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  1. Os jogadores da seleção brasileira de Carlo Ancelotti que estão lesionados. Montagem g1 A estreia do Brasil contra o Marrocos pela Copa do Mundo 2026 acontece neste sábado (13). A seleção brasileira chega para a partida com diversos desfalques em relação ao que poderia ser o time ideal de Carlo Ancelotti. Ao todo, cinco jogadores estão fora: Neymar, Wesley, Rodrygo, Éder Militão e Estevão. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia As lesões são variadas, desde o rompimento do ligamento do joelho até a ruptura de músculos. Entenda a seguir todos os desfalques do Brasil para o Mundial. Neymar Jr. O camisa 10 sofreu uma lesão de grau 2 na panturrilha em uma partida pelo Santos no Campeonato Brasileiro. 🦵🏻 O que é uma lesão muscular? Os músculos do corpo humano são formados por milhares de fibras que funcionam como pequenos cabos elásticos. Quando a carga aplicada no músculo ultrapassa a capacidade que ele consegue suportar, algumas dessas fibras acabam se rompendo, levando a uma lesão muscular. No problema na panturrilha de Neymar, ocorreu uma ruptura parcial das fibras musculares, o que causa dor moderada e perda parcial de força e função. Níveis de lesão muscular. Arte/g1 Wesley Cortado após a última partida da seleção, Wesley sofreu uma lesão grau três no músculo adutor da coxa esquerda, ou seja, houve o compimento completo do músculo. Assim, o lateral direito da Roma precisa de mais de 8 semanas de recuperação — tempo que o jogador não tem. A lesão de Wesley é do mesmo tipo de Neymar. No entanto, no caso do atacante, o jogador já vinha em processo de recuperação há mais tempo. Isso faz diferença: quanto antes o tratamento começa, maiores as chances de o atleta estar disponível até o início do torneio. Rodrygo O primeiro corte entre os titulares de Carlo Ancelotti, Rodrygo Goes teve a pior lesão entre os jogadores. Em março deste ano, o ponta do Real Madrid rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito (LCA) e do menisco. O rompimento do LCA é um dos mais graves para um jogador de futebol, com tempo de recuperação variando, em média, entre 6 e 12 meses. Estevão Faltando pouco mais de um mês para a Copa, Estevão sofreu uma ruptura completa do músculo posterior da coxa direita. De acordo com os especialistas, uma lesão como a do ponta direita do Chelsea desencadeia uma reação inflamatória no corpo. Nesse cenário, os principais sintomas de que se trata de uma lesão grau 4 são: Sangramento local e interno Inchaço Dor Perda de força muscular O tratamento neste caso pode variar de oito a doze semanas. Em caso de cirurgia, o tempo de retorno pode ser superior a 4 meses. 🩼 Por que grau 4? A numeração das lesões musculares não é padronizada. Em algumas classificações, a ruptura completa é considerada grau 3; em outras, grau 4. Em ambos os casos, trata-se de uma lesão grave. Lesão grau 4: entenda problema que pode deixar Estêvão fora da Copa Estêvão comemora gol do Brasil sobre a Tunísia amistoso internacional 2025 Fifa FRANCK FIFE / AFP Éder Militão Por fim, no caso de Éder Militão, aconteceu a reincidência de um problema já recorrente no atleta: lesão no bíceps femoral. A lesão no bíceps femoral acontece quando há um estiramento ou ruptura do músculo localizado na parte de trás da coxa. Segundo os especialistas, esse tipo de lesão ocorre, principalmente, por conta de um desequilíbrio muscular. Bíceps femoral da coxa Arte/g1 Segundo especialistas, o caso do zagueiro do Real Madrid pode causar: Dor súbita e intensa na parte posterior da coxa, muitas vezes descrita como uma fisgada Dificuldade para correr, acelerar ou até caminhar normalmente Hematoma e rigidez no local da lesão O bíceps femoral funciona como um freio da perna, principalmente durante a corrida, controlando a extensão do joelho. Quando ocorre a lesão, o controle se perde.

  2. Ruas de São Luís ganham decoração que une tradição junina e torcida pelo hexa ⚽🎊 Clima junino e torcida pelo hexa: tudo junto e misturado. Em São Luís, o ritmo do São João se juntou com a paixão pelo futebol para criar uma festa em dose dupla. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Como a Copa do Mundo de 2026 coincide com o período junino, as tradicionais bandeirinhas do Centro Histórico estão de cara nova, unindo duas paixões em um só cenário. A decoração também se estende por outras ruas da capital, como no bairro Tibirizinho e na Rua 12, no bairro Cohab (Veja no final da mtéria a galeria de fotos). Centro Histórico de São Luís decorado para a Copa do Mundo e São João Fotos: Hudson Souza Embora o clima de arraiá verde e amarelo esteja espalhado por quase todo o Centro Histórico, é na famosa Rua do Giz, eleita uma das ruas mais bonitas do Brasil pela revista Casa Vogue, que a decoração ganha um charme especial. Tradição completa quase 30 anos na Cohab Do outro lado da cidade, no bairro Cohab, a tradição de pintar o asfalto, pendurar bandeirinhas e vestir as cores do Brasil segue mais viva do que nunca na Rua 12. A mobilização começou há quase 30 anos, ainda em 1998. Em 2026, o cenário não é diferente, com o verde e amarelo já tomando conta da rua, as bandeiras estão estendidas entre as casas e as camisas da Seleção Brasileira viraram uniforme oficial dos moradores. Tradição completa quase 30 anos na Cohab Divulgação/Arquivo Pessoal A decoração da rua se transformou em um símbolo de união comunitária. Durante os jogos da Seleção, moradores e visitantes se reúnem para acompanhar as partidas e torcer juntos pelo Brasil. Segundo Paulo Lima, um dos organizadores da ação, a preparação é feita de forma coletiva e envolve praticamente toda a vizinhança. “Desde 1998 a gente faz essa organização. Os moradores contribuem com uma arrecadação e também realizamos rifas, bingos e outras ações para conseguir recursos para a decoração”, explica. Decoração envolve todos os moradores Divulgação/Arquivo Pessoal O que começou como uma celebração da Copa acabou se tornando uma marca registrada da comunidade. Para Paulo, o valor da tradição vai muito além do futebol. “Isso vem dos nossos avós, passou para os nossos pais e agora está com a gente. Decorar a rua para a Copa, para o São João e até para o Carnaval mostra que continuamos sendo a mesma comunidade que se reunia para jogar vôlei na rua há décadas”, conta. Mesmo quem já deixou o bairro costuma participar de alguma forma. Alguns retornam para ajudar na pintura, outros colaboram financeiramente ou acompanham a organização à distância. "Todo mundo encontra uma forma de fazer parte", ressalta. A rotina corrida dos moradores e os custos para produzir toda a decoração estão entre os principais desafios. O preço da tinta e dos tecidos que formam a decoração são divididos entre os moradores, o que exige muito comprometimento de todos. "Conseguir conciliar tudo isso é complicado, mas a gente faz acontecer”, destaca Paulo. Moradores do Tibirizinho unem a cultura Maranhense e a paixão pelo futebol Já no bairro Tibirizinho, os moradores se uniram para transformar uma das ladeiras da região em um enorme tapete verde e amarelo, com elementos que unem a cultura maranhense e a paixão pelo futebol, como um Bumba Meu Boi nas cores verde, amarelo e azul. A iniciativa partiu de Jasf Andrade, morador e integrante do movimento "Sonhos de Quebrada". Com cerca de 700 metros quadrados de pintura, a meta era ousada: criar a maior arte de rua do Maranhão. Moradores do Tibirizinho unem a cultura Maranhense e a paixão pelo futebol Divulgação/Arquivo Pessoal A pintura cobre a rua de ponta a ponta, sem deixar o asfalto à mostra. O resultado tem atraído visitantes de outros bairros, que vão ao local para conhecer a obra e tirar fotos. "Ela parece um tapete, parece que é uma praça. A rua inteira está pintada, e ela é muito grande", orgulha-se o morador. Nos bastidores, o maior desafio foi a logística. Para concluir a obra de 700 m², Jasf conta que foi preciso coordenar cerca de 50 pessoas trabalhando simultaneamente. Segundo Jasf, gerenciar cerca de 50 pessoas pintando simultaneamente na rua exige cuidado para evitar acidentes com as tintas ou estragar as artes já finalizadas. Além disso, há a preocupação com a alimentação da equipe, que passa o dia no local. A ideia inicial do grupo era ter apenas uma via decorada como representante do bairro, mas o sucesso da primeira ladeira fez com que outras ruas pedissem a pintura. Segundo Jasf, a equipe já finalizou os trabalhos em uma segunda avenida principal e iniciou a pintura de uma terceira. "O objetivo é que abrace a todos, para que a galera se sinta representada quando passar e não fique algo exclusivo, fechado dentro de um gueto. O Tibirizinho vai ficar quase todo colorido", afirma. O projeto também teve como motivação o resgate de uma cultura forte nas décadas de 1970 a 1990, e que começou a perder força nos anos 2000. Apesar de todo o empenho na decoração, o clima em relação ao desempenho da Seleção Brasileira não é o mesmo de outras épocas. Moradores do Tibirizinho unem a cultura Maranhense e a paixão pelo futebol Divulgação/Arquivo Pessoal Segundo Jasf, os resultados recentes da equipe diminuíram a ansiedade pelos jogos em comparação com as Copas anteriores ao pentacampeonato, em 2002. Hoje, para a comunidade, o evento ganhou um significado muito mais social do que esportivo. "Esse é o momento de suspender um pouquinho as questões sociais ou financeiras que cada um pode estar passando, e brincar com o lúdico, com a felicidade momentânea que é a Copa do Mundo", conclui. Veja os detalhes das decorações no Centro Histórico, no Tibirizinho e na Cohab na galeria abaixo: Centro Histórico, Cohab e Tibirizinho em cenários que misturam o clima do São João e a Copa do Mundo de 2026

  3. Morre Brito, zagueiro campeão do mundo pelo Brasil em 70 Amigos e familiares se despedem neste sábado (13) de Brito, campeão mundial com a Seleção Brasileira na Copa de 1970. O velório do ex-zagueiro está marcado para começar às 11h, na Capela C do Cemitério da Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. O sepultamento está previsto para as 15h30, no mesmo local. Brito morreu na quinta-feira (11), aos 86 anos. O ex-jogador estava internado desde 13 de maio no Hospital Casa Ilha do Governador, onde tratava uma pneumonia. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do Rio em tempo real e de graça O ex-zagueiro Brito, em foto recente Reprodução Revelado pelo Vasco da Gama, Hércules Brito Ruas construiu uma carreira de destaque no futebol brasileiro e também defendeu clubes como Internacional, Cruzeiro, Botafogo, Corinthians, Athletico Paranaense e Flamengo. Agora no g1 O defensor entrou para a história ao integrar a seleção tricampeã mundial no México, em 1970. Titular em todos os jogos da campanha, Brito também disputou a Copa do Mundo de 1966 pela Seleção Brasileira. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Brito - Seleção Brasileira Reprodução/CBF

  4. Seleção brasileira estará na Copa do Mundo de 2026 Getty Images via BBC A Seleção Brasileira de Carlo Ancelotti faz sua estreia na Copa do Mundo 2026 neste sábado, 13 de junho, diante do Marrocos, pela primeira rodada da competição disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. Acompanhe a Copa do Mundo 2026 no ge: Simulador da Copa do Mundo 2026 Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogos RESULTADOS: confira a tabela da Copa do Mundo Quando o Brasil joga contra o Marrocos? O duelo entre Brasil e Marrocos está marcado para: Data: 13 de junho (sábado) Horário: 19h (de Brasília) Local: Estádio MetLife Cidade: New Jersey-Nova York, Estados Unidos Onde assistir ao jogo Brasil x Marrocos? Globo, ge tv e sportv transmitem ao vivo. Você também assiste aos jogos na página de tempo real no ge.globo, além de ver cortes exclusivos. Cerimônias de abertura A Copa do Mundo 2026 é a primeira disputada em três países-sede — Estados Unidos, México e Canadá — e com três cerimônias de abertura. A primeira aconteceu no México na quinta, dia 11 de junho, e as outras duas foram realizadas no Canadá e nos Estados Unidos na sexta, 12 de junho. Onde assistir à Copa do mundo? Tempo Real: o ge acompanha todos os lances da partida (clique aqui). Transmissão: Globo, ge tv, sportv, NSports, SBT e Cazé TV. Quando serão os jogos do Brasil? Confira a seguir quando o Brasil joga: Brasil x Marrocos — 1ª rodada: 13 de junho (sábado), às 19h de Brasília (18h no horário local), no Estádio MetLife, em New Jersey-Nova York/Estados Unidos. Brasil x Haiti — 2ª rodada: 19 de junho (sexta-feira), às 21h30 de Brasília (20h30 no horário local), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia/Estados Unidos. Escócia x Brasil — 3ª rodada: 24 de junho (quarta-feira), às 19h de Brasília (18h no horário local), no Estádio Hard Rock, em Miami/Estados Unidos. Caso termine a fase de grupos na liderança da chave, o Brasil terá pela frente nas oitavas de final o segundo colocado do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Tunísia e Suécia. Além disso, a primeira posição garante que a seleção brasileira permaneça nos Estados Unidos ao longo de toda a disputa do Mundial.

