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  1. Christian Rainer, da Áustria, disse à BBC que encontrou o nome de seu avô, Franz Rainer (1886-1961), "em poucos segundos" Christian Rainer via BBC Um novo mecanismo de busca online alemão está ajudando as pessoas a descobrir se seus antepassados foram membros do Partido Nazista, organização de direita radical que governou a Alemanha sob Adolf Hitler entre 1933 e 1945. Christian Rainer, da Áustria, disse à BBC que encontrou o nome de seu avô "em poucos segundos". "Descobri que ele se tornou membro do Partido Nazista por volta de 21 de abril de 1938, apenas alguns dias após o Anschluss", quando Adolf Hitler anexou a Áustria à Alemanha, afirmou. A ferramenta online permite que as pessoas pesquisem várias milhões de fichas de filiação do Partido Nazista, as "NSDAP-Mitgliederkartei". "Ele solicitou a filiação ao Partido Nazista (NSDAP, sigla em alemão de Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães) apenas cinco dias depois de isso se tornar legal na Áustria", disse Rainer, ex-editor da revista austríaca Profil. Veja os vídeos em alta do g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 A ferramenta de busca foi criada pelo jornal alemão Die Zeit, em cooperação com arquivos na Alemanha e nos Estados Unidos. Rainer nunca conheceu o seu avô, que morreu pouco antes de seu nascimento, em 1961. "Eu sempre soube que ele era próximo dos nazistas, mas me surpreendeu o fato de ter levado apenas cinco dias" para se juntar a eles, afirmou. "Ele era um acadêmico", acrescentou Rainer. "Em 1938, ele deveria saber quem eram os nazistas." O mecanismo de busca foi importante, disse Rainer, não apenas pelo que lhe revelou sobre o seu avô, mas também porque ajudou a inocentar outros membros de sua família, incluindo seu pai. "Fiquei feliz por não encontrar mais ninguém da minha família, especialmente meu pai. Nunca suspeitei que ele fosse nazista. Ele foi convocado [para Wehrmacht, as Forças Armadas da Alemanha nazista] em 1941 e ficou ferido algumas vezes", afirmou. O jornal alemão Die Zeit afirmou que a resposta ao mecanismo de busca foi "avassaladora". LEIA TAMBÉM FMI retoma relações com Venezuela após seis anos de suspensão Pilotos latem e miam para torre de controle em aeroporto nos EUA e são repreendidos; ouça Desde o lançamento, no início de abril, a ferramenta foi "acessada milhões de vezes e compartilhada milhares de vezes", disse Judith Busch, porta-voz do Die Zeit. Um usuário escreveu no site do Die Zeit: "Já encontrei dois parentes próximos, o que destrói o mito de que ninguém na nossa família esteve envolvido. Ter minha perspectiva transformada aos 71 anos é um choque amargo." Cerca de 10,2 milhões de alemães se tornaram membros do partido entre 1925 e 1945. As fichas de filiação, que estavam armazenadas na sede nazista em Munique, quase foram destruídas nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Cerca de 10,2 milhões de alemães se tornaram membros do partido político de Adolf Hitler, entre 1925 e 1945 Getty Images via BBC O Die Zeit afirmou que, com o Reich de Adolf Hitler em ruínas, foram dadas ordens para que os registros fossem triturados, mas eles foram salvos por Hanns Huber, diretor de uma fábrica de papel próxima, que posteriormente os entregou aos americanos. As fichas, que ajudaram a identificar pessoas, tiveram papel fundamental no processo de desnazificação na Alemanha do pós-guerra. Por quase meio século, as fichas foram mantidas pelos americanos no centro de documentação de Berlim. Em 1994, foram transferidas para o Arquivo Federal Alemão, e cópias em microfilme foram enviadas ao Arquivo Nacional dos EUA, em Washington D.C. Até recentemente, só era possível fazer consultas por meio de um pedido formal ao Arquivo Federal Alemão. Em março deste ano, o arquivo dos EUA passou a disponibilizar seus registros online. O jornal Die Zeit afirmou que obteve os dados e "copiou os documentos para torná-los facilmente pesquisáveis". Christian Rainer disse que as informações ainda têm grande repercussão. Anteriormente, as pesquisas se concentravam em "pessoas de alto escalão que mais tarde se tornaram políticos, juízes ou médicos", disse à BBC. "Agora muitas pessoas estão pesquisando familiares, então isso se tornou algo muito individual." E concluiu: "Oito décadas após o fim da guerra, ainda é possível descobrir verdades que você não conhecia antes".

  2. Jabuticaba Neide Makiko Furukawa/Embrapa Não existe comprovação científica para a relação entre tamanho e qualidade, mas há quem diga que os melhores perfumes estão nos menores frascos. Mito ou verdade, a jabuticaba é um exemplo de sucesso. Apesar de pequena, a fruta de tom roxo escuro tem uma polpa doce e saborosa. Esses atributos conquistaram também o paladar dos estrangeiros, que a avaliam como uma das melhores do mundo no TasteAtlas, portal considerado uma enciclopédia gastronômica dos EUA. No ranking atual de 100 melhores frutas do mundo do TasteAtlas, a jabuticaba aparece na 18ª colocação, com 4,3 estrelas (de 5), uma nota baseada na avaliação dos usuários. Ela já esteve melhor posicionada: em novembro de 2023, a jabuticaba aparecia na segunda posição. A primeira colocada do ranking é a polonesa truskawka kaszubska, um tipo de morango, que tem 4,7 estrelas. Outras duas frutas brasileiras estão entre os 100 melhores: o açaí (40º lugar, com 4,1 estrelas) e o guaraná (79º, 3,9 estrelas). Veja abaixo as cinco melhores frutas do ranking. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na rota do açaí: g1 mostra como o açaí vira prato no Pará e sobremesa no Sul/Sudeste 🫐O que torna a jabuticaba tão especial? Apesar de a polpa ser a parte mais doce da jabuticaba, a riqueza nutricional dela está na casca. Abaixo, confira os principais benefícios da fruta: A casca da jabuticaba é rica em antioxidantes; Tem as vitaminas C e do complexo B; Contém minerais como o ferro, o magnésio e o potássio; É fonte de pectina, uma fibra que auxilia as "bactérias do bem" do intestino. A fruta reforça ainda o sistema imunológico, diminui o risco do diabetes tipo 2 e reduz o colesterol por ter alta capacidade antioxidante, segundo a pesquisadora da Embrapa Ana Carolina Chaves. Além disso, os antioxidantes da jabuticaba protegem o organismo dos radicais livres, que podem provocar doenças. Para conseguir os benefícios para a saúde, segundo a pesquisadora, a dica é consumir dez jabuticabas por dia (com a casca). 😋 O que o TasteAtlas diz sobre a jabuticaba O portal informa que a jabuticaba é uma fruta tradicional brasileira, nativa de Minas Gerais, Goiás e São Paulo. "As frutas são de cor roxo-escura, possuem uma casca grossa e crescem nos troncos das árvores", diz o TasteAtleas. "As jabuticabas têm uma vida útil muito curta e começam a fermentar de 3 a 4 dias após serem colhidas. Além disso, a jabuticabeira leva entre 6 e 8 anos para começar a produzir frutos, o que torna essas frutas tão valorizadas." O portal acrescenta que o sabor da jabuticaba combina doce e ácido e a fruta é consumida fresca, mas frequentemente utilizada em geleias e sucos. Conheça as cinco melhores frutas no ranking da TasteAtlas em 2026: 1° Truskawka kaszubska 🍓 (4,7 estrelas) Truskawka Kaszubska Reprodução/Truskawka Kaszubska A truskawka kaszubska é um tipo de morango cultivado nos distritos de Kartuski, Kościerski e Bytowski, na Polônia. Ele se destaca pelo alto teor de açúcar, com sabor doce, aromático e bem equilibrado, segundo o TasteAtlas. Devido a essa característica, a fruta costuma ser usada no preparo de doces e bolos. 2º Rodakina naoussas 🍑 (4,5 estrelas) Rodakina Naoussas Reprodução/@agravianews A rodakina naoussas é um tipo de pêssego cultivado na vila de Naoussas, na ilha de Paros, na Grécia — daí o nome “naoussas”. Mesmo tendo origem na China, essa fruta doce e com aroma forte se tornou uma das mais populares da Grécia. Isso porque, segundo o TastleAtlas, o clima e o solo locais favorecem o seu cultivo. Atualmente, os "pêssegos" gregos também são vendidos em mercados da Europa e do Oriente Médio, especialmente, entre os meses de maio e outubro. 3º Melocotón de Calanda 🍑(4,5 estrelas) Melocotón de Calanda Fructibus/Wikimedia Commons Os pêssegos Melocotón de Calanda, da Comunidade Autônoma de Aragão, na Espanha, aparecem na terceira posição e são considerados únicos devido ao tamanho grande, doçura e sabor, segundo o TasteAtlas. Eles são cultivados na região espanhola desde o século 19 e colhidos no ponto correto de maturação, garantindo o sabor e a textura ideal para consumo. Com um diâmetro mínimo de 73 mm, os Melocotón de Calanda são maiores do que os pêssegos de outros locais, aponta o TasteAtlas, e não podem apresentar nenhuma imperfeição visual. 4° Mandarini chiou 🍊 (4,5 estrelas) Mandarini chiou é um tipo de tangerina cultivado em Quios, uma ilha da Grécia Reprodução/@visit_chios A quarta fruta da lista é a mandarini chiou (tangerina de Quios, na tradução livre do grego para o português). Quios é a ilha na Grécia na qual essa fruta é tradicionalmente cultivada. A tangerina de Quios é conhecida por ser uma das mais aromáticas do mundo, segundo o TasteAtlas. O cheiro é tão marcante que fez com que a ilha ganhasse o apelido de "Myrovolos" – a ilha perfumada, segundo a publicação. A fruta também se destaca por ser muito doce, o que é atribuído ao clima quente e as propriedades do solo. 5º Citrinos do Algarve 🍊(4,5 estrelas) Citrinos do Algarve AlgarOrange/Facebook Segundo o TasteAtlas, as laranjas, tangerinas, toranjas, limas e limões produzidas na região do Algarve, em Portugal, compartilham uma casca fina, cores intensamente vivas e elevado teor de sumo. Eles podem ser consumidos após as refeições ou como aperitivo, mas também são utilizados na preparação de sucos, sobremesas, licores e compotas. O site ainda destaca que as árvores de Natal na região portuguesa são decoradas com citrinos desde os tempos antigos, demonstrando a importância deste produto para a região. Veja também g1 explora a rota do açaí desde floresta na Amazônia até fábrica em SP De Onde Vem o tomate

  3. O que se sabe sobre hamburgueria que oferecia salário maior a mulheres que usassem decote Depois que uma adolescente de 17 anos procurou a polícia para denunciar uma hamburgueria em Ribeirão Preto (SP) por importunação sexual, vieram à tona os detalhes de como funcionava um processo seletivo abusivo para a contratação de funcionárias. O Oliveira Burguer, recém-inaugurado na Avenida do Café, na zona Oeste, oferecia salários maiores para as candidatas que aceitassem trabalhar usando calças legging marcando as partes íntimas e decotes. O dono do estabelecimento foi identificado como Rafael Oliveira. Nesta semana, uma mulher de 23 anos também relatou ter passado pelo mesmo constrangimento e afirma que se sentiu desrespeitada e invadida com a proposta. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 Ribeirão e Franca no WhatsApp Segundo as vítimas, a justificativa do recrutador era de que a exposição do corpo delas ajudaria a atrair clientes para o local. As mulheres chegavam até o recrutador acreditando na descrição de uma vaga de emprego para atendente, mas descobriam logo nas primeiras trocas de mensagens que só ganhariam mais dinheiro se aceitassem usar roupas justas. LEIA TAMBÉM Em mensagem para candidata, hamburgueria oferece salário de R$ 1,7 mil para quem trabalhar de decote e roupa curta Adolescente que recebeu oferta de salário maior para usar decote e roupa curta diz que ficou abalada com mensagem: 'Mexeu comigo' Em nova denúncia, candidata diz que hamburgueria pediu 'calça legging marcando': 'Me senti desrespeitada e invadida' As abordagens transformaram a conduta da empresa em alvo de investigações na Polícia Civil. O Ministério Público do Trabalho (MPT) instaurou um processo para apurar a atuação dos responsáveis pelo estabelecimento. Veja abaixo o que se sabe sobre o caso: Como as candidatas eram abordadas? O que diziam as propostas? Quem são as vítimas e o que elas relatam? Como estão as investigações? O que diz o estabelecimento? Por que a proposta viola os direitos trabalhistas? Adolescente de 17 anos disse que ficou abalada com proposta de trabalhar de decote para receber salário maior Reprodução/EPTV Como as candidatas eram abordadas? A empresa utilizava o WhatsApp para anunciar as vagas, que eram compartilhadas em grupos destinados a pessoas que buscavam oportunidades de emprego. Nestes grupos, a mensagem se limitava a dizer que era um trabalho fixo, para mulheres e não precisava de experiência. Para obter mais informações, as candidatas interessadas precisavam enviar uma mensagem privada para o número de WhatsApp disponibilizado no anúncio. Era durante essa conversa direta que o responsável pela hamburgueria apresentava as condições exigidas, atrelando um salário maior ao uso de roupas que marcassem as partes íntimas da candidata. Vaga de hamburgueria em Ribeirão Preto (SP) não dava detalhes sobre função que candidata exerceria Redes sociais O que diziam as propostas? Nas mensagens, as quais o g1 e a EPTV, afiliada da TV Globo, tiveram acesso, o recrutador informava que havia duas formas de pagamento para a mesma função, que incluía o trabalho no caixa, atendimento ao público e limpeza. A diferença salarial estava atrelada exclusivamente à exposição do corpo da funcionária. Em um dos casos, o recrutador ofereceu R$ 90 para seis horas de trabalho, que poderia chegar a R$ 180 se a condição imposta fosse aceita. Em outro, o salário base de R$ 1,3 mil poderia subir para R$ 1,7mil. Na troca de mensagens com uma candidata de 17 anos, o recrutador justificou a oferta dizendo que, com o tempo, percebeu que funcionárias com calças justas e decotes atraiam mais clientes e, por isso, ganhariam mais. Veja abaixo trecho do texto enviado: "Com o tempo e aprendizado vimos muito acontecer, por isso estamos oferecendo um salário de R$ 1.700. Com o tempo vimos que a mulher com um decote, mostrando, uma calça legging mais marcando (risos), chama muito mais cliente, atrai muito o público. Por isso conseguimos pagar um pouco mais para a mulher que aceite". Mensagens mostram recrutador oferecendo salário maior para candidata que aceitasse trabalhar com 'roupas curtas' e 'decote' Reprodução EPTV Quem são as vítimas e o que elas relatam? Ao menos duas candidatas denunciaram as mensagens que receberam e detalharam como a seleção ocorria na prática. O primeiro caso a ganhar repercussão envolve uma adolescente de 17 anos. Interessada na vaga de freelancer, ela iniciou o contato e foi questionada sobre a própria idade. Mesmo após responder que era menor, o recrutador enviou a proposta explicando o aumento de R$ 400 no salário se ela usasse roupas curtas e decotes. A pessoa também chegou a pedir fotos do corpo da adolescente. Abalada, ela contou aos pais e a família registrou um boletim de ocorrência por importunação sexual. "Eu fiquei muito em choque com isso tudo. É muito triste ver isso acontecendo com a gente". Adolescente de 17 anos relatou choque e indignação com a proposta Reprodução EPTV A outra denúncia partiu de uma mulher de 23 anos, que procurou o local há cerca de duas semanas em busca de um trabalho fixo. Durante a conversa, o recrutador informou que se ela usasse calça legging 'marcando' teria o pagamento dobrado. A candidata chegou a perguntar se o termo significava evidenciar as partes íntimas e recebeu uma resposta afirmativa do responsável pela contratação. Ela recusou a oferta na sequência. "Eu precisei confirmar para ter certeza sobre o que era marcar, porque desacreditei. Me senti desrespeitada e invadida". Mulher de 23 anos diz que hamburgueria de Ribeirão Preto (SP) ofereceu vaga para trabalhar com calça que evidenciasse as partes íntimas Reprodução/g1 Por que a proposta viola os direitos trabalhistas? Segundo o advogado trabalhista Clóvis Guido Debiasi, além de ferirem a ética trabalhista, as propostas do estabelecimento configuram crime. A situação ainda pode se agravar pelo fato de envolver menor de idade. "É um caso típico de competência do Ministério Público do Trabalho. O boletim de ocorrência também pode gerar uma ação de indenização por danos morais em relação a essa menor e a todas as outras trabalhadoras que sofreram esse tipo de conduta". Ao g1, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que Um dos casos registrados é investigado pelo 3º DP de Ribeirão Preto. O outro está com a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Segundo a SSP, as diligências para o esclarecimento dos casos estão em andamento, mas a pasta não passaria detalhes por envolver menor de idade. O MPT confirmou que um processo foi instaurado oficialmente e tramita na unidade de Ribeirão Preto. O órgão destacou que a apuração tem como foco o trabalho infantil e a possível exploração sexual de menores para fins econômicos . O que diz o estabelecimento? Após a repercussão do caso, o perfil oficial da hamburgueria nas redes sociais foi desativado. O g1 apurou que o local não abriu neste fim de semana. À EPTV, o dono do estabelecimento reconheceu o erro, lamentou a situação e afirmou que jamais teve a intenção de ofender nenhuma mulher. Sobre a adolescente, ele disse que recebeu contatos de muitas pessoas interessadas na vaga ao mesmo tempo e que não se atentou à idade da candidata durante a troca de mensagens. O g1 tentou um novo contato com a hamburgueria nesta terça-feira (14), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto, Franca e região

