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G1 GLOBO (Tudo Diário)

Últimas notícias do Brasil e do mundo, sobre política, economia, emprego, educação, saúde, meio ambiente, tecnologia, ciência, cultura e carros. Vídeos dos telejornais da TV Globo e da GloboNews.

  1. Veja as reportagens do programa com as notícias do DF.

  2. Capa do álbum 'Resistência! – Ao vivo no Circo Voador', do grupo Black Pantera Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ “Onze anos registrados em um show absurdo”. Com essa frase, o grupo mineiro Black Pantera sinteriza o sentimento da banda de thrash metal e hardcore punk em relação ao primeiro álbum ao vivo audiovisual oficial do trio formado por Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (voz e guitarra) e Rodrigo Pancho (bateria e percussão). No mercado fonográfico desde sexta-feira, 8 de maio, o álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador” perpetua o show gravado pelo grupo em 19 de novembro de 2025 no Circo Voador, um dos palcos mais roqueiros e efervescentes da cidade do Rio de Janeiro (RJ), com 24 músicas em roteiro que enfatiza o ativismo do trio formado em 2014 em Uberaba (MG). Ainda em cena com a “Perpétuo tour”, show baseado no álbum de 2024 que ampliou a visibilidade do Black Pantera com repertório mais melódico e mais percussivo, o grupo já tem engatilhado o quinto álbum de estúdio – gravado desde 2025 – mas promove por ora o álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador” enquanto não desponta no horizonte o sucessor do álbum “Perpétuo” (2024) na discografia de estúdio da banda. Ainda que já existam três registros de shows da banda – “Audio Arena originals” (2017), “Black Pantera ao vivo – Estúdio Showlivre” (2018) e “Ao vivo no palco Super Nova (Rock in Rio Brasil 2024)” (2025) – e que todos estejam disponíveis nos aplicativos de música, nenhum tem o peso de ter sido uma gravação ao vivo idealizada pelo trio, como é o caso do show perpetuado no álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador”. Com repertório composto por músicas autorais como “Fogo nos racistas”, “Mosha” e “Provérbios”, o registro audiovisual oficial coroa a coerente ascensão do Black Pantera ao longo dos 12 anos de existência dessa banda que conseguiu migrar paulatinamente do circuito underground de shows para a rota dos festivais do mainstream. Esse ascendente movimento mercadológico foi feito pela banda sem diluição do ativismo exposto já nos títulos de composições como “Revolução é o caos” e “Sem anistia”, ambas presentes no roteiro do show captado no Rio. E tampouco sem amenizar o peso da batida metaleira, como atesta o álbum ao vivo gravado no mesmo Circo Voador onde Rafael Ramos, diretor artístico da gravadora do trio, Deck, assistiu pela primeira vez a um show do Black Pantera.

  3. Governador Elmano de Freitas e prefeito Evandro Leitão publicaram a posse dos gestores interinos nas redes sociais. Reprodução. O Governo do Ceará e a Prefeitura de Fortaleza passaram a ser comandados por gestores interinos, nos últimos dias. O desembargador Heráclito Vieira, presidente do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), assumiu o Estado; enquanto o vereador Léo Couto (PSB), presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, tomou posse como prefeito interino. Em publicação nas redes sociais na última sexta-feira (8), o governador Elmano de Freitas (PT) divulgou a passagem de comando para o desembargador Heráclito Vieira. "Tenho plena confiança de que seguirá conduzindo os trabalhos com compromisso e responsabilidade", destacou Elmano. O governador viajou naquele dia para Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde cumpre agenda oficial em busca de novas parcerias para o Ceará, segundo a publicação no Instagram. "Nossa missão é fortalecer áreas estratégicas, como tecnologia e indústria, atraindo investimentos, gerando oportunidades e impulsionando ainda mais o desenvolvimento do nosso estado", afirmou o governador Elmano de Freitas. A vice-governadora Jade Romero (PT) está em período de férias oficiais e o deputado estadual Romeu Aldigueri (PSB), presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), também estará ausente nos próximos dias. Eles estão à frente do presidente do TJCE na linha sucessória do estado. Vídeos em alta no g1 Prefeitura de Fortaleza O prefeito de Fortaleza Evandro Leitão (PT) também publicou nas redes sociais, neste domingo (10), que estará ausente da Prefeitura nos próximos dias, assim como a vice-prefeita Gabriella Aguiar (PSD). O chefe do executivo municipal não explicou o motivo. No lugar dele, assume o vereador Léo Couto, presidente da Câmara Municipal de Fortaleza. A casa parlamentar passa a ser comandada pelo primeiro vice-presidente, o vereador Adail Junior (PDT), neste período. Assista aos vídeos mais vistos do Ceará:

  4. Homem é preso em flagrante por feminicídio de ex-mulher na Baixada Fluminense Reprodução Um homem foi preso neste sábado (9) por agentes da 60ª DP (Campos Elíseos) e da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense por feminicídio. Filipe Carneiro da Silva foi preso em flagrante depois do corpo de Dandara da Rosa Barreto ser encontrado no quintal da casa em que moravam. De acordo com a investigação, a mãe da vítima procurou a delegacia para registrar o desaparecimento dela e disse que o casal estava separado, mas que ainda morava na mesma casa e dormia em quartos separados. Como a filha não enviou mais mensagens depois de dizer que iria registrar uma ocorrência contra o ex na Delegacia de Atendimento à Mulher de Duque de Caxias, a mãe decidiu ir até a casa dela. Lá, ela disse que encontrou o celular da filha no quarto do ex e foi direto para a delegacia. Vídeos em alta no g1 Os policiais foram até o trabalho de Filipe, de onde ele foi levado para a delegacia para prestar depoimento. Inicialmente, segundo a polícia, ele negou e disse que a mulher tinha o costume de dormir fora e, por isso, não sabia o paradeiro dela. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop. No entanto, os policiais afirmam que logo após ele confessou e disse ter matado a vítima enforcada. Ele ficou preso em flagrante por feminicídio. Homem é preso em flagrante por feminicídio de ex-mulher na Baixada Fluminense Reprodução

  5. Uma mulher de 22 anos foi vítima de feminicídio, no bairro Santa Tereza, Zona Sul de Porto Alegre, no sábado (9), véspera de Dia das Mães. A vítima foi identificada como Isabella Borges da Rosa Pacheco. Com a confirmação da morte, este é o 33º feminicídio registrado no Rio Grande do Sul em 2026. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Segundo a Polícia Civil, o companheiro da vítima, Nicollas Ronald Moraes dos Santos, de 23 anos, teria efetuado disparos de arma de fogo contra Isabella, que foi atingida na região do rosto. O g1 não localizou a defesa de Santos e mantém espaço aberto para manifestação. O que é feminicídio? Após o ataque, o suspeito fugiu do local levando a arma usada no crime, mas foi preso em flagrante horas depois. Isabella chegou a ser socorrida, levada ao Postão do Cruzeiro e, posteriormente, ao Hospital de Pronto Socorro (HPS), mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com a Polícia Civil, a vítima possuía uma Medida Protetiva de Urgência ativa contra o suspeito. O casal tinha uma filha pequena, que estava na residência no momento do crime e teria presenciado os fatos. A jovem foi encontrada ferida dentro de casa pela sogra. Conforme consulta policial, Santos possui antecedentes por lesão corporal. Já Isabella tinha registros anteriores por ameaça e injúria. O caso é investigado pela 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Porto Alegre. 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Porto Alegre Divulgação/ Polícia Civil VÍDEOS: Tudo sobre o RS

  6. Leonardo e o irmão Leandro em uma lavoura, em Goiás Reprodução/Redes sociais Uma das duplas sertanejas de maior sucesso do Brasil, os irmãos Leandro e Leonardo trabalharam como meeiros com o pai, o lavrador Avelino Virgulino da Costa, em uma fazenda de tomate em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia. De origem humilde, antes da fama os dois batalharam até estarem em cima dos palcos e lançarem sucessos como "Pense em Mim". 🔎 Meeiro é um trabalhador rural que reparte a produção agrícola com o proprietário da terra. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Recentemente, uma foto antiga dos cantores voltou a repercutir na web. Na imagem, Luiz José da Costa (Leandro) e Emival Eterno da Costa (Leonardo) estão em uma lavoura de tomates ao lado do pai. Ao g1, a assessoria do cantor confirmou que o registro antes da fama é verdadeiro (veja acima). A imagem costuma circular nas redes sociais acompanhada de mensagens deixadas pelos fãs da dupla que destacam sobre humildade e sucesso. Vídeos em alta no g1 LEIA TAMBÉM: Foto de Leandro e Leonardo com o pai em fazenda de tomate comove fãs em Goiás Leonardo dá cinco bezerros e dinheiro para viagem para neta que irá fazer 15 anos Leonardo faz dupla com cantor que se mudou para Goiás com R$ 75 na porta de supermercado: ‘Grande fã’ Trajetória de sucesso Leandro (esquerda) e Leonardo em capa de disco de 1990 Divulgação Com ajuda de um tio e do patrão do Leonardo, a dupla passou a investir na carreira com apresentações pequenas e que não rendiam muito dinheiro. Na época, eles escolheram o nome da dupla ao saberem de gêmeos de um colega de trabalho que haviam sido batizados como Leandro e Leonardo. Mesmo com dificuldades financeiras, a dupla lançou o primeiro disco em 1984 e vendia os exemplares nos bares onde se apresentava. Os irmãos começaram a ficar conhecidos dois anos depois, com a gravação da música Contradições, mas o estouro ocorreu em 1989 no lançamento da canção "Entre Tapas e Beijos". No ano seguinte, Leandro e Leonardo gravaram a música que mais projetou a carreira da dupla: "Pense em Mim". A música foi escrita pelos pintores Mário Soares, Douglas Maio e José Ribeiro. A canção começou a ser criada com uma batida de reggae, depois migrou para o estilo country antes de ser gravada como sertanejo. Depois do sucesso, a dupla ganhou projeção nacional, mas manteve a personalidade que os familiares e amigos conheciam desde a infância. Após anos de sucessos juntos, Leandro morreu no dia 23 de junho de 1998, após lutar dois meses contra um câncer raro, em um hospital de São Paulo. Na época, o cantor tinha 36 anos. Dupla Leandro e Leonardo Reprodução/Instagram Leonardo 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

