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G1 GLOBO (Tudo Diário)

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  1. Enamed: 10 perguntas e respostas que alunos de medicina precisam saber sobre o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica Adobe Stock Os cursos de medicina em Ribeirão Preto (SP), Franca (SP) e Barretos (SP) tiveram boas avaliações no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) e receberam notas 4 e 5, consideradas as mais altas. Apenas uma faculdade na região teve nota 2 e pode sofrer punição por parte do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O Enamed é uma prova anual aplicada pelo MEC por meio do Inep para avaliar a formação médica no Brasil. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Esta foi a primeira edição da prova, que contou com a participação de cerca de 89 mil alunos, segundo o Inep. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao todo, 351 cursos de medicina em todo o país foram avaliados e 30% estão na faixa considerada insatisfatória, com pontuação entre 1 e 2. De acordo com o levantamento, divulgado na segunda-feira (19), seis instituições estão entre as 163 mais bem conceituadas do Brasil. LEIA TAMBÉM Veja lista e notas dos 351 cursos de Medicina avaliados no Enamed Cerca de 30% dos cursos de Medicina vão ser punidos após avaliação ruim no Enamed Lista das faculdades de medicina com nota ruim no Enamed; veja nomes das entidades com conceito 1 e 2 Na região, três cursos conquistaram nota 5 e três conquistaram nota 4, os melhores conceitos do Enamed, de acordo com o Inep. O curso de medicina do Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto teve nota 2, considerada insatisfatória pelo Inep. Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto Valdinei Malaguti/EPTV Veja abaixo a pontuação dos cursos de medicina em Ribeirão Preto, Franca e Barretos: Nota 5 Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto Faculdade de Ciências da Saúde de Barretos Dr. Paulo Prata (Facisb) Centro Universitário Municipal de Franca (Uni-Facef) Nota 4 Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp) Universidade de Franca (Unifran) Centro Universitário Barão de Mauá (CBM), em Ribeirão Preto Nota 2 Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto Ainda segundo o Inep, cursos com conceito 2 terão redução de vagas para ingresso. Cursos com conceito 1 terão suspensão total do ingresso de novos estudantes. Procurado pelo g1, o Centro Universitário Estácio informou que o setor foi surpreendido por divergências com relação aos dados oficiais enviados às instituições em dezembro do ano passado e que as sanções anunciadas não condizem com a realidade. (veja nota na íntegra mais abaixo) "Entendemos que as sanções anunciadas não são condizentes com a realidade, posição que iremos apresentar ao órgão regulador nos próximos 30 dias, prazo previsto para análise em profundidade de cada caso. Por ora, e a partir dos critérios divulgados, a instituição teria apenas restrição no número de ingressantes para vestibulares futuros. Esses efeitos poderão ser inclusive anulados, dentro do processo de defesa e prestação de informações das próximas semanas". O g1 também entrou em contato com as seis instituições que tiveram cursos bem avaliados pelo Enamed na região e aguarda um posicionamento. Como o conceito é calculado? O Conceito Enade é calculado com base no desempenho dos estudantes no exame e considera quantos deles fizeram a prova e quantos tiveram "resultado proficiente", ou seja, conseguiu mostrar na avaliação conhecimento suficiente. Por exemplo: 🔴 Nenhum dos 24 cursos que ficaram com Conceito Enade 1 atingiu percentual de proficiência de 40% entre os concluintes que participaram do exame. 🟢 Em contrapartida, todos os 49 cursos com Conceito Enade 5 tiveram percentual de proficiência acima dos 90%. Ou seja, a grande maioria dos concluintes destes cursos demonstraram conhecimento suficiente no exame. De acordo com o balanço do Enamed, o percentual de proficiência dos cursos por faixa foi: Conceito 1: < 40% Conceito 2: 40% a 59,90% Conceito 3: 60% a 74,90% Conceito 4: 75% a 89,90% Conceito 5: >90% Veja abaixo a nota encaminhada pelo Centro Universitário Estácio ao g1: "Os exames de fim de curso são instrumentos tradicionais e importantes para melhoria do nosso ensino, mas o Enamed 2025, em sua primeira edição, revelou pontos de fragilidade com relação a metodologia e processo. Isso fez com que os resultados não reflitam a qualidade do ensino oferecido. Esses pontos de melhoria necessários incluem a criação de incentivos e estímulos reais para que os alunos se preparem para a prova (hoje não há nenhum), amostras mais adequadas (alunos do 11º período, ainda sem a jornada completa, participam do exame), critérios mais robustos para o tratamento das notas, uma prova mais sólida (10 das 100 questões da prova foram anuladas) e um calendário de preparação mais adequado, com visibilidade para alunos e instituições. Neste dia 19/01, com divulgação dos resultados consolidados, o setor foi surpreendido por divergências com relação aos dados oficiais enviados às instituições em dezembro do ano passado. Em todo o Brasil, o número de alunos considerado proficiente em cada instituição diminuiu. Por todos esses fatores, entendemos que as sanções anunciadas não são condizentes com a realidade, posição que iremos apresentar ao órgão regulador nos próximos 30 dias, prazo previsto para análise em profundidade de cada caso. Por ora, e a partir dos critérios divulgados, a instituição teria apenas restrição no número de ingressantes para vestibulares futuros. Esses efeitos poderão ser inclusive anulados, dentro do processo de defesa e prestação de informações das próximas semanas. Nada muda na rotina do curso, nem na vida acadêmica dos estudantes atualmente matriculados. Nosso modelo de ensino, as aulas, os campos de prática etc. são sólidos e de qualidade, entendimento com a qual, estamos confiantes, o MEC irá concordar ao longo das próximas semanas". Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

  2. Orçamento secreto: caminhoneiro toma calote de R$ 20 mil em obra de empresa investigada Um caminhoneiro do interior da Bahia afirma ter levado um calote de mais de R$ 20 mil por um serviço em uma obra financiada com recursos do orçamento secreto. Jaelson Brito, morador de Limoeiro, zona rural de Campo Formoso (BA), trabalhou na terraplanagem de uma estrada que nunca foi concluída. “Pagaram o primeiro e o segundo mês. Depois, só nas medições. Fiquei com R$ 28 mil para receber”, diz. Em 2024, enquanto ele tentava recuperar o dinheiro, os donos da empreiteira responsável foram presos no aeroporto de Salvador com malas repletas de dinheiro vivo. As prisões fazem parte da operação Overclean, que investiga o desvio de verbas parlamentares e já identificou um esquema de R$ 1,4 bilhão em quatro anos. O caminhoneiro Jaelson Brito disse que teve prejuízo de R$ 28 mil com o não pagamento de salários de obra em Campo Formoso Reprodução/TV Globo Bilhões sem transparência Entre 2020 e 2022, o orçamento secreto movimentou R$ 38 bilhões até ser proibido pelo STF. Após o veto, parlamentares ampliaram o uso das emendas das comissões, que somaram R$ 8,6 bilhões em 2025 e também enfrentam críticas por falta de transparência. A Codevasf disse que seus recursos orçamentários são executados em estrita observância à lei e às orientações de órgãos de controle. O DNOCS disse que 65% do contrato com a empresa Allpha já foram executados e pagos e que desconhece a comprovação de superfaturamento realizada pela PF. A reportagem não conseguiu contato com a Allpha. Polícia Federal investiga desvio de emendas parlamentares no Nordeste Reprodução/TV Globo Veja a reportagem completa no vídeo abaixo: Fantástico percorre 2.500 quilômetros em 3 estados para descobrir o destino do dinheiro das emendas parlamentares Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

  3. Terapia hormonal na menopausa não altera risco de demência. Freepik Apesar de diversas pesquisas relacionarem a menopausa a um declínio cognitivo e à maior probabilidade de desenvolver demência, a terapia de reposição hormonal nesse período não altera o risco dessa condição para mulheres. A conclusão é de uma revisão de dez estudos envolvendo mais de um milhão de participantes publicada na revista científica "The Lancet Healthy Longevity". (veja mais abaixo) "A revisão não encontrou evidências de que o uso de THM [terapia hormonal da menopausa] aumenta ou reduza o risco de demência em mulheres na pós-menopausa", analisam os pesquisadores. A pesquisa lembra que estudos observacionais iniciais sugeriam que a terapia poderia reduzir o risco de demência, especialmente quando iniciada precocemente e utilizada por longos períodos. VEJA TAMBÉM: Beber álcool aumenta risco de demência mesmo quando o consumo é pequeno, aponta estudo ➡️É o que mostrou um estudo publicado em 2021 na revista científica da Alzheimer's Association, "Alzheimer's & Dementia", por exemplo. Na época, os resultados indicaram que a terapia hormonal foi associada à redução do risco de todas as doenças neurodegenerativas, incluindo a demência. Mas a revisão publicada na Lancet ressalta a limitação desses estudos observacionais e destaca que os efeitos cognitivos da reposição hormonal não foram reproduzidos em ensaios clínicos randomizados. O que os pesquisadores observaram, a partir da análise de trabalhos já publicados, é que "as evidências disponíveis não confirmam se a terapia hormonal na menopausa tem efeito positivo, negativo ou nulo sobre o risco de demência ou de comprometimento cognitivo leve". "De modo geral, as evidências disponíveis até o momento não sustentam o uso da THM exclusivamente para redução do risco de demência", concluem os pesquisadores. 👉Atualmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não traz orientações sobre a terapia hormonal e seus impactos cognitivos. A revisão deve servir como base para o processo de atualização das diretrizes da OMS sobre redução do risco de declínio cognitivo e demência. Eles ainda ponderam que são necessárias mais pesquisas para esclarecer o papel da reposição hormonal em relação à demência. LEIA MAIS: Menopausa precoce: parar de menstruar antes dos 40 anos é normal? Veja sintomas e consequências dessa condição Reposição hormonal ameniza sintomas da menopausa e melhora a qualidade de vida, mas não é para todas as mulheres Mais de 1 milhão de participantes Para a revisão, os pesquisadores identificaram quase seis mil registros e selecionaram dez estudos – um estudo clínico randomizado e nove estudos observacionais. No total, 1.016.055 participantes foram incluídos. Foram analisadas pesquisas publicadas entre 1 de janeiro de 2000 e 20 de outubro de 2025. Nenhum dos estudos incluídos examinou o uso de testosterona ou o uso em insuficiência ovariana prematura. Menopausa e demência A menopausa faz parte do climatério, o momento de transição da vida reprodutiva da mulher para a vida não reprodutiva. Nesse período, acontece a queda e interrupção da produção dos principais hormônios do corpo feminino: o estrogênio e a progesterona. Além dos sintomas físicos que esse processo acarreta – como ondas de calor, secura vaginal, perda da qualidade do sono e diminuição da libido – ele também gera consequências cognitivas. 🧠Entre os principais sintomas cognitivos estão: Perda de memória Dificuldade de concentração Problemas com foco Isso acontece porque os receptores desses hormônios femininos atuam no sistema nervoso central (SNC) e a falta dessas substâncias modifica os neurotransmissores. Nesse contexto, algumas pesquisas associam alguns sintomas da menopausa ao risco de desenvolvimento futuro de demência. ➡️Um estudo publicado em 2025 na revista científica "PLOS One" mostrou que uma maior carga de sintomas da menopausa está relacionada a uma função cognitiva mais precária e, consequentemente, a uma maior tendência de enfrentar demência ao longo do envelhecimento. ➡️Uma pesquisa publicada em 2024 na revista científica "Age and Ageing", da Oxford Academic, também concluiu que mulheres que entram na menopausa antes dos 40 anos apresentam maior risco de demência – ou seja, a menopausa precoce também pode ser um fator que contribui para o desenvolvimento da condição cognitiva. Mulheres vão viver mais tempo sob os efeitos da menopausa: entenda o que é, quais os sintomas e como lidar Reposição hormonal na menopausa Apesar da pesquisa mostrar que não há efeitos comprovados da reposição hormonal na menopausa no risco de demência, a terapia é recomendada para amenizar sintomas do climatério e melhorar a qualidade de vida. Quem pode fazer reposição hormonal Luiza Rivas / Dhara Assis / Bárbara Miranda | arte g1

  4. Ferrari LaFerrari divulgação/Ferrari O carro com o IPVA mais caro do Brasil é uma LaFerrari do DF, avaliada em R$ 35,6 milhões, com imposto de R$ 1.067.933,76. Para quem pensa em comprar uma unidade zero km, vale saber: todas as 499 unidades fabricadas já foram vendidas. O superesportivo italiano também impressiona por outros números (além do IPVA milionário). Lançada em 2013, ela marcou história por ser o primeiro carro híbrido da Ferrari. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp Graças ao sistema eletrificado, conseguiu ser ao mesmo tempo o modelo mais potente da marca e reduzir o consumo de combustível em 40%. O motor a combustão é um V12 6.3 aspirado, montado na posição central. Ele entrega até 789 cv, com auxílio do sistema eletrificado, que eleva a potência total para 963 cv. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Com esse conjunto, a LaFerrari vai de 0 a 100 km/h em apenas 2,9 segundos e atinge 350 km/h de velocidade máxima. Para conseguir lidar com tanto poder, os freios são de carbono cerâmica, combinação que garante maior capacidade de lidar com o calor gerado pelas fortes reduções de velocidade. Ao todo, as 499 unidades da LaFerrari foram fabricadas entre 2013 e 2018. A última delas foi enviada da Itália para o Brasil por uma importadora e registrada em Santa Catarina. Mesmo sendo um carro praticamente feito à mão, a LaFerrari já teve problemas de fabricação, todos corrigidos por meio de recalls: Algumas unidades apresentaram problemas no tanque de combustível, com risco de incêndio. A Ferrari substituiu o componente; Algumas unidades tiveram os assentos substituídos em recall por falha na capacidade do material de absorver energia; Algumas unidades exibiam informações incorretas nos sensores de pressão dos pneus; Algumas unidades também tiveram o airbag do passageiro substituído. Veja abaixo a ficha técnica do superesportivo. Ferrari LaFerrari divulgação/Ferrari