  4. Batida entre van e caminhão mata uma pessoas e deixa diversos feridos na BR 277 O caminhão envolvido no engavetamento que matou o estudante e herdeiro do Grupo Barigüi, Lapo Sganzerla Bordin, de 15 anos, foi autuado por má conservação, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A corporação apontou, de forma preliminar, problemas nos freios e nos pneus da carreta. O acidente aconteceu na tarde de sexta-feira (17), no km 143, em Balsa Nova, na Região Metropolitana de Curitiba. ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Segundo a PRF, o acidente aconteceu quando o motorista do caminhão, ao se deparar com trânsito lento em uma descida, não conseguiu frear a tempo e bateu em diversos veículos. Dois carros e uma caminhonete foram atingidas, mas a van foi o veículo que sofreu o maior impacto, sendo arremessada contra um caminhão e um carro. Lapo estava em uma van com o irmão gêmeo e um grupo de adolescentes quando houve a sequência de colisões. Com o impacto, o jovem foi ejetado do veículo e morreu no local. Após as colisões, o caminhão que provocou o acidente saiu da pista e capotou. Testemunhas disseram à PRF que a van saiu de Curitiba e seguia rumo a Jacarezinho, no Norte do Paraná, onde o grupo de amigos passaria o feriado em uma fazenda. Lapo era filho do vice-presidente do Grupo Barigüi, Toni Bordin, e neto de Félix Bordin. A empresa é uma das maiores revendedoras de automóveis e caminhões do Sul do Brasil. Além disso, também possui um banco digital e um instituto de educação. À RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, a assessoria do grupo informou que não irá se manifestar no momento em respeito ao luto da família. Infográfico - Jovem que morreu em acidente na BR-277 era herdeiro do grupo de concessionárias Barigüi Foto: Arte/g1 LEIA TAMBÉM: Paraná: Ratinho Junior escolhe Sandro Alex como pré-candidato à sucessão no governo BR-376: Bitrem com placa de PVC e 37 toneladas de carga acima do permitido é apreendido Carambeí: Moradores fazem denúncia e fiscalização acha 'depósito' de vacas mortas Irmão gêmeo de Lapo não teve ferimentos Lapo Sganzerla Bordin era estudante e tinha 15 anos. Van em que ele estava foi atingida por caminhão Reprodução O irmão de gêmeo de Lapo, que também estava no veículo, não teve ferimentos, segundo apurou a RPC. Dos integrantes da van, um adolescente de 17 anos foi encaminhado ao Hospital do Trabalhador, em Curitiba, e não corre risco de morrer. Outros dois adolescentes tiveram ferimentos, de acordo com a PRF. Até a publicação desta reportagem, não havia informações sobre o estado de saúde dos demais ocupantes da van, do motorista do caminhão, nem das pessoas que estavam em outros veículos envolvidos. Batida entre van e caminhão matou uma pessoa e deixou várias feridas, na BR-277, no Paraná. PRF VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias no g1 Paraná.

  5. Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade Há cerca de seis anos, um jovem nascido e criado na comunidade decidiu mostrar como é, de fato, o dia a dia na maior favela do Brasil. Sem roteiro, sem produção elaborada e sem romantizar a realidade. Ele grava o que vê. E o que vive. Esse jovem é Ruan Gabriel da Silva Nascimento, mais conhecido na internet como Ruan Juliett. O que começou como vídeos simples, feitos enquanto ajudava o pai a vender controles remotos em uma barraca na comunidade, virou um retrato cotidiano da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro, — contado por quem mora ali. “Eu vou encontrando as situações e vou gravando. Nada é planejado”, explica. Mas o que era rotina para ele despertou curiosidade em outros. O influenciador hoje soma cerca de 744 mil seguidores no Instagram e mais de 900 mil no TikTok. "Assunto não falta. Toda hora tem alguma história, toda hora tem alguma coisa acontecendo", afirma Ruan. Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade Reprodução/TV Globo Uma comunidade em movimento Nos vídeos de Ruan, a Rocinha aparece viva, cheia de histórias e personagens. “Aqui é gente trabalhadora, gente empreendedora”, resume. Imagens de ruas cheias, motos passando, moradores conversando na porta de casa e crianças circulando pelos becos são parte constante do conteúdo. A moto, aliás, é o principal meio de transporte — tanto para moradores quanto para turistas curiosos em conhecer a comunidade. “É muita gente para pouca rua”, diz Ruan, explicando que existem milhares de mototaxistas circulando pelo bairro informal. Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade Reprodução/TV Globo Onde a moto não chega, entra em cena outra característica da Rocinha: os becos. Estreitos, íngremes e cheios de degraus, eles conectam casas construídas umas sobre as outras. “Para passar duas pessoas aqui, tem que ser de lado. É uma por vez”, mostra Ruan enquanto atravessa os caminhos que fazem parte da rotina de quem mora ali. Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade Reprodução/TV Globo Vida real, sem filtro Os vídeos também expõem as dificuldades estruturais do cotidiano. Idosos que se apoiam nas paredes por falta de corrimão, moradores carregando botijões nas costas, entregas feitas sem endereço formal e mudanças que viram verdadeiras operações de engenharia. Em um dos conteúdos que mais chamaram atenção, Ruan mostra uma geladeira sendo levada até um apartamento pelo lado de fora da casa, suspensa por cordas, depois que a janela precisou ser retirada. “A vida aqui é uma verdadeira adaptação. A gente aprende a se virar”, resume. Segundo ele, tudo vira conteúdo porque tudo revela como é viver ali. “Escada é conteúdo. Fio é conteúdo. Caixa d’água é conteúdo. Eu quero que a galera viva o que eu vivo”, afirma. Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade Reprodução/TV Globo Mudança possível Ruan faz questão de dizer que não mostra a favela apenas por mostrar. O objetivo, segundo ele, é quebrar estigmas antigos. “Antes, quando se falava de favela, era só tiro, porrada e bomba. Eu tento mostrar um Brasil que muita gente nunca parou pra imaginar que existe”, diz. Mas o influenciador acredita que visibilidade precisa vir acompanhada de transformação. Entre os sonhos, estão melhorias básicas, como mais corrimões, melhor coleta de lixo, casas mais dignas e oportunidades para os jovens da comunidade. “A vitória tem que ser coletiva”, defende. Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade Reprodução/TV Globo O sucesso que começa em casa Apesar da projeção nacional, Ruan ainda mora com os pais, em uma casa simples de três cômodos dentro da Rocinha. Foi só entre 2023 e 2024 que ele começou, de fato, a ganhar dinheiro com a internet. O primeiro destino do rendimento foi dentro de casa: trocar eletrodomésticos antigos e ajudar a família. “Eu sempre dormi no sofá da sala. Meu sonho, quando criança, era ter um quarto”, relembra. Hoje, o maior objetivo é construir uma casa para os pais — obra que ele também documenta nas redes sociais, mostrando desde a diária do pedreiro até o frete humano, feito no braço, tijolo por tijolo, pelos becos da favela. A casa ainda não está pronta, mas Ruan não tem pressa. Assim como nas redes sociais, ele segue construindo aos poucos. “Eu nunca pensei que a minha vida fosse virar conteúdo. Mas é isso. Essa aqui é a minha casa de vidro”, resume. Jovem morador da Rocinha viraliza ao mostrar rotina na comunidade Reprodução/TV Globo Veja a íntegra do programa no vídeo abaixo: Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

