aconteceu de uma ex-funcionária, uma secretária, falsificar um atestado para uma amiga dela de 15 dias. E, para nossa sorte, esse atestado foi contestado pela chefe dessa amiga. Ela ligou para confirmar a veracidade desse documento e aí a gente viu que não era verídico, ela nunca foi paciente, ela nunca passou por nós, tampouco foi dado atestado de 15 dias", explicou a ginecologista. Apesar do uso crescente de plataformas digitais com assinaturas eletrônicas e mecanismos de segurança, profissionais da saúde afirmam que o carimbo tradicional ainda é amplamente utilizado, especialmente em laudos, relatórios e outros documentos físicos. Encomenda de carimbos Polícia Civil alerta para fraudes em carimbos médicos em Campinas Reprodução/EPTV A facilidade para encomendar carimbos foi comprovada em um levantamento feito pela produção da EPTV, afiliada da TV Globo, que entrou em contato com cinco estabelecimentos em Campinas. Em quatro deles, não houve exigência de documentação ou comprovação da atuação profissional para a confecção do material. Segundo a Polícia Civil, a falsificação de carimbos ocorre com frequência, e um dos principais entraves para o combate ao crime é a ausência de uma regulamentação específica sobre a produção desses instrumentos. Mesmo assim, a corporação alerta que comerciantes que confeccionam carimbos usados de forma criminosa podem ser investigados, caso haja indícios de participação ou conhecimento da fraude. Alerta aos comerciantes De acordo com o delegado Oswlado Diez Junior, em situações em que fique comprovado que o comerciante teve ciência da irregularidade ou se beneficiou da prática criminosa, ele pode responder por crimes como estelionato e falsificação de documentos. "O comerciante, se ele está sendo induzido, ele também é vítima, ele está sendo induzido a erro. Ou o comerciante, muitas vezes, pode estar junto com o estelionatário, se beneficiando desse estelionatário. Só as investigações que vão chegar a essa separação", explica o delegado. Caso comprovada a ação e conjunto com estelionatários, os comerciantes podem responder por coautoria do estelionato, coautoria da falsificação ideológica e da falsificação do documento, afirma o delegado. O delegado também ressalta que, mesmo sem uma lei específica, comerciantes podem adotar cautelas para se proteger, como verificar a identidade do solicitante e confirmar se ele é, de fato, um profissional habilitado. "Se certifique realmente se aquela pessoa que está fazendo aquela encomenda é realmente um profissional daquele ramo que realmente ele está confeccionando", alerta o delegado. Projeto de lei Diante do aumento desse tipo de ocorrência, um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados propõe obrigar empresas a exigirem o registro profissional de médicos, veterinários e dentistas no momento da encomenda de carimbos e receituários. A proposta foi aprovada pela Comissão de Saúde e prevê que os estabelecimentos mantenham, por cinco anos, cópia física ou digital da documentação apresentada. Em caso de descumprimento, os envolvidos poderão responder conforme o Código Penal, além da aplicação de multa quando não houver infração mais grave. O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e, para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. VÍDEOS: tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