  5. idoso de 70 anos foi preso suspeito de estuprar sobrinhos-netos em Iguatama Polícia Civil/Divulgação Uma adolescente de 13 anos denunciou o tio-avô, de 70 anos, por estupro em Iguatama, no Centro-Oeste de Minas Gerais, após desconfiar de uma possível gravidez. Segundo a Polícia Civil, o homem também é suspeito de abusar sexualmente do irmão da vítima, uma criança de 3 anos. Após a denúncia feita pela menina à avó, o idoso foi preso na terça-feira (20). A investigação apontou que os abusos teriam ocorrido enquanto as crianças estavam sob a responsabilidade informal do suspeito. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Centro-Oeste no WhatsApp A adolescente relatou aos investigadores que os abusos aconteceram de forma repetida. Conforme o depoimento, durante uma viagem a Campos Altos, no Alto Paranaíba, o suspeito presenteou a adolescente, mas em seguida, exigiu atos sexuais. Ainda segundo o relato, houve episódios de toques em partes íntimas, imposição de sexo oral e tentativa de manter relação sexual. A adolescente afirmou, ainda, que por medo e receio não comunicou os fatos inicialmente. Após suspeitar de uma possível gravidez e realizar exames, cujo resultado foi negativo, decidiu relatar os abusos à avó, irmã do investigado. Segundo o delegado Emmanuel Robson Gomes, o investigado poderá responder pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena pode ultrapassar 15 anos de reclusão. A investigação segue em andamento. LEIA TAMBÉM: Mulher denuncia estupro após conhecer homem em festa Primos são indiciados por estupro e cárcere privado VÍDEOS: veja tudo sobre o Centro-Oeste de Minas O

  6. Sete filhotes de cachorro são resgatados em tubulação na BR-158, no RS Divulgação/ Corpo de Bombeiros Sete filhotes de cachorro foram resgatados pelo Corpo de Bombeiros às margens da BR-158, em Cruz Alta, no Noroeste do estado. A ocorrência registrada na terça-feira (20) envolveu a ninhada que ficou presa no interior de um corredor subterrâneo formado por tubos de concreto usados para o escoamento de água da rodovia. Ao chegar ao local, a guarnição constatou que a cadela, que havia levado os filhotes até o local, foi atropelada e morreu. Os animais permaneceram no interior da tubulação, que tem cerca de 45 metros de comprimento, em um ambiente confinado e de difícil acesso. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Durante uma primeira tentativa, os bombeiros confirmaram a presença dos filhotes, mas a aproximação não foi possível devido ao estreitamento do local, provocado pelo acúmulo de terra. Por este motivo, foi necessário o uso de equipamento de proteção respiratória e o apoio de uma retroescavadeira para abrir acessos à estrutura. O que fazer em casos de maus-tratos a animais? Com a criação de dois pontos de entrada, o resgate foi feito em etapas: Primeiro, dois filhotes foram retirados a cerca de 10 metros do início do acesso; Em seguida, após a abertura de um novo ponto, a equipe conseguiu alcançar e salvar os outros cinco animais. Ao todo, sete filhotes de cachorro foram resgatados com vida e encaminhados para um grupo de bem-estar animal, onde recebem cuidados e serão destinados à tutela responsável. VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  7. Saiba como customizar um abadá em poucos minutos A menos de um mês para o carnaval, os ateliês de costura do Grande Recife entram em uma corrida frenética para dar conta da demanda crescente por confecção de fantasias e modelos exclusivos para a festa. E uma das principais tendências que explicam isso é a customização de abadás. As famosas camisas dos blocos, que aparecem em desfiles por todo o país, também são alvo da criatividade dos foliões, que dão um jeito de personalizar as peças para se destacar no meio da multidão (veja vídeo acima). ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE Especializada em conteúdos de moda na internet, a influenciadora Duda Pontes disse que é possível customizar um abadá em poucos minutos, gastando o mínimo possível. "Já fica aquele aperreio: o que vou fazer? Qual abadá vou customizar para ir embora no bloquinho? Aquele abadá em dez minutos, dá para fazer. Em 20 minutos também, a gente consegue customizar com paetês, miçangas", disse em entrevista à TV Globo. Entre as dicas da influencer para fazer um abadá bonito e de baixo custo, estão: cortar, com uma tesoura, uma barra de um palmo de comprimento do tecido do próprio abadá para fazer um top, com dois pequenos furos na lateral, e amarrar atrás (uma opção é vestir um biquíni por baixo); fazer um corte na barra, amarrando o tecido com a fivela de um cinto, para formar um cropped (é possível colar um bojo para dar mais volume ao top); colar miçangas em um biquíni, vestindo por cima do top; para quem prefere usar um modelo mais discreto, cortar o abadá para fazer um cropped, usando uma corda para amarrar e combinando com um colar. Customização de abadás é tendência no carnaval Reprodução/TV Globo/Montagem/g1 Alta demanda Trabalhando com confecções há 42 anos, a costureira Helena Lucas tem um ateliê no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife, e recebe encomendas desde dezembro. Ela disse que começou a costurar fazendo figurinos para escolas de balé, mas, como as aulas param no início do ano, decidiu aproveitar esse período para gerar renda extra com os abadás. "Tem muitas clientes que querem os abadás mais diferenciados. Então, elas já encomendam com antecedência, que é para a gente usar pedrarias, franjas, tudo o que o comércio nos oferece para realizar aquela customização. Não é só cortar, é cortar e elaborar", explicou a trabalhadora. Segundo a costureira, o serviço custa a partir de R$ 140 e inclui integrar o abadá às outras peças de roupa. "A gente faz a montagem de acordo com aquele modelo que a cliente escolheu. Então, vamos dizer, o busto já está todo de pedraria. A gente vai pegar o abadá e transformar numa roupa juntamente com o que já está feito [...]. Como a gente tem prática com o esmero de uma roupa de dança, procura também fazer a mesma coisa no abadá. Acho que é isso que faz a diferença", contou. Em outro ateliê, no bairro do Parnamirim, também na Zona Norte da capital pernambucana, os abadás podem ser customizados a partir de R$ 100, com peças prontas que variam de preço, como top de miçangas e corset. "Se o cliente quiser fazer um abadá com uma sainha, ele deixa a medida e a parte de cima nós já temos pronta. Ele compra com a gente. Já facilita a vida dele. Já economiza tempo e tudo fica rotativo", detalhou Maria Isabel Abade, sócia da loja. Outro estabelecimento do Recife precisou aumentar as contratações durante o período de prévias carnavalescas para dar conta da demanda. A empreendedora Diana Nunes disse que a equipe chega a fazer cem customizações por dia. "Hoje temos uma equipe fixa de dez pessoas e logo mais, na época mais estourada do carnaval, a gente vai adicionar mais sete pessoas, distribuindo em funções diferentes", afirmou. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

  8. Acostumado a personagens icônicos, Idris Elba tenta adicionar mais um ao currículo A maioria das pessoas ficaria satisfeita ao dar vida a um personagem icônico da TV em suas carreiras. Aos 53 anos, o ator britânico Idris Elba é famoso por ser o rosto de pelo menos dois deles – mas dá crédito aos roteiristas que escrevem e criam tais papéis. "A escrita faz o ícone. O ator dá vida a ele. Eu não escrevi o Stringer Bell. Ele foi escrito", diz Elba, em entrevista ao g1. Ele se refere, é claro, ao famoso traficante de "The Wire", uma das séries mais importantes daquela que é conhecida como a Era de Ouro da Televisão. "Qualquer um poderia interpretar o Stringer, mas a versão que nós vimos apenas um ator poderia fazer. É uma impressão digital. Então, é legal ouvir que eu fiz personagens icônicos, mas eu acho que tive sorte de estar em histórias icônicas, sabe, como ator." Depois de interpretar o personagem entre 2002 e 2004, ele assumiu o detetive John Luther, na série britânica "Luther", ao longo de cinco temporadas entre 2010 e 2019. Nesse tempo, ainda encontrou espaço para se dedicar a outras paixões, como ser DJ e rapper, além de participações na "The Office" americana e nos filmes da Marvel como o deus nórdico Heimdall, e até de interpretar Nelson Mandela em "Mandela: O caminho para a liberdade" (2013). Atualmente, aparece novamente como o negociador corporativo Sam Nelson, protagonista da série "Sequestro", que lança o segundo episódio de sua segunda temporada nesta quarta-feira (21) na plataforma de streaming Apple TV. Com tanta experiência dos dois lados do Atlântico, o ator avalia que a televisão mundial passa por uma nova fase. "Tem muita TV sendo feita. Se o público ama televisão, agora é uma era de buffet livre de TV", afirma Elba. "Há uma conclusão de ciclo agora, porque há muitas coisas que não são tão boas, e há também coisas que estão realmente se destacando." "E elas estão recebendo de verdade a atenção que merecem. Acho que definitivamente encoraja roteiristas e diretores a pensar de forma mais profunda e realmente fazer algo que tenha impacto e que perdure." Idris Elba em cena de 'Sequestro' Divulgação 'Sequestro 2'? Qualé "Sequestro" foi criada e lançada em 2023 como uma minissérie. A decisão de criar uma segunda temporada gerou uma série de problemas no mínimo interessantes. A começar pelo título no Brasil, diferente do original, em inglês. Nos Estados Unidos sempre foi apenas "Hijack". "Sequestro" mesmo. Já por aqui virou "Sequestro no ar", baseado na trama sobre um avião sob domínio de bandidos em uma viagem entre Dubai e Londres. Mas os novos episódios levam a história para o metrô de Berlim – então dá para ver o motivo pelo qual o nome teve de ficar mais próximo ao americano, né. Há também, é claro, o pequeno detalhe de como justificar o fato de que o personagem de Elba continua a se meter em situações do tipo, mesmo sem trabalhar para qualquer tipo de polícia. O próprio ator chegou a falar, pouco depois da primeira temporada, que até voltaria ao protagonista, mas que não aceitaria um novo sequestro. "Tínhamos que pensar no sentido. 'Sequestro 2'? Qualé. Eu sou essa pessoa (que pergunta): 'Sério?'. Mas acho que ficaram muitas perguntas sem resposta na primeira temporada. Acho que o público ficou se perguntando o que aconteceu com o Sam. O que aconteceu com os caras que fizeram isso", defende o britânico agora. "E acho que a segunda temporada foi uma oportunidade para pegarmos um bom formato, que o público claramente gostou, e responder algumas dessas perguntas. Então, as conversas envolveram como fazer isso e como manter a mesma claustrofobia. E então, claro, o trem entrou na mistura." Idris Elba em cena de 'Sequestro' Divulgação Não há 'Sequestro' sem sequestro Os criadores da série chegaram a discutir a mudança de crime, ou de situação, mas viram que não faria muito sentido. "Você não pode ter uma série chamada 'Sequestro' sem um sequestro. Então, você tem que enfrentar o problema de frente e dizer que vai ser um sequestro. Acredite em mim, nós pensamos em todas as outras possibilidades que existem", fala um deles, o também britânico Jim Field Smith. "Não dá para simplesmente ter o Sam Nelson saltitando para dentro de outro sequestro. Qual a chance? Ele deve ser o cara mais azarado do planeta. Sabe, esse cara deveria parar de entrar em qualquer forma de transporte e simplesmente ficar em casa." Mas, mais do que o título, o público havia gostado de ver o negociador especializado em fusões corporativas metido com bandidos e mafiosos. Tanto que a então minissérie se transformou em um dos maiores sucessos da Apple TV. O jeito foi colocar o herói mais no centro da ação – de uma forma que logo no primeiro episódio, lançado no último dia 14, ficasse bem claro que sorte não teve nada a ver com o envolvimento do personagem nessa nova trama. "Este foi um dos truques com os quais definitivamente brincamos nessa nova temporada. Você acha que conhece o Sam, mas não o conhece. Você acha que sabe o que aconteceu com ele desde a última vez em que o viu. E você não sabe do que esse cara é capaz. Até porque nem ele sabe", afirma o roteirista e diretor. "Essa temporada explora um lado completamente diferente dele, que você não viu na primeira. É um lado mais sombrio. É um lado vingativo."