  6. Donald Trump em evento de fevereiro de 2024, com um par de tênis Trump AP Photo/Manuel Balce Ceneta Por muitos anos, os presidentes dos Estados Unidos tomaram cuidado para não dar a impressão de que estavam ganhando dinheiro devido ao cargo. Harry Truman não permitiu que seu nome fosse usado em nenhum empreendimento, mesmo após deixar a presidência. Richard Nixon ficou tão preocupado com a possibilidade de um irmão se beneficiar de suas conexões que chegou a mandar instalar escutas em seu telefone. Já George W. Bush vendeu todas as suas ações antes de tomar posse. O presidente Donald Trump tem seguido um caminho diferente. A empresa de imóveis de sua família está crescendo internacionalmente em um ritmo nunca visto desde que foi criada, há um século, com os acordos potencialmente influenciando decisões que vão desde tarifas a ajuda militar. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Comandados pelos filhos de Trump, Eric e Donald Jr., os negócios da família passaram a incluir criptomoedas. Essas novas atividades trouxeram bilhões de dólares, mas também levantaram dúvidas sobre possíveis vantagens dadas a grandes investidores. Os irmãos também se juntaram ou investiram em várias empresas que buscam fazer negócios com o governo comandado por seu pai. Recentemente, Eric e Donald Jr. conseguiram uma parte milionária em uma empresa que fabrica drones armados e que tenta vender seus produtos tanto para o Pentágono quanto para países do Golfo, que dependem da proteção militar dos Estados Unidos. A Casa Branca e a Trump Organization negam qualquer problema ético. Quando foi perguntado sobre o tema em um evento de criptomoedas, Donald Jr. respondeu: “Francamente, isso já cansou. O problema dos conflitos de interesse remonta à primeira eleição de Trump. Especialistas em ética governamental e historiadores argumentam, no entanto, que o tema é mais preocupante do que nunca. Segundo eles, os conflitos se acumulam no segundo mandato e são considerados sem precedentes, flagrantes e perigosos para a democracia. “Não acho que haja atualmente qualquer linha entre decisões políticas, cálculos políticos e o interesse da família Trump”, disse Julian Zelizer, historiador presidencial da Universidade de Princeton. Donald Jr. e Eric, filhos de Donald Trump AP Photo/Alex Brandon Boom de negócios no exterior Durante o primeiro mandato de Trump, a Trump Organization não fechou nenhum acordo fora dos Estados Unidos. Pouco mais de um ano depois do início do segundo mandato, já são oito negócios. Segundo a empresa, todos eles estão seguindo a regra criada pela própria Trump Organization de não negociar diretamente com governos estrangeiros. No entanto, em países onde o governo tem muito poder, é difícil que não haja algum tipo de influência, principalmente quando o dono do negócio é o presidente em exercício. No Catar, por exemplo, um clube de golfe e casas de luxo com o nome Trump está sendo construído em parte por uma empresa do próprio governo do país. No Vietnã, segundo o The New York Times, agricultores foram retirados de suas terras pelo governo para dar espaço a um resort Trump, e o acordo foi aprovado em uma cerimônia oficial com a presença do vice-primeiro-ministro. Já na Arábia Saudita, um resort chamado “Trump Plaza” está sendo erguido no Mar Vermelho por uma empresa próxima à família real. Não dá para saber ao certo se esses negócios mudaram decisões dos Estados Unidos para beneficiar esses países, mas eles conseguiram o que buscavam: o Qatar teve acesso à tecnologia americana, o Vietnã conseguiu redução de impostos e a Arábia Saudita recebeu aviões de combate. A Trump Organization também saiu ganhando, recebendo dezenas de milhões de dólares em taxas. Quando perguntada sobre esses projetos, a Trump Organization afirmou que não fez negócios com governos, dizendo que a empresa da Arábia Saudita é privada e que está apenas “colaborando” com a empresa do Catar, sem criar uma “parceria” que contrariaria suas próprias regras. Emirados Árabes Unidos e criptomoedas Outro negócio que gera dúvidas sobre conflitos de interesse foi revelado em uma reportagem do Wall Street Journal em janeiro, um ano depois de ter sido fechado. Pouco antes da posse, a família Trump vendeu quase metade da empresa de criptomoedas World Liberty Financial para uma companhia ligada ao governo dos Emirados Árabes Unidos, comandada por um membro da família real, por US$ 500 milhões. Outro grupo dos Emirados, um fundo do governo, investiu na plataforma de criptomoedas Binance usando US$ 2 bilhões em uma moeda digital criada pela World Liberty. Com isso, a empresa de Trump pôde aplicar esse dinheiro em investimentos considerados seguros, como títulos públicos, e ficou com dezenas de milhões de dólares em juros. Pouco tempo depois, o governo Trump cancelou uma regra do governo de Joe Biden e permitiu que os Emirados Árabes Unidos comprassem chips avançados dos Estados Unidos. Mais tarde, o fundador da Binance, Changpeng Zhao, recebeu um perdão de Trump, mesmo após ter se declarado culpado por não impedir o uso da plataforma por criminosos que movimentavam dinheiro de casos envolvendo abuso sexual infantil, tráfico de drogas e terrorismo. Questionado, o advogado de Zhao negou qualquer relação entre os negócios da Binance com a família Trump e o perdão recebido. “Qualquer alegação de troca de favores por parte da Binance ou Changpeng Zhao, ou tratamento financeiro preferencial, é uma clara distorção do registro público”, disse Teresa Goody Guillen em um e-mail à AP. Sobre o perdão, a Casa Branca afirmou que Zhao foi punido de forma injusta pelas autoridades federais, em uma “guerra da administração Biden contra as criptomoedas”. A World Liberty também negou qualquer conflito de interesse, dizendo que o negócio com os Emirados Árabes Unidos não tinha ligação com a decisão sobre os chips. Bilhões em criptomoedas A World Liberty também criou outra forma de renda para uma nova empresa de Trump, vendendo “tokens de governança”. Esses tokens dão ao comprador direito a voto, mas não o tornam dono da empresa. Só no ano passado, foram arrecadados US$ 2 bilhões. Com isso, a família Trump ganhou centenas de milhões de dólares por sua participação na World Liberty e por um acordo que garante parte dessas vendas. Um dos principais compradores desses tokens foi Justin Sun, um bilionário do setor de criptomoedas que, por ser estrangeiro, é proibido pela lei dos EUA de fazer doações a políticos americanos. Entre a eleição e a posse de Trump, Sun gastou US$ 75 milhões nesses tokens. Em fevereiro de 2025, um processo federal contra Sun por enganar investidores foi suspenso. O caso terminou no mês passado, com uma multa de US$ 10 milhões. Outro produto lançado foram as moedas “meme” com o rosto de Trump, colocadas à venda pouco antes de ele começar o segundo mandato. Nos quatro meses seguintes, essas moedas renderam US$ 320 milhões, a maioria indo para empresas ligadas a Trump, segundo a empresa Chainalysis, que monitora transações em blockchain. Esse valor é mais que o dobro do que foi arrecadado em quatro anos com o hotel Trump International, em Washington D.C., durante o primeiro mandato. Trump International Hotel, em Washington DC, em foto de 2021; empreendimento foi vendido no ano seguinte AP Photo/Julio Cortez Ao contrário de lobistas ou doadores de campanha que tentam influenciar Trump, quem compra essas moedas pode fazer isso sem se identificar. Justin Sun está entre os que optaram por tornar sua aquisição pública, gastando US$ 200 milhões nas moedas e conseguindo participar de uma festa exclusiva com Trump para os maiores compradores. Outro empreendimento da família, a American Bitcoin, abriu capital em setembro, o que deu a Donald Jr. e Eric um valor estimado de US$ 1 bilhão em ações na época. Meses antes, Trump anunciou a criação de uma reserva nacional de bitcoin, o que fez o preço da moeda disparar. Os negócios do presidente não são totalmente imunes à notória volatilidade das criptomoedas. O valor do bitcoin e de outros tokens digitais despencou desde então, assustando investidores. Tanto as ações da American Bitcoin quanto o valor das moedas meme de Trump perderam 90% do valor desde o pico. No mês passado, Trump disse que faria mais um jantar com os maiores compradores de suas moedas meme, o que fez o valor das moedas subir antes de cair de novo. “Quaisquer restrições que existiam no primeiro mandato parecem ter desaparecido completamente”, diz o historiador da Universidade Columbia Timothy Naftali. Para Trump, pessoas não se importam com o tema Quando perguntada sobre a reportagem, a Casa Branca afirmou que Trump age de “maneira ética” e que qualquer sugestão diferente é “mal informada ou maliciosa”. A porta-voz Anna Kelly reforçou que os bens de Trump estão sob a administração dos filhos e disse que ele “não tem envolvimento” nos negócios da família. “Não há conflitos de interesse”, afirmou. Em outro comunicado, a Trump Organization disse estar “totalmente em conformidade com todas as leis aplicáveis de ética e conflitos de interesse” e acrescentou que “a insinuação de que a política enriqueceu a família Trump é infundada.” Em janeiro, Trump declarou ao The New York Times que, sobre possíveis conflitos de interesse, “eu descobri que ninguém se importava, e eu posso”, fazendo referência à exceção que o presidente tem na lei federal que impede funcionários públicos de manterem interesses financeiros em negócios afetados por decisões do governo. Não está claro se Trump está certo ou errado sobre o que pensam os americanos, mas essa opinião parece estar mudando, até mesmo entre os republicanos. Em uma pesquisa feita pelo Pew Research Center em janeiro, 42% dos eleitores republicanos disseram confiar que Trump age de forma ética, número menor do que os 55% registrados no início do segundo mandato, um ano antes. Fortuna em ascensão A revista Forbes calcula que a fortuna de Trump agora chega a US$ 6,3 bilhões, um aumento de 60% em comparação ao período antes de ele voltar à presidência, o que chama atenção diante das dificuldades que a Trump Organization enfrentou no passado. O Trump International Hotel em Washington, D.C., nunca teve lucro antes de ser vendido em 2022. Duas redes de hotéis da marca Trump, voltadas para a classe média, fecharam no primeiro mandato por falta de clientes. Alguns prédios de apartamentos tiraram o nome Trump das fachadas porque perceberam que, em vez de atrair compradores, estavam afastando-os. Nenhum novo prédio residencial nos Estados Unidos está usando o nome Trump na entrada durante o segundo mandato, mas em Washington, onde há muitos negócios com o governo, o nome ainda tem valor. Donald Jr., o filho mais velho de Trump, abriu um clube privado em Georgetown, Washington, cobrando até US$ 500 mil de quem quer ser membro fundador. Poucos clubes cobram valores parecidos, como o Yellowstone Club, em Montana, que oferece acesso a resorts, pistas de esqui e muitos restaurantes em uma área exclusiva. Chamado de “Executive Branch” (“Poder Executivo”), o clube de Donald Jr. fica no subsolo de um prédio, mas oferece algo diferente: estar perto do centro do poder. Bíblias, guitarras e tênis Outros presidentes e suas famílias também já buscaram lucros de formas que prejudicaram a imagem do cargo. Hunter Biden foi pago como diretor de uma empresa de gás ucraniana enquanto seu pai, Joe, era vice-presidente. A Fundação Clinton recebeu doações de outros países, mas isso foi depois que Bill Clinton deixou a presidência. Já o irmão de Jimmy Carter, Billy, ganhou dinheiro usando o nome da família para vender cerveja. No caso de Trump, ele mesmo está vendendo produtos como Bíblias “God Bless the USA” por US$ 59,99, tênis “Never Surrender” por US$ 399 e guitarras elétricas que podem custar até US$ 11.500 —frete não incluído — para quem quiser um modelo autografado pelo presidente. Ano novo, lucros novos Nos primeiros meses do segundo ano de Trump de volta à presidência, o ritmo dos negócios continuou forte. Em janeiro, a Trump Organization anunciou o terceiro acordo com a Arábia Saudita em menos de um ano, desta vez para construir mansões, um hotel e um campo de golfe perto da capital, Riad. Agora, a “colaboração” é com uma empresa ainda mais ligada ao governo, pois pertence ao fundo soberano do país, comandado pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman. Quando questionada pela AP se esse projeto desrespeita a promessa de não fazer negócios com governos estrangeiros, a Trump Organization respondeu que não “faz negócios com nenhuma entidade governamental”, mas não comentou sobre esse caso em particular. Enquanto isso, a nova empresa de drones de Eric e Donald Jr. tenta fechar contratos com o Pentágono. Outras empresas que têm acordos com o governo e que receberam investimentos dos irmãos no último ano estão recebendo dezenas de milhões de dólares em dinheiro público. Entre elas estão uma fabricante de motores de foguetes, uma fornecedora de chips de inteligência artificial e uma empresa de análise de dados, de acordo com registros oficiais. Quando perguntado sobre possíveis conflitos depois do acordo dos drones, Eric afirmou: “Tenho um orgulho enorme de investir em empresas nas quais acredito.” Um representante de Donald Jr. disse que ele não “interage” com o governo sobre as empresas em que investe, e acrescentou que “a ideia de que ele deveria parar de viver sua vida e sustentar seus cinco filhos só porque seu pai é presidente é, francamente, um padrão risível e ridículo.” Uma nova empresa de investimentos, da qual os irmãos se tornaram conselheiros no ano passado, arrecadou US$ 345 milhões em uma oferta pública inicial para comprar partes de empresas americanas que devem ajudar o pai deles a fortalecer a indústria dos Estados Unidos. Depois que a AP perguntou ao principal advogado de Trump sobre um trecho de um documento oficial dizendo que a empresa buscaria negócios que pedem incentivos do governo, ele apresentou um novo documento com essa parte removida. Zelizer, o historiador de Princeton, diz que espera que os próximos presidentes sejam mais cuidadosos ao enriquecer, mas se preocupa com o exemplo que Trump está dando. “Ele mostrou politicamente que não há preço a pagar para ganhar dinheiro”, disse. “Você sabe que pode seguir por esse caminho.”