  10. Sérgio Nahas foi encontrado em Praia do Forte, na Bahia Polícia Militar Condenado a oito anos de prisão pelo assassinato da esposa, em 2002, o empresário Sérgio Nahas vai cumprir pena no presídio de Potim, no interior de São Paulo. A informação consta em um ofício da SAP (Secretaria de Administração Penitenciária) de São Paulo à Justiça e obtido pelo g1. Ele foi preso no dia 17 de janeiro, na Praia do Forte, na Região Metropolitana de Salvador, após ficar foragido por mais de um ano. A expectativa é que a transferência aconteça nos próximos dias. Na tarde desta quinta-feira (21), a vinda de Nahas, de Salvador para São Paulo, foi adiada após "condições climáticas adversas" impedirem o voo. Na capital baiana, ele fez exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e disse que se considera "completamente inocente" A transferência para São Paulo foi autorizada pela Justiça paulista na segunda-feira (26) após pedido da polícia de São Paulo e foi coordenada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Nahas cumprirá pena em regime fechado. Sérgio Nahas é preso 23 anos após assassinar esposa Procurado, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) informou que tomou ciência da remoção definitiva do preso. Segundo o órgão, as demais providências administrativas serão determinadas no processo pelo cartório do juízo, e o MPSP continuará intervindo no procedimento. A defesa de Sérgio Nahas foi procurada pelo g1 para comentar a transferência e não retornou ainda o pedido da reportagem. Sergio Nahas e Fernanda Orfali se casaram em cerimônia para 250 convidados Reprodução/ Arquivo Pessoal Condenado O empresário foi condenado pelo assassinato da esposa, Fernanda Orfali, morta a tiros em setembro de 2002, no apartamento onde o casal vivia, no bairro de Higienópolis, região central da capital paulista. À época, a vítima tinha 28 anos; Nahas, 38. Apesar de a defesa informar, desde o início do processo, a tese de suicídio, laudos periciais descartaram essa possibilidade. Entre os elementos apontados pela acusação estão a ausência de resíduos de pólvora nas mãos da vítima e indícios de que ela tentou se proteger do agressor antes dos disparos. Nahas foi condenado em 2018 pela Justiça de São Paulo. Em 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a condenação e aumentou a pena para 8 anos e 2 meses de prisão em regime fechado. Após a decisão, a Justiça expediu mandado de prisão, mas ele permaneceu foragido até ser localizado na Bahia. Fernanda Orfali e Sérgio Nahas Reprodução / Arquivo Pessoal No momento da prisão, o empresário estava hospedado em um condomínio de luxo e foi identificado por câmeras de reconhecimento facial instaladas na vila da Praia do Forte. Com ele, a polícia encontrou pinos de cocaína, celulares e um carro de luxo. A defesa afirma que o empresário é idoso, tem problemas de saúde e que o processo apresenta “falhas”, e diz que continuará recorrendo às instâncias superiores. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina
  11. Iniciativa Negritudes Globo realiza o evento 'Pré-Motins' em Belém A programação do Negritudes Globo em Belém teve início nesta quinta-feira (29), a partir do Pré-Motins, realizado pelo Festival Psica na Casa Dourada, no bairro da Cidade Velha. O encontro marca o começo de uma série de atividades que se estendem pelos próximos dias e transformam a capital paraense em território de troca entre artistas, criadores locais e profissionais do audiovisual ligados à Globo. A tarde abriu com a exibição do filme Boiúna, premiado com três Kikitos no Festival de Gramado, seguida de uma conversa com atrizes e realizadores sobre o fortalecimento do audiovisual produzido no Norte, que fala do Norte, e os caminhos para ampliar a presença dessas narrativas no circuito nacional. O debate avançou sobre representatividade, autonomia criativa e os desafios de disputar espaço em um mercado historicamente centralizado no eixo Sul-Sudeste. Ao longo do dia, o encontro reuniu profissionais do audiovisual, da cultura e da comunicação em diálogos sobre identidade, criação e circulação de histórias negras. Entre os convidados esteve o ator Breno da Matta, integrante do elenco do remake de Renascer, que participou das trocas ao lado da ex-BBB e assistente social Pitel, discutindo vivências, território e construção de personagens fora de estereótipos. A programação também contou com apresentações musicais que evidenciaram a diversidade sonora da Amazônia, com shows de Moraes MV, Gang do Eletro, Mestre Dimmi e do grupo Carimbó Sensacional, conectando o debate cultural à pulsação da música periférica e tradicional do Pará. Segundo Ronald Pessanha, líder do Negritudes Globo, a presença em Belém faz parte da proposta do projeto de circular pelo Brasil e ampliar repertórios a partir das vivências reais dos territórios. “O Negritudes chega a Belém na primeira ação do ano celebrando cinco anos de projeto. Nosso compromisso é valorizar a cultura negra brasileira e criar oportunidades reais para talentos que muitas vezes estão fora do centro. Estar aqui é reconhecer a potência criativa da Amazônia e aprender com essas narrativas”, afirma. Ronald Pessanha fala da parceria do Negritudes Globo e Psica em Belém Imersão na cultura amazônica e "caça-talentos" Nesta primeira etapa, o Negritudes trouxe à cidade autores do núcleo de humor da Globo, além de executivos dos Estúdios Globo, para uma vivência de quatro dias. A programação inclui encontros com artistas, produtores culturais e comunicadores locais, visitas a espaços simbólicos da cidade e momentos de troca direta com quem produz cultura na Amazônia. Depois do início no Pré-Motins, as atividades seguem com um circuito que inclui tour pelo centro histórico de Belém, encontro na TV Liberal com profissionais da cultura local, jantar com influenciadores da cidade e uma imersão na Ilha do Combu, onde o grupo conhece processos tradicionais, como a produção artesanal de chocolate, além de ateliês de artistas visuais e criadores amazônicos. O encerramento acontece em espaços culturais da cidade, reforçando a ideia de circulação e vivência plena do território. “A ideia é criar uma oportunidade de ouro para que a cena local esteja em contato direto com profissionais que escrevem, produzem e pensam o audiovisual brasileiro. Quando esses autores conhecem pessoas reais, histórias reais e culturas vivas, eles passam a levar isso para a tela com mais profundidade, fugindo de estereótipos”, explica Ronald Pessanha. A programação também reforça o pilar de imersão do Negritudes Globo, que seleciona profissionais negros do audiovisual para experiências formativas em diferentes regiões do país. Em Belém, a proposta é que o intercâmbio aconteça em mão dupla: profissionais da cidade apresentam seus trabalhos, trajetórias e projetos, enquanto os convidados ampliam repertórios e constroem conexões que podem gerar oportunidades futuras. O Norte no centro Para o Festival Psica, a parceria representa o reconhecimento de um trabalho construído a partir dos territórios amazônicos. Segundo Gerson Dias, diretor do Psica, a aproximação com o Negritudes dialoga diretamente com os princípios que orientam o festival há mais de uma década. “Tudo o que a gente faz passa pela inclusão de pessoas pretas, indígenas e periféricas. Isso faz parte do nosso DNA. Ter o Negritudes aqui é um reconhecimento desse caminho e uma troca muito verdadeira, que coloca a Amazônia no centro das conversas”, destaca. Jeft Dias, também diretor do Psica, reforça que o encontro amplia a circulação das narrativas amazônicas para além do festival. “O Psica sempre se dedicou a contar histórias que normalmente não ganham espaço. Essa parceria cria um movimento de ida e volta: traz pessoas de fora para conhecer a nossa realidade e leva nossas criações para outros lugares do Brasil”, afirma. A programação do Negritudes Globo em Belém começou no Pré-Motins, mas segue ao longo dos próximos dias, consolidando a cidade como espaço de criação, escuta e conexão entre culturas negras, amazônicas e o audiovisual brasileiro contemporâneo. VÍDEOS: veja todas as notícias do Pará
  12. Em depoimento à Polícia Federal, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, afirmou que não há clareza de que as operações envolvendo o Banco Master tenham configurado fraude. Segundo ele, o que foi identificado pelo banco público foi uma mudança no padrão documental e na forma de originação dos créditos, mas não indícios de inexistência dos ativos. “A gente não tem clareza até hoje que isso foi uma fraude. O que a gente percebeu foi uma mudança de padrão documental e de originação do crédito”, afirmou. Paulo Henrique disse que os arquivos recebidos pelo BRB indicavam a ocorrência regular de averbações e débitos mensais. Destacou ainda o volume da operação, que envolvia cerca de R$ 12 bilhões, aproximadamente 400 mil CPFs e cerca de 1 milhão de contratos. Segundo ele, ao adquirir os créditos, o banco adotou os procedimentos usuais de mercado, incluindo o registro das operações e o envio das informações ao Banco Central. De acordo com o ex-presidente, apesar de algumas reclamações registradas na ouvidoria, não houve relatos de clientes negando a existência dos créditos após serem informados de que se tratava de operações adquiridas de terceiros. Ele afirmou ainda que testes realizados em uma amostra de cerca de 130 contratos constam de relatório circunstanciado do Banco Central. O depoimento ocorre no contexto das investigações da Polícia Federal sobre operações entre o Banco Master e o BRB. No fim de dezembro, o empresário Daniel Vorcaro, dono do Master, e Paulo Henrique Costa prestaram acareação à PF e apresentaram versões divergentes sobre a origem das carteiras de crédito vendidas ao banco público. Na acareação, Vorcaro afirmou que informou ao BRB que as carteiras seriam originadas por terceiros e disse não ter conhecimento, à época, de que os papéis vendidos eram da empresa Tirreno. Paulo Henrique, por sua vez, afirmou que o entendimento do BRB era de que se tratava de créditos originados pelo próprio Master, posteriormente negociados com terceiros e revendidos ao banco público. Os vídeos da acareação foram divulgados pelo portal “Poder360” e, posteriormente, tornados públicos por decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, relator do caso. A Polícia Federal apura se houve omissão dos gestores do BRB e falhas nos métodos de prudência e governança na aquisição de carteiras que chegaram a representar cerca de 30% dos ativos do banco público. Segundo a investigação, o Banco Master não teria recursos suficientes para honrar títulos com vencimento em 2025, teria adquirido créditos da empresa Tirreno sem realizar pagamento e, em seguida, revendido esses ativos ao BRB, que desembolsou cerca de R$ 12 bilhões. Posições do Banco Central Em depoimento à PF, o diretor do Banco Central Ailton Aquino afirmou que a governança do BRB deveria ter sido capaz de identificar se os créditos adquiridos existiam ou não. Segundo ele, a aplicação de técnicas adequadas permitiria essa verificação, e houve falha nos mecanismos de governança do banco público. Aquino disse ainda que a área de supervisão do Banco Central questionou o BRB diversas vezes, por meio de ofícios formais, sobre a geração dos créditos adquiridos do Banco Master. Em nota, Banco Central afirmou, em nota, que tem obrigação legal de acompanhar permanentemente as condições de liquidez das instituições financeiras e monitorar riscos para preservar a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional. O BC ressaltou, no entanto, que cabe a cada instituição financeira a responsabilidade exclusiva pela análise da qualidade dos créditos que adquire no mercado e pela manutenção de controles internos adequados para o gerenciamento dos riscos. Paulo Henrique Costa afirmou que, assim que o BRB identificou um padrão documental diferente, ampliou as auditorias, comunicou o Banco Central e adotou medidas para resguardar o banco, como a exigência de garantias e a substituição dos ativos. Segundo ele, cerca de R$ 10,5 bilhões já haviam sido substituídos, restando aproximadamente R$ 2,5 bilhões, enquanto o BRB mantinha cerca de R$ 9 bilhões em garantias constituídas.