  9. Edílson Capetinha e Gusttavo Lima Reprodução/Instagram Pentacampeão mundial, Edílson Capetinha tem fama de contador de história. E em uma semana participando do "BBB 26" já mostrou que a alcunha é verdadeira. Nesta segunda-feira (19), o ex-jogador, contou aos seus colegas de confinamento que foi o responsável por apresentar a música "Fui Fiel" para Gusttavo Lima. A confissão deixou muita gente surpresa e desconfiada. Até que Gusttavo Lima apareceu em uma das postagens na internet sobre o vídeo e afirmou: "Corretíssimo... 2013 'Fui Fiel' explodiu". O que despertou dúvidas sobre o depoimento de Capetinha é que, em um trecho dele, Edílson parece informar que foi o responsável por compor e dar a música ao sertanejo. Mas ele mesmo explica ao longo da resenha que é amigo de um dos compositores e apenas fez a ponte entre eles. "Sempre fui compositor e sempre lidei com os compositores da Bahia, que na época não eram famosos. Eram amigos meus. A Bahia nunca fez esse tipo de música sertaneja. Aí eu falei [para Gusttavo]: 'Eu tenho uma música que se você gravar é sucesso no mundo inteiro. Ele falou, me mostra a música. Eu peguei meu celular e botei pra ele ouvir", contou Edílson aos confinados. "Ele [Gusttavo] falou: 'de quem é essa música?'. De um primo meu. E o cara não é nem meu primo, é um amigo meu, crescemos juntos, um conhecido", seguiu o ex-jogador. Edílson citou, então, que ligou para um dos compositores e, este, liberou a faixa para gravação de Gusttavo. "Eu dei essa música pra ele", finalizou Edílson. A história de "Fui Fiel" Cantor Pablo se apresenta em Sorocaba (SP) Divulgação "Fui Fiel" foi composta por Filipe Escandurras, Fabio O'brian e Magno Santanna. Antes de chegar a Gusttavo Lima, a música foi gravada por Pablo (do Arrocha) para o álbum "Êee Paixão" (A voz Romântica), de 2012. Pablo, inclusive, aparece como um dos compositores da faixa nos registros do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD). Mas, segundo a própria assessoria do artista explicou ao g1, isso aconteceu pois a faixa foi registrada na produtora dele, a Ag Produções Eventos E Edição Musicais. Após o sucesso com Pablo, Gusttavo Lima regravou "Fui Fiel" em 2013, após esse encontro que o Edílson Capetinha contou. A conversa sobre a faixa e a liberação aconteceu nos bastidores do quadro "Dança dos Famosos 2013", edição que os dois participaram. No ano seguinte, "Fui Fiel", na voz de Gusttavo Lima, foi a música mais tocada do ano nas rádios do Brasil. O que dizem os compositores? Filipe Escandurras, Magno Santanna e Fabio O'brian, compositores de "Fui Fiel" Reprodução/Instagram Após o depoimento de Edílson, Filipe Escandurras publicou um vídeo nas redes sociais contando que a história contada pelo ex-jogador é verdadeira. E defendeu: "Ele não falou que a música era dele, ele falou que ele mostrou a música para Gustavo Lima. Muita gente entendeu errado." "O Edílson foi um dos responsáveis por me ajudar muito financeiramente, também, em alguns momentos que eu precisei. Edílson é um querido e eu tô no do lado dele, tô na torcida dele", declarou Filipe. Magno também deu seu relato sobre a história da faixa. "É uma composição minha com Escandurras e com Fabinho O'Brien, que Pablo gravou, fez sucesso, Gustavo Lima regravou, e fez mais sucesso ainda. Então, o que é que acontece? Está faltando só a interpretação. Ele falou que deu. Ele não falou que escreveu, entendeu? Então é isso, é composição nossa."

  10. Como um brasileiro invadiu os sistemas da Nasa e foi reconhecido pela agência americana "Frustrante e muito irritante". É assim que o brasileiro Carlos Eduardo Zambelli Aloi, de 38 anos, profissional de segurança da informação, descreve os seis meses que passou, ao longo de 2025, em busca de falhas de segurança em sistemas da Nasa, a agência espacial americana. Segundo ele, os problemas encontrados nem sempre eram aceitos quando reportados à Nasa e, em alguns casos, o retorno com feedback demorava semanas. Em novembro de 2025, a agência reconheceu duas das 26 falhas de segurança identificadas por Carlos Eduardo em sistemas próprios. 'Me sinto suja', diz brasileira vítima de foto editada de biquíni pelo Grok Em uma das vulnerabilidades, ele afirma ter acessado um documento no Google Docs com um artigo científico que deveria estar restrito a funcionários da Nasa. Na outra, foi possível acessar informações sensíveis, como senhas (saiba mais abaixo). Carlos Eduardo Zambelli Aloi trabalha há mais de 20 anos com tecnologia da informação. Arquivo pessoal Como resposta, Carlos recebeu uma carta de agradecimento assinada pela diretora de segurança da informação da Nasa, Tamiko Fletcher. Segundo ele, o reconhecimento não envolve recompensa financeira (leia a carta na íntegra ao final da reportagem). "Para mim, é uma conquista pessoal, de testar até onde consigo ir e saber se estou no caminho certo. Isso reforça que meus estudos e o trabalho que venho fazendo na área estão dando resultado", disse ao g1. Procurada, a Nasa não quis comentar as descobertas do brasileiro por "questões de segurança". Em nota, um porta-voz afirmou que a agência mantém um programa para o relato responsável de falhas encontradas por pesquisadores externos, aberto a qualquer pessoa. Além dele, o g1 encontrou outros dois brasileiros que também foram reconhecidos pela agência norte-americana. Os nomes aparecem no site Bugcrowd, plataforma usada pela Nasa para receber relatórios de vulnerabilidades. O g1 não conseguiu contato com eles até a publicação desta reportagem. Tamiko Fletcher, diretora de segurança da informação da Nasa. Divulgação/Nasa Seis meses de tentativas até a carta Os esforços de Carlos Eduardo começaram no meio do ano passado. A partir de novembro, ele intensificou as buscas, dedicando de três a quatro horas por dia (geralmente entre 21h e 2h da manhã) após o expediente de trabalho e as aulas da pós-graduação de cibersegurança ofensiva. No primeiro teste, Carlos afirma ter acessado diretórios restritos e manipulado identificadores de login para baixar documentos internos. Segundo ele, chegou a obter permissão de edição em um artigo científico armazenado no Google Drive. "Era um estudo sobre condições de vento solar e eventos magnéticos, possivelmente ligado à astronomia e à física espacial", afirmou. "Eu entrei e inseri um link para um site falso. A partir daí, se quisesse, poderia roubar credenciais, como e-mails e senhas, de pessoas da Nasa". O arquivo, ao qual o g1 conseguiu visualizar parte, continha a mensagem "for more content click here:" ("para mais conteúdo, clique aqui:"), acompanhada do site falso criado por ele. No segundo teste, o brasileiro afirmou ter encontrado uma pasta restrita com dados internos da Nasa, como repositórios de sistemas, credenciais de acesso (senhas) e endereços de IP usados pela agência. O material foi localizado após uma série de tentativas para mapear falhas na estrutura digital da instituição. Segundo ele, foram usadas técnicas de reconhecimento e enumeração para identificar diretórios e pastas que não deveriam estar visíveis. Ao encontrar uma brecha, disse ter conseguido explorá-la como ponto de entrada para acessar outras áreas do sistema, até localizar a pasta restrita. "Você encontra uma brecha, entra nela e descobre outra, avançando aos poucos", explicou. "É como um rato procurando um caminho. Nesse processo, acabei chegando a informações muito sensíveis da infraestrutura interna deles". Segundo ele, a Nasa demorou a responder. O relatório sobre a vulnerabilidade ficou semanas em análise e o retorno só veio após a correção do problema. "Você passa muito tempo testando, monta o relatório, envia e ele não é aceito ou a falha é considerada sem impacto. É frustrante ficar horas trabalhando e não receber retorno", disse. O g1 teve acesso a parte das evidências encontradas, mas a divulgação do material depende de autorização da Nasa. A liberação foi solicitada pelo brasileiro, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem. Mensagem da Nasa que pede autorização para divulgação de materiais Reprodução/Nasa LEIA TAMBÉM: Segurança da informação tem salário de R$ 38 mil, mas não encontra profissionais Apple fecha parceria com Google para levar o Gemini aos iPhones 'Você Morreu?': app faz sucesso por monitorar pessoas que vivem sozinhas Brasileiro trabalha com TI há mais de 20 anos Carlos Eduardo vive em São Paulo e diz que trabalha com tecnologia da informação (TI) há mais de 20 anos. Ele atua na área de cibersegurança há cerca de uma década. Atualmente, é analista de sistemas sênior em uma das maiores redes de estacionamentos do Brasil. Segundo ele, a persistência em buscar falhas nos sistemas da Nasa também foi influenciada por um momento pessoal delicado: a morte do pai, em outubro de 2025. Carlos afirma que o desafio técnico serviu como forma de distração durante o luto. "Eu me apoiei nisso para distrair a cabeça, porque é uma coisa que eu gosto de fazer", disse. Ele já tinha experiência em testes de invasão por meio de programas oferecidos por empresas, que convidam profissionais da área a buscar vulnerabilidades em seus sistemas. Segundo ele, em alguns desses casos há recompensas financeiras. Receber um reconhecimento da Nasa, mesmo sem pagamento, era um objetivo pessoal. "Eu sempre quis ter essa carta. Acompanhava outras pessoas que recebiam esse reconhecimento depois de encontrar falhas. Eu queria muito isso", contou. A carta foi emitida em nome de "Kazam", apelido que ele usa em comunidades de hacking (grupo de hackers) e que reúne "Kadu", seu apelido, com o sobrenome Zambelli. O feito também garantiu ao brasileiro um lugar na "hall da fama" da Nasa no site da Bugcrowd, plataforma de cibersegurança colaborativa usada pela agência para receber relatórios de falhas (veja na imagem abaixo). O site Bugcrowd é uma das principais plataformas que reúnem empresas interessadas em incentivar pesquisadores a identificar falhas de segurança. Em muitos casos, o reconhecimento se limita a uma menção no "hall da fama", mas algumas companhias oferecem recompensas mais atrativas, como dinheiro ou produtos. Em nota, a Nasa confirmou que o Bugcrowd é o canal usado por pesquisadores para relatar vulnerabilidades em seus sistemas, com concessão de cartas de reconhecimento após a correção dos problemas, e que o "hall da fama" é gerenciado pela própria Bugcrowd. Brasileiro aparece no "hall da fama" da Nasa no site da Bugcrowd. Reprodução/Bugcrowd O reconhecimento veio por meio da Vulnerability Disclosure Policy (Política de Divulgação de Vulnerabilidades), programa que conta com a ajuda de pesquisadores para identificar problemas de segurança em sistemas da agência, incluindo sites oficiais como nasa.gov e nsc.nasa.gov. Em seu site, a Nasa informa que nem todos os relatórios resultam em uma carta de reconhecimento, chamada de "Letter of Recognition" (LOR). Segundo a agência, o documento é concedido apenas a relatórios validados, aceitos e confirmados como corrigidos (veja todas as regras aqui). Na carta enviada ao brasileiro, a Nasa afirma que o relatório dele "contribuiu para ampliar a conscientização sobre vulnerabilidades que, de outra forma, poderiam permanecer desconhecidas, ajudando a proteger a integridade e a disponibilidade das informações da agência". Carlos diz conhecer outros brasileiros já reconhecidos pela Nasa e afirma que, após o reconhecimento, passou a receber mensagens de pessoas interessadas em participar do programa. Carta da Nasa enviada ao Brasileiro Eduardo Zambelli Aloi Arquivo pessoal/Eduardo Zambelli Aloi Leia a tradução da carta "Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço Sede da NASA Mary W. Jackson Washington, DC 20546-0001 Prezado Kazam, Em nome da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço e da Política de Divulgação de Vulnerabilidades (VDP) da NASA, gostaríamos de reconhecer seus esforços como pesquisador independente de segurança, tanto na identificação da vulnerabilidade que você submeteu quanto no cumprimento da política e das diretrizes da VDP da NASA ao reportá-la de forma responsável. A capacidade de detectar e relatar vulnerabilidades de segurança é uma habilidade valiosa na indústria de segurança da informação. Seu relatório contribuiu para ampliar a conscientização da NASA sobre vulnerabilidades que, de outra forma, poderiam permanecer desconhecidas, e nos ajudou a proteger a integridade e a disponibilidade das informações da NASA. Por favor, aceite esta carta como um sinal de nossa apreciação por seus esforços na detecção dessa vulnerabilidade, contribuindo para que a NASA possa continuar avançando nas áreas de ciência, tecnologia, aeronáutica e exploração espacial, com o objetivo de ampliar o conhecimento, a educação, a inovação, a vitalidade econômica e a preservação da Terra. Estamos todos juntos nisso como uma comunidade de segurança, e sua participação e expertise são dignas de reconhecimento. Atenciosamente, Tamiko Fletcher Atuante como Diretora Sênior de Segurança da Informação da Agência (SAISO) Escritório do Diretor de Informação da NASA (OCIO) Política de Divulgação de Vulnerabilidades da NASA (VDP) 22 de dezembro de 2025" O que diz a Nasa "A NASA reconhece que vulnerabilidades externas podem ser descobertas por qualquer pessoa a qualquer momento e criou a Política de Divulgação de Vulnerabilidades para que pesquisadores de segurança relatem de boa-fé as vulnerabilidades que descobriram. Relatórios de vulnerabilidades pelo canal oficial são reconhecidos, e pesquisadores de segurança podem ser contatados durante a remediação. Por questões de segurança, não é apropriado que a NASA comente relatórios específicos. Por favor, entre em contato com a Agência de Segurança de Cibersegurança e Infraestrutura para obter informações adicionais sobre sistemas federais. - Porta-voz" Ferramenta gratuita da rede social X tem sido usada para criar imagens íntimas falsas Cerco ao 'gatonet' derruba milhares de sites e apps piratas no Brasil Crise da memória RAM pode deixar celulares, notebooks e até carros mais caros no Brasil