  7. Aniversário de Brasília: conheça as mulheres responsáveis pela construção da capital Aos 66 anos, Brasília comemora sua fundação com uma narrativa conhecida: a cidade planejada pelos gênios Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, fruto da ousadia de Juscelino Kubitschek e construída pelos candangos. Apesar de verdadeira, essa história é incompleta. Ela deixa de fora as inúmeras mulheres que também deram forma à capital. Elas trabalharam lado a lado com esses homens célebres, projetaram edifícios icônicos, integraram a Universidade de Brasília (UnB) e fizeram peças que adornam ainda hoje os palácios da República. Desde quando a nova capital era um aglomerado de canteiros de obras inóspitos e poeirentos, mulheres vieram para Brasília por meio de concursos públicos, acompanhando os maridos ou em busca de melhores condições de vida – como anunciava o presidente JK pelo rádio. As trajetórias e a história oral dessas mulheres viraram objeto de estudo para a pesquisadora brasiliense Tânia Fontenele. "Há mulheres que vieram trabalhar como enfermeiras. Ou nem eram enfermeiras mas, como não havia mão de obra, elas entravam nos hospitais, lavavam roupa, cuidavam de afazer doméstico, buscavam formas de ser úteis e ter autonomia econômica." Elas estão nas quadras 107 e 205/206 da Asa Norte; na rodoviária do Plano Piloto e no interior dos palácios oficiais; nos depoimentos gravados no Arquivo Público do DF; nas pranchas de arquitetura assinadas com iniciais; e nos artigos acadêmicos que começam a reconstruir o que a história oficial deixou de lado. "Elas foram muito, muito importantes para o desenvolvimento da cidade, para a história da cidade e no entanto pouco se falava das mulheres", enfatiza Tânia. As filhas dos 'criadores' Anna Maria Niemeyer: a autora escondida pelo sobrenome No Arquivo Público do Distrito Federal, entre centenas de pranchas técnicas amareladas pelo tempo, há vários desenhos de móveis. No campo destinado à assinatura, onde deveria estar o nome completo da autora, há apenas duas letras: A.M., ou por vezes, 'Niemeyer'. Aquelas mesas, cadeires e outras peças semelhantes que ocupam até hoje os salões do Palácio da Alvorada, do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, foram desenhadas por Anna Maria Niemeyer. Mobília do salão do Palácio da Alvorada feita por Anna Maria Niemeyer Acervo público Ela nasceu em 1930 no Rio de Janeiro, filha única de Oscar Niemeyer, e aos 17 anos já trabalhava no escritório do pai, aprendendo desenho técnico. Quando a Novacap começou a montar sua equipe para a construção de Brasília, Anna Maria entrou como técnica em decoração — a mesma função exercida pelo artista plástico Athos Bulcão. Anna Maria recebia as plantas dos projetos oficiais e desenhava os móveis, especificava materiais e fiscalizava a produção nas fábricas. Quando a cidade foi inaugurada, os salões dos palácios estavam mobiliados com peças que ela havia projetado. Prancha e móveis prontos na Capela do Palácio da Alvorada, desenhados por Anna Maria Niemeyer Acervo público Ela também foi responsável pela curadoria das obras de arte nesses espaços: tapeçarias de Djanira, esculturas de Alfredo Ceschiatti e telas de Di Cavalcanti. Entretanto, em razão do formato da assinatura, apenas com as iniciais ou o sobrenome, por décadas muitas peças de Anna Maria Niemeyer foram atribuídas ao pai. Maria Elisa Costa: a mulher que ajudou o pai a entregar o Plano Piloto Em 1959, Maria Elisa Costa entrou na Novacap – não por ser filha de Lúcio Costa, mas como arquiteta formada, com diploma e projeto. Ela ajudou a tornar realidade o projeto do seu pai que desbancou outras 26 propostas: a cidade em forma de avião. No Departamento de Urbanismo e Arquitetura, ela trabalhou no detalhamento de projetos urbanos. Entre as contribuições documentadas estão a fonte da Torre de TV e a Praça dos Pedestres na Plataforma da Rodoviária — espaços atravessados por milhares de brasilienses diariamente. Ela também teve um projeto publicado na Revista Brasília nº 42, em junho de 1960 — uma das raras aparições femininas nas páginas da publicação oficial da Novacap. O projeto de Maria elisa Costa é citado na Revista Brasília Arquivo Público do Distrito Federal/Revista Brasília A pesquisadora da Faculdade de Arquitetura da UnB Maribel Aliaga chama atenção para o esquecimento desses nomes que contribuíram de forma importante para a formação de Brasília. “Há uma questão que é importantíssima: elas são filhas dos criadores da cidade e elas passam quase desapercebidas nesse primeiro momento da capital”, afirma a professora. Marianne Peretti e os vitrais da capital Quem visita a Catedral de Brasília costuma ficar encantado com os vitrais modernistas, coloridos e harmônicos. Em prédios públicos, como o Congresso, Palácio do Jaburu, Memorial JK e Teatro Nacional, esculturas e painéis majestosos estão espalhados pelos salões. Essas obras foram desenhadas e produzidas pela franco-brasileira Marianne Peretti. Interior da Catedral de Brasília (à esq.) e Marianne planejando vitrais do local Marianne Peretti/ Arquivo Pessoal/Breno Laprovítera e Jarbas Jr Para conhecer e conversar com Niemeyer, Marianne diz ter sido "cara de pau". “Eu simplesmente bati na porta dele e disse que gostaria de trabalhar com ele. Depois de três meses, voltei ao Rio e o encontrei de novo. Ele deve ter gostado muito de mim, porque já me deu um monte de trabalho, todos de Brasília", contou ela. As obras da capital foram "pensadas" no Rio de Janeiro, onde Marianne morava. A artista viajava para a nova capital quinzenalmente para desenvolver e acompanhar os trabalhos. Quando pisou em Brasília, a cidade já havia sido inaugurada, mas continuava em construção. Marianne Peretti se surpreende ao rever a grandiosidade de suas obras em Brasília As primeiras mestrandas da UnB: uma porta de entrada para novas ideias Enquanto Anna Maria e Maria Elisa trabalhavam na Novacap, uma nova geração de mulheres chegava à capital por outro caminho: a Universidade de Brasília. Inaugurada em 1962, a instituição criou um dos primeiros programas de pós-graduação em arquitetura do país. Maribel Aliaga conta que a UnB não era como hoje. Os professores do curso na época não tinham mestrado ou doutorado – eram "só" arquitetos. “Então essas moças se formaram em vários lugares do Brasil e vieram para cá fazer mestrado, dar aula na UnB, e saíram daqui levando um jeito UnB de ser pelo mundo”. Mayumi Watanabe: os bloquinhos que todo brasiliense conhece Quem frequenta a Asa Norte conhece o bloco H da 107— aquelas caixinhas brancas fotogênicas atrás do Bar do Beirute, que aparecem em incontáveis reportagens e guias sobre Brasília. Poucos sabem que o projeto é de Mayumi Watanabe, uma das primeiras mestrandas da UnB. Prédios da 107 Norte chamam a atenção pela arquitetura diferente Márcia Nogueira Batista: o paisagismo do Zoológico Nos anos 1960, Márcia Nogueira colaborou na Novacap na equipe do arquiteto Jayme Zettel. Na década seguinte, apesar de sua pesquisa ser voltada à arquitetura escolar, ela trabalhou no Departamento de Parques e Jardins de Brasília, onde participou do desenvolvimento do paisagismo do Zoológico e também do Eixo Rodoviário. O aviário de imersão, no Zoo Brasília FJZB/Divulgação Doramélia da Motta: o rosto por trás da Babilônia Norte e da Galeria dos Estados A quadra 205/206 da Asa Norte é conhecida pelos moradores como a mais "estranha" do Plano Piloto – diferentemente das demais, o comércio é virado para a residencial. As passarelas subterrâneas e os arcos geométricos bem marcados também são marcas registradas da Babilônia Norte, como foi apelidada a entrequadra. Doramélia elaborou o projeto no fim da década de 1970, nos primeiros anos em que trabalhou na Terracap. A vontade de criar uma superquadra fora do modelo comum surgiu quando ela era estudante de arquitetura na Universidade de Brasília, entre 1971 e 1976. A arquiteta Doramélia da Motta exibe as pranchas criadas ainda na faculdade, em 1975 Jamile Racanicci / G1 Foi ela também quem liderou a construção de outros projetos icônicos de Brasília, como a Galeria dos Estados, que conecta os setores Comercial e Bancário Sul. Ela também ajudou a construir o Mercado do Núcleo Bandeirante, e diz ter participado de forma indireta em muitos projetos na capital. "Eu vou passando pela cidade e vejo muita coisa minha." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  8. Universidade do RS inaugura 'cuidoteca' para evitar evasão de estudantes que são pais Você sabe o que é uma cuidoteca? Para garantir a permanência de estudantes que são pais e mães, a Universidade Federal do Rio Grande (FURG), no Sul do Rio Grande do Sul, passou a oferecer um espaço de recreação e cuidado para os filhos desses alunos durante o horário de aula. A iniciativa é uma forma de criar uma rede de apoio e evitar evasão na graduação. O projeto atende a uma demanda antiga da comunidade acadêmica. Segundo a reitora Suzane Gonçalves, a falta de um local seguro para deixar as crianças é um dos motivos que levam à evasão. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp "A gente tem estudos que mostram que a ausência, às vezes, de uma rede de apoio para o estudante faz com que ele abandone a universidade", afirma. Com a cuidoteca, pais e mães como a estudante de licenciatura Vitória Alves podem deixar os filhos sob cuidados profissionais enquanto frequentam as aulas no turno da noite. O filho dela, Diogo, já aproveita as atividades. "Fiquei muito feliz, porque eu fui pra minha aula e consegui estar lá", comemora Vitória. O sentimento de alívio é compartilhado por outros estudantes. "Eu fico mais tranquilo, fico prestando mais atenção na aula ao invés de ficar mais preocupado com eles", relata Robson Feitoza da Silva, também aluno de licenciatura. Projeto federal A cuidoteca é um serviço público criado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) para universidades federais. A FURG é uma das primeiras do país a implementar o projeto, que teve início como piloto em 2025 na Universidade Federal Fluminense. "Agora, [o projeto] amplia para mais oito universidades, executando agora em 2026 e 2027. E assim a gente vai ampliando, esperamos chegar aí nas Universidades Federais de todo o Brasil", explica a diretora de Cuidados da Primeira Infância e da Pessoa Idosa do MDS, Maria Carolina Alves. Na FURG, a cuidoteca vai atender 40 crianças, aproveitando o espaço onde já funciona uma escola municipal dentro do campus durante o dia. O investimento anual no projeto é de R$ 500 mil, e o benefício também será estendido às famílias da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os monitores responsáveis pelas crianças são estudantes da própria universidade, de cursos como Pedagogia. "A gente aprende muito com as crianças, e no final da nossa graduação com certeza a gente se torna profissionais bem mais confiantes para atuar", conta a monitora e aluna Luiza Santos. FURG inaugura 'cuidoteca' para evitar evasão de estudantes que são pais e mães Reprodução/RBS TV VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  9. Maior chacina do DF: réus são condenados Apontado pelo Ministério Público como líder da chacina que deixou 10 pessoas de uma mesma família mortas no Distrito Federal, Gideon Batista de Menezes, de 58 anos, foi condenado a 397 anos, 8 meses e 4 dias de prisão. A sentença foi definida na noite deste sábado (18), após seis dias de julgamento no Tribunal do Júri. Gideon foi condenado por uma série de crimes, como: homicídios qualificados, extorsão mediante sequestro, ocultação de cadáver, roubo, associação criminosa e corrupção de menores. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. As penas foram somadas pelo juiz de acordo com a participação atribuída a ele em cada uma das condutas. Outros dois réus, Carlomam dos Santos Nogueira e Horácio Carlos Ferreira Barbosa, também receberam penas que passam de 300 anos. Fabrício Silva Canhedo foi condenado a 202 anos. Já Carlos Henrique Alves da Silva foi condenado a 2 anos e deve ser colocado em liberdade após os trâmites da Justiça (saiba mais abaixo). Segundo a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), o grupo atuou de forma organizada, com divisão de tarefas, para tomar posse de uma chácara no DF onde parte das vítimas morava. Os crimes ocorreram entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023 e ficaram conhecidos como a maior chacina da história do DF. Réus pela maior chacina do DF durante julgamento Ana Lídia Araújo/g1 A sentença foi proferida pelo juiz Taciano Vogado Rodrigues Junior por volta das 22h30 deste sábado (18), após votação sigilosa dos jurados, que durou todo o dia. As penas foram definidas individualmente, de acordo com a participação de cada acusado nos crimes. Veja a situação de cada réu: Gideon Batista de Menezes: apontado pelo MPDFT como líder do grupo, foi condenado por todos os crimes, incluindo homicídios, extorsão mediante sequestro, ocultação de cadáver, roubo, corrupção de menores, associação criminosa e outros. A pena total foi de 397 anos, 8 meses e 4 dias de reclusão, além de 1 ano e 5 meses de detenção e 716 dias-multa. Horácio Carlos Ferreira Barbosa: também condenado por todos os crimes atribuídos na denúncia, teve a pena fixada em 300 anos, 6 meses e 2 dias de reclusão, além de 1 ano de detenção e 407 dias-multa. Carlomam dos Santos Nogueira: condenado pela maior parte dos crimes, a pena total foi de 351 anos, 1 mês e 4 dias de reclusão, além de 11 meses de detenção e 716 dias-multa. Fabrício Silva Canhedo: condenado por crimes como extorsão mediante sequestro, associação criminosa e outros ligados à manutenção do cativeiro, mas não foi responsabilizado diretamente pelas mortes. A pena total foi de 202 anos, 6 meses e 28 dias de reclusão, além de 1 ano de detenção e 487 dias-multa. Carlos Henrique Alves da Silva: condenado apenas por um dos crimes, relacionado ao sequestro, e absolvido da acusação de homicídio. A pena foi de 2 anos de reclusão, a ser cumprida em regime inicial semiaberto, por ser reincidente. ➡ Como já estava preso há mais tempo do que a pena fixada, Carlos Henrique Alves da Silva deve ser colocado em liberdade após os trâmites da Justiça. Os réus Gideon, Horácio, Carlomam e Fabrício deverão cumprir pena em regime inicial fechado e tiveram a prisão preventiva mantida. Como foi o julgamento O julgamento começou na segunda-feira (14) com os depoimentos de seis testemunhas. Entre elas, o delegado Achilles Benedito de Oliveira Júnior, que falou por cerca de duas horas. Na terça-feira (15), foram ouvidas mais 12 testemunhas. O depoimento mais longo foi o do delegado Ricardo Viana, que chefiou a investigação do caso. Com intervalos, ele depôs por cerca de sete horas e meia. As defesas pediram que o delegado fosse ouvido novamente em outro momento do julgamento. No entanto, ele não foi convocado novamente. A partir do terceiro dia de julgamento, começaram os interrogatórios dos réus. Quatro dos cinco acusados prestaram esclarecimentos ao júri. Ainda na quarta-feira (16), foram ouvidos Gideon Batista de Menezes e Fabrício Silva Canhedo. Horácio Carlos Ferreira Barbosa foi orientado pela defesa a não responder às perguntas. O quarto dia começou com o depoimento de Carlomam dos Santos Nogueira e, na sequência, de Carlos Henrique Alves da Silva. No mesmo dia, teve início a fase de debates, com a manifestação do Ministério Público e da assistência de acusação, que tiveram 3h20 para se manifestar. A sexta-feira (17) ficou reservada para a fala das defesas, e cada uma pôde se manifestar por até 40 minutos. Por fim, ainda na sexta, foram definidos os quesitos, e os jurados passaram a analisar cerca de 500 perguntas relacionadas aos crimes neste sábado (18). Quais foram as acusações Segundo o Ministério Público do Distrito Federal, os cinco réus atuaram de forma conjunta, com divisão de tarefas. Somadas, as penas poderiam variar de 211 a 385 anos de prisão, conforme o Código de Processo Penal. Entre os crimes apontados na denúncia da Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri de Planaltina estavam: homicídios qualificados: de 12 a 30 anos de prisão; extorsão: quatro a 10 anos de prisão; roubo: quatro a 10 anos de prisão; sequestro: de dois a oito anos de prisão; constrangimento ilegal: de três meses a um ano de prisão; fraude processual: de três meses a dois anos de prisão; corrupção de menores: de um a quatro anos de prisão; ocultação e destruição de cadáver: de um a três anos de prisão. Ainda de acordo com o MP, as investigações apontam que mais de cem crimes foram cometidos pelos réus. À época, a Polícia Civil do DF concluiu que a chacina foi motivada pela posse de uma chácara de 5,2 hectares, avaliada em R$ 2 milhões, na região do Paranoá, onde algumas das vítimas moravam. Mesmo antes dos crimes, as terras já eram alvo de uma disputa na Justiça. Veja quem são as dez pessoas da mesma família assassinadas no DF Arte/g1 O que disseram os réus A fase de interrogatórios dos réus foi marcados por versões diferentes e, em vários pontos, conflitantes sobre a série de crimes. Os cinco réus da Chacina do DF acompanham o julgamento algemados. Ao longo dos interrogatórios, os cinco mostraram estratégias distintas de defesa. As principais divergências entre os réus giram em torno de três pontos centrais: quem liderava o grupo qual era o plano inicial quem participou diretamente de cada uma das mortes Veja o que cada um deles disse: Gideon Batista de Menezes: apontado pelo MPDFT como líder do grupo e idealizador do plano, ele trabalhava e morava na chácara de Marcos Antônio Lopes de Oliveira — um das vítimas. O reú negou participação ativa, disse que também foi vítima e elegou que Thiago Belchior, outra vítima, teria liderado o plano e participado de assassinatos. Horácio Carlos Ferreira Barbosa: exerceu o direito de permanecer em silêncio durante o interrogatório. A defesa afirmou que não há provas da participação dele nos crimes e sustentou que cabe à acusação comprovar a culpa. Fabrício Silva Canhedo: admitiu participação no plano, mas negou envolvimento nas mortes. Segundo o réu, sua função era cuidar do cativeiro e das vítimas, e afirmou que deixou o grupo ao saber das mortes. Carlomam dos Santos Nogueira: confessou que atirou em Marcos Antônio Lopes de Oliveira, mas disse que o disparo foi acidental. Carlos Henrique Alves da Silva: afirmou que participou apenas de um roubo contra Thiago Belchior, com o objetivo de acessar o celular e aplicativos bancários. O réu disse que deixou o local com a vítima ainda viva e negou saber de qualquer plano de sequestro ou homicídio. Próximos passos Com a sentença, o caso ainda pode ter novos desdobramentos na Justiça. As defesas podem recorrer da decisão no Tribunaal Justiça, mas, por se tratar de uma decisão do júri, não conseguem obter a absolvição dos réus neste primeiro momento. Isso ocorre porque a Constituição Federal assegura a soberania dos veredictos do Júri, o que impede que tribunais superiores substituam a decisão dos jurados para absolver ou condenar os acusados. O que a defesa pode fazer agora é questionar aspectos do processo, como eventuais nulidades, irregularidades ou se o veredicto foi manifestamente contrário às provas dos autos. Nesses casos, a Justiça pode anular o julgamento e determinar a realização de um novo júri, mas não alterar diretamente o resultado. Um exemplo conhecido é o caso da arquiteta Adriana Villela, que teve a decisão do Tribunal do Júri anulada. Com a anulação, o caso volta às mãos de um juiz de primeira instância, que poderá revalidar parte desse material anulado, determinar novas diligências e, ao fim, decidir se convoca um novo júri popular para esse processo. Chacina no DF: acusados de matar 10 pessoas da mesma família vão a júri popular O que dizia a denúncia? A investigação classificou o crime como um "plano cruel e torpe". Segundo o MP do DF, os acusados atuaram de forma coordenada, com funções definidas e uso de violência extrema ao longo de semanas. Veja a ordem cronológica do crime, segundo a denúncia: Outubro de 2022: segundo o Ministério Público, Gideon, Horácio, Fabrício e Carlomam — e também um adolescente — se associam para cometer crimes. 27 de dezembro de 2022: Gideon, Horário e Carlomam, acompanhados de um adolescentente, vão até a chácara e rendem Marcos Antônio Lopes de Oliveira, a esposa dele, Renata Juliene Belchior, e a filha do casal, Gabriela Belchior. Durante a ação, cerca de R$ 49 mil são roubados. As vítimas são levadas para um cativeiro em Planaltina. No local, Marcos é morto e tem o corpo esquartejado por Gideon e Horácio. A partir de 28 de dezembro: Renata e Gabriela permanecem em cativeiro. Fabrício chega ao cativeiro e assume a função de vigilância. Segundo a denúncia, os criminosos passam a usar os celulares das vítimas para enviar mensagens e se passar por elas, mantendo contato com conhecidos e familiares para não levantar suspeitas e preparar novas abordagens. Entre 2 e 4 de janeiro de 2023: Cláudia Regina Marques de Oliveira e a filha, Ana Beatriz Marques de Oliveira, são rendidas na casa onde moravam, no Lago Norte. Elas têm bens roubados, incluindo um carro, e são levadas para o mesmo cativeiro onde estavam Renata e Gabriela. As duas também passam a sofrer ameaças e a ter senhas bancárias exigidas pelos acusados. 12 de janeiro de 2023: Thiago Gabriel Belchior, marido de Elizamar e filho de Marcos e Renata, é atraído até a chácara Quilombo após mensagens enviadas pelos criminosos. Ele é sequestrado com a ajuda de Carlos Henrique Alves da Silva e levado ao cativeiro, onde é mantido sob ameaça. 12 e 13 de janeiro: usando o celular de Thiago, os criminosos entram em contato com Elizamar e a convencem a ir até a chácara Quilombo com os três filhos do casal: Rafael, de 6 anos, Rafaela, 6 anos, e Gabriel, 7 anos. Ao chegar, todos são rendidos e levados até uma rodovia em Cristalina (GO). Segundo o MP do DF, Elizamar e as três crianças são mortas por estrangulamento por Gideon e Horácio, e o carro com os corpos é incendiado. Carlomam acompanhou a ação. 14 de janeiro: Renata e Gabriela Belchior, que estavam em cativeiro desde o início, são levadas até uma rodovia em Unaí (MG). Lá, são mortas por estrangulamento, também por Gideon e Horácio, com Carlomam acompanhando, e têm os corpos queimados dentro de um veículo. Ao saber do assassinato de Renata e Gabriela, Fabrício se desentende com o trio e abandona o plano. 15 de janeiro: sob ordens de Gideon, Horário e Carlomam levam Cláudia, Ana Beatriz e Thiago até uma cisterna próxima ao cativeiro, em Planaltina. Segundo a denúncia, os três são assassinados a golpes de faca, e os corpos são jogados no local e cobertos com terra e cal. 16 de janeiro: após os crimes, parte do grupo tenta destruir provas. De acordo com o MP do DF, objetos do cativeiro são queimados e o local é alterado para dificultar o trabalho da perícia. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  10. Trem entre Porto Alegre e Gramado deve custar R$ 4,5 bilhões com investimento 100% privado 🚉 Um novo trem deve ligar Porto Alegre a Gramado, na Serra Gaúcha. A paisagem das áreas rurais de cidades gaúchas deve contar ainda com viadutos, pontes e túneis, em uma viagem de pouco mais de uma hora. Mas isso está previsto somente para 2032. O projeto prevê, inicialmente, duas estações principais. Uma em Porto Alegre, elevada e conectada ao aeroporto por uma passarela tematizada de 700 metros de comprimento. A outra ficará em nível do solo, na Avenida das Hortênsias, entre Gramado e Canela. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Além delas, a Sultrens planeja duas paradas exclusivas dentro de dois novos condomínios residenciais a serem construídos na região entre Igrejinha e Gramado. A ideia é oferecer uma opção de moradia na Serra com conexão direta de trem a Porto Alegre. 🛤️ O traçado definitivo da ferrovia ainda está em definição e deve ser concluído até junho. Um estudo preliminar aponta para um caminho mais curto, partindo da região do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, e passando por áreas rurais de cidades como Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Nova Hartz, até chegar a Gramado. A definição do trajeto é feita por equipes de especialistas nas áreas ambiental, de ferrovias, geotecnia e urbanística. O objetivo é minimizar as desapropriações, que são de responsabilidade financeira da Sultrens. "Quanto menos a gente desapropriar, melhor para o projeto e melhor para os atuais proprietários", pontua o administrador da empresa, Renato Ely. Concebido para atender principalmente à demanda turística, o trem não será "parador" como o Trensurb, que opera na Região Metropolitana. A proposta é de que a viagem em si se torne uma atração. "O usuário vai chegar no aeroporto, e em 15 minutos, no máximo, ele vai estar na plataforma do trem. É uma viagem agradável, visualmente muito bonita. A primeira atração da Serra Gaúcha vai ser pegar o trem no Salgado Filho", afirma Renato Ely. O investimento de R$ 4,5 bilhões será 100% privado, e a concessão para exploração da ferrovia poderá durar até 99 anos. Cada viagem terá capacidade para transportar até 250 passageiros, em um percurso com 15 pontes e viadutos e nove túneis. 🚞 O cronograma da Sultrens prevê a conclusão do projeto básico de engenharia nos próximos meses e a obtenção da licença prévia até o início de 2028. A expectativa é que a operação do trem comece no segundo semestre de 2032, mais de 60 anos após a interrupção da antiga linha férrea que ligava a capital à Serra, em 1963. O valor da passagem ainda não foi definido e será calculado próximo ao início da operação. No entanto, a empresa adianta que haverá tarifas diferenciadas para diferentes perfis de usuários, como turistas, moradores dos novos condomínios que usarão o trem para trabalhar em Porto Alegre e estudantes. Autorização ambiental O projeto avançou uma nova etapa nas últimas semanas. A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) emitiu autorização para que a empresa Sultrens Transportes Ferroviários realize levantamento detalhado da fauna ao longo dos 83 quilômetros do traçado previsto. A autorização é um passo fundamental no processo de licenciamento ambiental da obra. A Sultrens terá o prazo de um ano para conduzir os estudos, que incluem campanhas em todas as estações do ano para identificar peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, inclusive os de hábitos noturnos. 🔍🌿 O resultado gerará o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). O processo de licenciamento segue os marcos da Lei 14.273/2021, que estabelece prazos para as licenças prévia, de instalação e de operação. O objetivo é dimensionar e mitigar os impactos da ferrovia, com previsão de realocação de espécies, se necessário. Este documento, no entanto, não é a licença para a obra. Segundo Ely, a empresa obteve as autorizações para desenvolver as pesquisas de campo. "Esse relatório, após submetido à audiência pública e eventualmente revisado, vai ser então submetido à Fepam, que analisará. Depois da aprovação definitiva, haverá, sim, a licença prévia para a implantação do trem", explica. Infográfico - Trem entre Porto Alegre e Gramado avança para fase de estudo ambiental Arte/g1 Projeto de ferrovia Porto Alegre-Gramado Reprodução/ RBS TV VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  11. Motorista de aplicativo é feito refém, tem carro incendiado e foge pela janela do veículo Reprodução/WhatsApp Um motorista de aplicativo foi vítima de uma tentativa de assassinato após ser feito refém durante um assalto na BR-408, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. Segundo informações repassadas pelo Sindicato dos Motoristas de Aplicativo de Pernambuco (Sindmape), dois criminosos encapuzados colocaram o trabalhador dentro do porta-malas e tocaram fogo no veículo. O homem, de 30 anos, conseguiu escapar ao acessar o banco traseiro pela mala e sair por uma das janelas, que estava aberta. Depois que o motorista desceu, o veículo explodiu e ele foi arremessado para uma área de vegetação às margens da via. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g1 PE Ele sofreu queimaduras nos braços e na barriga, além de um corte no rosto provocado por uma coronhada. O homem, que não teve o nome divulgado, foi levado a um hospital e, após atendimento, recebeu alta. "Eles tentaram colocar o carro para pegar, e não pegava. Eles começaram a dizer: 'bora, bora, você vai atrasar o corre da gente. A gente vai matar uma pessoa e colocar fogo na casa dela'. Aí colocaram ele na mala e ele sentiu um cheiro de gasolina", disse o presidente do Sindmape, Anderson Câmara. LEIA TAMBÉM: Motorista morre após ser baleado e bater carro em árvore em assalto Trabalhador tenta fugir de assalto e morre baleado dentro de veículo Veja os vídeos que estão em alta no g1 Carro ficou sem combustível O crime aconteceu na madrugada da quinta-feira (16). De acordo com o sindicalista, o motorista estava no bairro do Curado, na Zona Oeste do Recife, e ia pegar uma corrida quando foi rendido pelos dois bandidos encapuzados. "Eles entraram no carro e mandaram ele seguir. E ele foi em direção à Arena Pernambuco. Ele disse que o gás estava acabando, que estava com pouco combustível, mas os caras mandaram seguir", contou. Ainda de acordo com Anderson, quando o veículo parou por falta de combustível, os criminosos suspeitaram que o motorista tivesse acionado algum dispositivo de segurança. Em seguida, colocaram a vítima no porta-malas e incendiaram o carro. "Ele levantou meio tonto e saiu correndo pela BR. Ele só pensava em correr, todo queimado. Ele pedia para os carros pararem, mas nenhum parava. Passou uma viatura e levou ele para o hospital", contou. Procurada, a Polícia Civil informou que instaurou um inquérito e disse que as investigações seguem em andamento para identificar os suspeitos e esclarecer as circunstâncias do crime. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