  7. Concurso Freepik A Prefeitura de Campina Grande publicou, neste sábado (9), dois editais de um concurso público com 955 vagas. As provas estão marcadas para o dia 30 de agosto de 2026. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp As inscrições estão previstas para começar na quinta-feira (14) e vão até o dia 15 de junho, de forma online, por meio do site da comissão organizadora, o Idecan. A taxa de inscrição é R$ 110 para os cargos de níveis médio e técnico, e R$ 150 para os cargos de nível superior. Os salários vão de R$ 1,6 mil, para agente administrativo, a R$ 8,8 mil, para auditor fiscal. O prefeito anunciou quatro editais, mas, até o momento, foram divulgados dois, um geral e outro para a Guarda Municipal. Anúncio do concurso em Campina Grande O anúncio foi feito pelo prefeito Bruno Cunha Lima (União Brasil), na sexta-feira (8), que adiantou que vagas serão distribuídas entre diversos setores. Será um edital geral, um edital para a Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP), um edital para a Guarda Civil Municipal e um último edital para a Procuradoria Geral. De acordo com a prefeitura, o encerramento de todas as etapas do concurso está previsto para 26 de novembro. A organização do concurso será feita pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan), responsável por outros certames da Prefeitura de Campina Grande. Vagas disponíveis por setor Secretaria de Administração (SAD) Agente Administrativo: 80 vagas Guarda Municipal: 30 vagas Assistente Social: 15 vagas Músico: 10 vagas Fiscal de Serviços Urbanos: 5 vagas Administrador: 4 vagas Psicólogo: 3 vagas Técnico em Agropecuária: 3 vagas Técnico de Segurança do Trabalho: 3 vagas Técnico de Enfermagem do Trabalho: 3 vagas Analista de Planejamento e Orçamento: 2 vagas Contador: 2 vagas Enfermeiro do Trabalho: 2 vagas Engenheiro de Segurança do Trabalho: 2 vagas Fiscal de Obras: 2 vagas Intérprete de Libras: 2 vagas Técnico de Educação e Controle Ambiental: 2 vagas Técnico em Turismo: 2 vagas Zootecnista: 2 vagas Economista: 1 vaga Total: 145 vagas. Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Técnico de Enfermagem: 50 vagas Enfermeiro I: 30 vagas Médico (PSF/UPA): 20 vagas Enfermeiro II: 20 vagas Enfermeiro II (Obstetrícia, Intensivista e Neonatologista): 10 vagas cada especialidade Fonoaudiólogo: 8 vagas Assistente Social em Saúde: 5 vagas Auditor em Saúde: 5 vagas Condutor de Veículo de Urgência (Socorrista): 5 vagas Farmacêutico: 5 vagas Técnico em Radiologia: 5 vagas Terapeuta Ocupacional: 5 vagas Psicólogo Clínico – Infantil: 3 vagas Inspetor Sanitário – Farmacêutico: 2 vagas. Inspetor Sanitário – Dentista (CD): 2 vagas. Inspetor Sanitário – Enfermeiro: 2 vagas. Inspetor Sanitário – Engenheiro de Produção: 1 vaga. Inspetor Sanitário – Engenheiro de Alimentos: 1 vaga. Inspetor Sanitário – Médico Veterinário: 1 vaga. Inspetor Sanitário – Arquiteto: 1 vaga. Nutricionista: 2 vagas Psicólogo Clínico: 1 vaga Total: 204 vagas Secretaria Municipal de Educação (SEDUC) Professor Educação Infantil: 200 vagas Professor Básico 2 – Anos Iniciais: 200 vagas Supervisor Educacional: 25 vagas Assistente Social Educacional: 25 vagas Professor Básico 3 (Língua Portuguesa e Matemática): 20 vagas cada Psicólogo Educacional: 15 vagas Professor Básico 3 (Educação Física): 10 vagas Professor Básico 3 (Inglês): 6 vagas Professor Básico 3 (História, Geografia, Ciências, Filosofia e Arte): 5 vagas cada Inspetor Escolar: 1 vaga Total: 547 vagas Secretaria de Obras e Infraestrutura (SECOB) Engenheiro Civil – Projetista: 6 vagas (Nível Superior). Engenheiro Civil – Orçamentista: 4 vagas (Nível Superior). Engenheiro Civil – Analista de Drenagem Urbana: 2 vagas (Nível Superior). Engenheiro Eletricista – Projetista: 3 vagas (Nível Superior). Topógrafo / Técnico em Topografia: 4 vagas (Nível Técnico). Técnico em Edificações – Fiscalização de Obras: 6 vagas (Nível Técnico). Total: 25 vagas. Procuradoria Geral do Município Procurador Municipal: 5 vagas Secretaria de Finanças (SEMFAZ) Auditor Fiscal da Receita Municipal: 4 vagas Guarda Municipal Guarda municipal: 30 vagas Concurso da Prefeitura de Campina Grande Vagas: 955 vagas Inscrições: 14 de maio a 15 de junho Provas objetivas: previstas para o fim de agosto de 2026 Resultado final: 26 de novembro de 2026 Edital: Edital geral | Edital da Guarda Municipal Edital de concursos – saiba como ler Vídeos mais assistidos no g1 Paraíba

  8. Confira os principais destaques do g1 AC entre 3 a 9 de maio de 2026 g1 AC O g1 lista as reportagens mais acessadas para você ficar por dentro de tudo que aconteceu entre 3 a 9 de maio. Confira abaixo. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Ataque a tiros em escola no Acre deixa duas servidores mortas e alunos feridos Ataque a tiros deixa duas inspetoras mortas Um ataque a tiros dentro do Instituto São José, uma escola em Rio Branco conveniada ao Estado, deixou duas servidoras mortas e outros dois feridos na terça-feira (5). As servidoras mortas foram identificadas como Alzenir Pereira da Silva, de 53 anos, e Raquel Sales Feitosa, de 36. Uma outra funcionária foi baleada no pé e uma aluna, de 11 anos, levou um tiro na perna. Segundo o governo do Acre, os feridos foram encaminhados para o pronto-socorro. Elas já receberam alta do hospital. Raquel e Alzenir foram mortas em ataque a tiros no Acre Reprodução A polícia confirmou que o suspeito é um aluno do colégio, de 13 anos, que entrou armado na escola e foi apreendido após os disparos. A arma é do padrasto dele que foi levado pela PM-AC e está detido. O g1 apurou que os alunos do turno da tarde já estavam em aula quando ouviram os disparos. Ainda conforme os sobreviventes, os alunos ficaram muito assustados no momento do ataque, se jogaram no chão e tentaram fazer barricada com cadeiras. Promotora do Ministério Público reage a abordagem em região de fronteira no Acre Promotora do MP se altera durante abordagem A promotora de Justiça do Ministério Público do Acre (MP-AC) Patrícia Paula se alterou e questionou uma abordagem do Exército Brasileiro no Ramal Novo Horizonte, zona rural de Plácido de Castro, interior do Acre, no último dia 30 por volta das 22h40. O veículo dela foi parado pelos militares durante Operação Ágata 2026. Um vídeo gravado no local é possível ver o momento em que a promotora discute com os militares, responsáveis pela abordagem. Segundo ela, a discussão ocorreu devido à indignação com os três bloqueios pelos quais diz ter passado naquela noite. Leia a versão completa aqui. Limpeza na casa de idoso acumulador entra no 2º dia em Rio Branco Limpeza em casa de idoso retira 26 toneladas de entulho Com apenas dois dias de limpeza, entre quarta (6) e esta quinta-feira (7), equipes de diversas secretarias da capital já retiraram 11 caçambas de entulho somente da área externa da casa do idoso que acumulava lixo e objetos no bairro Jardim Tropical, em Rio Branco, o equivalente a 26 toneladas de resíduos. Ao g1, a Secretaria Municipal de Cuidados com a Cidade (SMCCI), informou a ação conta com a disponibilidade de 18 trabalhadores, entre motoristas, operadores, coletores e encarregados, além de três garis. Ainda de acordo com a pasta, a limpeza do imóvel, que ocorre após determinação judicial, tem previsão de ser concluída somente na próxima segunda-feira (11) devido à quantidade de entulho. STJ condena ex-governador do Acre Gladson Camelí a 25 anos de prisão Gladson Camelí é condenado no STJ O Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou, na quarta-feira (6), o ex-governador do Acre Gladson Camelí (PP) a 25 anos e nove meses de prisão, em regime inicial fechado, pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude à licitação. A pena estipulada não começa a ser cumprida neste momento pois cabe recurso da decisão. Ainda não há data estipulada para a divulgação do acórdão e, portanto, a defesa de Camelí só poderá recorrer após esta publicação. Ao g1, a defesa informou que irá recorrer e que o julgamento ocorreu 'sem que a defesa tivesse a oportunidade de se manifestar e exercer plenamente o contraditório'. No mesmo dia, a Corte Especial do STJ recebeu uma nova denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) no chamado 'Caso Colorado', que investiga supostas irregularidades na contratação da obra de duplicação da rodovia AC-405, em Cruzeiro do Sul, no interior do estado. Com a decisão, o ex-governador passa a responder formalmente pelos crimes de fraude ao procedimento licitatório e desvio de recursos públicos. Avião de pequeno porte cai em rio no interior do Acre Avião de pequeno porte cai em Jordão Um avião de pequeno porte que transportava sete pessoas, incluindo o piloto, caiu na manhã de quinta-feira (7) no Rio Tarauacá, em Jordão, na Comunidade Duas Nações, interior do Acre. O voo era particular, da Empresa VNA Voando na AmazôniaTaxi Aéreo. Não há mortos. Imagens feitas por moradores (veja vídeo acima) mostram que a aeronave acabou ficando parcialmente submersa no rio, em um trecho considerado raso. O avião decolou do município de Jordão com destino a Tarauacá. Com quase 20 minutos de voo, o piloto percebeu uma pane e, então, tentou retornar para a pista de pouso, mas acabou fazendo um pouso de emergência na praia. Sem controle, a aeronave deslizou na areia e acabou parando dentro do rio. Moisés Melo Barbosa Kaxinawá, de 24 anos foi encontrado por pescadores após ficar 30 dias desaparecido na mata Arquivo pessoal Indígena é encontrado após 1 mês desaparecido em floresta Moisés Melo Barbosa Kaxinawá, de 24 anos, que estava desaparecido desde o dia 8 de abril, foi encontrado por pescadores na praia do Rio Tejo, nas proximidades da Vila Restauração, no município de Marechal Thaumaturgo, interior do Acre, na manhã de sexta-feira (8). O g1 conversou Moisés, que explicou que os 30 dias em que esteve desparecido foram de choro e muita angústia. O homem havia saído para caçar sozinho nas proximidades da Aldeia Bari, comunidade indígena Huni Kuin, no Jordão, interior do Acre. "Foi muito difícil ficar assim na mata, sem lanterna, comida e exposto a tudo, não tenho nem palavras. Não dormi em nenhuma das noites, chorei bastante e quando me acalmava, sempre pedia a Deus um milagre, que queria voltar para minha família", declarou. VÍDEOS: g1