  5. Bandeiras do Brasil penduradas sobre uma rua decorada por moradores em Brasília, na quarta-feira, 10 de junho de 2026 AP Photo/Eraldo Peres Este sábado (13), dia de estreia do Brasil na Copa do Mundo, será marcado por chuva em parte do Sudeste e do Centro-Oeste, frio no Sul e calor em áreas do Norte e do Nordeste. A seleção brasileira entra em campo contra Marrocos às 19h, no horário de Brasília, e a previsão indica que a chuva pode aparecer justamente no período em que muita gente já estará reunida para acompanhar a partida. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A atenção principal fica para o Sudeste. Segundo o Inmet (o Instituto Nacional de Meteorologia), uma frente fria que se formou no Sul está avançando para o oceano, mas deve manter um corredor de umidade em direção ao Sudeste. Essa combinação ajuda a formar nuvens carregadas e favorece pancadas de chuva localizadas, principalmente em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. O instituto também destaca que, mesmo sem expectativa de volumes muito altos de forma generalizada, a chuva pode ser forte em pontos isolados, com raios, rajadas de vento que podem passar de 60 km/h a 80 km/h e queda pontual de granizo. Vídeos em alta no g1 Na hora do jogo do Brasil, o Inmet aponta chance de chuva em todos os estados do Sudeste, inclusive nas capitais. Em São Paulo (SP), a previsão indica um sábado de muitas nuvens, temperaturas mais baixas e pancadas de chuva pela manhã, com tendência de tempo mais firme à noite. Mesmo assim, o dia deve seguir úmido e com sensação mais fria, o que pede atenção para quem pretende assistir à partida em locais abertos. Os termômetros devem variar entre 15°C e 22°C. Neve, chuva congelante, chuva congelada e geada: entenda as diferenças entre os fenômenos No Rio de Janeiro (RJ), a chuva pode aparecer de forma mais direta no período do jogo. A previsão indica sol com aumento de nuvens pela manhã e pancadas de chuva à tarde e à noite, com possibilidade de trovoadas. A capital fluminense deve ter mínima de 19°C e máxima de 29°C. Para quem pretende acompanhar a partida em praias, quiosques, bares com área externa ou telões descobertos, vale ficar atento, porque a instabilidade pode atrapalhar a programação no fim da tarde e no começo da noite. Em Belo Horizonte (MG), o sábado também será instável. A capital mineira deve ter chuva rápida durante o dia e à noite, com temperaturas entre 15°C e 23°C. Como a partida começa às 19h, há chance de chuva perto do horário do jogo. Em Vitória (ES), a previsão indica pancadas pela manhã e muitas nuvens à tarde, com tempo mais firme à noite, mas o Inmet mantém o alerta para instabilidades no estado, especialmente por causa da umidade associada à frente fria e às perturbações nos ventos em níveis mais altos da atmosfera. ☁️ Veja a previsão do tempo na sua cidade Previsão de temperatura mínima neste sábado (13) em todo o Brasil. CPTEC/Inpe No Centro-Oeste, a chuva também deve aparecer no sábado, mas com intensidade diferente de uma área para outra. Campo Grande (MS) está entre as capitais com maior atenção: a previsão indica pancadas durante o dia e à noite, com trovoadas e acumulado previsto de 26,2 mm. A temperatura deve variar entre 18°C e 27°C. A instabilidade em Mato Grosso do Sul deve seguir no domingo, o que mantém o risco de chuva em parte do estado durante o fim de semana. Brasília (DF) também terá muitas nuvens e chance de pancadas à tarde e à noite. A capital federal deve registrar mínima de 17°C e máxima de 26°C. Em Goiânia (GO), o tempo fica carregado, com muitas nuvens e possibilidade de chuva no período noturno. Em Cuiabá (MT), o calor segue mais presente, com máxima de 33°C, e a chuva aparece de forma mais isolada, principalmente à noite. O Inmet também aponta pancadas localizadas em Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, com possibilidade de raios em alguns pontos. LEIA TAMBÉM: Raro e espetacular: caverna no Brasil só recebe luz por 3 meses e vira cenário de outro planeta Como Peru transformou um dos desertos mais áridos do mundo em um centro de produção de alimentos 80% dos corais do planeta sofreram branqueamento moderado ou severo, mostra estudo inédito No Sul, a chuva perde força em boa parte da região, mas o frio ganha espaço. Porto Alegre (RS) deve ter sol com muitas nuvens, névoa ao amanhecer e noite com poucas nuvens. Não há previsão de chuva na capital gaúcha, e os termômetros devem variar entre 11°C e 18°C. O tempo deve favorecer encontros antes do jogo, mas a noite será fria, principalmente para quem vai acompanhar a partida fora de casa ou em áreas abertas. Em Florianópolis (SC), o sábado também deve ser sem chuva, com sol entre nuvens e temperaturas entre 13°C e 20°C. Curitiba (PR) terá um dia seco, com sol e algumas nuvens, mas mais frio, com mínima de 9°C e máxima de 18°C. Segundo o Inmet, ainda pode haver chuva fraca e isolada no leste de Santa Catarina e do Paraná, além de ventos associados ao ciclone que se afasta pelo oceano. O instituto também aponta possibilidade de geada em áreas mais altas do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná durante o fim de semana. 📱GloboPop: confira o palco do Jornal Nacional na plataforma de vídeos verticais da Globo No Nordeste, a chuva fica mais concentrada na faixa litorânea, especialmente entre o Maranhão e áreas do litoral leste, do Rio Grande do Norte até Sergipe. No interior, o tempo segue mais quente e seco, com umidade mais baixa em áreas do sertão durante a tarde. Salvador (BA) deve ter sol com algumas nuvens e não há previsão de chuva, com temperaturas entre 22°C e 31°C. Em Recife (PE), o dia terá muitas nuvens, aberturas de sol e chance de chuva, com mínima de 23°C e máxima de 31°C. Maceió (AL) deve ter pancadas à tarde e à noite, o que pode afetar a programação da torcida no horário do jogo. Em Fortaleza (CE), a previsão indica chuva passageira durante o dia e tempo mais firme à noite. Natal (RN) pode ter pancadas pela manhã e à noite. São Luís (MA) deve ter chuva à tarde, mas a tendência é de melhora no período noturno. João Pessoa (PB) deve ter sol entre nuvens e noite com maior nebulosidade, sem previsão de chuva. Em Teresina (PI), o calor será mais forte, com máxima de 33°C e tempo firme. No Norte, o calor continua, mas pancadas isoladas ainda devem ocorrer em parte da região. O Inmet chama atenção para chuva no Amazonas no horário do jogo do Brasil, mesmo que de forma rápida e localizada. Manaus (AM) deve ter chuva passageira durante o dia e muitas nuvens à noite, com temperaturas entre 24°C e 32°C. Belém (PA) terá sol e aumento de nuvens pela manhã, com pancadas à tarde e à noite. Em Porto Velho (RO), a chuva pode aparecer à noite, depois de um dia com muitas nuvens. Rio Branco (AC), Macapá (AP) e Boa Vista (RR) também têm previsão de pancadas rápidas. Palmas (TO) deve ter tempo mais firme, com máxima de 33°C e sem chuva. Previsão de chuva neste sábado em todo o país. CPTEC/Inpe Indicadores sobre o clima estão em alerta vermelho LEIA TAMBÉM: Cientistas descobrem formação geológica no Triângulo das Bermudas que pode explicar mistérios da região Japoneses processam governo por inação climática e pedem indenização É #FAKE que Amazônia não contribui para equilibrar clima do mundo

  6. Matt Freese atuando pela seleção dos EUA, à esquerda, e na formatura em Harvard, à direita. Reprodução A seleção dos Estados Unidos estreou na noite da sexta-feira (12) na Copa do Mundo 2026 e contou com uma defesa literalmente graduada. Isso porque o goleiro Matt Freese, um dos titulares na partida, é o primeiro jogador formado na Universidade de Harvard a participar da competição. Ele entrou em 2016 na universidade para cursar economia, seguindo os passos do pai, o neurocirurgião Andrew Freese, e de seus dois irmãos, todos graduados em Harvard. Em 2018, teve que interromper seus estudos para assinar com a liga americana de futebol, mas em 2022, durante a pandemia e com as aulas online da universidade, concluiu o curso e conseguiu se formar. Mas o goleiro americano não é o único que disputou uma Copa do Mundo e também se graduou no ensino superior. No passado, nomes como Sócrates e Tostão acumularam números no futebol e boas notas na faculdade. VEJA TAMBÉM: O que brasileiros precisam saber antes de ir à Copa Abaixo, relembre craques com diplomas em grandes universidades pelo mundo: Yuto Nagatomo Yuto Nagatomo em jogo da Copa do Mundo de 2018. Wikimedia Commons O defensor Yuto Nagatomo é outro jogador que vai participar da Copa do Mundo 2026 e que tem formação universitária. "O veterano está prestes a fazer história como o primeiro jogador japonês a participar de cinco edições da Copa do Mundo da Fifa", lembra a Fifa Ele iniciou sua carreira como estudante-atleta na prestigiada Universidade Meiji, em Tóquio, onde se formou em economia. Sócrates Sócrates em ação na Copa do Mundo pela Seleção Brasileira. Presse Sports/Agif/Folhapress Um dos grandes nomes do futebol brasileiro na década de 1980, o meio-campista Sócrates se formou em medicina na Universidade de São Paulo enquanto ascendia no esporte. Ele participou dos mundiais em 1982, na Espanha, e 1986, no México, e ganhou o apelido de "Doutor Sócrates", justamente por seu título acadêmico. Bom articulador, se tornou um dos líderes do movimento Democracia Corinthiana, com forte atuação política. Tostão Tostão Reprodução Outro nome histórico do futebol brasileiro, o atacante Tostão também se formou em medicina após sua aposentadoria precoce, com somente 26 anos. Ele foi destaque na Copa de 1970, sendo titular em todas as partidas e marcando dois gols. Sua saída do futebol foi motivada por um chute no olho, que, ainda que com algumas tentativas de recuperação, poderia deixá-lo cego. A lesão foi também o que motivou sua especialização na medicina: a oftalmologia. Steve Coppell Steve Coppell em 2006. Ashley Ledran/Wikimedia Commons O ponta inglês Steve Coppell foi outro que conciliou o esporte com a formação acadêmica. De acordo com a Fifa, ele começou sua trajetória no futebol "conciliando a carreira de jogador no Tranmere Rovers, clube da segunda divisão inglesa, com a graduação em economia na Universidade de Liverpool". Em 1975, ele aceitou se transferir para o Manchester United, mas só sob a condição de que pudesse concluir seus estudos. Apesar de ter sofrido uma grave lesão na preparação para a Copa do Mundo de 1982, na Espanha, conseguiu ser convocado e participar de todas as partidas. Jens Lehmann Jens Lehmann em jogo beneficente em 2019. Sven Mandel/Wikimedia Commons Durante sua trajetória nas categorias de base, o goleiro alemão Jens Lehmann estudava economia na Universidade de Münster. Ele foi reserva de Oliver Kahn em 1998 e 2002. Já em 2006, se destacou na Copa do Mundo da Alemanha, ao consultar uma cola antes dos pênaltis contra a Argentina, nas quartas de final.