  12. O que acontece nas principais feiras internacionais de design e arquitetura não fica mais restrito aos grandes centros. As tendências que surgem nesses eventos chegam rapidamente aos projetos residenciais e transformam a forma de pensar cozinhas e áreas gourmet. Hoje, esses espaços vão além da função prática e passam a refletir estilo de vida, convivência e bem-estar. Revestimentos de grandes formatos, superfícies contínuas e acabamentos mais neutros ajudam a criar essa sensação de unidade. Ao mesmo tempo, texturas naturais, como cimentícios e amadeirados, trazem equilíbrio e conforto para o ambiente, aproximando o design de uma estética mais acolhedora. Revestimentos de grandes formatos e tons neutros criam continuidade visual e ampliam a sensação de espaço Acervo Vilarejo Outro destaque observado nas feiras é a valorização da funcionalidade. Bancadas bem dimensionadas, cubas mais profundas, torneiras com maior mobilidade e materiais de fácil manutenção tornam a rotina mais prática sem abrir mão da sofisticação. A cozinha passa a ser um espaço pensado para uso real, com soluções que facilitam o dia a dia. Nas áreas gourmet, a tendência segue o mesmo caminho. Ambientes integrados, resistentes às variações de temperatura e umidade, e com acabamentos que mantêm o padrão estético mesmo em uso intenso, ganham espaço nos projetos atuais. Ambientes integrados e resistentes mantêm estética e funcionalidade no uso diário Acervo Internet Na Vilarejo, essas referências internacionais se traduzem em soluções acessíveis ao cliente. A loja reúne um mix completo de pisos, revestimentos, louças, metais e tintas, permitindo que cada projeto seja pensado de forma integrada, com materiais que conversam entre si. Além da variedade, o atendimento técnico especializado auxilia na escolha dos produtos mais adequados para cada ambiente, considerando não apenas o visual, mas também a funcionalidade e a durabilidade ao longo do tempo. Outro diferencial está na estrutura da Vilarejo, com mais de 350 mil metros quadrados de produtos disponíveis em estoque, garantindo agilidade para quem deseja executar ou atualizar o projeto sem atrasos. A loja também oferece suporte com profissional especializado para paginação e especificação de produtos, sem custo, contribuindo para um resultado mais preciso. Para conhecer essas soluções de perto, vale visitar uma das lojas Vilarejo e explorar as possibilidades com orientação especializada. Visite uma das lojas em Araruama, Maricá, Cabo Frio, Búzios, Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes e Niterói – RJ

  13. Cearense contrai dívida de R$ 50 mil e perde casas por vício em apostas online A cearense Assíria Macêdo, de 29 anos, que perdeu duas casas da família e fez dívida de R$ 50 mil devido ao vício em jogos de aposa online, decidiu parar de usar o celular para não ter acesso a plataformas como o "Jogo do Tigrinho". A decisão da jovem ocorreu após ela compartilhar, nas redes sociais, um desabafo sobre os danos causados na vida dela por conta dos jogos online. Além do prejuízo material, ela se separou do marido e está abalada psicologicamente. "Eu só queria pagar as minhas dívidas e trabalhar. Não posso nem ter acesso ao meu celular, pois está me destruindo, destruindo a minha mente", desabafou Assíria Macêdo no vídeo. De acordo com o relato da jovem, ela recebe ligações diárias com cobranças das pessoas a quem ela pediu dinheiro emprestado para jogar. Sem ter como pagar, ela viu um credor levar a TV da família. "Uma das pessoas que eu devo foi lá em casa e levou a minha televisão. Já vendi tudo em casa, pouquíssimas coisas tenho em casa, já vendi praticamente tudo. Estou com inúmeras dívidas atrasadas, tem gente me ligando e não sei o que fazer", lamentou a cearense. LEIA TAMBÉM: Cearense perde casas e faz dívida de R$ 50 mil por vício em jogos online: 'Destruiu minha vida' Mulher que perdeu casas por vício em jogos online se separou do marido devido às dívidas: 'Ele não aguenta mais' Pedido de ajuda A extensionista de cílios Assíria Macêdo, de 29 anos, está em busca de emprego para quitar as dívidas que contraiu por vício em jogos online. Reprodução/ Instagram O vídeo publicado por Assíria relatando os danos causados em sua vida pelo uso de plataformas viralizou, alcançando mais de 200 mil visualizações. O desabafo, de 11 minutos, também traz um "pedido de socorro". "Eu estou muito arrependida de todas as escolhas que eu fiz. O primeiro passo é o reconhecimento. Hoje eu reconheço que estou doente, mas antes eu não reconheci, nunca assumi, nunca aceitei ser viciada ou ser doente. […] Só eu sei o que eu faço para poder ficar bem e não consigo. Esse é meu último pedido de socorro e eu espero ser ajudada”, falou a mulher. Sem renda fixa e com várias contas acumuladas, Assíria, as filhas e os pais idosos estão morando de favor. "A gente realmente está sobrevivendo com a ajuda de pessoas mais próximas que conhecem a situação", disse a extensionista. Após a repercussão do vídeo, Assíria conseguiu um acompanhamento psicológico gratuito e segue em busca de juntar a quantia necessária para quitar o que deve. A extensionista de cílios Assíria Macêdo, de 29 anos, moradora da cidade de Fortaleza, que perdeu casas por conta do vício em apostas online. Instagram/ Reprodução Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