  9. Polícia apreende carga de 'supermaconha' avaliada em R$ 7 milhões no RN Uma ação integrada da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal do Brasil resultou na apreensão de aproximadamente 877 quilos de skunk, conhecida popularmente como "supermaconha", no município de Campo Redondo, na região Seridó do estado. Um homem de 57 anos foi preso em flagrante pelo crime de tráfico interestadual de drogas. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp A operação ocorreu na madrugada de sábado (9). Um caminhão modelo Volvo/VM 260 6X2R foi abordado pelos policiais no km 134 da BR-226 Durante a fiscalização no compartimento de carga do veículo, os agentes encontraram centenas de tabletes da droga escondidos em meio a uma mudança residencial oriunda do estado do Amazonas. Operação apreende quase 900 kg de skunk no interior do RN Cedida A carga ilícita seria destinada ao abastecimento do tráfico de drogas no Rio Grande do Norte e está avaliada em aproximadamente R$ 7 milhões, considerando o valor médio de comercialização do entorpecente no estado. O skunk é uma variação da maconha com elevado teor de THC e alto valor comercial no mercado ilegal. O caso foi encaminhado à Polícia Civil, onde serão realizados os procedimentos cabíveis. Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN

  10. Ponte entre Teresina e Timon (imagem de arquivo) Reprodução/Lays Viana Um motociclista morreu após bater no parapeito e cair da Ponte da Amizade, entre Teresina e Timon (MA), na madrugada deste domingo (10), Dia das Mães. Este é o terceiro acidente com morte registrado no local em menos de três meses. A vítima seguia no sentido Teresina–Timon quando, por motivo ainda desconhecido, perdeu o controle da motocicleta. Em seguida, bateu no parapeito e caiu em uma área de matagal. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp O motociclista não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML). O caso será investigado. Vídeos em alta no g1 Esta reportagem está em atualização. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

  11. Domingo será de chuva em São Luís; Inmet emite alerta de chuvas intensas Reprodução: Paulo Soares/Grupo Mirante O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste domingo (10) dois alertas laranja e amarelo de chuvas intensas para 190 cidades do Maranhão. Os alertas se estendem até às 23h59 deste domingo. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp 🟠 O alerta laranja de perigo indica alto grau de perigo provocado pelas chuvas. Há risco de precipitação entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia e chance de ventos intensos, que podem variar entre 60 a 100 km/h. 🟡 Já o alerta amarelo indica perigo potencial, ou seja, um risco menos elevado. Nessas áreas, podem ser registrada chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos de 40-60 km/h. Segundo o Inmet, nos dois alertas, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas. Veja, abaixo, algumas medidas que podem ser tomadas: ⚠️ Cuidados recomendados pelo Inmet Não fique debaixo de árvores durante rajadas de vento. Evite estacionar perto de torres de transmissão ou placas de propaganda. Não use aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Evite subir em telhados ou fazer manutenção elétrica durante a chuva. Não permaneça em áreas abertas, como campos, praias, lagos ou locais elevados. Não fique próximo a postes, cabos ou fiação elétrica. Se vir cabos caídos, não toque neles nem em objetos em contato com a rede. Em caso de alagamento, procure um local seguro e espere a água baixar. Se o carro começar a ser arrastado, abandone o veículo imediatamente. Em áreas alagadas, a energia pode ser desligada por segurança. A energia é religada após avaliação técnica das equipes. Cidades afetadas Açailândia Afonso Cunha Água Doce do Maranhão Alcântara Aldeias Altas Altamira do Maranhão Alto Alegre do Maranhão Alto Alegre do Pindaré Amapá do Maranhão Amarante do Maranhão Anajatuba Anapurus Apicum-Açu Araguanã Araioses Arame Arari Axixá Bacabal Bacabeira Bacuri Bacurituba Barra do Corda Barreirinhas Belágua Bela Vista do Maranhão Bequimão Bernardo do Mearim Boa Vista do Gurupi Bom Jardim Bom Jesus das Selvas Bom Lugar Brejo Brejo de Areia Buriti Buriti Bravo Buriticupu Buritirana Cachoeira Grande Cajapió Cajari Cândido Mendes Cantanhede Capinzal do Norte Carutapera Caxias Cedral Central do Maranhão Centro do Guilherme Centro Novo do Maranhão Chapadinha Cidelândia Codó Coelho Neto Colinas Conceição do Lago-Açu Coroatá Cururupu Davinópolis Dom Pedro Duque Bacelar Esperantinópolis Fernando Falcão Fortuna Godofredo Viana Gonçalves Dias Governador Archer Governador Edison Lobão Governador Eugênio Barros Governador Luiz Rocha Governador Newton Bello Governador Nunes Freire Graça Aranha Grajaú Guimarães Humberto de Campos Icatu Igarapé do Meio Igarapé Grande Imperatriz Itaipava do Grajaú Itapecuru Mirim Itinga do Maranhão Jatobá Jenipapo dos Vieiras João Lisboa Joselândia Junco do Maranhão Lagoa do Mato Lagoa Grande do Maranhão Lago da Pedra Lago do Junco Lago dos Rodrigues Lago Verde Lima Campos Luís Domingues Magalhães de Almeida Maracaçumé Marajá do Sena Maranhãozinho Mata Roma Matinha Matões Matões do Norte Milagres do Maranhão Mirador Miranda do Norte Mirinzal Monção Montes Altos Morros Nina Rodrigues Nova Olinda do Maranhão Olho d'Água das Cunhãs Olinda Nova do Maranhão Paço do Lumiar Palmeirândia Parnarama Passagem Franca Paulino Neves Paulo Ramos Pedreiras Pedro do Rosário Penalva Peri Mirim Peritoró Pindaré-Mirim Pinheiro Pio XII Pirapemas Poção de Pedras Porto Rico do Maranhão Presidente Dutra Presidente Juscelino Presidente Médici Presidente Sarney Presidente Vargas Primeira Cruz Raposa Ribamar Fiquene Rosário Santa Filomena do Maranhão Santa Helena Santa Inês Santa Luzia Santa Luzia do Paruá Santana do Maranhão Santa Quitéria do Maranhão Santa Rita Santo Amaro do Maranhão Santo Antônio dos Lopes São Benedito do Rio Preto São Bento São Bernardo São Domingos do Maranhão São Francisco do Brejão São Francisco do Maranhão São João Batista São João do Carú São João do Soter São José de Ribamar São José dos Basílios São Luís São Luís Gonzaga do Maranhão São Mateus do Maranhão São Pedro da Água Branca São Raimundo do Doca Bezerra São Roberto São Vicente Ferrer Satubinha Senador Alexandre Costa Senador La Rocque Serrano do Maranhão Sítio Novo Sucupira do Riachão Timbiras Timon Trizidela do Vale Tufilândia Tuntum Turiaçu Turilândia Tutóia Urbano Santos Vargem Grande Viana Vila Nova dos Martírios Vitória do Mearim Vitorino Freire Zé Doca

  12. Serestão do Zé encerra o Ribeirão Rodeo Music 2026 ao som do arrocha O cantor capixaba Zé Elias não só estreou no Ribeirão Rodeo Music, em Ribeirão Preto (SP), como ficou com a missão de encerrar a festa já na manhã deste domingo (10). Boa parte de um público resistente, que já tinha aproveitado os shows de João Bosco & Vinícius, Gusttavo Lima e Nattan, aproveitou para dançar nas primeiras horas da manhã sozinho ou coladinho. O projeto Serestão do Zé nasceu em Linhares (ES), onde o artista mora. FOTOS: Serestão do Zé no Ribeirão Rodeo Music 2026 Zé Elias cantou e dançou sem perder o pique durante sua apresentação no Ribeirão Rodeo Music 2026 Érico Andrade/g1 O cantor está atualmente sob a chancela da Balada Music, empresa de Gusttavo Lima, e tem rodado o Brasil com seu forró melódico e romântico cheio de batidas eletrônicas. A fórmula tem boa aceitação do público dos rodeios porque combina sucessos sertanejos consagrados em ritmo de arrocha. E muita gente estava preparada para amanhecer com Zé Elias na arena. Bastou clarear para muitos sacarem os óculos escuros. Simpático, o cantor dançou e ainda distribuiu bebidas para o público mais próximo do palco, fez selfies com celulares atirados da plateia para ele e autografou até uma bota. “Ôxi, uma bota. Isso eu nunca vi. Uma minha e uma sua. Tem caneta aí?”, brincou com a dona do calçado. Com o projeto "Serestão do Zé", Zé Elias amanheceu no palco do Ribeirão Rodeo Music 2026 Érico Andrade/g1 O repertório incluiu releituras como “Gatinha Assanhada” e “Desejo Imortal”, de Gusttavo Lima, “Vou te Amar (Cigana)”, de Hugo Pena e Gabriel, “Menina Veneno”, com Zezé Di Camargo e Luciano, e ainda músicas virais como “De Graça ou Pagando”, de Grelo. Recentemente, Zé Elias também gravou o DVD “Ao Vivo em Linhares”, com que tem participações de Gusttavo Lima e João Bosco & Vinícius. O público foi gostando, arrochando e gritando não a cada vez que o cantor perguntava se alguém queria ir embora quando já passava das 7h. Zé Elias sensualiza com dançarinas durante show no Ribeirão Rodeo Music 2026 Érico Andrade/g1