  13. Cachorro é morto a tiros em avenida da Zona Leste de São Paulo Uma câmera de segurança registrou o momento em que Caramelo, cachorro comunitário que vivia na rua e era cuidado por moradores do Jardim Três Marias, na Zona Leste de São Paulo, foi morto após ser atingido por cerca de 10 tiros na Avenida Ragueb Chohfi. O caso ocorreu em 18 de janeiro deste ano. Um boletim de ocorrência por abuso a animais e disparo de arma de fogo foi registrado na delegacia. Até esta quinta-feira (29), a Polícia Civil tentava identificar o homem que atirou no animal (veja mais abaixo). Nas imagens, Caramelo aparece na área de acesso a um shopping, acompanhado por dois seguranças. Em determinado momento, o cachorro começa a latir e um dos funcionários abre o portão. O animal permanece na calçada por alguns segundos. Na sequência, um homem caminha em direção a Caramelo, que volta a latir. O suspeito saca uma arma e efetua os disparos. Após os tiros, ele deixa o local. Conforme o boletim de ocorrência, uma equipe da PM afirmou que foi acionada para o atendimento da ocorrência e, no local, encontrou um segurança do shopping. O funcionário afirmou que o atirador estava discutindo e empurrando uma mulher e, por conta da confusão, o cachorro passou a latir muito. LEIA TAMBÉM: Idoso e dócil: quem era Orelha, cão comunitário morto após agressões em SC; suspeitos são adolescentes Cão Orelha: morte de cão comunitário após agressões repercute na imprensa internacional Tutores adotam cão sobrevivente de enchente no RS e no primeiro passeio são atropelados por motorista embriagada em SP Ele ainda relatou que, ao abrir o portão de saída do shopping, o animal saiu, e o homem que estava discutindo com a mulher sacou a arma e efetuou os disparos contra o cachorro. Os policiais informaram ainda no boletim de ocorrência que encontraram três estojos de munição e verificaram que Caramelo estava com ao menos nove perfurações. O segurança compareceu à delegacia e contou que o homem discutia com uma mulher, quando efetuou os disparos contra o cachorro. Citou também que foram cerca de 12 tiros. Caramelo morreu após ser baleado com cerca de 10 tiros em avenida da Zona Leste de SP Reprodução/Arquivo Pessoal