  14. Entenda os memes que viraram febre entre os jovens e chegaram às salas de aula "Farmar aura", "six seven", "feijão com farinha". Se essas expressões parecem uma língua estrangeira, você não está sozinho. Elas fazem parte do universo dos memes, uma forma de comunicação que se espalha rapidamente entre os jovens e, agora, começa a ser usada como ferramenta para conectar professores e alunos em sala de aula, em Caxias do Sul, na Serra. Por trás dessas expressões, existe um comportamento de observar, reagir e compartilhar situações cotidianas de forma bem-humorada. É uma linguagem que surge e desaparece em poucos dias 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Decodificando os memes Mas, afinal, o que significam essas expressões? "Farmar", um termo vindo dos jogos, significa acumular. "Aura" é o carisma. Logo, "farmar aura" é fazer algo legal, se destacar. "Tirei nota boa na prova, mas meu amigo não. Eu farmei mais aura que ele", explica Francisco Gasparin, de 14 anos. Já o "six seven" (sessenta e sete, em inglês) surgiu de um vídeo viral de um garoto em um jogo de basquete e passou a ser usado mais pelo som do que por um significado. "Quando aparece o número 67 em qualquer lugar, a gente fala 'six seven'", conta Artur Macedo Rosso, de 14 anos. Para o psicólogo e professor universitário, Felipe Ventura Botomé, o apelo dessas expressões está no humor e no pertencimento. "Mesmo sem sentido, para os jovens pode ter algum sentido, mesmo que seja do próprio humor. Quando nós pensamos na estranheza, no bizarro, isso gera o humor e o humor pode ser compartilhado", afirma. Uma ponte entre professores e alunos Se a linguagem dos memes muda tão rápido, há quem esteja tentando acompanhar. Em Caxias do Sul, alguns professores usam as expressões para chamar a atenção dos estudantes e facilitar o aprendizado. "É um pouco desafiador, eu vou confessar, mas eu gosto de encarar esse desafio como uma oportunidade de me conectar com os alunos, de estabelecer um vínculo afetivo e através desse vínculo conseguir passar o conteúdo", diz o professor de química Emiliano Chemello. A estratégia é aprovada pelos estudantes. "Às vezes é uma piada com o próprio conteúdo. E eu acho que isso aproxima bastante, principalmente em matérias que às vezes são um pouco mais difíceis. Torna a aula um pouco mais dinâmica", opina Valentina Betto Perottoni, de 17 anos. Para o psicólogo, a atitude do professor é uma forma de se aproximar do universo do aluno. "É o professor buscando 'farmar aura', né? Se tem uma característica muito importante dos memes é que, mesmo com poucas informações, de uma forma muito rápida, eles chamam a atenção. E chamar a atenção no contexto de sala de aula pode ser muito importante", analisa Felipe. No fim, o objetivo principal dessa nova linguagem é conectar pessoas. "Entender daquele meme é ser parte de algo. Fazendo parte, a gente consegue se sentir socialmente aceito. Isso também traz um certo benefício para as pessoas", conclui o psicólogo. Entenda os memes que viraram febre entre os jovens e chegaram às salas de aula do RS. Reprodução/RBS TV VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  15. Atleta brasileira Mara Flávia Araújo morre durante competição Reprodução/Instagram A atleta brasileira Mara Flávia Araújo, de 38 anos e que morreu no sábado (18) durante a etapa de natação do Ironman Texas, nos Estados Unidos, morava na capital paulista, era triatleta havia cerca de 10 anos e já tinha competido em Ironman outras vezes, segundo informou a irmã dela, Melissa Araújo, ao g1. Formada em jornalismo e marketing, Mara Flávia tinha cerca de 58 mil seguidores e usava as redes para dividir conquistas no esporte e compartilhar sua rotina intensa de treinos. Em 2022, durante uma postagem, relatou que já havia conquistado a terceira colocação no Triatlo Brasília, vencido duas edições do GP Brasil e obtido duas classificações mundiais para o 70.3. Na mesma publicação, contou que começou a carreira aos 18 anos, vendendo espaço de propaganda em uma rádio da cidade de São Carlos, no interior de São Paulo, onde também apresentou um programa de esportes radicais. Depois, se mudou para a capital paulista, onde trabalhou com comunicação social e mídia. Foi em São Paulo, após o diagnóstico de um problema de saúde, que passou a investir no esporte, tornando-se, em 2019, triatleta. Morte durante a competição Atleta Mara Flávia morreu durante competição nos EUA Reprodução/Instagram De acordo com o canal CBS News, a programação oficial do evento indicava que a etapa de natação começaria por volta das 6h30 no North Shore Park. A prova incluía uma travessia até o Lago Woodlands, com cerca de 3,9 quilômetros e temperatura média da água de aproximadamente 23 °C. Ainda conforme a imprensa norte-americana, o Gabinete do Xerife do Condado de Montgomery e o Corpo de Bombeiros do município de Woodlands informaram que receberam uma ligação por volta das 6h relatando o desaparecimento da participante. As autoridades informaram que a baixa visibilidade na água dificultou as operações de resgate, mas o radar conseguiu detectar a atleta. O corpo foi retirado do Lago Woodlands, no Parque Northshore, por volta das 9h, informou o canal FOX. Nas redes sociais, a organização da competição confirmou a morte e lamentou o ocorrido. "Estamos tristes por confirmar a morte de uma participante da corrida durante a parte de natação do triatlo IRONMAN Texas de hoje. Enviamos as nossas mais sinceras condolências à família e amigos do atleta e vamos oferecer-lhes o nosso apoio à medida que passam por este momento tão difícil. Nosso agradecimento vai para os socorristas pela ajuda", publicaram. Ainda não se sabe a causa da morte e também não há informações sobre quando ocorrerá o enterro no Brasil. Organização da prova informou sobre morte de atleta Reprodução/Facebook Atleta brasileira Mara Flávia Araújo, de 38 anos, que morava em São Paulo, morreu durante a etapa de natação na prova Ironman 70.3 Texas, nos Estados Unidos, neste sábado (18) Reprodução/Instagram Atleta brasileira Mara Flávia Araújo, de 38 anos Reprodução/Instagram Veja os vídeos que estão em alta no g1

  16. Ex-diretora detalha participação de ex-deputado federal Uldurico Júnior A ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, detalhou o esquema montado para facilitar a fuga de detentos da unidade prisional, em dezembro de 2024. Após mais de um ano presa, Joneuma Silva Neres firmou acordo de delação premiada com o Ministério Público da Bahia (MP-BA) e, desde o mês passado, cumpre prisão domiciliar. Na colaboração, registrada em 9 de fevereiro deste ano, ela detalhou a própria participação no crime e disse que agiu a pedido do ex-deputado federal Uldurico Júnior (PSDB), com quem mantinha um relacionamento amoroso. Ele teria realizado reuniões com os detentos e negociado apoio na fuga por R$ 2 milhões, tendo recebido um adiantamento de R$ 200 mil. Segundo Joneuma, o montante foi repassado em espécie, entregue em caixas de sapato, além de transferências via PIX. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia A ex-diretora contou ainda que foi ameaçada por Uldurico para que não revelasse nada sobre o crime. Confira abaixo os destaques da delação da ex-diretora. Reuniões privadas com detentos Joneuma afirmou para o Ministério Público que conheceu Uldurico Júnior quando trabalhava na Unidade Prisional de Teixeira de Freitas. No local, ela ocupava um cargo administrativo. Uldurico Júnior e Joneuma Silva Neres. Redes sociais Conforme o relato, Uldurico já havia indicado diretores para o comando da unidade e costumava conversar com os internos. Em algumas ocasiões, ele teria levado outras pessoas nessas visitas, como alguns vereadores. As conversas com os internos eram feitas "de portas fechadas" e tidas como "normal", segundo a ex-diretora. Então, em 14 de março de 2024, ela foi nomeada como diretora do Conjunto Penal de Eunápolis. Ela contou que, no dia seguinte, Uldurico compareceu ao presídio acompanhado de várias pessoas, entre elas o candidato a vereador Alberto Cley Santos Lima, conhecido como Cley da Auto Escola, então filiado ao PSD. Assim como fazia na unidade prisional de Teixeira de Freitas, Uldurico Júnior teria solicitado uma conversa com os chefes de todas as facções, custodiados no presídio de Eunápolis. Joneuma disse que atendeu ao pedido após se sentir pressionada. Informou também que, uma semana depois, Uldurico Júnior retornou à unidade, com as mesmas pessoas, para conversar com os mesmos internos. Entre os detentos estavam "Ednaldo", mais conhecido como Dada, chefe da facção criminosa Primeiro Comando de Eunápolis (PCE); "Sirlon", o Saguin, apontado como sub-líder da facção; "Luquinhas", "Juan Pablo" e "Cascão", que seriam os representantes de cada ala. Ednaldo Pereira Souza, conhecido por ‘Dada’, é procurado após fuga do Conjunto Penal de Eunápolis SSP-BA Segundo ela, em 14 de outubro de 2024, após ter perdido a eleição para prefeito de Teixeira de Freitas, Uldurico compareceu à cidade de Eunápolis, pressionando-a para ter mais contato com Dada. A intenção dele seria conseguir recursos financeiros. De acordo com Joneuma, Uldurico afirmou que precisava de dinheiro com urgência para prestar contas e pagar determinadas pessoas com quem ele tinha dívidas. Foi em meio a esse cenário que Uldurico negociou a fuga com Dada por R$ 2 milhões, segundo ela. Dinheiro em caixa de sapato e repasses à família Ex-diretora de presídio chegou a ser presa suspeita de facilitar fuga de 16 detentos na Bahia Arquivo Pessoal A operação que culminou na prisão de Uldurico, realizada na última quinta-feira (16), foi batizada de "Duas Rosas" porque, segundo a investigação, ele e Joneuma usavam a expressão "chorar as rosas" para se referir a quanto ocorreria o pagamento do valor acordado pela fuga. Entenda como ocorreu a negociação, conforme relato da ex-diretora ⬇️ Em 2 de novembro de 2024, Joneuma e Uldurico Júnior estavam em um hotel, em Eunápolis, quando o candidato a vereador Alberto Cley e a esposa dele trouxeram uma pessoa de confiança de Dadá, que saiu do veículo de Cley e entrou no veículo do ex-deputado federal. No veículo, estavam Uldurico Júnior (no volante), Joneuma ao seu lado, e a pessoa de confiança de Dadá no banco traseiro. Essa pessoa ligou do celular dela para Dada e realizou uma chamada em modo viva-voz. Na ocasião, foi firmado o acordo de facilitação da fuga em troca dos R$ 2 milhões. O valor seria pago em espécie no dia 31 de dezembro, na cidade de Porto Seguro, quando um funcionário de Dada levaria o dinheiro para a casa de um primo de Uldurico. No entanto, o ex-deputado federal informou que necessitava com urgência de um adiantamento de R$ 350 mil. Dada teria aceitado adiantar o pagamento de R$ 200 mil antes da data da fuga. Segundo a delação de Joneuma Neres, a entrega do dinheiro do adiantamento ocorreu da seguinte maneira ⬇️ Na noite de 4 de novembro de 2024, a ex-diretora foi sozinha a uma residência no bairro Juca Rosa, que tinha um adesivo com o nome “CLEY” colado no muro, parou o carro em frente à casa e uma pessoa da confiança de Dadá a entregou o dinheiro em uma caixa de sapato. No dia seguinte, ela entrou em contato com o pai de Uldurico Júnior, o político Uldurico Alves Pinto, via aplicativo de mensagens, perguntando onde deveria encontrá-lo para entregar o dinheiro. Joneuma disse que ela entregou o dinheiro, na mesma caixa de sapato, na casa do pai do ex-deputado federal, em Teixeira de Freitas, conforme acertado com ele. Informou que estavam presentes na residência o pai de Uldurico Júnior, a madrasta dele, uma funcionária doméstica e um assessor da família. O assessor teria conferido o dinheiro e o pai de Uldurico ficou com R$ 150 mil. Em relação ao restante do dinheiro, Joneuma disse que depositou R$ 21.600,00 na conta de Uldurico Júnior e realizou um PIX de R$ 24 mil para a conta de um outro homem. Depois do pagamento do adiantamento de R$ 200 mil, Uldurico Júnior teria passado a pedir que Joneuma intermediasse a comunicação com Dada. A ex-diretora informou que as reuniões que teve sozinha com o detento no presídio tinham o objetivo de realizar essa negociação e ganhar a confiança do traficante para que ele adiantasse mais valores. Joneuma afirmou ainda que o ex-deputado federal pediu mais R$ 100 mil de adiantamento, mas Dada negou e ressaltou que só faria o restante do pagamento após a fuga. Mudanças no plano de fuga Simulação mostra como criminosos fizeram para resgatar 16 detentos de presídio na Bahia A versão relatada por Joneuma aponta que o plano inicial era favorecer apenas a fuga de Dada, líder do PCE, e Saguin, sub-líder. No entanto, eles e outros 14 detentos fugiram. Houve mudanças também na data para a execução do plano. O combinado seria que os dois saíssem do presídio no dia 31 de dezembro, quando Joneuma estaria de férias, mas Dada teria decidido antecipar a fuga, pois foi informado por um policial que haveria fiscalização no presídio no dia de Réveillon e ele seria transferido. Segundo Joneuma, Uldurico a questionou sobre as mudanças após a repercussão da fuga em massa. Ameaça Uldurico Júnior está preso desde quinta-feira (16) TSE A ex-diretora do presídio disse que foi ameaçada por Uldurico durante um encontro, em Salvador, para que não contasse nada sobre o esquema criminoso. Nessa ocasião, os dois combinaram a mesma versão para a defesa. Citação a ex-ministro O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi citado na delação Evaristo Sa/AFP/Arquivo Joneuma disse ainda que, segundo Uldurico, metade do dinheiro da fuga seria para um chefe, se referindo ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. À época, Uldurico estava filiado ao MDB, partido que tem Geddel como um de seus líderes na Bahia. Ela relatou que Uldurico costumava encaminhar mensagens supostamente enviadas por Geddel, cobrando os valores. Procurado pelo g1, o político negou envolvimento com o caso (veja os detalhes ao final do texto). Diante disso, a Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público contra Uldurico Júnior e contra Dada — esse último ainda foragido. Endereços ligados a Alberto Cley Santos Lima e Mateus da Paixão Brandão, ambos citados por suposto envolvimento no plano de fuga, foram alvo de mandados de busca e apreensão. Veja abaixo o que dizem as defesas dos alvos O g1 e a TV Bahia entraram em contato com a defesa de Joneuma, mas não receberam resposta até a última atualização desta reportagem. A defesa de Uldurico Júnior informou que todas as alegações da delação são falsas, com intuito de se livrar da responsabilidade. "Uldurico jamais teve conhecimento de plano algum de fuga, nem recebeu dinheiro nenhum por tal fato, o que pode ser facilmente comprovado. Tanto a defesa quanto o acusado estão colaborando com a Justiça para que a verdade prevaleça", afirmou. Em entrevista ao g1, Geddel Vieira Lima também negou envolvimento com o caso. "Eu fui tomado de profunda indignação com esse negócio, de saber que a gente termina convivendo com criminoso e só descobre que a pessoa é criminosa depois que o crime aparece. Fui colega do pai e dos tios desse rapaz, ele foi candidato a prefeito de Teixeira de Freitas, o partido [MDB] tentou ajudar... Sempre tratei ele com carinho e fui surpreendido com a delação dessa mulher, que eu nunca vi, não sei quem é, nunca tive relação", ressaltou o político. "Ela diz coisas não sobre mim, mas que ele disse para ela. No fundo, ele estava vendendo meu nome descaradamente para acalmar ela, como se eu fosse protegê-lo. O inquérito da polícia mostra quem recebeu o suposto dinheiro. O pai dele, outros vereadores, com PIX, e não faz nenhuma referência a mim". Para Geddel, Uldurico é "irresponsável, inconsequente e leviano". Ele disse que se sentiu "apunhalado". "Trata-se de uma conversa entre dois criminosos. Ele certamente vendendo meu nome para tentar acalmar a cúmplice dele nesse crime horrível que cometeram", acusou. Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) informou que tem colaborado "de forma irrestrita" com todas as informações necessárias à investigação, desde que a fuga em massa ocorreu. O portal não conseguiu contato com as defesas de Alberto Cley Santos Lima, o Cley da Auto Escola, de Matheus da Paixão Brandão nem de Uldurico Alves Pinto, também político e pai do ex-deputado preso. LEIA TAMBÉM: Ex-deputado preso por suspeita de negociar R$ 2 mi para facilitar fuga na BA já foi o mais jovem eleito do país e queria ser presidente Ex-diretora de presídio teve romance com detento e envolvimento com facções na Bahia, diz investigação Ex-diretora de presídio e detento foragido negociavam votos por R$ 100 para beneficiar vereador e ex-deputado federal Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻 e