  11. João Gomes, Mestrinho e Jota.Pê falam sobre sucesso do projeto Dominguinho Os músicos João Gomes, Mestrinho e Jota.Pê falaram à TV Globo, no último fim de semana, minutos antes de subir ao palco em Brasília com o projeto Dominguinho em um show com ingressos esgotados. O álbum virou um fenômeno em 2025, quando ganhou o Grammy de Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa. E agora, o trio se prepara para uma turnê internacional, também com disputa pelos ingressos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Em entrevista à TV Globo, o trio contou como surgiu a ideia do projeto. "Eu falei 'vocês não querem vir aqui pra gravar um negócio não'? A galera fechou uma ruazinha lá em Olinda, às 2h da tarde, a gente tava lá sentado gravando. Era pra ser quatro músicas, se tornou um álbum, e agora uma história que a gente tá contando", disse João Gomes. O álbum conquistou o Brasil e o mundo. Além da turnê nacional, o projeto Dominguinho também tem shows marcados em outros países. Em cidades como Londres, Berlim, Barcelona, Paris, Amsterdam, Dublin e Lisboa, já não há mais tíquetes disponíveis. De acordo com o trio, tanto sucesso vem de uma parceria de amizade, e de se fazer o que gosta. "O João é um cara bacana. Ele é um menino bom, do coração bom. E ele falou 'se não for, vai cair na faca'. Brincadeira. Mas a gente já tinha uma amizade de muito tempo. Eu já conhecia o Jota também. A gente jogava futebol toda segunda-feira. E quando o João falou, parece que aquilo foi na verdade foi algo que caiu do céu, de tão bom que foi", explica Mestrinho. Jota.Pê (à esquerda), João Gomes (ao centro) e Mestrinho dividem o palco da Brava Arena Jockey na última apresentação de 'Dominguinho' em 2025 Rodrigo Goffredo Eles se reuniram durante as férias, com a ideia de gravarem quatro músicas – e o projeto cresceu espontaneamente. "A coisa foi se construindo porque o Jota falava de uma música, me apresentava uma música dele antiga. Aí, o Mestrinho também. A gente sempre falava de música, a gente sempre mostrando um verso novo, uma coisa nova um para o outro. Então, assim eu meio que só fui botando num bloco de nota ali", afirma João Gomes. Para Jota.Pê, a amizade do trio que fez o projeto se tornar tão especial. "Foi por isso que a gente aceitou. A primeira vez que eu vi o João, o primeiro papo da gente já foi uma resenha. Então é muito fácil aceitar qualquer coisa que venha de gente que a gente gosta". Segundo João Gomes, o trio só tem a agradecer por toda a repercussão do Dominguinho. "A gente dedicou um dia a essas canções e espero que a gente continue firme assim, porque nos ensinou muito. Hoje eu tenho muito a agradecer por aquele momento. Porque hoje, a gente só tem que administrar isso assim, e cuidar desse público que gosta do nosso trabalho", afirma. LEIA TAMBÉM: SIMONE MENDES faz show de gravação do novo DVD em Brasília e promete 'uma noite inesquecível' para os fãs ENEM: Aluna de cursinho comunitário do DF tira 940 na redação: 'É meu sonho que estava em jogo' Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  12. Família Beckham durante evento da Netflix Getty Images via BBC A rixa da família Beckham finalmente explodiu perante o público. Uma postagem de Brooklyn Beckham de seis páginas no Instagram, na noite de segunda-feira (19/1), trouxe detalhes impiedosos da sua angústia contra seus pais, David e Victoria Beckham. Ele traz uma série de afirmações, muitas delas relacionadas ao seu casamento com Nicola Peltz, incluindo uma história dramática relacionada ao vestido da noiva e o suposto sequestro da primeira dança por Victoria. É claro que este é apenas um dos lados da história. O casal Beckham ainda não respondeu à postagem e, como sempre acontece neste tipo de caso, as versões podem variar. Mas isso não impediu a internet de se manifestar. Os fãs analisaram cada uma das histórias e tentam descobrir o que é verdade e o que não é. Nós também detalhamos as principais acusações da postagem, o que sabemos até agora e o que mais ainda poderá surgir pela frente. 1. O 'sequestro' da primeira dança por Victoria Beckham Brooklyn Peltz Beckham durante o casamento com Nicola Peltz Beckham Reprodução/Instagram Uma das acusações mais explosivas de Brooklyn Beckham é que sua mãe, Victoria, teria "sequestrado" a primeira dança do seu casamento. Segundo ele, a dança teria sido planejada "semanas antes" e incluía uma canção de amor romântica. "Em frente aos 500 convidados do nosso casamento, Marc Anthony me chamou ao palco, onde, segundo a programação, ocorreria minha dança romântica com minha esposa", relata ele. "Mas, no lugar dela, estava minha mãe, esperando para dançar comigo." "Ela dançou 'sobre' mim na frente de todos, o que foi muito inadequado. Nunca me senti mais desconfortável ou humilhado em toda a minha vida." Desde segunda à noite, memes e simulações da suposta dança de casamento de Victoria Beckham invadiram a internet. É claro que todos eles foram inventados, mas as pessoas nas redes sociais exigem que as pessoas que estavam presentes "publiquem as filmagens" da dança. Supondo que os telefones celulares não tenham sido proibidos no casamento, existem 500 pessoas capazes de confirmar ou negar a veracidade da afirmação de Brooklyn Beckham. Família Beckham reunida para festa de aniversário de Victoria, antes da exposição de todos os problemas familiares Reprodução/Instagram O que temos no momento é uma reportagem da edição britânica da revista Vogue, que estava presente ao casamento. Ela diz o seguinte: "Às 11 da noite, o palco circular girou em 180 graus e, em um passe de mágica, Marc Anthony apareceu para uma apresentação ao vivo, aberta com [a música de Anthony] I Need to Know. Brooklyn convidou sua mãe ao palco para uma dança e eles foram acompanhados por David e sua filha de 10 anos, Harper." A BBC News entrou em contato com Anthony, cantor e compositor amigo dos Beckham, pedindo comentários a respeito. Os fãs online também se manifestaram por terem ficado confusos em relação à ideia de Victoria "atropelando" Brooklyn. O que se sabe é que Brooklyn afirma que o incidente foi tão traumático que o casal sentiu que precisava começar de novo. "Queríamos renovar nossos votos, para poder criar novas recordações do dia do nosso casamento, que trouxessem alegria e felicidade, não ansiedade e constrangimento." 2. O 'vestidogate' Em outro ponto da postagem, Brooklyn Beckham acusou seus pais de tentarem prejudicar seu casamento. Ele afirma que sua mãe, que é designer de moda, havia "cancelado a produção do vestido de Nicola na última hora, sem considerar como ela estava animada para vestir seu modelo, o que a forçou a procurar com urgência um novo vestido". As reportagens da época indicam que Nicola Peltz, agora com 31 anos, havia se recusado a vestir um dos modelos de Victoria Beckham. Mas ela contou posteriormente ao jornal The Times que, após trocas de mensagens de texto sobre o vestido, sua então futura sogra percebeu que seu ateliê não conseguiria terminar a tempo. Na época, Nicola também negou categoricamente as especulações de que haveria uma rixa. Por fim, Peltz usou no casamento uma criação de Valentino (1932-2026). Também aqui, uma reportagem da revista Vogue britânica oferece uma percepção sobre como foi escolhido o vestido. Outra reportagem da Vogue, de maio de 2022, aprofunda a questão e detalha como foi o trabalho, que durou vários meses. A reportagem afirma que Peltz e sua mãe fizeram diversas viagens para o ateliê de Valentino em Roma para os acertos, "ao longo do projeto de design que durou um ano". Ela cita Peltz dizendo que a escolha de Valentino não era apenas um vestido. "Era uma história", segundo ela. A repórter de entretenimento Jodie McCallum declarou que a questão do vestido é "central" sobre o que teria gerado a rixa. Ex-jogador de futebol David Beckham posa com título de cavaleiro ao lado da esposa, Victória Beckham, após cerimônia no castelo de Windsor, no Reino Unido, em 4 de novembro de 2025. Andrew Matthews/Pool via REUTERS "Nicola se recusou a usar um vestido VB?", questiona ela. "Ou, como diz Brooklyn, sua mãe cancelou o vestido no último minuto, fazendo com que ela corresse para conseguir outro vestido?" "O caso é de uma acusação contra outra e é muito difícil saber o que realmente aconteceu aqui." A relações públicas especializada em crises de celebridades Lauren Beeching destaca que, examinando cada detalhe específico da declaração, especialmente em relação ao vestido de noiva, "ele se abriu para a verificação dos fatos". "O interessante é que a contradição pode ser lida de duas formas completamente diferentes", segundo ela. "Se você apoiar Brooklyn, irá considerar a entrevista na Vogue como ele e Nicola protegendo a família e mantendo a paz publicamente na época. Mas, se você for cético em relação a ele, parece que, agora, ele está reescrevendo o que aconteceu." 3. A 'compra' dos direitos ao nome Beckham Brooklyn Beckham também afirmou que seus pais "pressionaram repetidamente e tentaram me subornar para assinar a cessão dos direitos ao meu nome", semanas antes da cerimônia. Não se sabe ao certo a que direitos ele se refere. Ele afirma que se recusou a concordar com a cessão, o que "afetou a receita e eles nunca mais me trataram da mesma forma desde então". Para McCallum, "isso é muito significativo." "Do lado dos pais, quando eles responderem a isso (o que acho que irão fazer, mas será uma resposta pensada com muito cuidado), não é uma questão legal? "Afinal, ele está acusando os pais de tentar suborná-los, o que é simples e totalmente descabido." Da esquerda para a direita: Cruz, Harper, David, Victoria, Romeo, Brooklyn e Nicola Peltz Beckham, em 2022 Getty Images 4. A desfeita da festa de 50 anos Brooklyn Beckham também abordou outro incidente que havia alimentado as especulações sobre a rixa: a ausência dele e da esposa na festa de 50 anos de David Beckham, no último mês de maio, em Londres. Na sua postagem, ele conta que o casal viajou para o Reino Unido, para o aniversário, mas eles foram "rejeitados por uma semana, enquanto esperávamos no nosso quarto de hotel, tentando planejar um tempo de qualidade com ele". "Ele rechaçou todas as nossas tentativas, a menos que fosse na sua grande festa de aniversário, com 100 convidados e câmeras por todos os cantos", segundo Brooklyn. Ele conta que seu pai "finalmente concordou" em se encontrar com ele, desde que Peltz não estivesse presente. Brooklyn chamou esta condição de "tapa na cara", destacando que sua família se recusou a vê-lo em uma viagem seguinte a Los Angeles, nos Estados Unidos. David e Victoria Beckham não emitiram comentários a respeito, até a publicação desta reportagem. Mas, na época, uma fonte contou à BBC que Brooklyn, então com 26 anos, havia decidido não comparecer à festa porque seu irmão mais novo, Romeo, estava presente com uma mulher com quem ele havia tido relações anteriormente. A postagem de Brooklyn afirmou que sua mãe havia "repetidamente convidado mulheres do meu passado para as nossas vidas, de forma claramente destinada a nos deixar a ambos desconfortáveis". A crise entre o casal Brooklyn e Nicola e os pais dele também é evidenciada em outra declaração da postagem, que faz referência a uma época em que Victoria Beckham teria se negado a ajudá-los em uma causa beneficente. "Abrimos espaço nas nossas vidas por anos para comparecer e apoiá-la em cada evento de moda, em cada festa e em cada atividade na imprensa, para mostrar 'nossa família perfeita!'", escreveu Brooklyn Beckham. "Mas, na única vez em que minha esposa pediu o apoio de minha mãe para salvar cães desalojados durante os incêndios de Los Angeles, ela se recusou." Nicola Peltz atua como defensora de cães há muito tempo e trabalhou para ajudar os animais desalojados durante os incêndios florestais em Los Angeles, nos Estados Unidos, em 2025, que mataram mais de 440 pessoas e causaram danos sérios a centenas de casas. Peltz já havia incentivado seus seguidores a adotar ou apadrinhar animais e recebeu um prêmio da organização defensora dos direitos dos animais Peta em 2022, como Fantástica Defensora da Adoção de Patas. A cadela do casal, Nala, morreu em julho de 2024. 5. 'A marca Beckham vem em primeiro lugar' Uma das acusações mais graves do filho mais velho de David Beckham é que, por trás da imagem minuciosamente cuidada dos Beckhams, estão relacionamentos que não são autênticos. Ele afirma que sua família valoriza "a promoção e a aprovação pública acima de tudo". "A marca Beckham vem em primeiro lugar", escreveu ele, destacando que o "'amor' familiar é decidido pela sua quantidade de postagens nas redes sociais". "Meus pais me controlaram na maior parte da minha vida", prossegue Brooklyn. "Cresci com uma ansiedade esmagadora." "Pela primeira vez na vida, desde que me afastei da minha família, essa ansiedade desapareceu." Para McCallum, isso levanta a questão de como terá sido a vida para ele e para os outros filhos de Beckham. "É a primeira vez que estamos vendo por trás das câmeras. Não são declarações emitidas em uma campanha midiática bem preparada." "É, literalmente, Brooklyn na sua conta do Instagram. Por isso é que acho que isso ganhou importância, pois ele está falando com suas próprias palavras, nas suas próprias redes sociais." "Ele está controlando sua própria narrativa, acusando seus pais de controlarem sua narrativa, com postagens curadas com muito cuidado", afirma McCallum. Quando o assunto é fama e prestígio público no Reino Unido, os Beckhams provavelmente só ficam atrás da Família Real. Nos últimos anos, Brooklyn Beckham tem se disposto a se aventurar por si próprio, buscando oportunidades na fotografia e na cozinha. E surgiram muitas histórias e rumores sobre uma rixa que, agora, vieram a público. O que ficou claro é que não há uma tentativa de limpar a situação, mas sim indicações de uma rixa profunda. Para McCallum, a visão interna da realidade da fama explica por que tantas pessoas estão obcecadas por esta contenda. "A comparação rouba a alegria", segundo ela. "Nós nos comparamos com essas famílias, suas dinastias e celebridades superfamosas, quando, na verdade, não sabemos o que se passa a portas fechadas." "Acho que é por isso que esta postagem é tão explosiva, pois, pela primeira vez, Brooklyn mostrou o que acontece, dizendo 'isso não é o que você pensa'." "'Esta família perfeita e lapidada não é o que nós somos. Não somos quem você pensa que somos.'" "Acho que é por isso que as pessoas irão se identificar, pois você nunca sabe realmente o que está acontecendo, simplesmente porque eles são famosos", conclui Jodie McCallum.