  14. Novidade no PIX: começa a valer mecanismo que permite recuperar dinheiro em caso de golpe Jornal Nacional/ Reprodução Uma mulher grávida, identificada apenas pelas iniciais J.L., foi presa na manhã desta quarta-feira (28), por estelionato, em Teresina. Segundo a Polícia Civil, ela teria aplicado um golpe na venda e compra de um carro, após ter se disponibilizado a intermediar a negociação. Entre as vítimas, está uma amiga da suspeita. O prejuízo estimado é de R$ 37 mil. De acordo com a 8ª Delegacia Seccional, a amiga da investigada decidiu, junto ao companheiro, vender o carro. A vítima entregou os documentos pessoais à intermediadora e assinou digitalmente um contrato de compra e venda encaminhado por meio de aplicativo de mensagens. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Enquanto o casal aguardava receber o pagamento, a intermediadora passou a alegar que o suposto comprador estava aguardando a aprovação de um financiamento junto a uma instituição financeira. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Por causa da demora para receber o pagamento, o casal decidiu desistir da intermediação e tentou vender o veículo diretamente a uma concessionária, onde constataram que o veículo estava financiado junto a uma instituição bancária. "A princípio, ela era amiga da pessoa que ela enganou. Ela se dispôs a vender o automóvel, mandou os documentos e a vítima assinou achando que estaria vendendo o carro. Na verdade, o carro permaneceu na posse da vítima, só que ela se surpreendeu com a notícia que havia um financiamento realizado no veículo e que, inclusive, esse financiamento estava em débito. Então o nome dela estava, digamos assim, sujo", explicou a delegada Amanda Bezerra. O suposto comprador, por sua vez, afirmou que não adquiriu o carro e que também teria sido enganado. Ele relatou aos policiais que a intermediadora teria apresentado o veículo como se fosse dela e alegou possuir restrições cadastrais para pedir que ele realizasse o financiamento. "Tendo em vista as negativas da autora nas tratativas, sempre se esquivando de quitar a dívida ou de resolver o negócio que ela havia feito, foi representada ao Judiciário a prisão preventiva dela", completou a delegada. A investigada, de 31 anos, foi presa ao se apresentar na delegacia na manhã desta quinta-feira (29), após ser intimada. Ainda segundo a Polícia Civil, ela ressarciu cerca de R$ 10 mil. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

  15. Nova denúncia por agressão a criança envolve mais uma funcionária em creche de Iacanga Um novo boletim de ocorrência por maus-tratos foi registrado nesta quinta-feira (29) contra uma segunda funcionária da Escola Municipal Maria Aparecida Andozia Castro, em Iacanga (SP). 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp A denúncia envolve uma criança de 3 anos e eleva para cinco o número de alunos vítimas de agressões dentro da unidade escolar, todas ocorridas no dia 14 de janeiro. De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da criança foi acionada pelo Conselho Tutelar após análise das imagens de câmeras de segurança da creche. As gravações mostram o menino sentado no refeitório com uma das pernas presa no vão da cadeira. Em seguida, a funcionária levanta e chacoalha a criança, além de movimentar os braços e as pernas de forma brusca, segundo a denúncia. O caso ocorre em paralelo às apurações envolvendo outra funcionária da mesma creche, já investigada por agressões a outras crianças na mesma data. Ela foi afastada das funções e é alvo de um processo administrativo disciplinar. As gravações, que não foram divulgadas, foram solicitadas pela Polícia Civil, que instaurou um termo circunstanciado, procedimento semelhante a um inquérito policial. O g1 entrou em contato com a Secretaria de Educação de Iacanga, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Agressões teriam ocorrido em um creche de Iacanga e a funcionária envolvida foi afastada Jéssica Taboas / TV TEM Histórico de agressões Antes da nova ocorrência, as mães de quatro crianças, entre um e dois anos, já haviam registrado boletim de ocorrência por maus-tratos contra uma funcionária da mesma creche municipal. As agressões também teriam ocorrido no dia 14 de janeiro, mas só vieram à tona quando as mães tiveram acesso às imagens das câmeras de segurança na segunda-feira (26). Câmeras flagram agressão a crianças em creche de Iacanga; funcionária é afastada Após assistirem aos vídeos, as responsáveis foram orientadas pelo Conselho Tutelar a procurar a polícia. Segundo o relato das mães, que puderam ver todas as imagens, no vídeo é possível ver a servidora empurrando as crianças, forçando-as a se alimentar e também dando tapas nas cabeças delas. Jaqueline Roberta Canhiçari é mãe de um dos meninos agredidos e, em entrevista à TV TEM, descreveu as agressões que ele sofreu. "Meu filho está quieto chupando a laranja dele após a refeição e ela empurra a cadeira dele violentamente, empurra. Ele se assusta, se afasta, aí cai a laranja da mão dele. Creio eu que ela manda pegar a laranja, porque no vídeo não tem áudio. Acho que ele não pega essa laranja e é onde ela vai de forma bruta, pega ele pelo braço, levanta e joga com tudo no chão. Quase que ele bate a cabeça em uma quina de uma mesa e, nesse instante, ele fica chorando, ele fica ali sem reação", lembra. "Você sai para trabalhar e assiste a uma coisa dessas com o seu filho. É difícil de ver a imagem, é muito dolorida. Não dá para descrever o que você sente", afirma. Mães registraram o boletim de ocorrência após orientações do Conselho Tutelar de Iacanga TV TEM/ Reprodução Outra mãe, que também viu as gravações, contou que a mulher foi agressiva e forçou o filho dela a comer. "Meu filho estava comendo sozinho, estava ali quietinho no canto dele, já tem essa mania de ele não querer mesmo que as pessoas tratem dele. A gente já tem esse cuidado dentro de casa e ela querendo a todo custo enfiar a colher na boca dele. E aí, ela, ele não querendo, falando 'não', tipo, fazendo não com a cabeça, ela simplesmente pegou e empurrou a cabeça dele com força, puxou ele pelo bracinho", explica Pamela Heloísa de Siqueira Martins. Outras duas crianças também aparecem nas imagens sendo agredidas. As quatro crianças não frequentam a creche e estavam no local somente neste período de férias. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

