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G1 GLOBO (Tudo Diário)

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  1. câncer de pênis Freepik Uma pequena mancha na glande foi o primeiro sinal. Não doía, não incomodava. Jorge*, de 63 anos, comerciante, conta que viu a alteração surgir em 2022 e decidiu esperar. Ao longo dos meses, a mancha evoluiu lentamente para uma ferida. Ainda sem dor, mas já com desconforto. Como muitos homens, ele adiou a consulta. Calcula que levou cerca de um ano entre perceber a alteração e procurar um médico. Quando finalmente buscou atendimento, o diagnóstico foi praticamente clínico. A lesão era visível. Uma biópsia confirmou: câncer de pênis. “Fui deixando a consulta para depois, priorizando outras coisas”, diz. Hoje, olhando para trás, afirma que a melhor defesa teria sido o diagnóstico precoce. Jorge passou por uma amputação parcial —perdeu metade do pênis— após a doença avançar. Ele acredita que, se tivesse procurado ajuda ao notar os primeiros sinais, as consequências poderiam ter sido menores. Além de tomar os linfonos inguinais --da região da virilha--, o tumor também se infiltrou na pelve. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Um câncer prevenível, mas negligenciado ℹ️ O câncer de pênis é considerado raro no mundo, com incidência inferior a 1 caso por 100 mil homens em países como Estados Unidos e na maior parte da Europa. No Brasil, porém, a taxa chega a cerca de 6,8 casos por 100 mil habitantes —uma das mais altas registradas globalmente. Para o oncologista Stephen Stefani, do grupo Oncoclínicas e da Americas Health Foundation, o cenário brasileiro representa um “desconforto epidemiológico”, porque expõe fragilidades estruturais do sistema de saúde e falhas na prevenção de uma doença amplamente evitável. Dados divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) indicam que, nos últimos cinco anos, quase 2.900 homens passaram por amputação parcial ou total do pênis no país. Na última década, foram mais de 6.500 procedimentos desse tipo. Em média, cerca de 600 homens por ano perdem parte do órgão. Vacina e higiene evitam desenvolvimento da doença Para o urologista Ricardo Vita, doutor em Urologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), cerca de metade dos casos de câncer de pênis está associada à infecção pelo papilomavírus humano (HPV), sobretudo pelos subtipos 16 e 18, considerados de alto risco oncogênico. Ele ressalta, no entanto, que o vírus não é o único fator envolvido. A fimose —condição em que a pele que recobre a glande impede sua exposição adequada— dificulta a higiene íntima e favorece o acúmulo de secreções, como o esmegma, criando um ambiente de inflamação crônica. Esse processo irritativo persistente, ao longo dos anos, pode desencadear alterações celulares e aumentar o risco de transformação maligna. Doutora em Ciências Cirúrgicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e diretora de comunicação da Sociedade Brasileira de Urologia, Karin Anzolch afirma que, além das causas citadas acima, fatores socioeconômicos e culturais pesam. Segundo ela, homens com menor acesso à informação e aos serviços de saúde tendem a chegar aos centros especializados com a doença em estágios mais avançados. Sinais que não devem ser ignorados Diferentemente do câncer do colo do útero —que pode evoluir de forma silencios— o câncer de pênis costuma apresentar lesões visíveis. Stefani explica que é uma doença de evolução lenta. Quando uma ferida não cicatriza, não melhora com tratamento inicial ou persiste por semanas, é sinal de alerta. Segundo os especialistas, os sintomas iniciais mais comuns incluem: ferida ou úlcera que não cicatriza; nódulo ou espessamento da pele; secreção com odor forte; sangramento local. Em geral, o tumor inicial é indolor, o que contribui para o atraso na busca por atendimento. Presidente da Sociedade Brasileira de Urologia e médico responsável pelo tratamento de Jorge, Roni de Carvalho Fernandes explica que qualquer ferida na glande ou no prepúcio que não cicatrize em uma ou duas semanas deve ser avaliada por um urologista. A confirmação diagnóstica é feita por meio de biópsia. Ele reforça que o tumor tem comportamento loco-regional, podendo infiltrar tecidos vizinhos e se espalhar para linfonodos da região inguinal. Quando os gânglios estão comprometidos, o prognóstico piora significativamente. De acordo com Vita, a sobrevida em cinco anos varia de 96% nos estágios iniciais para 20% nos estágios mais avançados, quando há metástases à distância. Freepik A batalha de Jorge Após o diagnóstico, Jorge iniciou quimioterapia neoadjuvante —tratamento realizado antes da cirurgia– para reduzir o tamanho da lesão e tentar preservar o máximo possível do órgão. Ele conta que o tratamento foi desgastante. A cirurgia, realizada em outubro de 2025, também envolveu a retirada dos linfonodos inguinais. A recuperação foi dolorosa. No caso dele, foi possível realizar uma amputação parcial. Segundo Fernandes, a quimioterapia reduziu o tumor e permitiu uma abordagem mais conservadora, com retirada apenas da glande e do prepúcio, preservando os corpos cavernosos —estruturas responsáveis pela ereção. Jorge afirma que consegue urinar normalmente. Ainda assim, relata impacto psicológico importante. Diz que teve que escolher entre manter o pênis ou manter a vida. Em um momento de desabafo, confessou ao médico que pensou em não seguir adiante. Segundo ele, foi confrontado com imagens de casos avançados e percebeu que o atraso poderia ter levado a uma situação muito mais mutilante. Ele reconhece que o medo de encarar o problema contribuiu para a demora. “A gente tem medo de encarar a verdade”, diz. Tratamento e prognóstico A incidência da doença é maior nas regiões Norte e Nordeste, onde o acesso a saneamento, informação e serviços de saúde é mais limitado. Fernandes afirma que o câncer de pênis é mais frequente em populações vulneráveis. Ele ressalta que a circuncisão na infância reduz significativamente o risco, já que elimina o acúmulo de esmegma e a irritação crônica da pele. Nos homens não circuncidados, acrescenta, a higiene adequada —com a retração do prepúcio para limpeza da glande— é fundamental para prevenir processos inflamatórios persistentes. Além da cirurgia, casos avançados podem exigir quimioterapia, radioterapia e, em contextos específicos, imunoterapia. O uso de novas drogas ainda está em investigação, com estudos clínicos em andamento no Brasil e em outros países. Freepik Impacto além da cirurgia Um artigo de revisão publicado em 2025 no periódico científico IJIR: Your Sexual Medicine Journal destaca que o câncer de pênis e seus tratamentos podem provocar efeitos profundos na qualidade de vida, incluindo disfunção sexual, alterações urinárias, ansiedade, depressão e isolamento social. Os autores defendem modelos de cuidado multidisciplinar e suporte psicossocial estruturado para esses pacientes. Jorge afirma que ainda enfrenta desafios emocionais, mas diz que segue fazendo exames de acompanhamento e acredita que, até o momento, o quadro está sob controle. *Nome fictício a pedido do entrevistado.

  2. g1 jogos lança 'Labirinto'; desafio testa vocabulário e raciocínio Foto: Reprodução página do g1 Jogos na internet O g1 Jogos acaba de lançar o Labirinto, um jogo para desafiar seu raciocínio lógico aliado ao vocabulário. Como funciona? O jogo consiste em um tabuleiro quadrado com paredes internas, formando um labirinto, e letras em algumas casas, enquanto outras ficam em branco. Para vencer, o jogador precisa encontrar um caminho que percorra todo o tabuleiro, juntando as letras na ordem correta da palavra escondida do dia. O game alia seus conhecimentos de vocabulário, para encontrar a palavra, e o raciocínio lógico, necessário para criar um caminho que percorra todo o tabuleiro. Exemplo prático Imagine um tabuleiro dividido em várias casinhas. Algumas casas contêm uma letra, outras estão vazias, e a palavra escondida é televisão. Ao descobrir o termo, basta deslizar o dedo ou o mouse do seu computador para juntá-las e descobrir a palavra secreta. Primeiro T, depois E, depois L, e assim, sucessivamente até completar toda palavra. No entanto, seu caminho também precisa preencher cada espaço em branco do tabuleiro. Onde jogar? O Labirinto está disponível diretamente no g1 Jogos com novos desafios todos os dias. Acesse, jogue e compartilhe seus resultados com os amigos! g1 jogos lança 'Labirinto'; desafio testa vocabulário e raciocínio Foto: Reprodução página do g1 Jogos na internet Veja também: VÍDEO: saiba como jogar o 'Soletra' Soletra: saiba como jogar no g1

  3. Complexo de Saúde São João de Deus CSSJD/Divulgação A morte de uma bebê durante o parto normal é investigada pela Polícia Civil, pois a mãe tinha encaminhamento para a realização de uma cesárea devido ao risco de pré-eclampsia. O caso ocorreu em janeiro no Complexo de Saúde São João de Deus (CSSJD), em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais, e a investigação foi confirmada ao g1 na terça-feira (24). 🔎A pré-eclâmpsia é uma complicação grave da gravidez, caracterizada por pressão arterial alta e sinais de danos a órgãos, surgindo tipicamente após a 20ª semana de gestação. Pode causar inchaço, dor de cabeça, alterações visuais e risco de parto prematuro ou morte materna/fetal. De acordo com o boletim de ocorrência, a gestante, de 22 anos, tinha risco de pré-eclâmpsia diagnosticado pelo médico da unidade de saúde onde o pré-natal foi realizado. Devido ao risco, ele encaminhou a paciente para um parto cesárea. No entanto, a mulher afirmou que o hospital induziu o parto normal por mais de dez horas, e a bebê nasceu morta. Em nota, o CSSJD disse que por se tratar de um ato médico, o caso está sendo devidamente avaliado pela comissão médica responsável. Inclusive verificando se foram seguidos rigorosamente todos os protocolos assistenciais. Veja nota na íntegra abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste de Minas no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 Entenda o caso A gestante estava com a cesárea agendada para o dia 13 de janeiro. No entanto, dois dias antes ela procurou o hospital São João de Deus relatando descontrole da pressão arterial e foi internada. Conforme a ocorrência, mesmo com o encaminhamento para a realização da cesárea e os relatórios do médico do posto de saúde sobre a gravidez de risco, o hospital induziu o parto normal com uso de medicação para estimular a dilatação do útero. Ainda segundo o relato da mãe, a bebê também não estava na posição correta para o parto normal. Ela afirmou que a filha estava sentada e os médicos fizeram uma manobra para virar a neném de cabeça para baixo na barriga da mãe. Em seguida, e com uso de mais medicamentos, a bolsa da gestante rompeu. Com o trabalho de parto em andamento, os batimentos cardíacos da mãe e filha foram monitorados. Após mais de 10 horas em trabalho de parto, a bebê apresentou perda dos batimentos cardíacos. Encaminhamento para cesárea que a gestante apresentou ao hospital Arquivo Pessoal Uso de fórceps no parto Na ocorrência, a gestante afirmou que devido às várias horas em trabalho de parto foi feito uso do fórceps para o nascimento da bebê, que nasceu mas estava sem batimentos cardíacos. Foi reanimada e encaminhada em estado grave para a UTI Neonatal, onde permaneceu dos dias internada e veio a óbito. A recém-nascida foi reanimada e levada em estado grave para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal, onde permaneceu dois dias internada antes de morrer. 🔎O fórceps é um instrumento metálico, semelhante a duas colheres articuladas, utilizado por obstetras para auxiliar a saída do bebê pelo canal vaginal durante o período expulsivo do parto. Nota Hospital São João de Deus "Em atenção à solicitação encaminhada, informamos que os pontos levantados, por se tratar de um ato médico, estão sendo devidamente avaliados pela comissão médica responsável, inclusive verificando se foram seguidos rigorosamente todos os protocolos assistenciais e os padrões técnicos estabelecidos, sempre priorizando a segurança e o bem-estar do paciente. Reiteramos nosso compromisso institucional com a ética, o respeito à privacidade e a transparência, observados os limites legais e de sigilo profissional previstos na LGPD e no Código de Ética Médica." LEIA TAMBÉM: VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas

  4. Trânsito (congestionamento) de veículos no trecho de São José dos Campos da rodovia Presidente Dutra Pedro Melo/TV Vanguarda O começo do ano é marcado pelo pagamento dos tributos obrigatórios, como o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), por exemplo. Em São José dos Campos, no entanto, tem morador que vai desembolsar uma bolada para manter o tributo em dia com o Estado. Segundo um levantamento divulgado pela Secretaria de Estado da Fazenda de São Paulo, a pedido do g1, o maior IPVA na cidade beira os R$ 300 mil. De acordo com a pasta, o maior IPVA a ser pago na cidade mais populosa da região é de R$ 288.696,88. O tributo é referente a um veículo com o valor venal de R$ 7,2 milhões. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 A Secretaria da Fazenda não divulgou o modelo exato do veículo, sob alegação de responsabilidade com o sigilo fiscal, para não facilitar a identificação do proprietário. O g1 pediu o levantamento das cidades da região. Ao todo, o Estado enviou os dados referentes ao IPVA em 27 municípios. Segundo a lista, está em Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira, o segundo IPVA mais caro da região em 2026: no valor de R$ 121.049,84. O valor venal do veículo é de pouco mais de R$ 3 milhões. Veja o valor dos maiores IPVAs em cidades da região Como pagar O pagamento do IPVA 2026 pode ser feito por meio da rede bancária credenciada, utilizando apenas o número do Renavam. No estado de São Paulo, o Pix é a forma preferencial de pagamento. O QR code é gerado exclusivamente no site da Sefaz-SP e permite o recolhimento do imposto em mais de 900 instituições financeiras, incluindo contas digitais. As formas tradicionais de pagamento continuam disponíveis. O contribuinte pode pagar o IPVA pela internet, nos terminais de autoatendimento ou em outros canais oferecidos pelos bancos. Também é possível quitar o imposto em casas lotéricas e com cartão de crédito, nas empresas credenciadas à Secretaria da Fazenda. As alíquotas do IPVA em São Paulo para 2026 permanecem as mesmas do ano anterior. Para carros de passeio, a alíquota é de 4%. No caso de motocicletas e similares, caminhonetes com cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado, o percentual é de 2%. Caminhões pagam 1,5%. Veículos de locadoras têm alíquota de 1%. Atraso no pagamento Quem não pagar o IPVA dentro do prazo fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso, além de juros de mora calculados com base na taxa Selic. Após 60 dias, a multa passa a ser fixa e corresponde a 20% do valor do imposto. Se a inadimplência persistir, o débito é inscrito na Dívida Ativa do estado e o nome do proprietário pode ser incluído no Cadin Estadual. Nessa situação, o contribuinte fica impedido de utilizar créditos, como os da Nota Fiscal Paulista, e o débito pode ser cobrado pela Procuradoria Geral do Estado, inclusive por meio de protesto. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

  5. Como escolher colchão: o que é marketing e o que é essencial KrakenImages/Freepik É comum procurar um novo colchão e se deparar com um monte de recursos diferentes: ortopédico, anatômico, tecido especial, múltiplas camadas, densidade ideal... Tudo isso pode realmente ajudar a melhorar a qualidade do sono, mas para quem tem o orçamento apertado, alguns sacrifícios têm que ser feitos. Então a pergunta é: o que realmente é essencial para dormir bem? O Guia de Compras conversou com especialistas que contaram quais são os pontos mais importantes na hora de escolher um colchão. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Colchões ortopédicos e anatômicos são modelos diferenciados? A verdade é que não há um selo oficial que caracterize um colchão como “anatômico” ou “ortopédico”. “Não há certificação clínica universal que comprove benefício terapêutico apenas por esses rótulos”, afirma Luciano Miller, ortopedista especialista em coluna do Einstein Hospital Israelita. Segundo o médico, o que acontece é que as fabricantes de colchões dão esses nomes a produtos que têm um conjunto de características que, por exemplo, deixam o modelo mais rígido ou mais adaptável. Mas como não existe um rigor técnico padronizado, as fabricantes podem escolher quaisquer características para nomear esses produtos. Por isso, sempre se oriente primeiro pela densidade informada, que deve estar de acordo com a regulamentação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Sono: veja 25 produtos para ajudar a dormir bem Suporte é o mais importante O suporte correto do corpo é o ponto mais importante para ter uma boa noite de sono. Por isso, o colchão deve ser firme. É o que diz o ortopedista Miller. Miller recomenda que o colchão esteja em uma faixa de firmeza intermediária – não muito duro, mas não deve ser mole. “Esse perfil está associado à melhor manutenção do alinhamento da coluna durante o sono e à menor sobrecarga sobre estruturas vertebrais”, explica o médico. E para garantir que a firmeza esteja adequada, você deve comparar a densidade do colchão (informada nas especificações do produto) com o seu biotipo (altura x peso). Para facilitar, o Instituto Nacional de Estudos do Repouso (INER) mantém uma tabela com a compatibilidade de cada biotipo e densidade dos colchões. Veja abaixo: Tabela de biotipo de colchões INER Tamanho importa Todo mundo gosta de dormir em uma cama grande, mas o tamanho do colchão – solteiro, casal, queen, king – não é apenas luxo. “Colchões pequenos podem limitar a movimentação durante o sono e induzir posturas compensatórias, prejudicando o alinhamento vertebral”, alerta Miller. Não é suficiente apenas “caber” no colchão. O ideal é que o espaço permita mudanças espontâneas de posição sem restrição. Portanto, vale a pena investir mais em um colchão que te dê amplo espaço para se acomodar. Colchão de molas ou espuma? O preenchimento do colchão vai influenciar como o material reage ao peso da pessoa e, portanto, pode complementar o suporte do corpo. “Colchões de molas, especialmente os de molas ensacadas, tendem a oferecer um suporte estrutural mais eficiente”, explica Miller. Isso favorece o alinhamento neutro da coluna e evita que as partes mais densas do corpo, como a pelve e o tronco, afundem. Nesse sentido, são mais indicados para quem é mais pesado – seja por altura ou sobrepeso. Mas os colchões de mola também podem ser indicados para quem se mexe muito durante o sono e para casais, já que as molas individuais são muito mais eficazes do que a espuma em absorver movimentos sem propagar para o resto do colchão. Já os colchões de espuma podem ser melhores para quem precisa acomodar as curvaturas corporais, como quem gosta de dormir de lado. “Quando a densidade é adequada, a espuma permite melhor adaptação aos contornos corporais, contribuindo para a preservação da coluna”, diz o médico. Abaixo, veja alguns modelos de colchões por R$ 600 a R$ 1.600, consultados em fevereiro nas principais lojas on-line. Colchão solteiro de espuma D28 Sleep Max (96x203x25cm) Castor Colchão solteiro de molas ensacadas e espuma D30 Guldi (25x88x188cm) Colchão casal Ortobom de espuma D33 Light (14x188x138cm) Colchão casal de molas ensacadas Real Pillow Top (138x188x27cm) Inducol Colchão queen de espuma D40/20 Guarda Costas Premium Pillow Gray (158x198x22cm) Probel Colchão queen de molas ensacadas Pillow Top Maximus (158x198x28cm) Gazin Esta reportagem foi produzida com total independência editorial por nosso time de jornalistas e colaboradores especializados. 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  6. PM procura por suspeito que fugiu após o crime PM/Divulgação A quebra de uma promessa de não consumir bebidas alcoólicas terminou em briga e agressão em João Pinheiro, no Noroeste de Minas Gerais, na madrugada de domingo (22). De acordo com a Polícia Militar (PM), a jovem de 21 anos decidiu encerrar o relacionamento com o namorado, de 18, após se decepcionar ao vê-lo consumir bebida alcoólica, contrariando uma promessa feita anteriormente. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a PM, enquanto arrumava suas coisas para ir embora para a casa de uma prima, a jovem foi agredida com socos e empurrada contra um espelho, resultando em dores no braço esquerdo. Ela foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu assistência médica e informada sobre os procedimentos previstos em le. Após a agressão, o suspeito fugiu e não foi encontrado até a última atualização da reportagem. O g1 entrou em contato com a Polícia Civil sobre a investigação do caso, mas não houve retorno até a última atualização da matéria. LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Marido mantém faca no pescoço da mulher por 3h Mulher é agredida com pauladas e tijoladas Casal com bebê é preso com 20 kg de pasta base de cocaína Veja também: Mulher é agredida e roubada por ex-companheiro em posto Mulher é agredida e roubada por ex-companheiro em posto de Uberlândia VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

  7. DER interdita via entre Nuporanga e São José da Bela Vista para obras emergenciais Uma rodovia que liga os municípios de Nuporanga (SP) e São José da Bela Vista (SP), na região de Ribeirão Preto (SP), ficará interditada por cerca de 12 meses para a realização de obras emergenciais, após estragos causados pelas chuvas. De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo (DER-SP), a SPA 059/345 ficará totalmente bloqueada entre os quilômetros 5,8 e 18 a partir desta quarta-feira (25) para a recuperação de uma galeria no Ribeirão dos Buritis. "A situação compromete a segurança dos usuários e exige intervenção imediata para a execução das obras e o restabelecimento das condições adequadas de tráfego", comunicou o órgão, em nota. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Com isso, os motoristas precisarão adotar trajetos alternativos em rodovias como a SP-334, SP-345 e SP-351 para fazer a ligação com cidades como Franca (SP), Ribeirão Preto (SP), Batatais (SP), São Joaquim da Barra (SP), Orlândia (SP) e Sales Oliveira (SP). SPA 059/345, rodovia entre Nuporanga (SP) e São José da Bela Vista (SP). Reprodução/EPTV Nuporanga Será possível acessar Nuporanga pela SP-351 para quem vem da região de Ribeirão Preto (SP) e Batatais (SP), além do município de São Joaquim da Barra. Também será possível utilizar a SP-328 e a SP-351 para quem vem de Sales Oliveira e Orlândia. São José da Bela Vista O acesso a São José da Bela Vista poderá ser feito pela SP-334, para quem vem de Franca em direção à SP-345. A mesma rodovia deve ser utilizada para quem sai de São Joaquim da Barra. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca

  8. Vereadora na Grande SP atropela namorado e diz ter sido agredida por ele antes do episódio A vereadora Aline Santos (MDB), de 36 anos, relatou ter sido agredida com socos e chutes pelo namorado, Bruno Marcelo Araujo de Souza, na manhã do dia 25 de dezembro do ano passado, em Embu das Artes, na Grande São Paulo. Depois da agressão, a parlamentar atropelou o homem com seu carro. O g1 e a TV Globo tiveram acesso às imagens nesta semana (vídeo acima). De acordo com o boletim de ocorrência, o caso ocorreu por volta das 5h, na Estrada de Itapecerica Campo Limpo. Aline contou que o casal saiu para andar de moto, mas, em determinado momento, Bruno parou o veículo e a deixou sozinha na via pública. Ao retornar, ele teria iniciado as agressões após ser questionado pela vereadora sobre o motivo de tê-la deixado no local. Segundo o BO, a vítima sofreu lesões no nariz e na face, além de escoriações nos braços e nas pernas. Após as agressões, Aline disse que entrou em seu veículo para deixar o local e que, nesse momento, Bruno teria parado a motocicleta em frente ao carro, momento em que ela teria arrancado em direção ao homem. A gravação mostra que o motociclista vinha em um sentido, em velocidade constante; Segundos depois, é possível ver o carro de Aline na direção contrária; Nesse momento, o veículo é jogado em direção ao homem, que rola no capô e cai no asfalto; Em seguida, a vereadora passa com o carro por cima da moto, que estava sobre ele. Ainda segundo o depoimento de Aline à Polícia Civil, Bruno teria fugido levando o celular da parlamentar e, de posse do aparelho, teria passado a enviar mensagens para a assessoria da vereadora, afirmando que mataria Aline "caso ela registre ocorrência contra ela". Na gravação, é possível ver que, depois do atropelamento, o homem fica jogado no chão sem conseguir levantar. O caso foi registrado na Delegacia de Embu das Artes como lesão corporal, ameaça e violência doméstica, com base na Lei Maria da Penha. O g1 não conseguiu contato com o acusado, e a vereadora não quis se manifestar sobre o caso. O g1 também procurou a Câmara Municipal de Embu das Artes e solicitou um posicionamento, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Embu das Artes, que instaurou inquérito policial. "A equipe trabalha para ouvir as partes envolvidas e realiza demais diligências visando ao completo esclarecimento dos fatos", disse a pasta. Vereadora denuncia agressão Reprodução

  9. UPE abre seleção simplificada para médicos com salário de R$ 12,3 mil A Universidade de Pernambuco (UPE) abriu um processo seletivo simplificado com 14 vagas para médico ginecologista e obstetra plantonista no complexo hospitalar da instituição, no bairro de Santo Amaro, no Centro do Recife. O salário é de R$ 12.366,61. De acordo com o edital, publicado no Diário Oficial do Estado na sexta-feira (20), a seleção será realizada em etapa única, por meio de avaliação curricular, de caráter classificatório e eliminatório. As inscrições devem ser feitas pela internet a partir desta quarta-feira (25) e seguem até 15 de março. ✅ Receba as notícias do g1 PE no WhatsApp Das 14 vagas oferecidas, uma é reservada para pessoas com deficiência (PCD), respeitando a ordem de convocação prevista no edital. A classificação levará em conta a pontuação obtida pelos candidatos nos seguintes critérios: certificado ou declaração de conclusão de curso de mestrado "stricto sensu", com indicação expressa de aprovação da dissertação, na área específica ou área afim, emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (até 20 pontos); certificado ou declaração de conclusão de curso de doutorado "stricto sensu", com indicação expressa de aprovação da tese, na área específica ou área afim, emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (até 30 pontos); experiência profissional comprovada na função pretendida (cinco pontos a cada 12 meses completos trabalhados, até o limite de 50 pontos). Para se inscrever, é necessário apresentar, entre outros documentos, certificado de conclusão de residência médica em ginecologia e obstetrícia, cópias do RG, CPF, Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e comprovantes de títulos para pontuação na avaliação curricular. Além disso, os candidatos devem ter documentos que atestem a experiência profissional, conforme o edital. Para homens de 18 a 45 anos, também é exigido o certificado de reservista. Segundo o edital, o resultado da seleção está previsto para ser divulgado no dia 6 de abril, no site da UPE. A seleção terá validade de dois anos, prorrogável por igual período. Os contratos serão firmados por até 12 meses, renováveis por igual período, até o prazo máximo de seis anos. Imagem da reitoria da Universidade de Pernambuco (UPE) UPE/Arquivo VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

  10. Curitiba tem déficit de arborização viária superior a 260 mil árvores A arborização nas ruas de Curitiba é composta por cerca de 318 mil árvores. Mas um levantamento da prefeitura aponta que a cidade tem espaço e condições de plantar mais 262 mil árvores em todas as regionais. Os dados são do Plano Municipal de Arborização Urbana de Curitiba, que apresenta as diretrizes de planejamento para a implantação e manejo da arborização da capital. Confira abaixo os déficits de arborização de cada regional administrativa. ✅ Clique aqui e siga o g1 PR no WhatsApp O cálculo do déficit de plantio leva em conta a extensão total das calçadas da cidade — mais de 9 mil quilômetros —, um espaçamento médio ideal de 12 metros entre árvores e um índice de desconto de 40% para considerar limitações técnicas dos locais. "Esse é um planejamento que, ao longo de mais alguns anos, a gente consegue bater manejando o que a gente já tem", afirma o Superintendente de Obras e Serviços e Chefe do Departamento de Arborização e Produção Vegetal de Curitiba, Jean Brasil. Plano Municipal de Arborização Urbana determina diretrizes para o plantio em vias públicas Jaelson Lucas/SMCS Como a população pode participar De acordo com Jean Brasil, a população pode usar o telefone 156 para entrar em contato com a prefeitura e solicitar o plantio de árvores. É possível ainda sugerir uma espécie de preferência. Após o pedido, a prefeitura deve encaminhar uma equipe técnica para avaliar as condições do local e planejar a execução do plantio. Até as 23h desta sexta-feira (27), os moradores de Curitiba também podem sugerir melhorias no Plano Municipal de Arborização Urbana (PMAU) pela internet. O link da pesquisa está disponível pelo site Conecta, do Instituto Municipal de Administração Pública (Imap). O login deve ser feito com o registro dos participantes no eCidadão. O Plano Municipal de Arborização Urbana indica quais são as espécies recomendadas para cada região da capital, levando em consideração as condições de cada via pública e se o local faz parte de uma área industrial ou poluída. Leia também: Animais desaparecidos: Dois dos cães que desapareceram do pátio do Mercado Livre são encontrados em outra cidade, a 20 km de distância da empresa Campina Grande do Sul: Tempestade destelha barracão, alaga estradas e derruba muros no Paraná Crime ambiental: Proprietários rurais são multados em R$ 286 mil pela derrubada de mais de 400 araucárias Papel da arborização A regional administrativa com maior necessidade de arborização na capital é a Cidade Industrial de Curitiba (CIC), com um déficit de plantio superior a 48 mil árvores. Em entrevista ao g1, o climatologista Francisco Mendonça, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), afirma que as áreas verdes dentro das grandes cidades foram detectadas já no século 19 como fundamentais à garantia da qualidade ambiental urbana. "As áreas verdes têm um papel fundamental na manutenção da água na superfície e na purificação do ar, que são condições fundamentais da vida da gente. Elas equilibram o balanço da radiação térmica solar", explica. Segundo o chefe do Departamento de Arborização e Produção Vegetal de Curitiba, a arborização urbana atenua as ondas de calor e a velocidade e força dos ventos. "É um grande benefício para as pessoas, até mesmo psicológico", diz. Além da CIC, também há déficit de arborização nas regionais Santa Felicidade, Portão, Pinheirinho, Tatuquara, Boa Vista, Matriz, Cajuru, Boqueirão e Bairro Novo. Derrubada de árvores na região da Avenida Presidente Arthur da Silva Bernardes, em abril de 2025 Giovani Sella Árvores existentes e déficit de plantio por regional administrativa Áreas verdes e ondas de calor De acordo com um estudo conjunto de instituições de pesquisa do Brasil e Portugal, entre 2000 e 2018, 48 mil brasileiros tiveram mortes ligadas a ondas de calor extremo. “A quantidade de pessoas no mundo que têm morrido por ondas de calor nas últimas décadas é enorme, sobretudo idosos a partir de 60 anos e crianças abaixo de nove anos”, afirma Mendonça. Assim como em outras grandes cidades, as zonas mais urbanizadas e menos arborizadas de Curitiba estão sob maior risco desses eventos climáticos extremos. Na capital paranaense, a Avaliação de Riscos Climáticos realizada pela prefeitura aponta como áreas onde o risco é mais elevado os bairros: Boqueirão, Cajuru, Centro e CIC. *Com colaboração de Rodrigo Matana, estagiário do g1 Paraná, sob supervisão de Douglas Maia. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

  11. Vista aérea de área queimada na Amazônia, perto de Apuí, no Amazonas, no dia 11 de agosto. Ueslei Marcelino/Reuters O Amazonas concentra algumas das terras indígenas mais pressionadas pelo desmatamento na Amazônia em 2025. O relatório Ameaça em Áreas Protegidas, divulgado pelo Imazon nesta semana, mostra que oito das dez terras indígenas mais impactadas estão total ou parcialmente no estado, revelando a gravidade da situação e a vulnerabilidade desses territórios. Segundo o estudo, essas áreas registraram desmatamento dentro de seus limites, o que compromete a biodiversidade e ameaça diretamente os modos de vida das populações indígenas. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp As Terras Indígenas com mais pressão no Amazonas são: 🌳 Andirá-Marau (AM/PA); 🌳Vale do Javari (AM); 🌳Waimiri Atroari (AM/RR); 🌳Yanomami (AM/RR); 🌳Kaxuyana-Tunayana (AM/PA); 🌳Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR); 🌳Alto Rio Negro (AM); 🌳Nhamundá-Mapuera (AM/PA); “É urgente integrar esforços institucionais e garantir que as comunidades estejam no centro das estratégias de proteção. A gestão compartilhada e a atuação coordenada são fundamentais para conter o avanço da perda”, afirma o pesquisador Carlos Souza Jr., do Imazon. ➡️Áreas sob ameaça no entorno Além da ameaça interna, Terras Indígenas no Amazonas também aparecem entre as áreas mais ameaçadas pelo desmatamento em seu entorno. O Parque Nacional Mapinguari (AM/RO) ocupa a 2ª posição no ranking, enquanto a TI Kulina do Médio Juruá (AC/AM) está em 3º lugar. A TI Jacareúba/Katawixi (AM) também figura entre as dez mais ameaçadas. “Sem ações estruturadas e contínuas, a tendência é de que a ameaça se torne perda efetiva de floresta, comprometendo a integridade do meio ambiente e os direitos das populações tradicionais", explicou a pesquisadora do Imazon Bianca Santos A recorrência desses territórios nos rankings reforça a necessidade de políticas específicas para o estado, com foco na proteção territorial e no fortalecimento da participação das comunidades locais. LEIA TAMBÉM Amazonas concentra 18% das áreas sob risco de desmatamento na Amazônia previsto para 2026, aponta PrevisIA Decreto que reduz reservas legais no AM é considerado inconstitucional, dizem especialistas Amazonas é o 2º estado que mais explora madeira na Amazônia, aponta estudo Dois municípios do Amazonas lideram ranking de desmatamento da Amazônia em 2024