  13. Mães universitárias relatam desafios para conciliar estudos e criação das filhas no MA Divulgação/Arquivo Pessoal Como é, para as mães universitárias, conciliar os estudos e a maternidade? Para Victoria Moraes e Maria Benedita, estudantes da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em São Luís, não é uma tarefa fácil. "É desafiador, mas também gratificante, ser responsável por um serzinho tão pequeno, cheio de vida e tão dependente." O g1 ouviu histórias sobre os desafios de duas estudantes que, atualmente, conciliam a rotina acadêmica com os cuidados das filhas pequenas: Cecília, de 4 meses, e Amélia, de 2 meses. Victoria Moraes, de 24 anos, mãe de Cecília, e estudante do 6º período do curso de Relações Públicas, relata que hoje precisa estudar no lugar de dormir. Segundo ela, antes havia mais tempo para se dedicar à faculdade, mas agora tudo acontece depois de se certificar de que a filha não precisa de mais nada. “Os primeiros dias de aula desse período foram os mais difíceis. Eu passava o dia inteiro com ela desde o nascimento e precisar mudar isso, de repente, para ficar a tarde e o começo da noite longe dela, foi uma adaptação muito difícil da minha nova rotina”, conta. Para Victoria, administrar o tempo tem sido o principal desafio. Ela deixou o estágio no fim da gravidez e planeja retornar somente quando a filha fizer 1 ano. Victoria Moraes, mãe de Cecília e estudante do 6º período do curso de Relações Públicas Divulgação/Arquivo Pessoal Segundo ela, equilibrar os estudos, a construção do futuro profissional e os cuidados com a filha, sem abrir mão dos primeiros momentos da criança, vai além das 24 horas disponíveis no dia. Mesmo diante da rotina intensa, ela afirma que a maternidade não apaga os sonhos e destaca a importância da rede de apoio da família. Como Cecília ainda não frequenta creche, ela fica sob os cuidados da avó materna e da madrinha enquanto a mãe está na Universidade. “Nossos sonhos não morrem na maternidade. É necessário seguir, tanto por nós quanto por aqueles que dependem da nossa existência.” Maria Benedita, mãe de Amélia e também estudante de Relações Públicas Divulgação/Arquivo Pessoal Já para Maria Benedita, de 28 anos, mãe de Amélia e também estudante de Relações Públicas da UFMA, a experiência tem sido diferente do que imaginava. Ela acredita que a rede de apoio faz toda a diferença. “Não é um bicho de sete cabeças. Acho que me sinto assim por ter uma rede de apoio forte. Conto com a minha mãe e a minha sogra.” Segundo Maria Benedita, o apoio do companheiro tem tornado a caminhada mais leve. “Até o momento, tudo tem sido mais tranquilo do que eu imaginava. Acredito que o apoio e a parceria do meu companheiro têm feito com que tudo se torne possível”, afirma. Ela também define a maternidade como uma experiência intensa e transformadora. Segundo ela, ser mãe é algo ao mesmo tempo desafiador e gratificante, uma vivência que muda completamente a forma de enxergar as responsabilidades e os sentimentos no dia a dia. “A gente só entende o peso das coisas quando está vivendo aquilo”, afirma Para Victoria Moraes e Maria Benedita, apesar das dificuldades da rotina, abandonar os sonhos nunca foi uma possibilidade. Segundo elas, os desafios existem, mas a recompensa faz todo o esforço valer a pena. “Não desistam. Apesar das dificuldades, no fim tudo compensa. Não é fácil, mas também não é impossível”, afirmam. Mães universitárias relatam desafios para conciliar estudos e criação das filhas no MA Divulgação/Arquivo Pessoal O que diz a UFMA sobre apoio às mães universitárias Procurada pelo g1, a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) informou que realizou, no fim de 2024, um mapeamento sobre mães e pessoas gestantes na universidade, com resultados publicados em março de 2025. A pesquisa contou com 510 respondentes, dos quais 270 se identificaram como estudantes de graduação e 23 como estudantes de pós-graduação. Segundo a universidade, na pós-graduação há editais de bolsas que estabelecem prioridade para mães, além da ampliação do período de análise curricular para pesquisadoras que estiveram em licença-maternidade nos últimos cinco anos. A instituição afirmou ainda que, na graduação, a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PROAES) oferece auxílio-creche para estudantes mães. Informou também que salas de amamentação estão em fase de implantação e que trocadores estão sendo instalados em banheiros localizados em espaços estratégicos da universidade. Vídeos em alta no g1 *Estagiária sob supervisão de Liliane Cutrim.

  14. Ciclista é atropelado por carreta e fica gravemente ferido em Macau Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem de aproximadamente 60 anos, que estava em uma bicicleta, foi atropelado por uma carreta no município de Macau, na região da Costa Branca do Rio Grande do Norte. O acidente foi registrado no início da tarde de sábado (9), na Avenida da Integração, no Bairro do Porto, trecho do anel viário que corta a cidade. 📳 Clique aqui para seguir o canal do g1 RN no WhatsApp As imagens mostram o momento em que o homem pedalava à frente da carreta. Em seguida, o veículo ultrapassa o ciclista, que passa a trafegar ao lado direito da carreta. Pouco depois, a vítima se aproxima da lateral do veículo e ocorre a colisão. O ciclista acaba sendo atingido pela carreta, que passa por cima do homem. Após o atropelamento, a carreta para logo em seguida. Ciclista é atropelado por carreta e fica gravemente ferido em Macau Jailton Silva/Macau em Fotos O homem foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Macau. Os socorristas realizaram os primeiros atendimentos e estabilizaram o paciente para conter o sangramento. A vítima é moradora de Macau e, segundo o Samu, sofreu esmagamento do braço esquerdo e do pé esquerdo. Depois, ele foi transferido para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. O motorista da carreta permaneceu no local durante o atendimento da vítima e aguardou a chegada da Polícia Militar. As circunstâncias do acidente deverão ser investigadas. Veja os vídeos mais assistidos no g1 RN

  15. Aprenda a preparar uma receita deliciosa de frango cremoso com cebola caramelizada O Clube Rural exibido neste domingo (10), data em que é celebrado o Dia das Mães, apresentou uma receita especial para a ocasião: frango cremoso com cebola caramelizada. O prato foi ensinado por Cynthia Ribeiro e pela mãe dela, Dona Zezita Ribeiro. Durante o programa, mãe e filha falaram sobre a relação construída na cozinha ao longo dos anos e destacaram a culinária como uma forma de união familiar. A receita foi apresentada como uma opção prática para tornar o almoço da data ainda mais especial. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp ✍️Ingredientes Para a cebola caramelizada Cebola cortada em fatias finas; Margarina; Açúcar mascavo; Uma pitada de sal. Para o frango Peito de frango cortado em cubos; Sal; Pimenta-do-reino; Lemon pepper. Para o creme 4 batatas médias cozidas; 1 xícara de leite; 1 caixinha de creme de leite; 1 pote de requeijão; 50g de queijo parmesão. Para a montagem Queijo muçarela. 🤔Como preparar? Comece preparando a cebola caramelizada. Em uma frigideira, coloque a margarina, o açúcar mascavo, uma pitada de sal e a cebola cortada em fatias finas. Cozinhe em fogo baixo, mexendo aos poucos, até atingir o ponto ideal de caramelização. Tempere o peito de frango em cubos com sal, pimenta-do-reino e lemon pepper. Em seguida, leve à frigideira e refogue até dourar. Para o creme, bata no liquidificador as batatas cozidas, o leite, o creme de leite, o requeijão e o queijo parmesão até obter uma mistura homogênea e consistente. Na montagem, intercale camadas de frango, creme e cebola caramelizada. Finalize com queijo muçarela por cima. Leve ao forno por cerca de 15 minutos, apenas para gratinar. A receita foi apresentada como uma opção prática e saborosa para reunir a família em uma data especial. Frango cremoso com cebola caramelizada: aprenda receita destaque no Clube Rural TV Clube VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

  16. Dia das mães será de chuva na Baixada Santista Arquivo AT O Dia das Mães neste domingo (10) será marcado por tempo instável na Baixada Santista. A Defesa Civil do Estado prevê pancadas de chuva de moderadas a fortes, acompanhadas por raios, rajadas de vento e possibilidade de granizo em pontos da região. De acordo com o Instituto Climatempo, há 100% de chance de chuva durante todo o dia, com acumulado de até 27,7 milímetros em Santos. As temperaturas devem variar entre 15°C e 21°C, com sensação térmica entre 15°C e 18°C. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Previsão de chuva por cidade Santos: 27,7 mm São Vicente e Praia Grande: 16,4 mm Cubatão: 20,1 mm Mongaguá: 32,0 mm Itanhaém: 24,2 mm Peruíbe: 27,6 mm Bertioga: 27,3 mm Vídeos em alta no g1 Estradas e movimento Mesmo com o tempo instável, o Sistema Anchieta‑Imigrantes (SAI) terá operação normal (5x5) ao longo do domingo. A concessionária Ecovias informou que não há estimativa de veículos rumo ao litoral, mas a expectativa é de movimento moderado nas rodovias. Sistema Anchieta‑Imigrantes contará com a operação 5x5 ao longo do dia. Matheus Croce/TV Tribuna - Arquivo VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos

  17. Sophia nasceu no auge da epidemia de Zika, em 30 de janeiro de 2016 Júlia Carneiro via BBC O aroma de frango refogado com coentro, cenoura e batata se espalha pela casa. O ensopado depois vai para o liquidificador, virando uma papinha para nutrir tanto a filha bebê quanto a mais velha. Ester Emanuelly, de 1 ano e meio, engole com gosto as colheradas que a mãe lhe dá na boca enquanto quica pelo sofá. Sophia Emanuelly, de 10, se alimenta de outra forma: por uma sonda que leva a papinha direto para seu estômago. Há dois anos que é assim, depois da cirurgia de gastrostomia que ela fez por causa dos vômitos recorrentes, refluxo e da broncoaspiração quando comia — alguns dos muitos problemas causados pela síndrome congênita do vírus da zika. "Ela nem sente o gosto, mas percebe quando a alimentação está entrando e faz o movimento de mastigação", diz a mãe, Ianka Mikaelle, de 28 anos, enquanto enche mais uma seringa de 10 ml com o almoço e a encaixa na sonda para pressionar o êmbolo com a papinha alaranjada. Vídeos em alta no g1 Sophia nasceu no auge da epidemia de zika, em 30 de janeiro de 2016. Ianka tinha 17 anos quando soube que a bebê de 7 meses que carregava na barriga tinha microcefalia, causada pela virose transmitida pelo Aedes aegypti. "Foi nesse tempo que o pai dela me deixou. Ele disse que estava com nojo de mim, que me desprezava, e me deixou, me abandonou", contou Ianka à BBC News Brasil na época. Conhecemos mãe e filha quando Sophia era recém-nascida, no ambulatório especializado em microcefalia do Hospital Municipal Pedro 1º, em Campina Grande, na Paraíba, e mantivemos contato com Ianka desde então. Quando Sophia fez 10 anos, reencontramos mãe e filha na Paraíba e conhecemos os novos integrantes da família. Vitor Francisco de Lima, de 27 anos, com quem Ianka se casou em 2023, e que adotou Sophia de imediato como uma filha; e Ester, que nasceu em dezembro de 2024. Efraim ainda estava na barriga de Ianka na nossa visita e veio ao mundo em 30 de abril. Ianka se casou com Vitor e hoje têm, além de Sophia, outra filha, a Ester. Ela também está grávida de Efraim Julia Carneiro via BBC Uma década, um dia após o outro Como em cada aniversário, Ianka se esmerou na comemoração dos 10 anos de Sophia. Preparou uma festa com docinhos, balões e um vestido de princesa para a filha, tudo em tons de lavanda, tema que escolheu por simbolizar "serenidade, pureza e unção para cura na Bíblia". "Eu nunca deixei passar nenhum aniversário em branco, porque cada dia é uma vitória para a gente", conta. O marco de uma década superou em muito as previsões que Ianka recebeu quando Sophia nasceu. "Eu estava muito empolgada pelos 10 anos. Eu dizia: 'Meu Deus, Sophia, tu vai fazer 10 anos, vai fazer uma década já de vida!'. Para quem os médicos disseram que nem ia nascer com vida...", comemora a mãe. Apesar de todas as dificuldades do começo, Ianka diz que a situação hoje é ainda mais difícil. "Porque, apesar de já fazer 10 anos, a gente vive todos os dias achando que vai ser o último." O medo aumenta com cada "amiguinho" que se despede — no ano passado, Ianka conta que diversas crianças da geração de Sophia morreram em Campina Grande. "É muito dolorido para as mães, e para a gente também. A cada perda, o medo vem ainda maior", afirma. Um dia, um pesadelo a despertou para o desejo de ser mãe novamente. "Eu sonhei que perdia Sophia. Sophia morria no meu sonho, e eu falava que não queria mais ser mãe. Eu acordei muito assustada e decidi que a família estava pronta para crescer de novo", relembra. "Percebi que era melhor eu ter [mais filhos] antes disso acontecer e eu desistir de ser mãe. Porque eu gosto de ser mãe, eu amo ser mãe. E meu esposo queria muito ter mais filhos também." Vitor e Ianka se conheceram na internet em 2020. Ele morava em São Paulo e decidiu se mudar para Campina Grande para construir uma família com a mãe de Sophia Júlia Carneiro via BBC Ianka conheceu Vitor pelo Instagram quando Sophia tinha 4 anos. Os dois gostavam de malhar, e ela costumava postar vídeos fazendo exercícios. Um dia, uma de suas postagens apareceu no feed de Vitor. "Ele comentou, 'qualquer dia vamos treinar juntos?'. Eu respondi, 'acho que tu mora um pouquinho longe. Eu moro em Campina Grande, na Paraíba, e tu mora em São Paulo...'", relembra Ianka ao lado marido, os dois rindo, ele examinando o chão, acanhado. Ianka lhe contou sobre seus dois filhos, Sophia, e o primogênito, Emanuel Felipe, que ela teve quando ainda era adolescente. O menino tem 12 anos e hoje mora com os avós. Foram cinco meses de conversas pela internet, até que Vitor decidiu largar o emprego em São Paulo — onde era técnico de máquinas de alta pressão para lava-jatos — para conhecer Ianka e suas duas crianças. "Até que foi uma loucura que a gente fez", diz Ianka. "Tanto ele, de abandonar tudo lá, quanto eu, de colocar uma pessoa que nem tinha visto pessoalmente dentro de casa. Mas a gente tinha uma certeza de que ia dar certo. Acho que era Deus. Minha mãe orava o tempo inteiro para Deus não deixar mais ninguém passar pela minha vida se não fosse a pessoa certa. E essa pessoa foi ele." Mesmo antes de se conhecerem, Vitor perguntava a Ianka sobre os cuidados com Sophia, querendo aprender como ela dava comida, como dava remédios. "Isso foi aumentando o interesse, porque ele já quis cuidar da minha filha sem nem começar um relacionamento comigo. Desde que chegou, ele já foi um pai para a Sophia." Os dois se casaram em dezembro de 2023. "Eu levo ela pro sofá, levo ela para a cama, ajudo a dar banho, faço a comida...", diz Vitor, que se emociona ao falar do amor pela filha. "Eu não vi isso como uma dificuldade. Eu olhei Sophia, pronto. Era minha filha. Eu me apaixonei logo por Sophia. Ela é mais do que uma filha. Não tem como explicar." Indenização e melhorias Os dez anos de vida de Sophia coincidiram com uma grande transformação financeira para a família, após a entrada em vigor, no ano passado, do PL 6064/23, que prevê o pagamento de uma indenização de R$ 50 mil e uma pensão vitalícia para as famílias de crianças com síndrome congênita associada ao vírus da zika. Ianka, que até o ano passado recebia um salário-mínimo por mês de auxílio e recorria à Justiça para conseguir suplementos alimentares e fraldas, recebeu a indenização em dezembro e passou a contar com a pensão mensal que equivale ao teto da Previdência (R$ 8.475,55). "Com a indenização chegando, eu pude pensar em coisas que jamais pude dar para Sophia, porque eu nunca pude trabalhar", diz Ianka. Ela e Vitor chegaram a montar um negócio caseiro para vender bolos e doces, e ele chegou a trabalhar em um bar, mas tudo acabava interrompido por causa das demandas com Sophia e Ester. "Como a ajuda foi muito grande, agora a gente vai poder se manter e dar à Sophia tudo que ela precisa", diz Ianka. Ianka conta que Sophia é muito mais feliz desde o nascimento da irmã, Ester Julia Carneiro via BBC Como outras mães de crianças com microcefalia associada ao vírus da zika em Campina Grande, ela ganhou uma casa da Prefeitura do programa Minha Casa, Minha Vida depois que Sophia nasceu. Agora, está reformando para aumentar o quarto de dormir (todos ficam no mesmo cômodo por medo de deixar Sophia sozinha) e para que a filha possa fazer fisioterapia em casa. A locomoção para o Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (Ipesq), onde Sophia é acompanhada desde pequena, vem se tornando inviável pelas dores causadas pela escoliose da menina. Apesar de comemorar a indenização, Ianka se entristece, porque diz que conhece outras mães em situação idêntica à sua que tiveram o benefício negado. De acordo com a Assessoria de Comunicação do INSS, 1.889 famílias já receberam indenizações e 846 outras aguardam uma decisão. Um total de 1.850 está recebendo a pensão vitalícia. Segundo o INSS, há casos em que as famílias tiveram o benefício negado "por não atender aos requisitos da legislação" e que elas podem entrar com um recurso ou um novo pedido caso discordem da decisão. 'Zika ficou como um tormento' As duas gestações de Ianka após Sophia não vieram sem apreensão. "O zika ficou como um tormento para todas as mães, né? A cada ultrassom, tanto na gravidez de Ester como na de Efraim, eu ficava supernervosa, chegava a dar dor de barriga. Enquanto a médica não me falava que o cérebro estava normal, que não tinha nada, eu não relaxava", conta Ianka. "Acho que esse trauma não vai sair da gente. Você não deseja isso para nenhum outro filho seu, nem para ninguém, porque é uma dificuldade em tudo." Ao longo da última década, Ianka conseguiu sanar algumas dificuldades de Sophia. Como no caso da cirurgia para se alimentar diretamente pelo estômago; ou do aparelho que a filha passou a usar para dormir, evitando a apneia que às vezes a deixava roxa de falta de ar. Outros problemas, entretanto, continuam e se agravam com o tempo. Por causa da escoliose acentuada, Sophia não fica confortável em qualquer posição. Além disso, hoje só Vitor consegue carregá-la no colo, com seus 31 kg. É ele quem a leva de casa para o carro, ou da cadeira de rodas para a cama, ou da cama para o banho. "Parece que cada dia mais vai ficando um pouquinho pior, né? Eles vão crescendo e vai prejudicando uma coisinha a mais", resume Ianka. Mas a vida de Sophia tem pequenas alegrias. Ela adora ver o céu e ficar na cadeira de rodas no quintal da casa enquanto ouve hinos religiosos. Sophia e os irmãos: 'Quando a Ester chegou, Sophia só fazia rir' Arquivo pessoal via BBC Apesar de não falar ou andar, é nítido que sente as presenças e o carinho ao seu redor. Seus olhos dançam com o movimento da casa. Se arregalam quando os pais passam por ela. Sorriem quando Ianka trança seus longos cabelos ou encosta o nariz no da filha, fazendo chamego. E também reagem às estripulias de Ester. "Quando a Ester chegou, Sophia só fazia rir. Se Ester chorasse, ela dava risada. Se Ester reclamasse, ela ria. Até hoje é assim. Ester só vive cutucando ela o tempo inteiro. Pega a perninha dela e fica balançando, como se fosse fisioterapia, e Sophia só faz dar risada", conta Ianka. Ianka diz que ouviu muitos julgamentos desde que Sophia nasceu e que aprendeu a filtrá-los. Pessoas a questionaram por não ter feito um aborto quando soube da deficiência da filha. Depois, por querer ter mais filhos, se Sophia já demandava tantos cuidados. "As pessoas me veem grávida de novo e falam, 'Meu Deus, tu é louca? E Sophia?' Mas Sophia está sendo cuidada e amada do mesmo jeito, eu acho que até melhor do que antes, porque agora tem Ester que anima a casa." Efraim chegou, completando a família. "Ter outras crianças fazendo barulho pela casa vai ser outra vida para Sophia. É muito melhor para ela", diz Ianka. "Eu quero continuar a ser uma boa mãe pra Sophia, e ser uma boa mãe pra meus outros filhos. Ter forças, né. Acho que nasci para isso." Como estão crianças com microcefalia, 10 anos após a epidemia de zika INSS vai pagar R$ 60 mil para pessoas com deficiência causada pelo vírus da Zika Zika 10 Anos: Quanto custa manter uma criança?

  18. Mulheres do grupo ‘Luluzinhas’ comemoram Dia das Mães com festa sem filhos e maridos Um grupo de 32 mulheres de Teresina, chamado “Luluzinhas”, decidiu celebrar o Dia das Mães, neste domingo (10), em duas etapas. Primeiro, elas comemoram a data com a família. Depois, no dia 30 de maio, participam de uma festa exclusiva, sem a presença de filhos e maridos. O encontro será em um espaço privado e terá como tema a “Festa Neon dos Anos 80”. A proposta é garantir momentos de lazer e descontração, longe da rotina familiar. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp A advogada Érika Íris, mãe da Halanna, de 25 anos, do Jayro, de 21, e Gabriel, de 10, faz parte do grupo e vai participar da festa. Segundo ela, a proposta do tema é relembrar uma década que foi comum a todas elas. "Essa festa com a temática dos anos 80, traz uma pegada de que muitas de nós erámos, algumas, adolescentes, outras estavam na sua fase de infância e outras não viveram, porque tiveram filhos mais novas. É, mais ou menos, para fazer essa interação entre todas as fases da vida", disse. O grupo reúne 32 mulheres, a maioria mães, e promove encontros exclusivos a cada dois meses. Nos eventos, não é permitida a presença de crianças nem de companheiros. Os maridos participam apenas uma vez por ano. Mais de 30 mulheres do grupo ‘Luluzinhas’ comemoram Dia das Mães com festa temática sem filhos e maridos Montagem g1 PI/ Arquivo Pessoal As Luluzinhas O grupo Luluzinhas foi criado em 26 de novembro de 2020, durante a pandemia de Covid-19, por Lilian Lima, Cleane Miranda e Antônia Barbosa. A iniciativa surgiu com a flexibilização do isolamento social, para retomar o convívio entre amigas. “Surgiu da necessidade da gente se reunir após o isolamento. Com a flexibilização, surgiu a ideia de fazer um encontro para conversar e estar juntas. A partir disso, a gente começou a organizar e o grupo foi crescendo”, explicou a vice-presidente Cleane Miranda. Desde então, as integrantes se reúnem em encontros organizados coletivamente, com temas definidos. Érika também destacou que os encontros buscam oferecer momentos de desconexão da rotina. “Esses encontros que a gente faz sem filhos e maridos é para resgatar um pouco daquela parte que, antes da gente ser mãe, profissional e dona de casa, a gente é uma pessoa, uma mulher que durante muito tempo se abdicou de vários momentos de interagir com pessoas, abandonou essa parte de sair, de se divertir para se dedicar em ser mãe, mulher, profissional”, explicou. Entre as atividades já realizadas estão luau, festas à fantasia, gincanas e bloco com mini trio elétrico, entre outros eventos temáticos. Além da confraternização, o grupo também funciona como uma rede de apoio. As participantes trocam informações, divulgam serviços e se ajudam. “A principal ideia é apoiar uma à outra. A gente troca informações, ajuda e fortalece o grupo”, afirmou a advogada Érika Íris. Nos encontros, enquanto as mulheres participam das atividades, os maridos ficam com os filhos ou se reúnem em outros locais. Em alguns casos, todos se encontram depois. A comemoração do Dia das Mães segue a proposta do grupo: criar um espaço de convivência e lazer voltado apenas para as participantes. Mais de 30 mulheres do grupo ‘Luluzinhas’ comemoram Dia das Mães com festa temática sem filhos e maridos Montagem g1 PI/ Arquivo Pessoal *Gabriely Corrêa, estagiária sob supervisão de Marina Sérvio e Lucas Marreiros. VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube

  19. Pessoas carregam o corpo de uma vítima em frente ao posto policial destruído após um ataque com carro-bomba realizado por militantes na região de Fateh Khel, em Bannu, no Paquistão. Karim Ullah/AFP Um atentado com carro-bomba contra um posto policial no noroeste do Paquistão, seguido por uma emboscada contra agentes enviados ao local, matou ao menos 14 policiais, segundo autoridades. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 O ataque ocorreu no sábado (09), no distrito de Bannu, na província de Khyber Pakhtunkhwa. Imagens do local mostraram o posto policial destruído, com destroços, veículos queimados e escombros espalhados pela área. O oficial de polícia Sajjad Khan afirmou que os corpos de 14 agentes foram retirados dos escombros do posto, enquanto outros três policiais sobreviveram e foram levados ao hospital. Segundo outro agente, que falou sob condição de anonimato por não ter autorização para se pronunciar publicamente, os militantes primeiro lançaram um carro carregado de explosivos contra o posto e, em seguida, invadiram o local atirando contra os policiais que ainda estavam vivos. Vídeos em alta no g1 Outros agentes das forças de segurança enviados para prestar reforço acabaram sendo alvo de uma emboscada, o que provocou mais vítimas, disse o policial. Fontes da polícia também afirmaram que drones foram utilizados no ataque. Equipes de resgate e ambulâncias foram enviadas ao local, enquanto autoridades decretaram estado de emergência em hospitais públicos de Bannu. Uma aliança militante chamada Ittehad-ul-Mujahideen assumiu a autoria do atentado. O ataque acontece em meio às tensões contínuas na fronteira entre Paquistão e Afeganistão. A relação entre os dois países se deteriorou no início deste ano, após o Paquistão realizar bombardeios dentro do território afegão contra o que chamou de esconderijos de militantes. Embora os confrontos tenham diminuído nos últimos meses, escaramuças esporádicas ainda ocorrem na região de fronteira. Islamabad acusa o governo Talibã no Afeganistão de abrigar militantes responsáveis por ataques em território paquistanês — acusações negadas pelo Talibã, que afirma que a militância no Paquistão é um problema interno do país. Escavadeiras removem os escombros de um posto policial destruído após um ataque com carro-bomba realizado por militantes na região de Fateh Khel, em Bannu, no Paquistão. Karim Ullah/AFP

  20. O que é feminicídio? Um guarda municipal foi preso suspeito de feminicídio após atirar e matar a mulher durante o casamento deles, na noite deste sábado (9), no bairro DIC 4, em Campinas (SP). Segundo a Polícia Militar, o casal teria discutido, o homem deixou o local, voltou armado e atirou contra a noiva. De acordo com a Guarda Municipal, a vítima recebeu atendimento do Samu, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Ainda segundo a Guarda, o próprio guarda teria acionado a corporação, e foi conduzido à 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde foi atuado em flagrante. "A Guarda Municipal lamenta profundamente o fato e reafirma seu compromisso com o combate a qualquer forma de violência", diz, em nota. A corporação destacou que a Corregedoria da Guarda Municipal acompanha o caso para instaurar procedimentos administrativos e disciplinares cabíveis para apurar a conduta do agente. Informações apuradas pela EPTV, afiliada TV Globo, indicam que o guarda suspeito do crime está na corporação desde 1998. Nome e idade da vítima não foram divulgados. Foto de arquivo da 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Campinas (SP) Daniel Mafra/EPTV VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas

  21. Confira todos os vídeos do Jornal do Campo deste domingo.

  22. Mãe enfrenta batalha contra câncer e lúpus enquanto cuida de três filhos no interior de SP Os desafios diários da maternidade se tornaram um refúgio para uma moradora de Presidente Prudente (SP), após ser diagnosticada com câncer e lúpus. Ao g1, a pedagoga Dayana Teles de Carvalho e Silva, 45 anos, descreve a relação que tem com os três filhos. Em celebração ao Dia das Mães, neste domingo (10), o g1 conta a história de Dayana, que enfrenta a batalha com duas doenças ao mesmo tempo, sem perder a força para cuidar dos filhos: Bruno, 14 anos, Lucas, 10 anos, e Joaquim, 7 anos. 📲 Participe do canal do g1 Presidente Prudente e Região no WhatsApp “Meus filhos são minha força diária, meus motivos para não desistir. Tinha que ser eles três na minha vida, para encher minha casa de amor e alegria, e mesmo nas dificuldades estamos juntos, vencendo um dia de cada vez, pois é o amor deles e minha fé que me mantém em pé todos os dias”, afirma. O primeiro diagnóstico de Dayana ocorreu em 2022, quando os sintomas do lúpus apareceram, a partir de manchas pelo corpo. “O começo do tratamento sempre é difícil, mas depois estava tudo encaminhadinho. E, em 2024, eu fui diagnosticada com câncer do útero.” “Foi bem difícil receber essa notícia. Tanto que, no começo, eu não queria que ninguém soubesse, inclusive meus filhos, mas meu cabelo começou a cair muito e eles perceberam que algo não estava legal”, relembra. LEIA TAMBÉM: Professor do interior de SP é o 1º latino-americano a ganhar prêmio internacional de fotogrametria; entenda 'Gingo terapia': capoeira adaptada promove saúde e convivência para idosos no interior de SP Prefeitura de Prudente cria banco de ração para ajudar pessoas que cuidam de animais; entenda a iniciativa Moradores de Presidente Prudente, Dayana Teles de Carvalho e Silva ao lado da família Dayana Teles/Arquivo pessoal Apoio da família Lucas, filho do meio de Dayana, foi o primeiro a sentir preocupação com o laudo da mãe. “Ele chorava muito. Foi então que eu e meu marido conversamos com eles para explicar o que estava acontecendo. Foi um choque para todos.” Dayana decidiu raspar o cabelo com o apoio do marido caminhoneiro e presença dos filhos. O ato ocorreu no quintal da casa, enquanto o filho mais velho filmava. Assista acima. "Foi um momento de muita emoção, dor, mas muito amor, acolhimento deles, pois com o cabelo vinha muito questionamento.” “Para o Lucas foi mais fácil ele me ver logo de uma vez careca, porque o medo dele era ir para a escola, chegar e a mãe dele não estar mais aqui. Foi aí que eu falei: ‘Preciso ser forte, preciso lutar contra essa doença por eles, pelos meus filhos, por amor a eles.’” “Porque eu posso sofrer, eu posso sentir a dor que for, mas meus filhos jamais. Eu uso muito a frase que: ‘O amor e a fé me mantêm em pé’. Porque é o amor pela minha família, o amor pelos meus filhos e minha fé que realmente me deixam em pé todos os dias. Por mais difícil que seja, todos os dias que eu acordo, eu me levanto e agradeço a Deus.” Segundo Dayana, a expectativa de estar curada continua, mesmo quando alguns exames não dão o resultado esperado, devido à interferência que o lúpus causa no tratamento contra o câncer. “É como se o lúpus expulsasse as medicações do meu corpo, pois o lúpus é uma doença autoimune, que é uma briga com o meu próprio organismo. Talvez, se não fosse o lúpus, o tratamento seria um pouco mais fácil, mas eu não desisto”, continua. “Eu olho para meus filhos e vejo que eu preciso ser forte para eles. O amor deles me transforma. O amor deles me faz querer viver.” Dayana enfrenta a batalha contra o câncer e o lúpus desde 2024 Dayana Teles/Arquivo pessoal ‘Mãe coruja’ Dayana fica boa parte do tempo com os filhos, enquanto o esposo faz as viagens a trabalho de caminhão. A relação que a mãe tem com os três meninos vai além de “puxões de orelha”. “A gente tem uma relação muito aberta. Eu falo que eles podem contar comigo para tudo, independentemente de errar ou não. Os maiores desafios que a gente já passou foram juntos, e eu acho que tem a ver com a doença mesmo.” “Mãe coruja”, Dayana descreve a personalidade individual de cada filho. Bruno, de 14 anos, é o mais tímido. “Tenho muito orgulho do homem que ele está se tornando, porque a gente sabe que hoje em dia é tão difícil, e ainda mais nessa idade, e ele não me dá trabalho nenhum, pelo contrário, só me dá orgulho.” Já o Lucas, de 10 anos, é o mais extrovertido, segundo a mãe: “Adora conversar, gosta de contar as histórias nos mínimos detalhes. É aquele menino que traz alegria para casa, que conta as coisas e a gente morre de rir.” O caçula Joaquim, de 7 anos, é o mais curioso. “É um menino incrível, muito esperto, muito inteligente, ama mapas, ele ama números. Ele é autista nível 2 de suporte. Ele chegou para nos mostrar um mundo de uma forma diferente, do jeitinho dele.” Das três gestações, Dayana conta que nenhuma foi planejada. “Na época, eu só namorava o meu marido, tomava injeção anticoncepcional e, para surpresa, engravidei do Bruno. Foi uma alegria imensa, porque eu vim de uma família em que nós somos três irmãs. Então, ele foi o primeiro menino.” “Depois, com o Lucas, eu também estava tomando anticoncepcional, não pensava em ter outro. No primeiro momento foi um choque, mas depois eu vi que foi maravilhoso. E o Joaquim, eu ia colocar o DIU, mas acabei engravidando também.” “Foi planejado por Deus e foi planejado no momento certo, porque Deus sabia que eu ia precisar deles hoje para ter essa força que eu tenho, mesmo na loucura dessa rotina intensa que a gente tem, cansativa, mas é algo inexplicável. Eles são a minha cura todos os dias.” Moradores de Presidente Prudente, Dayana Teles de Carvalho e Silva ao lado da família Dayana Teles/Arquivo pessoal Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Presidente Prudente e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