  7. Amistoso Brasil X Marrocos em 2023 Reuters Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado (13) na Copa do Mundo, mas a conexão entre os dois países vai muito além das quatro linhas do campo. Embora os idiomas oficiais do Marrocos sejam o árabe — na variante conhecida como darija — e o amazigh, algumas palavras presentes no cotidiano dos brasileiros também fazem parte da cultura marroquina ou têm origem comum. São vestígios de séculos de trocas culturais, comerciais e históricas que atravessaram continentes. O resultado é uma curiosidade linguística: mesmo falando línguas diferentes, brasileiros e marroquinos compartilham palavras, pratos e até nomes de lugares. Agora no g1 Cuscuz: um prato, duas versões Se existe uma palavra capaz de aproximar Brasil e Marrocos à mesa, ela é "cuscuz". No Brasil, especialmente no Nordeste, o prato costuma ser preparado com farinha de milho e servido no café da manhã ou no lanche. Já no Marrocos, o cuscuz é um dos símbolos da culinária nacional, feito com semolina de trigo e acompanhado de legumes, carnes e especiarias. Apesar das diferenças na receita, o nome tem a mesma origem. A palavra deriva do árabe kuskus e atravessou séculos até chegar ao português. Cuscuz marroquino Eulâmpio Vianna Neto Em comum: o nome do prato; a origem ligada ao mundo árabe; a presença marcante na cultura alimentar dos dois países. O que muda: no Brasil, predomina a farinha de milho; no Marrocos, a base é a semolina de trigo; os acompanhamentos e temperos também são diferentes. Palavras árabes que chegaram ao português A influência árabe no português é muito maior do que muita gente imagina. Durante os séculos em que povos muçulmanos ocuparam partes da Península Ibérica, centenas de palavras foram incorporadas ao idioma. Muitas delas continuam em uso até hoje e também fazem parte do universo cultural de países árabes, como o Marrocos. Entre os exemplos mais conhecidos estão termos ligados à alimentação, ao comércio e ao cotidiano. Algumas palavras frequentemente associadas a essa herança linguística incluem: açúcar (as-sukkar); azeite (az-zait); arroz (ar-ruzz); café (qahwa); almofada (al-mukhadda); alfândega (al-fundaq); fulano (fulan); armazém (al-makhzan); azulejo (az-zulayj). Essas palavras mostram como a língua portuguesa foi sendo moldada por diferentes influências históricas e culturais ao longo dos séculos. "Mazagão" nos dois lados do Atlântico A ligação entre Brasil e Marrocos também aparece nos mapas. No Amapá, existe o município de Mazagão, fundado no século XVIII. Já no Marrocos, o nome remete à antiga cidade de Mazagão, hoje integrada à região de El Jadida, que foi ocupada pelos portugueses durante parte da expansão marítima. A coincidência não é por acaso. Quando os portugueses deixaram a fortaleza marroquina, parte dos habitantes foi transferida para a Amazônia, dando origem à chamada Nova Mazagão.

  8. Antes mesmo da bola rolar, a relação entre futebol e política ficou evidente. Após Carlo Ancelotti convocar Neymar, o Partido Liberal (PL) publicou nas redes sociais um vídeo produzido com inteligência artificial que associa a imagem do jogador à do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República. Na publicação, o PL afirmava que “Flávio é Neymar e Neymar é Flávio”. O senador também compartilhou uma foto ao lado do atleta comemorando a convocação. Neymar não se manifestou publicamente sobre a postagem do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Hoje em dia os atletas são muito mais do que jogadores. Eles também são celebridades. E o Neymar é, sem dúvida, o grande atleta da geração brasileira”, afirma Bruna Barenco, mestre e doutoranda em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Sem citar nomes de jogadores, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse após o anúncio da convocação que o Brasil tem chances de conquistar o hexa, mas vive uma fase sem grandes ídolos no futebol. “Lamentavelmente, a gente não está em uma fase de produção de tantos gênios do futebol como tivemos nas seleções de 58, 62 e 70. A seleção pode ser campeã do mundo, mas o problema é que nossa seleção não tem mais nenhum ídolo”, afirmou durante participação no programa Sem Censura, da TV Brasil. Segundo a especialista, o contexto eleitoral intensifica ainda mais o impacto político do futebol. “No Brasil, todo ano [desde 1994] de Copa é ano de eleição. Então o futebol ganha uma importância muito maior. Tudo o que esses jogadores falam ou fazem acaba tendo impacto político também”, explica. No encontro com Donald Trump, em 7 de maio, Lula brincou sobre os vistos dos jogadores brasileiros para entrar nos Estados Unidos durante a Copa de 2026. “Espero que você não anule o visto dos jogadores da seleção brasileira, porque a gente vai vir para ganhar a Copa do Mundo”, disse. A cada quatro anos, futebol e política têm um encontro marcado, seja qual for o presidente e a sua inclinação ideológica. Para Carlos Fico, historiador, pesquisador do CNPq e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), “só um governo pouco habilidoso não se aproveitaria desse tipo de eventual conquista". ⚽ Brasil na Copa do Mundo: história, gols, títulos, jogadores e mais LEIA TAMBÉM: De 'meio a zero' à goleada: os palpites dos presidenciáveis para Brasil x Marrocos Flávio chama camiseta da Seleção de 'camisa do Bolsonaro', e Lula pede esquerda de verde e amarelo Veja o histórico de conquistas do Brasil na Copa do Mundo e o momento político de cada uma delas: A Copa de Pelé e Garrincha Na Copa de 1958, Juscelino Kubitschek era o presidente da República. O Brasil vivia os chamados “Anos Dourados”, marcados pelo avanço da indústria, pela construção da nova capital federal em Brasília e as obras arquitetônicas de Oscar Niemeyer - e pela explosão da Bossa Nova no Rio de Janeiro. O futebol, por sua vez, também entrou no clima de otimismo. Sediada na Suécia, a Copa do Mundo foi conquistada pela primeira vez pelo Brasil. Craques como Pelé e Garrincha conquistaram o mundo e ganharam o respeito da presidência. Com grande festa com direito a vinho na taça Jules Rimet, JK recebeu os atletas no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. O pronunciamento fazia referência às ideias de Gilberto Freyre, que defendia a formação de uma identidade nacional baseada na miscigenação racial. Além disso, a conquista simbolizava o fim do “Complexo de Vira-lata”, termo cunhado por Nelson Rodrigues após a derrota para o Uruguai na final da Copa de 1950. O escritor buscava explicar a tendência do povo brasileiro de se colocar em posição de inferioridade em relação ao restante do mundo. Presidente Juscelino Kubitschek levanta a taça conquistada na Copa do Mundo de 1958 Acervo Nacional Dobradinha brasileira Muitos não sabiam, mas a segunda Copa do Mundo vencida pelo Brasil, a de 1962, seria a última, em muito tempo, em que os brasileiros teriam um presidente escolhido diretamente pelo voto popular– com João Goulart no poder, após a renúncia de Jânio Quadros em 1961. “A Copa de 1962, com a dobradinha, vem para solidificar essa ideia de que o Brasil definitivamente está incluído na dinâmica global, não só no futebol, mas também na dinâmica mundial de poder”, comenta Bruna. Com Pelé lesionado e Garrincha suspenso antes da final, por um momento o sonho do bicampeonato pareceu ameaçado. Foi então que o governo entrou em cena. João Goulart sabia a importância da conquista para o país e para o próprio governo. Por isso, convocou o primeiro-ministro da época, Tancredo Neves, para escrever uma carta à Fifa e ao presidente do Chile, onde acontecia o campeonato, pedindo que Garrincha pudesse jogar a final. “Dirigentes brasileiros contaram com o apoio de Tancredo Neves, então primeiro-ministro do país, para enviar uma carta ao presidente do Chile pedindo a absolvição do jogador. Garrincha acabou liberado para disputar a final, o que mostra a dimensão e a importância que a conquista de uma Copa do Mundo tinha para o Brasil”, lembra a especialista. “Pra Frente, Brasil” O Golpe Militar de 1964 mudou completamente a relação entre futebol e política no país. Entre 1964 e 1985, o Brasil viveu um período marcado por censura, repressão, violência e violações de direitos humanos cometidas por agentes do Estado. João Goulart foi deposto, dando lugar ao governo de Humberto Castello Branco. Não foi apenas na política que os militares interferiram. O futebol também passou a ser utilizado como instrumento de propaganda institucional. Em 1969, Emílio Garrastazu Médici assumiu a Presidência e decidiu usar o esporte para promover o governo. “O presidente era muito ligado ao futebol. Ele ia às partidas e dizia que torcia para o Grêmio no Rio Grande do Sul e para o Flamengo no Rio de Janeiro. Ele frequentava o Maracanã”, explica Bruna. A vitória na Copa de 1970 ajudou a alimentar propagandas ufanistas de um Brasil vencedor e imparável, em meio ao auge do chamado “Milagre Econômico”, período de forte crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. A Marcha “Pra Frente, Brasil”, composta por Miguel Gustavo e Raul de Souza, virou símbolo daquele momento nacionalista. Pelé em recepção no Palácio do Planalto após a conquista da Copa do Mundo de 1970 Acervo/TV Globo “Poucas vezes a relação entre política e futebol foi tão explícita quanto durante a ditadura militar. Em 1958, por exemplo, essa interferência ainda era menor do que em edições posteriores, como em 1970. Ainda assim, a conquista da seleção brasileira já era vista como uma vitória do próprio país e de um projeto de nação”, assegura Bruna. Apesar da repercussão da música, o historiador Carlos Fico, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisador do CNPq, afirma que o sucesso da canção não significava necessariamente apoio popular ao regime. “A música tinha características de ‘música-chiclete’ e de música patriótica, quase marcial, como um hino. Com o desempenho da seleção em 1970, se tornou um grande sucesso. Isso não significa que a população tenha embarcado, necessariamente, na ideia de unidade nacional pretendida pela propaganda oficial”, afirma. Carlos Alberto Torres, capitão da seleção em 1970, com Emílio Garrastazu Médici, presidente da ditadura Acervo/TV Globo “Ele escala o ministério, eu escalo a seleção” A 72 dias da estreia da Copa do Mundo de 1970, João Saldanha foi demitido do cargo de técnico da seleção brasileira por João Havelange, então presidente da Confederação Brasileira de Desportos. O episódio que teria provocado a queda do treinador aconteceu após uma entrevista em que Saldanha foi questionado sobre a suposta pressão do então presidente Médici para convocar o jogador Dadá Maravilha. O técnico respondeu de forma irônica. Ele disse que o presidente tinha o direito de opinar como torcedor, mas que nem Saldanha escalava o ministério, nem Médici escalava a seleção brasileira. Saldanha, que tinha posicionamentos de esquerda e era ligado ao Partido Comunista Brasileiro, acabou deixando o comando da seleção e foi substituído por Zagallo, que convocou Dadá. A nova moeda e o tetra A redemocratização ainda era recente, o impeachment de Fernando Collor havia abalado o cenário político nacional e o país buscava a estabilização da economia com o Plano Real, lançado naquele mesmo ano. “Em 1994, o futebol começava a tentar se afastar da política e criar essa imagem de que o esporte existia separado dela. Era um contexto completamente diferente das Copas anteriores”, comenta Bruna. O time liderado por Romário, Bebeto, Dunga e Taffarel ficou marcado pela solidez defensiva e por vitórias magras, o que gerou debates sobre a identificação da torcida com aquela seleção. Seleção brasileira venceu a copa de 1994 Reprodução/Memória Globo “Existem discussões sobre por que a seleção de 1994 não é tão querida popularmente quanto outras que nem ganharam a Copa, como a de 1982. A questão está muito ligada à identificação. O torcedor brasileiro queria vencer, mas também queria se reconhecer naquela forma de jogar”, diz Bruna. A conquista da Copa de 1994 ajudou a reforçar o sentimento de unificação nacional em um ano de incertezas na política e na economia. O país sofria com a hiperinflação e com a morte de Ayrton Senna, um dos maiores ídolos do esporte do país. Copa de 2002 O pentacampeonato conquistado na Coreia do Sul e no Japão aconteceu em um Brasil muito diferente daquele de 1994. O país já colhia os frutos da estabilização da economia. O presidente era Fernando Henrique Cardoso. Apesar da conquista, a relação entre Fernando Henrique Cardoso e o futebol era mais distante do que em governos anteriores. “O FHC tinha uma postura mais séria e uma relação mais distante do futebol, apesar de receber a delegação brasileira. Existe até a imagem clássica do Vampeta descendo a rampa do Planalto dando cambalhotas”, relembra. O título mundial também coincidiu com um momento importante da política brasileira. Meses depois da conquista, Lula venceria as eleições presidenciais pela primeira vez. “Existia uma ideia de que o Brasil estava entrando em uma nova fase. O país era o primeiro pentacampeão do mundo e havia um clima de muito otimismo em relação ao futuro”, comenta Bruna. Segundo ela, a relação entre futebol e política não desapareceu com o fim da ditadura. “Muitas vezes se fala da relação entre futebol e política apenas durante governos autoritários, mas os governos democráticos também utilizam o futebol politicamente, talvez de maneira menos direta. A presença dos presidentes nas comemorações e as interações com jogadores mostram isso”, conclui. Penta do Brasil na Copa do Mundo completa 20 anos