  12. Temporal provoca tragédia na Zona da Mata Juiz de Fora e Ubá, cidades da Zona da Mata mineira, têm rastros da destruição causada pelo temporal que devastou as cidades entre a noite da segunda-feira (23) e a madrugada desta terça (24). A chuva intensa deixou dezenas de mortos nos dois municípios e mais de 30 desaparecidos. Somente em Juiz de Fora, mais de 3 mil pessoas estão desabrigadas, segundo atualização da Prefeitura no início da noite. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsAp O g1 reuniu imagens que mostram o antes e depois de algumas das áreas mais afetadas. Compare, nas fotos abaixo, como era e como ficou a região devastada pelas chuvas: Antes e depois de imóvel que desabou em Ubá Initial plugin text Antes e depois de alagamento no bairro Industrial, em Juiz de Fora Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text LEIA TAMBÉM: Chuva deixa mortos e centenas de desabrigados em Juiz de Fora e Ubá; há desaparecidos Quem são as vítimas da chuva em Juiz de Fora Imagem de drone mostra bairro Industrial debaixo d'água em Juiz de Fora ASSISTA TAMBÉM: Jornalistas da TV Integração comentam a cobertura da tragédia causada pela chuva Jornalista da TV Integração comentam a cobertura da tragédia causada pela chuva INFÓGRAFICO: Chuva deixa mortos e desabrigados em Juiz de Fora Arte/g1 VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes

  13. Ana Lubel é uma das candidatas ao Miss Plus Size Acervo pessoal/Ana Lubel O Miss Plus Size Nacional Online 2026 completa 15 anos com um formato totalmente digital e gratuito, reunindo 49 candidatas de todo o país, sendo 19 do Rio de Janeiro. A edição vai anunciar as vencedoras no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, e aposta na combinação entre engajamento nas redes sociais e avaliação de um júri de personalidades. Entre as participantes do Rio está Ana Lubel, de 57 anos, moradora de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Empresária do ramo de home care e comunicadora em uma rádio web voltada para pessoas com deficiência visual, Ana convive com baixa visão causada por uma degeneração na retina. Ela vê o concurso como uma oportunidade de empoderamento e o caminho até a inscrição foi de superação. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Ela conta que a doença se agravou em 2019, em meio a problemas emocionais e profissionais e que tem visto no concurso uma oportunidade para dar a volta por cima. ““Fui ao fundo do poço. Minha vida virou de cabeça para baixo. Agora, com o concurso, mesmo sem enxergar, eu escolhi ser vista pelo mundo”, revela Ana. A candidata conta, também, que passou a buscar novas formas de se reconstruir, inclusive por meio do esporte adaptado, como goalball (futebol de cego), remo e natação. Ana Lubel diz que concurso é uma oportunidade para superar os preconceitos Acervo pessoal/Ana Lubel A decisão de se inscrever no concurso veio após ver um vídeo sobre o projeto nas redes sociais. “Eu já tinha recebido convites antes, mas nunca tive coragem. Quando ouvi o Eduardo falando, gostei do contexto e resolvi tentar”, conta ela. O processo, no entanto, não foi simples. Ana teve dificuldades para ler os aplicativos e preparar o material sozinha. Com a ajuda de uma amiga, conseguiu gravar o vídeo e fazer as fotos a tempo da inscrição. “Só o fato de eu estar me empoderando já me faz feliz. Como deficiente visual, estou fazendo coisas que nunca imaginei”, avalia a candidata. Além do concurso, Ana também atua na vida pública da cidade. Ela foi eleita para integrar a Secretaria da Pessoa com Deficiência de Belford Roxo e participou de conferências culturais representando pessoas com deficiência. Como funciona o concurso O evento foi criado pelo produtor cultural Eduardo Araúju, o concurso busca valorizar diferentes corpos, idades e histórias. “Eu não criei esse concurso para medir corpos. Eu criei para levantar mulheres”, afirma Eduardo. O concurso é disputado por categorias, e não por estado. As participantes concorrem em quatro modalidades: Miss Plus Size Nacional, Miss Gmais Nacional, Miss Curvy Nacional e Miss Master Plus Size Nacional. Os estados apenas representam a diversidade das candidatas, sem influência no resultado final. A fase semifinal é definida pelo número de compartilhamentos dos cards oficiais nas redes sociais. Avançam para a final as três mais compartilhadas de cada categoria, independentemente do estado, totalizando até 12 finalistas. A contagem vale até 25 de fevereiro, às 23h59. Em categorias com apenas uma candidata, ela avança automaticamente; se houver exatamente três inscritas, todas passam direto. Chegar à final, no entanto, não garante o título, que será definido pelo júri. Entre os jurados confirmados estão o ator Marcello Antony; o coreógrafo, dançarino e produtor Carlinhos de Jesus; a comediante, atriz e cantora Nany People; Flora Cruz (empresária e influenciadora); Lucas Pasin (jornalista); Malu Rodrigues (modelo e Miss simpatia Plus Size 2011); e Heloana Cristian (Miss Brasil Beauty ). Além de Francilene Perez (estilista e empresária) - Presidente do conselho do Júri para o caso de desempate. Veja os vídeos que estão em alta no g1

  14. Uma escritora da Baixada Fluminense foi indicada a um dos mais importantes prêmios literários do mundo, o International Booker Prize, nesta terça-feira (24). A obra de Ana Paula Maia, que deve chegar ao décimo livro ainda este ano, se concentra no que a autora chama de "as bordas do mundo". Seus personagens são, em geral, trabalhadores que lidam com o que o resto da sociedade prefere ignorar. São lixeiros, coveiros, bombeiros e abatedores de animais. No caso de "Assim na terra como embaixo da terra", título considerado pela premiação, não é diferente - o livro se passa em uma espécie de prisão. Fala de seus detentos e seus oficiais. Em entrevista ao g1, Ana contou como se tornou escritora, explicou o seu interesse por esses temas e revelou o que considera ter sido o grande prêmio da sua carreira. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Veja os vídeos que estão em alta no g1 Forasteira Ana Paula Maia, autora de 'Assim na terra como embaixo da terra' Reprodução Ana Paula Maia se define como uma forasteira. "Eu gosto de estar em um lugar estranho", disse, em entrevista ao g1. "É um sentimento que me deixa à vontade." É assim na sua vida. Nascida em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, mudou-se para Curitiba só para mudar de ares. "Faz frio, é cinza e é um lugar quieto". Ela gosta da combinação. E é assim na sua escrita. "Eu entro em espaços que não são exatamente os meus, mas que, de alguma forma, eu canalizo eles." E Maia certamente escreveu muitas vezes em território desconhecido. Ela adentrou, com a palavra, os lixões, os cemitérios, os matadouros e as prisões. "Eu não pertenço a nada, mas eu me sinto parte do todo", disse Ana. O porquê da sua atração por esses temas, das "bordas do mundo", como chama, ela não sabe bem. "Eu não tenho uma explicação clara", confessou. "São coisas que me tocam." A sua escrita, explica, é feita da sua empatia. "Quando eu começo um livro, eu não sei como ele vai terminar. Os personagens me levam, me guiam, estão comigo. Daí a minha relação muito estreita com eles", disse. E é esse olhar de forasteira que a guia nas narrativas. "Assim na terra como embaixo da terra" nasceu como um Western (Faroeste), segundo ela. Não à toa, um dos gêneros que tem a figura do forasteiro como arquétipo marcante. O Belo e o Bélico Outra característica dos Westerns é a violência escancarada, que também é explorada na obra de Maia. Neste livro, ela descreve um jogo sinistro, comandado pelo agente responsável pela colônia penal. Melquíades solta alguns condenados das suas amarras nas noites de lua cheia e ordena que corram. Tudo isso para que possa caçá-los com um rifle, como se fossem animais selvagens. "Os meus livros geralmente vêm de um tempo de observação e de incômodo com algo", contou. Foi assim nesse caso, Ana passou um tempo querendo abordar o sistema carcerário. "Nós vivemos num país bélico. O Brasil é bélico, apesar de não termos uma guerra declarada", disse. Mas não é só de sensibilidade que se fazem seus livros. Para escrever sobre um tema tão complexo, Maia também fez muita pesquisa. Do teórico "Vigiar e Punir", de Michel Foucault, até reportagens, muitas vezes desagradáveis, sobre casos e experiências reais, as leituras embasaram a narrativa. "Conforme eu fui avançando no processo de pesquisa do sistema carcerário, eu comecei a perceber que é impossível você falar do sistema carcerário sem falar de escravidão", disse. Dessa ligação nasceu o título, que lembra a oração do "Pai Nosso". Na expressão "Assim na terra como embaixo da terra", Ana Paula ilustra que as violências do presente acontecem sobre a história, sobre os corpos enterrados, daqueles que sofreram mazelas semelhantes. "Assim na terra como embaixo da terra" Reprodução Mais gratificante que um prêmio Há algo, nessa brutalidade extrema, que reverbera com o mundo real. Foi o caso de um presidiário que disse, sobre que a obra de Ana Paula mudou a sua vida. Ela contou, emocionada, que recebeu o relato por meio de uma pessoa que estava produzindo um documentário em uma prisão. "E disse que tinha um preso que estava sempre com um livro embaixo do braço. E aí ele chegou para essa pessoa que estava ali fazendo esse doc e falou: você precisa ler esse livro, porque esse livro mudou minha vida. E era o meu livro." Ela disse que os prêmios e reconhecimentos "vem depois" e que o processo da escrita, em sua riqueza, diz respeito a essas pessoas. "Eu acredito muito que o escritor, ele tem essa possibilidade de conectar", disse. É claro que a indicação foi uma boa surpresa, até porque o livro foi publicado no Brasil há nove anos. "A vida do escritor tem disso. A gente publica um livro, às vezes 10 anos depois desse livro, ele é publicado num outro país, num outro continente, e ele começa uma nova trajetória e é descoberto num outro lugar. Então, assim, a ficha vai caindo aos poucos."