  23. Maternidade tardia: mulheres relatam desafios, preconceito e alegria após os 50 Comemorado anualmente no segundo domingo de maio, o Dia das Mães é uma data marcada por diferentes formas de viver a maternidade, sejam mães biológicas, adotivas, jovens ou mais velhas. São os casos de Rosângela Maria da Silva, de Avanhandava (SP), e Vilma Fátima Alves Di Ramos, de Pedrinhas Paulista (SP), duas mulheres que decidiram viver a experiência da maternidade perto dos 60 anos. 📲 Participe do canal do g1 Bauru e Marília no WhatsApp Enquanto Rosângela realizou o sonho de ser mãe por meio da adoção aos 58 anos, Vilma engravidou após passar por fertilização in vitro, aos 59. Em entrevista ao g1, elas relatam os desafios, o preconceito enfrentado e a alegria de criar crianças em uma fase da vida considerada incomum para a maternidade. Rosângela Maria da Silva, de Avanhandava (SP) e Fátima Alves Di Ramos, de Pedrinhas Paulista (SP), decidiram viver a maternidade perto e na casa dos 60 anos. Arquivo pessoal A espera de 11 anos pela adoção Rosângela tinha 58 anos quando adotou a pequena Elza Mary, hoje com 2 anos. Ela e o marido, Alex, entraram oficialmente na fila de adoção em 2012. O casal buscava uma criança de até 5 anos, sem preferência de sexo ou região do país. Nos primeiros anos, a expectativa era grande, mas, com o passar do tempo, a esperança começou a diminuir. “Depois de seis anos, já não pensávamos mais nisso. Achávamos que não teríamos filhos”, relembra Rosângela. A mudança veio em agosto de 2023, quando o casal recebeu uma ligação do fórum informando que havia uma bebê disponível para adoção. “Achei que estávamos sonhando”, conta. Além da surpresa, o casal precisou tomar uma decisão em cerca de duas horas. Alex, então com 59 anos, lembra que a idade foi um dos fatores que mais pesaram naquele momento. “Fiquei pensando: quando ela tiver 25 anos, eu terei quase 95. Não queria causar problemas para ela no futuro”, revela. A resposta do casal foi positiva e, dois dias depois, Elza Mary Von Buldring, nome dado em homenagem à mãe de Alex, chegou à nova casa. Primeira foto de Rosângela com a filha Elza Arquivo pessoal Para Rosângela, viver o Dia das Mães ganhou um significado completamente diferente após a chegada da filha. "Eu vivi muitos Dias das Mães nos quais no fundo eu sentia um vazio! Hoje só posso agradecer a Deus por ter preenchido esse vazio com Elzinha. O primeiro Dia das Mães com ela eu nem acreditava, era como se estivesse em um sonho", afirma. Ela conta que a adaptação à nova rotina exigiu aprendizado e reorganização da vida do casal. “Tinha tanta coisa para pensar: cuidar daquele bebezinho, aprender tudo sobre bebês. Foi um turbilhão de sentimentos”, relembra. Após 11 anos de espera, casal realiza o sonho da adoção com quase 60 anos Arquivo pessoal Apesar do apoio recebido da família e de amigos, Rosângela afirma que o casal também precisou lidar com comentários negativos nas redes sociais após a divulgação da história. “Diziam que éramos velhos e que iríamos morrer, e a criança voltaria para o abrigo. São pessoas infelizes”, lamenta. Mesmo diante das críticas, ela resume a experiência da maternidade tardia como uma realização. "Hoje eu só posso ter gratidão por ter esse privilégio de ser mãe. É um amor que transcende, não se explica, só sente”, afirma. Rosângela e a filha Elza Mary Arquivo pessoal O desafio de engravidar na maturidade Já a professora aposentada Vilma Fátima Alves Di Ramos viveu a maternidade pela segunda vez após engravidar por fertilização in vitro perto dos 60 anos. Moradora de Pedrinhas Paulista, ela já era mãe de Carolina, hoje adulta, e avó de duas crianças quando decidiu tentar uma nova gravidez ao lado do marido, Constantino. A gestação aconteceu logo na primeira tentativa de fertilização. Rebeca nasceu dias depois da mãe completar 60 anos Santa Casa de Assis/ Divulgação Segundo Vilma, a decisão foi recebida com surpresa e críticas por parte de pessoas próximas. Ainda assim, o casal decidiu seguir em frente com o sonho de aumentar a família. “Quando falamos da nossa ideia, todos nos chamaram de loucos e que não tínhamos responsabilidade. Porém, nunca deixamos nos abalar. Absorvi o preconceito, fui deixando as coisas amargas de lado para que eu pudesse ter uma gravidez saudável”, afirma. Apesar das críticas à gravidez, Vilma afirma que viveu uma gestação tranquila e acompanhada de perto pela equipe médica. “Não passou um dia em que eu não estivesse plena, curtindo aquela gravidez maravilhosa”, relembra. “Eu só tenho que agradecer a Deus mesmo e todos que cooperaram comigo, porque também houve pessoas que ficaram apaixonadas pelo fato [de ser mãe aos 60 anos]”, acrescenta. Hoje, a filha Rebeca tem 2 anos e 7 meses e já entende o significado do Dia das Mães, segundo Vilma. “Ela interage sabendo que é o Dia das Mães. Cada etapa da vida da Rebeca é um motivo de emoção para mim. É viver cada dia o único, viver cada dia aquela sensação que ninguém vive. Aquele momento de você ser mãe aos 60”, afirma a professora aposentada. VIlma com a filha Rebeca e o marido Arquivo pessoal A aposentada afirma que a maternidade em uma idade mais avançada trouxe mais maturidade, paciência e segurança emocional. “É uma felicidade sem limites, não tem como mensurar. É uma alegria fora do padrão ter essa oportunidade de ser mãe novamente. É uma realização que todas as mulheres, se pudessem, deveriam sentir, porque é extraordinária a sensação de ser mãe nessa idade, por conta da sua maturidade, responsabilidade e paciência”, celebra. Vilma com o marido, as duas filhas Carolina e bebê Rebeca, e os netos Gabriel e Sara - pedrinhas paulista Arquivo pessoal Cuidados na maternidade tardia Segundo a médica obstetra Laila Kimie Yamashita, a gravidez após os 50 anos é considerada de alto risco e exige acompanhamento rigoroso. Os principais cuidados, segundo a especialista, são voltados à avaliação clínica da saúde materna, principalmente cardiovascular, metabólica e tromboembólica. “A gestação é considerada uma gravidez de alto risco obstétrico e exige acompanhamento multiprofissional rigoroso desde o início”, explica. Especialista fala sobre os cuidados de gestação aos 60 anos Arquivo pessoal O Conselho Federal de Medicina aconselha os 50 anos como idade limite para gestação por técnicas de reprodução assistida, porém a medida é uma recomendação, e não uma norma. A idade pode ser estendida desde que a mulher esteja saudável e ciente dos riscos da gravidez tardia. Como o organismo da mulher sofre alterações importantes durante a gravidez, como aumento do volume sanguíneo, da frequência cardíaca e da demanda metabólica, o monitoramento precisa ser intensificado. “O pré-natal deve ser mais frequente e incluir monitorização rigorosa da pressão arterial, glicemia, função cardíaca e crescimento fetal”, aponta a profissional. “Também é fundamental acompanhamento nutricional, controle do ganho de peso, prevenção de trombose e avaliação psicológica e social”, aponta. Além dos cuidados médicos, Laila afirma que muitas mulheres ainda enfrentam julgamentos relacionados à maternidade tardia. “Muitas relatam comentários preconceituosos sobre sua capacidade física, emocional e social para exercer a maternidade”, pontua. Rebeca nasceu no dia 8 de outubro na Santa Casa de Assis Arquivo pessoal Apesar disso, a obstetra destaca que a medicina reprodutiva avançou significativamente nas últimas décadas e tornou possível que mais mulheres realizem o sonho da maternidade em idades mais avançadas. “As mulheres estão engravidando cada vez mais tarde por motivos profissionais, pessoais e afetivos. A medicina reprodutiva avançou muito e tornou possível algo que há algumas décadas seria inviável”, argumenta. “Meu conselho é que essas mulheres busquem informação de qualidade e acompanhamento ético e responsável. A decisão de engravidar deve ser consciente e baseada em avaliação médica séria, entendendo riscos, limites e possibilidades”, reforça a obstetra. *Colaborou sob supervisão de Luís Ricardo da Silva. Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Bauru e Marília VÍDEOS: assista às reportagens da região