  13. Mulher é internada após usar caneta emagrecedora Uma mulher de 42 anos, moradora de Belo Horizonte, segue internada desde dezembro em estado grave após apresentar complicações associadas ao uso de uma caneta emagrecedora comercializada de forma irregular. De acordo com familiares, a auxiliar administrativa Kellen Oliveira Bretas Antunes utilizou o medicamento, trazido do Paraguai, sem orientação ou prescrição médica. O quadro começou com fortes dores abdominais, que motivaram a internação. Com o passar dos dias, porém, o estado de saúde se agravou e passou a envolver alterações neurológicas. A suspeita dos médicos é de que ela tenha desenvolvido uma síndrome capaz de comprometer a musculatura, os movimentos, a fala e o funcionamento de diferentes órgãos. Especialistas ouvidos pelo g1 explicam que esse tipo de evolução não é incomum quando o produto usado não segue padrões farmacêuticos básicos. Em análises de canetas emagrecedoras vendidas fora da rede regular, especialistas inclusive já identificaram substâncias diferentes das que deveriam compor o medicamento. Segundo a doutora em endocrinologia Maria Fernanda Barca, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em outros casos, análises laboratoriais revelaram: soluções com pureza muito abaixo do aceitável, frascos sem esterilidade mínima, insumos de origem desconhecida, tentativas de imitar a concentração usada pela indústria sem qualquer precisão técnica, presença de sibutramina, proibida para uso injetável. Muitos dos danos começam, segundo ela, na cadeia de produção: essas canetas são feitas em ambientes que não seguem normas de assepsia, com matérias-primas baratas e dificilmente rastreáveis. Os frascos superconcentrados, vendidos para múltiplos pacientes, ainda ampliam o risco de contaminação. Endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein e do Instituto Cohen, Clayton Macedo confirma a gravidade. Em testes independentes, diz, frascos vendidos como tirzepatida (o princípio ativo do Mounjaro) apresentaram purezas entre 7% e 14%, quando o medicamento real exige 99%. “É outra substância. É um composto instável. Não se comporta como tirzepatida e não tem como gerar o efeito terapêutico esperado”, explica. Kellen Oliveira Bretas Antunes está internada desde dezembro após complicações por uso de caneta emagrecedora Arquivo pessoal A fronteira entre manipulação e ilegalidade O Brasil permite, sim, a manipulação de tirzepatida. Mas isso não significa que tudo o que se vende por aí seja legal. A Anvisa fixa condições rígidas, que incluem: insumo com pureza comprovada; rastreabilidade total da cadeia de origem; manipulação em ambiente estéril, com controle microbiológico; frascos produzidos sob demanda, para um único paciente; proibição de estoque e de produção seriada; necessidade de prescrição individual. Nada disso é mero protocolo. Quando uma farmácia manipula sem cumprir esses critérios, cria-se uma preparação irregular. “Quando o produto sequer contém tirzepatida — ou traz ingredientes não declarados — estamos diante de falsificação”, diz Barca. Especialistas afirmam que o mercado clandestino opera justamente nessas duas zonas proibidas. Quase nunca há rastreabilidade. Quase nunca há controle de esterilidade. Quase nunca há pureza adequada. E quase nunca existe apenas um paciente por frasco — o que abre caminho para diluições improvisadas, contaminações e dosagens completamente erradas. Para o consumidor, essa diferença é invisível. Para o organismo, decisiva. ‘Parecia sarampo’ A aposentada Ivete de Freitas, 69 anos, viveu outra face desse mercado. Embora tivesse uma prescrição legítima de Mounjaro, se deixou levar pela promessa de economia feita por amigas. Um conhecido disse que “importava da Argentina” e ofereceu uma carona no pedido — tudo por um preço bem mais baixo que o da farmácia. O frasco chegou sem nome comercial, apenas com uma composição impressa. Mesmo desconfiada, aplicou. Minutos depois, seu corpo começou a se encher de placas vermelhas. “Parecia sarampo, subiu da cintura para o pescoço. À noite piorou." Ivete ainda fez a aplicação mais quatro vezes, e só interrompeu quando percebeu que os sintomas cutâneos e o mal estar se intensificaram. A médica que a acompanha confirmou que o quadro poderia ter sido ainda mais grave. Outras reações comuns em pacientes, afirma Barca, envolvem surtos psicóticos e diverticulite. Em casos mais graves, há risco de morte. Ivete teve alergia similar a manchas causadas por sarampo devido ao uso de tirzepatida falsificada Freepik O perigo para o corpo Quando a tirzepatida não segue os padrões farmacêuticos — seja por manipulação irregular, falsificação ou importação sem controle sanitário — o corpo é o primeiro a reagir. A molécula é sensível, exige pureza alta e ambiente estéril. Fora disso, os efeitos podem ser imediatos ou acumulativos. Reações gastrointestinais violentas são as mais frequentes. Vômitos persistentes, náuseas incapacitantes, diarreia intensa, desidratação e queda abrupta de pressão. Não são efeitos do medicamento original — são resultado de impurezas, solventes inadequados ou degradação térmica da molécula. O risco de infecções também aumenta. Soluções feitas sem esterilidade podem introduzir bactérias no tecido subcutâneo, causando abscessos, inflamação local, febre e, em casos graves, infecção sistêmica. Vermelhidão súbita, placas ou manchas pelo corpo — como as que apareceram em Ivete — costumam indicar contaminação microbiológica ou reação a substâncias que não deveriam estar ali. Alterações na composição química podem levar a quadros neurológicos e cardiovasculares. Tontura intensa, palpitações, taquicardia, arritmia, picos de pressão arterial e dor de cabeça incapacitante. Quando um produto clandestino contém estimulantes ou resíduos químicos desconhecidos, o sistema nervoso reage com imprevisibilidade. Há ainda o risco silencioso das doses erradas. Produtos falsificados ou manipulados sem precisão podem entregar concentrações muito acima ou muito abaixo do necessário. Concentrações elevadas podem provocar hipoglicemia, mal-estar súbito e confusão mental. Concentrações baixas simplesmente não funcionam, levando o paciente a aumentar a dose por conta própria — ampliando ainda mais o perigo. A degradação térmica é outro ponto crítico. Sem cadeia fria, a molécula perde estabilidade e pode se fragmentar. O corpo passa a reagir não à tirzepatida, mas aos seus subprodutos, que podem irritar o tecido, desencadear alergias e causar reações adversas que não existem no medicamento original. E há o risco menos óbvio, mas igualmente grave: a falsa sensação de tratamento. Quem usa um produto clandestino acredita estar protegido, quando na verdade segue com diabetes ou obesidade sem controle adequado. Esse atraso terapêutico tem impacto direto em risco cardiovascular, resistência à insulina, pressão arterial e progressão da doença. Polícia Federal faz operação para investigar fabricação clandestina de Mounjaro O que diz a fabricante Procurada pelo g1, a Eli Lilly — fabricante do Mounjaro — afirma que não produz, não comercializa e não autoriza a fabricação do medicamento em farmácias de manipulação, nem a venda de produtos a granel, fracionados ou reenvasados. Segundo a empresa, qualquer solução líquida vendida como tirzepatida fora dos canais oficiais deve ser considerada falsificada. Em nota, a farmacêutica declarou que já identificou, em análises conduzidas nos últimos meses, ampolas clandestinas contendo substâncias desconhecidas, além de presença de impurezas, ausência completa de tirzepatida e até misturas com outros ativos, como estimulantes e derivados não declarados. “A integridade química e microbiológica desses produtos não pode ser garantida. Não há controle de qualidade, esterilidade, cadeia fria nem rastreabilidade da origem dos insumos”, informa. A Lilly também afirma que não existe versão em ‘caneta avulsa’, frascos multidoses ou apresentações vendidas por atravessadores — e que o Mounjaro legítimo só é distribuído em canetas descartáveis, seladas e rastreáveis, mediante prescrição médica.

  14. Premiê diz que Groenlândia deve estar preparada para possível invasão dos EUA O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não conseguirá forçar a Groenlândia a mudar de soberania, afirmou Gary Cohn, ex-assessor econômico do presidente americano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Em entrevista à BBC, Cohn, que assessorou Trump durante seu primeiro mandato e foi diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, disse que as ameaças recentes do presidente "podem fazer parte de uma negociação" e relacionou a necessidade de acesso a minerais importantes aos planos de seu ex-chefe para o território. "Acabei de sair de uma reunião com uma delegação do Congresso dos EUA, e acho que há um consenso bastante uniforme entre republicanos e democratas de que a Groenlândia continuará sendo a Groenlândia", disse ele. Gary Cohn é vice-presidente da IBM e um dos principais executivos de tecnologia dos Estados Unidos, líder na corrida para desenvolver inteligência artificial e computação quântica. Indicando o quão seriamente os líderes empresariais estão encarando a crise, ele alertou que "invadir um país independente que faz parte da Otan" seria "passar dos limites". Segundo ele, a Groenlândia ficaria feliz se os EUA aumentassem sua presença militar na ilha, num contexto em que o Atlântico Norte e o Oceano Ártico estão "se tornando muito mais uma ameaça militar". Os EUA também poderiam negociar um acordo de "compra futura" para os vastos, porém em grande parte inexplorados, recursos de minerais de terras raras da Groenlândia, sugeriu Cohn. "Mas eu acho que invadir um país que não quer ser invadido, que é parte de uma aliança militar, a Otan, me parece um pouco passar dos limites neste momento", afirmou. O presidente Donald Trump durante evento com jornalistas em 20 de janeiro de 2026 REUTERS/Jessica Koscielniak Cohn sugeriu que o presidente pode estar exagerando suas exigências como parte de uma tática de negociação — algo que, segundo ele, Trump já fez com sucesso no passado. "É preciso dar algum crédito a Donald Trump pelos sucessos que ele teve, e muitas vezes ele tentou ir além dos limites para conseguir algo em uma situação de compromisso", disse. "Ele exagerou ao anunciar algo para, no fim, conseguir o que realmente queria. Talvez o que ele realmente queira seja uma presença militar maior e um acordo para comprar esses minerais." O início do Fórum Econômico Mundial deste ano, em Davos, na Suíça, foi ofuscado pela postura cada vez mais agressiva do presidente em relação ao território ártico, com muitos líderes políticos e empresariais alarmados com o potencial impacto geopolítico e econômico. Trump deve discursar para os delegados no encontro na quarta-feira (21). Embora Cohn tenha expressado reservas sobre algumas das ações do presidente, ele disse que o governo dos EUA tinha "vários motivos diferentes" para o que estava fazendo. Ele afirmou que a decisão de Trump de intervir na Venezuela foi "um caminho" para prejudicar o relacionamento do país com a China, o maior mercado para seu petróleo, assim como com a Rússia e Cuba. Cohn também acredita que o presidente passou a se concentrar cada vez mais na importância dos minerais de terras raras, observando que "a Groenlândia tem uma boa quantidade" desses recursos. Esses minerais são fundamentais para o desenvolvimento da inteligência artificial (IA) e da computação quântica, que também são temas centrais em Davos. Montagem de IA publicada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, nas redes sociais mostra ele fincando a bandeira dos Estados Unidos na Groenlândia. Reprodução/Donald Trump no Truth Social O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, reagiu nesta segunda-feira (19) às alegações de que Trump teria atribuído suas ameaças crescentes sobre a Groenlândia ao fato de não ter recebido o Prêmio Nobel da Paz. Em uma mensagem ao primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, Trump culpou o país por não lhe conceder o prêmio e disse que não se sente mais obrigado a pensar apenas na paz. Bessent disse: "Não sei de nada sobre a carta do presidente à Noruega, e acho que é completamente falsa a ideia de que o presidente faria isso por causa do Prêmio Nobel." "O presidente está vendo a Groenlândia como um ativo estratégico para os Estados Unidos. Não vamos terceirizar nossa segurança hemisférica para mais ninguém." LEIA TAMBÉM Pentágono planeja reduzir participação dos EUA na Otan, diz jornal EUA apreendem sétimo navio petroleiro ligado à Venezuela Trump confirma convite a Lula para 'Conselho da Paz' e elogia brasileiro: 'Eu gosto dele' IA 'fará parte de todos os negócios' Os avanços em computação quântica e IA são vistos como críticos não apenas para a economia e a produtividade dos EUA, mas também para a influência estratégica do país no mundo. "A IBM está bem no centro do que está acontecendo hoje em computação quântica. Temos o maior número de computadores quânticos em uso atualmente", disse Cohn, destacando que sua empresa colocou muitos desses computadores em operação em empresas por toda a América, de setores como o bancário e o de medicina. "A IA vai ser a espinha dorsal dos dados que alimentam a computação quântica para resolver problemas que nunca conseguimos resolver", acrescentou. "O caminho para onde estamos indo é que a IA fará parte das operações de todas as empresas. IA e computação quântica vão trabalhar nos bastidores das organizações para tornar todas as empresas mais eficientes. E estamos apenas no começo dessa longa jornada, que provavelmente levará mais três a cinco anos para chegar lá." No início deste mês, o Google, também uma empresa dos EUA, disse à BBC que possui o computador quântico de melhor desempenho do mundo. A corrida para desenvolver essa tecnologia é o outro grande tema de discussão, além da Groenlândia, no Fórum Econômico Mundial. VÍDEOS: em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1