  16. Outras famílias pedem investigação após prisão de técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta Passadas quase duas semanas da revelação de possíveis mortes provocadas intencionalmente por técnicos de enfermagem no Hospital Anchieta, no Distrito Federal, a Polícia Civil continua recebendo novos relatos de pacientes que morreram em circunstâncias similares. Nesta semana, mais uma família procurou a delegacia por suspeitar que uma parente, que também morreu no hospital, pode ter sido assassinada pelos três técnicos de enfermagem da UTI apontados como suspeitos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Rosângela Mendes Ramos morreu após uma parada cardíaca em janeiro do ano passado, aos 55 anos. Outras duas famílias, que tiveram parentes internados no hospital em agosto e setembro, também procuraram a polícia (saiba mais detalhes abaixo). ➡️ As denúncias vieram de familiares que dizem ter reconhecido, nas reportagens sobre o caso, o técnico de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos e Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos. Além deles, Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, também foi presa. Questionada, a Polícia Civil informou que ainda não tem um balanço com o número de ocorrências de pedidos de abertura de investigação. O inquérito que deve apurar os novos casos suspeitos ainda não foi aberto. A orientação da polícia é que, em caso de novas suspeitas, as famílias procurem a delegacia mais próxima. Se os registros tiverem elementos parecidos com os já investigados, serão encaminhados para a Coordenação de Repressão a Homicídios e Proteção à Pessoa. Mortes no hospital no DF: Fantástico teve acesso ao relatório da perícia Caso Rosângela Rosângela Mendes Ramos foi internada com pneumonia no Hospital Anchieta. Segundo a filha, ao assistir à reportagem sobre a prisão dos técnicos, ela reconheceu a técnica de enfermagem Marcella. "Eu já tinha as minhas desconfianças porque a minha mãe estava reclamando muito do hospital. Ela não dormia, não queria ser intubada por medo, medo de ficar sozinha. Teve alguns erros. Quando saiu a reportagem, falei “cara, essa desconfiança que eu tinha não era à toa. Tem algum erro aí", diz a filha, Letícia Lima. Rosângela Mendes Ramos, paciente que morreu no Hospital Anchieta, no DF Arquivo pessoal/Reprodução A família conta que Rosângela morreu pouco depois de tomar um medicamento. "Na noite que ela morreu, ela tomou um remédio, perguntou o nome do remédio. A técnica botou o papel no bolso e saiu. E aí ela falou “se eu morrer hoje, manda fazer a autópsia”. Eu não mandei fazer. E aí, será que abreviaram a vida da minha mãe? Será que esse pessoal teve contato com a minha mãe? Será que tem outras pessoas envolvidas? Essa é a grande dúvida", conta. Rosângela deixou duas filhas e três netos. Ela era servidora pública do GDF e trabalhava na área administrativa do Hospital de Ceilândia. LEIA TAMBÉM: Saiba quem são os três técnicos suspeitos de assassinar pacientes Principal suspeito arranjou novo emprego em UTI pediátrica após crimes, diz polícia Caso Ivone Ivone Domiciano Azevedo morreu em 14 de setembro do ano passado, após sofrer uma parada cardiorrespiratória na UTI do Hospital Anchieta. Ela tinha 80 anos. Segundo a família, a idosa deu entrada no hospital em 26 de agosto, com tontura. Nos exames, os médicos identificaram um aneurisma e ela permaneceu internada. A filha já prestou depoimento na Coordenação de Repressão a Homicídios e Proteção à Pessoa. Ela contou que, minutos antes da parada cardíaca, a mãe recebeu uma medicação na veia aplicada pelo técnico de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo. Ivone Domiciano Azevedo, paciente que morreu no Hospital Anchieta Arquivo pessoal "Quando a questão veio a público, eles já reconheceram o Marcos. Quando ele chegou pra medicar a dona Ivone, estava a filha e a fisioterapeuta dentro do quarto. Então ele aplicou o medicamento. E imediatamente que ele aplicou, ela passou mal, deu a parada, e foi nessa parada que ela veio a óbito", relembra a advogada da famíia Márcia Silva. A advogada afirma que Ivone chegou lúcida ao hospital e vinha se recuperando. A família tenta agora obter o prontuário médico junto ao hospital. Ivone deixou três filhos, quatro netos e três bisnetos. O outro caso suspeito é de um homem de 89 anos. Ele morreu em agosto, também no Hospital Anchieta. O g1 e a TV Globo tentam contato com a família. Principal suspeito confessou os crimes Veja quem são os três técnicos de enfermagem suspeitos de provocar intencionalmente a morte de três pacientes na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo chegou a negar envolvimento, mas confessou os crimes em depoimento à Polícia Civil após ser confrontado com imagens das câmeras de segurança da unidade. Marcela também confessou. Segundo a investigação, o homem injetou doses altas de um medicamento nos pacientes – ou seja, usou o produto como um veneno. Em uma das vítimas, ele também injetou desinfetante na veia. Já as mulheres são acusadas de participar dos crimes "dando cobertura" ao outro técnico. O que já se sabe sobre as mortes no Hospital Anchieta, no Distrito Federal Ainda segundo a Polícia Civil, Marcos trabalhava há cinco anos na área. Após abrir a investigação interna, o Hospital Anchieta demitiu os três suspeitos. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  17. O suspeito sendo detido pelos agentes da Policia Militar Polícia Militar/Divulgação Um homem suspeito de envolvimento em uma série de furtos a residências foi detido após uma ação policial no bairro Penta II, em Oriximiná, oeste do Pará. A ocorrência foi registrada depois que a guarnição recebeu a informação de que moradores haviam contido um indivíduo apontado como autor dos crimes na região da Rua 31 de Março com a Travessa Bela Vista. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp No local, populares relataram que o suspeito teria furtado diversos objetos, entre eles caixa de som, redes, cortinas, joias, relógios, utensílios domésticos, uma escultura religiosa, lanterna e bolsa. Outra vítima informou ainda o desaparecimento de lençóis e de uma panela de pressão. Durante a abordagem, o homem afirmou que parte do material havia sido vendida a uma moradora da mesma via. A equipe policial seguiu até o endereço indicado e, com autorização das residentes, realizou averiguação no interior da casa, onde localizou redes, bolsa, lanterna, cabo de alimentação de caixa de som, panela de pressão, lençóis e um anel. Quais as diferenças entre a prisão temporária e a preventiva? Uma das vítimas reconheceu parte dos objetos como sendo de sua propriedade. Todo o material foi apreendido e o suspeito encaminhado à unidade policial para os procedimentos legais. A polícia informou que há indícios de outras vítimas, que ainda devem comparecer para reconhecimento de possíveis bens furtados, ampliando a investigação sobre a atuação do suspeito na área. VÍDEOS: Mais vistos do g1 Santarém e Região