  9. Qual a probabilidade do Brasil levar o hexa? São muitos os fatores que, somados, resultam em uma seleção campeã do mundo. Entrosamento, qualidade individual e, por que não, uma parcela de sorte, são indispensáveis. Mas é inevitável que, com a estreia do Brasil na Copa do Mundo 2026 no próximo sábado (13), a mesma pergunta de todas as Copas desde 2002 seja repetida: qual a nossa chance de ganhar o hexa? Os mais pessimistas podem afirmar que é baixa, que o futebol da seleção há tempos não é o mesmo. Por outro lado, os que preferem ver o copo meio cheio podem lembrar que o esporte pode sempre surpreender e temos, sim, chances reais de vencer. Já a matemática, imparcial e alheia aos sentimentos dos torcedores, tem uma resposta mais precisa para essa pergunta: a probabilidade de o Brasil vencer a Copa 2026 é de 9,14%. Seleção brasileira vence amistoso contra Senegal Isabel Infantes/Reuters ➡️O dado é da Previsão Esportiva, um grupo composto por pesquisadores e professores universitários das áreas de Matemática e Computação que calcula, a cada Copa, a chance de as seleções serem campeãs. Pode parecer muito pouco, mas os matemáticos garantem que, apesar de baixa, a porcentagem ainda deixa o país entre os top 5 favoritos na competição. (veja ranking abaixo) Favoritos para vencer a Copa do Mundo. Juan Silva/Arte g1 E se engana quem pensa que, por se tratar de uma ciência exata, a equação para se chegar a esse resultado é simples. Isso porque a conta não considera pura e simplesmente as chances numéricas, como se calcular essa probabilidade fosse um mero problema de matemática da escola, que pressupõe que todas as seleções estão em pé de igualdade. (entenda mais abaixo) A simulação é estatística e envolve milhares de repetições dos confrontos – a Copa do Mundo repetida um milhão de vezes, para ser mais precisa. Ricardo Rocha, professor de Estatística e Inteligência Artificial do Departamento de Estatística da UFBA e um dos coordenadores do Previsão Esportiva, explica que a probabilidade de uma seleção ser campeã é baseada na frequência com que o resultado acontece nesses simulações. "Se todas as seleções fossem iguais, a gente dividiria os 100% de probabilidade entre as 48 nações, o que daria uma média de 2% de chance para cada uma. Mas, na realidade, essa conta envolve muitos outros fatores que fazem com que a favorita tenha 14% de chance de vencer", compara o professor. Lesão no bíceps femoral: entenda problema que tirou Militão da Copa do Mundo A soma vencedora Como pontuado pelo professor, a tentativa de quantificar o caminho das seleções na competição envolve muitos aspectos. Isso porque o grupo entende que a realidade é que as equipes não são iguais e não têm, de verdade, as mesmas chances. 📊Por isso, nas simulações são levados em consideração os seguintes fatores: Ranking FIFA - pontuação institucional oficial de cada seleção. Ranking ELO - mede a força competitiva atual a partir de resultados internacionais. Valor de mercado - soma do valor de mercado de todos os jogadores convocados. Momento atual - variação da seleção no ranking ELO ao longo do último ano. Histórico na competição - como cada seleção já performou historicamente na Copa do Mundo. Fator anfitrião - é o conhecido fator casa, a influência positiva da torcida a favor. Seleções que vão jogar no país de origem recebem um pequeno bônus de força por esse motivo. Francisco Louzada, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP de São Carlos e também coordenador do Previsão Esportiva, explica que essas variáveis tornam o cálculo mais real, e não simplesmente uma probabilidade teórica. "O Brasil, por exemplo, entra no torneio com uma probabilidade 'carregada' pelo seu desempenho histórico e técnico, como é o caso de outras seleções ainda mais favoritas, como a França e a Inglaterra", analisa. Poucas favoritas Muito porque diversos fatores são levados em consideração, o favoritismo ao título fica concentrado em uma lista bastante seleta. Além das favoritas, o grupo mapeou as seleções que podem surpreender, por nível de força, considerando todas as variáveis utilizadas na previsão. Veja abaixo: Força de cada seleção. Juan Silva/Arte g1 Ricardo ainda destaca que o top 10 concentra quase 80% da chance de ser campeão, o que expõe a desigualdade entre as seleções e a dificuldade da competição. "A Copa é um campeonato muito difícil mesmo para as favoritas. Estar jogando bem só te dá chance de bater de frente com as outras favoritas", comenta o professor. A matemática consegue prever o campeão? Ainda que as simulações possam estimar a probabilidade de uma seleção ser campeã, os especialistas são categóricos ao afirmar que modelos matemáticos não preveem o futuro. Louzada afirma que, no futebol, a precisão raramente passa de 60% a 70% devido à natureza do esporte – especialmente por envolver poucos gols e ter alto impacto do acaso. "No futebol, o acaso tem um peso desproporcional quando comparado a esportes como basquete ou vôlei, principalmente pela escassez de gols. Como o placar é baixo, um evento único e aleatório tem força suficiente para decidir o destino de uma seleção", compara o professor. Rocha também reforça que a imprevisibilidade da modalidade torna qualquer previsão muito mais difícil. "De todos os esportes, o futebol é um dos mais difíceis de se prever. Nenhuma equipe é tão fraca a ponto de ter certeza que vai perder ou tão forte a ponto de garantir vitória, então pode acontecer de tudo", comenta. À medida que os jogos vão acontecendo e as equipes vão avançando, o grupo vai refazer as simulações, fixando os resultados que já se concretizaram. Esse processo tende a tornar a previsões mais precisas para as fases seguintes. Apesar disso, por se tratar de um campeonato curto, não há tempo o suficiente para que a sorte e o azar se equilibrem ao longo das rodadas e a média dos resultados ajude a estatística. "O acaso assume um papel central: um erro individual, um desvio fortuito ou um lance de azar pode eliminar a melhor seleção do mundo, tornando o torneio muito mais imprevisível", analisa Louzada.
  10. Justiça da Itália publica decisão sobre absolvição de Zambelli A Corte Suprema de Cassação da Itália divulgou, nesta sexta-feira (12), os motivos que levaram à decisão de anular, em 22 de maio, a extradição da ex-deputada Carla Zambelli ao Brasil. A determinação italiana diz respeito ao pedido de extradição feito pelo Brasil contra a ex-parlamentar, conduzido com base no processo em que Zambelli foi condenada por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 🔎Há ainda um segundo processo de extradição correndo na Justiça italiana, relacionado à condenação da ex-deputada pelo crime de porte ilegal de armas e ameaça com arma de fogo (veja como está o caso mais abaixo). Veja ponto a ponto o que a Justiça italiana alegou: A Corte de Cassação afirmou que identificou "diversos elementos" capazes de gerar dúvidas sobre a imparcialidade objetiva do Supremo Tribunal Federal (STF), que condenou Carla Zambelli. Falta de imparcialidade objetiva do juiz: o argumento central da decisão é a violação do princípio da imparcialidade . A Corte afirma que o ministro Alexandre de Moraes atuou simultaneamente como integrante do colegiado julgador (juiz) e como pessoa considerada prejudicada (vítima) por um dos crimes atribuídos à deputada. Acúmulo de funções incompatíveis: a decisão afirma que Moraes conduziu investigações, ordenou prisões e medidas cautelares, e posteriormente participou do julgamento de mérito e da prolação da sentença de condenação. Violação do Tratado Bilateral: A decisão fundamenta-se no Artigo 5 do Tratado de Extradição entre Itália e Brasil, que proíbe a concessão de extradição se o processo no Estado requerente não assegurar o respeito aos direitos mínimos de defesa. A Corte entendeu que a falta de imparcialidade atinge o "núcleo essencial" desses direitos. Insuficiência das garantias do Estado Brasileiro: A Corte considerou que as respostas enviadas pelas autoridades brasileiras foram meramente formais e não enfrentaram o problema da imparcialidade objetiva. Violação de garantia constitucional: a irregularidade foi classificada como uma violação irrenunciável de uma garantia constitucional, o que prejudicou a equidade de todo o processo, desde a admissão das provas até a sentença final. O que diz o STF O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou na sexta-feira (12) que vê com preocupação decisão da Justiça italiana que anulou extradição de Zambelli. Fachin saiu em defesa da decisão da Primeira Turma da Corte pela condenação da ex-deputada, e afirmou que os ministros agiram com "independência e imparcialidade". Ele também ressaltou que o processo seguiu a Constituição do Brasil. "O processo e seus atos transcorreram em estrita observância à Constituição da República, ao devido processo legal, ao contraditório, à ampla defesa e aos compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro", disse Fachin. O presidente do STF afirmou ainda que a convicção pela condenação de Zambelli foi formada de forma colegiada [ou seja, com apoio da maioria dos ministros], e a partir dos elementos de prova reunidos. "No caso em questão, foi oferecida denúncia pela Procuradoria-Geral da República pela prática de crimes de invasão a dispositivo informático e falsidade ideológica. A denúncia foi recebida por unanimidade pela Primeira Turma, que referendou as decisões monocráticas do eminente Relator, Ministro Alexandre de Moraes, e entendeu presentes os requisitos para o exercício da ação penal", detalhou o ministro na nota. Entenda o caso Justiça da Itália publica decisão sobre absolvição de Zambelli Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão em regime fechado por contratar o hacker Walter Delgatti para invadir os sistemas do Judiciário e incluir documentos falsos. ➡️Um deles seria um mandado de prisão contra Moraes assinado por ele mesmo, e uma ordem para quebrar o sigilo bancário do próprio ministro. 🔎Considerando isso, os magistrados entenderam que Moraes foi "vítima" e "juiz" no processo. Também, que ele seria responsável pela investigação, por conta dos mandados expedidos por ele enquanto relator do caso. ➡️Para a PGR, a invasão tinha como objetivo desacreditar o Judiciário, responsável pelo processo eleitoral, e gerar um ambiente favorável a uma ruptura institucional para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder (PL). A decisão da Suprema Corte de Cassações — a última instância da Justiça italiana — revogou a sentença anterior, da Corte de Apelações da Itália. Com isso, Zambelli foi solta no fim do mês passado. Direito internacional: especialista explica a situação de Carla Zambelli Outro pedido de extradição Segundo informações obtidas pela TV Globo, o Ministério da Justiça entrou em contato com a autoridade central da Itália para questionar se há um novo pedido de prisão contra Carla Zambelli relacionado ao segundo processo de extradição, referente ao caso de porte ilegal de arma de fogo. O episódio ocorreu na véspera do segundo turno das eleições de 2022. Na ocasião, a então deputada perseguiu, armada, um homem pelas ruas do bairro Jardins, em São Paulo (SP), após uma discussão política. Em resposta, as autoridades italianas informaram que a procuradoria aguardava a divulgação da decisão da Corte de Cassação sobre o primeiro pedido de extradição para avaliar se o entendimento adotado naquele caso poderia influenciar a análise do segundo processo. O julgamento desse novo pedido de extradição está marcado para 1º de julho.