  15. Vídeo mostra momento em que filhote de tamanduá é encontrado abraçado à mãe morta em MG Um filhote de tamanduá-bandeira foi resgatado após ser encontrado agarrado ao corpo da mãe, que havia sido atropelada em uma estrada da região da Jaguara, em Tiros, no Alto Paranaíba. A cena comovente foi registrada por Marina Alves, de 37 anos, que viajava com o marido na manhã de sábado (21). Assista ao vídeo acima. Marina contou que avistou de longe uma figura escura no meio da pista e pediu para o marido estacionar. Ao se aproximar, percebeu que não se tratava apenas de um animal morto. “Eu desci correndo e vi que não era só um tamanduá, tinha o bebê. Comecei a filmar porque achei que estavam mortos e precisava acionar alguém para retirar. Quando olhei melhor, vi que o tamanduá adulto estava sem vida, mas que o bebê se mexia, agarrado às costas da mamãe”, disse. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Sem sinal de telefone e internet, o casal arrastou os animais para o acostamento, sob uma árvore, e improvisou uma sinalização para alertar. Marina disse que ficou muito emocionada com a cena e só conseguiu acionar a Polícia Militar de Meio Ambiente quando chegou ao destino, cerca de uma hora e vinte minutos depois. De acordo com os militares, o acionamento ocorreu por volta das 13h. Ao chegar ao ponto indicado, foi confirmado que a fêmea adulta estava sem vida e que o filhote estava aparentemente saudável. Filhote de tamanduá é resgatado abraçado à mãe morta em estrada no interior de MG Patos Hoje Segundo o médico veterinário Márcio Bandarra, que analisou o animal por meio de imagens, o filhote tem idade estimada entre 6 e 8 meses. Nessa idade, o animal já sobrevive com alimentos sólidos, se alimentando de formigas e cupins, não precisando do leite materno. O g1 questionou o veterinário sobre o comportamento do filhote de permanecer agarrado à mãe mesmo após a morte dela. Ele explicou que esse tipo de situação é comum em casos de atropelamento de animais silvestres. “Infelizmente, muitos filhotes chegam órfãos aos centros de atendimento. Normalmente, eles permanecem agarrados à mãe por um tempo mesmo após a morte, por dependência e busca de segurança e proteção. Além disso, ainda não sabem para onde ir”, detalhou. Filhote aparece abraçado a bicho de pelúcia Ainda conforme a ocorrência, o filhote foi recolhido e encaminhado ao Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras) de Patos de Minas, onde recebe os devidos cuidados. Imagens divulgadas na última segunda-feira (23) mostram o tamanduá bem e abraçado a um bicho de pelúcia, utilizado para oferecer conforto durante o processo de adaptação. Filhote abraçado a bicho de pelúcia após resgate Polícia Militar de Meio Ambiente/Divulgação LEIA TAMBÉM: Macaco-prego é resgatado de jaula VÍDEO: Motorista descobre raposa atropelada presa ao para-choque do carro Saiba quais são os animais silvestres mais resgatados em Uberlândia O que fazer em casos de atropelamento Em casos de atropelamento ou encontro de animais silvestres feridos na estrada, a orientação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros ou a Polícia Militar de Meio Ambiente, responsáveis pelo recolhimento e encaminhamento desses animais. Além de garantir os cuidados necessários, essa medida evita práticas ilegais, já que manter ou adotar animais silvestres é crime previsto na Lei nº 9.605/1998. A adoção compromete a reabilitação e dificulta a reintrodução na natureza, colocando em risco tanto o bem-estar do animal quanto o equilíbrio ambiental. A espécie não está em extinção, mas é classificado como vulnerável no Brasil. Segundo o especialista Bandarra, se o cenário atual de atropelamentos e perda de habitat não mudar, a espécie pode entrar em situação crítica em pouco tempo. *Estagiária sob supervisão de Guilherme Gonçalves. VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

  16. Músicos de IA viram febre no streaming e preocupam setor Parece a descrição de um episódio de “Black Mirror”, série distópica britânica. Mas é a realidade mesmo — e ela cresce cada vez mais. Canções, bandas e artistas gerados por inteligência artificial viraram uma epidemia nos streamings de música. Já daria até para criar festivais com lineup todo dedicado a essa onda — veja abaixo um cartaz hipotético, imaginado pelo g1 com base nos hits de IA nas plataformas. IA palooza, lineup de festival hipotético imaginado pelo g1 com base em hits de IA Kayan Albertin/g1 Para você ter ideia, em um único dia, a Deezer recebe mais de 60 mil faixas totalmente geradas por IA, o que representa mais de 39% do que chega ali diariamente. Em 2025, a plataforma detectou mais de 13,4 milhões de canções do tipo. Mas esses não são os únicos dados que chamam a atenção. Cerca de 85% dos streams dessas faixas foram classificados pela Deezer como fraudulentos. Ou seja, a maioria dos plays não é orgânica. Em vez disso, vêm de robôs ou exércitos de falsos ouvintes, que inflam os números reais. O problema é que esse tipo de audição é irregular, já que burla regras do pagamento de royalties. A Deezer diz que, quando detecta fraude de streams, deixa de remunerar os autores das faixas. Já o Spotify nem revela quantas canções de IA chegam ali diariamente, nem quantos desses streams são fraudulentos. Ainda assim, diz ter banido mais de 75 milhões de músicas de spam entre setembro de 2024 e setembro de 2025 — período em que, como lembra a plataforma, houve uma “explosão das ferramentas de IA generativa”. IA na hora de burlar Fraudes como essas não são novidades no streaming. Mas agora, com a popularização da IA, elas podem rolar de maneiras mais rápidas e de fácil acesso. Nas redes, tem até gente vendendo curso sobre como lucrar desse jeito. “Com a inteligência artificial, em questão de segundos conseguimos criar músicas incríveis e, com a estratégia certa, podemos monetizar e receber em dólares todos os meses”, diz um brasileiro no Instagram, ao divulgar um curso. “Eu gerei essa música completa em menos de 30 segundos. Ela [a IA] criou tudo: letra, voz e instrumental”, diz ele, em outro story. “Olha, sendo bem sincero pra vocês: essa é a forma mais simples pra você construir uma fonte de renda na internet.” Ao contrário do que sugere a promessa do vendedor, ganhar dinheiro por simplesmente colocar uma música nas plataformas não é algo tão simples. Ou pelo menos, não se a pessoa cumprir as regras. Clipe de IA de 'Sina de Ofélia' no YouTube Reprodução/YouTube Para uma música ser monetizada, as plataformas estipulam critérios como quantidade mínima de streams e tempo ouvido por usuário — os números mudam conforme o streaming. Nenhuma plataforma proíbe o uso de IA. Todas permitem a distribuição de músicas geradas (parcial ou totalmente) por inteligência artificial. A grande questão, no entanto, é como isso tem rolado. Como relata o próprio Spotify, “táticas de spam – como envios em massa, duplicações, truques de SEO, abuso de faixas artificialmente curtas e outros tipos de conteúdo de baixa qualidade — ficaram mais fáceis de explorar conforme as ferramentas de IA permitem a qualquer um gerar grandes volumes de músicas”. Além de ser irregular, a fraude de streams afeta diretamente os artistas profissionais. Isso porque a distribuição por royalties funciona como a divisão de um bolo: se aumentam os streams — inclusive os falsos —, o bolo é dividido em mais fatias. Ou seja, se tem gente lucrando com plays de forma irregular, então, tem também artista profissional ganhando menos dinheiro do que deveria. IA na hora de cortar o bolo Xenia Monet, Breaking Rust e Blow Records (artistas e selo de IA) Reprodução Diante da onda de músicas e artistas de IA, as empresas de streaming têm sido cobradas para adotar novas medidas de análise, combate e punição a fraudes. O Spotify, por exemplo, promete lançar em breve um filtro capaz de identificar e rotular esse tipo de faixa, assim como impedir sua plataforma de recomendá-la em playlists. “Queremos ter cuidado para não penalizar injustamente artistas legítimos, por isso o sistema será implementado de forma gradual”, diz a empresa, em nota. Em janeiro, a Deezer anunciou novas medidas e passou a vender sua ferramenta de detecção de IA. “Sabemos que a maioria das músicas geradas por IA são publicadas na Deezer com o objetivo de cometer fraudes”, afirma Alexis Lanternier, CEO da Deezer, em nota recém-divulgada. “Detectamos e marcamos como ‘músicas geradas por IA’ e as removemos das recomendações algorítmicas, para que nossos usuários tenham uma escolha clara sobre o que ouvir, ao mesmo tempo que dificultamos a manipulação do sistema por fraudadores.” IA no palco A Deezer é a única plataforma a etiquetar explicitamente as músicas geradas por IA. Esse tipo de transparência virou um debate recorrente entre gravadoras, distribuidoras, plataformas e profissionais da indústria. E como mostramos, não são “somente” canções que estão no jogo — a quantidade de artistas e bandas criados por IA já é grande o suficiente até para a curadoria de um “IA Palooza”. Vale dizer que isso não é necessariamente visto como problema — a expectativa no setor é de que a IA se torne cada vez mais parte do processo criativo. No Brasil, a IA está por trás de hits que nascem como memes e, depois, vão para as pistas. Sucesso do fim do ano passado, “Sina de Ofélia” tem várias versões. A faixa é uma releitura não autorizada de “The Fate Of Ophelia”, da Taylor Swift, e sua versão mais famosa é cantada por Luísa Sonza e Dilsinho — ou melhor, por cópias de seus vocais, já que nenhum deles gravou a música. Tocanna Reprodução/Instagram Já a Blow Records é um selo criado por Raul Vinicius, de 22 anos. O produtor emplacou trends ao lançar versões retrô de funks eróticos como “Predador de Perereca”, “Chupa *o*ota”, “Popotão Grandão”. Outro sucesso criado por IA, “São Paulo” virou meme pela letra, que tira sarro da capital paulista. A música também é uma versão não autorizada (de “Empire State of Mind”, do Jay Z e Alicia Keys). Quem canta é Tocanna, uma tucana humanizada — ou humana “tucanizada”, se você preferir. A lista continua. Dá ainda para citar as bandas The Velvet Sundown e Breaking Rust, ou cantoras tipo Xania Monet, que só existem em formato de pixel, mas mesmo assim alcançam posições de destaque em rankings de audiência como Spotify e Billboard. IA no ouvido de carne e osso Casos como esses, no entanto, ainda são exceção. A maioria dos artistas gerados por IA não chega a hitar. A Deezer aponta que streams em faixas de IA representam apenas de 1% e 3% do total da plataforma. Muita gente torce o nariz para esse tipo de música. Publicada no fim de 2025, uma pesquisa da revista americana “The Hollywood Reporter” mostra que 52% dos americanos não teriam vontade de ouvir uma canção do artista favorito se soubessem que ela foi produzida com ajuda de IA (32% têm interesse e 15% não sabem responder). Ironicamente, um estudo da Reuters mostra que a maior parte das pessoas é incapaz de diferenciar uma música composta por gente de carne e osso de uma criada por IA. É um dado mais bizarro do que o outro. Puro suco de distopia.

  17. A juíza Beatriz Junqueira Guimarães entrou em exercício, nesta segunda-feira (23), como convocada na 2ª Instância TJMG. TJMG A juíza Beatriz Junqueira Guimarães entrou em exercício, nesta segunda-feira (23), como convocada na 2ª Instância do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ela passa a compor a 5ª Câmara Cível em substituição ao desembargador Luís Carlos Gambogi, que foi convocado para assumir, interinamente, uma cadeira no Superior Tribunal de Justiça. "Eu estou com uma expectativa muito boa. É uma nova aprendizagem, um novo tipo de julgamento. Tenho me preparado para isso há tempos. Espero corresponder a todas as expectativas que tenho e que a Justiça tem em relação a mim", explicou Beatriz Junqueira. Em cargos de desembargadores convocados, que exercem temporariamente a função na 2ª instância, segundo o TJMG, há 27 magistrados, sendo seis mulheres. Beatriz Junqueira foi a sexta convocada. Em cargos efetivos de desembargadores, a diferença de gênero também é expressiva. Nesta instância do judiciário, de 149 magistrados, apenas 22% são mulheres (veja o gráfico abaixo). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Quem é Beatriz Junqueira? Natural de Cruzília (MG), a magistrada é formada em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais e pós-graduada em Direito do Consumidor. Ela ingressou na magistratura em 1998 e atuou nas comarcas de Jacinto, Almenara e Juiz de Fora. Desde 2006, é titular da 5ª Unidade Jurisdicional Cível do Juizado Especial de Belo Horizonte e integra o Juizado do Torcedor e de Grandes Eventos de Minas Gerais. Vídeos mais vistos no g1 Minas Gerais