  18. Sombra de um homem projetada em frente ao logo do Google Reuters/Dado Ruvic Um ex-engenheiro de software do Google, foi condenado por um júri federal em São Francisco (EUA) nesta quinta-feira (29) por roubar segredos comerciais de IA da gigante tecnológica norte-americana para beneficiar duas empresas chinesas para as quais trabalhava secretamente, informou o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) no mesmo dia. Linwei Ding, também conhecido como Leon Ding, é um cidadão chinês de 38 anos, e foi considerado culpado após um julgamento de 11 dias por sete acusações de espionagem econômica e sete acusações de roubo de segredos comerciais por roubar milhares de páginas de informações confidenciais. Cada acusação de espionagem econômica acarreta uma pena máxima de 15 anos de prisão e multa de US$5 milhões, enquanto cada acusação de segredos comerciais acarreta uma pena máxima de 10 anos e multa de US$250.000. Ding deve comparecer a uma audiência preliminar em 3 de fevereiro, de acordo com o DOJ. Por que a China executou 11 membros de máfia que aplica golpes pela internet e trafica pessoas para Mianmar Veja os vídeos que estão em alta no g1 O advogado de Ding não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Ding foi inicialmente indiciado em março de 2024 por quatro acusações de roubo de segredos comerciais. Uma acusação substitutiva em fevereiro ampliou as acusações. O caso de Ding foi coordenado por uma força-tarefa interagências chamada Disruptive Technology Strike Force, criada em 2023 pelo governo Biden. Os promotores afirmaram que Ding roubou informações sobre a infraestrutura de hardware e a plataforma de software que permite que os centros de dados de supercomputação do Google treinem grandes modelos de IA. Alguns dos projetos de chips supostamente roubados tinham como objetivo dar ao Google, de propriedade da Alphabet, uma vantagem sobre seus rivais de computação em nuvem Amazon.com e Microsoft, que projetam seus próprios chips, e reduzir a dependência do Google dos chips da Nvidia. Os promotores afirmaram que Ding ingressou no Google em maio de 2019 e começou seus roubos três anos depois, quando estava sendo cortejado para ingressar em uma empresa chinesa de tecnologia em estágio inicial. O Google não foi acusado e afirmou ter cooperado com as autoridades policiais. A empresa não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Reportagem de Tom Hals em Wilmington, Delaware; reportagem adicional de Courtney Rozen.

  19. Imagem aérea de Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia Prefeitura de Bom Jesus da Lapa O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomentou que a Prefeitura de Bom Jesus da Lapa, no oeste do estado, adote medidas para cumprir a Lei Antibaixaria durante a festa de carnaval antecipado da cidade. Segundo o órgão, o objetivo garantir proteção de crianças e adolescentes durante o evento, que começou na quarta-feira (28) e segue até o domingo (1º). Os documentos, de autoria das promotoras de Justiça Raquel Souza dos Santos e Priscila Targino Soares Beltrão, foram encaminhados na última terça (27). Qualquer violação deve ser informada em até 48 horas. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia A orientação é de que a gestão municipal e organizadores de eventos que integram a programação do “Lapa Folia 2026” ofereçam: Proteção dos direitos humanos; Prevenção de situações e conteúdos que promovam violência e discriminação Garantia do respeito à dignidade de mulheres, crianças, adolescentes e outros grupos vulneráveis durante as festividades. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Nesse processo, artistas, bandas e equipes técnicas devem ser informados sobre o conteúdo da recomendação, com fiscalização das apresentações, com possibilidade de interrupção e aplicação de sanções em caso de descumprimento. O MP-BA também alertou acerca da obrigatoriedade da classificação indicativa dos eventos, a proibição da venda de álcool a menores e a identificação do público. Situações de risco devem ser informadas ao Conselho Tutelar. LEIA MAIS: 'Lei anti-Oruam': regra que proíbe contratação de artistas que façam apologia à violência vigora desde 2019 em Salvador Assembleia da Bahia aprova 'lei antibaixaria' Ivete dá bronca em foliões do bloco 'As Muquiranas' que brigavam no carnaval de Salvador: 'tem que jogar essa testosterona na cama' Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻

  20. Violência em Petrolina: município registra três assassinatos em menos de 24h Um homem de 57 anos, identificado como José Eduardo Amorim, foi morto a tiros na tarde desta quinta-feira (29) no bairro Dom Avelar, em Petrolina, Sertão de Pernambuco. Segundo informações de moradores à reportagem da TV Grande Rio, ele era dono de um galpão na Rua da Motivação, local onde aconteceu o crime. Este foi o segundo homicídio na zona norte da cidade em menos de 24 horas. Na noite de quarta-feira (28), duas pessoas foram assassinadas durante um ataque a tiros na Rua 3 do bairro Mandacaru. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Duas pessoas são mortas a tiros em ataque no bairro Mandacaru, em Petrolina A Polícia Civil informou que investiga os casos e que mais detalhes serão divulgados após a completa elucidação dos fatos. Os corpos das vítimas foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) do município. Até o momento, ninguém foi preso. Homem é morto a tiros no bairro Dom Avelar, em Petrolina, na tarde desta quinta-feira (29) Reprodução/TV Grande Rio Com estes crimes, Petrolina atinge a marca de 25 homicídios neste mês de janeiro. O número supera o total registrado durante o mesmo período de 2025, quando 16 pessoas foram assassinadas. Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

  21. Rio Acre na capital acreana alcançou cota de transbordo Pedro Marcelo/Rede Amazônica Acre O Rio Acre transbordou pela terceira vez em menos de dois meses em Rio Branco e marcou 14 metros na medição das 18h desta quinta-feira (29). Segundo a Defesa Civil Municipal, a elevação do manancial está relacionada às chuvas intensas na região de cabeceira. O manancial estava abaixo da cota de transbordo desde o último sábado (24). Na terça-feira (27), o rio havia entrado em vazante ao longo do dia, mas voltou a apresentar elevação na madrugada. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp A primeira vez em que o rio ultrapassou a marca foi em 27 de dezembro do ano passado, quando o manancial marcou 13,73 metros. Horas depois, a cota de transbordo de 14 metros foi atingida. Já a segunda fez foi no dia 15 deste mês, quando marcou 13,73 metros às 5h. O quantitativo desta quinta (29) representa um aumento de 1,22 metro em relação ao mesmo horário no dia anterior, quando estava em 12,78 metros. Ainda na quarta-feira (28), o Rio Acre marcou 12,37 metros ao meio-dia, chegou a 12,55 metros às 15h, 12,78 metros às 18h, 13,04 metros às 21h e 13,17 metros à meia-noite. Choveu mais de 30 mm nas últimas horas e Rio Acre volta a subir Ao g1, o coordenador da Defesa Civil de Rio Branco, tenente-coronel Cláudio Falcão, explicou que ainda não há pedido para novas retiradas de famílias que vivem nas áreas alagadas. Ele citou a enxurrada em Brasiléia na última terça como fator que contribuiu para um novo transbordamento na capital. “Aquela chuva em Brasiléia foi a maior no dia no Brasil inteiro, então, trouxe aumento no nível do rio em vários municípios. O primeiro transbordamento ocorreu no dia 27 de dezembro e esse já é terceiro nos últimos 30 dias. Temos muitas chuvas acima da média”, disse. Ainda conforme o coronel, seguem dez famílias no Parque de Exposições Wildy Viana, sete famílias indígenas na Escola Leôncio de Carvalho e outras seis na casa de familiares. “Continuamos com 27 bairros afetados e não deu tempo fazer a limpeza dele porque o rio transbordou de novo. A previsão é de que suba mais, estou trabalhando com uma expectativa de que chegue até 15 metros agora e depois pode ter uma estabilidade. Até 14,50 metros não temos necessidade de retirar novas famílias pelo transbordamentos, pode ser por outras razões”, complementou. LEIA MAIS: Chuvas na bacia do Rio Acre devem aproximar manancial da cota de alerta novamente em Rio Branco, prevê Defesa Civil Chuvas em janeiro já superam média do mês e Rio Acre volta a subir em Rio Branco Com Rio Acre acima da cota de alerta, balseiros se acumulam em ponte de Rio Branco; VÍDEO Conforme a Defesa Civil de Rio Branco, foram: 27 bairros afetados; 633 famílias atingidas na zona urbana, cerca de 2.286 pessoas; 250 famílias atingidas na zona rural, cerca de mil pessoas; 10 famílias no Parque de Exposições em situação de desabrigo, totalizando 25 pessoas e onze animais; 6 famílias desalojadas, somando 15 pessoas; 15 comunidades rurais afetadas. Cheia do Rio Acre Jean Lopes/Emater Chuvas ultrapassam média histórica Ainda segundo a Defesa Civil Municipal, a oscilação no nível do rio é provocada pelo volume elevado de chuvas ao longo do mês. Em janeiro, o acumulado pluviométrico já superou a média histórica esperada e ultrapassou os 570 milímetros na última segunda (26), enquanto a previsão para o mês era de 287,5 milímetros. De acordo com o monitoramento oficial, o manancial está acima da cota de atenção desde o dia 11 de janeiro, quando marcou 10,44 metros e ultrapassou a marca pela 4ª vez em 1 mês após chuvas intensas na capital que causaram o transbordamento do Rio Acre pela segunda vez em menos de 30 dias. Reveja os telejornais do Acre

  22. Loja de roupas sofre 2º arrastão em pouco mais de 1 ano; prejuízo de R$ 20 mil Uma loja de roupas masculinas sofreu um segundo arrastão em pouco mais de um ano na cidade de Monsenhor Gil, no Piauí. O crime ocorreu na madrugada desta quinta-feira (29), quando criminosos invadiram o estabelecimento e levaram mercadorias avaliadas em aproximadamente R$ 20 mil. Ao g1, o proprietário relatou que a ação ocorreu enquanto a rua estava vazia e sob chuva, o que pode ter facilitado a fuga dos suspeitos. “Não tinha ninguém na loja. A rua estava livre e o trabalho foi bem fácil para eles”, afirmou. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Segundo o comerciante, o primeiro arrastão foi registrado em 27 de dezembro de 2024, quando toda a loja foi esvaziada. Na ocasião, um suspeito foi preso e parte dos produtos foi recuperada, mas os demais envolvidos não foram identificados. O empresário destacou que a forma de atuação dos criminosos foi semelhante à do primeiro caso, com invasão durante a madrugada e mais de um envolvido. Para ele, há possibilidade de ligação entre os crimes. Ainda segundo o proprietário, seriam dois criminosos, que fugiram em um carro após o crime. Um boletim de ocorrência foi registrado, e o caso deve ser investigado pela Polícia Civil. Ao g1, o Grupamento da Polícia Militar (GPM) de Monsenhor Gil informou que recebeu a denúncia e realiza diligências para localizar os responsáveis pelo arrastão. Loja de roupas sofre 2º arrastão em pouco mais de 1 ano; prejuízo de R$ 20 mil em mercadorias Arquivo Pessoal VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube A Operação Escudo Eleitoral III foi deflagrada pela Polícia Federal o 13 mandados de busca e apreensão nos municípios de Piracuruca/PI e Águas Lindas/GO, por determinação do Juízo de Garantias do Núcleo I da Justiça Eleitoral do Piauí.