  11. O Governo do Estado do Rio de Janeiro divulgou nesta sexta-feira (12) um esquema especial de policiamento para a estreia do Brasil na Copa 2026, no sábado (13). O governo informou que vai mobilizar grande parte do efetivo da Polícia Militar, além de recursos tecnológicos e unidades especializadas, para garantir a segurança dos torcedores durante a estreia da Seleção. O esquema especial de policiamento será empregado nos principais pontos de concentração de público na capital e em diversas regiões do estado. As unidades operacionais e especializadas da Corporação atuarão em diversos bairros da capital e em municípios da Baixada Fluminense, Região Metropolitana, Costa Verde e interior do estado do Rio de Janeiro. Na região da Grande Tijuca, 246 policiais militares do 6º BPM (Tijuca), de unidades do Comando de Operações Especiais (COE) e do Comando de Policiamento Especializado (CPE) reforçarão o policiamento nos eventos organizados nas ruas Jorge Rudge, Pereira Nunes e Zulmira, além do tradicional Alzirão, que deverá receber milhares de torcedores. O esquema de segurança contará com o apoio do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (RECOM), do Grupamento Aeromóvel (GAM), do Regimento de Polícia Montada (RPMont) e de equipes da Operação Tijuca Presente. Imagem mostra festa no Alzirão vista de cima Reprodução/Instagram Em Copacabana, mais de 200 policiais militares estarão mobilizados para garantir a segurança dos torcedores que acompanharão os jogos transmitidos na Arena Copacabana. O espaço instalado na orla da praia, na altura da Avenida Princesa Isabel, contará com policiamento reforçado, incluindo patrulhamento com motocicletas e mais de 20 viaturas da Corporação. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Torcedores se reúnem na Fan Fest, em Copacabana, para ver a estreia da Seleção Brasileira em 2022 Marcos Serra Lima/g1 Além da atuação dos agentes do 19º BPM (Copacabana), o esquema de segurança contará com equipes do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidões (RECOM) e do Batalhão de Ações com Cães (BAC). As equipes de motociclistas do 1º Comando de Policiamento de Área (1º CPA) realizarão rondas em toda a extensão da Avenida Atlântica, com o objetivo de ampliar a sensação de segurança para moradores, turistas e torcedores, além de atuar na prevenção e repressão aos crimes de roubo e furto. O planejamento operacional também prevê o emprego de recursos tecnológicos, monitoramento em tempo real e reforço do policiamento ostensivo em áreas de grande circulação de pessoas, garantindo pronta resposta a eventuais ocorrências. Agora no g1 Drone usado pela PM em Copacabana Rafael Nascimento/g1

  12. Prédio na Asa Norte, em Brasília, com tirinhas decorativas em verde e amarelo. Vianey Bentes/TV Globo Reunir amigos e familiares em casa está entre os programas previstos para os próximos dias por muitos torcedores — especialmente em datas como este sábado (13), quando a seleção brasileira entrará em campo contra o Marrocos no primeiro jogo em busca do hexacampeonato mundial. O g1 consultou a legislação para mostrar o que pode e o que não pode acontecer nos condomínios durante esse período. As regras estão previstas na Constituição Federal e no Código Civil, que reúne dispositivos específicos sobre a convivência em condomínios. 🚨 Vale lembrar: além dessas normas gerais, cada condomínio tem regras próprias, definidas na convenção e no regulamento interno. Em caso de problemas relacionados à reserva de áreas comuns, por exemplo, cabe ao síndico de cada condomínio solucionar a questão, explica Angélica Arbex, diretora de Marketing e Estratégia da Lello Condomínios. "Durante esse período, percebemos um aumento significativo nas reservas e na utilização das áreas comuns, além da maior circulação de visitantes. Essas situações podem gerar dúvidas e, eventualmente, conflitos, o que faz com que os síndicos busquem mais orientação", afirma. Agora no g1 Veja abaixo 10 pontos sobre as regras de convivência em condomínios para garantir uma torcida sem transtornos. ✅ 5 coisas liberadas: 🍻🥜 Chamar a torcida para casa Vale reunir amigos e familiares para assistir aos jogos no apartamento sem necessidade de autorização prévia ou agendamento. A exceção são os eventos realizados em áreas comuns, como salões de festa e churrasqueiras, que dependem das regras e do sistema de reserva do condomínio. 🇧🇷 Varanda decorada Bandeiras do Brasil ou de outras seleções podem ser colocadas temporariamente nas varandas durante o torneio. O mesmo vale para outros enfeites temáticos da Copa. O cuidado é não transformar a decoração em algo permanente, o que pode ser interpretado como alteração da fachada do prédio. 🗣️ Gritar gol A comemoração mais tradicional do futebol está liberada. Mas é preciso atenção aos excessos e ao volume da festa, especialmente após as 22h. Em muitos municípios, leis de controle de ruído impõem limites para o barulho durante a noite — e algumas partidas da Copa serão disputadas no fim da noite ou até de madrugada. Cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11) REUTERS/Kai Pfaffenbach 👕Vestir a camisa Moradores e convidados podem usar camisas, bandeiras e outros adereços de qualquer seleção — ou mesmo de clubes de futebol — tanto nos apartamentos quanto nas áreas comuns do condomínio. Durante a Copa, a torcida está liberada. Continuam valendo, porém, as regras gerais de convivência, como restrições ao uso de roupas de banho em áreas secas do condomínio ou de roupas inadequadas para espaços compartilhados. 🚗 Reservar uma vaga para a torcida O morador pode usar sua vaga de garagem ou cedê-la a convidados que forem assistir aos jogos. Para isso, é importante seguir as regras do condomínio, informando previamente a portaria quando necessário e respeitando os limites de tamanho e ocupação da vaga. ❌ 5 pontos de atenção: 🧨Nada de fogos na varanda A legislação proíbe o uso de rojões e fogos de artifício em janelas, varandas e áreas comuns dos condomínios. A prática é considerada um risco à segurança e pode causar perturbação do sossego. Na hora de comemorar um gol, é melhor deixar os fogos de fora da festa. 🔕 Sem som alto após as 22h Essa regra vale o ano inteiro, mas deve ser reforçada no período de Copa. Como algumas partidas começam às 22h ou até à 1h da manhã, a comemoração dos gols e dos lances decisivos precisa respeitar os limites de barulho para não incomodar os vizinhos. Caso contrário, o torcedor pode ser alvo de reclamações, advertências e até multas. 🏙️Não transformar a fachada em bandeirão Pendurar bandeiras e outros enfeites de forma temporária está liberado. O que não pode é pintar paredes externas, varandas ou partes da fachada para homenagear a seleção. Por se tratar de uma alteração permanente da aparência do edifício, a prática é vedada pelo artigo 1.336 do Código Civil. 🎉 Nada de fazer da área comum uma extensão da sua sala As áreas comuns só podem ser modificadas com autorização da administração do condomínio. Corredores, escadas e rotas de fuga não podem ser ocupados por mesas, cadeiras, televisões ou decorações improvisadas para acompanhar os jogos. Além disso, qualquer dano causado ao patrimônio do edifício pode gerar multa. O morador responde tanto por seus próprios atos quanto pelos prejuízos causados por convidados, sem prejuízo de eventuais medidas civis ou criminais. ⚠️ Respeitar capacidade máxima Mesmo com a reserva das áreas comuns, é obrigatório respeitar a capacidade máxima de cada espaço. Salões de festa, churrasqueiras e outras áreas de convivência têm limites definidos por questões de segurança, incluindo prevenção de incêndios e preservação da estrutura do condomínio. Ultrapassar o número permitido de pessoas pode resultar em advertência ou multa, além de colocar em risco a segurança dos moradores e convidados.

  13. Mulher que fingia ser criança abandonou voz infantil em delegacia A delegada de Polícia Civil Luana Tamiozzo Medeiros investigou, em 2021, Amanda Maria Souza de Oliveira, 37, mulher que se apresentava como uma menina de 11 ou 12 anos chamada Gabrielly da Silva Ferreira. Ela passou por diferentes cidades do Rio Grande do Sul e apresentou comportamentos agressivos em uma das casas que a acolheram. "Ela começou a ficar agressiva com a outra criança por ciúmes", disse. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A residência tinha outra criança morando no local e foi justamente esse comportamento o motivo do início de uma investigação da 2ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha, cinco anos antes do caso de a suspeita de estelionato ficar conhecida em todo o país após a prisão em Santa Catarina. "Eles vieram falar comigo porque a então menina estava tendo comportamentos estranhos, nervosos. Saíam agulhas, pregos de dentro dela", afirmou. Quando viu Amanda pela primeira vez, Luana diz que desconfiou imediatamente da idade informada: "Quando eles vieram me trazer, eu pensei: 'Isso não é uma menina, é uma mulher'. Desconfiei de cara e vi que não era, era uma mulher." Diante das dúvidas sobre a identidade da mulher, a polícia e o Ministério Público solicitaram a prisão preventiva. Naquele período, Amanda já estava internada em um hospital. A prisão ocorreu após a alta médica. A operação exigiu cuidados especiais por causa do estado de saúde da investigada. "Tínhamos que cuidar com a queda dela porque ela tinha muito ferro no corpo. A prisão dela foi a coisa mais louca do mundo", relembrou delegada. Amanda ficou seis meses presa pelo crime de estelionato até ter a prisão relaxada pela Justiça. 'Tá, Amanda, agora chega': delegada lembra quando mulher que fingia ser criança abandonou voz infantil Mulher de 37 anos que fingiu ter 12 passou por cinco cidades do RS e ficou presa por seis meses; veja trajetória Mulher que fingia ser adolescente foi diagnosticada com 'transtorno factício e pseudologia fantástica' em 2022 As primeiras suspeitas Antes da prisão, Amanda havia sido acolhida por famílias e acompanhada por serviços públicos após se apresentar como uma criança em situação de vulnerabilidade, incluindo na cidade de Cachoeirinha. As primeiras desconfianças surgiram quando pessoas envolvidas no acolhimento procuraram a polícia. Sem conseguir confirmar quem era a suposta adolescente, a delegada decidiu procurar casos semelhantes na internet. A pesquisa acabou sendo decisiva para a investigação. "Eu joguei no Google 'menina criança ferros no corpo', algo assim. E aí descobri que havia dez anos acontecia isso", contou. A busca levou a registros de ocorrências semelhantes em outros estados. A delegada então entrou em contato com um delegado da Bahia e enviou uma fotografia da mulher, que confirmou que era mesmo Amanda. A partir dali, a polícia passou a reconstruir a trajetória de Amanda pelo país. De acordo com a delegada, a investigação apontou que ela se deslocava entre estados pegando carona com caminhoneiros. 'Ela queria ter uma família' Após admitir sua verdadeira identidade, Amanda também falou sobre os motivos que a levavam a assumir personagens e buscar acolhimento de desconhecidos, segundo a delegada. "Ela me confessou e argumentou que o motivo é que queria ter uma família. No depoimento dela, nunca disse que era para fazer o mal", disse Luana. Amanda foi indiciada pela Polícia Civil. O processo posteriormente passou a tramitar na Justiça gaúcha, mas estava suspenso, já que ela não havia sido localizada. Recentemente, ela voltou a ser presa em Santa Catarina, onde é investigada por novamente se apresentar como adolescente para obter acolhimento. A defesa de Amanda Maria desconhece os detalhes do processo movido contra ela no Rio Grande do Sul disse ainda que vai se manifestar nos autos do caso que corre em Santa Catarina. Mulher de 37 anos finge ter 12 e é presa por estelionato 1 ano após ser adotada em SC Infográfico - Falsa adolescente Arte/g1 De mamadeira ao Mounjaro como agia mulher de 37 anos que fingiu ter 12 anos para enganar família de SC Redes sociais/Reprodução Mulher de 37 anos 'adotada' após fingir ter 12 anos Polícia Civil/Reprodução VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  14. Advogado pede a condenação do próprio cliente e réu é considerado 'indefeso' em SC Um advogado não pode deixar o réu sem defesa em processos criminais, de acordo com o Estatuto da Advocacia. Em Florianópolis, no entanto, o caso em que o defensor de um réu acusado por tráfico de drogas concordou com a tese do Ministério Público de condenar o próprio cliente repercutiu nas redes sociais e motivou uma apuração da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Santa Catarina. 🔎 Mas o que um advogado pode e não pode fazer enquanto defende uma pessoa em um processo criminal? O g1 procurou especialistas do direito que explicaram que defensores até podem concordar com parte da tese de acusação, mas jamais atuar em prejuízo do cliente (veja abaixo). ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp 'O senhor merece uma defesa', diz juíza a réu Advogado pede a condenação do próprio cliente O professor de processo penal da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Matheus Felipe de Castro, por exemplo, explicou que o advogado não pode deixar o réu indefeso e lembrou que a Constituição Brasileira prevê, no inciso LV do artigo 5º, que todo acusado tem direito à defesa. "A gente não é obrigado a negar a autoria do fato. Às vezes, essa autoria está evidente. Então, a gente admite. Mas a gente pede uma legítima defesa, uma diminuição de pena, pede o que a gente chama de privilégio dos legais. O que a gente não pode fazer, o que é vetado, é a gente simplesmente concordar com o Ministério Público", explicou. 'Não pode atuar em prejuízo do cliente' O artigo 34 do Estatuto da Advocacia prevê uma série de infrações disciplinares. O professor destaca o inciso XV, que prevê como infração fazer, em nome do cliente, e sem autorização por escrito dele, "imputação a terceiro de fato definido como crime" - ou seja, atribuir a alguém a prática de um crime sem ter autorização expressa do acusado para fazer isso. "É uma obrigação legal do advogado fazer essa contestação. Como eu falei, ela não precisa ser uma contestação é total, absoluta. Você pode concordar com algumas partes, se isso interessar para a defesa, mas você não pode aderir simplesmente à versão. Senão, o réu pode ficar indefeso", elaborou o professor. Ele destacou que a regra é essa em processos criminais. "Nos casos cíveis que envolvem patrimônio, você pode concordar com a demanda do autor. Você não é obrigado a contestar sempre. No crime, não. A pessoa não pode abrir mão da sua defesa". A professora Camila Damasceno de Andrade, também da UFSC, resumiu a questão: "Basicamente, um advogado de defesa não pode concordar com a acusação e solicitar a condenação, porque ele não pode atuar em prejuízo do réu que o contratou". Andrade citou também a súmula 523 do Supremo Tribunal Federal (STF), que diz que, no processo criminal, a falta da defesa resulta em nulidade da ação, caso haja prova de prejuízo para o réu. O que acontece se o réu ficar indefeso? O Código de Processo Penal, no artigo 261, prevê que nenhum acusado será julgado sem defensor. Em casos em que o juiz verifica que o réu está sem defesa, o magistrado é obrigado a garantir que o acusado seja defendido, explicou a advogada especialista em direito constitucional Kauana Nunes de Palma. "O artigo 263 do Código de Processo Penal prevê que, diante da ausência de defesa técnica, o juiz deve nomear um defensor dativo para representar o réu. Sem defesa técnica, todo o processo fica em risco, qualquer ato praticado nessas condições pode ser anulado no futuro". O que aconteceu em Florianópolis? No caso de Florianópolis, o réu por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo foi considerado indefeso pela Justiça após o próprio advogado dele concordar com o pedido de condenação feito pelo Ministério Público de Santa Catarina (assista no vídeo no início do texto) Ao receber a resposta do advogado, a juíza Carolina Ranzolin Nerbass registrou que não poderia aceitar aquela posição e que teria que considerar o réu indefeso. O caso ocorreu em audiência de instrução em 28 de maio. Ela explicou a situação ao acusado e deu três dias para que ele constituísse um novo advogado. Caso contrário, ela mesma nomearia um defensor dativo — o que acabou ocorrendo. Advogado pediu condenação do próprio cliente e réu é considerado 'sem defesa' Reprodução O que diz a OAB/SC? A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de Santa Catarina (OAB/SC) informa que, tão logo tomou conhecimento dos fatos divulgados envolvendo a atuação de um advogado durante audiência criminal realizada na Comarca da Capital, oficiou a magistrada responsável pelo processo, solicitando informações e documentos relacionados ao ocorrido, a fim de compreender integralmente as circunstâncias dos fatos e avaliar eventual adoção das medidas previstas no Estatuto da Advocacia e da OAB. A OAB/SC atua de forma firme na defesa das prerrogativas profissionais e da indispensabilidade da advocacia para a administração da Justiça. Com o mesmo rigor, não tolera condutas que possam representar violação aos deveres éticos inerentes ao exercício da profissão. Caso sejam constatadas infrações disciplinares após a devida apuração, poderão ser instaurados os procedimentos competentes no âmbito do Tribunal de Ética e Disciplina, os quais tramitam sob sigilo legal. A advocacia deve ser exemplo para a sociedade. Por isso, a OAB/SC mantém atuação permanente tanto na proteção das prerrogativas profissionais quanto na fiscalização ética da atividade advocatícia. Nos últimos cinco anos, a Seccional aplicou 557 penas de suspensão e promoveu a exclusão de 69 advogados de seus quadros. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