  24. Mãe de Rio Preto (SP) supera infertilidade e fortalece vínculo com filhos pela música A maternidade sonhada por tantos anos pela massoterapeuta Raquel de Camargo Antônio da Silva, 50 anos, de São José do Rio Preto (SP), hoje se traduz em uma rotina intensa que converge para o mesmo ponto com os filhos Melissa, 13, e Henrique, 7: a música. "Gosto de acompanhar tudo o que fazem. Aqui a gente é uma equipe. Um ajuda o outro", declara Raquel, ao g1, que superou um diagnóstico de infertilidade (leia mais abaixo). Os três estudam no Projeto Guri, programa estadual de educação musical, e encontraram nas aulas uma forma de fortalecer o vínculo dentro e fora de casa. Depois de passar 12 anos tentando engravidar, Raquel aprendeu a valorizar cada momento vivido ao lado dos filhos. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp Entre escola, judô, atendimentos de massoterapia, pós-graduação em acupuntura e tarefas da casa de uma típica mãe trabalhadora, a música virou um dos principais pontos de encontro da família. Raquel Antônio da Silva, 50, com os filhos Melissa, 13, e Henrique, 7: vínculos fortalecidos pela música, que os três estudam em programa destinado a educação musical em Rio Preto (SP) Raquel Antônio da Silva/Arquivo pessoal Curiosamente, foi Melissa quem abriu esse caminho. A ligação da família com a música começou ainda em São Paulo, antes da mudança para Rio Preto. O marido de Raquel vem de uma família de músicos da congregação religiosa e os primos já participavam do Guri na capital. Em uma apresentação em Campos do Jordão, Melissa se encantou ao assistir os filhos deles tocando. Raquel Antônio da Silva, 50, com os filhos Melissa, 13, e Henrique, 7: vínculos fortalecidos pela música, que os três estudam em programa destinado a educação musical em Rio Preto (SP) Raquel Antônio da Silva/Arquivo pessoal “Ela ficou apaixonada. Depois disso, queria porque queria entrar no programa”, relembra Raquel. Na época, a família ainda buscava vaga no projeto quando veio a pandemia. Mais tarde, após receber um comunicado da escola sobre novas inscrições, Melissa finalmente conseguiu entrar no programa. Ela queria fazer violão, mas só havia vaga para violino. “Quando falei que não tinha violão e seria violino, ela ficou muito brava. Mas o professor conquistou a Melissa no primeiro dia de aula. Ela chegou em casa encantada”, conta a mãe. Inspirada no pai trombonista e encantada com apresentação dos primos, Melissa, 13 anos, começou aulas de violino em programa de educação musical em Rio Preto (SP): acabou arrastando o irmão e a mãe Raquel Antônio da Silva/Arquivo pessoal O encantamento cresceu junto com a dedicação. Melissa decidiu então tentar uma vaga na orquestra do Guri. Mesmo ouvindo da mãe que talvez ainda precisasse estudar mais antes da prova, insistiu. Fez aulas particulares por um mês para melhorar postura e técnica e acabou aprovada. “Nossa, ela ficou muito feliz”, lembra Raquel. Henrique também aguardava ansiosamente a idade mínima para participar da iniciação musical. Hoje, o menino faz aulas no Guri e costuma pesquisar músicas na internet para tocar flauta em casa. Mais recentemente, passou a demonstrar interesse pelo trombone do pai. Raquel Antônio da Silva, 50, de Rio Preto (SP), com o marido e os filhos: ela passou a frequentar aulas de educação musical para acompanhar as atividades dos filhos, influenciados pelo gosto musical do pai, que é trombonista Raquel Antônio da Silva/Arquivo pessoal LEIA MAIS Escritora usa 18 livros autorais para ensinar alunos da rede pública em projetos voluntários: 'Apaixonada pela educação' Inspirado em Michael Jackson, menino deixa cabelo crescer, corta 40 cm e doa para pacientes com câncer: 'Fazer algo importante' Médica que viajou cerca de 700 km do interior ao litoral de SP registra nuvem em formato de ‘tsunami’ em praia: 'Fiquei encantada' Para falar a mesma língua Foi acompanhando os filhos que Raquel decidiu entrar para as aulas voltadas aos adultos. Mesmo já tendo tido contato com música no passado, ela conta que voltou a estudar para conseguir acompanhar melhor o aprendizado das crianças. “O objetivo era incentivar meus filhos e entender o que eles estavam fazendo, para a gente falar a mesma língua”, afirma. Ela entrou na turma de iniciação musical para adultos desde a primeira formação da professora Joyce e começou novamente “lá do comecinho”, estudando ritmo, tempo e percussão. O que ela não esperava era redescobrir também um gosto pessoal pela música. “No começo eu não sabia nada de violão. Ano passado ganhei um do meu esposo e comecei a treinar. Não sou profissional, mas já sai uma musiquinha. E o mais legal é quando vou tocar e meu filho senta do meu lado para cantar comigo”, revela Raquel. Espaço da música na rotina familiar A música passou a ocupar espaço importante dentro da rotina da família. Nas segundas-feiras, Raquel espera Melissa na frente do Guri enquanto aproveita o tempo para estudar conteúdos da pós-graduação. Nas quartas, ela própria vai para as aulas de música enquanto a filha segue nos estudos particulares. Sexta e sábado também são dias dedicados às atividades musicais da adolescente, que participa da orquestra. Além da música, Melissa e Henrique fazem judô — outra atividade que Raquel considera essencial na formação dos filhos. “Eles são muito amorosos, educados. Onde eu vou, não preciso ficar brigando ou chamando atenção. Sempre são elogiados. Eu sei que a música e o judô fazem parte disso", destaca. Raquel Antônio da Silva, 50, com a filha Melissa, 13: além da música, a mãe percebe a influência positiva do judô na formação dos filhos e no vínculo familiar Raquel Antônio da Silva/Arquivo pessoal Longa trajetória para engravidar A dedicação à maternidade ganhou ainda mais significado por causa da longa trajetória até conseguir engravidar. Raquel conta que enfrentou tratamentos hormonais, exames e tentativas frustradas durante mais de uma década. Ela chegou a receber o diagnóstico de que as trompas haviam sido comprometidas após infecções urinárias e ouviu dos médicos que só conseguiria engravidar por fertilização in vitro, com chances reduzidas de sucesso. “Foi um dos períodos mais difíceis da minha vida. Eu achava que nunca iria ser mãe”, diz ela. Na época, ela e o marido chegaram a considerar adoção, mas desistiram diante das dificuldades e burocracias enfrentadas no processo. Conseguiu realizar o sonho da maternidade aos 37 anos. Desde então, decidiu acompanhar de perto cada etapa da vida dos filhos. “Eu gosto de estar junto em tudo. Sempre que eles estão fazendo alguma coisa diferente, eu quero acompanhar”, declara ela. Mesmo incentivando a autonomia das crianças, Raquel mantém uma relação de proximidade construída no diálogo. As decisões da família costumam ser conversadas em conjunto e as responsabilidades da casa são divididas entre todos. À noite, depois da correria do dia, é o momento em que ela sente a conexão familiar ainda mais forte. Quando o marido está trabalhando em São Paulo, Melissa e Henrique costumam dormir abraçados com a mãe e aproveitam o silêncio do fim do dia para conversar. “É a hora que eles contam tudo. As dúvidas, as histórias, o que aconteceu durante o dia”, confidencia. Para Raquel, todo o esforço vale a pena justamente por perceber a relação construída com os filhos ao longo dos anos. “É uma via de mão dupla. Quando estou triste, eles vêm conversar comigo também. Esse vínculo é muito forte”, explica. E, em meio à correria da rotina, é justamente a música que segue funcionando como trilha sonora dessa convivência. “É parceria. Um ajudando o outro. Isso significa muito para a nossa família”, ressalta Raquel. Inspirada no pai trombonista e encantada com apresentação dos primos, Melissa, 13 anos, começou aulas de violino em programa de educação musical em Rio Preto (SP): acabou arrastando o irmão e a mãe Raquel Antônio da Silva/Arquivo pessoal Vídeos em alta no g1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Rio Preto e Araçatuba VÍDEOS: confira as reportagens da TV TEM

  25. 'O sentido da vida muda': como casais de mulheres realizam o sonho de serem mães juntas O sonho da maternidade sempre foi uma certeza para essas mulheres, bem como a noção de que o amor é feito para transbordar. Elas sabem que a vida é mais leve e bonita quando compartilhada com quem tem essas mesmas certezas. O resultado desses sonhos é uma equação simples: um sorriso se transforma em dois e depois em três. Mas antes de realizar o sonho de ter filhos, elas viveram outras fases: se conheceram, se apaixonaram, se casaram e construíram a primeira parte dessa história. Uma casa para ser a morada deste amor. A gravidez compartilhada entre casais homoafetivos foi a forma que essas mulheres conquistaram o sonho de ser mães juntas. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp Dniffer Fonseca Lobo e Ana Marcela Lobo, ou melhor, as mamães “Di” e “Ma”, estão casadas há cinco anos. Marcelo, filho do casal, está com quatro anos de idade e nasceu da gestação compartilhada entre as duas mulheres. O método optado pelas mães permitiu que Dniffer desenvolvesse uma gestação com o óvulo de Marcela. Dniffer e Marcela Lobo são mães de Marcelo de quatro anos Redes Sociais / Reprodução A decisão pela Fecundação In Vitro (FIV) fez com que ambas participassem ativamente de todo o processo da maternidade, desde a fecundação até o nascimento do filho. “Nunca passou na minha cabeça que eu não seria mãe por estar com uma mulher. Eu queria muito gestar, mas também queria incluir a Marcela para além da criação”, conta Dniffer, que carregou Marcelo na barriga durante os nove meses. Marcela se lembra de quando ouviu pela primeira vez sobre as possibilidades da gestação compartilhada. Em suas consultas ginecológicas de rotina, o médico sempre deixou claro que a gravidez e a maternidade eram possíveis para ela e a esposa. As duas vivem juntas desde 2010, quando se conheceram no carnaval de Cerquilho (SP). Cinco anos depois, mudaram-se para Sorocaba (SP) e começaram a se desenvolver profissionalmente. Enquanto Dniffer se formava em enfermagem e Marcela como fonoaudióloga, o sonho da maternidade foi sendo adiado. Nesse tempo, o casal foi ouvindo os conselhos do médico e estudando as possibilidades da fecundação pela Recepção de Óvulos da Parceira (Ropa). Esse método de reprodução assistida conta com a etapa de estimulação dos óvulos da mulher, a fertilização em laboratório e a transferência do embrião para o útero de quem irá gestar. Todo esse procedimento pode chegar a valores próximos a R$ 30 mil. Casal de mulheres optam por gestação compartilhada para realizar sonho da maternidade Redes Sociais / Reprodução A família Lobo tem um perfil nas redes sociais com mais de 10 mil seguidores, onde compartilha a rotina e conta sobre a maternidade compartilhada. A página é um meio para os registros da infância de Marcelo e da realidade das "mamães de primeira viagem". Por lá, o diálogo é motivado justamente pela troca de informações com quem também tem o sonho e as mesmas inseguranças que um dia elas tiveram. “Independente se é um casal homoafetivo ou não, muitas mulheres vêm nos perguntar sobre os métodos reprodutivos, porque todo mundo tem dúvida”, diz Ana Marcela. ❤️ Maternidade e amizade compartilhada Débora Osaki e Lilian Arantes montaram um grupo de mães para dividir as histórias das famílias homoafetivas de Sorocaba. A comunidade surgiu por acaso, enquanto o casal comprava o enxoval do filho Benício, em 2022, e por coincidência, encontraram outro casal de mulheres na mesma loja. "A partir dali começamos a conversar e entender a importância do convívio entre as nossas famílias, para criar neles um senso de pertencimento. E pra nós, troca de experiências, fortalecimento e apoio emocional", lembra Débora. Débora e Lilian tiveram um filho através do método ROPA, com gestação compartilhada Débora Osaki / Arquivo pessoal O casal que tanto planejou a chegada do primeiro filho ao longo dos 23 anos de relacionamento descobriu, logo no nascimento do Benício, que a maternidade é uma caixinha de surpresas: o bebê nasceu na mesma data que a mãe Lilian. O aniversário compartilhado é, para Lilian, apenas um detalhe dentro do imenso universo de emoções que ela vive desde o dia em que souberam que a fertilização havia funcionado. "Eu me lembro da gente abrindo o resultado do exame e, naquele momento que a gente pega o resultado, vira uma chave dentro da gente, de entender que o sentido da sua vida não passa mais a ser você, é o seu filho. É um amor que não cabe dentro da gente, é difícil explicar", diz. Débora e Lilian se conheceram na adolescência e se tiveram um filho depois de 20 anos de relacionamento Débora Osaki / Arquivo pessoal Initial plugin text Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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