  23. Cachorra é resgatada desnutrida e com centenas de carrapatos em Nova Europa, SP Uma filhote de cachorra pit bull foi resgatada desnutrida, desidratada e com centenas de carrapatos no corpo na tarde desta quinta-feira (29), em Nova Europa (SP). O tutor foi preso pela Polícia Civil por maus-tratos. A identidade dele não foi divulgada. (Veja o momento em que ela é alimentada no vídeo acima) 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Denúncia Cachorrinha é resgatada com centenas de carrapatos e tutor é preso em Nova Europa, SP Luís Felipe Dal Ri/Arquivo pessoal Após uma denúncia, policiais civis e militares foram até uma casa na Rua 9 de Julho. O cão vivia em ambiente extremamente sujo, sem condições mínimas de higiene, sem acesso a água ou alimento. O animal apresentava extrema magreza e intensa infestação por carrapatos. "Lotada de carrapato, praticamente todo o corpo tomado. É deplorável o estado que ela estava. Para ser sincero, nunca vi tanto carrapato na minha vida num animal", disse o veterinário Luís Felipe Dal Ri, que foi acionado para cuidar do animal, que já está medicado. Cachorra é resgatada com centenas de carrapatos em Nova Europa, SP Luís Felipe Dal Ri/Arquivo pessoal De acordo com o veterinário, cerca de 90% dos carrapatos já foram eliminados e o tratamento segue em andamento. Prisão de tutor Diante da gravidade, o tutor foi localizado em seu local de trabalho e preso em flagrante pelo crime de maus-tratos. A Lei de Crimes Ambientais estipula pena de dois a cinco anos de prisão por maus-tratos. O texto também prevê multa e proibição da guarda para quem praticar os atos contra esses animais. VÍDEOS DA EPTV: Veja mais notícias da região no g1 São Carlos e Araraquara

  24. Escola Municipal de Tempo Integral José David Feitosa no PA Nova Amazônia, zona Rural de Boa Vista (RR). Giovani Oliveira/PMBV/Divulgação A prefeitura de Boa Vista inaugurou nesta quinta-feira (29) a escola municipal de tempo integral José David Feitosa, no Projeto de Assentamento Nova Amazônia, na região do Murupu, zona Rural da capital. A unidade é a primeira desse modelo na rede municipal e oferece quatro etapas de ensino. A escola tem capacidade para atender 510 alunos e contará com creche, pré-escola e ensino fundamental, além da Educação de Jovens e Adultos (EJA), que ocorrerá em período noturno. Segundo a prefeitura, a obra foi construída com recursos próprios. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Segundo o prefeito Arthur Henrique (PL), no modelo integral os alunos entram às 7h30 e saem às 16h30. Além das aulas regulares, a escola oferece atividades complementares como informática, cultura, música e esportes. "Isso vai elevar a qualidade do ensino e colocar Boa Vista no topo da educação nacional”, completou o prefeito Arthur. Vista aérea da escola municipal de tempo integral José David Feitosa, na zona Rural de Boa Vista (RR). Richard Messias/PMBV/Divulgação A escola tem área construída de 4.151,75 metros quadrados, distribuída em cinco blocos: administrativo, creche, dois pedagógicos e serviços/refeitório. Ela inclui ainda quadra coberta, pátio, parquinho, horta, chuveiródromo e redário. A unidade conta com 16 salas de aula, além de espaços para descanso, laboratórios e áreas de convivência. No regime de tempo integral, os alunos recebem quatro refeições diárias: café da manhã, colação, almoço e pré-jantar. LEIA TAMBÉM: Prefeitura regulamenta passe livre estudantil em Boa Vista; veja regras para usar ônibus de graça Ônibus escolares vão atender 12 escolas indígenas de Boa Vista (RR). Diane Sampaio/PMBV/Divulgação 🚌 Durante a inauguração, a prefeitura também entregou 15 novos ônibus escolares. Os veículos fazem parte de um total de 84 adquiridos no fim do ano passado e devem atender 12 escolas indígenas. O ano letivo de 2026 começa no dia 2 de fevereiro, com carga horária mínima de 812 horas, distribuídas em 203 dias letivos. Entregas previstas Segundo a prefeitura, outras três escolas devem ser entregues nos próximos dias, mas as datas ainda não foram informadas. São elas: Escola Municipal Professor Ronilson Silva Nascimento, no bairro Araceli Escola Municipal Professor Fridman da Cunha Nascimento, no bairro Pedra Pintada Escola Municipal Professor Francisco Pedrosa, no bairro Airton Outros assuntos sobre Educação: Enem como diploma escolar alunos não conseguem documento e temem perder vaga na faculdade Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.

+ Sobre nós

Image

Onde estamos: .

Rua Barão do Rio Branco, 347
Centro Itápolis/SP
3262 7482 - 3262 7483
16 99781 3817(Rega)
16 99742 1727(Daiane)
© 2018 RG Assessoria Fisco Contábil. All Rights Reserved. Designed By JKAsites