  15. A alegria da torcedora durante a partida EUA 2x1 França, pela Copa do Mundo da Fifa de Futebol Feminino de 2019, em Paris FRANCK FIFE/AFP via Getty Images Para o professor Stefan Szymanski, tudo começou cerca de 20 anos atrás, quando ele leu e ouviu as pessoas dizerem que o esporte deveria se chamar futebol e não soccer, "que era uma palavra incorreta". 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Este debate pareceu "estranho" e fez com que ele viajasse para os anos 1960 e 70, a época da sua infância, passada justamente no país que foi o berço do futebol moderno. "Lembro que, quando eu era criança na Inglaterra, a palavra soccer era perfeitamente aceitável", conta o professor emérito da Universidade de Michigan (Estados Unidos) à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC. "Comecei a perguntar aos meus amigos: 'Vocês se lembram? Talvez seja uma recordação falsa. Alguma vez houve um problema?'" "Conversei com as pessoas sobre isso e, de fato, o consenso foi de que, nos anos 1970, não parecia haver nenhum problema com esta palavra", explica ele. Seu interesse pelo debate sobre os termos "futebol" e soccer acabou se tornando uma pesquisa, um livro e outra viagem, desta vez para mais de 100 anos atrás, em busca da origem da palavra soccer. E o professor chegou a um local distante dos Estados Unidos, ainda que bastante familiar. No outro lado do Atlântico Szymanski realizou seus estudos universitários na Inglaterra, onde também trabalhou como professor e pesquisador em instituições de ensino superior. Economista especializado em esportes, ele publicou em 2009, em coautoria com Simon Kuper, o livro Soccernomics, sem edição em português. E, depois de viver grande parte da vida em Londres, ele se mudou para os Estados Unidos. Em 2018, ele publicou It's Football, Not Soccer (And Vice Versa): On the History, Emotion, and Ideology Behind One of the Internet's Most Ferocious Debates ("É futebol, não soccer, e vice-versa: a história, a emoção e a ideologia por trás de um dos debates mais ferozes da internet", em tradução livre). Este livro foi escrito em conjunto com a professora de literatura comparativa Silke-Maria Weineck, também da Universidade de Michigan. Ilustração da partida realizada em Londres entre o Blackburns Rovers e o Notts County, publicada no The Illustrated London News, em 28 de março de 1891 Getty Images Szymanski conta que, inicialmente, o futebol era um esporte muito elegante. "Os fundadores da Football Association inglesa, em 1863, eram formados em Oxford", segundo ele. "Eles frequentaram as grandes escolas públicas e eram das classes ricas e privilegiadas do país." Naquele mesmo ano, a organização redigiu um regulamento para a modalidade. "O jogo disputado dentro das regras da Football Association passou a ser conhecido como association football", escreveu John M. Cunningham no seu artigo Why Do Some People Call Football 'Soccer'?" ("Por que algumas pessoas chamam o futebol de soccer?", em tradução livre), da Enciclopédia Britânica. O nome também servia para diferenciar o novo esporte de outra modalidade esportiva que também existe até hoje: o rugby. "Com isso, havia dois esportes", explica Szymanski, "um chamado rugby football e outro chamado football association, se quisermos falar mais formalmente." No rugby football, os jogadores podiam correr carregando a bola até o gol. Mas, no football association, isso não era permitido. O 'er' final Com o passar do tempo, o futebol se expandiu e a classe trabalhadora da Inglaterra começou a se identificar com o novo esporte. Mas Szymanski destaca novamente que o futebol, "nos seus primeiros dias, era de classe alta e muito popular em Oxford e Cambridge, duas universidades de luxo". Entre os estudantes privilegiados dos anos 1880 e 1890, havia o costume de reduzir as palavras e acrescentar o final "er", criando uma espécie de gíria. "Assim, em vez de breakfast [café da manhã], eles diziam breaker, explica o professor. Se aplicarmos este costume ao rugby, por exemplo, aqueles jovens iriam "jogar rugger", segundo Szymanski. Torcedora da seleção americana durante a final do futebol feminino disputada contra o Brasil, nas Olimpíadas de Paris em 2024, e vencida pelos Estados Unidos LUIS ROBAYO/AFP via Getty Images Mas como surgiu a palavra soccer? Szymanski explica que existe uma teoria, mas alerta que "ninguém tem 100% de certeza". Tudo parece indicar que os criativos jovens ingleses retiraram "soc" do meio da palavra association e acrescentaram a terminação "er", criando o termo soccer. "Obviamente, ninguém sabe ao certo, mas o que se tem certeza é de que o termo provém de Oxford", prossegue o professor. "Existem diversas fontes documentais afirmando que, de fato, a palavra foi cunhada pelos estudantes na Universidade de Oxford." Agora no g1 Ao mesmo tempo O historiador e pesquisador do esporte Andy Mitchell escreveu diversos livros, como First Elevens ("Os primeiros onzes") e 1824: the World's First Football Club ("1824: o primeiro clube de futebol do mundo", em tradução livre). No seu blog Scottish Sport History ("História do esporte escocês"), ele escreveu o artigo The mysterious origin of 'soccer'- what happened in 1885? ("A misteriosa origem de soccer: o que aconteceu em 1885?", em tradução livre). Ele conta que existem "pelo menos" três exemplos de uso da palavra soccer ou socker em revistas escolares do final de 1885, em diferentes regiões da Inglaterra: em Shropshire (oeste), Oxfordshire (sudeste) e Wiltshire (sudoeste do país). "Minha intuição diz que os termos soccer e rugger já eram usados verbalmente e apareceram impressos no início daquele ano em outra revista, ainda não identificada", escreveu Mitchell. "E estes três colaboradores o registraram." O especialista também encontrou os dois termos em um artigo de 1889, intitulado Football at Oxford ("O futebol em Oxford", em tradução livre), da publicação Boy's Own Paper. O texto destacava que, "na gíria universitária, o rugby é chamado de rugger, enquanto o termo association tem como sinônimo socker". Com o passar do tempo, a variante socker foi sendo perdida, prevalecendo apenas o termo soccer até os dias de hoje. O historiador cita um parágrafo de um artigo publicado em 1899, no jornal britânico Daily Telegraph: "Quem fala, agora, em association ou rugby football e não agradece pelas formas abreviadas, soccer ou rugger? Com a exportação da nova modalidade esportiva, a palavra soccer começou a invadir outros continentes. O jornalista especializado em futebol James Nalton conta que "referências a soccer, campos de soccer e estádios de soccer" surgiram antes de 1900, tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unidos Ele fez constar a informação no seu artigo Call it Soccer: A history of football words ("Chame de soccer: uma história de palavras futebolísticas", em tradução livre), no website World Football Index. Como 'primos' Szymanski destaca que o motivo que levou ao surgimento de uma palavra como soccer foi a necessidade de diferenciar esta modalidade de outra variante do futebol que estava sendo praticada naquela época. Na Inglaterra, originalmente, a diferenciação era entre association football e rugby football. Mas, em outros países, também houve a necessidade de diferenciar diversas versões de futebol. Na Irlanda, por exemplo, o futebol gaélico é muito popular e "o uso da palavra soccer sempre foi muito comum", segundo Szymanski. Soccer também foi empregado em países como a Nova Zelândia, África do Sul, Canadá e Austrália, cujos jogadores da seleção masculina são conhecidos como socceroos. No Canadá, o organismo que dirige o esporte se chama, em inglês, Canadian Soccer Association. Nos Estados Unidos, o esporte mais popular é o futebol americano e o campeonato nacional se chama National Football League (NFL). Mas este esporte é chamado no país apenas de futebol, segundo o pesquisador. "É que tudo está relacionado, ou seja, a versão americana do futebol evoluiu do rugby, mas também inclui elementos do soccer", explica ele. "Eles são como primos próximos e, por isso, a versão americana do futebol se tornou muito popular quase ao mesmo tempo em que foi cunhada a palavra soccer, nas décadas de 1880 e 1890." Organizados desde 1913 O conhecimento de Szymanski sobre as palavras soccer e futebol vai além das fontes históricas. Ele é complementado pela sua própria experiência. "Eu leciono na Universidade de Michigan e frequentemente falo de soccer e futebol nas minhas aulas", ele conta. "Algo que os americanos costumam fazer, quando usam a palavra soccer em uma conversa, é dizer: 'Desculpe, quis dizer football.' Eles acreditam que os britânicos são muito sensíveis em relação a esta palavra." "E eles têm razão, alguns realmente são", prossegue o professor. "Para mim, soa como delicadeza que eles se desculpem tanto e costumo dizer que 'é uma palavra inglesa, fique livre para usá-la, não há problema'." Os Estados Unidos já receberam quatro Mundiais de futebol: dois femininos (1999 e 2003) e dois masculinos (1994 e 2026, a Copa em andamento, ao lado do México e do Canadá). E sua seleção feminina já ganhou quatro Copas do Mundo. O futebol se tornou muito popular no país, mas "os americanos continuarão chamando de soccer", segundo o professor. "E é exatamente o que eles devem fazer, pois [abandonar a palavra soccer] seria muito confuso para eles." "Se alguém disser, por exemplo, 'você vai ao jogo de futebol?', a outra pessoa irá responder 'de qual futebol você está falando?'. Seria absurdo." No seu website, a U.S. Soccer destaca que a federação foi conhecida por três nomes, ao longo da sua história: De 1913 a 1944: U.S. Football Association De 1945 a 1973: U.S. Soccer Football Association De 1974 até hoje: U.S. Soccer Federation Exílio linguístico No seu livro, Szymanski e Weineck indicam que a palavra soccer circulou largamente no Reino Unido "durante a maior parte do século 20". Análises estatísticas levaram à conclusão de que, embora os jornais e outras publicações britânicas preferissem usar o termo football, a palavra soccer seguiu sendo empregada até a década de 1980 no país. Mas, com o passar do tempo, football se tornaria o termo dominante no Reino Unido. Szymanski destaca que, ao conversar com linguistas, sua impressão é que a palavra soccer sofreu uma espécie de exílio da sua terra natal. No seu artigo de 2017, James Nalton indicava que o termo soccer se tornou uma espécie de tabu entre certas pessoas no Reino Unido. "A falsa percepção de que seria um termo americano talvez seja uma das razões", segundo ele. Talvez os britânicos não sejam os únicos a terem esta mesma percepção.