  15. Passageiro é tirado de voo em Brasília após conflito sobre 'modo avião' de celular A Agência Nacional de Aviação Civil quer tornar mais específicas as regras sobre os direitos dos passageiros em casos de atraso ou cancelamento de voos provocados por imprevistos fora do controle das companhias aéreas, como mau tempo. A proposta, que ainda será submetida a consulta pública, busca reduzir a judicialização no setor aéreo. Hoje, o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) já prevê que, em situações de caso fortuito ou força maior, não há responsabilidade civil das empresas aéreas pelos atrasos ou cancelamentos. A Anac pretende atualizar a Resolução nº 400, que trata dos direitos e deveres de passageiros e companhias, para dar mais uniformidade e clareza à aplicação dessas regras. 🔎 Pelo CBA, são considerados eventos fortuitos ou de força maior, entre outros: restrições a voo, pouso ou decolagem por condições meteorológicas adversas; indisponibilidade da infraestrutura aeroportuária; determinações da autoridade de aviação civil ou de outros órgãos da administração pública; decretação de pandemia ou atos governamentais que restrinjam o transporte aéreo. Mesmo nessas hipóteses, as companhias continuam obrigadas a oferecer assistência material aos passageiros, de forma gratuita, conforme o tempo de espera no aeroporto: a partir de 1 hora: direito à comunicação (internet, telefone etc.); a partir de 2 horas: direito à alimentação (voucher, refeição ou lanche); a partir de 4 horas: direito à hospedagem (em caso de pernoite) e transporte de ida e volta. No texto em discussão, a Anac propõe retirar a previsão do direito à comunicação, por considerar a medida defasada, mantendo as demais formas de assistência material. A agência ressalta que a mudança não impede que passageiros recorram à Justiça quando considerarem necessário, mas busca deixar mais claros os direitos e deveres de cada parte. ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil do Aeroporto Internacional São Paulo - Cumbica (GRU), em Guarulhos Celso Tavares/G1 Maioria das ações é no Brasil Segundo a Anac, o Brasil concentra mais de 90% das ações judiciais contra companhias aéreas no mundo, apesar de responder por cerca de 3% do tráfego aéreo global. “A modernização das regras é uma das medidas para reduzir a judicialização no setor. Nunca vamos retirar direitos do passageiro”, afirmou o diretor-presidente da agência, Tiago Faierstein. A proposta também prevê que os passageiros recebam informações claras e objetivas sobre os motivos do atraso, o novo horário estimado do voo, as opções de reacomodação e as orientações para acesso à assistência material, com comunicação concentrada em canais acessíveis.
  16. Lula sanciona Orçamento de 2026 com vetos em R$ 393 milhões que o Congresso havia reservado para inflar emendas O grupo de trabalho criado pelo governo para discutir a regulamentação de aplicativos de transporte e entrega deve apresentar, em até 10 dias, um relatório com propostas sobre o tema. O GT é coordenado pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e se reuniu nesta terça-feira (20), no Palácio do Planalto. Além da Secretaria-Geral e de representantes de entregadores e motoristas de aplicativo, o grupo reúne integrantes dos ministérios do Trabalho e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. O objetivo é consolidar diretrizes que orientem a atuação do Executivo e contribuam para a tramitação de um projeto de lei no Congresso. Uma das tarefas atribuídas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Boulos, ainda antes de sua posse na pasta, foi intensificar o diálogo com a chamada “nova classe trabalhadora” dos aplicativos e construir alternativas para garantir direitos a esses profissionais. O tema também deve ganhar espaço no debate político com vistas à eleição de 2026. O relatório do GT deve servir de subsídio ao projeto que tramita na Câmara dos Deputados e é relatado pelo deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), além de indicar iniciativas que poderão ser adotadas diretamente pelo governo federal. O Executivo tem defendido três eixos centrais na regulamentação: a fixação de uma remuneração mínima por entrega ou corrida, com limite para o percentual apropriado pelas plataformas; a transparência dos algoritmos que definem valores pagos aos trabalhadores; e a garantia de acesso à Previdência Social, com contribuição majoritariamente patronal. Após a divulgação do relatório, Boulos e o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, pretendem se reunir, na primeira semana de fevereiro, com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para alinhar o conteúdo da proposta. O documento do GT será uma das bases levadas pelo governo para a negociação do texto final do projeto.

  17. Novo vídeo mostra que assassino de Shinzo Abe atirou 2 vezes pelas costas. Tetsuya Yamagami foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato do ex-primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe, cometido em 2022. O julgamento ocorreu nesta quarta-feira (21) no tribunal na cidade de Nara. O homem se declarou culpado pelo assassinato de Abe durante audiência em outubro. Tetsuya Yamagami, de 45 anos, é acusado de homicídio e de violar leis de controle de armas. “Tudo é verdade”, disse ele em tribunal durante audiência ocorrida em outubro de 2025. A condenação era praticamente certa depois da confissão e na primeira audiência, e a atenção estava voltada para a severidade da sentença. No mês passado, os promotores pediram prisão perpétua, classificando o ato como um "incidente extremamente grave e sem precedentes na história do pós-guerra". Embora não fosse mais o líder do Japão na época, Abe continuou sendo uma força poderosa e unificadora dentro do Partido Liberal Democrático, então no poder. O ex-primeiro-ministro morreu em julho de 2022, após ser baleado enquanto fazia um discurso em ato de campanha eleitoral na cidade de Nara, no oeste do Japão. A morte de Abe, o líder japonês que ficou mais tempo no cargo, chocou o país, onde mortes por armas de fogo são raras. Morte de Shinzo Abe: vídeo mostra momento do atentado por 2 ângulos O vídeo acima mostra o momento em que ele foi baleado; dois disparos podem ser ouvidos. Logo após os disparos, Abe caiu no chão. Imagens do momento registradas mostram o ex-premiê deitado com a camisa ensanguentada (veja abaixo). Yamagami teria responsabilizado Abe por promover a Igreja da Unificação, um grupo religioso contra o qual guardava rancor depois que sua mãe doou cerca de 100 milhões de ienes (US$ 660 mil ou R$ 3.546.708) à instituição, segundo a Reuters. LEIA TAMBÉM IMAGENS: Veja os vídeos do momento do disparo, das repercussões e um perfil do ex-premiê ENTENDA: O que se sabe do atentado a tiros que matou Shinzo Abe RELEMBRE: Shinzo Abe se vestiu de Mario Bros na Olimpíada do Rio REPERCUSSÃO: Líderes mundiais lamentam morte de ex-premiê e homenageiam Abe Acusado de matar ex-primeiro-mionistro se declara culpado Montagem/g1 Quem era Shinzo Abe Japoneses se chocam com atentado a Shinzo Abe Abe esteve no poder durante oito anos e deixou o cargo em setembro de 2021. Foi o chefe de governo do Japão a ocupar o cargo por mais tempo. Seu sucessor - o 100º primeiro-ministro do país - é Fumio Kishida, ex-ministro das Relações Exteriores, eleito em outubro de 2021. Ao renunciar, Abe alegou motivos de saúde. Ele sofria de colite ulcerativa crônica, uma doença que já o havia tirado do poder em uma outra ocasião, em 2007. Shinzo Abe apareceu no encerramento das Olimpíadas do Rio em 21 de agosto de 2016. Stoyan Nenov/Reuters/Arquivo "Eu me dediquei de corpo e alma à recuperação econômica e à diplomacia para proteger o interesse nacional do Japão todos os dias desde que retornamos ao poder”, disse Abe à época. Abe se tornou conhecido no exterior pela estratégia de recuperação econômica, conhecida como "abenomics", na qual mesclava flexibilização monetária, grande reativação do orçamento e reformas estruturais. Ele ainda dominava o partido no poder, o Partido Liberal Democrata (LDP), e controlava uma de suas principais facções. Seguiu passos do avô Abe Shinzo em março de 2020 Kim Kyung-Hoon/Pool/Reuters Shinzo Abe nasceu em uma família política rica. Seu pai foi ministro das Relações Exteriores do Japão, e seu avô, o ex-primeiro-ministro Nobusuke Kishi. Abe foi preparado para seguir os passos da família e se tornou o premiê mais jovem do Japão em 2006, aos 52 anos. Sua primeira passagem, porém, foi interrompida abruptamente por causa de seu problema de saúde. Em agosto de 2021, bateu o recorde de longevidade no cargo de primeiro-ministro do Japão no mesmo mandato: 2.799 dias consecutivos. Ele já havia superado a marca em novembro do ano passado, mas contando sua primeira passagem à frente do país, muito mais efêmera (um ano entre 2006 e 2007). Sua retórica política frequentemente mencionava a necessidade de fazer com que o Japão tivesse um papel mais relevante nos assuntos internacionais. Na última gestão, Shinzo Abe estabeleceu fortes laços com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e desagradou países próximos, como China, Coreia do Sul e Coreia do Norte, por conta do seu nacionalismo. A sua popularidade caiu e registrou o menor nível desde que retornou ao poder em 2012. Ele foi criticado por sua gestão na pandemia. Abenomics O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe Franck Robichon / AP Photo Abe se tornou conhecido no exterior pela estratégia de recuperação econômica, conhecida como "abenomics", na qual mesclava flexibilização monetária, grande reativação do orçamento e reformas estruturais. Porém, sem reformas realmente ambiciosas, o programa registrou apenas êxitos parciais, ofuscados pela crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus. Mas mesmo diante da pandemia, manteve o Iene como moeda forte. Abe também reforçou os gastos com defesa após anos de declínio, e expandiu a capacidade dos militares de projetar poder no exterior. Em uma mudança histórica em 2014, seu governo reinterpretou a constituição pacifista do pós-guerra para permitir que as tropas lutassem no exterior pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial. O ex-premiê foi fundamental para levar as Olimpíadas de 2020 para Tóquio, alimentando o desejo de presidir os Jogos, que foram adiados em um ano, para 2021, por causa da pandemia do COVID-19. O Japão é o terceiro país mais rico do mundo e o líder do governo tem o respeito e admiração dos seus pares.

  18. Vídeo mostra testemunhas alertando que vítima atropelada em Bauru estava viva Uma vítima de atropelamento foi reanimada por um socorrista da concessionária responsável pelo trecho da Rodovia Comandante João Ribeiro em Bauru (SP) após ter a morte constatada pela médica do Serviço Móvel de Urgência e Emergência (Samu) que atendeu a ocorrência, no domingo (18). Após o ocorrido, o Samu abriu uma sindicância para apurar o caso e afastou a médica que fez o atendimento. A Polícia Civil também afirma que abrirá um inquérito para apurar se houve negligência médica. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Abaixo, o g1 traz o que se sabe sobre o caso e o que ainda falta esclarecer: Como foi o atropelamento? Quem atestou o óbito da vítima? Como foi constatado que a vítima estava viva? Por que a vítima foi declarada morta por engano? O que aconteceu com a médica do Samu envolvida no caso? O caso está sendo investigado? O que ainda falta esclarecer? Pedestre atropelada é dada como morta, deixada na pista pelo Samu e reanimada por socorristas em Bauru (SP) Reprodução/Conecta Bauru LEIA TAMBÉM: Técnica de enfermagem de 22 anos morre em acidente de carro em Piraju Motociclista atropela homem, foge sem prestar socorro e acaba preso em Presidente Venceslau Polícia prende irmãos suspeitos de matar homem e atear fogo em Porsche com o corpo dentro no interior de SP 1. Como foi o atropelamento? Uma mulher de 29 anos, identificada como Fernanda Cristina Policarpo, foi atropelada na noite de domingo (18), na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), em Bauru (SP). Segundo o registro policial, o motorista do carro envolvido no atropelamento afirmou que trafegava no sentido capital - interior quando a pedestre entrou repentinamente na pista para atravessar a rodovia, sem tempo suficiente para que ele conseguisse frear. Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros fica interditada após atropelamento em Bauru Artesp/Reprodução 2. Quem atestou o óbito da vítima? No local do acidente, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou o óbito de Fernanda Cristina Policarpo. Com a confirmação da morte, a rodovia chegou a ser interditada e o Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para fazer a remoção do corpo. Vídeo mostra desespero de mãe ao ver corpo da filha ser coberto pouco antes de ela ser reanimada por socorrista Alerta Piracicaba/Reprodução 3. Como foi constatado que a vítima estava viva? Durante o socorro, pessoas que passavam pelo local chegaram a questionar o atendimento do Samu e o estado de saúde da vítima. (Veja no vídeo abaixo). Vídeo mostra equipe do Samu cobrindo corpo de mulher dada como morta por engano em Bauru Após o Samu atestar o óbito e ir embora do local, um médico da concessionária que administra a rodovia percebeu que a mulher ainda respirava, mesmo estando coberta por uma manta térmica, e iniciou manobras de reanimação. Em seguida, Fernanda foi socorrida e levada ao Pronto-Socorro Central. 4. Por que a vítima foi declarada morta por engano? Em entrevista à TV TEM, a gerente regional do Samu, Mariah Reinato Ferrão, disse que, inicialmente, a médica avaliou a vítima e não sentiu a pulsação, mas tudo será apurado em uma sindicância que foi aberta na corregedoria do serviço, que é administrado pela Secretaria de Saúde de Bauru. Mulher atropelada em rodovia é declarada morta pelo Samu, deixada na pista e reanimada minutos depois por socorrista em Bauru Divulgação 5. O que aconteceu com a médica do Samu envolvida no caso? A médica que constatou o óbito foi afastada das funções de forma preventiva na segunda-feira (19). A medida foi confirmada tanto pelo Samu quanto pela Secretaria Municipal de Saúde de Bauru. O g1 tentou contato com a médica por telefone, mas não conseguiu retorno. Samu abre sindicância e afasta médica após mulher ser declarada morta por engano em Bauru (Sp) 6. O caso está sendo investigado? O Samu Regional de Bauru abriu uma sindicância interna para apurar possíveis falhas no atendimento. A Prefeitura de Bauru informou que, se forem constatadas irregularidades, as providências cabíveis serão adotadas conforme os protocolos vigentes. A Secretaria de Estado da Saúde também afirmou que o caso será investigado. A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar se houve negligência no atendimento. As causas do atropelamento também são investigadas. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o motorista do carro envolvido no atropelamento parou para prestar socorro, foi ouvido e submetido ao teste do etilômetro. Mulher atropelada em rodovia é declarada morta pelo Samu, deixada na pista e reanimada minutos depois por socorrista Arte/g1 7. O que ainda falta esclarecer? Se houve falha técnica ou erro humano na constatação do óbito; Quais procedimentos foram adotados pela equipe do Samu no local; Se haverá responsabilização administrativa ou profissional após a conclusão da sindicância; As circunstâncias exatas do atendimento que levaram à constatação equivocada da morte. Pedestre atropelada é dada como morta, deixada na pista pelo Samu e reanimada por socorristas em Bauru (SP) Reprodução/Conecta Bauru Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