  17. Trump: Otan foi inútil para reabertura do Estreito de Ormuz As negociações entre Estados Unidos e Irã avançaram nos últimos dias, segundo declarações dadas neste sábado (18) pelos dois lados, mas continuam travadas em pontos centrais —entre eles o programa nuclear iraniano e a situação no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que teve “conversas muito boas” com Teerã. Do lado iraniano, o principal negociador do país, Mohammad Baqer Qalibaf, disse que houve progresso, mas que ainda existe uma “grande distância” entre as partes. Segundo ele, restam divergências em um ou dois temas decisivos. A incerteza aumenta porque o impasse ocorre poucos dias antes do vencimento de um cessar-fogo considerado frágil no conflito envolvendo EUA, Israel e Irã. Neste sábado, o cenário voltou a se deteriorar com a retomada do controle rígido do Estreito de Ormuz por Teerã. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra no Oriente Médio O que está em jogo no Estreito de Ormuz Irã volta a atacar navios em Ormuz e ameaça manter bloqueio; Trump diz que não aceitará chantagem Reprodução/Tv Globo O Estreito de Ormuz liga o Golfo Pérsico ao mar aberto e é uma passagem vital para o comércio global de energia. Antes da guerra, cerca de 20% das remessas mundiais de petróleo passavam por ali. Por isso, qualquer restrição no tráfego da região costuma ter efeito imediato sobre preços, seguros marítimos e cadeias de abastecimento. Bloqueio ao Estreito de Ormuz Editoria de Arte/g1 Na sexta-feira (17), houve um breve alívio: parte do tráfego marítimo foi retomada após uma abertura temporária anunciada por Teerã. Mais de uma dezena de petroleiros chegou a cruzar o estreito, o que ajudou a derrubar o preço do petróleo e animou os mercados globais. Mas a trégua durou pouco. Menos de 24 horas depois, o Irã voltou a endurecer as regras e reinstalou restrições, ampliando novamente a insegurança no corredor marítimo. Segundo autoridades iranianas, a medida foi uma resposta ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos a portos do país, que Teerã considera uma violação do cessar-fogo. O governo iraniano passou a defender que sua atuação no estreito inclui cobrança de custos ligados a segurança, proteção ambiental e operação da rota. Trump reagiu chamando a medida de “chantagem”. Irã volta a atacar navios em Ormuz e ameaça manter bloqueio; Trump diz que não aceitará chantagem Reprodução/Tv Globo Navios sob ataque e impasse sem data para acabar A situação no mar segue instável. Pelo menos dois navios relataram ter sido alvo de tiros ao tentar cruzar a passagem neste sábado, o que levou a Índia a convocar o embaixador iraniano e manifestar preocupação com embarcações de bandeira indiana atingidas na área. Ao mesmo tempo, centenas de navios e cerca de 20 mil marítimos continuam retidos na região, à espera de condições seguras para passagem. A cautela persiste mesmo após a breve reabertura da via, porque armadores e seguradoras ainda veem risco elevado de novos incidentes. Apesar das falas públicas mais otimistas, ainda não há data definida para uma nova rodada formal de negociações. Autoridades iranianas disseram que, antes disso, é preciso fechar um entendimento básico sobre os termos do acordo. Segundo a Reuters, propostas discutidas recentemente incluíram uma suspensão longa das atividades nucleares iranianas, mas sem consenso até agora. Consequências para EUA pressionam Trump A busca por uma saída diplomática ganhou peso também dentro dos Estados Unidos. O impasse no Oriente Médio alimenta a alta dos combustíveis e pressiona a inflação, num momento em que Trump enfrenta desgaste político e tenta preservar apoio antes das eleições legislativas de novembro. Por isso, o vaivém das conversas com Teerã tem efeito que vai além da geopolítica: mexe com o preço da energia, com os mercados internacionais e com a própria situação política da Casa Branca. Por ora, o discurso é de avanço. Na prática, porém, o risco de nova escalada militar e de prolongamento da crise no Estreito de Ormuz continua no radar. *Com Reuters

  18. A Polícia Federal prendeu em flagrante o empresário David Torres Pin, dono da Blindarte, empresa de blindagem de carro, por porte ilegal de munição. O caso ocorreu na manhã deste sábado (18), no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Segundo boletim de ocorrência obtido pela TV Globo, projéteis de diversos calibres foram identificados dentro da mochila do empresário no raio‑x do aeroporto. A PF localizou 24 munições de uso permitido e 36 de uso restrito, todas sem autorização de porte legal. Ao delegado, David afirmou ter esquecido o material dentro da mochila que levou ao aeroporto. Esta matéria está em atualização. Entrada do Aeroporto de Viracopos, em Campinas Reprodução/EPTV

  19. Maior chacina do DF: réus são condenados Após seis dias de julgamento, o Tribunal do Júri do Distrito Federal condenou os cinco réus acusados pela chacina que deixou 10 pessoas de uma mesma família mortas. Três deles — Gideon Batista de Menezes, Carlomam dos Santos Nogueira e Horácio Carlos Ferreira Barbosa — tiveram penas que passam de 300 anos de prisão. Fabrício Silva Canhedo foi condenado a 202 anos. Já Carlos Henrique Alves da Silva foi condenado a 2 anos e deve ser colocado em liberdade após os trâmites da Justiça (saiba mais abaixo). A sentença foi proferida pelo juiz Taciano Vogado Rodrigues Junior por volta das 22h30 deste sábado (18), após votação sigilosa dos jurados, que durou todo o dia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. As penas foram definidas individualmente, de acordo com a participação de cada acusado nos crimes. Veja a situação de cada réu: Gideon Batista de Menezes: apontado pelo MPDFT como líder do grupo, foi condenado por todos os crimes, incluindo homicídios, extorsão mediante sequestro, ocultação de cadáver, roubo, corrupção de menores, associação criminosa e outros. A pena total foi de 397 anos, 8 meses e 4 dias de reclusão, além de 1 ano e 5 meses de detenção e 716 dias-multa. Horácio Carlos Ferreira Barbosa: também condenado por todos os crimes atribuídos na denúncia, teve a pena fixada em 300 anos, 6 meses e 2 dias de reclusão, além de 1 ano de detenção e 407 dias-multa. Carlomam dos Santos Nogueira: condenado pela maior parte dos crimes, a pena total foi de 351 anos, 1 mês e 4 dias de reclusão, além de 11 meses de detenção e 716 dias-multa. Fabrício Silva Canhedo: condenado por crimes como extorsão mediante sequestro, associação criminosa e outros ligados à manutenção do cativeiro, mas não foi responsabilizado diretamente pelas mortes. A pena total foi de 202 anos, 6 meses e 28 dias de reclusão, além de 1 ano de detenção e 487 dias-multa. Carlos Henrique Alves da Silva: condenado apenas por um dos crimes, relacionado ao sequestro, e absolvido da acusação de homicídio. A pena foi de 2 anos de reclusão, a ser cumprida em regime inicial semiaberto, por ser reincidente. ➡ Como já estava preso há mais tempo do que a pena fixada, Carlos Henrique Alves da Silva deve ser colocado em liberdade após os trâmites da Justiça. Os réus Gideon, Horácio, Carlomam e Fabrício deverão cumprir pena em regime inicial fechado e tiveram a prisão preventiva mantida. Como foi o julgamento O julgamento começou na segunda-feira (14) com os depoimentos de seis testemunhas. Entre elas, o delegado Achilles Benedito de Oliveira Júnior, que falou por cerca de duas horas. Réus pela maior chacina do DF durante julgamento Ana Lídia Araújo/g1 Na terça-feira (15), foram ouvidas mais 12 testemunhas. O depoimento mais longo foi o do delegado Ricardo Viana, que chefiou a investigação do caso. Com intervalos, ele depôs por cerca de sete horas e meia. As defesas pediram que o delegado fosse ouvido novamente em outro momento do julgamento. No entanto, ele não foi convocado novamente. A partir do terceiro dia de julgamento, começaram os interrogatórios dos réus. Quatro dos cinco acusados prestaram esclarecimentos ao júri. Ainda na quarta-feira (16), foram ouvidos Gideon Batista de Menezes e Fabrício Silva Canhedo. Horácio Carlos Ferreira Barbosa foi orientado pela defesa a não responder às perguntas. O quarto dia começou com o depoimento de Carlomam dos Santos Nogueira e, na sequência, de Carlos Henrique Alves da Silva. No mesmo dia, teve início a fase de debates, com a manifestação do Ministério Público e da assistência de acusação, que tiveram 3h20 para se manifestar. A sexta-feira (17) ficou reservada para a fala das defesas, e cada uma pôde se manifestar por até 40 minutos. Por fim, ainda na sexta, foram definidos os quesitos, e os jurados passaram a analisar cerca de 500 perguntas relacionadas aos crimes neste sábado (18). Quais foram as acusações Segundo o Ministério Público do Distrito Federal, os cinco réus atuaram de forma conjunta, com divisão de tarefas. Somadas, as penas poderiam variar de 211 a 385 anos de prisão, conforme o Código de Processo Penal. Entre os crimes apontados na denúncia da Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri de Planaltina estavam: homicídios qualificados: de 12 a 30 anos de prisão; extorsão: quatro a 10 anos de prisão; roubo: quatro a 10 anos de prisão; sequestro: de dois a oito anos de prisão; constrangimento ilegal: de três meses a um ano de prisão; fraude processual: de três meses a dois anos de prisão; corrupção de menores: de um a quatro anos de prisão; ocultação e destruição de cadáver: de um a três anos de prisão. Ainda de acordo com o MP, as investigações apontam que mais de cem crimes foram cometidos pelos réus. À época, a Polícia Civil do DF concluiu que a chacina foi motivada pela posse de uma chácara de 5,2 hectares, avaliada em R$ 2 milhões, na região do Paranoá, onde algumas das vítimas moravam. Mesmo antes dos crimes, as terras já eram alvo de uma disputa na Justiça. Veja quem são as dez pessoas da mesma família assassinadas no DF Arte/g1 O que disseram os réus A fase de interrogatórios dos réus foi marcados por versões diferentes e, em vários pontos, conflitantes sobre a série de crimes. Os cinco réus da Chacina do DF acompanham o julgamento algemados. Ao longo dos interrogatórios, os cinco mostraram estratégias distintas de defesa. As principais divergências entre os réus giram em torno de três pontos centrais: quem liderava o grupo qual era o plano inicial quem participou diretamente de cada uma das mortes Veja o que cada um deles disse: Gideon Batista de Menezes: apontado pelo MPDFT como líder do grupo e idealizador do plano, ele trabalhava e morava na chácara de Marcos Antônio Lopes de Oliveira — um das vítimas. O reú negou participação ativa, disse que também foi vítima e elegou que Thiago Belchior, outra vítima, teria liderado o plano e participado de assassinatos. Horácio Carlos Ferreira Barbosa: exerceu o direito de permanecer em silêncio durante o interrogatório. A defesa afirmou que não há provas da participação dele nos crimes e sustentou que cabe à acusação comprovar a culpa. Fabrício Silva Canhedo: admitiu participação no plano, mas negou envolvimento nas mortes. Segundo o réu, sua função era cuidar do cativeiro e das vítimas, e afirmou que deixou o grupo ao saber das mortes. Carlomam dos Santos Nogueira: confessou que atirou em Marcos Antônio Lopes de Oliveira, mas disse que o disparo foi acidental. Carlos Henrique Alves da Silva: afirmou que participou apenas de um roubo contra Thiago Belchior, com o objetivo de acessar o celular e aplicativos bancários. O réu disse que deixou o local com a vítima ainda viva e negou saber de qualquer plano de sequestro ou homicídio. Próximos passos Com a sentença, o caso ainda pode ter novos desdobramentos na Justiça. As defesas podem recorrer da decisão no Tribunaal Justiça, mas, por se tratar de uma decisão do júri, não conseguem obter a absolvição dos réus neste primeiro momento. Isso ocorre porque a Constituição Federal assegura a soberania dos veredictos do Júri, o que impede que tribunais superiores substituam a decisão dos jurados para absolver ou condenar os acusados. O que a defesa pode fazer agora é questionar aspectos do processo, como eventuais nulidades, irregularidades ou se o veredicto foi manifestamente contrário às provas dos autos. Nesses casos, a Justiça pode anular o julgamento e determinar a realização de um novo júri, mas não alterar diretamente o resultado. Um exemplo conhecido é o caso da arquiteta Adriana Villela, que teve a decisão do Tribunal do Júri anulada. Com a anulação, o caso volta às mãos de um juiz de primeira instância, que poderá revalidar parte desse material anulado, determinar novas diligências e, ao fim, decidir se convoca um novo júri popular para esse processo. Chacina no DF: acusados de matar 10 pessoas da mesma família vão a júri popular O que dizia a denúncia? A investigação classificou o crime como um "plano cruel e torpe". Segundo o MP do DF, os acusados atuaram de forma coordenada, com funções definidas e uso de violência extrema ao longo de semanas. Veja a ordem cronológica do crime, segundo a denúncia: Outubro de 2022: segundo o Ministério Público, Gideon, Horácio, Fabrício e Carlomam — e também um adolescente — se associam para cometer crimes. 27 de dezembro de 2022: Gideon, Horário e Carlomam, acompanhados de um adolescentente, vão até a chácara e rendem Marcos Antônio Lopes de Oliveira, a esposa dele, Renata Juliene Belchior, e a filha do casal, Gabriela Belchior. Durante a ação, cerca de R$ 49 mil são roubados. As vítimas são levadas para um cativeiro em Planaltina. No local, Marcos é morto e tem o corpo esquartejado por Gideon e Horácio. A partir de 28 de dezembro: Renata e Gabriela permanecem em cativeiro. Fabrício chega ao cativeiro e assume a função de vigilância. Segundo a denúncia, os criminosos passam a usar os celulares das vítimas para enviar mensagens e se passar por elas, mantendo contato com conhecidos e familiares para não levantar suspeitas e preparar novas abordagens. Entre 2 e 4 de janeiro de 2023: Cláudia Regina Marques de Oliveira e a filha, Ana Beatriz Marques de Oliveira, são rendidas na casa onde moravam, no Lago Norte. Elas têm bens roubados, incluindo um carro, e são levadas para o mesmo cativeiro onde estavam Renata e Gabriela. As duas também passam a sofrer ameaças e a ter senhas bancárias exigidas pelos acusados. 12 de janeiro de 2023: Thiago Gabriel Belchior, marido de Elizamar e filho de Marcos e Renata, é atraído até a chácara Quilombo após mensagens enviadas pelos criminosos. Ele é sequestrado com a ajuda de Carlos Henrique Alves da Silva e levado ao cativeiro, onde é mantido sob ameaça. 12 e 13 de janeiro: usando o celular de Thiago, os criminosos entram em contato com Elizamar e a convencem a ir até a chácara Quilombo com os três filhos do casal: Rafael, de 6 anos, Rafaela, 6 anos, e Gabriel, 7 anos. Ao chegar, todos são rendidos e levados até uma rodovia em Cristalina (GO). Segundo o MP do DF, Elizamar e as três crianças são mortas por estrangulamento por Gideon e Horácio, e o carro com os corpos é incendiado. Carlomam acompanhou a ação. 14 de janeiro: Renata e Gabriela Belchior, que estavam em cativeiro desde o início, são levadas até uma rodovia em Unaí (MG). Lá, são mortas por estrangulamento, também por Gideon e Horácio, com Carlomam acompanhando, e têm os corpos queimados dentro de um veículo. Ao saber do assassinato de Renata e Gabriela, Fabrício se desentende com o trio e abandona o plano. 15 de janeiro: sob ordens de Gideon, Horário e Carlomam levam Cláudia, Ana Beatriz e Thiago até uma cisterna próxima ao cativeiro, em Planaltina. Segundo a denúncia, os três são assassinados a golpes de faca, e os corpos são jogados no local e cobertos com terra e cal. 16 de janeiro: após os crimes, parte do grupo tenta destruir provas. De acordo com o MP do DF, objetos do cativeiro são queimados e o local é alterado para dificultar o trabalho da perícia. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.