  16. Visitantes na estação de esqui de Oukaimeden, no Marrocos Fadel Senna/AFP Quando se fala em Marrocos, muitos pensam em dunas de areia e cidades cercadas pelo deserto. Mas o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo guarda surpresas como estações de esqui, monarquia como forma de governo e até uma herança histórica que associa o fígado, e não o coração, ao amor. ➡️ Neste sábado (13), a Seleção Brasileira enfrenta o Marrocos em seu primeiro jogo na Copa do Mundo de 2026. A partida será às 19h, no horário de Brasília (18h no horário local), no Estádio MetLife, em New Jersey-Nova York, nos Estados Unidos. Veja, abaixo, curiosidades sobre o primeiro adversário do Brasil na Copa: 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Do deserto às montanhas com neve Saara, no Marrocos Arquivo pessoal O Marrocos vai muito além da imagem clássica do deserto. Em um único território, o país reúne paisagens muito diferentes entre si: montanhas com neve, praias banhadas pelo Atlântico, vales secos, oásis e dunas do Saara. Próximo à Marrakesh, por exemplo, há estações de esqui. Como explica o professor de história Wilher de Freitas Guimarães, a altitude da região — que abriga o Alto Atlas, a principal cadeia de montanhas do país — causa as nevascas. Depois das montanhas, no interior e no sudeste do país predominam regiões áridas próximas ao deserto do Saara. No litoral atlântico, o clima é mais ameno por influência do oceano, contrastando com as áreas desérticas do interior. "Lá tem uma diversidade enorme. Deserto, regiões montanhosas com neve", afirma o professor. "É extraordinário pensar em toda essa perspectiva de diversidade para romper com esse pensamento de homogeneidade tanto da África quanto de Marrocos". Kasbah dos Oudayas, em Rabat, localizada no alto de uma falésia sobre o Atlântico Giovanna Dell'Orto/AP LEIA MAIS: Copa do Mundo 2026: entenda novo formato e como funcionam novas regras, de 'lei Vini Jr' a VAR turbinado Brasil na Copa do Mundo: veja dias e horários dos jogos da seleção Monarquia O país, diferentemente do Brasil que tem a República como forma de governo, é uma Monarquia Constitucional, ou seja, tem o seu Estado governado por um rei. O país conta com Executivo, Legislativo e Judiciário, mas o monarca mantém amplos poderes constitucionais e exerce forte influência sobre a estrutura política marroquina. O rei que governa o Marrocos atualmente é Mohammed VI, que assumiu o poder em 1999, com a morte de seu pai Hassan II. A família de Mohammed, a Dinastia Alaouita, chegou ao poder em 1631. O Papa Francisco foi recebido no aeroporto pelo rei marroquino, Mohammed VI. Fadel Senna/Pool Photo via AP Como explica Wilher, o monarca não é visto apenas como poder central do governo, mas parte da população que crê no islamismo também tem em sua figura um líder religioso. "Setores da população marroquina não veem a pessoa do Mohammed apenas como um líder político, mas também um líder religioso. E você tem um pouco da mistura ali da religião com a questão política", afirma. Em 2011, com a Primavera Árabe, a estrutura institucional do país passou por reformas. Para atender as demandas da população, que pedia menos concentração de poder, o governo promoveu uma nova Constituição aprovada por referendo popular. Entre as principais mudanças, o rei passou a ser obrigado a nomear o chefe de governo do partido vencedor das eleições, o Parlamento ganhou mais atribuições e foram ampliadas garantias de direitos e participação política. Apesar disso, Mohammed VI manteve amplos poderes como chefe de Estado, comandante das Forças Armadas e principal autoridade religiosa do país. "[Em Marrocos] tem eleições, as mulheres votam, você tem partidos políticos, mas tudo debaixo de um certo controle do rei", explica Wilher. Um país multilíngue Marrocos pretende duplicar as chegadas de turistas até 2030, com uma meta de 26 milhões de visitantes anuais Getty Images via BBC Marrocos tem duas línguas oficiais, o árabe e o amazigue (berbere), mas é marcado pelo multilinguismo. Além do árabe marroquino, conhecido como darija, é comum encontrar pessoas que falam francês, espanhol e, cada vez mais, inglês. Árabe: é uma das duas línguas oficiais do país. Além de ser amplamente utilizado na comunicação cotidiana, o idioma também está ligado à história, à cultura e à tradição islâmica marroquina. Amazigue (berbere): falado pelos povos amazigues, presentes no Norte da África há milênios, é uma das línguas oficiais do Marrocos e possui diferentes variantes regionais. Darija (árabe marroquino): é a língua mais utilizada no dia a dia pelos marroquinos. Embora tenha origem no árabe, apresenta vocabulário e expressões influenciados pelo amazigue, francês, espanhol e outros idiomas que marcaram a história do país. Francês: a presença do francês é resultado do período colonial. Durante o século XX, grande parte do território marroquino esteve sob protetorado da França. Mesmo após a independência, o idioma segue sendo falado no país. Espanhol: o espanhol é falado no norte do país, região que também esteve sob influência espanhola durante o período colonial. A proximidade geográfica com a Espanha, separada por apenas cerca de 14 quilômetros no Estreito de Gibraltar, contribui para a manutenção do idioma em algumas áreas, além de favorecer intercâmbios culturais e econômicos. Inglês: a língua inglesa ganhou espaço nas últimas décadas impulsionada pelo turismo, pela globalização, pela internet e pelas relações internacionais. Fígado no lugar do coração Entre as curiosidades mais inusitadas associadas a Marrocos está a ideia de que o fígado, e não o coração, seria o órgão ligado ao amor. Segundo o professor Wilher, contudo, a origem dessa associação é muito mais antiga do que a própria cultura marroquina e remonta a crenças da Antiguidade. Naquele período, povos como gregos e romanos ainda não compreendiam o papel do cérebro nas emoções e atribuíam significados simbólicos a diferentes órgãos do corpo. O fígado era visto como um centro vital para o bem-estar físico e emocional, o que fez com que ele aparecesse em mitos, obras literárias e expressões relacionadas aos sentimentos. Com a expansão de influências culturais pelo Mediterrâneo e pelo mundo árabe, essa simbologia combinada com as tradições locais do Norte da África integrou a cultura da população. Por isso, é possível encontrar referências ao fígado em poemas, metáforas e expressões da tradição árabe presentes em Marrocos. No entanto, a ideia teorizada e refletida não faz parte do cotidiano dos marroquinos nem substitui o coração como símbolo moderno do amor. Hoje, a associação é vista principalmente como uma curiosa herança histórica e cultural que sobrevive em algumas manifestações literárias e populares da região. "Você pode encontrar em brincadeiras, você pode encontrar em círculos de amigos, mas não é uma ideia que você possa dizer em Marrocos ao se declarar. Você não vai ouvir dizer: "Amor, você é meu fígado". Relação com o futebol Torcedores festejam a seleção do Marrocos nas ruas de Rabat FADEL SENNA / AFP Em 2022, a seleção marroquina teve uma trajetória histórica na Copa. Quarta colocada no Catar, a seleção do Marrocos conquistou o melhor resultado de um país africano no torneio. A equipe chegou à semifinal, mas acabou derrotada pela França por 2 a 0. Depois, perdeu a disputa do terceiro lugar para a Croácia, por 2 a 1. Mesmo assim, ao chegarem em casa, os jogadores foram recebidos com festa. Historicamente, segundo Wilher, a população é fã do esporte. "Eles gostam de futebol, talvez nem tanto quanto os brasileiros, mas o futebol lá não é algo secundário", conta. "Faz parte da cultura".

  17. A Anthropic suspendeu, nesta sexta-feira (12), o acesso a dois de seus modelos de inteligência artificial (IA), em cumprimento a uma ordem de segurança nacional dos Estados Unidos. Apenas três dias depois de lançar publicamente o Fable 5, a empresa afirmou em uma publicação em seu site que recebeu uma diretriz do governo que proíbe todos os cidadãos estrangeiros de acessar esse modelo e o Mythos 5, por motivos de "segurança nacional". A ordem se aplica até mesmo aos funcionários estrangeiros da Anthropic. "O efeito dessa ordem é que precisamos desativar imediatamente o Fable 5 e o Mythos 5 para todos os nossos usuários, a fim de garantir o cumprimento", declarou a empresa. Initial plugin text Anthropic e Departamento de Guerra dos EUA Reuters/Dado Ruvic/Illustration

  18. Prova de montaria na 5ª noite da Festa do Peão de Americana 2026 Thomaz Marostegan A 5ª noite da Festa do Peão de Americana 2026, nesta sexta-feira (12) conta com provas de montaria e cutiano, além de shows de Henrique & Juliano, Gustavo Mioto e Elis Justi. Siga o g1 Campinas no Instagram 📱 Ao todo, serão sete dias de festa e montaria, com término em 14 de junho. Shows, montaria e novo palco: tudo o que você precisa saber sobre a Festa do Peão de Americana 2026 Tradição, nostalgia e novidades: veja como foi a 1ª noite da Festa do Peão de Americana 2026 Montaria, emoção e hits: veja como foi a 2ª noite da Festa do Peão de Americana 2026 Com 'voo', gravações ao vivo e neblina, 3ª noite de Americana tem Gusttavo Lima como destaque Veja abaixo imagens da 5ª noite FOTOS: 5ª noite da Festa do Peão de Americana 2026 Atrações musicais A edição de 2026 conta com 16 apresentações musicais distribuídas em sete dias. Confira os shows: 3 de junho (quarta-feira): Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo (Rústico) e Panda 5 de junho (sexta): Simone Mendes e Zé Neto & Cristiano 6 de junho (sábado): Sami Rico, Gusttavo Lima e João Bosco & Vinícius 7 de junho (domingo): Matogrosso & Mathias e Grupo Menos é Mais 12 de junho (sexta): Henrique & Juliano e Gustavo Mioto 13 de junho (sábado): Luan Santana, Bruno & Marrone e Natanzinho Lima 14 de junho (domingo): Ana Castela VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

  19. Trump diz que EUA atacaram líder do grupo criminoso Tren de Aragua O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (12) que os EUA realizaram um ataque letal contra Hector Rusthenford Guerrero Flores, também conhecido como Niño Guerrero, líder da gangue venezuelana Tren de Aragua. Ele teria morrido na ação, que Trump deu a entender ter ocorrido na Venezuela. Trump também postou um vídeo que mostraria o ataque (veja acima). Se confirmado, este é o primeiro ataque em terra de sua gestão a supostos criminosos em terra na América Latina. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Trump havia declarado no ano passado o Tren de Aragua como organização terrorista. "Esta ação foi coordenada de perto com os nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem", disse Trump, dando a entender que a ação teria ocorrido em terrirório venezuelano. A Casa Branca, o Pentágono e o Comando Sul dos EUA não responderam imediatamente a um pedido de comentário. "Sob minhas ordens, o Comando Sul dos Estados Unidos realizou um ataque cinético rápido e letal para executar com sucesso Niño Guerrero, o infame líder do Tren de Aragua, uma das organizações terroristas mais sanguinárias do planeta", escreveu trump em sua rede social, a Truth Social. Ao longo do ano passado, o governo Trump ordenou ataques a embarcações que supostamente serviriam para levar drogas aos EUA no Mar do Caribe e no Pacífico. Parte destas, segundo o Comando Sul, pertenceriam ao Tren de Aragua. Em outubro, Trump chegou a afirmar que o país estaria em "conflito armado" com as gangues venezuelanas. Trump dá entrevista à imprensa no Salão Oval da Casa Branca. Reuters/Daniel Heuer Tren de Aragua "Niño" Guerrero Flores foi acusado em um tribunal federal de Nova York de conspiração para extorsão e outros crimes, incluindo apoio a terroristas em atividades criminosas que se estenderam por mais de uma década, anunciaram as autoridades em dezembro. Trump tomou uma série de medidas extraordinárias contra a quadrilha, incluindo uma série de ataques a pequenas embarcações que seu governo acusou de contrabandear drogas para os Estados Unidos. Trump e membros de seu governo têm consistentemente culpado o Tren de Aragua pela violência e pelo tráfico de drogas que assolam algumas cidades americanas. O presidente passou meses repetindo a alegação — desmentida por uma avaliação da inteligência americana, cujo sigilo foi retirado — de que o Tren de Aragua operava sob o controle do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Os Estados Unidos extraditaram Maduro da Venezuela em janeiro para que ele enfrentasse acusações de tráfico de drogas. Trump posta vídeo de ataque americano na Venezuela contra líder do Tren de Aragua Reprodução/Redes sociais