  18. Disposição dos planetas durante o fim de fevereiro. Stellarium 24.2 Quatro planetas podem ser vistos a olho nu no céu da última semana de fevereiro: Vênus, Mercúrio, Saturno e Júpiter. Netuno e Urano também estão visíveis, mas a observação pode ser feita somente com a ajuda de telescópios. 🌌O fenômeno acontece desde o dia 18 e se estende até o próximo sábado (28), último dia do mês. Embora o evento venha sendo frequentemente descrito como um "alinhamento", é importante ressaltar que os planetas não estarão dispostos em uma linha reta perfeita no espaço. (entenda mais abaixo) O que ocorre é que, vistos da Terra, eles parecerão estar organizados de maneira especial no céu, proporcionando um espetáculo astronômico para observadores mais atentos. Ainda que seja especial para os amantes da astronomia, uma configuração planetária assim não é rara e costuma acontecer todos os anos. O fenômeno também não tem um local privilegiado para visualização e acontece em todo o Brasil. Assim que o Sol desaparece e fica escuro o suficiente para que os planetas e a Lua apareçam, é possível observar o desfile no céu. VEJA TAMBÉM: Pela 1ª vez, planetas a 133 anos-luz têm composição identificada e se parecem com Júpiterú Por que não se trata de um alinhamento planetário? De acordo com o Observatório Nacional (ON), um alinhamento planetário acontece quando três ou mais planetas estão quase que espacialmente na mesma linha em um sistema planetário. Isso é resultado da formação do Sistema Solar, já que todos os planetas, incluindo a Terra, orbitam o Sol em um plano aproximadamente comum, conhecido como plano da eclíptica. Devido a essa disposição orbital, há momentos em que vários planetas aparecem próximos uns dos outros no céu noturno, quando vistos da Terra. No entanto, é importante entender que os astros NÃO estão realmente alinhados no espaço tridimensional. O que observamos é uma ilusão de perspectiva, onde os planetas parecem formar um arco ou uma linha no céu quando vistos do nosso ponto de vista terrestre. "Quando vemos um alinhamento planetário aqui da Terra, não o veremos formando uma linha reta, mas sim mais ou menos próximos entre si, em um mesmo pedacinho do céu, já que nós, na Terra, estamos sobre a linha. É como observar uma fila de pessoas ou de carros, estando nela", explica Gabriel Hickel, astrônomo e parceiro do Observatório Nacional. Calendário astronômico de 2026: confira quando haverá eclipses, chuvas de meteoro e superluas Como observar os planetas no céu? Para conseguir observar essa configuração no céu, os astrônomos sempre recomendam que se procure um horizonte oeste, longe da poluição luminosa das cidades. Um local aberto, sem obstáculos como prédios ou montanhas, é ideal. Quanto mais livre de poluição luminosa for o local, melhor será a observação. Além disso, o céu precisa estar limpo, sem muitas nuvens, para que seja possível ver os planetas com mais clareza logo após o pôr do Sol. Por volta das 19h já está escuro o suficiente para observar os planetas. No caso de Vênus e Mercúrio, por estarem muito juntos do horizonte, será difícil notá-los. Já um pouco mais alto em relação ao horizonte, estará Saturno, visível até as 20h. Bem perto de Saturno, estará Netuno, mas, pela grande distância da Terra, ele só pode ser observado com a ajuda de telescópios. O mesmo acontece com Urano, situado entre Saturno e Júpiter. Para facilitar a busca, há ferramentas que ajudam a localizar os planetas no céu em tempo real. O site Stellarium oferece mapas interativos gratuitos que mostram a posição exata de cada astro, assim como o Night Sky Map, do Time and Date. 📱Para quem prefere usar o celular, aplicativos como Star Walk 2 e Stellarium Mobile (disponíveis para Android e iOS) permitem apontar a câmera para o céu e identificar rapidamente os planetas e constelações. Conjunções planetárias🪐🔭 As principais conjunções planetárias (quando dois planetas ou mais aparecem próximos no céu) do ano acontecerão nas seguintes datas, de acordo com o Observatório de Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): 16 de fevereiro - Conjunção entre Saturno e Netuno, no começo da noite, direção nordeste, na constelação de Peixes. 19 de fevereiro - Lua, Mercúrio e Saturno formarão belo trio celeste, direção oeste. 8 de março - Conjunção entre Saturno e Vênus durante o crepúsculo, direção oeste. Os astros estarão muito próximos ao horizonte. 14 de março - Conjunção entre Mercúrio e Marte durante a aurora, direção leste. Os astros também estarão muito próximos ao horizonte. 17 de março - Conjunção entre Lua e Mercúrio na constelação de Aquário. Neste mesmo dia, Lua, Mercúrio e Marte formarão belo trio celeste durante a aurora, direção leste. 15 de abril - Conjunção entre a Lua e Mercúrio, durante a madrugada, direção leste. Neste dia e no dia 16, Lua, Mercúrio, Marte e Saturno formarão um belo quarteto celeste durante a aurora, direção leste, nas constelações de Peixes e Baleia. 24 de abril - Conjunção entre Vênus e Urano, no começo da noite, direção noroeste, na constelação de Touro. 31 de maio - Mercúrio, Vênus e Júpiter estarão "alinhados" na direção noroeste, no começo da noite, nas constelações de Touro e Gêmeos. 16 de junho - Conjunção entre a Lua, Mercúrio e Júpiter no começo da noite, direção noroeste, na constelação de Gêmeos. Neste mesmo dia, Lua, Mercúrio, Vênus e Júpiter formarão um belo quarteto celeste. 18 de junho - Mercúrio, Júpiter, Vênus e Lua, estarão alinhados visualmente no começo da noite, direção noroeste; 4 de julho - Conjunção entre Marte e Urano no final da madrugada, direção nordeste, na constelação de Touro. 5 de outubro - Conjunção entre Mercúrio e Vênus no começo da noite, direção oeste, na constelação de Virgem. 2 de novembro - Conjunção entre a Lua, Marte e Júpiter no final da madrugada, direção nordeste, na constelação de Leão. Neste mesmo dia, Lua, Marte e Júpiter formarão um belo trio celeste antes do amanhecer. 14 de novembro - Conjunção entre Marte e Júpiter durante a madrugada, direção nordeste, na constelação de Leão. 30 de novembro - Conjunção entre a Lua e Júpiter durante a madrugada, direção nordeste, na constelação de Leão. Neste mesmo dia, Lua, Marte, Júpiter e a estrela Regulus formarão um belo quarteto celeste antes do amanhecer. 26 de dezembro - Lua, Marte e Júpiter estarão visualmente alinhados por volta de 23h na direção nordeste, na constelação de Leão. Este cenário irá se repetir nos dias 27 e 28. A poluição deixa mesmo o céu mais bonito?

  19. “Estou de pé, sempre de pé.” Gisèle Pelicot conta como refez sua vida depois da violência sexual Abusada durante 10 anos pelo marido e mais de 70 homens, a francesa Gisèle Pelicot decidiu abrir mão do anonimato e tornar pública a violência que sofreu para que o caso não fosse tratado em silêncio. Ao falar pela primeira vez em detalhes, ela afirmou ter “orgulho de ter compartilhado” a própria história, na tentativa de transformar a experiência em um alerta e incentivar outras vítimas a não se calarem. Ao optar por tornar o processo público, Gisèle disse que quis evitar que os crimes corressem em segredo judicial. Ela relatou ter ficado impressionada com a quantidade de mulheres que passaram a acompanhá-la nas audiências e a enviar mensagens de apoio. A decisão também teve como objetivo, segundo ela, mudar o sentimento de culpa frequentemente imposto às vítimas. “A culpa deve ficar apenas com os responsáveis, jamais com as vítimas e sobreviventes”, declarou. O caso veio à tona após a prisão do então marido, Dominique Pelicot, condenado em dezembro de 2024 a 20 anos de prisão — a pena máxima prevista na França para estupro. Segundo as investigações, ao longo de uma década, ele dopou a esposa com sedativos, convidou homens para a casa do casal e registrou os abusos em vídeo. A francesa Gisèle Pelicot foi abusada pelo marido por 10 anos Reprodução/TV Globo A revelação começou em 2020, quando Gisèle foi chamada a uma delegacia e informada de que aparecia nas imagens apreendidas pela polícia. "O interrogatório me pareceu estranho. Perguntaram meu nome, há quanto tempo era casada, como eu definiria o senhor Pelicot. 'Um homem atencioso', eu disse, 'faz 50 anos que vivo com esse senhor'. Não entendo como ele chegou a esse ponto", comenta Gisèle. Até então, ela acreditava sofrer apenas de lapsos de memória e problemas de saúde, sem imaginar que era vítima de violência sistemática. Gisèle contou que, durante anos, apresentou sintomas como apagões de memória, confusão mental e alterações na fala. "Comecei a ter apagões de memória. Não lembrava o que tinha feito na véspera, o que havia comido, se tinha escovado os dentes", relembra. Ela buscou médicos de diferentes especialidades, sempre acompanhada do marido. Os exames não indicavam anormalidades, o que dificultou a descoberta dos crimes. O marido de Gisèle foi condenado a 20 anos de prisão Reprodução/TV Globo "Eu ligava pros meus filhos e eles diziam que eu estava com a voz como se tivesse bebido. Um dia peguei o carro e sofri um pequeno acidente. Comecei realmente a me inquietar", conta. Quando os exames chegavam sem resultados anormais, o marido dizia a ela que isso era um motivo para esquecer o problema e "não preocupar as crianças". Durante dois anos e meio de investigação, autoridades identificaram dezenas de homens envolvidos. Parte deles foi julgada e condenada em Avignon, no sul do país. Outros suspeitos ainda são alvo de apuração. Os acusados eram, segundo a polícia, homens comuns, moradores de Mazan e de cidades vizinhas, com idades entre 22 e 70 anos. A dimensão do caso provocou comoção nacional e debates sobre violência sexual, consentimento e responsabilização. Como história veio à tona O caso só começou a ser desvendado quando Dominique foi detido por filmar mulheres sem consentimento em um supermercado. A partir da análise de equipamentos eletrônicos, investigadores encontraram os registros das agressões. Apesar da exposição pública e do trauma, Gisèle afirma que tenta reconstruir a vida e manter a estabilidade da família. Ela diz que tornar a história conhecida foi uma forma de ressignificar o que viveu e contribuir para que a sociedade discuta o tema. “A sociedade precisa evoluir”, afirmou. “Os homens precisam assumir a responsabilidade e mudar o comportamento", finaliza. Ouça os podcasts do Fantástico O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