  20. Oscar Schmidt é homenageado no maior parque temático da NBA na América Latina Oscar Schmidt foi homenageado pelo NBA Park Gramado, na Serra Gaúcha, na tarde deste sábado (18). O ex-jogador de basquete, considerado um dos maiores nomes da história do esporte no Brasil, morreu na sexta-feira (17), aos 68 anos. A cerimônia foi realizada na quadra principal do complexo temático. Em respeito à memória de Oscar, todo parque fez um minuto de silêncio. No telão, foram exibidas imagens de partidas marcantes na trajetória de Schmidt. "A homenagem é um gesto de profundo respeito e agradecimento por tudo o que Oscar Schmidt representou para o esporte e para o país", afirma o CEO do NBA Park Gramado, Jonas Ortiz. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Oscar Schmidt no NBA Park Gramado Divulgação/ NBA Park Gramado Conhecido mundialmente como "Mão Santa", o atleta construiu uma carreira histórica no basquete e teve forte ligação com o NBA Park. Em abril de 2024, ele esteve no local e deixou sua assinatura no museu do parque, numa ala dedicada aos grandes nomes do basquete brasileiro. O registro, que já fazia parte do acervo, passa agora a simbolizar a relação direta de Schmidt com o espaço. Oscar é lembrado como um dos maiores pontuadores da história do esporte, ídolo da Seleção Brasileira e recordista olímpico em pontos. Integrante do Hall da Fama da NBA, ele ganhou reconhecimento internacional pela decisão de priorizar a seleção nacional ao longo da carreira, tornando-se referência dentro e fora das quadras. Oscar Schmidt é homenageado no maior parque temático da NBA na América Latina. Flávio Prestes/Cedidas VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  21. Sábado tem novas homenagens a Oscar Schmidt Este sábado (18) foi marcado por novas homenagens ao ídolo do basquete brasileiro. Oscar Schmidt morreu na última sexta-feira (17), em São Paulo. O Flamengo, clube que Oscar defendeu no fim da carreira, anunciou a aposentadoria da camisa 14 do basquete, eternizada pelo “Mão Santa”. O futebol do clube também homenageará Oscar. Neste domingo (19), na partida contra o Esporte Clube Bahia, pelo Brasileirão, o uruguaio Giorgian de Arrascaeta usará a camisa 14. O atacante Neymar, do Santos Futebol Clube, também se manifestou em homenagem a Oscar. "Obrigado pelo que fez pelo Brasil”, postou o jogador. O ex-jogador de futebol Cafu, capitão da seleção brasileira na conquista da Copa do Mundo FIFA de 2002, divulgou uma mensagem. “Quando se fala de Brasil, se fala de você. Patriotismo, a honra, a felicidade que você tinha de vestir essa camisa, da seleção brasileira...Oscar: o Pelé do basquetebol”. Bruno Schmidt, campeão olímpico de vôlei de praia, falou sobre o tio com carinho. “Eu cresci tendo como exemplo uma referência no cenário esportivo nacional dentro da minha família — e é um orgulho danado ter isso, ter um tio assim”, disse, em homenagem a Oscar Schmidt. No Boulevard Olímpico do Rio, a frase "Obrigado Oscar" foi projetada na roda gigante do local. Oscar foi cremado ainda na última sexta-feira (17). A família informou que a despedida foi realizada apenas entre parentes próximos. Oscar Schmidt recebe mais homenagens; Flamengo anuncia aposentadoria da camisa 14 do basquete Reprodução/Tv Globo LEIA TAMBÉM Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete brasileiro, morre em SP aos 68 anos Câncer no cérebro, cirurgias e 11 anos de tratamento: relembre problemas de saúde enfrentados por Oscar Schmidt 'Meu irmão era um ídolo': Tadeu Schmidt se inspirou em Oscar, mas enveredou para o jornalismo para evitar comparações Oscar Schmidt entra para Hall da Fama do COB nove dias antes de morrer

  22. Resultado da Dia de Sorte g1 Veja abaixo os números do sorteio do concurso 1203 da Dia de Sorte realizado neste sábado (18): Dezenas: 5 - 9 - 16 - 19 - 22 - 23 - 30 Mês da Sorte: Dezembro Confira o resultado do sorteio da Dia de Sorte. Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 1203: Ninguém conseguiu os 7 acertos, e a premiação acumulou para R$ 2 milhões; 6 acertos: 77 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.928,93; 5 acertos: 2.495 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 25; 4 acertos: 29.527 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 5; Mês da Sorte: 95.046 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 2,50. O próximo sorteio acontece na quinta-feira (23). Receba no WhatsApp os resultados de loterias publicados pelo g1 Encontrou algum erro nessas informações? Escreva para o g1. Como jogar na Dia de Sorte Na Dia de Sorte, o jogador escolhe entre 7 e 15 números dentre os 31 disponíveis e, também, 1 Mês da Sorte. Também é possível optar pela Surpresinha: nesta modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria. Outra opção é repetir seu jogo da sorte por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha. Ganham prêmios as apostas que: tiverem 7 acertos; tiverem 6 acertos; tiverem 5 acertos; tiverem 4 acertos. Ganham prêmio, também, apostas que acertarem o Mês da Sorte. O valor da aposta é de R$ 2,50. O prêmio bruto corresponde a 43,79% da arrecadação. A premiação do Mês de Sorte é independente e cumulativa em relação às demais faixas. A divisão do prêmio é a seguinte: R$ 2,50 para as apostas que acertarem o Mês da Sorte; R$ 5 para as apostas com 4 acertos; R$ 25 para as apostas com 5 acertos. O restante é dividido da seguinte forma: 70% para apostas com 7 acertos; 30% entre apostas com 6 acertos. Chances de acerto Sorteio da Dia de Sorte A Dia de Sorte tem três sorteios semanais, às terças-feiras, às quintas-feiras e aos sábados, às 21h. Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem pode ser atualizada.

  23. Resultado da Timemania g1 Veja abaixo os números do sorteio do concurso 2382 da Timemania realizado neste sábado (18): Dezenas: 22 - 23 - 30 - 37 - 64 - 68 - 80 Time do Coração: MANAUS/AM Confira o resultado do sorteio da Timemania. Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 2382: Ninguém conseguiu os 7 acertos, e a premiação acumulou para R$ 21 milhões; 6 acertos: 3 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 70.618,01; 5 acertos: 161 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.879,80; 4 acertos: 3.183 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 10,50; 3 acertos: 31.671 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 3,50; Time do Coração: 7.107 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 8,50. O próximo sorteio acontece na quinta-feira (23). Receba no WhatsApp os resultados de loterias publicados pelo g1 Encontrou algum erro nessas informações? Escreva para o g1. Como jogar na Timemania Na Timemania, é preciso escolher 10 números dentre os 80 disponíveis no volante e um time do coração. São sorteados sete números e ganha as apostas que acertarem entre três e sete números. Também há um prêmio para quem acertar o Time do Coração. Também é possível optar pela Surpresinha: nesta modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria. Outra opção é repetir seu jogo da sorte por até 12 concursos consecutivos com a Teimosinha. Ganham prêmios as apostas que: tiverem 7 acertos; tiverem 6 acertos; tiverem 5 acertos; tiverem 4 acertos; tiverem 3 acertos. Ganham prêmio, também, apostas que acertarem o Time do Coração. O valor da aposta é de R$ 3,50. A divisão do prêmio é a seguinte: R$ 3,50 para as apostas com 3 acertos; R$ 10,50 para as apostas com 4 acertos; R$ 8,50 para as apostas com acerto do Time do Coração. O restante é dividido da seguinte forma: 50% para apostas com 7 acertos; 20% entre apostas com 6 acertos; 20% para apostas com 5 acertos; 10% restantes são acumulados e distribuídos aos acertadores dos 7 números nos concursos de final 0 ou 5. Chances de acerto Sorteio da Timemania A Timemania tem três sorteios semanais, às terças-feiras, às quintas-feiras e aos sábados, às 21h. Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem pode ser atualizada.

  24. Resultado da +Milionária g1 Veja abaixo os números do sorteio do concurso 347 da +Milionária realizado neste sábado (18): Dezenas: 3 - 6 - 25 - 28 - 31 - 48 Trevos: 2 - 5 Confira o resultado do sorteio da +Milionária. Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 347: Ninguém conseguiu os 6 acertos, e a premiação acumulou para R$ 37 milhões; 6 acertos + 1 ou nenhum trevo: não houve aposta ganhadora; 5 acertos + 2 trevos: não houve aposta ganhadora; 5 acertos + 1 ou nenhum trevo: 11 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 29.405,64; 4 acertos + 2 trevos: 81 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 1.316,49; 4 acertos + 1 ou nenhum trevo: 817 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 130,52; 3 acertos + 2 trevos: 1.432 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 50; 3 acertos + 1 trevo: 8.291 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 24; 2 acertos + 2 trevos: 11.422 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 12; 2 acertos + 1 trevo: 65.768 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 6. O próximo sorteio acontece na quarta-feira (22). Receba no WhatsApp os resultados de loterias publicados pelo g1 Encontrou algum erro nessas informações? Escreva para o g1. Como jogar na +Milionária Como funciona a +Milionária. Na +Milionária, o jogador tem dois locais no volante para escolher os números para apostar e ter chances de ganhar. No primeiro, é necessário escolher seis números dentre os 50 disponíveis. No segundo, dois números, chamados de trevos, dentre os seis disponíveis. Vence o prêmio máximo as apostas que acertarem seis números e dois trevos. Também ganham prêmios apostas que: tiverem 6 acertos + 1 ou nenhum trevo; tiverem 5 acertos + 2 trevos; tiverem 5 acertos + 1 ou nenhum trevo; tiverem 4 acertos + 2 trevos; tiverem 4 acertos + 1 ou nenhum trevo; tiverem 3 acertos + 2 trevos; tiverem 3 acertos + 1 trevo; tiverem 2 acertos + 2 trevos; tiverem 2 acertos + 1 trevo. Também é possível optar pela Surpresinha: nessa modalidade, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria. Outra opção é repetir seu jogo da sorte por até 5 concursos consecutivos, com a Teimosinha. O valor mínimo da aposta é de R$ 6. O valor da aposta e a chance de acerto variam conforme a quantidade de números escolhidos e de trevos escolhidos: Chances de acerto e valor da aposta A divisão do prêmio é a seguinte: R$ 6 para as apostas com 2 acertos de números mais 1 acerto de trevo; R$ 12 para as apostas com 2 acertos de números mais 2 acertos de trevo; R$ 50 para as apostas com 3 acertos de números mais 2 acertos de trevo. O restante é dividido da seguinte forma: 62% entre apostas com 6 acertos de números mais 2 acertos de trevo; 10% entre apostas com 6 acertos de números mais 1 ou nenhum acerto de trevo; 8% entre apostas com 5 acertos de números mais 2 acertos de trevo; 8% entre apostas com 5 acertos de números mais 1 ou nenhum acerto de trevo; 6% entre apostas com 4 acertos de números mais 2 acertos de trevo; 6% entre apostas com 4 acertos de números mais 1 ou nenhum acerto de trevo. Sorteio da +Milionária A +Milionária tem dois sorteios semanais, às quartas-feiras e aos sábados, às 21h. Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem pode ser atualizada.

  25. Resultado da Quina g1 Veja abaixo os números do sorteio do concurso 7005 da Quina realizado neste sábado (18): 14 - 17 - 32 - 44 - 68 Confira o resultado do sorteio da Quina. Veja quantas apostas foram premiadas no concurso 7005: Ninguém conseguiu os 5 acertos, e a premiação acumulou para R$ 30 milhões; 4 acertos: 115 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 6.464,81; 3 acertos: 7.607 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 93,07; 2 acertos: 166.933 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 4,24. O próximo sorteio acontece na segunda-feira (20). Receba no WhatsApp os resultados de loterias publicados pelo g1 Encontrou algum erro nessas informações? Escreva para o g1. Como jogar na Quina Como funciona a Quina. Para jogar na Quina, é preciso escolher de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis. Também é possível optar pela Surpresinha da Quina – nesse caso, os números são escolhidos pela Caixa Econômica Federal, que administra a loteria. O valor da aposta e a chance de acerto variam de acordo com a quantidade de números escolhidos: Chances de acerto e valor da aposta São premiadas as apostas que acertarem de 2 a 5 números. A divisão do prêmio é a seguinte: 35% do valor do prêmio entre quem acertou 5 números; 15% entre quem acertou 4; 10% entre quem acertou 3; 10% entre quem acertou 2. O que é a Teimosinha da Quina Na Teimosinha da Quina, o apostador concorre com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos. Sorteio da Quina A Quina tem seis sorteios semanais, que ocorrem de segunda-feira a sábado, às 21h. O que é a Quina de São João A Quina de São João tem o sorteio realizado uma vez por ano em uma data próxima ao dia 24 de junho, dia de São João. Os prêmios são maiores que os dos concursos regulares. Esta reportagem foi produzida de modo automático com dados fornecidos pela Caixa Econômica Federal. Clique aqui para saber mais. Se houver novas informações relevantes, a reportagem pode ser atualizada.

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