  20. Virginia recebeu comentário de Vini Jr. Reprodução/Instagram Virginia Fonseca recebeu um grande buquê de flores nesta sexta-feira (12), Dia dos Namorados. A influenciadora publicou uma foto com o presente nas redes sociais e Vinicius Jr., seu ex-namorado, comentou com um coração. Na sua conta do Instagram, Virginia publicou quatro fotos com o buquê e marcou a cidade de Nova York, onde ela está para a cobertura da Copa do Mundo. A ausência de informações sobre quem teria enviado o presente e o comentário do jogador da seleção brasileira chamaram a atenção. "E a gente fica como com essa curiosidade?! 👀 Flores nos dia dos namorados", comentou uma seguidora. "Será que vai ser um 'alô balde?'🔥", comentou outra. Initial plugin text O atleta e a influenciadora tiveram um relacionamento de seis meses que chegou ao fim no dia 15 de maio. Virginia e Vini assumiram o relacionamento no dia 28 de outubro de 2025, após meses de rumores sobre um romance entre os dois. Entre polêmicas envolvendo prints, presentes caros e declarações de amor públicas, a relação durou cerca de sete meses. Agora no g1 Ofensas no Maracanã e defesa de Vini Jr. Virginia Fonseca foi vaiada no Maracanã durante o jogo do Brasil contra o Panamá, no Rio de Janeiro, no dia 30 de maio. Um vídeo registrou a reação da influenciadora, que estava com amigos, enquanto os xingamentos aconteciam. Em texto publicado em seu perfil no Instagram, a Virginia disse que se sentiu "acuada" com as ofensas e que sempre se sentiu julgada, seja no âmbito pessoal ou profissional. "Eu estava pensando esses dias... E sabe de uma coisa? Eu também me canso. Eu também tenho dias em que dói. Mas eu me reconstruo. E percebi que uma das maiores lições que a vida me ensinou até hoje foi que as pessoas sempre vão ter uma opinião sobre você. E, na maioria das vezes, isso diz muito mais sobre elas do que sobre você", escreveu. "Mas ontem aconteceu algo e eu senti uma coisa diferente. Me senti acuada. Talvez uma das sensações mais ruins que já senti. E isso tudo sem ter feito absolutamente nada. E aí eu entendi uma coisa. Vai ser sempre assim.' Initial plugin text Virginia estava acompanhada por Duda Freire, Rafa Uccman e Lucas Guedez na arquibancada quando começou a ser vaiada pela torcida: "Ei, Virginia, vai tomar no **". Nas redes sociais, a dentista Maria Eduarda Brandão publicou um vídeo da reação da influenciadora enquanto estava sendo hostilizada pelos torcedores. Nas imagens, Virginia fala algo para os amigos, que começam a olhar ao redor, e coloca a mão na frente do rosto. Em seu perfil oficial, Vini Jr. comentou sobre a noite mágica vivida pelo time dias antes do início da Copa do Mundo 2026, mas pediu que a torcida não ofenda a influenciadora. Segundo ele, o respeito e carinho entre os dois continuam, mesmo que a relação tenha terminado. "Queria pedir com todo o carinho para não ofenderem a Virginia. Tivemos uma relação muito bonita e gostaria que a apoiassem porque entre a gente está tudo bem. [...] Vamos juntos pelo hexa!", escreveu o craque. A influenciadora repostou o pronunciamento do ex-namorado e agradeceu ao jogador pelo apoio: "Obrigada 🙌", escreveu.

  21. Conselho de Ética da Assembleia aprova cassação do deputado Renato Freitas, do PT O desembargador Rogério Luis Nielsen Kanayama, do Tribunal de Justiça do Paraná, concedeu uma liminar para suspender a votação no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) do processo de cassação do deputado Renato Freitas (PT). A votação estava prevista para a próxima terça-feira (16). A Assembleia Legislativa foi notificada sobre a liminar na tarde desta sexta-feira (13). O presidente da Assembleia, Alexandre Curi (PSD), disse que vai recorrer da decisão. Ao julgar um recurso apresentado por Renato Freitas, o desembargador entendeu que a votação em plenário, caso confirmasse a cassação do mandato, teria "consequências imediatas e de difícil reversibilidade". Isso porque determinaria a inelegibilidade do deputado em ano de eleições. Desta forma, o desembargador entendeu que, se a punição fosse revertida na Justiça no futuro, o dano causado ao impedir Freitas de concorrer a um novo cargo público não poderia ser desfeito ou reparado com facilidade. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Sendo assim, o desembargador suspendeu o avanço do processo ético-disciplinar até julgamento final da ação movida pelo deputado para questionar a legalidade do processo. Na ação, Renato Freitas afirma que o prazo limite para aplicação da punição não teria sido respeitado e aponta cerceamento de defesa, limitação da produção de provas, suspeição do relator do caso e restrições ao direito de recurso. O magistrado ressaltou que a votação na próxima semana poderia tornar inócua uma eventual decisão favorável a Freitas. O caso ainda não tem data para ser julgado. O processo ético-disciplinar A votação no plenário foi marcada após a aprovação do parecer no Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). De acordo com o regimento, o deputado perde o mandato caso a maioria absoluta – 28 dos 54 deputados – vote pela cassação. O processo foi instaurado considerando o registro de várias representações contra o deputado depois que ele se envolveu em uma briga com um manobrista no Centro de Curitiba, em novembro de 2025. Na ocasião os dois trocaram socos e chutes. Veja o vídeo abaixo. Vídeo mostra início da confusão entre deputado Renato Freitas e homem em Curitiba Na época, Renato Freitas disse que se defendeu das agressões sofridas. Cinco dos seis deputados que formam o Conselho de Ética entenderam que a cassação do mandato é uma punição proporcional à quebra de decoro parlamentar cometida por Renato Freitas. Após a aprovação, o deputado classificou o processo como "mais uma demonstração de perseguição política sistemática". A troca de socos no Centro de Curitiba Troca de socos entre parlamentar e homem, em Curitiba Reprodução/Redes sociais Vídeos registraram a confusão que motiva o processo na Alep contra Freitas. As imagens mostram o deputado, de amarelo, um amigo dele, de azul, e o homem, de camiseta preta, discutindo verbalmente. Freitas fala para o homem se afastar, mas ele se aproxima. O deputado o empurra e o homem agride o rosto de Freitas. A briga continua e o vídeo mostra o deputado dando dois chutes na perna do rapaz. Em seguida, ele leva um soco no rosto. Outro vídeo mostra os dois sendo separados por pessoas que passavam pelo local. Renato Freitas quebrou o nariz e foi encaminhado para atendimento médico. O manobrista envolvido na confusão teve ferimentos na região do olho e negou que sabia quem era o deputado. Ambos apresentaram versões diferentes sobre o que motivou a briga. Deputado estadual Renato Freitas (PT) Alep VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

  22. Confira os destaques desta edição.

  23. Resultado da Super Sete g1 Veja abaixo os números sorteados das colunas no concurso 859 da Super Sete realizado nesta sexta-feira (12): Números sorteados por coluna Confira o resultado do sorteio da Super Sete. Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 859: Ninguém conseguiu os 7 acertos, e a premiação acumulou para R$ 1,6 milhão; 6 acertos: 1 aposta ganhadora, que vai receber R$ 26.922,08; 5 acertos: 35 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.098,86; 4 acertos: 550 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 69,92; 3 acertos: 4.981 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 6. O próximo sorteio acontece na segunda-feira (15). Favorite o g1 no Google e não perca nenhum resultado Receba no WhatsApp os resultados de loterias publicados pelo g1 Encontrou algum erro nessas informações? Escreva para o g1. Como jogar na Super Sete Na Super Sete, é preciso escolher 1 número entre 10 (os números são de 0 a 9) em cada uma das sete colunas. São sorteados sete números, um por coluna. Caso queira fazer apostas múltiplas, é possível escolher até 14 números adicionais, totalizando 21 números no máximo por aposta. Podem ser marcados no mínimo 1 e no máximo 3 números por coluna, dependendo do tamanho da aposta jogada. No sorteio, são sorteados 7 números (um por coluna). Também é possível optar pela Surpresinha: nesta modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria. Outra opção é repetir seu jogo por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha. Ganham prêmios as apostas que: Tiverem 7 acertos; Tiverem 6 acertos; Tiverem 5 acertos; Tiverem 4 acertos; Tiverem 3 acertos. O valor da aposta é de R$ 3,00. O prêmio bruto corresponde a 43,79% da arrecadação. Dessa porcentagem, será deduzido o pagamento dos prêmios com valores fixos, que são de R$ 5 para apostas com três acertos entre os sete números sorteados. A divisão do prêmio é a seguinte: 55% entre os acertadores dos números em 7 colunas; 15% entre os acertadores dos números em 6 colunas entre os 7 sorteados; 15% entre os acertadores dos números em 5 colunas entre os 7 sorteados; 15% entre os acertadores dos números em 4 colunas entre os 7 sorteados; R$ 5 para cada um dos acertadores dos números em 3 colunas entre os 7 sorteados. O valor da aposta e a chance de acerto variam de acordo com a quantidade de números escolhidos: Chances de acerto e valor da aposta Sorteio da Super Sete A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas-feiras, às quartas-feiras e às sextas-feiras, às 21h. Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem pode ser atualizada.

  24. Resultados das Loterias Caixa Veja os números, valores dos prêmios e resultados dos sorteios. O g1 transmite os sorteios das Loterias Caixa aqui nesta página e no canal do g1 no YouTube - saiba mais.. Os sorteios acontecem de segunda a sábado, exceto em feriados - veja aqui os horários.

  25. Resultado da Lotofácil g1 Veja abaixo os números do sorteio do concurso 3709 da Lotofácil realizado nesta sexta-feira (12): 1 - 4 - 6 - 7 - 9 - 10 - 11 - 14 - 15 - 18 - 19 - 20 - 23 - 24 - 25 Confira o resultado do sorteio da Lotofácil. Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 3709: 15 acertos: 3 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 574.502,08; 14 acertos: 288 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.792,56; 13 acertos: 9.453 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 35; 12 acertos: 100.816 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 14; 11 acertos: 552.305 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 7. Isso significa que a Lotofácil não acumulou após o concurso 3709. O próximo sorteio acontece no sábado (13). Favorite o g1 no Google e não perca nenhum resultado Receba no WhatsApp os resultados de loterias publicados pelo g1 Encontrou algum erro nessas informações? Escreva para o g1. Como jogar na Lotofácil Na Lotofácil, é preciso marcar entre 15 e 20 números dentre os 25 disponíveis no volante. Também é possível optar pela Surpresinha: nessa modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria. São premiadas as apostas que acertarem 11, 12, 13, 14 ou 15 números. O valor da aposta e a chance de acerto variam de acordo com a quantidade de números escolhidos: Chances de acerto e valor da aposta A divisão do prêmio é a seguinte: R$ 7 para as apostas com 11 números; R$ 14 para as apostas com 12 números; R$ 35 para as apostas com 13 números. O restante é dividido da seguinte forma: 13% entre os acertadores de 14 números; 62% entre os acertadores de 15 números; 10% acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos de final 0; 15% ficam acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano. Nos concursos de final 0, o restante é dividido da seguinte forma: 72% entre os acertadores de 15 números; 13% entre os acertadores de 14 números; 15% ficam acumulados para os acertadores dos 15 números nos concursos especiais, realizados em setembro de cada ano. O que é a Teimosinha da Lotofácil Na Teimosinha da Lotofácil, o apostador concorre com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos. Sorteio da Lotofácil A Lotofácil tem seis sorteios semanais, que ocorrem de segunda-feira a sábado, às 21h. Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem pode ser atualizada.

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