  20. Médico Victor Murad, de 90 anos, acusa a ex-secretária de envenená-lo com arsênio A investigação sobre o suposto envenenamento do cardiologista Victor Murad, de 90 anos, precisou recorrer a uma técnica incomum: a análise de fios de cabelo. O método foi adotado porque exames tradicionais, como os de sangue e urina, já não conseguiam detectar a substância no organismo, segundo a perícia. De acordo com a polícia, o médico foi encaminhado para exames após surgirem suspeitas de intoxicação. A confirmação só foi possível com uma amostra de cabelo enviada para análise em laboratório da Universidade Federal do Espírito Santo. "Se eu fosse usar amostra de sangue ou de urina, eu não conseguiria detectar porque já teria sido eliminado do organismo", diz Mariana Dadalto, perita da Polícia Científica do Espírito Santo. "O cabelo foi possível porque o arsênio continuou no cabelo, mesmo depois de 3 meses que não havia mais a exposição", explica. Especialistas explicaram que o arsênio é eliminado do sangue e da urina com o passar do tempo, o que dificulta a identificação em casos de exposição antiga. Já o cabelo funciona como um “registro” da contaminação, pois a substância permanece incorporada à estrutura capilar mesmo meses depois. Veneno foi encontrado no cabelo do médico por peritos. Reprodução/TV Globo/Fantástico Segundo a perícia, o arsênio começa a aparecer no bulbo capilar cerca de duas semanas após a ingestão. No exame, foram analisados fios de aproximadamente 15 centímetros, o que permitiu reconstituir um histórico prolongado de exposição. Os resultados indicaram que o médico teria sido envenenado por pelo menos um ano e três meses. A suspeita de crime surgiu após a demissão de Bruna Garcia, que era secretária de Murad, quando uma funcionária encontrou um frasco de arsênio escondido em um depósito da clínica. O desafio da perícia era, então, provar a ingestão da substância meses depois, já que o arsênio é eliminado rapidamente do sangue e da urina. A análise também apontou redução da quantidade da substância no organismo após o afastamento de Bruna. Paralelamente ao laudo toxicológico, a polícia rastreou a origem do produto utilizado. A nota fiscal de compra do veneno estava em nome do marido da secretária, que chegou a ser incluído nas apurações, mas foi posteriormente descartado por falta de indícios de participação. Médico Victor Murad foi envenenado pouco a pouco Reprodução/TV Globo Entenda o caso Bruna trabalhava na clínica de Murad desde 2013. Ela é filha de uma antiga funcionária que trabalhou com o cardiologista por duas décadas. Por causa desse vínculo, a secretária detinha controle total sobre as finanças do médico, que não utilizava ferramentas digitais como o PIX. "Confiava cegamente nela, foi esse meu mal. Acreditava nela, assim, ela encanta qualquer um. É uma serpente", desabafou o médico. A investigação aponta que Bruna desviou R$ 544 mil ao longo de 12 anos. O dinheiro era usado para financiar um padrão de vida luxuoso, com viagens para a Disney e hotéis de alto padrão, enquanto o médico via seu patrimônio diminuir sem explicação. "Quando eu fui uma vez questionar o gerente, falei: 'Como é que pode que meu saldo não sobe?'. O gerente dizia que eu estava gastando demais. E era ela que estava tirando o dinheiro", relata Murad. Segundo o promotor Rodrigo Monteiro, os saques eram frequentes e variados: "Eram valores de três, quatro, até dez mil reais. Às vezes duas, três transferências no mesmo dia". Cortina de fumaça com veneno Para o Ministério Público, o envenenamento começou quando os desvios ficaram prestes a ser descobertos. A intenção da secretária seria jogar uma cortina de fumaça e afastar a responsabilidade pelos crimes financeiros através da morte da vítima. Enquanto Bruna ostentava em redes sociais, o médico apresentava sintomas graves e inexplicáveis: Dores intensas e vômitos com sangue; Anemia profunda e fraqueza nas pernas; Agravamento dos tremores e rigidez da doença de Parkinson. O veneno, segundo a polícia, era misturado à comida e à água de coco servidas na clínica. Devido ao mal-estar constante, Victor Murad precisou fechar o consultório que mantinha há mais de 30 anos. Defesa nega crimes Bruna Garcia está presa desde outubro e deve ser levada a júri popular por tentativa de homicídio qualificado. O advogado de defesa, James Gouveia, nega todas as acusações. "Ter um laudo que foi envenenado não comprova que a Bruna o envenenou. Pode ter sido outra pessoa, pode ter sido acidental", afirmou. Sobre o dinheiro, a defesa sustenta que toda a movimentação financeira era de conhecimento do médico e devidamente autorizada por ele. Victor Murad segue em recuperação em casa. "Sempre a tratei como se fosse uma filha minha, e ela tentando me matar. Ela te mata sorrindo", concluiu o cardiologista. Ex-secretária do médico é a principal suspeita do crime Reprodução/TV Globo Ouça os podcasts do Fantástico O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.
  21. O programa nuclear iraniano: o que é que o Irã tem que assusta tanto os norte-americanos? O Irã mantém cerca de 400 quilos de urânio enriquecido armazenados em instalações subterrâneas, segundo afirmou ao "Fantástico" Gary Samore, ex-coordenador de controle de armas dos Estados Unidos. Ele integrou a equipe da Casa Branca responsável por políticas de desarmamento e acompanha o programa nuclear iraniano há anos. De acordo com Samore, o material está enriquecido a 60%. Esse nível é considerado alto para uso civil e, segundo ele, pode ser rapidamente elevado a 90%, patamar necessário para a produção de uma bomba nuclear. Entenda as questões políticas e científicas do impasse entre EUA e Irã na reportagem acima. O especialista explicou que o salto técnico de 60% para 90% é muito mais curto do que as etapas anteriores do enriquecimento. Por isso, a preocupação da comunidade internacional é que, caso o regime tome a decisão política, consiga avançar em pouco tempo. O Irã afirma que seu programa nuclear tem fins pacíficos e voltados à produção de energia. Ainda assim, o acúmulo desse volume de urânio enriquecido aumenta a tensão em meio às negociações com potências ocidentais. Para Samore, a combinação entre estoque de urânio enriquecido e capacidade balística do Irã é o que torna o cenário mais delicado. É esse conjunto que mantém a pressão diplomática e militar sobre o regime dos aiatolás. Nos últimos meses, há a um cenário de instabilidade interna e de ameaça externa. A verdadeira bomba relógio pode estar dentro do próprio país, com uma população que voltou às ruas e enfrenta repressão. Veja mais nas reportagens do Fantástico, no vídeo acima e abaixo. O raio-x da Guarda Revolucionária que sustenta o regime autoritário dos aiatolás ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

  22. Drone mostra andamento de alargamento da Praia Central de Balneário Piçarras, SC 🏖️A obra de alargamento da Praia Central de Balneário Piçarras, no Litoral Norte de Santa Catarina, chegou à metade. Passam pelo engordamento da faixa de areia dois dos 6,7 km de extensão da orla. Esta é a quarta obra de alargamento na mesma praia. Balneário Piçarras tem todas as orlas com Bandeira Azul, selo internacional que reconhece locais que se destacam no quesito ambiental (entenda mais ao final da matéria). ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Praia tem 4ª obra de engordamento aprovada em 27 anos SC lidera Bandeira Azul com metade das praias e marinas premiadas no Brasil A obra começou em 23 de janeiro e tem prazo de 60 dias para terminar. Os investimentos, feitos pelo município, ultrapassam os R$ 40 milhões e são provenientes do Fundo de Manutenção da Praia (Fumpra) e de recursos próprios do município. Liberado para banhistas? Com a conclusão de 50% da obra, foi liberado para os banhistas o segundo trecho do alargamento. Com isso, na Praia Central de Balneário Piçarras, as pessoas podem ficar nas seguintes partes: 📍Entre Molhe da Barra e Molhe da Rua Alexandre Guilherme Figueiredo 📍Após o molhe da Avenida Getúlio Vargas (trecho onde não está sendo executada a obra) Antes da abertura ao público, equipes técnicas das empresas responsáveis pela obra, em conjunto com o Corpo de Bombeiros Militar, realizaram avaliações no local para garantir a segurança da população. 🏖️ A Praia Central de Balneário Piçarras é o principal atrativo turístico e econômico da cidade, que tem 27 mil habitantes e viu sua população crescer 58% entre os censos de 2010 e 2022. Obras de alargamento da faixa de areia da Praia Central de Balneário Piçarras, em SC José Santos/Prefeitura de Balneário Piçarras/Divulgação 🤔E agora? De acordo com a prefeitura, a nova extensão projetada prevê, em média, 30 metros de largura da faixa de areia a mais em relação à configuração atual da orla. Há trechos que possuíam de 10 a 12 metros de largura, como na Praia da Barra, e agora passam a ter quase 40 metros. Outros tinham um pouco mais, 15 metros, e que passarão a ter 45 a 50 metros de faixa de areia. Na nova etapa, os trabalhos avançam por mais 300 metros após o molhe da Rua Alexandre Guilherme Figueredo. Mais de 370 mil metros cúbicos de areia A operação é executada pela draga Amazone, responsável pelo transporte de aproximadamente 6 mil m³ de areia por dia, com até quatro operações diárias. Os sedimentos utilizados possuem as mesmas características da areia original da praia, conforme exigência do licenciamento ambiental. O material é extraído de uma jazida localizada a cerca de 10,5 quilômetros da Praia Central, próxima à Ponta da Vigia, no município de Penha. O projeto de alargamento da praia abrange aproximadamente dois quilômetros de extensão, no trecho entre o molhe da Avenida Getúlio Vargas e o molhe da barra do Rio Piçarras. Ao todo, estão previstos 379.166,76 metros cúbicos de areia. Obras de alargamento da areia na Praia Central de Balneário Piçarras, em SC José Santos/Prefeitura de Balneário Piçarras/Divulgação Quarto alargamento em 27 anos Esta é a quarta obra de alargamento em Balneário Piçarras em 27 anos. A prefeitura declarou que o projeto atual é de 2018, pensado entre 10 a 20 anos de vida útil. O trecho escolhido é onde ocorre com mais frequência erosão da areia, segundo o município. 🔍Conforme o executivo, Balneário Piçarras é situada em uma área de mar aberto, com correntes marítimas que levam os sedimentos no sentido norte da cidade, o que obriga fazer manutenção de forma constante. O município declarou que ampliando a faixa de areia é possível criar uma espécie de “barreira” contra o avanço do mar e a erosão, como nos casos das ressacas. O objetivo do alargamento também é aumentar a área disponível para os banhistas. A Prefeitura de Balneário Piçarras detalhou os três alargamentos anteriores e como as ações executadas justificam um novo trabalho: Na primeira obra a prefeitura fez o aterro, mas não houve uma durabilidade porque não tinham os elementos que fizessem a contenção da areia, para que continuasse na orla; No segundo aterro foi executado estruturas de pedras (molhes) para fazer a contenção de areia, que chegou a durar um certo tempo; No terceiro aterro foi feita uma manutenção, mas voltou a ter erosão devido aos materiais utilizados. Máquinas trabalham na obra de alargamento da faixa de areia da Praia Central de Balneário Piçarras, em SC José Santos/Prefeitura de Balneário Piçarras/Divulgação VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