  19. Veja antes e depois da casa arrastada por enxurrada em Nova União em MT Uma casa foi arrastada pela força da correnteza após uma forte tempestade atingir o distrito de Nova União, em Cotriguaçu, a 920 km de Cuiabá, nesta terça-feira (20). Imagens registradas após o temporal mostram o imóvel com as paredes destruídas e a estrutura comprometida devido ao impacto da enxurrada. (veja vídeo acima) Segundo moradores, a chuva começou por volta das 4h e seguiu até cerca das 10h, com volume intenso e contínuo. Com a força da água, estradas de terra ficaram intransitáveis, pontes e acessos foram danificados, e algumas famílias ficaram ilhadas, sem conseguir sair ou receber ajuda imediata. Ao g1, a secretária municipal do distrito de Nova União, Delia Amancio da Silva, informou que 12 famílias foram afetadas pelos temporais. Segundo ela, não era esperado um volume tão alto de chuva, já que a previsão era de cerca de 100 milímetros para todo o mês. A respeito do plano de ação, Delia comenta que, neste momento, a prioridade são as famílias. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp "Primeiramente visitar as famílias e oferecer ajuda, além de deixar o responsável pela obra observar cada ponto para pensarmos em que medida adotar para sanar o problema. Mas com a proporção que veio é complicado" comentou a secretária. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre feridos. A Defesa Civil do estado informou que a cidade teve 93 mm de chuva acumulada nas últimas 24 horas, apenas 7mm a menos do que o volume esperado para todo o mês. A moradora Marileide de Sales, de 46 anos, relatou que diversas casas foram invadidas pela água e que vizinhos perderam móveis, eletrodomésticos e outros itens pessoais. Segundo ela, neste momento, as famílias tentam recuperar o que foi danificado e calcular os prejuízos causados pela enxurrada. "A água já abaixou e já estão limpando a região. Agora é tentar recuperar o que dá dentro de casa, em questão de móveis, comida, etc." relatou a moradora. Galerias Relacionadas Veja antes e depois de casa arrastada por correnteza em MT Reprodução

  20. Air Force One, avião de Trump, retorna à base aérea após problema elétrico O Air Force One, avião presidencial dos Estados Unidos, enfrentou um problema elétrico e teve que retornar à Base Conjunta Andrews, em Maryland, nesta terça-feira (20), no horário local — quarta-feira (21) no horário de Brasília. O presidente americano, Donald Trump, estava a bordo da aeronave a caminho do Fórum Econômico de Davos, na Suíça. (Veja no vídeo acima o momento da decolagem). 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Segundo comunicado da Casa Branca, a tripulação identificou um "pequeno problema elétrico". "Após a decolagem, a tripulação do Air Force One identificou um pequeno problema elétrico. Por excesso de cautela, a aeronave está retornando à Base Conjunta Andrews. O presidente e sua equipe embarcarão em outro avião e seguirão viagem para a Suíça", disse comunicado. Segundo a agência de notícias Reuters, a aeronave pousou, em segurança, por volta da 1h10, no horário de Brasília. Por volta das 2h em Brasília, mais de duas horas depois da primeira decolagem, o presidente seguiu viagem em um avião menor. Air Force One na pista da Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, após retornar à base devido a um "pequeno problema elétrico" logo após decolar rumo à Suíça Mandel Ngan/AFP Essa não é a primeira vez que um voo dos aviões da frota presidencial enfrenta algum incidente. Em 2011, o Air Force One abortou o pouso devido ao mau tempo enquanto transportava o presidente Barack Obama para um evento em Connecticut. Em 2012, o Air Force Two — nome que a aeronave ganha quando apenas o vice-presidente está a bordo — que transportava o então vice Joe Biden, foi atingido por pássaros na Califórnia, mas conseguiu pousar sem problemas. Membros da imprensa desembarcam do Air Force One após retornar à Base Aérea Conjunta Andrews, na sequência de um problema elétrico identificado em pleno voo a caminho de Davos, na Suíça, na Base Aérea Conjunta Andrews, Maryland, EUA Reuters/Jonathan Ernst As aeronaves Air Force One O presidente Donald Trump embarca no Air Force One para participar do Fórum Econômico Mundial em Davos, na terça-feira, 20 de janeiro de 2026, na Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland Foto AP/Evan Vucci O Air Force One é o nome usado para designar qualquer aeronave da Força Aérea dos Estados Unidos que esteja transportando o presidente em exercício. Na prática, o termo é associado aos aviões específicos preparados para essa função. Atualmente, a frota é composta por duas aeronaves Boeing 747-200B, com códigos de cauda 28000 e 29000, cuja designação oficial é VC-25A. As aeronaves têm capacidade de reabastecimento em voo, o que permite alcance sem limitação geográfica. O sistema eletrônico é reforçado contra pulsos eletromagnéticos, e o avião conta com equipamentos de comunicação segura que permitem ao presidente manter contato com autoridades civis e militares em qualquer parte do mundo. O interior dos aviões possui 372 metros quadrados distribuídos em três andares. O espaço inclui uma suíte presidencial com escritório, lavabo e sala de reuniões, além de uma ala médica equipada para atendimento de emergência. As cozinhas de bordo podem preparar refeições para até 100 pessoas ao mesmo tempo. O Air Force One também transporta assessores, agentes do Serviço Secreto, jornalistas e convidados. A operação é realizada pelo Grupo de Transporte Aéreo Presidencial, ligado ao Escritório Militar da Casa Branca. A unidade foi criada em 1944 e, ao longo das décadas, utilizou diferentes modelos de aeronaves até a incorporação da frota atual, em 1990. Trump tem feito críticas recorrentes às aeronaves do modelo Boeing 747-200B. Durante seu primeiro mandato, o governo renegociou com a Boeing um contrato para a aquisição de dois novos modelos 747-8, mas a previsão é que as aeronaves não fiquem prontas antes do fim de seu segundo mandato. Em maio de 2025, o republicano também aceitou um Boeing 747-8 oferecido pelo governo do Catar. O avião, no entanto, ainda precisará passar por amplas adaptações de segurança antes de poder ser utilizado como Air Force One. Até o momento, não há estimativa oficial de quanto tempo o Departamento de Defesa levará para concluir essas modificações.

  21. Uma família com seis crianças, incluindo um bebê de seis meses, ficou presa em meio a uma confusão entre manifestantes e agentes do Serviço de Imigração dos Estados Unidos, o ICE, em Minneapolis. O carro foi cercado, granadas foram lançadas e um cilindro de gás lacrimogêneo rolou para debaixo do veículo, provocando a explosão dos airbags e enchendo o interior de fumaça. O episódio aconteceu em meio a uma onda de protestos após a morte da americana Renée Nicole Good, de 37 anos, baleada por um agente do ICE no início de janeiro. Desde então, vídeos mostram abordagens violentas, prisões sem explicação e o uso de força contra manifestantes e famílias comuns. Para contar como o ICE surgiu e se expandiu, Natuza Nery entrevista Gabrielle Oliveira, professora de Educação e Imigração na Universidade de Harvard. Autora do podcast Uma Estrangeira, Gabrielle também fala sobre como o governo americano ampliou o recrutamento dos agentes, reduziu o tempo de formação e passou a espalhar essas equipes por cidades e estados sem autorização dos governos locais. Antes, a conversa é com Pedro de Abreu Gomes dos Santos, professor de Ciência Política do College of Saint Benedict e da Saint John’s University, no Minnesota. Ele explica por que o estado virou alvo de Trump e relata como foi sua experiência ao encontrar agentes do ICE. Por fim, ele, que é naturalizado americano, é casado com uma americana e tem filhos americanos, fala do medo que tem de ser separado de sua família. Convidados: Pedro de Abreu Gomes dos Santos, professor de Ciência Política do College of Saint Benedict e da Saint John’s University, no Minnesota; e com Gabrielle Oliveira, professora de Educação e Imigração na Universidade de Harvard e autora do podcast "Uma Estrangeira". O que você precisa saber: PONTO A PONTO: As medidas que abalaram os EUA e o mundo MINNESSOTA: Agentes do ICE invadem casa e arrastam um homem quase nu para a neve PRISÕES E USO DE GÁS: Juíza dos EUA impõe limites às táticas de agentes de imigração contra manifestantes 'GESTAPO?': Influenciador pró-Trump compara ICE à polícia da Alemanha nazista ENTENDA: Saiba como os agentes do ICE são recrutados pelo governo Trump O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Luiz Felipe Silva e Carlos Catelan. Colaborou neste episódio Paula Paiva Paulo. Apresentação: Natuza Nery. O próximo passo de Trump O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações. Minnesota: manifestantes se reúnem na rua onde Renee Nicole Good foi baleada e morta por um agente do ICE CHARLY TRIBALLEAU / AFP

  22. No verão, quando o calor se torna um desafio até mesmo para quem vive em residências espaçosas e bem planejadas, o conforto térmico passa a ser prioridade. Transformar a casa de forma rápida, limpa e eficaz é uma tendência crescente na arquitetura contemporânea, que valoriza a funcionalidade, o design inteligente e a sensação de bem-estar. Atualizar o piso deixa de ser apenas renovação visual e passa a ser uma maneira de otimizar a experiência diária de viver. Casa renovada, histórias prontas para recomeçar Acervo Vilarejo A Vilarejo oferece uma seleção de materiais de alto desempenho que se encaixam nessas novas necessidades, unindo tecnologia, durabilidade e design contemporâneo. 1. Pisos vinílicos de instalação rápida Ideais para quem deseja renovar sem gerar entulho ou interromper a rotina, os vinílicos criam superfícies contínuas, aconchegantes e resistentes. Além disso, melhoram a acústica e oferecem conforto térmico superior. Sensação de acolhimento, sofisticação discreta e valorização imediata do ambiente Acervo Vilarejo 2. Porcelanatos de grandes formatos Perfeitos para integrar ambientes e ampliar a percepção de espaço, os grandes formatos reduzem juntas, criam estética minimalista e mantêm a superfície naturalmente fresca essencial para dias quentes. Visual de alto padrão, similar a projetos internacionais, e valorização imobiliária Acervo Vilarejo 3. Revestimentos cimentícios e pedras naturais Além de elegantes, esses materiais são reconhecidos por sua capacidade de manter a temperatura estável e criar texturas que enriquecem o design. Atmosfera contemporânea, sensação de leveza e estética autoral Acervo Vilarejo Descubra como os pisos modernos da Vilarejo podem transformar seus ambientes com frescor, design e praticidade, tudo sem reforma pesada. Explore combinações, consulte especialistas e veja como pequenas escolhas elevam totalmente a experiência de morar. Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes, Niterói ou no CasaShopping – RJ.

  23. Batida violenta termina na morte de duas mulheres na BR-282, em Campos Novos A médica recém-formada Júlia Picinini Pelinson, de 25 anos, que morreu em uma colisão frontal entre dois carros na BR-282, estava a caminho de Campos Novos, no Oeste de Santa Catarina, onde faria uma prova para atuar como médica comunitária no município. A informação foi confirmada ao g1 pela irmã gêmea dela, Eduarda Pelinson. Júlia morava em Joaçaba e, segundo a irmã, acordou cedo no domingo (18), chegou a compartilhar o café da manhã nas redes sociais e seguiu viagem para participar do processo seletivo. "Ela acordou cedo e postou o café da manhã nas redes sociais. Morava em Joaçaba e estava a caminho para um seletivo em Campos Novos para trabalhar no município como médica comunitária. Ela amava trabalhar com saúde básica e da família e sempre estava realizada em trabalhar nos postos de saúde", disse a irmã. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Irmã-gêmea e destemida: quem era médica recém-formada Médica Julia Picinini Pelinson morreu em acidente de trânsito em SC Redes sociais/ Reprodução O acidente ocorreu na manhã de domingo, e Júlia dirigia um dos veículos envolvidos. No outro carro, uma mulher de 50 anos, identificada como Neiva Junges, que estava como passageira, também morreu. Não há informações detalhadas sobre a dinâmica da colisão, e o g1 busca atualização sobre o estado de saúde do outro ocupante do automóvel. Em nota, o município elogiou a breve atuação da médica na rede pública: "Júlia demonstrou comprometimento, sensibilidade e dedicação no cuidado com os pacientes, sendo reconhecida por colegas e usuários do sistema de saúde pelo profissionalismo e humanidade no exercício da medicina.” Batida frontal em Campos Novos (SC) deixou duas pessoas mortas Corpo de Bombeiros/ Divulgação Vítima se formou em dezembro A jovem havia se formado em Medicina pela Unoesc de Joaçaba em dezembro de 2025. Poucas semanas depois, começou a trabalhar em uma Unidade Básica de Saúde do município. “A gente só consegue aceitar o que aconteceu porque sabemos que ela realizou esse sonho. Ela nunca quis coisas materiais; só queria dar orgulho aos nossos pais e ser uma boa médica para quem atendesse e foi isso que ela fez”, afirmou a irmã. Víima foi identificada como Júlia Picinini Pelinson, de 25 anos Reprodução/Redes sociais Nas redes sociais, Júlia compartilhava a rotina, dicas de bem-estar e momentos de carinho com a família e amigos. “Se precisasse dela, ela estava ali. Às vezes deixava de descansar para visitar e cuidar de um tio ou de um avô. Em todos os momentos ela sabia quais palavras usar”, lembra a irmã. Infográfico - Médica recém-formada morre em colisão frontal na BR-282 Arte/g1 VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

  24. O que fazer quando uma pessoa tem uma crise convulsiva, como Henri Castelli? A crise convulsiva que levou o ator Henri Castelli a deixar o BBB 26 reacendeu um alerta importante: como agir corretamente quando alguém passa por uma convulsão? O episódio do ator — que teve duas crises em menos de 24 horas e precisou ser retirado do reality — mostrou que, mesmo em situações públicas e com muitas pessoas ao redor, ainda existem dúvidas e mitos sobre a conduta ideal nesses momentos. Durante o Fantástico, especialistas explicaram passo a passo o que deve ser feito. Segundo a Associação Brasileira de Epilepsia, existe um protocolo simples para lembrar as ações corretas: C.A.L.M.A. Por que a convulsão de Henri chamou atenção? Henri sofreu a primeira crise durante uma prova de resistência, após horas de privação de sono e intenso estresse físico. Ele foi atendido imediatamente, realizou exames e voltou ao programa. Minutos depois, porém, teve outra convulsão, mais forte, e precisou sair definitivamente da competição. O neurologista que o avaliou explicou que 10% da população mundial terá uma convulsão ao longo da vida, mesmo sem ter epilepsia. No caso do ator, exames descartaram a doença: “Ele teve uma crise convulsiva por estresse muito forte, privação de sono e esforço físico”, disse Bruno Castelo Branco. Mas o que fazer quando alguém enfrenta uma crise semelhante? Protocolo C.A.L.M.A: como agir durante uma convulsão A Associação Brasileira de Epilepsia desenvolveu o protocolo C.A.L.M.A, criado para guiar qualquer pessoa — leiga ou não — em momentos de emergência. C – Calma A primeira atitude é manter a calma. A convulsão costuma durar pouco tempo e tende a parar espontaneamente. A – Afastar objetos Tire de perto qualquer objeto que possa machucar a pessoa, como móveis, utensílios ou bordas afiadas. L – Lateralizar Coloque a pessoa de lado, na chamada posição lateral de segurança. "Isso evita que ela engasgue caso vomite e impede que secreções sejam aspiradas para o pulmão", explica Letícia Sampaio, neurologista. Importante: ➡️ Não tentar segurar a língua. “Isso é lenda”, diz a especialista. M – Marcar o tempo Observe a duração da crise. "A maioria dura entre 30 segundos e 2 minutos. Se passar de 5 minutos, é necessário chamar o SAMU (192) imediatamente", explica a neurologista. A – Acompanhar Fique com a pessoa até ela recobrar a consciência. Ela pode acordar confusa ou desorientada, como aconteceu com Henri, que não reconhecia o local após a segunda crise. Conheça o protocolo C.A.L.M.A. Reprodução/TV Globo Veja a reportagem completa no vídeo abaixo: 'Só conseguia brigar contra mim mesmo', diz Henri Castelli após crise convulsiva no BBB 26 Ouça os podcasts do Fantástico ISSO É FANTÁSTICO O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo. PRAZER, RENATA O podcast 'Prazer, Renata' está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts. Siga, assine e curta o 'Prazer, Renata' na sua plataforma preferida.