  23. Como é escolhido um arcebispo? Entenda o processo do Vaticano para escolha de novo líder em Aparecida Ana Laura Marcondes/Santuário Nacional O arcebispo de Aparecida (SP), Dom Orlando Brandes, completa 80 anos em 2026 e deve deixar o cargo. A sucessão será definida pelo papa Leão XIV, seguindo um processo sigiloso conduzido pelo Vaticano. Brandes vai deixar o posto após dez anos liderando a comunidade católica em Aparecida, cidade que abriga o Santuário Nacional, maior templo mariano do mundo e maior igreja católica do país, e que anualmente atrai milhões de devotos de Nossa Senhora Aparecida, a santa Padroeira do Brasil. Tradicionalmente, segundo o Código de Direito Canônico, um bispo deve apresentar seu pedido de renúncia ao papa aos 75 anos, mas, no caso de Dom Orlando, o tempo do religioso à frente da Arquidiocese de Aparecida foi estendido a pedido do papa Francisco, em carta enviada pelo pontífice em 2023 - relembre aqui. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Além de Aparecida, outras cidades do Brasil devem ter mudanças nas lideranças católicas neste ano, com a escolha de novos arcebispos para São Paulo, Rio de Janeiro e Manaus, por exemplo. O momento é visto como crucial, pois Leão XIV poderá decidir, de maneira pessoal, quem vai ocupar a alta hierarquia do maior país católico do mundo. Em meio aos trâmites do Vaticano para as novas nomeações no Brasil, o g1 entrevistou o assessor de comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para explicar como funciona a escolha de um arcebispo, o que é preciso para ocupar o cargo, e o que é esperado do religioso que assumir o posto. Confira: Veja os vídeos que estão em alta no g1 Do sigilo à nomeação O processo para a escolha de uma nova autoridade das arquidioceses está diretamente ligado com o Vaticano e, de acordo com o assessor de comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Padre Arnaldo Rodrigues, a nomeação definitiva envolve tempo e uma longa pesquisa da Igreja. "Primeiramente, para ser arcebispo tem que ser padre, né? Depois, sendo padre, quem escolhe, quem determina oficialmente se aquele padre vai se tornar bispo ou não é o papa. É feito todo um processo de consulta. Quando, por exemplo, precisa nomear um bispo pra cidade X. Então, como que é feito esse processo? Esse processo, primeiramente, ele passa por uma consulta. Alguns nomes são indicados e esses nomes são pesquisados antes de serem levados ao papa", narrou. A Nunciatura Apostólica, equivalente a uma embaixada da Santa Sé, junto com o Dicastério para os Bispos (antiga Congregação dos Bispos), é responsável por conduzir o processo de investigação e seleção dos nomes que serão submetidos à avaliação do papa, e todo o procedimento ocorre sob absoluto sigilo, inclusive para os próprios candidatos. "Ninguém que vai ser bispo fica sabendo que está sendo consultado o seu nome. Na realidade, isso é feito em sigilo. Chama-se sigilo pontifício. Somente o papa sabe (...) Qualquer padre pode ser indicado, ninguém se candidata", disse o representante da CNBB. Dom Orlando Tiago Leon/Santuário Nacional Segundo a CNBB, além do trabalho feito pela embaixada da Santa Sé na seleção e estudo de possíveis candidatos, os próprios arcebispos que estão se aposentando também podem indicar nomes de sucessores, para serem apreciados pelo papa. "Qualquer padre pode ser indicado. Só que ninguém se candidata, não existe isso, né? O que acontece é, tanto o bispo que está saindo pode indicar, quanto a embaixada pode indicar. E aí, tendo esses nomes que foram indicados, são feitas as consultas. E essas consultas são enviadas para diversos padres no Brasil e fora do país, né? Que fazem várias consultas, várias perguntas sobre determinado candidato. E aí, obviamente, isso leva um tempo, né? Não é uma coisa que se decide em uma semana. É uma consulta que leva bastante tempo", afirmou. Apesar da lista com alguns nomes selecionados, o papa tem total liberdade para escolher qualquer outro padre, levando em consideração o nível de formação religiosa, a reputação e a experiência pastoral da pessoa. "O papa pode escolher quem ele quiser. Mas, normalmente, é sempre feita a consulta, né? Esse é o processo normal, ordinário, porque o papa não conhece todo mundo. Então, antes de nomear alguém, ele precisa conhecer bem quem é a pessoa", explicou. De acordo com a CNBB, a escolha de bispos ou arcebispos não tem influência política, apenas os critérios das pastorais são levados em conta. Após todas as etapas, o pontífice decide se irá nomear algum dos nomes selecionados ou não. Papa Leão XIV ao lado do Dom Orlando Brandes Vatican Media Qual a função de um arcebispo? Bispo e arcebispo têm praticamente as mesmas funções na Igreja. A diferença está no local que cada um administra: o bispo cuida de uma diocese e o arcebispo de uma arquidiocese. A definição da nomenclatura depende de fatores como o tamanho da região, quantidade populacional, relevância do local e questões históricas. Segundo o representante da conferência, o arcebispo deve ser, acima de tudo, um pastor dos fiéis, além de exercer seu papel de autoridade civil da Igreja. "Em primeiro lugar, ele precisa conduzir as pessoas dentro da sua região onde ele vai ser responsável. Como pastor, ele tem que cuidar da fé das pessoas, ele tem que cuidar das pessoas, da vida da igreja (...) Ele tem também os compromissos de zelar pela justiça, zelar pela ética, pelo cuidado. Colaborar, sobretudo, com a sociedade, com os poderes públicos, para o bem comum. De certa forma, cuidar das almas dos fiéis, cuidar dos fiéis, mas também ajudar a sociedade a se desenvolver", disse o padre. Dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida Thiago Leon/Santuário Nacional de Aparecida "Ele tem esse compromisso de ajudar as autoridades constituídas da região a pensar também como a cidade, como o local pode favorecer também uma vida digna para as pessoas. Porque quando a gente fala de fé, a gente não está falando só de alma. O ser humano não é só alma, o ser humano também é corpo, né?", defendeu. "Por exemplo, a campanha da fraternidade que foi lançada agora, que fala sobre moradia digna. Então, a igreja, os bispos também, são responsáveis por estimular alternativas, ajudar a pensar alternativas para favorecer essa dignidade humana. No fundo, no fundo, ele é o pastor que deve cuidar também do seu rebanho, que são os católicos em primeiro lugar, mas também ajudar a cuidar de todas as pessoas que estão dentro da sua região e pensar essas alternativas, esses espaços, esses locais, esses momentos que possam favorecer uma vida realmente digna para cada pessoa", pontuou. De acordo com a CNBB, a chegada de um novo arcebispo não deve impactar a vida dos fiéis em Aparecida, já que ele dará continuidade ao trabalho do antecessor e, ao longo de sua missão, também poderá implementar os próprios projetos, imprimindo sua marca pessoal. Segundo a conferência, Dom Orlando Brandes deixa como herança ao sucessor um legado marcado pelo acolhimento, pelo carinho e pela proximidade com o povo, valores esses que devem ser mantidos na arquidiocese de Aparecida. "Acredito que o que ele vai deixar de legado é essa proximidade com o povo. E isso é importante porque, assim, isso mostra também como é o Santuário. O Dom Orlando, ele encarnou bem aquilo que é o Santuário. Então, o próximo que vier, vai colher também esses frutos dessa proximidade que ele tem com o povo", finalizou. Como é escolhido um arcebispo? Entenda o processo do Vaticano para escolha de novo líder em Aparecida Thiago Leon/Santuário Nacional O arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes Thiago Leon/Santuário Nacional Santuário Nacional de Aparecida Lucas Tavares/g1 *Estagiária colaborou sob supervisão do g1. Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina

  24. "Público" destacou que "faça sol ou faça chuva" carnaval de Belo Horizonte movimentou a cidade Reprodução/ Público O carnaval de Belo Horizonte teve repercussão internacional. Reportagens divulgadas por um jornal português classificaram a festa da capital mineira como "inclusiva", "gay friendly" e "sede da criatividade alcoólica". O "Publico", um dos principais veículos portugueses, destacou ainda a organização, o planeamento, a limpeza e a segurança do evento. O jornal lembrou que 6,5 milhões de pessoas estiveram na capital mineira para assistir ao "carnaval inclusivo", com blocos na rua debaixo de chuva ou de sol, durante 23 dias de folia. GIF mostra multidão de foliões circulando pela Praça Sete, no Centro de BH, no carnaval deste ano Reprodução/TV Globo O bloco Chama o Síndico, que animou uma multidão na Avenida Afonso Pena, foi citado na reportagem. O desfile foi dedicado à celebração dos ritmos afro-brasileiros, por meio das músicas de Tim Maia e Jorge Ben Jor. O Quando Come se Lambuza também foi destaque com suas "duas centenas de percussionistas". 'O Bloco 'Quando Come Se Lambuza' foi criado em 2014 e conta com cerca de 180 ritmistas e instrumentos de escola de samba Outro ponto lembrado pelo jornal português foi a diversidade dos estilos musicais. O "Público" destacou que os foliões dançaram ao som do axé, que nos anos 80 emergiu no país e passou a ser mais conhecido com as cantoras Daniela Mercury e Ivete Sangalo. Matéria destacou o Bloco Quando Come Se Lambuza, que defilou na Avenida Afonso Pena e foi criado em 2014 Reprodução/Publico 'Gay friendly' e 'criatividade etílica' A imprensa portuguesa ainda falou da criatividade etílica do carnaval de BH e a chamou de "capital do drink pronto em lata", com bebidas variadas para a festa. Latinha de whisky com limão, gin com gengibre, rum com mate: como os drinques prontos de Minas viraram febre no carnaval Além disso, considerou a folia da capital mineira, conhecida pela diversidade, "gay friendly". LEIA TAMBÉM: De 'cidade deserta' a 6,5 milhões de foliões: como o carnaval de BH passou a ser um dos maiores do país em menos de duas décadas Pedro Sampaio agita multidão sob chuva, chama artista mexicano para trio e elogia carnaval de BH; veja melhores momentos Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:

  25. Tutor de pitbull é condenado a pagar R$ 10 mil após cachorro atacar um shih tzu, na Serra Pixabay/Divulgação/newsyfacity O tutor de um pitbull foi condenado pela Justiça do Espírito Santo após o cachorro atacar um shih tzu na Serra, Grande Vitória. A decisão determinou o pagamento de R$ 5.475 por danos materiais e R$ 5 mil por danos morais. Segundo o processo, o ataque aconteceu em 10 de maio de 2025, no bairro Bicanga, nas proximidades da casa do tutor do shih tzu, chamado Duck. O cão passeava na rua acompanhado do irmão do dono quando foi atacado. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A sentença - proferida no dia 6 de fevereiro - aponta que o pitbull estava sozinho e sem focinheira ou qualquer equipamento de contenção. A agressão só terminou após a intervenção do tutor do pitbull, que usou um pedaço de madeira para afastar o animal. De acordo com a decisão, o shih tzu sofreu lesões graves. Ele precisou de atendimento veterinário emergencial e passou por cirurgia. As despesas, comprovadas por notas fiscais, somaram R$ 5.475, valor que o tutor pediu para ser ressarcido. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: CRIME: Comissário de bordo sai de Dubai para buscar notebook no ES e é preso por colocar fogo na casa dos pais do ex-namorado ATAQUE: Três homens são mortos e uma mulher é baleada durante churrasco em São Mateus Ainda conforme o processo, o réu afirmou que poderia "ajudar" com R$ 2 mil, parcelados. A proposta não foi aceita. Na defesa, o morador alegou que não seria o dono do pitbull e que o caso exigiria perícia, o que afastaria a competência do Juizado. As duas teses foram rejeitadas. A sentença destaca que, mesmo que o animal pertença a um familiar, a responsabilidade recai sobre o guardião. Ao fixar o valor de R$ 5 mil por danos morais, o Juizado considerou que o caso ultrapassa "mero aborrecimento", diante do risco e do sofrimento causados pelo ataque e pelo estado do animal. *Com informações de Tiago Alencar. Cachorro shih-tzu Castorly Stoc/Pexels/Reprodução Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

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