  25. O que pode e o que não pode nas praias brasileiras Cobrança de consumação mínima, preços abusivos e reserva indevida de espaço na areia têm gerado reclamações em praias brasileiras neste verão. Um levantamento do g1 mostrou que as regras variam conforme a legislação local. E quem fiscaliza quando uma infração acontece? A quem o consumidor pode recorrer? 📱 Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça De forma geral, a fiscalização cabe a Procons e órgãos municipais, como guardas civis, secretarias de urbanismo, de meio ambiente e agentes da vigilância sanitária. Quando o problema diz respeito a práticas abusivas contra o consumidor, como venda casada, ausência de preços visíveis, cobrança indevida ou exigência de consumação mínima, a atuação cabe aos Programas de Proteção e Defesa do Consumidor — os Procons. Questões de ocupação da faixa de areia por estruturas de barracas e quiosques, autorização para funcionamento e limites de uso do espaço público geralmente são responsabilidade das prefeituras. Paulo Pereira, chefe da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do governo federal, diz que algumas situações podem exigir ainda o acionamento de outras autoridades, a depender dos desdobramentos. É o caso da confusão ocorrida em Porto de Galinhas, quando um casal de turistas foi agredido por barraqueiros após uma discussão sobre preços no fim do ano. "Nesse caso você tinha alguns crimes. Em casos envolvendo práticas criminosas, você tem sempre a possibilidade de que o sistema de segurança seja acionado, como a Polícia Militar ou a Guarda Civil Metropolitana", afirma. A Senacon elaborou uma cartilha com orientações aos órgãos de fiscalização para coibir abusos no comércio das praias. O documento reforça que exigir consumação mínima é proibido em todo o país e que a faixa de areia é espaço público, sem reserva ou restrição de acesso. O aluguel de cadeira e guarda-sol é permitido, desde que os preços sejam informados de forma clara, sem cobranças constrangedoras ou multas por perda de comanda. Saiba mais: O que pode e o que não pode nas praias brasileiras Turistas do Mato Grosso denunciam agressões por comerciantes na praia de Porto de Galinhas Reprodução/TV Globo ❗Como denunciar práticas abusivas Antes de registrar a denúncia, o consumidor deve: Reunir provas da irregularidade; Ter fotos ou vídeos que mostrem os preços praticados, a exigência de consumação mínima ou qualquer outra prática abusiva; guardar comprovantes de pagamento, como nota fiscal, recibo ou fatura do cartão; anotar o nome e o endereço completo do estabelecimento. Com essas informações, é possível buscar o CNPJ na internet e incluí-lo na reclamação. Após o registro, o Procon notifica o estabelecimento, que deve apresentar defesa ou proposta de solução. O consumidor recebe um número de protocolo para acompanhar o caso. Veja no fim da reportagem os contatos dos Procons de todo o país. Como está a fiscalização nas praias No Rio de Janeiro, uma operação recente na Praia do Remanso, em Rio das Ostras, flagrou cobrança de preços abusivos, exigência de consumação mínima e aluguel irregular de mesas e cadeiras. Um comerciante que atuava sem autorização teve todo o material retirado da praia e apreendido. Comerciante que atuava sem autorização teve o material retirado da praia e apreendido pelo Procon Divulgação/Prefeitura de Rio das Ostras (RJ) Na cidade do Rio de Janeiro, as operações do Procon Carioca indicaram que a falta de informação ao consumidor é o principal problema. Das 372 barracas monitoradas entre o Leme e o Pontal, 62% não apresentavam tabela de preços. Entre as que exibiam os valores, a situação também era irregular: em 60 casos, os preços estavam ilegíveis ou incompletos. Apenas 80 barracas estavam em conformidade com o Código de Defesa do Consumidor. A fotógrafa argentina Agnes Dietrich diz que já foi cobrada muito além do que deveria nas praias do Rio. "Eu sei que o queijo é mais ou menos R$ 15, que já foi R$ 10, mas eles queriam cobrar R$ 25. É sempre assim. Aí [o preço] baixa se você fala que não. Coco é bem complicado." A empresária Fernanda D'ávila é moradora do Rio e diz que vendedores tentam cobrar mais porque pensam que ela é turista. "Como eu tenho um sotaque diferente, as pessoas acham que eu não sou daqui e vêm com um preço diferente. Eu falo que moro aqui. Para morador, em vez de R$ 50, custa uns R$ 30, R$ 20, chorando." Na semana passada, a Orla Rio informou que retirou estruturas irregulares de quatro quiosques após denúncias sobre "puxadinhos" que ocupam a faixa de areia além do permitido, especialmente nas praias da Zona Oeste. O Fantástico mostrou o caso de um estabelecimento que cobra consumação mínima de R$ 800 por um "day use" de espreguiçadeiras. Em uma praia em Armação dos Búzios (RJ), um cardápio com um prato de arroz, feijão, frango e fritas vendido a R$ 470 viralizou, e a barraca foi autuada pela fiscalização. Outros estabelecimentos também foram autuados pela fiscalização por preços abusivos e falhas sanitárias. Cardápio com preços abusivos em barraca na praia de Geribá em Búzios, viralizou nas redes sociais. Divulgação Em Porto de Galinhas (PE), a dona da barraca onde houve a confusão com os turistas de Mato Grosso levou uma multa de R$ 12 mil durante uma fiscalização do Procon realizada dias depois. Em Santos (SP), a prefeitura informou ao g1 que a fiscalização é feita de forma integrada pela Guarda Civil Municipal e pela Coordenadoria de Fiscalização de Posturas (Cofis-Posturas), enquanto o Procon entra em ação quando há indícios de infração aos direitos do consumidor. Desde 21 de dezembro, segundo a prefeitura, a GCM recebeu 39 chamadas pelo telefone 153 relatando prática irregular de consumação mínima. Mas apenas três resultaram na responsabilização dos estabelecimentos, já que, para o processo avançar, o autor da denúncia deveria retornar à praia e acompanhar os agentes municipais na fiscalização. “É muito importante que o cidadão entenda que a denúncia só se concretiza quando ele se apresenta à equipe de fiscalização. O que tem ocorrido com frequência é a pessoa ligar, relatar a irregularidade e, quando a GCM chega ao local, o ambulante nega os fatos e não há ninguém para confirmar a situação", explica a chefe da Cofis-Posturas, Sandra Santana. "Sem essa confirmação, infelizmente, ficamos impedidos de autuar. A participação do cidadão é fundamental para garantir o cumprimento da lei e a organização da faixa de areia." Em Praia Grande (SP), a fiscalização reúne Procon, Secretaria Municipal de Urbanismo, Vigilância Sanitária e Guarda Civil. As ações miram práticas como a cobrança de consumação mínima para uso de cadeiras e guarda-sóis e a falta de informações claras sobre preços. Segundo a diretora do Procon de Praia Grande, Andrea Rodrigues, parte dos estabelecimentos são reincidentes. “Muitos comerciantes já foram orientados e notificados, e as inspeções vão continuar”, afirma. Autuação do Procon em Praia Grande por cobrança de consumação mínima para uso do espaço na praia Divulgação Em Florianópolis, o Procon realizou uma operação de fiscalização nas praias Brava e da Cachoeira do Bom Jesus, após denúncias de preços abusivos praticados na faixa de areia. Na capital catarinense há uma regra local que obriga quiosques a oferecer o chamado Prato Manezinho como contrapartida pela cessão do espaço público na orla. Prevista em edital da prefeitura, a refeição é composta por arroz, peixe, batata frita e água ou refrigerante, com preço fixado em R$ 40. Estabelecimentos foram notificados após as denúncias e comprovação de que não estavam oferecendo o prato. Operação de fiscalização do Procon nas praias Bravas e Cachoeira do Bom Jesus, no Norte de Florianópolis. Divulgação Em Balneário Camboriú (SC), o Procon municipal constatou a ausência de preços visíveis para o aluguel de equipamentos e compra de alimentos. Os comerciantes foram notificados. "Todos os estabelecimentos foram orientados. Se qualquer orientação não for seguida, eles serão autuados, já que foram esclarecidos sobre os procedimentos adequados. No final do ano passado, por exemplo, já foi realizada uma autuação após constatação de que um estabelecimento não havia corrigido as irregularidades apontadas", diz o diretor do Procon municipal, Bruno Costa. Em Salvador (BA), a Operação Verão 2026 do Procon notificou 11 estabelecimentos por ausência de preços, produtos vencidos e falhas no armazenamento de alimentos. Em Maceió (AL) o Procon autuou cinco estabelecimentos por ausência de alvará de funcionamento, de acessibilidade nos banheiros e falta de exemplar do Código de Defesa do Consumidor para consulta dos clientes. "As denúncias que recebemos são primordiais", diz o diretor-presidente do Procon Alagoas, Daniel Sampaio. Já em Aracaju (SE), o Procon realizou ações prévias de orientação e fiscalizações em dias alternados, seguindo as regras do Código de Posturas do município e no Código de Defesa do Consumidor. Segundo Paulo Pereira, essas ações são coordenadas pela Senacon, que neste momento tem focado em ajudar no processo de informação, orientar as unidades do Procon sobre como agir nessas denúncias e monitorar o aparecimento de violações relevantes. "Se a Senacon pegar violações relevantes, a gente pode abrir fiscalizações e convidar atores públicos para se manifestar." Em São Sebastião (SP), o Procon realizou fiscalizações na Praia de Barequeçaba e aplicou multas a ambulantes por cobrança abusiva e consumação mínima. Segundo o chefe do órgão, André Batelochi, oito ambulantes foram fiscalizados, com dois multados. Um quiosque também foi alvo da ação. Fiscalização do Procon em praia de São Sebastião (SP) Iuri Cunha | PMSS Veja abaixo os contatos dos Procons de todos os estados e do Distrito Federal. Acre (AC) – procon.ac.gov.br – (68) 3223-7333 / 151 Alagoas (AL) – procon.al.gov.br – 151 / (82) 98876-8297 (WhatsApp) Amapá (AP) – procon.ap.gov.br – 151 Amazonas (AM) – procon.am.gov.br – 0800 092 1512 / (92) 3215-4009 Bahia (BA) – procon.ba.gov.br – (71) 3116-0567 / 151 Ceará (CE) – procon.ce.gov.br – 151 / (85) 3101-2042 Distrito Federal (DF) – procon.df.gov.br – 151 / (61) 3218-7709 Espírito Santo (ES) – procon.es.gov.br – 151 / (27) 3332-4601 Goiás (GO) – procon.go.gov.br – 151 / (62) 3201-7124 Maranhão (MA) – procon.ma.gov.br – 151 / (98) 3261-5100 Mato Grosso (MT) – procon.mt.gov.br – 151 Mato Grosso do Sul (MS) – procon.ms.gov.br – 151 / (67) 3316-9800 Minas Gerais (MG) – procon.mpmg.mp.br – 151 Pará (PA) – procon.pa.gov.br – 151 / (91) 3073-2827 Paraíba (PB) – procon.pb.gov.br – 151 / (83) 98618-8330 (WhatsApp) Paraná (PR) – procon.pr.gov.br – 0800 41 1512 Pernambuco (PE) – procon.pe.gov.br – 0800 282 1512 Piauí (PI) – mppi.mp.br/web/procon – 0800 280 5555 / (86) 99436-9692 (WhatsApp) Rio de Janeiro (RJ) – procon.rj.gov.br – 151 Rio das Ostras (RJ) - WhatsApp 22-2771-6581 Rio Grande do Norte (RN) – procon.rn.gov.br – 151 / (84) 98147-9998 (WhatsApp) Rio Grande do Sul (RS) – procon.rs.gov.br – (51) 3287-6200 Rondônia (RO) – procon.ro.gov.br – 151 / (69) 3216-1026 Roraima (RR) – procon.rr.gov.br – 151 Santa Catarina (SC) – procon.sc.gov.br – 151/48 3665 9057 (WhatsApp) Navegantes (SC) - WhatsApp: (47) 99290-1398 São Paulo (SP) – procon.sp.gov.br – 151 Sergipe (SE) – procon.se.gov.br – 151 Tocantins (TO) – procon.to.gov.br – 151

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